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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

PEDAGOGIA

JOICY FERNANDA MORAIS DE SOUZA

MEMORIAL DE FORMAÇÃO

Jacareí
2011
JOICY FERNANDA MORAIS DE SOUZA

MEMORIAL DE FORMAÇÃO

Trabalho apresentado ao Curso Pedagogia da UNOPAR -


Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas Política e
Gestão dos Espaços Educativos, Currículo, Conhecimento e
Cultura Escolar, Metodologia de Pesquisa Científica,
Tecnologia da Educação..

Profs. Josilaine B. Ricci Nascimento, Raquel Rogrigues


Franco, Vilma Gimenes e Juliana Telles Suzuki.

Jacareí
2011
Apresentação

Sou Joicy Fernanda Morais de Souza, 21 anos de idade, casada, residente na


cidade de Santa Branca – SP, uma brasileira como muitas outras que acredita num país
melhor, com mas dignidade de vida. E que a base de tudo isso esta na educação. Por
esse motivo hoje dedico a minha vida nessa formação para que no futuro eu venha
compartilhar com o progresso do país através do meu trabalho na educação infantil.
Capítulo I – História de Vida

No dia 25 de maio de 1989, minha mãe Susy de Fátima Morais de Souza, foi
para a Santa Casa São Joaquim. Ao chegar foi atendida pelo doutor Waldenir, que lhe
deu a notícia que logo daria a luz ao seu bebê. E exatamente as 10:00 hs de uma
quinta-feira chuvosa, nasci com 51cm e 3,400kg, recebi o nome de Joicy Fernanda
Morais de Souza, dois dia depois tivemos alta, meu pai Elpideo foi nos buscar, quando
chegamos em casa fomos recebidos com muita alegria pelos meus avós Olga e
Antônio, minha tia Denize e meu tio João. Só o meu irmãozinho Rodrigo de quatro anos
não gostou muito da idéia de ter uma irmã, disse que ia embora de casa, o meu pai
conversou com ele, comprou um brinquedo e o conversou que ter uma irmã seria bom,
só assim ele aceitou a idéa de ter uma irmã. No meu aniversário de 1 aninho minha
mãe fez um delicioso bolo para a família e na hora do parabéns o Rodrigo meu irmão
ajudou a apagar a velinha. Quando eu estava com cinco anos e o meu irmão com nove,
gostavamos de brincar juntos na nossa casa ou na casa da vovó, onde ficavamos o dia
todo pois nossos pais trabalhavam, minha mãe como professora e o meu pai ajudava o
meu avô no sítio e na loja de material de construção. Vovó sempre cuidou de nós com
muito carinho, mas meus pais apesar de trabalharem muito sempre dava um jeito de
arrumar um tempinho do dia para estarmos todos juntos.

Na minha adolescência, gostava de jogar bola na rua com minha amigas, e


tomar banho de piscina na casa da Léa uma amiga muito querida. Também gostava de
ir ao sítio da família aos finais de semana.

Aos 20 anos de idade casei com Cleiton e fomos morar em nossa casa, que
construímos aos poucos, e continuamos com a construção mesmo depois de casados,
porém felizes.
Capítulo II – História Acadêmica e Profissional

Minha vida escolar se deu início na Educação Infantil, onde aprendi a conviver
com outras crianças, a dividir os brinquedos entre outras coisas.

No Ensino Fundamental a professora Maria Aparecida ou melhor Cidinha, como


gostava de ser chamada me ensinou a ler e a escrever, foi uma professora que marcou
muito a minha vida, porque sempre estava com um sorriso lindo no rosto, nunca deixou
transparecer nenhum tipo de problema que tivesse, nunca gritava e nem ficava brava,
com muita alegria e sabedoria, dedicou-se aos alunos durante o ano.

Fiz muitos amigos na minha vida escolar, amizades que são presentes até hoje
em minha vida. Amigos que estavam comigo nas matérias difícieis onde eu apresentava
dificuldade, estavam presentes nas festas de minha casa.

Quando eu estava na oitava série, estudava de manhã e trabalhava a tarde na


loja de material de construção. Quando fui para o Ensino Médio, trabalhava o dia inteiro
e estudava no período noturno, ao finalizar o ensino médio parei de estudar acreditava
que o emprego que eu tinha era para sempre, mas isso não aconteceu. Quatro anos
depois perdi o emprego e vi a importância de continuar os estudos.

Senti a necessidade de trabalhar para ajudar o meu esposo, ele me incentivou a


voltar os estudos, para mudar a realidade que vivemos, pois sabemos a importância
que os estudos tem. Decidi fazer pedagogia, porque tenho muito prazer em trabalhar
com crianças e gosto de transmitir conhecimento ao próximo. Logo mo primeiro
semestre do curso consegui um estágio remunerado na Secretaria de Educação de
Jacareí, onde atuo na área de inclusão. Ao finalizar a faculdade, tenho o objetivo de me
especializar e trabalhar com a educação infantil, que acredito ser o meu perfil
profissional.
Considerações Finais

Observando a minha história de vida e a minha vida acadêmica, vejo a


importância que a educação tem em ambas. Hoje acredito que ser professora sempre
esteve ligado a minha realidade, ao começar pelo modelo que tive dentro da minha
própria casa com a minha mãe que era educadora e com a presença marcante da
minha professora Cidinha. E nas disciplinas que estudei na faculdade, tenho a clareza
que ser educador é exercer a mais refinada profissão. Um profissional na arte de
melhorar o ser humano, um missionário no desenvolvimento da consciência. Ser
educador é verdadeiramente estar comprometido com as pessoas, não somente com o
conhecimento, mas acima de tudo com o bom uso desses conhecimentos. Existe uma
diferença entre ser professor e ser educador. O professor é um profissional
comprometido apenas com o conhecimento e conteúdo. O educador é um profissional
comprometido com o conhecimento a fim de evoluir a consciência do ser humano na
sua complexidade. Uma sociedade é formada por indivíduos muitas vezes, cheios de
culturas, muitos conhecimentos, muitos argumentos e sem nenhuma consciência. Esta
pessoa teve no seu convívio escolar um professor e não um educador. Ela aprendeu os
conhecimentos de forma superficial e faz o mesmo uso na sua vida. No momento atual,
as escolas estão carentes de educadores, carentes de consciência e carentes de
valorização. Ser professor significa distanciar-se da sua real função na educação, e
ligar-se no mundo do saber muito e comprometer-se com pouco. Este pensamento leva
o professor a separar-se de sua missão e ver que o resultado do seu trabalho não é sua
responsabilidade. Sua mente é parada, pensa que sabe tudo e não precisa aprender
mais. O educador sabe que seu o maior desafio é aprender sempre com seus
educandos, pois, eles são gerações mais atualizadas do que a sua. Na visão dele,
estas crianças são evoluções dos seres humanos. O educador sabe que somente com
bom uso do conhecimento pode chegar a desenvolver nestes estudantes grandes
consciências. O maior aliado do educador é o tempo. Sabe que grandes construções
levam muito tempo e por isso a importância da confiança depositada nesta missão.
Vendo a educação de hoje, percebe-se a necessidade urgente de educadores. Ser
educador é ir além, é resgatar consciência, começando primeiramente com a sua
própria.