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Os Dragões e Magos Negros - Artigo

Dragões e magos negros são espíritos que vieram para a Terra após conflitos em outros planetas. Dragões possuem controle total dos elementos e são mais poderosos que os magos negros, que parecem répteis. Ambos os grupos vieram após a destruição do planeta Erg no confronto com os Dragões. Magos negros também vieram de Erg. Alguns espíritos foram exilados do planeta Capela e alguns se tornaram magos negros. Dragões e magos negros continuaram disputando poder através da hist
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Os Dragões e Magos Negros - Artigo

Dragões e magos negros são espíritos que vieram para a Terra após conflitos em outros planetas. Dragões possuem controle total dos elementos e são mais poderosos que os magos negros, que parecem répteis. Ambos os grupos vieram após a destruição do planeta Erg no confronto com os Dragões. Magos negros também vieram de Erg. Alguns espíritos foram exilados do planeta Capela e alguns se tornaram magos negros. Dragões e magos negros continuaram disputando poder através da hist
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Os Dragões e Magos Negros (parte I)

Os Dragões e magos negros, ditadores do abismo e senhores da escuridão, ultimamente estão sendo
feitos amplos estudos sobre esses espíritos. Os primeiros relatos surgiram com a obra de Ranieri
(amigo pessoal do Chico Xavier) conhecida como “O Abismo”, depois tivemos algumas outras obras,
das quais eu acredito serem muito importantes os livro “Erg, O Décimo Planeta” do Roger Feraudy
(que aponta o auge dos eventos catastróficos na Terra para bem próximo de 2036), além da trilogia do
Robson Pinheiro “Legião”, “Senhores da Escuridão” e “A Marca da Besta”. Mostrando também um
panorama dessas entidades, dois livros do Roger Paranhos “Atlântida no Reino da Luz” e “Atlântida no
Reino das Trevas”. Obras que mostram diferentes pontos de vista sobre a história desses seres, assim
como o livro "Dragões - O Diamante no Lodo não deixa de ser Diamante, pelo espírito de Maria
Modesto Cravo. Vamos então começar analisando quem são Dragões, magos negros bem como o
exílio planetário de Capela, o exílio após a destruição de Erg, bem como o atual momento que estamos
passando onde ocorrerá mais um exílio planetário.

Dragões, também conhecidos como draconianos, possuem essa denominação não porque sejam
fisicamente parecidos com os mitológicos dragões que cuspiam fogo, mas simplesmente porque
possuem o pleno controle dos elementos, simbolizado pela figura do dragão, pois o animal dragão
segundo a mitologia cuspia fogo, voava, andava sobre a terra e podia também mergulhar nas águas.
Além disso estão acima dos magos negros, também conhecidos como reptilianos pela aparência
escamosa e cheia de grossas feridas que os magos negros possuem no seu corpo astral, dando a eles
uma aparência que lembra um réptil, sendo que o dragão segundo a mitologia foi o mais poderoso dos
répteis que já existiram.

A origem dos Dragões remonta ao confronto milenar que ocorreu em tempos remotos entre esses
espíritos e os habitantes de Erg. O mundo de origem dos Dragões ficava próximo a Erg e esses dois
mundos ficavam entre Marte e Júpiter. Os Dragões iniciaram um confronto para tentar impor sua
ascendência sobre os habitantes de Erg e com o conflito e não aceitação dos habitantes de Erg, esse
planeta foi explodido durante o confronto, sendo hoje visível como o cinturão de asteróides que existe
entre Marte e Júpiter.
Uma das razões que motivaram os Dragões a invadir Erg, foi a descoberta que seu mundo de origem
que ficava próximo de Erg sofreria um grande processo de afastamento do sistema Solar, indo para
outro sistema solar para que a vida naquele mundo passasse a ser mais materializada, tal como é na
Terra hoje. Com a destruição de Erg, tanto os dragões como os espíritos de Erg que participaram
ativamente do grande conflito acabaram sendo atraídos para a Terra.

Magos negros, também conhecidos como reptilianos, são originalmente os habitantes de Erg que
participaram ativamente do grande conflito com os Dragões e vieram junto para a Terra com
estes. Também conhecidos como magos negros estão alguns dos espíritos originários do sistema de
Capela , que foram exilados para a Terra, porém um exílio mais recente que o dos magos negros
vindos de Erg . Durante o conflito entre os dois povos da Atlântida (brancos do ocidente e vermelhos
do oriente) há aproximadamente 12 mil anos, os capelinos se aliaram aos Dragões para combater os
magos negros originários de Erg. O povo vermelho do Oriente contava com o apoio dos magos negros
de Erg, enquanto que o povo branco do ocidente contava na sua maioria com capelinos aliados aos
Dragões, apesar de existir um número pequeno de capelinos que se aliou aos antigos magos negros de
Erg.
A vitória desse conflito na Atlântida foi do povo vermelho, pois apesar do maior conhecimento dos
Dragões, estes estavam impossibilitados de atuar diretamente na terceira dimensão, pois não
aceitavam reencarnar, enquanto que os magos negros de Erg estavam alguns encarnados e atuando
diretamente na terceira dimensão. Ao perceber que a derrota dos magos negros capelinos seria
inevitável, os Dragões não deram prosseguimento ao conflito, inclusive se isolando para regiões mais
inferiores no astral, abandonando o apoio aos magos negros capelinos, pois já sabia que um grande
acontecimento iria destruir a Atlântida e por conseqüência colocar fim a supremacia dos magos negros
de Erg na Atlântida.
Esse abandono gerou a derrota dos magos negros capelinos que em sua maioria estavam no povo
ocidental dos brancos, que foi subjugado pelo povo vermelho do oriente. Após a dura derrota que
ambos os magos enfrentaram com a destruição da Atlântida, através da queda de um asteróide que
afundou praticamente toda a Grande Ilha, estes se dividiram em grupos, disputando o controle das
zonas umbralinas do astral e sua influencia nos povos encarnados na terceira dimensão da Terra. A
partir desse ponto se iniciou uma aliança com os Dragões, que será relatada mais pra frente.

Exílio de Capela: a aproximadamente 12 mil anos um grande grupo de espíritos foi exilado do sistema
de Capela, pois não acompanharam a evolução de um de seus mundos, que passava por um processo
semelhante ao que a Terra irá passar em breves décadas, evoluiria mais um degrau na escada
evolutiva dos mundos. Alguns de seus habitantes não acompanharam essa evolução, seja pelo apego
excessivo ao materialismo, seja pelo distanciamento do aperfeiçoamento moral e dessa forma teriam
que recomeçar seu ciclo reencarnatório em outro planeta, que no caso era a Terra. Mais relatos desse
impressionante evento podem ser vistos nos livros “Os Exilados de Capela” (Edgard Armond), “A
Caminho da Luz” (Chico Xavier pelo espírito de Emmanuel). Nesse grupo de espíritos exilados vieram
alguns com grande conhecimento na manipulação das energias ligadas a malha magnética planetária,
que engloba tanto o fluido universal em diferentes formas como uma energia impregnada pela
vitalidade de vegetais e animais ligadas ao principio material, uma espécie de fluido vitalizado, que
poderia ser habilmente manipulado pelo uso de recursos mentais específicos e uso de materiais
específicos como o ouro e cristais junto a elementais da natureza, uma espécie de “magia” que
possibilitaria levitação e transmutação de elementos materiais 
O mau uso durante a última guerra entre os  povos da Atlântida , bem como o uso dos catalizadores
(pirâmides) de energia para manipular grandes fluxos tanto de energia vinda do astral como a vinda do
centro do planeta, causou um desequilíbrio tamanho no planeta que um asteróide teve que cair na
Atlântida para impedir que aquela tecnologia (criada pelos magos da luz durante a ultima Era de Ouro
da Atlântida) fosse usada para causar guerras no resto do planeta. Com a queda do asteróide, a Terra
inclinou seu eixo em alguns graus, o que causou também uma maior dificuldade em manipular a
energia da malha magnética, que fluía de forma muito mais estável quando o eixo estava verticalizado
(por isso da necessidade, segundo nos informa Ramatis, que o eixo da Terra volta a ser verticalizado
para que possamos entrar na Era de Regeneração e resgatar os conhecimentos milenares dos magos
brancos da Atlântida em toda a sua amplitude).

Os Dragões e Magos Negros (parte II)

Atualmente a Terra passa por processo semelhante ao exílio planetário que ocorreu em Capela. A
Terra deixará de ser mundo expiatório e passará a ser um mundo regenerado, onde apenas poderão
reencarnar espíritos com um mínimo de desejo sincero pela reforma moral e pela fraternidade e paz
entre os povos. Todo esse processo será descrito em outros textos, sobretudo na questão do ápice das
transformações, que ocorrerão com conflitos entre nações e mudanças por desastres naturais, que
auxiliarão no afastamento dos futuros exilados e impulsionarão os eleitos a se unirem pela
reconstrução dos escombros do planeta.

Ainda sobre os magos negros e Dragões, o livro do Robson Pinheiro ("Senhores da Escuridão") expõe
claramente, através dos relatos do Dragão, que na verdade os primeiros magos negros não foram os
capelinos, mas sim os espíritos de Erg que tiveram seu mundo explodido e desejavam vingança contra
os Dragões, responsáveis pela destruição de Erg.

Ambos os grupos de rebeldes vieram muito antes do que os capelinos, estes últimos também ficaram
conhecidos (alguns) como magos negros, porém não  são os “originais”.

O que é dito pelo Dragão não menciona o conflito em especifico na Atlântida, mas basicamente o que
ocorreu na guerra entre os povos atlantes que culminou no último afundamento da Atlântida, segundo
o relato do Dragão, foi que os magos negros “originais” (os espíritos vindos de Erg que desejavam
vingança) aceitaram, ao contrário dos Dragões reencarnar no planeta e começaram a agir diretamente
no século final da Atlântida, quando o sistema social entrou em colapso, há aproximadamente 12 mil
anos.

Os Dragões, que não aceitavam reencarnar, se aliaram então aos capelinos, dentre os quais havia
também alguns magos negros, sem que, entretanto tivessem o mesmo poder dos magos negros
“originais” de Erg, que tinham ascendência direta sobre a raça vermelha e seu principal mago negro:
Atlas, que futuramente viria a reencarnar como Moisés, para iniciar sua regeneração espiritual e
tornar-se um guardião.

Após o conflito no plano físico, que resultou no afundamento da Atlântida, tanto os magos negros
“originais” de Erg como os magos negros capelinos continuaram atuando nas zonas astrais, enquanto
que os Dragões, por não aceitarem a reencarnação, e por não terem mais a possibilidade de continuar
nas zonas umbralinas mais próximas a superfície devido aos graves problemas na sua retina
perispiritual e crescente diluição da estrutura atômica do seu corpo astral, tiveram que ir para as zonas
mais inferiores, conseguindo atuar nas zonas astrais próximas a superfície onde estavam os magos
apenas por irradiação mental, já que o centro da sua consciência estava exilado às zonas abissais.

Longe disto ter sido uma vitória dos magos negros “originais”, pois estes sabiam que só triunfaram nas
zonas umbralinas próximas a superfície pela desistência dos Dragões em reencarnar. E, além disso, os
magos negros originários de Capela também estavam nessas zonas umbralinas mais superficiais, sendo
que os “originais” de Erg sabiam que o conhecimento dos Dragões era mais amplo que o
conhecimento deles (os magos negros vindos de Erg) e que esse conhecimento poderia ser decisivo
para ajudar os magos negros capelinos a sobrepujar a autoridade dos magos negros de Erg no astral
umbralino.

Como o desejo de ambos os magos negros (tanto de Capela como Erg) era somente poder e controle,
os magos negros de Erg (os “originais”) buscaram uma aliança com os Dragões, sabendo que estes
estavam exilados em zonas abissais, para que tivessem posse de um conhecimento mais amplo, que
eles magos não tinham. Para os Dragões interessava e interessa essa aliança, não pela simples questão
de poder e controle, pois seu real desejo é abandonar a Terra, com o intuito de retornar ao seu mundo
de origem (que sequer está no nosso sistema solar).

Para isso, eles sabem que atualmente só existe um caminho: realizar o mesmo que fizeram em Erg, só
que na Terra. Para tanto, os Dragões se utilizam dos magos negros como emissários de suas técnicas
milenares, visando expandir a descrença, o medo, o materialismo, a depressão em toda a raça
humana. A diferença básica entre magos negros e Dragões é que os magos buscam o poder e controle
através das sensações que a Terra pode proporcionar que a matriz corporal da Terra proporciona. Isso,
os Dragões já abandonaram a muito tempo, pois nem corpo astral possuem mais, seu desejo de poder
e dominação é mais amplo e não está em permanecer e controlar a Terra, mas sim destruí-la como
forma de libertação.
Não é a toa que varias religiões e canalizações espiritualistas relatam o “fim do mundo” como a
destruição física, pois são religiosos e médiuns que acabam sendo diretamente influenciados pela ação
coercitiva e sutil dos magos negros que exploram habilmente os medos mais profundos das pessoas e
transmitem a vontade dos Dragões: que o planeta Terra seja simplesmente extinto.

A necessidade do exílio planetário está justamente em isolar essas duas categorias de seres,
juntamente com os espíritos que não demonstram o menor desejo de buscar uma modificação moral.
Dois terços aproximadamente dos espíritos que vivem na aura terrestre entre os dois planos não tem o
mínimo desejo de modificação. Um terço mostra algum interesse e esforço sincero nessa mudança e
são esses que irão permanecer reencarnando na Terra, só que sem mais a ação dos espíritos milenares
e os dois terços que se deixaram levar por eles, o que irá possibilitar com essa mudança uma ruptura
total com os paradigmas que vivemos atualmente, tanto sobre o entendimento sobre o que é o
Estado, o que é a propriedade e o que é a globalização, mudando toda a estrutura da sociedade e
economia e, sobretudo das religiões.
201

Dragões e Magos Negros (parte III) A Queda da Atlântida

Nos dois textos anteriores foi explicado um pouco sobre a origem dos dragões e magos negros (os
magos da escuridão, que são também conhecidos por magos negros pela preferência em usar roupas
em tons mais escuros, demonstrando oposição à luz), a indicação de algumas obras sobre o assunto e
a questão do exílio planetário.

Nesse texto buscarei esclarecer, segundo meu entendimento, alguns dos eventos finais que
envolveram a Atlântida, bem como o desenrolar no resto do planeta, tanto do período final da guerra
entre as populações atlantes (brancos, vermelhos, negros e amarelos) como a colonização realizada
pelos sobreviventes atlantes, que levaram significativo avanço tecnológico a várias partes do planeta.

A Atlântida da última Era de Ouro (período que demarca o apogeu dessa civilização nos últimos 12
séculos antes da chegada dos capelinos exilados à Atlântida para as suas primeiras encarnações no
orbe terrestre) era reduto de espíritos de grande moral e de grande conhecimento, sobretudo na
manipulação do fluido universal através do uso de cristais e de metais como o ouro e o orichalco,
tecnologia criada pelos magos atlantes que encarnaram durante essa última Era de Ouro e ficaram
conhecidos como magos brancos em virtude das vestes que usavam na cor branca. Foi justamente o
reencarne em massa na Atlântida de espíritos exilados de Capela que precipitou o fim da Era de Ouro.

Tanto o fluido universal e o orichalco foram usados de forma negativa pelos rebeldes capelinos
encarnados na Atlântida na guerra entre os dois povos. Como a manipulação do fluido universal
controlado mentalmente era restrita a um seleto grupo de magos negros nesse conflito, os líderes dos
dois povos arranjaram uma forma de proteger e dar força de ataque aos exércitos com atlantes que
não dominavam o controle desta energia e essa forma foi exatamente o orichalco, talhado na forma
de armaduras que respondiam bem na defesa a ataques dessa energia fluídica e mental , pois foi a
manipulação do fluido universal que deu origem ao orichalco.

Material leve e extremamente resistente, o orichalco além de resistir a ataques vindos de magos
negros (que manipulavam amplamente com a mente o fluido universal) tinha outra vantagem e talvez
tenha sido essa a decisiva para que o povo dos vermelhos, liderados por Atlas, tenha vencido o conflito
entre os dois povos: era um material com propriedades semelhantes aos cristais de quartzo, ou seja,
podiam ser programados e foi exatamente essa ampla programação que foi realizada pelo maior mago
das sombras que estava encarado naquela época na Atlântida, no povo vermelho: Atlas.

 Além disso, Atlas possuía ampla ascendência mental sobre o povo vermelho, que o admirava como
um verdadeiro líder e isso facilitavam uma egrégora mental muito forte e amplamente usada por ele
no confronto contra o exército e magos negros da população de etnia branca.

A vantagem do exército de Atlas era tão absurda, em virtude dessa ampla programação das armaduras
e da egrégora mental que envolvia seu exército, que numa atitude desesperada, o líder do exército dos
brancos, Gaderius, tentou invadir a Grécia para conseguir um contingente maior de homens que
pudessem usar as armaduras de orichalco e assim, quem sabe, ter alguma chance contra o exército de
Atlas.

Aproveito aqui para corrigir uma informação que coloquei no primeiro texto (parte I), pois na verdade
o povo formado pelos atlantes de etnia vermelha não ficava a oriente da Atlântida, mas sim a ocidente,
enquanto que os atlantes de etnia branca, liderados por Gaderius, é que viviam a oriente. O ocidente
da Atlântida dava para os territórios das Américas, enquanto que o oriente para a Europa e África, isso
explica o desenvolvimento das etnias européias, entre terrícolas e descendentes da etnia atlante
branca, enquanto nas Américas essa influência foi predominante da etnia atlante vermelha,
justamente por eles estarem no lado ocidental da Atlântida.

Atlas era um mago das sombras tão poderoso na manipulação do vril e na manipulação hipnótica que
nem todos os magos negros da etnia branca juntos poderiam fazer frente a sua força descomunal, até
porque ele usava habilmente a egrégora energética criada pelo povo vermelho que o amava e
admirava; diferente do líder da etnia branca Gaderius que não possuía esse carisma junto ao seu povo.
Apesar de ser um mago das sombras, Atlas sabia que somente o amor incondicional do seu povo é que
poderia dar a força necessária para que enfrentasse a guerra contra a etnia atlante branca e vencesse.

Atlas ficou conhecido como o mitológico Hércules, descrito na mitologia como “um viril guerreiro com
uma clava, de pele bronzeada e grande barba, que se utilizava de trapaças e truques a seu favor e que
deixou o mundo seguro para a humanidade após destruir diversos “monstros” e também como o
mitológico Poseidon , senhor supremo da Atlântida ou Poseidonis, visto como um Deus pelos gregos
após salvá-los das tropas de Gaderius. Inclusive a descrição física de ambos, Poseidon e Hércules é
bem semelhante, ambos possuem aspecto forte, barba vasta e seguram em uma de suas mãos objetos
semelhantes, Hércules um clave e Poseidon um tridente.
Podemos observar no mapa da Atlântida que existiam duas colônias (na verdade um confronto entre
as forças dos dois povos) exatamente na África onde hoje é o Marrocos, com o exército de Atlas ao
norte, mais numeroso descrito como “Atlas” e abaixo um exército menor, descrito
como “AntiAtlas”, pois Gaderius tentou realizar a invasão sobre o território grego exatamente através
do norte da África .

 Após os vermelhos derrotarem por completo o exército de Gaderius, muitos atlantes da etnia
vermelha permaneceram na região, dando origem a diversos povos, como os etruscos e os bascos, no
entanto a maioria preferiu retornar a Atlântida. Sobreviventes da etnia atlante dos brancos se
juntaram a um grupo de atlantes também da etnia branca que havia fugido de barco da Atlântida
perante a certeza da derrota para os vermelhos. Os atlantes brancos se aglomeraram então na
Península Balcânica (Bálcãs) a sudeste da Europa e assim, nos séculos seguintes junto aos
remanescentes da civilização do Hiperbóreo (atual Groenlândia) que já viviam no continente europeu,
se iniciou o desenvolvimento majoritário dos árias na Europa.

A guerra entre os povos atlantes, principalmente os vermelhos e brancos, tinha algumas


peculiaridades. Gaderius, líder dos brancos, desejava exterminar toda a população dos vermelhos
quando vencesse o confronto, enquanto Atlas não tinha esse mesmo desejo, apenas acreditava que a
única forma de defender a sobrevivência dos vermelhos na Atlântida seria exterminando o líder e o
exército dos atlantes brancos e foi exatamente isso que Atlas fez, pois logo após a vitória sobre os
brancos ele não permitiu que a civilização vermelha realizasse uma chacina sobre os cidadãos atlantes
da etnia branca que viviam no lado oriental da Atlântida.

Esse desejo praticamente insano de extermínio que dominava Gaderius advinha da aliança que ele
realizou com os Dragões (descrito na parte I desse texto), que eram e são seres interessados na
destruição do planeta, diferentemente da maioria dos magos negros, que desejavam exercer um
controle sobre grupos de espíritos encarnados e desencarnados. O que motivou a Alta Espiritualidade
a destruir a Atlântida através da queda de um meteoro vermelho no continente atlante, foi
basicamente impedir que a energia advinda do Sol Negro (descrito na página 66 do livro “Atlântida no
Reino das Trevas”, Editora do Conhecimento) pudesse se espalhar na dimensão física da Terra.

 O Sol Negro é uma poderosa egrégora (um foco central onde são canalizadas emanações mentais que
criam um campo, uma forma pensamento que absorve todas as energias que se alinham aquela
vibração, bem como alimenta energeticamente o espírito que dela saiba usar e manipular)
desenvolvida pelos Dragões assim que eles foram exilados pra Terra após o evento em Erg, sendo que
essa egrégora emana matéria astral.
Essa matéria astral emanada pelo Sol Negro apresenta intensa radiação atômica, e seria capaz de
desagregar a matéria da dimensão material em proporções inimagináveis, como se agisse como um
micro buraco negro, caso chegasse à dimensão física.

Sabendo disso, os magos da luz (também conhecidos como magos brancos, pois se vestiam com
roupas brancas e não por serem de determinada etnia) que viviam na Atlântida selaram o intenso fluxo
de fluido universal que partia do cume da grande pirâmide Atlanteana feita com cristais, para impedir
que ele fosse usado no conflito entre os povos atlantes. Após o final da guerra, com Atlas reinando
sobre toda a Atlântida esse fluxo, que havia sido corrompido durante a guerra, estava agora nas mãos
da civilização vermelha e apesar do carisma e esforços de Atlas pra evitar um genocídio contra os
povos atlantes vencidos, cada vez mais rebeldes capelinos, encarnados no povo vermelho, começavam
a se insuflar desejando vingança completa pelos anos de guerra entre os povos.

Com o crescente sentimento de vingança sendo alimentado dentro do próprio povo vermelho e a
insistência de Atlas em não realizar um genocídio sobre o povo branco, logo surgiu uma conspiração
entre os próprios vermelhos para eliminar Atlas, que já se preparava para deixar o poder após aqueles
anos de luta, deixando o reinado da Atlântida e seus estados-governo na mão de uma de suas filhas,
que era sacerdotisa do fluido universal. No entanto ambos, Atlas e a futura rainha, já pressentiam que
o fim da Atlântida estava próximo.   

No meio desse processo, dias antes da queda do meteorito vermelho na grande Poseidonis, um grupo
de vermelhos descobriu a “pirâmide inversa”, uma formação feita de matéria astral (antimatéria) que
tinha as mesmas dimensões da Grande pirâmide Atlanteana, só que com o cume apontando pro
centro do planeta e era usada na última Era de ouro pelos magos da luz em diversos processos
tecnológicos para o bem da civilização atlante, mas que vinha sendo estudada nos anos finais de vida
de Gaderius como forma de captar a energia do Sol Negro dos Dragões.

Gaderius apenas não iniciou o uso dessa captação do Sol Negro pois não soube como manipular essa
energia enquanto era vivo, pois sabia que se perdesse o controle, a energia causaria uma intensa
destruição nas imediações da Grande Pirâmide, que estava exatamente no território do povo branco, o
que poderia causar a destruição completa do seu reino durante a guerra que travou com Atlas.
Os vermelhos que desejavam tirar Atlas do poder resolveram ativar a pirâmide inversa, mesmo sem
ter o conhecimento pleno de como manipular aquela energia, pois sabiam que essa energia seria
capaz de atingir Atlas ou qualquer outra pessoa à distância, além de iniciar um processo de destruição
onde os atlantes brancos viviam.

Foi essa ativação a razão da morte de Atlas e a responsável por um processo irreversível na grande
pirâmide Atlanteana, que deu início a emanação de cada vez mais radiação do Sol Negro, que era
parcialmente bloqueada pela programação existente nos cristais da grande pirâmide, feita na época de
ouro pelos magos da luz e não havia sido ainda corrompida totalmente.

A radiação começou a se espalhar rapidamente mesmo com o bloqueio parcial, pois os vermelhos não
tinham o conhecimento necessário pra controlar aquela energia, que vinha das profundezas da
escuridão.

A anarquia se instalou na Atlântida, pois os conspiradores vermelhos começaram a realizar uma


chacina tanto entre membros da civilização dos brancos como os próprios vermelhos que fossem fiéis
aos ideais do já falecido rei Atlas e de suas filhas.

A sacerdotisa e filha escolhida por Atlas para ser a rainha dos atlantes foi morta e outras duas foram
“ofertadas” aos deuses (os rebeldes capelinos eram politeístas), acorrentadas num dos portos atlantes
para tentar acalmar a ira da natureza que já convulsionava, pois terremotos e vulcanismo começaram
a se tornar intensos com o grande desequilíbrio energético produzido pela Grande Pirâmide.

Somente o intenso calor da lava vulcânica somada à pressão que a pirâmide sofreria quando estivesse
afundada a kilometros no oceano seria capaz de conter aquele verdadeiro portal aberto para o
“inferno” e foi exatamente isso que aconteceu: o meteoro vermelho caiu sobre a Atlântida com um
impacto tão violento que rachou a placa tectônica abaixo do território atlante, produzindo inundação
por magma dos vulcões e depois da água do oceano invadindo o território que afundava em 2 grandes
pedaços.

Foi a única forma de selar a expansão energética da energia advinda do Sol Negro através da grande
pirâmide atlanteana, que permanece restrita atualmente ao Triângulo das Bermudas, causando
apenas alguns desequilíbrios magnéticos na região .      

Podemos, por fim, lembrar ainda a mitologia grego-romana (que inclusive coloca Poseidon como uma
divindade de origem etrusca) nos informando que “Poseidon teve de enterrar seus filhos, tamanha
suas atrocidades, para assim evitar maior castigo”, o que denota de forma velada o afundamento da
Atlântida/Poseidonis em virtude do grande desregramento dos capelinos rebeldes encarnados na
Atlântida, a terra do rei Atlas.

“Coincidentemente”, Hércules é retratado na mitologia revestido pela pele de um leão inteiro com a
cabeça do leão normalmente sobre seu ombro ou sobre sua cabeça. O leão era o símbolo da liderança
de Atlas sobre o povo vermelho. O trono do rei atlante e a própria construção da Esfinge pelos atlantes
no formato de um gigantesco leão inteiro (que teve a cabeça quebrada após o violento tsunami que
atingiu o vale de Gizé quando do afundamento da Atlântida) atestam a supremacia dos vermelhos e do
seu rei Atlas no período final da civilização atlante.

e mai de 2011

Dragões e Magos Negros (parte IV): O Fim do Sol Negro

Como já relatado na terceira parte dessa série de textos , o Sol Negro é uma poderosa egrégora  (um
foco central onde são canalizadas emanações mentais que criam um campo, uma forma pensamento
que absorve todas as energias que se alinham aquela vibração, bem como alimenta energeticamente o
espírito que dela saiba usar e manipular) desenvolvida pelos Dragões assim que eles foram exilados
pra Terra após o evento em Erg, sendo que essa egrégora emana matéria astral e intensa radiação.

Ou seja, os Dragões desenvolveram a centenas de milênios um poderoso foco mental que canaliza as
emanações em desequilíbrio dos humanos que estão sintonizados a essa egrégora, seja por processos
obsessivos, chips instalados em médiuns invigilantes (sobretudo os com grande cota de ectoplasma no
duplo etérico) que começou a ganhar força nos últimos afundamentos da Atlântida que ocorreram no
período dos últimos 100 mil anos segundo consta nas tradições teosóficas.
O Sol Negro é uma espécie de usina energética alimentando e potencializando as emanações em
desequilíbrio dos encarnados que estabelecem sintonia com essa egrégora e alimenta diversas bases
de magos negros situadas no astral inferior que utilizam essa força motriz como uma espécie de
“motor” que é movido pelo “combustível” que eles, os magos negros, têm condições de manipular: o
ectoplasma que conseguem junto aos habitantes encarnados da Terra.

A matéria astral produzida pelo Sol Negro, devido à intensa radiação atômica que apresenta acaba por
favorecer a manipulação dos magos negros sobre o ectoplasma na construção dos mais diversos
artefatos, desde clones até cidades astrais inteiras, pois a radiação atômica do Sol Negro traz uma
energia que pode ficar reservada dentro dos moldes criados pelos magos negros com ectoplasma,
sendo muito mais fácil o controle mental e por isso mesmo podem controlar até mesmo a forma de
cidades astrais inteiras, como um motorista de carro que usa habilmente o motor do seu carro (o
motor é a energia vinda do Sol Negro) mas que necessita do combustível (ectoplasma) pra continuar
comandando o carro (o ato de dirigir são os comandos mentais utilizados pelos magos negros)

A própria Terra realiza constantemente processos de limpeza em sua esfera psíquica, até mesmo pra
evitar que todas as emanações de pensamentos e vibração negativa dos encarnados sejam absorvidas
pelo Sol Negro. No entanto, com a proximidade do exílio planetário e a execução já nos dias de hoje de
pré exílios constantes no lado obscuro da Lua (zona astral que fica na Lua dentro de crateras aonde
não chega a luz do Sol) essas emanações vem atingindo níveis cada vez mais intensos, exigindo a
potencialização desse processo de limpeza, através da maior absorção de luz solar pela magnetosfera
terrestre bem como em breve a absorção da energia advinda do cinturão de fótons. Esses processos
estão descritos nos seguintes textos:
Como relatado no texto acima: “Na corrente negativa essa energia emanada pelo portal estará ligada
a egrégora de pensamentos negativos, de baixa vibração dos futuros exilados e que saturam a aura
psíquica do planeta Terra”.

Ou seja, na corrente negativa que unirá no astral em um “trilho” a Terra ao portal que será aberto em
Alcyone, fluirá uma corrente de fótons que irá magnetizar gradativamente a energia que será
gradativamente retirada do Sol Negro (a egrégora negativa), ajudando assim no processo de limpeza
da Terra e enfraquecimento do Sol Negro e da mesma forma usando a própria energia do Sol Negro,
imantada a contrapartida astral do Apophis, para atuar no processo exilatório nas três passagens do
Apophis próximas a Terra: em 2013 e muito próximas em 2029 e 2036.

Nesses 7 anos, de 2029 a 2036 esse processo será acelerado, ou seja, o transporte da energia do Sol
Negro para o Apophis , até que em 2036 a egrégora fosse totalmente imantada ao Apophis,
materializando momentaneamente por algumas horas a contrapartida astral do asteróide , dando a
impressão aos astrônomos que um planeta imenso ou um “segundo Sol” estará passando próximo a
Terra.

Esse fenômeno visa acabar totalmente com essa estrutura de centenas de milênios criada pelos
Dragões e usada hoje por eles e os magos negros, submetidos ao comando dos dragões no submundo
astralino.

Quando essa egrégora for materializada e tivermos dois sóis no céu (o Sol Negro e o Sol, pois o
fenômeno ocorrerá ao meio dia horário em Israel no dia 24 de abril de 2036) as comportas do
"inferno" serão abertas e espíritos desencarnados e em processo de exílio serão vistos materializados
por toda a humanidade, esse processo não vai durar 3 dias mas sim 3 horas:

" Desde a hora sexta até a nona, cobriu-se toda a terra de trevas." (Mateus 27:45)

Lembrando que "hora sexta" significa meio dia.

Não há como pensar em se iniciar uma Terra Regenerada sem a retirada dessa egrégora monstruosa
que deixa a esfera psíquica do planeta atualmente com um aspecto obscurecido (essa egrégora é o
foco mental criado pelos dragões) e mais além, é necessário que todos os sobreviventes do grande
evento tenham a plena convicção da existência do plano espiritual e das mudanças que estarão
ocorrendo, por isso terão a visão do astral aberta durante esse fenômeno.
Mas porque o Sol Negro ainda não foi destruído? Porque ele existe a milênios e ainda não foi
exterminado pelos espíritos responsáveis pela evolução da Terra???

A resposta é simples: porque a própria humanidade alimenta com a sua invigilancia o Sol Negro, ele só
existe porque a humanidade atrasada moralmente alimenta energeticamente essa forma pensamento
de energia gigantesca que tem apenas o seu foco manipulado pelos dragões. Enquanto a humanidade
estivesse no período de expiação e provas e os dragões, magos negros e espíritos invigilantes não
fossem exilados, não adiantaria nada destruir essa egrégora, pois prontamente ela seria refeita.

Agora, com o aceleramento do exílio planetário e a proximidade do seu auge em 2036, quando serão
exilados dragões, magos negros e os espíritos distanciados da prática do amor e longe do esforço na
reforma moral para que então se inicie uma Terra Regenerada, onde apenas espíritos fraternos e com
vontade sincera de evoluir moralmente possam reencarnar, aí sim é necessária a destruição do Sol
Negro, pois não apenas ele será destruído como também os espíritos que o mantém ativo serão
exilados.

Mas o exílio dos dragões e magos negros, juntamente com os espíritos invigilantes da humanidade, já
não seria suficiente pra desativar o Sol Negro?

Sim, seria um processo gradativo onde pouco a pouco o Sol Negro perderia sua sustentação, pois seu
foco mental não seria mais alimentado pelas mentes dos dragões, bem como não receberia mais a
abundante energia da humanidade invigilante, certamente entraria em colapso em poucos anos.
Porém, a própria energia dessa egrégora será útil na atração dos futuros exilados, pois estes possuem
profunda ligação vibratória e psíquica com essa egrégora, o Sol Negro.

A Alta Espiritualidade apenas aproveitará essa energia negativa para um propósito (o auge do processo
exilatório) antes que a egrégora seja destruída e a energia negativa nela existente seja purificada após
o fim do exílio planetário, voltando para a Terra, e livre do intenso bombardeio tóxico-mental dos
espíritos em desequilíbrio que não terão mais acolhida na Terra Regenerada após o final do processo
exilatório.

Como funciona essa egrégora, como é formada a estrutura tecnológica do Sol Negro?

Certamente é um assunto que merece muito mais do que poucas linhas dessa resposta, pois a
estrutura egóica em si é de avançada tecnologia, porém usada para o mal e para fins de dominação.
Inclusive as pirâmides criadas pelos atlantes são na verdade centros de poderosas egregoras, onde o
cume dessas pirâmides funcionava como a contrapartida material do foco da egrégora, que estava no
astral. Parte dessa tecnologia foi colocada nas demais pirâmides construídas pelo mundo que traziam
apenas parte desse grande conhecimento. É um assunto que  merecerá um futuro e amplo texto sobre
o tema, pois no futuro após o fim do exílio planetário, essa avançada tecnologia hoje usada para o mal
no Sol Negro será usada para o bem e desenvolvimento espiritual de toda a humanidade, como usada
nas Eras de Ouro atlanteanas. 
i de 201

Os Dragões e Magos Negros (Parte V) - O Exílio dos Ditadores do Abismo

Recentemente, enquanto escrevia os 5 posts comentando a palestra do André Luiz Ruiz, surgiu uma
dúvida quanto ao processo do exílio planetário, que ocorrerá até o final da transição planetária: como
ocorreria o exílio dos dragões? Ficariam eles também aprisionados no satélite lunar até que sofressem
o definitivo expurgo do sistema solar?

Tanto na obra “Herdeiros do Novo Mundo” como na trilogia “Reino das Sombras” é explicado que
durante o processo de transição planetária, o umbral da terra (astral inferior) será gradativamente
“higienizado” com a retirada de espíritos desencarnados que já tiveram sua última chance antes do
exílio planetário, sendo que esses espíritos serão levados para o plano astral da Lua, aguardando em
bases devidamente montadas nesse satélite o processo de exílio que terá seu auge no ano de 2036.

Mas será que espíritos em condições tão degradantes como os dragões, alguns inclusive em processos
de decomposição do corpo mental inferior além do ovóide, já tendo chegado ao estágio de “ovóide
petrificado” (maiores referências no livro “O Abismo” de Ranieri) poderiam ser alocados também no
satélite lunar, já que provavelmente serão exilados em mundos ainda mais atrasados do que a futura
morada dos magos negros e da maioria dos futuros exilados?

De repente capto um pensamento, claro, direto e incisivo: “–não.” Perguntei então mentalmente a
entidade que enviava aquele pensamento: – Então seria em algum outro planeta do sistema solar? –
Perguntei.   

–Concentre-se, tente enxergar a imagem que eu estou enviando pro seu campo mental e você
conseguirá descobrir. –  respondeu a entidade.
Busquei captar mentalmente a imagem, assim como rastrear a vibração da entidade que estava em
contato mental comigo. O modo de falar, o tom, a vibração espiritual, em suma, a energia que aquele
ser emanava era típica dos guardiões. Vi então um pequeno corpo celeste, que parecia ser um satélite.
Os espíritos amigos costumam trabalhar com as informações que estão no cérebro físico do médium,
assim como com as informações que em algum momento emergiram do cérebro perispiritual e se
fixaram no cérebro físico, no post a seguir (sexta parte dessa série) eu falarei mais sobre esse processo.
O guardião já sabia de antemão do meu conhecimento sobre o evento em Erg, a vinda dos dragões pra
Terra, então ficou mais fácil transmitir a informação sobre o exílio dos dragões utilizando esse “rastro
mental” disponível no meu cérebro físico, que levaria a informações que já estavam no meu cérebro
perispiritual, mais precisamente “orbitando” o meu campo mental. O guardião então esclareceu:

–Abra um mapa do sistema solar na tela do seu computador e veja você mesmo a localização do local
onde os dragões serão exilados.

Procurei na internet uma imagem do sistema solar e abri essa aqui de primeira:

Ao abri-la meu olhar foi direto no minúsculo planetóide (ainda indefinido pela ciência como planeta
embrionário ou planeta anão) de Ceres. Foi uma espécie de gatilho pra todas as informações que
estavam no meu cérebro perispiritual emergirem pra consciência física.
Ceres está localizado exatamente no cinturão de asteróides, entre Marte e Júpiter, possui um terço de
toda a massa do cinturão de asteróides, o que significa apenas 4% da massa da Lua.

O cinturão de asteróides surgiu, segundo nos esclarece de forma brilhante no livro “Erg” o médium
Feraudy, devido a explosão do planeta conhecido como Erg, através de armas de destruição superiores
as bombas de hidrogênio e somente igualáveis à energia que os atlantes conseguiam gerar em suas
pirâmides. Ceres é exatamente a maior parte do antigo núcleo planetário de Erg, tanto que imagens do
telescópio Hubble detectaram uma mancha na superfície de Ceres que possui 1 quarto do tamanho de
todo o planetóide e segundo acreditam os astrônomos foi gerada pelo impacto de um asteróide com
25 kilometros de tamanho (ou alguma arma que tivesse potência pra realizar algo do tipo). Ceres
possui 3 camadas: um núcleo rochoso (75%), uma camada de gelo e água (25%) e uma fina camada de
poeira.
Segundo as informações que pude acessar, será nesse planeta anão, outrora núcleo do planeta Erg
destruído pelos dragões, que os próprios dragões serão primeiramente exilados, com o objetivo de
separá-los dos demais exilados (magos negros, asseclas e todo o contingente de 2 terços de espíritos
que vivem no orbe terrestre) devido a aura extremamente tóxica desses seres, suas condições
precárias que os impedem inclusive de chegar ao umbral da Terra, pois já estão nas profundezas das
profundezas do astral inferior e também pela necessidade de um amplo processo de reconstrução do
corpo mental inferior e do corpo astral de cada um desses seres, muitos inclusive como já mencionado
neste texto, no estágio de ovóide petrificado.

Justamente por essa necessidade e complexidade do processo de reconstrução de corpos que estão a
milênios em avançado estado de decomposição, foi também escolhido um local (Ceres) próximo ao
mais avançado mundo do sistema solar como nos esclarece Kardec na Revista Espírita de 1858 e
posteriormente em 1860: Júpiter.
Está destinado aos maiores cientistas do sistema solar, que habitam o planeta Júpiter, cuidar do
processo de reconstrução dos corpos dos ditadores do abismo. A grande camada de gelo que envolve
o planetóide Ceres será de vital importância nesse processo, criando um habitat no astral de Ceres
propício ao processo de reconstrução, bem diferente do intenso calor e da intensa radiação atômica
que existe nas zonas mais profundas do astral inferior da Terra (como bem descreve Róbson Pinheiro
na trilogia Reino das Sombras). Após esse processo de reconstrução que será muito doloroso para os
dragões, se iniciará o processo final de reconstrução do corpo astral destes seres, já os preparando
para o exílio em um mundo primitivo semelhante à Terra de 200 mil anos atrás. Esse processo ocorrerá
no satélite jupteriano conhecido como Lua Europa, que possui uma atmosfera semelhante à terrestre
e favorecerá, no plano astral, o processo final de preparação desses seres para as primeiras
encarnações materiais no mundo exílio, que fica fora do sistema solar.  

Não é por acaso que Ceres está localizado justamente na constelação do Draco (Dragão), o lar para
onde irão os dragões. 

24 de mai de 2012
Os Dragões e Magos Negros (Parte VI) - A Fuga do Dragão

Tive uma interessante experiência com desdobramento a poucos dias, mais precisamente entre a
noite de segunda feira e as primeiras horas de terça feira (dia 22 de maio) que pode ajudar a
compreender melhor um pouco da realidade do astral inferior no qual vivem os dragões e magos
negros. Não dei muita importância, pois parecia mais uma entre tantas missões no astral que eu
participei, mas depois de ler a matéria que li “por acaso” hoje, me lembrei que na noite do dia  22
a mesma notícia havia sido divulgada no JN. Então, a “ficha caiu”.

De madrugada, nas primeiras horas do dia 22, eu me vi desdobrado em um local com algumas torres
de transmissão, ou ao menos parecia isso, estruturas de aço, brancas e vi na minha frente uma enorme
estrutura, que pareceu uma espécie de gerador, onde dois anéis de aço e algo que parecia cimento,
com eletricidade percorrendo cada um deles, levitavam sobre esse gerador. Ouvi então um barulho
alto, um estrondo, como se tivesse ocorrido alguma explosão a milhares de kilometros abaixo daquele
gerador, foi uma explosão abafada, como se algo tivesse explodido muito abaixo de onde eu me
encontrava.

Depois desse barulho, uma voz ecoou dentro da minha mente, uma espécie de comunicação telepática
de um dos guardiões que estava comandando a missão: você está em Cabo Canaveral. E eu, pensando
comigo mesmo (e certamente o pensamento foi captado pelo guardião): - Mas o que eu vim fazer
aqui? Ver o lançamento de foguetes?

Recebi novamente uma mensagem telepática da mesma entidade: - Em breve você vai compreender.

Fui teletransportado com dois guardiões pra um dos edifícios que ficavam próximos a área de
lançamento, onde estavam as torres que eu tinha visto e aquela estrutura estranha (o gerador com os
dois anéis gigantes). Aproximei-me de uma pequena sala, que tinha suas divisórias em vidro (ou algum
outro material transparente) e notei que os dois guardiões estavam “ocultos” (propositalmente) pra
realizar algo importante nos próximos segundos. Cheguei à sala e estava uma mulher (um espírito)
loira, com cabelos cacheados, vestindo uma espécie de taileur vermelho e uns pequenos óculos,
sentada atrás de uma mesa. Aproximei-me dela, intuído pelos guardiões que permaneciam invisíveis. A
mulher então se levantou e falou que eu não podia estar ali, que aquela área era restrita. De repente,
os dois guardiões se materializaram dentro da sala e quebraram uma entrada de vidro que levava a um
corredor.  A mulher ficou sem ação diante da rapidez dos guardiões que fizeram tudo muito
rapidamente, ela mal teve tempo de emitir qualquer alerta para os seus comparsas. Aí eu comecei a
entender melhor o que eu estava fazendo ali....
No corredor, o teto era branco e o chão uma espécie de mármore ou algo parecido na cor azul, num
tom mais neutro nas paredes, um azul mais claro quase branco como o teto. Nesse corredor havia
algumas portas e os guardiões escolheram uma delas, pra entrar (dessa vez não entraram quebrando
nada...). Ao abrir a porta entramos em um pequeno quarto, os dois guardiões na frente e eu atrás
observando.

No topo daquele pequeno quarto, que parecia um pequeno depósito ou algum local usado pra guardar
alguma coisa que não pude perceber, havia uma luz laranja muito fraca (como uma lâmpada de 40
wats) e duas camas, numa delas havia uma pessoa coberta com um lençol laranja, em um tom mais
claro do que o da luz da lâmpada e na outra cama havia um homem deitado, sem nada o cobrindo,
aparentava uns 40 e poucos anos, pele branca, meio calvo. Comecei a perceber que a pessoa na outra
cama, a que estava coberta com o lençol laranja começava a se mover, de forma lenta e algo
estranhíssimo aconteceu: o corpo daquela pessoa começou a “borbulhar”, pois era possível ver
pequenas bolhas surgindo por debaixo do lençol laranja.

Foi então que um dos guardiões começou a explicar pra mim o que afinal estava acontecendo: -
Decidimos trazer você aqui pra presenciar e atuar de forma mais indireta nessa missão pois
necessitávamos de alguém que relatasse aos encarnados o que aconteceu aqui hoje....na verdade, o
que quase aconteceu. Descobrimos há algumas semanas um plano tramado por dragões e magos
negros.....

Antes que o guardião continuasse com o relato, eu o interrompi de sopetão: - Mas como assim, 
dragões e magos negros atuando juntos em uma missão? Pensei que eles fossem inimigos...

O guardião então continuou o relato: - Sim, continuam sendo inimigos, mas às vezes por conveniência
de determinada situação e quando se aproxima um perigo muito grande, no caso, pra ambos (dragões
e magos negros) uma trégua momentânea pode ocorrer e foi exatamente isso que aconteceu. Com a
recente volta ao poder na Terra do mais poderoso mago negro encarnado (ele se referia a Putin) e com
a oportunidade que surgiu no dia de hoje, quando um foguete será lançado de Cabo Canaveral daqui a
alguns minutos, os dragões e magos negros resolveram executar um plano em conjunto, que
beneficiasse a ambos.

Eu então perguntei ao guardião que plano, afinal, seria esse. O guardião então me explicou: - Existe
outro mago negro muito poderoso encarnado, que também tem suas ações mapeadas pelo centro de
inteligência dos guardiões, ele está atualmente encarnado no Iraque e é um líder político de uma ala
extremamente radical. Esse mago negro é inimigo no astral de Putin, mas quando alguns interesses
comuns existem entre adversários, até mesmo inimigos podem trabalhar em conjunto. Pois bem,
interessa aos dragões potencializar um evento que em breve ocorrerá no Oriente Médio....

- Uma guerra, você quer dizer?

- Sim, uma guerra. O interesse dos dragões é que esse conflito chegue a proporções de uma guerra
atômica, pois pra eles não interessa dominar o mundo (como é desejo dos magos negros), mas sim
destruí-lo. Pra esse mago negro encarnado no Iraque interessa acelerar essa guerra, pois ele tem
pretensões de conquistar o Irã e matar seu rival mais próximo, o presidente do antigo país dos persas.
Já pro outro mago negro interessa aumentar a área de influencia do seu país sobre o Oriente Médio,
notadamente mostrando força frente á China e Estado Unidos e nada melhor, pra ele, do que um
conflito armado pra se aproximar do Oriente Médio como defensor perante a “ação inimiga americana
e européia”

Novamente eu interrompi a explanação do guardião: - Mas eu não estou entendendo, o que isso tudo
tem haver com um lançamento daqui a alguns minutos de um foguete em Cabo Canaveral?

- Aquele ser embaixo do lençol é um agênere, um dos capturados até o dia de hoje pelos guardiões. A
missão dele, especificamente, era entrar escondido no foguete que será lançado em alguns minutos e
ser uma espécie de janela viva, um médium de um dos dragões, interessado em pesquisar algumas
informações contidas em satélites construídos pelos humanos, mas não apenas isso, tentar conseguir
alguma informação a respeito de como tem sido realizado o pré exílio para o satélite lunar e alguma
informação, nos próximos meses, sobre o asteróide Apophis.

Novamente eu perguntei ao guardião: - Mas eu pensei que existisse um controle sobre quem entra e
quem sai do planeta.

- Sim, existe. Entretanto, como o lançamento de hoje seria não tripulado, a idéia deles era de que o
agênere permanecesse escondido dentro da cápsula, e com a enorme cota de ectoplasma no corpo do
agênere, ele não seria impedido de sair do espaço físico terrestre, como aconteceria com um espírito
em corpo astral ou até mesmo mental, algo que segundo nossas primeiras análises, seria possível. Esse
foi um dos motivos que fizeram os guardiões impedirem o lançamento há poucos dias (dia 19) dessa
cápsula, pois descobrimos na última hora um agênere infiltrado na cápsula.

Não me contive: - Meu Deus, eu não sabia que eles conseguiriam chegar tão perto. Mas afinal o que é
aquele gerador lá embaixo? É algum aparelho dos dragões?

- Não, aquele é um aparelho nosso, dos guardiões, ele teve dois propósitos: primeiro impedir a
decolagem da cápsula. Em toda decolagem de foguetes ou cápsulas existe um aparelho desses
previamente colocado, justamente pra impedir que “imprevistos” aconteçam. Foi esse aparelho que
fez com que a pressão de um dos motores do foguete ficasse muito alta e cancelasse o lançamento há
poucos dias atrás (dia 19) permitindo que capturássemos o agênere fujão. Hoje ocorreu uma nova
tentativa, que também foi impedida.

Minha curiosidade não tinha limites, eu então perguntei novamente: - E aquele estrondo que eu ouvi
quando cheguei aqui com outra equipe de guardiões?

- Mísseis amigo.....magos negros utilizando tecnologia dos dragões tentando bombardear o gerador
que você viu, tentando destruir os dois anéis e o gerador em si para que não conseguíssemos impedir
a decolagem da cápsula caso outro agênere conseguisse passar desapercebido.

A conversa estava muito instigante e como eu teria de repassar aquelas informações depois aos
encarnados, não resisti em perguntar:

- Mas eu não entendo uma coisa: se os guardiões já sabem, de antemão, que magos negros, dragões e
agêneres podem executar planos desse tipo, não seria mais fácil já colocar alguns guardiões dentro da
cápsula e assim garantir que nenhum malandro entrasse ali sorrateiramente?

O guardião deu uma sonora gargalhada e em seguida me explicou com a habitual paciência:

- Infelizmente muitos médiuns ainda acham que os guardiões são super homens, com sabres de luz,
invencíveis, que em meia dúzia podem derrotar milhares de inimigos. Gostaríamos que fosse assim,
mas as coisas funcionam um pouco diferente. Normalmente, fazemos isso mesmo: escalamos alguns
guardiões que vão dentro do foguete ou cápsula, evitando surpresas desagradáveis, mas dessa vez
fomos surpreendidos, por mais que isso pareça inverossímil pra alguns que nos julgam como super
heróis, por uma resistência maior....

- Mas que resistência foi essa?

O guardião então completou: - Você já leu e sabe que existem homens encarnados muito poderosos
no mundo, financeiramente e socialmente, que se reúnem em clubes ou sociedades extremamente
privadas. Algumas pessoas confundem erroneamente essas sociedades com a Maçonaria, mas em
verdade as sociedades ou clubes de pessoas muito poderosas são outras. As pessoas de um
determinado grupo estão ligadas ao lançamento da cápsula de hoje, inclusive na escolha do nome:
cápsula dragon. Hoje, para eles, seria o dia da fuga do dragão e o início do Armagedon, mas felizmente
conseguimos impedir que o plano seguisse adiante. Essa sociedade ainda não é conhecida do grande
público como outras que foram divulgadas recentemente, mas daqui a algum tempo suas atividades
também virão a público, as iniciais dessa sociedade são L.S. Elementos dessa sociedade organizaram
no astral e com pessoas no físico, uma resistência que tentasse dificultar o acesso dos guardiões a
algumas instalações de Cabo Canaveral, bem como uma resistência ao redor do foguete. Não foi fácil
encontrar os agêneres nas redondezas e muito difícil o confronto que tivemos de realizar com milícias
que tentaram a todo custo impedir a captura do agênere dentro da cápsula.

Agradeci com um gesto as amplas informações e então fui chamado por outro guardião, pois já era
hora de retornar ao corpo físico com as informações gravadas no cérebro perispiritual e que deveriam
ser plenamente assimiladas e arquivadas pelo cérebro físico e assim transmitidas, como faço agora, ao
público.
Os Dragões e Magos Negros (Parte VII) - Ovóides Petrificados e Processos Obsessivos

Parte V: Os dragoes e magos negros

No texto sobre o exílio dos dragões (Parte V dessa série de textos) eu abordei o processo diferenciado
de exílio desses seres, em virtude do avançado grau de deterioração que o corpo mental inferior deles
se encontra, muitos inclusive no estágio de ovos ou ovóides petrificados. Mas vamos ao início disso
tudo, pra compreender porque os dragões recusam a reencarnação na Terra. No livro “A Marca da
Besta”, capítulo 4, página 184 e 185 têm excelente explicação, quando um guardião das equipes do
Cristo fala sobre os dragões:

“Diversos integrantes de sua organização haviam enlouquecido durante os milênios de rebeldia e


prisão nos recantos mais obscuros e tenebrosos do planeta. Poucos conservavam a razão. Além disso
haviam abandonado por completo a forma humanóide que um dia apresentaram. Talvez os superiores,
os representantes da justiça divina, almejassem a plena deterioração do aspecto que tinham
previamente ao degredo, a fim de assumirem em caráter definitivo a compleição humana na Terra.
Mas, para ele, isso representava, além de um retrocesso uma humilhação; a verdadeira degradação.
“Ora, misturar-me com aqueles primitivos ou sequer ser confundido eles...Jamais!” Sem contar que,
para tal, deveria ter aceitado, num passado longínquo, reencarnar em meio aos espécimes da raça
terrena, imergindo no mundo das formas, algo completamente impensável para os maiorais.” 

Temos informações impressionantes nessas poucas linhas. Primeiramente, os maiorais (sinônimo no


livro para os ditadores do abismo, os dragões, a classe suprema na hierarquia das trevas) não
encarnaram na Terra, isso está claramente definido nas últimas linhas. Em segundo lugar que, devido a
essa escolha (de renegar a reencarnação por milênios) a maioria dos dragões enlouqueceu, ou seja,
sucumbiu ao processo de ovoidização, quando após a completa deterioração do corpo astral, o corpo
mental inferior regride a forma de um pequeno ovóide, de aspecto enegrecido e gelatinoso, que fica
girando alucinadamente no seu eixo central, como um chackra totalmente desregulado, fazendo com
que o espírito entre num estado de loucura, vivenciando os próprios ódios e pensamentos destrutivos
que começam a tomar conta de si próprio. Esse é o estágio conhecido em diversas literaturas espíritas
e espiritualistas como ovóide.

É interessante relembrar que nos processos de deterioração ou diluição molecular das células astrais
que compõe o corpo astral e o corpo mental inferior, o primeiro corpo que se dilui totalmente no
processo de ovoidização é exatamente o corpo astral. Chega num ponto que as toxinas e feridas no
corpo astral tornam-se tão grandes que a energia vital advinda dos chacras e do espírito não consegue
mais circular pelas camadas que formam a matriz astral, causando sua diluição por completo,
sobrando apenas o corpo mental inferior sofrendo o processo de ovoidização.
O corpo mental inferior em desequilíbrio, ou seja, quando apenas canaliza seu intelecto para práticas
antifraternas (caso dos magos da escuridão e dragões) ou quando se torna refém do instinto e
sentimentos inferiores (espíritos que desencarnaram e cultivam esse tipo de comportamento, mas não
tem o conhecimento iniciático para manter o mínimo de equilíbrio no corpo mental inferior), nesses
dois casos ele deixa de possuir seu aspecto ovalado, com brilho, luminosidade e cores, que se
expandem num raio de atuação da sua esfera oval entorno de 3 a 4 metros e assim se torna um
ovóide, com pouco mais de 1 metro, enegrecido, de textura gelatinosa, girando alucinadamente no
próprio eixo em virtude do desequilíbrio dos seus chacras (centros de força).

Esse processo, no futuro, causará a perda da consciência, visto que o corpo mental inferior está
intimamente ligado ao cérebro astral no corpo astral e caso esse se dilua, a ligação do cordão dourado
entre os dois corpos se perde, e o corpo mental inferior entra em processo de total desequilíbrio,
perdendo sua capacidade de servir de veículo ao espírito, tornando-se uma prisão para o espírito que
passa a viver entre a inconsciência e a própria ação desequilibrada na própria mente. Nesse caso ele
entra numa espécie de inferno interior, algo como no filme “A Origem” onde o espírito passa a viver
dentro da própria mente e das próprias projeções, medos e sombras criadas ao longo dos milênios.

Esse processo chega no limite, quando o ovóide (corpo mental inferior) simplesmente pára de girar e
se torna um ovo "sólido", de matéria astral, com as camadas energéticas totalmente
petrificadas. Mesmo esse limite, que pode atingir os dragões, pode ser revertido pela Alta
Espiritualidade, pois não existe morte e nem involução para os espíritos criados por Deus, tudo que o
espírito aprendeu e vivenciou não se perde, assim como o espírito não morre e nem se desfaz, todo o
espírito foi criado com a essência divina e um dia despertará dentro de si essa essência de amor. 

Nesse estágio de ovóide petrificado, que vai além do processo clássico de ovoidização, o espírito perde
por completo o contato com o exterior, adentra de tal forma no próprio subconsciente que passa a
considerar aquilo como a realidade. Justamente em virtude da gravidade desse processo, é que os
dragões terão de ser alocados em um local diferente durante o exílio planetário.

A grande diferença entre magos negros e dragões está justamente na capacidade de postergar esse
processo de diluição, enquanto os magos negros necessitam reencarnar de tempos em tempos para
evitar a diluição do corpo astral e consequentemente a ovoidização do seu corpo mental inferior, os
dragões não apenas conseguem passar pela diluição do corpo astral e ovoidização do seu corpo mental
inferior criando corpos artificiais para manifestação, algo muito além na ciência das trevas do que uma
simples coluna artificial de matéria astral (ver mais sobre isto no link ao final deste post) e ectoplasma
que os magos negros conseguem criar. Inclusive, podemos ainda fazer uma análise com a metáfora
dos dragões (nome dado a espíritos muitos antigos que foram exilados pra Terra centenas de milhares
de anos antes do exílio de Capela, quando vieram os magos negros), pois os dragões formam a
categoria de espíritos que possuem pleno domínio dos elementos (o dragão mergulha, voa, cospe fogo
e anda pela terra): os dragões deixam no “ninho” (leia-se Sol Negro) os “ovos” ( seus corpos mentais
inferiores já ovalados e petrificados) para que seus espíritos  possam ter energia suficiente para ficar
fora desses ovos (que não servem mais como corpos para seus espíritos) e utilizar corpos artificiais,
feitos com uma combinação de matéria astral e intensa radiação vinda do Sol Negro.

Todos os dragões que estão nos confins das trevas estão com os seus corpos de origem já no estado de
ovóide petrificado, a grande questão é que alguns poucos ainda conseguem manter a consciência
devido ao uso de corpo artificiais (como relatado no capítulo 4 de “A Marca da Besta”), fornecido pela
líder dos ditadores. Todos aqueles que em algum momento tentaram rebelar-se contra essa liderança,
perderam o direito de utilizar esses corpos e inevitavelmente ficaram aprisionados ao ovóide
petrificado. Aqueles que se submetem as diretrizes da líder dos dragões, podem usar esses corpos
artificiais e assim assegurar uma manifestação mais livre em relação aos seus corpos de origem já em
decomposição, no estágio de ovóide petrificado.

Na página 187, capítulo 4 da “A Marca da Besta” é esclarecido que existem mais de mil dragões
aprisionados na Terra, sendo que pouco mais de 600 conservam lucidez e dentre esses, existe uma
elite com 7 maiorais e um supremo líder. Nessa mesma página é relatado o aspecto escultural do
aparato humanóide criado pela líder dos dragões e que serve de corpo artificial aos dragões que não
perderam a consciência (ou seja, ficaram definitivamente presos ao seu corpo mental inferior de
origem em estado de ovóide petrificado). Foi essa forma humanóide mais perfeita que tentaram criar
em meio a humanidade de mais de 800 mil anos atrás e ao perceberem que seria impossível criar
aquela forma em meio ao mundo das formas (dimensão material), decidiram-se por nunca reencarnar
na Terra.

O número de dragões exilados na Terra diz respeito ao conjunto de inteligências originárias de Morg
que vieram pra Terra após diversas batalhas e destruições de vários orbes, inclusive Erg. O número
exato desses seres é de 1777, sendo que todos os 1777 corpos mentais inferiores na forma de ovóides
petrificados está disposto em 24 grupos de 72 corpos, grupos esses agrupados em forma circular ao
redor da egrégora do Sol Negro, que nada mais é do que um conjunto de duas pirâmides semelhantes
ao diamante girando dentro de uma esfera imaginária como se fosse um átomo e ao longo dessa
esfera duas correntes de energia, uma expandindo e a outra atraindo energia. No centro dessa
egrégora, existem 49 corpos em estado de ovóide petrificado, sendo um deles o da líder dos dragões e
demais 48 corpos pertencentes aos mais fortes mentalmente, que ainda preservam a lucidez,
utilizando corpos artificiais feitos pela líder dos dragões e que  formam uma espécie de campo
retangular, onde estão agrupados 12 em cada um das pontas do retângulo, agrupados formando um
pequeno círculo em cada um dos vértices desse retângulo, totalizando 48 corpos e no centro o corpo
da líder, canalizando essa energia toda da egrégora do Sol Negro, o que possibilita um poder acima de
todos os demais dragões, sobretudo na atividade mental.

Esse campo retangular possui a dimensão da câmara dos reis, só que em proporção maior:  104
metros de comprimento, 52 de largura e 58 de altura, um campo totalmente fechado, apenas aberto
no “teto” em um retângulo central proporcionalmente menor, com 10.40 metros de
comprimento, 5.20 metros de largura e 5.80 de altura, onde está depositado em um pedestal o corpo
petrificado da líder dos dragões.

Toda a estrutura astral do Sol Negro é semelhante a estrutura astral das pirâmides atlantes, a única
diferença é que os dragões utilizam essa egrégora para o mal, enquanto que na Era de Ouro Atlante, os
magos da luz utilizavam o conhecimento dessa geometria sagrada para realizar o bem. Inclusive em
um passado remoto, os sumérios representaram essa estrutura de poder dos dragões em imagens e
que muitos estudiosos da cultura suméria pensam ser a representação de Nibiru ou algum planeta
extrasolar:

Nesse cuneiforme e em um outro aparecem figuras semelhantes: uma espécie de estrela de 4 pontas
formando uma cruz, irradiando uma espécie de energia, como podemos ver na figura acima. O
movimento do Sol Negro em três dimensões é como um átomo girando e se fossemos representar
artisticamente essa visão em duas dimensões, ficaria bem semelhante ao disco com a figura acima.
Como já exposto aqui no blog sobre os textos da Transição Planetária, o que ocorrerá no auge da
Tribulação é que o Sol Negro será imantado ao Apophis e formará algo no céu parecido com um
segundo Sol ou um outro planeta visível no céu , pois não existe a possibilidade matemática e
astronômica de algum orbe, anã marrom ou planeta extrasolar chegar a Terra nas próximas décadas
como já mostrado na série de posts comentando a palestra do André Luiz Ruiz e em vários textos da
fan page.  

Os Dragões e Magos Negros (Parte VIII) - O Exílio dos Ditadores do Abismo (2.0)

Vamos às dúvidas. Os dragões poderão também adiar indefinidamente suas reencarnações no planeta
para onde serão exilados? Ou a espiritualidade será mais rigorosa com eles do que foi aqui na terra? E
os povos que lá já existem, também sofrerão as mesmas maldades que esses dragões praticaram aqui
na terra?

O degredo que acontecerá com os dragões para o futuro mundo exílio será um pouco diferente
daquele que eles sofreram em direção à Terra a aproximadamente 1 milhão de anos. Naquela época
eles vieram, ou melhor, achavam que estavam vindo de passagem com suas naves de matéria astral e
seus corpos originais, também de matéria astral, após a destruição de um planeta que existia entre
Marte e Júpiter chamado pelo Feraudy (escritor e médium espiritualista) de Erg.
A providência divina e seus prepostos acabaram por encaminhar aquele grupo de espíritos, em
número aproximado de 2 mil para a Terra e aqui os aprisionaram, não apenas pra impedir que eles
continuassem invadindo e destruindo outros mundos, mas pra que eles também participassem do
processo de desenvolvimento do gênero humano através das experiências genéticas que realizaram
com o objetivo de elaborar futuros corpos físicos onde eles próprios pudessem encarnar.
Esse processo levou aproximadamente 200 mil anos, até que ocorreu um grande evento, responsável
pelo primeiro afundamento da Atlântida, quando a Alta Espiritualidade enviou um grande grupo de
espíritos exilados da constelação de Perseus (tema que pretendo abordar futuramente no blog dando
continuidade ao texto “Os outros exílios além de Capela”) e assim os dragões foram definitivamente
encaminhados para o astral inferior da Terra, pois até então eles viviam no astral intermediário (na
contrapartida astral da superfície física onde vivem os encarnados), materializando-se com freqüência
no plano físico.
A partir desse grande evento, há aproximadamente 800 mil anos, eles foram definitivamente
impedidos de atuar no astral intermediário e no físico (com algumas exceções quando um ou outro
deles aparecia como um agênere), mas sempre de forma temporária e algo que não ocorre mais desde
o penúltimo afundamento da Atlântida, quando então foram definitivamente exilados para as zonas
mais inferiores do astral inferior, abaixo das trevas, no chamado abismo, de onde surgiram todas as
lendas egípcias a respeito de Apep, Apophis (a serpente primitiva gigantesca que vivia nas trevas do
abismo)
Segundo o recente texto publicado no blog (Dragões e magos negros parte 7- os ovóides petrificados),
todos os corpos dos dragões já estão em estágio de ovóide petrificado, instalados na estrutura egóica
(ou seja, uma egrégora) denominada sol negro.
O que ocorre é que alguns dragões ainda mantém a consciência utilizando corpos artificiais, mas todos
os corpos, de todos os dragões, estão lá, em estágio deplorável de ovóide petrificado.
Durante o exílio, quando a egregora do sol negro for retirada da Terra e desfeita (processo relatado no
texto "o fim do Sol Negro") será também quando esses corpos em estágio de ovóide petrificado serão
levados para uma localidade próxima de júpiter, onde se iniciará o processo de reconstrução desses
corpos através das mais modernas técnicas dos cientistas mais avançados tecnologicamente e
moralmente do nosso sistema solar. Esse processo está descrito no texto "dragões e magos negros
parte 5 - o exílio dos dragões",
Como descrito no texto, eles passarão pela reconstrução inicial do mental inferior e do astral em Ceres
e em seguida num dos satélites de Júpiter, a lua Europa e só então serão encaminhados para o mundo
exílio, com corpos perispirituais reconstruídos e adaptados para essa nova experiência no mundo
exílio.
Segundo os estudos que venho realizando, o mundo exílio na verdade não é um único mundo e sim
um conjunto de mundos, localizados na órbita da estrela vermelha Gliese 581g. Mais sobre isso pode
ser visto aqui:
[Link]
[Link]
Dessa forma esse grupo de espíritos será isolado do convívio com os demais exilados, que encarnarão
em outros mundos ao redor dessa estrela vermelha. Acredito que os amplos poderes psíquicos dos
dragões na manipulação dos elementos astrais serão de certa forma adormecidos durante essa
reconstrução pelos cientistas de Júpiter e isso, somado ao encarne num mundo físico e tão inóspito,
diminuirá em muito o poder de atuação desses espíritos, impedindo que eles realizem esse processo
atual de evitar a reencarnação na Terra a centenas de milênios, e evitam justamente para que
preservassem a bagagem de conhecimento que naturalmente seria muito limitada pelas condições do
modelo físico existente na Terra.
Dessa forma os dragões reiniciarão seu ciclo de reencarnações em outro mundo.

Retirado do Blog de Jose Dalencastro

(http://4.bp.blogspot.com/_0su4eOM_ztI/TJxZQDrx80I/AAAAAAAAAG4/K5jtwGMPQ5Q/s1600/mago+negro+3+dragao.jpg) (http://4.bp.blogs
Uma das razões que motivaram os Dragões a invadir Erg, foi a descoberta que seu mundo de origem
que ficava próximo de Erg sof
(http://1.bp.blogspot.com/_0su4eOM_ztI/TJxjVX8KNCI/AAAAAAAAAHA/Pw-yGaNwoF8/s1600/magos+negros+5+erg+again.jpg) (http://2.bp.
(http://4.bp.blogspot.com/_0su4eOM_ztI/TJxjji8ZVvI/AAAAAAAAAHE/jd8W2oIKVCU/s1600/mago+negro+2.jpg)vingança) aceitaram, ao co
(http://2.bp.blogspot.com/-3-FoEkat_wg/TZLaL1C7dTI/AAAAAAAAALQ/xVIZQqQijiQ/s1600/planet+images+30+usada.jpg)Não é a toa que
controlado mentalmente era restrita a um seleto grupo de magos negros nesse conflito, os líderes dos
dois povos arranjaram um
(http://3.bp.blogspot.com/-REBkvlCBFKA/TZLwmFXWN_I/AAAAAAAAALY/5-Hl_GXdrZE/s1600/atlantida+mapa+2.jpg)Podemos observar no ma
(http://3.bp.blogspot.com/-oZ3JBjLbzwI/TZL-ZyhrE5I/AAAAAAAAALg/7mYtC-_nXUw/s1600/hercules.jpg) (http://1.bp.blogspot.com/-y1
(http://3.bp.blogspot.com/-Z_tnSDA1Nd4/TZMAZpw3S3I/AAAAAAAAALk/BKhTH1WrSQU/s1600/poseidon.jpg)Os vermelhos que desejavam tir
(http://2.bp.blogspot.com/-Roe_r3IzLx8/TdqGStmu7mI/AAAAAAAAANE/s2jZGb4PAZo/s1600/dark_sun+2.jpg) (http://1.bp.blogspot.com/-

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