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Desenvolvimento Web II/Programação Internet

II
Informática e Comunicações – 2º Ano
Multimédia – 3º Ano
Ano Lectivo 2010/2011
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 2

Planear o Web site

1. Vantagens e desvantagens da presença na web

 24x7x365

 Visibilidade

 Excesso de lixo

 Aumenta a lentidão da rede

 ...

2. O que é necessário para criar um Web Site

 Endereço

Os computadores são acedidos via IP

Os utilizadores acedem através de um domain name

O servidor de DNS é responsável por traduzir o domain name para o


endereço IP

Quando o utilizador digita o domain name, o browser contacta o servidor de


DNS, que está configurado no seu PC, e o servidor de DNS devolve o IP, o
browser envia um pedido para o computador proprietário do IP.

 Hardware
o Computador conectado à Internet
o Router
o Outros sistemas mais complexos, caso se queira um servidor com
maior fiabilidade, segurança e rapidez.
o ISP – Internet Service Provider

 Software

Web server software


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Responsável por receber um pedido e enviar a resposta.

O ISP fornece o software, no caso de prendermos alugar um servidor.

 Conteúdo

 HTML

 Webmaster

3. Quais as regras do Webmaster

 Coordenar o web site

 Criar o web site

 Postmaster são as pessoas responsáveis pela administração do email.


De acordo com o Webmaster’s Guild a tarefa do webmaster é fazer o
design, implementação e mater o web site.

 O webmaster deve perceber e comunicar com os programadores,


escritores, gestores,.... Mas num projecto grande os webmasters
restringe-se à manutenção.

4. Diferentes partes da URL

 Uniform resource locator

 Quando se adquire uma casa, esta tem um endereço., para poder ser
enviada correspondência, saber onde encontrar o dono da casa. A
URL serve para o mesmo efeito.
1. Protocolo

http://

Presente no inicio da URL que indica que o Hipertext transfer


protocol está presente na transferência.

Ftp e Gopher são outros tipos de protocolos.


2. Host name
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Depois do protocolo, é necessário conhecer o nome do servidor,


designado por host name.

De notar que nem todos têm www. Um endereço poderá ser do tipo
http://net.sapo.pt e é diferente de htt://www.sapo.pt. Ambos os
endereço apontam para máquinas diferentes. Por outro lado,
http://sapo.pt e http://www.sapo.pt “pode” redireccionar para a
mesma máquina.
3. Domain name e sufixo

O domain name é a secção da URL que é registada por uma


organização, companhia ou pessoa que pretenda um anome, no
caso português – nome.pt, é a FCCN, e para outro tipo de sufixo é
a INTERNIC.

Sapo.pt – o domain name é sapo e a entidade responsável pelo


registo é a FCCN.

As regras do registo na FCCN são diferentes da INTERNIC. Nesta,


qualquer pessoa ou organização pode registar qualquer nome, no
caso português, é necessário alguns requisitos, como o nome estar
registado como empresa, ou outra a possuir marca de um produto,
etc.
4. Path

O server name e o domain name indica onde o site está localizado


(servidor). Depois, é necessário especificar o caminho dos
documentos no servidor.
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DOMAI\N NAMES

1. Como criar um domínio?

 FCCN – http://www.fccn.pt

 INTERNIC – http://www.internic.com

 Existe outras entidades denominadas registars, que têm a


autorizadas para registar endereços nos domínios.

2. Escolha do domain name

 Tecnicamente não é necessário um domain name. Porquê?


o Fácil de memorizar.
o O mais próximo do conhecido nos meios tradicional.
o Só é necessário lembrar ipb.pt e não 193.136.195.220

 E se mudar o IP, muda-se o domain name? NÃO!

 Apenas é necessário pedia à FCCN uma alteração do IP nos vários


servidores de DNS. Mas se alterar o IP da página da escola apenas
teria de comunicar o centro de comunicações do IPB.

 IPB -> IPB.pt

Inspolibraganca.pt
Institulobraganca.pt

3. E se o domain name está atribuído?


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 Algumas empresas, pessoas, registam domínios com o fim de os


venderem.

 Soluções

 Escolher outro

 Comprar

 Recorrer judicialmente se o nome de quem quer registar tem provas


da sua pertença.

Ex:

Cocacola,com só pode pertencer à Coca Cola, e alguém que o


tenha registado anteriormente é obrigado judicialmente a transferir
sem custos para a Coca Cola.

4. Como registar um domínio que não esteja atribuído

 Portugal – FCCN

.pt

.net.pt

...

 Internacional – Internic

.com

.org

.net

edu

.gov

 Requisitos necessários
o Nome do domínio
o Contacto do administrador
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o Contacto do técnico ou webmaster


o IP e nome do domínio primário

 Que valores?

FCCN

INTERNIC

Consultar as várias tabelas de preços.


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PLANEAR O SITE

1. Que tipo de plano conduz ao sucesso

 Alguns começam como simples hobbys ( www.yahoo.com) ou


projectos e escola (www.sapo.pt).

 Outros através de fores investimentos (www.iol.pt)

 O que determina o sucesso?

 Questões a colocar antes de...


o Quem é a minha audiência?
o Quais as características dos visitantes?
o Que aspectos do site convidam os visitantes a permanecer ou a
voltar?
o Qual é o principal objectivo do site?
o Como concretizo os objectivos?

 Planear um site é como um negócio!

 Os objectivos devem ser concisos e não gerais.

2. Que aspectos atraem os visitantes e faz com que estes


voltem?

 Atractivo no aspecto gráfico.

 Usar a tecnologia compatível com a maioria dos browsers dos


visitantes.

 Actualização corrente.

 Providenciar conteúdo.

 Dar aos visitantes aquilo que eles querem.

 Rápido.
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 Gratuito.

3. O que é necessário para ter sucesso?

 Conhecer o web server, (configurar, instalar, ...)

 Capacidade para criar gráficos web.

 Capacidade para escrever para a web, que é diferente do tipo de


escrita de um jornal.

 Design.

 Capacidade de lidar com o HTML.

 Administração e manutenção.

 Experiência de programação.

4. Como estruturar a construção do web site pela primeira vez

Criar um calendário, e tentar atingir os objectivos de forma faseada.


Construir de forma a permitir alterações na estratégia. Alguns web sites
propõem um calendário dividido em 3 fases.

 1ª Anuncio

Construir a página de boas vindas com uma forma e contacto, para que
algumas pessoas que por curiosidade pretendam verificar a existência da
página da empresa, ou para reservar o nome

 2ª Presença

Página simples, mas esta deve providenciar informação útil ao visitante.

Deve figurar o que é mais importante para o visitante, como os contactos,


informações da empresa, seus produtos. Ou seja, uma página que não
permite ou permite pouca interactividade entre a empresa e o visitante.

Nesta fase começa-se por fazer a sua divulgação de forma mais persistente
nos vários meios ao dispor.
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 3ª Atrair

Adicionar características que permitam atrair mais, e mais visitantes, e


fazer com que os mesmos voltem a visitar a página.

Atingir ao máximo os objectivos!

5. Que regras usar no design e contrução do web site

 Evitar o uso da tag <BLINK>. Simplesmente o visitante odeia, e faz


com que este se distraia.

 Incluir a tag “mailto” na pagina de entrada para o administrador do


site. Porquê? É a primeira forma de contacto, sem necessidade de o
visitante exercitar a sua capacidade de procura. Desta forma se existe
qualquer problema, o visitante sabe instintivamente onde procurar o
link para enviar o email às pessoas responsáveis.

 Quando num formulário é pedido o email, deve-se incluir um campo


onde o visitante indica se quer receber email não solicitado. Alguns
visitantes odeiam receber os chamados “spams”.

 Outro dos pontos a ter em consideração é incluir uma forma de o


visitante remover o seu email, no caso de a página possuir um serviço
de mailing list.

 Evitar o uso de refresh. Só em situações que a isso obriga. O atributo


REFRESH da tag <META>, com valor zero, implica que em alguns
browsers o botão de BACK fica desabilitado.

 Nunca abrir uma nova janela através de um hyperlink, que contenha


páginas que estão inseridas no mesmo site. Já o inverso é
recomendável.

 Tentar estrutura a página de modo a evitar que os utilizadores façam o


scroll horizontal.

 Verificar sempre se os links estão bem redireccionados.


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 Quando se move ou renomeia-se uma página, assegurar que a antiga


página possui uma ligação com a nova página.
REDIRECCIONAMENTO!

 Incluir o tamanho dos ficheiros e respectiva data quando esses


mesmos são descarregados (download).

 Aspectos a considerarem na construção e respectiva análise do site:


o Objectivo
o Publico
o Nível de linguagem
o Idioma
o Navegação
o Tempo de leitura
o Tempo de visualização
o Browsers
o Gráficos
o Tipografia
o Cores
o Acessibilidade
o Áudio
o Vídeo
o Hiperlinks
o Iconografia
o Identidade
o Estrutura do design
o Conteúdo
o Interactividade
o Animações
o Imagens
o Impressão em papel
o Programação web
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o Normas do senso comum ou regras já implementadas e o


utilizador já as apreendeu, que definem a forma como é
implementado um site
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Acessibilidade

Directivas para a acessibilidade do conteúdo da Web - 1.0

Recomendação do W3C, de 5 de Maio de 1999

1. Objectivo

 As presentes directivas explicam como tornar o conteúdo Web


acessível a pessoas com deficiências. Destinam-se a todos os
criadores de conteúdo Web (autores de páginas e criadores de sítios)
e aos programadores de ferramentas para criação de conteúdo.

 O principal objectivo destas directivas é promover a acessibilidade.

 No entanto, fará também com que o conteúdo da Web se torne de


mais fácil acesso para todos os utilizadores.

 Irá ainda ajudar as pessoas a encontrarem informações na Web mais


rapidamente.

2. Utilizadores

 Não ter a capacidade de ver, ouvir ou deslocar-se;

 Ter dificuldade em ler ou compreender textos.

 Não ter um teclado ou rato, ou não ser capazes de os utilizar.

 Ter um ecrã que apenas apresenta texto, um ecrã de dimensões


reduzidas ou uma ligação à Internet muito lenta.

 Não falar ou compreender fluentemente a língua do documento.

 Ter os olhos, os ouvidos ou as mãos ocupados


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 Ter uma versão do navegador não habitual.

 Os criadores de conteúdo têm de levar em conta estas diferentes


situações, ao conceberem uma página para a Web!

3. Temas da concepção para a acessibilidade

As directivas abordam dois temas genéricos:

 Assegurar uma transformação harmoniosa.


o Separar a estrutura da apresentação.
o Incluir texto interpretado por praticamente todos os dispositivos de
navegação e por quase todos os utilizadores.
o Criar documentos que cumpram a finalidade do áudio/vídeo.
o Criar documentos que não dependam apenas de um tipo de
equipamento, como o rato.

 Tornar o conteúdo compreensível e navegável.


o Linguagem clara.
o Linguagem simples.
o Meios compreensíveis de navegação.

4. Níveis de prioridade

 Prioridade 1
o Pontos que os criadores de conteúdo Web têm absolutamente de
satisfazer.
o Alguns utilizadores ficam impossibilitados.

 Prioridade 2
o Pontos que os criadores de conteúdos na Web devem satisfazer.
Alguns utilizadores têm dificuldades.

 Prioridade 3
o Pontos que os criadores de conteúdos na Web podem satisfazer.
o Alguns utilizadores têm algumas dificuldades.
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5. Conformidade

 Nível de conformidade "A": foram satisfeitos todos os pontos de


verificação de prioridade 1;

 Nível de conformidade "Duplo A": foram satisfeitos todos os pontos


de verificação de prioridades 1 e 2;

 Nível de conformidade "Triplo A": foram satisfeitos todos os pontos


de verificação de prioridades 1, 2 e 3.

FORMATOS:

 Formato 1:

O título da directiva: "Web Content Accessibility Guidelines 1.0".

O URI (Uniform Resource Identifier) da directiva:


http://www.w3.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505

O nível de conformidade satisfeito: "A", "Duplo A" ou "Triplo A".

O âmbito abrangido pela declaração de conformidade (por ex.,


página, sítio ou porção definida de um sítio).

Exemplo do formato 1:

Esta página está conforme ao documento do W3C "Web Content


Accessibility Guidelines 1.0", disponível em
http://www.w3.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505, de
nível "Duplo A".

 Formato 2.

Incluir, um dos três símbolos fornecidos pelo W3C e estabelecer a


ligação entre esse símbolo e a respectiva explicação do que
representa essa declaração.
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6. Directivas para a acessibilidade do conteúdo da Web

 Directiva 1

Fornecer alternativas ao conteúdo sonoro e visual.

O fornecimento de equivalentes não textuais de texto é também benéfico


para determinados utilizadores, especialmente para quem não lê ou tenha
dificuldade em ler.

 Directiva 2

Não recorrer apenas à cor.

Assegurar a clareza do texto e dos elementos gráficos quando vistos sem


cores.

 Directiva 3

Utilizar correctamente anotações e folhas de estilo.

 Directiva 4

Indicar claramente qual a língua utilizada.

Utilizar anotações que facilitem a pronúncia e a interpretação de


abreviaturas ou texto em língua estrangeira.

Devem ainda fornecer a versão por extenso de quaisquer abreviaturas e


acrónimos.

Para além de ser um auxiliar precioso para as tecnologias de apoio, a


anotação da língua permite que os motores de pesquisa procurem e
identifiquem documentos numa dada língua.

 Directiva 5

Criar tabelas passíveis de transformação harmoniosa.


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Assegurar que as tabelas têm as anotações necessárias para poderem ser


transformadas harmoniosamente por navegadores acessíveis e outros
agentes do utilizador.

 Directiva 6

Assegurar que as páginas dotadas de novas tecnologias sejam


transformadas harmoniosamente.

Assegurar que as páginas são acessíveis mesmo quando as tecnologias


mais recentes não forem suportadas ou tenham sido desactivadas.

 Directiva 7

Assegurar o controlo do utilizador sobre as alterações temporais do


conteúdo

Assegurar a possibilidade de interrupção momentânea ou definitiva do


movimento, intermitência, desfile ou actualização automática de objectos ou
páginas.

 Directiva 8

Assegurar a acessibilidade directa de interfaces do utilizador integradas.

Assegurar que a interface do utilizador obedeça a princípios de concepção


para a acessibilidade: acesso independente de dispositivos,
operacionalidade pelo teclado, emissão automática de voz (verbalização),
etc.

 Directiva 9

Pautar a concepção pela independência face a dispositivos.

Utilizar funções que permitam a activação de elementos de página por meio


de uma grande variedade de dispositivos de entrada de comandos.

 Directiva 10

Utilizar soluções de transição


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Utilizar soluções de acessibilidade transitórias, de modo a que as


tecnologias de apoio e os navegadores mais antigos funcionem
correctamente.

 Directiva 11

Utilizar as tecnologias e as directivas do W3C

Utilizar as tecnologias do W3C (de acordo com as especificações) e seguir


as directivas de acessibilidade. Onde não seja possível utilizar tecnologia
W3C, ou onde tal utilização produza materiais que não possam ser objecto
de transformação harmoniosa, fornecer uma versão alternativa, acessível,
do conteúdo.

 Directiva 12

Fornecer contexto e orientações.

Fornecer contexto e orientações para ajudar os utilizadores a


compreenderem páginas ou elementos complexos.

 Directiva 13

Fornecer mecanismos de navegação claros.

Fornecer mecanismos de navegação coerentes e sistematizados --


informações de orientação, barras de navegação, um mapa de sítio, etc. --
para aumentar as probabilidades de uma pessoa encontrar o que procura
num dado sítio.

 Directiva 14

Assegurar a clareza e a simplicidade dos documentos.

Assegurar a produção de documentos claros e simples, para que sejam


mais fáceis de compreender.

7. Validação
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 Utilizar uma ferramenta de acessibilidade automatizada, e uma


ferramenta de validação de navegadores.

 Validar a sintaxe (por ex., HTML, XML, etc.).

 Validar as folhas de estilo (por ex., CSS).

 Utilizar um navegador só de texto ou um emulador.

 Utilizar vários navegadores gráficos, com:


o o som e os gráficos activos;
o sem gráficos;
o sem som;
o sem rato;
o sem carregar frames, programas interpretáveis, folhas de estilo ou
applets.

 Utilizar vários navegadores, antigos e recentes.

 Utilizar um navegador de emissão automática de fala, um leitor de


ecrã, software de ampliação, um ecrã de pequenas dimensões, etc.

 Utilizar correctores ortográficos e gramaticais.

 Verificar a clareza e a simplicidade.

 Peça a pessoas com deficiências que revejam os documentos.


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Web Server

1. Como é tratado a URL ou hyperlink que é introduzida no


Web browser?

1. Convertido pelo DNS server para IP


2. Envia o pedido ao host
3. Se a página necessitar de processamento é chamado o intrepetrador.
(asp, php, ...)
4. Envia o resultado do pedido para o web browser

2. O que é melhor: Instalar um servidor ou procurar um ISP?

 Instalar um servidor é uma opção que deve satisfazer as seguintes


condições:
o Contínua conexão à internet
o Como manter a manutenção do web server
o Criar um domain name
o Web server software
o Hardware
o Apoio continuo

Para grandes companhias não será má ideia. Mas para as pequenas e


médias empresas?

Mas se a requer uma configuração personalizada o web server?

Existe várias soluções ao dispor:


o Instalar nas suas próprias instalações o web server
o Instalar o computador nas instalações do ISP
o Encontrar um ISP para aluguer de espaço, com as configurações
standard.

Algumas dos serviços que um ISP deve oferecer:


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o 24 horas de monitorização
o Update continua de software
o Servidores pré-configurados
o Conexões rápidas
o Contas Dial-in
o Endereços E-mails
o Ficheiros LOG para análise das estatisticas

Alguns ISP’s fornecem serviços especiais como:


o Mecanismos de procura
o Streaming audio
o Bulletin boards

Com pagamento extra!


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ALOJAR NUM ISP

1. Que características versus qualidade deve-se ter em


consideração na escolha de um ISP?

 Suporte

Quanto tempo é necessário para um técnico resolver um dado problema? É


razoável?

Se existe problema, há forma de remotamente resolver o mesmo


problema?

Se o web serber está em baixo, quanto tempo?

O serviço de suporte é muito importante para que um ISP tenha o seu


sucesso e o site do cliente tenha um acompanhamento eficaz.

 Localização

Fora ou dentro do país? Se surgir algum contratempo e necessitar de


deslocação ás instalações?

Depende dos custos?

 Analisar os sites já alojados no ISP

Comunicar com os webmasters de forma a obter a sua análise aos serviços


do ISP.

 Velocidade

Que largura de banda usa?

Número máximo de utilizadores que estão conectados por web server?

 Custos extras

E se exceder um dado limite na utilização de um serviço?

 Segurança
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Que nível de segurança o servidor permite?

Executa CGI?

Permite ou não alterar as permissões?

 Serviços extras

E se mais tarde necessitar de outros serviços?

 Relatório de estatísticas

Alguns ISP´s oferecem este serviço, outros não. Mas no mínimo deve
deixar aceder aos ficheiros log, ainda não analisados (em bruto).
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2. Que web server/plataforma utilizar?

 Muitos ISP’s não oferecem escolha!

 Alguns usam a plataforma LINUX como sistema operativo e o apache


como web servers. Recentemente a Microsoft entrou na corrida
lançando o NT e o IIS.

 Uma solução personalizada é colocar o nosso servidor no ISP e


configurar o mesmo de acordo com as nossas opções. Mas esta
solução tem os seus custos.
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CRIAR O PRÓPRIO HOST

1. O que é necessário?

1. Rede para conexão à internet


2. Web software
3. Sistema operativo
4. Domain name server

A conexão pode ser de 2 tipos:

 Dial-up

A conexão é criada entre o web server e a rede quando um elemento de


multimédia é pedido a partir a partir o web server.

Depois de algum tempo de inactividade a ligação é perdida.

 Dedicated connection

Existe um computador com acesso continuo à internet a servir como


network access provider.

Em algumas redes é incluída uma firewall, um domain server primário e


secundário e uma linha dedicada (IP fixo).

2. Que web server software escolher?

É necessário um software capaz de responder aos pedidos por parte do


browser.

Deve-se ter em atenção que o web server trabalho sobre o sistema


operativo
o LINUX
o Windows NT / 2000
o Macintosh
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O web server é responsável por receber um pedido, seja página html,


gráficos ou cgi’s, e envia para o cliente o resultado formatado com o
cabeçalho http.

 Routers
o Responsável pelo reencaminhamento de informação entre duas
redes. Neste caso temos a rede interna (LAN) e a Internet.

 DNS
o É uma base de dados que tem associado o domain name e o ip.
Algumas organizações têm o IP igual ao DNS.
o O que na prática se faz é pedir uma linha dedicada à telecom e
esta possui nas suas instalações o servidor de DNS e nas
instalações do cliente o host. Portanto a rede será da TELECOM!
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SELECCIONAR O WEB SERVER

1. Que tipo de web server’s estão disponíveis no mercado?

Existe web server’s para todos os gostos. Alguns necessitam de uma


constante manutenção e outros são bastante eficientes.

São listadas a seguir os principais factores que contribuem para a escolha


do web server:
o Velocidade
o Conexão à base de dados
o Ecommerce
o Scripting

2. Que plataforma escolher

 Ao escolher o web server software determina ou especifica


automaticamente a melhor plataforma, ou a única.

 Instalar este tipo de software é mais complicado que instalar um


software normal.

 A maioria dos web server’s são desenhados tendo em conta um


determinado SO. Portanto este software poderá ser optimizado para
um dados SO.

 Talvez seja melhor ideia escolher em primeiro lugar a plataforma.

 Deve-se inventariar o número de utilizadores em simultâneo.

 Por vezes escolhe-se a plataforma mais familiar.

 Quando se escolhe um tipo de computador (host), Intel, Sun, HP,


automaticamente estamos a condicionar a escolha da plataforma.
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Sistema operativo Web servers software

BSD UNIX/Red Hat  Apache

 Netscape

 NCSA

SOLARIS  Apache

 Netscape

SGI  Apache

 Netscape

 Web Force

Windows NT  IIS

 Netscape

 Web Commander

Macintosh  WebStar

3. Parâmetros de analise do web server

 Suporte

 Segurança

 Instalação

 Administração

 Requisitos

 Performance

4. Como testar o web server


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Finalmente chegou a hora de testar o servidor web. Se o web server não


responde, tenta-se uma serie de testes para localizar o problema.

Fazer o ping ao servidor usando o seu IP: ping 193.136.220.10

Se o pedido passa por uma firewwall, então poderá existir a hipotese de ser
bloqueado.

Fazer http://193.136.220.10, e se é recebido uma página indicando que não


encontrou a página, então deve-se reconfigurar o web server software de
modo a seleccionar de forma correcta o documento que é chamado por
defeito.

Deve-se verificar se ao digitarmos o domain name, IP associado está


correcto. Caso exista erro, então o problema poderá ser do servidor de
DNS primário, ou foi incorrectamente configurado junto da FCCN.

Se o web server responde localmente mas para o exterior não existe sinal,
então o problema reside na firewwall, que não permite que se aceda
exteriormente ao web server.

Para verificar se o primário DNS está em condições técnicas satisfatórias


para receber uma delegação de domínio em .pt pode-se utilizar o avaliador
técnico online disponível através do URL: http://www.dns.pt/aval-
tec/dominio/avaliacao-tecnica-dominio.php3. Introduz-se o domain name e
o IP do Servidor primário.
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ESTATISTICAS

1. O que são os ficheiros LOG

 Quando um site é visitado, um número de variáveis fazem parte do


cabeçalho do pedido que o browser faz ao web server.

 O web server necessita de saber o ip, por exemplo da máquina cliente


para poder enviar a resposta.

 Alguns cabeçalhos do pedido não são essenciais, quando não é


enviada resposta para o cliente.

 Algumas variáveis do cabeçalho são apenas utilizadas para fins


estatísticos, sem interesse para o web server, mas importantes para o
webmaster.

 Todas estas váriáveis do cabeçalho são guardadas em um ficheiro


LOG, que poderá ser uma base de dados, ou simplesmente um
ficheiro texto.

 Os ficheiros em formato texto, mais conhecidos são os seguintes:


o NCSA httpd
o Combined log format
o Common log format
o Microsoft’s standard format

2. Que tipo de informação está guardada nos ficheiros LOG

 Tamanho em bytes da linha URL, incluindo os parâmetros de entrada.

 Tamanho em bytes do ficheiro enviado

 IP do cliente

 URL da página que é referencia a actual página


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 Data e hora da visita

 Nome do servidor

 Tipo de operação ( GET, POST)

 Parâmetros que são enviados em conjunto com a URL

 Tempo de processamento da informação entre a chegada do pedido e


o envio da resposta

 IP do servidor

 Protocolo usado (HTTP, FTP,...)

 Código do status do serviço.

 Nome do ficheiro pedido

 Nome do utilizador

 Nome do browser utilizado

 Plataforma utilizada

Com base nestas variáveis que são armazenadas nos ficheiros Log, o
software de análise gera um relatório claro, de forma a poder responder a
algumas perguntas.
o Quantos IP´s diferentes visitaram o site na ultima semana?
o Quantas páginas foram enviadas?
o Quantas vezes é visualizado o banner da página index.htm?
o Qual a página mais vista e a menos vista?
o Que percentagem dos visitantes usam Netscape?
o Que percentagem dos visitantes usam o sistema operativo
Macintosh?
o Quais são as páginas que fazem referencia ao site?
o Quanto tempo permanece um dado visitante no site?
o Qual a directoria mais visitada?
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As respostas a estas perguntas são baseadas em dados que podem estar


incompletos, mas no entanto servem com o estimativa ao webmaster para
este retirar as suas conclusões.

3. Como o web server sabe o tipo de ficheiro pedido?

Quando o ficheiro é enviado ao web server, é incluido no cabeçalho do


ficheiro o “content-type” que ajuda o web server a determinar o conteúdo
de cada ficheiro.

O content-type define o tipo de MIME (multiporpose internet mail


extensions), que permite ao web server ou o sistema operativo definir a
aplicação ou o plug-in que deve ser usado para mostrar o conteúdo do
ficheiro.

São alguns dos exemplos os listados em seguida:


o Content-type:text/html
o Content-type:image/jpg
o Content-type:image/gif
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Optimização da performance do servidor

1. Como verificar se a performance é baixa

 Apagar o cache do browser e aceder ao site a partir do exterior e


interior, e fazendo comparações com outros sites do mesmo género.

 Java, video, flash reduzem consideravelmente a performance.

 Existe software que permite analisar a performance do servidor com


diferentes inputs.

 Factores de medição essenciais: tempo de resposta e número de


utilizadores.

2. Causas para a baixa performance

 Conteúdo
o Excesso de bytes!
o Gráficos, imagens, applets, videos.
 Ideal : 30 a 40 kb por página.
o Microsoft´s site analyst gera um relatório detalhado acerca da
página.
o Diferentes utilizadores usam diferentes formas de acesso.

Tipo de conexão Transferência

14.4 0.8-1.2

28.8 2.0-2.5

56K 4.4-5.2

ISDN 2.2-10.4

T1 40-144
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o As applets java são executadas na máquina cliente, o que implica


que só aumentando a capacidade da máquina ou melhorando o
browser aumenta-se a performance.
o A maioria dos problemas são causados pelos CGI’s.
Cada CGI requer um novo processo de cada vez que é chamado.
o Técnicas que incrementam a performance dos CGI’s:
o Optimizar a performance
o Evitar o acesso ao disco ou à base de dados
o Evitar o uso de grandes librarias

 CPU
o Muitos processos ► baixa a performance
o Usar o Norton System Doctor que permite verificar o
comportamento do CPU.
o O CPU está sobrecarregado se está a ser usado acima dos 80%.
o O sistema operativo pode ser capaz de optimizar se for usado
vários processadores.
o A solução é usar um processador mais eficaz; ou usar multiplos
processadores.

 Memória
o A memória pode ser uma das causas da baixa performance, uma
vez que alguns web servers usam a cache para armazenar o
conteúdo dos ficheiros. Tornando-se mais rápido o acesso
comparado com o acesso ao disco.
o Se existir vários programas abertos, implica automaticamente mais
memória ocupada.
o Usam o System Tool para precisar quanta memória RAM o web
server está a usar.

 Disco
o Se o web server trabalha com slots de RAM, somente necessita
de aceder uma única vez ao disco, ficando o conteúdo em disco
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 35

para as próximas vezes armazenado na cache, aumentando


consideravelmente a performance do servidor.
o Os ficheiros LOG reduzem qa performance, sendo a solução,
retirar os ficheiros LOG ou então, não ser tão radical, e retirar
algumas variáveis.
o Usar os discos SCSI implica uma maior performance que o uso de
discos IDE.

 Configuração do servidor
o Na mesma máquina incluir a base de dados, mail, web sites → +
processos → baixa a performance
o Directorias cujo o conteúdo é estático, e é configurado com a
opção read e execute, implica a redução da performance. Deve-se
incluir todos os CGI agrupados em uma directoria.
o Quanto maior for o número de ficheiros na directoria menor é a
performance.
o Ficheiros que necessitem de um pre-processamento reduzem a
performance.
o Incluir o content-type diminui o tempo de processamento, mas
uma incorrecção implica uma formatação errada dos dados.

 Rede
o Com o aumento do número de utilizadores, a ocupação da largura
de banda simultaneamente  baixa performance.
o Se o número de bytes transferidos, exceder o limite  aumenta-se
a largura de banda.

3. Como Optimizar a performance

 Existe 2 soluções:
o Incrementar a velocidade do hardware
o Usar múltiplos web servers
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 36

A primeira solução implia o aumento da capacidade do CPU, da memória, a


2ª solução implica a aquisição de mais uma máquina. Mas esta solução
torna impossível balancear os pedidos para as diferentes máquinas A
solução será:
1. Dividir os conteúdos de acordo com uma estimativa do número de hits,
2. Usar software de Load-balancing.
3. Round-robin DNS.

Evitar que os web robots visitem as páginas web.


Colocar o ficheiro robots.txt na root do web site, onde se indica quais as
páginas que são visitadas. Mas alguns robots ignoram este ficheiro.

RESUMO
1. Verificar o tamanho dos ficheiros
2. Optimizar os ficheiros executáveis
3. Configurar as directorias executáveis
4. Remover os outros serviços web
5. Adicionar memória
6. Alocar memória para o web server software
7. Verificar a velocidade das conexões
8. Actualizar o web server software
9. Personalizar os cabeçalhos http
10. Actualizar o hardware
11. Usar o load-balancing
12. Distribuir geograficamente os servidores
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 37

Segurança do Servidor

SEGURANÇA FISICA

 Evitar que os utilizadores não autorizados acedam fisicamente ao


servidor.

 As instalações onde se encontra o servidor, deve ser restrito, com


condições climatéricas apropriadas e controladas

 A alimentação do servidor deve ser um dos aspectos mais


importantes. Deve-se usar uma UPS para evitar que o servidor deixe
momentaneamente de funcionar ou na pior das situações, danificar o
sistema.

 Armazenar as passwords de acesso ao computador não será boa


ideia. Au armazenar electrónicamente, evitar usar um formato
suscectivél de procura.
o Unix permite procurar por palavras ASCII, binarias.
o Nos S.O. da Microsoft permite procuras em ficheiros Word, texto,

LISTA DE PASSWORDS COMUNS


o Primeiro ou ultimo nome , login
o Nome do familiar
o A palavra secreta
o Palavras comuns, relacionadas com o desporto, ...
o Grupo étnico
o Repetição de carácter

 Qualquer serviço que seja acessível via Web, abre falhas na


segurança.

 Deve-se escolher as portas que estão atribuídas por defeito.


Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 38

 As portas permitem-nos aceder a diferentes serviços. A maioria dos


sistemas operativos contêm um grande número de portas que não são
usadas. Os serviços mais comuns, tal como http, FTP, PING, todas
têm um número que é considerado standard. Uma boa solução para
evitar a violação através das portas é colocar uma firewall entre o
servidor e a Internet.

LISTAGEM DAS PORTAS

Porta Serviço Descrição

7 Echo

9 Discard Dev/null

11 Systat Informação sobre os utilizadores

13 Daytime Hora e data no local da instalação do


computador

15 Netstat Informação sobre a rede

19 Chargen Stream de caracteres ASCII

21 FTP Transferencia de ficheiros

23 Telnet Conexão remota ao servidor

25 SMTP Mail

37 Time Hora

39 Rlp Localização ds recursos

43 Whois Informação sobre o servidor e a rede

53 DNS Domain name server

70 Gopher

79 Finger Informação sobre os utilizadores

80 HTTP Web server


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110 Pop Incoming e-mail

119 NNTP News server

512 Biff Notificação de mail

513 Rlogin Login remoto

514 Shell Acesso remoto sem password

529 Route
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CONFIGURAÇÃO DO SERVIDOR

1. Existe formas de configurar o servidor para incrementar


segurança

 Um web site é como um banco. O público anónimo entra pela porta


principal e passeia o olhar pelo banco. Existe pessoas devidamente
autorizadas para aceder à informação confidencial. Tal como num
banco, num web sever, somente os utilizadores devidamente
autorizados têm acesso.

 Algumas das acções que tornam o sistema maleável:


o Directorias FTP com acesso anónimo
o Permissões de execução para muitas directorias
o Permitir configurações adicionais que não são necessárias
o Guardar interpretadores de comandos acessíveis via web
o Uma ou várias directorias de uma árvore têm diferentes
configurações
o Listagem automática do conteúdo da directoria

2. Restringir o acesso a partir do IP, login e password

 Para optimizar a segurança, usar o IP, login e password. Usar vários


níveis garantem mais segurança.

3. Métodos para garantir a segurança

 Através do:
o S.O.
o Web server software
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 41

SEGURANÇA ENTRE O SERVIDOR E O CLIENTE

1. Quando é necessário implementar este tipo de segurança

 Quando os dados enviados através da internet via http, estão no


formato textual. Se estes dados são interceptados, podem ser lidos.
Se é usada uma directoria com um nível de segurança com password
de protecção, este dado deve estar codificado.

 Dados sensíveis:
o Transacções online
o Ordens online
o Informações pessoais
o Informações financeiras
o Passwords e logins

 Existe vários tipos de encriptação. Cada tipo usa diferentes técnicas


para implementar a segurança entre o servidor e o cliente.
O objectivo é enviar todos os dados sensíveis encriptados.

2. O que é SSL

 É um protocolo de transporte para encriptação de informação entre os


browsers e o servidor.

 Desenvolvido pela Netscape

 O protocolo permite que aplicações cliente/servidor comuniquem de


uma forma segura.

 Os web servers software permitem configurar este protocolo, que é


usado na porta 443.

3. Que serviço o protocolo SSL assegura


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 Autenticação mutua.
O SSL3.0 permite identificar o servidor e o cliente e verificar os seus
identificadores digitais.

 Privacidade na mensagem enviada


Todo o tráfego entre o cliente e o servidor é encriptada usando uma
única chave.

 Integridade da informação
O SSL assegura que os dados mantêm-se inalterados durante a
transmissão.
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FIREWALLS

1. O que é uma firewall, e o que faz

 É um computador situado entre a rede interna e a rede externa que


regula o tráfego e incrementa segurança. Tipicamente um firewall é
um software que analisa o tráfego de rede e decide quem tem acesso
ao interior e exterior.

 É possível configurar alguns firewall que permitam a transferência de


informação com chaves seguras.
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2. Configuração

Aumenta a
INTERNET segurança da rede
interna, mas baixa a
segurança do web
server

ROUTER

INTERNET

HUB
WEB
SERVER
ROUTER
FIREWALL

HUB

FIREWALL

Aumenta a
segurança do web
server, mas baixa a WEB
segurança da rede SERVER
interna
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SEGURANÇA DOS CGI

 As aplicações que sejam executadas no servidor, diminuem a


segurança. Estamos a criar um “buraco”.

 Para permitir que uma dada aplicação (CGI) execute é necessário dar
permissões de execução à directoria no software do web server. (ex:
IIS).

 Técnicas de prevenção:
o Restringir o tempo de execução
o Testar o código à priori
o Evitar a cross-dependency

 Usar librarias já testadas


o Verificar todos os dados introduzidos no formulário
Desenvolvimento Web II/Programação Internet II Página 46

Promoção do site

1. Quais as informações, que permitiram que o utilizador


acedesse pela primeira vez, ao web site?

 Ao publicitar o web site é importante saber como o visitante encontrou


o site.
o Através de amigos?
o Procura nos directórios ou motores de pesquisa?
o Publicidade online, ou através dos meios de divulgação
tradicionais?

 Para obter resposta a algumas perguntas, deve-se analisar os


ficheiros LOG’s!

 Outras respostas podem ser obtidas utilizando formulários online, ou


através de pesquisas no terreno.

Método Percentagem

Motores de pesquisa 71%

Amigos 9,8%

Revistas 8,5%

Links de outros sites 8,4%

Procura sobre o assunto 8,1%

Televisão 3,6%

Directorias da internet 3,3%

2. Quais os sites que têm um link para o nosso web site?

 http://www.altavista.com
+link:meusite.pt –host:meusite.pt
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 Todas as páginas contém a informação da página que a referencia.


variável http_referer
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MOTORES DE PESQUISA

1. Como colocar o site visível no topo dos motores de pesquisa?

 Os motores de pesquisa têm ficheiros designados por robots, que


pedem páginas na web, para as processar, à procura de keywords,
hyperlinks, e outra informação, e colocá-la na base de dados. Os
robots guardam a informação acerca do tempo de vida da página, para
poder analisar quando será a próxima visita.

 Alguns destes serviços são oferecidos em vários web sites, ou através


de software ( http://www.submit-it.com, http://www.regiter-it.com).

 A maior parte dos motores de pesquisa oferece 2 tipos de listagem.


Por directoria como o sapo.pt ou através das keywords introduzidas,
como o google.com.

 As listagens através de keywords, são baseados nas palavras


introduzidas, ou através de parâmetros de pesquisa.

 Os motores de pesquisa normalmente usam os seguintes factores no


ranking:
o As keywords da tag <META>
o Número total de vezes que a palavra aparece na página
o Palavras que aparecem na tag <TITLE>
o Número de links de outros sites para o site

 Existe uma série de web sites e software que ajudam o programador


web a construir a tag <META>.
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PROMOÇÃO ONLINE

1. Formas de promoção

 Existe vários sites onde é possível fazer a promoção do site através de


diversas formas – banners, particiono de sites, links, etc.

 Outras áreas de promoção:


o Newsgroups
o Sites que anunciam novas páginas
o Mailing lists
o e-mails
o Revistas online

2. Técnicas para incrementar as visitas

 Desde logo fazer uma análise cuidado dos ficheiros LOG’s

 E tipicamente quando oferecemos:


o Material de referencia
o Humor
o Produtos complementares
o Produtos eticamente proibidos
o Informação actualizada
o E serviços que outros sites não oferecem
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PROMOÇÃO CRUZADA

 Esta é uma forma de divulgação não dispendiosa. Os sites escolhidos


devem ser aqueles que contenham o, mesmo tipo de informação ou
complementem.

 O web site de Portugal que pertence à categoria Educação(Escola) faz


troca de banners com o site B da Rússia que pertence à categoria
Política. Esta troca traz vantagens? Usando a variável http_referer
verifica-se se essa troca é benéfica.

 Exemplos de sites que oferecem este serviço:


o http://www.linkexchange.com
o http://www.smartclicks.com
o http://www.bannerswap.com

 Existe diferenças entre o que banner visto e banner clicado.

 A altura e largura, assim como o tamanho em bytes deve ser


cuidadosamente tratado, pois alguns sites têm um conjunto de regras
específicas para este caso.
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PROMOÇÃO OFFLINE

 Usar a URL nos meios tradicionais de divulgação sempre!

 Lista de endereços

 Cartões de visita

 Brochuras

 Cartas

 Memorandos

 …

 Divulgar a URL nos meios de comunicação tradicionais, seja ele em


jornais ou revistas ou mesmo em televisão (Publicidade electrónica ou
em papel).