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Entendendo a Obsessão no Espiritismo

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Estudando a Mediunidade Próximo Encontro

Capítulo 11 Obsessões 11 de abril as 19:30

Questões sobre o capítulo:


1. O que é Obsessão na visão espírita?
2. Quais as possíveis fases da obsessão?
3. Como se caracteriza a Fascinação?
4. O que o caso relatado de Pedro nos leva a pensar sobre as causas de uma
Obsessão?
5. Como vemos os irmãos obsidiados? Temos a mesma visão e compreensão
do obsessor?
6. Como deve ser o tratamento daqueles irmãos desencarnados que buscam
na vingança a retratação das suas dores?
7. Quais recomendações devemos sempre lembrar no trato com os irmãos
obsidiados que procuram o centro espírita para tratamento?

Respostas às questões:
1. Na visão espírita, obsessão refere-se a uma in uência espiritual negativa exercida
por um espírito sobre uma pessoa. Segundo o Espiritismo, obsessão ocorre quando
um espírito desencarnado, por diversas razões, se apega a um indivíduo
encarnado, interferindo em seu livre-arbítrio, pensamentos, emoções e
comportamentos.
a. Existem diferentes tipos de obsessão, que variam em intensidade e
manifestação, desde in uências sutis até casos mais graves, onde a pessoa
obsessa pode sofrer alterações psicológicas profundas, como depressão,
ansiedade, compulsões, entre outros sintomas.
b. A obsessão pode ser tratada por meio de terapias espirituais, sessões de
desobsessão, com passes magnéticos, água uidi cada, preces, evangelho
no lar, e, em casos mais graves, por meio da assistência de médiuns

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especializados em desobsessão. O objetivo dessas práticas é ajudar tanto o


obsessor quanto o obsidiado a encontrar equilíbrio espiritual e libertação.
2. Na visão espírita, as fases da obsessão podem variar dependendo da intensidade e
da natureza da in uência espiritual sobre o indivíduo obsediado. Aqui estão
algumas possíveis fases que podem ocorrer durante um processo de obsessão:
a. **Fascinação:** Nesta fase inicial, o espírito obsessor começa a se aproximar
da pessoa, muitas vezes atraído por a nidades espirituais ou emocionais.
Pode começar com pensamentos intrusivos, sensações estranhas ou
mudanças de humor inexplicáveis. O espírito obsessor intensi ca suas
in uências sobre a pessoa, tentando enfraquecer sua vontade e seu
discernimento. Isso pode se manifestar através de pensamentos obsessivos,
impulsos negativos, ou até mesmo sensações físicas desagradáveis.
b. **Subjugação:** Nesta fase, o espírito obsessor busca drenar a energia vital
da pessoa, causando fadiga, exaustão física e emocional. A pessoa pode se
sentir constantemente cansada e desmotivada, sem entender claramente o
motivo.
c. **Possessão:** O espírito obsessor exerce um controle mais intenso sobre a
pessoa, in uenciando suas ações, pensamentos e comportamentos de forma
mais evidente. Isso pode levar a mudanças na personalidade,
comportamento impulsivo e perda de autocontrole. Nesta fase, a obsessão
atinge um ponto crítico, causando sérios problemas para a pessoa obsediada
em sua vida cotidiana. Pode manifestar-se como crises emocionais, surtos de
comportamento descontrolado ou problemas de saúde física e mental.
d. É importante ressaltar que nem todos os casos de in uência espiritual
negativa passam por todas essas fases, e a gravidade do processo pode
variar de pessoa para pessoa. O tratamento da obsessão geralmente envolve
a identi cação das causas espirituais subjacentes, em reuniões especí cas

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dentro do centro espírita, seguida de intervenções terapêuticas apropriadas


para restaurar o equilíbrio espiritual e emocional da pessoa obsediada.
3. **Fascinação** é a in uência, sutil e pertinaz, traiçoeira e quase imperceptível,
que Espíritos vingativos exercem sobre o indivíduo objeto de suas vinditas. Ela
pode se in ltrar lentamente conforme o encarnado dá guarida às sugestões.
4. Vingança, desejo do mal, orgulho ferido, paixões. No caso de pedro podemos
concluir que se trata de vingança.
a. Vingança refere-se à ação de retaliar ou buscar punição contra alguém que
se acredita ter causado dano, injustiça ou mal a si mesmo ou a outros. É uma
resposta emocional e muitas vezes motivada pela raiva, ressentimento ou
desejo de justiça pessoal.
5. (…) De maneira geral, penalizamo-nos somente do encarnado, a quem,
impensadamente, situamos como vítima. O carinho dos médiuns centraliza-se,
quase sempre, no companheiro que bateu à porta do Centro. Os componentes do
grupo, com honrosas exceções, também se compadecem, quase que
exclusivamente, dos encarnados. Entretanto, o conhecimento doutrinário, fruto de
estudo e meditação, tem o dom de despertar, igualmente, os nossos cuidados e
atenção para os habitantes do mundo espiritual. A observação de casos iguais ao
de Pedro compele-nos, certamente, a polarizarmos as melhores vibrações para
aqueles que, por não se terem ajustado ainda à lei do amor, insistem em fazer
justiça com as próprias mãos. (…)
6. Jamais podemos / evitarmos:
a. Fechar a porta do nosso coração, pela indiferença ou pela hostilidade,
aos desencarnados, é como se expulsássemos dos umbrais de nossa casa,
em noite tempestuosa, o faminto e o trôpego, o doente e o nu, que,
palmilhando, cegos e desorientados, as ruas da incompreensão, nos
estendessem, súplices, as mãos esquálidas.

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b. Nunca ajudaremos um Espírito endurecido no ódio, menosprezando-o ou


ridicularizando-o.
c. Não será pelo desapreço à sua desventura que lhe conquistaremos a
con ança;
d. não será desse modo que lhe converteremos a alma enferma numa ânfora
onde coloquemos o licor da Esperança, consagrando, felizes, entre vítimas e
verdugos, as núpcias da reconciliação.
7. (…) a prudência e o bom senso aconselham moderação nos prognósticos de cura
imediata, uma vez que o desequilíbrio do encarnado poderá “acomodar” o
hóspede na sua “casa mental” por dilatado período. (…)
1. (…) Não podemos nem devemos jamais prometer o
“desenovelamento” de um drama complexo, cujo prólogo se perde na
noite dos séculos “ou dos milênios (…)

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