Análise do SESC Pompéia e 24 de Maio
Análise do SESC Pompéia e 24 de Maio
MARINGÁ– PR
2018
Leonardo Margonar Bezerra
MARINGÁ – PR
2018
APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO E LUGAR:
UMA ANÁLISE CORRELATA DO SESC POMPEIA E 24 DE MAIO
RESUMO
O presente artigo expõe uma análise correlata do projeto arquitetônico de duas edificações
atualmente pertencentes ao Serviço Social do Comércio (SESC): Sesc Pompéia por Lina Bo
Bardi e Sesc 24 de Maio pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha + MMBB. Ambos os
edifícios foram abandonados pelos proprietários responsáveis e posteriormente adquiridos
pela instituição a fim de realizar de reformas e adequar aos usos do SESC. A análise leva em
consideração fatores como identidade arquitetônica, memória coletiva do local e a associação
do espaço com o lugar a fim de compará-los de forma crítica às suas características prévias e
posteriores às intervenções.
Palavras-chave: História. Memória Coletiva. Revitalização.
ABSTRACT
This article presents a correlative analysis of the architectural design of two buildings
currently belonging to the Social Service of Comércio (SESC). Sesc Pompéia by Lina Bo
Bardi and Sesc 24 of May by the architect Paulo Mendes da Rocha + MMBB. Both buildings
were abandoned by the responsible owners and later acquired by the institution in order to
carry out reforms and adapt to the uses of the SESC. The analysis takes into account factors
such as architectural identity, collective memory of the place and the association of space with
the place in order to compare them critically to their characteristics previous and after the
interventions.
Keywords: History. Collective Memory. Revitalization.
1 INTRODUÇÃO
3
2O SESC
O Serviço Social do Comércio (SESC) é uma entidade privada que atua em todo
território nacional, tem como objetivo proporcionar o bem-estar e a qualidade de vida aos
trabalhadores do setor comercial e sua família através da implantação de centros de atividades
de lazer e cultura em diversas cidades e regiões, podendo ter várias unidades em um mesmo
município.
4 ANÁLISES CORRELATAS
5
4.1.1 HISTÓRIA
[...] Crianças corriam, jovens jogavam futebol debaixo da chuva que caía dos
telhados rachados, rindo com os chutes da bola na água. As mães preparavam
churrasquinhos e sanduíches na entrada da rua Clélia; um teatrinho de bonecos
funcionava perto da mesma, cheio de crianças. Pensei: isto tudo deve continuar
assim, com toda esta alegria. [...] OLIVEIRA, p. 205 .
Segundo Oliveira (2006), "a recuperação da fábrica não será apenas a recuperação da
memória do edifício, mas também da memória do lugar e do passado recente do país,
memória coletiva e memória pessoal de guerras e exílios, de leituras e viagens". Assim, Lina
analisa minuciosamente o ambiente, a história local e principalmente a população local que
viriam a seros usuários da edificação para dar início a concepção do projeto. Tanto foi seu
comprometimento, que decide locar seu escritório no próprio canteiro de obras, aproximando
as etapas projetuais e de execução ao nível de vivência, aproximando-se do cotidiano da obra
6
e orientando engenheiros, pedreiros e os demais da equipe à medida que surgiam problemas
de execução, através de croquis e detalhes técnicos.
4.1.2 O PROJETO
A "Cidadela", nome qual Lina batizara o complexo, demonstra sua intenção urbana
para com o lugar, modelo de uma "cidade-ambiente", que segundo ela seria a tradução da
palavra goalque provémdo idioma inglês e que expressa referência e homenagem direta ao
futebol, esporte mais popular do Brasil e que representava também uma crítica à sociedade
burguesa e política opressora. "O Sesc (Pompéia) é uma homenagem a gente comum, aos
esquecidos, aos perdedores, aos 'feios' contra um mundo que castiga o fracasso". (OLIVEIRA,
2006)
LEGENDA COMPLEMENTAR: (1) Conjunto esportivo com piscina, ginásio, e quadras(2) Lanchonete, salas de
ginástica e de danças (3) Caixa d'água (4) Almoxarifado e oficinas de manutenção (5) Deck de madeira /
7
Solarium (6) Ateliers de cerâmica, pintura, marcenaria, tapeçaria, gravura e tipografia (7) Laboratório
fotográfico, estúdio musical, salas de dança e vestiários (8) Teatro com 1200 lugares + foyer (9) Restaurante
self-service + chopperia (10) Cozinha industrial (11) Grande espaço de convivência, jogos de salão,
espetáculos, mostras expositivas, lareira e espelho d'água (12) Biblioteca de lazer, espaço para leitura e
videoteca (13) Pavilhão para exposições temporárias (14) Vestiários e refeitório dos funcinários (15)
Administração geral.
A rua interna carrega função de espinha dorsal do complexo, e por ela se acessa cada
um dos galpões da antiga fábrica, sendo cada galpão destinado a uma atividade distinta apesar
de estarem conectados entre si. Como quem percorre um caminho a uma cidade, uma espécie
de passeio, o pedestre circula através dos ambientes com demasiada liberdade, como se
estivessem em meio urbano, uma cidade. Restaurantes, teatros, exposições, oficinas, praças,
jogos e lazer, são exemplos dos diversos usos que se dispõem meio a transição entre rua e
galpão.
10
2006). Diferente de uma sirene de fábrica que apita conforme os horários demarcados pelo
trabalho, esta por sua vez demonstra a intenção de atrair o visitante a um passeio que descarta
a necessidade de horário.
4.1.3 CONSIDERAÇÕES
4.2.1 HISTÓRIA
Em 2001, após o Serviço Social do Comércio, ter adquirido o imóvel, o mesmo entra
em contato com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha para desenvolver o projeto da nova
unidade no centro da capital paulista. De acordo com o diretor geral do Sesc-SP Danilo
Miranda em entrevista realizada no ano de 2017 pela TV Afiada, o convite ao arquiteto foi
realizado, devida sua habilidade, para com o restauro de edificações, expressada de forma
brilhante ao restaurar a Pinacoteca do Estado de São Paulo, que inclusive é comparada ao
Sesc Pompéia projetado na década de 70, por Lina Bo Bardi. Para o desenvolvimento do
projeto, o arquiteto conta também com a colaboração do escritório de arquitetura e urbanismo
MMBB.
4.2.2 O PROJETO
12
As intervenções prioritárias realizadas foram àsdemolições das áreas que
impossibilitariam a potencialidade de um edifício de caráter público e cultural e seu programa
de necessidades. Dentre elas as antigas circulações verticais que precisariam ser
redimensionadas e readequadas de acordo com as normas técnicas, vigentes em função da
edificação, o poço de luz que se direcionava ao átrio central existente nos pavimentos mais
baixos e as demais ampliações realizadas no período de ocupação da Mesbla.
13
DESENHO: FLUXOGRAMA E ACESSOS
Fonte: Desenho esquemático elaborado pelo autor, 2018.
O desafio de colocar uma piscina de 625 metros quadrados não se resume em apenas
locá-la no terraço de um edifício no centro de São Paulo, e sim de torná-lo coerente com o
entorno e o conjunto como um todo, e nisto, o arquiteto obtém sucesso. Além de proporcionar
lazer aos usuários, a piscina possui caráter simbólico ao meio de inúmeros terraços
15
"cinzentos" de edifícios antigos que existem na região alterando e criando o diferencial na
vista panorâmica do entorno e expondo a característica do "lugar". Ainda no setor da piscina,
porém dois pavimentos abaixo, a implantação do espelho d'água na área de bar e convivência
que por fim, acaba caracterizando o espaço como um bar molhado e que segundo Paulo
Mendes simboliza uma extensão da própria piscina determinando mais uma particularidade
edifício.
4.2.3CONSIDERAÇÕES
16
5 CONCLUSÃO
17
BIBLIOGRAFIA
AMORIM, Paulo Henrique. "O centro velho rejuvenesce". Direção: Carlos Melo. 2017 (6m56s).
Disponível em: <[Link] Acesso em 24 de jun. 2018.
BARDI, Lina Bo; FERRAZ, Marcelo Carvalho; VAINER, André. Sesc - Fábrica da Pompéia.
Lisboa: Editorial Blau, 1996.
NORBERG-SCHULZ, Christian. “O Fenômeno do Lugar”. In: NESBITT, Kate (org.). Uma Nova Agenda
para a Arquitetura. Antologia Teórica 1965-1995. São Paulo: Cosac Naify, 2006
OLIVEIRA, Olivia de. "Lina Bo Bardi: Sutis substâncias da arquitetura". Sao Paulo: Editora GG, 2006.
PORTAL VITRUVIUS. Sesc 24 de Maio. Projetos, São Paulo, ano 18, n. 206.02, Vitruvius, fev. 2018
Disponível em: <[Link] Acesso em 30 de jun. 2018.
REIS-ALVES, Luiz Augusto dos. "O conceito de lugar". Arquitextos, São Paulo, ano 08, n. 087.10, Vitruvius,
ago. [Link]ível em:<[Link]
Acesso em 01 de jul. 2018.
"Sesc 24 de Maio / Paulo Mendes da Rocha + MMBB Arquitetos" 28 Fev 2018. ArchDaily Brasil.
Disponível em: <[Link]
arquitetos>Acessoem 24 jun. 2018.
18
PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION
O Serviço Social do Comércio (SESC), é uma instituição privada que estabelece pareceria com empresários do
segmento comercial, de serviços e turismo a fim de proporcionar lazer, cultura, saúde e educação para seus
beneficiários. Atualmente, Maringá possui apenas uma unidade implantada, localizada na Av. Duque de Caxias com a
Av. Colombo, além de possuir baixa infraestrutura para atender a população local, ela se torna insuficiente para
atender toda a cidade, já que seu programa de necessidades abrange apenas uma parcela do total que o SESC
oferece. Portanto, torna-se viável a criação e a implantação de uma segunda unidade direcionada à cultura e lazer, já
que a primeira é focada apenas em saúde e educação.
A escolha do local da proposta, baseou-se em uma política que a instituição vem adotando ao longo dos anos no
estado de São Paulo, que é o reaproveitamento de edifícios já consolidados e que possuem relevância histórica, em
incentivo à sua preservação cultural e também à tentativa da reocupação dos centros urbanos que passam por um
momento de migração rumo às periferias. Os edifícios escolhidos para o projeto da segunda unidade foram: o edifício
do Cine Teatro Plaza, um famoso cinema e teatro que funciounou em seu auge entre as décadas de 60 e 90 e que
atualmente está abandonado; e o Centro Comercial de Maringá, bastante conhecido por sua forma arquitetônica e
que antigamente era ponto de referência na cidade. Embora esteja em "funcionamento", o comércio atua de forma
fraca e despotencializa seu uso para com a sociedade.
A união destes dois edifícios e a reformulação de seus usos para a cultura e o lazer, busca restabelecer um vínculo
efetivo entre o comércio local e o SESC, já que em Maringá, tal conexão permanece esmaecida. Sua implantação no
coração do comércio da cidade, favorece e intensifica as atividades comerciais do entorno, além de contribuir
arquitetonicamente com a criação de espaços semi-públicos para que não só os beneficiários e sócios do SESC
utilizem, mas também toda a população participe ativamente na composição da cultura e história ao se apropriar do
lugar, onde não existe apenas um público alvo e sim diversas faixas etárias em convívio.
01
JUSTIFICATIVA E 3D ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
S S
RAMPA
i: 22% DIST: 13,63 D
i: 5% DIST: 15,00
i: 5% DIST: 15,00
PRODUCED BY AN AUTODESK STUDENT VERSION
RAMPA
i: 6,25% DIST: 15,10
RAMPA
Projeção Rampa
Mureta h=1,20
ELEV. SOCIAL
RAMPA RAMPA
i: 8,33% DIST: 7,48
S S i: 8,33% DIST: 7,48
S
TALUDE i: 38º
Mureta h=1,20
Mureta h=0,30
TALUDE i: 38º
PORTÃO RETRÁTIL
Mureta h=1,20
O PROJETO
A princípio, foi preservada a maior parte da estrutura de ambos os edifícios em suas fachadas a fim de preservar a identidade prévia do lugar. No Centro Comercial, existia um átrio central
que gerava um poço de luz para a edificação, esta área foi praticamente toda demolida pois sua malha estrutural dispunha proporções irregulares entre um pilar e outro, além dos elementos
de circução verticais não estarem de acordo com a norma brasileira de acessibilidade (NBR 9050). Posteriormente, foi criada uma estrutura independente que viria a sustentar a nova
circulação vertical social através de rampas dentro dos padrões da NBR e um novo bloco que interligaria os dois edifícios e que suportaria o peso de uma piscina semi-olímpica que se
situaria no terraço. Já no edifício do Cine Teatro, manteve-se a maior parte de sua malha estrutural, adicionando apenas o reforço estrutural em determinados pilares para a sustentação do
novo bloco, além da criação de mais quatro pavimentos, sendo dois direcionados para o estacionamento do subsolo e dois acima dos pavimentos existentes. A estrutura que comporta o
espaço do teatro foi reformulado a fim de solucionar os pavimentos referentes ao estacionamento e térreo, além da criação de um segundo pavimento para a platéia e sala técnica.
REFERÊNCIA DA PRANCHA: TURMA: DISCIPLINA: T.C.C. P R A N C H A
02
IMPLANTAÇÃO ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
MURETA h= 1,50
S ESTACIONAMENTO
D
Foi criada uma nova estrutura baseada nas dimensões das vagas e de circulação dos
veículos dentro dos parâmetros da norma brasileira para vagas de estacionamento,
comportando aproximadamente cem vagas para veículos de duas ou mais pessoas, dezesseis
Cobogó
TALUDE i: 38º
Projeção Rampa
Espelho d'Água
Espelho d'Água
ADMINISTRAÇÃO E ATENDIMENTO
Os acessos do setor administrativo e do setor atendimento ocorrem no primeiro subsolo juntamente da praça de S
convívio e o espelho d'água sobrepostos pelo grande átrio central. Estes se extendem para o pavimento térreo de S S
S
forma indenpendente: da administração cria-se um mezanino para sala de reuniões e arquivo; da praça para uma
extensão da calçada que por sua vez, seu acesso livre se distribui para o restante do edifício.
03
SUBSOLO 1 E 2 ARQ-5NA
ALUNO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
LEGENDA
SETORIZAÇÃO VERTICAL
RAMPA
i: 6,25% DIST: 21,50
S
Mureta h=1,20
ELEV. SOCIAL
ELEV. SERVIÇO
S
04
2º PAV. ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
FOTO TIRADA PELO AUTOR - Fachadas (10 / 2018) FOTO TIRADA PELO AUTOR - Cine Teatro Plaza (08 / 2018) FOTO TIRADA PELO AUTOR - Saída de Emerg. (08 / 2018)
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
Em complemento à midiateca e à galeria de Criada com o objetivo de auxiliar na Propostas para todos os públicos, as galerias tem como objetivo expôr
exposições, foi criado um auditório com pé produção do conhecimento e cultura, e Mureta h=1,20
obras locais de modo temporário. Para isso, são dispostas três galerias
direito duplo com capacidade de cento em diferente de uma biblioteca convencional, em um mesmo pavimento com acessos independentes entre elas para
BRISES VERTICAIS
vinte uma pessoas. Este espaço auxiliaria na esta por sua vez inclui o lazer e atividades que a manutenção de uma das galerias não interfira no funcionamento
ELEV. SOCIAL
produção e desenvolvimento de palestras, diversas relacionadas à tecnologia e outras de outra. Além disso, dois depósitos servem de apoio técnico para essas
aulas e apresentações menores. mídias. galerias quando necessário.
ELEV. SERVIÇO
S
RAMPA
S i: 8,33% DIST: 12,60
RAMPA RAMPA
D i: 8,33% DIST: 8,40
D i: 8,33% DIST: 8,40
D
JARDINEIRA h= 1,10
CALHA
PISTA DE SKATE
S
RAMPA
i: 6,25% DIST: 15,10 pavimento de uma edificação no centro da cidade, teria como
objetivo atrair o público jovem por meio de esporte e da
Parede de vidro fixo
ELEV. SOCIAL
ELEV. SOCIAL
ELEV. SOCIAL
ELEV. SOCIAL
PROJEÇÃO DA LAJE SUPERIOR
PROJEÇÃO PASSARELA
Parede de vidro fixo
COPA
ELEV. SERVIÇO
ELEV. SERVIÇO
S
RAMPA
i: 6,25% DIST: 14,80
D
BWC BWC
S
S
PROJEÇÃO PATAMAR
RAMPA RAMPA
D i: 8,33% DIST: 6,45
D i: 8,33% DIST: 6,45
JANELA ALTA h=1,80
JARDINEIRA h= 1,10
05
PAVIMENTOS 3,4 E 5 ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
BORDA INFINITA
ELEV. SOCIAL
BORDA INFINITA
PROJEÇÃO DA RAMPA
ELEV. SOCIAL
ELEV. SERVIÇO
BORDA INFINITA
BWC BWC
S
S RAMPA RAMPA
i: 6,25% DIST: 12,10
S i: 6,25% DIST: 12,10
PISCINA
A piscina locada no terraço do bloco anexo aos edifícios, e
suportada por nove pilares, possui porte semi-olímpico de
dimensões de 25 metros de comprimento por 15 de largura e
variações de um metro e cinquenta de profundidade à dois
metros. Ao final de um dos lados longitudinais, a piscina
apresenta borda infinita, onde a água escorre pela parede lateral
às rampas de acesso ao terraço e se drena por uma grelha
metálica onde é filtrada e posteriormente direcionada ao filtro
da piscina na área técnica abaixo da mesma.
PROJEÇÃO DA VIGA
CALHA
PROJEÇÃO DA VIGA PROJEÇÃO DA VIGA
PROJEÇÃO DA VIGA
BANCO BANCO
GUARDA-VOLUMES
GUARDA-VOLUMES
PORTA DE CORRER
S
RAMPA RAMPA
i: 6,25% DIST: 11,90
S i: 6,25% DIST: 11,60
S
06
PAVIMENTOS 6,7 E 8 ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
07
CORTE AA ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA
08
CORTE AA ARQ-5NA
GRUPO: PROFESSOR ORIENTADOR:
LEONARDO MARGONAR BEZERRA LUCAS GROLLA