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urseirosuni

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Q
Q

IDADE

www.conc urseirosuni dos.org Q IDADE SOFTWARE A qualidade de software tem e aprimorado

SOFTWARE

www.conc urseirosuni dos.org Q IDADE SOFTWARE A qualidade de software tem e aprimorado ignificativamente

A qualidade de software tem e aprimorado ignificativamente nos ltimos 15 anos. Uma razão para isso é o fato de as empresas terem adotado novas técnicas e tecnologias. Além disso, contudo, tem havido uma conscientização maior da importância do gerenciamento de qualidade de software e da adoção de técnicas de gerenciamento de qualidade provenientes da manufatura de software.

de qualidade provenientes da manufatura de software. Entretanto, qualidade de software é um nceito mplexo ue
de qualidade provenientes da manufatura de software. Entretanto, qualidade de software é um nceito mplexo ue

Entretanto, qualidade de software é um nceito mplexo ue não diretamente comparável com qualidade na manufatura. Na manufatura, a noção de qualidade tem sido aquela em que o produto desenvolvido deve atender às suas especificações. Em um mundo ideal essa definição deveria ser aplicada a todos os produtos, mas, para sistemas de software, existem diversos problemas!

mas, para sistemas de software, existem diversos problemas! Algumas pessoas acham que a qualidade pode ser
mas, para sistemas de software, existem diversos problemas! Algumas pessoas acham que a qualidade pode ser
mas, para sistemas de software, existem diversos problemas! Algumas pessoas acham que a qualidade pode ser
mas, para sistemas de software, existem diversos problemas! Algumas pessoas acham que a qualidade pode ser

Algumas pessoas acham que a qualidade pode ser conseguida definindo-se padrões e procedimentos de qualidade organizacionais que verifiquem se esses padrões são seguidos pela equipe de desenvolvimento de software. Seu gumento é que os adrões devem globar oas ráticas; eguir ssas boas ráticas inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade.

inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais
inevitavelmente conduz a produtos e alta qualidade . Na prática, entretanto, acredito que há muito mais

Na prática, entretanto, acredito que há muito mais gerenciamento de qualidade do que padrões e burocracia associada para assegurar que estes foram seguidos. O gerenciamento de qualidade estabelece procedimentos e padrões que objetivam o desenvolvimento de software com qualidade. Para sistemas e grande porte, pode ser estruturado em três atividades principais:

porte, pode ser estruturado em três atividades principais: 1. Garantia de qualidade: estabelecimento de um framework
porte, pode ser estruturado em três atividades principais: 1. Garantia de qualidade: estabelecimento de um framework

1. Garantia de qualidade: estabelecimento de um framework de procedimentos organizacionais e padrões que conduzem a um software de alta qualidade.

2. Planejamento de qualidade: seleção de procedimentos e padrões apropriados deste framework, adaptados para um projeto de software específico.

3. Controle de qualidade: definição e aprovação de processos que assegurem que a equipe de desenvolvimento tenha seguido os procedimentos e os padrões.

Mas, espera um pouco! Galera, o que é qualidade? A qualidade é algo pelo qual nos esforçamos para obter nos produtos, processos e serviços. O dicionário diz:

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Uma característica inerente ou diferenciada; uma propriedade. b. Um traço pessoal, especialmente um traço de caráter. 2. Caráter essencial; natureza. 3.a. Superioridade de natureza. b. Grau ou classificação de excelência.

A qualidade não é um atributo u uma característica singular. É multidimensional e

rocesso. A qualidade do produto

está concentrada na criação do produto certo, enquanto a qualidade do processo está concentrada na criação correta do produto. A definição do dicionário é muito genérica, vamos ver a definição do processo unificado:

pode ser

vamos ver a definição do processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or
vamos ver a definição do processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or

ossuída por

a definição do processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or m Qualidade

m

a definição do processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or m Qualidade

roduto ou

do processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or m Qualidade é a

or

processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or m Qualidade é a característica

m

processo unificado: pode ser ossuída por m roduto o u or m Qualidade é a característica

Qualidade é a característica de ter demonstrado a realização da criação de um produto que atende ou excede os requisitos acordados, conforme avaliado por medidas e critérios acordados, e que é criado em um processo acordado.

Obter

às

identificação das medidas e dos critérios para demonstrar a obtenção da qualidade

e a implementação de um processo para garantir que o produto por ele criado tenha atingido o grau desejado de qualidade e possa ser repetido e gerenciado.

suários. Pelo contrário, também inclui a

requisitos"

ue atende

Pelo contrário, também inclui a requisitos" ue atende ualidade não só "atender u roduzir m roduto

ualidade não

também inclui a requisitos" ue atende ualidade não só "atender u roduzir m roduto ecessidades e

"atender

a requisitos" ue atende ualidade não só "atender u roduzir m roduto ecessidades e expectativas d
u
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roduzir

m
m

roduto

ue atende ualidade não só "atender u roduzir m roduto ecessidades e expectativas d os Vamos

ecessidades e expectativas dos

u roduzir m roduto ecessidades e expectativas d os Vamos ver agora algumas características de qualidade:

Vamos ver agora algumas características de qualidade:

Interoperabilidade: capacidade do produto de software de interagir com um ou mais sistemas especificados. Habilidade de dois ou mais sistemas (computadores, meios de comunicação, redes, software e outros componentes de TI) de interagir e de intercambiar dados de acordo com um método definido, de forma a obter os resultados esperados.

Conformidade: a capacidade do produto de software de estar de acordo com normas, convenções ou regulamentações previstas em leis e prescrições similares relacionadas à funcionalidade. Pode-se dizer que é o atendimento às especificações do produto ou processo, avaliada por meio de medições, testes ou auditorias.

Tolerância a Falhas: capacidade de um produto de software de manter um nível de desempenho especificado em casos de defeitos no software ou de violação de sua interface especificada. Pode-se dizer que é a habilidade de satisfazer requisitos apesar de suas falhas.

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www.concurseirosunidos.org www.concurseirosunidos.org (FCC em um fator de grande importância no seu desenvolvimento.

(FCC

em um fator de grande importância no seu desenvolvimento. Dentre as propriedades utilizadas para determinar a qualidade de software,

alista de Sistemas) A qualidade de software constitui-se

alista de Sistemas) A qualidade de software constitui-se 014 RT/1 a) mede-se, exclusivamente, a qualidade da

014

de Sistemas) A qualidade de software constitui-se 014 RT/1 a) mede-se, exclusivamente, a qualidade da

RT/1

de Sistemas) A qualidade de software constitui-se 014 RT/1 a) mede-se, exclusivamente, a qualidade da documentação

a) mede-se, exclusivamente, a qualidade da documentação produzida para o

software.

b) verifica-se a satisfação de requisitos estabelecidos, incluindo o desempenho.

c) não se abrange questões relativas à interface do software.

d) não há preocupação com a facilidade de manutenção do software.

e) não se inclui a confiabilidade esperada do software.

Comentários:

(a) Apenas a documentação? Não, inclusive a documentação mas mede-se

diversos aspectos do software;

(b) Perfeito, verifica se os requisitos estabelecidos forem satisfeitos pelo software

desenvolvimento tanto funcionais como não-funcionais (ex: desempenho);

(c) Abrange, sim! Na verdade, abrange-se tanto requisitos funcionais como não-

funcionais (ex: interface);

(d) Há preocupação, sim! Facilidade de manutenção de software é um requisito não-

funcional que deve ter preocupação com a qualidade;

(e) Inclui, sim! Esse também é um requisito não-funcional que deve ser incluído na

preocupação com a qualidade de um software.

Gabarito: B

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www.co

ncurseir

osunido

s.org

www.concurseirosunidos.org www.co ncurseir osunido s.org ERIFICAÇÃO & VALIDAÇÃO Em seu livro, Pressman diz:

ERIFICAÇÃO & VALIDAÇÃO

Em seu livro, Pressman diz:

Durante e depois do processo de implementação, o programa em desenvolvimento deve ser verificado para certificar-se de que ele atende a sua especificação e entrega a funcionalidade esperada pelas pessoas que pagam pelo software. Verificação e Validação (V&V) é a denominação dada a esses processos de verificação e análise. Atividades de verificação e validação ocorrem em cada estágio do processo de software. V&V começa com revisões de requisitos e continua ao longo das revisões de projeto e das inspeções de código até o teste de produto.

Percebam que Validação

Boehm descreveu de uma maneira simples e genial, por meio de duas perguntas:

de uma maneira simples e genial, por meio de duas perguntas: Verificação ão oisas iferentes !

Verificação ão oisas

genial, por meio de duas perguntas: Verificação ão oisas iferentes ! E qual a diferença? Ora,
genial, por meio de duas perguntas: Verificação ão oisas iferentes ! E qual a diferença? Ora,
genial, por meio de duas perguntas: Verificação ão oisas iferentes ! E qual a diferença? Ora,

iferentes! E qual a diferença? Ora,

Verificação:

Validação:

Estamos construindo o produto corretamente?

Estamos construindo o produto correto?

Validação: Estamos construindo o produto corretamente? Estamos construindo o produto correto? www.concurseirosunidos.org

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A Verificação ocorre em ambiente de desenvolvimento e envolve a certificação de

que o software construído eja de rdo m ecificações de requisitos (funcionais e não-funcionais)! Já a Validação ocorre em ambiente de produção e se certifica de que o software construído á de acordo m xpectativas o ente. Produto está de acordo com as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários?

as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito
as especificações? Ele satisfaz os anseios dos usuários? emorizem diferença entre esses dois onceitos! É muito

emorizem diferença

entre esses dois onceitos! É muito simples, mas eu já me cansei das incontáveis vezes que eu vi questões de prova tentando confundir os candidatos e obtendo êxito. Como você decorou, professor? Muito simples! Verificação ocorre em relação à Especificação de Requisitos!

Eu peço a vocês! Não,

E specificação de R equisitos! Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês
E specificação de R equisitos! Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês

a verdade eu mploro

R equisitos! Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês Há dois ipos

ue vocês

Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês Há dois ipos d e
Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês Há dois ipos d e
Eu peço a vocês! Não, a verdade eu mploro ue vocês Há dois ipos d e

Há dois ipos de Verificação:

Inspeção de Software) trata da análise de documento de requisitos, análise de diagramas de projetos, análise de código-fonte, etc. Ela ocorre sem a necessidade de executar o software e pode ocorrer de forma automatizada, antes mesmo da implementação do sistema.

stática e Dinâmica! A Estática (também chamada

sistema. stática e Dinâmica! A Estática (também chamada Já a Verificação Dinâmica (também chamada de Teste
sistema. stática e Dinâmica! A Estática (também chamada Já a Verificação Dinâmica (também chamada de Teste

Já a Verificação Dinâmica (também chamada de Teste 1 ) envolve executar o software/

protótipo, i.e., a partir dos dados de entrada, examina-se o comportamento por meios das saídas, de modo que se verifique se o desempenho obtido está de acordo

odo, Estática trata da documentação a Dinâmica trata

com o esperado. Grosso da execução em si.

Dinâmica trata com o esperado. Grosso da execução em si. 1 Alguns autores tratam V&V como
Dinâmica trata com o esperado. Grosso da execução em si. 1 Alguns autores tratam V&V como
Dinâmica trata com o esperado. Grosso da execução em si. 1 Alguns autores tratam V&V como

1 Alguns autores tratam V&V como uma coisa só, integral, inteira, una.

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localiza e conserta esses defeitos e geralmente é feita por uma equipe de desenvolvimento. Ficou fácil de entender agora, né?!

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ESTES DE SOFTWAREwww.concurseirosunidos.org www.concurse irosunidos.org m oftware com ois bjetivos principais : primeiro, demonstrar ao

m oftware com ois bjetivos

principais: primeiro, demonstrar ao desenvolvedor e ao cliente que o software atende aos requisitos especificados; segundo, descobrir falhas ou defeitos no software que apresente comportamento incorreto, não desejável ou em não conformidade com sua especificação.

O

este de Software é oou em não conformidade com sua especificação. O rocesso e tar A primeira meta conduz ao

rocessocom sua especificação. O este de Software é o e tar A primeira meta conduz ao

e
e

tar

sua especificação. O este de Software é o rocesso e tar A primeira meta conduz ao
sua especificação. O este de Software é o rocesso e tar A primeira meta conduz ao
sua especificação. O este de Software é o rocesso e tar A primeira meta conduz ao
sua especificação. O este de Software é o rocesso e tar A primeira meta conduz ao

A primeira meta conduz ao Teste de Validação, no qual você espera que o sistema

e teste que refletem

so erado do istema. A segunda meta conduz ao teste de defeitos, no qual são projetados casos de teste para expor defeitos. Os casos de teste podem ser obscuros e não precisam refletir como o sistema é usado normalmente.

o

seja executado

orretamente em

é usado normalmente. o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de
m
m

ado

é usado normalmente. o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de

njunto

normalmente. o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de software não

e casos

o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de software não odem
o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de software não odem
o seja executado orretamente em m ado njunto e casos Os estes de software não odem

Os estes de software não odem demonstrar que um software é livre de defeitos ou que ele se comportará conforme especificado odas ircunstâncias existentes. É sempre possível que um teste ignorado possa descobrir mais problemas no sistema. Já dizia Edsger Dijkstra: “Os testes podem somente mostrar a presença de erros, não sua ausência”. Captaram?

a presença de erros, não sua ausência”. Captaram? A meta é convencer s esenvolvedores e clientes
a presença de erros, não sua ausência”. Captaram? A meta é convencer s esenvolvedores e clientes
a presença de erros, não sua ausência”. Captaram? A meta é convencer s esenvolvedores e clientes
a presença de erros, não sua ausência”. Captaram? A meta é convencer s esenvolvedores e clientes

A meta é convencer s esenvolvedores e clientes do sistema de que o oftware é bom suficiente para o uso peracional. O teste é um processo voltado a atingir a confiabilidade do software. Para o Teste de Validação, um teste bem-sucedido é aquele em que o sistema funciona corretamente. Para o Teste de Defeitos, um teste bem-sucedido é o que expõe um defeito que causa o funcionamento incorreto.

o que expõe um defeito que causa o funcionamento incorreto. O que é um Teste de
o que expõe um defeito que causa o funcionamento incorreto. O que é um Teste de
o que expõe um defeito que causa o funcionamento incorreto. O que é um Teste de
o que expõe um defeito que causa o funcionamento incorreto. O que é um Teste de

O que é um Teste de Software? Como é possível de prever, há diversas definições diferentes de diversos autores. Myers, or x mplo, iz que é o rocesso de executar um eterminado software com a intenção de encontrar efeitos. Já a IEEE 729 define como o processo formal de avaliar um sistema ou componente por meios manuais ou automáticos para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados.

para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications
para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications
para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications
para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications
para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications
para verificar se ele satisfaz os requisitos especificados. O Glossário International Software Testing Qualifications

O Glossário International Software Testing Qualifications Board (ISTQB) conceitua atividades do ciclo de vida, estáticas ou dinâmicas, voltadas para o planejamento, preparação e avaliação de produtos de software e produtos de trabalho relacionados a m e determinar e eles satisfazem s equisitos pecificados demonstrar que estão aptos para sua finalidade e detecção de defeitos.

pecificados demonstrar que estão aptos para sua finalidade e detecção de defeitos . www.concurseirosunidos.org
pecificados demonstrar que estão aptos para sua finalidade e detecção de defeitos . www.concurseirosunidos.org
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stabilidade: grosso modo, podemos dizer que “quanto menos modificações, menos interrupções no teste”.

-

menos modificações, menos interrupções no teste ”. - - ompreensibilidade: grosso modo, podemos dizer que “q

- ompreensibilidade: grosso modo, podemos dizer que “quanto mais informações temos, mais inteligentemente vamos testar”.

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Na etapa de Preparação, organiza-se o ambiente de testes, com infraestrutura adequada e pessoal capacitado, registrando e controlando as versões do produto.

registrando e controlando as versões do produto. Na etapa e Especificação, boram-se e revisam-se os asos
registrando e controlando as versões do produto. Na etapa e Especificação, boram-se e revisam-se os asos

Na etapa e Especificação, boram-se e revisam-se os asos de Teste e os Roteiros (Scripts) de Teste. Na etapa de Execução, preparam-se os dados de testes, executam-nos, solucionam-se ocorrências, acompanha-se a execução dos casos de teste e elabora-se um relatório final. Por fim, na Entrega, avalia-se e arquiva-se a documentação, gerando um relatório com as conformidades e não-conformidades.

e arquiva-se a documentação, gerando um relatório com as conformidades e não-conformidades. www.concurseirosunidos.org
e arquiva-se a documentação, gerando um relatório com as conformidades e não-conformidades. www.concurseirosunidos.org

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executar os testes no sistema completo esperando encontrar os erros. Essa

m

abordagem, bora atraente, implesmente não nciona; esultará em software defeituoso ue desagrada todos os que investiram nele.

defeituoso ue desagrada todos os q ue investiram nele . No outro extremo, você pode executar
defeituoso ue desagrada todos os q ue investiram nele . No outro extremo, você pode executar
defeituoso ue desagrada todos os q ue investiram nele . No outro extremo, você pode executar
defeituoso ue desagrada todos os q ue investiram nele . No outro extremo, você pode executar
defeituoso ue desagrada todos os q ue investiram nele . No outro extremo, você pode executar

No outro extremo, você pode executar testes diariamente, sempre que uma parte do sistema seja construída. Essa abordagem, embora menos atraente, pode ser muito eficaz. Uma estratégia que é preferida pela maioria das equipes de software está entre os dois extremos. Ela assume uma visão ncremental do este, onforme é apresentado na espiral.

ncremental d o este, o nforme é apresentado na espiral . A imagem ma mostra que
ncremental d o este, o nforme é apresentado na espiral . A imagem ma mostra que
ncremental d o este, o nforme é apresentado na espiral . A imagem ma mostra que

A imagem ma mostra que a espiral e nicia entido

Unidade, que é responsável por analisar o código em si; em seguida realiza o Teste de Integração, que é responsável por analisar o projeto; depois o Teste de Validação/Aceitação, que é responsável por analisar os requisitos do usuário; e, por fim, o Teste de Sistema, é responsável por analisar o sistema como um todo.

orário pelo Teste de pelo Teste de

por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e
por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e
por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e
por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e
por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e
por analisar o sistema como um todo. orário pelo Teste de Testes de Software podem e

Testes de Software podem e dividir Baixo ível (1º Nível) Alto vel 2º vel)! Nos Testes de Baixo Nível, o profissional deve ter um profundo conhecimento da estrutura interna do software. Por esse motivo, é natural nas empresas que as fases desse nível de teste sejam transferidas para o próprio desenvolvedor, pois ele possui toda a carga de conhecimento que é necessária para realizar essas atividades.

que é necessária para realizar essas atividades. Galera, pode-se notar que o primeiro nível é composto
que é necessária para realizar essas atividades. Galera, pode-se notar que o primeiro nível é composto
que é necessária para realizar essas atividades. Galera, pode-se notar que o primeiro nível é composto

Galera, pode-se notar que o primeiro nível é composto pelos Testes Unitários e

Testes de Integração. Já nos

da estrutura interna do oftware. Os testes são guiados pelas especificações de

ão é necessário conhecimento

guiados pelas especificações de ão é necessário co nhecimento estes de Alto í vel, www.concurseirosunidos.org

estes de Alto

guiados pelas especificações de ão é necessário co nhecimento estes de Alto í vel, www.concurseirosunidos.org

ível,

guiados pelas especificações de ão é necessário co nhecimento estes de Alto í vel, www.concurseirosunidos.org
guiados pelas especificações de ão é necessário co nhecimento estes de Alto í vel, www.concurseirosunidos.org

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negócio e pela lista de requisitos do software. O segundo nível é composto pelos Testes de Validação e Testes de Sistema.

O Teste de Unidade começa no centro da espiral e se concentra em cada unidade (Ex: componente, classe, objeto, entre outros) do software conforme implementado no código-fonte. O este prossegue movendo-se em direção ao exterior da espiral,

a

arquitetura de software.

ao exterior da espiral, a arquitetura de software . passando elo este de Integração, que o

passando elo

da espiral, a arquitetura de software . passando elo este de Integração, que o co s

este de Integração,da espiral, a arquitetura de software . passando elo que o co s á o rojeto

que oarquitetura de software . passando elo este de Integração, co s á o rojeto construção Continuando

de software . passando elo este de Integração, que o co s á o rojeto construção

co

s á o
s á
o

rojeto

construção. passando elo este de Integração, que o co s á o rojeto Continuando na mesma

este de Integração, que o co s á o rojeto construção Continuando na mesma direção da

Continuando na mesma direção da espiral, encontramos o Teste de Validação, em que requisitos estabelecidos como parte dos requisitos de modelagem são

validados em relação ao software criado. Finalmente,

Sistema,

em

em relação ao software criado. Finalmente, Sistema, em egamos este de omo m odo ão, o
egamos este de omo m odo ão,
egamos
este de
omo
m odo
ão,
Finalmente, Sistema, em egamos este de omo m odo ão, o q ual oftware e outros

o qual

Sistema, em egamos este de omo m odo ão, o q ual oftware e outros mentos

oftware e outros

egamos este de omo m odo ão, o q ual oftware e outros mentos s ão

mentos são estados

m odo ão, o q ual oftware e outros mentos s ão estados artes separadas. Para

artes separadas.m odo ão, o q ual oftware e outros mentos s ão estados Para testar um

Para testar um software de computador, percorre-se a espiral em direção ao seu exterior, no sentido horário, ao longo de linhas que indicam o escopo do teste a cada volta. Considerando rocesso e um onto e vista procedimental, este dentro o ontexto e engenharia de software é na realidade uma série de quatro etapas que são implementadas sequencialmente.

de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente
de quatro etapas que são implementadas sequencialmente . Inicialmente, s estes focalizam ada componente

Inicialmente, s estes focalizam ada componente individualmente, arantindo ue

ele funcione adequadamente como uma unidade, daí o

Teste de Unidade usa intensamente técnicas de teste com caminhos específicos na

estrutura de controle de um componente para garantir a cobertura completa e a máxima detecção de erros.

ome Teste de Unidade. O

e a máxima detecção de erros. ome Teste de Unidade . O Em eguida, mponente deve
e a máxima detecção de erros. ome Teste de Unidade . O Em eguida, mponente deve
e a máxima detecção de erros. ome Teste de Unidade . O Em eguida, mponente deve
e a máxima detecção de erros. ome Teste de Unidade . O Em eguida, mponente deve
e a máxima detecção de erros. ome Teste de Unidade . O Em eguida, mponente deve

Em eguida, mponente deve ser

completo de software. O Teste de Integração cuida de problemas associados com aspectos de verificação e construção do programa, ainda em um ambiente de desenvolvimento (e, não, produção). Técnicas de projeto de casos de teste que focalizam em entradas e saídas são mais predominantes durante a integração.

ontado u ntegrado ara formar acote

durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos
durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos
durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos
durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos
durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos
durante a integração. ontado u ntegrado ara formar acote Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos

Apesar disso, técnicas que usam caminhos específicos de programa podem ser utilizadas para segurança dos principais caminhos de controle. Depois ue o software foi ntegrado construído), executada uma série de testes de ordem

superior (como

ostra a imagem a aixo da pirâmide). Os itérios e validação

devem ser

( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem
( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem
( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem
( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem
( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem
( como ostra a imagem a aixo d a pirâmide) . Os itérios e validação devem

aliados.

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www.concurseirosunidos.org O Teste de Validação proporciona a garantia final de que o software satisfaz a todos

O Teste de Validação proporciona a garantia final de que o software satisfaz a todos

os requisitos informativos, funcionais, comportamentais e de desempenho. A última

etapa de teste extrapola os limites de engenharia de software, entrando em um contexto mais amplo de engenharia de sistemas de computadores, combinando

amplo de engenharia de sistemas de computadores, combinando elementos o sistema (por exemplo, hardware, pessoas, base

elementos o sistema (por exemplo, hardware, pessoas, base de dados).

O Teste de Sistema verifica se todos os elementos se combinam corretamente e se

a função ou desempenho global do sistema foi conseguida com êxito. Pessoal, essa

é a visão do Pressman! Já Sommerville possui uma visão diferente sobre Estágios de

Teste,

Vamos ver isso em detalhes

este de Sistema e Teste de Aceitação.

isso em detalhes este de Sistema e Teste de Aceitação . ividindo-o este de Componente, De

ividindo-o

detalhes este de Sistema e Teste de Aceitação . ividindo-o este de Componente, De acordo com

este de Componente,

e Teste de Aceitação . ividindo-o este de Componente, De acordo com essa visão, os componentes

De acordo com essa visão, os componentes do sistema são testados, depois é

testado o sistema integrado e, finalmente, o sistema é testado com os dados do

o nício do

cliente. De processo
cliente. De
processo

aneira ideal,testado com os dados do o nício d o cliente. De processo os p roblemas s

os problemas

d o cliente. De processo aneira ideal, os p roblemas s efeitos e componentes são escobertos

s efeitos e componentes são escobertos

os p roblemas s efeitos e componentes são escobertos e interface, quando istema for ntegrado .
os p roblemas s efeitos e componentes são escobertos e interface, quando istema for ntegrado .
os p roblemas s efeitos e componentes são escobertos e interface, quando istema for ntegrado .
os p roblemas s efeitos e componentes são escobertos e interface, quando istema for ntegrado .

e interface, quando

istema for ntegrado. No entanto,

à medida que os defeitos são descobertos, o programa deve ser depurado.

Isso pode requerer que outros estágios no processo de teste sejam repetidos. Os

erros

O processo é, portanto, iterativo, com as informações sendo realimentadas dos

estágios posteriores para as partes iniciais do processo. O Processo de Teste (de Sommerville) é apresentado na imagem a seguir.

de Teste (de Sommerville) é apresentado na imagem a seguir. os o mponentes de programa podem
de Teste (de Sommerville) é apresentado na imagem a seguir. os o mponentes de programa podem

os omponentes de programa podem parecer urante o este de sistema.

na imagem a seguir. os o mponentes de programa podem p arecer urante o este de
na imagem a seguir. os o mponentes de programa podem p arecer urante o este de

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Validação. Para tal, mais detalhes.

Validação. Para tal, mais detalhes . stem o s estes Alfa e Testes Beta, ue serão

stem os

estes Alfa e Testes Beta,Validação. Para tal, mais detalhes . stem o s ue serão istos ora com É praticamente

tal, mais detalhes . stem o s estes Alfa e Testes Beta, ue serão istos ora

ue serão

detalhes . stem o s estes Alfa e Testes Beta, ue serão istos ora com É

istos

ora com. stem o s estes Alfa e Testes Beta, ue serão istos É praticamente impossível para

É praticamente impossível para um desenvolvedor de software prever como o

cliente usará um programa. As instruções de uso podem ser mal interpretadas, combinações estranhas de dados podem ser usadas regularmente; resultados que

e

pareciam ros ara o estador odem er nfusos ara um utilização. Entendido?

o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído
o estador odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído

suário

odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído de Aceitação
odem er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído de Aceitação

o ampo

er nfusos ara um utilização . Entendido? suário o ampo Quando é construído de Aceitação ara

Quando é construído

de Aceitação ara permitir o iente validar odos s equisitos decidir se ele é bom suficiente para ser mplantado. Conduzido pelo usuário final e não por engenheiros de software, um Teste de Aceitação pode variar de um informal Test Driver até uma série de testes planejados e sistematicamente executados.

estes

de testes planejados e sistematicamente executados. estes m s oftware personalizado p ara um c ente,

m software personalizado para um c ente, são feitos

s oftware personalizado p ara um c ente, s ão fe itos Em geral, existem três
s oftware personalizado p ara um c ente, s ão fe itos Em geral, existem três
s oftware personalizado p ara um c ente, s ão fe itos Em geral, existem três
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s oftware personalizado p ara um c ente, s ão fe itos Em geral, existem três
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s oftware personalizado p ara um c ente, s ão fe itos Em geral, existem três

Em geral, existem três estratégias de implementação de Testes de Aceitação: Teste

de Aceitação

extensão

o
o

ormal

este do

 

um p rocesso processo

tamente gerenciado

tamente gerenciado

de Aceitação extensão o ormal este do   um p rocesso tamente gerenciado costuma ser ma

costuma ser

made Aceitação extensão o ormal este do   um p rocesso tamente gerenciado costuma ser

 

istema, s endo sendo

lanejados

lanejados

  istema, s endo lanejados projetados om esmo ível

projetados

  istema, s endo lanejados projetados om esmo ível

om

  istema, s endo lanejados projetados om esmo ível
  istema, s endo lanejados projetados om esmo ível

esmo

ível  istema, s endo lanejados projetados om esmo

de detalhe. Os casos de teste escolhidos devem ser um subconjunto dos que foram

realizados no teste do sistema e o teste geralmente é totalmente automatizado.

Teste de Aceitação, em geral, podem ser executados por um período de semanas

ou meses, descobrindo

sim ros c mulativos ue poderiam degradar o istema

sim ros c mulativos ue poderiam d egradar o istema ongo o empo. Se um software
sim ros c mulativos ue poderiam d egradar o istema ongo o empo. Se um software
sim ros c mulativos ue poderiam d egradar o istema ongo o empo. Se um software
sim ros c mulativos ue poderiam d egradar o istema ongo o empo. Se um software
sim ros c mulativos ue poderiam d egradar o istema ongo o empo. Se um software

ongo o empo. Se um software é desenvolvido como um produto para ser

usado por muitos clientes, é impraticável executar Testes de Aceitação Formais para cada cliente. Aí que entram os Testes de Aceitação Informais

ao

Aí que entram os Testes de Aceitação Informais ao Um Teste de Aceitação Informal (alguns chamam

Um Teste de Aceitação Informal (alguns chamam de Teste Alfa) é um conjunto de procedimentos em que são identificadas e documentadas diversas funções e tarefas de negócio, mas não se exigem casos de teste específicos para serem seguidos o

testador individual determina o que fazer. O

com mais frequência pela organização

realizadoo que fazer. O com mais frequência p ela organização este de Aceitação formal o usuário

O com mais frequência p ela organização realizado este de Aceitação formal o usuário final. Nossa

este de Aceitação

formalp ela organização realizado este de Aceitação o usuário final. Nossa terceira estratégia são os Testes

o usuário final.p ela organização realizado este de Aceitação formal Nossa terceira estratégia são os Testes Beta! Eles

Nossa terceira estratégia são os Testes Beta! Eles são os menos controlados das três estratégias. Esse tipo de teste, a quantidade de detalhes, os dados e a abordagem adotada são de inteira responsabilidade do testador individual. Ele é implementado

enhum gerenciamento por parte da

organização de desenvolvimento

por

p or p arte da organização de desenvolvimento por suários nais, eralmente com ouco o u

suários

p or p arte da organização de desenvolvimento por suários nais, eralmente com ouco o u

nais,

p or p arte da organização de desenvolvimento por suários nais, eralmente com ouco o u

eralmente com

ouco o u ou

p or p arte da organização de desenvolvimento por suários nais, eralmente com ouco o u

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www.concurseirosunidos.org Essas ratégias ão esignadas elo U P e caem rova). No entanto, o conceito mais

Essas ratégias ão esignadas elo UP e caem rova). No entanto, o conceito mais aceito na bibliografia diverge em um ponto específico: Teste Alfa e Beta são executados pelos usuários finais. A diferença é que o Teste Alfa ocorre em ambiente controlado e o Teste Beta em ambiente não controlado. Então, lembrem- se desse detalhe na hora de resolver questões de prova.

se desse detalhe na hora de resolver questões de prova. Muitos construtores de software usam um
se desse detalhe na hora de resolver questões de prova. Muitos construtores de software usam um
se desse detalhe na hora de resolver questões de prova. Muitos construtores de software usam um
se desse detalhe na hora de resolver questões de prova. Muitos construtores de software usam um
se desse detalhe na hora de resolver questões de prova. Muitos construtores de software usam um

Muitos construtores de software usam um processo chamado de Teste Alfa e Teste Beta para descobrir erros que somente o usuário final parece ser capaz de encontrar. O Teste Alfa é conduzido no ambiente do desenvolvedor por um grupo representativo de usuários finais. O software é usado em um cenário natural com o

d d d
d
d
d

s” d

.
.

Dessa forma, ele registra os erros e os problemas de uso. Os Testes Alfa são conduzidos em um ambiente controlado. Já o Teste Beta é conduzido nas

instalações de um ou mais usuários finais. Diferentemente do

desenvolvedor eralmente não á presente. Portanto, o Teste Beta é uma aplicação “ao vivo” do software em um ambiente que não pode ser controlado.

do software em um ambiente que não pode ser controlado. este Alfa, O cliente registra todos

este Alfa,

em um ambiente que não pode ser controlado. este Alfa, O cliente registra todos os problemas
em um ambiente que não pode ser controlado. este Alfa, O cliente registra todos os problemas
em um ambiente que não pode ser controlado. este Alfa, O cliente registra todos os problemas

O cliente registra todos os problemas (reais ou imaginários) encontrados durante o

ntervalos egulares.

Como resultado dos problemas relatados durante o Teste Beta, os engenheiros de software fazem modificações e então preparam a liberação do software para todos os clientes.

Teste Beta

a liberação do software para todos os clientes. Teste Beta elata esses problemas ara o esenvolvedor

elata esses problemas

para todos os clientes. Teste Beta elata esses problemas ara o esenvolvedor Galera, uma dica! Quando

ara o

todos os clientes. Teste Beta elata esses problemas ara o esenvolvedor Galera, uma dica! Quando de

esenvolvedor

Teste Beta elata esses problemas ara o esenvolvedor Galera, uma dica! Quando de memorizar q ual

Galera, uma dica! Quando

de memorizar qual ra o

me lembrava dos aplicativos beta que eu instalava no meu computador. Um exemplo: Firefox Beta! Para quem não sabe, o Navegador Firefox possui várias versões (entrem no site e vejam vocês mesmos )

u inha grande dificuldade inha grande dificuldade

este Alfa e o Beta. Como eu fiz para memorizar? Bem, eu

este Alfa e o Beta. Como eu fiz para memorizar? Bem, eu udava para concursos, Uma

udava para concursos,

Como eu fiz para memorizar? Bem, eu udava para concursos, Uma dessas versões é chamada Firefox

Uma dessas versões é chamada Firefox Beta e ela é disponibilizada antes da versão final para quem quiser testar e reportar eventuais erros de funcionalidades,

compatibilidade, estabilidade, etc. ercebam: uem esta o oftware é o

em eu róprio omputador

eu quarto! Então, o Teste Beta é

aquele realizado por você na sua casa (ambiente não-controlado).

suário nal

você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
o
o
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
você na sua casa (ambiente não-controlado). suário nal o o so, s vezes é ntrato .
o
o

so,

s vezes é ntrato. O

cliente executa uma série de testes específicos na tentativa de descobrir erros antes

Uma variação do executada quando

este Beta, c amada de Teste de Aceitação do Cliente,

este Beta, c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um

fornecido oftware

c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um liente sob
c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um liente sob

ersonalizado

c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um liente sob

um

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liente sob

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c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um liente sob
c amada de Teste de Aceitação d o C liente, fornecido oftware ersonalizado um liente sob

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não,

se de um teste caixa-preta e se concentra apenas em testes funcionais.

caixa-preta e se concentra apenas em testes funcionais. rimeiro m m este Alfa e depois om

rimeiro

m m
m
m

este Alfa e depois

apenas em testes funcionais. rimeiro m m este Alfa e depois om m este Beta ;

om

m
m

este Beta; em geral, trata-

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Essa técnica tem o objetivo de verificar a funcionalidade e aderência aos requisitos,

qualquer nhecimento do

código ou

Testes Baseados em Grafos, Particionamento de Equivalências, Análise de Valor

Limite e Teste de Matriz Ortogonal.

ógica interna do componente de software. As técnicas principais são:

em uma ótica externa ou do usuário, sem e basear

são: em uma ótica externa ou do usuário, sem e basear  Baseado G rafos: permite
são: em uma ótica externa ou do usuário, sem e basear  Baseado G rafos: permite
são: em uma ótica externa ou do usuário, sem e basear  Baseado G rafos: permite

Baseado

ótica externa ou do usuário, sem e basear  Baseado G rafos: permite identificar os objetos

Grafos: permite identificar os objetos e gera grafos para representá-

los, testando-os e seus relacionamentos com o intuito de descobrir erros.

Partição de Equivalência: permite agrupar os valores de entrada em categorias de dados para evitar redundância e aumentar a cobertura de testes do sistema.

Análise de Valor

a cobertura de testes do sistema.  Análise de Valor imite: permite exercitar os limites do

imite: permite exercitar os limites do domínio de entrada, tendo

em vista que a maioria dos erros se encontram nas extremidades da entrada.

Matriz Ortogonal: utilizado com entradas relativamente pequenas, casos de testes são espalhados uniformemente pelo domínio do teste para detectar falhas.

Por

Caixa-Preta. Portanto o desenvolvedor dos testes não tem acesso ao código-fonte, no entanto possui acesso a estruturas de dados e conhecimento dos algoritmos implementados, assim como pode manipular arquivos de entrada/saída, entre outros. Alguns autores definem o Teste de Integração como Teste Caixa-Cinza.

estes Caixa-Branca e

de Integração como Teste Caixa-Cinza. estes Caixa-Branca e m, este Caixa-Cinza realiza uma mistura entre os

m,

Integração como Teste Caixa-Cinza. estes Caixa-Branca e m, este Caixa-Cinza realiza uma mistura entre os

este Caixa-Cinza realiza uma mistura entre os

como Teste Caixa-Cinza. estes Caixa-Branca e m, este Caixa-Cinza realiza uma mistura entre os www.concurseirosunidos.org

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c) A automação de um teste de integração é mais facilmente empreendida que

a de um teste de módulo.

d) A produção de scripts de teste deve preceder a eventual construção de casos

de teste.

e) Ao se inspecionar o conteúdo de um plano de testes, devem-se encontrar,

entre outras, as seguintes descrições: escopo de testes, abordagens de teste, recursos para realização dos testes e cronograma das atividades de teste a serem realizadas.

Comentários:

O ciclo de vida de testes é composto de cinco fases, como apresenta a imagem abaixo! Na etapa de lanejamento, laboram-se rojeto estes lano estes, também é esponsável r azer a análise e iscos s ojetos e estes. Na etapa

r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se
r azer a análise e iscos s ojetos e estes . Na etapa de Preparação, organiza-se

de Preparação, organiza-se o ambiente de testes, com infraestrutura adequada e

pessoal capacitado, registrando e controlando as versões do produto.

(a) Conforme vimos em aula, o processo de Planejamento de Testes gera o Plano

de Testes, ele não é descrito por ele.

O processo de teste de software pode produzir diversos artefatos, dois muito

importantes: plano de testes e casos de teste. O imeiro esenta o lanejamento

para execução

das tividades

este, incluindo abrangência, rdagem, ecursos cronograma este, tc. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados,

. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos
. Identifica os itens e as funcionalidades a serem testados, as tarefas realizadas e os riscos

as

tarefas realizadas e os riscos associados com a atividade de teste.

(b)

Conforme vimos em aula, ele é um planejamento para execução do teste de

software.

(c) Basta raciocinar! Quem é mais difícil de automatizar? Ora, um Teste de Integração

é muito mais complexo que um Teste de Módulo. Logo, a questão não faz sentido!

que um Teste de Módulo. Logo, a questão não faz sentido! Na etapa de specificação, laboram-se

Na etapa de specificação, laboram-se evisam-se s os este s teiros (Scripts) este. Na etapa de Execução, preparam-se os dados de testes, executam- nos, solucionam-se ocorrências, acompanha-se a execução dos casos de teste e elabora-se um relatório final. Por fim, na Entrega, avalia-se e arquiva-se a documentação, gerando um relatório final de testes e um de não-conformidade.

e arquiva-se a documentação, gerando um relatório final de testes e um de não-conformidade. www.concurseirosunidos.org
e arquiva-se a documentação, gerando um relatório final de testes e um de não-conformidade. www.concurseirosunidos.org
e arquiva-se a documentação, gerando um relatório final de testes e um de não-conformidade. www.concurseirosunidos.org
e arquiva-se a documentação, gerando um relatório final de testes e um de não-conformidade. www.concurseirosunidos.org

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Comentários:

www.concurseirosunidos.org Comentários: Conforme vimos em aula, está perfeito! Gabarito : C 12. (CESPE 011 C A

Conforme vimos em aula, está perfeito!

Gabarito: C

12. (CESPE

vimos em aula, está perfeito! Gabarito : C 12. (CESPE 011 C A alista de Sistemas)

011

C
C

A alista de Sistemas) A etapa de planejamento pode ser

verificada por testes estáticos e ter a documentação do sistema revisada.

Comentários:

Essa questão não faz sentido, na medida em que Testes Estáticos verificam o código-fonte de um programa, logo não podem ser utilizados na etapa de Planejamento.

Gabarito: E

13. (CESPE

utilizados na etapa de Planejamento. Gabarito : E 13. (CESPE 011 C A alista de Sistemas)

011

C A
C
A

alista de Sistemas) Na etapa de especificação, ocorrem

a elaboração e a revisão dos casos de testes.

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Dessa forma, ele registra os erros e os problemas de uso. Os Testes Alfa são conduzidos em um ambiente controlado. Já o Teste Beta é conduzido nas instalações de um ou mais usuários finais. Diferentemente este lfa, o senvolvedor geralmente o stá esente. Portanto, o Teste Beta é uma aplicação “ao vivo” do software em um ambiente que não pode ser controlado.

do software em um ambiente que não pode ser controlado. Conforme vimos em aula, Testes de
do software em um ambiente que não pode ser controlado. Conforme vimos em aula, Testes de
do software em um ambiente que não pode ser controlado. Conforme vimos em aula, Testes de
do software em um ambiente que não pode ser controlado. Conforme vimos em aula, Testes de
do software em um ambiente que não pode ser controlado. Conforme vimos em aula, Testes de

Conforme vimos em aula, Testes de Unidade são de baixo nível e Testes de Sistema são executados após os Testes de Integração. No entanto, Testes Beta empregam em sua maioria usuários e, não, desenvolvedores.

Gabarito: E

17. (CESPE

alista de istemas) Entre os diversos níveis possíveis

de testes de software, há os chamados testes de unidade (Unit Tests), que procuram testar o programa como um todo, dentro de um contexto totalmente integrado, procurando validar todas as suas potencialidades de forma unificada.

validar todas as suas potencialidades de forma unificada. 010 PE/TO Comentários: Continuando na mesma direção da

010

PE/TOtodas as suas potencialidades de forma unificada. 010 Comentários: Continuando na mesma direção da espiral,

todas as suas potencialidades de forma unificada. 010 PE/TO Comentários: Continuando na mesma direção da espiral,
todas as suas potencialidades de forma unificada. 010 PE/TO Comentários: Continuando na mesma direção da espiral,

Comentários:

Continuando na mesma direção da espiral, encontramos o Teste de Validação, em que requisitos estabelecidos como parte dos requisitos de modelagem são validados em relação ao software criado. Finalmente, hegamos Teste istema, o oftware utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas.

utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso
utros lementos ão estados omo todo , , m partes separadas. Conforme vimos em aula, isso

Conforme vimos em aula, isso é Teste de Sistema e, não, Teste de Unidade.

Gabarito: E

18. (CESPE

alista de Sistemas) No teste de unidade, o software é

forçado a falhar de diversos modos a fim de verificar se os requisitos funcionais foram adequadamente implementados. As unidades, sejam funções, procedimentos, métodos ou classes, são testadas duas a duas. Nesse teste, espera-se identificar erros relacionados a algoritmos incorretos ou mal implementados, estruturas de dados incorretas ou simples erros de programação.

estruturas de dados incorretas ou simples erros de programação. 010 J/ES Comentários: www.concurseirosunidos.org

010

J/ESestruturas de dados incorretas ou simples erros de programação. 010 Comentários: www.concurseirosunidos.org

estruturas de dados incorretas ou simples erros de programação. 010 J/ES Comentários: www.concurseirosunidos.org

Comentários:

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Não, a questão trata do Teste Beta.

Gabarito: E

72. (CESPE

alista de Sistemas) Para efeito de validação de

um software, o beta teste é realizado pelo cliente usuário do software em um ambiente controlado, normalmente nas instalações do desenvolvedor.

controlado, normalmente nas instalações do desenvolvedor. 004 S ESPA/PA - Comentários: Testes Alfa são feitos em

004

SESPA/PA -

nas instalações do desenvolvedor. 004 S ESPA/PA - Comentários: Testes Alfa são feitos em ambiente controlado

Comentários:

Testes Alfa são feitos em ambiente controlado e Testes Beta são feitos em ambiente real.

Gabarito: E

73. (CESPE

TJ - alista de Sistemas) Um software-produto, antes de ser

lançado no mercado normalmente deve ser testado por usuários reais do

sistema. Nessa etapa, configura-se a realização de beta testes.

Nessa etapa, configura-se a realização de beta testes. 004 Comentários: Perfeito, é exatamente isso! Gabarito :

004

Nessa etapa, configura-se a realização de beta testes. 004 Comentários: Perfeito, é exatamente isso! Gabarito :
Nessa etapa, configura-se a realização de beta testes. 004 Comentários: Perfeito, é exatamente isso! Gabarito :

Comentários:

Perfeito, é exatamente isso!

Gabarito: C

74. (CESPE

Perfeito, é exatamente isso! Gabarito : C 74. (CESPE 010 TRO A alista de Sistemas) Um

010

Perfeito, é exatamente isso! Gabarito : C 74. (CESPE 010 TRO A alista de Sistemas) Um

TRO

A
A

alista de Sistemas) Um teste de recuperação deve

evitar que o sistema apresente falhas que interrompam o seu funcionamento.

Comentários:

Teste algum consegue evitar isso! Ele apenas busca verificar a capacidade de recuperação de um sistema.

Gabarito: E

75. (CESPE

TJ - alista de Sistemas) O teste de compatibilidade serve

para verificar se um software pode ser executado no sistema operacional Solaris.

verificar se um software pode ser executado no sistema operacional Solaris. 004 Comentários: www.concurseirosunidos.org

004

verificar se um software pode ser executado no sistema operacional Solaris. 004 Comentários: www.concurseirosunidos.org
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I. Uma estratégia de teste que é escolhida por grande parte das equipes de software adota uma visão incremental do teste, começando com o teste de unidades individuais de programa, avançando para testes projetados a fim de facilitar a integração das unidades e culmina com testes que exercitam o sistema construído.

II. O teste de unidade focaliza o esforço de verificação na menor unidade de projeto do software - o componente ou módulo de software. Usando a descrição de projeto no nível de componente como guia, caminhos de controle importantes são testados para descobrir erros dentro dos limites do módulo.

III. O teste de unidade é normalmente considerado um apêndice ao passo de codificação. O projeto de teste de unidade pode ser realizado antes que o código seja iniciado ou depois de o código-fonte ter sido gerado.

IV. O teste de integração é uma técnica sistemática para construir a arquitetura do software enquanto, ao mesmo tempo, conduz testes para descobrir erros associados às interfaces. O objetivo é, a partir de componentes testados no nível de unidade, construir uma estrutura de programa determinada pelo projeto.

Está correto o que se afirma em:

a) I, II, III e IV.

b) I, II e IV, apenas.

c) II, III e IV, apenas.

d) III e IV, apenas.

e) I e III, apenas.

Comentários:

d) III e IV, apenas. e) I e III, apenas. Comentários: (I) Conforme vimos em aula,

(I) Conforme vimos em aula, a questão está correta apesar de não citar os Testes de Aceitação.

correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço v
correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço v
correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço v

Esse este ocaliza o sforço verificação

de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço v erificação menor dade ojeto o oftware omponente u
de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço v erificação menor dade ojeto o oftware omponente u

menor

Esse este ocaliza o sforço v erificação menor dade ojeto o oftware omponente u módulo oftware

dade

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Esse este ocaliza o sforço v erificação menor dade ojeto o oftware omponente u módulo oftware

ojeto o oftware

omponente u módulo oftware. Usando como guia a descrição de projeto no nível de componente, caminhos de controle importantes são testados para

de projeto no nível de componente, caminhos de controle importantes são testados para www.concurseirosunidos.org

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III. O teste de unidade enfoca a lógica interna de processamento e as estruturas de dados dentro dos limites de um componente.

IV. No teste de unidade, a interface do módulo é testada para garantir que a informação flui adequadamente para dentro e para fora da unidade de programa que está sendo testada.

Está correto o que consta em:

a) I, II, III e IV.

b) I e II, apenas.

c) I, II e III, apenas.

d) II, III e IV, apenas.

e) I, III e IV, apenas.

Comentários:

II, III e IV, apenas. e) I, III e IV, apenas. Comentários: (I) Conforme vimos em

(I) Conforme vimos em aula, a questão está correta apesar de não citar os Testes de Aceitação.

correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço erificação
correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço erificação
correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço erificação
correta – apesar de não citar os Testes de Aceitação. Esse este ocaliza o sforço erificação

Esse este ocaliza o sforço erificação menor dade rojeto o oftware omponente u módulo oftware. Usando como guia a descrição de projeto no nível de componente, caminhos de controle importantes são testados para descobrir erros dentro dos limites do módulo. A complexidade relativa dos testes e os erros que revelam são limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste.

limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor
limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor
limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor
limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor
limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor
limitados pelo escopo restrito estabelecido para esse teste. (II) Conforme vimos em aula, é na menor

(II) Conforme vimos em aula, é na menor unidade de projeto!

(II) Conforme vimos em aula, é na menor unidade de projeto! Ele nfoca lógica interna de
(II) Conforme vimos em aula, é na menor unidade de projeto! Ele nfoca lógica interna de

Ele nfoca lógica interna de ocessamento a struturas a s ntro s limites e componente. Esse tipo de teste pode ser conduzido em paralelo para diversos componentes. A interface de um módulo é testada para assegurar que as informações fluam corretamente para dentro a para fora da unidade de programa que está sendo testada.

a para fora da unidade de programa que está sendo testada. (III) Conforme vimos em aula,
a para fora da unidade de programa que está sendo testada. (III) Conforme vimos em aula,
a para fora da unidade de programa que está sendo testada. (III) Conforme vimos em aula,

(III) Conforme vimos em aula, é exatamente isso!

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partir do módulo de controle principal e os testes sejam conduzidos à medida que cada componente é inserido.

O Auditor indicou em I e II, respectivamente, os testes de:

a) caixa branca e de caixa preta, que são suficientes para validar todo o sistema.

b) unidade e de integração; na sequência, indicou os testes de validação e de sistema que são adequados para validar todo o sistema.

c) unidade e de interoperabilidade; na sequência, indicou os testes de caixa

branca e de caixa preta que são adequados para validar todo o sistema.

d) carga e de desempenho; na sequência, indicou os testes de usabilidade e interoperabilidade que são adequados para validar todo o sistema.

e) caixa preta e de caixa branca, que são suficientes para validar todo o sistema.

Comentários:

Ele enfoca a lógica interna de processamento e as estruturas de dados dentro dos

interna de processamento e as estruturas de dados dentro dos limites de um componente. Esse ipo

limites de um componente. Esse ipo este de

dados dentro dos limites de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a
dados dentro dos limites de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a
dados dentro dos limites de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a

er

dentro dos limites de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a diversos

onduzido

dos limites de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a diversos omponentes

m paralelo

de um componente. Esse ipo este de er onduzido m paralelo a diversos omponentes . A

a

diversos omponentes. A interface de um módulo é testada para assegurar que as

informações fluam corretamente para dentro a para fora da unidade de programa que está sendo testada.

Teste de Integração é uma técnica sistemática para construir a arquitetura de software ao mesmo tempo que conduz testes para descobrir erros associados com as interfaces. O objetivo é construir uma estrutura de programa determinada pelo

á uma

projeto a partir de componentes testados em unidade. Muitas ezes, tendência de tentar ntegração não ncremental.

ezes, tendência d e tentar ntegração não ncremental. Conforme vimos em aula, o primeiro é o
ezes, tendência d e tentar ntegração não ncremental. Conforme vimos em aula, o primeiro é o

Conforme vimos em aula, o primeiro é o Teste de Unidade e o segundo é o Teste de Integração. Além disso, os testes de validação e sistema são realmente adequados para validar todo sistema.

Gabarito: B

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a) Conformidade de um sistema com os requisitos levantados no início do

processo de desenvolvimento.

b) Tempo de vida útil de um sistema e sua efetiva utilidade e aplicação.

c) É medida pelo máximo de tempo de uso entre falhas ocorridas (MTBF) no ciclo de vida do software.

d) Desempenho medido pelo tempo de resposta no processamento e apresentação das informações.

e) Equilíbrio entre o prazo de entrega do sistema e o atendimento mínimo dos

requisitos levantados.

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c) o objetivo de todo teste é verificar se ele atende apenas aos requisitos funcionais.

d) verificação e validação não são a mesma coisa em relação a testes de sistema.

e) os testes podem demonstrar que um determinado software está livre de defeitos.

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aumenta progressivamente a carga até que se possa definir se o desempenho do sistema está aceitável.

LISTA DE EXERCÍCIOS COMENTADOS (FCC) TESTES DE SOFTWARE

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b) do projeto do software.

c) dos códigos do programa.

d) dos requisitos funcionais.

e) dos requisitos não funcionais.

11. (FCC

ecnologia da

Informação) No contexto da estratégia para o teste de um projeto, os estágios de teste desempenham um papel importante. O teste que é aplicado a componentes do modelo de implementação para verificar se os fluxos de controle e de dados estão cobertos e funcionam conforme o esperado, é o teste:

estão cobertos e funcionam conforme o esperado, é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) alista

010

cobertos e funcionam conforme o esperado, é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) alista Judiciário

RT

cobertos e funcionam conforme o esperado, é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) alista Judiciário

e funcionam conforme o esperado, é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) alista Judiciário a)

GIÃO

SE)

alista Judiciárioconforme o esperado, é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) a) do desenvolvedor. b) independente.

é o teste: 010 RT 0ª GIÃO SE) alista Judiciário a) do desenvolvedor. b) independente. c)

a) do desenvolvedor.

b) independente.

c) de integração.

d) de sistema. e) unitário. 12. (FCC 009
d) de sistema.
e) unitário.
12. (FCC
009

a Informaçãointegração. d) de sistema. e) unitário. 12. (FCC 009 - P rova 3) Garantir que um

- Prova 3) Garantir que um ou mais componentes de um sistema combinados

funcionam corretamente é o objetivo do tipo de teste:

EFAZ-SP

corretamente é o objetivo do tipo de teste: EFAZ-SP gente Fiscal d e Rendas ecnologia a)

gente Fiscal de Rendas

objetivo do tipo de teste: EFAZ-SP gente Fiscal d e Rendas ecnologia a) de sistema. b)

ecnologia

a) de sistema.

b) de integração.

c) de configuração.

d) operacional. e) funcional. 13. (FCC 008
d) operacional.
e) funcional.
13. (FCC
008

ecnologia da

Informação) Uma sistemática para construção da arquitetura do software enquanto, ao mesmo tempo, conduz ao descobrimento de erros associados às interfaces é a estratégia de teste de software denominada de:

RT

ª
ª

ião

GO)

A alista Judiciário alista Judiciário

software denominada de: RT ª ião GO) A alista Judiciário a) sistema. b) unidade. c) validação.

a) sistema.

b) unidade.

c) validação.

d) arquitetura.

e) integração.

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b) mais de um tipo de teste, pois não há um único tipo de teste capaz de avaliar

todas estas situações.

c) um tipo diferente de teste para cada uma das situações elencadas.

d) testes de caixa preta.

e) testes de desempenho para os 2 primeiros e de carga para os demais.

GABARITO DOS EXERCÍCIOS COMENTADOS (DIVERSAS BANCAS) QUALIDADE DE SOFTWARE

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