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Número: 5000912-03.2019.8.13.0035

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Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

PJe - Processo Judicial Eletrônico

07/07/2020

Número: 5000912-03.2019.8.13.0035
Classe: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Órgão julgador: 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari
Última distribuição : 24/05/2019
Valor da causa: R$ 60.384,78
Assuntos: Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? SIM
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Procurador/Terceiro vinculado
HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES (AUTOR) NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR (ADVOGADO)
BANCO DO BRASIL S/A (RÉU) RICARDO LOPES GODOY (ADVOGADO)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
12207 29/06/2020 13:12 Intimação Intimação
2845
12207 29/06/2020 13:07 Intimação Intimação
1346
11977 13/06/2020 16:07 Petição Petição
2280
11977 13/06/2020 16:07 0901483143ContestacaoedocumentosREUContestac Petição
2281 aoBBconformecircular34201811062020
11977 13/06/2020 16:07 ContestacaoedocumentosHIGORCAMPOSCHEDIDB Petição
2282 ORGESOperacaonr.864527138
11977 13/06/2020 16:07 ContestacaoedocumentosHIGORCAMPOSCHEDIDB Petição
2283 ORGESOperacaonr.868627704
11977 13/06/2020 16:07 Contestacaoedocumentossegundaviacdc868627704 Petição
2284
11977 13/06/2020 16:07 ContestacaoedocumentossegundaviaCDC833666223 Petição
2285
11977 13/06/2020 16:07 Contestacaoedocumentossegundaviacdc864527138 Petição
2286
11977 13/06/2020 16:07 ContestacaoedocumentosSUSPENSAODEDEBITOS Petição
2287 CDC
11977 13/06/2020 16:07 ContestacaoedocumentossegundaviaCDC844457243 Petição
2288
11938 09/06/2020 16:47 Despacho Despacho
3435
11670 22/05/2020 16:01 Manifestação Manifestação
4221
11670 22/05/2020 16:01 Agravo de Instrumento_5000912-03.2019.8.13.0035 - Petição de Agravo de Instrumento
5396 Higor Campos Chedid Borges 22052020
11670 22/05/2020 16:01 Comprovante de Distribuição de Agravo de Comprovação de Interposição de Agravo
5403 Instrumento_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Campos Chedid
11555 15/05/2020 13:59 Manifestação Manifestação
6948
11534 14/05/2020 13:11 Despacho Intimação
2709
11534 14/05/2020 13:11 Despacho Intimação
2708
11508 13/05/2020 16:33 Despacho Despacho
2164
11082 02/04/2020 19:04 Intimação Intimação
9770
11082 02/04/2020 18:46 Intimação Intimação
7848
10712 10/03/2020 02:01 Decisão Decisão
3307
98742 27/12/2019 02:00 Certidão de Trânsito - Agravo de Instrumento Documentos 2ª instância
469
98742 27/12/2019 02:00 Acórdão - Agravo de Instrumento Documentos 2ª instância
473
98742 27/12/2019 02:00 Aviso de Recebimento - Agravo de Instrumento Documentos 2ª instância
472
98742 27/12/2019 02:00 Decisão - Agravo de Instrumento Documentos 2ª instância
471
98742 27/12/2019 02:00 Decisão - Agravo de Instrumento Documentos 2ª instância
470
85326 23/09/2019 18:13 cadastro/habilitação advogado Certidão
368
83494 11/09/2019 11:47 Petição Petição
219
83500 11/09/2019 11:47 PETIODEHABILITAOMG (11) Petição
191
83500 11/09/2019 11:47 1 (84) Documento de Comprovação
944
83500 11/09/2019 11:47 2 - 2019-09-11T113013.610 Documento de Comprovação
946
83500 11/09/2019 11:47 3 - 2019-09-11T113014.523 Documento de Comprovação
949
83500 11/09/2019 11:47 4 - 2019-09-11T113037.308 Documento de Comprovação
952
83500 11/09/2019 11:47 5 - 2019-09-11T113038.112 Documento de Comprovação
953
83500 11/09/2019 11:47 6 (78) Documento de Comprovação
964
81030 23/08/2019 19:19 JUNTADA DE INFORMAÇÕES PRESTADAS JUNTADA
035
81030 23/08/2019 19:19 Informação Agravo de Instrumento Certidão
037 1.0000.19.095544-3-001
80705 22/08/2019 16:03 Despacho Despacho
806
80523 20/08/2019 18:46 JUNTADA de PEDIDO DE INFORMAÇÃO AGRAVO JUNTADA
990
80523 20/08/2019 18:46 Solicitação de informações Agravo instrumento Documento de Comprovação
991 5000912-03.2019.8.13.0035
79706 13/08/2019 19:49 Manifestação Manifestação
090
79706 13/08/2019 19:49 Petição do Agravo de Instrumento - Higor Campos Petição
092 Chedid Borges
79706 13/08/2019 19:49 Recibo de Protocolo_Agravo de Instrumento - Higor Comprovação de Interposição de Agravo
293 Campos Chedid Borges
76400 17/07/2019 15:45 Intimação Intimação
581
72929 13/07/2019 20:06 Despacho Despacho
641
70330 23/05/2019 18:42 Decisão Decisão
531
67917 29/04/2019 17:56 Manifestação Manifestação
406
67917 29/04/2019 17:56 IRPF - Higor Campos Chedid Borges Documento de Comprovação
426
65593 02/04/2019 18:45 Despacho Intimação
638
65207 01/04/2019 10:20 Despacho Despacho
361
64326 20/03/2019 18:01 Certidão de Triagem Certidão
763
64233 20/03/2019 11:50 Petição Inicial Petição Inicial
084
64234 20/03/2019 11:50 Ação de Obrigação de Fazer, Desconto Indevido, Petição
733 Ressarcimento e Dano Moral - Higor Campos Chedid
Borg
64234 20/03/2019 11:50 Procuração - Higor Campos Chedid Borges Procuração
190
64234 20/03/2019 11:50 CNH - Higor Campos Chedid Borges Documento de Identificação
695
64234 20/03/2019 11:50 Ação Ordinária - Autos n° 0164006-23.2016 - Higor Documento de Comprovação
699 Campos Chedid Borges
64234 20/03/2019 11:50 Acórdão_0041756-59.2017.8.13.0000 - Higor Documento de Comprovação
703 Campos Chedid Borges x Banco do Brasil SA
64234 20/03/2019 11:50 Certidão_Desconto de Folha - Higor Campos Chedid Documento de Comprovação
709 Borges
64234 20/03/2019 11:50 Comprovante de Empréstimo_Financiamento - Higor Documento de Comprovação
716 Campos Chedid Borges
64234 20/03/2019 11:50 Extrato_Operação_BB - Higor Campos Chedid Documento de Comprovação
720 Borges
64234 20/03/2019 11:50 Extratos Bancários_BB - Higor Campos Chedid Documento de Comprovação
721 Borges
64234 20/03/2019 11:50 Fatura_BB - Higor Campos Chedid Borges Documento de Comprovação
724
64234 20/03/2019 11:50 Demonstrativos de Pagamento - Higor Campos Documento de Comprovação
726 Chedid Borges
64234 20/03/2019 11:50 Conversas_Gerente - Higor Campos Chedid Borges Documento de Comprovação
727
64234 20/03/2019 11:50 Consulta_SPC - Higor Campos Chedid Borges Documento de Comprovação
729
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº: 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Intime-se para, no prazo, caso queira, impugnar contestação e documentos juntados - ID nº 119772280.

ARAGUARI, 29 de junho de 2020.

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: NEYLMA DO NASCIMENTO - 29/06/2020 [Link] Num. 122072845 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20062913124295400000120748613
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

Mantenho a decisão de ID 107123307 pelos seus próprios fundamentos.

Tendo em vista que ainda não houve qualquer decisão quanto a efeito suspensivo nos autos ante ao Agravo de
Instrumento interposto, nem ofício quanto a informação de agravo pelo Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Minas
Gerais, determino o prosseguimento do feito.

Cumpra-se integralmente a decisão de ID 107123307.

Cumpra-se. Intimem-se.

Araguari, 09 de junho de 2020.

Maurício da Cruz Rossato


Juiz de Direito Substituto

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: MAURICIO DA CRUZ ROSSATO - 09/06/2020 [Link] Num. 122071346 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20060916475139300000118055044
Petição Anexa

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772280 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316065833800000118443599
EXMO. SR. JUIZ DE DIREITO DA 3ª - VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI/MINAS
GERAIS .

Ref. Autos do processo nº: 50009120320198130035

BANCO DO BRASIL S.A., sociedade de economia mista, inscrita no


Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda sob o nº.
00.000.000/0001-91, sediada no Setor Bancário Sul, Quadra 4, Bloco C,
Lote 32, Edifício Sede III, em Brasília, Distrito Federal, com endereço
eletrônico [Link]@[Link], por seus Advogados, consoante
Instrumento Público de Procuração e correspondente substabelecimento
anexo, endereço eletrônico comunicacaoprocessual@[Link],
onde recebe notificações e intimações, nos autos da AÇÃO DE
RESSARCIMENTO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO C/C OBRIGAÇÃO DE
FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL E TUTELA
PROVISÓRIA que lhe move HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, vem,
perante este D. Juízo, tempestivamente, apresentar CONTESTAÇÃO aos
termos da peça inaugural, pelas razões de fato e jurídicas a seguir aduzidas.

DA SÍNTESE DA INICIAL

Afirma que optou por receber seus proventos pelo Banco Itau e que o BB desconta parcela de
empréstimo antes do repasse.

Alega ainda que em outra ação judicial teve garantida a limitação de descontos em 30% e que
ocorreu algo diverso do que o esperado na cobrança dos CDC´s, com o BB cobrando cheque
especial e não quitando os CDC´s.

Alega que parcela do empréstimo consignado era descontada de seu contracheque pela fonte
pagadora mas o BB não estava quitando a dívida e direcionava as parcelas para conta salário.
Requer baixa de negativação e indenização.

DA REALIDADE DOS FATOS

Inicialmente, salienta-se que seguem, anexas, segunda via de todos contratos assinados
digitalmente (visto feitos via Internet e fone + TAA, com impostação de credenciais pessoais),
extratos das operações, contrato conta corrente, comprovantes de renda, extratos das contas e
cláusulas gerais.

O Autor conta com 04 empréstimos CDC ativos junto ao BB, todos em prejuízo, dentre eles,
dois tratam-se de consignados. A operação 833666223 é uma renovação de empréstimo,
contratada via TAA - Terminal de Auto Atendimento, onde se quitou consignados anteriores de
n°s 817694603, 817173135, e 823257079 e creditou R$ 4.523,22 na conta corrente de
titularidade do Autor.

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772281 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316065872100000118443600
O valor da parcela mensal cobrada no consignado é de R$ 486,09. A operação 844457243
também é uma renovação de empréstimo, contratada pela INTERNET, onde se quitou
consignados anteriores de n°s 820757394 e 834990648 e creditou R$ 11.000,00 na conta
corrente.

O valor da parcela mensal cobrada no consignado é de R$ 877,93. A soma das parcelas dos
consignados somam R$ 1.364,02 As últimas rendas do Autor atualizadas no sistema são as
seguintes:

Sem qualquer razão, alega que parcela do empréstimo consignado era descontada de seu
contracheque pela fonte pagadora mas o BB não estava quitando a dívida e direcionava as
parcelas para conta salário. Requer baixa de negativação e indenização. Autor recebia pelo BB
até mês 08/2016 a partir daí houve a portabilidade. BB cobrava parcelas de CDC na conta
salário, conforme os extratos anexados e previsão contratual. O Autor passou a ficar
devedor na conta corrente, dos empréstimos e cartão. A partir do mês 03/2017 a
parcela do consignado 844457243 passou a ser devolvido na conta corrente.

PRELIMINARMENTE

DA IMPUGNAÇÃO AO PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA.

Da análise da inicial, verifica-se que a parte autora requereu os benefícios da assistência


judiciária gratuita, fundando-se apenas na declaração de que (supostamente) não possui

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772281 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316065872100000118443600
recursos financeiros suficientes para arcar com as despesas processuais, sem prejuízo do
próprio sustento.

Nesse sentido, ressalta-se que a presunção de hipossuficiência financeira, decorrente da


afirmação exarada na própria petição inicial ou em declaração de hipossuficiência, não é
absoluta como faz crer a parte autora, mormente quando opta a mesma pela contratação de
procurador particular, mesmo onde há Defensoria Pública instalada e em pleno funcionamento.

Destarte a simples afirmação de estado de pobreza não é suficiente, por si só, de gerar o
deferimento da benesse requerida, sendo indispensável a comprovação da alegada
hipossuficiência financeira, ônus do qual a parte autora não se desincumbiu.

Sobre a necessidade de comprovação da hipossuficiência financeira, oportuno citar o que prevê


a pacífica jurisprudência nacional. Vejamos:

PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA. INDEFERIMENTO. Agravo DE


INSTRUMENTO. Presunção acerca do estado de pobreza prevista no
§ 3º, do artigo 99, do CPC possui natureza relativa. Insuficiência de
recursos não demonstrada. Decisão mantida. RECURSO DESPROVIDO.
(TJ-SP - AI: 21281397220198260000 SP 2128139-72.2019.8.26.0000,
Relator: Fábio Podestá, Data de Julgamento: 03/03/2020, 27ª Câmara de
Direito Privado, Data de Publicação: 03/03/2020) (Destacamos)

AGRAVO INTERNO - BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA -


INDEFERIMENTO. Os benefícios da justiça gratuita somente devem
ser deferidos em favor daquele que realmente não possua condições
de suportar o pagamento das custas processuais. V.V AGRAVO
INTERNO - JUSTIÇA GRATUITA - PESSOA FÍSICA - COMPROVAÇÃO
DA INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS - DEFERIMENTO. O benefício da
justiça gratuita pode ser concedido à pessoa física ou jurídica desde
que comprovada a necessidade da benesse. Desincumbindo-se a
parte agravante de comprovar sua hiposuficiência financeira, o
deferimento da concessão do benefício é medida que se impõe. (TJ-
MG - AGT: 10363020077626002 MG, Relator: Estevão Lucchesi, Data de
Julgamento: 27/02/2020, Data de Publicação: 27/02/2020) (Destacamos)

Assim sendo, a fim de se evitar a banalização deste instituto, considera-se como alternativa
subsidiária que o magistrado determine a comprovação da hipossuficiência da parte,
coadunando-se com a norma do Art. 373, inciso I do CPC.

Lado outro, tem-se que o deferimento indiscriminado da benesse de justiça gratuita a pessoas
que não preenchem os requisitos, constitui um estímulo ao ajuizamento de ações descabidas e
absurdas, como é o caso da presente demanda, pois autoriza que a parte adversa pleiteie
quantias estratosféricas, sem qualquer risco relativamente aos atos praticados
indevidamente, enquanto a parte ré terá que arcar, sempre, com despesas
consideráveis.

Diante do exposto, nos termos dos fundamentos supracitados, requer seja indeferido o pedido
de justiça gratuita formulado.

Sucessivamente, o que se admite pelo princípio da eventualidade, acaso este juízo não entenda
pelo indeferimento do pedido de Justiça Gratuita, requer reja a parte contrária condenada em
honorários e custas, nos termos do que prescreve a norma do Art. 98, §2º do CPC.
DA ILEGITIMIDADE PASSIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA –
LEGITIMIDADE DA FONTE PAGADORA POR DESCONTOS REFERENTES
A EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772281 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316065872100000118443600
No presente caso, a parte autora alega 1111111111111.

Contudo, as alegações não merecem prosperar, uma vez que, tratando-se de demanda que
postula a adequação dos descontos em folha de pagamento decorrentes de empréstimo
consignado, a instituição financeira é parte ilegítima para figurar no polo passivo da lide.

O órgão pagador, mediante autorização expressa do consignado, fará a gestão dos pagamentos
mensais, descontando em folha os valores das parcelas do empréstimo e repassando-os
diretamente à instituição financeira.

A jurisprudência atual reconhece a legitimidade passiva da fonte pagadora nas demandas sobre
empréstimos tomados à margem consignável, em detrimento da legitimidade da instituição
financeira. Veja-se:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO PUBLICADA ANTES DA ENTRADA EM


VIGOR DO NOVO CPC. EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. DESCONTOS EM FOLHA
DE PAGAMENTO. AUTORA, ORA AGRAVADA, VIÚVA DE POLICIAL MILITAR,
PENSIONISTA DO RIO PREVIDÊNCIA, QUE CONTRATOU EMPRÉSTIMOS
CONSIGNADOS COM OS BANCOS RÉUS (BANCO BMG S/A, BANCO
CRUZEIRO DO SUL S/A, BANCO MATINE S/A, PARANÁ BANCO S/A E BANCO
PANAMERICANO S/A). AÇÃO OBJETIVANDO A LIMITAÇÃO DO PERCENTUAL
CONSIGNÁVEL NA RAZÃO DE 30% DOS RENDIMENTOS DA PARTE AUTORA.
DECISÃO AGRAVADA QUE DEFERIU O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO PARCIAL
DOS EFEITOS DA TUTELA, COM O FITO DE LIMITAR EM 30% (TRINTA POR
CENTO) A TOTALIDADE DOS DESCONTOS, RELATIVOS AOS EMPRÉSTIMOS,
NO BENEFÍCIO DA ORA AGRAVADA. ILEGITIMIDADE PASSIVA DAS
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DA
FONTE PAGADORA. CARÊNCIA DE AÇÃO QUE SE RECONHECE.
EXTINÇÃO DE OFÍCIO DO PROCESSO. AGRAVO DE INSTRUMENTO
NÃO CONHECIDO. 1. Somente a fonte pagadora do mutuário é capaz de
aferir se os descontos incidentes sobre os seus vencimentos ultrapassam o
patamar de 30% (trinta por cento) admitido pela jurisprudência. Aqui, a
fonte pagadora é o Estado do Rio de Janeiro. 2. Assim, quem detém o
controle dos descontos em folha de pagamento deve figurar no polo
passivo da demanda que busca assegurar a limitação da margem
consignável. Precedentes do STJ. 3. O ordenamento processual vigente
franqueia ao julgador o reconhecimento da ilegitimidade ad causam e a
consequente extinção do feito, mesmo que ainda não citado o réu. 4.
Outrossim, a Teoria da Asserção admite o reconhecimento sumário da
carência de ação, caso vislumbre, de plano, a ausência de uma de suas
condições. 5. Nesse passo, deve ser reconhecida a ilegitimidade
passiva das instituições financeiras rés para a limitação da margem
consignável em 30%. 6. Por derradeiro, em sendo extinta a demanda
sem análise de mérito, por força do princípio da causalidade, deve a parte
autora arcar com o pagamento das despesas processuais e honorários de
advogado, que, de acordo com a dicção do artigo 20, §4º, do Código de
Processo Civil, devem ser fixados em R$ 500,00 (quinhentos reais), diante
da diminuta complexidade da demanda, observando-se, contudo, o disposto
no artigo 12, da Lei 1.060/50, diante da gratuidade de justiça deferida. 7.
DECISÃO QUE SE REFORMA, DE OFÍCIO, PARA EXTINGUIR O FEITO, SEM
RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM BASE NO ARTIGO 267, INCISO VI, DO CPC.
8. AGRAVO DE INSTRUMENTO A QUE SE NEGA CONHECIMENTO. (TJRJ -
0027138-78.2016.8.19.0000 - AGRAVO DE INSTRUMENTO Des. JUAREZ
FERNANDES FOLHES - Julgamento: 20/07/2016 – Publicação 22/07/2016 -
DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL) (grifos nossos)

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772281 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316065872100000118443600
A presença da fonte pagadora no polo passivo é imprescindível, pois é ela quem administra e
gerencia a folha de pagamento, quer prestando informações às instituições financeiras a
respeito da capacidade de endividamento consignável, quer efetivando os descontos no
pagamento do consignado, quer, finalmente, repassando os valores correspondentes às parcelas
do empréstimo às instituições financeiras.

Nesse sentido a norma do art. 3º, I a III e §4º e do art. 5º caput, da Lei nº 10.820/2003, que
dispõe sobre a autorização para desconto de prestações em folha de pagamento e as obrigações
da fonte pagadora:

Art. 3º Para os fins desta Lei, são obrigações do empregador:


I - prestar ao empregado e à instituição consignatária, mediante solicitação
formal do primeiro, as informações necessárias para a contratação da
operação de crédito ou arrendamento mercantil;
II - tornar disponíveis aos empregados, bem como às respectivas entidades
sindicais que as solicitem, as informações referentes aos custos referidos no
§ 2º;
III - efetuar os descontos autorizados pelo empregado, inclusive sobre as
verbas rescisórias, e repassar o valor à instituição consignatária na forma e
no prazo previstos em regulamento.
(...)
§ 4º Os descontos autorizados na forma desta Lei e seu regulamento terão
preferência sobre outros descontos da mesma natureza que venham a ser
autorizados posteriormente.
Art. 5º. O empregador será o responsável pelas informações prestadas, pelo
desconto dos valores devidos e pelo seu repasse às instituições
consignatárias, que deverá ser realizado até o quinto dia útil após a data de
pagamento ao mutuário de sua remuneração disponível.(Redação dada pela
Lei nº 13.097, de 2015)

Dessa forma, tratando-se de obrigação do órgão pagador, não é possível exigir da instituição
financeira o controle mensal da margem consignável da folha do devedor, eis que não tem
qualquer ingerência sobre tal conduta. Portanto, não há qualquer ilícito perpetrado pela parte ré
na cobrança das parcelas pelo valor ajustado, evidenciando-se a ilegitimidade passiva
desta instituição financeira.

Com efeito, de acordo com o entendimento sedimentado no E. Superior Tribunal de Justiça,


somente a fonte pagadora pode exercer o controle da limitação dos descontos provenientes de
empréstimos consignados em folha de pagamento, vejamos:

APELAÇÃO CÍVEL. PEDIDO DE LIMITAÇÃO DOS VALORES DOS DESCONTOS


DE EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS. INDEFERIMENTO DA INICIAL.
ILEGITIMIDADE PASSIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. Sentença que
indeferiu a inicial ao reconhecer a manifesta ilegitimidade passiva
do banco Réu para compor lide que discute a limitação de descontos
de empréstimo consignado. A legitimidade das fontes pagadoras
para figurar no polo passivo de Demandas como está já está sendo
reconhecida pelo Superior Tribunal de Justiça. NEGADO SEGUIMENTO
AO RECURSO. (AC 0010115-24.2013.8.19.0001, DES. LEILA ALBUQUERQUE
- Julgamento: 15/05/2013, publicação 16/05/2013, 18ª CC)

Diante do exposto, requer seja esta parte ré excluída imediatamente da lide, por ser parte
ilegítima, e por conseguinte, a consequente extinção do feito sem exame do mérito em face
desta parte ré, com fulcro na norma do art. 485, VI, CPC.

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DO INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL POR INÉPCIA- NÃO
COMPROVAÇÃO DE FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO.

Ao postular em juízo, deve a parte autora narrar, com clareza, os fatos que embasam sua
pretensão, impondo ainda as normas dos Arts. 322 e Art. 324 do CPC, que os pedidos sejam
certos e determinados, ou seja, permitindo a identificação do bem da vida pretendido (an
debeatur), com a indicação da respectiva quantidade (quantum debeatur).

Desse modo, obrigada está a parte autora a indicar quais são os fatos e fundamentos jurídicos
em que se embasam o pedido e a ligação deles com a parte contrária, formando um dos
elementos identificadores da ação, a causa de pedir.

Este requisito vincula o julgamento (Teoria da Substanciação) e permite o exercício do


contraditório, garantia prevista na norma do Art. 5º, inciso LX, da Constituição da República.

Entretanto, no presente caso, verifica-se que inexiste qualquer caracterização de falha ou má


prestação nos serviços por parte da ré.

Em outras palavras, contrariando o imperativo supramencionado, a parte autora sustenta que


teria havido falha na prestação de serviços pela parte ré, sem demonstrar efetivamente tal
suposição. Não restando, pois, caracterizada nenhuma ilegalidade ou falha na prestação de
serviços pela parte ré, que sempre vem agindo de forma legítima em observância aos preceitos
legais, imperioso se faz o reconhecimento da inépcia da inicial.

Sobre o tema, oportuno citar o que orienta pacífica jurisprudência nacional. Vejamos:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - CUMPRIMENTO DE SENTENÇA -


INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL - INÉPCIA - AUSÊNCIA DE
APRESENTAÇÃO DE CAUSA DE PEDIR PRÓXIMA - RECURSO AO QUAL
SE NEGA PROVIMENTO. 1. Na peça inaugural o autor deve justificar
o seu pleito com razões fático-jurídicas, ou seja, um fato essencial
do qual decorre a consequência jurídica pretendida em juízo,
separando-se a "causa de pedir" em remota e próxima: a primeira a
causa aquisitiva do direito, ao passo que a segunda seria a ameaça
ao direito, a qual se pretende evitar. 2. Nos termos do art. 330, § 1º,
inciso I, do CPC, considera-se como inepta a petição inicial quando
ausente a causa de pedir, de forma que, uma vez constatada deve o
feito ser extinto, sem resolução do mérito, nos termos do art. 485,
inciso I, do CPC. (TJ-MG - AC: 10000190062851001 MG, Relator: Lailson
Braga Baeta Neves (JD Convocado), Data de Julgamento: 09/04/2019, Data
de Publicação: 15/04/2019) (Destacamos)

Diante do exposto, nos termos dos fundamentos supracitados, requer seja reconhecida
a ausência de um dos elementos da ação, qual seja a causa de pedir, com o consequente
indeferimento da petição inicial, por inépcia, em conformidade com o disposto na norma do
Art. 330, §1º, inciso I do CPC, extinguindo-se feito, portanto, sem resolução do mérito, nos
termos do que preceitua a norma do Art. 485, incisos I e IV, ambos do CPC.

NO MÉRITO

DA AUSÊNCIA DOS REQUISITOS PARA CONCESSÃO DE TUTELA DE


URGÊNCIA

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A parte autora pretende a concessão da tutela provisória de urgência para para que seja
cancelada a inscrição do CPF do requerente, referente ao contrato de empréstimo consignado nº
844457243 do cadastro de maus pagadores, bem como que parcela referente ao referido
contrato, no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa e três centavos),
descontada diretamente pela fonte pagadora do requerente, seja destinada ao pagamento das
parcelas do empréstimo consignado que estão a vencer..

Contudo, tal pedido não pode ser atendido, eis que não preenchidos os requisitos dispostos na
norma do artigo 300 do Código de Processo Civil, senão vejamos:

Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que
evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao
resultado útil do processo.

Consubstanciado na norma supracitada fica claro que para a concessão da tutela de urgência,
necessário se faz a demonstração da probabilidade do direito, do perigo de dano ou, ainda, o
comprometimento da utilidade do resultado final do processo. A carência de um desses
requisitos resulta no indeferimento da tutela.

No caso em comento, pela simples leitura da petição inicial e pelos documentos juntados aos
autos, observa-se que a parte autora não conseguiu comprovar a probabilidade do suposto
direito, tampouco qualquer risco de dano caso tenha que aguardar o provimento jurisdicional
final.

É sedimentado nos tribunais pátrios que não deve ser concedida a tutela provisória de urgência
quando ausente qualquer dos elementos do art. 300 do CPC, in verbis:

EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA.


ART. 300 CPC/15. REQUISITOS NÃO COMPROVADOS. DECISÃO MANTIDA.
Para a concessão da tutela provisória de urgência, necessário que a
parte comprove a probabilidade do direito reclamado, aliado ao
perigo de dano, requisitos exigidos pelo artigo 300, CPC/15.
Ausentes os requisitos legais, deve ser indeferida a tutela de
urgência.(TJ-MG - AI: 10000190495374001 MG, Relator: Luiz Artur Hilário,
Data de Julgamento: 02/02/0020, Data de Publicação: 10/02/2020)

PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. TUTELA PROVISÓRIA DE


URGÊNCIA. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS DO ART. 300 DO CPC.
INDEFERIMENTO. 1. A concessão da tutela de urgência, por configurar
exceção à regra da cognição exauriente e ao contraditório,
condiciona-se à existência de elementos que evidenciem a
probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado
útil do processo, na forma prescrita no artigo 300 do CPC. 2.
Ausentes os requisitos do art. 300 do CPC, não há que se falar na
concessão da liminar postulada. 3. Recurso não provido.(TJ-DF
07214165020198070000 DF 0721416-50.2019.8.07.0000, Relator: MARIO-
ZAM BELMIRO, Data de Julgamento: 19/02/2020, 8ª Turma Cível, Data de
Publicação: Publicado no DJE : 16/03/2020 . Pág.: Sem Página Cadastrada.)

EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE RESCISÃO CONTRATUAL -


TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA - REQUISITOS DO ART. 300 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL - AUSÊNCIA. Nos termos do art. 300 do

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novo Código de Processo Civil a tutela de urgência será concedida
quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito
e o perigo de dano ou o risco de resultado útil do processo. Ausentes
os requisitos da probabilidade do direito e/ou o perigo de dano ou o
risco ao resultado útil do processo, deve ser negada a tutela de
urgência em caráter antecipatório.(TJ-MG - AI: 10000190735191001
MG, Relator: Mônica Libânio, Data de Julgamento: 14/10/0019, Data de
Publicação: 16/10/2019).

Isto posto, imperioso o indeferimento da tutela pretendida no caso dos autos, eis que ausentes
os elementos para a sua concessão.
DO EXERCÍCIO REGULAR DO DIREITO DO CREDOR. INCLUSÃO
DEVIDA

A parte Autora pleiteia a exclusão/abstenção da inscrição de seus dados nos cadastros


restritivos de crédito.

Entretanto, não merece ser acolhido tal pedido, pois se trata de exercício regular de direito da
parte Ré, tendo em vista a inadimplência do débito.

Certo é que os órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e SERASA, por exemplo, têm o
condão e a função de evitar prejuízos à economia nacional, sendo de fundamental importância
regularidade de concessão de crédito e de todas as operações financeiras realizadas atualmente.

De outro lado, jamais poderá ser tolhido o direito líquido e certo do credor de solicitar a
inscrição dos nomes daqueles que se encontram em mora com o cumprimento das obrigações
contratuais assumidas. Em contrapartida, naturalmente, o devedor em mora deverá assumir o
ônus de sua inadimplência.

A inscrição do nome do devedor no cadastro de inadimplentes permite que o fato enquadrável


como inadimplemento ou mau adimplemento possa ser considerado em outras operações
bancárias.

É nesse ponto que incorrem em relevante erro de perspectiva aqueles que partem da premissa
de que a abstenção/o cancelamento da inscrição do devedor nos cadastros da SERASA ou
instituições congêneres não acarreta prejuízo algum ao credor. Em tal caso concreto, existe a
possibilidade de que não haja prejuízo. Porém, gera-se prejuízo ao sistema do crédito como um
todo, posto que, se tal posicionamento é amplamente adotado, principalmente com a amplitude
e benevolência de que se revestem alguns julgados, os cadastros tornar-se-ão amplamente
defectivos e ineficientes. De tal maneira, devedores insolventes, sem condições de honrar seus
compromissos atuais ou futuros, continuarão a receber novos créditos, com manifesto prejuízo
ao sistema creditício como um todo.

Além do mais, o perigo do não cadastramento do devedor em tais órgãos torna-se patente na
medida em que aumenta o número de inadimplências, o que efetivamente coloca em risco a
atividade bancária e comercial, exigindo cada vez mais um rígido controle e cuidado na
concessão de novos créditos.

Destarte, não há razão para o acatamento do pleito da parte Autora, sendo a inscrição cadastral
devida, conforme demonstrado nos autos.
DA IMPOSSIBILIDADE DE CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO DE FAZER

Pretende a parte autora seja a parte ré condenada no cumprimento da obrigação de fazer,


consistente em 111111.

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Todavia tal tal pretensão não pode ser acolhida, uma vez que 111111111111.

Importante frisar ainda que preceitua a norma do inciso II do Art. 5º da Constituição da


República, que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão
em virtude de lei”.

Assim sendo, no âmbito privado impera o princípio da autonomia vontade das partes, devendo
prevalecer, portanto, o pactuado.

Diante do exposto, nos termos dos fundamentos supracitados, requer seja julgada
improcedente a pretensão da parte autora, tendo em vista a ilegalidade da medida pleiteada,
aliada a impossibilidade de cumprimento da mesma.

DA CULPA DE TERCEIRO

Ainda que se entenda que a lide deva ser vista sob a ótica da responsabilidade objetiva, o que
se admite ad argumentadum tantum, nos termos da documentação acostada e alegações do
Autor/Requerente, houve, por parte do “Convenente”, o desconto em sua folha de pagamento,
entretanto não houve o repasse à ora Requerida (vide documento que demonstra a ausência do
repasse), ato que está em descompasso com a legislação e disposições contratuais
aplicáveis/vigentes. Senão, vejamos (modelo de contrato em anexo):

Disposições Contratuais
CLÁUSULA QUINTA - DAS PARTES
(...)
Ajustam o presente Contrato, para concessão de crédito com desconto das
prestações decorrentes em folha de pagamento junto à empresa
Empregadora, indicada na CLÁUSULA TERCEIRA deste Contrato, mediante
os termos e condições especificados neste Contrato assinado entre o
EMPREGADOR, o DEVEDOR e a CAIXA, com a aplicação das condições
estipuladas na Lei nº 10.820, de 17 de dezembro de 2003, regulamentada
pelo Decreto nº 4.840, de 17 de setembro de 2003, que reciprocamente
aceitam.
CLÁUSULA SÉTIMA
(...)
Parágrafo Terceiro - O(A) DEVEDOR(A) desde já autoriza, em caráter
irrevogável, o EMPREGADOR a descontar em folha de pagamento as
prestações decorrentes do presente Contrato.

A norma do art. 7º do Decreto n.º 4.480/2003 abaixo transcrito, bem como a norma dos arts.
3º e 5º da Lei 10.820/03, dispõem além da obrigação de efetuar os descontos e repasses, a
possibilidade de sua responsabilização:

Disposição Legal
Art. 7o O empregador, salvo disposição contratual em sentido contrário, não
será corresponsável pelo pagamento dos empréstimos, financiamentos ou
arrendamentos concedidos aos mutuários, mas responderá sempre, como
devedor principal e solidário, perante a instituição consignatária, por valores
a ela devidos, em razão de contratações por ele confirmadas na forma deste
Decreto, que deixarem, por sua falha ou culpa, de serem retidos ou
repassados.

Art. 3o Para os fins desta Lei, são obrigações do empregador:

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III - efetuar os descontos autorizados pelo empregado em folha de
pagamento e repassar o valor à instituição consignatária na forma e no
prazo previstos em regulamento.

Art. 5o O empregador será o responsável pelas informações prestadas, pela


retenção dos valores devidos e pelo repasse às instituições consignatárias, o
qual deverá ser realizado até o quinto dia útil após a data de pagamento, ao
mutuário, de sua remuneração mensal.
§ 1o O empregador, salvo disposição contratual em sentido contrário, não
será co-responsável pelo pagamento dos empréstimos, financiamentos e
arrendamentos concedidos aos mutuários, mas responderá sempre, como
devedor principal e solidário, perante a instituição consignatária, por valores
a ela devidos, em razão de contratações por ele confirmadas na forma desta
Lei e seu regulamento, que deixarem, por sua falha ou culpa, de serem
retidos ou repassados.

Inconteste, portanto, a culpa exclusiva na ação/omissão do terceiro envolvido na relação


contratual, óbice intransponível ao deferimento do pleito.
DA NOTIFICAÇÃO – CULPA EXCLUSIVA DA VÍTIMA

Douto julgador, ainda que a presunção de atuação com base no princípio da boa-fé e
disposições contratuais sejam, ao nosso alvedrio, suficientes para nortear os atos sucessivos por
parte desta parte ré, qual seja, o de ter o tomador como inadimplente com consequente
inscrição nos cadastros restritivos, o tomador, ora parte autora, foi devidamente notificada da
ausência do repasse.

O documento foi expedido por esta empresa pública no dia @Data, postado e recebido,
conforme se pode constatar no documento em apenso.

Resta cristalino que a parte autora agiu de forma negligente e imprudente (culpa) ao não
procurar a agência bancária para informar que a parcela já havia sido descontada de sua
remuneração conforme disposição contratual, especificamente disposta no Parágrafo Terceiro da
CLÁUSULA NONA que, permissa venia, transcrevemos:

Parágrafo Terceiro - Havendo o desconto da prestação e não ocorrendo o


repasse pelo EMPREGADOR, o (a) DEVEDOR(A), após devidamente
notificado pela CAIXA acerca da ausência de repasse, deverá comprovar, no
prazo de 15 (quinze) dias corridos, o desconto referente à prestação mensal
do empréstimo não repassada à CAIXA, a fim de evitar que seu nome seja
incluído nos cadastros restritivos por esta razão.

O fato determinante é que a parte autora poderia ter agido e evitado a fatídica inscrição se
agisse com a diligência típica do homem médio. Pensamento diverso faria com que a parte
autora se beneficiasse da própria torpeza, situação rechaçada pelo direito brasileiro.

É com base nessa lógica contratual, a pré-definição das obrigações de cada componente, que a
Turma Nacional de Uniformização (TNU) entendeu que, havendo a notificação, a inscrição seria
legal, é o que se extrai da seguinte UNIFICAÇÃO:

PROCESSO - PEDILEF 200435007007128 RECURSO CÍVEL Relator(a) Juíza


MARIA MAURA MARTINS MORAES TAYER Sigla do órgão TNU Órgão julgador
Turma Nacional de Uniformização Decisão VISTOS, relatados e discutidos os
autos, à unanimidade, ACORDAM os Juízes da Turma Recursal dos Juizados
Especiais Federais da Seção Judiciária do Estado de Goiás em DAR PARCIAL
PROVIMENTO AO RECURSO, nos termos do voto da Juíza-Relatora. Além da

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Signatária, participaram do julgamento os Excelentíssimos Senhores Juíza
IONILDA MARIA CARNEIRO PIRES e Juiz EULER DE ALMEIDA SILVA JÚNIOR,
Membros da Turma Recursal. Goiânia, 06 de abril de 2004. Juíza MARIA
MAURA MARTINS MORAES TAYER Relatora Ementa PROCESSUAL CIVIL.
CIVIL. INDENIZAÇÃO. DANOS MORAIS. 1. Excede os limites da demanda a
sentença que, sem pedido, anula cláusulas contratuais (art. 461, CPC). 2. A
jurisprudência dos tribunais já se tranquilizou no sentido de que o registro
indevido de débito em entidades de proteção ao crédito gera a obrigação de
indenizar pelos danos morais (Processo nº 200301475395, Rel. Antônio de
Pádua Ribeiro, STJ - Superior Tribunal de Justiça, DJ -25.02.2004). 3.
Recurso provido em parte. Data da Decisão 06/04/2004 Objeto do Processo
Registro indevido de débito em entidades de proteção ao crédito gera a
obrigação de indenizar pelos danos morais Inteiro Teor Recurso Cível JEF nº
2004.35.00.700712-8 Origem: 3º JEF - 2003.35.00.701082-1 Classe:
70111 Relatora: Juíza MARIA MAURA MARTINS MORAES TAYER Secretário:
ROGÉRIO MAGNO DA COSTA Recorrente: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Advogado: TADEU FERNANDO DE A. PIMENTEL - OAB/GO nº 5193
Recorrido: ALCINO CAETANO DE SOUZA Advogado: DKENIA ROSA PENA -
OAB/GO nº 17.216 I - RELATÓRIO Cuida-se de recurso interposto pela Caixa
Econômica Federal da sentença que declarou nula cláusula contratual,
determinou a exclusão de registro no SPC e condenou a Caixa Econômica
Federal a pagar indenização por danos morais. Sustenta a Recorrente que a
inscrição do débito no SERASA deu-se em vista de inadimplemento da
obrigação de pagar parcelas de contrato de empréstimo. Continua
argumentando que o fato de prever o contrato de mútuo o pagamento
mediante consignação em folha de pagamento, não desobriga o Recorrido
de realizar o pagamento quando não há o efetivo repasse pelo Poder
Público, como ocorreu no caso dos autos. Sustenta que a sentença deve ser
reformada uma vez que a inscrição do débito representa exercício regular de
direito. O Recorrido apresentou contrarrazões, pugnando pela manutenção
da sentença. II - VOTO: De início, verifica-se que não formulou o Recorrido
pedido no sentido de declarar a nulidade de cláusula contratual. A sentença,
assim, decidiu ultra petita, devendo ser o dispositivo reduzido aos limites do
pedido. A Recorrente procedeu realmente ao registro no SERASA do débito
relativo às parcelas do contrato de empréstimo vencidas no período de 30
de outubro a 30 de dezembro de 2002. O contrato prevê que o pagamento
das parcelas do mútuo seja realizado mediante desconto em folha e que,
não ocorrendo o repasse no prazo de dez dias, o devedor fica obrigado a
efetuar o pagamento (contrato de fls. 41). No caso, os descontos foram
realizados pelo órgão público, não havendo, entretanto, repasse dos valores
à credora (fls. 11 e 50). Não vejo como abusivas as cláusulas contratuais
relativamente à obrigação de o devedor realizar o pagamento em caso de
falta de repasse dos valores à Credora. O desconto em folha é mera forma
de pagamento, que não afasta a responsabilidade do devedor se por
qualquer motivo não é efetivamente realizado. Isto não significa, entretanto,
que o registro do débito no SERASA possa ser considerado correto. Com
efeito, o Recorrido firmou contrato no sentido de que o pagamento deveria
ser realizado prioritariamente por meio de desconto em folha e tinha
conhecimento de que havia problema unicamente com o repasse dos valores
pelo órgão público, tanto que encaminhou correspondência nesse sentido ao
Superintendente do Tesouro Estadual (fls.50). Assim, sem a prova de que o
Recorrido tinha ciência do atraso no repasse dos valores não poderia a
Recorrente imputar-lhe a mora. Isto quer significar que antes da efetiva
comunicação ao Recorrido a respeito da falta de pagamento, não poderia ter
a Recorrente encaminhado o débito para registro no SERASA. No caso, não
há prova de que essa comunicação tenha sido efetivamente realizada, não
havendo nem mesmo prova de que tenha sido expedida correspondência a

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respeito pela Recorrente. Ganha relevância, assim, a afirmação feita pelo
Recorrido por ocasião da audiência de conciliação, no sentido de que
somente tomou conhecimento do fato por meio de comunicação realizada
pelo SERASA. A jurisprudência já se tranquilizou no sentido de que o
registro indevido em entidades de proteção ao crédito gera a obrigação de
indenizar pelos danos morais (Processo nº 200301475395, Rel. Antônio de
Pádua Ribeiro, STJ-Superior Tribunal de Justiça, DJ -25.02.2004). O valor da
indenização foi bem fixado pelo juiz a quo não tendo sido impugnado no
recurso. Isto posto, dou parcial provimento ao recurso apenas para excluir
do dispositivo da sentença a anulação das cláusulas contratuais, mantendo,
no mais, a douta sentença pelos fundamentos aqui expressos. Condeno a
Recorrente no pagamento das custas e honorários advocatícios, que fixo no
valor de R$ 200,00(duzentos reais) (art.55, da Lei 9.099/95.). É o voto
(grifamos)

Muito embora tenha a parte autora colacionado aos autos os seus contra-cheques,
demonstrando que houve o débito em folha de pagamento, o extrato de pagamento da
convenente pode demonstrar que no sistema de pagamento da CAIXA existem parcelas em
atraso (doc. acostado), demonstrando à parte ré o efetivo inadimplemento da parte autora.

A inscrição nos cadastros de restrição de crédito dos clientes inadimplentes se configura como
ato legítimo da credora, de modo que, estando a parte autora em situação de inadimplência nos
cadastros da CAIXA, esta última tem o direito de inscrevê-la nos bancos de dados do
SPC/SERASA.

Há presunção de lesão e consequentemente direito à indenização àquele que tiver o direito ao


crédito indevidamente restringido, mas esta premissa não pode imputar à CAIXA a
responsabilidade pela indevida inscrição.

Isso porque não foi o ato da inscrição que deu azo ao dano, mas sim àquele que,
desencadeando uma cadeia de atos posteriores, culminou com a inscrição, qual seja, a ausência
do repasse e a ausência de atendimento à notificação.

Não é sem propósito que a doutrina, jurisprudência e lei preveem como excludente a culpa
exclusiva do consumidor ou de terceiros:

Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da


existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores
por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações
insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.
§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:
II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.

Sílvio de Salvo Venosa (VENOSA, Sílvio de Salvo, Direito Civil: Responsabilidade Civil, Vol. IV,
3ª ed., 2003, São Paulo, Ed. Atlas) expõe que:

"são excludentes de responsabilidade, que impedem que se concretize o


nexo causal, a culpa da vítima, o fato de terceiro, o caso fortuito e a força
maior e, no campo contratual, a cláusula de não indenizar."

Ante o exposto, deve ser indeferido o pedido autoral.


DA INEXISTÊNCIA DE DANO MATERIAL

A parte contrária pleiteia pelo reconhecimento da responsabilidade desta parte no tocante ao


pagamento de indenização correspondente aos supostos danos materiais sofridos.

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Faz-se imprescindível ressaltar que esta parte não praticou qualquer conduta indevida, não
sendo cabível a restituição de quaisquer valores, bem como que não há, no caso dos autos,
falha do serviço apta a ensejar indenização por danos materiais.

Assim, indevida a pretensão da parte contrária de restituição de valores a título de danos


materiais, por ausência de previsão legal, o que importaria em enriquecimento ilícito.

De acordo com a legislação vigente, o dano não pode ser presumido, devendo ser
comprovado, nos termos das normas dos Arts. 186, 187 e 927, do Código Civil, recaindo o ônus
probatório sobre a parte autora, conforme fixado na norma do Art. 373 do CPC.

A parte autora sustentou ter sofrido um prejuízo material de R$ 40.384,78, em razão de uma
suposta prática ilícita da parte ré , contudo nos autos não há qualquer prova que corrobore com
o suposto dano material, muito menos com a alegação de falha na prestação de serviço.

Ademais para que haja o dever de indenizar, mister se faz a existência conjunta dos três
elementos: ato ilícito, dano e nexo causal entre ambos. Ausente qualquer deles, não pode ser
acolhido o pleito indenizatório.

Na hipótese dos autos nenhum dos elementos encontram-se presentes, na medida em que não
há comprovação do suposto dano; não há ato ilícito a ser imputado a parte ré e igualmente
inexiste nexo causal, considerando que os atos causadores do suposto dano não
decorreram de ação ou omissão da parte ré, mas sim da falta de zelo da parte autora.

Por fim, ainda que se conclua pela existência de dano, indubitável a ausência de nexo causal,
vez que a responsabilidade pelos fatos narrados é exclusiva da parte autora.

Diante do exposto pugna a parte ré pela total improcedente dos pedidos autorais.
NÃO CABIMENTO DE REPETIÇÃO DO INDÉBITO

O Autor pretende a restituição de valores supostamente cobrados de forma imprópria segundo a


sua alegação, aqui impugnada. Entretanto, a restituição só é cabível quanto provada que a
cobrança tenha sido indevida, o que não é o caso dos autos.

Os pagamentos efetivados decorreram de obrigação preexistente, amparada na lei e por livre


vontade das partes. Os valores cobrados são legais e devidos, afastando assim, qualquer
possibilidade de restituição.

Ainda que houvesse valor a devolver ao Autor, o que se admite apenas a título de
argumentação, referida importância, em hipótese alguma, deveria ser restituída, mas sim
utilizada para abater parte da dívida, compensando-a na forma do art. 368 e seguintes do
Código Civil. Portanto, não há que se falar em restituição de valores.

DOS DANOS MATERIAIS - INCIDÊNCIA DE JUROS DE MORA A


PARTIR DA CITAÇÃO.

Ad argumentandum, acaso este douto juízo entenda pela condenação da parte ré ao pagamento
de indenização por danos materiais, pugna sejam os juros de mora arbitrados a partir da data
da citação.

Sobre o tema, oportuno citar o que preceitua a norma do Art. 240 do CPC. Vejamos:

Art. 240. A citação válida, ainda quando ordenada por juízo

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incompetente, induz litispendência, torna litigiosa a coisa e constitui
em mora o devedor, ressalvado o disposto nos arts. 397 e 398 da Lei
nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil) . (Destacamos)

Importante frisar ainda que, debruçando sobre caso semelhante, a jurisprudência do STJ se
consolidou no sentido de que, nos casos de responsabilidade contratual em que a obrigação é
líquida, os juros de mora fluem desde a data da citação, nos termos da norma do Art. 405 do
Código [Link]:

Art. 405. Contam-se os juros de mora desde a citação


inicial.(Destacamos)

Em consonância com os argumentos supracitados, é o entendimento pacífico da jurisprudência


nacional. Vejamos:

APELAÇÃO CÍVEL. PRELIMINAR DE INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA. REJEIÇÃO.


DENUNCIAÇÃO DA LIDE. DESCABIMENTO. ALEGAÇÃO DE FALTA DE
INTERESSE PROCESSUAL E INADEQUAÇÃO DO RITO. REJEIÇÃO. MÉRITO.
DECADÊNCIA. DESCABIMENTO. PRETENSÃO INDENIZATÓRIA. PRESCRIÇÃO.
PRAZO DECENAL. MANDATO. REALIZAÇÃO DE ACORDO SUPOSTAMENTE
PREJUDICIAL À PARTE NO CURSO DE DEMANDA JUDICIAL. EVIDENCIADO
PREJUÍZO NO CASO CONCRETO. PROCEDÊNCIA DA DEMANDA. TERMO
INICIAL E FINAL DOS JUROS DE MORA E DA CORREÇÃO
MONETÁRIA. FIXAÇÃO DOS JUROS DE MORA A PARTIR DA CITAÇÃO
PARA OS DANOS MATERIAIS. DANOS MORAIS. CONFIGURADOS.
HONORÁRIOS CONTRATUAIS. AUTORIZADO O ABATIMENTO. DERAM
PARCIAL PROVIMENTO AOS APELOS. UNÂNIME. (TJRS - Apelação Cível Nº
70070335021, Décima Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS,
Relator: Paulo Sérgio Scarparo, Julgado em 01/09/2016). (Destacamos)

APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO COMINATÓRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C


DANOS MORAIS E MATERIAIS - VEÍCULO SINISTRADO - ATRASO NO
CONSERTO - DANO MORAL - AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO - MERO
ABORRECIMENTO - JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA - TERMO
INICIAL - RESPONSABILIDADE CONTRATUAL. - Incumbe à parte autora o
ônus de comprovar os prejuízos que alega ter sofrido, e sua extensão, nos
termos do art. 373 do CPC. - Não obstante o aborrecimento inerente ao
atraso para o reparo e conserto do veículo, tal situação não passou de um
mero aborrecimento. - Não tendo sido suficientemente comprovados os
danos morais sofridos pelos autores, não há como impor à parte ré a
condenação ao pagamento da indenização pretendida. - Com relação aos
juros de mora, por se tratar de relação contratual, eles incidem
desde a citação, conforme disposição do art. 240 do CPC. - A correção
monetária do valor da indenização, em casos como o dos autos, deve se dar
a partir da publicação da decisão que fixou a indenização em definitivo.
(TJMG - Apelação Cível 1.0145.14.029569-5/001, Relator(a): Des.(a)
Pedro Aleixo , 16ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 09/05/2018, publicação
da súmula em 18/05/2018). (Destacamos)

Diante do exposto, nos termos dos fundamentos supracitados, em atendimento ao princípio da


eventualidade, acaso este juízo entenda pela condenação da parte ré ao pagamento de
indenização por danos materiais, requer sejam os juros moratórios fixados a partir da data da
citação.

DA AUSÊNCIA DOS REQUISITOS CARACTERIZADORES DA

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RESPONSABILIDADE CIVIL

Não há que se falar em ato ilícito que justifique o dever de indenizar.

Como é sabido, para que a indenização por danos morais seja cabível, é necessária a presença
de três requisitos: ato ilícito, dano moral e nexo causal. Uma vez ausente qualquer destes
requisitos, não se pode acolher o pleito indenizatório.

A norma do art. 927 do CC/02 é expressa:

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar danos a
outrem, fica obrigado a repará-lo.

De qualquer ângulo, não é possível imputar a esta parte a responsabilidade civil que enseje
indenização por danos morais.

Da ausência de ato ilícito

Restou amplamente demonstrado que esta parte não praticou qualquer conduta ilícita capaz de
gerar o dever de indenizar. Ademais, sequer restou demonstrado qualquer prejuízo efetivo na
esfera moral ou patrimonial da parte contrária.

Assim, inexistente o ato ilícito, não há que se falar em responsabilidade civil, descaracterizando,
assim, o dever de indenizar.

Da ausência de comprovação do dano

Para que se configure a conduta ensejadora do ato ilícito, necessária é a comprovação efetiva
da existência do dano, ou seja, a violação psicológica ou não material sofrida pela parte que
alega o dano, entre os outros pressupostos, para que surja, em seu favor, o direito à
indenização pretendida. Isso por se tratarem de fatos constitutivos, assim entendidos como
aqueles dos quais emanam as consequências jurídicas postuladas.

Sendo assim, conforme ficou demonstrado e com fundamento no art. 188, I, do Código Civil,
em todo momento, esta parte atuou pautada no exercício regular de seu direito.

Em razão disso, embora não se tenha verificado qualquer constrangimento ou dor psíquica
capaz de ensejar a condenação à reparação pelos danos morais, por se tratar de atuação em
exercício regular do direito, mesmo que houvesse, não geraria a obrigação de indenizar.

Outrossim, quanto à indispensável comprovação do dano, nota-se que a parte contrária não
cuidou de demonstrá-lo. Sem a prova do dano, não há responsabilidade civil, uma vez que
inexiste repercussão na órbita patrimonial ou extrapatrimonial.

Com efeito, somente se verifica a lesão imaterial da personalidade quando se afeta gravemente
a reputação da vítima perante a sociedade, cabendo a quem requerer a reparação demonstrar a
intensidade destas repercussões.

Atualmente, não mais se veicula o entendimento de que o prejuízo de esfera extrapatrimonial


seja cunhado a partir de sentimentos subjetivos. A ofensa moral é entendida, também, como
sendo uma afronta a um dos direitos da personalidade, previstos nas normas dos artigos 11 a
21 do Código Civil.

Repise-se que reiterados julgados do e. STJ não reconhecem a ofensa moral tão somente como
atos que causem vexame, humilhação e/ou constrangimento, mas, além disso, acrescentam a

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real necessidade de atos desta natureza atingirem a seara dos direitos da personalidade da
pessoa humana. Nosso ordenamento filiou-se à inteligência do instituto como sendo destinado
somente à reparação civil.

Ora, meros dissabores, aborrecimentos, contrariedades, irritação ou sensibilidade exacerbada


estão fora da órbita do dano moral porque não têm o condão de violar o estado psíquico de uma
pessoa. Tais fatos fazem parte da vida e, por serem apenas desagradáveis, não são
caracterizadores da responsabilidade civil.

Assim, não se pode, sob pena de vulgarizarem-se tais valores (moral, honra, dignidade) e
colocar em risco a eficácia daquele instituto (indenização), entender como dano moral todo e
qualquer fato ocorrido na vida cotidiana que seja capaz de provocar desagrado, desconforto ou
indignação.

Dessa forma, tem-se que não restaram comprovadas as alegações quanto à existência dos
danos morais, conforme lhe competia, a teor da norma do artigo 373, I, do CPC e, como sabido,
allegatio et non probati quasi non allegatio, restando claro a ocorrência de mero aborrecimento
que não gera o dever de indenizar.

Da ausência do nexo de causalidade

Por fim, ainda que se conclua pela existência de dano, indubitável a ausência de nexo causal,
uma vez que não há qualquer conduta que tenha contribuído para o evento subjacente.

Desse modo, totalmente infundada e absurda a pretensão, visto que traz alegações genéricas e
sem qualquer base probatória.

Por absoluta falta de amparo legal, deve ser o pedido julgado improcedente, já que, além de
não ter esta parte cometido conduta geradora do dever de indenizar, também não houve
qualquer dano de natureza moral que possa redundar em indenização, quanto menos se
verifica, no caso dos autos, nexo de causalidade.

Ad argumentandum, caso este d. juízo entenda cabível a indenização pleiteada, é dever debater
sobre o arbitramento de uma possível e injusta condenação para pagamento de indenização por
danos morais.

Ora, é sabido que a indenização por danos morais não pode dar ensejo ao enriquecimento ilícito
da parte que a pleiteia, devendo ser arbitrada em valor condizente ao caso em concreto e à
condição econômica das partes, sendo incabível e desproporcional a quantia de R$ 20.000,00
pleiteada nos autos.

Desse modo, pugna-se pelo arbitramento da quantia indenizatória com respeito aos princípios
da razoabilidade e proporcionalidade.

DA RAZOABILIDADE NO ARBITRAMENTO DA INDENIZAÇÃO POR


DANOS MORAIS

Caso este douto juízo entenda pela condenação da parte ré ao pagamento de indenização por
danos morais, o quantum atribuído deverá proporcional, pois o valor arbitrado não deve
representar locupletamento ilícito e nem uma pena excessiva.

Com efeito, este é o pacífico o entendimento dos Egrégios Tribunais:

APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO ORDINÁRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C


INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS - QUANTUM INDENIZATÓRIO -

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MAJORAÇÃO - PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE - HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS - MAJORADOS. A indenização por dano moral deve se
revestir de caráter indenizatório e sancionatório de modo a
compensar o constrangimento suportado pelo consumidor, sem que
caracterize enriquecimento indevido e adstrito ao princípio da
razoabilidade. Há que se reformar a condenação em honorários de
sucumbência, quando estes não atendem ao trabalho e tempo gastos pelo
advogado na defesa dos interesses do seu constituinte. (TJMG - Apelação
Cível 1.0024.10.169486-7/002, Relator(a): Des.(a) José Augusto Lourenço
dos Santos , Órgão Julgador: 12ª CÂMARA CÍVEL, Data de Julgamento:
07/10/2016, Data de Publicação: 18/10/2016)

Nesta senda, o Colendo Superior Tribunal de Justiça comunga de igual posição, senão vejamos:

RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO.


INGRESSO EM AGÊNCIA BANCÁRIA. CONSTRANGIMENTO. BLOQUEIO DE
PORTA GIRATÓRIA. CHAMADO POLICIAL SEGUIDO DE ABORDAGEM DO
SUSPEITO. DANO MORAL. REDUÇÃO DO QUANTUM. VALOR
EXORBITANTE. CABIMENTO EXCEPCIONAL. RECURSO PROVIDO. 1. O
entendimento deste Sodalício é pacífico no sentido de que o valor
estabelecido pelas instâncias ordinárias a título de indenização por
danos morais pode ser revisto tão somente nas hipóteses em que a
condenação se revelar irrisória ou exorbitante. 2. Considerando as
circunstâncias destacadas no v. acórdão a quo, resta caracterizado o grande
constrangimento a que foi submetido o recorrido ao ser proibido de
ingressar na agência bancária e, ainda, ter sido submetido a averiguação
policial, sob a acusação de apresentar atitude suspeita, sendo, assim,
cabível e reparação por danos morais. 3. Constatado ser excessivamente
elevado o montante fixado pela colenda Corte a quo, a título de
reparação do dano moral, justifica-se a excepcional atuação desta Corte,
para reduzir o montante da indenização. 4. Recurso provido. (STJ -
REsp: 1405039 BA 2012/0118993-0, Relator: Ministro RAUL ARAÚJO, Data
de Julgamento: 03/06/2014, Órgão Julgador: QUARTA TURMA, Data de
Publicação: 17/03/2015)

PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO


NO RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
REDUÇÃO DO VALOR INDENIZATÓRIO. CRITÉRIOS ESTABELECIDOS
PELO TRIBUNAL DE ORIGEM COM BASE NAS PROVAS DOS AUTOS.
QUANTUM INDENIZATÓRIO. VALOR EXORBITANTE.
EXCEPCIONALIDADE VERIFICADA. REVISÃO. PRECEDENTES.
I - Sabe-se que o STJ procede à revisão de verbas indenizatórias
em situações bastante excepcionais: quando tenha sido fixada em
valor irrisório ou exorbitante. Confiram-se alguns julgados no sentido: AgRg
no REsp 1368509/MS, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA
FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 28/03/2017, DJe 06/04/2017; AgInt
no AREsp 873.844/TO, Rel. Ministra ASSUSETE MAGALHÃES, SEGUNDA
TURMA, julgado em 16/03/2017, DJe 27/03/2017.
II - A jurisprudência desta Corte permite o afastamento da Súmula n. 7/STJ,
para possibilitar a revisão, quando se verifica que o montante estabelecido
pelo Tribunal de origem se mostra excessivo, a justificar sua reavaliação em
recurso especial.
III - Dessa forma, sendo fixado pelo acórdão recorrido valor de indenização
que destoa do que vem sendo prestigiado pela jurisprudência, merecendo
ser revisto nesta Corte de Justiça, devendo ser restabelecido o valor fixado

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pelo juízo monocrático.
VI - Agravo interno improvido.
(STJ - Acórdão Agint nos Edcl no Aresp 1067754 / Sp, Relator(a): Min.
Francisco Falcão, data de julgamento: 21/08/2018, data de publicação:
27/08/2018, 2ª Turma)

Com efeito, extrai-se que compete ao magistrado se orientar pela denominada lógica do
razoável e fixar o valor da indenização de acordo com o grau de reprovabilidade da conduta
ilícita em quantitativo consentâneo com a natureza e intensidade da humilhação, da tristeza e
do constrangimento sofridos, de modo a produzir eficácia pedagógica, e representar
compensação à parte ofendida, sem, contudo, implicar em indevido enriquecimento ou
demasiada penalidade.

O Superior Tribunal de Justiça, na edição nº 125 de “Jurisprudência em Teses” consolidou tese


sobre a responsabilidade civil por dano moral no sentido de que “a fixação do valor devido à
título de indenização por danos morais deve considerar o método bifásico, que conjuga os
critérios da valorização das circunstâncias do caso e do interesse jurídico lesado, e minimiza
eventual arbitrariedade ao se adotar critérios unicamente subjetivos do julgador, além de
afastar eventual tarifação do dano”.

Desse modo, em prestígio ao princípio da eventualidade, caso este douto juízo entenda pelo
dever de indenizar, pugna a parte ré pelo arbitramento da quantia indenizatória de forma
moderada, proporcional e razoável às peculiaridades do feito.

DA AUSÊNCIA DE PRESSUPOSTOS PARA A INVERSÃO DO ÔNUS DA


PROVA

Regra geral, o ônus da prova incumbe àquele que afirma ter o direito, segundo dispõe a
norma do art. 373, I, CPC. A não observância desse ônus faz com que a parte fique em posição
de desvantagem, eis que a produção probatória, no tempo e forma prescritos, cabe àquele que
tenha interesse em sua produção para a comprovação do direito, que não basta ser alegado.

A parte autora aduz ser hipossuficiente e pleiteia a inversão do ônus probandi. Procura, assim,
transferir à parte ré o encargo de provar a inexistência do fato constitutivo do direito material
invocado ou, ainda, que ele ocorreu de forma diversa.

Todavia, a inversão do ônus da prova não é automática e não decorre da simples posição de
consumidor.
Tanto é assim que a legislação processual civil dispõe, expressamente, acerca da necessidade
de decisão fundamentada do juízo sobre eventual redistribuição do ônus da prova:

Art. 373. (...) § 1o Nos casos previstos em lei ou diante de peculiaridades


da causa relacionadas à impossibilidade ou à excessiva dificuldade de
cumprir o encargo nos termos do caput ou à maior facilidade de obtenção da
prova do fato contrário, poderá o juiz atribuir o ônus da prova de modo
diverso, desde que o faça por decisão fundamentada, caso em que deverá
dar à parte a oportunidade de se desincumbir do ônus que lhe foi atribuído.

Ademais, a inversão do ônus probatório é relativa, pois não isenta o consumidor de trazer à
colação o menor indício probatório. Logo, não é razoável que ele apenas alegue o fato e
transfira todo o encargo probatório para a parte ré, sob pena de afronta à paridade das armas,
que deve reger todo o processo civil.

Com efeito, o que o legislador pretendeu ao criar o instituto da inversão do ônus da prova foi
oportunizar ao consumidor a produção de provas que estão fora do alcance do mesmo, ou que

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dependam de conhecimento técnico específico do qual o consumidor não dispõe. Assim, ao
contrário do que pretende a parte autora, a inversão probatória não se presta para levar à
procedência da demanda, sendo imprescindível a prova do fato constitutivo.

Nesse contexto, se a parte autora desconhece os fatos que, em tese, constituem o direito que
sustenta, – tanto que não foi precisa na descrição dos fatos – não pode acreditar, de forma tão
singela, que a inversão do ônus da prova serviria à finalidade de desincumbi-la de fazer prova
mínima de suas assertivas.

A toda evidência, o instituto da inversão do ônus da prova não possui tal alcance. Logo, não há
que se falar em hipossuficiência da parte autora. Por conseguinte, não subsiste a
verossimilhança de suas alegações, inexistindo, portanto, fundamento para se inverter o ônus
da prova.

Destarte, como caberia à parte autora demonstrar o fato alegado, ônus do qual não se
desincumbiu, deve ser indeferido o requerimento formulado de inversão do ônus da prova.

DOS DOCUMENTOS COLACIONADOS PELA PARTE AUTORA

Impugna-se, expressamente, os documentos juntados pela parte autora, pois constituem prova
unilateralmente constituída, que em nada contribuem para o deslinde da controvérsia.

DO PREQUESTIONAMENTO

Na oportunidade e ad cautelam, na remota possibilidade desta ação ser julgada procedente,


ainda que parcialmente, ficam, desde já, expressamente prequestionados todos os dispositivos
legais, constitucionais e infraconstitucionais nos quais se fundamentam as teses jurídicas desta
defesa, requerendo que Vossa Excelência se pronuncie de forma objetiva, explícita e
fundamentada sobre as questões ora debatidas.

DOS PEDIDOS E REQUERIMENTOS

Ante o exposto, requer:


a) Sejam as preliminares suscitadas acolhidas, julgando extinto o processo sem resolução do
mérito, nos termos do art. 485, do Código de Processo Civil.
b) Sejam as pretensões iniciais julgadas TOTALMENTE IMPROCEDENTES, extinguindo-se o
processo com resolução do mérito, com fulcro no artigo 487, I, do Código de Processo Civil;
c) Pelo Princípio da Eventualidade, caso este d. juízo não entenda pela improcedência do pedido,
o que se admite apenas por hipótese, caso seja condenado, seja mínimo o valor arbitrado a
título de danos morais e materiais, compatível com o inexistente ânimo de ofender, a falta de
gravidade e a ausência de repercussão da ofensa;
d) Na eventualidade deste d. juízo não entender pela improcedência do pedido, a restituição do
valor seja feita de forma simples, dada a ausência de má-fé;
e) Seja indeferido o pedido da Requerente de inversão do ônus da prova, tendo em vista que a
Autora não demonstrou os requisitos impostos pelo artigo 6º do CDC;
f) A condenação da parte requerente nas despesas processuais e honorários advocatícios;

g) A produção de provas por todos os meios em direito admitidos, notadamente documental,


em especial pela juntada dos documentos que acompanham a defesa;

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h) Requer que seja determinada a tramitação do feito em segredo de justiça, conforme artigo
189, III, do código de processo civil, por se fazer necessário a apresentação de extratos, os
quais seguem proteção da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001 (Sigilo
Bancário).

Por fim, requer seja cadastrado o advogado Dr. RICARDO LOPES GODOY, inscrito na
OAB/MG nº 77.167 e OAB/ para que as publicações sejam realizadas em seu nome, sob pena
de nulidade, nos termos da norma do artigo 272, §2º e §5º e 280, do Código de Processo Civil.

Os procuradores subscreventes declaram, nos termos da lei, que os documentos que instruem a
presente defesa são autênticos.

Pede deferimento.

ARAGUARI, 11 de junho de 2020.

RICARDO LOPES GODOY


OAB/MG 77.167
OAB/

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Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 864527138 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 5.157,86
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 29 BB CREDITO SALARIO
Valor Solicitado R$ 5.000,00 Prestação R$ 358,54 Última parcela 01/07/2019 Dt base carência 01/07/2016
Operação IOF R$ 157,86 Parcelas 36 Juros mensal 4,55 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 1.134,07 Dia 01 Juros anual 70,56 % Dt lib cred 18/02/2016

Vl base calc R$ 6.291,93 Dt Pagamento 01/08/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 8.881,57
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

1 R$ 358,54 01/08/2016 01/08/2016 R$ 281,13 R$ 77,41 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

2 R$ 358,54 01/09/2016 01/09/2016 R$ 268,89 R$ 89,65 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

3 R$ 358,54 01/10/2016 03/10/2016 R$ 257,19 R$ 101,35 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

4 R$ 358,54 01/11/2016 01/11/2016 R$ 246,00 R$ 112,54 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

5 R$ 358,54 01/12/2016 01/12/2016 R$ 235,29 R$ 123,25 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

6 R$ 358,54 01/01/2017 01/02/2017 R$ 225,05 R$ 133,49 R$ 0,57 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 29,28 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 388,39

7 R$ 358,54 01/02/2017 01/02/2017 R$ 215,26 R$ 143,28 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

8 R$ 358,54 01/03/2017 01/03/2017 R$ 205,89 R$ 152,65 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 358,54

9 R$ 358,54 01/04/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

10 R$ 358,54 01/05/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

11 R$ 358,54 01/06/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

12 R$ 358,54 01/07/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

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Número do documento: 20061316065909500000118443601
Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 864527138 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 5.157,86
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 29 BB CREDITO SALARIO
Valor Solicitado R$ 5.000,00 Prestação R$ 358,54 Última parcela 01/07/2019 Dt base carência 01/07/2016
Operação IOF R$ 157,86 Parcelas 36 Juros mensal 4,55 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 1.134,07 Dia 01 Juros anual 70,56 % Dt lib cred 18/02/2016

Vl base calc R$ 6.291,93 Dt Pagamento 01/08/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 8.881,57
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

13 R$ 358,54 01/08/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

14 R$ 358,54 01/09/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

15 R$ 358,54 01/10/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

16 R$ 358,54 01/11/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

17 R$ 358,54 01/12/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

18 R$ 358,54 01/01/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

19 R$ 358,54 01/02/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

20 R$ 358,54 01/03/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

21 R$ 358,54 01/04/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

22 R$ 358,54 01/05/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

23 R$ 358,54 01/06/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

24 R$ 358,54 01/07/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

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Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 864527138 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 5.157,86
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 29 BB CREDITO SALARIO
Valor Solicitado R$ 5.000,00 Prestação R$ 358,54 Última parcela 01/07/2019 Dt base carência 01/07/2016
Operação IOF R$ 157,86 Parcelas 36 Juros mensal 4,55 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 1.134,07 Dia 01 Juros anual 70,56 % Dt lib cred 18/02/2016

Vl base calc R$ 6.291,93 Dt Pagamento 01/08/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 8.881,57
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

25 R$ 358,54 01/08/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

26 R$ 358,54 01/09/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

27 R$ 358,54 01/10/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

28 R$ 358,54 01/11/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

29 R$ 358,54 01/12/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

30 R$ 358,54 01/01/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

31 R$ 358,54 01/02/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

32 R$ 358,54 01/03/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

33 R$ 358,54 01/04/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

34 R$ 358,54 01/05/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

35 R$ 358,54 01/06/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

36 R$ 358,54 01/07/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

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Número do documento: 20061316065909500000118443601
Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 864527138 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 5.157,86
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 29 BB CREDITO SALARIO
Valor Solicitado R$ 5.000,00 Prestação R$ 358,54 Última parcela 01/07/2019 Dt base carência 01/07/2016
Operação IOF R$ 157,86 Parcelas 36 Juros mensal 4,55 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 1.134,07 Dia 01 Juros anual 70,56 % Dt lib cred 18/02/2016

Vl base calc R$ 6.291,93 Dt Pagamento 01/08/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 8.881,57
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

Operação originada dos contratos vinculados:

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 4 de 4

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Número do documento: 20061316065909500000118443601
Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 868627704 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 4.362,36
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 24 BB CRED. RENOVACAO
Valor Solicitado R$ 4.354,41 Prestação R$ 263,70 Última parcela 01/09/2020 Dt base carência 01/09/2016
Operação IOF R$ 7,95 Parcelas 48 Juros mensal 4,51 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 780,97 Dia 01 Juros anual 69,78 % Dt lib cred 12/05/2016

Vl base calc R$ 5.143,33 Dt Pagamento 01/10/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 6.766,97
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

1 R$ 263,70 01/10/2016 03/10/2016 R$ 214,01 R$ 49,69 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 263,70

2 R$ 263,70 01/11/2016 01/11/2016 R$ 204,77 R$ 58,93 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 263,70

3 R$ 263,70 01/12/2016 01/12/2016 R$ 195,94 R$ 67,76 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 263,70

4 R$ 263,70 01/01/2017 01/02/2017 R$ 187,48 R$ 76,22 R$ 0,48 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 21,54 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 285,72

5 R$ 263,70 01/02/2017 01/02/2017 R$ 179,39 R$ 84,31 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 263,70

6 R$ 263,70 01/03/2017 01/03/2017 R$ 171,65 R$ 92,05 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 263,70

7 R$ 263,70 01/04/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

8 R$ 263,70 01/05/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

9 R$ 263,70 01/06/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

10 R$ 263,70 01/07/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

11 R$ 263,70 01/08/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

12 R$ 263,70 01/09/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 1 de 5

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Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 868627704 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 4.362,36
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 24 BB CRED. RENOVACAO
Valor Solicitado R$ 4.354,41 Prestação R$ 263,70 Última parcela 01/09/2020 Dt base carência 01/09/2016
Operação IOF R$ 7,95 Parcelas 48 Juros mensal 4,51 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 780,97 Dia 01 Juros anual 69,78 % Dt lib cred 12/05/2016

Vl base calc R$ 5.143,33 Dt Pagamento 01/10/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 6.766,97
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

13 R$ 263,70 01/10/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

14 R$ 263,70 01/11/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

15 R$ 263,70 01/12/2017 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

16 R$ 263,70 01/01/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

17 R$ 263,70 01/02/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

18 R$ 263,70 01/03/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

19 R$ 263,70 01/04/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

20 R$ 263,70 01/05/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

21 R$ 263,70 01/06/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

22 R$ 263,70 01/07/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

23 R$ 263,70 01/08/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

24 R$ 263,70 01/09/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 2 de 5

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Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 868627704 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 4.362,36
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 24 BB CRED. RENOVACAO
Valor Solicitado R$ 4.354,41 Prestação R$ 263,70 Última parcela 01/09/2020 Dt base carência 01/09/2016
Operação IOF R$ 7,95 Parcelas 48 Juros mensal 4,51 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 780,97 Dia 01 Juros anual 69,78 % Dt lib cred 12/05/2016

Vl base calc R$ 5.143,33 Dt Pagamento 01/10/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 6.766,97
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

25 R$ 263,70 01/10/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

26 R$ 263,70 01/11/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

27 R$ 263,70 01/12/2018 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

28 R$ 263,70 01/01/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

29 R$ 263,70 01/02/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

30 R$ 263,70 01/03/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

31 R$ 263,70 01/04/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

32 R$ 263,70 01/05/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

33 R$ 263,70 01/06/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

34 R$ 263,70 01/07/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

35 R$ 263,70 01/08/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

36 R$ 263,70 01/09/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 3 de 5

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772283 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316065937700000118443602
Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 868627704 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 4.362,36
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 24 BB CRED. RENOVACAO
Valor Solicitado R$ 4.354,41 Prestação R$ 263,70 Última parcela 01/09/2020 Dt base carência 01/09/2016
Operação IOF R$ 7,95 Parcelas 48 Juros mensal 4,51 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 780,97 Dia 01 Juros anual 69,78 % Dt lib cred 12/05/2016

Vl base calc R$ 5.143,33 Dt Pagamento 01/10/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 6.766,97
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

37 R$ 263,70 01/10/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

38 R$ 263,70 01/11/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

39 R$ 263,70 01/12/2019 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

40 R$ 263,70 01/01/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

41 R$ 263,70 01/02/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

42 R$ 263,70 01/03/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

43 R$ 263,70 01/04/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

44 R$ 263,70 01/05/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

45 R$ 263,70 01/06/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

46 R$ 263,70 01/07/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

47 R$ 263,70 01/08/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

48 R$ 263,70 01/09/2020 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 4 de 5

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772283 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316065937700000118443602
Relatório CDC #interna

Nome HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF 090.771.766-75 Contrato 868627704 ag deb 90-6 cc deb 39.961 Financiamento R$ 4.362,36
Produto 52 CDC EMPRESTIMO Modalidade 24 BB CRED. RENOVACAO
Valor Solicitado R$ 4.354,41 Prestação R$ 263,70 Última parcela 01/09/2020 Dt base carência 01/09/2016
Operação IOF R$ 7,95 Parcelas 48 Juros mensal 4,51 % _ Dt saldo dev 29/03/2018
Juros carência R$ 780,97 Dia 01 Juros anual 69,78 % Dt lib cred 12/05/2016

Vl base calc R$ 5.143,33 Dt Pagamento 01/10/2016 Dt ult índice 01/03/2018 Vl saldo dev R$ 6.766,97
Situação Contrato em Prejuizo
parcela valor dt venc dt pag cap parc juros cont IOF desconto despesa com perm mora multa total pago

Operação originada dos contratos vinculados: 857604403


858888711

sexta-feira, 13 de setembro de 2019 Página 5 de 5

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772283 - Pág. 5
[Link]
Número do documento: 20061316065937700000118443602
SISBB - SISTEMA DE INFORMACOES BANCO DO BRASIL
13/09/2019 AUTOATENDIMENTO [Link]

Credito Direto ao Consumidor


Comprovante de Emprestimo/Financiamento

Cliente: 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF....: 090.771.766-75 Agencia: 0090-6
------------------------------------------------
Operacao..: 868627704 NORMAL
Modalidade: 2996 BB CRÉD RENOVAÇÃO
Convenio..: 147748 PROCURAD. GERAL JUSTICA MG -
Data do contrato...: 12/05/2016
Ag./Conta debito...: 0090-6 / 39.961-2
Indice atualizacao.: 0000 - PREFIXADO
Taxa de juros......: 4,51% a.m. 69,78% a.a.
[Link]......: 48
Dia do debito......: 01
Dias carencia......: 113
Financiamento IOF..: 1 - FINANCIADO
Vl. solicitado.....: 4.354,41
Vl. do troco.......: 0,00
Vl. sldo renovado* : 4.354,41
Vl. juros carencia.: 780,97
Vl. financiado.....: 4.362,36
Vl. base prestacao.: 263,70
Data de vencimento.: 01/09/2020
Tributos...........: 7,95
Seguros............: 0,00
TAC................: 0,00
Registros..........: 0,00
Outras Despesas....: 0,00

[Link] para o CET.: 4.362,36


Custo Efet. AM(%)..: 4,53
Custo Efet. AA(%)..: 70,15
------------------------------------------------
*OPERACOES RENOVADAS
------------------------------------------------
***.***.403 BB CRÉD SALÁRIO
***.***.711 BB CRÉD SALÁRIO
------------------------------------------------
SOMA DO SALDO DEVEDOR: 4.354,41
------------------------------------------------
INFORMACOES COMPLEMENTARES DO CET
------------------------------------------------
EM R$ %
[Link] EMPRESTIMO: 4.362,36 -
VALOR LIBERADO.....: 4.354,41 99,82
DESPESAS...........: 7,95 0,18
-TARIFAS...........: 0,00 0,00
-TRIBUTOS (IOF)....: 7,95 0,18
-SEGURO............: 0,00 0,00
-OUTRAS............: 0,00 0,00
------------------------------------------------

Cronograma de pagamentos
------------------------------------------------
Pcl [Link] [Link] [Link] [Link]
1 01/10/2016 214,01 49,69 263,70

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772284 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316065967100000118443603
2 01/11/2016 204,77 58,93 263,70
3 01/12/2016 195,94 67,76 263,70
4 01/01/2017 187,48 76,22 263,70
5 01/02/2017 179,39 84,31 263,70
6 01/03/2017 171,65 92,05 263,70
7 01/04/2017 164,24 99,46 263,70
8 01/05/2017 157,15 106,55 263,70
9 01/06/2017 150,37 113,33 263,70
10 01/07/2017 143,88 119,82 263,70
11 01/08/2017 137,67 126,03 263,70
12 01/09/2017 131,73 131,97 263,70
13 01/10/2017 126,05 137,65 263,70
14 01/11/2017 120,61 143,09 263,70
15 01/12/2017 115,40 148,30 263,70
16 01/01/2018 110,42 153,28 263,70
17 01/02/2018 105,66 158,04 263,70
18 01/03/2018 101,10 162,60 263,70
19 01/04/2018 96,74 166,96 263,70
20 01/05/2018 92,56 171,14 263,70
21 01/06/2018 88,57 175,13 263,70
22 01/07/2018 84,75 178,95 263,70
23 01/08/2018 81,09 182,61 263,70
24 01/09/2018 77,59 186,11 263,70
25 01/10/2018 74,24 189,46 263,70
26 01/11/2018 71,04 192,66 263,70
27 01/12/2018 67,97 195,73 263,70
28 01/01/2019 65,04 198,66 263,70
29 01/02/2019 62,23 201,47 263,70
30 01/03/2019 59,55 204,15 263,70
31 01/04/2019 56,98 206,72 263,70
32 01/05/2019 54,52 209,18 263,70
33 01/06/2019 52,16 211,54 263,70
34 01/07/2019 49,91 213,79 263,70
35 01/08/2019 47,76 215,94 263,70
36 01/09/2019 45,70 218,00 263,70
37 01/10/2019 43,73 219,97 263,70
38 01/11/2019 41,84 221,86 263,70
39 01/12/2019 40,03 223,67 263,70
40 01/01/2020 38,31 225,39 263,70
41 01/02/2020 36,65 227,05 263,70
42 01/03/2020 35,07 228,63 263,70
43 01/04/2020 33,56 230,14 263,70
44 01/05/2020 32,11 231,59 263,70
45 01/06/2020 30,72 232,98 263,70
46 01/07/2020 29,40 234,30 263,70
47 01/08/2020 28,13 235,57 263,70
48 01/09/2020 26,89 236,81 263,70
------------------------------------------------
DECLARO ADERIR EXPRESSAMENTE E ESTAR CIENTE E DE
ACORDO com as disposicoes contidas nas Clausulas
Gerais do Contrato de Abertura de Credito Rota-
tivo - CDC Automatico, vigentes nesta data.
------------------------------------------------
AUTORIZO O BANCO DO BRASIL, EM CARATER IRREVOGA-
VEL E IRRETRATAVEL, A DEBITAR EM MINHA CONTA
CORRENTE OU POUPANCA AQUI INDICADA, OU EM QUAL-
QUER CONTA QUE EU MANTENHA OU VENHA A MANTER
EM QUALQUER DE SUAS AGENCIAS, INCLUINDO CONTA
POUPANCA E CONTA SALARIO, AS PRESTACOES DA
PRESENTE OPERACAO DE EMPRESTIMO / FINANCIAMENTO,

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772284 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316065967100000118443603
CONFORME PREVISAO CONSTANTE NAS CLAUSULAS GERAIS
DO CONTRATO DE ABERTURA DE CREDITO ROTATIVO -
CDC AUTOMATICO.
NO CASO DE OPERACOES COM PRESTACOES MEDIANTE
CONSIGNACAO EM FOLHA, O DEBITO SERA REALIZADO
CASO O EMPREGADOR NAO EFETUE A CONSIGNACAO.
OS TERMOS DESTA AUTORIZACAO TEM VALIDADE ATE A
LIQUIDACAO TOTAL DA OPERACAO.
------------------------------------------------
Para informações, sugestões, reclamações ou
quaisquer outros esclarecimentos, o Banco do
Brasil disponibiliza os telefones:
- Central de Atendimento BB 4004-0001 (Capitais)
ou 0800-729-0001 (Demais localidades);
- Central de Atendimento para Deficientes Audi-
tivos ou de Fala 0800-729-0088;
- SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-729-0722;
- Ouvidoria BB 0800-729-5678.
------------------------------------------------
Declaro, para todos os fins de direito, que fui
devida e previamente informado(a) sobre as
condicoes da presente operacao de emprestimo /
financiamento (Valores, Taxas, Prazos e Custo
Efetivo Total - CET), por mim contratada, e
que li e estou de acordo com as Clausulas
Gerais de Abertura de Credito Rotativo - CDC
AUTOMATICO, bem como de que o CET informado
representa as condicoes vigentes na data do
calculo.

______________________, 13/09/2019.
(LOCAL)

___________________________________________
(assinatura)
------------------------------------------------
Assinado Eletronicamente 2016-05-12 às 13.06.03
pela internet.
------------------------------------------------

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772284 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316065967100000118443603
Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772284 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316065967100000118443603
SISBB - SISTEMA DE INFORMACOES BANCO DO BRASIL
13/09/2019 AUTOATENDIMENTO [Link]

Credito Direto ao Consumidor


Comprovante de Emprestimo/Financiamento

Cliente: 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF....: 090.771.766-75 Agencia: 0090-6
------------------------------------------------
Operacao..: 833666223 ESPECIAL
Modalidade: 2881 BB RENOVAÇÃO CONSIGNAÇÃO
Convenio..: 314076 POLICIA MILITAR DE MINAS GERA
Data do contrato...: 05/06/2014
Ag./Conta debito...: 0090-6 / 39.961-2
Indice atualizacao.: 0000 - PREFIXADO
Taxa de juros......: 1,75% a.m. 23,14% a.a.
[Link]......: 60
Dia do debito......: 05
Dias carencia......: 31
Financiamento IOF..: 1 - FINANCIADO
Vl. solicitado.....: 17.578,79
Vl. do troco.......: 4.523,22
Vl. sldo renovado* : 13.055,57
Vl. juros carencia.: 309,03
Vl. financiado.....: 17.658,97
Vl. base prestacao.: 486,09
Data de vencimento.: 05/07/2019
Tributos...........: 80,18
Seguros............: 0,00
TAC................: 0,00
Registros..........: 0,00
Outras Despesas....: 0,00

[Link] para o CET.: 17.658,97


Custo Efet. AM(%)..: 1,76
Custo Efet. AA(%)..: 23,31
------------------------------------------------
*OPERACOES RENOVADAS
------------------------------------------------
***.***.603 BB CRÉDITO CONSIGNAÇÃO
***.***.135 BB CRÉDITO CONSIGNAÇÃO
***.***.079 BB CRÉDITO CONSIGNAÇÃO
------------------------------------------------
SOMA DO SALDO DEVEDOR: 13.055,57
------------------------------------------------
INFORMACOES COMPLEMENTARES DO CET
------------------------------------------------
EM R$ %
[Link] EMPRESTIMO: 17.658,97 -
VALOR LIBERADO.....: 17.578,79 99,55
DESPESAS...........: 80,18 0,45
-TARIFAS...........: 0,00 0,00
-TRIBUTOS (IOF)....: 80,18 0,45
-SEGURO............: 0,00 0,00
-OUTRAS............: 0,00 0,00
------------------------------------------------

Cronograma de pagamentos
------------------------------------------------
Pcl [Link] [Link] [Link] [Link]

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772285 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316065994200000118443604
1 05/08/2014 469,51 16,58 486,09
2 05/09/2014 461,44 24,65 486,09
3 05/10/2014 453,50 32,59 486,09
4 05/11/2014 445,70 40,39 486,09
5 05/12/2014 438,04 48,05 486,09
6 05/01/2015 430,50 55,59 486,09
7 05/02/2015 423,10 62,99 486,09
8 05/03/2015 415,82 70,27 486,09
9 05/04/2015 408,67 77,42 486,09
10 05/05/2015 401,64 84,45 486,09
11 05/06/2015 394,73 91,36 486,09
12 05/07/2015 387,94 98,15 486,09
13 05/08/2015 381,27 104,82 486,09
14 05/09/2015 374,71 111,38 486,09
15 05/10/2015 368,27 117,82 486,09
16 05/11/2015 361,94 124,15 486,09
17 05/12/2015 355,71 130,38 486,09
18 05/01/2016 349,59 136,50 486,09
19 05/02/2016 343,58 142,51 486,09
20 05/03/2016 337,67 148,42 486,09
21 05/04/2016 331,86 154,23 486,09
22 05/05/2016 326,16 159,93 486,09
23 05/06/2016 320,55 165,54 486,09
24 05/07/2016 315,03 171,06 486,09
25 05/08/2016 309,61 176,48 486,09
26 05/09/2016 304,29 181,80 486,09
27 05/10/2016 299,06 187,03 486,09
28 05/11/2016 293,91 192,18 486,09
29 05/12/2016 288,86 197,23 486,09
30 05/01/2017 283,89 202,20 486,09
31 05/02/2017 279,01 207,08 486,09
32 05/03/2017 274,21 211,88 486,09
33 05/04/2017 269,49 216,60 486,09
34 05/05/2017 264,86 221,23 486,09
35 05/06/2017 260,30 225,79 486,09
36 05/07/2017 255,83 230,26 486,09
37 05/08/2017 251,43 234,66 486,09
38 05/09/2017 247,10 238,99 486,09
39 05/10/2017 242,85 243,24 486,09
40 05/11/2017 238,67 247,42 486,09
41 05/12/2017 234,57 251,52 486,09
42 05/01/2018 230,53 255,56 486,09
43 05/02/2018 226,57 259,52 486,09
44 05/03/2018 222,67 263,42 486,09
45 05/04/2018 218,84 267,25 486,09
46 05/05/2018 215,08 271,01 486,09
47 05/06/2018 211,38 274,71 486,09
48 05/07/2018 207,74 278,35 486,09
49 05/08/2018 204,17 281,92 486,09
50 05/09/2018 200,66 285,43 486,09
51 05/10/2018 197,21 288,88 486,09
52 05/11/2018 193,82 292,27 486,09
53 05/12/2018 190,48 295,61 486,09
54 05/01/2019 187,21 298,88 486,09
55 05/02/2019 183,99 302,10 486,09
56 05/03/2019 180,82 305,27 486,09
57 05/04/2019 177,71 308,38 486,09
58 05/05/2019 174,66 311,43 486,09
59 05/06/2019 171,65 314,44 486,09
60 05/07/2019 168,91 317,18 486,09

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772285 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316065994200000118443604
------------------------------------------------
DECLARO ADERIR EXPRESSAMENTE E ESTAR CIENTE E DE
ACORDO com as disposicoes contidas nas Clausulas
Gerais do Contrato de Abertura de Credito Rota-
tivo - CDC Automatico, vigentes nesta data.
------------------------------------------------
AUTORIZO O BANCO DO BRASIL, EM CARATER IRREVOGA-
VEL E IRRETRATAVEL, A DEBITAR EM MINHA CONTA
CORRENTE OU POUPANCA AQUI INDICADA, OU EM QUAL-
QUER CONTA QUE EU MANTENHA OU VENHA A MANTER
EM QUALQUER DE SUAS AGENCIAS, INCLUINDO CONTA
POUPANCA E CONTA SALARIO, AS PRESTACOES DA
PRESENTE OPERACAO DE EMPRESTIMO / FINANCIAMENTO,
CONFORME PREVISAO CONSTANTE NAS CLAUSULAS GERAIS
DO CONTRATO DE ABERTURA DE CREDITO ROTATIVO -
CDC AUTOMATICO.
NO CASO DE OPERACOES COM PRESTACOES MEDIANTE
CONSIGNACAO EM FOLHA, O DEBITO SERA REALIZADO
CASO O EMPREGADOR NAO EFETUE A CONSIGNACAO.
OS TERMOS DESTA AUTORIZACAO TEM VALIDADE ATE A
LIQUIDACAO TOTAL DA OPERACAO.
------------------------------------------------
Para informações, sugestões, reclamações ou
quaisquer outros esclarecimentos, o Banco do
Brasil disponibiliza os telefones:
- Central de Atendimento BB 4004-0001 (Capitais)
ou 0800-729-0001 (Demais localidades);
- Central de Atendimento para Deficientes Audi-
tivos ou de Fala 0800-729-0088;
- SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-729-0722;
- Ouvidoria BB 0800-729-5678.
------------------------------------------------
Declaro, para todos os fins de direito, que fui
devida e previamente informado(a) sobre as
condicoes da presente operacao de emprestimo /
financiamento (Valores, Taxas, Prazos e Custo
Efetivo Total - CET), por mim contratada, e
que li e estou de acordo com as Clausulas
Gerais de Abertura de Credito Rotativo - CDC
AUTOMATICO, bem como de que o CET informado
representa as condicoes vigentes na data do
calculo.

______________________, 13/09/2019.
(LOCAL)

___________________________________________
(assinatura)
------------------------------------------------
Assinado Eletronicamente 2014-06-05 às 14.53.49
no TAA 070320 da Agência 0090.
------------------------------------------------

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772285 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316065994200000118443604
Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772285 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316065994200000118443604
SISBB - SISTEMA DE INFORMACOES BANCO DO BRASIL
13/09/2019 AUTOATENDIMENTO [Link]

Credito Direto ao Consumidor


Comprovante de Emprestimo/Financiamento

Cliente: 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF....: 090.771.766-75 Agencia: 0090-6
------------------------------------------------
Operacao..: 864527138 ESPECIAL
Modalidade: 2991 BB CRÉD SALÁRIO
Convenio..: 147748 PROCURAD. GERAL JUSTICA MG -
Data do contrato...: 18/02/2016
Ag./Conta debito...: 0090-6 / 39.961-2
Indice atualizacao.: 0000 - PREFIXADO
Taxa de juros......: 4,55% a.m. 70,56% a.a.
[Link]......: 36
Dia do debito......: 01
Dias carencia......: 135
Financiamento IOF..: 1 - FINANCIADO
Vl. solicitado.....: 5.000,00
Vl. juros carencia.: 1.134,07
Vl. financiado.....: 5.157,86
Vl. base prestacao.: 358,54
Data de vencimento.: 01/07/2019
Tributos...........: 157,86
Seguros............: 0,00
TAC................: 0,00
Registros..........: 0,00
Outras Despesas....: 0,00

[Link] para o CET.: 5.157,86


Custo Efet. AM(%)..: 4,73
Custo Efet. AA(%)..: 74,18
------------------------------------------------
INFORMACOES COMPLEMENTARES DO CET
------------------------------------------------
EM R$ %
[Link] EMPRESTIMO: 5.157,86 -
VALOR LIBERADO.....: 5.000,00 96,94
DESPESAS...........: 157,86 3,06
-TARIFAS...........: 0,00 0,00
-TRIBUTOS (IOF)....: 157,86 3,06
-SEGURO............: 0,00 0,00
-OUTRAS............: 0,00 0,00
------------------------------------------------

Cronograma de pagamentos
------------------------------------------------
Pcl [Link] [Link] [Link] [Link]
1 01/08/2016 281,13 77,41 358,54
2 01/09/2016 268,89 89,65 358,54
3 01/10/2016 257,19 101,35 358,54
4 01/11/2016 246,00 112,54 358,54
5 01/12/2016 235,29 123,25 358,54
6 01/01/2017 225,05 133,49 358,54
7 01/02/2017 215,26 143,28 358,54
8 01/03/2017 205,89 152,65 358,54
9 01/04/2017 196,93 161,61 358,54
10 01/05/2017 188,36 170,18 358,54

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772286 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316070020800000118443605
11 01/06/2017 180,16 178,38 358,54
12 01/07/2017 172,32 186,22 358,54
13 01/08/2017 164,82 193,72 358,54
14 01/09/2017 157,65 200,89 358,54
15 01/10/2017 150,79 207,75 358,54
16 01/11/2017 144,22 214,32 358,54
17 01/12/2017 137,95 220,59 358,54
18 01/01/2018 131,94 226,60 358,54
19 01/02/2018 126,20 232,34 358,54
20 01/03/2018 120,71 237,83 358,54
21 01/04/2018 115,46 243,08 358,54
22 01/05/2018 110,43 248,11 358,54
23 01/06/2018 105,63 252,91 358,54
24 01/07/2018 101,03 257,51 358,54
25 01/08/2018 96,63 261,91 358,54
26 01/09/2018 92,43 266,11 358,54
27 01/10/2018 88,40 270,14 358,54
28 01/11/2018 84,56 273,98 358,54
29 01/12/2018 80,88 277,66 358,54
30 01/01/2019 77,36 281,18 358,54
31 01/02/2019 73,99 284,55 358,54
32 01/03/2019 70,77 287,77 358,54
33 01/04/2019 67,69 290,85 358,54
34 01/05/2019 64,75 293,79 358,54
35 01/06/2019 61,93 296,61 358,54
36 01/07/2019 59,17 299,37 358,54
------------------------------------------------
DECLARO ADERIR EXPRESSAMENTE E ESTAR CIENTE E DE
ACORDO com as disposicoes contidas nas Clausulas
Gerais do Contrato de Abertura de Credito Rota-
tivo - CDC Automatico, vigentes nesta data.
------------------------------------------------
AUTORIZO O BANCO DO BRASIL, EM CARATER IRREVOGA-
VEL E IRRETRATAVEL, A DEBITAR EM MINHA CONTA
CORRENTE OU POUPANCA AQUI INDICADA, OU EM QUAL-
QUER CONTA QUE EU MANTENHA OU VENHA A MANTER
EM QUALQUER DE SUAS AGENCIAS, INCLUINDO CONTA
POUPANCA E CONTA SALARIO, AS PRESTACOES DA
PRESENTE OPERACAO DE EMPRESTIMO / FINANCIAMENTO,
CONFORME PREVISAO CONSTANTE NAS CLAUSULAS GERAIS
DO CONTRATO DE ABERTURA DE CREDITO ROTATIVO -
CDC AUTOMATICO.
NO CASO DE OPERACOES COM PRESTACOES MEDIANTE
CONSIGNACAO EM FOLHA, O DEBITO SERA REALIZADO
CASO O EMPREGADOR NAO EFETUE A CONSIGNACAO.
OS TERMOS DESTA AUTORIZACAO TEM VALIDADE ATE A
LIQUIDACAO TOTAL DA OPERACAO.
------------------------------------------------
.
De acordo com as Cláusulas Gerais do Contrato de
Abertura de Crédito Rotativo - CDC Automático,
declaro estar ciente que devo manter, junto ao
BANCO DO BRASIL, o crédito do meu salário duran-
te a vigência do contrato.
.
.
______________________, _____/_____/_______
(local e data)
.
.

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772286 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316070020800000118443605
.
___________________________________________
(assinatura do cliente)
------------------------------------------------
Para informações, sugestões, reclamações ou
quaisquer outros esclarecimentos, o Banco do
Brasil disponibiliza os telefones:
- Central de Atendimento BB 4004-0001 (Capitais)
ou 0800-729-0001 (Demais localidades);
- Central de Atendimento para Deficientes Audi-
tivos ou de Fala 0800-729-0088;
- SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-729-0722;
- Ouvidoria BB 0800-729-5678.
------------------------------------------------
Declaro, para todos os fins de direito, que fui
devida e previamente informado(a) sobre as
condicoes da presente operacao de emprestimo /
financiamento (Valores, Taxas, Prazos e Custo
Efetivo Total - CET), por mim contratada, e
que li e estou de acordo com as Clausulas
Gerais de Abertura de Credito Rotativo - CDC
AUTOMATICO, bem como de que o CET informado
representa as condicoes vigentes na data do
calculo.

______________________, 13/09/2019.
(LOCAL)

___________________________________________
(assinatura)
------------------------------------------------
Assinado Eletronicamente 2016-02-18 às 11.12.38
pela internet.
------------------------------------------------

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772286 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316070020800000118443605
Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772286 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316070020800000118443605
CDCM1510 SISBB - Sistema de Informacoes Banco do Brasil 03/03/2017
Credito Direto ao Consumidor [Link]
----------------------- CDC-Diversos - Consulta --------------------------
Operacao : 833666223 Agencia Resp.: 90 ARAGUARI Op.: NORMAL
[Link] : 20141566136511148
Cliente : 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Situacao : Contrato Normal DEBITO SUSPENSO
Produto : 52 CDC EMPRESTIMO
Modalidade : 54 BB RENOV CONSIGNACAO
Linha Credito : 2881 BB RENOVAÇÃO CONSIGNAÇÃO RENOVACAO
Convenio : 314076-POLICIA MILITAR DE MINAS GERAIS - CONSIG
------------------------------------------------------------------------------
Total financiado : 17.658,97 Data da proposta : 05.06.2014
Valor solicitado : 17.578,79 Data formalizacao : 05.06.2014
IOF parcelado : 80,18 Data liberacao cred: 05.06.2014
Juros carencia : 309,03 Primeira pcl em ser: 05.03.2017
Saldo devedor atual: 11.160,16 Data saldo Atual.: 03.03.2017
-------------------------- Condicoes de Pagamento ----------------------------
Sel Vl Solicitado Valor IOF Vl Carência Qt Dia Vl Par Ini
_ 17.578,79 80,18 309,03 60 05 486,09

------------------------------------------------------------------------------

F2 Outros Dados F3 Sai F4 CET F5 Encerra F6 [Link] F8 [Link]

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772287 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316070048300000118443606
CDCM1510 SISBB - Sistema de Informacoes Banco do Brasil 03/03/2017
Credito Direto ao Consumidor [Link]
----------------------- CDC-Diversos - Consulta --------------------------
Operacao : 844457243 Agencia Resp.: 90 ARAGUARI Op.: NORMAL
[Link] : 20150144685211432
Cliente : 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Situacao : Contrato Normal DEBITO SUSPENSO
Produto : 52 CDC EMPRESTIMO
Modalidade : 54 BB RENOV CONSIGNACAO
Linha Credito : 2881 BB RENOVAÇÃO CONSIGNAÇÃO RENOVACAO
Convenio : 118151-PROCURADORIA GERAL DE JUSTICA MINAS GERAI
------------------------------------------------------------------------------
Total financiado : 38.717,51 Data da proposta : 13.01.2015
Valor solicitado : 38.523,92 Data formalizacao : 13.01.2015
IOF parcelado : 193,59 Data liberacao cred: 14.01.2015
Juros carencia : 571,97 Primeira pcl em ser: 06.03.2017
Saldo devedor atual: 35.350,52 Data saldo Atual.: 03.03.2017
-------------------------- Condicoes de Pagamento ----------------------------
Sel Vl Solicitado Valor IOF Vl Carência Qt Dia Vl Par Ini
_ 38.523,92 193,59 571,97 96 06 877,93

------------------------------------------------------------------------------

F2 Outros Dados F3 Sai F4 CET F5 Encerra F6 [Link] F8 [Link]

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772287 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316070048300000118443606
CDCM1510 SISBB - Sistema de Informacoes Banco do Brasil 03/03/2017
Credito Direto ao Consumidor [Link]
----------------------- CDC-Diversos - Consulta --------------------------
Operacao : 864527138 Agencia Resp.: 90 ARAGUARI Op.: NORMAL
[Link] : 20160494757311137
Cliente : 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Situacao : Contrato Normal DEBITO SUSPENSO
Produto : 52 CDC EMPRESTIMO
Modalidade : 29 BB CREDITO SALARIO
Linha Credito : 2991 BB CRÉD SALÁRIO EMPRESTIMO
Convenio : 147748-PROCURAD. GERAL JUSTICA MG - SALÁRIO
------------------------------------------------------------------------------
Total financiado : 5.157,86 Data da proposta : 18.02.2016
Valor solicitado : 5.000,00 Data formalizacao : 18.02.2016
IOF parcelado : 157,86 Data liberacao cred: 18.02.2016
Juros carencia : 1.134,07 Primeira pcl em ser: 01.04.2017
Saldo devedor atual: 5.629,09 Data saldo Atual.: 03.03.2017
-------------------------- Condicoes de Pagamento ----------------------------
Sel Vl Solicitado Valor IOF Vl Carência Qt Dia Vl Par Ini
_ 5.000,00 157,86 1.134,07 36 01 358,54

------------------------------------------------------------------------------

F2 Outros Dados F3 Sai F4 CET F5 Encerra F6 [Link] F8 [Link]

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772287 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316070048300000118443606
CDCM1510 SISBB - Sistema de Informacoes Banco do Brasil 03/03/2017
Credito Direto ao Consumidor [Link]
----------------------- CDC-Diversos - Consulta --------------------------
Operacao : 868627704 Agencia Resp.: 90 ARAGUARI Op.: NORMAL
[Link] : 20161335461511706
Cliente : 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Situacao : Contrato Normal DEBITO SUSPENSO
Produto : 52 CDC EMPRESTIMO
Modalidade : 24 BB CRED. RENOVACAO
Linha Credito : 2996 BB CRÉD RENOVAÇÃO RENOVACAO
Convenio : 147748-PROCURAD. GERAL JUSTICA MG - SALÁRIO
------------------------------------------------------------------------------
Total financiado : 4.362,36 Data da proposta : 12.05.2016
Valor solicitado : 4.354,41 Data formalizacao : 12.05.2016
IOF parcelado : 7,95 Data liberacao cred: 12.05.2016
Juros carencia : 780,97 Primeira pcl em ser: 01.04.2017
Saldo devedor atual: 4.944,15 Data saldo Atual.: 03.03.2017
-------------------------- Condicoes de Pagamento ----------------------------
Sel Vl Solicitado Valor IOF Vl Carência Qt Dia Vl Par Ini
_ 4.354,41 7,95 780,97 48 01 263,70

------------------------------------------------------------------------------

F2 Outros Dados F3 Sai F4 CET F5 Encerra F6 [Link] F8 [Link]

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772287 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316070048300000118443606
SISBB - SISTEMA DE INFORMACOES BANCO DO BRASIL
13/09/2019 AUTOATENDIMENTO [Link]

Credito Direto ao Consumidor


Comprovante de Emprestimo/Financiamento

Cliente: 305707796 HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


CPF....: 090.771.766-75 Agencia: 0090-6
------------------------------------------------
Operacao..: 844457243 NORMAL
Modalidade: 2881 BB RENOVAÇÃO CONSIGNAÇÃO
Convenio..: 118151 PROCURADORIA GERAL DE JUSTICA
Data do contrato...: 13/01/2015
Ag./Conta debito...: 0090-6 / 39.961-2
Indice atualizacao.: 0000 - PREFIXADO
Taxa de juros......: 1,85% a.m. 24,60% a.a.
[Link]......: 96
Dia do debito......: 06
Dias carencia......: 25
Financiamento IOF..: 1 - FINANCIADO
Vl. solicitado.....: 38.523,92
Vl. do troco.......: 11.000,00
Vl. sldo renovado* : 27.523,92
Vl. juros carencia.: 571,97
Vl. financiado.....: 38.717,51
Vl. base prestacao.: 877,93
Data de vencimento.: 06/02/2023
Tributos...........: 193,59
Seguros............: 0,00
TAC................: 0,00
Registros..........: 0,00
Outras Despesas....: 0,00

[Link] para o CET.: 38.717,51


Custo Efet. AM(%)..: 1,86
Custo Efet. AA(%)..: 24,76
------------------------------------------------
*OPERACOES RENOVADAS
------------------------------------------------
***.***.394 BB CRÉD RENOVAÇÃO
***.***.648 BB CRÉDITO CONSIGNAÇÃO
------------------------------------------------
SOMA DO SALDO DEVEDOR: 27.523,92
------------------------------------------------
INFORMACOES COMPLEMENTARES DO CET
------------------------------------------------
EM R$ %
[Link] EMPRESTIMO: 38.717,51 -
VALOR LIBERADO.....: 38.523,92 99,50
DESPESAS...........: 193,59 0,50
-TARIFAS...........: 0,00 0,00
-TRIBUTOS (IOF)....: 193,59 0,50
-SEGURO............: 0,00 0,00
-OUTRAS............: 0,00 0,00
------------------------------------------------

Cronograma de pagamentos
------------------------------------------------
Pcl [Link] [Link] [Link] [Link]
1 06/03/2015 849,43 28,50 877,93

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772288 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20061316070075100000118443607
2 06/04/2015 834,01 43,92 877,93
3 06/05/2015 818,86 59,07 877,93
4 06/06/2015 803,98 73,95 877,93
5 06/07/2015 789,38 88,55 877,93
6 06/08/2015 775,04 102,89 877,93
7 06/09/2015 760,96 116,97 877,93
8 06/10/2015 747,14 130,79 877,93
9 06/11/2015 733,57 144,36 877,93
10 06/12/2015 720,25 157,68 877,93
11 06/01/2016 707,16 170,77 877,93
12 06/02/2016 694,32 183,61 877,93
13 06/03/2016 681,71 196,22 877,93
14 06/04/2016 669,32 208,61 877,93
15 06/05/2016 657,17 220,76 877,93
16 06/06/2016 645,23 232,70 877,93
17 06/07/2016 633,51 244,42 877,93
18 06/08/2016 622,00 255,93 877,93
19 06/09/2016 610,70 267,23 877,93
20 06/10/2016 599,61 278,32 877,93
21 06/11/2016 588,72 289,21 877,93
22 06/12/2016 578,03 299,90 877,93
23 06/01/2017 567,53 310,40 877,93
24 06/02/2017 557,22 320,71 877,93
25 06/03/2017 547,10 330,83 877,93
26 06/04/2017 537,16 340,77 877,93
27 06/05/2017 527,40 350,53 877,93
28 06/06/2017 517,82 360,11 877,93
29 06/07/2017 508,42 369,51 877,93
30 06/08/2017 499,18 378,75 877,93
31 06/09/2017 490,12 387,81 877,93
32 06/10/2017 481,21 396,72 877,93
33 06/11/2017 472,47 405,46 877,93
34 06/12/2017 463,89 414,04 877,93
35 06/01/2018 455,46 422,47 877,93
36 06/02/2018 447,19 430,74 877,93
37 06/03/2018 439,07 438,86 877,93
38 06/04/2018 431,09 446,84 877,93
39 06/05/2018 423,26 454,67 877,93
40 06/06/2018 415,58 462,35 877,93
41 06/07/2018 408,03 469,90 877,93
42 06/08/2018 400,62 477,31 877,93
43 06/09/2018 393,34 484,59 877,93
44 06/10/2018 386,19 491,74 877,93
45 06/11/2018 379,18 498,75 877,93
46 06/12/2018 372,29 505,64 877,93
47 06/01/2019 365,53 512,40 877,93
48 06/02/2019 358,89 519,04 877,93
49 06/03/2019 352,37 525,56 877,93
50 06/04/2019 345,97 531,96 877,93
51 06/05/2019 339,69 538,24 877,93
52 06/06/2019 333,52 544,41 877,93
53 06/07/2019 327,46 550,47 877,93
54 06/08/2019 321,51 556,42 877,93
55 06/09/2019 315,67 562,26 877,93
56 06/10/2019 309,94 567,99 877,93
57 06/11/2019 304,31 573,62 877,93
58 06/12/2019 298,78 579,15 877,93
59 06/01/2020 293,35 584,58 877,93
60 06/02/2020 288,02 589,91 877,93
61 06/03/2020 282,79 595,14 877,93

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772288 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20061316070075100000118443607
62 06/04/2020 277,66 600,27 877,93
63 06/05/2020 272,61 605,32 877,93
64 06/06/2020 267,66 610,27 877,93
65 06/07/2020 262,80 615,13 877,93
66 06/08/2020 258,03 619,90 877,93
67 06/09/2020 253,34 624,59 877,93
68 06/10/2020 248,74 629,19 877,93
69 06/11/2020 244,22 633,71 877,93
70 06/12/2020 239,78 638,15 877,93
71 06/01/2021 235,43 642,50 877,93
72 06/02/2021 231,15 646,78 877,93
73 06/03/2021 226,95 650,98 877,93
74 06/04/2021 222,83 655,10 877,93
75 06/05/2021 218,78 659,15 877,93
76 06/06/2021 214,81 663,12 877,93
77 06/07/2021 210,91 667,02 877,93
78 06/08/2021 207,08 670,85 877,93
79 06/09/2021 203,32 674,61 877,93
80 06/10/2021 199,62 678,31 877,93
81 06/11/2021 196,00 681,93 877,93
82 06/12/2021 192,44 685,49 877,93
83 06/01/2022 188,94 688,99 877,93
84 06/02/2022 185,51 692,42 877,93
85 06/03/2022 182,14 695,79 877,93
86 06/04/2022 178,83 699,10 877,93
87 06/05/2022 175,58 702,35 877,93
88 06/06/2022 172,39 705,54 877,93
89 06/07/2022 169,26 708,67 877,93
90 06/08/2022 166,19 711,74 877,93
91 06/09/2022 163,17 714,76 877,93
92 06/10/2022 160,20 717,73 877,93
93 06/11/2022 157,30 720,63 877,93
94 06/12/2022 154,44 723,49 877,93
95 06/01/2023 151,63 726,30 877,93
96 06/02/2023 149,05 728,88 877,93
------------------------------------------------
DECLARO ADERIR EXPRESSAMENTE E ESTAR CIENTE E DE
ACORDO com as disposicoes contidas nas Clausulas
Gerais do Contrato de Abertura de Credito Rota-
tivo - CDC Automatico, vigentes nesta data.
------------------------------------------------
AUTORIZO O BANCO DO BRASIL, EM CARATER IRREVOGA-
VEL E IRRETRATAVEL, A DEBITAR EM MINHA CONTA
CORRENTE OU POUPANCA AQUI INDICADA, OU EM QUAL-
QUER CONTA QUE EU MANTENHA OU VENHA A MANTER
EM QUALQUER DE SUAS AGENCIAS, INCLUINDO CONTA
POUPANCA E CONTA SALARIO, AS PRESTACOES DA
PRESENTE OPERACAO DE EMPRESTIMO / FINANCIAMENTO,
CONFORME PREVISAO CONSTANTE NAS CLAUSULAS GERAIS
DO CONTRATO DE ABERTURA DE CREDITO ROTATIVO -
CDC AUTOMATICO.
NO CASO DE OPERACOES COM PRESTACOES MEDIANTE
CONSIGNACAO EM FOLHA, O DEBITO SERA REALIZADO
CASO O EMPREGADOR NAO EFETUE A CONSIGNACAO.
OS TERMOS DESTA AUTORIZACAO TEM VALIDADE ATE A
LIQUIDACAO TOTAL DA OPERACAO.
------------------------------------------------
Para informações, sugestões, reclamações ou
quaisquer outros esclarecimentos, o Banco do
Brasil disponibiliza os telefones:

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772288 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20061316070075100000118443607
- Central de Atendimento BB 4004-0001 (Capitais)
ou 0800-729-0001 (Demais localidades);
- Central de Atendimento para Deficientes Audi-
tivos ou de Fala 0800-729-0088;
- SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-729-0722;
- Ouvidoria BB 0800-729-5678.
------------------------------------------------
Declaro, para todos os fins de direito, que fui
devida e previamente informado(a) sobre as
condicoes da presente operacao de emprestimo /
financiamento (Valores, Taxas, Prazos e Custo
Efetivo Total - CET), por mim contratada, e
que li e estou de acordo com as Clausulas
Gerais de Abertura de Credito Rotativo - CDC
AUTOMATICO, bem como de que o CET informado
representa as condicoes vigentes na data do
calculo.

______________________, 13/09/2019.
(LOCAL)

___________________________________________
(assinatura)
------------------------------------------------
Assinado Eletronicamente 2015-01-13 às 12.15.12
pela internet.
------------------------------------------------

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 13/06/2020 [Link] Num. 119772288 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20061316070075100000118443607
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

Mantenho a decisão de ID 107123307 pelos seus próprios fundamentos.

Tendo em vista que ainda não houve qualquer decisão quanto a efeito suspensivo nos autos ante ao Agravo de
Instrumento interposto, nem ofício quanto a informação de agravo pelo Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Minas
Gerais, determino o prosseguimento do feito.

Cumpra-se integralmente a decisão de ID 107123307.

Cumpra-se. Intimem-se.

Araguari, 09 de junho de 2020.

Maurício da Cruz Rossato


Juiz de Direito Substituto

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: MAURICIO DA CRUZ ROSSATO - 09/06/2020 [Link] Num. 119383435 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20060916475139300000118055044
AO JUÍZO DA 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI-MG

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, devidamente qualificado nos autos


em epígrafe, vem à presença de [Link]., por intermédio de seus procuradores que esta subscrevem,
REQUERER a juntada, aos autos do processo, da cópia da petição do agravo de instrumento e do
comprovante de sua interposição.

Informa, ainda, que juntou cópia integral dos autos, com fundamento no art.
1018 do Código de Processo Civil.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari/MG, 22 de maio de 2020.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR


OAB/MG 152.922

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116704221 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20052216012328500000115378128
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO
EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

AGRAVO DE INSTRUMENTO
AUTOS Nº 5000912-03.2019.8.13.0035
ORIGEM: 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI-MG
AGRAVANTE: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
AGRAVADO: BANCO DO BRASIL S/A

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, brasileiro, casado,


oficial do Ministério Público, portador do RG: MG-14.366.969 SSP/MG e CPF: 090.771.766-
75, nascido no dia 17/12/1986, filho de Simão Flávio Chedid Borges e Maria Eunice Campos,
residente e domiciliado na Rua: Indianópolis, nº 140, Bairro: Portal do Cerrado I, na cidade de
Araguari/MG, CEP: 38.444-286; vem respeitosamente à presença de V. Exa., apresentar o
presente AGRAVO DE INSTRUMENTO, com base nos arts. 1.015 e ss. do CPC, pelas razões
aduzidas anexas, requerendo a juntada das inclusas razões e o seu normal processamento.

Informa o agravante que se trata de processo eletrônico, com


cópia integral dos autos anexa ao sistema, outrossim, esclarece que deixou de realizar o devido
preparo, pois que beneficiário da Assistência Judiciária Gratuita.

O presente recurso é TEMPESTIVO.

Isto Posto, REQUER seja recebido e distribuído in continenti o


presente recurso e seja a decisão do d. juízo primevo, reformada, nos termos das razões ora
apresentadas.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari/MG, 22 de maio de 2020.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURÍPEDES GONÇALVES PINTO


OAB/MG 152.922 OAB/MG 203.195

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[Link]

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116705396 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20052216012389000000115378153
EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

RAZÕES DO AGRAVANTE

COLENDA CÂMARA

A respeitável decisão interlocutória agravada merece reforma,


posto que nos termos em que foi proferida consubstanciará ao agravante uma situação de
flagrante e inaceitável injustiça.

Cuida o processo de origem de ação de ressarcimento c/c


repetição de indébito c/c obrigação de fazer c/c indenização por dano moral e tutela provisória
em desfavor de Banco do Brasil S/A, pleiteando em síntese:

 O ressarcimento das quantias descontadas indevidamente


pelo agravado, com repetição de indébito, pois trata-se de
cobrança indevida.

 Obrigação de fazer, para que seja retirado o nome do


devedor do cadastro de maus pagadores no que tange a dívida do
contrato nº 844457243 e que não seja considerada a dívida,
referente ao contrato mencionado, vencida antecipadamente e
nem incidido juros de mora.

 Indenização por dano moral em razão da falha na


prestação de serviço e violação de direito personalíssimos do
agravante.

O agravante, na exordial, fez pedido de tutela de urgência


requerendo seja cancelada a inscrição do seu CPF, no que tange ao contrato de empréstimo
consignado nº 844457243, do cadastro de maus pagadores e que a parcela referente ao referido
contrato, no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa e três centavos), seja
destinada ao pagamento das parcelas de empréstimo consignado oriundas do contrato
mencionado.
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[Link]

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116705396 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20052216012389000000115378153
Contudo a tutela de urgência foi indeferida, conforme se verifica
de parte da decisão, a qual transcrevo:

In casu, a parte quer afirma que o dinheiro destinado a quitação do


empréstimo consignado era devolvido para sua conta-salário, ficando o
encargo sem pagamento. Assim, um vez inadimplente, diante do que
foi firmado, não se pode impedir o credor de adotar medidas que julgar
pertinentes para recebimento do crédito, ainda que isto implique na
inclusão do nome da parte agravante em órgão restritivo de crédito.
No que se refere a destinação do pagamento descontado pela fonte
pagadora da parte agravante, para quitação das parcelas do empréstimo
consignado, não há como atender o pleito neste momento, vez que não
consta elementos probatórios nos autos, que comprovem que ao realizar
a portabilidade entre os bancos, conforme mencionada na inicial, ficara
firmado a subsistência dos descontos com a respectiva finalidade.

Diante do indeferimento da tutela de urgência, restou a


interposição do presente agravo de instrumento, nos termos do artigo 1.015, I do Código de
Processo Civil.

É o relatório.

O agravante possuía uma conta salário no banco agravado,


entretanto fez portabilidade para outra agência bancária, qual seja o Banco Itaú S/A, de forma
que desde o mês de agosto de 2016 recebe seu salário por meio da referida instituição financeira.

Todavia a instituição financeira agravada ao fazer a transferência


do salário do agravante para o Banco Itaú S/A, procedia descontos em seu vencimento ao
argumento de que serviriam para pagamento de empréstimos contraídos pelo demandante.

A conduta enunciada foi objeto de ação de obrigação de fazer c/c


com dano material e moral que tramita na 3ª Vara Cível sob o nº 0164006-23.2016.8.13.0035.

Na referida ação foi formulado pedido de tutela provisória para


impedir os descontos indevidos ou, eventualmente, que fossem limitados a margem de 30%
(trinta por cento) dos rendimentos líquidos do agravante.

O juiz de primeiro grau indeferiu a tutela provisória, o que


desafiou a interposição de Agravo de Instrumento que tramitou sob o nº 0041756-
59.2017.8.13.0000, juntado na ação principal.
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[Link]

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116705396 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20052216012389000000115378153
O TJMG, em fevereiro de 2017, concedeu parcialmente o efeito
suspensivo ativo ao sucedâneo e restringiu os descontos das parcelas dos empréstimos na conta
corrente do agravante até o limite de 30% (trinta por cento) do seu salário/benefício.

Salutar esclarecer que havia dois tipos de descontos incidentes


sobre o salário do agravante, o primeiro realizado pela sua fonte pagadora (Ministério Público
do Estado de Minais Gerais) no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa
e três centavos) decorrente do contrato de empréstimo consignado nº 844457243 e outros eram
efetivados pelo banco agravado para pagamento de empréstimos diferentes.

A Procuradoria-Geral de Justiça, ao depositar o salário do


agravante descontava, normalmente, o valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e
noventa e três centavos) referente à parcela do empréstimo consignado e repassava ao agravado,
conforme demonstra a certidão da Diretoria de Pagamento de Pessoal da PGJ.

Ocorre que o agravado, ao receber o dinheiro para quitar a parcela


do empréstimo consignado, fazia a devolução desse dinheiro para a conta salário do agravante
que é administrada pela instituição financeira demandada, deixando o contrato de empréstimo
consignado sem pagamento.

Em síntese, a parcela referente ao pagamento do empréstimo


consignado, era, normalmente, descontada do contracheque do agravante, pela Procuradoria
Geral de Justiça e repassada para o banco agravado, que ao invés de dar quitação ao referido
contrato de empréstimo consignado, devolvia o dinheiro para a conta salário do agravante e
cobrava indevidamente juros abusivos de cartão de crédito, tudo isso sem o conhecimento do
agravante ou de seu empregador.

Nos meses de julho, agosto, setembro, dezembro de 2017,


maio, outubro, novembro, dezembro de 2018, janeiro e fevereiro de 2019, embora a fonte
pagadora do agravante tenha descontado de seu contracheque a parcela referente ao consignado
e repassado ao banco agravado, o dinheiro simplesmente desapareceu, NÃO consta como
crédito na conta salário do agravante, bem como NÃO foi efetivado o pagamento do
empréstimo consignado, extratos bancários nos autos.

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Número do documento: 20052216012389000000115378153
O agravante tem uma dívida de mais de R$ 40.000,00 (quarenta
mil) reais em razão do não pagamento do empréstimo consignado e seu CPF está negativado,
além disso, as parcelas descontadas pela sua fonte pagadora e destinada à quitação do
empréstimo consignado continuam sendo desviadas pelo agravado.

Ressalta-se que os fatos narrados aconteceram sem o


conhecimento do agravante, que assim que tomou ciência ingressou com a presente ação
judicial.

Observar-se, pois que a negativação do CPF do agravante,


procedida pela agravada é INDEVIDA, de forma que sua manutenção causa grandes transtornos
à sua imagem e bom nome.

Outrossim, impõe-se que se garanta o pagamento do empréstimo


consignado, posto que o desconto em folha de pagamento do agravante é destinado a esse fim
e o desvio da parcela, como faz o agravado, gera uma situação de endividamento permanente e
difícil de resolver.

Portanto, os requisitos autorizativos para concessão da TUTELA


DE URGÊNCIA estão presentes, a probabilidade do direito restou evidenciada pelos
documentos que instrui a inicial, o perigo de dano é evidente, pois trata de inscrição indevida
no sistema do SPC e medida que evitará o endividamento pessoal do agravante.

ANTECIPAÇÃO DA TUTELA RECURSAL

O art. 1.019, I, do CPC, autoriza ao relator a concessão do efeito


suspensivo ou da tutela antecipada no Agravo de Instrumento.

Para tanto, o art. 995, parágrafo único, exige a presença de risco


de dano e a probabilidade do direito invocado.

A probabilidade do provimento do recurso está presente nos


documentos que instruem os autos principais, demonstrando cabalmente que o nome do
agravante foi negativado indevidamente, bem como, a conduta do agravado gera situação
irremediável de endividamento.

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Número do documento: 20052216012389000000115378153
O perigo de dano é notório, na medida em que o agravante terá
violado o seu direito de imagem, direito alçado a seara personalíssima, com reflexos na
dignidade da pessoa humana, bem como acarretará graves prejuízos de ordem financeira.

Certamente que os danos causados ao agravante são de natureza


imensurável. Sendo assim, necessário a concessão da antecipação da tutela recursal, para retirar
o CPF do agravante do cadastro de maus pagadores e destinar o valor de R$ 877,93 (oitocentos
e setenta e sete reais e noventa e três centavos), descontado diretamente pela fonte pagadora do
requerente, ao pagamento das parcelas do empréstimo consignado que estão a vencer.

Por fim, contra decisão interlocutória suscetível de causar à parte


lesão grave e de difícil reparação, como se faz evidente, cabe o manejo de agravo de
instrumento, bem como de sua tutela antecipada recursal, nos termos do artigo 1.015 e ss. e art.
995, parágrafo único, ambos do Código de Processo Civil, para o fim último de que Veneranda
Câmara reforme a decisão agravada.

DOS REQUERIMENTOS FINAIS

Em face de todo exposto, REQUER:

1. A concessão da TUTELA DE URGÊNCIA RECURSAL,


para que seja retirado o nome do agravado dos cadastros de maus pagadores, bem como destinar
a quantia de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa e três centavos), descontada
diretamente da folha de pagamento do agravante, ao pagamento das parcelas do empréstimo
consignado que estão a vencer;

2. Seja o presente recurso conhecido e no mérito provido, a


fim de reforma a r. decisão agravada, deferindo a retirada do CPF do agravante dos
cadastros de maus pagadores, bem como destinar a quantia de R$ 877,93 (oitocentos e
setenta e sete reais e noventa e três centavos), descontada diretamente da folha de
pagamento do agravante, ao pagamento das parcelas do empréstimo consignado que estão
a vencer;

3. Esclarece que nos termos do art. 1.017, I e III, do CPC,


faz juntada das cópias facultativas e obrigatórias;

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Número do documento: 20052216012389000000115378153
4. Deixa de juntar a guia de preparo, pois é beneficiário da
justiça gratuita.

5. Informa que conforme art. 1.018, do CPC, no prazo de 03


(três) dias realizará a juntada aos autos do processo cópia da petição de agravo de
instrumento, do comprovante de sua interposição e da relação dos documentos que
instruíram o presente recurso;

6. Por fim, a intimação do agravado para que apresente


resposta no prazo de 15 (quinze) dias.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari/MG, 22 de maio de 2020.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURÍPEDES GONÇALVES PINTO


OAB/MG 152.922 OAB/MG 203.195

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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Recibo de Protocolização
Protocolo eletrônico realizado por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR

Número: 0678142-34.2020.8.13.0000/002-008 Data: 22/05/2020 15:52

Processo
Número CNJ: 0678142-34.2020.8.13.0000
Número TJ: 1.0000.19.095544-3/002
Processo Relacionado: 5000912-03.2019.8.13.0035
Classe: Agravo de Instrumento
Competência: Competência residual de matérias cíveis

Segredo de Justiça: Não


Regime de Plantão: Não
Urgências:
Tutela Provisória
Assuntos:
Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes (Principal)

Peças
Tipo: Arquivo: Situação:
Agravo de Instrumento_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Petição Inicial Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Petição Inicial 642330844-Petição [Link] Disponível
Ação de Obrigação de Fazer,
Desconto Indevido, 642347334-Ação de Obrigação de Fazer, Desconto Indevido,
Disponível
Ressarcimento e Dano Moral - Ressarcimento e Dano Moral - Higor Campos Chedid [Link]
Higor Campos Chedid Borg
Procuração - Higor Campos
642341904-Procuração - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
CNH - Higor Campos Chedid
642346954-CNH - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Borges
Ação Ordinária - Autos n°
642346994-Ação Ordinária - Autos n° 0164006-23.2016 - Higor
0164006-23.2016 - Higor Disponível
Campos Chedid [Link]
Campos Chedid Borges
Acórdão_0041756-
59.2017.8.13.0000 - Higor 642347034-Acórdão_0041756-59.2017.8.13.0000 - Higor
Disponível
Campos Chedid Borges x Campos Chedid Borges x Banco do Brasil [Link]
Banco do Brasil SA
Certidão_Desconto de Folha - 642347094-Certidão_Desconto de Folha - Higor Campos Chedid
Disponível
Higor Campos Chedid Borges [Link]
Comprovante de
642347164-Comprovante de Empréstimo_Financiamento - Higor
Empréstimo_Financiamento - Disponível
Campos Chedid [Link]
Higor Campos Chedid Borges
Extrato_Operação_BB - Higor 642347204-Extrato_Operação_BB - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Extratos Bancários_BB - Higor 642347214-Extratos Bancários_BB - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Fatura_BB - Higor Campos
642347244-Fatura_BB - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
Demonstrativos de Pagamento 642347264-Demonstrativos de Pagamento - Higor Campos
Disponível
- Higor Campos Chedid BorgesChedid [Link]
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Conversas_Gerente - Higor 642347274-Conversas_Gerente - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Consulta_SPC - Higor Campos
642347294-Consulta_SPC - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
Certidão de Triagem 643267634-Certidão de [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Manifestação 679174064-Manifestaçã[Link] Disponível


IRPF - Higor Campos Chedid
679174264-IRPF - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Borges
Decisão 703305314-Decisã[Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Intimação 764005814-Intimaçã[Link] Disponível

Manifestação 797060904-Manifestaçã[Link] Disponível


Petição do Agravo de
797060924-Petição do Agravo de Instrumento - Higor Campos
Instrumento - Higor Campos Disponível
Chedid [Link]
Chedid Borges
Recibo de Protocolo_Agravo
797062934-Recibo de Protocolo_Agravo de Instrumento - Higor
de Instrumento - Higor Disponível
Campos Chedid [Link]
Campos Chedid Borges
JUNTADA de PEDIDO DE 805239904-JUNTADA de PEDIDO DE INFORMAÇÃO
Disponível
INFORMAÇÃO AGRAVO [Link]
Solicitação de informações
805239914-Solicitação de informações Agravo instrumento
Agravo instrumento 5000912- Disponível
[Link]
03.2019.8.13.0035
Despacho [Link] Disponível
JUNTADA DE
810300354-JUNTADA DE INFORMAÇÕES [Link] Disponível
INFORMAÇÕES PRESTADAS
Informação Agravo de
810300374-Informação Agravo de Instrumento
Instrumento Disponível
[Link]
1.0000.19.095544-3-001
Petição 834942194-Petiçã[Link] Disponível

PETIODEHABILITAOMG (11) 835001914-PETIODEHABILITAOMG (11).pdf Disponível

1 (84) 835009444-1 (84).pdf Disponível

2 - 2019-09-11T113013.610 835009464-2 - [Link] Disponível

3 - 2019-09-11T113014.523 835009494-3 - [Link] Disponível

4 - 2019-09-11T113037.308 835009524-4 - [Link] Disponível

5 - 2019-09-11T113038.112 835009534-5 - [Link] Disponível

6 (78) 835009644-6 (78).pdf Disponível

cadastro/habilitação advogado 853263684-cadastro/habilitação [Link] Disponível


Certidão de Trânsito - Agravo
987424694-Certidão de Trânsito - Agravo de [Link] Disponível
de Instrumento
Decisão - Agravo de
987424704-Decisão - Agravo de [Link] Disponível
Instrumento
Decisão - Agravo de
987424714-Decisão - Agravo de [Link] Disponível
Instrumento

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Aviso de Recebimento -
987424724-Aviso de Recebimento - Agravo de [Link] Disponível
Agravo de Instrumento
Acórdão - Agravo de
987424734-Acórdão - Agravo de [Link] Disponível
Instrumento
Decisão 1071233074-Decisã[Link] Disponível

Intimação 1108278484-Intimaçã[Link] Disponível

Intimação 1108297704-Intimaçã[Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Manifestação 1155569484-Manifestaçã[Link] Disponível

Parte
Nome: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

Denominação: Agravante
Complemento:
Data Nascimento: 17/12/1986
Sexo: M
Nome da mãe: MARIA EUNICE CAMPOS
Nome do pai:
Estado Civil:
Nível Escolaridade:
Profissão Atual:
Nacionalidade:
Naturalidade:
Cidade:
Indígena:
Idioma Falado:

Preparo:
Documentos:
Cadastro de Pessoas Físicas: 09077176675 (Principal)
Documentos Digitalizados:
Procuradores:
Inscrição: 152922NMG
Nome: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR
Tipo: Advogado

Endereço:
RUA INDIANÁPOLIS Nº 140 JÓQUEI CLUBE CEP: 38444-286

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Número do documento: 20052216012591600000115378160
Parte
Nome: BANCO DO BRASIL S/A

Denominação: Agravado
Complemento:

Número CNPJ: 00000000000191


Razão social: BANCO DO BRASIL S/A
Nome fantasia: DIRECAO GERAL
Preparo:
Documentos:
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas: 00000000000191 (Principal)
Documentos Digitalizados:
Procuradores:
Endereço:

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Número do documento: 20052216012591600000115378160
Andamento processual na 1ª Instância:
75737661 - 15/05/2020 13:59 - Juntada de Petição de manifestação

75576995 - 14/05/2020 13:11 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 14/05/2020 13:11
Destinatário : BANCO DO BRASIL S/A
Ciência em : 15/05/2020 15:27
Lido por : RICARDO LOPES GODOY

75576994 - 14/05/2020 13:11 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 14/05/2020 13:11
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 15/05/2020 13:41
Lido por : NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR

75576991 - 14/05/2020 13:10 - Audiência Conciliação/CEJUSC cancelada 28/05/2020 14:00 3ª Vara Cível da
Comarca de Araguari.

75475674 - 13/05/2020 08:11 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por ADRIANE CRISTINA
APARECIDA FERREIRA RAMOS)

75298717 - 12/05/2020 15:27 - Conclusos para despacho

72249701 - 02/04/2020 19:04 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 02/04/2020 19:04
Destinatário : BANCO DO BRASIL S/A
Ciência em : 04/04/2020 19:52
Lido por : RICARDO LOPES GODOY

72248715 - 02/04/2020 18:47 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 02/04/2020 18:47
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 06/04/2020 10:24
Lido por : NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR

70260125 - 11/03/2020 15:15 - Audiência Conciliação/CEJUSC designada 28/05/2020 14:00 3ª Vara Cível da
Comarca de Araguari.

70035145 - 10/03/2020 02:01 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por MARCIO JOSE
TRICOTE)

70035144 - 10/03/2020 02:01 - Concedida a Assistência Judiciária Gratuita a HIGOR CAMPOS CHEDID
BORGES - CPF: 090.771.766-75 (AUTOR). (proferida por MARCIO JOSE TRICOTE)

70035143 - 10/03/2020 02:01 - Não Concedida a Antecipação de tutela (proferida por MARCIO JOSE
TRICOTE)

66906788 - 04/02/2020 16:42 - Conclusos para despacho

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Número do documento: 20052216012591600000115378160
64242586 - 27/12/2019 02:00 - Recebidos os autos

64242585 - 27/12/2019 02:00 - Juntada de Outros documentos

55100526 - 23/09/2019 18:13 - Expedição de Certidão.

53911394 - 11/09/2019 11:47 - Juntada de Petição de petição

52275701 - 23/08/2019 19:19 - Juntada de comunicação via sistema

52145850 - 22/08/2019 16:03 - Expedição de comunicação via sistema.

52145849 - 22/08/2019 16:03 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por MARCIO JOSE
TRICOTE)

51940916 - 20/08/2019 18:48 - Conclusos para despacho

51940912 - 20/08/2019 18:46 - Juntada de comunicação via sistema

51414782 - 13/08/2019 19:49 - Juntada de Petição de manifestação

49309264 - 17/07/2019 15:45 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 17/07/2019 15:45
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 29/07/2019 23:59
Lido por : Transcurso de prazo nos termos da Lei 11.419/2006

49019780 - 13/07/2019 20:06 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por MARCIO JOSE
TRICOTE)

45276854 - 24/05/2019 10:23 - Redistribuído por prevenção em razão de incompetência

45276853 - 24/05/2019 10:22 - Conclusos para despacho

45258992 - 23/05/2019 18:42 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por JULIANA FALEIRO DE
LACERDA VENTURA)

43583858 - 30/04/2019 11:11 - Conclusos para despacho

43551640 - 29/04/2019 17:56 - Juntada de Petição de manifestação

41988005 - 02/04/2019 18:45 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 02/04/2019 18:43
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 12/04/2019 23:59
Lido por : Transcurso de prazo nos termos da Lei 11.419/2006

41810188 - 01/04/2019 10:20 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por JULIANA FALEIRO DE
LACERDA VENTURA)

41158171 - 20/03/2019 18:02 - Conclusos para despacho

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116705403 - Pág. 6
[Link]
Número do documento: 20052216012591600000115378160
41094961 - 20/03/2019 11:50 - Distribuído por sorteio

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 22/05/2020 [Link] Num. 116705403 - Pág. 7
[Link]
Número do documento: 20052216012591600000115378160
AO JUÍZO DA 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI/MG

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

Meritíssimo Juiz,

Ciente do cancelamento da audiência designada nos autos.

Araguari/MG, 15 de maio de 2020.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR

OAB/MG 152.922

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 15/05/2020 [Link] Num. 115556948 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20051513593682300000114230567
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

Considerando a Portaria Conjunta nº 952/PR/2020 emitida pelo Egrégio Tribunal de Justiça


de Minas Gerais, publicada no DJE em 23/03/2020, prorrogada pela Portaria Conjunta nº
975/PR/2020, publicada no DJE em 08/05/2020, dispondo sobre as medidas temporárias de

prevenção ao contágio pelo novo Coronavírus (COVID-19) no âmbito do Poder Judiciário deste
Estado, não será possível a realização da audiência designada nos autos.

Ante o exposto, determino o cancelamento da audiência designada, até ulterior decisão

deste juízo.

Cumpra-se.

Araguari, 13 de maio de 2020.

Pedro Marcos Begatti


Juiz de Direito em substituição legal

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 14/05/2020 [Link] Num. 115342709 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20051413113345900000114014678
38440-901

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 14/05/2020 [Link] Num. 115342709 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20051413113345900000114014678
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

Considerando a Portaria Conjunta nº 952/PR/2020 emitida pelo Egrégio Tribunal de Justiça


de Minas Gerais, publicada no DJE em 23/03/2020, prorrogada pela Portaria Conjunta nº
975/PR/2020, publicada no DJE em 08/05/2020, dispondo sobre as medidas temporárias de

prevenção ao contágio pelo novo Coronavírus (COVID-19) no âmbito do Poder Judiciário deste
Estado, não será possível a realização da audiência designada nos autos.

Ante o exposto, determino o cancelamento da audiência designada, até ulterior decisão

deste juízo.

Cumpra-se.

Araguari, 13 de maio de 2020.

Pedro Marcos Begatti


Juiz de Direito em substituição legal

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 14/05/2020 [Link] Num. 115342708 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20051413113346600000114014677
38440-901

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 14/05/2020 [Link] Num. 115342708 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20051413113346600000114014677
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

Considerando a Portaria Conjunta nº 952/PR/2020 emitida pelo Egrégio Tribunal de Justiça


de Minas Gerais, publicada no DJE em 23/03/2020, prorrogada pela Portaria Conjunta nº
975/PR/2020, publicada no DJE em 08/05/2020, dispondo sobre as medidas temporárias de

prevenção ao contágio pelo novo Coronavírus (COVID-19) no âmbito do Poder Judiciário deste
Estado, não será possível a realização da audiência designada nos autos.

Ante o exposto, determino o cancelamento da audiência designada, até ulterior decisão

deste juízo.

Cumpra-se.

Araguari, 13 de maio de 2020.

Pedro Marcos Begatti


Juiz de Direito em substituição legal

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:

Assinado eletronicamente por: PEDRO MARCOS BEGATTI - 13/05/2020 [Link] Num. 115082164 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20051316330549900000113754333
38440-901

Assinado eletronicamente por: PEDRO MARCOS BEGATTI - 13/05/2020 [Link] Num. 115082164 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20051316330549900000113754333
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº: 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Fica o requerido, na pessoa de seu procurador, INTIMADO para tomar ciência do inteiro teor da
decisão ID 107123307, que indeferiu a tutela provisória pleiteada pelo autor, bem como acerca da
designação de audiência de conciliação, considerando o requerimento de habilitação nos autos ID
83500191, devidamente cadastrado ID 85326368.

ARAGUARI, 2 de abril de 2020.

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 02/04/2020 [Link] Num. 110829770 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20040218571735300000109495135
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº: 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Fica a parte autora INTIMADA para tomar ciência do inteiro teor da decisão de indeferimento de
tutela provisória, bem como acerca da designação de audiência ID 107123307.

ARAGUARI, 2 de abril de 2020.

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: LIDIA MARIA DE CASTRO - 02/04/2020 [Link] Num. 110827848 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 20040218450898000000109493263
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Justiça de Primeira Instância

Comarca de ARAGUARI / 3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES ajuizou ação de ressarcimento c/c repetição de indébito c/c obrigação

de fazer c/c indenização por dano moral e tutela provisória em face de BANCO DO BRASIL, ambos qualificados,

alegando em síntese que possui uma conta-salário junto a parte requerida, sendo que fez portabilidade para o

banco Itaú S/A, recebendo seu salário por meio desta última desde agosto de 2016.

Asseverou que a parte requerida ao realizar a transferência de seu salário, para banco Itaú S/A, procedia

descontos em seu vencimento, ao argumento de que serviriam para pagamento de empréstimos contraídos.

Afirmou que havia dois tipos de descontos incidentes sobre seu salário, o primeiro realizado pela sua fonte

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 1
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Número do documento: 20031002010982600000105793526
pagadora, Ministério Público do Estado de Minas Gerais, no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e

noventa e três centavos), decorrente do contrato de empréstimo consignado nº 844457243 e outros eram efetivados

pela parte requerida, para pagamento de empréstimos diferentes.

Sustentou que o valor referente ao primeiro empréstimo mencionado era descontado de sua remuneração e

repassado a parte requerida, que ao receber a quantia, fazia a devolução do importe para sua conta-salário, deixando o

contrato consignado sem pagamento, sendo que tal situação lhe era desconhecida.

Ponderou que no mês de julho do ano de 2018, compareceu na sede da parte requerida e tomou conhecimento

que desde março de 2017, não estava pagando o empréstimo consignado.

Declarou que após fazer a portabilidade, ficou com uma dívida referente a cheque especial, no valor de R$

800,00 (oitocentos reais). Ao passo que a parte requerida utilizava o valor destinado ao pagamento do empréstimo

consignado, para saldar tal dívida, o que culminou na quitação do montante de R$ 2.247,30 (dois mil duzentos e

quarenta e sete reais e trinta centavos), em razão da cobrança de juros.

Informou que no ano de 2016 possuía dois cartões de crédito, vinculados a mesma conta administrada pela

parte requerida, com pagamentos realizados por débito automático, suspensa a forma de pagamento em agosto do

mesmo ano, a seu pedido.

Acrescentou que em junho do ano de 2017, após saldar a dívida referente ao débito de cheque especial, a parte

requerida passou a utilizar o valor destinado ao pagamento do empréstimo consignado, para pagar os juros advindos do

cartão de crédito nº 77.022.736.

Aduziu que atualmente possui uma dívida de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) em razão do não pagamento do

empréstimo consignado.

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 20031002010982600000105793526
Ao final, pugnou em sede de antecipação de tutela, pela concessão do cancelamento da inscrição de seu CPF

junto ao cadastro de maus pagadores e pela destinação do valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e

noventa e três centavos), descontados diretamente de sua fonte pagadora, sejam destinado ao pagamento das parcelas

do empréstimo consignado que estão a vencer.

Decido.

O artigo 300 do CPC permite que o juiz conceda a tutela provisória de urgência quando houver elementos que

evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

A tutela provisória de urgência pode ser cautelar ou satisfativa (antecipada).

Em ambos os casos, a sua concessão pressupõe, genericamente, a demonstração da probabilidade do direito (

fumus boni iuris) e, junto a isso, a demonstração do perigo de dano ou de ilícito, ou ainda do comprometimento da

utilidade do resultado final que a demora do processo representa (periculum in mora).

Denota-se que "a redação do art. 300, caput, superou a distinção entre os requisitos da concessão para a tutela

cautelar e para a tutela satisfativa de urgência, erigindo a probabilidade e o perigo na demora a requisitos comuns para

a prestação de ambas as tutelas de forma antecipada" (Enunciado nº 143 do Fórum Permanente de Processualistas

Civis).

Neste contexto, a doutrina aponta como requisitos para a concessão de uma providência de urgência de

natureza cautelar ou satisfativa (antecipada), basicamente, a existência do periculum in mora que consiste no dano

potencial evidenciado pelo risco objetivamente apurável que corre o processo de não ser útil ao interesse demonstrado

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 20031002010982600000105793526
pela parte; e a presença do fumus boni iuris que significa a probabilidade do direito substancial invocado por quem

pretenda segurança.

Acrescente-se que a tutela provisória de urgência satisfativa (ou antecipada) exige também o preenchimento de

pressuposto específico para a sua concessão, consistente na reversibilidade dos efeitos da decisão antecipatória (CPC,

art. 300, § 3°).

Sobre o tema, leciona o Professor HUMBERTO THEODORO JÚNIOR que:

Os requisitos, portanto, para alcançar-se uma providência de urgência de natureza cautelar ou satisfativa

são, basicamente, dois:

a) Um dano potencial, um risco que corre o processo de não ser útil ao interesse demonstrado pela parte,

em razão do periculum in mora, risco esse que deve ser objetivamente apurável.

b) A probabilidade do direito substancial invocado por quem pretenda segurança, ou seja, o fumus boni iuris.

(THEODORO JÚNIOR, Humberto, Curso de Direto Processual Civil, Vol. I, 57ª Edição, Rio de Janeiro: Forense,

2016, pág. 623).

Os documentos carreados não são suficientes para conferir a plausibilidade ao argumento da parte autora. Os
fatos são controvertidos e somente podem ser melhor analisados sob o contraditório.

In casu, a parte requerente afirma que o dinheiro destinado a quitação do empréstimo consignado era devolvido
para sua conta-salário, ficando o encargo sem pagamento. Assim, uma vez inadimplente, diante do que foi firmado, não
se pode impedir o credor de adotar as medidas que julgar pertinentes para recebimento do crédito, ainda que isto
implique na inclusão do nome da parte requerente em órgão restritivo de crédito.

No que se refere a destinação do pagamento descontado pela fonte pagadora da parte requerente, para
quitação das parcelas do empréstimo consignado, não há como atender o pleito neste momento, vez que não consta

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 20031002010982600000105793526
elementos probatórios nos autos, que comprovem que ao realizar a portabilidade entre os bancos, conforme
mencionado na inicial, ficara firmado a subsistência dos descontos com a respectiva finalidade.

Neste ínterim, a parte requerente não comprovou a verossimilhança de suas alegações, vez que, em uma
análise preliminar, não se pode aferir, neste momento, que ela faz jus ao pleito inicial.

Assim, os fatos relatados na exordial não vieram acompanhados de prova capaz de autorizar, desde já, o
reconhecimento da necessidade de deferir a medida, pelo contrário, todos eles estão a depender de confirmação ao
longo do feito, o que prejudica a possibilidade da antecipação pretendida.

Não obstante, nada impede a concessão da tutela na própria sentença, no caso de procedência do pedido e
uma vez presentes todos os requisitos legais.

Ante o exposto, indefiro a tutela provisória pretendida.

Designo audiência de conciliação (CPC, art. 334, §1º) para o dia 28/05/2020, às 14 h 00 min, que deverá ser realizada

no CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), situado na Rua Quinca Mariano, nº 337, Centro,

Edifício Centro Comercial Farid Nader, Araguari/MG.

Fica a parte autora intimada na pessoa de seu advogado (CPC, art. 334, § 3º).

Cite-se e intime-se a parte ré (CPC, art. 334, parte final).

Realizada a audiência e não havendo autocomposição, o prazo para oferta de contestação, de 15 (quinze)
dias úteis (CPC, art. 335, caput), terá início a partir da audiência ou, se for o caso, da última sessão de conciliação
(CPC, art. 335, I).

Caso haja oportuna manifestação de desinteresse da parte ré, o prazo para oferta de contestação de 15
(quinze) dias úteis (CPC, art. 335, caput), terá início a partir do protocolo do pedido de cancelamento da audiência acima
designada (CPC, art. 335, II).

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 5
[Link]
Número do documento: 20031002010982600000105793526
Contestada eventualmente a ação e, se houver alegação de qualquer uma das matérias enumeradas no
art. 337; ou de qualquer fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito indicado na inicial, determino, oportunamente,
a abertura de vista à parte autora no prazo de 15 dias úteis.

Se as partes rés não ofertarem contestação, serão consideradas revéis e, eventualmente, presumir-se-ão
verdadeiras as alegações de fato formuladas pela parte autora (CPC, art. 344).

Ficam as partes cientes e desde já intimadas até que se finde o processo, que a retirada de eventuais
documentos físicos deverá ocorrer no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias.

Transcorrido o prazo supra, a Secretaria está autorizada a descartá-los, nos termos dos artigos 199, I e
314, §1º e § 2º, do Provimento nº. 355/CGJ/2018.

Cumpra-se. Intimem-se.

Araguari, 10 de março de 2020.

Márcio José Tricote


Juiz de Direito

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 10/03/2020 [Link] Num. 107123307 - Pág. 6
[Link]
Número do documento: 20031002010982600000105793526
CARTÓRIO DA 17ª CÂMARA CÍVEL - UNIDADE GOIÁS

CERTIDÃO

CERTIFICO que o (a) acórdão/decisão retro transitou em

julgado em 03/12/2019. O referido é verdade e dou fé.

Belo Horizonte, 11 de dezembro de 2019. Eu,

ROSEMARY CIRLENE PRADO- ESCRIVÃ do Cartório da

17ª Câmara Cível - Unidade Goiás, assino digitalmente.

Documento emitido pelo SIAP :

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 19/12/2019 [Link] Num. 98742469 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417738
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

<CABBCAADDABACCBACBDABCBCACADABBBCACAADDADAAAD>
EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO – JUSTIÇA GRATUITA - PESSOA
FÍSICA - PRESUNÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA NÃO DERRUÍDA -
DEFERIMENTO DA BENESSE. -Em se tratando de pessoa física, a parte
tem direito ao benefício da justiça gratuita se não há qualquer indício de
sua suficiência financeira, incumbindo à parte contrária, caso queira,
derruir a alegada hipossuficiência legal.
__________________________________________________________
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001 - COMARCA DE
Araguari - Agravante(s): HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES -
Agravado(a)(s): BANCO DO BRASIL SA

ACÓRDÃO

Vistos etc., acorda, em Turma, a 17ª CÂMARA CÍVEL do


Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, na conformidade da
ata dos julgamentos, em DAR PROVIMENTO AO RECURSO.

DES. LUCIANO PINTO


RELATOR.

Fl. 1/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

DES. LUCIANO PINTO (RELATOR)

VOTO

Trata-se de agravo de instrumento interposto por Marcelo Higor


Campos Chedid Borges contra a decisão de ordem 26 que, nos autos da
ação ressarcimento que move em face da parte ora agravada, indeferiu o
pedido de justiça gratuita, determinando o recolhimento das custas iniciais
em 10 dias, sob pena de cancelamento da distribuição.
Em suas razões a parte agravante alegou que não possui condições
de arcar com as custas processuais e despesas, sem prejuízo do sustento
próprio e de sua família. Disse ser pobre no sentido legal e que faz jus ao
deferimento da benesse, na forma da lei, tendo juntado inclusive
documentos que comprovam sua hipossuficiência. Requereu a concessão
do efeito suspensivo e, ao final, o provimento do recurso, para conceder a
benesse da justiça gratuita.
Foi concedido efeito suspensivo ao recurso.
Informações de ordem 30.
Contraminuta de ordem 41, pelo desprovimento do recurso.
É o relatório.
Decido.
Conheço do recurso, tendo em vista que a matéria em
discussão cinge-se à concessão do benefício da gratuidade de
justiça, bem com por estarem presentes os requisitos de sua
admissibilidade.
Vejo que assiste razão ao agravante.
Preceitua o art. 5°, inciso LXXIV, da CF/88, que:

O Estado prestará assistência judiciária integral e


gratuita aos que comprovarem insuficiência de
recursos.

Fl. 2/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

Em tal preceito normativo, a CF/88 pretendeu assegurar aos


necessitados a assistência para a defesa de seus interesses em juízo,
abrangendo tal benefício a isenção de pagamentos e a prestação de
serviços, aos que comprovarem insuficiência de recurso.
O que postula a parte agravante nesta seara é o primeiro benefício,
ou seja, a isenção de pagamentos das custas processuais, declarando,
sob as penas da lei, sua hipossuficiência financeira.
Nada obsta tal postulação, pois a norma constitucional deve ser
interpretada de forma sistêmica e harmonizante com os demais textos
legais que contemplam, também, tal benesse, como o NCPC, segundo o
qual, em seu §3º, do art. 99, presume-se verdadeira a alegação de
insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.
Entretanto, tal regra não é absoluta, visto que o sistema adotado
pela Lei Processual confere à alegação de insuficiência de recursos
presunção iuris tantum, sendo que, existindo elementos que evidenciem a
falta dos pressupostos legais para a concessão de gratuidade, essa deve
ser indeferida.
Ressalte-se que, anteriormente ao indeferimento da benesse, o
Magistrado deve intimar a parte para comprovar o preenchimento dos seus
pressupostos, conforme dispõe o §2º, do art. 99, NCPC:

Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser


formulado na petição inicial, na contestação, na
petição para ingresso de terceiro no processo ou em
recurso.
(...)
§2º O juiz somente poderá indeferir o pedido se
houver nos autos elementos que evidenciem a falta
dos pressupostos legais para a concessão de
gratuidade, devendo, antes de indeferir o pedido,
determinar à parte a comprovação do preenchimento
dos referidos pressupostos.

Logo, como é relativa à presunção da situação de miserabilidade, a


jurisprudência vem entendendo que o Magistrado tem o poder-dever de

Fl. 3/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

indeferir a assistência judiciária gratuita, após a intimação da parte, quando


há provas de que ela não necessita dos benefícios:

AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM


RECURSO ESPECIAL. JUSTIÇA GRATUITA.
VIOLAÇÃO AO ART. 535, I E II, DO CPC.
INEXISTÊNCIA. INDEFERIMENTO DO BENEFÍCIO.
PESSOA FÍSICA. PRESUNÇÃO JURIS TANTUM.
PROVA EM SENTIDO CONTRÁRIO. MATÉRIA
FÁTICO-PROBATÓRIA. SÚMULA 7/STJ.
DELIBERAÇÃO. ATO QUE NÃO SE ENQUADRA NO
CONCEITO DE LEI FEDERAL. AGRAVO NÃO
PROVIDO.
1. Não se constata a alegada violação ao art. 535, I e
II, do CPC, na medida em que a Corte de origem
dirimiu, fundamentadamente, as questões que lhe
foram submetidas. De fato, inexiste omissão no aresto
recorrido, porquanto o Tribunal local, malgrado não ter
acolhido os argumentos suscitados pela recorrente,
manifestou-se expressamente acerca dos temas
necessários à integral solução da lide.
2. Em observância ao princípio constitucional da
inafastabilidade da tutela jurisdicional, previsto no art.
5º, XXXV, da CF/88, é plenamente cabível a
concessão do benefício da assistência judiciária
gratuita às partes. Disciplinando a matéria, a Lei
1.060/50, recepcionada pela nova ordem
constitucional, em seu art. 1º, caput e § 1º, prevê que
o referido benefício pode ser pleiteado a qualquer
tempo, sendo suficiente para sua obtenção que a
pessoa física afirme não ter condição de arcar com as
despesas do processo.
3. O dispositivo legal em apreço traz a presunção juris
tantum de que a pessoa física que pleiteia o benefício
não possui condições de arcar com as despesas do
processo sem comprometer seu próprio sustento ou
de sua família. Por isso, a princípio, basta o simples
requerimento, sem nenhuma comprovação prévia,
para que lhe seja concedida a assistência judiciária
gratuita. Contudo, tal presunção é relativa, podendo a
parte contrária demonstrar a inexistência do estado de
miserabilidade ou o magistrado indeferir o pedido de
assistência se encontrar elementos que infirmem a
hipossuficiência do requerente.
4. In casu, o Tribunal local, mediante exame do
acervo fático-probatório da demanda, entendeu que
os documentos juntados pela parte contrária
demonstram a inexistência da condição de

Fl. 4/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

hipossuficiência, notadamente prova de que a parte


ora agravante mantém atividade empresarial que a
possibilita arcar com as custas processuais sem
prejuízo de seu sustento.
5. Na hipótese, a irresignação da ora agravante não
trata de apenas conferir diversa qualificação jurídica
aos fatos delimitados na origem e nova valoração dos
critérios jurídicos concernentes à utilização da prova,
mas, ao revés, de realização de novo juízo valorativo
que substitua o realizado pelo Tribunal a quo para o
fim de formar nova convicção sobre os fatos a partir
do reexame de provas, circunstância, todavia, vedada
nesta instância extraordinária. Incidência da Súmula 7
do Superior Tribunal de Justiça.
6. Inviável, em sede de recurso especial, o exame da
Deliberação nº 89/08 do Conselho Superior da
Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por não
se enquadrar tal ato no conceito de lei federal.
7. Agravo regimental a que se nega provimento. (grifo
nosso)
(AgRg no AREsp 591.168/SP, Rel. Ministro RAUL
ARAÚJO, QUARTA TURMA, julgado em 23/06/2015,
DJe 03/08/2015).

AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM


RECURSO ESPECIAL. GRATUIDADE DE JUSTIÇA.
INDEFERIMENTO. PREPARO. NÃO
RECOLHIMENTO. DESERÇÃO.
1. A concessão da gratuidade de justiça deve
preceder a interposição do recurso para afastar a
exigência de preparo. Precedentes.
2. Mesmo quando o mérito do recurso especial diga
respeito ao indeferimento do pedido de justiça
gratuita, considera-se o recurso deserto se interposto
sem o comprovante de pagamento das custas
processuais ou sem renovação do pedido de
gratuidade. Precedente da Corte Especial.
3. No caso dos autos, ainda que se considere que
houve pedido de renovação dos benefícios da justiça
gratuita, o que afastaria, em princípio, a deserção,
melhor sorte não teria o recurso.
4. De acordo com entendimento firmado nesta Corte,
a declaração de pobreza, com o intuito de obter os
benefícios da assistência judiciária gratuita, goza de
presunção relativa, admitindo, portanto, prova em
contrário. Nesse sentido: REsp 1187633/MS, Rel.
Ministro CASTRO MEIRA, 2ª Turma, julgado em
06/05/2010, DJe 17/05/2010; AgRg no REsp
712.607/RS, Rel. Ministro CELSO LIMONGI

Fl. 5/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 5
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Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

(DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/SP), 6ª


Turma, julgado em 19/11/2009, DJe 07/12/2009; entre
outros.
5. Além disso, o Superior Tribunal de Justiça já
decidiu que "o pedido de assistência judiciária gratuita
pode ser indeferido quando o magistrado tiver
fundadas razões para crer que o requerente não se
encontra no estado de miserabilidade declarado."
(AgRg no Ag 881.512/RJ, Rel. Ministro CARLOS
FERNANDO MATHIAS (JUIZ FEDERAL
CONVOCADO DO TRF 1ª REGIÃO), QUARTA
TURMA, julgado em 02/12/2008, DJe 18/12/2008).
6. Agravo regimental a que se nega provimento. (grifo
nosso)
(AgRg no AREsp 613.443/MS, Rel. Ministro LUIS
FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em
09/06/2015, DJe 12/06/2015).

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL.


BENEFÍCIO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA
GRATUITA. INDEFERIMENTO PELO MAGISTRADO.
APRECIAÇÃO. CIRCUNSTÂNCIAS FÁTICAS.
AUSÊNCIA DE OMISSÃO. ART. 535 DO CPC.
1. A solução integral da controvérsia, com fundamento
suficiente, não caracteriza ofensa ao art. 535 do CPC.
2. O STJ vem entendendo que, para a concessão dos
benefícios da assistência judiciária gratuita, basta que
o postulante afirme não possuir condições de arcar
com as custas e despesas processuais sem prejuízo
ao sustento próprio e de sua família, ressalvado ao
juiz indeferir a pretensão, se tiver fundadas razões
para tanto, conforme reza o art. 5° da Lei 1.060/1950.
3. O magistrado pode indeferir ou revogar o benefício,
havendo fundadas razões acerca da condição
econômico-financeira da parte ou, ainda, determinar
que esta comprove tal condição, haja vista a
declaração de hipossuficiência de rendas deter
presunção relativa de veracidade, admitindo prova em
sentido contrário.
4. No caso dos autos, o Tribunal de Justiça do Estado
do Rio Grande do Sul, no voto condutor do aresto, da
lavra do Desembargador Jorge Alberto Schreiner
Pestana, assentou que não está presente o estado de
miserabilidade necessário para a concessão do
benefício.
5. Agravo Regimental não provido.
(AgRg no AREsp 363.687/RS, Rel. Ministro HERMAN
BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em
28/04/2015, DJe 01/07/2015).

Fl. 6/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

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Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

No caso em tela, a decisão agravada indeferiu a benesse e


determinou o recolhimento das custas em 10 dias, sob pena de extinção do
feito.
Entretanto, como já dito, nos arestos acima, não está a parte,
pessoa física, condicionada a demonstrar de pronto sua hipossuficiência,
para que seja deferida a justiça gratuita, mas, sim, existindo nos autos
elementos que evidenciem a falta dos pressupostos legais para a
concessão de gratuidade, impõe-se ao magistrado intimar a parte e, caso
ela não comprove o preenchimentos dos referidos pressupostos, indeferir a
benesse.
No presente caso, vejo que trata-se de ação ressarcimento c/c
obrigação de fazer c/c danos morais movida em face do ora agravado,
tendo o agravante qualificado-se como oficial do ministério público ( ordem
07), alegando a hipossuficiência legal, não havendo nos autos elementos
que evidenciem a inveracidade de suas alegações, haja vista que ele
também juntou seu imposto de renda ( ordem 24), que comprova não
possuir rendimentos de grande monta, bem como dois dependentes.
Da simples qualificação da parte, não se pode inferir, por si só, que
tenha na atualidade condição financeira suficiente para pagar as custas
sem prejuízo de seu sustento, incumbindo à parte contrária, caso queira,
derruir a alegada hipossuficiência financeira, a presunção iuris tantum que
milita em prol da pessoa física.
Ressalto ainda, que condição econômica não se confunde com
condição financeira, e que, embora deva-se em certos casos analisar o
pedido de assistência judiciária gratuita “cum grano salis,” há também que
ser observado, como dito, que a situação econômica não se confunde
com situação financeira, não exigindo a lei , em princípio , nenhum critério
objetivo de comprovação do estado de pobreza legal, incumbindo à parte
contrária, o ônus de impugnar e provar que a parte sob o benefício não faz
jus à sua concessão.

Fl. 7/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

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Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

Alegada , pois , a hipossuficiência financeira, faz jus a


parte agravante à concessão da benesse da gratuidade, pois não há nos
autos indícios de inveracidade de suas alegações, incumbindo à parte
contrária, como dito, caso queira, como dito, derruir tal presunção juris
tantum de hipossuficiência financeira.
De resto, ressalto que o fato de estar sendo a parte
patrocinada por advogado particular, por si só, também não é impeditivo da
concessão de tal benesse, pois a parte tem uma opção de procurar a
Defensoria Pública, não se podendo concluir que só pelo fato de não estar
representada por defensor público que ela tenha pagado pelos serviços de
um profissional particular.
A propósito, veja-se:

EMENTA: AÇÃO DE COBRANÇA - ASSISTÊNCIA


JUDICIÁRIA GRATUITA - ADVOGADO NÃO INTEGRANTE
DA DEFENSORIA PÚBLICA - AUSÊNCIA DE
IMPEDIMENTO PARA A CONCESSÃO DO BENEFÍCIO -
DESNECESSIDADE DO ESTADO DE MISERABILIDADE -
POSSIBILIDADE DE REVOGAÇÃO POSTERIOR.-Para se
deferir os benefícios da Justiça gratuita, é suficiente que o
próprio interessado, ou seu procurador, declare, em qualquer
momento, ser pobre no sentido legal, devendo a parte
contrária apresentar elemento probatório capaz de justificar a
inidoneidade da declaração expressa pela requerente do
pedido de assistência judiciária gratuita.-Para o deferimento
da gratuidade judiciária não se exige o estado de penúria ou
miséria absoluta do requerente, nem que esteja
representado por membro da Defensoria Pública, sendo que
a existência de aparente condição econômica privilegiada e a
representação por advogado particular não afastam o direito
ao benefício, se ausente prova que evidencie a atual
possibilidade financeira de arcar com as despesas
processuais, sem prejuízo do sustento próprio ou da família.(
TA/MG-AC 339255-6-3ª CC-Rel. Juíza Jurema Brasil Marins)

Fl. 8/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 8
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Número do documento: 19122702002400000000097417742
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0000.19.095544-3/001

Não bastasse isso, a meu aviso, não há realmente qualquer indício


nestes autos a denotar que a parte agravante detém condições de arcar
com as custas processuais sem prejuízo próprio ou de sua família.
Ora, se não existem, nos autos, provas nem sequer indícios que
derruam a presunção da declaração de pobreza da parte agravante, não
se justifica o indeferimento da pretensão ou determinação de comprovação
de pronto da hipossuficiência legal .
De resto, o princípio maior é o do acesso à Justiça e, de outro lado,
pode a parte contrária impugnar a concessão da gratuidade judiciária e
fazer prova de que a parte agravante tem suficiência financeira, e, se o
fizer, na forma do NCPC, a benesse pode ser revogada.
Pelo exposto, dou provimento ao recurso e reformo a decisão
agravada, para deferir a benesse da justiça gratuita à parte agravante.
Custas pelo vencido, ao final.

DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - De acordo com o(a)


Relator(a).

DES. ROBERTO SOARES DE VASCONCELLOS PAES - De acordo


com o(a) Relator(a).

SÚMULA: "DERAM PROVIMENTO AO RECURSO."


Documento assinado eletronicamente, Medida Provisória nº 2.200-2/2001 de 24/08/2001.
Signatário: Desembargador LUCIANO PINTO, Certificado: 7705E4C5CB96D6E6F734599D7A7F20D0,
Belo Horizonte, 24 de outubro de 2019 às [Link].
Julgamento concluído em: 24 de outubro de 2019.
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1000019095544300120191385388

Fl. 9/9

Número Verificador: 1000019095544300120191385388

Assinado eletronicamente por: ROSEMARY CIRLENE PRADO - 29/10/2019 [Link] Num. 98742473 - Pág. 9
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417742
Assinado eletronicamente por: LAURA DE PAULA MOREIRA FRATTEZI - 13/09/2019 [Link] Num. 98742472 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417741
Nº 1.0000.19.095544-3/001
<CABBCAADDABACCBACBDABCBCACADABBBCACAADDADAAAD>
<ACBBCCBABCAADDACABBCCBCBADBAACDCAAB>
2019001059133

AGRAVO DE INSTRUMENTO-CV 17ª CÂMARA CÍVEL


Nº 1.0000.19.095544-3/001 ARAGUARI
AGRAVANTE(S) HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
AGRAVADO(A)(S) BANCO DO BRASIL SA

VISTOS.

Trata-se de agravo de instrumento interposto por Marcelo Higor


Campos Chedid Borges contra a decisão de ordem 26 que, nos autos
da ação ressarcimento que move em face da parte ora agravada,
indeferiu o pedido de justiça gratuita, determinando o recolhimento das
custas iniciais em 10 dias, sob pena de cancelamento da distribuição.
Em suas razões a parte agravante alegou que não possui
condições de arcar com as custas processuais e despesas, sem
prejuízo do sustento próprio e de sua família. Disse ser pobre no
sentido legal e que faz jus ao deferimento da benesse, na forma da lei,
tendo juntado inclusive documentos que comprovam sua
hipossuficiência. Requereu a concessão do efeito suspensivo e, ao
final, o provimento do recurso, para conceder a benesse da justiça
gratuita.
É o relatório.
Decido.
Cumpre salientar que não foram recolhidos os
emolumentos devidos. Contudo, conheço do recurso, tendo em
vista que a matéria em discussão cinge-se à concessão do
benefício da gratuidade de justiça, bem com por estarem
presentes os requisitos de sua admissibilidade.

Fl. 1/3

Número Verificador: 1000019095544300120191059133

Assinado eletronicamente por: LAURA DE PAULA MOREIRA FRATTEZI - 20/08/2019 [Link] Num. 98742471 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417740
Nº 1.0000.19.095544-3/001
Estou que deva ser atendido o pedido de efeito suspensivo ao
recurso, nos termos do art. 1019, do CPC/2015, pelas razões que
passo a expor.
Compulsando os autos, verifico que a decisão agravada
determinou o recolhimento das custas iniciais, no prazo de 10 dias, sob
pena de extinção do feito.
Assim, verifico a possibilidade de risco de dano grave, de difícil
ou impossível reparação, requisito previsto no parágrafo único, do art.
995, do CPC/2015, em se mantendo a decisão agravada até o final
julgamento do presente agravo, porque a ausência de recolhimento
das custas, no prazo por ela assinalado , poderá ensejar eventual
extinção do processo originário, e porque, numa primeira análise, não
vejo indícios de inveracidade da alegação de hipossuficiência por parte
do agravante.
Pelo exposto, concedo o efeito suspensivo ao agravo e
determino a suspensão da determinação imposta na decisão
agravada até o final julgamento final do presente recurso.
Oficie-se ao Juízo de primeiro grau, informando a concessão do
efeito suspensivo e solicitando informações, notadamente, sobre o
eventual juízo de retratação e sobre cumprimento pela parte agravante
do disposto no artigo 1.018, do CPC/2015.
Intime-se a parte agravada, nos termos do artigo 1019,II, do
CPC/15.

Belo Horizonte, 20 de agosto de 2019.

DES. LUCIANO PINTO


Relator

Fl. 2/3

Número Verificador: 1000019095544300120191059133

Assinado eletronicamente por: LAURA DE PAULA MOREIRA FRATTEZI - 20/08/2019 [Link] Num. 98742471 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417740
Nº 1.0000.19.095544-3/001
Documento assinado eletronicamente, Medida Provisória nº 2.200-2/2001 de 24/08/2001.
Signatário: Desembargador LUCIANO PINTO, Certificado: 7705E4C5CB96D6E6F734599D7A7F20D0,
Belo Horizonte, 20 de agosto de 2019 às [Link].
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1000019095544300120191059133

Fl. 3/3

Número Verificador: 1000019095544300120191059133

Assinado eletronicamente por: LAURA DE PAULA MOREIRA FRATTEZI - 20/08/2019 [Link] Num. 98742471 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417740
Nº 1.0000.19.095544-3/001
<CABBCAADDABACCBACBDABCBCACADABBBCACAADDADAAAD>
<ACBBCCBABCAADDACABBCBACADBCADADAACB>
2019001041988
AGRAVO DE INSTRUMENTO-CV Nº 1.0000.19.095544-3/001 -
COMARCA DE ARAGUARI - AGRAVANTE(S): HIGOR CAMPOS
CHEDID BORGES - AGRAVADO(A)(S): BANCO DO BRASIL SA

DECISÃO MONOCRÁTICA

Vistos.
Verifico que o presente recurso foi a mim distribuído por
equívoco.
É que a 17ª Câmara Cível, sob a relatoria do em.
Desembargador Luciano Pinto, julgou outro recurso interposto no
processo nº 003516016400-6, conexo ao presente feito, sendo o
Recurso de Agravo de Instrumento de nº 1.0035.16.016400-6/001,
conforme se infere da cópia do respectivo acórdão anexada ao
documento nº 11 deste recurso.
Diante disso, em observância ao disposto no art. 79 do
Regimento Interno, remetam-se os presentes autos ao setor
responsável para que seja feita sua redistribuição.
Belo Horizonte, 14 de agosto de 2019.

DES. JOSÉ DE CARVALHO BARBOSA


RELATOR

Documento assinado eletronicamente, Medida Provisória nº 2.200-2/2001 de 24/08/2001.


Signatário: Desembargador JOSE DE CARVALHO BARBOSA, Certificado:
74AFE73209EF4F730AEC172637F21F99, Belo Horizonte, 14 de agosto de 2019 às [Link].
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1000019095544300120191041988

Fl. 1/1

Número Verificador: 1000019095544300120191041988

Assinado eletronicamente por: LAURA DE PAULA MOREIRA FRATTEZI - 20/08/2019 [Link] Num. 98742470 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19122702002400000000097417739
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

CERTIDÃO

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S

Certifico e dou fé que, na presente data habilitei no polo passivo o(s)/a(s) advogado(s)/a(s), Dr. Ricardo Lopes Godoy,
OAB/MG 1.118, conforme requerido na petição, apesar deste(s)/a(s) poder(em) se habilitar automaticamente, uma vez

que não havia outro procurador cadastrado no polo passivo e o processo ser público, conforme a Orientação
CGJ/PJE/Nº1 - Juntada de procuração, "O sistema PJe possui funcionalidade que permite ao advogado habilitar-se

automaticamente no processo, somente para o polo passivo e desde que ainda não exista advogado constituído e que o
processo não tramite sob segredo de justiça." E ainda, deixei de habilitar a sociedade FERREIRA E CHAGAS

ADVOGADOS, OAB/MG 1.118, por não haver tal possibilidade no sistema PJE.

Assinado eletronicamente por: NEYLMA DO NASCIMENTO - 23/09/2019 [Link] Num. 85326368 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19092318131450100000084009723
Petição

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 11/09/2019 [Link] Num. 83494219 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19091111475294600000082178338
EXMO (A) SR (A). JUIZ (A) DE DIREITO DA 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE
ARAGUARI/ MG

Ref. ao processo n.º 50009120320198130035

BANCO DO BRASIL S/A, devidamente qualificado nos autos do


processo em epígrafe, postulado em face de HIGOR CAMPOS CHEDID
BORGES, também qualificado (a) (s), por seus procuradores infra-
assinados, vem a V. Exa., requerer o cadastramento do DR. RICARDO
LOPES GODOY, brasileiro, advogado, inscrito na OAB/MG 77.167,
conforme mandato em anexo, para que produza seus efeitos legais.

Por fim, requer que todas as publicações sejam feitas exclusivamente


em nome do advogado RICARDO LOPES GODOY, OAB/MG 77.167, bem como da
sociedade FERREIRA E CHAGAS ADVOGADOS, OAB/MG 1.118, para fins de
recebimento de publicações, sob pena de nulidade absoluta.

Por derradeiro, em cumprimento à norma do inciso II do artigo 106 do


Código de Processo Civil, informa o autor o endereço de seu patrono para
eventuais intimações, a saber: Rua Bernardo Guimarães, 1986 - bairro Lourdes, Belo
Horizonte/MG - CEP 30.140-082.

Termos em que, pede deferimento.


Belo Horizonte/MG, 10 de setembro de 2019.

RICARDO LOPES GODOY


OAB/MG 77.167

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 11/09/2019 [Link] Num. 83500191 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19091111475331900000082184310
Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 11/09/2019 [Link] Num. 83500944 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19091111475363200000082185063
Nº 14, sexta-feira, 19 de janeiro de 2018 1 ISSN 1677-7042 21

dos acionistas titulares de ações depositadas em depositário central; ou ainda 3) diretamente à Companhia. independentes, eleitos pela maioria dos acionistas minoritários: BENY PARNES, brasileiro, divorciado,
Para informações adicionais, observar as regras previstas na Instrução CVM nº 481/2009 e os pro- economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 729.641.627-00, portador da Carteira Nacional de Habilitação nº
cedimentos descritos no boletim de voto a distância disponibilizado pelo Banco; a) A documentação 04.116.256-1, expedida pelo Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro. Endereço: Rua Sambaiba 587,
relativa às propostas a serem apreciadas está disponível na sede do Banco do Brasil, na Secretaria aptº. 1002, Leblon - Rio de Janeiro (RJ); LUIZ SERAFIM SPINOLA SANTOS, brasileiro, casado,
Executiva - SAUN, quadra 5, lote B - Ed. Banco do Brasil - Torre Sul, 13º andar, em Brasília (DF); na engenheiro civil, inscrito no CPF/MF sob o nº 093.068.627-68, portador da Carteira de Identidade nº
página de relações com investidores ([Link]/ri) e na página da Comissão de Valores Mobiliários 2.081.890, expedida em 20.12.1971 pela Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Endereço:
([Link]) na rede mundial de computadores. b) Eventuais esclarecimentos poderão ser obtidos no Rua Tabapuã, 1123, conjunto 158 - São Paulo (SP). e) fixar, por maioria dos votos, em até R$
site de Relações com Investidores ([Link]/ri) ou por intermédio do e-mail [Link]- 80.222.878,47 (oitenta milhões, duzentos e vinte e dois mil, oitocentos e setenta e oito reais e quarenta e
bleia@[Link]. Brasília (DF), 28 de março de 2017 Paulo Rogério Caffarelli Conselheiro de Ad- sete centavos), a remuneração global a ser paga aos administradores do Banco do Brasil S.A., no período
ministração ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA A Assembleia Geral Extraordinária decidiu: a) de abril de 2017 a março de 2018; f) aprovar, por maioria dos votos, a observância dos limites individuais
retirar da ordem do dia, por maioria dos votos, o pedido de adesão do Banco do Brasil ao Programa definidos pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, ressaltada a sua com-
Destaque em Governança de Estatais da BM&FBovespa, por iniciativa do acionista majoritário, sob petência para fixar esses limites para o período de doze meses, por rubrica e por cargo, com manifestação
conforme tabela anexa, atendo-se ao limite global definido na alínea "e"; g) aprovar, por maioria dos votos,
justificativa de não ter havido tempo hábil para apreciação da matéria; b) aprovar, por maioria dos votos, a delegação de competência ao Conselho de Administração para autorizar o pagamento efetivo mensal da
a alteração do Estatuto Social do Banco do Brasil, nos termos da redação proposta pela Administração, remuneração, observados os limites global e individual previstos mas alíneas "e" e "f"; h) aprovar, por
com as alterações sugeridas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Secretaria do Tesouro Nacional maioria dos votos, a vedação do pagamento de gratificação natalina, salvo se houver manifestação
e Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, conforme anexo; c) retirar da ordem do favorável final e transitada em julgado proveniente do TCU no Processo de nº03000.003329/2016-96; i)
dia, por maioria dos votos, a proposta de criação do Programa de Matching para membros da Diretoria fixar, por maioria dos votos, os honorários mensais dos membros do Conselho de Administração e dos
Executiva, por iniciativa do acionista majoritário, sob justificativa da matéria ainda encontrar-se sob titulares do Conselho Fiscal em um décimo da remuneração média mensal dos membros da Diretoria
análise pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. ASSEMBLEIA GERAL ORDI- Executiva, excluídos os valores relativos a adicional de férias e benefícios; j) fixar, por maioria dos votos,
NÁRIA A Assembleia Geral Ordinária decidiu: a) aprovar, por maioria dos votos, as demonstrações os honorários mensais dos membros do Comitê de Auditoria em 90% da remuneração média mensal do
financeiras da Companhia relativas ao exercício de 2016, acompanhadas da Manifestação do Conselho de cargo de Diretor, excluídos os valores relativos a adicional de férias e benefícios; k) vedar expressamente,
Administração, dos Pareceres do Conselho Fiscal e dos Auditores Independentes e dos Relatórios da por maioria de votos, o repasse de quaisquer benefícios que, eventualmente, vierem a ser concedidos aos
Administração e do Comitê de Auditoria, todos publicados em 09.03.2017 no Diário Oficial da União e no empregados da empresa por ocasião da formalização do Acordo Coletivo de Trabalho - ACT na sua
Jornal Valor Econômico - Centro Oeste; b) aprovar, por maioria dos votos, a destinação do lucro líquido respectiva data-base; l) vedar, por maioria dos votos, o pagamento de qualquer item de remuneração não
do exercício de 2016, conforme proposta da Administração da Companhia, na forma do quadro a seguir: deliberado nesta assembleia aos administradores, inclusive benefícios de qualquer natureza e verbas de
Em R$ representação, nos termos da Lei nº 6.404/76, art. 152; m) condicionar, por maioria dos votos, o pagamento
da Remuneração Variável Anual - RVA dos diretores à rigorosa observância dos termos e condições
constantes de Programa de Metas Corporativas aprovado previamente pela Secretaria de Coordenação e
.Lucro Líquido [Link],32 Governança das Empresas Estatais, para essa Companhia; n) condicionar, por maioria dos votos, o
Lucros Acumulados 12.082.608,47 pagamento da "quarentena" à aprovação da Comissão de Ética Pública da Presidência da República -
CEP/PR, nos termos da legislação vigente. A Companhia registra o recebimento, entre 28.03.2017 e
.

Lucro Líquido Ajustado [Link],79


20.04.2017, de 554 votos a distância, devidamente computados, conforme se verifica no Mapa Final de
.

.Reserva Legal 396.505.694,57 Votação em [Link] mais havendo a tratar, o Sr. Presidente agradeceu a presença dos Srs. Acionistas
.Remuneração aos acionistas [Link],21 e deu por encerrados os trabalhos das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária dos Acionistas do
Juros Sobre Capital Próprio [Link],21 Banco do Brasil S.A., da qual eu, Shirley da Rosa Maria Kudo, Segunda Secretária, fiz lavrar esta Ata de
Dividendos -- forma sumária, como determina o § 3º, do art. 9.º do Estatuto Social, que, lida e achada conforme, é
.Utilização da Reserva p/ Equalização de Dividendos -- devidamente assinada. Ass.) Antonio Gustavo Matos do Vale, Vice-Presidente de Tecnologia do Banco do
Reservas Estatutárias [Link],01 Brasil S.A., Presidente da Assembleia, Liana do Rêgo Motta Veloso, Representante da União, Pablo
Sanches Braga, Primeiro Secretário e visto de Alexandre Bocchetti Nunes, OAB RJ 93294, CPF/MF
.

para Margem Operacional [Link],51


para Equalização de Dividendos 259.554.165,50 981.753.277-15 . ESTE DOCUMENTO É CÓPIA FIEL TRANSCRITA DO LIVRO PRÓPRIO DE Nº 18,
FOLHAS 09 A 53. Atestamos que este documento foi submetido a exame do Banco Central do Brasil em
c) eleger, por maioria dos votos, os membros do Conselho Fiscal, abaixo qualificados, para processo regular e a manifestação a respeito dos atos praticados consta de carta emitida à parte. De-
cumprirem o mandato 2017/2019, esclarecido que os eleitos atendem às exigências do Estatuto Social e da partamento de Organização do Sistema Financeiro - DEORF - 8.350.709-4 - Priscila Guerra Barbosa da
legislação em vigor: CONSELHO FISCAL - Mandato 2017/2019 Representantes do Tesouro Nacional Silva - Analista. A Junta Comercial do Distrito Federal certificou o registro em 05.12.2017 sob o número
indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda Titular: FELIPE PALMEIRA BARDELLA, brasileiro, 20171009924.
casado, engenheiro eletrônico, inscrito no CPF/MF sob o nº 510.806.132-34, portador da Carteira de
Identidade nº 3.041.874, expedida em 21.01.2009 pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. SAULO IZIDORIO VIEIRA
Endereço: Esplanada dos Ministérios, bloco P, anexo, 1º andar - Brasília (DF); Suplente: LUIZ FER- Secretário-Geral
NANDO ALVES, brasileiro, casado, economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 000.260.116-89, portador
da Carteira de Identidade nº M-8.598.879, expedida em 24.06.1994 pela Secretaria de Segurança Pública
de Minas Gerais. Endereço: Esplanada dos Ministérios, bloco P, anexo, 1º andar - Brasília (DF); Re- CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
presentantes da União indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda Titular: CHRISTIANNE DIAS
FERREIRA, brasileira, casada, advogada, inscrita no CPF/MF sob o nº 692.577.951-87, portadora da ATA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA
Carteira de Identidade nº 1532417, expedida em 11.12.2008 pela Secretaria de Segurança Pública do REALIZADA EM 30 DE JUNHO DE 2017
Distrito Federal. Endereço: Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto, Anexo II, 1º andar - Brasília (DF);
Suplente: VAGO - Por iniciativa da acionista majoritário, a indicação do Sr. Rafael Brigolini como Em trinta de junho de dois mil e dezessete, às dezessete horas, no Setor de Autarquias Norte,
suplente do Conselho Fiscal, divulgada no Boletim de Voto a Distância, foi retirada da ordem do dia, sob Quadra 5, Lote B, Torre Sul, 15º andar, Asa Norte - Brasília (DF), sob presidência do Sr. Fabrício da
justificativa de potencial conflito de interesse em razão do cargo ocupado pelo indicado na Secretaria do Soller, realizou-se reunião extraordinária não presencial do Conselho de Administração do Banco do Brasil
Tesouro Nacional; Titular: ALDO CÉSAR MARTINS BRAIDO, brasileiro, separado judicialmente, ad- S.A. (CNPJ: 00.000.000/0001-91; NIRE: 5330000063-8) com a participação dos Conselheiros Beny Par-
vogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 064.456.448-21, portador da Carteira de Identidade nº 18.023.404- nes, Daniel Sigelmann, Fabiano Felix do Nascimento, Julio Cesar Costa Pinto, Luiz Serafim Spinola
3, expedida em 09.02.1999 pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Endereço: Esplanada dos Santos e Paulo Rogério Caffarelli. O Conselho de Administração aprovou a eleição da Sra. Lucinéia
Ministérios, bloco P, 8º andar - Brasília (DF); Suplente: IEDA APARECIDA DE MOURA CAGNI, Possar, indicada pelo Presidente do Banco do Brasil, conforme dispõe o artigo 30, inciso I, alínea "b" do
brasileira, casada, advogada, inscrita no CPF/MF sob o nº 820.132.251-72, portadora da Carteira de Estatuto Social, a seguir qualificada, para cumprir o mandato 2017/2019 como Diretora Jurídica, em razão
Identidade nº 31937, expedida em 23.11.2012 pela Ordem dos Advogados do Brasil/DF. Endereço: do pedido de renúncia do Sr. Antonio Pedro da Silva Machado apresentado em 20.06.2017, com efeitos a
Esplanada dos Ministérios, bloco P, 8º andar - Brasília (DF); Membros eleitos pela maioria dos acionistas partir de 26.06.2017, esclarecido que a eleita atende às exigências legais e estatutárias: Lucinéia Possar,
minoritários Titular: GIORGIO BAMPI, brasileiro, casado, contador, inscrito no CPF/MF sob o nº brasileira, solteira, bancária, inscrita no CPF/MF sob o nº 540.309.199-87, portadora da Carteira de
005.167.759-87, portador da Carteira de Identidade nº 535.971-6, expedida em 06.07.2012 pela Secretaria Identidade nº 19.599, expedida em 31.03.2009 pela Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná. Endereço:
de Segurança Pública do Paraná. Endereço: Rua João Américo de Oliveira, 903, apt. 101 A, Hugo Lange Setor de Autarquias Norte, Quadra 5, Lote B, Torre Sul, 8º andar, Asa Norte, Brasília (DF). Nada mais
- Curitiba (PR); Suplente: PAULO ROBERTO FRANCESCHI, brasileiro, casado, contador, inscrito no havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrada a reunião, da qual eu, Ana Cláudia Kakinoff,
CPF/MF sob o nº 171.891.298-72, portador da Carteira de Identidade nº 669.976-6, expedida em Secretária, mandei lavrar esta ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos conselheiros. Ass.)
22.02.2013 pela Secretaria de Segurança Pública do Paraná. Endereço: Rua Marechal Deodoro, 630, Fabrício da Soller, Beny Parnes, Daniel Sigelmann, Fabiano Felix do Nascimento, Julio Cesar Costa Pinto,
conjunto 1303 - Curitiba (PR); Titular: MAURICIO GRACCHO DE SEVERIANO CARDOSO, brasileiro, Luiz Serafim Spinola Santos e Paulo Rogério Caffarelli. ESTE DOCUMENTO É PARTE TRANSCRITA
casado, economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 315.096.737-68, portador da Carteira de Identidade nº DO LIVRO 28 PÁGINA 297. Atestamos que este documento foi submetido a exame do Banco Central do
8.644, expedida em 11.09.2015 pelo Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro. Endereço: Rua Brasil em processo regular e a manifestação a respeito dos atos praticados consta de carta emitida à parte.
Visconde de Pirajá, 589/802 - Rio de Janeiro (RJ); Suplente: ALEXANDRE GIMENEZ NEVES, bra- Departamento de Organização do Sistema Financeiro - DEORF - 6.350.709-4 - Priscila Guerra Barbosa da
sileiro, casado, contador, inscrito no CPF/MF sob o nº 707.072.007-68, portador da Carteira de Identidade Silva - Analista. A Junta Comercial do Distrito Federal certificou o registro em 28/11/2017 sob o número
nº 053473/0-2, expedida em 12.03.2012 pelo Conselho Regional de Contabilidade - RJ. Endereço: Rua 20170987825 -
Bartolomeu Mitre, 405, aptº 103 - Leblon, Rio de Janeiro (RJ); d) eleger, por maioria dos votos, os
membros do Conselho de Administração, abaixo qualificados, para cumprirem o mandato 2017/2019, SAULO IZIDORIO VIEIRA
esclarecido que os eleitos atendem às exigências do Estatuto Social e da legislação em vigor: Re- Secretário-Geral
presentantes da União indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda JÚLIO CÉSAR COSTA PINTO,
brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 579.940.641-91, portador da Carteira de
Identidade nº 1395052, expedida em 31.05.1990 pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. BESC DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. - BESCVAL
Endereço: Esplanada dos Ministérios, bloco P, 4º andar - Brasília (DF); ODAIR LUCIETTO, brasileiro,
casado, administrador, inscrito no CPF/MF sob o nº 604.411.738-00, portador da Carteira de Identidade nº ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
391.011, expedida em 31.05.1990 pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Endereço: REALIZADA EM 13 DE JUNHO DE 2017
SHIS QL 2, conjunto 3, casa 9 - Brasília (DF); FABRÍCIO DA SOLLER, brasileiro, casado, advogado,
inscrito no CPF/MF sob o nº 912.223.979-00, portador da Carteira de Identidade nº 8080312682, expedida Aos treze dias do mês de junho do ano de dois mil e dezessete, às quinze horas, na Praça XV
em 18.12.1997 pela Secretaria da Justiça e da Segurança do Rio Grande do Sul. Endereço: Esplanada dos de Novembro, nº 329, Centro - Florianópolis (SC), reuniram-se, em Assembleia Geral Extraordinária, os
Ministérios, bloco P, 8º andar - Brasília (DF); FABIANO FELIX DO NASCIMENTO, Representante dos acionistas da Companhia. Verificando o Livro de Presença dos Acionistas apurou-se que havia quorum
empregados, brasileiro, casado, advogado, inscrito no CPF/MF sob o nº 822.817.934-00, portador da legal para a instalação da Assembleia, pois estava presente acionista detentor de 10.168.639 ações
Carteira de Identidade nº 4244805, expedida em 21.09.1989 pela Secretaria de Segurança Pública de ordinárias nominativas, todas com direito a voto (representando 99,6% do capital votante). Em ob-
Pernambuco. Endereço: Av. Rio Branco nº 240, 10º andar, Recife Antigo - Recife (PE); PAULO RO- servância ao disposto no artigo 128 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, foi designado para
GÉRIO CAFFARELLI, brasileiro, casado, bancário, inscrito no CPF/MF sob o nº 442.887.279-87, por- presidir os trabalhos o Sr. Antonio Jonas Madruga, representante do acionista majoritário, que declarou
tador da Carteira de Identidade nº 3.381.390-2, expedida em 25.07.2012 pela Secretaria de Segurança instalada a Assembleia, em 1ª convocação, convidando para compor a mesa André Luiz Valença da
Pública do Paraná. Endereço: SAUN, Quadra 5, Lote B, 15º andar, Torre Sul, Asa Norte - Brasília (DF). Cruz, para servir como Secretário. Composta a mesa, o Presidente comunicou que a Assembleia havia
Representante da União indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão: sido regularmente convocada por edital publicado na forma do artigo 124, da Lei n.º 6.404/76, nas
DANIEL SIGELMANN, brasileiro, solteiro, economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 021.484.577-05, edições de 05, 06 e 07.06.2017, no Diário Oficial da União (pags. 105, 75 e 81, respectivamente) e do
portador da Carteira de Identidade nº 084975432, expedida em 20.06.1989 pelo Instituto Félix Pacheco do jornal Notícias do Dia - SC (pags. 17, 18 e 13, respectivamente), solicitando ao Secretário que
Rio de Janeiro. Endereço: Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto, 4º andar - Brasília (DF). Membros procedesse à sua leitura, cujo teor é o seguinte: BESC DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES
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Estatuto Social

ESTATUTO SOCIAL

Aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10.3.1942,


arquivada no Registro do Comércio, sob o número 17.298, em 7.4.1942; e modificado
pelas seguintes Assembleias Gerais com seus respectivos registros: 24.6.1952 (23.896
de 15.07.52), 19.4.1956 (43.281 de 29.05.56), 03.08.1959 (68.010 de 09.10.1959), 15.05.1961
(122 de 14.07.61), 06.11.1961 (205 de 15.12.61), 25.4.1962 (291 de 27.06.62), 26.4.1963 (439
de 29.05.63), 03.08.1964 (675 de 10.09.64), 01.02.1965, (836 de 18.03.65) 04.02.1966 (1.162
de 29.03.66), 08 .07.1966 (1.305 de 18.08.66), 20.04.1967 (1.513 de 06.09.67), 15.08.1967
(1544 de 11.10.67) 25 .02.1969 (2.028 de 22.05.69) 18.12.1969 (2.360 de 19.02.70),
31.07.1970 (2.638 de 06.10.70), 24.11.1971 (3.241 de 28.12.71), 17.04.1972, (3.466 de
11.07.72) 01.09.1972 (3.648 de 21.11.72), 18.09.1973 (4.320 de 18.10.73) 09.10.1974 (5.121
de 12.11.74), 15.04.1975 (5.429 de 22.04.75), 23.10.1975 (5.853 de 25.11.75),
02.04.1976,(6.279 de 15.06.76) 08.11.1976 (6.689 de 02.12.76), 18.04.1977 (7.078 de
19.05.77), 10.11.1977 (7.535 de 09.12.77), 12.03.1979 (8.591 de 08.05.79), 23.04.1980
(53.925.4 de 09.05.80), 28.04.1981 (53.1002.9 de 01.06.81), 31.03.1982 (53.1.2908 de
03.06.82), 27.04.1983 (53.1.3670 de 25.07.83), 29.03.1984 (53.1.4194 de 21.05.84),
31.07.1984 (53.1.4440 de 21.09.84), 05.03.1985 (53.1.4723 de 08.04.85), 23.12.1985 (15361
de 16.04.86) 07.04.1986 (15420 de 15.05.86), 27.04.1987 (16075 de 04.06.87), 05.08.1987
(16267 de 10.09.87), 20.04.1988 (16681 de 26.05.88), 15.02.1989 (531711.0 de 10.03.89),
19.04.1989 (531719.1 de 22.05.89), 08.03.1990 (531712.4 de 24.04.90), 14.05.1990 (531727.8
de 02.07.90), 29.06.1990 (531735.6 de 01.08.90), 24.04.1991 (531780.2 de 31.05.91),
12.11.1991 (539724.2 de 06.12.91), 29.04.1992 (5310645.4 de 22.05.92), 10.12.1992
(5312340,0 de 01.02.93), 30.12.1992 (5312485,0 de 01.03.93), 30.04.1993 (5313236,6 de
24.06.93), 05.10.1993 (5314578,8 de 07.12.93), 27.12.1993 (5314948,6 de 28.01.94),
27.01.1994 (5312357,1 de 10.03.94), 28.04.1994 (5315254.1 de 20.07.94), 25.04.1995
(5317742,5 de 14.09.95), 14.11.1995 (5318223,1 de 13.12.95), 29.03.1996 (5318902,9 de
09.05.96), 23.04.1996 (5319068,7 de 12.06.96), 17.06.1996 (5319241,0 de 05.07.96),
25.09.1996 (960476369 de 13.11.96), 23.04.1997 (970343256 de 20.06.97), 13.10.1997
(970662831 de 13.11.97), 24.04.1998 (980316812 de 02.07.98), 29.09.1998 (980531535 de
09.11.98), 30.04.1999 (990269655 de 15.06.99), 25.04.2000 (000288004 de 26.05.2000),
30.04.2001 (20010388893 de 13.07.2001), 27.08.2001 (20010578382 de 8.10.2001),
29.11.2001 (20020253346 de 10.5.2002), 07.06.2002 (20020425961, de 30.07.2002),
22.04.2003 (20030387515, de 18.07.2003), 12.11.2003 (20030709806 de 11.12.2003),
22.12.2004 (20050003739 de 04.01.2005), 26.04.2005 (20050420810 de 11.07.2005),
28.04.2006 (20060339098 de 07.08.2006), 22.05.2006 (20060339101 de 07.08.2006),
24.08.2006 (20060482842 de 05.10.2006), 28.12.2006 (20070117900 de 05.04.2007),
25.04.2007 (2007034397, de 14.06.2007), 12.07.2007 (20070517410 de 16.08.2007),
23.10.2007 (20070819807 de 19.12.2007), 24.01.2008 (20080389414, de 19.05.2008),
17.04.2008 (20080635695, de 14.08.2008), 23.04.2009 (20091057000, de 10.12.2009),
18.08.2009 (20091057477, de 10.12.2009), 30.11.2009 (20100284574, de 22.04.2010),
13.04.2010 (20100628060, de 12.08.2010), 05.08.2010 (20100696040, de 02.09.2010),
06.09.2011 (20110895207, de 31.01.2012), 26.04.2012 (20120445450, de 28.06.2012),
19.09.2012 (20120907496, de 20.11.2012), 18.12.2012 (20130248410, de 12.03.2013),
19.12.2013 (20140228632, de 01.04.2014), 29.04.2014 (20140529101, de 07.07.2014),
28.04.2015 (20150701756, de 26.08.2015) e 27.04.2017 (a registrar).

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Estatuto Social

CAPÍTULO I – DENOMINAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E NATUREZA DO BANCO

Art. 1º O Banco do Brasil S.A., pessoa jurídica de direito privado, sociedade anônima aberta,
de economia mista, que explora atividade econômica, na forma do artigo 173 da
Constituição Federal, organizado sob a forma de banco múltiplo, está sujeito ao regime
jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis,
comerciais, trabalhistas e tributários, sendo regido por este Estatuto, pelas Leis nº
4.595/64, nº 6.404/76, nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador, e
demais normas aplicáveis.

§1º O prazo de duração da Sociedade é indeterminado.

§2º O Banco tem domicílio e sede em Brasília, podendo criar e suprimir sucursais,
filiais ou agências, escritórios, dependências e outros pontos de atendimento nas
demais praças do País e no exterior.

§3º Com a admissão do Banco do Brasil no segmento especial de listagem


denominado Novo Mercado, da BM&FBOVESPA S.A. (ou outra denominação social
que lhe vier a ser atribuída), o Banco, seus acionistas, administradores e membros do
Conselho Fiscal sujeitam-se às disposições do Regulamento de Listagem do Novo
Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe vier a ser
atribuída).

§4º As disposições do Regulamento do Novo Mercado prevalecerão sobre as


disposições estatutárias, nas hipóteses de prejuízo aos direitos dos destinatários das
ofertas públicas previstas nos artigos 56, 57 e 58 deste Estatuto.

CAPÍTULO II – OBJETO SOCIAL

Seção I – Objeto social e vedações

Objeto social

Art. 2º O Banco tem por objeto a prática de todas as operações bancárias ativas, passivas e
acessórias, a prestação de serviços bancários, de intermediação e suprimento
financeiro sob suas múltiplas formas e o exercício de quaisquer atividades facultadas
às instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

§1º O Banco poderá, também, atuar na comercialização de produtos agropecuários e


promover a circulação de bens.

§2º Compete-lhe, ainda, como instrumento de execução da política creditícia e


financeira do Governo Federal, exercer as funções que Ihe são atribuídas em lei,
especialmente aquelas previstas no artigo 19 da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de
1964, observado o disposto nos artigos 5º e 6º deste Estatuto.

Art. 3º A administração de recursos de terceiros será realizada mediante a contratação de


sociedade subsidiária ou controlada do Banco.

Vedações

Art. 4º Ao Banco é vedado, além das proibições fixadas em lei:

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Estatuto Social

I – realizar operações com garantia exclusiva de ações de outras instituições


financeiras;

II - conceder empréstimos ou adiantamentos, comprar ou vender bens de qualquer


natureza a membros do Conselho de Administração e dos comitês a ele vinculados, da
Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal.

III - Realizar transferências de recursos, serviços ou outras obrigações entre o Banco e


suas Partes Relacionadas em desconformidade com sua Política de Transações com
Partes Relacionadas.

IV – participar do capital de outras sociedades, salvo:

a) em percentuais iguais ou inferiores a 15% (quinze por cento) do patrimônio


líquido do próprio Banco, para tanto considerada a soma dos investimentos da
espécie; e

b) em percentuais inferiores a 20% (vinte por cento) do capital votante da


sociedade participada;

V – emitir ações preferenciais ou de fruição, debêntures e partes beneficiárias.

§1º As limitações do inciso IV deste artigo não alcançam as participações societárias,


no Brasil ou no exterior, em:

I – sociedades das quais o Banco participe na data da aprovação do presente Estatuto;

II – instituições financeiras e demais entidades autorizadas a funcionar pelo Banco


Central do Brasil;

III – entidades de previdência privada, sociedades de capitalização, de seguros ou de


corretagem, financeiras, promotoras de vendas, sociedades de processamento de
serviços de suporte operacional e de processamento de cartões, desde que conexas às
atividades bancárias.

IV – câmaras de compensação e liquidação e demais sociedades ou associações que


integram o sistema de pagamentos;

V – sociedades ou associações de prestação de serviços de cobrança e reestruturação


de ativos, ou de apoio administrativo ou operacional ao próprio Banco;

VI – associações ou sociedades sem fins lucrativos;

VII – sociedades em que a participação decorra de dispositivo legal ou de operações


de renegociação ou recuperação de créditos, tais como dação em pagamento,
arrematação ou adjudicação judicial e conversão de debêntures em ações; e

VIII – outras sociedades, mediante aprovação do Conselho de Administração.

§2º Na limitação da alínea "a" do inciso IV deste artigo não se incluem os investimentos
relativos à aplicação de incentivos fiscais.

§3º As participações de que trata o inciso VII do §1º deste artigo, decorrentes de
operações de renegociação ou recuperação de créditos, deverão ser alienadas no
prazo fixado pelo Conselho de Administração.

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Estatuto Social

§4º É permitido ao Banco constituir controladas, inclusive na modalidade de


subsidiárias integrais ou sociedades de propósito específico, que tenham por objeto
social participar, direta ou indiretamente, inclusive minoritariamente e por meio de
outras empresas de participação, dos entes listados no §1º, não se aplicando a essas
subsidiárias e controladas a limitação prevista no inciso IV do caput.

Seção II – Relações com a União

Art. 5º. O Banco contratará, na forma da lei ou regulamento, diretamente com a União ou com a
sua interveniência:

I – a execução dos encargos e serviços pertinentes à função de agente financeiro do


Tesouro Nacional e às demais funções que lhe forem atribuídas por lei;

II – a realização de financiamentos de interesse governamental e a execução de


programas oficiais mediante aplicação de recursos da União ou de fundos de qualquer
natureza; e

III – a concessão de garantia em favor da União.

Parágrafo único. A contratação de que trata este artigo fica condicionada, conforme o
caso:

I – à colocação dos recursos correspondentes à disposição do Banco e ao


estabelecimento da devida remuneração;

II – à prévia e formal definição dos prazos e da adequada remuneração dos recursos a


serem aplicados em caso de equalização de encargos financeiros;

III – à prévia e formal definição dos prazos e da assunção dos riscos e da


remuneração, nunca inferior aos custos dos serviços a serem prestados; e

IV – à prévia e formal definição do prazo para o adimplemento das obrigações e das


penalidades por seu descumprimento.

Seção III – Relações com o Banco Central do Brasil

Art. 6º O Banco poderá contratar a execução de encargos, serviços e operações de


competência do Banco Central do Brasil, desde que observado o disposto no parágrafo
único do artigo 5º deste Estatuto.

CAPÍTULO III – CAPITAL E AÇÕES

Capital social e ações ordinárias

Art. 7º O Capital Social é de R$ [Link],00 (sessenta e sete bilhões de reais), dividido


em [Link] (dois bilhões, oitocentos e sessenta e cinco milhões, quatrocentos e
dezessete mil e vinte) ações ordinárias representadas na forma escritural e sem valor
nominal.

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Estatuto Social

§1º Cada ação ordinária confere ao seu titular o direito de um voto nas deliberações da
Assembleia Geral, salvo na hipótese de adoção do voto múltiplo para a eleição de
Conselheiros de Administração.

§2º As ações escriturais permanecerão em depósito neste Banco, em nome dos seus
titulares, sem emissão de certificados, podendo ser cobrada dos acionistas a
remuneração prevista em lei.

§3º O Banco poderá adquirir as próprias ações, mediante autorização do Conselho de


Administração, a fim de cancelá-las ou mantê-las em tesouraria para posterior alienação.

§4º. O capital social poderá ser alterado nas hipóteses previstas em lei, vedada a
capitalização direta do lucro sem trâmite pela conta de reservas.

Capital autorizado

Art. 8º. O Banco poderá, independentemente de reforma estatutária, por deliberação da


Assembleia Geral e nas condições determinadas por aquele órgão, aumentar o capital
social até o limite de R$ [Link],00 (cento e vinte bilhões de reais), mediante
a emissão de ações ordinárias, concedendo-se aos acionistas preferência para a
subscrição do aumento de capital, na proporção do número de ações que possuírem.

Parágrafo único. A emissão de ações, até o limite do capital autorizado, para venda em
Bolsas de Valores ou subscrição pública, ou permuta por ações em oferta pública de
aquisição de controle, poderá ser efetuada sem a observância do direito de preferência
aos antigos acionistas, ou com redução do prazo para o exercício desse direito,
observado o disposto no inciso I do artigo 10 deste Estatuto.

CAPÍTULO IV – ASSEMBLEIA GERAL

Convocação e funcionamento

Art. 9º A Assembleia Geral de Acionistas será convocada por deliberação do Conselho de


Administração, ou, nas hipóteses admitidas em lei, pelo Conselho Diretor, pelo
Conselho Fiscal, por grupo de acionistas ou por acionista isoladamente.

§1º Os trabalhos da Assembleia Geral serão dirigidos pelo Presidente do Banco, por
seu substituto ou, na ausência ou impedimento de ambos, por um dos acionistas ou
administradores do Banco presentes, escolhido pelos acionistas. O presidente da mesa
convidará dois acionistas ou administradores do Banco para atuarem como secretários
da Assembleia Geral.

§2º Nas Assembleias Gerais Extraordinárias, tratar-se-á, exclusivamente, do objeto


declarado nos editais de convocação, não se admitindo a inclusão, na pauta da
Assembleia, de assuntos gerais.

§3º As atas das Assembleias Gerais serão lavradas de forma sumária no que se refere
aos fatos ocorridos, inclusive dissidências e protestos, e conterão a transcrição apenas
das deliberações tomadas, observadas as disposições legais.

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Estatuto Social

§ 4º A Assembleia Geral Ordinária deverá ser convocada com pelo menos 30 dias de
antecedência e a Assembleia Geral Extraordinária deverá ser convocada com pelo
menos 15 dias de antecedência.

Competência

Art. 10. Compete à Assembleia Geral, dentre outras atribuições previstas na Lei nº 6.404/76 e
demais normas aplicáveis, deliberar sobre:

I – alienação, no todo ou em parte, de ações do capital social do Banco ou de suas


controladas, abertura do capital, aumento do capital social por subscrição de novas
ações, renúncia a direitos de subscrição de ações ou debêntures conversíveis em
ações de empresas controladas, venda de debêntures conversíveis em ações de
titularidade do Banco de emissão de empresas controladas, ou, ainda, emissão de
quaisquer outros títulos ou valores mobiliários, no País ou no exterior;

II – transformação, fusão, incorporação, cisão, dissolução e liquidação da empresa;

III – permuta de ações ou outros valores mobiliários;

IV – práticas diferenciadas de governança corporativa e celebração de contrato para


essa finalidade com bolsa de valores.

Parágrafo único. A escolha da instituição ou empresa especializada para determinação


do valor econômico da companhia, nas hipóteses previstas nos artigos 56, 57 e 58
deste Estatuto, é de competência privativa da Assembleia Geral, mediante
apresentação de lista tríplice pelo Conselho de Administração, e deverá ser deliberada
pela maioria dos votos dos acionistas representantes das ações em circulação,
presentes na respectiva Assembleia Geral, não computados os votos em branco. Se
instalada em primeira convocação, deverá contar com a presença de acionistas que
representem, no mínimo, 20% (vinte por cento) do total das ações em circulação ou, se
instalada em segunda convocação, poderá contar com a presença de qualquer número
de acionistas representantes dessas ações.

CAPÍTULO V – ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO BANCO

Seção I – Normas Comuns aos Órgãos de Administração

Requisitos

Art. 11 São órgãos de administração do Banco:


I – o Conselho de Administração; e

II – a Diretoria Executiva, composta pelo Conselho Diretor e pelos demais Diretores,


todos residentes no País, na forma estabelecida no artigo 24 deste Estatuto.

§1º O Conselho de Administração tem, na forma prevista em lei e neste Estatuto,


atribuições estratégicas, orientadoras, eletivas e fiscalizadoras, não abrangendo
funções operacionais ou executivas.

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Estatuto Social

§2º A representação do Banco é privativa da Diretoria Executiva, na estrita


conformidade das competências administrativas estabelecidas neste Estatuto.

§3º Os cargos de Presidente e de Vice-Presidente do Conselho de Administração não


poderão ser acumulados com o de Presidente do Banco, ainda que interinamente.

§4º Os órgãos de administração do Banco serão integrados por brasileiros, dotados de


notórios conhecimentos, inclusive sobre as melhores práticas de governança
corporativa, compliance, integridade e responsabilização corporativas, experiência,
idoneidade moral, reputação ilibada e capacidade técnica compatível com o cargo,
observados os requisitos impostos pela Lei nº 6.404/76, Lei nº 13.303/16 e seu
respectivo Decreto regulamentador, demais normas aplicáveis, e pela Política de
Indicação e Sucessão do Banco.

§ 5º Sempre que a Política de Indicação pretender impor requisitos adicionais àqueles


constantes da legislação aplicável para os Conselheiros de Administração e para os
Conselheiros Fiscais, tais requisitos deverão ser encaminhados para deliberação dos
acionistas, em Assembleia Geral.

Investidura

Art. 12. Os membros dos órgãos de Administração, serão investidos em seus cargos mediante
assinatura de termos de posse no livro de atas do Conselho de Administração, da
Diretoria Executiva ou do Conselho Diretor, conforme o caso, no prazo máximo de até
30 dias, contados a partir da eleição ou nomeação.

§1º Os eleitos para os órgãos de Administração tomarão posse independentemente da


prestação de caução.

§2º No ato da posse, os administradores eleitos deverão, ainda, assinar o Termo de


Anuência dos Administradores ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da
BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe vier a ser atribuída).

Impedimentos e vedações

Art. 13. Não podem ingressar ou permanecer nos órgãos de Administração, os impedidos ou
vedados pela Lei nº 6.404/76, Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto
regulamentador, demais normas aplicáveis, pela Política de Indicação e Sucessão do
Banco e, também:

I – os que estiverem inadimplentes com o Banco ou que lhe tenham causado prejuízo
ainda não ressarcido;

II – os que detenham controle ou participação relevante no capital social de pessoa


jurídica inadimplente com o Banco ou que lhe tenha causado prejuízo ainda não
ressarcido, estendendo-se esse impedimento aos que tenham ocupado cargo de
administração em pessoa jurídica nessa situação, no exercício social imediatamente
anterior à data da eleição ou nomeação;

III – os que houverem sido responsabilizados por decisão transitada em julgado ou


proferida por órgão judicial colegiado, por crime de sonegação fiscal, corrupção,
lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, contra o Sistema Financeiro
Nacional, contra a administração pública ou contra a licitação, bem como por atos de
improbidade administrativa;

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Estatuto Social

IV – os que sejam ou tenham sido sócios ou acionistas controladores ou participantes


do controle ou com influência significativa no controle, administradores ou
representantes de pessoa jurídica responsabilizada, cível ou administrativamente, por
decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial ou administrativo
colegiado, por atos lesivos à administração pública, nacional ou estrangeira, referente
aos fatos ocorridos no período de sua participação e sujeitos ao seu âmbito de
atuação.

V – os declarados inabilitados para cargos de administração em instituições


autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou em outras instituições sujeitas
à autorização, controle e fiscalização de órgãos e entidades da Administração Pública
direta e indireta, incluídas as entidades de previdência privada, as sociedades
seguradoras, as sociedades de capitalização e as companhias abertas;

VI – os que estiverem respondendo pessoalmente, como controlador ou administrador


de pessoa jurídica, por pendências relativas a protesto de títulos, cobranças judiciais,
emissão de cheques sem fundos, inadimplemento de obrigações e outras ocorrências
ou circunstâncias análogas;

VII – os declarados falidos ou insolventes;

VIII – os que detiveram o controle ou participaram da administração de pessoa jurídica


concordatária, falida ou insolvente, no período de cinco anos anteriores à data da
eleição ou nomeação, salvo na condição de síndico, comissário ou administrador
judicial;

IX – sócio, ascendente, descendente ou parente colateral ou afim, até o terceiro grau,


de membro do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva;

X – os que ocuparem cargos em sociedades que possam ser consideradas


concorrentes no mercado, em especial, em conselhos consultivos, de administração ou
fiscal, ou em comitês vinculados ao Conselho de Administração, e os que tiverem
interesse conflitante com o Banco, salvo dispensa da Assembleia.

Parágrafo único. É incompatível com a participação nos órgãos de administração do


Banco a candidatura a mandato público eletivo, devendo o interessado requerer seu
afastamento, sob pena de perda do cargo, a partir do momento em que tornar pública
sua pretensão à candidatura. Durante o período de afastamento não será devida
qualquer remuneração ao membro do órgão de administração, o qual perderá o cargo a
partir da data do registro da candidatura.

Art. 14. Aos integrantes dos órgãos de administração é vedado intervir no estudo, deferimento,
controle ou liquidação de qualquer operação em que:

I – sejam interessadas, direta ou indiretamente, sociedades de que detenham, ou que


seus cônjuges ou parentes consanguíneos ou afins até terceiro grau detenham, o
controle ou participação igual ou superior a 10% (dez por cento) do capital social;

II – tenham interesse conflitante com o do Banco.

Parágrafo único. O impedimento de que trata o inciso I se aplica, ainda, quando se


tratar de empresa em que ocupem, ou tenham ocupado, cargo de administração nos
seis meses anteriores à investidura no Banco.

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Perda do cargo

Art. 15. Perderá o cargo:

I – salvo motivo de força maior ou caso fortuito, o membro do Conselho de


Administração que deixar de comparecer, com ou sem justificativa, a três reuniões
ordinárias consecutivas ou a quatro reuniões ordinárias alternadas durante o prazo de
gestão; e

II – o membro da Diretoria Executiva que se afastar, sem autorização, por mais de


trinta dias.

Remuneração

Art. 16. A remuneração dos integrantes dos órgãos de Administração será fixada anualmente
pela Assembleia Geral, observadas as disposições da Lei nº 6.404/76, da Lei nº
13.303/2016 e seu Decreto regulamentador, e das demais normas aplicáveis.

Parágrafo único. A Assembleia Geral, nos exercícios em que forem pagos o dividendo
obrigatório aos acionistas e a participação de lucros aos empregados, poderá atribuir
participação nos lucros do Banco aos membros da Diretoria Executiva, desde que o
total não ultrapasse a remuneração anual dos membros da Diretoria Executiva e nem
um décimo dos lucros (artigo 152, §1º, da Lei nº 6.404/76), prevalecendo o limite que
for menor.

Dever de informar e outras obrigações

Art. 17. Sem prejuízo dos procedimentos de autorregulação atualmente adotados, os membros
do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva do Banco deverão:

I – comunicar ao Banco, à CVM – Comissão de Valores Mobiliários e à bolsa de


valores:

a) imediatamente após a investidura no cargo, a quantidade e as características


dos valores mobiliários ou derivativos de que sejam titulares, direta ou
indiretamente, de emissão do Banco, de suas controladas ou das sociedades
coligadas relacionadas à sua área de atuação, além daqueles de titularidade de
seus respectivos cônjuges, companheiros e dependentes incluídos na declaração
anual do imposto de renda;

b) no momento da posse, ou de eventuais alterações posteriores, os seus planos


de negociação periódica dos valores mobiliários e derivativos referidos na alínea
“a” deste inciso, inclusive suas subsequentes alterações; e

c) as negociações com os valores mobiliários e derivativos de que trata a alínea


“a” deste inciso, inclusive o preço, até o décimo dia do mês seguinte àquele em
que se verificar a negociação;

II – abster-se de negociar com os valores mobiliários ou derivativos de que trata a


alínea “a” do inciso I deste artigo:

a) no período de 15 (quinze) dias anteriores à divulgação das informações


trimestrais (ITR) e anuais (DFP e IAN); e

b) nas demais hipóteses previstas na legislação aplicável.

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Estatuto Social

Seção II – Conselho de Administração

Composição e prazo de gestão

Art. 18. O Conselho de Administração, órgão independente de decisão colegiada, será


composto por pessoas naturais, eleitas pela Assembleia Geral, e terá oito membros,
com prazo de gestão unificado de dois anos, dentre os quais um Presidente e um
Vice-Presidente, sendo permitidas até três reconduções consecutivas. O prazo de
gestão estender-se-á até a investidura dos novos membros.

§1º É assegurado aos acionistas minoritários o direito de eleger ao menos dois


conselheiros de administração, se maior número não lhes couber pelo processo de
voto múltiplo.

§2º A União indicará, à deliberação da Assembleia Geral, para o preenchimento de


seis vagas no Conselho de Administração:

I – o Presidente do Banco;

II – três representantes indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda;

III – um representante eleito pelos empregados do Banco do Brasil S.A., na forma do


§4º deste artigo;

IV – um representante indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento,


Desenvolvimento e Gestão.

§3º O Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Administração serão


escolhidos pelo próprio Conselho, na forma da legislação vigente, observado o
previsto no §3º do artigo 11 deste Estatuto.

§4º O representante dos empregados será escolhido pelo voto direto de seus pares,
dentre os empregados ativos da empresa, em eleição organizada e regulamentada
pelo Banco, em conjunto com as entidades sindicais que os representam, observadas
as exigências e procedimentos previstos na legislação e o disposto nos parágrafos 5º
e 6º deste artigo.

§5º Para o exercício do cargo, o conselheiro representante dos empregados está


sujeito a todos os critérios, exigências, requisitos, impedimentos e vedações previstas
em lei, regulamento e neste Estatuto.

§6º Sem prejuízo dos impedimentos e vedações previstos nos artigos 13 e 14 deste
Estatuto, o conselheiro representante dos empregados não participará das
discussões e deliberações sobre assuntos que envolvam relações sindicais,
remuneração, benefícios e vantagens, inclusive matérias de previdência
complementar e assistenciais, bem como nas demais hipóteses em que ficar
configurado o conflito de interesse.

§7º Na composição do Conselho de Administração, observar-se-ão, ainda, as


seguintes regras:

I - no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) dos membros do Conselho de


Administração deverão ser Conselheiros Independentes, assim definidos na

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Estatuto Social

legislação e no Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou


outra denominação social que lhe vier a ser atribuída), estando nessa condição os
conselheiros eleitos nos termos do §1º deste artigo;

II - a condição de Conselheiro Independente será expressamente declarada na Ata da


Assembleia Geral que o eleger; e

III - quando, em decorrência da observância do percentual referido no parágrafo


acima, resultar número fracionário de conselheiros, proceder-se-á ao arredondamento
nos termos do Regulamento do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra
denominação social que lhe vier a ser atribuída).

§8º Na hipótese de adoção do processo de voto múltiplo previsto no §1º deste artigo,
não será considerada a vaga destinada ao representante dos empregados.

Voto múltiplo

Art. 19. É facultado aos acionistas, observado o percentual mínimo estabelecido pela Comissão
de Valores Mobiliários – CVM, solicitar, em até 48 horas antes da Assembleia Geral,
mediante requerimento escrito dirigido ao Presidente do Banco, a adoção do processo
de voto múltiplo para a eleição dos membros do Conselho de Administração, de acordo
com o disposto neste artigo.

§1º Caberá à mesa que dirigir os trabalhos da Assembleia Geral informar previamente
aos acionistas, à vista do “Livro de Presença”, o número de votos necessários para a
eleição de cada membro do Conselho.

§2º Adotado o voto múltiplo, em substituição às prerrogativas previstas no §1º do artigo


18 deste Estatuto, os acionistas que representem, pelo menos, 15% (quinze por cento)
do total das ações com direito a voto, terão direito de eleger e destituir um membro e
seu suplente do Conselho de Administração, em votação em separado na Assembleia
Geral, excluído o acionista controlador.

§3º Somente poderão exercer o direito previsto no §2º acima os acionistas que
comprovarem a titularidade ininterrupta da participação acionária ali exigida durante o
período de três meses, no mínimo, imediatamente anterior à realização da Assembleia
Geral.

§4º Será mantido registro com a identificação dos acionistas que exercerem a
prerrogativa a que se refere o §2º deste artigo.

Vacância e substituições

Art. 20. Excetuada a hipótese de destituição de membro do Conselho de Administração eleito


pelo processo de voto múltiplo, no caso de vacância do cargo de conselheiro, os
membros remanescentes no Colegiado nomearão substituto para servir até a próxima
Assembleia Geral, observados os requisitos previstos nos artigos 11 e 18. Se houver a
vacância da maioria dos cargos, estejam ou não ocupados por substitutos nomeados, a
Assembleia Geral será convocada para proceder a uma nova eleição.

Parágrafo único. O Presidente do Conselho será substituído pelo Vice-Presidente e,


nas ausências deste, por outro conselheiro indicado pelo Presidente. No caso de
vacância, a substituição dar-se-á até a escolha do novo titular do Conselho, o que
deverá ocorrer na primeira reunião do Conselho de Administração subsequente.

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Estatuto Social

Atribuições

Art. 21. Compete ao Conselho de Administração, dentre outras atribuições previstas na Lei nº
6.404/76, na Lei nº 13.303/16 e seu Decreto regulamentador, nas demais normas
aplicáveis e no seu Regimento Interno:

I – aprovar as Políticas, o Código de Ética, as Normas de Conduta, o Código de


Governança, a Carta Anual de Políticas Públicas e Governança Corporativa, o
Regulamento de Licitações, a Estratégia Corporativa, o Plano de Investimentos, o
Plano Diretor e o Orçamento Geral do Banco;

II – deliberar sobre:

a) distribuição de dividendos intermediários, inclusive à conta de lucros


acumulados ou de reservas de lucros existentes no último balanço anual ou
semestral;

b) pagamento de juros sobre o capital próprio;

c) aquisição das próprias ações, em caráter não permanente;

d) participações do Banco em sociedades, no País e no exterior;

e) captações por meio de instrumentos elegíveis ao capital principal; e

f) alteração dos valores estabelecidos nos incisos I e II do artigo 29 da Lei nº


13.303/16.

III - analisar, ao menos trimestralmente, as demonstrações contábeis e demais


demonstrações financeiras, sem prejuízo da atuação do Conselho Fiscal;

IV - manifestar-se sobre as propostas a serem submetidas à deliberação dos acionistas


em Assembleia;

V - supervisionar os sistemas de gerenciamento de riscos e de controles internos;

VI. definir os assuntos e valores para sua alçada decisória e dos membros da Diretoria
Executiva, por proposta do Conselho Diretor;

VII - identificar a existência de ativos não de uso próprio do Banco e avaliar a


necessidade de mantê-los, de acordo com as informações prestadas pelo Conselho
Diretor;

VIII – definir as atribuições da Auditoria Interna, regulamentar o seu funcionamento,


bem como nomear e dispensar o seu titular;

IX – escolher e destituir os auditores independentes, cujos nomes poderão ser objeto


de veto, devidamente fundamentado, pelo Conselheiro eleito na forma do §2º do artigo
19 deste Estatuto, se houver;

X – fixar o número, eleger os membros da Diretoria Executiva e definir suas atribuições,


observado o art. 24 deste Estatuto e o disposto no artigo 21 da Lei nº 4.595, de 31 de
dezembro de 1964;

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Estatuto Social

XI – aprovar o seu regimento interno e decidir sobre a criação, a extinção e o


funcionamento de comitês de assessoramento não estatutários no âmbito do próprio
Conselho de Administração;

XII – aprovar os Regimentos Internos dos comitês de assessoramento a ele vinculados,


bem como os Regimentos Internos da Diretoria Executiva e do Conselho Diretor;

XIII – decidir sobre a participação dos empregados nos lucros ou resultados do Banco;

XIV – apresentar à Assembleia Geral lista tríplice de empresas especializadas para


determinação do valor econômico da companhia, para as finalidades previstas no
parágrafo único do artigo 10;

XV – estabelecer meta de rentabilidade que assegure a adequada remuneração do


capital próprio;

XVI – eleger e destituir os membros dos comitês constituídos no âmbito do próprio


Conselho;

XVII – avaliar formalmente, ao término de cada ano, o seu próprio desempenho, o da


Diretoria Executiva, da Secretaria Executiva, dos comitês a ele vinculados e do Auditor
Geral e, ao final de cada semestre, o desempenho do Presidente do Banco;

XVIII – manifestar-se formalmente quando da realização de ofertas públicas de


aquisição de ações de emissão do Banco; e

XIX – deliberar sobre os casos omissos neste Estatuto Social, limitado à questões de
natureza estratégica de sua competência.

§1º A Estratégia Corporativa do Banco será fixada para um período de cinco anos,
devendo ser revista anualmente. O Plano de Investimentos será fixado para o exercício
anual seguinte.

§2º Para assessorar a deliberação do Conselho de Administração, as propostas de


fixação das atribuições e de regulamentação do funcionamento da Auditoria Interna,
referidas no inciso VIII, deverão conter parecer prévio das áreas técnicas envolvidas e
do Comitê de Auditoria.

§3º A fiscalização da gestão dos membros da Diretoria Executiva, de que trata a Lei n°
6.404/76, poderá ser exercida isoladamente por qualquer conselheiro, o qual terá
acesso aos livros e papéis do Banco e às informações sobre os contratos celebrados
ou em via de celebração e quaisquer outros atos que considere necessários ao
desempenho de suas funções, podendo requisitá-los, diretamente, a qualquer membro
da Diretoria Executiva. As providências daí decorrentes, inclusive propostas para
contratação de profissionais externos, serão submetidas à deliberação do Conselho de
Administração.

§4º A manifestação formal, favorável ou contrária, de que trata o inciso XVIII será por
meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até 15 (quinze) dias da publicação
do edital da oferta pública de ações, abordando, pelo menos: (i) a conveniência e a
oportunidade da oferta pública de ações quanto ao interesse do conjunto dos acionistas
e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade; (ii) as repercussões
da oferta pública de aquisição de ações sobre os interesses do Banco; (iii) os planos
estratégicos divulgados pelo ofertante em relação ao Banco; (iv) outros pontos que o

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Estatuto Social

Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as informações exigidas


pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM.

§5º O processo de avaliação de desempenho citado no inciso XVII deste artigo, no


caso de administradores e dos membros de comitês, será realizado de forma individual
e coletiva, conforme procedimentos previamente definidos pelo próprio Conselho de
Administração, devendo ser avaliados na forma prevista na legislação.

Funcionamento

Art. 22. O Conselho de Administração reunir-se-á com a presença de, no mínimo, a maioria dos
seus membros:

I – ordinariamente, pelo menos uma vez por mês; e

II – extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Presidente, ou a pedido de,


no mínimo, dois conselheiros.

§1º As reuniões do Conselho de Administração serão convocadas pelo seu Presidente.

§2º A reunião extraordinária solicitada pelos conselheiros, na forma do inciso II deste


artigo, deverá ser convocada pelo Presidente nos sete dias que se seguirem ao pedido.
Esgotado esse prazo sem que o Presidente a tenha convocado, qualquer conselheiro
poderá fazê-lo.

§3º O Conselho de Administração delibera por maioria de votos, sendo necessário:

I – o voto favorável de cinco conselheiros para a aprovação das matérias de que tratam
os incisos I, VIII, IX e XI do artigo 21; ou

II – o voto favorável da maioria dos conselheiros presentes para a aprovação das


demais matérias, prevalecendo, em caso de empate, o voto do Presidente do
Conselho, ou do seu substituto no exercício das funções.

§4º Fica facultada eventual participação dos conselheiros na reunião, por telefone,
videoconferência, ou outro meio de comunicação que possa assegurar a participação
efetiva e a autenticidade do seu voto, que será considerado válido para todos os efeitos
legais e incorporado à ata da referida reunião.

Avaliação

Art. 23. O Conselho de Administração realizará anualmente uma avaliação formal do seu
desempenho.

§1º O processo de avaliação citado no caput será realizado conforme procedimentos


previamente definidos pelo próprio Conselho de Administração e que deverão estar
descritos em seu regimento interno.

§2º Caberá ao Presidente do Conselho conduzir o processo de avaliação.

Seção III – Diretoria Executiva

Composição e prazo de gestão

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Estatuto Social

Art. 24. A administração do Banco competirá à Diretoria Executiva, que terá entre dez e trinta e
oito membros, sendo:

I - o Presidente, nomeado e demissível “ad nutum” pelo Presidente da República, na


forma da lei;

II - até dez Vice-Presidentes, eleitos na forma da lei, sendo que um dos cargos será
ocupado pelo Presidente da BB Seguridade Participações S.A; e

III – até vinte e sete Diretores, eleitos na forma da lei.

§1º No âmbito da Diretoria Executiva, o Presidente e os Vice-Presidentes formarão o


Conselho Diretor.

§2º O cargo de Diretor é privativo de empregados da ativa do Banco.

§3º Os eleitos para a Diretoria Executiva terão prazo de gestão unificado de dois anos,
sendo permitidas até três reconduções consecutivas, observado, além do disposto na
Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador, e demais normas
aplicáveis, que:

I - não é considerada recondução a eleição de membro para atuar em outra área da


Diretoria Executiva;

II - uma vez realizada a eleição, o prazo de gestão estender-se-á até a investidura dos
novos membros;

§4º Além dos requisitos previstos no artigo 11 deste Estatuto, devem ser observadas,
cumulativamente, as seguintes condições para o exercício de cargos na Diretoria
Executiva do Banco:

I - ser graduado em curso superior; e

II - ter exercido, nos últimos cinco anos:

a) por pelo menos dois anos, cargos gerenciais em instituições integrantes do


Sistema Financeiro Nacional; ou

b) por pelo menos quatro anos, cargos gerenciais na área financeira de outras
entidades detentoras de patrimônio líquido não inferior a um quarto dos limites
mínimos de capital realizado e patrimônio líquido exigidos pela regulamentação para
o Banco; ou

c) por pelo menos dois anos, cargos relevantes em órgãos ou entidades da


administração pública.

§5º Ressalvam-se, em relação às condições previstas nos incisos I e II do §4º deste


artigo, ex-administradores que tenham exercido cargos de diretor ou de sócio-gerente
em outras instituições do Sistema Financeiro Nacional por mais de cinco anos, exceto
em cooperativa de crédito.

§6º Após o término da gestão, os ex-membros da Diretoria Executiva ficam impedidos,


por um período de seis meses, contados do término da gestão, se maior prazo não for
fixado nas normas regulamentares, de:

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Estatuto Social

I - exercer atividades ou prestar qualquer serviço a sociedades ou entidades


concorrentes das sociedades integrantes do Conglomerado Banco do Brasil;

II - aceitar cargo de administrador ou conselheiro, ou estabelecer vínculo profissional


com pessoa física ou jurídica com a qual tenham mantido relacionamento oficial direto
e relevante nos seis meses anteriores ao término da gestão, se maior prazo não for
fixado nas normas regulamentares; e

III – patrocinar, direta ou indiretamente, interesse de pessoa física ou jurídica, perante


órgão ou entidade da Administração Pública Federal com que tenha tido
relacionamento oficial direto e relevante nos seis meses anteriores ao término da
gestão, se maior prazo não for fixado nas normas regulamentares.

§7º Durante o período de impedimento de que trata o §6º deste artigo, os ex-membros
da Diretoria Executiva fazem jus à remuneração compensatória equivalente à da
função que ocupavam nesse órgão, observado o disposto no §8º deste artigo.

§8º Não terão direito à remuneração compensatória de que trata o §7º deste artigo os
ex-membros do Conselho Diretor não oriundos do quadro de empregados do Banco
que, respeitado o §6º, deste artigo, optarem pelo retorno, antes do término do período
de impedimento, ao desempenho da função ou cargo, efetivo ou superior, que,
anteriormente à sua investidura, ocupavam na administração pública ou privada.

§9º Finda a gestão, os ex-membros da Diretoria Executiva oriundos do quadro de


funcionários do Banco sujeitam-se às normas internas aplicáveis a todos os
empregados, observado o disposto no §7º deste artigo.

§10 Salvo dispensa do Conselho de Administração, na forma do §12, o


descumprimento da obrigação de que trata o §6º implica, além da perda da
remuneração compensatória prevista no §7º, a devolução do valor já recebido a esse
título e o pagamento de multa de 20% (vinte por cento) sobre o total da remuneração
compensatória que seria devida no período, sem prejuízo do ressarcimento das perdas
e danos a que eventualmente der causa.

§11 - A configuração da situação de impedimento dependerá de prévia manifestação


da Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

§12 O Conselho de Administração pode, a requerimento do ex-membro da Diretoria


Executiva, dispensá-lo do cumprimento da obrigação prevista no §6º, sem prejuízo das
demais obrigações legais a que esteja sujeito. Nessa hipótese, não é devido o
pagamento da remuneração compensatória a que alude o §7º, a partir da data em que
o requerimento for recebido.

Vedações

Art. 25. A investidura em cargo da Diretoria Executiva requer dedicação integral, sendo vedado
a qualquer de seus membros, sob pena de perda do cargo, o exercício de atividades
em outras sociedades com fim lucrativo, salvo:

I – em sociedades subsidiárias ou controladas do Banco, ou em sociedades das quais


este participe, direta ou indiretamente, observado o §1º deste artigo; ou

II – em outras sociedades, por designação do Presidente da República, ou por


autorização prévia e expressa do Conselho de Administração.

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Estatuto Social

§1º É vedado, ainda, a qualquer membro da Diretoria Executiva o exercício de


atividade em instituição ou empresa ligada ao Banco que tenha por objeto a
administração de recursos de terceiros, exceto na qualidade de membro de conselho
de administração ou de conselho fiscal.

§2º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, consideram-se ligadas ao Banco as


instituições ou empresas assim definidas pelo Conselho Monetário Nacional.

Vacância e substituições

Art. 26. Serão concedidos (as):

I – afastamentos de até 30 dias, exceto licenças, aos Vice-Presidentes e Diretores, pelo


Presidente, e ao Presidente, pelo Conselho de Administração; e

II – licenças ao Presidente do Banco, pelo Ministro de Estado da Fazenda; aos demais


membros da Diretoria Executiva, pelo Conselho de Administração.

§1º As atribuições individuais do Presidente do Banco serão exercidas, durante seus


afastamentos e demais licenças:

I – de até trinta dias consecutivos, por um dos Vice-Presidentes por ele designado; e

II – superiores a trinta dias consecutivos, por quem, na forma da lei, for nomeado
interinamente pelo Presidente da República.

§2º No caso de vacância, o cargo de Presidente será ocupado, até a posse do seu
sucessor, pelo Vice-Presidente mais antigo; se de igual antiguidade, pelo mais idoso.

§3º As atribuições individuais dos Vice-Presidentes e dos Diretores serão exercidas por
outro Vice-Presidente ou Diretor, respectivamente, nos casos de afastamentos e
demais licenças, bem como no caso de vacância, sendo:

I – até trinta dias consecutivos, mediante designação do Presidente;

II – superior a trinta dias consecutivos, ou em caso de vacância, até a posse do


substituto eleito, mediante designação do Presidente e homologação, dentro do
período em que exercer as funções do cargo, pelo Conselho de Administração.

§4º Nas hipóteses previstas nos §§1º a 3º deste artigo, o Vice-Presidente ou Diretor
acumulará suas funções com as do Presidente, do Vice-Presidente ou do Diretor,
conforme for designado, sem acréscimo de remuneração.

Representação e constituição de mandatários

Art. 27. A representação judicial e extrajudicial e a constituição de mandatários do Banco


competem, isoladamente, ao Presidente ou a qualquer dos Vice-Presidentes e, nos
limites de suas atribuições e poderes, aos Diretores. A outorga de mandato judicial
compete ao Presidente, aos Vice-Presidentes e ao Diretor Jurídico.

§1º Os instrumentos de mandato devem especificar os atos ou as operações que


poderão ser praticados e a duração do mandato, podendo ser outorgados,
isoladamente, por qualquer membro da Diretoria Executiva, observada a hipótese do
§2º do art. 29 deste Estatuto. O mandato judicial poderá ser por prazo indeterminado.

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Estatuto Social

§2º Os instrumentos de mandato serão válidos ainda que o seu signatário deixe de
integrar a Diretoria Executiva do Banco, salvo se o mandato for expressamente
revogado.

Atribuições da Diretoria Executiva

Art. 28. Cabe à Diretoria Executiva cumprir e fazer cumprir este Estatuto, as deliberações da
Assembleia Geral de Acionistas e do Conselho de Administração e exercer as
atribuições que lhe forem definidas por esse Conselho, observando os princípios de
boa técnica bancária e de boas práticas de governança corporativa, e, também, o
disposto na Lei nº 6.404/76, Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador,
demais normas aplicáveis e em seu Regimento Interno.

Atribuições do Conselho Diretor

Art. 29. São atribuições do Conselho Diretor:

I – submeter ao Conselho de Administração, por intermédio do Presidente do Banco,


ou pelo Coordenador por este designado, propostas à sua deliberação, em especial
sobre as matérias relacionadas nos incisos I, II, XII e XIII do artigo 21 deste Estatuto;

II – fazer executar as políticas, a estratégia corporativa, o plano de investimentos, o


plano diretor e o orçamento geral do Banco;

III – aprovar e fazer executar o plano de mercados e o acordo de trabalho;

IV – aprovar e fazer executar a alocação de recursos para atividades operacionais e


para investimentos;

V – autorizar a alienação de bens do ativo não circulante, a constituição de ônus reais,


a prestação de garantias a obrigações de terceiros, a renúncia de direitos, a transação
e o abatimento negocial, facultada a outorga desses poderes com limitação expressa;

VI – decidir sobre os planos de cargos, salários, vantagens e benefícios e aprovar o


Regulamento de Pessoal do Banco, observada a legislação vigente;

VII – distribuir e aplicar os lucros apurados, na forma da deliberação da Assembleia


Geral de Acionistas ou do Conselho de Administração, observada a legislação vigente;
VIII – decidir sobre a criação, instalação e supressão de sucursais, filiais ou agências,
escritórios, dependências e outros pontos de atendimento no País e no exterior,
facultada a outorga desses poderes com limitação expressa;

IX – decidir sobre a organização interna do Banco, a estrutura administrativa das


diretorias e das demais unidades e a criação, extinção e funcionamento de comitês no
âmbito da Diretoria Executiva;

X – fixar as atribuições e alçadas dos comitês e das unidades administrativas, dos


órgãos regionais, das redes de distribuição e dos demais órgãos da estrutura interna,
bem como dos empregados do Banco, facultada a outorga desses poderes com
limitação expressa;

XI – autorizar, verificada previamente a segurança e a adequada remuneração em


cada caso, a concessão de créditos a entidades assistenciais e a empresas de

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Estatuto Social

comunicação, bem como o financiamento de obras de utilidade pública, facultada a


outorga desses poderes com limitação expressa;

XII – decidir sobre a concessão, a fundações criadas pelo Banco, de contribuições para
a consecução de seus objetivos sociais, limitadas, em cada exercício, a 5% (cinco por
cento) do resultado operacional;

XIII – aprovar os critérios de seleção e a indicação de conselheiros, observadas as


disposições legais e regulamentares aplicáveis, para integrarem os conselhos de
empresas e instituições das quais o Banco, suas subsidiárias, controladas ou coligadas
participem ou tenham direito de indicar representante; e

XIV - decidir sobre situações não compreendidas nas atribuições de outro órgão de
administração e sobre casos extraordinários, no âmbito de sua competência.

§1º As decisões do Conselho Diretor obrigam toda a Diretoria Executiva.

§2º As outorgas de poderes previstas nos incisos V, VIII, X e XI deste artigo, quando
destinadas a produzir efeitos perante terceiros, serão formalizadas por meio de
instrumento de mandato assinado pelo Presidente e um Vice-Presidente ou por dois
Vice-Presidentes.

Atribuições individuais dos membros da Diretoria Executiva

Art. 30. Cabe a cada um dos membros da Diretoria Executiva cumprir e fazer cumprir este
Estatuto, as deliberações da Assembleia Geral de Acionistas e do Conselho de
Administração e as decisões colegiadas do Conselho Diretor e da Diretoria Executiva,
observando os princípios de boa técnica bancária e de boas práticas de governança
corporativa, e, também, o disposto na Lei nº 6.404/76, Lei nº 13.303/16 e seu
respectivo Decreto regulamentador, demais normas aplicáveis e em seu Regimento
Interno. Além disso, são atribuições:

I – do Presidente:

a) presidir a Assembleia Geral de Acionistas, convocar e presidir as reuniões do


Conselho Diretor e da Diretoria Executiva e supervisionar a sua atuação;

b) propor, ao Conselho de Administração, o número de membros da Diretoria


Executiva, indicando-lhe, para eleição, os nomes dos Vice-Presidentes e dos
Diretores;

c) propor ao Conselho de Administração as atribuições dos Vice-Presidentes e dos


Diretores, bem como eventual remanejamento;

d) supervisionar e coordenar a atuação dos Vice-Presidentes, dos Diretores e titulares


de unidades que estiverem sob sua supervisão direta;

e) nomear, remover, ceder, promover, comissionar, punir e demitir empregados,


podendo outorgar esses poderes com limitação expressa;

f) indicar, dentre os Vice-Presidentes, coordenador com a finalidade de convocar e


presidir, em suas ausências ou impedimentos, as reuniões do Conselho Diretor e da
Diretoria Executiva.

II – de cada Vice-Presidente:

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Estatuto Social

a) administrar, supervisionar e coordenar as áreas que lhe forem atribuídas e a atuação


dos Diretores e dos titulares das unidades que estiverem sob sua supervisão direta;

b) coordenar as reuniões do Conselho Diretor e da Diretoria Executiva, quando


designado pelo Presidente.

III – de cada Diretor:

a) administrar, supervisionar e coordenar as atividades da diretoria e unidades sob sua


responsabilidade;

b) prestar assessoria aos trabalhos do Conselho Diretor no âmbito das respectivas


atribuições; e

c) executar outras tarefas que lhe forem atribuídas pelo membro do Conselho Diretor
ao qual estiver vinculado.

§1º O Coordenador designado pelo Presidente para convocar e presidir as reuniões do


Conselho Diretor e da Diretoria Executiva não proferirá voto de qualidade no exercício
dessa função.

§2º As atribuições individuais do Presidente, dos Vice-Presidentes e dos Diretores


serão exercidas, nas suas ausências ou impedimentos, na forma do artigo 26,
observado o que dispuserem os Regimentos Internos da Diretoria Executiva e do
Conselho Diretor, as normas sobre competências, as alçadas decisórias e demais
procedimentos fixados pelo Conselho Diretor.

Funcionamento

Art. 31. O funcionamento da Diretoria Executiva e do Conselho Diretor será disciplinado por
meio dos seus Regimentos Internos, observado o disposto neste artigo.

§1º A Diretoria Executiva reunir-se-á, ordinariamente, uma vez a cada três meses e,
extraordinariamente, sempre que convocada pelo Presidente do Banco ou pelo
Coordenador por este designado.

§2º O Conselho Diretor:


I – é órgão de deliberação colegiada, devendo reunir-se, ordinariamente, pelo menos
uma vez por semana e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente
ou pelo Coordenador por este designado, sendo necessária, em qualquer caso, a
presença de, no mínimo, a maioria de seus membros;

II – as deliberações exigem, no mínimo, aprovação da maioria dos membros


presentes; em caso de empate, prevalecerá o voto do Presidente; e

III – uma vez tomada a decisão, cabe aos membros do Conselho Diretor a adoção das
providências para sua implementação.

§3º O Conselho Diretor será assessorado por uma Secretaria Executiva, cabendo ao
Presidente designar o seu titular.

Seção IV – Segregação de funções

Art. 32. Os órgãos de Administração devem, no âmbito das respectivas atribuições, observar as
seguintes regras de segregação de funções:

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I – as diretorias ou unidades responsáveis por funções relativas à gestão de riscos e


controles internos não podem ficar sob a supervisão direta de Vice-Presidente a que
estiverem vinculadas diretorias ou unidades responsáveis por atividades negociais.

II – as diretorias ou unidades responsáveis pelas atividades de análise de risco de


crédito não podem ficar sob a supervisão direta de Vice-Presidente a que estiverem
vinculadas diretorias ou unidades responsáveis por atividades de concessão de
créditos ou de garantias, exceto nos casos de recuperação de créditos; e

III – os Vice-Presidentes, Diretores ou quaisquer responsáveis pela administração de


recursos próprios do Banco não podem administrar recursos de terceiros.

Seção V – Comitês vinculados ao Conselho de Administração

Comitê de Auditoria

Art. 33. O Comitê de Auditoria, com as prerrogativas, atribuições e encargos previstos na Lei nº
13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador, demais normas aplicáveis e no
seu Regimento Interno, será composto por no mínimo três e no máximo cinco membros
efetivos, em sua maioria independentes, e mandato de três anos não coincidente para
cada membro.

§1º É permitida uma única reeleição, observadas as seguintes condições:

I - até 1/3 (um terço) dos membros do Comitê de Auditoria poderá ser reeleito para o
mandato de três anos;

II – os demais membros do Comitê de Auditoria poderão ser reeleitos para o mandato


de dois anos.

§2º Os membros do Comitê de Auditoria serão eleitos pelo Conselho de Administração


e obedecerão as condições mínimas de elegibilidade e as vedações para o exercício
da função dispostas na Política de Indicação e Sucessão do Banco e nas normas
aplicáveis, bem como ao disposto neste Estatuto e em seu Regimento Interno, e,
adicionalmente, aos seguintes critérios:

I – pelo menos um membro será escolhido dentre os indicados pelos Conselheiros de


Administração eleitos pelos acionistas minoritários;

II – os demais membros serão escolhidos dentre os indicados pelos Conselheiros de


Administração representantes da União.

III - pelo menos um dos integrantes do Comitê de Auditoria deverá possuir


comprovados conhecimentos nas áreas de contabilidade societária e auditoria.

§3º O membro do Comitê de Auditoria somente poderá voltar a integrar tal órgão após
decorridos, no mínimo, três anos do final de seu mandato anterior, observado o §1º.

§4º É indelegável a função de membro do Comitê de Auditoria.

§5º Perderá o cargo o membro do Comitê de Auditoria que deixar de comparecer, com
ou sem justificativa, a três reuniões ordinárias consecutivas ou a quatro reuniões

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Estatuto Social

alternadas durante o período de doze meses, salvo motivo de força maior ou caso
fortuito, e, a qualquer tempo, por decisão do Conselho de Administração.

§6º O Comitê de Auditoria é um órgão de caráter permanente, ao qual compete


assessorar o Conselho de Administração no que concerne ao exercício de suas
funções de auditoria e fiscalização.

§7º Cabe ao Comitê de Auditoria supervisionar permanentemente as atividades e


avaliar os trabalhos da auditoria independente, bem como exercer suas atribuições e
responsabilidades junto às sociedades controladas que adotarem o regime de Comitê
de Auditoria único.

§ 8º Cabe, ainda, ao Comitê de Auditoria acompanhar e avaliar as atividades de


auditoria interna, avaliar e monitorar exposições de risco do Banco, acompanhar as
práticas contábeis e de transparência das informações, bem como assessorar o
Conselho de Administração nas deliberações sobre as matérias de sua competência,
notadamente aquelas relacionadas com a fiscalização da gestão do Banco e a rigorosa
observância dos princípios e regras de conformidade, responsabilização corporativa e
governança.

§9 O funcionamento do Comitê de Auditoria será regulado por meio do seu Regimento


Interno, observado que:

I - reunir-se-á, no mínimo, mensalmente com o Conselho de Administração;


trimestralmente com o Conselho Diretor, com a Auditoria Interna e com a Auditoria
Independente, em conjunto ou separadamente, a seu critério; e com o Conselho de
Administração ou Conselho Fiscal, sempre que por estes solicitado, de modo que as
informações contábeis sejam sempre apreciadas antes de sua divulgação.

II – o Comitê de Auditoria deverá realizar, no mínimo, quatro reuniões mensais,


podendo convidar para participar, sem direito a voto:

a) membros do Conselho Fiscal;

b) o titular e outros representantes da Auditoria Interna; e

c) quaisquer membros da Diretoria Executiva ou empregados do Banco.

§10 A remuneração dos membros do Comitê de Auditoria, a ser definida pela


Assembleia Geral, será compatível com o plano de trabalho aprovado pelo Conselho
de Administração, observado que:

I – a remuneração dos membros do Comitê não será superior ao honorário médio


percebido pelos Diretores,

II – no caso de servidores públicos, a sua remuneração pela participação no Comitê


de Auditoria ficará sujeita às disposições estabelecidas na legislação e regulamento
pertinentes;

III – o integrante do Comitê de Auditoria que for, também, membro do Conselho de


Administração, deverá receber remuneração apenas do Comitê de Auditoria.

§11 Ao término do mandato, os ex-membros do Comitê de Auditoria sujeitam-se ao


impedimento previsto no §6º do artigo 24 deste Estatuto, observados os §§7º a 12 do
mesmo artigo.

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§12 O Comitê de Auditoria disporá de meios para receber denúncias, inclusive


sigilosas, internas e externas ao Banco, em matérias relacionadas ao escopo de suas
atividades, conforme vier a ser estabelecido em instrumento adequado.

§ 13 Os membros do Comitê de Auditoria serão investidos em seus cargos


independentemente da assinatura de termo de posse, desde a data da respectiva
eleição.

Comitê de Remuneração e Elegibilidade

Art. 34. O Comitê de Remuneração e Elegibilidade com as prerrogativas, atribuições e


encargos previstos na Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador,
demais normas e regulamentos aplicáveis e no seu Regimento Interno, será formado
por cinco membros efetivos, com mandato de dois anos, sendo permitidas no máximo
três reconduções, nos termos das normas vigentes.

§1º Os membros do Comitê de Remuneração e Elegibilidade serão eleitos pelo


Conselho de Administração, obedecendo as condições mínimas de elegibilidade e as
vedações para o exercício da função dispostas na Política de Indicação e Sucessão
do Banco e nas normas aplicáveis, bem como ao disposto neste Estatuto e em seu
Regimento Interno.

§2º Pelo menos um dos integrantes do Comitê de Remuneração e Elegibilidade não


deverá ser membro do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva.

§3º Os integrantes do Comitê de Remuneração e Elegibilidade deverão possuir a


qualificação e a experiência necessárias para avaliar de forma independente a
política de remuneração de administradores e a política de indicação e sucessão.

§4º Perderá o cargo o membro do Comitê de Remuneração e Elegibilidade que deixar


de comparecer, com ou sem justificativa, a três reuniões consecutivas, salvo motivo
de força maior ou caso fortuito, e, a qualquer tempo, por decisão do Conselho de
Administração.

§5º São atribuições do Comitê de Remuneração e Elegibilidade, além de outras


previstas na legislação própria:

I – assessorar o Conselho de Administração no estabelecimento da política de


remuneração de administradores e da política de indicação e sucessão do Banco do
Brasil;

II – exercer suas atribuições e responsabilidades relacionadas à remuneração de


administradores junto às sociedades controladas pelo Banco do Brasil que adotarem
o regime de Comitê de Remuneração único.

III – opinar, de modo a auxiliar os acionistas na indicação de administradores, dos


membros dos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração e
Conselheiros Fiscais, sobre o preenchimento dos requisitos e a ausência de
vedações para as respectivas eleições;

IV – verificar a conformidade do processo de avaliação dos administradores, dos


membros dos comitês de assessoramento ao Conselho de Administração e dos
Conselheiros Fiscais.

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Estatuto Social

§6º O funcionamento do Comitê de Remuneração e Elegibilidade será regulado por


meio de regimento interno aprovado pelo Conselho de Administração, observado que
o Comitê reunir-se-á:

I – no mínimo semestralmente para avaliar e propor ao Conselho de Administração a


remuneração fixa e variável dos administradores do Banco e de suas controladas que
adotarem o regime de comitê único;

II – nos três primeiros meses do ano para avaliar e propor o montante global anual de
remuneração a ser fixado para os membros dos órgãos de administração, a ser
submetido às Assembleias Gerais do Banco e das sociedades que adotarem o
regime de Comitê de Remuneração único.

III – por convocação do coordenador, sempre que julgado necessário por qualquer
um de seus membros ou por solicitação da administração do Banco.

§7º A função de membro do Comitê de que trata o caput não é remunerada.

§ 8º Os membros do Comitê de Remuneração e Elegibilidade serão investidos em


seus cargos independentemente da assinatura de termo de posse, desde a data da
respectiva eleição.

Comitê de Riscos e de Capital

Art. 35. O Comitê de Riscos e de Capital, com as prerrogativas, atribuições e encargos


previstos na Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador, demais
normas e regulamentos aplicáveis e no seu Regimento Interno, será formado por
quatro membros efetivos, com mandato de dois anos, admitidas até três reconduções
consecutivas, nos termos das normas vigentes.

§1º Os membros do Comitê de Riscos e de Capital serão eleitos e destituídos pelo


Conselho de Administração, obedecendo as condições mínimas de elegibilidade e as
vedações para o exercício da função dispostas na Política de Indicação e Sucessão
do Banco e nas normas aplicáveis, bem como ao disposto neste Estatuto e em seu
Regimento Interno.

§2º São atribuições do Comitê de Riscos e de Capital, além de outras previstas na


legislação aplicável e no seu Regimento Interno:

I - assessorar o Conselho de Administração na gestão de riscos e de capital; e

II - avaliar e reportar ao Conselho de Administração relatórios que tratem de


processos de gestão de riscos e de capital.

§ 3º Os membros do Comitê de Riscos e de Capital serão investidos em seus cargos


independentemente da assinatura de termo de posse, desde a data da respectiva
eleição.

Seção VI – Auditoria Interna

Art. 36. O Banco disporá de uma Auditoria Interna, vinculada ao Conselho de Administração e
responsável por aferir a adequação do controle interno, a efetividade do gerenciamento
dos riscos e dos processos de governança e a confiabilidade do processo de coleta,
mensuração, classificação, acumulação, registro e divulgação de eventos e transações,
visando ao preparo das demonstrações financeiras, observadas, ainda, demais

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Estatuto Social

competências impostas pela Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto


regulamentador, e demais normas aplicáveis.

Parágrafo único. O titular da Auditoria Interna será escolhido dentre empregados da


ativa do Banco e nomeado e dispensado pelo Conselho de Administração, observadas
as disposições do artigo 22, §3º, I, deste Estatuto.

Seção VII – Ouvidoria

Art. 37. O Banco disporá de uma Ouvidoria que terá a finalidade de atuar como canal de
comunicação com clientes e usuários de produtos e serviços, permitindo-lhes buscar a
solução de problemas no seu relacionamento com o Banco do Brasil mediante registro
de demandas.

§1º Além de outras previstas na legislação, constituem atribuições da Ouvidoria:

I – atender, registrar, instruir, analisar e dar tratamento formal e adequado às


demandas dos clientes e usuários de produtos e serviços;

II - prestar esclarecimentos aos demandantes acerca do andamento das demandas,


informando o prazo previsto para resposta;

III - encaminhar resposta conclusiva para a demanda no prazo previsto;

IV – propor ao Conselho de Administração medidas corretivas ou de aprimoramento


dos procedimentos e rotinas da instituição e mantê-lo informado sobre os problemas e
deficiências detectados no cumprimento de suas atribuições e sobre o resultado das
medidas adotadas pelos administradores da instituição para solucioná-los.

V - elaborar e encaminhar à Auditoria Interna, ao Comitê de Auditoria e ao Conselho de


Administração, ao final de cada semestre, relatório quantitativo e qualitativo acerca das
atividades desenvolvidas pela Ouvidoria no cumprimento de suas atribuições.

§2º A atuação da Ouvidoria será pautada pela transparência, independência,


imparcialidade e isenção, sendo dotada de condições adequadas para o seu efetivo
funcionamento.

§3º A Ouvidoria terá assegurado o acesso às informações necessárias para sua


atuação, podendo, para tanto, requisitar informações e documentos para o exercício de
suas atividades, observada a legislação relativa ao sigilo bancário.

§4º O Ouvidor será empregado da ativa do Banco, detentor de função compatível com
as atribuições da Ouvidoria e terá mandato de 1 (um) ano, renovável por iguais
períodos, sendo designado e destituído, a qualquer tempo, pelo Presidente do Banco.

§ 5º O empregado designado para o exercício das funções de ouvidor deverá ter


aptidão em temas relacionados à ética, aos direitos e defesa do consumidor e à
mediação de conflitos.

§ 6º Constituem motivos para a destituição do Ouvidor:

I - perda do vínculo funcional com a instituição ou alteração do regime de trabalho


previsto no §4º deste artigo;

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Estatuto Social

II - prática de atos que extrapolem sua competência, nos termos estabelecidos por este
artigo;

III - conduta ética incompatível com a dignidade da função;

IV - outras práticas e condutas desabonadoras que justifiquem a destituição.

§ 7º No procedimento de destituição a que se referem as alíneas II, III e IV do


parágrafo anterior será assegurado o contraditório e o direito à ampla defesa.

§8º O empregado designado para o exercício das atribuições de Ouvidor não


perceberá outra remuneração além daquela prevista para a comissão que
originalmente ocupa.

Seção VIII

Gestão de Riscos e Controles Internos

Art. 38. O Banco disporá de áreas dedicadas à gestão de riscos e aos controles internos, com
liderança de Vice-Presidente estatutário e independência de atuação, segundo
mecanismos estabelecidos no artigo 32 deste Estatuto, e vinculação ao Presidente do
Banco.

§1º São atribuições da área responsável pela gestão de riscos, além de outras
previstas na legislação própria e nas instruções normativas do Banco, a identificação,
avaliação, controle, mitigação e monitoramento de riscos a que estão sujeitos os
negócios e processos do Banco.

§2º São atribuições da área responsável pelos controles internos, além de outras
previstas na legislação própria e nas instruções normativas do Banco, a avaliação e o
monitoramento da eficácia dos controles internos e do estado de conformidade
corporativo.

§3º A área responsável pelo processo de controles internos deverá se reportar


diretamente ao Conselho de Administração em situações em que se suspeite do
envolvimento de integrante da Diretoria Executiva em irregularidades ou quando um
membro se furtar à obrigação de adotar medidas necessárias em relação à situação de
irregularidade a ele relatada.

CAPÍTULO VI – CONSELHO FISCAL

Composição

Art. 39. O Conselho Fiscal, com as prerrogativas, atribuições e encargos previstos na Lei nº
6.404/76, Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto regulamentador, demais normas e
regulamentos aplicáveis e no seu Regimento Interno, funcionará de modo permanente
e será constituído por cinco membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos pela
Assembleia Geral Ordinária para um prazo de atuação de dois anos, sendo permitidas
até duas reconduções consecutivas. Fica assegurada aos acionistas minoritários a
eleição de dois membros.

§1º Podem ser membros do Conselho Fiscal pessoas naturais, residentes no País, com
formação acadêmica compatível com o exercício da função e que tenham exercido, por

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Estatuto Social

prazo mínimo de três anos, cargo de direção ou assessoramento na administração


pública, de conselheiro fiscal ou de administrador de empresa, observando-se, ainda, o
disposto na Lei nº 6.404/76, na Lei nº 13.303/16 e seu respectivo Decreto
regulamentador, nas demais normas aplicáveis e na Política de Indicação e Sucessão
do Banco.

§2º Os representantes da União no Conselho Fiscal serão indicados pelo Ministro de


Estado da Fazenda, dentre os quais um representante do Tesouro Nacional, que
deverá ser servidor público com vínculo permanente com a Administração Pública.

§3º A remuneração dos conselheiros fiscais será fixada pela Assembleia Geral que os
eleger.

§4º Além das pessoas a que se refere o artigo 13 deste Estatuto, não podem ser
eleitos para o Conselho Fiscal membros dos órgãos de Administração e empregados
do Banco, ou de sociedade por este controlada, e o cônjuge ou parente, até o terceiro
grau, de administrador do Banco.

§5º Os membros do Conselho Fiscal serão investidos em seus cargos desde a


respectiva eleição, independentemente da assinatura de termo de posse.

§6º Os Conselheiros Fiscais devem, na data da eleição, assinar o Termo de Anuência


dos membros do Conselho Fiscal ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado da
BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe vier a ser atribuída).

Funcionamento

Art. 40. Observadas as disposições deste Estatuto, o Conselho Fiscal, por voto favorável de, no
mínimo, quatro de seus membros, elegerá o seu Presidente e aprovará o seu
regimento interno.

§1º O Conselho Fiscal reunir-se-á em sessão ordinária, uma vez por mês, e,
extraordinariamente, sempre que julgado necessário por qualquer de seus membros ou
pela Administração do Banco.

§2º Perderá o cargo, salvo motivo de força maior ou caso fortuito, o membro do
Conselho Fiscal que deixar de comparecer, sem justificativa, a três reuniões ordinárias
consecutivas ou a quatro reuniões ordinárias alternadas durante o prazo de atuação.

§3º Exceto nas hipóteses previstas no caput deste artigo, a aprovação das matérias
submetidas à deliberação do Conselho Fiscal exige voto favorável de, no mínimo, três
de seus membros.

Art. 41. Os Conselheiros Fiscais assistirão às reuniões do Conselho de Administração em que


se deliberar sobre os assuntos em que devam opinar.

Parágrafo único. O Conselho Fiscal far-se-á representar por, pelo menos, um de seus
membros às reuniões da Assembleia Geral e responderá aos pedidos de informação
formulados pelos acionistas.

Dever de informar e outras obrigações

Art. 42. Os membros do Conselho Fiscal acionistas do Banco devem observar, também, os
deveres previstos no art. 17 deste Estatuto.

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Estatuto Social

CAPÍTULO VII – EXERCÍCIO SOCIAL, LUCRO, RESERVAS E DIVIDENDOS

Exercício social

Art. 43. O exercício social coincidirá com o ano civil, com término no dia 31 de dezembro de
cada ano.

Demonstrações financeiras

Art. 44. Serão levantadas demonstrações financeiras ao final de cada semestre e,


facultativamente, balanços intermediários em qualquer data, inclusive para
pagamento de dividendos, observadas as prescrições legais.

§1º As demonstrações financeiras trimestrais, semestrais e anuais, além dos


requisitos legais e regulamentares, devem conter:

I – balanço patrimonial consolidado, demonstrações do resultado consolidado e dos


fluxos de caixa;

II – demonstração do valor adicionado;

III – comentários acerca do desempenho consolidado;

IV – posição acionária de todo aquele que detiver, direta ou indiretamente, mais de


5% (cinco por cento) do capital social do Banco;

V – quantidade e características dos valores mobiliários de emissão do Banco de que


o acionista controlador, os administradores e os membros do Conselho Fiscal sejam
titulares, direta ou indiretamente;

VI – evolução da participação das pessoas referidas no inciso anterior, em relação


aos respectivos valores mobiliários, nos doze meses imediatamente anteriores; e

VII – quantidade de ações em circulação e o seu percentual em relação ao total


emitido.

§2º Nas demonstrações financeiras do exercício, serão apresentados, também,


indicadores e informações sobre o desempenho socioambiental do Banco.

Art. 45. As demonstrações financeiras trimestrais, semestrais e anuais serão também


elaboradas em inglês, sendo que pelo menos as demonstrações financeiras anuais
serão também elaboradas de acordo com os padrões internacionais de contabilidade.

Destinação do lucro

Art. 46. Após a absorção de eventuais prejuízos acumulados e deduzida a provisão para
pagamento do imposto de renda, do resultado de cada semestre serão apartadas
verbas que, observados os limites e condições exigidos na Lei nº 6.404/76 e demais
normas aplicáveis, terão, pela ordem, a seguinte destinação:

I – constituição de Reserva Legal;

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Estatuto Social

II – constituição, se for o caso, de Reserva de Contingência e de Reservas de Lucros a


Realizar;

III – pagamento de dividendos, observado o disposto nos artigos 47 e 48 deste


Estatuto;

IV – do saldo apurado após as destinações anteriores:

a) constituição das seguintes Reservas Estatutárias:

1 - Reserva para Margem Operacional, com a finalidade de garantir margem


operacional compatível com o desenvolvimento das operações da sociedade,
constituída pela parcela de até 100% (cem por cento) do saldo do lucro líquido,
até o limite de 80% (oitenta por cento) do capital social;

2 - Reserva para Equalização de Dividendos, com a finalidade de assegurar


recursos para o pagamento de dividendos, constituída pela parcela de até 50%
(cinquenta por cento) do saldo do lucro líquido, até o limite de 20% (vinte por
cento) do capital social;

b) demais reservas e retenção de lucros previstas na legislação.

Parágrafo único. Na constituição de reservas serão observadas, ainda, as seguintes


normas:

I – as reservas e retenção de lucros de que trata o inciso IV não poderão ser aprovadas
em prejuízo da distribuição do dividendo mínimo obrigatório;

II – o saldo das reservas de lucros, exceto as para contingências e de lucros a realizar,


não poderá ultrapassar o capital social;

III – as destinações do resultado, no curso do exercício, serão realizadas por proposta


do Conselho Diretor, aprovada pelo Conselho de Administração e deliberada pela
Assembleia Geral Ordinária de que trata o §1º do artigo 9º deste Estatuto, ocasião em
que serão apresentadas as justificativas dos percentuais aplicados na constituição das
reservas estatutárias de que trata a alínea “a” do inciso IV do caput deste artigo.

Dividendo obrigatório

Art. 47. Aos acionistas é assegurado o recebimento semestral de dividendo mínimo e


obrigatório equivalente a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado,
como definido em lei e neste Estatuto.

§1º O dividendo correspondente aos semestres de cada exercício social será


declarado por ato do Conselho Diretor, aprovado pelo Conselho de Administração.

§2º Os valores dos dividendos devidos aos acionistas sofrerão incidência de


encargos financeiros na forma da legislação aplicável, a partir do encerramento do
semestre ou do exercício social em que forem apurados até o dia do efetivo
recolhimento ou pagamento, sem prejuízo da incidência de juros moratórios quando

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Estatuto Social

esse recolhimento não se verificar na data fixada em lei, pela Assembleia Geral ou
por deliberação do Conselho Diretor.

§3º É admitida a distribuição de dividendos intermediários em períodos inferiores ao


previsto no caput deste artigo, observado o disposto nos artigos 21, II, “a”, 29, I e VII,
e 47, §1º, deste Estatuto.

Juros sobre o capital próprio

Art. 48. Observada a legislação vigente e na forma da deliberação do Conselho de


Administração, o Conselho Diretor poderá autorizar o pagamento ou crédito aos
acionistas de juros, a título de remuneração do capital próprio, bem como a
imputação do seu valor ao dividendo mínimo obrigatório.

§1º Caberá ao Conselho Diretor fixar o valor e a data do pagamento ou crédito de


cada parcela dos juros, autorizado na forma do caput deste artigo.

§2º Os valores dos juros devidos aos acionistas, a título de remuneração sobre o
capital próprio, sofrerão incidência de encargos financeiros, na forma do artigo 47,
§2º, deste Estatuto.

CAPÍTULO VIII – RELAÇÕES COM O MERCADO

Art. 49. O Banco:

I – realizará, pelo menos uma vez por ano, reunião pública com analistas de mercado,
investidores e outros interessados, para divulgar informações quanto à sua situação
econômico-financeira, bem como no tocante a projetos e perspectivas;

II – enviará à bolsa de valores em que suas ações forem mais negociadas, além de
outros documentos a que esteja obrigado por força de lei:

a) o calendário anual de eventos corporativos;

b) programas de opções de aquisição de ações ou de outros títulos de emissão do


Banco, destinados aos seus empregados e administradores, se houver; e

c) os documentos colocados à disposição dos acionistas para deliberação na


Assembleia Geral;

III – divulgará, em sua página na Internet, além de outras, as informações:

a) referidas nos artigos 44 e 45 deste Estatuto;

b) divulgadas na reunião pública referida no inciso I deste artigo; e

c) prestadas à bolsa de valores na forma do inciso II deste artigo;

IV – adotará medidas com vistas à dispersão acionária na distribuição de novas ações,


tais como:

a) garantia de acesso a todos os investidores interessados; ou

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Estatuto Social

b) distribuição, a pessoas físicas ou a investidores não institucionais, de, no


mínimo, 10% (dez por cento) das ações emitidas.

CAPÍTULO IX – DISPOSIÇÕES ESPECIAIS

Ingresso nos quadros do Banco

Art. 50. Só a brasileiros será permitido ingressar no quadro de empregados do Banco no País.

Parágrafo único. Os portugueses residentes no País poderão também ingressar nos


serviços e quadros do Banco, desde que amparados por igualdade de direitos e
obrigações civis e estejam no gozo de direitos políticos legalmente reconhecidos.

Art. 51. O ingresso no quadro de empregados do Banco dar-se-á mediante aprovação em


concurso público.

§1º Os empregados do Banco estão sujeitos à legislação do trabalho e aos


regulamentos internos da Companhia.

§2º Poderão ser contratados, a termo e demissíveis “ad nutum”, profissionais para
exercerem as funções de assessoramento especial ao Presidente, observada a
dotação máxima de três Assessores Especiais do Presidente e um Secretário Particular
do Presidente.

Publicações oficiais

Art. 52. O Conselho Diretor fará publicar, no sítio eletrônico da empresa na internet, o
Regulamento de Licitações do Banco do Brasil, observadas as disposições da Lei
13.303/16, e as melhores práticas empresarias de contratação preferencial de
empresas de que participa.

Arbitragem

Art. 53. O Banco, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal obrigam-se
a resolver, por meio de arbitragem, perante a Câmara de Arbitragem do Mercado, toda
e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada ou oriunda,
em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das
disposições contidas na Lei de Sociedades Anônimas, no Estatuto Social da
Companhia, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco
Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários, bem como nas demais
normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas
constantes do Regulamento de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou
outra denominação social que lhe vier a ser atribuída), do Regulamento de Arbitragem,
do Contrato de Participação e do Regulamento de Sanções do Novo Mercado.

§1º O disposto no caput não se aplica às disputas ou controvérsias que se refiram às


atividades próprias do Banco, como instituição integrante do Sistema Financeiro
Nacional, e às atividades previstas no artigo 19 da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de
1964, e demais leis que lhe atribuam funções de agente financeiro, administrador ou
gestor de recursos públicos.

§2º Excluem-se, ainda, do disposto no caput, as disputas ou controvérsias que


envolvam direitos indisponíveis.

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Art. 54. O Banco, assegurará aos integrantes e ex-integrantes do Conselho de Administração,


do Conselho Fiscal, da Diretoria Executiva e dos demais órgãos de assessoramento
técnicos ou consultivos criados por este Estatuto, bem como aos seus empregados, a
defesa em processos judiciais, administrativos e arbitrais contra eles instaurados pela
prática de atos no exercício de cargo ou função, desde que, na forma definida pelo
Conselho de Administração, não haja incompatibilidade com os interesses do Banco,
de suas subsidiárias integrais, controladas ou coligadas.

Parágrafo único. O Banco contratará seguro de responsabilidade civil em favor de


integrantes e ex-integrantes dos órgãos estatutários identificados no caput, obedecidos
a legislação e os normativos aplicáveis.

CAPÍTULO X – OBRIGAÇÕES DO ACIONISTA CONTROLADOR

Alienação de controle

Art. 55. A alienação do controle acionário do Banco, direta ou indireta, tanto por meio de uma
única operação, quanto por meio de operações sucessivas, somente poderá ser
contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a,
observando as condições e prazos previstos na legislação vigente e no Regulamento
de Listagem do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que
lhe vier a ser atribuída), fazer oferta pública de aquisição das ações dos demais
acionistas, assegurando-se a estes tratamento igualitário àquele dado ao acionista
controlador alienante.

§1º A oferta pública, prevista no caput deste artigo, será também realizada quando
houver (i) cessão onerosa de direitos de subscrição de ações e de outros títulos ou
direitos relativos a valores mobiliários conversíveis em ações, de que venha resultar a
alienação do controle do Banco; ou (ii) em caso de alienação do controle de sociedade
que detenha o poder de controle do Banco, sendo que, nesse caso, o acionista
controlador alienante ficará obrigado a declarar à BM&FBOVESPA (ou outra
denominação social que lhe vier a ser atribuída) o valor atribuído ao Banco nessa
alienação e anexar documentação que comprove esse valor.

§2º Aquele que adquirir o poder de controle, em razão de contrato particular de compra
de ações celebrado com o acionista controlador, envolvendo qualquer quantidade de
ações, estará obrigado a: (i) efetivar a oferta pública referida no caput deste artigo, e (ii)
pagar, nos termos a seguir indicados, quantia equivalente à diferença entre o preço da
oferta pública e o valor pago por ação eventualmente adquirida em bolsa nos 6 (seis)
meses anteriores à data da aquisição do poder de controle, devidamente atualizado até
a data do pagamento. Referida quantia deverá ser distribuída entre todas as pessoas
que venderam ações do Banco nos pregões em que o adquirente realizou as
aquisições, proporcionalmente ao saldo líquido vendedor diário de cada uma, cabendo
à BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe vier a ser atribuída)
operacionalizar a distribuição, nos termos de seus regulamentos.

§3º O acionista controlador alienante somente transferirá a propriedade de suas ações


se o comprador subscrever o Termo de Anuência dos Controladores. O Banco somente
registrará a transferência de ações para o comprador, ou para aquele(s) que vier(em) a
deter o Poder de Controle, se este(s) subscrever(em) o Termo de Anuência dos

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Estatuto Social

Controladores a que alude o Regulamento de Listagem do Novo Mercado da


BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe vier a ser atribuída).

§4º O Banco somente registrará acordo de acionistas que disponha sobre o exercício
do Poder de Controle se os seus signatários subscreverem o Termo de Anuência dos
Controladores.

Fechamento de capital

Art. 56. Na hipótese de fechamento de capital do Banco e consequente cancelamento do


registro de companhia aberta, deverá ser ofertado um preço mínimo às ações,
correspondente ao valor econômico apurado por empresa especializada escolhida pela
Assembleia Geral, na forma da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e conforme
previsto no Parágrafo Único do artigo 10 deste Estatuto.

§1º No caso da saída do Banco do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra


denominação social que lhe vier a ser atribuída), para que os valores mobiliários por
ele emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado, ou em
virtude de operação de reorganização societária na qual a sociedade resultante dessa
reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo
Mercado, no prazo de 120 (cento e vinte) dias contados da data da assembleia geral
que aprovou a referida operação, o Acionista Controlador deverá efetivar oferta pública
de aquisição das ações pertencentes aos demais acionistas do Banco, no mínimo, pelo
respectivo valor econômico, a ser apurado em laudo de avaliação elaborado nos
termos do Parágrafo 3º deste artigo e do Parágrafo Único do artigo 10 deste Estatuto,
respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.

§2º Os custos com a contratação de empresa especializada de que trata este artigo
serão suportados pelo acionista controlador.

§3º Os laudos de avaliação referidos neste artigo deverão ser elaborados por
instituição ou empresa especializada, com experiência comprovada e independência
quanto ao poder de decisão do Banco, de seus administradores e/ou do(s) acionista(s)
controlador(es), além de satisfazer os requisitos do §1º do artigo 8º da Lei nº 6.404/76,
e conter a responsabilidade prevista no Parágrafo 6º desse mesmo artigo.

Art. 57. Na hipótese de não haver Acionista Controlador, caso seja deliberada a saída do
Banco do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra denominação social que lhe
vier a ser atribuída), para que os valores mobiliários por ele emitidos passem a ter
registro para negociação fora do Novo Mercado, ou em virtude de operação de
reorganização societária, na qual a sociedade resultante dessa reorganização não
tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado, no prazo de
120 (cento e vinte) dias contados da data da Assembleia Geral que aprovou a referida
operação, a saída estará condicionada à realização de oferta pública de aquisição de
ações nas mesmas condições previstas no artigo 56 deste Estatuto.

§1º A referida Assembleia geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da
oferta pública de aquisição de ações, o(s) qual(is), presente(s) na Assembleia,
deverá(ão) assumir expressamente a obrigação de realizar a oferta.

§2º Na ausência de definição dos responsáveis pela realização da oferta pública de


aquisição de ações, no caso de operação de reorganização societária, na qual a
companhia resultante dessa reorganização não tenha seus valores mobiliários

33

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 11/09/2019 [Link] Num. 83500964 - Pág. 33
[Link]
Número do documento: 19091111475724000000082185083
Estatuto Social

admitidos à negociação no Novo Mercado, caberá aos acionistas que votaram


favoravelmente à reorganização societária realizar a referida oferta.

Art. 58. A saída do Banco do Novo Mercado da BM&FBOVESPA (ou outra denominação social
que lhe vier a ser atribuída) em razão de descumprimento de obrigações constantes do
Regulamento do Novo Mercado está condicionada à efetivação de oferta pública de
aquisição de ações, no mínimo, pelo valor econômico das ações, a ser apurado em
laudo de avaliação de que tratam o Parágrafo Único do Artigo 10 e o Parágrafo 3º do
Artigo 56 deste Estatuto, respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.

§1º O Acionista Controlador deverá efetivar a oferta pública de aquisição de ações


prevista no caput desse artigo.

§2º Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado


referida no caput decorrer de deliberação da Assembleia geral, os acionistas que
tenham votado a favor da deliberação que implicou o respectivo descumprimento
deverão efetivar a oferta pública de aquisição de ações prevista no caput.

§3º Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado


referida no caput ocorrer em razão de ato ou fato da administração, os administradores
do Banco deverão convocar Assembleia geral de acionistas cuja ordem do dia será a
deliberação sobre como sanar o descumprimento das obrigações constantes do
Regulamento do Novo Mercado ou, se for o caso, deliberar pela saída do Banco do
Novo Mercado.

§4º Caso a Assembleia geral mencionada no Parágrafo 3º acima delibere pela saída do
Banco do Novo Mercado, a referida Assembleia geral deverá definir o(s)
responsável(is) pela realização da oferta pública de aquisição de ações prevista no
caput, o(s) qual(is), presente(s) na Assembleia, deverá(ão) assumir expressamente a
obrigação de realizar a oferta.

Ações em circulação

Art. 59. O acionista controlador promoverá medidas tendentes a manter em circulação, no


mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das ações de emissão do Banco.

CAPÍTULO XI – DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA

Art. 60. A modificação na composição do Conselho Diretor, de que trata o Art. 24, inc. II, deste
Estatuto, está condicionada à alteração do Decreto nº 3.905, de 31 de agosto de 2001,
que dispõe sobre a composição, indicação, eleição e nomeação dos membros dos
órgãos colegiados do Banco.

Brasília (DF), 27 de abril de 2017.

34

Assinado eletronicamente por: RICARDO LOPES GODOY - 11/09/2019 [Link] Num. 83500964 - Pág. 34
[Link]
Número do documento: 19091111475724000000082185083
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

TERMO DE JUNTADA

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

PROCEDIMENTO COMUM (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL SA

Certifico e dou fé que, junto aos autos o(s) seguinte(s) documento(s): INFORMAÇÕES
PRESTADAS AO AGRAVO DE INSTRUMENTO 1.0000.19.095544-3/001 - 17ª CÂMARA CÍVEL-
TJMG, TRANSMITIDAS VIA RUPE EM 22/08/2019.

ARAGUARI, 23 de agosto de 2019

Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 23/08/2019 [Link] Num. 81030035 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19082319191375600000079716153
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 23/08/2019 [Link] Num. 81030037 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19082319191568500000079716155
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 23/08/2019 [Link] Num. 81030037 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19082319191568500000079716155
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL SA

Vistos, etc.

Mantenho a decisão de ID 72929641 pelos seus próprios fundamentos.

Considerando que foi concedido o efeito suspensivo ao Agravo de Instrumento aviado pela parte requerente,
fica suspenso os efeitos da decisão agravada até pronunciamento do Egrégio Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Aguarde-se o julgamento do mérito do AI. Encaminhe-se as informações prestadas ao E. TJMG.

Cumpra-se. Intimem-se.

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 22/08/2019 [Link] Num. 80705806 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19082216032887400000079390857
Araguari, 22 de agosto de 2019.

Márcio José Tricote

Juiz de Direito

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 22/08/2019 [Link] Num. 80705806 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19082216032887400000079390857
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

TERMO DE JUNTADA

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

PROCEDIMENTO COMUM (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL SA

Certifico e dou fé que, junto aos autos o(s) seguinte(s) documento(s): Decisão em Agravo de
Instrumento solicitando informação ao MM. Juiz de Direito.

ARAGUARI, 20 de agosto de 2019

Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 20/08/2019 [Link] Num. 80523990 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19082018463134400000079210801
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 20/08/2019 [Link] Num. 80523991 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19082018463222100000079210802
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 20/08/2019 [Link] Num. 80523991 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19082018463222100000079210802
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 20/08/2019 [Link] Num. 80523991 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19082018463222100000079210802
Assinado eletronicamente por: LUCIANA DA COSTA GOUVEA - 20/08/2019 [Link] Num. 80523991 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 19082018463222100000079210802
AO JUÍZO DA 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI-MG

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, devidamente qualificado nos autos


em epígrafe, vem à presença de [Link]., por intermédio de seus procuradores que esta subscrevem,
REQUERER a juntada, aos autos do processo, da cópia da petição do agravo de instrumento, do
comprovante de sua interposição e da relação de documentos que instruíram o recurso, com
fundamento no art. 1018 do Código de Processo Civil.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari-MG, 13 de agosto de 2019.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURIPEDES


GONÇALVES PINTO

OAB/MG 152.922 OAB/MG 49.018-E

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706090 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19081319490053900000078393159
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO
EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

AGRAVO DE INSTRUMENTO
AUTOS Nº 5000912-03.2019.8.13.0035
ORIGEM: 3ª VARA CÍVEL DA COMARCA DEARAGUARI-MG
AGRAVANTE: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
AGRAVADO: BANCO DO BRASIL SA

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, brasileiro, casado,


oficial do Ministério Público, portador do RG: MG-14.366.969 SSP/MG e CPF: 090.771.766-
75, nascido no dia 17/12/1986, filho de Simão Flávio Chedid Borges e Maria Eunice Campos,
residente e domiciliado na Rua: Indianópolis, nº 140, Bairro: Portal do Cerrado I, na cidade de
Araguari/MG, CEP: 38.444-286; vem respeitosamente à presença de V. Exa., apresentar o
presente AGRAVO DE INSTRUMENTO, com base nos arts. 101 e 1.015 e ss. do CPC, pelas
razões aduzidas anexas, requerendo a juntada das inclusas razões e o seu normal processamento.

Informa o agravante que colacionou ao presente recurso, cópia


integral dos autos, outrossim, esclarece que deixou de realizar o devido preparo, pois o motivo
do presente recurso é discutir o direito à Assistência Judiciária Gratuita.

O presente recurso é tempestivo.

Isto Posto, REQUER que seja recebido e distribuído in continenti


o presente recurso, lhe sendo conferido EFEITO ATIVO, com escopo de ser garantida as
benesses da justiça gratuita e seja a decisão do d. juízo primevo, reformada, nos termos das
razões ora apresentadas.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari-MG, 09 de agosto de 2019.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURÍPEDES GONÇALVES PINTO


OAB/MG 152.922 OAB/MG 49.018-E

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 1
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS.

COLENDA CÂMARA

RAZÕES DO AGRAVANTE

A respeitável decisão interlocutória agravada merece reforma,


posto que nos termos em que foi proferida consubstanciará ao agravante uma situação de
flagrante e inaceitável injustiça.

Cuida o processo de origem de ação de ressarcimento c/c


repetição de indébito c/c obrigação de fazer c/c indenização por dano moral e tutela provisória
em desfavor de Banco do Brasil S/A, pleiteando em síntese:

 O ressarcimento das quantias descontadas indevidamente


pelo requerido, com repetição de indébito, pois trata-se de
cobrança indevida.
 Obrigação de fazer, para que seja retirado o nome do
devedor do cadastro de maus pagadores no que tange a dívida do
contrato nº 844457243 e que não seja considerada a dívida,
referente ao contrato mencionado, vencida antecipadamente e
nem incidido juros de mora.
 Indenização por dano moral em razão da falha na
prestação de serviço e violação de direito personalíssimos do
requerente.

O agravante, na exordial, fez pedido de justiça gratuita, mormente


porque não possui condições de arcar com as custas processuais sem prejuízo de seu sustento e
de sua família.

O Douto Juiz, em despacho, ID nº 65207361, determinou que o


requerente juntasse documentos idôneos que comprovasse a alegada hipossuficiência, sob pena
de indeferimento do pedido de concessão dos benefícios da justiça gratuita.
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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 2
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
Diante disso, o agravante juntou sua declaração de imposto de
renda demonstrando que está em situação de falência pessoal, pois possui mais dívidas do que
patrimônio, ademais, nos autos já estavam acostados todos os contracheques do demandante,
assim como pesquisa nos órgãos de proteção de credito, evidenciando que o seu CPF está
negativado.

Contudo, a justiça gratuita lhe foi negada, nos seguintes termos:

Vê-se na petição inicial, que consta a qualificação da parte autora como


sendo Oficial do Ministério Público. Saliento que a parte está
patrocinada por advogado contratado, presumindo-se contrapartida
pecuniária em relação aos serviços profissionais prestados. Lado outro,
a parte requerente não comprovou inequivocamente a sua incapacidade
financeira através da documentação que instrui a inicial, considerando
que há nos autos indícios de capacidade econômica, pelo que, o
indeferimento da assistência judiciária gratuita e medida que se impõe.

Portanto, o presente agravo de instrumento, com base nos artigos


101 e 1.015, V ambos do Código de Processo Civil, tem o escopo de seja reformada a decisão
primeva e concedida à justiça gratuita.

É o relatório.

A lei nº 1.060/50, bem como o caput do artigo 98 do Código de


Processo Civil de 2015, consideram necessitado todo aquele cuja situação econômica não lhe
permita pagar às custas do processo e os honorários advocatícios, sem prejuízo do sustento
próprio ou da família.

Lado outro, presume-se verdadeira a alegação de hipossuficiência


deduzida por pessoa natural (artigo 99, §3º do CPC).

Dito isso, no presente caso, os documentos juntados aos autos


indicam que a remuneração do agravante está irremediavelmente comprometida por vários
descontos realizados, alguns deles de forma abusiva.

O agravante está “afundado” em dívidas, denotando, em última


análise sua falência pessoal, a negativação do seu CPF, comprometendo o seu bom nome,
direito personalíssimo que compõe o conceito de dignidade da pessoa humana.

Outrossim, a declaração de imposto de renda acostada aos autos,


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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 3
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
evidencia que o agravante não possui qualquer patrimônio e ainda ostenta uma enormidade de
dívidas em decorrência de contratos de empréstimos pessoais que não conseguiu, por vários
motivos, honrar.

Assim, NÃO há elementos nos autos a indicar que o agravante


tem condição de suportar o pagamento das custas e despesas processuais sem comprometer o
sustento próprio e familiar, presumindo-se à alegação de hipossuficiência constante na inicial.

Ademais, é necessário observar que o fato de ter contratado


advogado particular não descaracterizaria a afirmação de pobreza feita pelo agravante. Nesse
sentido a jurisprudência:

EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - JUSTIÇA GRATUITA


- PESSOA FÍSICA - HIPOSSUFICIÊNCIA FINANCEIRA
COMPROVADA - CONCESSÃO DO BENEFÍCIO -
NECESSIDADE - POSSIBILIDADE DE AJUIZAMENTO DA LIDE
NO JUIZADO ESPECIAL - CONTRATAÇÃO DE ADVOGADO
PARTICULAR - IRRELEVÂNCIA PARA FINS DE ANÁLISE
DA JUSTIÇA GRATUITA.
- A presunção de hipossuficiência da pessoa física pode ser elidida caso
existam provas nos autos da sua capacidade financeira.
- Uma vez carreados aos autos demonstrativos de rendimentos e outros
documentos que comprovem a insuficiência de recursos da litigante, o
benefício da justiça gratuita deve ser deferido.
- O fato de ter a parte autora optado pela Justiça Comum ao invés do
Juizado Especial não é motivo suficiente para negar-lhe os benefícios
da justiça gratuita. (TJMG - Agravo de Instrumento-Cv
1.0453.18.002813-7/001, Relator(a): Des.(a) Aparecida Grossi , 17ª
CÂMARA CÍVEL, julgamento em 18/07/2019, publicação da súmula
em 30/07/2019).

EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - JUSTIÇA GRATUITA


- NECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO DA HIPOSSUFICIÊNCIA
FINANCEIRA - ATENDIMENTO - PREDILEÇÃO PELA JUSTIÇA
COMUM, EM DETRIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL -
CONTRATAÇÃO DE ADVOGADO PARTICULAR -
IRRELEVÂNCIA - CONCESSÃO DO BENEFÍCIO. I- Segundo os
arts. 5°, LXXIV, da Constituição Federal e 99, § 2º, do Código de
Processo Civil, a concessão dos benefícios da gratuidade judiciária
depende da comprovação da carência de recursos para suportar as
despesas processuais, não bastando a simples declaração de pobreza; II-
A predileção pela Justiça Comum, em detrimento do Juizado Especial,
não constitui óbice à concessão dos benefícios da justiça gratuita; III-
De acordo com o art. 99, § 4°, do CPC, a mera assistência da parte
postulante por advogado particular não impede a concessão dos
benefícios da justiça gratuita; IV- Se a parte requerente demonstra a
experimentação de situação de hipossuficiência financeira, não

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 4
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
constando dos autos elementos aptos a evidenciar a falta dos
pressupostos para a concessão da gratuidade, o deferimento dessa
benesse é inarredável. (TJMG - Agravo de Instrumento-Cv
1.0000.19.049068-0/001, Relator(a): Des.(a) João Cancio , 18ª
CÂMARA CÍVEL, julgamento em 25/06/2019, publicação da súmula
em 25/06/2019)
Portanto, in casu, o agravante pode ser beneficiário da justiça
gratuita conforme a Lei nº 1.060/50 e o artigo 98 do Código de Processo Civil.

Oportuno mencionar que no processo nº 0164006-


23.2016.8.13.0035, conexo ao processo de origem, ora em debate, foi concedido ao agravante,
pelo Douto Juiz, as benesses da justiça gratuita, decisão anexa.

Ora, Nobre Desembargadores, a situação financeira do agravante


degringolou, é no mínimo contraditório ele ser beneficiário da justiça gratuita, nos autos conexo
e ter que pagar as custas no processo de origem.

Reconhecida, pois, a falta de condições financeiras do agravante


em atender às despesas processuais, diante de sua hipossuficiência financeira, impõe-se o
deferimento do pleito, reformando-se a r. decisão vergastada, para que seja DEFERIDA A
JUSTIÇA GRATUITA pretendida, prezando por valores constitucionais.

DO EFEITO ATIVO

A decisão que indeferiu a justiça gratuita concedeu o prazo de 10


(dez) dias para que o agravante pagasse as custas processuais, sob pena de cancelamento da
distribuição e indeferimento da inicial.

Desta feita, a não concessão do efeito ativo gerará a extinção do


feito com consequências nefastas ao agravante, como o indeferimento da petição inicial e
consequente extinção do processo sem julgamento do mérito.

Certamente que a extinção do processo sem análise do mérito fere


o princípio da inafastabilidade da jurisdição, bem como como nega o acesso à justiça.

Ademais, impõe ressaltar que a concessão do efeito suspensivo


ativo não acarretará qualquer prejuízo ao agravado.

O fumus boni juris, está devidamente presente nos documentos


que instrui esse recurso, demonstrando, em última análise que, o agravante não possui

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 5
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
condições de arcar com as custas processuais, diante de sua lastimável situação financeira.

REQUER, pois, diante da presença dos requisitos legais


autorizadores, a concessão do efeito suspensivo ativo, a fim de suspender os efeitos da decisão
combatida.

DOS REQUERIMENTOS FINAIS

Em face de todo exposto, REQUER:

1. Seja o presente recurso conhecido e no mérito provido, a


fim de reforma a r. decisão agravada, deferindo as benesses da justiça gratuita ao agravante.
2. Esclarece que nos termos do art. 1.017, I e III, do CPC,
faz juntada das cópias facultativas e obrigatórias;
3. Deixa de juntar a guia de preparo, pois o presente recurso
tem a finalidade de alcançar o deferimento da justiça gratuita.
4. Informa que conforme art. 1.018, do CPC, no prazo de 03
(três) dias realizará a juntada aos autos do processo cópia da petição de agravo de instrumento,
do comprovante de sua interposição e da relação dos documentos que instruíram o presente
recurso;
5. Por fim, a intimação do agravado para que apresente
resposta no prazo de 15 (quinze) dias.
Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari-MG, 09 de agosto de 2019.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURÍPEDES GONÇALVES PINTO


OAB/MG 152.922 OAB/MG 49.018-E

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706092 - Pág. 6
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Número do documento: 19081319490071700000078393161
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Recibo de Protocolização
Protocolo eletrônico realizado por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR

Número: 0955450-02.2019.8.13.0000/001-004 Data: 09/08/2019 21:48

Processo
Número CNJ: 0955450-02.2019.8.13.0000
Número TJ: 1.0000.19.095544-3/001
Processo Relacionado: 5000912-03.2019.8.13.0035
Classe: Agravo de Instrumento
Competência: Competência residual de matérias cíveis

Segredo de Justiça: Não


Regime de Plantão: Não
Urgências:
Efeito Ativo
Assuntos:
Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes (Principal)

Peças
Tipo: Arquivo: Situação:
Agravo de Instrumento_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Petição Inicial Disponível
Campos Chedid [Link]
Demais Documentos à Cópia Integral dos Autos_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Disponível
Instrução Campos Chedid Borges - Parte [Link]
Demais Documentos à Cópia Integral dos Autos_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Disponível
Instrução Campos Chedid Borges - Parte [Link]
Demais Documentos à Cópia Integral dos Autos_5000912-03.2019.8.13.0035 - Higor
Disponível
Instrução Campos Chedid Borges - Parte [Link]
Demais Documentos à Decisão_Justiça Gratuita_0164006-23.2016.8.13.0035 - Higor
Disponível
Instrução Campos Chedid [Link]
Petição Inicial 642330844-Petição [Link] Disponível
Ação de Obrigação de Fazer,
Desconto Indevido, 642347334-Ação de Obrigação de Fazer, Desconto Indevido,
Disponível
Ressarcimento e Dano Moral - Ressarcimento e Dano Moral - Higor Campos Chedid [Link]
Higor Campos Chedid Borg
Procuração - Higor Campos
642341904-Procuração - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
CNH - Higor Campos Chedid
642346954-CNH - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Borges
Ação Ordinária - Autos n°
642346994-Ação Ordinária - Autos n° 0164006-23.2016 - Higor
0164006-23.2016 - Higor Disponível
Campos Chedid [Link]
Campos Chedid Borges
Acórdão_0041756-
59.2017.8.13.0000 - Higor 642347034-Acórdão_0041756-59.2017.8.13.0000 - Higor
Disponível
Campos Chedid Borges x Campos Chedid Borges x Banco do Brasil [Link]
Banco do Brasil SA
Certidão_Desconto de Folha - 642347094-Certidão_Desconto de Folha - Higor Campos Chedid
Disponível
Higor Campos Chedid Borges [Link]
Comprovante de
642347164-Comprovante de Empréstimo_Financiamento - Higor
Empréstimo_Financiamento - Disponível
Campos Chedid [Link]
Higor Campos Chedid Borges
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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706293 - Pág. 1
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Número do documento: 19081319490091000000078393362
Extrato_Operação_BB - Higor 642347204-Extrato_Operação_BB - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Extratos Bancários_BB - Higor 642347214-Extratos Bancários_BB - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Fatura_BB - Higor Campos
642347244-Fatura_BB - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
Demonstrativos de Pagamento 642347264-Demonstrativos de Pagamento - Higor Campos
Disponível
- Higor Campos Chedid BorgesChedid [Link]
Conversas_Gerente - Higor 642347274-Conversas_Gerente - Higor Campos Chedid
Disponível
Campos Chedid Borges [Link]
Consulta_SPC - Higor Campos
642347294-Consulta_SPC - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Chedid Borges
Certidão de Triagem 643267634-Certidão de [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Manifestação 679174064-Manifestaçã[Link] Disponível


IRPF - Higor Campos Chedid
679174264-IRPF - Higor Campos Chedid [Link] Disponível
Borges
Decisão 703305314-Decisã[Link] Disponível

Despacho [Link] Disponível

Intimação 764005814-Intimaçã[Link] Disponível

Parte
Nome: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

Denominação: Agravante
Complemento:
Data Nascimento: 17/12/1986
Sexo: M
Nome da mãe: MARIA EUNICE CAMPOS
Nome do pai:
Estado Civil:
Nível Escolaridade:
Profissão Atual:
Nacionalidade:
Naturalidade:
Cidade:
Preparo:
Documentos:
Cadastro de Pessoas Físicas: 09077176675 (Principal)
Título de Eleitor: 164578080213 (Principal)
Documentos Digitalizados:
Procuradores:
Inscrição: 152922NMG
Nome: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR
Tipo: Advogado
Página 2 de 4

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706293 - Pág. 2
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Número do documento: 19081319490091000000078393362
Endereço:
RUA INDIANÁPOLIS Nº 140 JÓQUEI CLUBE CEP: 38444-286

Parte
Nome: BANCO DO BRASIL SA

Denominação: Agravado
Complemento:
Número CNPJ: 00000000000191
Razão social: BANCO DO BRASIL SA
Nome fantasia: DIRECAO GERAL
Preparo:
Documentos:
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas: 00000000000191 (Principal)
Documentos Digitalizados:
Procuradores:
Endereço:
SAUN QUADRA 5 LOTE B TORRE I EDIFÍCIO BANCO DO BRASIL Nº ANDAR 1 A SALA 101 A 601 ASA
NORTE CEP: 70040-912

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Número do documento: 19081319490091000000078393362
Andamento processual na 1ª Instância:
49309264 - 17/07/2019 15:45 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 17/07/2019 15:45
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 29/07/2019 23:59
Lido por : Transcurso de prazo nos termos da Lei 11.419/2006

49019780 - 13/07/2019 20:06 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por MARCIO JOSE
TRICOTE)

45276854 - 24/05/2019 10:23 - Redistribuído por prevenção em razão de incompetência

45276853 - 24/05/2019 10:22 - Conclusos para despacho

45258992 - 23/05/2019 18:42 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por JULIANA FALEIRO DE
LACERDA VENTURA)

43583858 - 30/04/2019 11:11 - Conclusos para despacho

43551640 - 29/04/2019 17:56 - Juntada de Petição de manifestação

41988005 - 02/04/2019 18:45 - Expedição de comunicação via sistema.

Comunicação: Intimação
Enviado em : 02/04/2019 18:43
Destinatário : HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES
Ciência em : 12/04/2019 23:59
Lido por : Transcurso de prazo nos termos da Lei 11.419/2006

41810188 - 01/04/2019 10:20 - Proferido despacho de mero expediente (proferida por JULIANA FALEIRO DE
LACERDA VENTURA)

41158171 - 20/03/2019 18:02 - Conclusos para despacho

41158166 - 20/03/2019 18:01 - Expedição de Certidão.

41094961 - 20/03/2019 11:50 - Distribuído por sorteio

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 13/08/2019 [Link] Num. 79706293 - Pág. 4
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Número do documento: 19081319490091000000078393362
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº: 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL SA

Intime-se acerca do inteiro teor do despacho de ID nº 72929641.

ARAGUARI, 17 de julho de 2019

Assinado eletronicamente por: NEYLMA DO NASCIMENTO - 17/07/2019 [Link] Num. 76400581 - Pág. 1
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Número do documento: 19071715441579400000075090142
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

3ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Vistos, etc.

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES ajuizou ação de ressarcimento c/c repetição de indébito c/c
obrigação de fazer c/c indenização por dano moral e tutela provisória em face de BANCO DO BRASIL S/A.

A parte autora requereu a concessão dos benefícios da justiça gratuita.

Decido.

Estabelece o art. 4º da Lei 1.060/50 que “a parte gozará dos benefícios da assistência judiciária, mediante
simples afirmação, na própria petição inicial, de que não está em condições de pagar as custas do processo e os
honorários de advogado, sem prejuízo do próprio sustento ou de sua família”.

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 13/07/2019 [Link] Num. 72929641 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19071320064561100000071620510
Não obstante o mencionado dispositivo legal estabeleça que, mediante mera afirmação, a parte gozará dos
benefícios da justiça gratuita, filio-me ao entendimento que, se apesar da afirmação de hipossuficiência econômica,
houverem indícios nos autos de capacidade financeira, poderá o magistrado determinar que a parte demonstre a sua
incapacidade de arcar com as custas e demais despesas processuais.

No presente caso, a parte autora foi intimada para demonstrar a sua incapacidade de arcar com as custas
e demais despesas processuais, quando peticionou e acostou documentos (ID 67917406 e ID 67917426).

Todavia, embora a vasta documentação acostada pela parte autora, não vislumbro situação de
hipossuficiência financeira.

Vê-se na petição inicial, que consta a qualificação da parte autora como sendo Oficial do Ministério Público.
Saliento que a parte está sendo patrocinada por advogado contratado, presumindo-se contrapartida pecuniária em
relação aos serviços profissionais prestados.

Lado outro, a parte requerente não comprovou inequivocadamente a sua incapacidade financeira através
da documentação que instrui a inicial, considerando que há nos autos indícios de capacidade econômica, pelo que, o
indeferimento da assistência judiciária gratuita é medida que se impõe.

Neste sentido:

AGRAVO DE INSTRUMENTO - JUSTIÇA GRATUITA - AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO -

INDEFERIMENTO - CONTRATAÇÃO DE ESCRITÓRIO PARTICULAR - DECISÃO MANTIDA. O gozo do

benefício da justiça gratuita deve ser concedido apenas àqueles que comprovem ser pobres, não sendo

suficiente para tanto a simples declaração de pobreza de próprio punho, desacompanhada de meios

hábeis e suficientes de convencimento do julgador, tanto primevo quanto de 2º grau de jurisdição. A mera

declaração desacompanhada de tais requisitos não passa, data venia de mera presunção juris tantum,

devendo ser presunção jure et de juri acompanhada aquela de documentos irretorquíveis que comprovem

a aludida pobreza do suplicante. Se a parte está sendo patrocinada por advogado contratado se presume

uma contrapartida pecuniária em relação aos serviços profissionais prestados. Recurso não provido.

(TJMG – Processo nº 1.0024.09.682236-6/001(1) – Rel. Des. Cabral da Silva – D.J. 12.01.2010)

Ante o exposto, indefiro o pedido de assistência judiciária gratuita formulado pela autora nos termos dos

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 13/07/2019 [Link] Num. 72929641 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19071320064561100000071620510
fundamentos acima alinhavados.

A requerente deverá recolher as custas, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de cancelamento na
distribuição e indeferimento da inicial, nos termos do art. 290, do CPC.

Intime-se.

Araguari, 12 de julho de 2019.

Márcio José Tricote

Juiz de Direito

Assinado eletronicamente por: MARCIO JOSE TRICOTE - 13/07/2019 [Link] Num. 72929641 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19071320064561100000071620510
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

2ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S/A

Autos nº 0035.17.004416-4

Vistos etc.,

Tratam os presentes autos de ação de ressarcimento c/c repetição de indébito c/c obrigação de fazer c/c

indenização por danos moral e tutela provisória proposta por HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES em desfavor de BANCO

DO BRASIL S/A.

Em sua petição inicial, a parte autora informou a existência de ação de obrigação de fazer c/c pedido de

indenização por danos morais do contrato em que se funda a presente ação, em trâmite perante o Juízo da 3ª Vara Cível, sob

o n° [Link].

O art. 55 do NCPC estabelece que: “Art. 55. Reputam-se conexas 2 (duas) ou mais ações quando lhes for

comum o pedido ou a causa de pedir”.

Pois bem, as duas ações são fundadas no contrato de empréstimo na modalidade consignação em

Assinado eletronicamente por: JULIANA FALEIRO DE LACERDA VENTURA - 23/05/2019 [Link] Num. 70330531 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19052318423915400000069024249
pagamento, ou seja, possuem a mesma causa de pedir. Há uma relação correlata entre ambas as ações, tendo em vista

que ambas discutem a licitude e a regularidade ou não dos descontos de valores realizados diretamente em sua folha

de pagamento, conforme esclarecido pelo MM. Juiz Titular da 3ª Vara Cível desta Comarca:

“Trata-se de Ação Ordinária de Obrigação de Fazer c/c Indenização por Dano Moral e Dano
Material e Tutela Provisória, ajuizada por Higor Campos Chedid Borges, em desfavor de
Banco do Brasil S/A, ambos qualificados nos autos, alegando, em síntese, após migrar sua
conta salário do banco réu para o Banco Itaú, teve descontos em seu contracheque
realizados pela banco requerido,a sob o argumento de que se tratam de pagamentos de
empréstimos consignados”.

Desta forma, o julgamento de uma das ações pode ocasionar na inexistência de inadimplemento do

contrato, eis que podem ser revistas e anuladas cláusulas que afastem a situação de inadimplência do requerido.

Quanto à prevenção, o art. 59 do NCPC estabelece que “O registro ou a distribuição da petição

inicial torna prevento o juízo”.

No caso dos autos, em análise junto ao SISCOM, verifica-se que em 25/11/2016 a ação distribuída

para a 3ª Vara Cível desta Comarca, sendo que a presente ação indenização foi distribuída em 20/03/2019 para esta 2ª

Vara Cível. Desta forma, prevento está o juízo da 3ª Vara Cível desta Comarca.

Diante do exposto, determino a conexão entre a presente ação de ressarcimento c/c repetição de indébito

c/c obrigação de fazer c/c indenização por danos morais e tutela provisória, processo nº 0035.19.500091-2 e a ação de

indenização, processo nº 0035.16.016400-6, determinando a remessa dos autos da presente ação ao juízo prevento, qual

seja, o da 3ª Vara Cível desta Comarca.

Cumpra-se. Intime-se.

Araguari, 23 de maio de 2019.

Juliana Faleiro de Lacerda Ventura

Juíza de Direito

Assinado eletronicamente por: JULIANA FALEIRO DE LACERDA VENTURA - 23/05/2019 [Link] Num. 70330531 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19052318423915400000069024249
Assinado eletronicamente por: JULIANA FALEIRO DE LACERDA VENTURA - 23/05/2019 [Link] Num. 70330531 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19052318423915400000069024249
AO JUÍZO DA 2ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE
ARAGUARI/MG.
PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, já qualificados nos autos do


processo em epígrafe que move em face do BANCO DO BRASIL S/A, igualmente
qualificada, vem à presença de V. Exa., por intermédio de seus advogados, in fine
assinados, em atendimento ao despacho, ID nº 65593638, manifestar e requerer o que se
segue:

PRELIMINARMENTE, importante informar que nos autos nº 0164006-


23.2016.8.13.0035, que tramita na 3º Vara Cível, o requerente é beneficiário da justiça gratuita,
seria no mínimo contraditório NÃO conceder nesses autos o mesmo benefício.

Lado outro, todos documentos que comprovam a hipossuficiência do


requerente e a sua situação financeira estão acostados nos autos, como o seu contracheque e
certidão de órgãos de proteção do crédito demonstrando que há várias negativações do CPF do
demandante.

Contudo, pleiteia a juntada da declaração de imposto de renda do


requerente, comprovando que o demandante está em falência pessoal, pois possui somente
dívidas e nenhum patrimônio.

Sendo assim renova o pedido de justiça gratuita e o prosseguimento


do feito, com a análise da TUTELA DE URGÊNCIA.

Nestes termos, pede e espera deferimento.

Araguari-MG, 29 de abril de 2019.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR JOSÉ EURÍPEDES


GONÇALVES PINTO

OAB/MG 152.922 OAB/MG


49.018E

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917406 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19042917560728000000066615025
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917426 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19042917560827000000066615045
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917426 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19042917560827000000066615045
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917426 - Pág. 3
[Link]
Número do documento: 19042917560827000000066615045
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917426 - Pág. 4
[Link]
Número do documento: 19042917560827000000066615045
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 29/04/2019 [Link] Num. 67917426 - Pág. 5
[Link]
Número do documento: 19042917560827000000066615045
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

2ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S\A

Vistos etc.,

Trata-se de ação de ressarcimento c/c repetição de indébito c/c obrigação de fazer c/c indenização por dano

moral e tutela provisória ajuizada por HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES em desfavor de BANCO DO BRASIL S.A..

Embora o NCPC estabeleça em seu art. 99, § 3º, que se presume verdadeira a alegação de insuficiência

financeira deduzida exclusivamente por pessoa natural, é certo que o § 2º do mesmo dispositivo legal autoriza o juiz a

indeferir o pedido de justiça gratuita caso os elementos constantes nos autos evidenciem a falta de pressupostos legais

para a concessão da gratuidade de justiça, devendo, todavia, antes de indeferir o pedido, determinar à parte a

comprovação do preenchimento dos referidos pressupostos.

E, em que pese o autor ter alegado ausência de condições de arcar com as despesas do processo, o objeto

dos autos indica, “a priori”, que o mesmo possui condições de arcar com as despesas processuais.

Assim, determino a intimação do autor para, em 15 (quinze) dias, juntar aos autos documentos idôneos

Assinado eletronicamente por: GLAYCON MENDES DUARTE - 02/04/2019 [Link] Num. 65593638 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19040218451544900000064295742
(declaração de imposto de renda, carteira de trabalho, contracheque, certidões do CRI, Detran, etc), que comprovem

sua alegada hipossuficiência, sob pena de indeferimento do pedido de concessão dos benefícios da justiça

gratuita, nos termos do art. 99, § 2,º do NCPC, ou comprovar desde logo o recolhimento das custas iniciais.

Ficam as partes cientificadas, desde já, que todo e qualquer documento em meio físico (a exemplo de

peças processuais, documentos ou mídias digitais, oriundos do Distribuidor ou recebidos diretamente na Secretaria,

mandados, avisos de recebimento, ofícios, etc.), que excepcional e eventualmente deva ser digitalizado pelo

Distribuidor ou pela Secretaria, tanto para distribuição eletrônica quanto juntada aos autos digitais, será

descartado/inutilizado após 45 (quarenta e cinco) dias contados da respectiva distribuição ou juntada ao

processo, independentemente de nova intimação da parte ou interessado, em conformidade com o disposto nos

arts. 116, § 2º, II, § 3º; 124, § 3º; 125, § 3º; 199, I e III, § 2º; e 314, §§ 1º e 2º, todos do Provimento nº 355/2018 – Novo

Código de Normas da CGJ/TJMG.

Cumpra-se. Intime-se.

Araguari, 29 de março de 2019.

Juliana Faleiro de Lacerda Ventura


Juíza de Direito

Assinado eletronicamente por: GLAYCON MENDES DUARTE - 02/04/2019 [Link] Num. 65593638 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19040218451544900000064295742
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

2ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

ASSUNTO: [Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes]

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: BANCO DO BRASIL S\A

Vistos etc.,

Trata-se de ação de ressarcimento c/c repetição de indébito c/c obrigação de fazer c/c indenização por dano

moral e tutela provisória ajuizada por HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES em desfavor de BANCO DO BRASIL S.A..

Embora o NCPC estabeleça em seu art. 99, § 3º, que se presume verdadeira a alegação de insuficiência

financeira deduzida exclusivamente por pessoa natural, é certo que o § 2º do mesmo dispositivo legal autoriza o juiz a

indeferir o pedido de justiça gratuita caso os elementos constantes nos autos evidenciem a falta de pressupostos legais

para a concessão da gratuidade de justiça, devendo, todavia, antes de indeferir o pedido, determinar à parte a

comprovação do preenchimento dos referidos pressupostos.

E, em que pese o autor ter alegado ausência de condições de arcar com as despesas do processo, o objeto

dos autos indica, “a priori”, que o mesmo possui condições de arcar com as despesas processuais.

Assim, determino a intimação do autor para, em 15 (quinze) dias, juntar aos autos documentos idôneos

Assinado eletronicamente por: JULIANA FALEIRO DE LACERDA VENTURA - 01/04/2019 [Link] Num. 65207361 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19040110204705900000063910179
(declaração de imposto de renda, carteira de trabalho, contracheque, certidões do CRI, Detran, etc), que comprovem

sua alegada hipossuficiência, sob pena de indeferimento do pedido de concessão dos benefícios da justiça

gratuita, nos termos do art. 99, § 2,º do NCPC, ou comprovar desde logo o recolhimento das custas iniciais.

Ficam as partes cientificadas, desde já, que todo e qualquer documento em meio físico (a exemplo de

peças processuais, documentos ou mídias digitais, oriundos do Distribuidor ou recebidos diretamente na Secretaria,

mandados, avisos de recebimento, ofícios, etc.), que excepcional e eventualmente deva ser digitalizado pelo

Distribuidor ou pela Secretaria, tanto para distribuição eletrônica quanto juntada aos autos digitais, será

descartado/inutilizado após 45 (quarenta e cinco) dias contados da respectiva distribuição ou juntada ao

processo, independentemente de nova intimação da parte ou interessado, em conformidade com o disposto nos

arts. 116, § 2º, II, § 3º; 124, § 3º; 125, § 3º; 199, I e III, § 2º; e 314, §§ 1º e 2º, todos do Provimento nº 355/2018 – Novo

Código de Normas da CGJ/TJMG.

Cumpra-se. Intime-se.

Araguari, 29 de março de 2019.

Juliana Faleiro de Lacerda Ventura


Juíza de Direito

Assinado eletronicamente por: JULIANA FALEIRO DE LACERDA VENTURA - 01/04/2019 [Link] Num. 65207361 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19040110204705900000063910179
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

COMARCA DE ARAGUARI

2ª Vara Cível da Comarca de Araguari

Avenida Coronel Teodolino Pereira Araújo, 860, Fórum Doutor Oswaldo Pieruccetti, Centro, ARAGUARI - MG - CEP:
38440-901

PROCESSO Nº: 5000912-03.2019.8.13.0035

CLASSE: PROCEDIMENTO COMUM (7)

AUTOR: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

RÉU: Banco do Brasil S\a

CERTIDÃO DE TRIAGEM

Certifico que:

1 - (X) está correta a classe processual / vinculação de assuntos;

2 - (X) a parte autora está regularmente representada;

3 - (X) houve marcação no sistema do pedido justiça gratuita, de liminar ou de antecipação de tutela, constante na
petição inicial;

4 - (X) há outro processo envolvendo as mesmas partes que tramita fisicamente perante o juízo da 3ª Vara Cível desta
Comarca, sob o nº 03516016400-6, mencionado na inicial, conforme pesquisa no SISCOM;

5 - (X) realizada a conferência inicial, os documentos apresentados e as informações inseridas no sistema estão em
conformidade com as orientações da CGJ (Novo Código de Normas da Corregedoria – Provimento 355).

Assinado eletronicamente por: GLAYCON MENDES DUARTE - 20/03/2019 [Link] Num. 64326763 - Pág. 1
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Número do documento: 19032018012581900000063031298
ARAGUARI, 20 de março de 2019

GLAYCON MENDES DUARTE

Assinado eletronicamente por: GLAYCON MENDES DUARTE - 20/03/2019 [Link] Num. 64326763 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19032018012581900000063031298
PETIÇÃO INICIAL EM PDF - ANEXA.

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64233084 - Pág. 1
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Número do documento: 19032011500020700000062938403
AO JUÍZO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE ARAGUARI/MG.

HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES, brasileiro, casado,


oficial do Ministério Público, portador do RG: MG-14.366.969 SSP/MG e CPF: 090.771.766-
75, nascido no dia 17/12/1986, filho de Simão Flávio Chedid Borges e Maria Eunice Campos,
residente e domiciliado na Rua: Indianópolis, nº 140, Bairro: Portal do Cerrado I, na cidade de
Araguari/MG, CEP: 38.444-286, vem, respeitosamente perante Vossa Excelência, por meio de
seus advogados que esta subscreve, com escritório profissional na Rua Bueno Brandão, nº 267
– Rosário, na cidade de Araguari/MG, CEP 38440-054, mandato incluso, com fulcro no arts.
247 a 249 do Código Civil, promover a presente AÇÃO DE RESSARCIMENTO C/C
REPETIÇÃO DE INDÉBITO C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO
POR DANO MORAL E TUTELA PROVISÓRIA em desfavor de BANCO DO BRASIL
S/A, pessoa jurídica, com sede na Q SAUN QUADRA 5 LOTE B TORRES I, II E III, S/N,
ANDAR 1 A 16 SALA 101 A 1601 – Asa Norte, Brasília/DF, CEP nº 70.040-912, inscrita no
CNPJ sob nº 00.000.000/0001-91, na pessoa de seu representante legal ou por quem suas vezes
fizerem, pelos pertinentes e relevantes argumentos fáticos e jurídicos a seguir elencados.

1. DA JUSTIÇA GRATUITA

Requer a concessão dos benefícios da justiça gratuita, tendo em


vista que neste momento NÃO possui condições de arcar com as custas e as despesas
processuais sem o efetivo prejuízo de seu sustento e de sua família, nos termos dos artigos 98
e seguintes do Código de Processo Civil.

2. DOS FATOS

O requerente possui uma conta salário no banco requerido,


entretanto fez portabilidade para outra agência bancária, qual seja o Banco Itaú S/A, de forma
que desde o mês de agosto de 2016 recebe seu salário por meio da referida instituição financeira.

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Número do documento: 19032011500068700000062939952
Todavia a instituição financeira requerida ao fazer a transferência
do salário do requerente para o Banco Itaú S/A, procedia descontos em seu vencimento ao
argumento de que serviriam para pagamento de empréstimos contraídos pelo demandante.

A conduta enunciada foi objeto de ação de obrigação de fazer c/c


com dano material e moral que tramita na 3ª Vara Cível sob o nº 0164006-23.2016.8.13.0035.

Na referida ação foi formulado pedido de tutela provisória para


impedir os descontos indevidos ou, eventualmente, que fossem limitados a margem de 30%
(trinta por cento) dos rendimentos líquidos do requerente.

O juiz de primeiro grau indeferiu a tutela provisória, o que


desafiou a interposição de Agravo de instrumento que tramitou sob o nº 0041756-
59.2017.8.13.0000 - decisão anexa.

O TJMG, em fevereiro de 2017, concedeu parcialmente o efeito


suspensivo ativo ao sucedâneo e restringiu os descontos das parcelas dos empréstimos na conta
corrente do requerente até o limite de 30% (trinta por cento) do seu salário/benefício.

Salutar esclarecer que havia dois tipos de descontos incidentes


sobre o salário do requerente, o primeiro realizado pela sua fonte pagadora (Ministério Público
do Estado de Minais Gerais) no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa
e três centavos) decorrente do contrato de empréstimo consignado nº 844457243 (doc. anexo)
e outros eram efetivados pelo banco requerido para pagamento de empréstimos diferentes.

A Procuradoria-Geral de Justiça, ao depositar o salário do


requerente descontava, normalmente, o valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e
noventa e três centavos) referente à parcela do empréstimo consignado e repassava ao
requerido, conforme demonstra a certidão da Diretoria de Pagamento de Pessoal da PGJ.

Ocorre que o requerido, ao receber o dinheiro para quitar a parcela


do empréstimo consignado, fazia a devolução desse dinheiro para a conta salário do requerente
que é administrada pela instituição financeira demandada, deixando o contrato de empréstimo
consignado sem pagamento.

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Importante ressaltar que o requerente não sabia da situação
supracitada, até porque, em seu contracheque, aparecia o desconto do empréstimo consignado,
ademais, a ação cível que tramita na 3ª Vara Cível sob o nº 0164006-23.2016.8.13.0035 refere-
se, notadamente, a outros empréstimos, não ao consignado que já vinha sendo descontado pela
própria fonte pagadora e não pelo banco requerido.

Lado outro, o requerente tinha conhecimento que a decisão do


TJMG tinha sido no sentido de que NÃO poderia proceder a desconto superior ao limite de
30% dos seus rendimentos líquidos, sendo assim, achava que o empréstimo consignado estava
sendo devidamente adimplido, mesmo porque o valor da parcela do consignado já perfazia
praticamente os 30% de sua remuneração líquida.

Em síntese, a parcela referente ao pagamento do empréstimo


consignado, era, normalmente, descontada de seu contracheque, pela Procuradoria-Geral de
Justiça e repassado para o banco requerido, que ao invés de dar quitação ao referido contrato
de empréstimo consignado, devolvia o dinheiro para a conta salário do requerente e cobrava
indevidamente juros abusivos de cartão de crédito, tudo isso sem o conhecimento do requerente
ou de seu empregador.

No mês de julho de 2018 o requerente, compareceu na sede do


banco requerido e descobriu que desde março de 2017 NÃO estava pagando o empréstimo
consignado, conforme já esclarecido.

Importante mencionar que o requerente, depois que fez a


portabilidade para o Banco Itaú S/A, não movimentava a conta salário aberta no banco
requerido, a qual só ficou ativa em razão do convênio com a Procuradoria-Geral de Justiça.

Dito isso, necessário outros esclarecimentos, quando o requerente


fez a portabilidade de sua conta para o Banco Itaú S/A, ficou devendo cheque especial no valor
de R$ 800,00 (oitocentos reais).

Por isso, conforme se verifica nos extratos bancários anexos, nos


meses de março até maio do ano 2017 o valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reis e
noventa e três centavos) que deveria ser destinado para pagamento do empréstimo consignado,
foi utilizado pelo banco requerido para saldar débito de cheque especial.
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Observa que a dívida de cheque especial era de R$ 800,00
(oitocentos reais), todavia o requerente pagou o valor de R$ 2.247,30 (dois mil quatrocentos e
vinte e sente reais e trinta e nove centavos) em razão da cobrança de juros exorbitantes do
banco.

O requerente no ano de 2016 possuía dois cartões de créditos


vinculados a mesma conta salário administrada pelo banco requerido, ambos em seu nome,
sendo um MasterCard e outro Visa, com os seguintes números 77.022.721 e 77.022.736 e os
pagamentos eram realizados por débito automático.

Diante da grave crise financeira que enfrentava, em julho do ano


de 2016, resolveu cancelar o pagamento por débito automático de ambos os cartões, como assim
o fez, prova disso é que no mês aludido foi realizado o pagamento por débito automático na
conta salário do requerente de ambos os cartões de créditos, mas em agosto do mesmo ano, já
é possível visualizar, fatura anexa, que o requerido, atendendo solicitação do demandante, não
efetuou o débito automático de nenhum dos cartões, o que comprova o alegado - docs.
Comprovatórios Anexos.

Entretanto, por motivo desconhecido, em junho de 2017, depois


de o requerente ter saldado o seu débito de cheque especial, o banco requerido passou a utilizar,
sem qualquer justificativa plausível, o valor destinado ao pagamento da parcela do contrato de
empréstimo consignado, que era repassado pela Procuradoria-Geral de Justiça e devolvido pelo
demandado à conta salário demandante, para pagar os juros do cartão do crédito nº 77.022.736.

Os referidos descontos pelo banco requerido aconteceram até


junho do ano de 2018, pois em julho do mesmo ano o requerente tomou ciência do que estava
acontecendo e passou a efetivar a transferência do valor enunciado.

Como se não bastasse o alhures relatado, nos meses de julho,


agosto, setembro, dezembro de 2017, maio, outubro, novembro, dezembro de 2018,
janeiro e fevereiro de 2019, embora a fonte pagadora do requerente ter descontado de seu
contracheque (doc. anexo) a parcela referente ao consignado e repassado ao banco requerido, o
dinheiro simplesmente desapareceu, não consta como crédito na conta salário do demandante,
bem como não foi efetivado o pagamento do empréstimo consignado, extratos bancários

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anexos. Segue conversas do WhatsApp do requerente com o gerente do banco requerido, que
tenta resolver o problema, mas que até o momento nada foi solucionado.

Ressalta-se ainda que, apesar de o requerido ter usado a parcela


do empréstimo consignado para pagar dívidas de cartão de crédito, essa só aumentou, pois que
nada foi abatido do capital.

Para agravar a situação, desde o mês de março de 2017, o


requerido NÃO quitou as parcelas do empréstimo consignando, embora o dinheiro tenha sido
descontado e repassado pela Procuradoria Geral-Justiça ao demandado, fato esse que gerou um
endividamento do requerente.

Atualmente, o requerente tem uma dívida de mais de R$


40.000,00 (quarentão mil) reais, certidão do SPC anexa, em razão do NÃO pagamento do
empréstimo consignado, sem contar o absurdo de que, mesmo o demando ter indevidamente
desviado o dinheiro do empréstimo consignado para pagar dívida de cartão de crédito, essa não
se findou.

Excelência, repita-se mesmo que a exaustão, tudo o que foi


relatado aconteceu sem o conhecimento do requerente. Frisa, por oportuno, que o banco
requerido não tinha autorização para fazer pagamento em débito automático.

Por tudo isso a presente ação tem o escopo de buscar:

 O ressarcimento das quantias descontadas indevidamente


pelo requerido, com repetição de indébito, pois trata-se de
cobrança indevida;

 Obrigação de fazer, para que seja retirado o nome do


devedor do cadastro de maus pagadores no que tange a dívida do
contrato nº 844457243 e que não seja considerada a dívida,
referente ao contrato mencionado, vencida antecipadamente e
nem incidido juros de mora;

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 Indenização por dano moral em razão da falha na
prestação de serviço e violação de direito personalíssimos do
requerente.

3. DO DIREITO

a) DA APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Não há divergência quanto à aplicação do Código de Defesa do


Consumidor aos bancos, inclusive à previdência privada por se tratar, segundo a jurisprudência,
de instituição financeira. Nesse sentido já se manifestou o Superior Tribunal de Justiça por meio
da edição da súmula 297.

Sendo assim, o caso concreto deverá reger-se pelo Codex


consumerista, pois diante de inegável relação de consumo, estando de um lado à intuição
financeira como prestadora de serviço e de outro o consumidor.

b) DA INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA

O artigo 6º, inc. VIII, prevê o que se convencionou chamar de


regra da distribuição dinâmica do ônus da prova, isto é o Magistrado poderá redistribuir ônus
probatório, caso verifica a verossimilhança da alegação ou hipossuficiência do consumidor.

A verossimilhança, in casu, está estampada na aparência da


verdade das alegações aduzidas e em razão dos documentos que instruem a inicial.

A hipossuficiência do consumidor pessoa natural é presumida


pela lei, nos termos do artigo 4º, I do Código de Defesa do Consumidor: “reconhecimento da
vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo”.

Mas por amor ao debate, a hipossuficiência do requerente é


gritante. A vulnerabilidade econômica que é caracterizada pelo grande poderio econômico da
empresa requerida e a vulnerabilidade técnica que é a falta de conhecimentos jurídicos do
consumidor para fazer exigir seus direitos, estão presentes nos autos.

É bom salientar, que os requisitos autorizadores da inversão do


ônus da prova nas relações de consumo não são cumulativos, mas alternativos, bastando a
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verossimilhança das alegações ou a hipossuficiência do consumidor, para autorizar o Juiz a
procedê-la.

Destarte, não resta dúvida tratar-se de hipótese permissiva de


inversão do ônus probatório e desde já requer a sua concessão.

c) DOS DESCONTOS INDEVIDOS E DA REPETIÇÃO DO INDÉBITO.

Os descontos realizados na conta salário do requerente, sobre as


parcelas do empréstimo consignado, sem o conhecimento do requerente, para pagar dívida de
cheque especial e juros de catão de crédito é abusivo e ilegal.

Importante frisar que o requerente NÃO PERMITIU ao requerido


à realização de qualquer desconto sobre a parcela destinada ao pagamento de seu empréstimo
consignado, nem autorizou o demandado a realizar pagamento de juros de cartão de crédito por
débito automático.

Salutar esclarecer que o requerente em momento algum teve a


intenção deixar de pagar o seu empréstimo consignado que era descontado pela sua fonte
pagadora e constava de seu contracheque.

A conduta da requerida foi no mínimo negligente, na medida em


que, sem qualquer comunicação ao requerente, devolvia o dinheiro destinado ao pagamento das
parcelas do empréstimo consignado, à conta salário do requerente e indevidamente o
descontava para pagar juros de cartão de crédito.

O caso concreto elucida verdadeiro exemplo de falha na prestação


de serviço, impondo o ressarcimento em dobro das parcelas indevidamente descontadas.

Em casos análogos assim se pronunciou a jurisprudência:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO -


CONTA CORRENTE - DESCONTO INDEVIDO DE VALORES -
DEVER DE RESSARCIMENTO - DANOS MORAIS -
CARACTERIZAÇÃO - QUANTUM - PATAMAR DE
RAZOABILIDADE - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS -
PATAMAR LEGAL - OBSERVAÇÃO. O desconto indevido de
valores efetuados em conta corrente de titularidade do cliente
configura falha na prestação do serviço e constitui ato ilícito
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Número do documento: 19032011500068700000062939952
deflagrador de danos materiais e morais. Na fixação do valor da
indenização por danos morais, devem ser levadas em consideração a
capacidade econômica do agente, seu grau de culpa ou dolo, a posição
social ou política do ofendido e a intensidade da dor sofrida por este.
Tratando-se de responsabilidade extracontratual, os juros de mora
incidem desde a data do evento danoso. Os honorários advocatícios
devem ser fixados em total razoabilidade com a lei e com os critérios
por ela dispostos. (TJMG - Apelação Cível 1.0024.14.245251-5/001,
Relator(a): Des.(a) Antônio Bispo , 15ª CÂMARA CÍVEL, julgamento
em 04/10/2018, publicação da súmula em 11/10/2018)

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO ORDINÁRIA -


DESCONTO INDEVIDO EM CONTA SALÁRIO - FALHA NA
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - RESSARCIMENTO - DEVIDO -
DANOS MORAIS - CONFIGURAÇÃO - INDENIZAÇÃO DEVIDA
- QUANTUM INDENIZATÓRIO - REDUÇÃO -
IMPOSSIBILIDADE. O desconto indevido de valores em conta
salário configura o dever de o Banco de ressarcir tais valores, bem
como de indenizar a parte autora pelos danos morais que sofreu em
razão desta cobrança incorreta. Se o valor arbitrado na sentença a
título de indenização por danos morais apresenta-se módico não há falar
em sua redução. (TJMG - Apelação Cível 1.0672.15.001399-9/001,
Relator(a): Des.(a) Luciano Pinto , 17ª CÂMARA CÍVEL, julgamento
em 30/08/2018, publicação da súmula em 11/09/2018)

A história narrada toma ares de dramaticidade quando se verifica


que nos meses de julho, agosto, setembro, dezembro de 2017, maio, outubro, novembro de
2018, janeiro e fevereiro de 2019, embora a fonte pagadora ter descontado do contracheque
(doc. anexo) do requerente as parcelas referentes pagamento do empréstimo consignado, o
dinheiro simplesmente desapareceu, não consta como crédito na conta salário do demandante,
bem como não foi dado quitação à dívida de cartão de crédito, extrato bancário anexo.

O requerente buscou esclarecimento junto ao demandado para o


ocorrido, contudo nada foi explicado ou solucionado, documento comprovando o alegado
anexo.

Excelência, as parcelas do empréstimo consignado simplesmente


sumiram, sem motivo aparente, sem explicação do requerido, trata-se de conduta extremamente
danosa ao requerente e configura grave falha na prestação do serviço, impondo o provimento
dessa ação.

O artigo 42, parágrafo único e claro ao expor que o pagamento de


quantias indevidas gera o direito de repetição de indébito, noutros dizeres, o consumidor terá
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direito de receber valou igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção
monetária e juros legais. Nesse sentido a jurisprudência:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR


DANOS MORAIS. DESCONTOS EFETUADOS NA CONTA
CORRENTE DO AUTOR. PEDIDO DE CANCELAMENTO. NÃO
ATENDIMENTO. DANO MORAL CONFIGURADO. QUANTUM
INDENIZATÓRIO. RECURSO NÃO PROVIDO. Age de forma
negligente a instituição financeira que deixa de adotar as cautelas
inerentes ao exercício de sua atividade, e procede ao desconto
indevido de verba em conta corrente, a despeito da solicitação do
correntista de cancelamento do respectivo débito automático. A
reparação por danos morais deve consistir na fixação de um valor que
seja capaz de desencorajar o ofensor ao cometimento de novos
atentados contra o patrimônio moral das pessoas e, ao mesmo tempo,
que seja suficiente para compensar os constrangimentos
experimentados pela vítima. (TJMG - Apelação Cível
1.0499.12.002395-1/001, Relator(a): Des.(a) Veiga de Oliveira , 10ª
CÂMARA CÍVEL, julgamento em 08/10/2013, publicação da súmula
em 18/10/2013)

APELAÇÃO CÍVEL - DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE


DEBITO C/C DANO MORAL - CONTA SALÁRIO - NÃO
NEGATIVA PELA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - AUSÊNCIA DE
COMPROVAÇÃO DA ORIGEM DÉBITO - NEGATIVAÇÃO
INDEVIDA - DANO MORAL CONFIGURADO - VALORES
DEBITADOS - REPETIÇÃO DE INDEBITO.
- Em função da relação consumeirista, compete à Instituição Financeira
a prova de que a negativação que procedeu não é indevida.
- Restando evidenciada a conduta culposa gerando uma inscrição
indevida nos cadastros de restrição ao crédito, desnecessária a prova do
abalo íntimo em si considerado, mesmo porque tal situação não seria
mesmo possível de ser concretizada e, na prática, implicaria na própria
negação do instituto da reparação pelo dano moral.
- Uma vez comprovado o desconto indevido de valores em conta
salário faz jus a parte a repetição de indébito em dobro, posto que
resta evidenciada a má-fé da Instituição. (TJMG - Apelação
Cível 1.0567.12.007273-9/001, Relator(a): Des.(a) Alexandre
Santiago , 11ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 26/04/2017,
publicação da súmula em 05/05/2017)

O caso em testilha é hipótese de incidência da regra enunciada,


mormente porque está devidamente provado que o requerente/consumidor pagou quantias
indevidas, NÃO podendo o requerido alegar engano justificável, na medida em que sabia que
o dinheiro repassado pelo Procuradoria-Geral de Justiça era destinado ao pagamento do
empréstimo consignado e não deveria ter sido devolvidos para a sua conta salário e muito menos

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utilizado para pagamento de dívida de cartão de crédito, conclusão não poderia ser outra, pois
que no extrato bancário no campo “histórico” consta “Devol Parc Consignação”.

O requerido agiu de má-fé com intuito claro de se beneficiar e


enriquecer ilicitamente, colocando o requerente em situação extremamente dificultosa,
colaborando para o seu endividamento e falência pessoal.

Portanto, os descontos indevidos se iniciaram no mês de março


de 2017 e incidiam sobre a parcela do empréstimo consignado, qual seja, R$ 877,93 (oitocentos
e setenta e sete e noventa e três centavos), havendo pedido de repetição de indébito, requer o
ressarcimento do valor de R$ 40.384,78 (quarenta mil, trezentos e oitenta e quatro reais e setenta
e oito centavos).

Pelo exposto, comprovada falha na prestação do serviço que


gerou dano ao consumidor impõe o dever de repará-lo, nos termos pretendido na presente ação
e conforme o Código de Defesa do Consumidor.

d) DA OBRIGAÇÃO DE FAZER

Dispõe o artigo 396 do Código Civil, não havendo fato ou


omissão imputável ao devedor, não incorre este em mora.

No caso concreto, diante de todo o relatado, impõe reconhecer


que a mora no pagamento das parcelas do empréstimo consignado não pode ser atribuída ao
requerente, mormente porque se trata de empréstimo consignado retido na fonte e repassado
todos os meses para o banco requerido, conforme documentação anexo.

Os atrasos nas prestações do empréstimo consignado, se deu


única e exclusivamente por uma falha do banco requerido que, sem justificativa plausível, não
dava quitação as referidas parcelas e ainda utilizava o valor para pagar juros de cartão de crédito.

Sendo assim, a dívida referente ao empréstimo consignado não


pode ser considerada vencida antecipadamente, nem mesmo pode incidir juros de mora sobre
as parcelas atrasadas, muito menos é devido a negativação do CPF do requerente no cadastro
de maus pagadores, já que, repita-se, o devedor/requerente/consumidor, não teve culpa no
atraso das prestações do referido contrato.
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Colhe-se da Jurisprudência:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE COBRANÇA -


EMPRÉSTIMO CONSIGNADO - SUSPENSAO TEMPORÁRIA
DOS DESCONTOS EM FOLHA - EXISTÊNCIA DE MARGEM
CONSIGNÁVEL - RESPONSABILIDADE DO
DEVEDOR/CONTRATANTE NÃO RECONHECIDA -
VENCIMENTO ANTECIPADO DA DÍVIDA E RESCISÃO
CONTRATUAL INCABÍVEIS. Comprovado que a suspensão
temporária dos descontos de algumas das parcelas do empréstimo
consignado contratado entre as partes não se deu por culpa do
devedor/contratante, considerando, sobretudo, que possuía ele margem
consignável para a cobertura dos pagamentos devidos, bem como, tendo
a situação se regularizado em seguida e estando as parcelas sendo
descontadas na folha de pagamento daquele até a atualidade, não há
como reconhecer a sua responsabilidade pelo atraso na quitação dos
valores discutidos. Em tal conjuntura, não há como ser deferida a
pretensão da instituição financeira autora, concernente ao vencimento
antecipado da dívida e à rescisão da avença. (TJMG - Apelação
Cível 1.0347.13.001733-3/001, Relator(a): Des.(a) Arnaldo Maciel ,
18ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em 07/10/2014, publicação da
súmula em 10/10/2014)

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE COBRANÇA -


PRELIMINAR - CARÊNCIA DE AÇÃO - INEXISTENTE -
EMPRÉSTIMO CONSIGNADO - MORA - ELEMENTO
SUBJETIVO - NÃO DEMONSTRADO - NEGÓCIO JURÍDICO -
PRESERVAÇÃO. Inexiste carência de ação quando satisfeitas as
condições exigidas pela legislação processual. Não basta simples
atraso na quitação de empréstimo consignado para caracterização
de mora do devedor, sendo necessária demonstração de culpa. Nos
empréstimos consignados, o credor deve procurar viabilizar o desconto
diretamente em folha de pagamento e colher informações suficientes
para esclarecer eventual impossibilidade, não podendo exigir que o
devedor adote outras formas de pagamento, sem antes tentar
resolver/esclarecer problemas de processamento e/ou de repasses de
valores junto à instituição pagadora/conveniada, mormente quando a
instituição exerce as duas funções de fonte pagadora e de
credora. (TJMG - Apelação Cível 1.0570.15.002210-3/001,
Relator(a): Des.(a) José Augusto Lourenço dos Santos , 12ª CÂMARA
CÍVEL, julgamento em 04/04/2018, publicação da súmula em
13/04/2018)

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE COBRANÇA -


EMPRÉSTIMO CONSIGNADO - ATRASO NA QUITAÇÃO DE
PARCELAS - AUSÊNCIA DE CULPA DO DEVEDOR - RESCISÃO
- DESCABIMENTO - VENCIMENTO ANTECIPADO -
INOCORRÊNCIA - MORA INEXISTENTE - IMPROCEDÊNCIA
MANTIDA. I- Em se tratando de contrato de empréstimo
consignado em folha de pagamento, tem-se que o adimplemento das
parcelas não depende, em princípio, de iniciativa do devedor, não

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podendo o atraso ou a falta de desconto de alguma parcela ser
imputados ao devedor quando não comprovada ausência de margem
consignável. II- Se expressamente pactuado que, na hipótese de
impossibilidade da consignação na data pactuada para o pagamento,
haverá o alongamento automático do prazo do empréstimo ou o débito
do valor da prestação em conta corrente indicada pelo devedor, mostra-
se descabida a pretensão do credor de ver rescindido o contrato ou a
alegação de vencimento antecipado para cobrança do total do
empréstimo. III- Em se tratando de ação em que não há condenação a
fixação dos honorários advocatícios de sucumbência deve ocorrer com
base no valor da causa, observado o limite mínimo de 10% e máximo
de 20%, bem como os critérios art.85, §2º do
CPC/15 (TJMG - Apelação Cível 1.0148.15.007981-9/001,
Relator(a): Des.(a) João Cancio , 18ª CÂMARA CÍVEL, julgamento
em 09/10/2018, publicação da súmula em 11/10/2018)

Ante o exposto REQUER que seja o requerido obrigado a retirar


o nome do requere do SPC, que a dívida NÃO seja considerada antecipadamente vencida e que
NÃO haja a incidência de juros de mora.

e) DO DANO MORAL

No caso concreto o dano moral é patente, a conduta da requerida


deixou o requerente em situação de extrema penúria e colaborou demasiadamente para seu
endividamento e falência pessoal, ademais ensejou na negativação indevida de seu CPF,
conforme demonstra documento anexo.

O requerente possui uma dívida de R$ 42.841,29 (quarenta e dois


mil oitocentos e quarenta e um reais e vinte e nove centavos) em razão de inadimplência de
contrato de empréstimo consignado, em virtude de conduta negligente e de má-fé da empresa
requerida, que sempre soube que estava fazendo descontos indevidos para pagamento de juros
de cartão de crédito, em cima de parcelas que eram destinadas ao pagamento de empréstimo
consignado.

Ademais os descontos realizados pelo requerido não serviu para


saldar o seu débito junto com a instituição bancária, muito pelo contrário, a sua dívida só
aumentou, conforme demonstra documentos anexos.

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Como se não bastasse, o requerido procedeu a negativação do
CPF do requerente em razão da inadimplência do contrato de empréstimo consignado, o que
gera dano moral in re ipsa. Nesse sentido a jurisprudência:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE


INDÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
DESCONTO INDEVIDO EM CONTA SALÁRIO.
COMPROVAÇÃO. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO.
DEVER DE RESTITUIÇÃO. INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS. RESPONSABILIDADE OBJETIVA.
- Havendo comprovação da falha na prestação de serviços pela
instituição financeira que opera desconto indevido em conta salário
de cliente, exsurge o dever de restituir o valor descontado, bem
como de indenizar os danos morais causados de forma in re ipsa,
tendo em vista a responsabilidade objetiva do
banco. (TJMG - Apelação Cível 1.0074.17.000202-1/001, Relator(a):
Des.(a) Pedro Bernardes , 9ª CÂMARA CÍVEL, julgamento em
10/07/2018, publicação da súmula em 24/07/2018)

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR


DANOS MORAIS. COMPENSAÇÃO INDEVIDA DE CHEQUES
EM CONTA SALÁRIO. DESCONTO INDEVIDO. DANO
MORAL "IN RE IPSA". INDENIZAÇÃO. FIXAÇÃO.
QUANTUM. MAJORAÇÃO. JUROS DE MORA E CORREÇÃO
MONETÁRIA. RESPONSABILIDADE CONTRATUAL. TERMO
INICIAL. APELO PROVIDO. SENTENÇA REFORMADA.
1 - A compensação indevida de cheques em conta salário, mormente
quando não emitidos pelo correntista, é ato ilícito que enseja o dever
indenizatório.
2 - O dano moral, neste caso, existe "in re ipsa", ou seja, para sua
configuração, basta a prova da ocorrência do fato ofensivo.
3 - Deve ser majorado o dano moral se não fixado com observância da
natureza e da intensidade do dano, da repercussão no meio social, da
conduta do ofensor, bem como da capacidade econômica das partes
envolvidas.
4 - Os juros moratórios advindos de dano moral contratual devem ser
computados da data da citação.
5 - A correção monetária, em ação de indenização por danos morais,
incide desde a data de sua fixação (Súmula 362, STJ). (Des. José
Marcos Vieira)
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
COMPENSAÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.
POSSIBILIDADE.
- Havendo sucumbência recíproca, os honorários advocatícios devem
ser compensados, assegurado o direito autônomo do Advogado à
execução do saldo, sem excluir a legitimidade da própria parte, nos
termos da Súmula 306 do Colendo Superior Tribunal de Justiça. (Desª.
Aparecida Grossi) (TJMG - Apelação Cível 1.0133.14.001658-4/001,
Relator(a): Des.(a) José Marcos Vieira , 16ª CÂMARA CÍVEL,
julgamento em 11/11/2015, publicação da súmula em 20/11/2015)
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O comportamento danoso da empresa requerida gerou sofrimento
psicológico, aflição e ansiedade ao requerente, desequilibrando o bem-estar de sua família e
ultrapassando a esfera de meros aborrecimentos.

Excelência, é impossível registrar nessa peça a angustia, o


desespero que sentiu o requerente quando descobriu que possuía uma dívida, completamente
imprevisível, inesperada no valor estrondoso de R$ 42.841,29 (quarenta e dois mil oitocentos
e quarenta e um reais e vinte e nove centavos).

O sofrimento psicológico do requerente pela situação vivenciada,


pelo o sentimento de endividamento e constatação de falência pessoal, por não enxergar, no
ditado popular, mas que se aplica ao caso concreto, a “luz ao final do túnel”, certamente
ultrapassa a esfera de meros aborrecimento e gera dano moral.

Ademais, restou devidamente demonstrado que houve falha na


prestação do serviço o que, por si só, segundo jurisprudência pátria, gera dano moral.

Resta claro a existência do nexo causal entre conduta e o dano


causado ao requerente.

Exprime, pois um juízo de reprovabilidade sobre a conduta do


banco requerido, quando em face das circunstâncias específicas do caso, devia e podia ter agido
de outro modo, de forma a evitar dano sofrido e aqui relatado.

Diante do exposto e com finco no entendimento majoritário da


jurisprudência, presente a violação do direito da personalidade, bem como prática abusiva
consistente em desconto indevido e falha na prestação de serviço, não há alternativa a não ser
a decretação do dano moral, primando pelo direito a sua reparação.

Muito já se discutiu sobre os critérios de fixação do dano moral,


notadamente porque esse não possui cunho patrimonial, o que prevalece hoje é que o quantum
debeatur deve ser aferido por meio de arbitramento judicial. É o magistério do professor Sérgio
Cavaliere Filho: Cabe o juiz, de acordo com o prudente arbítrio, atentando para a reparação

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do dano e a possibilidade econômica do ofensor, estimar uma quantia a título de reparação
pelo dano moral.1

É salutar ressaltar que na valoração da verba indenizatória a título


de danos morais, deve-se levar em conta a dupla finalidade da reparação, buscando um efeito
repressivo e pedagógico, isto é, propiciar à vítima uma satisfação patrimonial, com intuito de
reparar o dano sofrido e punir o infrator, com o fito de desestimulá-lo a prática de novos atos
lesivos.

Sendo assim, comprovada a conduta, o nexo causal e o dano,


REQUER a condenação da empresa requerida ao pagamento indenização por danos morais em
quantidade a ser fixada por Vossa Excelência, que atenda o aspecto repressivo e pedagógico da
indenização.

Eventualmente se Vossa Excelência entender que o pedido deve


ser certo e líquido, REQUER a fixação do dano moral no importe de R$ 20.000,00 (vinte mil
reais).

f) DA TUTELA PROVISÓRIA

Requer tutela de urgência para que seja cancelada a inscrição do


CPF do requerente, referente ao contrato de empréstimo consignado nº 844457243, do cadastro
de maus pagadores, bem como que parcela referente ao referido contrato, no valor de R$ 877,93
(oitocentos e setenta e sete reais e noventa e três centavos), descontada diretamente pela fonte
pagadora do requerente, seja destinada ao pagamento das parcelas do empréstimo consignado
que estão a vencer.

Os requisitos autorizativos da presente medida estão presentes, a


probabilidade do direito restou evidenciada pelos documentos que instrui a inicial, o perigo de
dano é evidente, pois trata de inscrição indevida no sistema do SPC e medida que evitará o
agravando da situação financeira do requerente.

1
FILHO. Sergio Cavalieri. Programa de Responsabilidade Civil. 7º. ed. São Paulo: Atlas: 2007, pg.76.
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Sendo assim, presentes os requisitos enunciados REQUER, em
sede de tutela provisória, o cancelamento da inscrição do CPF do requerente do SPC e a
retomada do pagamento do empréstimo consignado.

4. DOS PEDIDOS

Ante o exposto REQUER que:

a) Seja concedida JUSTIÇA GRATUITA nos termos do


artigo 98 do Código de Processo Civil, tendo em vista que os requerentes não dispõem de
recursos financeiros suficiente para pagar as custas processuais sem prejuízo de seu sustento e
de sua família.

b) Seja concedida TUTELA DE URGÊNCIA para que seja


cancelada a inscrição do CPF do requerente, referente ao contrato de empréstimo consignado
nº 844457243 do cadastro de maus pagadores, bem como que parcela referente ao referido
contrato, no valor de R$ 877,93 (oitocentos e setenta e sete reais e noventa e três centavos),
descontada diretamente pela fonte pagadora do requerente, seja destinada ao pagamento das
parcelas do empréstimo consignado que estão a vencer.

c) Citação do requerido via postal nos termos do art. 246, I


do CPC, na pessoa de seu representante legal para querendo contestar a ação.

d) A inversão do ônus da prova nos termos do Código de


Defesa do Consumidor.

Seja julgada PROCEDENTE a presente ação para condenar o


requerido à devolver a quantia de R$ 40.384,78 (quarenta mil, trezentos e oitenta e quatro reais
e setenta e oito centavos) à título de repetição de indébito, seja o banco obrigado à retirar o CPF
do requerente do cadastro de maus pagadores, o reconhecimento de que a dívida não foi vencida
antecipadamente, não incidindo juros de mora e o pagamento indenização por dano moral no
importe de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

e) Requer a realização de audiência de tentativa de


conciliação conforme preconiza o Código de Processo Civil.

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f) Provará o alegado por todos os meios de provas admitidos
em direito, especialmente documental e pericial.

Dá à causa o valor de R$ 60.384,78 (sessenta mil, trezentos e


oitenta e quatro reais e setenta e oito centavos).

Araguari-MG, 20 de março de 2019.

NIVALDO ANTÔNIO BELO JÚNIOR


OAB/MG 152.922

RAPHAEL NOVAKI VILELA DOS REIS JOSÉ EURÍPEDES GONÇALVES PINTO


OAB/MG 152.443 OAB/ MG 49.018E

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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234699 - Pág. 19
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Número do documento: 19032011500228100000062939918
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

<CABBCBBCCADACABACDBACBBACAADBCABDCAAA
DDADAAAD>
EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE
FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS-
TUTELA PROVISÓRIA ANTECIPADA - CONTRATO BANCÁRIO-
DESCONTO DAS PRESTAÇÕES EM CONTA CORRENTE / SALÁRIO–
POSSIBILIDADE – LIMITE FIXADO EM 30% DOS VENCIMENTOS -É
válida a concessão do desconto automático em conta corrente ou
conta salário, decorrente de contrato de bancário, desde que se
observe, o limite de 30% da remuneração depositada, resguardando-se
o princípio da dignidade da pessoa humana.
____________________________________________________________
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001 - COMARCA DE
Araguari - Agravante(s): HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES -
Agravado(a)(s): BANCO DO BRASIL SA

ACÓRDÃO

Vistos etc., acorda, em Turma, a 17ª CÂMARA CÍVEL do


Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, na conformidade da
ata dos julgamentos, em DAR PARCIAL PROVIMENTO AO
RECURSO.

DES. LUCIANO PINTO


RELATOR.

Fl. 1/6

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Número do documento: 19032011500304600000062939922
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

DES. LUCIANO PINTO (RELATOR)

VOTO

Cuida-se de agravo de instrumento interposto por Higor Campos


Chedid Borges contra Banco do Brasil S.A nos autos de ação de
obrigação de fazer c/c indenização por danos morais e materiais que
move em face do agravado, que indeferiu seu pedido de tutela provisória,
ao fundamento de que a parte autora não comprovou que os descontos
são indevidos e que não foram autorizados. ( fls.79/82)
Daí o presente recurso, insurgindo-se o agravante contra a
decisão, alegando ser indevido o desconto realizado em sua conta
salário. Requereu a concessão de efeito suspensivo e o provimento do
recurso , para impedir o agravado de realizar os descontos em sua conta
salário, ou, eventualmente restringi-los a 30% de seus rendimentos,
observando-se a dignidade da pessoa humana.
Houve a concessão parcial do efeito suspensivo ( fls. 84/85 TJMG)
Informações de fls.91/92 TJMG.
Não foi apresentada contraminuta ( fls. 95 TJMG)
É o relatório.
Decido.
Conheço do recurso, presentes os pressupostos de sua
admissibilidade.
Vejo que em parte assiste razão ao agravante.
Estou que é válido o desconto em conta corrente ou conta- salário
ou mesmo direto na fonte, no contracheque da parte contratante,
decorrentes de realização de contratos bancários, desde que se
observe, entretanto, o limite máximo de 30% da remuneração/ proventos,
resguardando-se o princípio da dignidade da pessoa humana.
Cabe salientar que esse tipo de garantia (débito em conta), em
casos que tais, concedida ao fornecedor (Instituição Financeira),
funciona diminuindo o custo do crédito ao consumidor.

Fl. 2/6

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234703 - Pág. 2
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Número do documento: 19032011500304600000062939922
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

Em regra, quanto mais eficiente é o tipo de garantia


oferecida à instituição financeira, maior a possibilidade de ser menor a
taxa de juros.
Se, por outro lado, ao oferecer a garantia de desconto
automático em conta corrente, o consumidor recebe o benefício de uma
taxa de juros menos elevada, não se pode afirmar que cláusula dessa
natureza o coloque em situação de "desvantagem exagerada".
Nesse sentido, já decidiram o E. STJ e colendo TJDF:

"DIREITO DO CONSUMIDOR. APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE


DEFESA DO CONSUMIDOR. PRECEDENTES. CLÁUSULA
ABUSIVA. ART. 51, IV, CDC. NÃO-CARACTERIZAÇÃO.
RECURSO DESACOLHIDO.
I – (...)
II - Não é abusiva a cláusula inserida no contrato de empréstimo
bancário que versa autorização para o banco debitar da conta-
corrente ou resgatar de aplicação em nome do contratante ou
coobrigado valor suficiente para quitar o saldo devedor, seja por não
ofender o princípio da autonomia da vontade, que norteia a
liberdade de contratar, seja por não atingir o equilíbrio contratual ou
a boa-fé, uma vez que a cláusula se traduz em mero expediente
para facilitar a satisfação do crédito, seja, ainda, por não revelar
ônus para o consumidor.” (RESP 258.103, DJ 07/04/2003 pp. 289).

"AGRAVO DE INSTRUMENTO. ADMINISTRATIVO. MÚTUO


BANCÁRIO. DESCONTO EM CONTA CORRENTE. 30% DO
VENCIMENTO LÍQUIDO.
Não há nulidade na cláusula que permite o desconto em conta
corrente para adimplemento de mútuo bancário. Se a conta corrente
foi aberta somente para recebimento dos vencimentos, é de se
limitar os descontos a 30% do vencimento líquido mensalmente
depositado". (AGI 2003002009363-9, Relator: Desembargador
SILVÂNIO BARBOSA DOS SANTOS)

Fl. 3/6

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Número do documento: 19032011500304600000062939922
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

Oportuna a transcrição de trecho do voto proferido pelo


Des. Mariné da Cunha, quando do julgamento do Agravo Regimental
467.926-3/02, do Grupo de Câmaras Civis Reunidas, em caso
semelhante:

"Em verdade, não se pode deixar de observar que se


mostra desleal e abusiva a conduta do correntista que,
desejando obter crédito junto à instituição financeira,
firma com esta um contrato, admitindo que os débitos
sejam lançados em sua conta corrente e, quando se vê
endividado, recorre ao Poder Judiciário, pleiteando não
a redução dos descontos a limites razoáveis, mas a
completa cessação destes, o que, certamente,
inviabilizará o recebimento, pelo Banco, dos valores
devidos, ocasionando o enriquecimento sem causa do
devedor.
Para que se impeça a concretização desse torpe
objetivo da devedora, sem, no entanto, retirar, desta, os
meios materiais necessários à sua subsistência,
mostra-se razoável a limitação dos descontos a serem
efetuados em sua conta corrente a 30% do valor líquido
de sua remuneração".

Dessa mesma forma também já me manifestei nos


processos de nº: 1.0024.07.445823-3/001, 1.0433.06.202347-1/001,
1.0024.06.229552-2/001, 1.0024.05.816623-2/001, 1.0456.07.057.537-
2/001, dentre tantos outros.
Forte nestes argumentos, não vislumbro qualquer
ilegalidade no pacto que autoriza o desconto do empréstimo bancário,
contraído mediante desconto mensal das prestações na conta corrente
ou conta salário do devedor ou mesmo direto na fonte pagadora, desde
que respeitado o limite máximo de desconto de 30% do valor da
remuneração/provento, que garante a razoabilidade da cláusula,
preservando o pacto e afastando prejuízo alimentar para a parte
devedora .

Fl. 4/6

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Número do documento: 19032011500304600000062939922
Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

Não há falar, pois, como pretende a agravante em


suspensão da integralidade dos descontos das parcelas dos contratos,
ainda mais porque toda a controvérsia ainda demanda maior dilação
probatória, notadamente sobre as alegações iniciais, de que não
autorizou os descontos, haja vista que normalmente tal autorização é
inserta no próprio contrato.
Dessarte, entendo que deve, neste caso, serem
limitados os descontos efetuados pelo banco agravado ao patamar
máximo de 30% sobre o vencimento líquido da parte agravante.
A propósito, veja-se:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO ORDINÁRIA –


CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO –
DESCONTOS - PRESTAÇÕES – FOLHA DE
PAGAMENTO - CONTA CORRENTE ONDE RECEBE O
BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO – POSSIBILIDADE -
LIMITAÇÃO A 30% DOS VENCIMENTOS LÍQUIDOS -
NECESSIDADE. É válida a cláusula inserida no contrato de
empréstimo bancário que versa autorização para a
financeira debitar na conta corrente ou em folha de
pagamento do consumidor o montante suficiente para quitar
as prestações. Entretanto, tais descontos devem ser
limitados ao percentual de 30% sobre o vencimento líquido
percebido pelo devedor, em face da necessidade de
observância do princípio da preservação da dignidade da
pessoa humana.( TJMG-Ac 1.0024.13.030235-9/001- Rel:
Des. Luciano Pinto)

Isso posto, dou parcial provimento ao agravo e


reformo parcialmente a decisão agravada, para autorizar ao banco
agravado a promover o desconto das prestações contratadas até o
limite máximo de 30% (trinta por cento) do valor líquido dos vencimentos
do agravante.
Custas meio a meio.

Fl. 5/6

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Agravo de Instrumento-Cv Nº 1.0035.16.016400-6/001

DES. EVANDRO LOPES DA COSTA TEIXEIRA - De acordo com o(a)


Relator(a).

DESA. APARECIDA GROSSI - De acordo com o(a) Relator(a).

SÚMULA: "DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO


RECURSO."

Fl. 6/6

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Número do documento: 19032011500558600000062939945
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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234726 - Pág. 22
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Número do documento: 19032011500558600000062939945
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 1
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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 2
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Número do documento: 19032011500599000000062939946
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 3
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Número do documento: 19032011500599000000062939946
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 4
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Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 5
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Número do documento: 19032011500599000000062939946
Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234727 - Pág. 6
[Link]
Número do documento: 19032011500599000000062939946
18/02/2019 Impressão

Produto: NOVO SPC MIX MAIS


Operador: NIVALDO JÚNIOR
Data/Hora: 18.02.2019 | 15h:22m

DADOS INFORMADOS
CPF: 090.771.766-75

INFORMAÇÃO CONFIDENCIAL.
USO EXCLUSIVO DA EMPRESA ASSOCIADA PARA AUXÍLIO NA APROVAÇÃO DE CRÉDITO.
A DIVULGAÇÃO DE TAIS INFORMAÇÕES A TERCEIROS SUJEITARÁ O INFRATOR ÀS SANÇÕES PENAIS.

RESUMO DAS OCORRÊNCIAS


CPF: 090.771.766-75
Nome: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES

Ocorrência Quantidade Última Ocorrência Valor

Confirmação dados telefônicos: - - -


Consulta Online ao Banco: Não foram informados cheques p/consulta
Protesto: - - -
Telefones vinculados docto. telefone consultado: - - -
Informações do poder judiciário: - - -
Registro de SPC: 9 11/2018 95.187,00 (total)
Cheques Sem Fundo - CCF: - - -
Registro de Cheque lojista: - - -
Cheque - Contra Ordem - Outras Ocorrências: - - -
Consulta realizada: 7 11/2018 -
Alerta de documentos: - - -
Crédito concedido: - - -
Contra-ordem: Não foram informados cheques p/consulta
Contra-ordem [Link] do consultado: Não foram informados cheques p/consulta

IDENTIFICAÇÃO

CPF: 090.771.766-75

Nome: HIGOR CAMPOS CHEDID BORGES


Data de Nascimento: 17/12/1986 (32 anos)
Nome da mãe: MARIA EUNICE CAMPOS

ENDEREÇO/LOCALIZAÇÃO
Endereço: R TUPACIGUARA, 750 [Exibir mapa]
Bairro: JOQUEI CLUBE Cidade: ARAGUARI
UF: MG CEP: 38444-254

REGISTROS DE INADIMPLÊNCIA - SPC


Total de Registros: 9
Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista
05/11/2018 10/11/2016 01270096400001468888 COMPRADOR
1
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
8.737,74 CEF BRASILIA / DF SAO PAULO / SP
Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista
26/07/2018 10/07/2018 00000000000077022736 COMPRADOR
2
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
658,95 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP

Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista


27/03/2018 01/04/2017 00000000000868627704 COMPRADOR
3
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
7.715,65 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP

Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista


27/03/2018 01/04/2017 00000000000864527138 COMPRADOR
4
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
8.670,76 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP

Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista


27/03/2018 06/03/2017 00000000000844457243 COMPRADOR
5
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
42.841,29 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP
6 Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista
27/03/2018 05/03/2017 00000000000833666223 COMPRADOR
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem

[Link] 1/2

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234729 - Pág. 1
[Link]
Número do documento: 19032011500635700000062939948
18/02/2019 Impressão
13.609,45 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP

Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista


08/01/2017 31/12/2016 08000000000007748703 COMPRADOR
7
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
5.901,12 CEF BRASILIA / DF SAO PAULO / SP
Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista
24/11/2016 14/09/2016 55293700855445730000 COMPRADOR
8
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
6.102,13 CEF BRASILIA / DF SAO PAULO / SP
Data Inclusão Data Vencimento Contrato/Fatura Comprador/Fiador/Avalista
12/09/2016 10/08/2016 00000000000077022721 COMPRADOR
9
Valor Associado/Credor Cidade/UF origem Origem
949,91 B DO BRASIL BRASILIA / DF SAO PAULO / SP

ALGUMAS ANOTAÇÕES DE INADIMPLÊNCIA CONSTANTES NESTE BLOCO PODEM SER PROVENIENTES DA SERASA EXPERIAN.

CONSULTAS REALIZADAS

CONSULTAS REALIZADAS NÃO SÃO INFORMAÇÕES DESABONADORAS, NÃO DEVENDO CONSTITUIR-SE EM FATOR RESTRITIVO DE CRÉDITO.

Total de Consultas (Últimos 90 dias): 7


Data da Consulta Associado/Ramo Atividade Cidade Origem Origem
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA SAO PAULO / SP SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA Sao Paulo / SP SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA SAO PAULO / SP SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA SAO PAULO / SP SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS DE VIDA BELO HORIZONTE / MG SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA RIO DE JANEIRO / RJ SAO PAULO / SP
20/11/2018 [Link] SEGUROS NÃOVIDA - SAO PAULO / SP

Complemente sua consulta com as informações abaixo:

Os insumos complementares disponibilizados nessa consulta podem possuir custo adicional ao produto.
Para mais informações sobre os valores dos insumos, entre em contato com sua Entidade.

Alerta de Obito

Ação

Collection Score Plus

Comprometimento de Renda Mensal PF

Indice Relacionamento Mercado PF

Limite de crédito sugerido

Participações em Empresas
Pendências Financeiras Serasa

Renda Presumida - SPC Brasil

CEP:

EXECUTAR

Número do Protocolo: [Link]-5

[Link] 2/2

Assinado eletronicamente por: NIVALDO ANTONIO BELO JUNIOR - 20/03/2019 [Link] Num. 64234729 - Pág. 2
[Link]
Número do documento: 19032011500635700000062939948

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