Você está na página 1de 96

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO

NTD-20

MONTAGEM DE REDES PRIMÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA


ELÉTRICA AÉREA, URBANA COM CABOS COBERTOS EM
ESPAÇADORES – CLASSE 15 kV
NTD-20

página
APRESENTAÇÃO
1. OBJETIVO ...............................................................................................................................................................03
2. CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................................................................03
3. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO .........................................................................................03
4. INSTRUÇÕES GERAIS E PROCEDIMENTOS.......................................................................................................04
5. AFASTAMENTOS MÍNIMOS E AFASTAMENTOS PADRONIZADOS....................................................................07
6. CONFIGURAÇÃO DOS CIRCUITOS......................................................................................................................14
7. ESTRUTURAS BÁSICAS PADRONIZADAS...........................................................................................................15
8. ENGASTAMENTO DE POSTES..............................................................................................................................23
9. ESTRUTURAS PRIMÁRIAS PADRONIZADAS – DETALHES................................................................................24
10. AMARRAÇÕES E CONEXÕES ELÉTRICAS..........................................................................................................49
11. CARACTERÍSTICAS DOS CABOS CA COBERTOS – XLPE – 8,7/15 kV – PADRONIZADOS............................63
12. CARACTERÍSTICAS DOS CABOS MENSAGEIROS – CABO NÚ DE AÇO ZINCADO - CAZ .............................64
13. MATERIAIS BÁSICOS UTILIZADOS NA MONTAGEM DAS REDES COMPACTAS............................................65
14. FERRAMENTAS PARA LANÇAMENTO DOS CABOS...........................................................................................66
15. LANÇAMENTO DOS CABOS..................................................................................................................................68
16. INSTALAÇÃO DOS ESPAÇADORES LOSANGULARES.......................................................................................71
17. FLECHA FINAL DO MENSAGEIRO........................................................................................................................72
18. TRAÇÕES PARA PROJETO DE REDE COMPACTA............................................................................................73
19. TRAÇÕES PARA LANÇAMENTO DO MENSAGEIRO..........................................................................................73
20. DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA NOMINAL DOS POSTES E O TIPO DE ENGASTAMENTO.....................75
21. SIMBOLOGIA..........................................................................................................................................................84
22. VIGÊNCIA................................................................................................................................................................84
23. APROVAÇÃO..........................................................................................................................................................84

ANEXO – 01 – TERMINOLOGIA....................................................................................................................................85
ANEXO – 02 – ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMOS E HELIPONTOS.............................................................88
ANEXO – 03 – DETERMINAÇÃO DO ÂNGULO DE DEFLEXÃO DA REDE EM CAMPO............................................98
ANEXO – 04 – RELAÇÃO DE MATERIAIS....................................................................................................................99

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 2/96


NTD-20

APRESENTAÇÃO

Nesta Norma Técnica são apresentados os critérios básicos de projeto e as instalações


padronizadas para montagem de redes aéreas urbanas de distribuição primária classe 15 kV,
do tipo compacta protegida, em áreas urbanas.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 3/96


NTD-20

1. OBJETIVO
Estabelecer um padrão básico para montagem de redes de distribuição trifásicas aéreas urbanas do tipo
compacta protegida na tensão nominal de 13,8 kV, de modo a assegurar condições técnicas e econômicas
favoráveis às instalações e à qualidade do serviço de energia elétrica, bem como definir alguns critérios
básicos que devem ser observados na elaboração dos respectivos projetos.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO
Esta Norma aplica-se ao projeto e montagem de redes de distribuição aéreas trifásicas do tipo compacta
protegida, novas, ampliação, reforço e melhoria, com tensão nominal primária de 13,8 kV, localizadas em
áreas com características urbanas dentro da área de concessão da Celtins, nas seguintes situações:
• Locais com desligamentos provocados por interferência da arborização com a rede;
• Locais com desligamentos provocados por descargas atmosféricas;
• Locais de frequentes ocorrências de objetos lançados à rede;
• Congestionamento de estruturas;
• Saída de alimentadores de subestações;
• Alimentador expresso atendendo a consumidor (es) especial (ais).
• Todas as redes de distribuição de empreendimentos particulares em localidades cuja rede de
distribuição de média tensão seja da classe 15 kV;

3. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO


Cabe às áreas encarregadas pela manutenção e construção de redes de distribuição zelar pelo
cumprimento das prescrições desta Norma.

4. INSTRUÇÕES GERAIS E PROCEDIMENTOS


4.1. A terminologia empregada nesta norma, encontra-se definida no ANEXO 1.
4.2. O presente padrão estabelece as instalações básicas. Eventualmente o projeto terá que alterar ou
completar detalhes para atender casos particulares possíveis de acontecer numa construção.
4.3. Os desenhos apresentados mostram a montagem das estruturas em postes DT, contudo, as
relações de materiais contemplam também os postes de concreto circulares (ver ANEXO – 05)
4.4. Em estruturas com instalação de equipamentos não é permitido o uso de estais. Estais de âncora
não devem ser utilizados
4.5. As redes compactas protegidas, como padronizadas nesta norma, permitem uma convivência mais
harmoniosa entre a rede de distribuição de energia e a arborização, reduzindo-se substancialmente
o volume de poda das árvores. Os condutores da rede compacta são protegidos com material que
permite eventuais toques com galhos de árvores e outros objetos. Porém não devem ocorrer
contatos permanentes a fim de se evitar a abrasão localizada na área de contato e a consequente
perfuração elétrica da cobertura dos condutores que fatalmente provocará a interrupção no
fornecimento.
4.6. Embora a rede compacta seja composta por cabos protegidos contra eventuais toques de galhos de
árvores ou outros objetos, ela deve ser tratada como rede primária nua para todos os aspectos de
segurança que envolva construção, operação e manutenção. Portanto, seus condutores e
acessórios não devem ser tocados enquanto a rede não estiver desligada e corretamente aterrada,
exceto na condição de linha viva, sob pena de colocar em risco a segurança dos envolvidos na
tarefa e terceiros.
4.7. São considerados normais os vãos de até 80 m. Isso em razão de estarmos assumindo a
possibilidade de instalação futura de rede de distribuição de BT multiplexada com vãos de até 40 m.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 4/96


NTD-20

4.8. As conexões previstas nesta Norma são somente as do tipo cunha.


4.9. Quando houver necessidade, a sinalização da rede deverá estar em conformidade com os
procedimentos adotados para linhas de transmissão, de acordo com as ABNT NBR 6535, ABNT
NBR 7276, ABNT NBR 15237 e ABNT NBR 15238.
4.10. Para se determinar resistência nominal dos postes e o tipo de engastamento no solo, devem ser
utilizadas as tabelas contidas no item 21.
4.11. Para a escolha das estruturas primárias devem ser consultados os quadros mostrados no item 7.
4.12. Condutores padronizados
Para montagem da rede compacta devem ser empregados os condutores da Tabelas 1 e 2.
Tabela 1
Condutores fase Bitola (mm²)

50
Cabo de alumínio –CA , coberto com polietileno
reticulado – (XLPE) – 8,7/15 kV 120
185

Tabela 2
Cabo mensageiro Aplicação
Rede compacta com condutores
Cabo de aço galvanizado de 9,5 mm
de alumínio coberto de 50, 120 e
de diâmetro – formação 7 fios
185 mm².

4.13. Para que a sequencia de fases seja mantida nos espaçadores ao longo da rede, é fundamental
obedecer, sempre que possível, a seguinte convenção:

MENSAGEIRO

MENSAGEIRO

FASE FASE
FASE A
A C

FASE C
FASE
B
FASE B

LADO DA LADO DA
RUA CALÇADA SEPARADOR DE CABOS

ESPAÇADOR LOSANGULAR

4.14. Vãos padronizados.


Quando houver rede de BT conjugada, o vão máximo será de 40 m. Para rede de AT, circuito simples,
poderá chegar a 80 m.
4.15. Tramo de tracionamento.
O comprimento máximo de cada tramo de tracionamento (tracionamento do mensageiro) deverá ser de
aproximadamente 500 metros.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 5/96


NTD-20

4.16. Arrancamento.
Nas situações de postes de 10 metros, entre postes de 12 metros ou depressões no terreno, deverá ser
calculado o esforço vertical ascendente, a fim de evitar problemas quanto a construção.
4.17. Perfil de tensão.
No estabelecimento dos critérios para o dimensionamento de rede primária, deve-se determinar e adotar
o perfil de tensão mais adequado às condições da rede e subestações de distribuição. Os fatores que
influem na determinação desse perfil são os seguintes:
a) Comprimento dos alimentadores;
b) Distância entre subestações;
c) Regime de variação de tensão na barra das subestações;
d) Características elétricas dos condutores;
e) Queda de tensão admissível na rede primária, no transformador de distribuição, na rede
secundária e na derivação do consumidor, até o ponto de entrega.
f) A carga a ser instalada
4.18. A queda de tensão máxima admissível no final da rede, calculada a partir da barra da subestação
supridora do circuito, deverá ser de 5 % (cinco por cento) tendo como base a tensão nominal da rede.
4.19. Dimensionamento dos condutores.
O dimensionamento dos condutores deverá ser feito com base no coeficiente de queda de tensão
máxima permitida, nas características elétricas e físicas do sistema de distribuição e nas características
elétricas dos condutores.
4.20. Proteção contra sobre-correntes.
A proteção de sobre-correntes deverá ser feita por intermédio de religadores automáticos e chaves
fusíveis de distribuição.
4.21. Proteção contra sobre-tensões.
A proteção contra sobre-tensões de origem atmosférica deverá ser feita através de para-raios,
adequadamente dimensionados e instalados, de modo a se obter o máximo aproveitamento do
equipamento protetor.
Características dos para-raios:
• Tensão nominal – 12 kV
• Invólucro – polimérico;
• Resistor não linear – ZnO;
• Corrente de descarga nominal – 10 kA;
• Com desligador automático.
4.22. Seccionamento e manobra
Os tipos de equipamentos de seccionamento e manobra a serem utilizados nas redes aéreas com cabos
cobertos são:
• Chave fusível;
• Seccionadora de faca unipolar;
• Chave tripolar para operação sob carga.
4.23. Aterramento Temporário
Nos circuitos primários com cabos cobertos, em intervalos de aproximadamente 300 (trezentos) metros,
prever a instalação de estribos com conectores tipo cunha para conexão do conjunto de aterramento
temporário quando da execução de serviços de manutenção com a rede desenergizada.
EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 6/96
NTD-20

Os pontos de aterramento preferencialmente serão os estribos dos transformadores.


Nos trechos de rede compacta onde não existam transformadores instalados ao longo da faixa dos 300
metros, deverão ser instalados estribos de espera para aterramentos, que serão retirados a medida que
forem sendo instalados transformadores intermediários.
4.24. Determinação do ângulo de deflexão da rede em campo.
Para se determinar o ângulo de deflexão da rede deverá ser empregado o método mostrado no ANEXO
03.

5. AFASTAMENTOS MÍNIMOS E AFASTAMENTOS PADRONIZADOS


5.1. Para garantir a segurança de pessoas, os cabos cobertos devem ser considerados como condutores
nus e, portanto nas redes compactas devem ser observados os mesmos afastamentos mínimos
estabelecidos para redes com cabos nus, conforme ABNT – NBR – 15688:2009
5.2. Tanto os afastamentos mínimos de segurança como os afastamentos padronizados de montagem,
que devem ser aplicados nas estruturas primárias da rede compacta, estão indicados nos próprios
desenhos das estruturas padronizadas mostradas as seguir.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 7/96


EMISSÃO: JULHO/2014

ESTRUTURA -CLHS-CF
ESTRUTURA CC2
15 min

15 min
ESTRUTURA - CLE 17 min 15 min
ESTRUTURA - CLE OU CLEA1 13 min ESTRUTURA CUF3 60
Circuito Duplo
17 mín

15 min Rede 85
80 min Secundária
Isolada
15 min
Rede
110 15 min 110 Secundária
Rede Secundária Isolada
80 mín. Isolada Rede 80 mín
Secundária
Isolada Rede
Secundária 145
Isolada
REVISÃO:

h h h h h
h

SOLO SOLO SOLO SOLO

160 160 170


160 170

POSTE DE 10 m POSTE DE 10 m POSTE DE 10 m POSTE DE 11 m


8/96

POSTE DE 11 m

NTD-20
Tabela 3 - Distância entre condutores e o solo
NOTA 1 - Cotas em cm
Natureza do logradouro Altura mínima (h) cm
NOTA 2 - A altura mínima "h" corresponde à condição de Vias exclusivas de pedestres 550
flecha máxima indicada na Tabela 3 ao lado Ruas e avenidas 600
NOTA 3 - Em rodovias estaduais, a distância mínima Entradas de prédios e demais
do cabo ao solo deve obedecer à legislação específica do locais de uso restrito a veículos 600
órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, Rodovias federais 700
Ferrovias não eletrificadas e não
obedecer a tabela ao lado eletrificáveis 900
EMISSÃO: JULHO/2014

ESTRUTURA - CLEA1 ESTRUTURA CUF3 ESTRUTURA 2CUF3


ESTRUTURA - CLE ou CLEA-1
DCUF3 Circuito Duplo Circuito Quadruplo

15 min
15 min

50 min

Rede
Secundária
Isolada Rede
80 min Rede
Secundária
Isolada Secundária
Isolada
Rede
Secundária
Isolada
REVISÃO:

h
h h
h

SOLO

POSTE DE 11 m
POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m
9/96

NOTA 1 - Cotas em cm Tabela 3 - Distância entre condutores e o solo

NTD-20
NOTA 2 - A altura mínima "h" corresponde à condição de Natureza do logradouro Altura mínima (h) cm
flecha máxima indicada na Tabela 3 ao lado Vias exclusivas de pedestres 550
Ruas e avenidas 600
NOTA 3 - Em rodovias estaduais, a distância mínima Entradas de prédios e demais
do cabo ao solo deve obedecer à legislação específica do locais de uso restrito a veículos 600
órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, Rodovias federais 700
obedecer a tabela ao lado Ferrovias não eletrificadas e não
eletrificáveis 900
EMISSÃO: JULHO/2014

ESTRUTURA -CLEA1-DC3-CF ESTRUTURA - CUF4-SU ESTRUTURA - CUF4-CF


ESTRUTURA -CC2-DC3-CF ESTRUTURA -CH-DC3-CF

15 mín 15 min

15 min
17 min
50 min
50 min 50 min

Rede Rede
Secundária Secundária
Isolada 80 min Isolada
Rede
Rede 80 min Rede Secundária
Secundária Secundária 80 min
Isolada
Isolada Isolada
Rede Secundária
Isolada
REVISÃO:

h
h
h
h
h

SOLO

POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m

NOTA 1 - Cotas em cm Tabela 3 - Distância entre condutores e o solo


10/96

NOTA 2 - A altura mínima "h" corresponde à condição de Natureza do logradouro Altura mínima (h) cm
Vias exclusivas de pedestres 550

NTD-20
flecha máxima indicada na Tabela 3 ao lado
Ruas e avenidas 600
NOTA 3 - Em rodovias estaduais, a distância mínima
Entradas de prédios e demais
do cabo ao solo deve obedecer à legislação específica do locais de uso restrito a veículos 600
órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, Rodovias federais 700
obedecer a tabela ao lado Ferrovias não eletrificadas e não
eletrificáveis 900
EMISSÃO: JULHO/2014

ESTRUTURA CC2
Circuito Quadruplo ESTRUTURA 2CUF3
Circuito Duplo
15 min

15 min
ESTRUTURA - CLH-T-PR ESTRUTURA - CLEA-T-PR ESTRUTURA - CUF3-T-PR

15 min

17 min

Rede
Secundária
Rede Secundária Isolada
Rede Secundária Rede Secundária Isolada
Isolada Isolada

Rede Secundária
Isolada
REVISÃO:

h h h h

POSTE DE 11 m POSTE DE 11 m
POSTE DE 12 m POSTE DE 12 m

NOTA 1 - Cotas em cm Tabela 3 - Distância entre condutores e o solo


11/96

NOTA 2 - A altura mínima "h" corresponde à condição de Natureza do logradouro Altura mínima (h) cm

NTD-20
flecha máxima indicada na Tabela 3 ao lado Vias exclusivas de pedestres 550
POSTE DE 11 m
Ruas e avenidas 600
NOTA 3 - Em rodovias estaduais, a distância mínima Entradas de prédios e demais
do cabo ao solo deve obedecer à legislação específica do locais de uso restrito a veículos 600
órgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, Rodovias federais 700
obedecer a tabela ao lado Ferrovias não eletrificadas e não
eletrificáveis 900
NTD-20

5.3. Afastamentos mínimos entre condutores e o solo

AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E SOLO

REDE PRIMÁRIA COMPACTA

REDE SECUNDÁRIA

RAMAL DE LIGAÇÃO

COMUNICAÇÃO E CABOS
ATERRADOS

FERROVIAS NÃO RODOVIAS RUAS E ENTRADA DE RUAS E VIAS


ELETRIFICADAS AVENIDAS PRÉDIOS E DEMAIS EXCLUSIVAS
OU NÃO LOCAIS DE USO A
ELETRIFICÁVEIS RESTRITO A PEDESTRES
VEÍCULOS EM ÁREAS
URBANAS
NOTAS
1 - Medidas em centímetros
2 - Os valores indicados são para o circuito mais próximo do solo na condição de flecha máxima.

5.4. Posição do poste em relação ao meio fio

POSIÇÃO DO POSTE EM
RELAÇÃO AO MEIO FIO

MEIO FIO CALÇADA

RUA

L = 35 cm - para passeio com largura de até 1,5 metros;


L = 50 cm - para passeio com largura maior que 1,5 metros

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 12/96


NTD-20

5.5. Afastamentos mínimos entre condutores e edificações.

A
C
D

A
C
B D

D C

a b c
Afastamentos horizontal e vertical Afastamento vertical entre os condutores e o piso de sacadas, terraços ou
entre condutores e muros janelas das edificações

A A
A A A

B B B

d e f
Afastamento horizontal entre os condutores e o piso Afastamento horizontal entre os Afastamento horizontal entre os
de sacadas, terraços e janelas de edificações condutores e paredes de condutores e a cimalha e o telhado
edificações de edificações

A
A

B PLACA
OU NOTA 1 - Se os afastamentos verticais das Figuras "b" e "c" não puderem ser
ANÚNCIO mantidos, exigem-se os afastamentos horizontais da Figura "d"

NOTA 2 - Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas, terraços ou


janelas for igual ou mior do que as dimensões das Figuras "b" e "c", não se exige o
afastamento horizontal da borda da sacada, terraço ou janela da Figura "d", porém o
afastamento da Figura "e" deve ser mantido

g
Afastamento horizontal entre os
condutores e placas de publicidade

Afastam entos m ínim os - condutores a edificações (m m )


Prim ário
S om ente secundário
Figura 15 kV
A C B D
a 1.000 3.000 500 2.500
b 1.000 500
c 3.000 2.500
d 1.500 1.200
e 1.000 1.000
f 1.000 1.000
g 1.500 1.200

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 13/96


NTD-20

5.6. Afastamentos entre a rede de distribuição e aeródromos


Nas proximidades de aeródromos as estruturas deverão ser locadas obedecendo as prescrições
estabelecidas na Portaria Nº 1141/GM5 de 8 de agosto de 1987, cujos parâmetros estão mostrados
no ANEXO 2.
A distância mínima da rede à cabeceira do aeroporto deverá ser maior que 500 metros.

5.7. Afastamentos mínimos – Edificações sob as redes

RD - Compacta -15 kV

RD-Secundária- Isolada
80 min Multiplexada
60 min
Faixa de
ocupação 50
Compartilha
mento

Rede Telefônica
(Limite inferior da faixa 250 min
de ocupação
50 min
200 min

Out-doors, relógios,
semáforos e radares Pontos comerciais

Edificações de
paradas de ônibus
Raio = 250 min Raio = 250 min

SOLO SOLO

NOTA - O raio de 250 cm se aplica a qualquer estutura, inclusive redes de telecomunicação e TV a cabo

Dimensões em cm

6. CONFIGURAÇÃO DOS CIRCUITOS.


Os circuitos duplos deverão ter preferencialmente a configuração mostrada na figura 1. Opcionalmente
poderá ser utilizada a configuração mostrada na figura 2. Circuitos triplos ou quádruplos deverão ser
construídos conforme figura 3.

Figura 1
Figura 2 Figura 3

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 14/96


NTD-20

7. ESTRUTURAS BÁSICAS PADRONIZADAS


As estruturas básicas para montagem de redes compactas, sua identificação, denominação e aplicação
estão mostradas a seguir:
Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT

Estrutura – CLE
C = Designa rede compacta
L = Designa a presença do Vãos em tangência
CE 1
Braço tipo L (sem deflexão)
E = Designa a presença
do Estribo para espaçador losangular

Estrutura – CJE
Vãos em tangência
C = Designa rede compacta
(sem deflexão)
J = Designa a presença do
Para afastar os cabos da
Braço tipo J rede de troncos de
E = Designa a presença árvores e/ ou
equipamentos
do Estribo para espaçador losangular
Estrutura - CLEA1
C = Designa rede compacta
L= Designa a presença do Braço tipo L Vãos em tangência ou
com deflexão máxima de
E = Designa a presença do ESTRIBO para
6 graus
espaçador losangular CE1A
A= Designa a presença do braço
ANTIBALANÇO A cada 200 m de vãos em
tangência.
1= Designa que a estrutura é do tipo passante
e
admite deflexão máxima de 6 graus
Estrutura - CLEA2
C = Designa rede compacta
L= Designa a presença do Braço tipo L
E = Designa a presença do ESTRIBO
para CE2 Vãos em deflexão com
ângulos compreendidos
espaçador losangular
entre 6 e 15 graus
A= Designa a presença do braço
Antibalanço
2= Designa que a estrutura é passante
e admite deflexão máxima de 15 graus

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 15/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT

Estrutura – CC2
Primeiro C = Designa rede
compacta
Segundo C= Designa Vãos em deflexão
com ângulos
a presença compreendidos
do Braço tipo C entre 15 e 60 graus
2= Designa que a estrutura é
passante e admite deflexão
máxima de 60 graus

Estrutura – CUF3
C = Designa rede compacta
U = Designa a presença
do Perfil U
Encabeçamentos
F= Designa a presença do CE 3 em vão de fim de
rede
fixador do perfil U
3 = Designa que a estrutura
é de ancoragem – vão em
fim de rede
ESTRUTURA - CUF4

Estrutura – CUF4
Estrutura - CE4 (Alternativa)
C = Designa rede compacta Encabeçamentos
duplos de rede ou
U = Designa a presença do em vãos com
ESTRUTURA - CE4
CE 4
(Alternativa) Perfil U deflexão com
ângulos
F= Designa a presença do
compreendidos
fixador do perfil U entre 0 e 60 graus
4 = Designa que a estrutura
é de ancoragem dupla

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 16/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT

Estrutura – 2CUF3
2 = Designa que são duas
estruturas iguais no mesmo
Encabeçamentos
poste
duplos de rede
C = Designa rede compacta CE3-CE3 em vãos com
deflexão com
U = Designa a presença
ângulos
do Perfil U compreendidos
entre 60 e 90
F= Designa a presença do
graus
fixador do perfil U
3 = Designa que a estrutura
é de ancoragem

Estrutura – CLEA1-DCC2
CLA1 = Designa a
estrutura Derivação em
ângulo de uma
existente na rede rede a partir de
D = Designa que deriva do outra rede
passante pelo
ponto uma outra estrutura ponto
CC2 = Designa a estrutura
que deriva

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 17/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT

Estrutura – CLEA1-DCUF3
CLA1 = Designa a estrutura Derivação em
ângulo de 90
existente na rede graus de uma
D = Designa que deriva do ponto CE1A-CE3 rede a partir de
outra rede
uma outra estrutura passante pelo
CUF3 = Designa a estrutura ponto
que deriva

Estrutura de Transição –
N3-CUF3-PR
N3 = Designa a estrutura de
fim de linha da rede
convencional Derivar uma
rede compacta
CUF3 = Designa a estrutura a partir de um
da ponto final de
CE3.N3 PR
rede compacta no ponto de uma rede
convencional
transição
PR= Designa a existência de
para-raios na estrutura de
transição

Estrutura de Transição –
N3-CUF
N3 = Designa a estrutura de fim Derivar uma
rede compacta
de linha da rede convencional a partir de um
CE3.N3
CUF3 = Designa a estrutura da ponto final de
uma rede
rede compacta no ponto de convencional
transição

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 18/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT

Estrutura CLHS-CF
C = Designa rede compacta
L= Designa a presença do Braço
tipo L Instalação de
H = Designa a presença do suporte chaves fusíveis
utilizando
Horizontal estrutura de rede
S= Designa que é uma estrutura de passante

seccionamento
CF= Designa a presença de
Alternativa
chaves fusíveis

Estrutura CHS-CF
C = Designa rede compacta
H = Designa a presença do Instalação de
suporte Horizontal chaves fusíveis
utilizando
S= Designa que é uma estrutura estrutura de rede
de seccionamento passante

CF= Designa a presença de


chaves fusíveis
Alternativa

FONTE

Estrutura – CC2-DC3-CF
CARGA
CC2= Designa a estrutura Derivação em
existente na rede ângulo de 90
graus de uma
D = Designa que deriva do ponto rede a partir de
uma outra estrutura CE2-N3 CF outra rede
passante pelo
C3 = Designa a estrutura que ponto, com
deriva chaves-fusíveis
na derivação
CF= Designa a presença de
chaves fusíveis

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 19/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT
FONTE

CARGA

Estrutura – CLEA1-DC3-CF
CLEA1= Designa a estrutura Derivação em
existente na rede ângulo de 90
graus de uma
D = Designa que deriva do ponto
rede a partir de
uma outra estrutura CE1A-C3 CF outra rede
C3 = Designa a estrutura que passante pelo
ponto, com
deriva chaves-fusíveis
CF= Designa a presença de na derivação
chaves fusíveis

FONTE
Estrutura CH-DC3-CF
CARGA C = Designa rede compacta
Derivação em
H = Designa a presença do
ângulo de 90
suporte Horizontal graus de uma
D = Designa que deriva do rede a partir de
outra rede
ponto uma outra estrutura passante pelo
C3 = Designa a estrutura ponto, com
que deriva
chaves-fusíveis
na derivação
CF= Designa a presença de
chaves fusíveis
Estrutura –CUF4-CF
C = Designa rede compacta
FONTE
CARGA

U = Designa a presença do
Perfil U Instalação de
F= Designa a presença do fixador chaves fusíveis
CE4 CF utilizando
do perfil U estrutura de
FONTE CARGA
4 = Designa que a estrutura é de ancoragem
ancoragem dupla
CF= Designa a presença de
chaves fusíveis

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 20/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT
Estrutura –CUF4-SU
C = Designa rede compacta
FONTE
CARGA

U = Designa a presença do
Perfil U Instalação de
F= Designa a presença do chaves facas
CE4 SU utilizando
fixador do perfil U estrutura de
4 = Designa que a estrutura ancoragem
é de ancoragem dupla
SU= Designa a presença de
chaves facas
Estrutura –CLH-T-PR
C = Designa rede
compacta
L= Designa a presença
Instalação de
do Braço tipo L posto de
CE TR ou transformação
H = Designa a presença
CE2 TR utilizando
do suporte Horizontal estrutura de
rede passante
T = Designa que a estrutura
é de um posto de transformação
PR= Designa a existência
Alternativa de para-raios
Estrutura –CLEA-T-PR
C = Designa rede compacta
L= Designa a presença do
Braço tipo L
E = Designa a presença Instalação de
posto de
do estribo para espaçador CE1A TR transformação
A = Designa a presença utilizando
estrutura de
do braço anti-balanço rede passante
T = Designa que a estrutura
é de um posto de transformação
Alternativa PR= Designa a existência
de para-raios

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 21/96


NTD-20

Denominação
Representação Aplicação
Celtins ABNT
Estrutura –CUF3-T-PR
C = Designa rede
compacta
U = Designa a presença do
Perfil U Instalação de
posto de
F= Designa a presença do
transformação
fixador do perfil U CE3 TR utilizando
3 = Designa que a estrutura estrutura de fim
de rede
é de ancoragem
PR= Designa a presença
de para-raios

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 22/96


NTD-20

8. ENGASTAMENTO DE POSTES

Sentido do esforço

Solo socado
em camadas
de 20 cm.

30

30
3
20

50
B
e

e
B B
A B
Placa de concreto

500
Areia lavada

3
A A A
Ø "b" + 30 Ø "b" + 30 Concreto traço 1:3:5 Ø "b" + 40 Concreto traço 1:3:5
Consultar nota 4 Consultar nota 4
Ø "b" + 30

100

Ø "b" Ø "b" Ø "b" Ø "b"

CORTE AB CORTE AB CORTE AB


CORTE AB
SIMPLES REFORÇADA CONCRETADA TUBULÃO

NOTAS:
Sem escala.
Medidas em centímetro.
A profundidade de engastamento simples ou reforçado será calculado para qualquer tipo de poste
L
e= + 60 ou e = L x 10% + 60
10
ONDE e = Profundidade do L = Comprimento do
: engastamento Poste
Refere-se a 1 volume de cimento Portland, 3 de areia e 5 de pedra britada n° 2; o tempo de cura não
deve ser inferior a 12 dias.
Para evitar a aderência do concreto no poste (engastamento concretado), protegê-lo com plástico.
Poderá ser suprimida a base reforçada ou concretada, quando o solo for pedregoso, tipo matação, e que
comprovadamente não irá ceder depois de aplicados os esforços.
Nas situações de solos instáveis como Argila muito mole, Areia muito fofa, Banhado, Turfa, Mangue e
outros, a implantação de qualquer tipo de poste requererá maiores precauções na sua instalação, como:
lançar mão de tubulões e concretagem ou a recomposição do solo, substituindo-o por um de maior
resistência.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 23/96


NTD-20

9. ESTRUTURAS PRIMÁRIAS PADRONIZADAS – DETALHES


A seguir são mostradas em detalhes, e com seus respectivos afastamentos, as estruturas primárias que
deverão ser empregadas para montagem de Redes de Distribuição Compactas Protegidas de 15 kV.

ESTRUTURA - CLE
(CL - Cadastro)
(ver Obs. 2)

9 (ver obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

ESTRUTURA - CJE
(CJ - Cadastro)
(ver Obs. 2)

9 (ver obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio
coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 24/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLEA1
(CL1 - Cadastro)
(ver Obs. 2)

9 (ver obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 25/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLEA2
(CL2 - Cadastro)

(ver Obs. 2)
Mensageiro

Cordoalha
auxiliar

Mensageiro
Fixar cordoalha auxiliar
ao mensageiro, próximo
ao meio do vão

9 (ver obs. 4)

Cordoalha auxiliar
7 (ver obs. 5)
Cordoalha
auxiliar

mensageiro
(ver obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste.
3- Evitar o seccionamento do mensageiro. No caso disso não ser possível, utilizar conector
cunha para a sua interligação.
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
5- A cordoalha auxiliar é fixada ao mensageiro num ponto próximo ao meio do vão, através
de fixadores preformados.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 26/96


NTD-20

ESTRUTURA - CC2
(CC2 - Cadastro)

(ver Obs. 2)

9 (ver obs. 4)

mensageiro
(ver obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste.
3- Evitar o seccionamento do mensageiro. No caso disso não ser possível, utilizar conector
cunha para a sua interligação.
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 27/96


NTD-20

ESTRUTURA - CUF3
(C3 - Cadastro)
(ver Obs. 3)

ver Obs. 2

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto.
Contudo deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem.
3- Aumentar a cota em 5 cm quando utilizar a outra face do poste

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 28/96


NTD-20

ESTRUTURA - 2CFU3
(C3-C3 - Cadastro)

(ver Obs. 5)

ver Obs. 4

50 min

(ver obs. 2 e 3)

9-10 (ver obs. 6)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Evitar o seccionamento quando os condutores forem de mesma bitola.
3- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de
alta tensão e fita adesiva isolante.
4- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve
ser dada preferência ao grampo de ancoragem
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.
6- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 29/96


NTD-20

ESTRUTURA - CUF4
(C4- Cadastro)

(ver obs. 2 e 3)
9-10 (ver obs. 6)
(ver obs. 5)

ver Obs. 4

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Evitar o seccionamento quando os condutores forem de mesma bitola.
3- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
4- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada preferência ao
grampo de ancoragem
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.
6- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 30/96


NTD-20

ESTRUTURA - CE4 (Alternativa)


(C4 - Cadastro)

mensageiro
(ver Obs. 5) (ver obs. 2)

9 (ver obs. 6)

ver Obs. 4

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Evitar o seccionamento quando os condutores forem de mesma bitola.
3- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
4- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada preferência ao
grampo de ancoragem
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.
6- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 31/96


NTD-20

ESTRUTURA - DCC2 - Construção


(CL1-CC2 - Cadastro)

(cordoalha auxiliar)
(ver Obs. 4)
(mensageiro)

50 min

9 (ver obs. 5)

Mensageiro

Fixar cordoalha auxiliar


ao mensageiro, próximo
ao meio do vão

7 Cordoalha auxiliar

(cabo coberto)

(ver obs. 2)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Diminuir a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.
5- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 32/96


NTD-20

ESTRUTURA - DCUF3 - Construção


(CL1-C3 - Cadastro)
(ver Obs. 4)

(ver obs. 2)

Mensageiro

(ver Obs. 3)

VISTA FRONTAL
Fixação - só ferragens

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta
tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada
preferência ao grampo de ancoragem
4- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 33/96


NTD-20

ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO - N3-CUF3-PR


(C3M - Cadastro)

9 (ver obs. 4) (ver obs. 2)


(ver obs. 5)
Mensageiro

50 min (ver Obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de
alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser
dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 34/96


NTD-20

ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO - N3-CUF3


(C3M - Cadastro)

9 (ver obs. 4) (ver obs. 2)


(ver obs. 6)
Mensageiro

(ver Obs. 3)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de
alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve
ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
5- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura de transição de cabo nú para
cabo protegido, dispensa a instalação de pára-raios na estrutura de transição.
6- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 35/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLHS-CF
(CH - Cadastro)

9 (ver obs. 4)

Mensageiro

(ver Obs. 3)

CARGA

(ver obs. 2) FONTE

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 36/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLHS-CF
(Alternativa)

9 (ver obs. 4)

Mensageiro

(ver Obs. 3)

CARGA

(ver obs. 2) FONTE

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 37/96


NTD-20

ESTRUTURA -CHS-CF
(CH - Cadastro)

9 (ver obs. 4)

Mensageiro

(ver Obs. 3)

CARGA

(ver obs. 2) FONTE

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 38/96


NTD-20

ESTRUTURA -CHS-CF
(Alternativa)

9 (ver obs. 4)

Mensageiro

CARGA

(ver obs. 2) FONTE

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 39/96


NTD-20

ESTRUTURA - DC3-CF - Construção


(CC2-C3 - Cadastro)
(ver obs. 5)

FONTE

50 min

CARGA

(ver Obs. 3)

9 (ver obs. 4)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica
de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 40/96


NTD-20

ESTRUTURA - DC3-CF - Construção


(CH-C3 - Cadastro)
(ver obs. 5)

FONTE
9 (ver obs. 4)

50 min

CARGA

(ver Obs. 3)

9 (ver obs. 4)

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica
de alta tensão e fita adesiva isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo
deve ser dada preferência ao grampo de ancoragem
4- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 41/96


NTD-20

ESTRUTURA - CUF4-CF
(C4 - Cadastro)
(ver obs. 4)

ver Obs. 4

CARGA
FONTE

50 min

FONTE CARGA

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada preferência ao
grampo de ancoragem
4- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 42/96


NTD-20

ESTRUTURA - CUF4-SU
(C4 - Cadastro)
(ver obs. 4)

CARGA
FONTE

ver Obs. 3

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada preferência ao
grampo de ancoragem
4- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 43/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLH-T-PR
(CH - Cadastro)
(ver obs. 5)

9 (ver obs. 3)

(ver obs 4)

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
4- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura do posto de transformação, dispensa a instalação de
pára-raios
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 44/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLH-T-PR (Alternativa)


(CH - Cadastro)
(ver obs. 5)

9 (ver obs. 3)

(ver obs 4)

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
4- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura do posto de transformação, dispensa a instalação de
pára-raios
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 45/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLEA-T-PR
(CH - Cadastro)

(ver Obs. 5)

9 (ver obs. 3)

(ver obs 4)

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
4- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura do posto de transformação, dispensa a instalação de
pára-raios
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 46/96


NTD-20

ESTRUTURA - CLEA-T-PR (Alternativa)


(CH - Cadastro)

(ver Obs. 5)

9 (ver obs. 3)

(ver obs 4)

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
4- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura do posto de transformação, dispensa a instalação de
pára-raios
5- Aumentar a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 47/96


NTD-20

ESTRUTURA - CUF3-T-PR
(CH - Cadastro)
(ver Obs. 5)

(ver obs. 6)

50 min

(ver obs 4)

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e fita adesiva
isolante.
3- Fazer a amarração com anel de amarração ou fio de aluminio coberto -10 mm²
4- A existência de pára-raios até a segunda estrutura adjacente à estrutura do posto de transformação, dispensa a instalação de
pára-raios
5- Alternativamente poderá ser usada a alça pré-formada para cabos de aluminio coberto. Contudo deve ser dada preferência ao
grampo de ancoragem
6- Diminuir a cota em 5 cm quando se utilizar a outra face do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 48/96


NTD-20

10. AMARRAÇÕES E CONEXÕES ELÉTRICAS


Não é permitida a emenda do cabo mensageiro no meio do vão;
Em todas as conexões nos condutores fase com cabo coberto, devem ser usados conectores tipo cunha com
capa protetora;
As conexões do cabo coberto ao terminais de equipamentos devem ser feitas conforme o mesmo padrão
usado nas redes aéreas convencionais com cabos nus. Nestas conexões não é praticável o restabelecimento
da cobertura do cabo, portanto ele deve ser descascado o mínimo necessário para fazer a conexão;
Em todas as conexões usar sempre conectores do tipo cunha.
10.1. Cruzamento aéreo de redes compactas

CRUZAMENTO AÉREO DE
REDES COMPACTAS

Espaçador losangular

A
Separador
C
de cabos
B

M
Ver detalhes e notas

A
C
B

CRUZAMENTO AÉREO DE
REDES COMPACTAS
Conexão do Cabo
Mensageiro
Conexão dos Cabos
Fase

Fixador pre-formado Fio de Aluminio


para cabo de aço coberto de 10 mm²
Conector cunha Conector cunha com capa para amarração

Mensageiro (cabo de aço)


Cabo de Aluminio coberto-15
kV (cabos das fases)
Cabo de Aluminio Cabo de Alumínio coberto
igual ao de maior bitola das
fases

OBS. :
1- Medidas em centímetros.
2- No caso de cruzamento de mensageiros de diâmetros diferentes, o de menor bitola deve cruzar por cima.
3- No caso de cruzamento de cabos fase de bitolas diferentes, o cabo de ligação deve ser igual ao de maior
bitola.
4- O cabo fase de menor bitola deve cruzar por cima do de maior bitola
5- Caso se aplique conector cunha sem capa, a conexão deverá ser reconstituída e protegida com massa, fita
elétrica de alta tensão e fita adesiva isolante.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 49/96


NTD-20

Obs. Medidas em mm

10.2. Cruzamento de rede aérea compacta com rede aérea convencional.

Espaçador losangular

Obs:
Conector cunha
1- No cruzamento com com a rede convencional,
com capa protetora
instalar preferencialmente a rede compacta em nível
superior, fazendo as ligações com cabo de aluminio Cabo de aluminio
coberto, observando uma distância mínima entre as coberto
ligações igual a 50 cm;
2-Caso se aplique conector cunha sem capa na Cabo de aluminio coberto
conexão com a rede compacta, essa conexão deverá de bitola igual ao cabo da Cabo de aluminio
ser protegida com massa, fita elétrica de alta tensão e redecompacta
nú da rede convencional
fita adesiva isolante.
Conector tipo
cunha

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 50/96


NTD-20

10.3. Malha de terra

7 Conector tipo cunha Cabo de aço galvanizado - 1/4 "


para aterramento (6,4 mm)

64
65 7

Haste de terra
5/8 " - 2400 mm

= ou >1 m

= ou > 2,4 m = ou > 2,4 m = ou > 2,4 m = ou > 2,4 m = ou > 2,4 m

Detalhe - Conexão Haste- Cabo

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 51/96


NTD-20

10.4. Aterramento do mensageiro


O mensageiro deve ser aterrado em pontos onde haja malha de aterramento de para-raios, de
equipamentos e em finais de rede-(mensageiro ancorado) e em pontos adicionais (com uma haste de
terra), de tal forma que a distância entre os pontos de aterramento não seja superior a 300 metros.
O aterramento do mensageiro dever ser interligado ao neutro da rede de BT (caso haja no local).
10.4.1. Mensageiro ancorado

MENSAGEIRO

NEUTRO

Vai para a haste


de terra

Relação de material
Item Mensag/Neutro- Código Descrição Qtdade
BT
7 - Cabo de aço galvanizado – 6,4 mm (kg) 2,5
18
18a (Mens) 9,5 mm Conector cunha 01
(Neutro) 35 Conector cunha 01
66
mm²
(Neutro) 70 Conector cunha 01
66a
mm²
42 - Arame de aço galvanizado n.º 14 BWG (m) 06

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 52/96


NTD-20

10.4.2. Mensageiro passante

MENSAGEIRO

NEUTRO

Vai para a haste


de terra

Relação de material
Item Mensag/Neutro- Código Descrição Qtdade
BT
7 - Cabo de aço galvanizado – 6,4 mm (kg) 2,5
18
18a (Mens) 9,5 mm Conector cunha 01
(Neutro) 35 Conector cunha 01
66
mm²
(Neutro) 70 Conector cunha 01
66a
mm²
42 - Arame de aço galvanizado n.º 14 BWG (m) 06

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 53/96


NTD-20

10.5. Fixação dos para-raios ao tanque do transformador

Vai p/ o aterramento
Do tanque e para a
Prumada de terra

Ver NOTA 1

NOTA 1
Na interligaç ão dos pára-raios, no c abo flexivel, deverá ser
Deixado um c olo para fac ilitar a atuaç ão do desligador
Automátic o do pára-raios

Vai p/ a prumada
B De Terra

COMPRIMENTO MÁXIMO DO CABO DE INTERLIGAÇÃO DOS PÁRA-


RAIOS AO TANQUE DO TRANSFORMADOR

D E
C
B A B AB

DE = 40 cm
Total = 185 cm

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 54/96


NTD-20

10.6. Amarrações dos cabos das fases nos isoladores de pino


10.6.1. Amarração de topo com anel de amarração

Anel de amarração

Anel de amarração

10.6.2. Amarração lateral com anel de amarração

Anel de amarração

10.6.3. Amarração de topo com fio de alumínio coberto de 10 mm² para amarração
Alternativa A - Preferencial

Alternativa B

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 55/96


NTD-20

Dar no mínimo 6 voltas bem apertadas

Fio de aluminio coberto - 10 mm²

10.6.4. Amarração lateral com fio de alumínio coberto de 10 mm² para amarração

Dar no mínimo 6 voltas bem apertadas

Fio de aluminio coberto - 10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 56/96


NTD-20

10.7. Amarração dos cabos das fases no espaçador losangular.


10.7.1. Amarração com anel de amarração

Espaçador
losangular

Cabo coberto

Anel de amarração

10.7.2. Amarração com fio de alumínio coberto de 10 mm²

Espaçador
losangular

Cabo coberto

Fio de alumínio
coberto - 10 mm²

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 57/96


NTD-20

10.8. Amarração do espaçador losangular no estribo para espaçador.


10.8.1. Amarração com anel de amarração.

Estribo para espaçador

Anel de amarração

Espaçador
losangular

10.8.2. Amarração com fio de alumínio coberto de 10 mm²

Estribo para espaçador

Fio de Aluminio 2 voltas e meia


coberto - 10 mm²

Espaçador
losangular

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 58/96


NTD-20

10.9. Amarração do espaçador losangular no mensageiro


10.9.1. Amarração com anel de amarração.

Anel de amarração

Mensageiro

Espaçador
losangular

10.9.2. Amarração com laço pré-formado.

Laço pre-formado

Mensageiro

Espaçador
losangular

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 59/96


NTD-20

10.10. Fixação e conexão dos para-raios em cruzeta

Vai para a malha


de terra

OBS. :
1- Medidas em centímetros

Item Código Especificação


32 07530 Para-raios de distribuição- 12 kV – polimérico – 10 kA,
46 6829 Cabo de cobre flexível isolado – 10 mm²
51 7009 Conector derivação tipo cunha-AMP-tipo II, ou similar
29 26211 Cabo de cobre coberto com XLPE - 16 mm²- 15 kV)
34 7905 Cruzeta de concreto –250 daN – retangular
7 00911 Cabo de aço galvanizado – 6,4 mm (kg)

10.11. Aplicação da capa protetora para conector tipo cunha, em derivações e ligações de
equipamentos
Nas derivações deverá ser empregado o conector tipo cunha de alumínio, com capa protetora,
inclusive no conector com estribo para ligação de equipamentos. Para isso deverá ser feita uma
fenda no protetor para instalação do estribo.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 60/96


NTD-20

Conexões em derivações

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 61/96


NTD-20

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 62/96


NTD-20

11. CARACTERÍSTICAS DOS CABOS CA COBERTOS – XLPE – 8,7/15 kV – PADRONIZADOS

11.1. Características físicas


Diâmetro do Diâmetro do Peso
Seção Formação Cabo CA cabo com Unitário
cobertura
(mm²) (Fios) (mm) (kg/km)
(mm)
50 7-c 8,2 14,6 235
120 19-c 12,90 19,4 500,0
185 37 16,15 22,6 695,0

11.2. Características elétricas

Resistência elétrica Corrente nominal


Seção (Ohm/km) (A)
(mm²) Rca – 90°C
50 0,7394 225
120 0,304 401
185 0,210 525
Obs: Corrente nominal – temperatura ambiente de 40 °C e temperatura do
condutor a 90 °C e instalação ao ar livre e com sol.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 63/96


NTD-20

11.3. Comparativo entre as características elétricas por tipo de rede de 13,8 kV

90 30 60
D,E
40

F 40
C B

Rede com cabo CAA- NU


Rede compacta com cabo protegido
e.e = 1,09 m
e.e = 0,193 m
Queda de
Corrente Resistência Queda de
Reatância Tensão
Seção Nominal elétrica Seção Tensão
Indutiva (cosΦ=0,8)
AWG (A) (Ohm/km) (mm²) (cosΦ=0,8)
(Ohm/km) % MVA x
Rca – 90°C %MVA x km
km
2 166 0,4425 1,1023 0,60
50 0,39
1/0 226 0,4251 0,709 0,43
4/0 328 0,3988 0,3797 0,28 120 0,192
336,4 479 0,3762 0,2032 0,20 185 0,141

12. CARACTERÍSTICAS DOS CABOS MENSAGEIROS – CABO NÚ DE AÇO ZINCADO - CAZ

Tração de Módulo de Coeficiente


Diâmetro N.° de Seção Peso ruptura elasticidade De dilatação
nominal fios (mm²) (kg/km) (kgf) (kgf/mm²) Térmica
(mm) Inicial= final ( (10 −6 / °C )
9,5 7 51,14 406 3160–(MR) 18500 11,52

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 64/96


NTD-20

13. MATERIAIS BÁSICOS UTILIZADOS NA MONTAGEM DAS REDES COMPACTAS


Separador de cabos Espaçador losangular

Suporte L Suporte C

Estribo para suporte tipo L Braço anti-balanço

Suporte horizontal

Perfil U Fixador de Perfil U

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 65/96


NTD-20

Suporte tipo J

14. FERRAMENTAS PARA LANÇAMENTO DOS CABOS


14.1. Carretilha para condutores
Usada para acomodar e dispor os condutores das fases nas posições adequadas para instalação dos
espaçadores durante a etapa de tracionamento da rede. A carretilha é apoiada no cabo de aço
mensageiro. (Lançamento simultâneo das 3 fases – método de lançamento cortina)

14.2. Carretilha para tração em rede alinhada


Esta carretilha, apoiada sobre o cabo mensageiro da rede, é utilizada durante o processo de
tracionamento dos condutores das fases.O tracionamento é feito amarrando-se os condutores das
fases, em feixe, a uma das extremidades da carretilha, enquanto a corda de puxamento é fixada à
outra extremidade.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 66/96


NTD-20

14.3. Carretilhas para tração em ângulo


Estas carretilhas são utilizadas para facilitar o tracionamento dos condutores das fases e do cabo
mensageiro em situações de ângulos na rede superiores a 6 graus. As carretilhas para cabo coberto
são instaladas nos braço tipo “C”, com as roldanas ocupando as posições onde serão instalados os
isoladores tipo pino, para acomodação dos condutores das fases. A carretilha para cabo mensageiro
deve ser instalada na ferragem correspondente à acomodação do cabo mensageiro.
Carretilha para cabo coberto Carretilha para cabo mensageiro

14.4. Carretilha para lançamento “poste a poste” e remoção do cabo existente


Esta carretilha é utilizada para a remoção dos condutores existentes. É afixada ao poste com 2 cintas
tipo B, possui 3 roldanas confeccionadas em alumínio ou material polimérico.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 67/96


NTD-20

14.5. Guia para Cabo Mensageiro


É acessório do braço Tipo “L”, utilizado para facilitar o lançamento do cabo mensageiro em postes
com trechos tangentes ou em ângulos até 6º. O cabo mensageiro pode ser esticado e tracionado sem
elevar a posição prevista para encaixe ao braço tipo “L”, durante a montagem da rede. Na primeira
etapa o cabo mensageiro é esticado através do guia, para então ser tracionado e em seguida ser
acomodado e fixado ao grampo do braço tipo “L”

15. LANÇAMENTO DOS CABOS


15.1. Cuidados Exigidos
Tratando-se de cabos cobertos, deverão ser tomadas todas as precauções necessárias durante o
transporte, manuseio e execução do serviço de lançamento.
O cabo não deve em hipótese alguma sofrer qualquer atrito com o solo, ou outros elementos que
possam danificar sua cobertura.

15.2. Instalação das Ferragens e Roldanas de Lançamento


Todos os postes deverão estar equipados com as ferragens correspondentes, de acordo com o
projeto a ser executado. As bobinas dos cabos das fases e mensageiro deverão estar nos porta
bobinas,conforme foto abaixo:

Posição da bobinas de cabos

15.3. Na substituição de rede convencional por rede compacta, deverá ser instalada a carretilha do
item 14.4.- Carretilha para lançamento “poste a poste” e remoção do cabo existente
Ao retirar as cruzetas de madeira, concreto ou plástico, os cabos existentes deverão ser apoiados
nas carretilhas, pois estes cabos serão utilizados como guia para o lançamento do cabo mensageiro
e dos cabos das fases.
Em locais com ângulo na rede, deverão ser instaladas as carretilhas do item 14.3 - Carretilhas para
tração em ângulo- na furação do isolador tipo pino no braço tipo “C” e a carretilha do mensageiro na
porca olhal. (Após o lançamento e tracionamento, instalar os grampos de ancoragem e retirar as
carretilhas).
O cabo mensageiro deverá ser lançado e tracionado primeiro, conforme as tabelas de Trações e
Flechas de montagem.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 68/96


NTD-20

15.4. Preparação para lançamento dos cabos das fases.


Colocar camisa de puxamento na ponta de cada cabo, prendendo as carretilha de puxamento.
Através de corda, posicionar a carretilha de tração no cabo mensageiro, fixando os cabos das fases.
O meio a ser utilizado para lançar os novos cabos poderá ser o cabo antigo, nos casos de
substituição de rede.
Deverão ser montadas várias carretilhas unidas umas as outras, devendo, através de rádio
comunicador, ser solicitado o início do puxamento, parando o lançamento para fixação de outras
carretilhas.
Este trabalho deverá ser realizado até o final do lançamento, o serviço deverá contar com o apoio de
eletricista na cesta aérea e na preparação de subida das carretilhas, a fim de evitar embaraço nas
cordas de ligação, além dos eletricistas que estarão nos portas bobinas, controlando as mesmas.

Camisa de puxamento Luva giratória

Quando no trecho a ser lançado houver deflexões superiores a 6º, aplicar o método cortina em sub-
trechos, definidos pelos ângulos da rede.
Uma carretilha para condutores deverá ser fixada no primeiro poste. Isto permitirá que os cabos
sejam puxados com maior facilidade e na configuração própria.
As carretilhas para condutores devem ser instaladas com o lado de abertura para alojamento dos
cabos voltado para o lado da posteação.
OBSERVAÇÃO: É importante a coordenação técnica em solo, entre os trechos iniciais, ângulos e
final de trecho, a fim de evitar destacamentos da carretilha de lançamento e acidentes com os cabos
das fases.

15.5. Métodos de lançamento dos cabos


15.5.1. Poste a poste
Consiste no lançamento de pequenos vãos, onde a carretilha é instalada conforme item 14.4,
realizando o lançamento individual de cada fase, ancorando-se ao final do trecho.

15.5.2. Cortina
Lançamento de cabo em grandes trechos, onde são utilizadas as carretilhas dos itens 14.1 e
14.2 que darão a tração do lançamento simultâneo dos cabos das 3 fases.
As bobinas dos condutores devem ser posicionadas na extremidade do trecho em que houver
maior facilidade de execução do serviço. As bobinas deverão permanecer afastadas não menos
de 5 metros do primeiro poste e guardar o maior alinhamento possível com a posteação.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 69/96


NTD-20

Durante a operação de lançamento dos cabos, deverá ser controlada a velocidade das bobinas,
a fim de evitar que os condutores entrem em contato com o solo.
As carretilhas deslizam pelo cabo mensageiro, seguindo penduradas, lembrando a forma de
uma cortina, conforme fotos a seguir:

Neste tipo de lançamento recomenda-se que todos os postes estejam com o Suporte L, pois
este suporte permite a passagem da carretilha de tração e das carretilhas de condutores, sem
interrupção. Após o lançamento e tracionamento dos cabos, nas estruturas em que o suporte L
não for utilizado, este deverá ser retirado.
As carretilhas para lançamento dos condutores das fases deverão ser fixadas umas às outras,
através de cordas de 9,5 mm de diâmetro aproximado, e com 8,0 m de intervalo entre uma e
outra.
As cordas são afixadas e centralizadas no próprio corpo da carretilha.
As carretilhas deverão ser preparadas no solo e as cordas de ligação das carretilhas deverão
estar desembaraçadas e enfileiradas. As carretilhas devem ser montadas uma a uma no cabo
mensageiro, com apoio de eletricista em cesta aérea.

OBSERVAÇÕES:
—Antes do lançamento deverá ser verificado o tamanho do trecho, a fim de separar a quantidade

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 70/96


NTD-20

aproximada de carretilhas.
Antes de se determinar a flecha dos condutores deve-se proceder a ancoragem dos mesmos.
Determinar a flecha dos condutores enquanto eles estiverem nas roldanas.
Depois de determinar a flecha, substituir as roldanas dos condutores pelos espaçadores e
proceder amarração.

16. INSTALAÇÃO DOS ESPAÇADORES LOSANGULARES


Com o término do lançamento, tracionamento e encabeçamento dos cabos das fases, deverá ser iniciada
a instalação dos espaçadores losangulares.
Deve-se observar as estruturas instaladas nos postes e posicionar os espaçadores de acordo com a
tabela de vãos e tipos de estruturas, conforme padrão de construção.
Esta atividade deverá ser executada com cesta aérea, podendo, para facilitar a instalação dos
espaçadores, ser marcado no chão os locais de fixação dos mesmos.

16.1. Critérios para instalação


16.1.1. No item 4.12 está mostrada a regra a ser seguida na instalação dos condutores nos
espaçadores losangulares e separadores verticais a fim de se manter a sequencia de fases ao
longo da rede.

16.1.2. Os primeiros espaçadores, à esquerda e à direita das estruturas devem ser instalados
obedecendo-se as distâncias mostradas nos desenhos das respectivas estruturas constantes
do item 9- ESTRUTURAS PRIMÁRIAS PADRONIZADAS.

Estrutura Distância do 1° espaçador (m)


CLE, CLEA1, CLEA2 8
CC2 13
Estruturas de ancoragem 4

16.1.3. Espaçadores ao longo do vão.


Instalar espaçadores em intervalos de 8 a 10 metros, obedecidas as condições anteriores.

16.1.4. Determinação do quantidade de espaçadores por vão de rede.


Para calcular o nº de espaçadores deve ser usada a seguinte expressão:

Vão − De − Dd
Ne = +1
I
Onde:
Ne = N° de espaçadores;
De = distância do 1°espaçador à esquerda do vão;
Dd = distância do 1° espaçador à direita do vão;
EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 71/96
NTD-20

I = intervalo entre espaçadores (entre 8 e 10 m)


Exemplo: Considerando o exemplo a seguir, teremos:
- Vão entre as estruturas CLE e CLEA1: Ne = (40 – 8 – 8)/8 + 1 = 4
- Vão entre as estruturas CLEA1 e CC2: Ne = (35 – 8 – 13)/8 + 1 ≈ 3
- Vão entre as estruturas CC2 e CUF3: Ne = (35 – 13 – 4)/9 + 1 = 3
CUF3

4m
9m

9m
40m 35m
35m
8m 8m 8m 8m 8m 8m 7m 7m 13m

13m
CC2
CLE CLEA1

17. FLECHA FINAL DO MENSAGEIRO


Na tabela a seguir são mostradas as diversas flechas do cabo mensageiro, em função do comprimento do
vão e da temperatura, para a situação final de montagem, ou seja, com a rede pronta.
F L E C H A F IN A L D O M E N S A G E IR O - (A P Ó S A R E D E P R O N T A ) - (m )

Vão T e m p e ra tu ra (ºC )
(m ) 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50
3 0 ,0 0 5 0 ,0 0 6 0 ,0 0 7 0 ,0 0 8 0 ,0 1 0 0 ,0 1 3 0 ,0 1 6 0 ,0 2 0 0 ,0 2 3 0 ,0 2 6
6 0 ,0 2 0 0 ,0 2 3 0 ,0 2 6 0 ,0 3 0 0 ,0 3 5 0 ,0 4 0 0 ,0 4 6 0 ,0 5 1 0 ,0 5 6 0 ,0 6 1
9 0 ,0 4 6 0 ,0 5 1 0 ,0 5 7 0 ,0 6 3 0 ,0 7 0 0 ,0 7 7 0 ,0 8 4 0 ,0 9 1 0 ,0 9 8 0 ,1 0 5
12 0 ,0 8 1 0 ,0 8 9 0 ,0 9 7 0 ,1 0 5 0 ,1 1 3 0 ,1 2 2 0 ,1 3 1 0 ,1 3 9 0 ,1 4 7 0 ,1 5 6
15 0 ,1 2 7 0 ,1 3 6 0 ,1 4 6 0 ,1 5 6 0 ,1 6 6 0 ,1 7 6 0 ,1 8 6 0 ,1 9 5 0 ,2 0 5 0 ,2 1 4
18 0 ,1 8 2 0 ,1 9 4 0 ,2 0 5 0 ,2 1 6 0 ,2 2 7 0 ,2 3 8 0 ,2 4 9 0 ,2 6 0 0 ,2 7 1 0 ,2 8 1
21 0 ,2 4 8 0 ,2 6 1 0 ,2 7 3 0 ,2 8 6 0 ,2 9 8 0 ,3 1 0 0 ,3 2 2 0 ,3 3 4 0 ,3 4 5 0 ,3 5 7
24 0 ,3 2 4 0 ,3 3 8 0 ,3 5 1 0 ,3 6 5 0 ,3 7 8 0 ,3 9 1 0 ,4 0 4 0 ,4 1 6 0 ,4 2 9 0 ,4 4 1
27 0 ,4 1 1 0 ,4 2 5 0 ,4 3 9 0 ,4 5 3 0 ,4 6 7 0 ,4 8 1 0 ,4 9 4 0 ,5 0 8 0 ,5 2 1 0 ,5 3 4
30 0 ,5 0 7 0 ,5 2 2 0 ,5 3 7 0 ,5 5 2 0 ,5 6 6 0 ,5 8 0 0 ,5 9 5 0 ,6 0 9 0 ,6 2 2 0 ,6 3 6
33 0 ,6 1 3 0 ,6 2 9 0 ,6 4 4 0 ,6 6 0 0 ,6 7 5 0 ,6 9 0 0 ,7 0 4 0 ,7 1 9 0 ,7 3 3 0 ,7 4 7
36 0 ,7 3 0 0 ,7 4 6 0 ,7 6 2 0 ,7 7 8 0 ,7 9 3 0 ,8 0 9 0 ,8 2 4 0 ,8 3 9 0 ,8 5 4 0 ,8 6 8
39 0 ,8 5 7 0 ,8 7 3 0 ,8 8 9 0 ,9 0 6 0 ,9 2 1 0 ,9 3 7 0 ,9 5 3 0 ,9 6 8 0 ,9 8 3 0 ,9 9 8
42 0 ,9 9 3 1 ,0 1 0 1 ,0 2 7 1 ,0 4 3 1 ,0 6 0 1 ,0 7 6 1 ,0 9 2 1 ,1 0 7 1 ,1 2 3 1 ,1 3 8
45 1 ,1 4 0 1 ,1 5 7 1 ,1 7 4 1 ,1 9 1 1 ,2 0 8 1 ,2 2 4 1 ,2 4 0 1 ,2 5 6 1 ,2 7 2 1 ,2 8 8
48 1 ,2 9 8 1 ,3 1 5 1 ,3 3 2 1 ,3 4 9 1 ,3 6 6 1 ,3 8 2 1 ,3 9 9 1 ,4 1 5 1 ,4 3 2 1 ,4 4 8
51 1 ,4 6 5 1 ,4 8 2 1 ,5 0 0 1 ,5 1 7 1 ,5 3 4 1 ,5 5 1 1 ,5 6 8 1 ,5 8 4 1 ,6 0 1 1 ,6 1 7
54 1 ,6 4 2 1 ,6 6 0 1 ,6 7 7 1 ,6 9 5 1 ,7 1 2 1 ,7 2 9 1 ,7 4 6 1 ,7 6 3 1 ,7 8 0 1 ,7 9 6
57 1 ,8 3 0 1 ,8 4 8 1 ,8 6 5 1 ,8 8 3 1 ,9 0 0 1 ,9 1 7 1 ,9 3 5 1 ,9 5 2 1 ,9 6 9 1 ,9 8 5
60 2 ,0 2 7 2 ,0 4 5 2 ,0 6 3 2 ,0 8 1 2 ,0 9 8 2 ,1 1 6 2 ,1 3 3 2 ,1 5 0 2 ,1 6 7 2 ,1 8 4
63 2 ,2 3 5 2 ,2 5 3 2 ,2 7 1 2 ,2 8 9 2 ,3 0 7 2 ,3 2 4 2 ,3 4 2 2 ,3 5 9 2 ,3 7 6 2 ,3 9 4
66 2 ,4 5 3 2 ,4 7 1 2 ,4 8 9 2 ,5 0 7 2 ,5 2 5 2 ,5 4 3 2 ,5 6 0 2 ,5 7 8 2 ,5 9 5 2 ,6 1 3
69 2 ,6 8 1 2 ,6 9 9 2 ,7 1 8 2 ,7 3 6 2 ,7 5 4 2 ,7 7 1 2 ,7 8 9 2 ,8 0 7 2 ,8 2 4 2 ,8 4 2
72 2 ,9 1 9 2 ,9 3 8 2 ,9 5 6 2 ,9 7 4 2 ,9 9 2 3 ,0 1 0 3 ,0 2 8 3 ,0 4 6 3 ,0 6 3 3 ,0 8 1
75 3 ,1 6 8 3 ,1 8 6 3 ,2 0 4 3 ,2 2 3 3 ,2 4 1 3 ,2 5 9 3 ,2 7 7 3 ,2 9 5 3 ,3 1 2 3 ,3 3 0
78 3 ,4 2 6 3 ,4 4 5 3 ,4 6 3 3 ,4 8 1 3 ,5 0 0 3 ,5 1 8 3 ,5 3 6 3 ,5 5 4 3 ,5 7 1 3 ,5 8 9
81 3 ,6 9 5 3 ,7 1 3 3 ,7 3 2 3 ,7 5 0 3 ,7 6 8 3 ,7 8 7 3 ,8 0 5 3 ,8 2 3 3 ,8 4 1 3 ,8 5 9

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 72/96


NTD-20

18. TRAÇÕES PARA PROJETO DE REDE COMPACTA

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 73/96


NTD-20

19. DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA NOMINAL DOS POSTES E O TIPO DE ENGASTAMENTO


Critérios de cálculo adotados:
• Tração de projeto dos condutores (sem vento);
• Vento de 60 km/h incidindo sobre os condutores e postes;
• Altura de fixação da rede de BT = 7,2 m em relação ao solo;
• Rede de AT e BT, circuito simples e sem mudança de bitola.
Legenda:
ES = Engastamento simples;
ER = Engastamento reforçado;
BC = Engastamento com base concretada

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 74/96


NTD-20

REDE DE AT - CIRCUITO SIMPLES - 3 # 50 mm² (9,5 mm) - Vento = 60 km/h

Vão ÂNGULO FIM DE


(m) 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 33 36 39 42 45 48 51 54 57 60 63 66 69 72 75 78 81 84 87 90 REDE
ENGASTAMENTO E RESISTÊNCIA NOMINAL DO POSTE - ( daN )
5
10
REDE DE AT- CIRCUITO SIMPLES – 3 # 120 mm² (9,5 mm) vento = 60 Km/h
15
20
25
30
35
40
200 300 600
45 ES ER BC
50 600
55
BC
60
65
70
75
80

REDE DE AT - CIRCUITO SIMPLES - 3 # 120mm² (9,5 mm) - Vento = 60 km/h

Vão ÂNGULO FIM DE


(m) 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 33 36 39 42 45 48 51 54 57 60 63 66 69 72 75 78 81 84 87 90 REDE
ENGASTAMENTO E RESISTÊNCIA NOMINAL DO POSTE - ( daN )
5

10

15
REDE DE AT- CIRCUITO SIMPLES – 3 # 185 mm² (9,5 mm) vento = 60 Km/h
20

25

30

35

40
200 300 600 600
45 ES ER BC BC
50

55

60

65

70

75

80

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 75/96


NTD-20

REDE DE AT - CIRCUITO SIMPLES - 3 # 185 mm² (9,5 mm)

Vão ÂNGULO FIM DE


(m) 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 33 36 39 42 45 48 51 54 57 60 63 66 69 72 75 78 81 84 87 90 REDE
- ( daN )
ENGASTAMENTO E RESISTÊNCIA NOMINAL DO POSTE
5
10
15
20
25
30
35
200 200 300 600
40 ES 1000
45 ES ER BC BC
50
55
60
65
1000
70 BC
75
80

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 76/96


NTD-20

20. SIMBOLOGIA
Deverá ser adotada a simbologia mostrada a seguir para redes compactas protegidas :
Descrição Símbolo
Condutores primários ---------------------------------------
Três condutores primários de seção 185 mm² e 3 # 185 (9,5)
mensageiro de diâmetro 9,5 mm

21. VIGÊNCIA

Esta Norma entra em vigor na data de sua publicação e revoga todas as outras normas e procedimentos
sobre montagem de redes de distribuição aérea urbana trifásica, para o campo de aplicação previsto no
item 2 deste documento.

22. APROVAÇÃO

Riberto José Barbanera


Diretor Presidente

Juliano Ferraz de Paula


Diretor Técnico Comercial

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 77/96


NTD-20

ANEXO – 01

TERMINOLOGIA
1. Objetivo
Os termos técnicos utilizados nesta Norma estão definidos abaixo, complementados por aqueles contidos nas
NBR 5460 e NBR 6547.

2. Definições

2.1. Rede de distribuição


Conjunto de linhas elétricas, com equipamentos e materiais diretamente associados, destinados a
distribuição de energia elétrica.

2.2. Rede de distribuição urbana - RDU


Rede de distribuição situada dentro do perímetro urbano.

2.3. Rede de distribuição rural - RDR


Rede de distribuição situada fora do perímetro urbano.

2.4. Rede de distribuição particular - RDP


Rede de distribuição de propriedade de terceiros.

2.5. Linha de sub-transmissão - LSU


Linha elétrica destinada ao transporte de energia entre duas subestações (SEs) que alimenta ou não
consumidores entre elas.

2.6. Alimentador
Rede ou linha de distribuição elétrica que alimenta, diretamente ou por intermédio de seus ramais,
transformadores de distribuição do concessionário e/ou consumidores.

2.7. Tronco
Segmento da linha elétrica responsável pelo transporte da maior quantidade da carga com a extensão
determinada pelas necessidades operacionais do alimentador.

2.8. Ramal
Segmento da linha elétrica que deriva do tronco, responsável pela distribuição de energia aos
consumidores.

2.9. Circuito de baixa tensão.


Conjunto de linhas elétricas alimentado por um posto de transformação e responsável pela distribuição de
energia elétrica aos consumidores.

2.10. Cabo Coberto


Cabo dotado de cobertura protetora de material polimérico, utilizada para eliminação da corrente de fuga,
em caso de contato acidental do condutor com objetos aterrados e diminuição do espaçamento entre
condutores.
ANEXO – 01
EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 78/96
NTD-20

2.11. Espaçador
Acessório de material polimérico de formato losangular cuja função é a de sustentação dos cabos
cobertos ao
longo do vão.

2.12. Separador Vertical


Acessório de material polimérico cuja função é de sustentação e separação dos cabos cobertos na rede
compacta, em situações de conexões entre fases ("flying-tap"), mantendo o isolamento elétrico da rede.

2.13. Braço Tipo "L"


Ferragem cuja finalidade é de sustentação do cabo mensageiro da rede compacta, em condições de
tangência ou com ângulos de deflexão de até 6 ° .

2.14. Braço Tipo "C"


Ferragem cuja finalidade é de sustentação das fases em condições de ângulo e final de linha, derivações
e conexão de equipamentos de rede.

2.15. Cabo Mensageiro


Cabo utilizado para sustentação dos espaçadores e separadores, e para proteção elétrica e mecânica da
rede compacta.

2.16. Braço anti-balanço


Acessório de material polimérico cuja função é a redução da vibração mecânica das redes compactas.

2.17. Estribo para Braço Tipo "L"


Ferragem complementar ao braço tipo "L" cuja função é a sustentação de espaçador junto ao braço.

2.18. Anel de Amarração


Amarração de material elastomérico, com a função de fixação dos cabos cobertos e mensageiro, ao
espaçador, da rede compacta.

2.19. Fio Coberto de Amarração


Fio de alumínio recoberto com borracha termoplástica, que possui as mesmas funções do anel de
amarração, podendo ser utilizado alternativamente

2.20. Grampo de Ancoragem


Acessório cuja função é a fixação (encabeçamento) dos cabos cobertos nas estruturas de ancoragem.

2.21. Braço tipo “J”


Ferragem em formato de “J”, fixada ao poste com a finalidade de afastar os condutores da rede de
árvores e equipamentos.

2.22. Perfil “U”


Ferragem utilizada como cruzeta ou extensor de poste em rede compacta. Como cruzeta deve ser fixada
ao poste com o Fixador de Perfil U, e como extensor deve ser fixada ao topo do poste.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 79/96


NTD-20

ANEXO – 01

2.23. Fixador de Perfil “U”


Ferragem complementar que tem a função de sustentar o Perfil U.

2.24. Pino curto para isolador


Ferragem utilizada para fixação do isolador polimérico de pino nas estruturas metálicas da rede
compacta.

2.25. Protetor de bucha


Acessório utilizado para proteção das partes energizadas de buchas de equipamentos.

2.26. Cobertura protetora para conector


Acessório para proteção elétrica da conexão de derivação.

2.27. Rede compacta


Rede de distribuição em média tensão que utiliza cabos cobertos em espaçadores, sustentados por cabo
mensageiro, apresentando uma configuração compacta.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 80/96


NTD-20

ANEXO – 02

ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMOS E HELIPORTOS

A - PLANO BÁSICO DE ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMOS

O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos contém as seguintes áreas: Faixa de Pista,
Áreas de Aproximação, Áreas de Decolagem, Áreas de Transição, Área Horizontal Interna, Área
Cônica e Área Horizontal Externa. (ver ilustração - item 1 e 2).

1. GABARITOS

1.1. Faixa da Pista


O Gabarito da Faixa de Pista envolve a pista de pouso e tem, em cada ponto, a altitude do ponto mais
próximo situado no eixo da pista ou no seu prolongamento.
NOTA: Ao comprimento da pista, para efeito do Gabarito da Faixa da Pista, são acrescidas as Zonas de
Parada.

1.2. Áreas de Aproximação


Os Gabaritos das Áreas de Aproximação estendem-se em rampa, no sentido do prolongamento do eixo
da pista, a partir da Faixa de Pista.

1.3. Áreas de Decolagem


Os Gabaritos das Áreas de Decolagem estendem-se em rampa, no sentido do prolongamento do eixo da
pista, a partir da Faixa de Pista ou do final da Zona Livre de Obstáculos, caso exista.

1.4. Áreas de Transição


Estendem-se em rampa, a partir dos limites laterais da Faixa de Pista e da parte das Áreas de
Aproximação, compreendida entre seu início e o ponto onde estas áreas atingem o desnível de 45 m
(quarenta e cinco metros) em relação a elevação do Aeródromo.

1.4.1. A declividade da rampa das Áreas de Transição é medida sobre um plano vertical,
perpendicular ao eixo da pista ou ao seu prolongamento.

1.4.2. O limite superior do Gabarito da Área de Transição é determinado por um plano horizontal
com 45 m (quarenta e cinco metros) de altura em relação à elevação do Aeródromo.

1.5. Área Horizontal Interna


Estende-se para fora dos limites dos Gabaritos das Áreas de Aproximação e Transição, com desnível de
45 m (quarenta e cinco metros) em relação a elevação do Aeródromo, e seus limites externos são
semicírculos, com centros nas cabeceiras das pistas.

1.6. Área Cônica


Estende-se em rampa de 1/20 (um vinte avos) para fora dos limites externos do Gabarito da Área
Horizontal Externa.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 81/96


NTD-20

ANEXO – 02

1.7. Área Horizontal Externa


Estende-se para fora dos limites externos do Gabarito da Área Cônica.

2. IMPLANTAÇÕES

2.1. Faixa de Pista


Não são permitidos quaisquer aproveitamentos que ultrapassem, seus gabaritos, tais como construções,
instalações e colocação de objetos de natureza temporária ou permanente fixos ou móveis.

2.2. Áreas de Aproximação, Decolagem e Transição


Não são permitidas implantações de qualquer natureza que ultrapasse seus gabaritos.

2.3. "ARTIGO 15" - São permitidas, independentemente de autorização ou consulta ao Comando Aéreo
Regional - COMAR, as implantações que se elevem acima da superfície do terreno em, no máximo,
8 m (oito metros) na Área Horizontal Interna, 19 m (dezenove metros) na Área Cônica e 30 m (trinta
metros) na Área Horizontal Externa, qualquer que seja o desnível em relação à Elevação do
Aeródromo.
Parágrafo Único - O disposto neste Artigo não se aplica a instalações ou construções de torres, redes de
alta tensão, cabos aéreos, mastros, postes e outros objetos cuja configuração seja pouco visível a
distância.

2.4. "ARTIGO 16" - Qualquer aproveitamento que ultrapasse os gabaritos das Áreas Horizontal Interna,
Cônica e Horizontal Externa, não enquadradas no artigo anterior, deverá ser submetido a
autorização do Comando Aéreo Regional - COMAR.

2.5. Superfície Livre de Obstáculos


As superfícies livres de obstáculos só se aplicam aos Aeródromos da Classe IFR-PRECISÃO.
Destas superfícies só devem sobressair os objetos montados sobre suportes frágeis.
As superfícies livres de obstáculos são as seguintes:
Superfície de Aproximação Interna, Superfície de Transição Interna e Superfície de Pouso interrompido.
Sua configuração e medidas constam na figura abaixo.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 82/96


NTD-20

ANEXO – 02

1 - SUPERFÍCIES LIVRES

2.6. Atribuições

Conforme PORTARIA No 1141/GM5, de 8 de dezembro de 1987.

I - Aos Comandos Aéreos Regionais

- Promover a interdição, remoção ou demolição, por meio adequado, das implantações ou dos usos
que contrariem o disposto nas normas aqui fixadas;

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 83/96


NTD-20

ANEXO – 02

- No caso de autorização para aproveitamento de que trata esta Portaria, emitir a decisão final do
requerimento, publicá-la no Boletim Interno da Organização, comunicá-la ao interessado por meio de
ofício e arquivar o processo para controle e fiscalização, após verificar a viabilidade da pretensão,
através dos pareceres dos seguintes órgãos:

a) Serviço Regional de Engenharia

b) Serviço Regional de Aviação Civil

c) Serviço Regional de Proteção ao Voo.

B-PLANO BÁSICO DE ZONA DE PROTEÇÃO DE HELIPONTOS

1. O plano básico de Proteção de Helipontos consta das seguintes áreas: Área de Segurança, Área de
Aproximação e decolagem e Área de Transição.(Ver ilustração - item 5)

2. O gabarito de Área de segurança estende-se para fora da área de pouso e decolagem do heliponto, onde
apenas são permitidos aproveitamentos frágeis de no máximo 35 cm (trinta e cinco centímetros) de altura.

3. O gabarito da Área de Aproximação e Decolagem estende-se em rampa a partir da área de pouso e


decolagem.
(Sua configuração e medidas constam na ilustração - item 5).

4. O gabarito da área de Transição estende-se em rampa, a partir dos limites laterais da Área de Segurança
e da parte lateral da Área de Aproximação, compreendida entre seu início e o ponto onde atinge o
desnível de 30 m (trinta metros) em relação à elevação do heliponto.

4.1. A declividade da rampa das Áreas de Transição é medida sobre um plano vertical, perpendicular a
projeção do eixo central da Área de Aproximação num plano horizontal.

4.2. Os helipontos com áreas de pouso circulares, que permitem aproximações ou decolagens em
qualquer direção, não possuem Áreas de Transição. O gabarito de Área de Aproximação e
Decolagem será utilizado em todas as direções.

5. Não é permitida a implantação de quaisquer obstáculos nas áreas vizinhas dos helipontos, que
ultrapassem os gabaritos fixados no Plano definido neste Capítulo, não cabendo portanto, consultas
sobre o aproveitamento destas áreas.

6. Os helipontos só poderão ser construídos e cadastrados se obedecerem aos gabaritos fixados nesta
Portaria.

PARÁGRAFO ÚNICO - para que um heliponto possa operar por instrumentos, deverá possuir um
Plano Específico de Zona de Proteção com as mesmas características do Plano definido no item A
“PLANO BÁSICO DE ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMOS”.
7. É recomendável que, para as Áreas de Pouso e Decolagem de Emergência para Helicópteros, seja
observado o prescrito neste Capítulo.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 84/96


NTD-20

8. DEFINIÇÕES:

ANEXO – 02

8.1. Área de pouso e decolagem para helicópteros.


Área de heliponto ou heliporto, com dimensões definidas, onde o helicóptero pousa ou decola.

8.2. Elevação do aeródromo ou do heliponto.


Altitude do ponto mais elevado da pista de pouso e decolagem do aeródromo ou da área de pouso e
decolagem do heliponto.

8.3. Gabarito - superfícies limitadoras de obstáculos.

8.4. Heliponto - aeródromo destinado exclusivamente a helicópteros.

8.5. Heliporto - Heliponto público dotado de instalação e facilidades para apoio de operações de
helicópteros, embarque e desembarque de pessoas e cargas.

8.6. Obstáculo - acidente físico ou objeto de natureza temporária ou permanente, fixo ou móvel, situado
em zona de proteção em que tenha altura superior ao gabarito fixado pelos diversos Planos
definidos nesta Portaria.

8.7. Plano Básico de Zona de Proteção de Helipontos.


Documento de caráter definitivo e aplicação genérica que estabelece as restrições impostas ao
aproveitamento das propriedades dentro das Zona de Proteção de heliponto.

8.8. Uso do solo - Tipos de atividades urbanas ou rurais localizadas nas áreas abrangidas pelos planos
referentes ás Zonas de Proteção.

8.9. Zona Livre de Obstáculos - Área retangular sobre o solo ou a água, sob controle de autoridades
competentes e selecionadas ou preparada como área disponível sobre a qual uma aeronave possa
efetuar parte de sua subida inicial, até uma altura especificada.

8.10. Zona de Proteção - conjunto de áreas nas quais o aproveitamento e o uso do solo sofrem
restrições definidas pelo Plano de Zona de Proteção.

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 85/96


NTD-20

1 - CLASSE VFR

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 86/96


NTD-20

2 - CLASSES IRF - NÃO PRECISÃO E IFR - PRECISÃO

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 87/96


NTD-20

ANEXO 02
3 - TABELA

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 88/96


NTD-20

ANEXO 02

4 - PLANO BÁSICO DE ZONA DE PROTEÇÃO DE HELIPONTO

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 89/96


NTD-20

ANEXO – 02

5 - ÁREAS DE TRANSIÇÃO

ÁREAS DE TRANSIÇÃO

30 METROS -ACIMA DA ELEVAÇÃO DO HELIPONTO


A

ÁREA DE APROXIMAÇÃO 60 M
60 M ÁREA DE APROXIMAÇÃO

CORTE A-A
RA ÁREA DE APROXIMAÇÃO
2
M 1/
PA PA
1/2 M
30 m ACIMA DA RA
ELEVAÇÃO DO HELIPORTO

60 m
60 m

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 90/96


NTD-20

ANEXO 03
DETERMINAÇÃO DO ÂNGULO DE DEFLEXÃO DA REDE EM CAMPO

AB = 20xSen(Ang./2)

Direção do alinhamento
da rede
A
Âng.

Eixo da rede

 ngulo Distância Ângulo Distância Ângulo D istância


deflexão AB (m ) deflexão AB (m ) deflexão A B (m )
1 0,17 31 5,34 61 10,15
2 0,35 32 5,51 62 10,30
3 0,52 33 5,68 63 10,45
4 0,70 34 5,85 64 10,60
5 0,87 35 6,01 65 10,75
6 1,05 36 6,18 66 10,89
7 1,22 37 6,35 67 11,04
8 1,40 38 6,51 68 11,18
9 1,57 39 6,68 69 11,33
10 1,74 40 6,84 70 11,47
11 1,92 41 7,00 71 11,61
12 2,09 42 7,17 72 11,76
13 2,26 43 7,33 73 11,90
14 2,44 44 7,49 74 12,04
15 2,61 45 7,65 75 12,18
16 2,78 46 7,81 76 12,31
17 2,96 47 7,97 77 12,45
18 3,13 48 8,13 78 12,59
19 3,30 49 8,29 79 12,72
20 3,47 50 8,45 80 12,86
21 3,64 51 8,61 81 12,99
22 3,82 52 8,77 82 13,12
23 3,99 53 8,92 83 13,25
24 4,16 54 9,08 84 13,38
25 4,33 55 9,23 85 13,51
26 4,50 56 9,39 86 13,64
27 4,67 57 9,54 87 13,77
28 4,84 58 9,70 88 13,89
29 5,01 59 9,85 89 14,02
30 5,18 60 10,00 90 14,14

NOTAS:
1. Os pontos A e B são obtidos medindo-se na direção de cada linha.
2. Medindo-se a distância entre A e B acha-se o ângulo através da tabela

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 91/96


NTD-20

ANEXO - 04
RELAÇÃO DE MATERIAIS
MONTAGEM DA ESTRUTURA
ESTRUTURA
Código
Item N3-CUF3
DESCRIÇÃO CJE CLE CLEA1 CLEA2 CC2 CUF3 CUF4 2CFU3 DCC2 DCUF3
-PR
DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C
1 Nota 1 Poste de concreto armado – Seção DT ou Circular 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
4 6004 Suporte L 1 1 1 1 1 1
4a 71576 Suporte J 1 1
5 7517 Estribo para suporte tipo L 1 1 1 1 1 1 1 1
6 02111 Parafuso de cabeça quadrada de 125 mm 1 1 1 1 9 9
6a 4528 Parafuso de cabeça quadrada de 100 mm 1 1 1 1 2 2 2 2 4 4 2 2
7 911 Cabo de aço galvanizado - 6,4 mm (kg) V V V V
8 7775 Espaçador losangular – 15 kV 1 1 1 1 1 1 1 1
9 9486 Anel de amarração 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 3 3 1 1 3 3 3 3
10 7520 Isolador de pino polimérico 3 3 3 3 1 1 3 3 3 3
11 6009 Suporte C 1 1
12 7522 Pino curto para isolador de pino 3 3 2 2 1 1 3 3
15 12408 Sapatilha 2 2 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1
16 3232 Olhal para parafuso 1 1 1 1 4 4 8 8 8 8 2 2 4 4 4 4
19 7653 Isolador de ancoragem tipo bastão polimérico – 15 kV 3 3 6 6 6 6 3 3 3 3
21 1662 Manilha sapatilha 3 3 6 6 6 6 3 3 3 3
22 1325 Gancho Olhal 3 3 6 6 6 6 3 3 4 4
23 71539 Perfil U 1 1 1 1 2 2 1 1
24 71596 Fixador de perfil U 1 1 1 1 2 2 1 1
32 7530 Pára-raios de distribuição- 12 kV – polimérico – 10 kA, 3 3
2091 Parafuso de cabeça abaulada de 50 mm 2 2 3 4 3 2 5 5 2 2 3
2093 Parafuso de cabeça abaulada de 100 mm 1 1 1 1
2095 Parafuso de cabeça abaulada de 150 mm 3
33 25104 Suporte para fixar pára-raios em cruzeta 3 3
34 7905 Cruzeta de concreto –250 daN – retangular 3 3
42 5804 Arame de aço galvanizado n.º 14 BWG (m) 3 3
41 5703 Mão francesa plana de 619 mm 6 6
60 6005 Braço anti-balanço – 15 kV 1 1 1 1
61 3245 Arruela quadrada 2 2 3 4 3 3 2 6 3 3 21 19
62 71536 Arruela espaçadora 3 3 2 2 2 2 4 4 3 3 2 2
2594 Sela de Cruzeta 3

MONTAGEM DA ESTRUTURA
ESTRUTURA
Código
Item CLH-T- CLEA-T- CUF3-T-
DESCRIÇÃO N3-CUF3 CLHS-CF CHS-CF DC3-CF CUF4-CF CUF4-SU
PR PR PR
DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C DT C
1 Nota 1 Poste de concreto armado – Seção DT ou Circular 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
4 6004 Suporte L 1 1 1 1 1 1
5 7517 Estribo para suporte tipo L 1 1
6 02111 Parafuso de cabeça quadrada de 125 mm 7 7 1 1 1 1 3 3 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1
6a 4528 Parafuso de cabeça quadrada de 100 mm 2 2 2 2 1 1 2 2
7 911 Cabo de aço galvanizado - 6,4 mm (kg)
8 7775 Espaçador losangular – 15 kV 1 1
9 9486 Anel de amarração 3 3 3 3 3 3 1 1 3 3 4 4
10 7520 Isolador de pino polimérico 3 3 3 3 3 3 1 1 3 3
11 6009 Suporte C
12 7522 Pino curto para isolador de pino 3 3 3 3 3 3
15 12408 Sapatilha 1 1 2 2 1 1 2 2 2 2 1 1
16 3232 Olhal para parafuso 4 4 1 1 4 4 8 8 8 8 4 4
19 7653 Isolador de ancoragem tipo bastão polimérico – 15 kV 3 3 3 3 3 3 3 3 6 6 6 6 3 3
21 1662 Manilha sapatilha 3 3 6 6 6 6 3 3 6 6 6 6 3 3
22 1325 Gancho Olhal 4 4 3 3 6 6 6 6 3 3
23 71539 Perfil U 1 1 1 1 1 1
24 71596 Fixador de perfil U 1 1 1 1 1 1
32 7530 Pára-raios de distribuição- 12 kV – polimérico – 10 kA, 3 3 3 3 3 3
2091 Parafuso de cabeça abaulada de 50 mm 2 7 6 3 6 8 6 5 4
2093 Parafuso de cabeça abaulada de 100 mm 1 1 1
2095 Parafuso de cabeça abaulada de 150 mm 2 1 1 1 1 2 1 1 1
25104 Suporte para fixar pára-raios em cruzeta
34 7905 Cruzeta de concreto –250 daN – retangular 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 1 1 1 1 1 1
36 71556 Suporte horizontal 1 1 1 1 1 1
38 58076 Chave fusível –tipo C- 15 kV – 10 kA 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3
42 05804 Arame de aço galvanizado n.º 14 BWG (m) 3 3 3 3
41 05703 Mão francesa plana de 619 mm 4 4 2 2 2 2 1 1 2 2 4 4 2 2 2 2 2 2
48 7511 Suporte de transformador em poste DT 2 2 2
60 6005 Braço anti-balanço – 15 kV 1 1
61 3245 Arruela quadrada 16 16 9 3 8 7 3 3 5 2 5 4 8 2 7 2 5 2

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 92/96


NTD-20

ANEXO - 04

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 93/96


NTD-20

ANEXO - 04

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 94/96


NTD-20

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 95/96


NTD-20

ANEXO 04

EMISSÃO: JULHO/2014 REVISÃO: 96/96