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Iave Fqa 2018 2019 Solucoes

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RESOLUCOES FISICA 10.° ANO DOMINIO UNICO: Energia e sua conservacao SUBDOMINIO: Energia e movimentos FISICA ~ 10.° ANO = SUBDOMINIO~ ENERGIA E MOVIMENTOS 1.1, (A) 0 peso ¢ uma forca conservativa de intensidade constante que, na situa¢do considerada, é anulada pela forca de reaccdo normal exercida pelo plano, mas esses factos (opcdes (B), (©) € (D)) nao explicam que o trabalho seja nulo. Por outro lado, 0 peso tem sempre direco vertical, pelo que, na situago considerada, é perpendicular a0 desiocamento do carrinho (a=90%), Assim, Wz =Pd cosa =» W3=Pdcos90° = 1.2, (D) 0 trabalho realizado pela forca F & uma medida da energia transferida para o carrinho: 2. (A) Exransferida = Wp = F d cos ct. Como 0 deslocamento, d, do carrinho e a intensidade da forca F so iguais nas quatro situagdes, apenas o Angulo, «, entre a direcdo da forca @ o deslocamento influencia a energia transferida para o carrinho. De 0° até 90° 0 cosseno do Angulo diminui & medida que o Angulo aumenta, pelo que a energia transferida serd maior na situac3o em que ‘Angulo for menor. ~AE, = We =—(mgh,—mgh) = Wz=—mg(h,—h) = Wz =-2,0x 10? mg 3.1, (D) We=-AE, @ We=—(mgh,—mgh,) = Wz =—mg(h,—h,).A dltima expressdo mostra que o trabalho realizado pela forca gravitica que atua no balio depende do desnivel entre as posiges Ae B (h ~ h,) e nao do médulo da velocidade do balao. Como o baldo esta a subir, hg > hy, logo, Wz <0. 3.2. (A) 0 baldo sobe na atmosfera com velocidade constante, pelo que s8o nulas quer a variaggo da 41. 42, 5.1, 52. 218 energia cinética do balao entre as posicées A e B, quer a resultante das forcas que atuam no aldo. A soma dos trabalhos realizados pelas forcas que atuam no baldo também é, assim, nula (W=AE,=0). Intensidade da resultante das forcas aplicades no carrinho. Nasituac3oconsiderada, a energiacinética do carrinho mantém-se constante, uma vez queocarrinho se move com velocidade constante, mas a energia potencial gravitica do sistema carrinho + Terra ‘no se mantém constante (aumenta), uma vez que a altura a que o carrinho se encontra ndo se mantém constante. Sendo a energia mecdnica a soma das energias cinética e potencial gravitica, conclui-se que ndo existe conservacdo da energia mecénica do sistema carrinho + Terra quando 0 carrinho sobe ‘a rampa com velocidade constante. {8) No trajeto AB 0 carrinho desce 0 plano inclinado, pelo que a energia potencial gravitica do sistema corrinho + Terra diminui € a variagio da energia potencial gravitica desse sistema 6 negativa (AE, = mgh, ~ mgh, , pelo que AE, <0). Como W'; =~ AE,, 0 trabalho realizado pelo peso do carrinho é positivo. * Determinagio da variagio de energia cinética do carrinho entre as posicdes A e B: m=500g=0,500kg AB = Be, ~Be, vy=0 = Ee, =0 logo, AE.=ymvg-0 ° Ag-= hmv} AE.= $ x 0,500 x 0,9802 = 0,2401) RESOLUGOES *Determinagao da intensidade da resultante das forgas que atuam no carrinho no percurso considerado: A soma dos trabalhos realizados pelas forcas que atuam num corpo, num determinado intervalo de tempo, ¢ igual 2 variagao de energia cinética do centro de massa do corpo, no mesmo intervalo de tempo, pelo que W = AE.. Como W=Fdcosq , tem-se que 02401 165 5.3. (B) Como, no ponto B, 0 valor da velocidade medido experimentalmente fol inferior a0 valor calculado aplicando a lel da conservacdo da energia mecénica, conclui-se que nao houve conservacao da energia mecanica do sistema. O carrinho partiu do repouso e passou no ponto B com uma velocidade de médulo 0,980 m s~, pelo que a sua energia cinética aumentou entre 05 pontos A e B. No entanto, esse aumento fol inferior 20 esperado, pelo que a energia mecanica do sistema carrinho + Terra no ponto B foi também inferior & prevista pela aplicagao da lei da conservacio da energia mecénica, Ocorreu, assim, uma diminuigao da energia mecanica do sistema, 0,2401=F x1,65xcos0° = 146x107! N 6.1, (B) Sendo desprezaveis todas as forcas dissipativas, pode admitir-se que a energia mecdnica do sistema se mantém constante no percurso considerado. Assim, E,,, = E,, €, comono ponto Aa velocidade do carrinho é nula, tem-se Ey = Eis + Byy > Eya 4 +mghy. mi 6.2. * Determinagaio da variacaio de energia cinética do carrinho entre as posicées Ae B: 500 kg, E,=0 logo, AE, 4mvg—0 = AE.=}mv§ AE.= #3 0,500 x 1,38? = 0,4761) *Determina¢ao da intensidade de resultante das forges que atuam no carrinho no percurso considerado: ‘A soma dos trabalhos realizados pelas forcas que atuam num corpo, num determinado interval de tempo, é igual a variacao da energia cinética do centro de massa do corpo, no mesmo intervalo de tempo, pelo que W= AE. 0.4761 1,10 6.3. Como as forgas de atrito so desprezaveis, a energia mecénica do sistema mantém-se constante no trajeto considerado. Sendo o carrinho abandonado no ponto A, 2 sua velocidade nesse ponto ¢ nula, pelo que a energia cinética do carrinho nesse ponto também € nula. Por outro lado, a velocidade do carrinho no ponto de altura maxima na rampa de maior inclinacdo é necessariamente nula, pelo que a energia cinética do carrinho é igual nos dois pontos considerados.. Havendo conservacao de energia mecanica e sendo a energia cinética do carrinho igual nos dois pontos considerados, conclui-se que a energia potencial gravitica do sistema também é igual nesses dois pontos, ou seja, conclul-se que 2 altura mxima atingida pelo carrinho na rampa de maior inclinacdo ¢ igual & altura a que se encontra o carrinho no ponto em que é largado. Como W =F dcosa,temseque 0,4761=F x1,10xcos0° =433x101N 219 FISICA ~ 10.° ANO = SUBDOMINIO ~ ENERGIA E MOVIMENTOS 7.1. Aceleracdo. 7.2. (C) Seas forcas di inadas, hd conservacao da energia mecanica do sistema carrinho + Terra, pelo que Em,=Em, ou seja, mgh,+ 4m mgh, + dmv Dividindo toda a equacao por m e sabendo que a velocidade inicial, v; , do carrinho é nula ho foi abandonado}, tem-se gh=gh,= ve «= gh—gh=Lye = .g(h,—h,) = v;=/2g(h— h,). Esta expressao mostra que o médulo da velocidade com que 0 carrinho passa no ponto mais baixo ¢ independente da massa do carrinho. Mostra, ainda, que o médulo dessa velocidade é diretamente proporcional 8 raiz quadrada de g e & raiz quadrada do desnivel entre o ponto de partida e o ponto mais baixo da trajetéria. ipativas forem totalmente eli 7.3. (A) © peso é uma forca conservativa, pelo que o trabalho realizado pelo peso é independente do caminho percorrido entre a posigio inicial e a posig0 final. Assim, o trabalho realizado pelo peso do carrinho ¢ independente do comprimento da linha de carris (opco (A) verdadeira) e independente do niimero de vezes que 0 carrinho atinge 0 ponto mais alto (op¢éo (B) falsa). Sendo 0 peso uma forca conservativa, Wg ~(ingh, ~ mgh,). Esta expresso mostra que o trabalho do peso ndo ¢ independente da massa do carrinho (op¢o (C) falsa), nem depende da intensidade das forcas dissipativas que atuem no carrinho (opcao (D) falsa).. 7.4. No ponto de partida, a energia cinética do carrinho é nula e, assim, nesse ponto, a energia mecénica do sistema carrinho + Terra sera igual 8 energia potencial gravitica desse sistema, Nas montanhas-russas reais, atuam sobre o carrinho forcas dissipativas que, 3 medida que o carrinho se desloca sobre a montanha-russa, provocam uma diminuicgo da energia mecénica do sistema carrinho + Terra. ‘Assim, em cada subida subsequente, o carrinho atingird 0 ponto mais alto (com velocidade nula) a uma altura inferior & do ponto de partida, uma vez que o sistema carrinho + Terra teré uma energia mecnica inferior & inicial e, consequentemente, uma energia potencial gravitica inferior a do ponto de partida. BA. (A) Ee=bimv » vin 2h 2EC Esta itima expresso mostra que 0 médulo da velocidade ¢ diretamente proporcional & raiz quadrada da energia cinética. Assim, se a energia Cinética num ponto for o quédruplo da energia cinética noutro ponto, o médulo da velocidade ser 0 dobro uma vez que 74 = 2. 8.2. (D) Odesnivel entre os pontos Ae B(18 m—9 m=9 m) é igual ao desnivel entre os pontos Be C, pelo que © trabalho realizado pela forca gravitica que atua no carrinho é igual entre os pontos A e B e entre os pontos Be C (relembrar que Wz =—AE, & Wz =—(mgh,—-mgh) =» Wz=—mg(h,—h)). Entre os pontos A e Co carrinho esté a descer a rampa, pelo que o Angulo entre o vetor forca gravitica eo vetordeslocamentoé inferior a90°eotrabalhorealizado pela forca graviticaé positivo (Wiz = Fd cosa ;sendo c < 90° entéo Wz > 0). Entreos pontos Ce D ocarrinho desioca-se sobre uma superficie horizontal («= 90°), pelo que o trabalho realizado pela forca gravitica é nulo (WE=Rdcose = Wz=Fdcos90°=0), 8.3, * Determinagdo da energia mecénica do sistema carrinho + Terra no ponto A: E, (+E), & Eq,= pai +mgh, E, = 4600x102 + 600% 10x18 =1,38x105) 220 RESOLUGOES + Determinagdo da variagéo da energia mecénica do sistema no percurso CD: Como, entre os pontos A e C, a soma dos trabalhos realizados pelas forgas no conservativas que atuam no carrinho é desprezdvel, a energia mecénica do sistema carrinho + Terra no ponto C é igual a energia mecénica desse sistema no ponto A. Ey, = Ep, =1,38%105 J Como 0 carrinho se imobiliza no ponto D, situado ao nivel do solo, a energia mecanica do sistema corrinho + Terra é nula nesse ponto, Assim, a variagdo da energia mecanica do sistema no percurso CD sera AE,,= E,, ~ En, = 01,38 105 J =-1,38 x 105] *Determinacdo da intensidade da resultante das forcas de travagem que atuam no carrinho, entre CeD: W,.=AE, > Wz, =-1,38x105] Wg = Whoa + Wa. = Wh +0=W,_. Wa = Renngen @ €08 180° 4 a - 4y 138% 105 1,38 X 105 = Fragen X13%(-1) Fenasen = Tye 9.1. (C) ,tem-se 9.2, (D) A soma dos trabathos realizados pelas forcas que atuam no paralelepipedo ¢ igual a variagao da energia cinética do centro de massa do paralelepipedo (W’ = AE.). Assim, W = fm = 4 mv. Como o paralelepipedo ¢ abandonado na posic¢ao A, v, = 0, pelo que W divi. 93. & 0 t 9.4. + Célculo da altura a que 0 ponto A se encontra do solo, ha Sendo desprezéveis todas as forcas dissipativas, a energia mecdnica do sistema mantém-se constante no trajeto considerado. Fin, = Eman Bay + Fey = Eats + Fen = E4=0 © Meop=0 = Fp,, pmvea0 mghy=Amving © Maha 2 © gha= > Viole m 10ing = 5 x45? © ha=1,01m (continua) 221 FISICA ~ 20° ANO ~ SUBDOMINIO ~ ENERGIA E MOVIMENTOS * Célculo da altura h a que a posi¢&o A se encontra em relacdo ao tampo da mesa: h=hy-0,80 h=1,01-0,80=0,21m 9.5. (A) Como as forcas dissipativas so. desprezivels, ha conservagio da energla_mecinica dos sistemas parolelepipedo + Terra entre a posigio Ae 0 solo: E,=E., , ou seja, mgh,+ }-mvi = mgh, + 3-mv?. Diviindo toda 2 equagéo por m, substituindo v, por zero (0s paralelepipedos foram abandonados em A) e h por zero (os paralelepipedos chegam ao solo, nivel de referéncia da energia potencial graviti ), obtém-se gh =v? = ve=2gh, Esta expressiio mostra que a velocidade com que os paralelepipedos chegam zo solo no depende das respetivas massas, mas apenas da altura a que so abandonados. Como os paralelepipedos s80 abandonados & mesma altura, chegam ao solo com a mesma velocidade. Mas a energia mecanica dos sistemas depende da sua massa (E,, = E, + E,, dmv), pelo que 0 paralelepipedo de maior massa chega 20 solo com maior energia mecnica. 10.1. + Determinacdo da energia mecanica inicial do sistema automével - Terra: Bn, = Fe,+ Bp, En, =h-mve+mgh, Em, FX 1:20%10? «25,07 + 1,20%108 x10x0= * Determinaco da energia mecanica final do sistema automovel - Terra: 75 x 108 J Em, =Ee,+ Ep, Em,=4 mv} +mag he Em, 41,20 108 x0? + 1,20 103 x10x48 5,76 104} + Determinacdo do trabalho realizado pela resultante das forcas ndo conservativas que atuam sobre © automével, no percurso considerado: Trabalho das forcas nao conservativas = variacao da energia mecanica AE, Wz =5,76x104J-3,75x 105 J=-3,17 x 105] * Determinaco da intensidade da resultante das forgas nao conservativas que atuam sobre o ‘automével na diregao do deslocamento, no percurso considerado: Wp = Fyc 4 c0s a Como se admite que a resultante das forcas no conservativas tem sentido contrério 20 do movimento, @ = 180°. 3,17 «105 -3,17x 105 = ; 180° @ F, 3,17 x 105 = Fye x 53,1 x cos AiG BE LOD) 10.2. (C) Sea intensidade das forgas dissipativas que atuam sobre o automével fosse maior, o automével perderia energia mais rapidamente, pelo que itia percorrer uma menor disténcia sobre 2 rampa até parar. Consequentemente, a altura em relacdo 20 solo que 0 automével se imobilizaria seria menor e a variagdo da energia potencial gravitica do sistema automével-Terra seria também menor. 60103 N 222 RESOLUGOES 10.3. 11.4. 11.2. apa. (A) A forga gravitica € uma forga conservativa, pelo que o trabalho por ela realizado num qualquer deslocamento sé depende do desnivel entreas posigdes inicial e final. Na situac3o considerada, ‘© desnivel é igual nas duas situagées. {A forca gravitica tem sempre diregio vertical. Como 0 jipe se desloca sobre uma superficie horizontal, a diregdo da forca gravitica aplicada no jipe é perpendicular a direcdo do deslocamento. Sendo W=Fdcosa e cos90°=0 , conclui-se que, na situago descrita, 0 trabalho realizado pela forca gravitica aplicada no jipe é nulo. = Determinaco do trabalho realizado pela forca potente, entre as posicdes Ae B: At , sendo, neste caso, At =(3x10)s=30s We 4x10? x30=2,2 104] + Determinagao do trabalho realizado pelas forcas dissipativas, entre as posigdes A e B: ‘A imagem estroboscépica mostra que, no intervalo de tempo considerado, o jipe percorre, em ha reta, dist&ncias iguais em intervalos de tempo iguais, isto é, mostra que 0 jipe se desloca com velocidade constante, entre as posigdes Ae B, Sendo a velocidade constante, 2 variagdo de energia cinética é nula, concluindo-se que a soma dos trabalhos realizados pelas forcas que atuam no jipe € nula, no deslocamento considerado. ns aM NG, Como Wz =0 Wz =0 ,temse Wz We = 722x104) Facioatie Fre 1. Resolugo * Determinagao do médulo do deslocamento do balao no intervalo de tempo considerado: O grafico mostra que no intervalo de tempo [1,3 ; 1,7] s o médulo da velocidade do balao se manteve constante. Assim, 0 médulo do deslocamento do balio, Ay , pode ser calculedo a partir da expressao Ay =v At . Ay=vAt Ay=17x(1,7-13) = Ay=0,680m * Clculo do trabalho realizado pelo peso do balao no deslocamento considerado: Ws=Pdcose «= Ws=mgAycosa m }8x103kg e g=0° 18g = :8x 10 x10x0,680xcos0° + Ws 2.3 Resolucao “Determinagdo da variagao da altura a que baldo se encontrava, no intervalo de tempo considerado: No intervalo de tempo considerado, o balio deslocou-se 0,680 m (ver determinaggo deste valor na 1.? resolugao). Como 0 baldo desceu na vertical, a altura a que este se encontrava diminuiu 0,680 m , pelo que Ah=-0,680m. (continua) * 223 FISICA ~10.° ANO~SUBDOMINIO ~ ENERGIA E MOVIMENTOS * Calculo do trabalho realizado pelo peso do balao no deslocamento considerado: Ws=-AE, © Wz=-(mgh—mgh) W;=-mgAh W;=-4,8x 10% x10x(-0,680) Ws =33x10-7J 12.2. (A) No inicio do intervalo de tempo considerado, a velocidade do balio aumentou a uma taxa temporal cada vez menor (a diminuicdo do declive da tangente curva mostra que a acelerago diminuiu), acabando o balo por atingir uma velocidade de médulo constante (velocidade terminal), o que evidencia que @ resisténcia do ar nao foi desprezivel. Assim, a energia mecanica do sistema baldio + Terra nunca se manteve constante no intervalo de ‘tempo considerado. No inicio desse intervalo de tempo, a energia cinética do baléo aumentou menos do que o esperado pela lei da conservacdo da energia mecénica, acabando depois por se tornar constante. Por outro lado, a energia potencial gravitica do sistema baldo + Terra diminuiu sempre no intervalo de tempo [0,4; 1,7] s, pois 0 baldo estava a cair. Sendo Ey, = Ep + Ez , a energia mecénica do sistema baldo + Terra, diminuiu sempre. 12.3. (D) De acordo com a expresséo Ey =mgh, a energia potencial gravitica, Ey , € diretamente proporcional @ altura em relacdo ao solo, h. Entéo o grafico de E, em fungdo de h deve apresentar uma reta que passa pela origem do referencial 13. No percurso considerado, a bola desce na vertical, percorrendo uma distancia de 50,0 cm = 0,500 m. Assim, Ah= 0,500 m. Afirmar que a bola percorre a distancia considerada com velocidade terminal, significa que a bola percorre essa distancia com velocidade de médulo constante. Assim, no percurso considerado, a energia cinética da bola manteve-se constante, pelo que, AE.=0 m=4,0g=4,0x 10 kg 1.9 Resolugao * Determinagio da variacio da energia potencial gravitica do sistema bola + Terra, no percurso considerado: AEp=Ep,—Fp, = ABp=mghy-mgh, «= AEy=mg(h—h) = @ Ag,=mgAh AE,=4,0x10-3x10x(-0,500) <= AZ, =-2,00x 10-7} * Determinago da energia dissipada pelo sistema bola + Terra, no percurso considerado: Aenergia di pada traduz-se numa diminuigao da energia mecanica do sistema bola + Terra. ABy = ABe + AE ME =0+(-2,00 10) -2,00« 10? J Aenergia mecénica do sistema diminui 2,00 x 10-2}, pelo que a energia dissipada é 2,00 x 10°?) 2.8 Resolugio: * Determinagio do trabalho realizado pela forca gravitica que atua na bola, no percurso considerado: W,,=Fydcosa , sendo R=mg e «=0° We 10x 10"$ x10x0,500xcos0° + Wa, 2,00x 10-2] fe 224 RESOLUGOES * Determinaco da energia dissipada pelo sistema bola + Terra, no percurso cor A bola cai sujeita apenas’ forga gravitica e a forca de resisténcia do ar. A variacao da energia cinética da bola é nula, no deslocamento considerado, pelo que a soma dos trabalhos realizados pelas forcas que atuam na bola é também nula, nesse deslocamento. Assim, Wig Mian = 2,00 10% + We =0 e We 0010-2 J Como a forga de resisténcia do ar é a Unica forca dissipativa a atuar no sistema, a energia ipada é 2,00 x 10-2}, 14.1. (A) 14.2. (C) De acordo com a expressio E,=mgh, a energia potencial gravitica, E, , é diretamente proporcional a altura em relacdo ao solo, h. Entdo o gréfico de E, em funcdo de h deve apresentar uma reta que passa pela origem do referencia. 14.3. (€)_Considerando que a resisténcia do ar é desprezével, a bola de ténis é apenas atuada pela forca gravitica, Esta forca tem sempre direcdo vertical e sentido de cima para baixo. 14.4. (A) AE, © We, =—(mghy— mah) , pelo que, sendo m = 57,0.g=57,0x10-* ke, ~(57,0 x 10° x 10 x 0,50 - 57,0 x 10-$ x 10 x 1,0) = 2,85 x 10" J 14,5. (B) _Havendo conservac3o da energia mecanica, AE, =~ AE,. Como Wz =—AE, , tem-se is AE.=We. fs 14.6. Como a resistncia do ar & desprezavel, a energia mecénica do sistema bola + Terra mantém-se constante no movimento considerado, ou seja, a soma das energias cinética e potencial gravitica mantém-se constante. Aeenergia potencial gravitica do sistema bola + Terra tem o mesmo valor quando a bola se encontra nas posigées P2 e Ps, uma vez que estas posicdes se encontram a mesma altura do solo. Assim, ‘a energia cinética da bola teré também 0 mesmo valor nas posigdes P2 e Ps 15.1. (A) —(mghy—mgh,) © We =~mg(hy— ih), pelo que a -10m(0,94- 1,70) 15.2. (C) Sea percentagem de energia dissipada for a mesma em [Link] colisdes com 0 solo, o quociente 11 cord o mesmo para todos os ressaltos. Assim, 24m _ fr. p,-0.52m, A 170m 0,94m 16.1. Os tempos de queda das bolas R e S s30 iguais. 225 FISICA ~ 10. ANO~ SUBDOMINIO~ ENERGIA E MOVIMENTOS 16.2. (B) Como a resisténcia do ar é desprezavel, ha conserves da energia means de cada um dos sistemas bola + Terre: By, = Ey, Use, mghy + mv? = mghy + Amv? .Divicindo toda a equa¢io por m, substituindo v; por zero (as bolas foram ature poral asl chegam ao solo), obtém-se gh 4 vP <= v?=2gh, > ve=\/2gh,. Esta expresstio mostra que a velocidade com que as bolas chegam ao solo ndo depende das respetivas massas, ‘mas apenas da altura a que sdo abandonadas. Como as bolas so abandonadas & mesma altura, chegam a0 solo com a mesma velocidade. Mas a energia cinética depende da massa E;, = [Link]?), pelo que as bolas chegam ao solo com energias cinéticas diferentes. = ymve 16.3.1. (A) Considerando que nao ocorreu dissipacao de energia mecdnica do sistema bola + Terra, quer 16.3.2. na colisio da bola com o solo, quer no seu movimento no ar (resist€ncia do ar desprezavel), essa energia permanece constante. Assim, a bola ressalta até & altura em que fol abandonada (he = hy) Como Ws ] (I AE, @ Ws= fs = ~(mghy ~ mgh,) = ~ mgr hy) , concluk-se que H; = 0. 17. = Determinago das alturas hae hp : 226 Escala da figura~ 1,00 cm: 0,20 m Altura hg na figura~ 4,00 cm 1,00m _ 4,00cm Altura hy real 40Qem = 4.006 fag =0,80m Altura hg na figura- 2,50 em Altura fipieal- 000m _ 2,80¢m. hg =0,50m. 0,20m hp 1.8 Resolugdo * Célculo da percentagem da energia dissipada no segundo ressalto: 62,5, Foy _mghy Eps _ 0,50 “100 Fy, mghy &, 080082 9 Fam XE, Conclui-se que, neste ressalto, é conservada 62,5% da energia do sistema bola + Terra, sendo dissipada 37,5% da energia do sistema. = Calculo da altura, fh, da qual a bola foi abandonada: Como a percentagem de energia dissipada é 2 mesma em cada ressalto, no primeiro ressalto também foi dissipada 37,5% da energia do sistema, ou seja, foi conservada 62,5% da energia do sistema. Entdo a altura atingida pela bola apés o primeiro ressalto (0,80 m) serd 62,5% da altura da qual a bola foi abandonada. 0,625xh=080 @ h= 3m RESOLUGOES 2.8 Resolucdo: * Calculo da altura, h, da qual a bola foi abandonada: Como a percentagem de energia dissipada é a mesma em cada ressalto: mghy _mghy _ hn _ he mghy mgh ~ hy h 18. + Determinacao da energia mecénica do sistema quando 0 conjunto ciclista + bicicleta atinge a altura de 3,0 m: E, +E, Eq= dmv? +mgh 1 80x 3,5? +80 x 10x 3,0=2,89 103) + Determinacao da variac3o da energia mecénica do sistema no percurso considerado: AE,=Ey-Ey., En. = E,_,=2,0%103J 7 2,89 x 103 J-2,0 x 103 J =8,90x 107] + Determinagao da intensidade das forcas ndo conservativas que atuam no conjunto ciclista + bicicleta, na direcdo do deslocamento: Wz =AE, = Wz =8,90x107] Wy =Ficd cos 8.9010? =F. x 68x cos0° & Ry 19.1. (D) _Acabina do elevador esta a subir, tanto no intervalo de tempo [0,0; 2,5] s, como no intervalo de tempo [40,0; 42,5] s, pelo que, nesses intervalos de tempo, o sentido do deslocamento 6 de baixo para cima. A forca gravitica tem sempre sentido de cima para baixo, pelo que 0 Angulo entre essa forca e 0 deslocamento é 180°, nos dois intervalos de tempo considerados. Assim, em ambos os intervalos de tempo, W= =F,dcos@ = Wz = F,d cos 180° <0 fe fe 19.2. No intervalo de tempo considerado, a energia cinética da cabina mantém-se constante, uma vez que 0 médulo da velocidade da cabina se mantém constante. Mas a energia potencial gravitica do sistema cabina + Terra aumenta nese intervalo de tempo, uma vez que a cabina esté a subir. Assim, sendo a energia mecanica a soma das energias cinética e potencial gravitica, conclui-se que ndo ha ‘conservacdo da energia mecénica do sistema considerado, no intervalo de tempo [2,5; 40,0] s. 19.3. (D) A soma dos trabalhos realizados pelas forgas nao conservativas que atuam na cabina é igual 8 variagao da energia mecénica do sistema cobina + Terra. No intervalo de tempo [0,0; 2,5] s, a energia potencial gravitica do sistema cabina + Terra aumenta (a cabina esté a subir) e a energia cinética da cabina aumenta (de acordo com o grafico, o médulo da sua velocidade aumenta). Consequentemente, no intervalo de tempo [0,0; 2,5] s a energia mecanica do 227 FISICA ~ 10.° ANO~ SUBDOMINIO ~ ENERGIA E MOVIMENTOS 19.4, 20.1. 20.2. 2a. 21.2. 213. 228 sistema cabina + Terra aumenta, pelo que a varia¢ao da energia mecdnica é positiva e a soma dos trabalhos realizados pelas forcas no conservativas que atuam na cabina é positiva ((A) € {C) falsas). No intervalo de tempo [2,5; 40,0] s, a energia potencial gravitica do sistema cabina + Terra aumenta (a cabina esté a subir) e a energia cinética da cabina constante (de acordo com 0 grafico, 0 médulo da sua velocidade é constante). Consequentemente, no intervalo de tempo (2,5; 40,0] s a energia mecanica do sistema cobina + Terra aumenta, pelo que a vatiagdo da energia mecanica ¢ positiva e a soma dos trabalhos realizados pelas forcas nao conservativas que atuam na cabina é positiva ((B) false e (D) verdadeira). * Determinaco do desnivel entre a base do edificio e a plataforma panoramica: Na situago descrita, o desnivel entre a base do edificio e a plataforma panordmica é igual 20 médulo do deslocamento da cabina entre essas duas posigdes. O médulo desse deslocamento pode ser determinado pela drea do trapézio definido pela curva v(t) e pelo eixo do tempo. Ah= Ay = Base maior + base menor 2 3,0 Ah=120m xaltura Ap= A252(40,0=25) = Determinagio da variagao da energia potencial gravitica do sistema ocupante + Terra entre a base do edificio e a plataforma panoramica: Ag,=mgAh AE, =80x10x120 » AE, =9,6x10*] {A) Opesoé uma forca vertical. O conjunto A desloca-se sobre uma pista horizontal. Assim, 0 peso do conjunto 6, na situaco considerada, sempre perpendicular 20 deslocamento efetuado, pelo que Wp =mgd cos 90° =0. (Fea Bayo bau mgy§ va=vee ers tiga =F (B) Otrabalho realizado pelo peso do balao entre duas posicdes depende da massa do balao, do modulo: da aceleracio gravitica e do desnivel entre essas posigdes (Wp =-AEyg=~mgAh). Sendo desprezével a variacao do médulo da aceleracao gravitica com a altura em relagao ao solo e sendo 0 desnivel entre as posicées A e B igual ao desnivel entre as posic&es Ce D, conclui-se que 0 trabalho realizado pelo peso do balao ¢ igual nos dois percursos considerados. (B) Eq = Be + Eg ¢ Em = Ee + mgh, A energia cinética do baléo é constante, uma vez que este sobe com velocidade de médulo constante. Assim, de acordo com a expresso Ein = Ee-+mgh, a energia mecénica do sistema varia linearmente com a altura do baliio em relacao ao solo. Entre as posigdes A € B, 0 balo move-se com velocidade de médulo constante, pelo que a energia Cinética do balao também se mantém constante, ou seja, a variagdo da energia cinética do balio & ‘ula. Assim, no destocamento considerado, o trabalho que seria realizado pela resultante das forcas que atuam no balio é também nulo, uma vez que, de acordo com o teorema da energia cinética, esse trabalho ¢ igual & variag3o da energia cinética do baléo. N30 sendo 0 deslocamento nulo, nem podendo ser a resultante das forcas que atuam no baléo perpendicular a0 deslocamento (se 0 fosse, 0 movimento seria curvilineo), conclui-se que a resultante das forcas que atuam no balgo, no deslocamento considerado, tem intensidade nula, RESOLUGOES 22.1. + Determinagio do valor mais provavel da velocidade do carrinho: 0,846 + 653+ 0842 0.847 ms * + Determinacao dos médulos dos desvios de cada valor medido em relacdo ao valor mais provavel: . ‘Médulo do desvio em relacao ao valor v/ms* mais provével=|v—v|/ms"* | 0,846 0,001 0,853 0,006 | 0,842 0,005 + Resultado da medico da velocidade: Maior desvio em relacao a média = 0,006 m s v= (0,847 +0,006)ms-t 22.2. A) Medir coma fita métrica uma distancia percorrida [Link] sobre a rampa. 8) Medir com 0 cronémetro o tempo que 0 carrinho demora a percorrer essa distancia. C) Calcular a velocidade do carrinho, utilizando as equagées do movimento retilineo uniformemente acelerado. ou A) Medir com a fita métrica uma distancia percorrida pelo carrinho sobre a parte horizontal da prancha. 8) Medir com 0 cronémetro © tempo que o carrinho demora a percorrer essa distancia, C) Calcular a velocidade do carrinho, utilizando a equacéo do movimento retilineo uniforme. 22.3. (A) 23, * Determinacao do valor mais provavel da altura maxima aps = 952+ 052+ 054 9.53 \gida pela bola, apés 0 primeiro ressalto: + Céleulo da incerteza relativa do valor experimental da altura maxima atingida pela bola, apds 0 primeiro ressalto: Figgag fm Médulo do desvio em relacao ao valor a6 mais provavel = |Mapés ~Mapés| /™ 0,52 0,01 0,52 0,01 054 0,01 (continua) 229 FISICA~ 10° ANO ~ SUBDOMINIO— ENERGIA E MOVIMENTOS Maior desvio em relacao a média = 0,01 m 0.04 053 *100=2% Incerteza relativa(%) = + Resultado da medigao da altura maxima atingida pela bola, apés o primeiro ressalte, em funglo do valor mais provavel e da incerteza relativa (em percentagem): 0,53 m£2% 24.1. (A) _Noinstante em que ¢ largada, a bola encontra-se a 0,20 m do sensor. Quando colide com o solo, a bola encontra-se a cerca de 1,30 m do sensor. Assim, a bola percorreu 1,30 m—0,20 m= 1,10 m desde a posi¢ao em que foi abandanada até colidir pela primeira vez com 0 solo. 24.2. No segundo ressalto, a energia potencial gravitica do sistema bola + Terra é maxima no instante 1,68 s (aproximadamente). 24.3. (A) Na subida, hd conservacdo da energia mecdnica do sistema bola + Terra. i if Assim, > mv} ssi, mv} 2ghmax- mghmis = Vj Consequentemente, vj = 210% 0,37 =2,7 ms~ 24.4. Sendo desprezével a resisténcia do ar, hé conservagao da energia mecanica do sistema bola + Terra quer no movimento descendente, quer no movimento ascendente, enquanto a bola nao esté em contacto com o solo. Pelo contrario, parte da energia mecanica do sistema é dissipada nas colisdes da bola com 0 solo e, assim, em cada ressalto, a energia mecanica do sistema bola + Terra ¢ inferior 8 energia mecanica do sistema antes da colisdo. Nas posicdes de altura maxima, a énergia cinética da bola é nula, pelo que a energia potencial gravitica do sistema bola + Terra nessas posigdes é igual @ energia mecdnica do sistema. Sendo a energia mecanica do sistema, apés cada colisao, sucessivamente menor, a energia potencial gravitica do sistema na posico de altura maxima atingida em cada ressalto é sucessivamente menor. Como a energia potencial gravitica é diretamente proporcional & altura em relago ao solo, conclui-se que altura maxima atingida pela bola nos sucessivos ressaltos é cada vez menor. 230 FISICA 10.° ANO ~ DOMINIO —ENERGIA, FENOMENOS TERMICOS € RADIACAO 1.1, Produgdo de energia elétrica, 1.2, (C)_ 1 ano tem aproximadamente 365 dias, cada dia tem 24 he cada hora tem 3600 s, Assim, 1 ano ‘tem (365 x 24 x 3600) s. Por outro lado, 1kW h =3,6 x 10° J. so 1500 kWh 1500x3,6x10°)J > oa, ame ry = (65x24 x3600)s™ 7 Use 1500 kWh (1500x 3,6 x 10°) w, 2 Lano (365 x 24 x 3600) {) A potencia da radiacao solar incidente em cada 1 m* de painel é 6U W. Assim, a poténcia total incidente num painel de drea 0,50 m? seré (600x 0,50) W. O painel tem um rendimento de 10%, pelo que a poténcia ttil fornecida pelo painel seré 10% da poténcia total incidente: 0,10 x (600 x 0,50) W = (600 x 0,50 x 0,10) W 3.1. (A) 3.2, * Céleulo da poténcia da radia¢3o incidente no conjunto de paingis fotovoltaicos: 13x103W __P 4 ASX 2 56 x104 W ta? Tame * An456x 1.* Resolugao: * Céleulo da poténcia elétrica média produzida pelo conjunto de painéis fotovoltaicos: n= 20,,__f © P.=312x10? Ww FR 100 156x104 w *Calculo da energia elétrica média, em quilowatt-hora, produzida pelo conjunto de painéis fotovoltaicos durante um dia: 3,12 103W 12 kW 1 dia = 24 horas Ey=R At Ey=312kWx24h oo E,=75kWh 2.4 Resolugio: * Céleulo da energia, em quilowatt-hora, incidente sobre os painéis fotovoltaicos durante um dia: 1,56 x10 W =15,6 kW 1 dia=24 horas Fp=RAt B= 15,6kWx24h © = 374kWh *Célculo da energia elétrica média, em quilowatt-hora, produzida pelo conjunto de painéis fotovoltaicos durante um dia: og 100 374 kWh aes 232 RESOLUCOES 4, (A) A poténcia da radiagio incidente em cada 1 m? de painel é 1,3 x 10% W, ou seja, 1,3 KW. A poténcia da radiacdo incidente no conjunto de painéis fotovoltaicos seré, entdo, (1,3 x 12) kW. Como £=P At, a energia da radiaggo incidente no conjunto de painéis fotovoltaicos em 6 h serd (1,3 x 12 x 6) kWh, Como 0 conjunto de painéis fotovoltaicos tem um rendimento médio de 20%, apenas 20% daquela energia sera fornecida ao satélite. Assim, a energia fornecida ao satelite por esse conjunto de painéis em 6 h de funcionamento sera (0,20 x 1,3 x 12x 6) kWh. 5. * Determinac3o da energia média didria da radiago incidente no conjunto de paingis fotovoltaicos: SOkWh Ey 1,0 m? 160m? © &y=800kWh = Determinacéo da poténcia média da radiagao incidente no conjunto de painéis fotovoltaicos: 800 kW EK ~ 333 kW x + Determinacao do rendimento médio do conjunto de painéis fotovoltaicos: A 3,7 kW BR 1=333kW 011 7(%)=11% 6.1. A massa vollimica da 4gua que se encontra na parte inferior do depésito é maior do que a massa volimica da égua que se encontra na parte superior do depésito. 6.2. (A) 7.4. A placa coletora é metélica porque os metais so, em geral, bons condutores térmicos. negra para permitir uma absorco significativa da radiagSo solar incidente. 7.2. (C) 7,3. * Calculo da energia da radiagao incidente necesséria para produzir diariamente 8,8 kW h (com 0 sistema a instalar) Fy 40 _88kWh agkwh = Boe te Gag r= 220kWh + Célculo da energia média da radiago que incide nos coletores, por dia e por m? de drea desses coletores: Energia da radiacao incidente, por ano e por m? = 3,6 x 10°J=1,00x 10" kWh ,» kWh x 3 NOTA: — =" 2_ gy ex =1,00x103 kWh ( 36x10°] 36x109) ~* ) Lano=365 dias 36Sdias___1dia . po 74Kwh i 1,00 103 kWh Energia da radiacdo incidente, por dia e por m? = ,74 KW h * Célculo da drea de coletores a instalar: 1m? cnt het 2 274kWh ~ Z0kWh A= 80m 233 FISICA ~102 ANO— DOMINIO - ENERGIA, FENOMENOS TERMICOS E RADIACAO. 8.1. (B) Todas as op;des se referem a uma grandeza por unidade de rea, uma vez que incluem “mi”, Assim, a opco correta serd a que incluir, para além de “m-2", uma unidade de poténcia. A poténcia 6 uma energia por unidade de tempo. Entio, a poténcia pode ser expressa por uma unidade de energia a dividir por uma unidade de tempo: kj s~ (kW h corresponde a uma unidade de poténcia a multiplicar por uma unidade de tempo; kW h-! corresponde a uma unidade de poténcia a dividir por uma unidade de tempo; kJ s corresponde a uma unidade de energia a multiplicar por uma unidade de tempo). 8.2. * Célculo da energia média diéria absorvida pela égua: Ey=meAt Ey =120x 4,18 x105 x 35=1,76 x 107 J * Célculo da poténcia média da radiacao solar incidente no coletor: ,04 x 108 W = Célculo da energia média didria da radiago solar incidente no coletor: Erp=PAt Bp= 2,04 103 x (8,0 x 3600) =5,88 x 107 J = Cdlculo do rendimento média do processo de aquecimento considerado: 1,76x107 5,88 x107 x 100% «> 7=30% 9. * Determinacio da energia média diéria necesséria a0 aquecimento da dgua: Ey=mcA9 E,=300x4,18x10? x40 @ Ey= 02 x 107 J * Determinagdo da energia média diria que deve ser fornecida aos coletores solares térmicos: Ey 35 _ 502107) Fe 100° & Ey =1,43x 108] * Determinagio da area de coletores que deve ser instalada: 1m? A _ tat _ Ws, A=14m? 1,0x107J 143x108) 10.1. (C) Se, no equilibrio térmico, a temperatura média do sistema é constante, a energia interna do sistema é também constante. Para que a energia interna do sistema se mantenha constante, as taxas temporeis de emisséo e de absor¢o de energia tém de ser iguais. 10.2. + Célculo do aumento da energia interna do refrigerante, no intervalo de tempo considerado: AU=mcAG@ AU=0,34x4,2x10?x165 @ AU=2,36x10*) =Célculo da energia incidente na superficie da lata exposta & luz solar, no intervalo de tempo considerado: At =90 min =(90x 60)s=5,4x 103s A=1,4x 107 em? Eineidente = P At 1,4x10-?m? 0X10? X14x 10-7 x54 103 = Eincidente = 4.54 x 104] Ejncidente = 234 RESOLUCOES *Célulo da percentagem da energia incidente na superficie da lata exposta 3 luz solar que teré contribuido para o aumento da energia interna do refrigerante, no intervalo de tempo considerado: 2,36x104J 45410" ] x 100% =52% 11a. 2,3x108J. AU=mcA@ AU 34x 4,2 103 x (27-11) =2,3x104J 11.2. (€)_ A poténcia da radiagao incidente e a posigdo da lata mantiveram-se constantes durante a realizacdo da experiéncia, Assim, a taxa temporal de absorcao de energia pela superficie da lata manteve-se praticamente constante, no intervalo de tempo considerado. Pelo contrétio, nese intervalo de tempo e 8 medida que a temperatura aumenta, a taxa temporal de emisstio de energia pela superficie da lata aumenta, até igualar a taxa temporal de absorcdo de energia, Consequentemente, no intervalo de tempo considerado, teré ocorrido uma diminuicao da diferenca entre as taxas temporais de absorgo e de emissao de energia pela superficie da lata, 11.3. (D) Como as duas amostras foram misturadas num recipiente termicamente isolado © a transferéncia de energia entre o sistema e o recipiente foi desprezével, pode admitirse que a variagao da energia interna do sistema fol nula: AUsistesa = AUamestrai + AVamostra2 = 0 Assim, mc, +m,cA0, =0. A capacidade térmica massica, c, € a mesma (0 refrigerante € 0 mesmo), pelo que, dividindo ambos os membros da equacdo por ¢ se obtém ‘m,AO, +m,A6, =0. Esta expressdo € equivalente a m; Ad; =—m2A9,. Substituindo os valores conhecidos tem-se, entéio, 0,34 x (Oe ~27) = -0,20x (A -5). 12. = Determinaco da variacdo de energia interna da gua para um volume de gés natural consumido de 2,0x10-$m3 (*): (* Nota: neste célculo pode ser usado qualquer outro volume de gas natural consumido, desde que contemplado no grafico) Por andlise do gréfico, verifica-se que a temperatura da amostra de 4gua aumenta 10°C quando € consumido um volume de gas natural igual a 2,0 x 10-3. AU=mcA0 AU=0,800x4,18x103x10 @ AU =3,34x104] * Determinago da energia fornecida pela combust3o do mesmo volume de gas natural: 1m?___2,0x10-3 m3 —in F;=8,00x 104 4,0%107 Er eae + Determinacao do rendimento do processo de aquecimento da amostra de agua: W% 100% = 7=42% 13. (C) De acordo com a expresso E = mcA@, para comparar as massas das amostras A e B temos de considerar as variagdes de temperatura que elas sofreram e nao as suas temperaturas finais. Ainda de acordo com essa expresso, e considerando uma mesma energia fornecida, quanto maior for 2 massa da amostra, menor seré a varia¢do da sua temperatura. O grafico mostra que, para energias fornecidas iguais, a amostra A sofre ura menor variag3o de temperatura, pelo que teré maior massa. 14.1, (D) 235 FISICA~10.° ANO ~ DOMINIO ENERGIA, FENOMENOS TERMICOS E RADIACAO 14, 100). AU=W+Q AU=300)+(-400})=-100} 14.3. = Determinagao da energia necesséria para aumentar a temperatura da massa de gelo considerada 15.2, 15.3. (A) A energia fornecida as duas amostras foi igual: Exzcite 16.1, 16.2. 16.3. 236 de~10,0 °C para 0,0 °C: m=400g=0,400 kg E 400 x 2,11. x 10? x (0,0 -(-10,0)) * Determinagao da energia que sobra para a fusio do gelo: Dos 92,0k)(=9,20% 10* J) fornecidos, 8,440 x 103 J foram consumides no aumento da temperatura do gelo. Assim, sobram para a fusdo do gelo: 9,20 x 104} ~ 8,440 x 103 | = 8,356 104) = Determinacao da massa de gelo que se fundiu: 1kg gelo_ __ Mgetofundiu 3,34x105J 8356x104] 0,2502kg = Mgeo fund + Determinacio da massa de gelo que no se fundiu: 0,400 kg - 0,2502 kg = 0,150 kg . A andlise do gréfico apresentado permite concluir que, para se obter uma mesma variagso de temperatura, serd necessério fornecer mais energia & amostra de agua em fase liquida do que & amostra de égua em fase sélida. Conclui-se, assim, que a égua em fase liquida apresenta maior capacidade térmica massica do que a gua em fase sélida. (0) Aenergia fornecida as duas amostras foi gual: Ey = Ey. Assim, macATy = mgcl\Ty. Como as duas amostras so da mesma substéncia (gua), a capacidade térmica massica é a mesma, pelo que, dividindo ambos os membros da equacao por ¢ se obtém maAT, = mgATp . Como mg=2ma, tem-se my AT, =2m, AT, & ATp= $A Esgua + pelo que ‘Mareite Cazeite ATazeite = Magua Cagua AT agua: Assim, 0,200 4 cigun A Tarete = 0,100 ciguaTigua = 0,100 x ATyreite = 0,100 ATigua © ATazeite = ATigua (D) Uma variagdo de temperatura tem o mesmo valor numérico, quando expressa em kelvin e em grau Celsius: At=q-t At=0°C-(-10°C)=10°C = AT=10K (D) 1, *Calculo da energia necessdria 4 fusdo de uma amostra de 150 g de gelo, que ja se encontra & temperatura de fusdo: A energia necesséria para fundir 1,0 kg de gelo ¢ 3,34 x 10° J. Entio, a energia necesséria para fundir 150 g=0,150 kg seré 0,150 x 3,34x 105 =5,01x 104) RESOLUGOES = Céleulo da massa minima de agua que serd necessério adicionar 4 amostra de gelo: Para que a amostra de gelo funda completamente, permanecendo a temperatura de 0,0°C, 6 necessério que receba, da égua adicionada, 5,01 x 10*] . Admitindo que nao ha trocas de energia entre a mistura obtida e a sua vizinhanca, a agua deverd, entéo, perder uma energia de 5,01 x 104). E=mcAt —-5,01x 104 = mx 4,18 x 103 x (0,0 — 20,0) «» m=0,60 kg 5, A 14104 16.3.2. (8) a= Ben pene 9= BETWS TSO) 62 = (96) = 62% ATA. 1,7 x10 kj kg? 172. Célculo da energia fornecida 8 amostra de dgua durante o aquecimento: At=5,0min=(5,0x60)s=300s Ep=PAt £=250300=7,50% 104 J = Determinagio do valor da capacidade térmica massica da dgua que pode ser determinado a partir da informagao dada no texto: De acordo com o texto, é necessario fornecer uma energia de 420 kj a 1 kg de agua para que a sua temperatura aumente 100 °C (de 0°C até 100°C). Assim, serd necessédrio fornecer uma energia 100 vezes inferior a 1 kg de agua para que a sua temperatura aumente 1 °C. Consequentemente: 420 _ 1 06-1 420. 4,20 k) kg? °C Coa 4,20 x 103 J kg“! °c? * Célculo da energia utilizada para aquecer a amostra de agua! m=500 g = 0,500 kg Ey=mcAO Ey =0,500x 4,20 x 103 x (41-20) =4,41x 104] + CAlculo do rendimento do processo de aquecimento da amostra de égua’ 4,41x104J Fan s10F) * 100% =59% (06) =F 100% 7(%) 18. (B) Sendo a variagdo de temperatura igual para todos os liquidos (encontram-se todos inicialmente 50°C e vao arrefecer até a temperatura ambiente), as amostras vdo ceder tanto mais energia quanto maior for a sua massa e quanto mais elevada for a capacidade térmica méssica do liquido respetive (£ = mcA@) 19.1. O vaso de cobre foi revestido com cortica para diminuir as transferéncias de energia, sob a forma de calor, entre o vaso e o exterior. 19.2. 0,01 °C 19.3. + Determinaco do valor experimental da capacidade térmica massica da agua: = 2 & yo et 3) ke-1oc-t B=mcA9 7,2x107=050xcX0,29 # c= FEGr gag = 50x 108 ke? °C (continua) 237 FISICA™10.° ANO ~ DOMINIO ~ ENERGIA, FENOMENOS TERMICOS € RADIACAO = Determinacéo do erro relativo desse valor: erro relativo (%)= 18X10? 190995 - 20% 20. Referir duas das seguintes caracteristica A parede interior da garrafa térmica deve ser espelhada, para minimizar as transfer€ncias de energia por radiacdo. Aparede interior da garrafa térmica deve ser feita de um material que seja um mau condutor térmico, para minimizar as transferéncias de energia, como calor, por conduco. A parede interior da garrafa térmica deve ser dupla, com ar ou vacuo no seu interior, para minimizar as transferéncias de energia, como calor, por conducao. 21. principal proceso de transferéncia de energia, como calor, que permite o aquecimento de todo 0 ar contido no balao é a convecso, Oar que se encontra na base do balo, junto 8 chama, aquece, tornando-se menos denso, 0 que dé origem a uma corrente quente ascendente. Simultaneamente, o ar mais frio no topo do baldo desce por ser mais denso, o que da origem a uma corrente fria descendente. As correntes quentes ascendentes e as correntes frias descendentes, repetindo-se, em simulténeo, a0 longo do tempo, permitem 0 aquecimento de todo 0 ar contido no baléo. 22.(D) Ear = Fagua © Marae Tar va Cigua Tagua © Mar 4 C5gua Tar = (2ar)cigual Tagan «© =2ATigua @ ATar = 8ATigua 23. (A) 24. (C)_ Como a energia interna diminuiu 500 J, ento a variacdo da energia interna, AU, do sistema foi de-500 J. Por outro lado, o trabalho foi realizado sobre o sistema, logo W= 240 J. Assim, como AU =W +Q, tem-se -500 J = 240] + @, ou seja, Q = ~740 J (a amostra cedeu a vizinhanca 740 J, como calor). Ey = E 2246) a 252. (C)1(%)= FE x100% = 7(06)= BAKE x100% 11%) = GOTT Bx GO X 10% = 58% 25.2. + Célculo da capacidade térmica méssica do ferro: © grafico representado na figura mostra que a temperatura de uma amostra de 500 g {=0,500 kg) de ferro aumenta 10,0 °C, quando essa amostra absorve 2246 J. Assim, E=meMt 2246 =0,500 ce 10,0 « cre =449,2] kg! °C * Determinacéo da temperatura de equilibrio do sistema dgua + esfera: Sendo o sistema isolado, a variacao da energia interna do sistema é nula, AU=0 © Qigua + Qre=0 © MiguatiguaMtigua + MreCreAtee 1,50 x 4,18 x 103 x (t; — 20,0) + 0,850 x 449,2 x (t— 70,0 = 62704 —1,254.x 105 +381,8¢;—2,673x104=0 e f=22,9°C On 26. (D) A energia necesséria para fundir a amostra, Brusio , € dada por Efusio =MmAlfusio, onde m é a massa do sistema e [Link] 6 variacdo de entalpia (massica) de fusdo do metal. 238 RESOLUCOES 27. (C) 2,47 x 102 kj = 2,47 x 10? x 103 J; 500 g = 0,500 kg. Para fundir completamente 1,0 kg de ferro, 3 temperatura de fusdo, é necessdria uma energia de 2,47 x 10 x 10° J. Entéo, a energia necessaria para fundir 0,500 kg de ferro seré (0,500 x 2,47 x 10? x 105) J. 28.1. (C) Por definigdo, a poténcia é a energia transferida por unidade de tempo (P = 4). Assim, se a poténcia da fonte for maior, a mesma energia ser4 transferida num intervalo de tempo menor. Note-se que a energia necesséria para a temperatura da amostra aumentar 1 K e 2 energia necesséria para fundir completamente a amostra 56 dependem da massa da amostra e do material constituinte da amostra, pelo que nao dependem da poténcia da fonte. 28.2.64K 1044 K-980K=64K 28.3. (D) Est a ser transferida energia para a amostra nos trés intervalos de tempo considerados, pelo ‘que a energia interna da amostra aumenta em todos esses intervalos de tempo. 28.4, * Determinacao da energia necesséria para fundir a amostra de KCl: E=PAt ‘Tempo que a amostra demora a fundir = 273 s~ 368 = 237s E-=300 W x237 s=7,110x10*J = Determinagao da energia necessdria para fundir 1,0 kg de KCI: 7,110 x 104] 6a energia necesséria para fundir 200 g (= 0,200 kg) de KCI. Entéo, para fundir uma massa 5 vezes maior (1,0 kg), ser necessério o quintuplo dessa energi 5x7,110 x 104 | =3,6x105 J 28,5, No intervalo de tempo [0; 36] s (aquecimento do KCI sdlido), o deciive da reta representada no gréfico depende da poténcia da fonte, da massa da amostra e da capacidade tér 4 KCI sélido, No intervalo de tempo [273; 310] s (aquecimento do KC! liquido), 0 declive da reta representada no grafico depende da poténcia da fonte, da massa da amostra e da capacidade térmica massica do KCl liquide. Como a poténcia da fonte e a massa da amostra so as mesmas nos dois intervalos de tempo considerados, apenas as capacidades térmicas mdssicas influenciam os declives das retas referidas. gréfico representado na figura mostra que a reta correspondente ao aquecimento da amostra de KCI sélido e a reta correspondente ao aquecimento da amostra de KCI liquido tém declives semelhantes. Conclui-se, assim, que a capacidade térmica méssica do KCI sélido e a capacidade térmica méssica do KCl liquido sao semelhantes. 29.1. (B) Aeenergia que é necessério fornecer & barra de aluminio para que a sua temperatura aumente 2,0 °C (= 27,0 °C-25,0°C), pode ser calculada pela expressao E = mc, onde céa capacidade térmica massica do aluminio. Assim, E = (0,700x 897 x2,0)] + E=(14x897)]. 29.2. « Célculo da energia que € necessério transferir para a barra de aluminio, & temperatura de 660°C, para esta fundir completamente: m=700g =0,700 kg E=Ahxm_ E=4,0x10°x0,700=2,80x 105 J (continua) 239 FISICA ~ 10.° ANO ~ DOMINIO ~ ENERGIA, FENOMENOS TERMICOS E RADIACAO * Calculo do tempo que a barra demora a fundir completamente: P=1,1kW=1,1x103 W f E=PAt 280x105=11x10?xAt = Ac=280x10 a risaiot 2,5x10?s /1Xx 30. (C) 0 gréfico mostra que, para uma mesma energia fornecida, Ad3=3A0q. Assim, mgcA9,= chy + m,c\O,= mgcx3AGq. Como as duas esferas sdo da mesma substancia (cobre), a capacidade térmica massica é a mesma, pelo que, dividindo ambos os membros da equacio por cse obtém m, AO, =mg x 3A0, = my=3mg 31.1. Condugdo. 31.2. Condutividade térmica. 32, (0) 33.1. (B) A poténcia fornecida ao circuito é calculada a partir da expresso P= UI, onde U representa a diferenca de potencial nos terminais do painel e I representa a corrente elétrica no circuito. 33.2. Osalunos tiveramoo cuidado de manter a lampada sempre a mesma distancia do painel. Esse cuidado fol necessério para assegurar que a intensidade da radiacdo incidente no painel fosse constante 20 longo de toda a experiéncia 33.3. A poténcia fornecida pelo painel ao circuito diminui & medida que o angulo « (&ngulo definido pela diregdo em que se encontrava 0 painel e pela direc&o da radiaco incidente) se afasta de um angulo reto (90°) 34.1. (B) 34.2.1, Referir uma das seguintes grandezas: diferenga de potencial ; intensidade de corrente 34.2.2, + Relacdo entre a energia fornecida ao bloco e o aumento da sua temperatura Para a resolucdo desta questo apenas tem significado a parte linear do grafico, ou seja, 0 intervalo de tempo (30; 150] s. grafico mostra que a temperatura do bloco aumenta 0,38 °C no intervalo de tempo [50 ; 150] s, ou seja, que a temperatura do bloco aumenta 0,38 *C em 100 s. Como E=PAt, em 100s a resisténcia de aquecimento dissipa uma energia E=1,58 Wx 100s=158]. Admitindo que toda a energia dissipada pela resisténcia de aquecimento contribui para aumento de temperatura do bloco de cobre, conclui-se que a temperatura do bloco aumenta 0,38 °C quando Ihe ¢ fornecida uma energia de 158]. + Célculo da capacidade térmica massica do cobre: E=mc dé 158=1,00xex038 @ ae ee 2 pkg! oct ey = 4,16 x10? J kg! °C 34.3. O grafico mostra que, num mesmo intervalo de tempo, a variagao da temperatura do bloco de cobre & superior & variagdo de temperatura do bloco de aluminio. Consequentemente, serd necessério fornecer mais energia a 1 kg de aluminio do que a 1 kg de cobre, para que a temperatura aumente 1°C, Conclui-se, assim, que o aluminio terd maior capacidade térmica massica do que o cobre. 240 RESOLUCOES 35.1, Diferenca de potencial elétrico e corrente elétrica. 35.2.1. 22,1°C Aordenadana origem (22,1 °C) corresponde a temperatura do bloco decobre quando lhe foi fornecida uma energia nula, ou seja, antes de se iniciar 0 processo de aquecimento. 35.2.2. + Determinago da capacidade térmica massica do cobre, obtida na experiéncia: E=mcAt o E=me(t~to) =(t-t Da ultima expresso, conclui-se que o declive da reta representada no grafico (1,91 x 10-3) é igual a 1. Assim, me Leret-Le+y me me A, es 1 i -1o¢-t ae 1,91x10 414} kg °C 1,91x 10° « ¢=—___1_. 1,264 «1,91 x 103 scdeaese 1264 + Determinacao do erro percentual da capacidade térmica massica do cobre obtida na experiéncia: 7 Alseat eG x 100% =7,5% 36.1. Fonte: agua liquida, a 20,0 °C ; Recetor: gelo, a 0,0°C. erro percentual (%) = 36.2. (C)Aenergia necessaria para fundir 1 kg de gelo é 3,34 x 105 J. A energia necessaria para fundir 30,0 g=0,0300 kg serd (0,0300 x 3,34 x 108) J 36.3.1. Lel da conservacao da energia OU 1. Lei da Termodinamica. 36.3.2. = Célculo da variago de energia interna da agua liquida, inicialmente a 20,0 °C, no intervalo de tempo considerado: m= 260,0 g=2,600x 10 kg. AU=mcAd AU =2,600 x 10-1 x 4,18 x 103 x(11,0-20,0) « Al 9,781 x 103 J = Comparaco da energia recebida pelo gelo com a energia cedida pela dgua liquida, inicialmente 20,0 °C, no intervalo de tempo considerado: De acordo com 0 enunciado, o gelo recebeu, no intervalo de tempo considerado, uma energia de 1,140 x 104 J. Mas, de acordo com o calculo acima efetuado, a égua liquida, inicialmente a 20,0 °C, apenas cedeu, nesse intervalo de tempo, uma energia de 9,781 x 10° J, inferior & energia recebida pelo gelo. = Conclusao: Terd ocorrido transferéncia de energia do exterior para o sistema, 241 FISICA 11, ANO~ DOMINIO - MECANICA 1.1, (C) Um grafico da distancia percorrida em funcao do tempo nunca dé qualquer informacao sobre a forma da trajetéria, nem sobre o sentido do movimento. Mas 0 grdfico representado na figura permite concluir que no intervalo de tempo [t2, ts] a distancia percorrida pelo jipe fol nula, ou seja, que 0 jipe esteve parado nesse intervalo de tempo. 1.2, (C)_ 0 jipe sobe a rampa com velocidade constante, logo com aceleracéo nula. De acordo com a2. lei de Newton, se a aceleracdo é nula, a resultante das forcas que atuam no jipe também énula. 2.1. No sentido negativo do referencial (da direita para a esquerda). 2.2. No interval de tempo considerado, os vetores velocidade e aceleragao tinham sentidos opostos. Conclui-se, assim, que 0 médulo da velocidade do automével diminuiu nese intervalo de tempo. 3.1, (C) Quando hé inversdo do sentido do movimento, a componente escalar da velocidade inverte osinal. 3.2, Componente escalar da velocidade do cartinho no instante ¢ grafico) > 0,00 ms Componente escalar da velocidade do carrinho no instante ¢ = 1,4 s (obtido por leitura do grafico) > 0,40 ms 0,0 s (obtido por leitura do 1.2 Resolucdo: + De acordo com o gréfico, pode-se considerar que, no intervalo de tempo [0,0 ; 1,4] s, 0 valor da velocidade do carrinho aumentou uniformemente, isto é, que o valor da aceleracdo do carrinho se manteve praticamente constante + Determinacdo da componente escalar da aceleraco do carrinho no intervalo de tempo [0,0 ; 1,4] s: * Determinacao da distdncia percorrida pelo carrinho no intervalo de tempo considerado: Na situacdo descrita, distancia percorrida = Ax = x — xo e Ax=we+tar? Ax=0+4 0,286 x 1,4? =0,28m 2.4 Resolugdo: * Determinagio da distancia percorrida pelo carrinho no intervalo de tempo considerado: Na situago descrita, distancia percorrida = Ax Ax Area do tridngulo = 4. x1,4x0,40=0,28m 3.3. (B) No instante ¢= 3,4 s, a componente escalar da velocidade & positiva, ou seja, 0 vetor velocidade tem o sentido positive do eixo Ox. De acordo com o grafico, no intervalo de tempo [3,3; 3,8] s (que inclui o instante considerado) 0 médulo da velocidade esté a diminuir, pelo que, nesse intervalo de tempo, 0 vetor aceleraco tem o sentido contrario ao do vetor velocidade. 248 RESOLUGOES 4.1. (B) 0 grafico mostra que o declive da reta tangente a curva x = f(t) diminui ao longo do intervalo de tempo [0,0; 2,0] s, ou seja, que 0 médulo da velocidade do carrinho diminui a0 longo desse intervalo de tempo. A op¢o (B) ¢ a Unica coerente com uma diminui¢So do médulo da velocidade, jd que mostra que o carrinho percorre, @ intervalos de tempo iguais, distancias sucessivamente menores. 4.2. {C) No intervalo de tempo [0,0; 2,0] s, 0 carrinho move-se no sentido positivo do referencial {componente escalar da posicdo, x, aumenta). Assim, o vetor velocidade tem o sentido positivo do referencial. Como 0 médulo da velocidade do carrinho esta a diminuir, 0 vetor aceleraggo, tem o sentido contrério ao do vetor velocidade. Consequentemente, a componente escalar da aceleragao seré negativa, ao longo de todo 0 intervalo de tempo. + Identificago do valor da velocidade final do carrinho: (grafico mostra que o valor da velocidade do carrinho diminui ao longo do tempo (em intervalos de tempo iguais, o carrinho percorre distancias sucessivamente menores), Apartir do instante t=2 s, 0 carrinho permanece sempre na mesma posi¢o, ou seja, fica parado. + Determinacao da variago de energia cinética do carrinho, na situaco considerada: m= 400 g = 0,400 kg AE, = Ee, ~ Ee, y=0 > iL 0 logo, AE, Amv? © AR AE.= “5 X 0,400 x 2,02 = -0,800 J + Determinacao do trabalho realizado pela resultante das forcas nao conservativas que atuam sobre ocartinho: Trabalho das forcas ndo conservativa: Wr =OEn = We = AE + AE, = variagao da energia mecdnica Na situacdo descrita, AE, =0] (0 carrinho move-se segundo uma trajetéria horizontal), logo Wa, = -0,800 | + 0J=~0,800) * Determinacdo da intensidade da resultante das forgas nao conservativas que atuam sobre 0 carrinho, no percurso considerado: We, = Ric d cos @ De acordo com o grafico, d= 2,5 m—0,5 m=2,0m Como © valor da velocidade diminui ao longo do tempo e se admite que a resultante das forcas, no conservativas tem a direcdo do movimento, « = 180° . = 0,800 = Fy x 2,0 xcos 180° <> 5.1. (A) No percurso AB 0 carrinho desce o plano inclinado, pelo que a energia potencial gravitica do sistema carrinho + Terra diminui e a variacgo da energia potencial gravitica desse sistema é negativa (AE, =mghg~mgha, pelo que A, <0). Como W;=—A,, 0 trabalho realizado pelo peso do carrinho é positive. Por outro lado, a variagdo da energia mecinica do sistema & nula uma vez que as forcas dissipativas sao despreziveis, 245 FISICA~11.° ANO ~ DOMINIO ~ MECANICA 5.2. No percurso AB, atuam sobre o carrinho a forca gravitica e a forga de reacdo normal (forga exercida pela superficie sobre a qual o carrinho se destoca).. No percurso AB, aquelas forcas tém direcdes diferentes pelo que a sua resultante no é nula. 5.3. (C) No percurso AC, as tinicas forcas que atuam no carrinho so 0 peso ea forca de reacdo normal. Entre A e B, essas forcas mantém-se constantes e no se anulam. Assim, a resultante das forcas aplicadas no carrinho mantém-se constante (e igual 8 componente tangencial do peso), pelo que 0 carrinho desce 0 plano inclinado com aceleracdo constante. Entre B e C, essas forcas anulam-se, pelo que a aceleragdo passa a ser nula, 6.1. Movimento retilineo uniforme. 6.2. (D) F e Fy séoas unicas forgas que atuam sobre o carrinho na diregdo vertical. Como o carrinho se move na horizontal, essas forcas tém necessariamente de se anular. Assim, Fy e Fy so simétricas, pelo que tém a mesma intensidade. Atuando esas forcas no mesmo corpo ([Link]), no podem constituir um par agio-reacdo. 6.3. Na situacéo descrita no texto, atuam sobre o carrinho a forga gravitica, Fg a forca normal, Fy, exercida pela estrada € as forcas de atrito. Como, na situacao descrita, F, e Fy séo simétricas, a resultante das forgas que atuam sobre o carrinho é igual & resultante das forgas de atrito. Quanto mais lisa for a estrada, menor sera a intensidade da resultante das forgas de atrito que atuam sobre o carrinho. Consequentemente, e de acordo com a 2.* lei de Newton, a aceleracao do carrinho serd menor, pelo que, para a mesma velocidade inicial, a distancia percorrida pelo carrinho até parar seré maior. + Determinacao do periodo do movimento: S,0voltas _ 1,0 volta, p_ 4.0 40s" T 5,0 80s * Determinago do médulo da velocidade angular da roda: 2 5 . Dap =78rads © vetor velocidade tem direco tangente 8 trajetéria, em cada ponto, e sentido do movimento. © vetor aceleracdo tem dire¢do perpendicular & tangente & trajetéria em cada ponto (isto é, tem direcdo radial) e sentido para o centro da trajetoria, TA Célculo do periodo do movimento do cartinho: Svoltas _1volta , p_ 47.6 47,68 T es * Determinacao do médulo da velocidade angular do carrinho: a 1 7 = 06600 rad s * Determinago do médulo da aceleraco do carrinho: 250m Raio da trajetari Sue =25,0cm= 66002 0,250 = a.=1,09x10-' ms? ae=arr a=! 246 RESOLUGOES 7.3. (A) Ocarrinho move-se com movimento circular uniforme, pelo que o médulo da sua acelerac3o pode ser calculado pela expresso a = w?r =(27 2 . z )’ © Esta expressio mostra que a aceleracao 6 independente da massa do carrinho, dependendo apenas do perfodo do movimento e do raio da trajetéria (que se mantém constantes): 0 grafico de a em funcdo de m serd uma reta paralela ao eixo das abcissas. Por outro lado, a intensidade da resultante das forcas aplicadas no carrinho € diretamente proporcional a massa do carrinho (F = ma), pelo que 0 gréfico de F em Fungo de m seré uma reta que passa na origem do referencial. + Determinacdo do médulo do deslocamento entre os pontos Ae B: Distancia a que se encontram, na figura, os pontosAe B- 5,55 cm. Escala da figura 1,50 cm: 3,0 km 1,50cm _ 5,55 em 30km = ax 7 1ikm * Determinaco do tempo que 0 automével demora a percorrer 0 troco considerado: 80km km. Th at 8.1.2. Entre os pontos A e B, o automével move-se em linha reta com velocidade de médulo constante, pelo que a sua aceleracdo é nula. De acordo com a 2.° lei de Newton, a resultante das forcas aplicadas num corpo e a aceleracao do corpo so grandezas cujos valores so diretamente proporcionais. Ento, sendo a aceleraco do automével nula, a resultante das forcas que sobre ele atuam também énula. e At=0,1¢h 8.2.1. (C)_ Como F = ma, a intensidade da resultante das forgas aplicadas no automével depende da massa (que se mantém constante) e do médulo da aceleracao do automével. Entre os pontos Be C, 0 automével move-se com movimento circular uniforme, pelo que 0 médulo da sua acelerago € constante e no nulo, Assim, a intensidade da resultante das focas aplicadas no automével mantém-se constante ao longo do intervalo de tempo em que este se desloca ao longo do trogo BC. [Link] automével percorre os trogos BC e DE, que correspondem a arcos de circunferéncia, com velocidade de médulo constante, ou seja, 0 automével percorre esses trogos com movimento circular uniforme. A aceleracgo do automével é, entéo, centripeta, podendo o seu médulo ser 2 calculado pela expressao a, = = onde v é 0 médulo da velocidade do automével e r é 0 raio da trajetéria. Como 0 médulo da velocidade é constante e igual nos dois troos (vic = vpe= constante) e 0 troco que apresenta menor raio é 0 trogo DE, 0 médulo da aceleracdo seré maior nesse trogo. 9.1. (B) Oautomével descreve um arco de circunferéncia com velocidade de médulo constante, ou seja, ‘0 automédvel move-se com movimento circular uniforme. A resultante das forcas aplicadas no ‘automével serd, assim, centripeta em cada ponto da trajetoria. = 54km _ 54000 m a a 300mx3600s 92.16) wn Stet EO «vet d. Assim, Ae = 300m 360 247 FISICA~ 11° ANO- DOMINIO ~ MECANICA 9.3. Aenergia cinética do automével é igual nas posicdes P e Q, uma vez que 0 automével se move com velocidade de médulo constante, A-energia potencial gravitica do sistema automavel + Terra & igual nas posicBes Pe Q, uma vez que essas posigdes se encontram num mesmo plano horizontal, isto é, a mesma altura. Sendo a energia mecanica a soma das energias cinética e potencial gravitica, conclui-se que a energia mecénica do sistema automével + Terra é igual nas posicdes P e Q. 1 }-maamiso Yami: COMO Meaniao = 12 Maomével © Yeniao = 9.4. (D) Ee, cami 2 Yautomavel, tem-se 2 Faeanito = Mei Vento. * Bzcamite= EX 12MaucombvelX( 4 Yaron) « © Becta =F X12 Maseomivel® $Vastombvel Escanito = 12% (}-masromsra Enamel) « + Eccamiao = 3 Ec, automével mmreres 10.1, (D) De acordo com a lei da gravitaggo universal, F, = G: , 2 intensidade da forca gravitica que atua no fruto é diretamente proporcional a m (massa do fruto) € a terra (massa da Terra) e inversamente proporcional a d? (quadrado da distdncia entre o centro de massa do fruto eo centro de massa da Terra). 10.2. (A) A forga com que a Terra atrai um fruto e a forca com que esse fruto atrai a Terra constituem um par aco-reacdo, pelo que essas forcas tém intensidades iguais. No entanto, essas forcas determinam aceleragdes de médulos diferentes em cada um desses corpos uma vez que 0 médulo da aceleracdo depende da massa dos corpos (F’= ma). 10.3. 0 trabalho realizado pelo peso de um fruto é simétrico da variago da energia potencial gravitica do sistema fruto + Terra. Como a variacdo da energia potencial gravitica depende apenas da diferenca de altura entre as posigées inicial final do fruto, conclui-se que o trabalho realizado pelo peso de um fruto, quando este cai da rvore para o solo, ¢ independente da forma da trajetdria descrita pelo fruto. ou Como 0 peso é uma forca conservativa, 0 trabalho realizado pelo peso de um fruto depende apenas da diferenga de altura entre as posicdes iniciale final desse fruto, Conclui-se, assim, que 0 trabalho realizado pelo peso de um fruto, quando este cai da arvore para 0 solo, ¢ independente da forma da trajetéria descrita pelo fruto. 10.4.1. (B) 0 fruto cai da arvore, a partir do repouso, com movimento retilineo uniformemente 4 acelerado, pelo que v = at. Como £,=[Link]?, tem-se Ec=fm(at)? ok - ma?t?, Sendo m e a constantes durante a queda, conclui-se que a energia cinética é diretamente proporcional 20 quadrado do tempo de queda, pelo que o gréfico de Fem fungao de t sera um ramo de pardbola como o representado em (B). 10.4.2. (B) Ofrutocaida érvore, a partirdorepouso, com movimento retilineo uniformementeacelerado, pelo que y= yp + }-at®, Considerando um referencial unidimensional com origem no solo # sentido positivo de baixo para cima, tem-se y= 0,70 m, yp = 1,60 m e a=g=-10ms~, Belo que 0,70 = 1,60 + 5(-10)? « ¢ 2 = t= 0,424 5, Ao fim de 0,424 s 248

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