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Geoprocessamento

Este documento descreve as áreas de aplicação do geoprocessamento, incluindo infraestrutura, habitação, serviços urbanos, esporte e lazer, assistência social e outras. Ele também discute conceitos de geoprocessamento e formas de representar entidades espaciais como pontos, linhas e áreas.
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Geoprocessamento

Este documento descreve as áreas de aplicação do geoprocessamento, incluindo infraestrutura, habitação, serviços urbanos, esporte e lazer, assistência social e outras. Ele também discute conceitos de geoprocessamento e formas de representar entidades espaciais como pontos, linhas e áreas.
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Tema

ÁREAS DE APLICAÇÕES DE GEOPROCESSAMENTO


Índice
Introdução............................................................................................................................ 4

Objectivos: .......................................................................................................................... 4

Objectivos gerais: ................................................................................................................ 4

Metodologias: ...................................................................................................................... 4

Geoprocessamento .............................................................................................................. 5

Conceitos ............................................................................................................................. 5

Áreas de aplicações de geoprocessamento .......................................................................... 5

Aplicações do geoprocessamento........................................................................................ 5

Importância.......................................................................................................................... 7

Formas de Representação de Entidades Espaciais no geoprocessamento ........................... 7

Pontos: ................................................................................................................................. 8

Linhas: ................................................................................................................................. 8

Áreas ou polígonos: ............................................................................................................. 8

Principais Aplicações do Geoprocessamento ...................................................................... 9

Conclusão .......................................................................................................................... 11

Referencias bibliográficas ................................................................................................. 12


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Introdução

O presente trabalho realça acerca do geoprocessamento, portanto, as áreas de geoprocessamento


esta ligada a infraestrutura e obras no município, habitação, serviços urbanos, esporte e lazer,
assistência social, entre outras, com isso, conjunto de tecnologias voltadas a coleta e tratamento
de informações espaciais para um objetivo específico. As atividades envolvendo o
geoprocessamento são executadas por sistemas específicos mais comumente chamados de
Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Sistema de geoprocessamento é o destinado ao
processamento de dados referenciados geograficamente (ou georreferenciados), desde a sua
coleta até a geração de saídas na forma de mapas convencionais, relatórios, arquivos digitais,
etc.; devendo prever recursos para sua estocagem, gerenciamento, manipulação e análise.

Já o Geoprocessamento envolve a utilização dessas imagens para a produção e interpretação de


dados e informações a partir do uso de softwares, dos quais podemos citar o ArcView, o ArcGIS
e muitos outros. É graças ao Geoprocessamento que podemos elaborar mapas digitais de áreas
cujas escalas variam desde a de um bairro ou rua até o espaço de um ou mais continentes,
dependendo das informações a serem obtidas e representadas.

Objectivos:

Objectivos gerais:
 Compreender as áreas de aplicação do geoprocessamento.

Objectivos específicos:

 Descrever o geoprocessamento;

 Conhecer as áreas de aplicações de geoprocessamento;

 Conhecer as aplicações do geoprocessamento;

 Interpretar a importância do reprocessamento;

 Descrever as formas de representação de entidades espaciais.

Metodologias:

Para materialização deste trabalho foi de agrado por haver muitos materiais de consulta como
o uso de livros, revistas. E pesquisas bibliográficas com vista a desenvolver e a fazer-se
persuadir no desempenho da leitura feita para a elaboração.
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Geoprocessamento
Conceitos
O geoprocessamento é o conjunto de técnicas de captação de informações e tratamentos de
dados georreferenciados. A transformação desse conteúdo em informações relevantes é
realizada por meio de cálculos e softwares, que colocam a tecnologia como fator cada vez mais
presente e importante para o estudo.

Explicar o que é geoprocessamento não é uma tarefa fácil, visto que sua base de pesquisa
abrange mapas, dados sobre relevo, natureza, rotas comerciais, limites políticos e outras
questões. Por isso, é um desafio reunir esses dados, trabalhá-los e gerar informações valiosas
(MENEGUETE 1994).

Dentro do desenvolvimento de novas tecnologias, o termo geoprocessamento vem sendo muito


empregado por profissionais que trabalham com informações referenciadas espacialmente na
superfície terrestre.

O geoprocessamento pode ser definido como sendo o conjunto de tecnologias destinadas


a coleta e tratamento de informações espaciais, assim como o desenvolvimento de novos
sistemas e aplicações, com diferentes níveis de sofisticação. Em linhas gerais o termo
geoprocessamento pode ser aplicado a profissionais que trabalham com cartografia digital ,
processamento digital de imagens e sistemas de informação geográfica. Embora estas
atividades sejam diferentes elas estão intimamente inter-relacionadas, usando na maioria das
vezes as mesmas características de hardware, porém software distinto.

Áreas de aplicações de geoprocessamento


O geoprocessamento pode ser utilizado em diversas áreas como de infraestrutura e obras no
município, habitação, serviços urbanos, esporte e lazer, assistência social, entre outras.

Aplicações do geoprocessamento
Praticamente todas as áreas de administração municipal podem encontrar no geoprocessamento
um importante aliado nas etapas de levantamento de dados, diagnóstico do problema, tomada
de decisão, planeamento, projeto, execução de ações e medição dos resultados. De um modo
geral, o fato de conhecermos onde os problemas ocorrem e poder visualizá-los espacialmente
facilita sobremaneira seu entendimento e nos mostra as possíveis soluções, senão a única.
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O estágio atual das geotecnologias permite fazer uma análise espacial que combine o
mapeamento dos problemas urbanos com informações físicas, demográficas, geográficas,
topográficas ou de infraestrutura. Esta análise levará, sem dúvidas, a adotar uma solução mais
racional que a sugerida pela análise, e em menor tempo.

Os resultados práticos da aplicação do geoprocessamento com dados do próprio município,


associados a uma base digital pré-existente, mesmo que imprecisa ou desatualizada, são fortes
argumentos para convencer o bom administrador a priorizar a implantação do
geoprocessamento em sua gestão, pois este, em conjunto com a internet, permite disponibilizar
para o cidadão comum informações atuais e facilmente interpretadas pelo fato de serem
geograficamente localizadas.

Podemos citar como problemas típicos de uma administração municipal e cuja solução
pode estar vinculada ao uso do geoprocessamento: (a). Qual é o melhor lugar para construir um
novo posto de saúde, dentre os terrenos da Prefeitura, considerando a densidade demográfica,
a renda média e as áreas de abrangência dos postos existentes? (b) Quais são as áreas da cidade
não atendidas eficientemente pelo sistema de transporte coletivo considerando, por exemplo, a
densidade demográfica e a distância máxima até o ponto ou terminal mais próximo? (c) Qual a
percentagem de crianças, entre cinco e dez anos, que não estão matriculados regularmente nas
escolas dos municípios? (d) Quais são as áreas de risco ambiental da cidade e quais as
ocupações irregulares nestas áreas? Elas aumentaram, diminuíram, onde se concentraram?

Citarei exemplos da aplicação do geoprocessamento para obter resultados em problemas de um


município, pois os limites deste na administração de uma cidade estão na imaginação do gestor
e não na própria tecnologia.

Na área de planeamento urbano e meio ambiente poderiam ser melhoradas as seguintes


atividades: licenciamento e fiscalização de obras, controle urbano e ambiental, mapeamento do
uso atual do solo, cadastro de equipamentos públicos e do mobiliário urbano, cadastro de bens
próprios, estudos demográficos com dados censitários no nível de bairro ou setoriais,
elaboração do mapa ambiental da cidade.

Na área financeira podem ser aproveitadas atividades como: manutenção do cadastro


imobiliário, manutenção do cadastro mobiliário ou comercial, manutenção do cadastro de
logradouros, geração e atualização da planta genérica de valores.
6

Na área de saúde e saneamento algumas atividades também podem incorporar o uso do


geoprocessamento para um desenvolvimento melhor: vigilância sanitária, controle
epidemiológico, manutenção do cadastro de óbitos e nascimentos, espacialização da
inadimplência e da dívida ativa. O geoprocessamento pode ser utilizado em diversas áreas como
de infraestrutura e obras no município, habitação, serviços urbanos, esporte e lazer, assistência
social, entre outras.

Em relação à agricultura de precisão, trata-se de uma nova tecnologia agrícola onde o


“Global” é subdividido em pequenas frações homogêneas. Assim, para que se alcance o
máximo de rendimento – de acordo com as potencialidades do solo e com o mínimo de poluição
e degradação –, é necessário o acompanhamento e gerenciamento de um volume muito grande
de informações que variam no espaço e no tempo.

Podem-se considerar três tecnologias essenciais para esse sistema: o sensoriamente remoto, o
sistema de posicionamento global (GPS) e o geoprocessamento.

Conforme citado por Gentil & Ferreira (1999), a agricultura de precisão promete
grandes benefícios para os usuários deste sistema como: redução do grave problema do risco
da atividade agrícola, redução dos custos da produção, tomada de decisão rápida e certa,
controle de toda situação, pelo uso da informação, maior produtividade da lavoura, mais tempo
livre para o administrador e melhoria do meio ambiente pelo menor uso de defensivo.

Importância
A importância e influência do Geoprocessamento sobre as ações de planeamento e realização
de atividades econômicas é um exemplo de como o Meio Técnico-Científico-Informacional é
um dos elementos estruturantes do espaço geográfico da sociedade globalizada como um todo.
Assim, à medida que as técnicas e os objetos técnicos transformam-se, mais as sociedades
modificam a maneira como constroem a sua espacialidade.

Formas de Representação de Entidades Espaciais no geoprocessamento


Um Sistema de Informação Geográfico (SIG), como já definido anteriormente, é um
sistema destinado à entrada, armazenamento, manipulação, análise e visualização de dados
geográficos ou espaciais (gráficos e/ou imagens). Esses dados são representados por pontos,
linhas e polígonos aos quais são associados atributos, isto é, características das feições que os
pontos, linhas e polígonos representam. Por exemplo, o ponto pode representar locais com risco
de desertificação. A linha pode representar estradas, rios ou outras feições lineares; já o
polígono pode representar feições areais tais como tipos de vegetação, uso da terra, etc.
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Pontos:
Os elementos pontuais abrangem todas as entidades geográficas que podem ser perfeitamente
posicionadas por um único par de coordenadas x, y. Sua localização no espaço é feita
considerando uma superfície plana.

Linhas:
Os elementos lineares são na verdade um conjunto de pelo menos dois pontos. Além das
coordenadas dos pontos que compõem a linha, deve-se armazenar informações que indiquem
de que tipo de linha se está tratando, ou seja, que atributo está a ela associado.

Áreas ou polígonos:
Os elementos areais ou poligonais têm por objetivo descrever as propriedades topológicas de
áreas como por exemplo a forma, vizinhança, hierarquia, etc., de tal forma que os atributos
associados aos elementos areais possam ser manipulados da mesma forma em que um mapa
temático analógico. Na representação por polígonos, cada elemento tem área, perímetro e
formato individualizado.

Os elementos espaciais (gráficos) pontos, linhas e áreas podem ser definidos sobre um
sistema qualquer de coordenadas. A dimensão (z) refere-se ao valor do atributo estudado para
um determinado elemento (lugar). Pode ser representada na forma alfanumérica simbólica, o
que significa que os dados a serem representados devem estar em escala nominal (classes). Para
tanto, valores numéricos (quantidades) referentes a um determinado atributo devem
necessariamente passar por um processo de transformação, da escala de razão para uma escala
nominal, antes de serem inseridos na base de dados de um SIG. Já a dimensão tempo refere-se
à variação temática em épocas distintas. Nesse caso, novos níveis de informação (temas) vão
sendo agregados à base de dados (Teixeira et al., 1992).

Para Batchelor et al. (1997), a agricultura de precisão pode: melhorar os


rendimentos de colheita e lucros, fornecer informações para tomar decisões de
manejo mais embasadas, prover registros de fazenda mais detalhados e úteis,
reduzir custos de fertilizante, reduzir custos de praguicida e a reduzir poluição.

Ainda, Campo (2000b), atribui à agricultura de precisão, os seguintes benefícios: redução de


quantidades de insumos, redução dos custos de produção, redução da contaminação ambiental
e aumento no rendimento das culturas.
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Na área ambiental, o geoprocessamento é uma das ferramentas mais utilizadas para


monitoramento, por exemplo, da cobertura vegetal e uso das terras, níveis de erosão do solo,
poluição da água e do ar, disposição irregular de resíduos, e assim por adiante. Da mesma forma,
essa tecnologia pode ser usada em análises de qualidade de habitat e fragmentação.

Principais Aplicações do Geoprocessamento


Atualmente à maioria das aplicações das tecnologias de informação geográfica, estão ligadas à
gestão municipal, ao meio ambiente, ao planeamento estratégico de negócios, ao agronegócio
e, a concessionárias e redes.

A Gestão Municipal é uma das aplicações clássicas das tecnologias de informação


geográfica, estima-se que cerca de 80% das atividades efetuadas em uma administração
municipal (prefeitura) sejam dependentes do fator localização. Para as ações de planeamento
urbano, os GIS são capazes de relacionar o mapa da cidade ao banco de dados com as
informações de interesse do planejador, por exemplo, é possível relacionar a localização dos
postos de saúde e a população atendida, a localização das escolas e os endereços dos alunos em
potencial, a pavimentação e as ruas com maior movimento, ou quaisquer outros cruzamentos
de dados que dependam da componente espacial. Áreas de saúde pública podem mapear
ocorrências de endemias e agir diretamente nos locais onde estas ocorrem, aumentando as
chances de sucesso. Para o cadastro imobiliário, é possível relacionar cadastros urbanos com
sua localização espacial, com valores cobrados e situação do contribuinte. (CÂMARA et all)

Em Meio Ambiente as tecnologias de informação geográfica são muito usadas no


monitoramento de regiões remotas e distantes, como o caso da região amazônica, na detecção
de focos de queimadas/incêndios, nos estudos de impactos ambientais principalmente quando
da construção de grandes obras e na fiscalização de áreas desmatadas, etc.

No Planeamento Estratégico de Negócios os recursos oferecidos pelas tecnologias de


informação geográfica possibilitam mapear vários fatores fundamentais para o sucesso de um
negócio, respondendo a questões como: onde estão os clientes, onde estão os fornecedores,
onde estão os concorrentes, entre outros, de forma a permitir às empresas agir e decidir com
informações muito mais precisas sobre seus negócios. É crescente a utilização de aplicativos de
localização e roteirização para o gerenciamento de pessoas em campo por grandes médios e
pequenos empreendedores, de forma a criar estratégias de competitividade minimizando os
custos e ter um controle de todo o processo de logística.( CÂMARA et all)
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No Agronegócio são várias as aplicações das tecnologias de informação geográfica. O


uso de imagens de satélites e softwares específicos permite monitorar e prever safras, da mesma
forma, o domínio da componente geográfica permite o melhor planeamento no uso da terra, na
gestão de bacias hidrográficas e na detecção de pragas. Podem ter também aplicações na
agricultura de precisão, através do uso de equipamentos GPS e sistemas GIS, para tratar e
analisar os dados coletados no campo, relacionados à avaliação de produtividade agrícola,
colocação diferenciada de insumos (pesticidas, herbicidas, fertilizantes e sementes), etc..
Merecem também destaque os esforços desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Colonização
e Reforma Agrária – INCRA, na regularização fundiária em nosso país.

No que se refere a Concessionárias e Redes, os serviços públicos de saneamento, energia


elétrica e telecomunicações se utilizam das tecnologias de informação geográfica para
relacionar as suas redes de distribuição às demais informações de seus bancos de dados.
Particularmente, o mercado de telecomunicações está se aproximando muito da Geomática,
criando um novo segmento, chamado de LBS (Location Based Services), que pode ser definido
como sendo uma solução para um problema dependente de localização (ou o fator localização
agregando valor a outros serviços), colocado à disposição em equipamento portátil ou móvel.
As soluções de LBS, porém, são projetadas para serem acessíveis através de conexões com ou
sem fio, através de web browsers, celulares e pagers.

Cada aplicação apresenta características próprias e requer soluções específicas, pois


envolve aspectos diferenciados na produção de dados geográficos, nas metodologias de análise
e nos tipos de informações necessárias, no entanto, a maioria destas aplicações são
desenvolvidas com algum dos seguintes softwares: ArcGIS, ArcInfo, ArcView, AutoCAD
Map, ENVI, ERDAS, GRASS, IDRISI, MAPINFO e SPRING.
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Conclusão
O geoprocessamento apresenta e dispõe de um enorme potencial, principalmente quando se diz
respeito às tecnologias de custo relativamente baixo, em que o conhecimento seja adquirido no
local. O Geoprocessamento é uma etapa dos Sistemas de Informações Geográficas (SIGs) que,
como o seu próprio nome indica, é responsável pelo processamento de imagens
georreferenciadas obtidas por meio de fotografias aéreas ou por imagens de satélite para a
posterior representação cartográfica.

Com isso, pode-se dizer que o geoprocessamento reúne um conjunto de técnicas e aparatos
tecnológicos que realizam o tratamento de imagens, sendo de fundamental importância para o
atual processo de elaboração de mapas e cartas gráficas. Assim, ele reúne o conjunto de
inovações tecnológicas e, a partir delas, operacionaliza o processo de identificação de
características gerais e específicas da superfície terrestre, permitindo-nos ordená-las e
representá-las nas formas de cores, tons, símbolos e outros tipos de legendas.
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Referencias bibliográficas
CÂMARA, G. CASANOVA, M. HEMERLY, Y. A., MAGALHÃES, G. MEDEIROS C.
anatomia de sistemas de informações geográficas. Campinas: Instituto de Computação,
UNICAMP, 1996.

CÂMARA, G., DAVIS, C., MONTEIRO, A. M. V., PAIVA J. A., D´ALGE, J.C.L.
Geoprocessamento: Teoria e Aplicações: [Link]

MENEGUETE, A., Introdução ao Geoprocessamento, Presidente Prudente:, Edição da Autora,


1994.

PESSOA, L. M. GPS – Fundamentos, I Encontro de Usuários de Geoprocessamento, Recife.


PE – 7 a 10 de outubro de 1997.

RODRIGUES, M. Introdução ao Geoprocessamento. In: Simpósio Brasileiro de


Geoprocessamento, São Paulo, USP, Escola Politécnica, 1990.

YUAÇA, F. SCHMIDLIN, D. Introdução ao Geoprocessamento, In: I Encontro de Usuários de


Geoprocessamento, Recife: PE, 1997.

MARTINELLI, MARCELLO. Cartografia Temática: Caderno de Mapas. S. Paulo: Editora:


EDUSP 2003.

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