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Questões do Enem 1

questões dO eNeM
1 (1999) Uma garrafa cilíndrica está fechada, con- 4 (1999) Se compararmos a idade do planeta Terra, avaliada em
tendo um líquido que ocupa quase completamente quatro e meio bilhões de anos (4,5 ? 109 anos), com a de uma pessoa de
seu corpo, conforme mostra a figura. Suponha que, para 45 anos, então, quando começaram a florescer os primeiros vegetais,
fazer medições, você disponha apenas de uma régua a Terra já teria 42 anos. Ela só conviveu com o homem moderno nas

Setup
milimetrada. últimas quatro horas e, há cerca de uma hora, viu-o começar a plantar
Para calcular o volume do líquido contido na garrafa, o e a colher. Há menos de um minuto percebeu o ruído de máquinas e
número mínimo de medições a serem realizadas é: de indústrias e, como denuncia uma ONG de defesa do meio ambiente,
a) 1. c) 3. e) 5. foi nesses últimos sessenta segundos que se produziu todo o lixo do
b) 2. d) 4. planeta!
O texto acima, ao estabelecer um paralelo entre a idade da Terra e a de
2 (1999) Para calcular a capacidade total da garrafa, uma pessoa, pretende mostrar que:
lembrando que você pode virá-la, o número mínimo de a) a agricultura surgiu logo em seguida aos vegetais, perturbando
medições a serem realizadas é: desde então seu desenvolvimento.
a) 1. d) 4. b) o ser humano só se tornou moderno ao dominar a agricultura e a
Setup
b) 2. e) 5. indústria, em suma, ao poluir.
c) 3. c) desde o surgimento da Terra, são devidas ao ser humano todas as
transformações e perturbações.
3 (1999) Para convencer a população local da ineficiência da d) o surgimento do ser humano e da poluição é cerca de dez vezes
Companhia Telefônica Vilatel na expansão da oferta de linhas, um mais recente que o do nosso planeta.
político publicou no jornal local o gráfico I, abaixo representado. e) a industrialização tem sido um processo vertiginoso, sem preceden-
A Companhia Vilatel respondeu publicando dias depois o gráfico tes em termos de dano ambiental.
II, onde pretende justificar um grande aumento na oferta de linhas.
5 (1999) O texto da questão anterior permite concluir que a agri-
O fato é que, no período considerado, foram instaladas, efetivamente,
cultura começou a ser praticada há cerca de:
200 novas linhas telefônicas.
a) 365 anos. d) 10 000 anos.
Gráfico l b) 460 anos. e) 460 000 anos.
Nº total c) 900 anos.
de linhas telefônicas

2 200 6 (1999) Na teoria do Big Bang, o Universo surgiu há cerca de


15 bilhões de anos, a partir da explosão e expansão de uma densíssima
2 150
gota. De acordo com a escala proposta no texto da questão 4, essa teo-
2 100
ria situaria o início do Universo há cerca de:
2 050
a) 100 anos. d) 1500 anos.
2 000 b) 150 anos. e) 2 000 anos.
Jan. Abr. Ago. Dez. c) 1 000 anos.
Gráfico II
Nº total 7 (2001) SEU OLHAR
(Gilberto Gil, 1984)
de linhas telefônicas
Na eternidade
2 200 Eu quisera ter
Tantos anos-luz
2 150 Quantos fosse precisar
Pra cruzar o túnel
2 100 Do tempo do seu olhar
Gilberto Gil usa na letra da música a palavra composta anos-luz. O sen-
tido prático, em geral, não é obrigatoriamente o mesmo que na ciência.
2 050
Na Física, um ano-luz é uma medida que relaciona a velocidade da luz
e o tempo de um ano e que, portanto, se refere a:
2 000 a) tempo. d) velocidade.
Jan. Abr. Ago. Dez.
b) aceleração. e) luminosidade.
c) distância.
Analisando os gráficos, pode-se concluir que:
a) o gráfico II representa um crescimento real maior do que o do grá- 8 (2008) Suponha que o universo tenha 15 bilhões de anos de
fico I. idade e que toda a sua história seja distribuída ao longo de 1 ano
b) o gráfico I apresenta o crescimento real, sendo o II incorreto. — o calendário cósmico —, de modo que cada segundo correspon-
c) o gráfico II apresenta o crescimento real, sendo o gráfico I incorreto. da a 475 anos reais e, assim, 24 dias do calendário cósmico equiva-
d) a aparente diferença de crescimento nos dois gráficos decorre da leriam a cerca de 1 bilhão de anos reais. Suponha, ainda, que o uni-
escolha das diferentes escalas. verso comece em 1o de janeiro a zero hora no calendário cósmico e
e) os dois gráficos são incomparáveis, pois usam escalas diferentes. o tempo presente esteja em 31 de dezembro às 23 h 59 min 59,99 s.

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2 Questões do Enem

A escala abaixo traz o período em que ocorreram alguns eventos im- Para saber uma aproximação do intervalo de tempo a mais perdido
portantes nesse calendário. para completar uma corrida devido ao excesso de peso, muitos atletas
origem do utilizam os dados apresentados na tabela e no gráfico:
sistema solar
origem do universo
(9/9) 1 3
Peso (kg) ideal para atleta
1/1 Altura (m) masculino de ossatura grande,
corredor de longa distância

novembro

dezembro
setembro
fevereiro

outubro
1,57 56,9
janeiro

agosto
março

junho

julho
maio
abril

1,58 57,4
1,59 58,0
1,60 58,5
origem de nossa início da vida 2 4 5
galáxia (24/1)
 
na Terra
(30/9)
Tempo  Peso
Se a arte rupestre representada a seguir fosse inserida na escala, de (Modelo Wilmore e Benke)
acordo com o período em que foi produzida, ela deveria ser colocada Tempo
na posição indicada pela seta de número: perdido
(minutos)
Rolf Richardson/Alamy/Other Images

Maratona

1,33
Meia-maratona
0,67
Prova de 10 km
0,32
1 Peso acima
do ideal (kg)

Usando essas informações, um atleta de ossatura grande, pesando 63 kg


e com altura igual a 1,59 m, que tenha corrido uma meia-maratona,
pode estimar que, em condições de peso ideal, teria melhorado seu
tempo na prova em:
a) 0,32 minuto. d) 2,68 minutos.
a) 1. b) 2. c) 3. d) 4. e) 5.
b) 0,67 minuto. e) 3,35 minutos.
9 (1998) Em uma prova de 100 m rasos, o desempenho típico de c) 1,60 minuto.
um corredor padrão é representado pelo gráfico a seguir.
12 (2007) A duração do efeito de alguns fármacos está relacionada
à sua meia-vida, tempo necessário para que a quantidade original do
12 fármaco no organismo se reduza à metade. A cada intervalo de tempo
Velocidade (m/s)

10 correspondente a uma meia-vida, a quantidade de fármaco existente


8 no organismo no final do intervalo é igual a 50% da quantidade no
6 início desse intervalo.
4 100
2 90
0
% de fármaco no organismo

0 2 4 6 8 10 12 14 16 80
Tempo (s) 70
Baseado no gráfico, em que intervalo de tempo a velocidade do corre- 60
dor é aproximadamente constante?
50
a) Entre 0 e 1 segundo. d) Entre 8 e 11 segundos.
b) Entre 1 e 5 segundos. e) Entre 12 e 15 segundos. 40
c) Entre 5 e 8 segundos. 30
20
10 (1998) Em que intervalo de tempo o corredor apresenta acele-
ração máxima? 10
a) Entre 0 e 1 segundo. d) Entre 8 e 11 segundos. 0
0 1 2 3 4 5 6 7
b) Entre 1 e 5 segundos. e) Entre 9 e 15 segundos.
c) Entre 5 e 8 segundos. número de meias-vidas
O gráfico acima representa, de forma genérica, o que acontece com a
11 (2002) O excesso de peso pode prejudicar o desempenho de quantidade de fármaco no organismo humano ao longo do tempo.
um atleta profissional em corridas de longa distância como a mara- FUCHS,F. D.;WANNA,CherI. Farmacologia clínica.
tona (42,2 km), a meia-maratona (21,1 km) ou uma prova de 10 km. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. p. 40.

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Questões do Enem 3

A meia-vida do antibiótico amoxicilina é de 1 hora. Assim, se uma dose que um avião saindo de Quito, voando em média 800 km/h, descontan-
desse antibiótico for injetada às 12 h em um paciente, o percentual do as paradas de escala, chega a Cingapura em aproximadamente:
dessa dose que restará em seu organismo às 13 h 30 min será aproxi- a) 16 horas. d) 32 horas.
madamente de: b) 20 horas. e) 36 horas.
a) 10%. c) 25%. e) 50%. c) 25 horas.
b) 15%. d) 35%.
17 (2004) Nos X-Games Brasil, em maio de 2004, o skatista brasilei-
13 (1998) As bicicletas possuem uma ro Sandro Dias, apelidado “Mineirinho”, conseguiu realizar a manobra

Setup
corrente que liga uma coroa dentada dian- denominada “900”, na modalidade skate vertical, tornando-se o segun-
teira, movimentada pelos pedais, a uma do atleta no mundo a conseguir esse feito. A denominação “900” refere-
coroa localizada no eixo da roda traseira, -se ao número de graus que o atleta gira no ar em torno de seu próprio
como mostra a figura ao lado.
corpo, que, no caso, corresponde a:
O número de voltas dadas pela roda traseira a cada pedalada depende
a) uma volta completa. d) duas voltas e meia.
do tamanho relativo destas coroas.
b) uma volta e meia. e) cinco voltas completas.
Em que opção abaixo a roda traseira dá o maior número de voltas por
pedalada? c) duas voltas completas.

18 (2006) Na preparação da madeira 1 2

Setup
a) d) em uma indústria de móveis, utiliza-se
uma lixadeira constituída de quatro gru-
pos de polias, como ilustra o esquema
ao lado. Em cada grupo, duas polias de
tamanhos diferentes são interligadas por A B
Setup

b) e) uma correia provida de lixa. Uma prancha


de madeira é empurrada pelas polias, no
sentido A → B (como indicado no esque-
ma), ao mesmo tempo em que um siste- 3 4
ma é acionado para frear seu movimento,
c) de modo que a velocidade da prancha seja inferior à da lixa.
O equipamento acima descrito funciona com os grupos de polias gi-
rando da seguinte forma:
a) 1 e 2 no sentido horário; 3 e 4 no sentido anti-horário.
b) 1 e 3 no sentido horário; 2 e 4 no sentido anti-horário.
14 (1998) Quando se dá uma c) 1 e 2 no sentido anti-horário; 3 e 4 no sentido horário.
pedalada na bicicleta ao lado (isto é, d) 1 e 4 no sentido horário; 2 e 3 no sentido anti-horário.
Setup

quando a coroa acionada pelos pe- e) 1, 2, 3 e 4 no sentido anti-horário.


dais dá uma volta completa), qual é a
distância aproximada percorrida pela 19 (2008) O gráfico distância
ao lado modela a distân- 10 km
bicicleta, sabendo-se que o compri- 80 cm 10 cm 30 cm
mento de um círculo de raio R é igual cia percorrida, em km, por
a 2π R, onde π 5 3? uma pessoa em certo pe-
a) 1,2 m b) 2,4 m c) 7,2 m d) 14,4 m e) 48,0 m ríodo de tempo. A escala
de tempo a ser adotada
0 1 2 tempo
15 (1998) Com relação ao funcionamento de uma bicicleta de para o eixo das abscissas
marchas, onde cada marcha é uma combinação de uma das coroas depende da maneira como essa pessoa se desloca. Qual é a opção que
dianteiras com uma das coroas traseiras, são formuladas as seguintes apresenta a melhor associação entre meio ou forma de locomoção e
afirmativas: unidade de tempo, quando são percorridos 10 km?
I. numa bicicleta que tenha duas coroas dianteiras e cinco traseiras, a) carroça – semana d) bicicleta – minuto
temos um total de dez marchas possíveis onde cada marcha repre- b) carro – dia e) avião – segundo
senta a associação de uma das coroas dianteiras com uma das tra- c) caminhada – hora
seiras.
II. em alta velocidade, convém acionar a coroa dianteira de maior raio 20 (1998) Um portão está fixo em um
com a coroa traseira de maior raio também. muro por duas dobradiças A e B, conforme A
Setup

III. em uma subida íngreme, convém acionar a coroa dianteira de me- mostra a figura, sendo P o peso do portão.
nor raio e a coroa traseira de maior raio.
Caso um garoto se dependure no portão B
Entre as afirmações acima, estão corretas:
pela extremidade livre, e supondo que as
a) I e III apenas. d) II apenas.
reações máximas suportadas pelas dobradiças sejam iguais,
b) I, II e III. e) III apenas.
c) I e II apenas. a) é mais provável que a dobradiça A arrebente primeiro que a B.
b) é mais provável que a dobradiça B arrebente primeiro que a A.
16 (2002) As cidades de Quito e Cingapura encontram-se próximas c) seguramente as dobradiças A e B arrebentarão simultaneamente.
à linha do equador e em pontos diametralmente opostos no globo ter- d) nenhuma delas sofrerá qualquer esforço.
restre. Considerando o raio da Terra igual a 6 370 km, pode-se afirmar e) o portão quebraria ao meio, ou nada sofreria.

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4 Questões do Enem

24 (2005) Observe a situação descrita na tirinha abaixo.

Francisco Caruso & Luisa Daou, Tirinhas de Física, vol. 2, CBPF, Rio de Janeiro, 2000.

21 (2001) “...O Brasil tem potencial para produzir pelo menos 15 mil Assim que o menino lança a flecha, há transformação de um tipo de
megawatts por hora de energia a partir de fontes alternativas. energia em outra. A transformação, nesse caso, é de energia:
Somente nos Estados da região Sul, o potencial de geração de energia por a) potencial elástica em energia gravitacional.
intermédio das sobras agrícolas e florestais é de 5 000 megawatts por hora. b) gravitacional em energia potencial.
Para se ter uma ideia do que isso representa, a usina hidrelétrica de Ita, c) potencial elástica em energia cinética.
uma das maiores do país, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa d) cinética em energia potencial elástica.
Catarina, gera 1 450 megawatts de energia por hora.” e) gravitacional em energia cinética.
Esse texto, transcrito de um jornal de grande circulação, contém, pelo
menos, um erro conceitual ao apresentar valores de produção e de 25 (2005) O gás natural veicular (GNV) pode substituir a gasolina
potencial de geração de energia. Esse erro consiste em: ou álcool nos veículos automotores. Nas grandes cidades, essa possibi-
a) apresentar valores muito altos para a grandeza energia. lidade tem sido explorada, principalmente, pelos táxis, que recuperam
b) usar unidade megawatt para expressar os valores de potência. em um tempo relativamente curto o investimento feito com a con-
c) usar unidades elétricas para biomassa. versão por meio da economia proporcionada pelo uso do gás natural.
d) fazer uso da unidade incorreta megawatt por hora. Atualmente, a conversão para gás natural do motor de um automóvel
e) apresentar valores numéricos incompatíveis com as unidades. que utiliza a gasolina custa RS| 3 000,00. Um litro de gasolina permite
percorrer cerca de 10 km e custa RS| 2,20, enquanto um metro cúbico
22 (1999) A tabela a seguir apresenta alguns exemplos de proces- de GNV permite percorrer cerca de 12 km e custa RS| 1,10. Desse modo,
sos, fenômenos ou objetos em que ocorrem transformações de ener- um taxista que percorra 6 000 km por mês recupera o investimento da
gia. Nessa tabela, aparecem as direções de transformação de energia. conversão em aproximadamente:
Por exemplo, o termopar é um dispositivo onde energia térmica se a) 2 meses. c) 6 meses. e) 10 meses.
transforma em energia elétrica. b) 4 meses. d) 8 meses.
De
Elétrica Química Mecânica Térmica 26 (2006) O carneiro hidráulico ou aríete, dispositivo usado para
Em
bombear água, não requer combustível ou energia elétrica para fun-
Elétrica Transformador Termopar cionar, visto que usa a energia da vazão de água de uma fonte. A fi-
Reações gura a seguir ilustra uma instalação típica de carneiro em um sítio, e a
Química
endotérmicas tabela apresenta dados de seu funcionamento.
Mecânica Dinamite Pêndulo

Setup
Térmica Fusão caixa

Dentre os processos indicados na tabela, ocorre conservação de energia:


a) em todos os processos.
b) somente nos processos que envolvem transformações de energia fonte carneiro
sem dissipação de calor. H
c) somente nos processos que envolvem transformações de energia h
mecânica.
d) somente nos processos que não envolvem energia química.
e) somente nos processos que não envolvem nem energia química
nem energia térmica.
Vf
h/H Vb
23 (2000) O Brasil, em 1997, com cerca de 160 ? 106 habitantes, água da fonte
apresentou um consumo de energia da ordem de 250 000 TEP (tonela- altura da fonte água bombeada
necessária para o
da equivalente de petróleo), proveniente de diversas fontes primárias. dividida pela para a caixa
funcionamento do
O grupo com renda familiar de mais de vinte salários mínimos repre- altura da caixa (litros/hora)
sistema (litros/hora)
senta 5% da população brasileira e utiliza cerca de 10% da energia total
consumida no país. 1/3 180 a 300
O grupo com renda familiar de até três salários mínimos representa
1/4 120 a 210
50% da população e consome 30% do total de energia.
Com base nessas informações, pode-se concluir que o consumo médio 1/6 720 a 1 200 80 a 140
de energia para um indivíduo do grupo de renda superior é x vezes
maior do que para um indivíduo do grupo de renda inferior. O valor 1/8 60 a 105
aproximado de x é:
a) 2,1. b) 3,3. c) 6,3. d) 10,5. e) 12,7. 1/10 45 a 85

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Questões do Enem 5

A eficiência energética ε de um carneiro pode ser obtida pela expressão: 29 (2000) A tabela abaixo resume alguns dados importantes sobre
V os satélites de Júpiter.
H ? __
ε 5 __ b ,
h Vf Distância média ao Período
Diâmetro
cujas variáveis estão definidas na tabela e na figura. Nome centro de Júpiter orbital (dias
(km)
No sítio ilustrado, a altura da caixa-d’água é o quádruplo da altura da (km) terrestres)
fonte. Comparado a motobombas a gasolina, cuja eficiência energética Io 3 642 421 800 1,8
é cerca de 36%, o carneiro hidráulico do sítio apresenta:
a) menor eficiência, sendo, portanto, inviável economicamente. Europa 3 138 670 900 3,6
b) menor eficiência, sendo desqualificado do ponto de vista ambiental Ganimedes 5 262 1 070 000 7,2
pela quantidade de energia que desperdiça.
c) mesma eficiência, mas constitui alternativa ecologicamente mais Calisto 4 800 1 880 000 16,7
apropriada. Ao observar os satélites de Júpiter pela primeira vez, Galileu Galilei fez
d) maior eficiência, o que, por si só, justificaria o seu uso em todas as diversas anotações e tirou importantes conclusões sobre a estrutura
regiões brasileiras. de nosso Universo.
e) maior eficiência, sendo economicamente viável e ecologicamente A figura abaixo reproduz uma anotação de Galileu referente a Júpiter
correto. e seus satélites.
1 23 4
27 (2006) Se, na situação apresentada na questão anterior, O
H 5 5 ? h, então, é mais provável que, após 1 hora de funcionamento
De acordo com essa representação e com os dados da tabela, os pon-
ininterrupto, o carneiro hidráulico bombeie para a caixa-d’água:
tos indicados por 1, 2, 3 e 4 correspondem, respectivamente, a:
a) de 70 a 100 litros de água. a) Io, Europa, Ganimedes e Calisto.
b) de 75 a 210 litros de água. b) Ganimedes, Io, Europa e Calisto.
c) de 80 a 220 litros de água. c) Europa, Calisto, Ganimedes e Io.
d) de 100 a 175 litros de água. d) Calisto, Ganimedes, Io e Europa.
e) de 110 a 240 litros de água. e) Calisto, Io, Europa e Ganimedes.
28 (2006) A figura a seguir ilustra uma gangorra de brinque- 30 (2006) Eclusa é um canal que, construído em águas de um rio
do feita com uma vela. A vela é acesa nas duas extremidades e, ini- com grande desnível, possibilita a navegabilidade, subida ou descida
cialmente, deixa-se uma das extremidades mais baixa que a outra. de embarcações. No esquema a seguir, está representada a descida de
uma embarcação, pela eclusa do porto Primavera, do nível mais alto do
A combustão da parafina da extremidade mais baixa provoca a fusão.
rio Paraná até o nível da jusante.
A parafina da extremidade mais baixa da vela pinga mais rapidamen-
te que na outra extremidade. O pingar da parafina fundida resulta na
diminuição da massa da vela na extremidade mais baixa, o que oca-
siona a inversão das posições. Assim, enquanto a vela queima, oscilam

Setup
P
as duas extremidades. P O
O
R R
20 m T
Nível da T
jusante A Câmara A
1
2 6m

Válvula de dreno Válvula de enchimento

Câmara
p
Setu

Nesse brinquedo, observa-se a seguinte sequência de transformações


de energia: Enquanto a válvula de enchimento está fechada e a de dreno,
a) energia resultante de processo químico → energia potencial gravi- aberta, o fluxo de água ocorre no sentido indicado pelas setas,
tacional → energia cinética. esvaziando a câmara, até o nível da jusante. Quando, no
interior da câmara, a água atinge o nível da jusante, a porta 2
b) energia potencial gravitacional → energia elástica → energia ci- é aberta, e a embarcação pode continuar navegando rio abaixo.
nética.
A câmara dessa eclusa tem comprimento aproximado de 200 m e lar-
c) energia cinética → energia resultante de processo químico → ener-
gura igual a 17 m. A vazão aproximada da água durante o esvaziamen-
gia potencial gravitacional. to da câmara é de 4 200 m3 por minuto. Assim, para descer do nível
d) energia mecânica → energia luminosa → energia potencial gravita- mais alto até o nível da jusante, uma embarcação leva cerca de:
cional. a) 2 minutos. d) 16 minutos.
e) energia resultante do processo químico → energia luminosa →  b) 5 minutos. e) 21 minutos.
energia cinética. c) 11 minutos.

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6 Questões do Enem

31 (2001) Segundo um especialista em petróleo (Estado de S. Paulo, 33 (2009) O ônibus espacial Atlantis foi lançado ao espaço com
5 de março de 2000), o consumo total de energia mundial foi estimado cinco astronautas a bordo e uma câmera nova, que iria substituir uma
em 8,3 bilhões de toneladas equivalentes de petróleo (TEP) para 2001. outra danificada por um curto-circuito no telescópio Hubble. Depois
A porcentagem das diversas fontes da energia consumida no globo é de entrarem em órbita a 560 km de altura, os astronautas se aproxi-
representada no gráfico. maram do Hubble. Dois astronautas saíram da Atlantis e se dirigiram
ao telescópio.
50 Ao abrir a porta de acesso, um deles exclamou: “Esse telescópio tem a
petróleo massa grande, mas o peso é pequeno”.
40

Dennis Hallinan/Alamy/Other Images


% da energia mundial

30
carvão
gás
20

a
ric
ét
10 el
nuclear
dr
outros
hi

0
Fontes de energia
Segundo as informações apresentadas, para substituir a energia nu-
clear utilizada é necessário, por exemplo, aumentar a energia prove-
niente do gás natural em cerca de: Considerando o texto e as leis de Kepler, pode-se afirmar que a frase
a) 10%. c) 25%. e) 50%. dita pelo astronauta:
b) 18%. d) 33%. a) se justifica porque o tamanho do telescópio determina a sua massa,
enquanto seu pequeno peso decorre da falta de ação da aceleração
32 (2009) O esquema a seguir mostra um diagrama de bloco de da gravidade.
uma estação geradora de eletricidade abastecida por combustível b) se justifica ao verificar que a inércia do telescópio é grande compa-
fóssil. rada à dele próprio, e que o peso do telescópio é pequeno porque a
atração gravitacional criada por sua massa era pequena.
c) não se justifica, porque a avaliação da massa e do peso de objetos
em órbita tem por base as leis de Kepler, que não se aplicam a saté-
lites artificiais.
Gases da
Vapor d) não se justifica, porque a força-peso é a força exercida pela gravi-
combustão
Setup

Eletricidade dade terrestre, neste caso, sobre o telescópio e é a responsável por


Turbina Gerador
manter o próprio telescópio em órbita.
e) não se justifica, pois a ação da força-peso implica a ação de uma for-
Caldeira ça de reação contrária, que não existe naquele ambiente. A massa
Saída H2O quente do telescópio poderia ser avaliada simplesmente pelo seu volume.
H2O
Condensador 34 (2009) Na linha de uma tradição antiga, o astrônomo grego Pto-
lomeu (100-170 d.C.) afirmou a tese do geocentrismo, segundo a qual a
Líquido Entrada H2O Terra seria o centro do universo, sendo que o Sol, a Lua e os planetas gi-
fria rariam em seu redor em órbitas circulares. A teoria de Ptolomeu resol-
Combustível Bomba
 via de modo razoável os problemas astronômicos da sua época. Vários
ar séculos mais tarde, o clérigo e astrônomo polonês Nicolau Copérnico
Lago (1473-1543), ao encontrar inexatidões na teoria de Ptolomeu, formulou
a teoria do heliocentrismo, segundo a qual o Sol deveria ser conside-
HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M. Energia e meio ambiente. São Paulo: Pionei- rado o centro do universo, com a Terra, a Lua e os planetas girando cir-
ra Thomson Learning, 2003 (adaptado). cularmente em torno dele. Por fim, o astrônomo e matemático alemão
Se fosse necessário melhorar o rendimento dessa usina, que forneceria Johannes Kepler (1571-1630), depois de estudar o planeta Marte por
eletricidade para abastecer uma cidade, qual das seguintes ações po- cerca de trinta anos, verificou que a sua órbita é elíptica. Esse resultado
deria resultar em alguma economia de energia, sem afetar a capacida- generalizou-se para os demais planetas.
de de geração da usina? A respeito dos estudiosos citados no texto, é correto afirmar que:
a) Reduzir a quantidade de combustível fornecido à usina para ser a) Ptolomeu apresentou as ideias mais valiosas, por serem mais anti-
queimado. gas e tradicionais.
b) Reduzir o volume de água do lago que circula no condensador de b) Copérnico desenvolveu a teoria do heliocentrismo inspirado no
vapor. contexto político do Rei Sol.
c) Reduzir o tamanho da bomba usada para devolver a água líquida à c) Copérnico viveu em uma época em que a pesquisa científica era
caldeira. livre e amplamente incentivada pelas autoridades.
d) Melhorar a capacidade de os dutos com vapor conduzirem calor d) Kepler estudou o planeta Marte para atender às necessidades de
para o ambiente. expansão econômica e científica da Alemanha.
e) Usar o calor liberado com os gases pela chaminé para mover um e) Kepler apresentou uma teoria científica que, graças aos métodos
outro gerador. aplicados, pôde ser testada e generalizada.

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Questões do Enem 7

35 (2009) O Brasil pode se transformar no primeiro país das Amé- 37 (2009) O controle de qualidade é uma exigência da sociedade
ricas a entrar no seleto grupo das nações que dispõem de trens-bala. moderna na qual os bens de consumo são produzidos em escala in-
O Ministério dos Transportes prevê o lançamento do edital de licitação dustrial. Nesse controle de qualidade são determinados parâmetros
internacional para a construção da ferrovia de alta velocidade Rio-São que permitem checar a qualidade de cada produto. O álcool combus-
Paulo. A viagem ligará os 403 quilômetros entre a Central do Brasil, no tível é um produto de amplo consumo muito adulterado, pois rece-
Rio, e a Estação da Luz, no centro da capital paulista, em uma hora e be adição de outros materiais para aumentar a margem de lucro de
25 minutos. quem o comercializa. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo
Disponível em: <http://oglobo.globo.com>. (ANP), o álcool combustível deve ter densidade entre 0,805 g/cm3 e
Acesso em: 14 jul. 2009. 0,811 g/cm3. Em algumas bombas de combustível a densidade do
Devido à alta velocidade, um dos problemas a ser enfrentado na es- álcool pode ser verificada por meio de um densímetro similar ao de-
colha do trajeto que será percorrido pelo trem é o dimensionamento senhado abaixo, que consiste em duas bolas com valores de densida-
das curvas. Considerando-se que uma aceleração lateral confortável de diferentes e verifica quando o álcool está fora da faixa permitida.
para os passageiros e segura para o trem seja de 0,1 g, em que g é a Na imagem, são apresentadas situações distintas para três amostras
aceleração da gravidade (considerada igual a 10 m/s2), e que a ve- de álcool combustível.
locidade do trem se mantenha constante em todo o percurso, seria

Setup
correto prever que as curvas existentes no trajeto deveriam ter raio
de curvatura mínimo de, aproximadamente,
a) 80 m. c) 800 m. e) 6 400 m.
b) 430 m. d) 1 600 m.

36 (2009) No século XXI, racionalizar o uso da energia é uma ne-


cessidade imposta ao homem devido ao crescimento populacional e
Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3
aos problemas climáticos que o uso da energia, nos moldes em que
vem sendo feito, tem criado para o planeta. Assim, melhorar a efi- A respeito das amostras ou do densímetro, pode-se afirmar que:
ciência no consumo global de energia torna-se imperativo. O gráfico, a a) a densidade da bola escura deve ser igual a 0,811 g/cm3.
seguir, mostra a participação de vários setores da atividade econômica b) a amostra 1 possui densidade menor do que a permitida.
na composição do PIB e sua participação no consumo final de energia c) a bola clara tem densidade igual à densidade da bola escura.
no Brasil. d) a amostra que está dentro do padrão estabelecido é a de número 2.
e) o sistema poderia ser feito com uma única bola de densidade entre
PARTICIPAÇÃO % NO PIB E NO CONSUMO 0,805 g/cm3 e 0,811 g/cm3.
DE ENERGIA − 2000
60,0
38 (2009) O Super-homem e as leis do movimento
50,0 Uma das razões para pensar sobre física dos super-heróis é, acima de
tudo, uma forma divertida de explorar muitos fenômenos físicos in-
40,0 teressantes, desde fenômenos corriqueiros até eventos considerados
fantásticos.
30,0
A figura a seguir mostra o Super-homem lançando-se no espaço para
20,0 chegar ao topo de um prédio de altura H.
Seria possível admitir que com seus superpoderes ele estaria voando
10,0 com propulsão própria, mas considere que ele tenha dado um forte
salto. Neste caso, sua velocidade final no ponto mais alto do salto deve
00,0
. D. . . . . . . . . ser zero, caso contrário, ele continuaria subindo. Sendo g a aceleração
RV IN RO ER ÍM &B N ET &C ET X IN
SE Q. AG EN QU A TRA M P Ñ. M TÊ M da gravidade, a relação entre a velocidade inicial do Super-homem e a
% DO PIB % DO CONSUMO DE ENERGIA altura atingida é dada por: v2 5 2 g H.
KAKALIOS, J. The physics of superheroes. USA: Gothan Books, 2005.
SERV.  Serviços TRAN.  Transporte
Q. IND.  Outras indústrias MET.  Metalúrgica
João Anselmo

P&C  Papel e celulose


AGRO.  Agropecuária
Ñ. MET  Não metais
ENER.  Energia
(cerâmica e cimento)
QUÍM.  Química TÊX.  Têxtil
A&B  Alimentos e Bebidas MIN.  Mineração

PATUSCO, J. A. M. Energia e economia no Brasil 1970-2000.


Economia & Energia, n. 35, nov./dez. 2002.
Disponível em: <http://ecen.com/eee35/energ-econom1970-2000.htm>.
Acesso em: 20 mar. 2009 (com adaptações).

Considerando os dados apresentados, a fonte de energia primária para


a qual uma melhoria de 10% na eficiência de seu uso resultaria em
maior redução no consumo global de energia seria:
a) o carvão. d) o gás natural.
b) o petróleo. e) a hidroeletricidade.
c) a biomassa.

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8 Questões do Enem

A altura que o Super-homem alcança em seu salto depende do quadra- 39 (2009) O pó de café jogado no lixo caseiro e, principalmente, as
do de sua velocidade inicial porque: grandes quantidades descartadas em bares e restaurantes poderão se
a) a altura do seu pulo é proporcional à sua velocidade média multipli- transformar em uma nova opção de matéria-prima para a produção de
cada pelo tempo que ele permanece no ar ao quadrado. biodiesel, segundo estudo da Universidade de Nevada (EUA). No mun-
b) o tempo que ele permanece no ar é diretamente proporcional à do, são cerca de 8 bilhões de quilogramas de pó de café jogados no lixo
aceleração da gravidade e essa é diretamente proporcional à velo- por ano. O estudo mostra que o café descartado tem 15% de óleo, o
cidade. qual pode ser convertido em biodiesel pelo processo tradicional. Além
c) o tempo que ele permanece no ar é inversamente proporcional à de reduzir significativamente emissões prejudiciais, após a extração do
aceleração da gravidade e essa é inversamente proporcional à velo- óleo, o pó de café é ideal como produto fertilizante para jardim.
cidade média. Revista Ciência e Tecnologia no Brasil, n. 155, jan. 2009.
d) a aceleração do movimento deve ser elevada ao quadrado, pois Considere o processo descrito e a densidade do biodiesel igual a
existem duas acelerações envolvidas: a aceleração da gravidade e 900 kg/m3. A partir da quantidade de pó de café jogada no lixo por ano,
a aceleração do salto. a produção de biodiesel seria equivalente a:
e) a altura do seu pulo é proporcional à sua velocidade média multipli- a) 1,08 bilhão de litros. d) 8,00 bilhões de litros.
cada pelo tempo que ele permanece no ar, e esse tempo também b) 1,20 bilhão de litros. e) 8,80 bilhões de litros.
depende da sua velocidade inicial. c) 1,33 bilhão de litros.

40 (2008) O gráfico abaixo mostra a área desmatada da Amazônia, em km2, a cada ano, no período de 1988 a 2008.
km2

30 000

20 000

10 000

0 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08
ano
As informações do gráfico indicam que:
a) o maior desmatamento ocorreu em 2004.
b) a área desmatada foi menor em 1997 que em 2007.
c) a área desmatada a cada ano manteve-se constante entre 1998 e 2001.
d) a área desmatada por ano foi maior entre 1994 e 1995 que entre 1997 e 1998.
e) o total de área desmatada em 1992, 1993 e 1994 é maior que 60 000 km2.

41 (2003) O tempo que um ônibus gasta para ir do ponto inicial ao ponto final de uma linha varia, durante o dia, conforme as condições do
trânsito, demorando mais nos horários de maior movimento. A empresa que opera essa linha forneceu, no gráfico abaixo, o tempo médio de dura-
ção da viagem conforme o horário de saída do ponto inicial, no período da manhã.
120
110
100
Tempo do percurso (minutos)

90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
10
20

00

30
10

40

40
50
00

20
30
30

50

40

00
10

40

10 0

0
30
20
20

10

50

10 0
10 0

10 0
11 0
00

10 0
10 0
5

:0
:0
:1

:4
:5
:2
:3
7:
6:

7:

7:
6:

6:

7:
7:
8:

9:
9:
6:

6:

8:

9:
9:

9:
9:
8:
8:
7:

8:

8:
6:

Horário de saída
De acordo com as informações do gráfico, um passageiro que necessita chegar até as 10 h 30 min ao ponto final dessa linha deve tomar o ônibus
no ponto inicial, no máximo, até as:
a) 9 h 20 min. b) 9 h 30 min. c) 9 h 00 min. d) 8 h 30 min. e) 8 h 50 min.

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Questões do Enem 9

42 (2003) João e Antônio utilizam os ônibus da linha mencionada na questão anterior para ir trabalhar, no período considerado no gráfico, nas
seguintes condições:
• trabalham vinte dias por mês;
• João viaja sempre no horário em que o ônibus faz o trajeto no menor tempo;
• Antônio viaja sempre no horário em que o ônibus faz o trajeto no maior tempo;
• na volta do trabalho, ambos fazem o trajeto no mesmo tempo de percurso.
Considerando-se a diferença de tempo de percurso, Antônio gasta, por mês, em média,
a) 05 horas a mais que João. d) 40 horas a mais que João.
b) 10 horas a mais que João. e) 60 horas a mais que João.
c) 20 horas a mais que João.

43 (2009) O uso da água do subsolo requer o bombeamento para um reservatório elevado. A capacidade de bombeamento (litros/hora) de
uma bomba hidráulica depende da pressão máxima de bombeio, conhecida como altura manométrica H (em metros), do comprimento L da tubu-
lação que se estende da bomba até o reservatório (em metros), da altura de bombeio h (em metros) e do desempenho da bomba (exemplificado
no gráfico).
De acordo com os dados a seguir, obtidos de um fabricante de bombas, para se determinar a quantidade de litros bombeados por hora para o
reservatório com uma determinada bomba, deve-se:
1 – Escolher a linha apropriada na tabela correspondente à altura (h), em metros, da entrada da água na bomba até o reservatório.
2 – Escolher a coluna apropriada, correspondente ao comprimento total da tubulação (L), em metros, da bomba até o reservatório.
3 – Ler a altura manométrica (H) correspondente ao cruzamento das respectivas linha e coluna na tabela.
4 – Usar a altura manométrica no gráfico de desempenho para ler a vazão correspondente.

L 5 Comprimento total da tubulação (em metro), da bomba até o reservatório


10 20 40 60 80 100 125 150 175 200 225 250 300
H 5 Altura manométrica total, em metro
5 6 7 8 10 11 13 14 16 18 20 22 24 28
10 11 12 13 15 16 18 19 21 23 25 27 29 33
entrada da água na bomba
h 5 Altura (em metro) da

15 17 18 20 21 23 24 26 28 30 32 34 38
até o reservatório

20 22 23 25 26 28 29 31 33 35 37 39 43
25 28 30 31 33 34 36 38 40 42 44 48
30 33 35 36 38 39 41 43 45 47 50 50
35 38 40 41 43 44 46 48 50 50
40 43 45 46 50 50 50 50
50 50 50

´
GRAFICO DE DESEMPENHO
H  Altura manométrica (m)

50 Reservatório
Setup

40
L
30
h
20

10

0 Bomba
800 1 200 1 600 2 000
Q  Vazão (litros/hora)

Disponível em: <http://www.anayer.com.br>.


Acesso em: 19 maio 2009 (adaptado).
Considere que se deseja usar uma bomba, cujo desempenho é descrito pelos dados acima, para encher um reservatório de 1 200 L que se encontra
30 m acima da entrada da bomba. Para fazer a tubulação entre a bomba e o reservatório seriam usados 200 m de cano. Nessa situação, é de esperar
que a bomba consiga encher o reservatório:
a) entre 30 e 40 minutos. d) entre 40 minutos e 1 h e 10 minutos.
b) em menos de 30 minutos. e) entre 1 h e 10 minutos e 1 h e 40 minutos.
c) em mais de 1 h e 40 minutos.

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10 Exercícios Complementares

exercíciOs cOMpleMeNtares
1 (Favip-PE) Um automóvel realiza uma viagem da cidade A até a Durante a frenagem para um carro a 50 km/h (14 m/s) em pista molha-
cidade C, passando pela cidade B. A viagem é feita em três etapas, sem da, a desaceleração vale, aproximadamente, em m/s2:
intervalo de tempo entre elas e sempre ao longo do mesmo sentido de a) 2,3 b) 3,5 c) 5,8 d) 6,0
uma rodovia retilínea. Na primeira etapa, da cidade A à cidade B, o auto-
móvel percorre 120 km em duas horas. Na segunda etapa, ele permanece 5 (UFRN) A cidade de João Câmara, a 80 km de Natal, no Rio Grande
parado na cidade B durante duas horas. Na terceira etapa, o percurso da do Norte (RN), tem sido o epicentro (ponto da superfície terrestre atingido
cidade B à cidade C, com 200 km de comprimento, é realizado em quatro em primeiro lugar, e com mais intensidade, pelas ondas sísmicas) de alguns
horas. A velocidade média do automóvel na viagem completa é de: terremotos ocorridos nesse estado. O departamento de física da UFRN tem
a) 40 km/h c) 60 km/h e) 80 km/h um grupo de pesquisadores que trabalham na área de sismologia, utilizando
b) 50 km/h d) 70 km/h um sismógrafo instalado nas suas dependências, para detecção de terre-
motos. Num terremoto, em geral, duas ondas, denominadas primária (P) e
2 (PUC-MG) Um objeto desloca-se em movimento retilíneo unifor- secundária (S), percorrem o interior da Terra com velocidades diferentes.
me durante 30 s. A figura representa o gráfico da posição (s) do objeto Admita que as informações contidas no gráfico são referentes a um dos
em função do tempo (t). terremotos ocorridos no RN. Considere ainda que a origem dos eixos
s (m) da figura é coincidente com a posição da cidade de João Câmara.
15 Distância (km)
100
10
Natal 80
5 P
60
S
40
0 2 4 6 8 10 t (s) 20
A distância percorrida pelo objeto ao final de 30 s será, em metros, de: João
Câmara
a) 35 b) 40 c) 20 d) 30 0 4 8 12 16 20 24 28 Tempo (s)

Dados referentes às ondas P e S, associados a um terremoto


3 (UFPI) Dois veículos trafegam por uma avenida cujo limite má-
ocorrido no Rio Grande do Norte.
ximo de velocidade é 70 km/h. Quando estão a 150 m de um radar fixo,
um dos veículos está a 90 km/h e seu condutor aplica uma desaceleração Diante das informações contidas no gráfico, é correto afirmar que a
de 1,5 m/s2; o condutor do outro veículo, que está a 50 km/h com uma onda mais rápida e a diferença de tempo de chegada das ondas P e S
aceleração também de 1,5 m/s2, continua no mesmo ritmo. Analise as no sismógrafo da UFRN, em Natal, correspondem, respectivamente:
afirmativas seguintes e julgue (V ou F). a) à onda S e 4 segundos. c) à onda P e 16 segundos.
I. Os dois veículos são multados pelo radar fixo. b) à onda P e 8 segundos. d) à onda S e 24 segundos.
II. O veículo cujo condutor desacelerou passa primeiro pelo radar.
III. Ambos os veículos passam pelo radar com a velocidade de 60 km/h. 6 (UERJ) Um foguete persegue um avião, ambos com velocida-
IV. O veículo cujo condutor manteve sua aceleração é multado pelo des constantes e mesma direção. Enquanto o foguete percorre 4,0 km, o
radar fixo. avião percorre apenas 1,0 km. Admita que, em um instante t1, a distância
entre eles é de 4,0 km e que, no instante t2, o foguete alcança o avião.
4 (PUC-RS, adaptada) Um motorista, dirigindo um carro, vê um No intervalo de tempo t2 – t1, a distância percorrida pelo foguete, em
obstáculo e pisa no freio. A distância percorrida pelo veículo até parar quilômetros, corresponde aproximadamente a:
é determinada pelas condições do veículo, da pista, dos pneus, pela a) 4,7 b) 5,3 c) 6,2 d) 8,6
velocidade e pelo tempo de reação do motorista (aproximadamente
igual a 1 segundo). Durante esse tempo, o carro percorre, com velocidade 7 (U. Caxias do Sul-RS) Um automóvel em movimento retilíneo varia
constante, certa distância antes de começar a reduzir a velocidade, isto é, sua velocidade em relação ao tempo, de acordo com o gráfico abaixo.
antes de efetivamente começar a frear. A distância total percorrida pelo Com base nessas informações e
v (m/s)
veículo até parar é a soma da distância percorrida em 1 segundo (tempo nos dados do gráfico, é correto
de reação) com a distância percorrida durante a frenagem. O movimento afirmar que: 12
é aproximadamente retilíneo uniformemente desacelerado. A tabela a a) de 5 s a 20 s o automóvel de-
seguir contém os dados da distância total percorrida por um carro até parar, sacelera à razão de 1 m/s2. 8
em pista seca e em pista molhada (considerando-se pista de asfalto). b) a velocidade média do au-
4
tomóvel de 0 a 20 s é de
Distância total (m) 6,5 m/s.
Velocidade (km/h) Pista seca Pista molhada c) em 20 s o automóvel percor- 0 5 10 15 20 t (s)
re 240 m.
10 3,5 4 d) a equação horária da velocidade, pelo SI, de 0 a 5 s é x = 4 + 2t.
50 29 42 e) de 5 s a 20 s o automóvel tem movimento regressivo.

90 74 113 8 (UFPE) Um motorista dirige um carro com velocidade constante de


80 km/h, em linha reta, quando percebe uma “lombada” eletrônica indican-
130 138 279 do a velocidade máxima permitida de 40 km/h. O motorista aciona os freios,

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Exercícios Complementares 11

imprimindo uma desaceleração constante, para obedecer à sinalização e 11 (Esamc-AL) Considere um automóvel que faz uma viagem em
passar pela “lombada” com a velocidade máxima permitida. Observando- 4 horas e a sua velocidade escalar varia, aproximadamente, segundo
-se a velocidade do carro em função do tempo, desde o instante em que o gráfico ao lado. A velocidade v (km/h)
os freios foram acionados até o instante de passagem pela “lombada”, po- escalar média, em km/h, da via-
60
demos traçar o gráfico a seguir. Determine a distância percorrida entre gem foi de:
50
o instante t = 0, em que os freios foram acionados, e o instante t = 3,0 s, a) 35
em que o carro ultrapassa a “lombada”. Dê sua resposta em metros. b) 40
c) 45
v (km/h)
d) 55
80 e) 60 0 2 3 4 t (h)

12 (UFPE) Uma partícula executa um movimento uniformemente


40 variado ao longo de uma linha reta. A partir da representação gráfica da
posição x da partícula, em função do tempo, apresentada a seguir, identi-
fique o gráfico que descreveria corretamente a velocidade v da partícula,
0 em função do tempo.
0,0 1,0 2,0 3,0 t (s)
v (t )
a) v (t) d)
9 (UFSC) Dois trens partem, em horários diferentes, de duas cidades
situadas nas extremidades de uma ferrovia, deslocando-se em sentidos con-
trários. O trem azul parte da cidade A com destino à cidade B, e o trem verde
da cidade B com destino à cidade A. O gráfico representa as posições dos 0
dois trens em função do horário, tendo como origem a cidade A (d = 0). t0 t
0
t0 t
d (km)

720

b) v (t ) e) v (t )

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 t (h) t0
0
t t0
Trem verde Trem azul 0
t

Considerando a situação descrita e as informações do gráfico, assinale


a(s) proposição(ões) correta(s):
(01) A distância entre as duas cidades é de 720 km. c) v (t )
(02) Os trens gastam o mesmo tempo no percurso: 12 h.
(04) A velocidade média dos trens é de 60 km/h.
(08) O trem azul partiu às 4 h da cidade A.
(16) Os dois trens se encontram às 11 h. 0
(32) O tempo de percurso do trem verde é de 18 h. t0 t

Dê a soma dos números dos itens corretos.


10 (Mackenzie-SP) Dois automóveis, A e B, movimentam-se sobre
uma mesma trajetória retilínea, com suas velocidades variando com o
13 (Inatel-MG) Um barco tenta atravessar um rio com 1,0 km de
tempo de acordo com o gráfico ao lado.
largura. A correnteza do rio é paralela às margens retilíneas e tem
Sabe-se que esses móveis se encon- v (m/s)
A velocidade constante de módulo 4,0 km/h. A velocidade do barco,
tram no instante 10 s. A distância entre
em relação à água, é constante, tem módulo de 3,0 km/h e direção
eles, no instante inicial (t = 0 s), era de: 45
adequada para que o tempo de travessia seja o mínimo possível.
a) 575 m
Nessas condições, pode-se afirmar que o barco:
b) 425 m 30
a) nunca atravessará o rio.
c) 375 m
b) atravessará o rio em 12 minutos.
d) 275 m
c) atravessará o rio em 15 minutos.
e) 200 m
d) atravessará o rio em 20 minutos.
0
10 t (s) e) atravessará o rio em 30 minutos.
–10
14 (UFSC) Descendo um rio em sua canoa, sem remar, dois pes-
cadores levam 300 segundos para atingir o seu ponto de pesca, na
– 30 mesma margem do rio e em trajetória retilínea. Partindo da mesma po-
B sição e remando, sendo a velocidade da canoa, em relação ao rio, igual
a 2,0 m/s, eles atingem o seu ponto de pesca em 100 segundos. Após a

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12 Exercícios Complementares

pescaria, remando contra a correnteza do rio, eles gastam 600 segundos 18 (FGV-SP) Uma grande manivela, quatro engrenagens pequenas
para retornar ao ponto de partida. de 10 dentes e outra de 24 dentes, tudo associado a três cilindros de
8 cm de diâmetro, constituem este pequeno moedor manual de cana.
Ponto de vCR Ponto de
partida pesca
Direção do giro
da manivela

Considerando que a velocidade da correnteza vCR é constante, indique


a(s) proposição(ões) correta(s):
(01) Quando os pescadores remaram rio acima, a velocidade da ca-
noa, em relação à margem, foi igual a 4,00 m/s.
(02) Não é possível calcular a velocidade com que os pescadores re- Acoplamento das engrenagens
tornaram ao ponto de partida, porque a velocidade da correnteza (lado da alavanca)
não é conhecida.
Ao produzir caldo de cana, uma pessoa gira a manivela fazendo-a
(04) Quando os pescadores remaram rio acima, a velocidade da canoa,
completar uma volta a cada meio minuto. Supondo que a vara de cana
em relação ao rio, foi de 1,50 m/s.
colocada entre os cilindros seja esmagada sem escorregamento, a ve-
(08) A velocidade da correnteza do rio é 1,00 m/s.
locidade escalar com que a máquina puxa a cana para seu interior, em
(16) O ponto de pesca fica a 300 metros do ponto de partida.
cm/s, é, aproximadamente: (Dado: π = 3)
(32) Não é possível determinar a distância do ponto de partida até o
a) 0,20
ponto de pesca.
b) 0,35
(64) Como a velocidade da canoa foi de 2,0 m/s, quando os pescadores
c) 0,70
remaram rio abaixo, então, a distância do ponto de partida ao pon-
d) 1,25
to de pesca é de 200 m.
e) 1,50
Dê a soma dos números dos itens corretos.
15 (UFTO) Em um relógio analógico comum existem três pontei- 19 (UFPI) Considere os esboços de gráficos mostrados a seguir.
ros: o ponteiro das horas, o dos minutos e o dos segundos. A ponta de Eles representam posições (s), velocidade (v) e aceleração (a) em fun-
cada um desses ponteiros descreve um movimento circular uniforme. ção do tempo (t) para determinado móvel.
Se a ponta do ponteiro dos segundos possui módulo da velocidade I. s IV. s
igual a 6 cm/s, qual é o valor que mais bem representa o diâmetro da
trajetória circular percorrida pela ponta deste ponteiro?
a) 1,15 m b) 1,71 m c) 0,57 m d) 0,81 m e) 0,85m
16 (U. E. Londrina-PR) Um ciclista descreve uma volta completa em uma
pista que se compõe de duas retas de comprimento L e duas semicircunfe-
0 t t
rências de raio R, conforme representado na figura a seguir.
A volta dá-se de forma que a velocidade escalar média nos trechos re- II. v V. v
tos é v e nos trechos curvos L
2
é · v. O ciclista completa a
3 R
volta com uma velocidade R
escalar média em todo o per- t
curso igual a 4 · v.
t
L
5 a a
A partir dessas informações, é correto afirmar que o raio dos semicírcu- III. VI.
los é dado pela expressão:
π · R 3 · π · R
a) L = π ⋅ R c) L = e) L =
3 2
π · R π · R
b) L = d) L = t t
2 4
17 (UFPI) Uma partícula descreve um movimento circular unifor- Com relação a esses gráficos, analise as seguintes afirmativas.
me de raio r = 1,0 m. No instante t = 0, sua velocidade v0 e sua acelera- I. Os gráficos I, II e III podem caracterizar um movimento vertical para
ção a0 apontam nas direções indicadas na figura a seguir. Dois segun- cima na superfície da Terra.
dos depois, a partícula tem pela primeira II. Os gráficos I, V e VI podem caracterizar um movimento uniforme.
a
vez velocidade v = –v0 e aceleração a = – a0. 0 III. Os gráficos II, III e IV podem caracterizar um movimento variado.
Os módulos de v0 (em m/s) e de a0 (em m/ Está correto apenas o que se afirma em:
s2) são, respectivamente: a) I
π π2 π π2 π b) I e II
a) , c) , e) , π2
2 2 2 4 2 c) I e III
π π2 π π2 d) II e III
b) , d) ,
4 16 4 8 v0 e) II

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Exercícios Complementares 13

20 (Fuvest-SP) Duas bolinhas são lançadas verticalmente para 23 (U. E. Londrina-PR) Um projétil é atirado com velocidade de 40
cima, de uma mesma altura, com a mesma velocida de inicial de 15 m/s, m/s, fazendo ângulo de 37° com a horizontal. A 64 m do ponto de dispa-
mas com intervalo de tempo de 0,5 s entre os lançamentos. ro, há um obstáculo de altura 20 m. Adotando g = 10 m/s2, cos 37° = 0,80 e
a) Desprezando a resistência do ar, faça, num mesmo sistema de eixos, sen 37° = 0,60, pode-se concluir que o projétil:
os gráficos da velocidade em função do tempo para as duas bolinhas. a) passa à distância de 2,0 m acima do obstáculo.
Indique nos eixos as unidades de medida. (Adote g = 10 m/s2.) b) passa à distância de 8,0 m acima do obstáculo.
b) Qual é o instante em que as alturas das duas bolinhas coincidem? c) se choca com o obstáculo a 12 m de altura.
c) Em que instante a primeira inverteu o sentido do movimento? d) se choca com o obstáculo a 18 m de altura.
e) cai no solo antes de chegar até o obstáculo.
21 (U. F. São Carlos-SP) Em julho de 2009, comemoramos os 40 anos
da primeira viagem tripulada à Lua. Suponha que você é um astronauta 24 (UFCE) Um avião voa horizontalmente com velocidade constan-
e que, chegando à superfície lunar, resolva fazer algumas brincadeiras te. Em dado instante, solta-se uma bola deste avião. Sabemos que para
para testar seus conhecimentos de física. (Dados: Considere a acelera- um indivíduo parado no chão a bola irá descrever movimento curvo. Se
ção da gravidade na Lua como 1,6 m/s2; em seus cálculos, mantenha desprezarmos a resistência do ar, para efeito do movimento da bola, po-
somente 1 (uma) casa após a vírgula.) demos afirmar que:
(01) o movimento da bola poderá ser decomposto em um MRU na ho-
rizontal e um MRU na vertical.
(02) o movimento da bola poderá ser decomposto em um MRU na ho-
rizontal e um movimento uniformemente acelerado na vertical.
(04) ambos os movimentos, na horizontal e na vertical, são retilíneos e
uniformemente acelerados.
(08) o movimento da bola poderá ser decomposto em um MRU na ver-
tical e movimento uniformemente acelerado na horizontal.
(16) para um indivíduo dentro do avião, a bola descreve um movimen-
to retilíneo.
a) Você lança uma pequena bolinha, verticalmente para cima, com ve- (32) o movimento curvo é uma ilusão de óptica devido ao movimento
locidade inicial v0 igual a 8 m/s. Calcule a altura máxima h atingida de rotação da Terra.
pela bolinha, medida a partir da altura do lançamento, e o intervalo Dê a soma dos números dos itens corretos.
de tempo Δt que ela demora para subir e descer, retornando à altu- 25 (Acafe-SC) Considere a informação:
ra inicial. “Um corpo de massa m, em queda livre, está próximo à superfície
b) Na Terra, você havia soltado de uma mesma altura inicial um marte- da Terra.”
lo e uma pena, tendo observado que o martelo alcançava primeiro Com relação à força peso que atua nesse corpo, é correto afirmar que:
o solo. Decide então fazer o mesmo experimento na superfície da a) aumenta com a velocidade do corpo.
Lua, imitando o astronauta David Randolph Scott durante a missão b) é uma interação entre o corpo e a Terra.
Apollo 15, em 1971. O resultado é o mesmo que o observado na c) equilibra a massa do corpo.
Terra? Explique o porquê. d) é a força do corpo sobre o corpo.
22 (Fuvest-SP) O salto que conferiu a medalha de ouro a uma atle- 26 (UFPR) Os princípios básicos da mecânica foram estabelecidos
ta brasileira, na Olimpíada de 2008, está representado no esquema a por Newton e publicados em 1686, sob o título Princípios matemáticos
seguir, reconstruído a partir de fotografias múltiplas. Nessa representa- da filosofia natural. Com base nesses princípios, é correto afirmar:
ção, está indicada, também, em linha tracejada, a trajetória do centro de (01) A aceleração de um corpo em queda livre depende da massa des-
massa da atleta (CM). se corpo.
Usando a escala estabelecida pelo comprimento do salto, de 7,04 m, é (02) As forças de ação e reação são forças de mesmo módulo e estão
possível estimar que o centro de massa da atleta atingisse uma altura aplicadas em um mesmo corpo.
máxima de 1,25 m (acima de sua altura inicial), e que isso ocorreu a (04) A massa de um corpo é uma propriedade intrínseca desse corpo.
uma distância de 3,0 m, na horizontal, a partir do início do salto, como (08) As leis de Newton são válidas somente para referenciais inerciais.
indicado na figura. (16) Quanto maior for a massa de um corpo, maior será sua inércia.
(32) A lei da inércia, que é uma síntese das ideias de Galileu sobre a
inércia, afirma que, para manter um corpo em movimento retilí-
CM neo uniforme, é necessária a ação de uma força.
g
Dê a soma dos números dos itens corretos.
1,25 m
7,04 metros 27 (Udesc) Calcule a aceleração do sistema a seguir quando o cor-
3m po de massa m é puxado por um força F que forma um ângulo α com
a horizontal. Sabe-se que entre a superfície e o corpo existe um coefi-
7,04 m
ciente de atrito cinético µ.
(Dados: F = 10 N; m = 2 kg; α = 60°; µ = 0,1; cos 60° = 0,5; sen 60° = 0,9 e
Considerando essas informações, estime: g = 10 m/s2)
a) o intervalo de tempo t1, em s, entre o instante do início do salto e o ins-
tante em que o centro de massa da atleta atingiu sua altura máxima; F
b) a velocidade horizontal média, vh, em m/s, da atleta durante o salto;
c) o intervalo de tempo t2, em s, entre o instante em que a atleta atin- α
giu sua altura máxima e o instante final do salto. m
(Note e adote: Desconsidere os efeitos da resistência do ar.)

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14 Exercícios Complementares

28 (UFPE) Um bloco está em equilíbrio sobre um plano inclinado, Nessa nova situação, o ponteiro da balança aponta para o valor que
sob a ação das forças peso, normal e de atrito. está indicado corretamente na seguinte figura:
a) b) c) d)
12345678
12345678 12345678 12345678

540 N 570 N 630 N 660 N

Qual das configurações a seguir representa corretamente todas as for-


ças exercidas sobre o bloco? 32 (ITA-SP) Dentro de um elevador em queda livre, em um campo
a) d) gravitacional g, uma bola é jogada para baixo, com velocidade v, de uma
altura h. Assinale o tempo previsto para a bola atingir o piso do elevador.

α v2 + 2 · g · h – v
α
α α a) t = g__ v d) t =
g

b) e)
v2 – 2 · g · h – v
b) t = v__ h e) t =
g

α α
α α 2 · h
c) t =
g
c)
33 (UFMG) Considere que dois objetos, de massas M e m, respecti-
vamente, estão pendurados nas extremidades de uma corda que passa
por uma polia, como representado na figura a seguir:
α
α

29 (PUC-MG) Na figura a seguir, estão representados dois blocos


de massas 1,0 kg e 2,0 kg, sobre uma superfície horizontal. O atrito é
Dinamômetro
desprezível. Os dois blocos estão ligados por um fio de massa desprezí-
vel. Sobre o segundo bloco, age uma força horizontal F = 6,0 N.

F
1,0 kg 2,0 kg
Polia

A aceleração do sistema e a tração no fio valerão, respectivamente:


a) 2,0 m/s2 e 2,0 N c) 6,0 m/ s2 e 6,0 N m
b) 3,0 m/ s2 e 6,0 N d) 3,0 m/ s2 e 2,0 N
M
30 (UPE) No sistema representado na figura a seguir, dois blo-
cos têm massas iguais e estão ligados por um fio de massa des- Considere que:
prezível. Na superfície do plano inclinado, o bloco desloca-se sem • o eixo da polia é sustentado por um dinamômetro;
atrito. O coeficiente de atrito cinético entre o plano horizontal e o • M > m;
bloco é 0,4, e atrito na roldana da corda, desprezível. Nessas condi- • a massa da corda e a da polia são desprezíveis;
ções, a aceleração do sistema vale, em m/s2. (Dados: sen 30° = 0,5 e • a corda é inextensível;
g = 10 m/s2) • a polia pode girar livremente em torno de seu eixo.
Considerando essas informações:
a) reproduza em seu caderno a figura e, nela, represente e nomeie as
forças que atuam nos objetos M e m;
b) determine a aceleração do objeto de massa m em função de M, m e g.

34 (UERJ) O cesto de uma máquina de lavar roupas mede 50 cm


30°
de diâmetro. Durante o ciclo de centrifugação, o coeficiente de atrito da
roupa com a parede do cesto da máquina é constante e igual a 0,5, e a
a) 5 b) 10 c) 0,5 d) 0,4 e) 0,87 aceleração angular do cesto é igual a 2 rad/s2.
Calcule, em relação a esse ciclo de centrifugação:
31 (UERJ) Uma balança na portaria de um prédio indica que o peso
a) a velocidade de rotação mínima para que a roupa fique grudada à
de Chiquinho é de 600 newtons. A seguir, outra pesagem é feita na mesma parede do cesto;
balança, no interior de um elevador, que sobe com aceleração de sentido con- b) o número de rotações feitas pelo cesto, a partir do repouso até atingir
g
trário ao da aceleração da gravidade e módulo a = __
, em que g = 10 m/s2. a velocidade de 3 rotações por segundo.
10

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Exercícios Complementares 15

35 (PUC-RJ) O trem rápido francês, conhecido como TGV (train O gráfico mostra a variação da energia cinética do conjunto motociclis-
à grande vitesse), viaja de Paris para o sul com uma velocidade ta e uma dessas motocicletas em função do quadrado de sua velocida-
média de cruzeiro: v = 216 km/h. A aceleração experimentada de, sobre uma superfície plana e horizontal.
pelos passageiros, por razões de conforto e segurança, está limi- E (J)
tada a 0,05g. Qual é, então, o menor raio que uma curva pode ter
nessa ferrovia? (Adote g = 10 m/s 2.) 3375
a) 7,2 km c) 72 km e) Não existe raio mínimo.
b) 93 km d) 9,3 km
2250
36 (UFMT) Um motociclista de globo da morte, preocupado com
seu sucesso no espetáculo, pede a um professor de física para calcular
1125
a velocidade mínima que terá que imprimir à sua moto para não cair no
momento de passar pelo teto do globo. Considerando o raio do globo
igual a 250 cm e a aceleração da gravidade igual a 10 m/s², qual deverá
ser a velocidade mínima? 0 10 20 30 40 v 2 (m2/s2)
a) 2,5 m/s c) 50,0 m/s e) 5,0 m/s Analisando os dados do gráfico, pode-se determinar a massa do moto-
b) 25,0 m/s d) 10,0 m/s ciclista que, em kg, vale:
a) 45 b) 52 c) 67 d) 78 e) 90
37 (Unicamp-SP) A tração animal pode ter sido a primeira fonte
externa de energia usada pelo homem e representa um aspecto mar- 40 (UFPE) Uma força de módulo F = 21 N acelera um bloco sobre
cante da sua relação com os animais. uma superfície horizontal sem atrito, conforme a figura. O ângulo entre
a) O gráfico a seguir mostra a força de tração exercida por um ca- a direção da força e o deslocamento do bloco é de 60 graus.
valo como função do deslocamento de uma carroça. O trabalho
realizado pela força é dado pela área sob a curva F x d. Calcule F
o trabalho realizado pela força de tração do cavalo na região em 60°
que ela é constante.
F (N)

Ao final de um deslocamento de 4,0 m, qual a variação da energia ciné-


1.000
tica do bloco, em joules?
800
41 (U. Amazonas) Um corpo é arrastado sobre uma superfície horizontal
600 por uma força constante de intensidade igual a 20 N, e forma com a horizontal
400 um ângulo de 60°. Durante a ação da força, o corpo se deslocou 5,0 m e sua
200
energia cinética sofreu uma variação de 10 J. A intensidade da força média
de atrito que a superfície exerceu sobre o corpo é: (Dado: cos 60° = 0,5)
0 10 20 30 40 50 64 70 d (m)
a) 8 N b) 10 N c) 5 N d) 4 N e) 2 N

b) No sistema internacional, a unidade de potência é o watt (W = 1 J/s). 42 (UFPE) Uma partícula de massa m é abandonada a partir do
O uso de tração animal era tão difundido no passado que James repouso de uma altura y = h acima da superfície da Terra (y = 0).
A aceleração da gravidade g é constante durante sua queda. Qual
Watt, aprimorador da máquina a vapor, definiu uma unidade de
dos gráficos seguintes melhor representa a energia cinética Ecin. da
potência tomando os cavalos como referência. O cavalo-vapor (CV),
partícula em função de sua posição y?
definido a partir da ideia de Watt, vale aproximadamente 740 W. Su-
ponha que um cavalo, transportando uma pessoa ao longo do dia, a) Ecin. d) Ecin.
realize um trabalho total de 444.000 J. Sabendo que o motor de uma m·g·h m·g·h
moto, operando na potência máxima, executa esse mesmo trabalho
em 40 s, calcule a potência máxima do motor da moto em CV.

38 (UERJ, adaptada) No edifício onde mora uma família, deseja-se ins- 0 h y 0 h y


talar uma bomba hidráulica capaz de elevar 500 litros de água até uma
caixa-d’água vazia, situada a 20 m de altura acima desta bomba, em 1 mi- b) Ecin. e) Ecin.

nuto e 40 segundos. Esta caixa-d’água tem a forma de um paralelepípedo m·g·h m·g·h


cuja base mede 2 m2. O rendimento de um sistema hidráulico é definido
pela razão entre o trabalho fornecido a ele e o trabalho por ele realizado.
Espera-se que o rendimento mínimo desse sistema seja de 50%.
Calcule a potência mínima, em HP, que deverá ter o motor dessa bomba. 0 h y 0 h y
(Dado: 1 HP = 750 W) c) Ecin.

39 (Fatec-SP) Os modelos disponíveis da linha de motocicletas de m·g·h


125 cilindradas de determinado fabricante apresentam uma das meno-
res massas da categoria, 83 kg, e um melhor posicionamento do centro
de gravidade. Resumindo, diversão garantida para pilotos de qualquer
peso ou estatura. 0 h y

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16 Exercícios Complementares

43 (UERJ) Duas goiabas de mesma massa, G1 e G2, desprendem-se, As expressões que determinam a energia cinética nos pontos B, C e D
num mesmo instante, de galhos diferentes. são, respectivamente:
A goiaba G1 cai de uma altura que corresponde ao dobro daquela de a) 3m · g · R; 2m · g · R; m · g · R
que cai G2. b) 2m · g · R; m · g · R; 0
E c) 3m · g · R; m · g · R; 2m · g · R
Ao atingirem o solo, a razão G2 , entre as energias cinéticas de G2 e G1,
EG1 d) m · g · R; 2m · g · R; 3m · g · R
terá o seguinte valor: e) 0; 2m · g · R; 3m · g · R
a) __ 1 b) __1 c) 2 d) 4 47 (UFRR) Uma bola de futebol é largada de uma altura de 30
4 2
44 (UFPE) Um pequeno bloco, posto em movimento a partir do
metros da superfície da Terra e toca o solo com uma velocidade não
ponto A com velocidade v0 = 6 m/s, desliza sem atrito até o ponto B, em nula. Desprezando os efeitos de atrito, podemos afirmar sobre a
que a sua velocidade é v. O intervalo de tempo de trânsito entre A e B é energia mecânica:
Δt = 1,0 s. Calcule a componente horizontal da aceleração média do blo- a) A bola se encontra em queda livre e possui energia cinética do iní-
co, entre os pontos A e B, em m/s2. Despreze a resistência do ar. cio ao fim do movimento.
b) A bola possui inicialmente energia cinética diferente de zero. Após a
A bola ser largada, a energia cinética vai se transformando em energia
v0
potencial que faz com que a bola adquira velocidade.
c) A bola possui inicialmente energia potencial diferente de zero.
Após a bola ser largada, a energia potencial vai se transformando
em energia cinética que faz com que a bola adquira velocidade.
h = 3,2 m d) Não há transformação de energia no sistema.
e) A bola perde energia mecânica pelo fato de estar em queda livre.
v
48 (UFGO) A energia potencial de um carrinho em uma montanha-
B russa varia, como mostra a figura a seguir:
Epot. (J)
45 (UEPE) Um carrinho de massa m é abandonado do repouso no
ponto A de uma montanha-russa a uma altura H. Considere o trecho 12

BCD como um arco de circunferência de raio R e desprezíveis todas as 9


forças resistivas ao movimento. A expressão que representa a força nor-
mal (N) no ponto C é dada por: 6

A 3

0 1 2 5 7 12 x (m)

Sabe-se que, em x = 2 m, a energia cinética é igual a 2 J e que não há


H C
atrito, sobre o carrinho, entre as posições x = 0 e x = 7 m. Desprezando
a resistência do ar, determine:
B R D a) a energia mecânica total do carrinho;
b) a energia cinética e potencial do carrinho na posição x = 7 m;
c) a força de atrito que deve atuar no carrinho, a partir da posição x = 7 m,
para levá-lo ao repouso em 5 m.
m ⋅ g
a) N = _____
  ⋅ (3R – 2H)
H   ⋅ (3R – H)
_____
d) N = m ⋅ g
R 49 (UFRS) Um bloco, partindo do repouso, desliza ao longo de um
b) N = m ⋅ g ⋅ (H – R) 1
e) N = _______ ⋅ (2H – 3R) plano inclinado de comprimento L, livre de qualquer atrito. Que distân-
m ⋅ g ⋅ R
m ⋅ R cia percorre o bloco sobre o plano inclinado até adquirir a metade da
c) N = _____
  ⋅ (R – 2H)
quantidade de movimento que terá no final do plano?
g
(3L)
46 (U. F. Santa Maria-RS) Uma partícula de massa m é abandona- a) __ L c) __L e) ____
4 2 4
da do repouso em A e desliza, sem atrito, ao longo de um trilho, con-
___L
forme a figura. O raio da parte circular, R, é equivalente a __ 1 da altura b) L( 2 –1) d)
2
3
do ponto A.
50 (Vunesp) Uma nave espacial de 103 kg se movimenta, livre de
D quaisquer forças, com velocidade constante de 1 m/s, em relação a um
A
referencial inercial. Necessitando pará-la, o centro de controle decidiu
acionar um dos motores auxiliares, que fornecerá uma força constante
R
R
de 200 N, na mesma direção, mas em sentido contrário ao do movimen-
C to. Esse motor deverá ser programado para funcionar durante:
R a) 1 s d) 5 s
b) 2 s e) 10 s
B c) 4 s

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Exercícios Complementares 17

51 (FGV-SP) Em um sistema isolado de forças externas, em repouso, 56 (U. Amazonas) Uma bala de 20 g, disparada horizontalmente
a resultante das forças internas e a quantidade de movimento total são, (despreze a gravidade) contra um carrinho de areia, inicialmente em
ao longo do tempo, respectivamente: repouso, aloja-se na areia, e um carrinho com areia passa a se mover
a) crescente e decrescente. com velocidade constante, percorrendo 72 cm em 0,4 s. A massa do
b) decrescente e crescente. carrinho com areia é de 5 kg e ele pode se mover sem atrito sobre a
c) decrescente e nula. superfície plana em que se encontra. A velocidade inicial da bala é de,
d) nula e constante. aproximadamente:
e) nula e crescente. a) 300 m/s
b) 452 m/s
52 (U. F. Santa Maria-RS) Um jogador chuta uma bola de c) 20 m/s
0,4 kg, parada, imprimindo-lhe uma velocidade de módulo 30 m/s. Se d) 100 m/s
a força sobre a bola tem uma intensidade média de 600 N, o tempo de
contato do pé do jogador com a bola, em s, é de: 57 (UFPE) Uma bola é lançada com velocidade v1 = 93 cm/s de
a) 0,02 encontro a outra bola idêntica, em repouso e próxima a uma parede.
b) 0,06 O evento ocorre sobre um plano horizontal, sem atrito, e todos os cho-
c) 0,2 ques são perfeitamente elásticos e frontais.
d) 0,6 v1=
e) 0,8

53 (U. F. Ouro Preto-MG) Um jovem de massa 60,0 kg está parado 1 2


sobre uma pista de patinação no gelo, perfeitamente lisa, quando apa-
nha seu cachorro de massa 20,0 kg, que se movia horizontalmente, em
sua direção, com velocidade de 4,0 m/s. Sabendo que g = 10,0 m/s2, Qual o módulo da velocidade relativa, em cm/s, entre as bolas após o
faça o que se pede. segundo choque entre elas?
a) Calcule a velocidade do jovem e do cachorro, depois que este foi 58 (Cefet-SP) Um projétil de massa 5 g é disparado em um bloco
apanhado pelo jovem. de madeira de massa 4 995 g, suspenso por um fio longo, encravando-
b) Explicite qual princípio da física é exemplificado pelo fenômeno se neste, de tal forma que a velocidade do conjunto projétil-bloco, ime-
acima. diatamente após o impacto, é de 0,25 m/s. A velocidade do projétil no
c) O resultado do item a seria o mesmo se o jovem, em vez de es- momento do impacto e o valor aproximado do módulo da perda de
tar sobre o gelo, estivesse sobre uma superfície bastante áspera? energia do projétil são, respectivamente:
Justifique. a) 150 m/s e 136,25 J
b) 250 m/s e 156,25 J
54 (Mackenzie-SP) Um pequeno carro tem massa 20,0 kg, quando vazio.
c) 250 m/s e 136,25 J
Contendo inicialmente uma massa de 10,0 litros de água (d = 1,00 g/cm3),
d) 150 m/s e 186,25 J
esse carro se desloca, nesse instante, com a velocidade escalar de 36 km/h. e) 250 m/s e 186,25 J
Durante seu movimento, retilíneo e praticamente livre de qualquer força de
resistência, a água escorre por um orifício existente na base inferior, com vazão 59 (UFSE) Uma bola A de massa 0,20 kg move-se, com velocidade
média de 0,50 litro por segundo, durante os primeiros 10,0 s. A aceleração de 5,0 m/s, sobre uma superfície horizontal lisa em trajetória retilínea.
escalar média desse carro, nesse intervalo de tempo, é de: Ela colide frontalmente com uma bola B de massa 0,30 kg, inicialmente
em repouso. Imediatamente após a colisão, as bolas movem-se juntas.
Julgue (V ou F) as afirmações.
I. A colisão é perfeitamente elástica.
II. A velocidade comum após a colisão vale 2,0 m/s.
III. O impulso sofrido por cada bola tem módulo 0,60 kg · m/s.
a) 0,20 m/s2
IV. Se a duração do choque for 0,10 s, a força média entre as bolas tem
b) 0,40 m/s2
módulo 12 N.
c) 1,20 m/s2
V. Nesta colisão, ocorre perda de 1,5 J de energia mecânica do sistema.
d) 2,00 m/s2
e) 2,40 m/s2 60 (F. M. Jundiaí-SP) Um projétil de massa 40,0 g, no instante em
que se move com energia cinética de 32 J, colide com um bloco de
55 (UFRJ) Em um parque de diversões, dois carrinhos elétricos massa 760,0 g, que se encontra em repouso sobre uma superfície
idênticos, de massas iguais a 150 kg, colidem frontalmente. As velo- horizontal, e fica incrustado nele. Considerando desprezível o efeito
cidades dos carrinhos imediatamente antes do choque são 5,0 m/s e do atrito entre o bloco e a superfície horizontal e a resistência do ar,
3,0 m/s. calcule, em m/s, o módulo da velocidade do:
5,0 m/s 3,0 m/s

Calcule a máxima perda de energia cinética possível do sistema, ime- a) projétil, imediatamente antes da colisão;
diatamente após a colisão. b) bloco, imediatamente após o projétil ter ficado incrustado.

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18 Exercícios Complementares

61 (U. Taubaté-SP) Um satélite artificial S descreve uma órbita elíp- indique aquela que corresponde ao módulo da velocidade tangencial
tica em torno da Terra, sendo que a Terra está no foco, conforme a figu- do satélite.
ra adiante. (Dados (valores aproximados): massa da Terra = 6 · 1024 kg, raio da Terra
= 6.300 km, constante de gravitação universal = 6,6 ⋅ 10–11 N ⋅ m2/kg2)
B S a) v = 3,5 ⋅ 103 m/s
b) v = 9,5 ⋅ 103 m/s
C A c) v = 1,5 ⋅ 103 m/s
T d) v = 7,5 ⋅ 103 m/s
e) v = 5,5 ⋅ 103 m/s
D
65 (UFSC) Suponha que existissem lunáticos, habitantes da Lua,
Indique a alternativa correta: semelhantes aos terráqueos. Sobre tais habitantes, na superfície lunar,
a) A velocidade do satélite é sempre constante. é correto afirmar que:
b) A velocidade do satélite cresce à medida que o satélite caminha ao (01) teriam um céu constantemente azul pela inexistência de nuvens.
longo da curva ABC. (02) não conseguiriam engolir nada.
c) A velocidade do ponto B é máxima. (04) não conseguiriam empinar pipa.
d) A velocidade do ponto D é mínima. (08) numa partida de futebol, poderiam fazer lançamentos mais lon-
e) A velocidade tangencial do satélite é sempre nula. gos do que se estivessem na Terra.
(16) numa partida de futebol, teriam menos opções de chutes, pela im-
62 (F. F. O. Diamantina-MG) As leis de Kepler definem o movimen-
possibilidade de aplicar efeitos na bola.
to da Terra em torno do Sol. Na figura, a área sombreada é igual a um
(32) poderiam apreciar o alaranjado do pôr do sol como um terráqueo.
quarto da área total da elipse.
(64) não poderiam beber líquidos com um canudinho, pela inexistên-
M cia de atmosfera.
Dê a soma dos números dos itens corretos.

66 (PUC-RS) Um satélite geoestacionário é um tipo especial de


Sol
satélite que orbita no plano do equador terrestre e que permanece
em repouso em relação a um observador em repouso em relação à
Terra. Para um observador que, do espaço, observasse a Terra e o saté-
P lite girando:
I. o sentido de rotação do satélite seria contrário ao da Terra;
N II. o período de rotação do satélite seria o mesmo da Terra;
III. a velocidade angular do satélite seria a mesma da Terra;
Assim, o tempo gasto pela Terra para percorrer o trajeto MPN é, aproxi- IV. a força centrípeta exercida sobre o satélite seria menor do que o seu
madamente, em meses, igual a: peso na superfície da Terra.
a) 9
As alternativas corretas são, apenas:
b) 6
a) I e II
c) 4
b) II e IV
d) 3
c) I, II e III
e) 1
d) II, III e IV
63 (UEMG) Em seu movimento em torno do Sol, a Terra descreve e) I, III e IV
uma trajetória elíptica, como na figura a seguir:
67 (PUC/Campinas-SP) Três blocos de massas iguais são pendura-
dos no teto por dois fios que passam livremente pelas roldanas 1 e 2.
Consideradas desprezíveis as massas dos fios e as eventuais forças de
atrito, o sistema pode oscilar.

1 2

São feitas duas afirmações sobre esse movimento: α


I. A velocidade da Terra permanece constante em toda a trajetória.
II. A mesma força que a Terra faz no Sol, o Sol faz na Terra.
Sobre tais afirmações, só é correto afirmar que:
a) as duas afirmações são verdadeiras. Durante a oscilação, a aceleração dos corpos será nula quando o ângu-
b) apenas a afirmação 1 é verdadeira. lo α indicado na figura for:
c) apenas a afirmação 2 é verdadeira. a) maior que 120°.
d) as duas afirmações são falsas. b) igual a 120°.
c) igual a 90°.
64 (Cefet-SP) Considere um satélite de massa m = 10 kg, a uma alti- d) igual a 60°.
tude h = 700 km acima da superfície da Terra. Nas alternativas a seguir, e) menor que 60°.

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Exercícios Complementares 19

68 (Unicamp-SP) Uma das modalidades de ginástica olímpica é a


das argolas. Nessa modalidade, os músculos mais solicitados são os dos
braços, que suportam as cargas horizontais, e os da região dorsal, que
suportam os esforços verticais.
Figura II
d
Da experiência, pode-se concluir:
a) Quando as mãos se aproximam, o dedo que estiver mais próximo
do centro de gravidade da vassoura estará sujeito a uma menor for-
ça de atrito.
H
b) Quando as mãos estão separadas, o dedo que suporta maior peso é
o que está mais próximo do centro de gravidade da vassoura.
c) Se o cabo da vassoura for cortado no ponto em que os dedos se
encontram, os dois pedaços terão o mesmo peso.
d) Durante o processo de aproximação, os dedos deslizam sempre com
a mesma facilidade, pois estão sujeitos à mesma força de atrito.

71 (U. Passo Fundo-RS) Um trampolim é feito de madeira com 60 N


de peso, é homogêneo e horizontal, com as medidas da figura. Se uma
pessoa de 50 kg se coloca na extremidade C, as forças de reação exerci-
L das nos apoios A e B valem, em N, respectivamente: (Dado: g = 10 m/s2)

1m 2m
Considerando um atleta cuja massa é de 60 kg e sendo os comprimen-
tos indicados na figura H = 3,0 m, L = 1,5 m e d = 0,5 m e g = 10 m/s2,
responda: C
a) Qual a tensão em cada corda quando o atleta está pendurado no
início do exercício com os braços na vertical?
A B
b) Quando o atleta abre os braços na horizontal, qual o componente
horizontal da tensão em cada corda? a) 230 e 894 d) 795 e 235
b) 545 e 594 e) 990 e 135
69 (UFAL) O bloco da figura possui peso P e se encontra na iminên- c) 690 e 455
cia de movimento sob a ação de uma força de módulo constante F e
direção perpendicular à parede vertical. Se o coeficiente de atrito está- 72 (Ifet-GO) Uma pessoa tenta, manualmente, com uma pequena
tico entre a parede e o bloco é menor que 1, indique a relação correta chave de roda, desapertar uma porca que prende a roda de um car-
entre P e F. ro que foi excessivamente apertada por um borracheiro. Depois de
várias tentativas sem êxito, ela sobe sobre a chave de roda, apoiando
um de seus pés na extremidade livre desta, a 30 cm do eixo da porca
(veja figuras), e assim, com seu peso perpendicular à barra, consegue
F& g& seu objetivo.

Figura 1

d
Cano
a) 0 < P < F c) 0 < F < __ P e) 0 < F < P Figura 2
2
P 30 cm
b) F < P < 2F __
d) < F < P
2
1 cm
70 (UFRN) A professora Marília tenta estimular os alunos com ex- 30 cm
periências simples, possíveis de serem realizadas facilmente, inclusive
em casa. Uma dessas experiências é a do equilíbrio de uma vassoura: Sabendo-se que a massa da pessoa é 70 kg e que ela pode exercer,
Apoia-se o cabo de uma vassoura sobre os dedos indicadores de am- com as mãos, uma força perpendicular à barra de, no máximo, 294 N,
bas as mãos, separadas (figura I). Em seguida, aproximam-se esses de- qual seria o comprimento mínimo de um pedaço de cano, envolvendo
dos um do outro, mantendo-se sempre o cabo da vassoura na horizon- completamente a barra-alavanca da chave de roda, que ela poderia usar
tal. A experiência mostra que os dedos se juntarão sempre no mesmo para aumentar o braço dessa alavanca e assim resolver o problema ma-
ponto no qual a vassoura fica em equilíbrio, não caindo, portanto, para nualmente, de maneira mais fácil, segura e com menos esforço? (Dados:
nenhum dos lados (figura II). aceleração da gravidade g = 9,8 m/s2; massa correspondente ao peso
mínimo capaz de girar a porca = 70 kg)
a) 70,5 cm
b) 69,5 cm
c) 68,5 cm
d) 70,0 cm
Figura I
e) 69,0 cm

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20 Exercícios Complementares

73 (Uespi) No recipiente mostrado na figura, a densidade do líqui- 77 (UFTM-MG) Todo tanque de lavar roupas possui uma tampa
do em repouso é denotada por ρ, e a aceleração da gravidade, por g. que permite a drenagem da água no momento desejado. Quando o
Com todas as grandezas expressas no Sistema Internacional de Unida- tanque está vazio, a tampa, de peso desprezível, apenas se apoia nas
des, a diferença de pressão entre os pontos A e B é dada por: paredes do ralo, sem exercer compressões laterais.

& 3m
50 cm
B 4m

ρ · g
a) ____

5
ρ · g
b) ____
A força vertical para cima a ser aplicada sobre a tampa, a partir da qual
4
c) 3 · ρ · g é possível retirá-la do ralo que ela veda, quando o tanque ilustrado está
d) 4 · ρ · g completamente cheio com apenas água, é: (Considere: a pressão den-
e) 5 · ρ · g tro da tubulação do esgoto é igual à pressão atmosférica local; acelera-
ção da gravidade g = 10 m/s2; densidade da água = 103 kg/m3; área do
74 (PUC/Campinas-SP) Ao nível do mar, um barômetro de mercú- disco que compõe a tampa = 20 cm2)
rio indica 76 cm, equivalente à pressão de 1,0 · 105 Pa. À medida que se a) 10 N c) 20 N e) 40 N
sobe do nível do mar para o alto da serra, ocorre uma queda gradual de b) 15 N d) 30 N
1 cm do Hg da pressão atmosférica para cada 100 m de subida, aproxi-
madamente. 78 (Vunesp) A figura mostra dois líquidos, A e B, incompressíveis e
Pode-se concluir daí que a pressão atmosférica numa cidade, a 900 m não miscíveis, em equilíbrio num tubo em forma de U, de secção cons-
de altitude em relação ao nível do mar, vale, em pascals: tante, aberto nas extremidades.
a) 8,8 · 104
b) 8,2 · 104
c) 6,7 · 104
d) 6,7 · 103 hB g
B
e) 6,7 · 102

75 (UFAL) Uma variação positiva de pressão é aplicada a um flui-


h1 A
do incompressível confinado em um recipiente. Embora as pressões
hidrostáticas pA e pB, em dois pontos A e B no líquido, aumentem, o h2
valor da diferença (pA – pB) não muda em relação ao seu valor ob-
servado antes da variação de pressão. Tal enunciado diz respeito ao
princípio de:
a) Galileu. Se a densidade do líquido A for duas vezes maior que a do líquido B, a
b) Bernoulli. altura h2, indicada na figura, será:
c) Arquimedes.
h
d) Pascal. a) h1 – __
B
2
e) Stevin.
b) h1 – hB
76 (Unirio) A figura a seguir mostra uma prensa hidráulica cujos
êmbolos têm secções S1 = 15 cm2 e S2 = 30 cm2. c) h1 – 2hB
d) 2h1 – hB

F h
e) __
B – hB
S1 2
S2
79 (PUC-RS) Uma lata de refrigerante vazia, colocada na superfície
de uma lagoa, irá boiar se tivermos o cuidado de não deixar entrar água
no seu interior. No entanto, se amassarmos completamente a lata, ela
afundará na água. Isso ocorre porque a lata amassada:
Sobre o primeiro êmbolo, aplica-se uma força F igual a 10 N e, dessa a) desloca um volume menor de água do que a lata intacta, diminuin-
forma, mantém-se em equilíbrio um cone de aço de peso P, colocado do o empuxo exercido pela água.
sobre o segundo êmbolo. O peso do cone vale: b) apresenta-se com densidade menor do que a da lata intacta, facili-
a) 5 N tando o mergulho na água.
b) 10 N c) tem seu peso diminuído e, portanto, o empuxo sobre ela é menor.
c) 15 N d) possui massa maior do que a lata intacta e, portanto, tem peso maior.
d) 20 N e) sofre o efeito de uma pressão atmosférica maior, a qual lhe confere
e) 30 N uma densidade maior do que a da água.

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Exercícios Complementares 21

80 (UFPI) Uma esfera rígida (formada pela junção do hemisfério de 83 (UFCE) A figura 1 mostra um cilindro de altura h, pendurado por
densidade ρ1 = 0,70 g/cm3 com o hemisfério de densidade ρ2 = 1,1 g/cm3) um fio a um medidor de tensão, M. O cilindro está no interior de um
é abandonada em repouso total no interior de um tanque cheio de água tanque que está sendo cheio de água pela torneira L.
de densidade ρ = 1,0 g/cm3, na situação mostrada na figura.
L

M Leitura (TN)
88
300
T
200
r1 r2 100
h

Água 20 40 60 80 100
y (cm)
Figura 1 Figura 2
Imediatamente depois de ser abandonada, a esfera deverá iniciar um
movimento de: A figura 2 mostra como a leitura da tensão T (medida em newtons),
a) translação para cima e um de rotação no sentido horário. registrada pelo medidor, varia com a altura y (medida em centímetros)
b) translação para baixo e um de rotação no sentido horário. da superfície livre da água no tanque. Calcule:
c) rotação no sentido anti-horário e nenhum movimento de translação. a) o peso do cilindro;
d) rotação no sentido horário e nenhum movimento de translação. b) a altura, h, do cilindro;
e) translação para baixo e nenhum movimento de rotação. c) o empuxo da água sobre o cilindro depois que ele estiver comple-
tamente mergulhado.
81 (Ifet-GO) Uma criança brincando mergulha até o fundo de uma
piscina levando uma garrafa plástica tampada contendo ar no seu inte- 84 (PUC-RS) A figura a seguir representa um cubo C, em equilíbrio,
rior. Sabendo-se que a massa da garrafa plástica tampada corresponde suspenso por um dinamômetro D e com metade do seu volume imerso
a 32 g e que seu volume é aproximadamente 640 mL (considerando-se em água. O cubo tem volume de 6,4 ⋅ 10–5 m3 e peso de 1,72 N.
apenas o seu volume interno e desprezando-se o volume do invólu-
cro plástico), qual a força resultante e a aceleração que atuará nesta
garrafa, respectivamente, logo após ser solta pela criança no fundo da D
C
piscina? (Dados: aceleração da gravidade g = 9,8 m/s2 e a densidade da
água d = 1 g/cm3)
a) 6,90 N e 200 m/s2
b) 4,96 N e 184 m/s2
c) 6,96 N e 188 m/s2 Água
d) 5,96 N e 186 m/s2
e) 5,90 N e 182 m/s2
Considere que a massa específica da água é 1,0 ⋅ 103 kg/m3 e que o
82 (UFRS) Quando uma pedra de 200 g, que está suspensa em um módulo da aceleração da gravidade é 10 m/s2. Neste caso, a leitura do
dinamômetro, é mergulhada inteiramente na água, a leitura do dinamô- dinamômetro, em newtons, é:
metro sofre um decréscimo de 30%. (Considere a massa específica da a) 1,7

água igual a 1 g/cm3 e g = 10 m/s2. ) Qual é, aproximadamente, a massa b) 1,4
específica da pedra, em g/cm ? 3
c) 0,85
a) 1,33 c) 3,33 e) 5,33 d) 0,64
b) 2,33 d) 4,33 e) 0,32

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22 Respostas

respOstas
Questões do Enem 12. e 37. a) 3,2 ⋅ 104 J
13. d b) 15 CV
1. b 14. Soma = 28 (04 + 08 + 16) 38. 2,66 HP
2. c 15. a 39. c
3. d 16. a 40. 42 J
4. e 17. c 41. a
5. d 18. b 42. e
6. b 19. d 43. b
7. c 20. a) 44. 4,0 m/s2
8. e
v (m/s) 45. a
9. c
46. a
10. a
15 47. c
11. e
48. a) 14 J
12. d
b) Ec = 8 J e Ep = 6 J
13. a
c) –1,6 N
14. c
49. a
15. a
50. d
16. c 0 0,5 1,5 2,0 t (s)
51. d
17. d
b) 1,75 s 52. a
18. c
c) 1,5 s 53. a) 1,0 m/s
19. c
21. a) 20 m e 10 s b) Conservação da quantidade de mo-
20. a
b) Não, porque a Lua não possui at- vimento do sistema.
21. d
mosfera. c) Sim. Justificativa.
22. a
22. a) 0,5 s 54. a
23. b
b) 6 m/s 55. 2.400 J
24. c
c) 0,67 s 56. b
25. b
23. b 57. 93 cm/s
26. e
24. Soma = 18 (02 + 16) 58. b
27. d
25. b 59. F – V – V – F – V
28. a
26. Soma = 28 (04 + 08 + 16) 60. a) 40 m/s
29. b
27. 1,95 m/s2 b) 2 m/s
30. d
28. e 61. b
31. d
29. a 62. d
32. e
30. c 63. c
33. d
31. d 64. d
34. e
32. b 65. Soma = 92 (04 + 08 + 16 + 64)
35. e
33. a) 66. d
36. b
67. b
37. d
68. a) 300 N
38. e
b) 50 N
39. c
69. a
40. d
70. b
41. e
71. d
42. c
72. b
43. e
TN
73. c
74. a
Exercícios complementares TM m 75. d
1. a M
76. d
PN
2. d 77. a
3. F – F – F – V 78. a
PM
4. b 79. a
5. b M–m 80. a
6. b b) a = ______
M + m ⋅ g (A aceleração é a mes- 81. d
7. b ma para os dois blocos.) 82. c
8. 50 m 34. a) 8,9 rad/s 83. a) 300 N
9. Soma = 31 (01 + 02 + 04 + 08 + 16) b) 14 b) 40 cm
10. a 35. a c) 200 N
11. b 36. e 84. b

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Anotações 23

Anotações

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24 Anotações

Anotações

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