Você está na página 1de 12

BOTAFOGO – PROVAS DE JUDAICIDADE:

ÁRVORE

Unodecavós: Andreza de Souza Escorcia Drummond


(Nasceu no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, por volta
de 1555 – Faleceu no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil,
16/10/1655) Casou com Baltazar da Costa o escrivão no Rio de
Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, por volta de 1595 (Nasceu na
Ilha do Faial, Açores, Portugal, sem data – Faleceu sem local e sem
data)
Duodecavós: João Pereira de Souza Botafogo
(Nasceu em Elvas, Portugal, por volta de 1540 – Faleceu no Rio de
Janeiro, RJ, por volta de 1627) Casou com Maria da Luz Escorcia
Drummond em São Vicente, SP, Brasil (Nasceu sem local, por volta de
1651 – Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, Brasil, por volta de 1627)

Duodecavós:

João Pereira de Souza o Botafogo e Maria da Luz Escorcia Drummond

Filho de Francisco de Souza Pereira e de Inês de Brito Carvalhaes

(Nasceu em Elvas, Portugal, por volta de 1540 – Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, por volta de
1627) Casou com Maria da Luz Escorcia Drummond em São Vicente, SP, Brasil (Nasceu sem
local, por volta de 1651 – Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, Brasil, por volta de 1627)

PROVA 1:

Baseada no livro sob o Título de CRISTÃOS-NOVOS: JESUÍTAS E INQUISIÇÃO, de José


Gonçalves Salvador, Livraria Pioneira Editora – Universidade de São Paulo – São Paulo. 1969 –
da página 90 a 94:
PROVA 2:

https://www.publico.pt/2017/11/18/fugas/noticia/elvas-nao-esqueceu-os-seus-judeus-
1792751

PATRIMÓNIO – Elvas não esqueceu os seus judeus

Reportagem de Alexandra Prado Coelho e Maria Lopes Pereira, 18 de novembro de 2017, 1:47

A seguir um trecho da reportagem...

O antigo Açougue Municipal foi, possivelmente, a sinagoga de Elvas no tempo em que


os judeus eram cerca de um quarto da população. Hoje ajuda a recordar algumas das famílias
mais poderosas e influentes da terra. E até o chocolate em barra entra nesta história.

Caminhamos pelo centro de Elvas, a zona chamada da Judiaria Velha, ruas estreitas,
onde os carros têm dificuldade em passar, e só precisamos de imaginar como seria há alguns
séculos. Vamos até à Idade Média e, de repente, as ruas animam-se numa azáfama, homens,
mulheres, crianças, todos pertencentes à comunidade judaica da cidade, às compras, a
caminho de casa, alguns dirigindo-se para a sinagoga, outros para o trabalho nas oficinas de
ourives, no boticário ou noutros comércios.

Seria assim Elvas provavelmente desde o período islâmico, a partir do século X, admite Rui
Jesuíno, responsável pelo Património e Turismo na Câmara Municipal, estudioso da história
dos judeus elvenses e autor do livro Elvas – Histórias do Património, que reúne crónicas sobre
a cidade.

Com o decreto de expulsão dos judeus de Portugal no final do século XV, as


perseguições, a fuga de muitos e a transformação dos que ficaram em cristãos-novos, os
vestígios dessa presença tornaram-se cada vez mais vagos, quase como se eles nunca tivessem
existido e não tivessem tido a grande importância que tiveram para a cidade.

Rui Jesuíno escreve que, apesar de tudo, “muitas famílias por cá ficaram, embora
muitos sejam condenados a penas duras e outros à morte na fogueira”. Calcula-se que “no,
século XVII, pelo menos um quinto dos elvenses fossem cristãos-novos”, podendo-se encontrar
nos arquivos “mais de 1100 processos da Inquisição relativos aos judeus de Elvas”.

É essa injustiça que hoje se tenta compensar de alguma forma com a abertura ao
público da antiga sinagoga que será também a Casa da História Judaica de Elvas. Aqui vamos
reencontrar algumas das personagens com as quais nos poderíamos ter cruzado nas ruas da
Judiaria Velha há muitos séculos.

Se a maioria se perdeu no anonimato, há, contudo, nomes que se destacam, famílias


que, pela sua influência, conseguiram resistir nas memórias da cidade. Uma delas é mesmo
nome de rua: Botafogo. Vamos até lá, guiados pela história que Rui Jesuíno conta numa das
suas crónicas.

“Os Botafogo foram uma importante família de judeus e cristãos-novos elvenses que
deu nome à rua onde viviam, junto à Biblioteca Municipal: a Rua do Botafogo. Tinham lá um
palácio com um pátio, à direita de quem desce, que se havia de transformar em quartel no
século XVII e em cinema e casas particulares no século XX”, escreve. Antes de ganhar o nome
dos Botafogo, o que aconteceu no final do século XVI, a rua chamava-se da Guedelha.
Esta família vai ligar a história de Elvas à do Rio de Janeiro e ao hoje famoso bairro do
Botafogo, explica ainda o historiador. João Pereira de Sousa Botafogo, nascido em 1540,
perseguido pela Inquisição, emigrou para o Brasil em 1572, tornando-se capitão-mor da
capitania de São Vicente e mais tarde governador. Foi ele quem deu o nome ao bairro do
Botafogo, na zona onde se instalou em 1590. Sabe-se ainda que casou duas vezes, teve onze
filhos e morreu em 1627.

PROVA 3:

Genealogia Paulistana Volume V, página 508


PROVA 4:
Abrange:

Duodecavós: João Pereira de Souza o Botafogo e Maria da Luz Escorcia Drummond e


Unodecavós: Andreza de Souza Escorcia Drummond e Baltazar da Costa o escrivão

Andreza de Souza Escorcia Drummond

(Andreza de Souz:a Nasceu no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, por volta de
1555 – Faleceu no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, 16/10/1655) Casou com
Baltazar da Costa o escrivão no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, Brasil, por volta de
1595 (Nasceu na Ilha do Faial, Açores, Portugal, sem data – Faleceu sem local e sem data)

https://www.genealogiabrasileira.com/titulos_perdidos/cantagalo_ptbotafogo.htm

GENEALOGIA BRASILEIRA Estado de São Paulo - Os Títulos Perdidos

Lênio Luiz Richa (lenioricha@yahoo.com.br) BOTAFOGOS

Nota do autor: Este Título foi baseado, principalmente, no trabalho do genealogista


Carlos Rheingantz, publicado em BG.60.1.37 e na obra "Primeiras Famílias do Rio de Janeiro",
do mesmo autor, onde podem ser vistos maiores detalhes.
PROVA 5:

Óbito de Andreza de Souza, no Rio de Janeiro, dia 16/10/1655; Brasil, Rio de Janeiro,
nas últimas está sublinhado o nome Gracia da Costa descrita com umas das filhas e herdeira;
R...greja Católica, 1616-1980 Rio de Janeiro Santíssimo Sacramento Óbitos 1654, Jan-1663,
Ago:

https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-W72M-C?i=12&wc=M6ZT-62S
%3A131775101%2C139024701%2C142136501&cc=1719212