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Universidade Estadual do Ceará

Curso de Ciências Biológicas

Disciplina de Zoologia dos Cordados Dr. a Prof. a Maria Goretti Araújo de Lima Monitores: Carlos Nogueira & Cristiane Monte

dos Cordados Dr. a Prof. a Maria Goretti Araújo de Lima Monitores: Carlos Nogueira & Cristiane
Quem são os Cordados? Cordados Protocordados Vertebrados Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos
Quem são os Cordados? Cordados Protocordados Vertebrados Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos
Quem são os Cordados? Cordados Protocordados Vertebrados Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos
Quem são os Cordados? Cordados Protocordados Vertebrados Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos

Quem são os Cordados?

Cordados Protocordados Vertebrados
Cordados
Protocordados
Vertebrados

Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos

Quem são os Cordados?  Com mais de 50 mil espécies  Distribuídos em quase
Quem são os Cordados?  Com mais de 50 mil espécies  Distribuídos em quase
Quem são os Cordados?  Com mais de 50 mil espécies  Distribuídos em quase
Quem são os Cordados?  Com mais de 50 mil espécies  Distribuídos em quase

Quem são os Cordados?

Com mais de 50 mil espécies

Distribuídos em quase todos os ambientes daTerra

Mais bem sucedidos táxons de Deuterostomia

Destaque para os vertebrados

Grupos PARAFILÉTICOS
Grupos
PARAFILÉTICOS
Características do Filo  Grupo Monofilético  Animais invertebrados e vertebrados
Características do Filo  Grupo Monofilético  Animais invertebrados e vertebrados
Características do Filo  Grupo Monofilético  Animais invertebrados e vertebrados
Características do Filo  Grupo Monofilético  Animais invertebrados e vertebrados

Características do Filo

Grupo Monofilético Animais invertebrados e vertebrados

Características distintivas
Características distintivas
Características distintivas
Características distintivas

Características distintivas

Características distintivas
Características distintivas

Características distintivas

Características distintivas
Eumetazoa  Regionalização do corpo: estruturas organizadas  em eixos definidos (em esponjas as partes
Eumetazoa  Regionalização do corpo: estruturas organizadas  em eixos definidos (em esponjas as partes
Eumetazoa  Regionalização do corpo: estruturas organizadas  em eixos definidos (em esponjas as partes
Eumetazoa  Regionalização do corpo: estruturas organizadas  em eixos definidos (em esponjas as partes

Eumetazoa

Regionalização do corpo: estruturas organizadas

em eixos definidos (em esponjas as partes funcionais

estão distribuídas uniformemente ao longo do corpo).

Evolução do tecido epitelial: isolando e

permitindo

regular fisiologicamente os compartimentos internos.

Formação de músculos e tecidos nervosos: a partir

de uma especialização do tecido epitelial, permitindo a

evolução de corpos grandes, móveis e complexos.

DIFERENÇAS ENTRE UM NÃO-CORDADO E UM CORDADO

(A)

(B)

DIFERENÇAS ENTRE UM NÃO-CORDADO E UM CORDADO (A) (B) http://bioblog2a.blogspot.com
http://bioblog2a.blogspot.com
http://bioblog2a.blogspot.com
SISTEMÁTICA FILO CHORDATA SUBFILO UROCHORDATA TUNICATA ( 1300 sp) CLASSE ASCIDIACEA CLASSE THALIACEA CLASSE
SISTEMÁTICA FILO CHORDATA SUBFILO UROCHORDATA TUNICATA ( 1300 sp) CLASSE ASCIDIACEA CLASSE THALIACEA CLASSE
SISTEMÁTICA FILO CHORDATA SUBFILO UROCHORDATA TUNICATA ( 1300 sp) CLASSE ASCIDIACEA CLASSE THALIACEA CLASSE

SISTEMÁTICA

FILO CHORDATA

SUBFILO UROCHORDATA TUNICATA (1300 sp) 1300 sp)

CLASSE ASCIDIACEA

CLASSE THALIACEA

CLASSE APPENDICULARIA (LARVACEA)

CLASSE SORBERACEA

SUBFILO CEPHALOCHORDATA (14-25 sp) 14-25 sp)

SUBFILO VERTEBRATA (4500 sp ) 4500 sp)

CEPHALOCHORDATA ( 14-25 sp) SUBFILO VERTEBRATA ( 4500 sp ) Image from Purves et al., Life:

Image from Purves et al., Life: The Science of Biology, 4th Edition,

( 14-25 sp) SUBFILO VERTEBRATA ( 4500 sp ) Image from Purves et al., Life: The
Cordados Invertebrados  Subfilo Urochordata (Ascídias)  Apresentam ~ 1250 espécies  marinhos, larva
Cordados Invertebrados  Subfilo Urochordata (Ascídias)  Apresentam ~ 1250 espécies  marinhos, larva
Cordados Invertebrados  Subfilo Urochordata (Ascídias)  Apresentam ~ 1250 espécies  marinhos, larva
Cordados Invertebrados  Subfilo Urochordata (Ascídias)  Apresentam ~ 1250 espécies  marinhos, larva

Cordados Invertebrados

Subfilo Urochordata (Ascídias)

Apresentam ~ 1250 espécies

marinhos, larva livrenatante Notocorda na fase larval

Fendas faríngeas desenvolvidas filtração

Adulto séssil (colônias)

 Notocorda na fase larval  Fendas faríngeas desenvolvidas → filtração  Adulto séssil (colônias)
Cordados Invertebrados  Metamorfose retrógrada  Adulto séssil (colônias)  Reprodução sexuada maioria das
Cordados Invertebrados  Metamorfose retrógrada  Adulto séssil (colônias)  Reprodução sexuada maioria das
Cordados Invertebrados  Metamorfose retrógrada  Adulto séssil (colônias)  Reprodução sexuada maioria das
Cordados Invertebrados  Metamorfose retrógrada  Adulto séssil (colônias)  Reprodução sexuada maioria das

Cordados Invertebrados

Metamorfose retrógrada

Adulto séssil (colônias)

Reprodução sexuada

 Adulto séssil (colônias)  Reprodução sexuada maioria das espécies hermafrodita  Algumas espécies

maioria das espécies

hermafrodita

Algumas espécies reprodução

assexuada

(colônias)  Reprodução sexuada maioria das espécies hermafrodita  Algumas espécies reprodução assexuada
Cordados Invertebrados  Subfilo Cephalochordata  Compreendem ~ 30 spp. marinhos → águas quentes e
Cordados Invertebrados  Subfilo Cephalochordata  Compreendem ~ 30 spp. marinhos → águas quentes e
Cordados Invertebrados  Subfilo Cephalochordata  Compreendem ~ 30 spp. marinhos → águas quentes e
Cordados Invertebrados  Subfilo Cephalochordata  Compreendem ~ 30 spp. marinhos → águas quentes e

Cordados Invertebrados

Subfilo Cephalochordata

Compreendem ~ 30 spp. marinhos águas quentes e

rasas;

Pequenos (até 10 cm), corpo comprimido lateralmente

Notocorda persistente no adulto

Cordados Invertebrados  Desenvolvimento direto → sem estágio larval  Fendas faríngeas: para alimentação
Cordados Invertebrados  Desenvolvimento direto → sem estágio larval  Fendas faríngeas: para alimentação
Cordados Invertebrados  Desenvolvimento direto → sem estágio larval  Fendas faríngeas: para alimentação
Cordados Invertebrados  Desenvolvimento direto → sem estágio larval  Fendas faríngeas: para alimentação

Cordados Invertebrados

Desenvolvimento direto sem estágio larval

Fendas faríngeas: para alimentação (filtradores) e trocas

gasosas

Reprodução sexuada sexos separados (dióicos)

gametas cavidade atrial atrióporo fecundação

externa

Cordados Vertebrados

Subfilo Vertebrata

Encéfalo verdadeiro

Crânio (estrutura esquelética que sustenta e protege o

encéfalo) Presença de vértebras (constituem o suporte axial do corpo)

Classe Thaliacea (40 spp. 27 ssp. no Brasil )

Classe Thaliacea (40 spp. 27 ssp. no Brasil ) Gêneros  Pirosomida  Doliolida ( 1
Classe Thaliacea (40 spp. 27 ssp. no Brasil ) Gêneros  Pirosomida  Doliolida ( 1

Gêneros

Pirosomida

Doliolida ( 1 cm)

Salpida (1-20 cm)

Salpas (nome popular)

Planctônicos transparentes

Algumas espécies bioluminescentes

Sifão oral e anal em extremidades opostas

Solitárias e coloniais

Corrente de água agindo nos processos de respiração, alimentação e

locomoção do indivíduo

Reprodução sexuada alterna com reprodução assexuada

Pirosomida Salpida
Pirosomida Salpida
Pirosomida Salpida
Pirosomida Salpida
Pirosomida Salpida
Pirosomida Salpida

Pirosomida

Pirosomida Salpida

Salpida

Classe Thaliacea

Classe Thaliacea

Classe Thaliacea
Classe Thaliacea

Classe Thaliacea

Classe Thaliacea
Classe Thaliacea  Solitários ou coloniais  Sifão exalante e sifão inalante em extremidades opostas

Classe Thaliacea

Classe Thaliacea  Solitários ou coloniais  Sifão exalante e sifão inalante em extremidades opostas 

Solitários ou coloniais

Sifão exalante e sifão inalante em extremidades opostas

Adultos sem cauda

Fendas branquiais não subdivididas

Maioria muito transparente e gelatinosa

Predominantemente de águas quentes

muito transparente e gelatinosa  Predominantemente de águas quentes Estolão de brotamento Prolongamento da Túnica
muito transparente e gelatinosa  Predominantemente de águas quentes Estolão de brotamento Prolongamento da Túnica

Estolão de brotamento

Prolongamento da Túnica

http://www.reefkeeping.com
http://www.reefkeeping.com

Thaliáceos coloniais

http://www.reefkeeping.com Thaliáceos coloniais Thaliáceos solitário
http://www.reefkeeping.com Thaliáceos coloniais Thaliáceos solitário
http://www.reefkeeping.com Thaliáceos coloniais Thaliáceos solitário
http://www.reefkeeping.com Thaliáceos coloniais Thaliáceos solitário
http://www.reefkeeping.com Thaliáceos coloniais Thaliáceos solitário

Thaliáceos solitário

Classe Thaliacea  Alimentação e digestão  Semelhante às ascídias  Intestino estende-se posteriormente, a

Classe Thaliacea

Alimentação e digestão

Classe Thaliacea  Alimentação e digestão  Semelhante às ascídias  Intestino estende-se posteriormente, a
Classe Thaliacea  Alimentação e digestão  Semelhante às ascídias  Intestino estende-se posteriormente, a

Semelhante às ascídias Intestino estende-se posteriormente, a partir da faringe, e abre-se numa câmara cloacal.

Salpa
Salpa
ascídias  Intestino estende-se posteriormente, a partir da faringe, e abre-se numa câmara cloacal. Salpa Doliolum

Doliolum

Classe Thaliacea  Circulação, trocas gasosas excreção  Circulação pouco desenvolvido  Pouco se sabe

Classe Thaliacea

Circulação, trocas gasosas excreção

Circulação pouco desenvolvido Pouco se sabe da fisiologia respiratória

Fendas branquiais

gasosas excreção  Circulação pouco desenvolvido  Pouco se sabe da fisiologia respiratória Fendas branquiais
Classe Thaliacea  Reprodução e desenvolvimento  Fases assexuadas e sexuadas;  Formas coloniais e

Classe Thaliacea

Reprodução e desenvolvimento

Fases assexuadas e sexuadas; Formas coloniais e solitárias

Larvas livres natantes

Classe Thaliacea  Reprodução e desenvolvimento

Classe Thaliacea

Reprodução e desenvolvimento

Classe Thaliacea  Reprodução e desenvolvimento
Classe Thaliacea  Reprodução e desenvolvimento

Classe Thaliacea

Reprodução e desenvolvimento

Classe Thaliacea  Reprodução e desenvolvimento
Classe Appendicularia (Larvacea)  Habitat e hábitos  Solitárias, plantônicas e transparentes  Neotênicos

Classe Appendicularia (Larvacea)

Habitat e hábitos

Solitárias, plantônicas e transparentes

Neotênicos

“casa” gelatinosa

Filtradores

Corrente produzida com a cauda

e transparentes  Neotênicos  “casa” gelatinosa  Filtradores  Corrente produzida com a cauda
e transparentes  Neotênicos  “casa” gelatinosa  Filtradores  Corrente produzida com a cauda
Classe Appendicularia  Larváceos vigantes podem chegar até 60 mm  Casca pode chegar a

Classe Appendicularia

Larváceos vigantes podem

chegar até 60 mm

Casca pode chegar a ter 1 m de diâmetro

Classe Appendicularia  Larváceos vigantes podem chegar até 60 mm  Casca pode chegar a ter
Classe Appendicularia Stefano Schiaparelli (http://www.mna.it) http://www.geol.umd.edu

Classe Appendicularia

Classe Appendicularia Stefano Schiaparelli (http://www.mna.it) http://www.geol.umd.edu
Stefano Schiaparelli (http://www.mna.it)
Stefano Schiaparelli (http://www.mna.it)
http://www.geol.umd.edu
http://www.geol.umd.edu
Classe Appendicularia

Classe Appendicularia

Classe Appendicularia
Classe Appendicularia