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Construa sua "artemeira"

A "artemeira", dispositivo para eclosão de cistos de artêmias salinas é muito simples de ser feito e de
construção barata.

Você vai precisar dos seguintes materiais:

1. Cola tipo epoxi


2. 2 pets de refrigerantes vazios (de 2,0 ou 2,5 litros - os 2 devem ser iguais)
3. 1 tampa de pet (com vedante)
4. 2 metros de mangueira de silicone, para aquarismo (ø 4 mm).
5. 300 gr de bolinhas de gude (materiais alternativos como pedras, conchas, podem ser usados)

E dos seguintes equipamentos:

1. Tesoura
2. Instrumento ponteagudo para perfurar o pet (diâmetro ligeiramente menor do que o de uma
mangueira de silicone - ø 4 mm)

Como fazer, passo-a-passo:

1. Recorte um dos pets, eliminado a parte que lhe serve de base de sustentação. Parecerá um grande
funil.

2. Recorte o outro pet, eliminando a parte que afunila a garrafa. Esta parte servirá de base para a
"artemeira".
3. Nesta base, faça um furo com um objeto ponteagudo, por onde passará a mangueira de silicone (ø
4 mm).

4. Perfure a tampa do pet com um instrumento ponteagudo, onde fixaremos a mangueira de silicone,
bem rente ao vedante. Quanto mais justo, melhor. Assim evita-se vazamentos de água.
5. Passe a mangueira de silicone pela tampa do pet e fixe-a bem rente ao vedante e cole-a com cola
tipo epoxi por fora da tampa (espere secar pelo tempo determinado pelo fabricante).
6. Passe a outra extremidade da mangueira pelo furo feito na base. Ao final, há de se cuidar para não
"morder" a mangueira, o que provocaria redução no fluxo de ar/água.
7. Coloque bolinhas de gude ou material alternativo para deixar pesada a base da "artemeira",
conferindo-lhe mais estabilidade.

8. Encaixe o pet que tem formato de funil, de cabeça para baixo, na base da "artemeira" e
cuidadosamente vá puxando a mangueira de silicone para fora, de forma a mantê-la o
minimamente curta entre a tampa do pet e o orifício da base da "artemeira", sem esticá-la em
demasia ou "mordê-la", garantindo pleno fluxo de ar/água pela mangueira, o tempo todo.
As garrafas pets vão se encaixar de forma bastante justa, mas se quiser reforçar esta junção para evitar
acidentes ou entrada de água, poderá passar, opcionalmente um pouco de cola de silicone na emenda das 2
garrafas e/ou fita adesiva.
A boa quantidade de mangueira de silicone, que sobra para fora da "artemeira", lhe dá bastante mobilidade
para conectá-la ao difusor de ar, que por sua vez está ligado à bomba aeradora, acima do nível da
"artemeira", e também para coletar os náuplios, por gravidade, abaixo do nível da "artemeira".

Se você tiver capacidade de investimento, alguma habilidade com marcenaria ou facilidade para mandar
confeccionar, veja abaixo uma versão mais sofisticada e sem dúvida, mais bonita de se ver da "artemeira",
que encontrei na estufa renomado do criador de guppies brasileiro, o Sr. Abdalla, de Campinas/SP. Na
prática o resultado é o mesmo.

Espero tê-lo(a) ajudado no seu projeto de desenvolvimento de sua própria "artemeira" com idéias e soluções
caseiras e baratas.

Sucesso!

Descapsulação de Cisto de Artêmia

O que você precisará:


Meio litro de água fresca
100 ml de água sanitária
1 colher de sopa de vinagre branco (não é essencial somente ajuda e tirar o cheiro do cloro)
1 colher de chá de cisto de artemia

Instruções:
Comece colocando 500 ml de água fresca fria e uma colher de chá de cisto de artêmia em um recipiente de
vidro. Usando uma pedra porosa, com suavidade areje os cistos durante aproximadamente uma hora a
temperatura ambiente. Isto hidratará os ovos completamente para a preparação do processo de
descapsulação. Depois de uma hora, acrescente 100 ml cloro líquido. Aumente a aeração durante os
próximos 5-10 minutos (até a descapsulação estiver completa). Os cistos mudarão de marrom para
cinzento* a branco, e finalmente para cor laranja. Quando quase todos os cistos estiverem laranja, paramos
a reação retirando e filtrando a solução em uma rede de malha fina e enxaguamos imediatamente com água
fresca várias vezes. Se não tiver peneira use somente os processos de decantação e lavagem retirando
assim somente as cascas e o cloro.

Continue enxaguando até o cheiro do cloro ter saído completamente. Misture 1 xícara de água fria e 1 colher
de sopa de vinagre branco em um recipiente e despeje o conteúdo da peneira nesta solução por
aproximadamente um minuto. Isto removerá ou neutralizará o cloro residual. Enxugue os cistos por mais
tempo com água fresca. Seus cistos estão prontos para serem devorados pelos peixes.

Por que Descapsulação?


Há várias vantagens por decapsular ou remover a concha espessa exterior (corion) do cisto de artemia.

1. Para os autores, o cloro forte ou solução clorada oxida completamente os cistos, reduzindo introdução de
bactérias e doenças para seu aquário.

2. Coletando o cisto descapsulado significa que não será necessária nenhuma separação das conchas. Só
colocar tudo em uma rede de malha, enxaguar e alimentar seu peixe!

3. Até mesmo os cistos que não eclodem normalmente são comestíveis! Um cisto de descapsulado é partido
ficando somente uma fina membrana que é digerida facilmente por peixes jovens e invertebrado. Um
embrião não eclodido também contém mais energia que um náuplio vivo.

4. O embrião requer menos energia para penetrar uma membrana que uma concha exterior espessa. Isto
pode aumentar em 10% seu aproveitamento em mesma quantidade de ovos eclodidos da forma tradicional.

Tutorial - Como Eclodir Artêmias

• Materiais e ingredientes necessários


• Montagem dos materiais e a aplicação dos ingredientes
• Aproveitamento Total

Adiante, segue um tutorial completo (com fotos) de como eclodir Artêmias, materiais necessários, doses e
todas as dicas para se ter a melhor produção possivel, inclusive o congelamento dos Náuplios, que é como
se chama as artêmias qdo estão recem eclodidas.

Materiais e ingredientes necessários

Uma garrafa pet de refrigerante de 2L ou mais.


Corte a garrafa na altura de onde termina a faixa do rótulo da marca do refrigerante.

Vire de ponta cabeça a parte superior e encaixe na base, conforme a figura:


Consiga uma tampa para a câmara de eclosão (inventei agora esse nome, hehehehehe), que pode ser a
tampa de recipiente de 500 gramas de manteiga vendida a granel em supermercados, ou qualquer outra,
desde que consiga vedar a câmara de eclosão (gostei do nome, heheheheh). Faça um furo pequeno na
tampa, somente para a passagem da mangueirinha para a câmara, vide abaixo:

Bem, a câmara (fiquei fã do nome,heheheheh) está pronta. Precisamos agora do restante dos materiais
assim como dos ingredientes para o preparo.

Os materiais serão: uma mangueirinha do tamanho adequado para ser aclopado no compressor e uma
pequena pedra porosa que caiba no gargalo da garrafa utilizada para a confecção da câmara.

Já os ingredientes serão: o sal grosso, bicarbonato de sódio e os cistos de artêmia para eclosão.
Vide o conjunto:

Montagem dos materiais e a aplicação dos ingredientes

Topo

A montagem começa com a junção da mangueirinha com a pedra porosa sendo em seguida colocada na
câmara, posicionando a pedra porosa exatamente no bocal da garrafa, vejam:

Em seguinda coloca-se o sal grosso, uma colher cheia e mais uma rasa, observem na foto que o sal deve
cobrir a pedra porosa presa a ponta da mangueirinha, pois assim qdo se ligar o compressor o sal vai se
dissolver mais rapidamente.
Agora vamos acrescentar a água que deve encher a câmara, deixando uma margem de mais ou menos um
dedo e meio para a borda, conforme foto:

Coloca-se então a tampa e se quiserem um peso sobre ela, pois as vezes a mangueirinha ao ser ligada pode
subir. É preciso que a mangueira com a pedra fiquem sempre no bocal para que a movimentação da água
seja eficiente para oxigenar os cistos para eclosão.
Para iniciar o processo liga-se a mangueira ao compressor. O conjunto pode ficar próxima a luz natural, pois
com a luz o processo acelera-se, no meu caso ponho na janela como pode ser visto:

Quando se dissolver o sal, acrescenta-se o bicarbonato de sódio, vejam pela foto que é somente uma pitada,
como se salga um ovo na frigideira. O bicarbonato é necessário para que a água fique alcalina e a porção é
suficiente para alcalizar um litro de água, que é mais ou menos o volume que a câmara comporta se usando
uma garrafa pet de 2,5 lts.
Finalmente acrescenta-se o cisto, percebam que a quantidade também é pequena, eu uso aquelas
colherzinhas de sorvete, vejam:

E assim deixaremos o conjunto funcionando:


Não deixem de observar pela foto a importância da tampa, pois as bolhas formadas pela pedra porosa ao
chegar na superfície irão se espalhar e molhar tudo que estiver perto e lembrem-se é água salgada, portanto
enferruja metais, já tive de mandar lixar e pintar a estante onde tenho meus aquarios por conta do estrago
que a água salgada fez na estante de ferro, mesmo usando essas tampas, então todo cuidado é pouco.

Observem a figura abaixo, que foi tirada depois de 24 horas da fase anterior, onde montamos os materiais e
ingredientes, reparem a nuvem acima e em baixo de cor avermelhada, são exatamente os náuplios recem
eclodidos. Essa é a fase de maior concentração de proteínas das artêmias, chegando a 65% de proteína
pura. O oferecimento dessa cultura de 24 horas à alevinos da maioria das espécies vai ser determinante da
primeira até aproximadamente a 4ª semana de vida. Se forem alimentados com os náuplios, e demais
cuidados que a espécie requer provavelmente alcançaram a fase adulta na melhor condição possível, isso é
determinante para muitas espécies, como Guppies e Bettas.
Para realizarmos a coleta precisaremos de materiais suplementares que podem ser diversos. Eu uso um
recipiente de 1 litro com 200ml ou mais de água doce e uma pipeta de plástico como na figura. Podem ser
usados outros materiais como seringas, mangueirinhas, etc. Tudo que auxilie a coleta dos náuplios que se
concentrarão no fundo, a maioria. Porém alguns ficam em suspensão.

Usa-se a pipeta como mostrado, colocando-a bem no fundo da Câmara. Uma observação importante aqui é
que alguns tipos de cistos de artêmia afundam outros não. O que eu uso, que não sei a marca, pois existem
muitas, não afundam e isso facilita muito, pois vc pode encostar a pipeta no fundo e aspirar que só virá
náuplios nela, porém já utilizei tipos em que os cistos eclodidos (cascas) afundavam junto com os náuplios
recem eclodidos, dificultando a coleta, pois não se podia ir até o fundo com a pipeta para recolhe-los, os
náuplios ficavam um pouco acima das cascas que ficavam bem no fundo. Os que eu uso são fornecidos pelo
meu amigo Agostinho Monteiro. Então quem usa tipos de náuplios em que os cistos afundam devem tomar
cuidado na aspiração. Mesmo se pegar um pouco de cascas não tem problema o que ocorre é que o aqua
fica cheio daquelas bolinhas marrons ficando um visual feio.

Com a pipeta cheia, joga-se o conteúdo da pipeta no recipiente com água doce para tirar um pouco do sal e
também para separar os náuplios, porque em uma pequena aspiração da pipeita, apesar de não aparecer, se
tem milhares de náuplios e mesmo em pequena quantidade é suficiente para alimentar muitos peixes.
Lembrem-se que não devemos dar para que os peixes fiquem cheios, até pq isso seria difícil, mas sim é um
complemento alimentar rico em proteína pura, é para manter saudável os seus peixes. E interessante uma
dica de que 15 minutos antes das artêmias se pode dar um pouquinho de ração aos peixes, isso porque a
ração provê fezes mais consistentes do que a comida viva, então para se evitar fezes muito liquefeitas pode-
se usar esse artifício.
Os náuplios em água doce vivem durante algumas horas, porém qto mais passar o tempo depois da eclosão
mais proteínas os náuplios perdem, então devemos oferecer logo que procedermos a coleta. Caso vc já
tenha oferecido a todos os seus peixes e ainda tenha muitos náuplios, o que sempre acontece, vc poderá
então em vez de esperar mais um dia vc poderá congela-los e poderá aproveitá-los sem perder as suas
proteínas, pois o congelamento não afetará o aproveitamento protéico dos náuplios. O congelamento é
simples e pode ser feito com os náuplios do estágio anterior, simplesmente recolhendo eles com a pipeta e
despejando-se em uma cuba de gelo. Depois de congelados pode-se recolhê-los da forma e guardar em
outro recipiente e deixar a forma livre para a próxima coleta.
Os náuplios na forma de gêlo.

Os blocos de gêlo prontos e armazenados em um recipiente.


Depois é só colocar uma pedra de gêlo dessas no aqua que ela ficará boiando e soltando aos poucos os
nãuplios congelados, simples e muito útil qdo vc viaja, pois vc poderá facilmente orientar as pessoas a
colocar uma pedrinha de gêlo no aquario, assim não se corre o risco de se colocar muita comida e poluir o
aquario. Eu mesmo faço isso qdo tenho que viajar mais de 3 dias e funciona muito bem.

Aproveitamento Total

Topo

Seguindo sempre cronologicamente fomos até o momento de coleta e congelamento dos náuplios de
24horas, porém eles se não coletados ainda sobrevivem cerca de mais, no máximo, 48 horas, alé mde nesse
período sempre ter a eclosão de alguns cistos que não eclodiram em 24 horas. Existem também, como já
disse antes, alguns tipos de cistos que não eclodem em 24 horas e sim em 48 horas e alguns em até 3 dias.

Pois bem, após tudo o que vimos no capítulo passado sempre sobrará alguma coisa e sempre é bom
aproveitarmos tudo o que for possível em se tratando de comida viva e principalmente náuplios que é
unanimidade que se trata de um dos melhores alimentos existentes para peixes ornamentais.

Vejam na imagem que após 48 horas ainda existem na câmara de eclosão visualmente alguns náuplios.
Parecem alguns, porém são milhares e mesmo parecendo pouco não devemos desperdiçar.
Sendo assim vamos coletar esses restantes. Porém usar a maneira anterior não seria muito adequada, pois
restam uma quantidade que mesmo grande está dispersa pela câmara e ficaria inviável coletar tudo com a
pipeta ou algo parecido, então teremos que fazer a coleta de outra forma, mais otimizada e de tal forma que
podemos coletar tudo, sem sobrar nada, pois os náuplios já estão quase sem proteínas para consumir e ao
final de 3 dias eles morerrão sem alimento. Vamos usar os seguintes materiais: uma mangueirinha ( que
pode ser a própria usada para eclosão, retirada a pedra porosa da ponta) e um pano bem fino (aqui aparece
a famosa cueca velha que o Dylan se referiu no início do tópico, heheheheh). Vide imagem:

A coleta é simples e usa-se o pano fino para coar a água retirada da cãmara de eclosão até que toda a água
tenha sido drenada, tomando-se o cuidado para interromper o fluxo antes de se chegar as cascas dos cistos
eclodidos que ficam boiando na superfície da câmara.
Drenado tudo que for possível observa-se no pano que muitos náupliios ainda restavam e que podemos
aproveitar para dar aos peixes diretamente ou mesmo se desejado realizar o congelamento.
Ao final para retirar do pano os náuplios vira-se o pano do avesso no recipiente já vazio (joga-se a água
drenada que é muito salgada) e faz-se circular água doce sobre o pano para que os náuplios presos se
soltem na água doce. Com os náuplios coletados no recipiente se faz o processo anterior de coleta para
oferecer aos peixes ou mesmo para se congelar.
Uma opção nesse momento, da coleta final, poderia ser a formação de uma colônia de artêmias para se
chegar a fase adulta e poder fornecer aos peixes maiores, não que não se possa oferecer os náuplios, porém
as adultas são extremamente apreciadas por várias espécies além de ser possível variarmos a alimentação
dos pexeis.

Bem a manutenção de artêmias adultas, segundo lê-se em vários sites na internet requer algumas condições
próprias que às vezes não compensa a muitos criadores, porém vou passar aquilo que observei para poder
manter a minha.

Primeiramente, o ambiente precisa de luz natural, não precisa sol direto, mas muita claridade. Minha cultura
se encontra na sacada do prédio onde moro pegando toda a claridade do dia, sem pegar chuva e sol direto.
Segundo conversei com alguns criadores a chuva direta atrapalha a produção das artêmias.

Muito oxigênio é necessário para a manutenção das artêmias e o que a maioria usa é água verde que
contém muitas algas que pela natureza relizam a fotossíntese e liberam oxigênio.

Água salgada e muito alcalina

E alimentação adequada, que pode ser extremamente variada desde ração esfarelada, moido de cereais,
levedura de cerveja e o que eu uso Fermento Biológico.

Como começei? Consegui uma porção de artêmias já adultas e jovens que coloquei em um recipiente de
5litros e mais as sobras da eclosão, mais precisamente em um aquaterrário desses vendidos em lojas de
aquarismo e pet shops. Coloquei a própria água da cultura e fui acrescentando dia a dia mais água tratada,
ou seja, salgada e alcalinizada até a capacidade de 5 litros

Manutenção: trocas parciais de água de 20% (1 litro) toda semana com leve sifonagem do fundo, pois cria-
se muito musgo devido as algas verdes que devem aparecer com a presença da luz natural. A água que uso
para a substituição é sempre retirada de um dos meus aquarios, pois já possui biologia, essa dica eu que
achei melhor usar, não li em lugar nenhum isso, experimentei e deu certo. Água já ciclada, pois as artêmias
não deixam de ser um crustáceo e já aprendemos que toda a vida aquatica para sobreviver precisa das
bactérias nitrificantes. Nesta água ciclada coloco a quantidade de sal (uma colher e meia de sal grosso) mais
uma pitada de bicarbonato de sódio para alcalinizar a mesma.

Alimentação: mais ou menos de 2 em dois dias uma pequena porçao de fermento biológico (uma porção
igual aquela da foto em que se coloca o bicarbonato de sódio na câmara de eclosão).

De vez em quando, de mês em mês aquiro uma pequena porção de artêmias adultas e misturo na cultura
para manter a quantidade, pois como ofereco pelo menos uma vez por semana aos meus peixes, os
nascimentos não são suficientes para o pequeno recipiente que mantenho elas. Os grande criadores as
mantem em tamques grandes para ter grande quantidade. Eu tenho o suficiente para oferecer
semanalmente somente.

Uma coisa muito útil que as artêmias tem como característica é o fato de serem animais que absorvem as
substâncias suspensas na água em que se alimentam. Muitos criadores as usam para que elas absorvam
remédios e vitaminas e depois as oferecem a seus peixes. Isso aprendi com alguns criadores, por exemplo,
algumas criações de peixes apresentam parasitas intestinais que levam os peixes a morte. Os criadores
ministram os remédios diretamente na água das artêmias horas antes de oferecerem elas a seus peixes,
pois a artêmia se alimenta filtrando a água e absorvendo seus ingredientes. O ofereciemnto de remédios
diretamente ingeridos pelos peixes é infinitamente mais eficaz do que aqueles ministrados diretamente na
água, pois estes são eficazes contra as bactérias que estão no ambiente, mas as que estão incubadas nos
peixes ficam livres da ação dos remédios, porém com a utilização dessa característica das artêmias de
absorverem substãncias esse problema foi resolvido.