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Submódulo 3.

Solicitação de acesso
Rev. Motivo da revisão Data e instrumento
Nº. de aprovação pela
ANEEL
15/09/2010
Atendimento à Resolução Normativa ANEEL nº Despacho SRT/ANEEL
1.1 312/08, de 06 de maio de 2008. nº 2744/10

16/12/16
Versão decorrente da Audiência Pública nº
2016.12 020/2015. Resolução Normativa
nº 756/16
22/05/18
Versão decorrente de Audiência Pública
2018.05 Resolução Normativa
nº 049/2017
nº 815/18

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Procedimentos de Rede

Assunto Submódulo Revisão Data de Vigência

SOLICITAÇÃO DE ACESSO 3.3 2018.05 28/05/2018

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 3
2 OBJETIVO ...................................................................................................................................... 4
3 PRODUTO....................................................................................................................................... 4
4 ALTERAÇÕES DESTA REVISÃO ................................................................................................. 5
5 RESPONSABILIDADES ................................................................................................................. 5
5.1 OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO – ONS................................................................... 5
5.2 AGENTE DE TRANSMISSÃO ........................................................................................................... 5
5.3 AGENTE DE DISTRIBUIÇÃO............................................................................................................ 6
5.4 AGENTE DE GERAÇÃO, DE IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO E CONSUMIDOR ........................................... 8
6 DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE ACESSO ...................... 10
6.1 SOLICITAÇÃO DE ACESSO........................................................................................................... 10
6.2 AVALIAÇÃO DA SOLICITAÇÃO DE ACESSO .................................................................................... 11
6.3 ELABORAÇÃO DO PARECER DE ACESSO ..................................................................................... 13
6.4 EMISSÃO DO PARECER DE ACESSO ............................................................................................ 13
6.5 CONTRATAÇÃO DO ACESSO ....................................................................................................... 15
6.6 IMPLANTAÇÃO DA CONEXÃO ....................................................................................................... 16
6.7 ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO DA CONEXÃO .................................................................... 16
7 DESATIVAÇÃO DE CONEXÃO ÀS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO OU RECONEXÃO
SOLICITADA PELO ACESSANTE ................................................................................................. 16
8 REFERÊNCIAS ............................................................................................................................. 17
ANEXO 1 .......................................................................................................................................... 18

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1 INTRODUÇÃO
1.1 Este submódulo trata do rito de solicitação de acesso à Rede Básica e de conexão às Demais
Instalações de Transmissão – DIT, bem como dos procedimentos para a elaboração de Parecer de
Acesso por concessionária ou permissionária de distribuição para a conexão de central geradora
em instalações sob sua responsabilidade e que sejam despachadas centralizadamente pelo ONS.
1.1.1 O acesso à Rede Básica pode ser realizado por meio de conexão às instalações sob
responsabilidade de transmissora ou de distribuidora nos termos do inciso I do Art. 3° da Resolução
Normativa ANEEL nº 722/2016.
1.1.2 Para fins de acesso de consumidor, central geradora, importador e/ou exportador de energia
elétrica, as DIT de que trata o inciso III do art. 4º da Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004 são
consideradas como instalações de transmissão de âmbito próprio da distribuição.
1.1.3 A solicitação de acesso gera direitos e obrigações para o acessante, de acordo com a ordem
cronológica do protocolo de sua entrada no Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS.
1.1.4 Somente será considerada a solicitação de acesso feita por concessionário, permissionário ou
autorizado de serviço elétrico ou consumidor, na forma da legislação em vigor, ou por titular de
registro de central geradora de capacidade reduzida na Agência Nacional de Energia Elétrica –
ANEEL nos termos do art. 8º da Lei nº 9.074/1995 e das Resoluções Normativas ANEEL n°
390/2009, n° 391/2009, nº 673/2015 e nº 676/2015.
1.1.5 Em consonância com o art. 8º da Lei nº 9.074/1995, alterado pela Lei nº 13.360/2016, o
aproveitamento de potencial hidráulico igual ou inferior a 5.000 kW ou a implantação de central
geradora termelétrica de potência igual ou inferior a 5.000 kW deverá ser comunicada à ANEEL
para fins de registro na Agência. Embora esteja dispensado de concessão, permissão ou
autorização, o titular de registro deve formular solicitação de acesso ao ONS no caso de conexão
às instalações sob responsabilidade de transmissora e celebrar os contratos pertinentes com o ONS
e com o agente de transmissão envolvido.
1.1.6 Em consonância com o art. 19 da Resolução Normativa ANEEL n° 390/2009, o art. 19 da
Resolução Normativa ANEEL n° 391/2009, e com a Resolução Normativa ANEEL nº 676/2015, a
implantação de central geradora termelétrica, eólica ou fotovoltaica com potência igual ou inferior a
5.000 kW deverá ser comunicada à ANEEL para fins de registro na Agência. Embora esteja
dispensado de concessão, permissão ou autorização, o titular de registro deve formular solicitação
de acesso ao ONS no caso de conexão às instalações sob responsabilidade de transmissora e
celebrar os contratos pertinentes com o ONS e com o agente de transmissão envolvido.
1.1.7 Neste submódulo, o termo agente de geração também se aplica ao titular de registro de central
geradora de capacidade reduzida.
1.1.8 O processo de solicitação de acesso compreende as etapas descritas neste submódulo, onde
são apresentadas as responsabilidades pela execução de cada fase do processo de solicitação de
acesso de acordo com as seguintes premissas:
(a) o ONS verifica o cumprimento das exigências legais definidas pela ANEEL para a
formalização da solicitação de acesso;
(b) o acessante providencia os estudos e as análises relacionadas ao seu acesso,
estabelecidos nos Procedimentos de Rede; e
(c) o ONS realiza as análises de caráter sistêmico para avaliar os reflexos das diversas
solicitações de acesso no desempenho das instalações de transmissão.

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1.1.9 O acessante pode, a seu critério, negociar com o agente de transmissão a sua participação
nas fases de estudo, especificação, projeto, construção e comissionamento das instalações de
conexão.
1.2 Este submódulo apresenta ainda a sistemática para a desativação da conexão às instalações
sob responsabilidade de transmissora, solicitada pelo acessante, e também para a sua reconexão
a essas instalações.
1.3 A conexão às instalações sob responsabilidade de transmissora de que trata este submódulo
consiste da conexão às instalações que compõe a Rede Básica, às Demais Instalações de
Transmissão – DIT, às instalações de transmissão de interesse exclusivo de centrais de geração
para conexão compartilhada – ICG ou às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas
a interligações internacionais conectadas à Rede Básica.
1.4 Os módulos e submódulos aqui mencionados são:
(a) Módulo 2 Requisitos mínimos para instalações de transmissão e gerenciamento de
indicadores de desempenho;
(b) Submódulo 2.8 Gerenciamento dos indicadores de qualidade da energia elétrica da Rede
Básica e de desempenho das funções transmissão;
(c) Módulo 3 Acesso às instalações de transmissão;
(d) Submódulo 3.1 Acesso às instalações de transmissão: visão geral;
(e) Submódulo 3.4 Informações para a solicitação de acesso;
(f) Submódulo 3.6 Requisitos técnicos mínimos para a conexão às instalações de transmissão;
(g) Módulo 4 Ampliações e reforços;
(h) Módulo 12 Medição para faturamento;
(i) Módulo 13 Telecomunicações;
(j) Módulo 15 Administração de serviços e encargos de transmissão; e
(k) Módulo 26 Modalidade de operação de usinas.

2 OBJETIVO
2.1 O objetivo deste submódulo é estabelecer o processo de solicitação de acesso à Rede Básica
e de conexão às DIT, bem como estabelecer os procedimentos para a elaboração do Parecer de
Acesso por concessionária ou permissionária de distribuição para a conexão de central geradora
em instalações sob sua responsabilidade e que sejam despachadas centralizadamente pelo ONS.

3 PRODUTO
3.1 O produto do processo descrito neste submódulo é o Parecer de Acesso.
3.1.1 O Parecer de Acesso consolida as avaliações de viabilidade técnica dos acessos solicitados
à Rede Básica e das conexões às DIT, em consonância com a Resolução ANEEL nº 281/1999,
Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004, Resolução Normativa ANEEL nº 68/2004, Resolução
Normativa ANEEL nº 320/2008, Resolução Normativa ANEEL nº 442/2011, e Resolução Normativa
ANEEL n° 506/2012, Resolução Normativa ANEEL n° 722/2016 e Resolução Normativa ANEEL n°
724/2016, e é parte integrante do Contrato de Uso do Sistema de Transmissão (CUST) e/ou do
Contrato de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD), conforme o caso. A principal finalidade do

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parecer é analisar a capacidade disponível do sistema de transmissão para atender o acessante e


manter o atendimento aos demais agentes dentro dos requisitos de segurança, qualidade e
confiabilidade, definidos nos Procedimentos de Rede. Tem como função secundária antecipar
questões relevantes de natureza regulatória e operativa ou aspectos que afetam a qualidade do
serviço oferecido por meio da Rede Básica, das DIT, das ICG e das instalações de transmissão de
energia elétrica destinadas a interligações internacionais conectadas à Rede Básica, quando o caso
assim o exigir.

4 ALTERAÇÕES DESTA REVISÃO


4.1 As alterações neste submódulo decorrem das disposições da Resolução Normativa ANEEL nº
815, de 22 de maio de 2018.

5 RESPONSABILIDADES

5.1 Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS


(a) Coordenar o processo de acesso à Rede Básica e de conexão às DIT;
(b) Informar ao acessante os prazos envolvidos no processo de acesso;
(c) Disponibilizar as informações referentes aos prazos de implantação, cronogramas e
principais características da nova conexão para todos os agentes que possam ser afetados
pelo acesso;
(d) Disponibilizar os relatórios dos estudos sistêmicos, os casos base e o banco de dados para
os agentes que possam ser afetados pela implantação de nova conexão;
(e) Elaborar os estudos de caráter sistêmico para avaliar os impactos das diversas solicitações
de acesso no desempenho das instalações de transmissão;
(f) Definir as condições de acesso e disponibilizá-las para o acessante e demais agentes que
possam ser afetados pela implantação de nova conexão, por meio do documento intitulado
Parecer de Acesso;
(g) Emitir Parecer de Acesso para centrais geradoras outorgadas ainda que as características
técnicas da central geradora e/ou do respectivo sistema de transmissão de interesse restrito
informadas na solicitação de acesso não estejam em acordo com a outorga vigente da
central geradora, em consonância com o disposto no Despacho ANEEL nº 4.309/2014;
(h) Celebrar ou aditar os contratos relativos ao acesso de acordo com o estabelecido no Módulo
15;
(i) Propor melhorias de caráter sistêmico que se fizerem necessárias em decorrência dos
acessos contratados; e
(j) Informar ao acessante sobre a necessidade da realização dos estudos específicos de
qualidade de energia elétrica, caso haja em sua instalação equipamentos com
características elétricas não-lineares que possam comprometer o desempenho das
instalações de transmissão e orientá-lo, para a elaboração dos referidos estudos;

5.2 Agente de transmissão


(a) Fornecer ao ONS todos os dados e informações técnicas relativas aos equipamentos e
instalações sob sua responsabilidade;

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(b) Repassar ao ONS para análise e providências qualquer solicitação de acesso que
porventura receba;
(c) Informar ao acessante a viabilidade física, as condições contratuais e os prazos requeridos
para a conexão;
(d) Especificar os requisitos técnicos mínimos necessários às características do ponto de
conexão a partir de suas normas e especificações técnicas e de padrões mínimos definidos
nos Procedimentos de Rede;
(e) Celebrar ou aditar os contratos de conexão às instalações de transmissão - CCT relativos
ao acesso de acordo com o estabelecido no Módulo 15;
(f) Informar as normas e padrões técnicos de caráter geral e os requisitos técnicos mínimos a
serem atendidos pelo acessante com conexão nas instalações sob sua responsabilidade.
(g) Analisar e aprovar os projetos básico e executivo das instalações do ponto de conexão;
(h) Acompanhar e inspecionar as obras civis, a montagem eletromecânica e o comissionamento
do ponto de conexão;
(i) Solicitar, quando necessário, inspeção e ensaios do ponto de conexão e informar ao ONS
os resultados;
(j) Aprovar e liberar o ponto de conexão para operação;
(k) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer por meio de
seccionamento de linha de transmissão integrante da Rede Básica, atender ao disposto no
art. 7º da Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004 e aos requisitos estabelecidos no Módulo
2 relativos às instalações que serão integradas à Rede Básica;
(l) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer em subestação
existente, integrante da Rede Básica, atender ao disposto nos arts. 7º-A e 7º-B da
Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004;
(m) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer por meio de
seccionamento de linha de transmissão integrante das DIT, atender ao disposto no art. 4º-
A da Resolução Normativa ANEEL nº 68/2004;
(n) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer em barramento
integrante das DIT, atender ao disposto no art. 4º-B da Resolução Normativa ANEEL nº
68/2004;
(o) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer por meio de barramento
classificado como ICG, atender ao disposto no art. 8º da Resolução Normativa nº 320/2008;
(p) Quando a conexão às instalações sob sua responsabilidade ocorrer por meio de
seccionamento de linha de transmissão classificada como ICG, atender ao disposto no art.
9º da Resolução Normativa nº 320/2008; e
(q) Executar as obras sob sua responsabilidade definidas no Parecer de Acesso e outorgadas
pela ANEEL para viabilização de acesso solicitado ao ONS.

5.3 Agente de distribuição


(a) Solicitar ao ONS o acesso à Rede Básica;
(b) Atender aos requisitos técnicos mínimos para a sua conexão às instalações de transmissão
de acordo com o Submódulo 3.6;

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(c) No caso de acesso de consumidor ou autoprodutor de energia elétrica cuja carga máxima
supere a geração própria nos termos dos art. 3°, inciso I e art. 4º da Resolução Normativa
ANEEL n° 722/2016, mediante celebração do contrato de conexão às instalações de
distribuição - CCD com o acessante, a distribuidora deve:
(1) implantar, operar e realizar manutenção das instalações de uso exclusivo, em
tensão maior ou igual a 230 kV, para a conexão às instalações sob responsabilidade
de transmissora, e realizar o correspondente relacionamento operacional com o
ONS;
(2) celebrar o correspondente CCT com a transmissora acessada;
(3) nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de
linha de transmissão integrante da Rede Básica, atender ao disposto no art. 7º da
Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004 e aos requisitos estabelecidos no Módulo
2 no que concerne às instalações que serão transferidas ao agente de transmissão
responsável pela instalação acessada, e integradas à Rede Básica;
(4) nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer em barramento integrante da
Rede Básica, atender ao disposto no art. 7º-A da Resolução Normativa ANEEL nº
67/2004.
(d) Providenciar e enviar ao ONS os estudos específicos relacionados no item 6.2.3 deste
submódulo referidos aos seus pontos de conexão com as instalações sob responsabilidade
de transmissora, recomendados no Parecer de Acesso;
(e) Celebrar ou aditar os contratos relativos ao acesso de acordo com o estabelecido no Módulo
15;
(f) Providenciar a elaboração dos estudos, projetos, construção e comissionamento das
instalações de conexão;
(g) Observar a legislação específica e as normas e padrões técnicos de caráter geral da
concessionária responsável pelas instalações de transmissão à qual irá se conectar e a ela
fornecer o projeto executivo do ponto de conexão para análise e aprovação;
(h) Disponibilizar ao agente de transmissão toda a documentação relativa ao projeto das
instalações do ponto de conexão, incluindo os desenhos das características das instalações
como efetivamente implantadas;
(i) Enviar cópia ao ONS de Parecer de Acesso elaborado de acordo com o roteiro apresentado
no ANEXO 1, para as centrais geradoras com conexão às instalações sob sua
responsabilidade e que sejam despachadas centralizadamente pelo ONS;
(j) Observar os requisitos técnicos mínimos estabelecidos no Submódulo 3.6 ao elaborar o
Parecer de Acesso de central geradora para conexão em instalações sob sua
responsabilidade, em nível de tensão superior a 69 kV, e, no caso de central geradora eólica
ou fotovoltaica, solicitar que o acessante providencie os estudos relacionados no item 6.2.3
deste submódulo;
(k) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de linha de
transmissão integrante da Rede Básica, atender ao disposto no art. 7º da Resolução
Normativa ANEEL nº 67/2004 e aos requisitos estabelecidos no Módulo 2 no que concerne
às instalações que serão transferidas ao agente de transmissão responsável pela instalação
conectada, e integradas à Rede Básica;

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(l) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer em barramento integrante da Rede
Básica, atender ao disposto nos art. 7º-A e 7°-B da Resolução Normativa ANEEL nº
67/2004;
(m) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de linha de
transmissão integrante das DIT, atender ao disposto no art. 4º-A da Resolução Normativa
ANEEL nº 68/2004;
(n) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer em barramento integrante das DIT,
atender ao disposto no art. 4º-B da Resolução Normativa ANEEL nº 68/2004;
(o) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de barramento classificado
como ICG, atender ao disposto no art. 8º da Resolução Normativa ANEEL nº 320/2008;
(p) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de linha de
transmissão classificada como ICG, atender ao disposto no art. 9º da Resolução Normativa
ANEEL nº 320/2008; e
(q) Implementar as recomendações definidas no Parecer de Acesso.

5.4 Agente de geração, de importação/exportação e consumidor


(a) Solicitar ao ONS o acesso à Rede Básica e a conexão às DIT;
(b) No caso de agente de geração, arcar com quaisquer ônus decorrentes de solicitação de
acesso em desacordo com a outorga vigente, em consonância com o disposto no Despacho
ANEEL nº 4.309/2014;
(c) No caso de agente de geração termelétrico, eólico ou fotovoltaico com potência maior que
5.000 kW, de PCH ou de aproveitamento hidrelétrico de 3.000 kW até 50.000 kW sem
características de PCH, realizar e apresentar ao ONS os estudos de integração do seu
empreendimento às instalações sob responsabilidade de transmissora, considerando o
ponto e a forma de conexão indicados na sua solicitação de acesso;
(d) No caso de agente de geração termelétrico, eólico ou fotovoltaico com potência instalada
igual ou menor que 5.000 kW ou de agente de geração de aproveitamento hidrelétrico com
potência instalada igual ou menor que 3.000 kW, com conexão nas instalações de
transmissão, realizar e apresentar ao ONS os estudos de integração do seu
empreendimento às instalações sob responsabilidade de transmissora considerando o
ponto e a forma de conexão indicados na sua solicitação de acesso;
(e) No caso de agente de geração de aproveitamento hidrelétrico com potência instalada maior
que 3.000 kW, apresentar os estudos de integração do seu empreendimento às instalações
de transmissão considerando o ponto e a forma de conexão indicados na sua solicitação de
acesso;
(f) No caso de agente de geração, solicitar ao ONS a classificação da modalidade de operação
de sua central geradora, nos termos do Módulo 26 dos Procedimentos de Rede;
(g) No caso de agente de importação/exportação, apresentar ao ONS ato autorizativo emitido
por órgão competente para importar/exportar energia por meio de interligação internacional
conectada à Rede Básica;
(h) No caso de consumidor ou autoprodutor de energia elétrica alcançado pelo Decreto nº
5.597/2005 e pela Resolução Normativa ANEEL n° 722/2016, apresentar ao ONS a portaria
do Ministério de Minas e Energia – MME referente ao seu acesso à Rede Básica;
(i) No caso de consumidor ou autoprodutor de energia elétrica alcançado pelo Decreto nº
5.597/2005 e que optou pelo acesso nos termos do art. 3°, inciso II ou III, da Resolução

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Normativa ANEEL n° 722/2016, solicitar à ANEEL a autorização para o seu acesso à Rede
Básica após a emissão do Parecer de Acesso pelo ONS;
(j) No caso de consumidor ou autoprodutor de energia elétrica alcançado pelo Decreto nº
5.597/2005 e que optou pelo acesso nos termos do art. 3°, inciso I, da Resolução Normativa
ANEEL n° 722/2016, atender aos requisitos técnicos mínimos estabelecidos nos
Procedimentos de Rede e ser o responsável pelo relacionamento operacional com o ONS.
(k) No caso de consumidor ou autoprodutor de energia elétrica alcançado pelo Decreto nº
5.597/2005 e que optou pelo acesso nos termos do art. 3°, inciso I, da Resolução Normativa
ANEEL n° 722/2016, e conforme o art. 4° dessa resolução, celebrar o CCD com a
distribuidora e o CUST com o ONS.
(l) Disponibilizar para o ONS os estudos referentes à sua integração às instalações de
transmissão sob responsabilidade de transmissora;
(m) Providenciar e enviar ao ONS os estudos de qualidade de energia elétrica, caso em suas
instalações haja equipamentos com características elétricas não-lineares que possam
comprometer o desempenho das instalações de transmissão;
(n) Providenciar e enviar ao ONS o resultado dos estudos específicos relacionados no item
6.2.3.1 (b) deste submódulo;
(o) Ajustar com o agente de transmissão as condições contratuais e os prazos requeridos para
a sua conexão e arcar com os encargos de responsabilidade do acessante, conforme o
caso, inclusive os decorrentes da aprovação dos estudos de conexão, da análise e
aprovação do projeto executivo, da supervisão das obras civis, da montagem
eletromecânica, da implantação, operação e manutenção do SMF, do comissionamento e
dos ensaios de aceitação do ponto de conexão, observando o disposto na regulamentação
vigente;
(p) Celebrar ou aditar os contratos relativos ao acesso de acordo com o estabelecido no Módulo
15;
(q) Fornecer os projetos básico e executivo das instalações do ponto de conexão para análise
e aprovação do agente de transmissão;
(r) Solicitar ao agente de transmissão inspeção, ensaio e aprovação do ponto de conexão;
(s) Disponibilizar ao agente de transmissão toda a documentação relativa ao projeto das
instalações do ponto de conexão, incluindo os desenhos das características das instalações
como efetivamente implantadas;
(t) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de linha de
transmissão integrante da Rede Básica, atender ao disposto no art. 7º da Resolução
Normativa ANEEL nº 67/2004 e aos requisitos estabelecidos no Módulo 2 no que concerne
às instalações que serão transferidas ao agente de transmissão responsável pela instalação
acessada, e integradas à Rede Básica;
(u) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer em barramento integrante da Rede
Básica, atender ao disposto no art. 7º-A da Resolução Normativa ANEEL nº 67/2004;
(v) Nos casos em que ocorrer seccionamento de linha de transmissão integrante das DIT,
atender ao disposto no art. 4º-A da Resolução Normativa ANEEL nº 68/2004 e aos requisitos
estabelecidos no Módulo 2 no que concerne às instalações que serão transferidas ao agente
de transmissão;
(w) Nos casos em que ocorrer conexão em barramento integrante das DIT, atender ao disposto
no art. 4º-B da Resolução Normativa ANEEL nº 68/2004;

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(x) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de barramento classificado
como ICG, atender ao disposto no art. 8º da Resolução Normativa nº 320/2008;
(y) Nos casos em que o acesso à Rede Básica ocorrer por meio de seccionamento de linha de
transmissão classificada como ICG, atender ao disposto no art. 9º da Resolução Normativa
nº 320/2008; e
(z) Implementar as recomendações definidas no Parecer de Acesso.

6 DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE ACESSO

6.1 Solicitação de acesso


6.1.1 A solicitação de acesso deve ser formalizada ao ONS em papel e/ou em meio magnético, em
2 (duas) vias.
6.1.2 A solicitação de acesso deve ser formalizada, pelo acessante com antecedência mínima em
relação à data de entrada em operação do empreendimento, a qual depende do caráter de seu
acesso: permanente, temporário, flexível, de reserva de capacidade ou para uso do sistema de
transmissão por importadores e exportadores de energia elétrica, conforme estabelecido na
Resolução ANEEL nº 281/1999, Resolução Normativa ANEEL nº 320/2008, Resolução Normativa
ANEEL nº 442/2011, Resolução Normativa ANEEL nº 506/2012, Resolução Normativa ANEEL nº
666/2015 e Resolução Normativa ANEEL nº 722/2016.
6.1.3 A partir do protocolo de recebimento, de solicitação de acesso para uso do sistema de
transmissão, o agente de transmissão deve, no prazo de até 30 (trinta) dias, encaminhar ao
acessante as informações dispostas nas alíneas (c), (d) e (f) do item 5.2.
6.1.4 O agente de transmissão, no caso de receber solicitação de acesso, deve encaminhá-la ao
ONS em prazo de 3 (três) dias úteis e informar ao acessante sobre o referido envio.
6.1.5 Acesso em caráter permanente
6.1.5.1 A solicitação de acesso para uso da rede em caráter permanente deve ser formalizada com
antecedência mínima em relação à data da conexão pretendida, conforme se segue:
(a) Se o acesso envolver a implantação de obras de ampliação e/ou reforço na Rede Básica,
nas DIT, nas ICG e/ou nas instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a
interligações internacionais conectadas à Rede Básica, além daqueles relacionados ao
ponto de conexão: 3 (três) anos; ou
(b) Demais casos: 1 (um) ano.
6.1.5.2 Caso o acesso exija a implantação de ampliação e/ou reforço, a concretização do acesso
depende da conclusão das obras recomendadas no Parecer de Acesso.
6.1.5.3 Caso o acessante solicite o acesso em prazo inferior àqueles estabelecidos no item 6.1.5.1
deste submódulo, poderá ficar sujeito a restrições de atendimento sistêmico a serem indicadas no
Parecer de Acesso.
6.1.5.4 O acesso para o uso do sistema de transmissão em caráter permanente pode ser solicitado
por agente de geração, agente de distribuição e por consumidor.
6.1.5.5 O acessante deverá solicitar ao ONS, que disponibilizará em até 30 (trinta) dias da
solicitação, os casos de referência a serem utilizados para os estudos do acesso.
6.1.6 Acesso em caráter temporário, flexível ou de reserva de capacidade

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6.1.6.1 A solicitação de acesso para o uso do sistema de transmissão em caráter temporário, flexível
ou de reserva de capacidade deve ser formalizada com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias
em relação à data de início do uso pretendida, podendo ser reduzida a pedido do acessante e a
critério do ONS, e não superior a 180 (cento e oitenta) dias.
6.1.6.2 O acesso para o uso do sistema de transmissão em caráter temporário pode ser solicitado
por agente de geração, inclusive produtores independentes ou autoprodutores, quando a geração
for maior que a carga própria, após declaração do ONS da importância sistêmica da permanência
da central de geração no SIN e enquanto inexistirem contratos de venda de energia elétrica em
execução junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.
6.1.6.3 O acesso para o uso do sistema de transmissão em caráter flexível pode ser solicitado por
unidade consumidora conectada à Rede Básica ou por autoprodutores e produtores independentes
quando a máxima carga própria for maior que a geração.
6.1.6.4 O agente de distribuição pode solicitar acesso para uso do sistema de transmissão em
caráter flexível a fim de refletir os contratos em caráter temporário e/ou de reserva de capacidade
celebrados entre a distribuidora e seus usuários, desde que esses usuários estejam conectados de
forma individual às DIT ou à Rede Básica, mesmo que por meio de instalações sob responsabilidade
do próprio usuário ou da distribuidora e com medição que permita ao ONS identificar o uso da
capacidade utilizada em caráter flexível pela distribuidora associado ao uso em caráter temporário
e/ou de reserva de capacidade pelo usuário.
6.1.6.5 O acesso para uso do sistema de transmissão em caráter de reserva de capacidade pode
ser solicitado por agente de geração, cuja unidade produtora atenda, total ou parcialmente,
consumidor diretamente conectado às suas instalações de uso exclusivo.
6.1.7 Acesso para uso do sistema de transmissão por importadores e exportadores de energia
elétrica
6.1.7.1 A solicitação de acesso para uso do sistema de transmissão por importadores e
exportadores de energia elétrica deve ser formalizada com antecedência mínima de 60 (sessenta)
dias em relação à data de início do uso pretendida, podendo ser reduzida a pedido do acessante e
a critério do ONS, e não superior a 180 (cento e oitenta) dias.
6.1.8 Caso a solicitação de acesso de agente de geração tenha sido feita em desacordo com a
outorga vigente da central geradora, o agente deverá anexar à solicitação de acesso cópia do pedido
de alteração de outorga protocolado na ANEEL com as mesmas características técnicas da central
geradora e/ou do respectivo sistema de transmissão de interesse restrito descritas na solicitação de
acesso e solicitar ao ONS que o seu parecer de acesso seja emitido em conformidade com o
Despacho ANEEL nº 4.309/2014.
6.1.8.1 Os riscos associados às solicitações de alteração de características técnicas e/ou do
respectivo sistema de transmissão de interesse restrito de uma central geradora são do agente de
geração.
6.1.8.2 Caso a solicitação de alteração de outorga não seja atendida pela ANEEL, conforme
estabelecido no Despacho nº 4.309/2014, o agente de geração continuará responsável por dar início
a nova solicitação de acesso, observando os prazos de antecedência em relação à data de entrada
em operação comercial do empreendimento contidos nos itens 6.1.4 e 6.1.5, a depender do caráter
de seu acesso.

6.2 Avaliação da solicitação de acesso


6.2.1 A partir do protocolo de recebimento de solicitação de acesso para uso da rede em caráter
permanente, o ONS deve, no prazo de até 30 (trinta) dias:

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(a) verificar o atendimento aos dados, informações, documentos e estudos necessários à


solicitação de acesso, conforme Submódulo 3.4 e regulamentação vigente;
(b) identificar a necessidade de realização de estudos específicos;
(c) quando for o caso, fornecer ao acessante as orientações para realização dos estudos
específicos de qualidade de energia elétrica – QEE conforme as diretrizes do Submódulo
2.8;
(d) enviar resposta ao acessante acerca dos dados, informações, documentos e estudos
fornecidos na solicitação de acesso e, no caso de identificação de pendência(s), informar
se impeditiva(s) ou não para a emissão do Parecer de Acesso;
(e) informar ao acessante as condições contratuais e os prazos envolvidos no processo de
acesso;
(f) enviar uma via da solicitação de acesso ao agente de transmissão a ser acessado e, nos
casos de conexão às DIT ou às ICG, também à concessionária ou permissionária de
distribuição responsável pela área onde se localiza o ponto de conexão pretendido; e
(g) comunicar a solicitação de acesso requerida aos agentes afetados pelo acesso.
6.2.1.1 Caso sejam identificadas pendências que motivem a revisão/complementação dos dados,
informações, documentos e estudos fornecidos ao longo do processo de acesso, o ONS solicitará
do acessante os esclarecimentos necessários, e informará se impeditiva ou não para a emissão do
Parecer de Acesso.
6.2.2 A partir do protocolo de recebimento de solicitação de acesso para uso da rede em caráter
temporário, flexível ou de reserva de capacidade, o ONS deve avaliar se há capacidade
remanescente no sistema de transmissão para atender a solicitação no período de contratação
pretendido, considerando-se os mesmos critérios e condições aplicáveis à contratação em caráter
permanente.
6.2.3 Caso seja identificada a necessidade de realização de estudos específicos, sob
responsabilidade do acessante, deve ser observado o disposto no Submódulo 3.4, no Submódulo
3.6 e no Submódulo 2.8.
6.2.3.1 Os estudos específicos podem ser de:
(a) qualidade de energia elétrica – QEE que tem por objetivo:
(1) avaliar o impacto da instalação do acessante na QEE (fenômenos de distorção
harmônica, desequilíbrio e flutuação de tensão), verificada no ponto de conexão às
instalações sob responsabilidade de transmissora; e
(2) avaliar o impacto da operação do acessante considerando os indicadores de
desempenho das instalações sob responsabilidade de transmissora.
(b) transitórios eletromagnéticos que tem por objetivo:
(1) verificar o atendimento aos requisitos técnicos mínimos estabelecidos nos
Procedimentos de Rede; e
(2) definir as características básicas dos equipamentos.
6.2.4 Na falta de algum dado, informação, documento ou estudo necessário à elaboração do
Parecer de Acesso, o acessante deve solucionar as pendências e enviar as informações faltantes
ao ONS em prazo de 15 (quinze) dias contados da data de solicitação pelo ONS, sendo facultado
prazo distinto a ser acordado e formalizado junto ao ONS.

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6.2.5 O não cumprimento dos prazos estabelecidos no item 6.2.4 deste submódulo poderá resultar,
a critério do ONS, em perda de efeito da solicitação de acesso retornando à condição de consulta
de acesso. O reinício do processo de solicitação de acesso fica condicionado à nova manifestação
do acessante.

6.3 Elaboração do Parecer de Acesso


6.3.1 Para a elaboração do Parecer de Acesso, a partir do protocolo de recebimento de solicitação
de acesso para uso da rede em caráter permanente, o ONS deve:
(a) avaliar a solicitação de acesso, sob o ponto de vista técnico, fornecendo ao interessado as
informações pertinentes;
(b) identificar a necessidade de ampliações, reforços e melhorias para a viabilização técnica
do acesso;
(c) identificar a necessidade de realização de estudos específicos;
(d) quando for o caso, fornecer ao acessante as orientações para realização dos estudos
específicos de qualidade de energia elétrica - QEE, conforme as diretrizes do Submódulo
2.8;
(e) informar ao acessante as condições sistêmicas e contratuais para a conexão.

6.4 Emissão do Parecer de Acesso


6.4.1 O ONS emite o Parecer de Acesso para uso da rede em caráter permanente, com validade de
90 (noventa) dias, nos seguintes prazos, contados a partir do protocolo de recebimento de toda a
documentação disposta na alínea (a) do item 6.2.1 necessárias à avaliação da solicitação de
acesso:
(a) Se não for identificada a necessidade de obras de ampliações, reforços ou melhorias nas
instalações de transmissão: 30 (trinta) dias,
(b) Se for identificada a necessidade de reforços e/ou melhorias nas instalações de
transmissão: 120 (cento e vinte) dias. Com base nessa avaliação é indicado o prazo para a
viabilização técnica do acesso. Quando aplicável, os prazos para outorga do reforço e/ou
melhoria e para a execução das obras são estabelecidos pelo Poder Concedente; e
(c) Se for identificada a necessidade de ampliações nas instalações de transmissão: 1 (um)
ano. Nesse caso, a análise da viabilidade técnica do acesso é complementada no ciclo de
estudos de ampliações e reforços, detalhado no Módulo 4.
6.4.1.1 No caso de ser identificada a falta de algum dado, informação, documento ou estudo
necessário à elaboração do Parecer de Acesso, a contagem do prazo estabelecido no item 6.4.1
fica suspensa a partir da data de solicitação do ONS ao acessante, notificando-o sobre as
pendências, sendo retomada a partir da data de recebimento pelo ONS das informações faltantes.
6.4.2 O ONS emite o Parecer de Acesso para uso da rede em caráter temporário, flexível ou de
reserva de capacidade, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir do protocolo de recebimento
da solicitação de acesso.
6.4.3 O ONS emite o Parecer de Acesso para uso do sistema de transmissão por importadores e
exportadores de energia elétrica no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir do protocolo de
recebimento da solicitação de acesso.
6.4.4 Caso se verifique nos estudos específicos de QEE, realizados pelo acessante, que há violação
de limites estabelecidos no Submódulo 2.8, o Parecer de Acesso deve indicar a necessidade de
instalação de equipamentos de correção, que deve ser feita pelo acessante conforme diretrizes
também estabelecidas no Submódulo 2.8.

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6.4.5 Caso a solicitação de acesso de agente de geração tenha sido feita em desacordo com a
outorga vigente da centra geradora, o Parecer de Acesso deve indicar a necessidade de alteração
da outorga, para refletir as características técnicas e/ou o respectivo sistema de transmissão de
interesse restrito informadas na solicitação de acesso, como pendência sob responsabilidade do
agente de geração para a entrada em operação tanto em teste quanto comercial do
empreendimento.
6.4.5.1 Após a emissão do Parecer de Acesso, o agente de geração deverá celebrar o CUST/CUSD
e o CCT, conforme a regulamentação vigente.
6.4.5.2 Caso a solicitação de alteração de outorga não seja atendida pela ANEEL, o agente de
geração continuará responsável pelos custos referentes ao disposto no CCT e no CUST/CUSD
celebrados em desacordo com a outorga, incluindo as obras associadas ao acesso da central
geradora que tenham sido implantadas em decorrência de celebração desses contratos,
independente da efetivação do acesso da central geradora.
6.4.5.3 A entrada em operação em teste e comercial da central geradora somente ocorrerá quando
as instalações físicas, o Parecer de Acesso, o CCT e o CUST/CUSD estiverem de acordo com a
outorga da central geradora e após a emissão, pelo ONS, da Declaração de Atendimento aos
Requisitos dos Procedimentos de Rede – DAPR.
6.4.6 Caso o acesso de consumidor ou de autoprodutor de energia elétrica, alcançado pelo Decreto
5.597/2005, seja feito em conformidade com o art. 3°, inciso II ou III da Resolução Normativa ANEEL
n° 722/2016, o acessante deverá solicitar à ANEEL a autorização para o seu acesso, ainda dentro
do prazo de validade do seu correspondente parecer de acesso, e informar ao ONS que realizou a
solicitação.
6.4.6.1 A autorização a ser expedida pela ANEEL terá prazo de validade de 180 (cento e oitenta)
dias, dentro do qual o acessante deverá solicitar ao ONS a revisão ou a revalidação do seu parecer
de acesso em até 60 (sessenta) dias contados da data de publicação da autorização pela ANEEL,
e celebrar os contratos de conexão e de uso do sistema de transmissão, em até 90 (noventa) dias
contados da data de emissão pelo ONS da correspondente revisão ou revalidação do parecer.
6.4.6.2 Expirado o prazo de validade da autorização expedida pela ANEEL, sem a celebração do
CUST, o acessante fica sujeito a novas condições de acesso e, consequentemente, a novos prazos
de atendimento.
6.4.7 O Parecer de Acesso emitido deve ser encaminhado ao acessante, com cópia para a
concessionária de transmissão responsável pelas instalações no ponto de conexão pretendido, para
a concessionária ou permissionária de distribuição responsável pela área onde se localiza o ponto
de conexão e para os demais agentes afetados pelo acesso.
6.4.8 Caso seja identificada a necessidade de realização de estudo específico indicado na alínea
(b) do item 6.2.3.1 deste submódulo, o acessante tem prazo de 90 (noventa) dias após a emissão
do Parecer de Acesso para enviar ao ONS os relatórios correspondentes. Os relatórios referentes
a esses estudos específicos são apreciados pelo ONS, que emite comentários a respeito e os envia
ao acessante, em até 30 (trinta) dias.
6.4.9 O Parecer de Acesso pode ser revisado nos seguintes casos:
(a) por iniciativa do ONS, em decorrência do fornecimento de informações incorretas por parte
do acessante que implicam no comprometimento do Parecer. Nesse caso, o acessante fica
sujeito a novas condições de acesso, sem direito a ressarcimentos em função de eventuais
restrições de transmissão;
(b) por iniciativa do ONS ou por solicitação do acessante ao ONS, em decorrência de alteração
de dados fornecidos pelo acessante durante o processo de acesso. Nesse caso, o

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acessante fica sujeito a novas condições de acesso, sem direito a ressarcimentos em função
de eventuais restrições de transmissão;
(c) por iniciativa do ONS ou por solicitação do agente de transmissão acessado, em caso de
constatação de motivo técnico não previsto quando da elaboração do Parecer de Acesso;
(d) por solicitação do acessante ao ONS, para contemplar alteração de Montante de Uso do
Sistema de Transmissão – MUST, conforme condições estabelecidas na Resolução
Normativa ANEEL nº 666/2015;
(e) por solicitação do acessante ao ONS, para contemplar antecipação da entrada em operação
do seu empreendimento. Nesse caso, o acessante pode ficar sujeito a novas condições de
acesso; e
(f) por solicitação do acessante ao ONS, com cópia à ANEEL, até o dia 31 de março anterior
ao ciclo tarifário da data originalmente contratada, para contemplar postergação da entrada
em operação do seu empreendimento, conforme condições estabelecidas na Resolução
Normativa ANEEL nº 666/2015, desde que não tenha havido investimentos na rede
associados ao acesso solicitado;
6.4.10 O Parecer de Acesso com prazo de validade expirado em até 30 (trinta) dias pode ser
revalidado pelo ONS por até 90 (noventa) dias, uma única vez, mediante solicitação do acessante,
desde que as condições de acesso registradas no Parecer de Acesso não tenham sido alteradas e
conforme ordem cronológica de protocolos, de solicitações de acesso e de revalidação disposta no
item 1.1.1 deste submódulo.

6.5 Contratação do acesso


6.5.1 A prioridade de atendimento, em relação a novas solicitações de acesso, vigora até 90
(noventa) dias a partir da emissão do Parecer de Acesso com a definição das condições de acesso.
Nesse prazo e de acordo com os procedimentos estabelecidos no Módulo 15, o acessante deve
celebrar o CUST com o ONS e/ou o CUSD com a concessionária ou permissionária de distribuição
responsável pela área onde se localiza o ponto de conexão pretendido, conforme o caso.
6.5.1.1 Caso o acesso de consumidor ou de autoprodutor de energia elétrica, alcançado pelo
Decreto nº 5.597/2005, seja feito em conformidade com o art. 3°, inciso I, da Resolução Normativa
ANEEL n° 722/2016, o consumidor ou o autoprodutor deverá celebrar o CUST com o ONS e a
distribuidora envolvida deverá celebrar o CCT com a transmissora acessada, conforme estabelece
o art. 4° dessa resolução.
6.5.1.2 Se o acessante não celebrar o CUST e/ou o CUSD, conforme o caso, no prazo de validade
do Parecer de Acesso e se esse deixar de ser aplicável em virtude de outras solicitações de acesso
posteriores, o acessante fica sujeito a novas condições de acesso e, consequentemente, a novos
prazos de atendimento.
6.5.1.3 No caso do CCT, o prazo e os procedimentos para sua celebração devem observar o
disposto no art. 12 da Resolução ANEEL nº 281/1999 e nas Resoluções Normativas ANEEL nº
67/2004, nº 68/2004, nº 320/2008, e nº 722/2016.
6.5.1.4 De acordo com o art. 9º da Resolução ANEEL nº 281/1999, as providências para
implantação das obras e a conexão às instalações sob responsabilidade de transmissora só podem
ser efetivadas após as assinaturas dos contratos de uso e de conexão.
6.5.2 O ONS encaminha os CCT e CUST para a ANEEL, para conhecimento, conforme Resolução
ANEEL nº 281/1999.

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6.6 Implantação da conexão


6.6.1 O acessante deve providenciar, dentre outras:
(a) a especificação detalhada dos equipamentos e das instalações para a conexão;
(b) a elaboração do projeto executivo das instalações do ponto de conexão, que deve ser
submetido à aprovação do agente de transmissão acessado;
(c) a aquisição dos equipamentos, a execução das obras civis e a montagem eletromecânica
das suas instalações de conexão; e
(d) o comissionamento das instalações de conexão.
6.6.1.1 Essas ações podem ser realizadas pelo agente de transmissão, quando contratado pelo
acessante.
6.6.2 A execução do comissionamento das instalações de conexão e a elaboração do
correspondente relatório pelo acessante devem seguir os padrões técnicos do agente de
transmissão acessado.
6.6.3 No caso de conexão às DIT ou às ICG, havendo transferência de instalações para
concessionária ou permissionária de distribuição, o acessante deverá observar adicionalmente o
disposto nos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional –
PRODIST.

6.7 Acompanhamento da implantação da conexão


6.7.1 O agente de transmissão acessado, independentemente da sua contratação pelo acessante,
acompanha e inspeciona as obras civis, a montagem e o comissionamento das instalações do ponto
de conexão.
6.7.2 O agente de transmissão acessado pode solicitar a realização de inspeção e de ensaios no
ponto de conexão, a fim de verificar a adequação aos seus padrões técnicos e aos padrões
estabelecidos no Módulo 2 e no Submódulo 3.6.
6.7.3 O ONS pode acompanhar, quando julgar necessário, o comissionamento das instalações de
conexão.
6.7.4 No caso de conexão às DIT ou às ICG, havendo transferência de instalações para
concessionária ou permissionária de distribuição, o acessante deverá observar adicionalmente o
disposto nos PRODIST.

7 DESATIVAÇÃO DE CONEXÃO ÀS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO OU RECONEXÃO


SOLICITADA PELO ACESSANTE
7.1 O acessante pode requerer a desconexão permanente de seus equipamentos conectados às
instalações sob responsabilidade de transmissora. A solicitação de desativação da conexão deve
ser feita ao ONS e ao agente de transmissão acessado, com antecedência mínima de 1 (um) ano.
7.2 Caso o acessante preste serviço ancilar, a interrupção desse serviço só ocorre após o ONS ter
providenciado outro fornecedor para o serviço, de acordo com o Contrato de Prestação de Serviços
Ancilares – CPSA, mediante prazo acordado entre as partes.
7.3 A partir da data de recebimento do pedido de desconexão, o ONS tem prazo de 60 (sessenta)
dias para definir, em comum acordo com o acessante e o agente de transmissão acessado, o
cronograma de desconexão.

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7.4 A desconexão fica condicionada à implantação de ampliações, reforços e/ou melhorias, quando
necessárias, no sistema elétrico para preservar os seus padrões de qualidade e desempenho.
7.5 O acessante arca com todos os custos e penalidades relacionados às atividades necessárias à
desconexão.
7.6 Outros custos, multas ou penalidades devem ser previstos em cláusulas contratuais.
7.7 Cabe ao agente de transmissão acessado acompanhar e inspecionar os serviços de
desconexão.
7.8 Em caso de reconexão, o acessante deverá apresentar nova solicitação de acesso.

8 REFERÊNCIAS
[1] PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Lei nº 9.074, de 07 de julho de 1995.
[2] PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Lei nº 13.360, de 17 de novembro de 2016.
[3] PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto nº 2.655, de 2 de julho de 1998.
[4] PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto no 5.597, de 28 de novembro de 2005.
[5] ANEEL. Resolução nº 281, de 1 de outubro de 1999.
[6] ANEEL. Resolução nº 371, de 29 de dezembro de 1999.
[7] ANEEL. Resolução Normativa nº 67, de 8 de junho de 2004.
[8] ANEEL. Resolução Normativa nº 68, de 8 de junho de 2004.
[9] ANEEL. Resolução Normativa n° 320, de 10 de junho de 2008.
[10] ANEEL. Resolução Normativa n° 390, de 15 de dezembro de 2009.
[11] ANEEL. Resolução Normativa n° 391, de 15 de dezembro de 2009.
[12] ANEEL. Resolução Normativa n° 429, de 15 de março de 2011.
[13] ANEEL. Resolução Normativa nº 442, de 26 de julho de 2011.
[14] ANEEL. Resolução Normativa nº 443, de 26 de julho de 2011.
[15] ANEEL. Resolução Normativa nº 506, de 4 de setembro de 2012.
[16] ANEEL. Resolução Normativa nº 507, de 4 de setembro de 2012.
[17] ANEEL. Resolução Normativa nº 666, de 23 de junho de 2015.
[18] ANEEL. Resolução Normativa nº 673, de 04 de agosto de 2015.
[19] ANEEL. Resolução Normativa nº 676, de 25 de agosto de 2015.
[20] ANEEL. Resolução Normativa nº 722, 31 de maio de 2016.
[21] ANEEL. Resolução Normativa n° 724, de 31 de maio de 2016

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3.3
SOLICITAÇÃO DE ACESSO 2018.05 28/05/2018
ANEXO 1

ANEXO 1
Roteiro para elaboração de Parecer de Acesso por parte dos agentes de distribuição para a
conexão de centrais geradoras despachadas centralizadamente pelo ONS às instalações sob
sua responsabilidade
O objetivo deste anexo é apresentar os requisitos para a emissão de Parecer de Acesso por
concessionária ou permissionária de distribuição para a conexão de central geradora despachada
centralizadamente pelo ONS em instalações sob sua responsabilidade. Os itens que não se
aplicarem a um determinado acesso devem ser rotulados pela expressão “não se aplica”.

1 Introdução
Apresentar, sucintamente, o acesso solicitado pela central geradora.
O Parecer de Acesso consolida as avaliações de viabilidade técnica dos acessos solicitados às
instalações de distribuição e é parte do CUST a ser celebrado pelo agente de geração com o ONS.
Sua principal finalidade é analisar a capacidade instalada do sistema para atender ao agente de
geração e manter o atendimento aos demais agentes dentro dos requisitos de segurança, qualidade
e confiabilidade, definidos nos Procedimentos de Rede e PRODIST. Tem como função secundária
antecipar questões relevantes de natureza regulatória, operativa ou de aspectos que afetam a
qualidade do serviço oferecido pelo agente de distribuição, quando o caso assim o exigir.

2 Histórico
Descrever os principais eventos, marcos e trocas de correspondências referentes ao processo
de acesso.

2.1 Motivo da revisão


Descrever sucintamente as razões que motivaram a revisão do Parecer.

3 Caracterização do acesso

3.1 Descrição do empreendimento

3.2 Caracterização do agente


Caracterizar o acessante, conforme a outorga de concessão ou autorização de seu
empreendimento, e indicar os documentos regulatórios associados.

3.3 Cronograma de entrada em operação


Apresentar o cronograma de entrada em operação da central geradora, conforme declarado pelo
empreendedor na solicitação de acesso ao agente de distribuição, que deverá ser incorporado ao
CUST da central geradora.

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Procedimentos de Rede

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3.3
SOLICITAÇÃO DE ACESSO 2018.05 28/05/2018
ANEXO 1

Tabela 1 – Cronograma de entrada em operação da central geradora

Potência Potência Primeira Início da Montante de uso a


Unidade nominal efetiva (*) sincronização operação contratar (MW)
(MVA) (MW) à rede de comercial
distribuição
1
2
3
(*) Potência máxima em regime contínuo.

4 Dados do solicitante

4.1 Informações sobre o empreendedor

4.2 Representante para contato

5 Ponto de conexão e agente de distribuição acessado

5.1 Descrição da conexão

5.2 Obras

5.3 Diagrama eletrogeográfico


Apresentar o mapa eletrogeográfico da área de influência do acesso (Figura 1), o diagrama
unifilar simplificado indicando a conexão da central geradora (Figura 2) e o diagrama unifilar
simplificado da subestação da central geradora e da sua conexão ao sistema de distribuição (Figura
3).

Figura 1 – Mapa eletrogeográfico da área de influência do acesso

Figura 2 – Diagrama unifilar da área de influência da central geradora

Figura 3 – Diagrama unifilar simplificado da subestação da central geradora e da sua conexão

6 Questões legais
Citar aspectos legais relevantes associados ao acesso da central geradora.

7 Impactos na rede elétrica

7.1 Aspectos gerais


Apresentar os aspectos gerais relativos aos estudos para identificação dos impactos nas
instalações de distribuição e de transmissão associados ao acesso da central geradora.

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3.3
SOLICITAÇÃO DE ACESSO 2018.05 28/05/2018
ANEXO 1

7.2 Impactos nas instalações de distribuição (sob sua responsabilidade e sob


responsabilidade de outras empresas)

7.2.1 Comportamento em regime permanente

7.2.2 Solicitações de curto-circuito

7.2.3 Comportamento em regime dinâmico

7.2.4 Qualidade de tensão no ponto de conexão

7.3 Impactos nas instalações de transmissão


Apresentar o diagnóstico dos impactos que o acesso pode causar na Rede Básica, nas DIT, nas
ICG ou nas instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais
conectadas à Rede Básica.
Descrever ampliações, reforços e melhorias nas instalações de transmissão necessários à
viabilização técnica do acesso, definidos em conjunto com o ONS.
Para permitir essa análise, o agente de distribuição deve consultar o ONS sobre:
• as instalações da Rede Básica a serem avaliadas;
• as DIT a serem avaliadas;
• as ICG a serem avaliadas;
• as instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais
conectadas à Rede Básica a serem avaliadas;
• as premissas de intercâmbio e despacho;
• os casos base a serem considerados para a avaliação de fluxo de potência, curto-circuito
e estabilidade eletromecânica.

8 Requisitos de proteção e controle


Apresentar os requisitos de proteção e controle da central geradora, observando a possibilidade
de a central geradora vir a participar do controle automático de geração – CAG e do esquema de
corte de geração – ECG, atendendo aos requisitos de proteção e controle estabelecidos nos
Procedimentos de Rede.

9 Requisitos de medição para faturamento


Apresentar os requisitos de medição para faturamento da central geradora, observando os
procedimentos e requisitos estabelecidos no Módulo 12.
O projeto executivo do sistema de medição para faturamento, devidamente aprovado pela
distribuidora acessada, deve ser enviado ao ONS para homologação.

10 Requisitos de supervisão e de telecomunicação


Descrever o projeto do sistema de supervisão e controle das unidades geradoras e das
instalações de interesse restrito da central geradora.
Indicar o centro de operação do ONS com a qual a central geradora deve se comunicar e o
protocolo a ser utilizado. Essas informações devem ser obtidas pelo agente de distribuição no ONS.

Endereço na Internet: http://www.ons.org.br Página 20/22


Procedimentos de Rede

Assunto Submódulo Revisão Data de Vigência

3.3
SOLICITAÇÃO DE ACESSO 2018.05 28/05/2018
ANEXO 1

Os requisitos de supervisão a serem atendidos pelo agente de geração estão definidos no


Módulo 2 e os requisitos de telecomunicação estão estabelecidos no Módulo 13.
As tratativas para implantação e testes dos sistemas de telessupervisão e de telecomunicação
devem ser feitas com o ONS.
Indicar a classificação da modalidade de operação da central geradora, em conformidade com o
Módulo 26 dos Procedimentos de Rede.

11 Relacionamento operacional
Indicar o centro de controle do ONS que exercerá a coordenação operacional da central
geradora, os protocolos de comunicação a serem utilizados e se a central geradora participará ou
não do Controle Automático de Geração – CAG. Essas informações devem ser obtidas pelo agente
de distribuição no ONS.

12 Conformidade com o planejamento de longo prazo


Indicar se houve inclusão ou não do empreendimento no Plano Decenal da Expansão do Sistema
Elétrico.

13 Pendências
Avaliar e relatar as pendências por parte da central geradora relativas ao acesso, se for o caso.
Devem ser informados, no Quadro 1, os dados e informações referentes ao Submódulo 3.4 que
não foram apresentados pelo acessante. Esse registro é um insumo importante para os estudos
pré-operacionais a serem desenvolvidos pelo ONS.

Quadro 1 – Dados e informações pendentes

Item (*) Descrição do Item Observação

(*) Itens referentes ao Submódulo 3.4.

14 Ressalvas
Relatar, quando for o caso, o não atendimento aos requisitos técnicos, ressaltando que o agente
permanece obrigado ao cumprimento do disposto nos Procedimentos de Rede, nos PRODIST e nos
demais documentos regulatórios que regem o acesso, independentemente de outros requisitos
técnicos terem sido ou não citados.

15 Informações complementares
Solicitar informações complementares, quando for o caso, e/ou informações adicionais não
previstas no Submódulo 3.4 e nos formulários para a solicitação de acesso ao sistema de
distribuição estabelecidos nos PRODIST.

Endereço na Internet: http://www.ons.org.br Página 21/22


Procedimentos de Rede

Assunto Submódulo Revisão Data de Vigência

3.3
SOLICITAÇÃO DE ACESSO 2018.05 28/05/2018
ANEXO 1

16 Conclusões
Apresentar as conclusões relativas ao acesso da central geradora.

17 Providências necessárias e recomendações


Apresentar providências necessárias e recomendações relativas ao acesso da central geradora.

18 Assinatura de contratos
Indicar o prazo de 90 (noventa) dias contados da data de emissão do Parecer de Acesso para
celebração do CUST com o ONS.
Também devem ser assinaladas as condições relativas à assinatura do CUSD e do CCD (se a
conexão for nas instalações do agente de distribuição) ou do CCT (se a conexão for em Demais
Instalações de Transmissão – DIT citadas no Decreto n º 2.655/1998).

19 Documentação, dados e estudos apresentados


Listar os documentos apresentados pelo acessante no processo de solicitação de acesso.

20 Referências
Listar legislação, regulamentação, documentos e correspondências referenciadas no Parecer de
Acesso.

21 Anexos
Listar os anexos do Parecer de Acesso, quando for o caso.

Endereço na Internet: http://www.ons.org.br Página 22/22