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NORMAS DA

ABNT PARA
TRABALHOS
ACADÊMICOS
OFICINAS DE PESQUISA – PPGEL/UFMT
NORMAS DA ABNT
PARA TRABALHOS
ACADÊMICOS
Material produzido com base nas
normas da ABNT, no âmbito das
Oficinas de Pesquisa, projeto
desenvolvido pelo Programa de Pós-
Graduação em Estudos de
Linguagem da Universidade Federal
de Mato Grosso, em 2019.

Elaboração
Maria Elisa Rodrigues Moreira
Flávia Girardo Botelho Borges
Juan Ferreira Fiorini
SUMÁRIO
04 1. O que é a ABNT?

06 2. Principais normalizações
no ambiente acadêmico

08 3. Normas para trabalhos


acadêmicos (TCC, dissertação
e tese)

09 3.1 Formatação geral

14 3.2 Estrutura geral: elementos


pré-textuais

23 3.3 Estrutura geral: elementos


textuais

34 3.4 Estrutura geral: elementos


pós-textuais

44 4. Sugestões de consulta
01

O QUE É A
ABNT?

4
A Associação Brasileira de Normas Técnicas
é uma entidade sem fins lucrativos,
fundada em 1940, responsável pelas
atividades de normalização brasileiras,
inclusive aquelas referentes à
documentação e aos trabalhos acadêmicos.

Em seu site é possível encontrar as


referências e adquirir as normas em vigor.

http://www.abnt.org.br/

5
02

PRINCIPAIS
NORMALIZAÇÕES
NO AMBIENTE
ACADÊMICO

6
• NBR-10520 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - CITAÇÕES EM
DOCUMENTOS – APRESENTAÇÃO (2002)

• NBR-10719 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - RELATÓRIO


TÉCNICO E/OU CIENTÍFICO – APRESENTAÇÃO (2015)

• NBR-14724 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - TRABALHOS


ACADÊMICOS – APRESENTAÇÃO (2011)

• NBR-15287 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - PROJETO DE


PESQUISA - APRESENTAÇÃO (2011)

• NBR-15437 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - PÔSTERES


TÉCNICOS E CIENTÍFICOS – APRESENTAÇÃO (2006)

• NBR-6022 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - ARTIGO EM


PUBLICAÇÃO PERIÓDICA TÉCNICA E/OU CIENTÍFICA (2018)

• NBR-6023 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - REFERÊNCIAS –


ELABORAÇÃO (2018)

• NBR-6024 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - NUMERAÇÃO


PROGRESSIVA DAS SEÇÕES DE UM DOCUMENTO (2012)

• NBR-6027 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - SUMÁRIO -


APRESENTAÇÃO (2012)

• NBR-6028 - INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO - RESUMO –


APRESENTAÇÃO (2003)

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03

NORMAS PARA
TRABALHOS
ACADÊMICOS
(TCC, DISSERTAÇÃO E TESE)

8
NESTA SEÇÃO,
VOCÊ VERÁ:
1. PAPEL
2. MARGENS
3. FONTE
4. ALINHAMENTO
E PARAGRAFAÇÃO
5. ESPAÇAMENTO
6. NUMERAÇÃO
PROGRESSIVA E
TÍTULOS DAS
SEÇÕES
7. PAGINAÇÃO

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1. PAPEL

Deve-se utilizar papel em formato A4 (21 x 29,7 cm). Em caso de


impressão, esta deve ser feita em papel branco ou reciclado.

2. MARGENS

As margens devem seguir as seguintes medidas:


• Esquerda: 3 cm
• Superior: 3 cm
• Direita: 2 cm
• Inferior: 2 cm.

3. FONTE

Todo o texto deve ser digitado em cor preta, sendo permitido o


uso de cores apenas nas ilustrações.

Não há determinação, por parte da ABNT, do tipo de fonte a ser


utilizada; no entanto, recomenda-se o uso das mais aceitas em
normas de diversas instituições, como Times New Roman e Arial.

O tamanho a ser utilizado é 12 para todo o trabalho (inclusive a


capa), sendo exceções apenas:
• citações com mais de três linhas
• notas de rodapé
• números de páginas
• legendas e fontes de ilustrações e tabelas

Estes itens devem ser digitados em tamanho menor que o corpo


do texto: a ABNT não determina esse tamanho, mas a
recomendação é que se use corpo 10 ou 11. A escolha deve ser
padronizada para todas as situações e mantida ao longo de todo
o texto.

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4. ALINHAMENTO E PARAGRAFAÇÃO

O texto deve ser justificado em todo o trabalho. A ABNT não


indica a medida da tabulação, mas sugere-se o uso de recuo de
1,25 cm na primeira linha do parágrafo.

As exceções de alinhamento são:


• Capa: alinhamento centralizado
• Folha de rosto: alinhamento centralizado (com exceção da
nota de natureza do trabalho, onde o texto deve ter recuo de
8 cm à esquerda)
• Referências: alinhamento à esquerda
• Citações longas (mais de três linhas): recuo de 4 cm à
esquerda, sem paragrafação, justificado.

5. ESPAÇAMENTO

Todo o texto deve usar espaçamento 1,5, com as seguintes


exceções:
• notas de rodapé;
• nota de natureza do trabalho (na folha de rosto)
• resumo;
• abstract;
• ficha catalográfica;
• títulos e fontes das ilustrações;
• citações longas (com mais de 3 linhas)
• referências

Em todos esses casos deve-se usar espaçamento simples. Nas


referências, deixar um espaço entre uma e outra entradas.

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6. NUMERAÇÃO PROGRESSIVA E TÍTULO DAS SEÇÕES

As seções de um trabalho devem ser numeradas


progressivamente, usando-se diferentes marcas de destaque para
cada uma delas, da seção primária à seção quinaria:

1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 Seção secundária
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária

Entre o título de cada seção e o texto que a inicia, deve-se deixar


um espaço de 1,5. Isso também deve acontecer entre o fim de um
texto e o próximo título de seção, com exceção das seções
primárias, que devem sempre começar em nova página, em sua
parte superior.

Caso um título seja mais extenso que uma linha, deve ficar
alinhado, a partir da segunda linha, abaixo da primeira letra da
primeira palavra do título.

Todos os títulos com indicativo numérico devem ser alinhados à


esquerda.

Os títulos sem indicativo numérico (errata, agradecimentos, listas,


resumos em língua vernácula e em língua estrangeira, sumário,
referências, glossário, apêndice e anexo ) devem ser centralizados.

A folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe não apresentam


título.

O corpo do texto, ainda que deva apresentar introdução,


desenvolvimento e conclusão, não precisa contar com esses
títulos. A opção dos títulos fica a critério dos autores.

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7. PAGINAÇÃO

O número de página deve ser inserido no canto superior direito


da página, em algarismos arábicos, em fonte 10 ou 11, conforme
sua opção para o padrão de textos reduzidos do trabalho.

As páginas devem ser contadas a partir da folha de rosto; no


entanto, a indicação numérica só será introduzida na primeira
página do texto da Introdução.

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NESTA SEÇÃO,
VOCÊ VERÁ:
1. CAPA
2. FOLHA DE ROSTO
3. FICHA
CATALOGRÁFICA
4. ERRATA
5. DEDICATÓRIA
6. AGRADECIMENTO
7. EPÍGRAFE
8. RESUMO
9. ABSTRACT
10. LISTAS
(ILUSTRAÇÕES,
ABREVIATURAS E
SIGLAS, SÍMBOLOS)
11. SUMÁRIO

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ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

A ABNT considera como elementos pré-textuais um conjunto de


informações que antecedem o texto e, ao mesmo tempo,
auxiliam na identificação e na melhor forma de utilização do
trabalho.

1. CAPA

A capa é um elemento externo, obrigatório, de proteção ao


trabalho, na qual devem constar as informações essenciais para
sua identificação, na seguinte ordem e com as seguintes
sugestões de formatação:

• Nome da instituição (opcional): maiúsculas, centralizado,


negrito, alto da página
• Nome do autor: maiúsculas, centralizado, negrito, alto da
página (dois espaços após a instituição)
• Título: maiúsculas, centralizado, negrito, no meio da página,
finalizado com dois pontos caso haja subtítulo
• Subtítulo: deve vir na linha seguinte ao título, centralizado,
negrito, com maiúsculas apenas em nomes próprios.
• Cidade: centralizado, negrito, apenas inicial maiúscula, na
penúltima linha da página
• Ano: centralizado, negrito, última linha da página

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2. FOLHA DE ROSTO

A folha de rosto é um elemento interno, obrigatório, que


possibilita a identificação do trabalho. Deve seguir a ordem
abaixo, e sugere-se a seguinte formatação:
• Nome do autor: maiúsculas, centralizado, negrito, alto da
página
• Título: maiúsculas, centralizado, negrito, no meio da página,
finalizado com dois pontos caso haja subtítulo
• Subtítulo: deve vir na linha seguinte ao título, centralizado,
negrito, com maiúsculas apenas em nomes próprios.
• Nota de natureza do trabalho: tipo do trabalho (TCC,
Dissertaçao ou Tese), objetivo (requisito parcial ao grau
pretendido); nome da instituição a que é submetido; área de
concentração – recuo de 8 cm à esquerda, apenas nomes
próprios com inicial maiúscula.
• Nome do orientador e, caso haja, do coorientador: recuo de 8
cm à esquerda, sem negrito, apenas iniciais maiúsculas
• Cidade: centralizado, negrito, apenas inicial maiúscula, na
penúltima linha da página
• Ano: centralizado, negrito, última linha da página

3. FICHA CATALOGRÁFICA

A ficha catalográfica é um elemento obrigatório, que deve ficar no


verso da folha de rosto (versão impressa) ou na página seguinte a
ela (versão digital). Apresenta a descrição bibliográfica do
trabalho, permitindo sua indexação e posterior recuperação. É
feita, normalmente, pela biblioteca da instituição de ensino.

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18
4. ERRATA

Elemento opcional: quando necessária, deve ser inserida logo


após a folha de rosto, trazendo a referência do trabalho e o texto
da errata. Em caso de trabalho impresso, deve ser encartada.

5. DEDICATÓRIA

Elemento opcional, quando inserida deve constar de um texto


breve. Sugerimos que fique ao fim da página, justificado e com
recuo de 8 cm.

6. AGRADECIMENTOS

A seção Agradecimentos é opcional, mas, no caso de trabalhos


acadêmicos, é de bom tom que nela constem os agradecimentos
à instituição de ensino, às agências de fomento (se houver), ao
orientador e coorientador do trabalho, ao pesquisadores que
participaram da banca de qualificação, entre outros
agradecimentos pessoais àquelas pessoas que contribuíram para
que a pesquisa pudesse se efetivar. Seu texto segue o mesmo
padrão daquele das páginas textuais.

7. EPÍGRAFE

Elemento opcional, a epígrafe é uma citação que funciona como


“abertura” do trabalho, devendo, portanto, a ele estar relacionada.
Quando inserida, sugerimos que seja alocada ao fim da página,
justificado e com recuo de 8 cm, em itálico, seguida do nome do
autor.

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8. RESUMO

O Resumo em português é um elemento obrigatório dos


trabalhos acadêmicos. Deve conter de 150 a 500 palavras,
organizadas em um parágrafo único, e ser redigido na terceira
pessoa do singular, com o uso de voz ativa.

Nele, devem ser ressaltados o objetivo da pesquisa, o método


utilizado, os resultados obtidos e as conclusões desenvolvidas,
por meio de frases concisas e afirmativas (não se deve usar
tópicos).

Na página a ele destinada, deve constar a palavra Resumo, em


maiúsculas, centralizada e em negrito, corpo 12 e espaçamento
1,5. Duas linhas abaixo inicia-se o texto do resumo, na mesma
fonte do texto, sem paragrafação.

Na linha posterior, insere-se a expressão “Palavras-chave”,


seguida de dois pontos: insere-se de três a cinco palavras-chave,
com iniciais maiúsculas, e separadas entre si por ponto final.

9. ABSTRACT OU RESUMEN

É a versão em língua estrangeira do Resumo, devendo manter o


mesmo padrão de formatação. O idioma a ser utilizado varia
conforme a instituição à qual o trabalho é apresentado, sendo os
mais comuns em língua inglesa e em língua espanhola.

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10. LISTAS (DE ILUSTRAÇÕES, DE TABELAS, DE SIGLAS E
ABREVIATURAS)

As listas são opcionais. Sua padronização segue os padrões do


texto principal do trabalho. Caso seja necessário o uso de mais de
um tipo de lista, cada uma se inicia em página específica.

No caso das listas de ilustrações e de tabelas, devem ser


elaboradas de acordo com a ordem em que cada elemento
aparece no texto. Cada item é indicado por sua designação
específica (Figura, no caso da lista de ilustrações, ou Tabela, no
caso da lista de tabelas), seguida de seu número (cardinal, em
algarismos arábicos), travessão, título e página em que se
encontra.

No caso da lista de siglas e abreviaturas, organiza-se em ordem


alfabética: indica-se a sigla, seguida de travessão e da expressão
correspondente por extenso.

11. SUMÁRIO

O Sumário é um elemento obrigatório, que deve apresentar as


informações de maneira idêntica à usada no texto principal,
inclusive com as distinções tipográficas vistas quando se abordou
a numeração progressiva.

Na página a ele destinada, deve constar a palavra Sumário, em


maiúsculas, centralizada e em negrito, corpo 12 e espaçamento
1,5. Os títulos devem ser alinhados à esquerda, tomando como
referência o mais extenso. Consideram-se os elementos textuais e
pós-textuais. A numeração inicial da página de cada seção
aparece na margem direita a ela correspondente.

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22
NESTA SEÇÃO,
VOCÊ VERÁ:
1. SEÇÕES
2. SISTEMA DE
CHAMADA
3. NOTAS
4. CITAÇÕES
5. PLÁGIO
6. ILUSTRAÇÕES
7. TABELAS

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ELEMENTOS TEXTUAIS

A ABNT considera como elementos textuais as partes que


constituem a exposição da pesquisa realizada.

1. SEÇÕES

O texto do trabalho científico deve apresentar introdução,


desenvolvimento e conclusão.

Na parte introdutória, devem ser expostos os objetivos e a


justificativa da pesquisa; no desenvolvimento, a explanação sobre
o modo como a pesquisa se desenrolou, as considerações
teóricas, analíticas e metodológicas; na parte conclusiva, devem
ser evidenciados os resultados alcançados ou as reflexões
possibilitadas pela pesquisa.

O modo como essas partes serão organizadas em capítulos e os


títulos que cada uma receberá ficam a critério do autor.

2. SISTEMA DE CHAMADA

De acordo com a ABNT, há dois sistemas de chamada possíveis


para utilização ao longo dos trabalhos: o sistema numérico e o
sistema autor-data.

No sistema numérico, a indicação da fonte da citação é feita pela


inserção sequencial de um número, em algarismos arábicos, que
remete à lista de referências ao final do trabalho, onde aparecem
na mesma ordem.

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No sistema autor-data, a recuperação das obras referenciadas é
feita por meio da indicação do sobrenome do autor, seguido do
ano de publicação da obra.

É importante que, ao optar por um deles, mantenha-se a


consistência durante todo o trabalho.

Como a ABNT informa que o sistema numérico não deve ser


utilizado em trabalhos que contam com notas de rodapé, é mais
frequente o uso do sistema autor-data, que detalharemos nas
próximas seções.

3. NOTAS

A ABNT considera dois principais tipos de notas:


a) as notas de referência, que indicam fontes consultadas na
pesquisa ou remetem a outras partes do trabalho em que o
mesmo assunto foi abordado;
b) as notas explicativas, utilizadas para inclusão de comentários,
esclarecimentos ou acréscimos que, incluídos no texto,
prejudicariam sua fluência.

Sua inserção deve ser feita por meio de mecanismos próprios dos
editores de texto, que já as destacam do texto principal e
oferecem opções de numeração. Devem ter corpo menor que o
do texto principal, no padrão adotado por você, e utilizar
espaçamento entrelinhas simples. Se uma nota apresenta mais
de uma linha, a partir da segunda linha ela deve estar alinhada
abaixo da primeira letra da primeira palavra da linha inicial.

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4. CITAÇÕES

Sempre que se menciona uma informação que foi extraída de


outra fonte, qualquer que seja o seu tipo, está se fazendo uma
citação.

CITAÇÃO DIRETA
A citação é considerada direta quando se constitui por uma
transcrição textual do autor consultado. As citações diretas
podem ser de dois tipos, e cada um deles tem normas específicas
de formatação:
a) Citações curtas, de até três linhas, são inseridas no corpo do
texto, entre aspas, mantendo a formatação do texto principal.
b) Citações longas, de mais de três linhas, são inseridas em
destaque: fonte reduzida (10 ou 11, conforme o padrão que
foi adotado por você), espaçamento entrelinhas simples,
recuo de 4 cm à esquerda, sem aspas.

CITAÇÃO INDIRETA
Um citação é considerada indireta quando se constitui de uma
paráfrase de um texto de outra fonte, ou quando se apresenta
como uma explanação que tem por base o texto consultado.

CITAÇÃO DE CITAÇÃO
Esse tipo de citação ocorre quando você remete a uma obra à
qual não teve acesso, mas da qual tomou conhecimento por meio
de sua citação em uma outra obra. Pode ser direta e indireta, mas
recomenda-se que seu uso seja evitado sempre que possível:
numa pesquisa científica, é sempre importante a consulta aos
originais.

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SISTEMA DE CHAMADA DAS CITAÇÕES

No caso das citações, sejam elas diretas, indiretas ou derivadas de


outra citação, deve sempre ser inserida a chamada que permita a
recuperação bibliográfica da obra citada. No entanto, há alguns
detalhes a serem observados no modo como essas chamadas são
feitas para cada tipo de citação.

Caso o autor tenha sido mencionado antes da inclusão da citação,


seu nome será seguido de parênteses, em cujo interior estarão
inseridos os dados de chamada.
a) Em citação direta, seja ela curta ou longa, devem constar o
ano de publicação da edição da obra utilizada por você e a
página da qual extraiu a citação, separados por vírgula.
b) Em citação indireta, também deve constar o ano de
publicação da edição da obra utilizada por você, mas a
indicação da página não é obrigatória.

Caso o autor não tenha sido mencionado antes da inclusão da


citação, ao término da citação deverá ser incluído parênteses, em
cujo interior estarão inseridos os dados de chamada:
a) Em citação direta, seja ela curta ou longa, devem constar o
sobrenome do autor em maiúsculas, o ano de publicação da
edição da obra utilizada por você e a página da qual extraiu a
citação, separados por vírgula.
b) Em citação indireta, também devem constar o sobrenome do
autor em maiúsculas, o ano de publicação da edição da obra
utilizada por você, mas a indicação da página não é
obrigatória.

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No caso das citações de citações, sejam elas diretas ou indiretas,
deve ser indicado o sobrenome do autor da fonte não consultada,
em maiúsculas, seguido da expressão “apud” (que significa “citado
por”), após a qual se insere o sobrenome do autor do documento
consultado, o ano de publicação da edição da obra utilizada por
você e a página da qual extraiu a citação, separados por vírgula.

Observe os exemplos abaixo:

É a genealogia literária que conduz, conforme Beatriz Sarlo (2008), o “mito


biográfico” em torno de Jorge Luis Borges, o qual se funda na apropriação
que o escritor argentino faz da literatura.

Em nota autobiográfica publicada em 1980, Calvino afirma que o lugar ideal


para ele “é aquele em que é mais natural viver como estrangeiro” (CALVINO,
2006, p. 11). Com esta afirmação, ele retoma e reforça uma estratégia
narrativa que já se esboça em seus escritos iniciais, como em “Forasteiro
em Turim”, de 1953:

Para mim, no entanto, Turim foi realmente objeto de uma escolha.


Sou de uma terra, a Ligúria, que de tradição literária só tem
fragmentos ou ensaios, de forma que cada qual pode – grande
sorte! – descobrir ou inventar uma tradição por conta própria; de
uma terra que não tem uma capital literária bem definida, de modo
que o literato liguriano – avis rara, na verdade – também é ave
migratória (CALVINO, 2006, p. 17).

Como afirmava Calvino ecoando o poeta e crítico alemão Hans Magnus


Enzensberger, para que o labirinto mantenha “seu fascínio e seu risco” ele
não pode ser desvendado: “O labirinto foi feito para que quem nele entra se
perca e erre. [...] Se conseguir [atravessá-lo], terá destruído o labirinto; não
existe labirinto para quem o atravessou” (ENZENSBERGER apud CALVINO,
2009, p. 213-214).

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5. PLÁGIO

O plágio é um problema que, infelizmente, continua a ser


percebido no universo acadêmico, apesar de sua ilegalidade e da
falta de ética que o caracteriza. É preciso, assim, que você esteja
atento ao seu processo de pesquisa e escrita, que observe as
normas de citações apresentadas anteriormente e se assegure de
não incorrer em plágio, evitando, assim, o risco de sofrer as
sanções administrativas e legais cabíveis em cada caso.

“O plágio acadêmico se configura quando um aluno retira,


seja de livros ou da internet, ideias, conceitos ou frases de
outro autor (que as formulou e as publicou), sem lhe dar o
devido crédito, sem citá-lo como fonte de pesquisa.”

Para isso, sugerimos que consultem a cartilha sobre plágio


elaborada pela Universidade Federal Fluminense, da qual
retiramos a definição de plágio citada, e na qual você poderá
conhecer os diversos tipos de plágio e saber como não fazer isso.

Outra consulta interessante é o vídeo “Um conto sobre plágio”,


elaborado pela Biblioteca da Universidade de Bergen, que
evidencia de forma bem-humorada o que fazer para evitar esse
péssimo hábito.

Hoje existe uma série de softwares antiplágio disponíveis no


mercado, que são utilizados pela maior parte dos professores,
orientadores e editores de periódicos como garantia.

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6. ILUSTRAÇÕES

A ABNT considera como ilustrações os desenhos, os mapas, os


esquemas, os gráficos, as fórmulas, as fotografias e os diagramas,
entre outros elementos de caráter imagético que possam ser
inseridos nos trabalhos acadêmicos.

Toda ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais perto


possível do local em que foi feita essa menção.

Para sua inserção, devem-se observar as seguintes regras:


a) Identificação da ilustração em sua parte superior, contendo:
palavra designativa (Figura ou Gráfico, por exemplo), número
identificador (em algarismos arábicos e sequencial para todas
as ilustrações), travessão, título.
b) Indicação da fonte consultada, na parte inferior da ilustração,
contendo: a palavra Fonte, seguida de dois pontos, e a
referência da fonte no sistema autor/data. Deve ser grafada
em fonte menor (no padrão utilizado ao longo do texto) e em
espaçamento entrelinhas simples.
c) Na linha abaixo da Fonte, caso necessário, inserção de
legendas ou notas informativas complementares. Deve ser
grafada em fonte menor (no padrão utilizado ao longo do
texto) e em espaçamento entrelinhas simples.
d) Caso a imagem seja de autoria do próprio autor da pesquisa,
deve-se indicar, em fonte, a informação “Autoria própria” ou
“Elaborado pelo autor”.

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7. TABELAS

As tabelas são um tipo especial de objeto inserido, caracterizadas


por apresentarem as informações com predominância de dados
numéricos. Assim como as ilustrações, devem ser sempre citadas
no texto e inseridas o mais proximamente possível do local em
que foram mencionadas.

A formatação das tabelas segue o padrão indicado pelas Normas


de Apresentação Tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística. Em linhas gerais, essas normas apresentam as
seguintes determinações:

a) Não possuir traços verticais de delimitação à esquerda e à


direita (elas são “abertas” lateralmente).
b) As linhas horizontais só são admitidas no cabeçalho e no
rodapé (os dados são apresentados sem linhas que os
separem horizontalmente).
c) Não deve haver células em branco: usa-se um traço para
indicar dados inexistentes, reticências para dados
desconhecidos e zero quando o dado for menor que a
metade da unidade adotada para sua expressão.
d) Sua inserção segue o mesmo critério das Ilustrações:
designativo, seguido de número e título na parte superior da
tabela, fonte, legenda e notas complementares na parte
inferior.

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33
NESTA SEÇÃO,
VOCÊ VERÁ:
1. REFERÊNCIAS
2. GLOSSÁRIO
3. APÊNDICE
4. ANEXO

34
1. REFERÊNCIAS

A lista de referências é um elemento obrigatório de todos os


trabalhos acadêmicos. Nela devem constar todos os documentos
que foram utilizados ao longo do trabalho.

Deve ser digitada em corpo 12, com espaçamento simples,


alinhada à esquerda, em ordem alfabética. Entre uma e outra
referência deve constar um espaço simples em branco. Seu título
não apresenta indicativo numérico e deve ser inserido, em
maiúsculas e negrito, centralizado, no alto da página.

Este talvez seja um dos elementos que gera mais dificuldades em


seu processo de normalização, uma vez que há uma série de
detalhes a serem seguidos, conforme o tipo de material
referenciado.

a) Questões gerais

1. As referências devem ser padronizadas quanto ao tipo de


informações essenciais e complementares: caso opte pela
inserção de uma informação complementar, esta deve ser
adicionada em todas as obras referenciadas.
2. As referências devem ser padronizadas também quanto ao
tipo de destaque gráfico dado aos títulos: pode-se usar o
negrito, o itálico ou o sublinhado, desde que se mantenha a
mesma utilização ao longo de toda a lista.

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3. No caso de documentos consultados em versão on-line, além
dos elementos essenciais e complementares (quando for o
caso), deve-se inserir a expressão “Disponível em:”, seguida do
endereço eletrônico utilizado e, na sequência, separada por
ponto final, a expressão “Acesso em:”, seguida da data de
acesso no seguinte formato: 20 abr. 2018.

b) Elementos compositivos das referências

1. Indicação de responsabilidade

Autoria de pessoa física


Um autor: indicação pelo último sobrenome, em maiúsculas,
seguido do prenome e de outros sobrenomes, conforme consta
na obra utilizada.
WOODALL, James. Jorge Luis Borges: o homem no espelho do livro. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

Dois ou três autores: segue-se o mesmo modelo de um autor,


separando os dados de cada autor por ponto e vírgula.
CARVALHO, Edgard de Assis; MENDONÇA, Terezinha. Ensaios de complexidade
2.ed. Porto Alegre: Sulina, 2004.

Quatro ou mais autores: quando houver a partir de quatro


autores, é facultativo mencionar todos ou mencionar apenas o
primeiro, no modelo utilizado para um autor, seguido da
expressão et al., em itálico, que significa “e outros”.
BOURDIEU, Pierre et al. A miséria do mundo. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

36
Casos especiais
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. O amor nos tempos do cólera. 33. ed. Rio de Janeiro:
Record, 2008. (sobrenomes hispânicos )

ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços: um enfoque


econômico-financeiro. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2007. (grau de parentesco)

ESPÍRITO SANTO, Miguel Frederico de. O Rio Grande de São Pedro entre a fé e a
razão: introdução à história do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins
Livreiro, 1999. (sobrenomes compostos)

LA TORRE, Massimo. Two essays on liberalism and utopia. Florence: European


University Institute, 1998. (sobrenomes com prefixos)

Responsabilidade de pessoa física sobre obra coletiva


Quando a obra indicar uma pessoa como responsável por seu
conjunto (como organizador, compilador, editor, coordenador,
diretor, entre outros), a entrada deve ser feita pelo nome do
responsável, seguido da abreviação, em letras minúsculas e no
singular, do tipo de responsabilidade por ele assumida.
PARENTE, André (org.). Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e
políticas da comunicação. Porto Alegre: Sulina, 2004.

BARATIN, Marc; JACOB, Christian (org.). O poder das bibliotecas: a memória dos
livros no Ocidente. 3. ed. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2008.

Autoria de pessoa jurídica


Obras cujos autores são órgãos governamentais, empresas,
associações, entre outras pessoas jurídicas, são inseridas pela
forma que se destaca no documento, por extenso ou abreviada,
de modo padronizado para toda a listagem.
PETROBRAS. Biocombustíveis: 50 perguntas e respostas sobre este novo
mercado. Rio de Janeiro: PETROBRAS, 2007.

No caso de mais de um autor, usam-se as mesmas normas


válidas para pessoas físicas.

37
Autoria desconhecida
Quando não se conhecer a autoria da obra, ela deve ser inserida
pelo título.
PEQUENA biblioteca do vinho. São Paulo: Lafonte, 2012.

2. Título e subtítulo
O título e o subtítulo devem ser inseridos do mesmo modo que
aparecem na obra, separados por dois pontos. Apenas o título
recebe destaque gráfico (negrito, itálico ou sublinhado).
BÁEZ, Fernando. História universal da destruição dos livros: das tábuas sumérias
à guerra do Iraque. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.

No caso de obras que tenham entrada pelo título, este deve ter
sua primeira palavra e o artigo definido ou indefinido que a
acompanhe (caso seja o caso) grafados em maiúsculas. Não se
usa destaque tipográfico no restante do título.
OS GRANDES clássicos das poesias líricas. São Paulo: Ex Libris, 1981.

3. Edição
Caso conste na obra a indicação de edição (com exceção da
primeira), esta deve ser transcrita pelas abreviaturas do numeral
ordinal e da palavra edição, no idioma do documento.
SCHAUM, Daniel. Schaum’s outline of theory and problems. 5th ed. New York:
Schaum Publishing, 1956.

PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. 6. ed. Rio de Janeiro: L. Cristiano, 1995.

38
4. Local
A cidade de publicação da obra deve ser indicada da maneira que
nela constar. Caso não haja referência à cidade, esta pode ser
substituída pelo estado ou pelo país, desde que essa informação
conste da obra.
MORIN, Edgar (dir.). A religação dos saberes: o desafio do século XXI. 6. ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

No caso de obras em que não seja possível identificar o local de


publicação, utiliza-se a expressão sine loco em sua forma
abreviada, em itálico, entre colchetes: [S. l.].
KRIEGER, Gustavo; NOVAES, Luís Antonio; FARIA, Tales. Todos os sócios do
presidente. 3. ed. [S. l.]: Scritta, 1992.

5. Editora
O nome da editora deve ser transcrito como aparece na obra,
desconsiderando-se as expressões que designam sua natureza
jurídica ou comercial (S.A., por exemplo).
MONEGAL, Emir Rodríguez. Borges: uma poética da leitura. São Paulo:
Perspectiva, 1980.

JEHA, Julio (org.). Monstros e monstruosidades na literatura. Belo Horizonte:


Editora UFMG, 2007.

No caso de obras em que não seja possível identificar a editora,


utiliza-se a expressão sine nomine em sua forma abreviada, em
itálico, entre colchetes: [s. n.].
FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF: [s. n.],
1993.

Atenção: no caso de obras em que não seja possível identificar


nem o local nem a editora, utiliza-se ambas as expressões com o
seguinte formato: [S. l.: s. n.].

39
6. Data
A informação de ano da obra deve ser sempre indicada, em
algarismos arábicos.
NOVAES, Adauto (org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

Caso não seja localizado o ano de publicação, deve ser indicado o


ano do copyright (precedido da letra c em minúsculo e sem
espaço).
CIPOLLA, Sylvia. Eu e a escola 2ª série. São Paulo: Paulinas, c1993.

Se não for possível localizar nenhum ano de referência, deve-se


utilizar um ano por meio de inferência, entre colchetes, conforme
os seguintes critérios:
• um ano ou outro - [1971 ou 1972]
• ano certo, mas não indicado na obra - [1973] ou ano provável - [1969?]
• ano aproximado - [ca. 1960]
• intervalos de publicação menores de 20 anos - [entre 1906 e 1912]
• década certa - [197-] ou década provável - [197-?]
• século certo - [18--] ou século provável - [18--?]

No caso de periódicos, caso conste o mês da publicação, este


deve anteceder o ano e ser indicado de forma abreviada, no
idioma original da publicação.
POMBO, Olga. Museu e biblioteca. A alma da Escola. Cadernos de História e
Filosofia da Educação, Lisboa, n. 4, p. 3-21, maio 1997.

SOUZA, Eneida Maria de. A biografia, um bem de arquivo. ALEA, Rio de Janeiro,
v. 10, n. 1, p. 121-129, jan./jun. 2008.

7. Descrição física
No caso de fragmentos de obras (capítulos, artigos), deve-se
indicar as páginas inicial e final do texto consultado.
SILVA, Evando Mirra de Paula e. Os caminhos da transdisciplinaridade. In:
DOMINGUES, Ivan (org.). Conhecimento e transdisciplinaridade. Belo Horizonte:
Editora UFMG, 2004. p. 35-43.

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c) Formatos de referências bibliográficas

1. Livro
ÚLTIMO NOME, Primeiro nome do autor. Título. Local de
publicação: Editora, ano de publicação.
SERRES, Michel. Júlio Verne: a ciência e o homem contemporâneo. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

2. Capítulo de livro
ÚLTIMO NOME, Primeiro Nome do autor do capítulo. Título do
capítulo. In: ÚLTIMO NOME, Primeiro nome do autor do livro.
Título. Local de publicação: Editora, ano de publicação. p. página
inicial do capítulo-página final do capítulo.
SERRES, Michel. As ciências. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (org.). História:
novas abordagens. 3. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988. p. 160-179.

3. Trabalhos acadêmicos
ÚLTIMO NOME, Primeiro Nome do autor. Título do trabalho. Ano
de submissão. Tipo de trabalho (Grau e Curso) – Faculdade,
Instituição de ensino, Local, ano de submissão.
KLEIN, Adriana Iozzi. Calvino ensaísta. 2004. Tese (Doutorado em Letras) –
Faculdade de Filosofia, Ciências e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo,
2004.

4. Artigo de periódico
ÚLTIMO NOME, Primeiro nome do autor do artigo. Título do
artigo. Título da Revista, local de publicação, volume do exemplar,
número do exemplar, p. (página inicial e final do artigo), mês, ano
de publicação. Disponível em: link. Acesso em: data de acesso.
WEINBERG, Liliana. El ensayo latinoamericano entre la forma de la moral y la
moral de la forma. Cuadernos del CILHA, Mendoza, v. 8, n. 9, p. 110-130, 2007.
Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdf. Acesso em: 20 fev.
2011.

41
5. Trabalho apresentado em evento
ÚLTIMO NOME, Primeiro Nome do autor. Título do artigo. In:
NOME COMPLETO DO EVENTO, número do evento em algarismo
arábico, ano, cidade do evento. Tipo de obra (Anais, proceedings
etc)... Cidade de publicação: editora, ano. p. página inicial–página
final.
PIGLIA, Ricardo. Memória y tradición. In: CONGRESSO ABRALIC, 2, 1991, [s. l.].
Anais... . Belo Horizonte: ABRALIC, 1991. v. 1, p. 60-66.

6. Entrevistas
ÚLTIMO NOME, Primeiro nome do entrevistado. Título da
entrevista. [Entrevista concedida a] Nome do Entrevistador. Título
da Revista, local de publicação, volume do exemplar, número do
exemplar, p. (página inicial e final do artigo), mês, ano de
publicação.
MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. [Entrevista concedida a] João
Gabriel de Lima. Veja, São Paulo, n. 1528, p. 9-11, 4 set. 1998.

7. Vídeo e filme
Título (Primeira palavra em CAIXA ALTA). Diretor/produtor. Local:
Produtora, ano. Especificação do suporte em unidades físicas.
CIDADE de Deus. Direção de Fernando Meirelles. Rio de Janeiro: Globo Filmes,
2002. 1 DVD (130 min.).

WHITE rabitt (Temporada 1, ep. 5). Lost [Seriado]. Direção: Kevin Hooks.
Produção: J. J. Abrams, Damon Lindelof, Bryan Burk, Jack Bender e Carlton
Cuse. Hawaii: Produtora ABC Network, 2004. 1 DVD (45 min.), son., color.

ROBINSON, Ken. Palestra proferida no TED Talks, Monterey (California), fev.


2006. Disponível em:
http:www.ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html. Acesso
em 18 mar. 2012.

42
2. GLOSSÁRIO

O Glossário é um elemento opcional, constituído de uma relação


de palavras ou expressões técnicas utilizadas no texto e que
necessitem de esclarecimentos por sua especificidade, os quais
são apresentados após o termo. Deve ser apresentado em ordem
alfabética, com título centralizado, em maiúsculas e negrito, sem
numeração. Sua paginação deve ser sequencial à do trabalho.

3. APÊNDICE

Os Apêndices são elementos opcionais, que se constituem de


documentos ou textos elaborados pelo próprio autor do trabalho
acadêmico, e cuja presença deve complementar as informações e
reflexões apresentadas no texto. Para a composição de seu título,
deve-se utilizar letras maiúsculas consecutivas, seguidas de
travessão e do título que o identifique. Como o Glossário, deve
apresentar o título centralizado, em maiúsculas e negrito, e
paginação sequencial à do trabalho.

4. ANEXO

Os Anexos têm função e formatação similares à dos Apêndices,


com a diferença de que se tratam de documentos ou textos de
autoria de terceiros e utilizados pelo autor do trabalho
acadêmico.

43
04

SUGESTÕES DE
CONSULTA

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Além das normas da ABNT, que podem ser adquiridas ou
consultadas em sua instituição de ensino, há uma série de
materiais de apoio sobre as normas da ABNT disponíveis para
consulta on-line.

Deixamos aqui essas indicações, que podem auxiliar com


questões específicas que não tenham sido abordadas nesse
material.

Wiki elaborada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing


(ESPM)

Guia para normalização de publicações técnico-científicas da


Universidade Federal de Uberlândia

Orientação para normalização de trabalhos acadêmicos da


Biblioteca da Universidade Federal do Paraná

Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos da Unisinos

AGORA É COLOCAR A MÃO NA MASSA E


ARRASAR EM SEUS TRABALHOS ACADÊMICOS.

ESPERAMOS TER TE A JUDADO!

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