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Instituto Federal de Goiás – Aparecida de Goiânia

Bacharelado em Engenharia Civil


Pavimentação

Terminologia dos materiais ou


misturas asfálticas

Professor: Ricardo Fernandes


Alunos: Gabriela Herrerias, Livya Dourado, Luana Moreira,
Raissa Cristina e Roniel Ribeiro
Sumário
Introdução
Concreto Asfáltico
Betuminoso
Lama Asfáltica
Microrrevestimento Asfáltico
Macadame Betuminoso
Pré-misturado a Frio
Pré-misturado a Quente

Solo Betume

Capa Selante

2 Referências
Introdução
• Grande importância no desenvolvimento socioeconômico
do país;
• Deslocamento de cargas e pessoas;
• Ao todo são 1.563,6 mil quilômetros de malha rodoviária
no país, sendo 13,7% pavimentadas o restante 86,3% não
pavimentadas;
• Valorização no estudo da pavimentação, sempre a
procura de novas técnicas mais eficazes e duradouras.

3
Concreto Asfáltico Betuminoso
• Definição e utilização:
• Revestimento asfáltico mais utilizado nas vias urbanas e
rodovias brasileiras;
• Revestimento flexível resultante da mistura a quente de
agregado mineral graduado, material de enchimento e
material betuminoso, espalhado e comprimido a quente.

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Concreto Asfáltico Betuminoso
• Composição:
• Mistura de agregados miúdos (areia) e graúdos (brita)
com cimento asfáltico de petróleo, sendo aquecidos a
altas temperatura;
• Produzido em instalações apropriadas (usinas) e
transportados até o local de execução através de
caminhões basculantes.

5
Concreto Asfáltico Betuminoso
• Execução:
• Feito o lançamento da mistura no pavimento, é realizada
a compactação até que o pavimento atinja a densidade
especificada em projeto (entre 97 e 101%);
• O acompanhamento da temperatura da mistura e o alto
controle tecnológico é imprescindível, não sendo
permitida sua execução em dias chuvosos.

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Concreto Asfáltico Betuminoso
• Equipamentos:
• Acabadora de asfalto; • Rolo chapa ou Tandem;
• Rolo pneumático; • Caminhão Espargidor.

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Concreto Asfáltico Betuminoso
• Todo o controle tecnológico é de extrema
importância para evitar manifestações patológicas
e permitir uma maior duração do pavimento;
• As usinas devem ser instaladas distantes de zonas
urbanas e de cursos hídricos;

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Lama Asfáltica
• Definição:
• Associação de agregado mineral, material de
enchimento (filler), emulsão asfáltica e água;
• Possui consistência fluida;
• Pode ser uniformemente espalhado sobre uma
superfície previamente preparada;
• Alta resistência ao desgaste por abrasão;
• Baixa permeabilidade e antiderrapante.

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Lama Asfáltica
• Composição:
• Água – trabalhabilidade à mistura;
• Emulsão asfáltica – ligante das partículas de
agregados e aderência à superfície;
• Agregado – superfície antiderrapante e resistência
à abrasão.
• Filler – trabalhabilidade da emulsão asfáltica,
controle de ruptura e complemento à
granulometria.

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Lama Asfáltica
• Utilização:
• Camada de selagem;
• Impermeabilização;
• Rejuvenescimento de pavimentos.
• Fatores limitantes
• Execução em dias chuvosos;
• Superfície de aplicação apresentar umidade.

• Utilização X características dos materiais:


• Filler
• Quimicamente ativo – melhora a trabalhabilidade
da emulsão asfáltica,
• Quimicamente inativo – complementar a
11 granulometria do agregado.
Lama Asfáltica
• Utilização X características dos materiais:
• Emulsão asfáltica
• Aniônicas
• Catiônicas
• Especial

• Agregado

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Lama Asfáltica
• Equipamento:
• Equipamento de limpeza;
• Equipamento de mistura e espalhamento.

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Lama Asfáltica
• Execução:
• Projeto de lama asfáltica;
• Preparação da superfície;
• Dosagem e mistura;
• Espalhamento;
• Juntas;
• Ruptura e cura.

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Lama Asfáltica
• Execução:

15
Microrrevestimento Asfáltico

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Microrrevestimento Asfáltico
Como surgiu e quando foi introduzida no Brasil.

O que é Microrrevestimento Asfáltico?

O Microrrevestimento Asfáltico a frio é


uma mistura asfáltica que consiste na
associação de agregado britado de
alta qualidade (pó de pedra e
pedrisco), fíler mineral (cal ou
cimento), emulsão asfáltica catiônica
elastomérica de ruptura controlada,
água, aditivos químicos (se
necessários), que apresenta
consistência fluida de maneira a ser
uniformemente espalhada sobre uma
superfície previamente preparada.

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Microrrevestimento Asfáltico
ABNT NBR 14948/2003
Campo de Aplicação
• Camada intermediaria
antirreflexão de trincas e
fissuras (SAMI);
• Enchimento de trilho de
rodas (Deformação
permanente);
• Enchimento de degrau
entre faixas contiguas
(Degrau em acostamento,
Degrau em faixa de
segurança);
• Camada para aumento de
aderência pneu-pavimento;
• Camada de Bloqueio;
• Cape seal ...
18
Microrrevestimento Asfáltico
Quais as vantagens do Microrrevestimento Asfáltico?
Apresenta excelente custo
benefício por ter características
construtivas que possibilitam
intervenções de menor porte e
custo.

A utilização do MRAF é
essencial para sistemas de
gerencia de pavimentos (SGP)
uma vez que retarda a
evolução dos defeitos do
pavimento, postergando, por
consequência, as intervenções
com alto custo de restauração
e reconstrução do pavimento.

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Microrrevestimento Asfáltico
Quais as vantagens do Microrrevestimento Asfáltico?

1 Aumento da vida útil do pavimento;

Preserva a estrutura do pavimento, em função da


2 diminuição da entrada de água e ar no pavimento;

Correção os defeitos superficiais, através do enchimento


3 das trilhas de roda e selagem das trincas não ativas;

Aumento da aderência pneu-pavimento, maior


4 segurança para o usuário;
Melhoria na drenagem superficial da camada de
5 rolamento, redução do spray, redução do risco de
aquaplanagem, melhores condições de visibilidade e
maior segurança para o usuário;
20
Microrrevestimento Asfáltico
Quais as vantagens do Microrrevestimento Asfáltico?

Melhoria da uniformidade da superfície de rolamento e


6 consequentemente maior conforto ao usuário;

Execução extremamente rápida de alta produtividade e


7 mínima perturbação ao tráfego.

Quais as desvantagens do Microrrevestimento Asfáltico?

O Microrrevestimento Asfáltico a Frio é amplamente utilizado na


manutenção de rejuvenescimento de pavimentos, no entanto há
algumas restrições no uso da técnica em trecho que tem grande
incidências de trincas e fissuras severas.

21
Microrrevestimento Asfáltico
Condições de aplicação
• O pavimento deve estar limpo
e jateado, com eventuais
serviços de sela-trinca e tapa-
buraco já executados;
• Pintura de ligação pode ser
necessária em algumas
situações;
• É fundamental a correta
avaliação das condições
estruturais e funcionais do
pavimento bem como do
desgaste da superfície a ser
tratada;
• O micro revestimento não tem
poder estrutural.
22
Microrrevestimento Asfáltico
Como é feito a dosagem ?
Segundo a DNER-ES 389 (1999), a dosagem adequada de
microrrevestimento asfáltico a frio é realizada com base nos ensaios
recomendados pela ISSA (Internacional Slurry Surfacing Association) (TB
100, TB 109 e TB 114).

Agregados

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Microrrevestimento Asfáltico
Características do Agregado
• Desgaste Los Angeles
Limites: igual ou
inferior a 40%,
segundo a DNER – ME
035/98.
• DNER-ME 035/98
• Durabilidade Limites:
perda inferior a 15%
segundo a DNER-ME
089/94
• Adesividade
Satisfatória segundo a
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DNER-ME 059/94.
Microrrevestimento Asfáltico
Emulsão asfáltica catiônica modificada por polímero

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Microrrevestimento Asfáltico
Características da Emulsão Asfáltica polimerizada por
SBS ou SBR
• Resíduo de emulsão por
destilação, % em peso
• Limites: Mínimo 62 ABNT-
NBR 6568
• Viscosidade Saybolt Furol,
25°C,
• Limites:
o Mínimo 20
o Máximo 100
• Penetração, 100 g, 5s,
25°C, 0,1mm
26
Microrrevestimento Asfáltico
Imagem microscópica do MRAF

27
Microrrevestimento Asfáltico
Execução do Serviço

28
Microrrevestimento Asfáltico
Execução do Serviço

1 Depósito de Agregados

2 Depósito de Filler

3 Armazenagem de Aditivo

4 Agregado Dosado

5 Emulsão de Microrrevestimento

6 Mistura de água e Aditivo

7 Pugmill (misturador de eixo


duplo e paletas)
8 Microrrevestimento
29
Microrrevestimento Asfáltico
Execução do Serviço

9 Depósito de Agregados

1
0 Caixa de Espalhamento de
Superfície
1
1
Camada de revestimento
aplicada

1
2 Barra de Pulverização de Água

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Microrrevestimento Asfáltico
Execução do Serviço
Em uma ou duas camadas
• Normalmente faixa II e/ou I
• Primeira camada : corrige
depressões e ancora o micro
• Segunda camada : dá o
acabamento.

Taxas de aplicação média de faixa II


• 13 a 14 Kg/m2 agregado
• 1,56 l/m2 emulsão
• 0,14 Kg /m2 cimento
Var Aditivo

Obs.: A taxa depende muito da


macro e micro textura da
superfície existente.
31
Microrrevestimento Asfáltico
Detalhes da Execução do MRAF

1º Passo: Aplicação
de Pintura de Ligação

32
Microrrevestimento Asfáltico
Detalhes da Execução do MRAF

1º Passo: Aplicação
de Pintura de Ligação

2º Passo: Preenchimento
das trilhas com MRAF

33
Microrrevestimento Asfáltico
Detalhes da Execução do MRAF

1º Passo: Aplicação
de Pintura de Ligação

2º Passo: Preenchimento
das trilhas com MRAF

3º Passo: Tempo de
Cura de 2 horas;
Liberação ao Tráfego:
3 horas após a
aplicação.
34
Microrrevestimento Asfáltico
Conclusão
Quando aplicado no momento certo restabelece as condições
adequadas ao rolamento;

• Permite a estratégia de reabilitação por etapas;


• Serve para todo tipo de tráfego;
• Antiderrapante;
• Elimina o degrau em certas condições;
• Aplicação simples e rápida;
• Liberação rápida ao tráfego;
• Custo baixo e competitivo;
• Perspectiva de aplicações alternativas (novos usos).

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Macadame Betuminoso

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Macadame Betuminoso

Revestimentos
betuminosos por
penetração são
revestimentos
executados por
meio de aplicações
intercaladas de
camadas de
material asfáltico a
frio e de agregados,
na própria pista,
sem mistura prévia.
37
Macadame Betuminoso
O que é Macadame Betuminoso?

Também chamado de
Macadame Asfáltico, o MB
é o serviço por penetração
que envolve aplicações
alternadas de ligante
asfáltico e agregados
minerais.

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Macadame Betuminoso
ABNT NBR 149/2003
Campo de Aplicação

• Revestimento para pavimentos novos de tráfego leve a médio.


Revestimento de acostamentos;
• Camada intermediária para retardamento de reflexão de
trincas SAMI;
• Conservação de revestimentos betuminosos desgastados e
envelhecidos;
• Selagem de revestimentos betuminosos abertos;
• Proteção provisória de subleitos ou sub-bases;
• Tratamento “controle de pó”;
• Selagem para cura de bases de solo-cimento e solo-cal (serve
para aumento de aderência entre base e capa).

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Macadame Betuminoso
Quais as vantagens do MB ?

1 Maior resistência à fadiga do revestimento;

2 Durabilidade;

3 Maior resistência à formação de trincas;

4 Melhor adesividade do ligante ao agregado;

5 Suporta tráfego elevado;

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Macadame Betuminoso
Quais as vantagens do MB ?

6 Resistência aos efeitos do clima;

7 Flexibilidade.

Quais as desvantagens do MB ?

Não aumenta substancialmente a resistência


estrutural do pavimento;
Não corrige, praticamente, irregularidades
(longitudinais ou transversais) da pista.
41
Macadame Betuminoso
Condições de aplicação

• O pavimento deve estar limpo e jateado, com


eventuais serviços de sela-trinca e tapa-buraco já
executados;
• Pintura de ligação pode ser necessária em
algumas situações;
• É fundamental a correta avaliação das condições
estruturais e funcionais do pavimento bem como
do desgaste da superfície a ser tratada;
• O micro revestimento não tem poder estrutural.

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Macadame Betuminoso
Concreto Asfáltico Usinado a Quente
O concreto asfáltico usinado a quente do tipo SPV 12,5mm
deve ser usinado com 1% de CAP (30-45) acima do teor ótimo
(aproximadamente 5,8%) e deve atender todos os demais
parâmetros estabelecidos conforme Especificação de Serviço
Arteris CA-027-REV-14

Agregado Graúdo
O agregado graúdo deve ser constituído por pedra britada
(brita “3” com diâmetro máximo de 75mm), devendo ser
constituído de fragmentos duros, limpos, livres de excessos de
partículas lamelares ou alongadas e de outras substâncias
prejudiciais, e deverá estar seca.

43
Macadame Betuminoso
Agregado Graúdo
• Durabilidade ao sulfato de sódio: perda máxima de 12%.
• Desgaste no ensaio Los Angeles inferior a 55%.
• Granulometria conforme tabela 1

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Macadame Betuminoso
Equipamentos
• Máquina Fresadora.
• Escavadeira.
• Retroescavadeira.
• Pá Carregadeira.
• Motoniveladora.
• Rolo Compactador do tipo vibratório
corrugado.
• Rolo Compactador vibratório liso.
• Caminhão basculante.
45
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço Preliminar
Dosagem em volume

A dosagem deve ser realizada em volume na


proporção de 70% de agregado graúdo conforme
item 5.2 e 30% de mistura SPV 12,5.

Confecção da mistura

A mistura deve ser confeccionada no pátio da


usina de asfalto. O agregado graúdo deve ser
previamente depositado próximo ao local onde
será realizada a dosagem.
46
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço Preliminar
As mistura será realizada em 3 camadas superpostas
(7 conchadas de brita 3, e 3 conchadas de SPV 12,5mm).

• Uma primeira camada deve ser composta por 3 conchadas de


AG, seguida de 1 com massa SPV 12,5 e misturadas.
• A camada intermediária deve ser composta por 2 conchadas
de AG e 1 uma de massa SPV 12,5 espalhada sobre a camada
anterior e misturadas com a já espalhada.
• A camada superior deve ser composta por 2 conchadas de AG
e 1 uma de massa SPV 12,5 espalhadas sobre as camadas
anteriores e então devem ser misturadas até a sua completa
homogeneização.

47
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço Preliminar

48
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço Preliminar

A mistura da pedra
3 com a massa SPV
12,5 mm (5,8% de
CAP), deve ser feita
utilizando duas pás
carregadeiras
trabalhando frente
a frente, uma de
cada lado da
camada, no sentido
longitudinal.

49
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço – Distribuição da Mistura
O local onde será
aplicado o MBT deve
ser previamente
fresado,
compreendendo a
fresagem do
revestimento asfáltico,
da base e da sub-
base / subleito
existentes até atingir a
espessura definida em
projeto
(aproximadamente 50
cm no fundo de
caixa).

50
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço – Distribuição da Mistura

A descarga
do MBT deve
ser realizada
na caixa em
ponta de
aterro, com
temperatura
de
aproximada
mente 90
graus Celsius.
51
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço – Distribuição da Mistura
O material descarregado
deve ser espalhado com o
auxílio de uma
retroescavadeira e
motoniveladora dentro da
caixa, sem segregação e
transbordamento do
material nas faixas
colidentes. A seguir a
mistura deverá ser
regularizada com uma
motoniveladora em
camada de 25 a 27 cm
(espessura compactada +
empolamento).

52
Macadame Betuminoso
Execução do Serviço – Compactação
A compactação da
primeira camada deve ser
realizada com a aplicação
de 8 fechadas do Rolo
compactador vibratório
pata curta (utilizar 2 Rolos
compactadores vibratórios
de aprox. 12 ton. para
realizar o processo de
compactação rapidamente
com temperatura
adequada). A temperatura
final da mistura após o
processo de compactação
deverá ficar em torno de 50
graus Celsius.
53
Macadame Betuminoso
Regularização

A regularização da superfície do MBT deve ser realizada com


Motoniveladora (Greidista corre a linha e Motoniveladora “corta”).
O material excedente deverá ser removido utilizando-se uma
retroescavadeira.

Compactação

A compactação da segunda camada será realizada com a


aplicação de 8 fechas do Rolo compactador vibratório pata curta
(utilizar 2 Rolos compactadores vibratórios de aprox. 12 ton. para
realizar o processo de compactação rapidamente com
temperatura adequada). A temperatura final da mistura após o
processo de compactação deverá ficar em torno de 50 graus
Celsius.
54
Macadame Betuminoso
Conformação da
superfície e
acabamento
superficial

A realização da
conformação da
superfície e o
acabamento
superficial deve ser
realizado com a
aplicação de 5
fechadas,
utilizando um Rolo
compactador
vibratório liso.
55
Macadame Betuminoso

Aplicação de
pintura de
ligação

Camada
selante com 0,6
l/m² de resíduo
com o objetivo
de
impermeabilizar.

56
Macadame Betuminoso
Conclusão

A estabilidade do MB é obtida principalmente


pelo travamento e atrito entre as pedras,
complementada pela coesão conferida pelo
ligante (emulsão asfáltica - betume).

Aplicações sucessivas (geralmente 2) de


agregado e ligante betuminoso, por
espalhamento. Inicia-se pela aplicação do
agregado mais graúdo. Espessura acabada
maior que 20 mm. É mais usado como base ou
“binder” em espessuras maiores que 5 cm.
57
Pré-misturado a Frio
Definição:
• PMF: Mistura executada à temperatura ambiente,
em usina apropriada, composta de agregado
mineral, material de enchimento (filler) e emulsão
asfáltica, espalhada e compactada a frio.

58
Pré-misturado a Frio
Composição:
• Agregado graúdo: Pedra ou seixo britado
• Agregado miúdo: Areia, pó de pedra
• Filer
• Ligante asfáltico

59
Pré-misturado a Frio
Utilização:
• Revestimento asfáltico;
• Regularização;
• Reforço do pavimento.

60
Pré-misturado a Frio
Equipamentos:
• Depósito para ligante asfáltico e agregado;
• Usina PMF;
• Caminhão basculante;
• Vibroacabadora ou Moto niveladora;
• Rolo vibratório, rolo compressor ou pneumático.

61
Pré-misturado a Frio
Execução:
• Produção PMF
• Transporte
• Preparação e regularização do subleito
• Execução da Base e Sub-base
• Distribuição
• Compactação

62
Pré-misturado a Frio
• Vantagens: • Desvantagens
Facilidade: • Execução não pode
• Produção ser realizada em
período de chuva;
• Aplicação
• Temperatura
• Armazenamento ambiente >10 C
• Custo • Via com tráfego
baixo e médio

63
Pré-misturado a Quente
Definição:
• PMQ: Mistura quente, em usina apropriada,
composta de agregado graduado e cimento
asfáltico, espalhado e compactada a quente;
• Volume de vazios maior que 12%.

64
Pré-misturado a Quente
Composição:
• Agregado graúdo: Pedra ou seixo britado
• Agregado miúdo: Areia, pó de pedra
• Ligante asfáltico
• Se necessário melhorador de adesividade

65
Pré-misturado a Quente
Utilização:
• Regularização;
• Ligação;
• Binder;
• Base

66
Pré-misturado a Quente
Equipamentos:
• Depósito para cimento asfáltico e agregados;
• Usina PMQ;
• Caminhão basculante;
• Vibroacabadora;
• Rolo compressor.

67
Pré-misturado a Quente
Execução:
• Superfície limpa e sem defeitos;
• Pintura de ligação;
• Produção PMQ;
• Transporte;
• Distribuição;
• Compactação.
• Condição: Temperatura ambiente > 10 °C para a
fabricação, transporte e aplicação com
temperatura ambiente;
• Não é permitida a execução em período de chuva;
• Liberação do tráfego: Camada atinge temperatura
ambiente;
68
Pré-misturado a Quente
Condições gerais:
• Controle de materiais: Ensaios e Granulometria
• Controle de Produção:
• Acompanhamento por laboratórios.
• Temperatura, durante produção e execução
• Controle geométrico: Espessura, cotas, largura,
alinhamento, acabamento.

69
Solo Betume
• Definição:
• Também conhecido como solo asfalto;
• Compreende aos métodos de construção em
que um material betuminoso é adicionado a um
solo;
• Mistura de solo, água e material betuminoso;
• Apresenta resistência coesiva elevada.
• Considerado uma mistura flexível.

Betume: mistura de hidrocarbonetos solúvel no


bissulfeto de carbono. / Ligante obtido do petróleo.

70
Solo Betume
• Composição:
• Solo ou solo + agregado;
• Betume.

• Utilização:
• Alternativa rodoviária econômica para a
estabilização de revestimentos primários;
• Atua na formação de uma base flexível;
• Protege o solo da água
71
Solo Betume
• Execução:
• Dosagem:
• Varia com a granulometria do solo;
• Dosagem elevada x Resistência da mistura.
• Considera a granulometria do solo:
• Quanto mais fino o solo, maior será a
quantidade de betume.
• Dosagem ótima – equilíbrio entre
permeabilidade e resistência.
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Capa Selante
• Definição:
• Tratamento superficial com aplicação de
ligante asfáltico (por penetração invertida)
revestido por uma camada de agregado
miúdo.

73
Capa Selante
• Finalidade:
• Selamento de superfícies de pavimentos
asfálticos objetivando a redução de
permeabilidade e de proteção do
revestimento asfáltico.

74
Capa Selante
• Na construção:
• Nos tratamentos superficiais
• Macadame betuminoso
• Proteção contra rejeição agregados
• Redução da rugosidade / atrito
• Proteção do ligante

(Região chuvosa / não recomendada)

75
Capa Selante
• Na construção:
• Selamento de revestimentos rugosos
• Revestimento com desgaste superficial /
perda agregados
• Selamento de fissuras.

76
Capa Selante
• Materiais:
• Ligantes asfálticos / emulsões
• RM1C
• RR2C / RR1C
• Agregados
• Areia M/grossa
• Pó pedra / granilha.

77
Capa Selante
• Na conservação/execução:
• Varredura da área ser tratada
• Aplicar ligante (mecan/manual)
• Ligante: RM1C (1,2 K/m2)
• Agregado: miúdo (< 6mm) 10K/m2
• Varredura / regularização
• Rolagem com pneus / abert.tráfego

• (Nota: não aprisionar umidade / chuva)

78
Capa Selante
• Na construção/execução:
• Sobre tratamentos superficiais
• Região baixo índice pluviométrico
• Ligante asfáltico / RR2C
• Equipamento de execução T.S.

79
Capa Selante
• Agregado:

80
Capa Selante
• Ligante:

81
Capa Selante
• Regularização:

82
Referências
• CONCRETO ASFÁLTICO PRE-MISTURADO À FRIO. Brasquímica.
Acesso em: 10 de abril de 2019. Disponível em:
https://www.brasquimica.com.br/informacoes-
tecnicas/prg_pub_det.cfm/concreto-asfaltico-pre-misturado-a-
frio
• DNIT________ES – Pavimentos Flexíveis – Pré misturado a frio -
Especificação de serviço. Rio de Janeiro: IPR, 2009.
• DNIT________ES – Pavimentos Flexíveis – Lama asfáltica -
Especificação de serviço. Rio de Janeiro: IPR, 2009.
• DNIT. Pavimentos flexíveis – Lama asfáltica – Especificação de
serviço. Rio de Janeiro: IPR, 2009.
• NORMA DNIT 035/2005 – ES
• NORMA DE REVISÃO DNIT DNER ES-311/97.
• Pavimentação asfáltica : formação básica para engenheiros /
Liedi Bariani Bernucci... [et al.]. – Rio de Janeiro : PETROBRAS:
ABEDA, 2006.

83
Dúvidas?