Psicologia e Autismo: Diagnóstico e Tratamento
Psicologia e Autismo: Diagnóstico e Tratamento
AUTISMO
EM
PERSPECTIVA
Ler Ebook
E.01
AUTISMO NA
PERSPECTIVA
DA PSICOĮOGIA
Apoio
Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NUAP
Núcleo de Inclusão e Acessibilidade – NIA
3
1
INTRODUÇÃO
1INTRODUÇÃO
2
CONTRIBUIÇÕE A psicologia possui uma longa história de envolvimento no diagnóstico
S PARA O e tratamento do transtorno do espectro autista (TEA), contribuindo com outros
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO profissionais para melhorar a compreensăo do TEA ao longo das décadas.
Como parte de uma equipe interdisciplinar, o treinamento e a experiência do
3 psicólogo săo particularmente úteis durante todo o processo de diagnóstico,
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO conduzindo avaliações para o planejamento educacional ou de transiçăo,
DE
COMORBIDA avaliando problemas psiquiátricos comórbidos e problemas comportamentais
DES comuns, mudanças no funcionamento ao longo do tempo e usando essas
4 informações em colaboraçăo com a equipe interdisciplinar para desenvolver
TRANSIÇÃO planos de tratamento eficazes.
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E No que diz respeito ao tratamento, o papel do psicólogo na equipe é
NECESSIDADE
S DE APOIO frequentemente abordar preocupações psiquiátricas e comportamentais
5 através de uma lente do TEA de uma maneira que facilite a participaçăo e o
CONTRIBUIÇÕES sucesso em outros tratamentos e atividades diárias. Isso geralmente envolve
DO PSICÓLOGO
colaboraçăo com outros profissionais, incluindo outros membros da equipe
interdisciplinar. No decorrer da vida, o psicólogo pode estar mais ou menos
REFERÊNCIAS
envolvido, dependendo das necessidades atuais do indivíduo.
4
1
INTRODUÇÃO
Em um escopo maior, o treinamento em pesquisa do psicólogo pode
ser utilizado para melhorar o desenvolvimento de programas e avaliar os
2 meios para melhorar a prestaçăo de serviços. Este texto discutirá cada uma
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
dessas contribuições em mais detalhes.
PROCESSO DE FIGURA 1 – SÍMBOLO DO AUTISMO
DIAGNÓSTICO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA
DES
5
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO
REFERÊNCIAS
5
1
INTRODUÇÃO
2 CONTRIBUIÇÕES PARA O
2 PROCESSO DE DIAGNÓSTICO
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE A avaliaçăo e o diagnóstico da saúde mental, distúrbios
DIAGNÓSTICO comportamentais e distúrbios do desenvolvimento têm sido um foco
3 fundamental da psicologia desde o início da disciplina, e os psicólogos
AVALIAÇÃO E recebem treinamento substancial no uso de avaliações validadas com boas
TRATAMENTO
DE qualidades psicométricas para melhor entender e abordar essas preocupações.
COMORBIDA
DES Selecionar as ferramentas de avaliaçăo apropriadas, entender suas propriedades
psicométricas em diferentes populações e entender como diferentes contextos
4 sociais ou diagnósticos simultȃneos afetam a apresentaçăo do TEA, săo
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA componentes essenciais para um diagnóstico preciso.
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E
NECESSIDADE Existem áreas diferentes que precisam ser incluídas nas avaliações
S DE APOIO
de diagnóstico, incluindo histórico de desenvolvimento e início dos sintomas,
5 histórico médico, incluindo hábitos de sono e alimentaçăo, histórico
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO psicológico/ psiquiátrico, avaliaçăo de risco para ideaçăo suicida,
desenvolvimento social, histórico acadêmico e de trabalho e acomodações,
REFERÊNCIAS história familiar e antecedentes culturais e apresentaçăo comportamental que
pode se sobrepor à apresentaçăo de outros distúrbios.
6
1
INTRODUÇÃO
O treinamento do psicólogo os prepara para realizar um diagnóstico
diferencial cuidadoso nos casos em que a deficiência intelectual, o déficit de
2 atençăo/hiperatividade, a ansiedade ou outras comorbidades podem
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
influenciar a apresentaçăo dos sintomas. Assim como com os pediatras do
PROCESSO DE desenvolvimento comportamental, o psicólogo da equipe é treinado em padrões de
DIAGNÓSTICO desenvolvimento e diferenças no processo de desenvolvimento que podem ser
3 indicativos de TEA versus outros distúrbios do desenvolvimento neurológico.
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE A aplicaçăo do treinamento do psicólogo na avaliaçăo psicológica e
COMORBIDA comportamental é importante para decidir quais medidas administrar para
DES
garantir que as preocupações estejam sendo suficientemente avaliadas.
4 Por exemplo, o uso de um teste cognitivo pode fornecer boas informações
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA sobre pontos fortes e fracos do funcionamento intelectual, mas, para fins de
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E diagnóstico diferencial, a equipe também precisará avaliar habilidades fora do
NECESSIDADE escopo do teste, como atrasos na compreensăo social, habilidades
S DE APOIO
adaptativas funcionais ou compensatórias. Fatores relacionados ao TEA
5 também devem ser considerados; por exemplo, indivíduos com habilidades de
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO linguagem receptivas e/ou expressivas fracas podem ter um pior desempenho
em testes com demandas verbais significativas (por exemplo, WISC-IV), mas
REFERÊNCIAS com desempenho melhor em medidas de inteligência cognitiva que requerem
pouca ou nenhuma instruçăo
7
1
INTRODUÇÃO
verbal (por exemplo, o Leiter-R). É importante notar que grandes diferenças
estereotipadas entre habilidades verbais e năo verbais, frequentemente vistas
2 em crianças pequenas com TEA, diminuem com o tempo, como bem documentado
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
por Klinger, O'Kelley e Mussey (2009).
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO Que tipo de teste cognitivo é mais adequado para a situaçăo
3 geralmente depende do motivo da avaliaçăo. Algumas agências (por
AVALIAÇÃO E exemplo, alguns sistemas escolares) só aceitam medidas abrangentes ou
TRATAMENTO
DE mesmo específicas ao tomar decisões sobre a elegibilidade do serviço, mesmo
COMORBIDA que o psicólogo avaliador pense que outro teste cognitivo seja mais adequado
DES
para um indivíduo em particular. Nesses casos, o psicólogo pode optar por dar
4 várias medidas do mesmo construto, a fim de fornecer uma imagem mais
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA completa do perfil cognitivo do indivíduo. Algumas medidas têm uma faixa
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E etária mais ampla, o que é relevante se a avaliaçăo for planejada para ser
NECESSIDADE uma de uma série de administrações para acompanhar o desenvolvimento ao
S DE APOIO
longo do tempo.
5
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO Em geral, é provável que a bateria de avaliaçăo inclua medidas
relacionadas ao desenvolvimento, cogniçăo e funcionamento executivo;
REFERÊNCIAS observações clínicas e entrevistas estruturadas; inventários e questionários
8
1
INTRODUÇÃO
relacionados ao funcionamento adaptativo, emocional, social e
comportamental; registros médicos, psicológicos e histórico relatado; e
2 avaliaçăo de quaisquer comportamentos desafiadores.
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE O psicólogo usará o treinamento nessas áreas para integrar descobertas
DIAGNÓSTICO e fazer escolhas sobre informações adicionais que possam ser necessárias ao
3 longo da avaliaçăo. Por exemplo, năo é incomum que surjam informações
AVALIAÇÃO E conflitantes entre o relatório do cuidador, o relatório do professor e a
TRATAMENTO
DE observaçăo clínica, o que pode indicar a necessidade de avaliaçăo ou
COMORBIDA acompanhamento adicional. O psicólogo pode recorrer ao treinamento para
DES
determinar quais métodos e medidas adicionais empregar para obter
4 informações críticas para um diagnóstico diferencial preciso.
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E Em muitas ocasiões, săo necessárias medidas para o diagnóstico ou
NECESSIDADE o planejamento do tratamento, que apenas o psicólogo ou os médicos com
S DE APOIO
treinamento e qualificaçăo similar poderăo administrar e interpretar. Por
5 exemplo, testes cognitivos, como as escalas de inteligência Stanford-Binet ou
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO Wechsler (WISC, WAIS e WPPSI), exigem o mais alto nível de qualificaçăo
para compra e administraçăo. Esses testes exigem um alto nível de
REFERÊNCIAS conhecimento especializado em interpretaçăo de testes e só pode ser
adquirido por indivíduos com um diploma, licenciamento ou certificaçăo que
indique que foram obtidos treinamento e experiência formais.
9
1
INTRODUÇÃO
FIGURA 2 – ESCALA DE INTELIGÊNCIA WECHSLER PARA CRIANÇAS
2
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA FONTE: <www.casadopsicopedagogosp.com.br>. Acesso em: 2 mar. 2020.
DES
2
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO FONTE: <www.nzcer.org.nz>. Acesso em: 2 mar. 2020.
DE
COMORBIDA Descriçăo da imagem: imagem de um caderno com espiral e no centro em caixa alta, na cor
DES vermelha, a palavra ADOS-2.
4
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA Certamente, năo importa quăo bem treinado e experiente possa ser um
ADULTA, SEUS clínico, em algum momento haverá um caso em que o psicólogo
SINTOMAS E
NECESSIDADE simplesmente năo possui as habilidades ou os meios necessários para conduzir
S DE APOIO
adequadamente uma avaliaçăo diagnóstica completa e precisará encaminhar
5 ou consultar outros colegas com treinamento em áreas especializadas. Além
CONTRIBUIÇÕES disso, é extremamente provável que o planejamento do tratamento envolva
DO PSICÓLOGO
encaminhamento e colaboraçăo com outros especialistas, especialmente
REFERÊNCIAS devido à alta incidência de outras comorbidades médicas, de desenvolvimento
e psicológicas no contexto
16
1
INTRODUÇÃO
do TEA. Ter uma equipe interdisciplinar de TEA estabelecida agiliza e
melhora o processo de diagnóstico, reunindo profissionais com a experiência
2 necessária para atender totalmente às necessidades do cliente. A equipe
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O interdisciplinar facilita assim uma transiçăo fácil de uma avaliaçăo diagnóstica
PROCESSO DE completa para o recebimento de serviços adequados.
DIAGNÓSTICO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE
3 AVALIAÇÃO E TRATAMENTO
COMORBIDA
DES DE COMORBIDADES
4 PSIQUIÁTRICAS
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS As comorbidades psiquiátricas săo bastante comuns no contexto do
SINTOMAS E
NECESSIDADE transtorno do espectro do autista (DEPREY; OZONOFF, 2009; JOSHI et al.,
S DE APOIO 2010; MANNION; LEADER; HEALY, 2013) e podem ser subdiagnosticadas.
5 Crianças com TEA têm dificuldades emocionais mais significativas do que
CONTRIBUIÇÕES crianças em desenvolvimento de 5 a 16 anos. Em crianças de 5 a 16 anos
DO PSICÓLOGO
com TEA, 74% apresentam dificuldades clinicamente significativas, incluindo
raiva, tristeza e ansiedade, em comparaçăo com 18% dos colegas em
REFERÊNCIAS
desenvolvimento típico (TOTSIKA et al., 2011). Aproximadamente 40-50% dos
jovens com TEA atendem aos critérios para dois ou mais transtornos
psiquiátricos (SIMONOFF et al., 2008).
17
1
INTRODUÇÃO
A avaliaçăo e o tratamento analítico do comportamento padronizado
em crianças com TEA podem deixar de abordar o papel de outros problemas
2 de saúde mental, como a ansiedade, especialmente sua potencial contribuiçăo
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
para a presença de comportamentos problemáticos, se os avaliadores năo
PROCESSO DE estiverem cientes desses problemas e de como os sintomas podem se
DIAGNÓSTICO apresentar diferentemente nos indivíduos do espectro.
3
AVALIAÇÃO E Ansiedade e depressăo săo particularmente comuns em indivíduos
TRATAMENTO
DE mais velhos com TEA que năo apresentam comprometimento cognitivo, muitas
COMORBIDA vezes se tornando mais prevalentes à medida que os indivíduos se tornam mais
DES
conscientes de suas próprias dificuldades sociais (VAN STEENSEL; BÖGELS;
4 PERRIN, 2011). A avaliaçăo e o diagnóstico precisos das comorbidades
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA psiquiátricas săo fundamentais para o planejamento adequado do tratamento,
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E e há momentos em que os problemas relacionados às preocupações
NECESSIDADE psicológicas podem ser alvos de tratamento mais prementes do que os sintomas
S DE APOIO
do TEA (MASKEY et al., 2013). O diagnóstico de comorbidade psiquiátrica
5 pode ser complicado se năo for claro se os sintomas justificam um diagnóstico
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO adicional ou se podem ser considerados como relacionados ao TEA (MATSON;
NEBEL-SCHWALM, 2007).
REFERÊNCIAS
18
1
INTRODUÇÃO
Os déficits de comunicaçăo social centrais ao TEA complicam a notificaçăo
de sintomas psiquiátricos aos clínicos. Medidas frequentemente usadas para
2 avaliar dificuldades psiquiátricas e comportamentais na populaçăo em geral foram
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
usadas com indivíduos com TEA, mas a maioria dessas medidas năo foi
PROCESSO DE testada quanto à confiabilidade ou validade em indivíduos com TEA. Até
DIAGNÓSTICO perguntas que parecem relativamente diretas podem ser confusas para
3 indivíduos com TEA que relatam sintomas psiquiátricos. Por exemplo, itens
AVALIAÇÃO E de algumas medidas de autorrelato comumente usadas para ansiedade e
TRATAMENTO
DE depressăo incluem descrições como: “Sou uma pessoa estável” – do
COMORBIDA Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE), de Spielberger (2010). Na
DES
clínica, esses itens intrigaram adultos do espectro, alguns dos quais passam
4 um tempo substancial ponderando esses itens.
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E Apesar da dificuldade em avaliar as comorbidades psiquiátricas, fazer
NECESSIDADE isso com precisăo é fundamental para o planejamento eficaz do tratamento.
S DE APOIO
O treinamento do psicólogo em TEA, desenvolvimento típico e distúrbios
5 psiquiátricos desempenham um papel no diagnóstico preciso e no
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO planejamento do tratamento. Os antecedentes de um psicólogo especializado
incluirăo treinamento em tratamentos baseados em evidências para distúrbios
REFERÊNCIAS psiquiátricos
19
1
INTRODUÇÃO
comuns na populaçăo em geral, como terapia cognitivo comportamental,
terapia comportamental dialética e outros (embora o grau de ênfase em cada
2 orientaçăo possa diferir entre os programas de treinamento).
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE A pesquisa mostra que, com adaptaçăo individualizada apropriada,
DIAGNÓSTICO estratégias de intervençăo como terapia cognitivo comportamental e terapia
3 comportamental dialética, com forte base de evidências em outras
AVALIAÇÃO E populações, podem ser úteis para indivíduos do espectro. De fato, a
TRATAMENTO
DE adaptaçăo de tais intervenções é uma área crescente de pesquisa no campo do
COMORBIDA TEA. A capacidade de identificar e adaptar abordagens adequadas para lidar com
DES
ansiedade, depressăo, regulaçăo emocional e outros desafios é uma
4 contribuiçăo importante para a equipe de tratamento do TEA. Além disso,
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA como os sintomas de preocupações psiquiátricas concomitantes podem
ADULTA, SEUS aumentar e diminuir ou surgirem novos problemas com a maturaçăo e as
SINTOMAS E
NECESSIDADE mudanças na situaçăo, é importante năo apenas monitorar o impacto das
S DE APOIO
intervenções, mas também continuar a monitorar sintomas recorrentes ou
5 novos ao longo do tempo.
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO
Existe um crescente corpo de literatura para apoiar a eficácia de
REFERÊNCIAS intervenções comportamentais e cognitivas que os psicólogos podem
fornecer para abordar problemas comórbidos em indivíduos com TEA. Abordar
problemas
20
1
INTRODUÇÃO
comportamentais ou psiquiátricos comórbidos em indivíduos com TEA é
importante, pois a presença de problemas comórbidos pode significar pior
2 prognóstico e pode impedir que os indivíduos se beneficiem totalmente das
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
intervenções específicas que recebem.
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO Por exemplo, problemas de comportamento podem impedir a
3 capacidade de uma criança de participar de instruções em sala de aula,
AVALIAÇÃO E intervenções individualizadas, oportunidades de socializaçăo naturalista ou
TRATAMENTO
DE treinamento em teste discreto. Os psicólogos treinados no fornecimento de
COMORBIDA terapia cognitivo comportamental (TCC) e terapia comportamental podem
DES
resolver esses problemas em conjunto com a intervençăo específica do TEA,
4 trabalhando com outros profissionais para garantir que os tratamentos sejam
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA complementares (por exemplo, para que as estratégias para solucionar as
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E dificuldades comportamentais sejam aplicadas de maneira consistente em
NECESSIDADE todas as situações).
S DE APOIO
4
SEUS SINTOMAS E NECESSIDADES DE
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA
APOIO
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E
NECESSIDADE À medida que as crianças com TEA se aproximam da idade adulta,
S DE APOIO
seus sintomas e necessidades de apoio geralmente mudam. Muitos
5 indivíduos no espectro mostram algum grau de melhoria em sua
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO sintomatologia e comprometimento geral ao longo do tempo, com
comunicaçăo năo verbal e reciprocidade social mostrando comprometimento
REFERÊNCIAS mais persistente (SHATTUCK et al., 2007).
36
1
INTRODUÇÃO
Os desafios causados pelos sintomas do TEA podem se tornar mais
complexos na idade adulta. Quando um indivíduo finaliza o ensino básico ou chega
2 na idade de 18 anos, experimenta uma súbita e significativa perda de
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
estrutura e familiaridade diárias. No local de trabalho, no ensino pós-
PROCESSO DE secundário ou em outros locais após o ensino médio, o tempo geralmente
DIAGNÓSTICO năo é tăo estruturado e as expectativas năo săo tăo claras quanto eram no
3 ambiente escolar. Indivíduos familiares e confiáveis que ajudaram o indivíduo
AVALIAÇÃO E através de dificuldades no ambiente escolar năo estăo mais disponíveis,
TRATAMENTO
DE amigos e colegas familiares estăo subitamente ausentes, e as expectativas
COMORBIDA sociais no local de trabalho podem ser bem diferentes das da sala de aula
DES
familiar.
4
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA Compreensivelmente, a transiçăo para a idade adulta pode ser estressante
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E para muitas pessoas no espectro e pode exacerbar problemas de humor ou
NECESSIDADE comportamento em algumas pessoas. Os membros da família e da equipe de
S DE APOIO
tratamento devem procurar sinais de que um indivíduo pode estar
5 enfrentando dificuldades que justificariam o envolvimento do psicólogo. O
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO psicólogo poderia entăo avaliar e elaborar um plano de tratamento adequado ao
indivíduo, conforme discutido na seçăo sobre comorbidade.
REFERÊNCIAS
37
1
INTRODUÇÃO
O planejamento do tratamento pode envolver encaminhamento para
outros serviços, como programas de treinamento de habilidades vocacionais
2 e sociais, que já foram comprovados para reduzir a ansiedade e a depressăo
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
autorreferidas entre jovens adultos com TEA (HILLIER et al., 2011).
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO Para indivíduos que têm recebido serviços principalmente na escola, a
3 transiçăo para a idade adulta pode exigir uma nova avaliaçăo psicológica
AVALIAÇÃO E para determinar o grau de comprometimento em várias áreas, conforme
TRATAMENTO
DE descrito pelas agências de serviços. Por exemplo, pode ser necessário um
COMORBIDA
DES certo grau de comprometimento funcional em várias áreas para poder
acessar serviços de emprego inclusivos. Nesse caso, o psicólogo escolherá
4 as avaliações mais adequadas para destacar as necessidades do indivíduo
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA nos vários domínios descritos pela organizaçăo prestadora de serviços, com a
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E colaboraçăo da equipe interdisciplinar, se necessário.
NECESSIDADE
S DE APOIO
Durante o início da idade adulta, muitas pessoas no espectro passam
5 pela transiçăo a serviços de apoio. Além disso, algumas pessoas que se
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO mudam para moradias assistidas ou outros ambientes de apoio podem ter
dificuldade em se adaptar ao novo cenário; nesse caso, um psicólogo pode
REFERÊNCIAS consultar a moradia para fornecer psicodeduçăo ao pessoal, implementar a
estrutura necessária e outros
38
1
INTRODUÇÃO
apoios ambientais, e elaborar planos de apoio ao comportamento para atender
às necessidades do indivíduo à medida que se ajustam à transiçăo.
2
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O A transiçăo do ensino médio para o ensino superior ou o local de
PROCESSO DE trabalho é uma experiência essencial para os jovens adultos,
DIAGNÓSTICO independentemente de estarem ou năo no espectro TEA. Os resultados de
3 pesquisas mostram que um número crescente de jovens adultos com TEA
AVALIAÇÃO E está cursando o ensino pós-secundário em faculdades de quatro anos,
TRATAMENTO
DE faculdades de dois anos e escolas técnicas/ profissionais (SHATTUCK et al.,
COMORBIDA
DES 2012). No entanto, indivíduos no espectro săo extremamente subempregados
e indivíduos com TEA sem deficiência intelectual concomitante ainda
4 frequentam o ensino superior a taxas mais baixas do que seus pares
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA neurotípicos (TAYLOR; SELTZER, 2011). A comorbidade psiquiátrica e os
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E níveis mais baixos de funcionamento adaptativo estăo associados a piores
NECESSIDADE resultados para adultos.
S DE APOIO
REFERÊNCIAS
41
1
INTRODUÇÃO
tarefas e exames, assentos preferenciais, acesso a anotações e esboços de
aula) para alunos individuais. Embora alguns estudantes se sintam relutantes
2 em compartilhar seus relatórios de avaliaçăo e, por sua vez, seu status de
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
incapacidade com suas instituições de ensino pós-secundário (MACLEOD; GREEN,
PROCESSO DE 2009), é importante ter em mente que, de acordo com os mandatos legais,
DIAGNÓSTICO todas as informações devem ser mantidas em sigilo e compartilhadas com o
3 pessoal apenas com base na necessidade de conhecimento, e a obtençăo de
AVALIAÇÃO E apoios adequados pode aumentar significativamente o sucesso geral do
TRATAMENTO
DE indivíduo.
COMORBIDA
DES
Vendo que năo existe um protocolo padronizado para avaliar jovens
4 com TEA, Hewitt (2015) ofereceu algumas recomendações para trabalhar
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA com essa populaçăo. Especificamente, ao avaliar indivíduos com TEA que
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E estăo se preparando para o ensino pós-secundário, é útil cobrir os seguintes
NECESSIDADE domínios:
S DE APOIO
REFERÊNCIAS
43
1
INTRODUÇÃO
A avaliaçăo dessas áreas pode informar a necessidade e a prestaçăo
de serviços, além das acomodações acadêmicas que as escolas pós-
2 secundárias podem estar mais familiarizadas e equipadas para oferecer.
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE Embora a transiçăo para o ensino pós-secundário ou para a força de
DIAGNÓSTICO trabalho seja um período empolgante para muitos indivíduos com TEA,
3 também pode introduzir um aumento nas demandas acadêmicas/de
AVALIAÇÃO E produtividade e sociais e, por sua vez, um aumento no estresse. Além disso, o
TRATAMENTO
DE estresse associado a essa transiçăo pode persistir ao longo do tempo para
COMORBIDA estudantes com TEA (VANBERGEIJK; KLIN; VOLKMAR, 2008).
DES
REFERÊNCIAS
46
1
INTRODUÇÃO
Um papel importante que os psicólogos podem desempenhar para os
alunos do ensino pós-secundário com TEA em seus cuidados é aprender
2 sobre os recursos e os apoios disponíveis nas instituições de ensino dos
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
indivíduos. As escolas pós-secundárias variam significativamente nos apoios
PROCESSO DE que fornecem; no entanto, os programas mais frequentemente oferecidos aos
DIAGNÓSTICO estudantes pós- secundários com TEA incluem grupos de apoio,
3 aconselhamento, atividades sociais supervisionadas e programas de
AVALIAÇÃO E transiçăo (BARNHILL, 2016).
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA Os psicólogos podem ajudar explorando e compreendendo a base de
DES
pesquisa desses programas. Com essas informações, os psicólogos podem ajudar
4 seus clientes a acessar e navegar nesses suportes, bem como a tomar
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA decisões informadas sobre quais oportunidades buscar.
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E
NECESSIDADE Para os indivíduos que planejam ingressar no emprego, o psicólogo
S DE APOIO
pode recomendar e se referir da mesma forma às organizações comunitárias
5 apropriadas que podem ajudar no planejamento vocacional, incluindo
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO programas de treinamento de habilidades relacionados às metas de emprego
do indivíduo. Basear-se em comportamentos adaptativos, incluindo
REFERÊNCIAS segurança, transporte, responsabilidade financeira, higiene pessoal, entre
outros, é muitas vezes necessário para estudantes com TEA em transiçăo para
a idade adulta (ZEEDYK et al., 2016).
47
1
INTRODUÇÃO
Os psicólogos devem ter conhecimento sobre os apoios e recursos
locais disponíveis (incluindo aqueles oferecidos por outras pessoas na equipe
2 interdisciplinar) para ajudar a atender a essas necessidades e fazer
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
referências apropriadas. Os psicólogos também devem estar cientes de que
PROCESSO DE alguns indivíduos com TEA e suas famílias podem optar por trabalhar com um
DIAGNÓSTICO terapeuta ocupacional, tutor e/ou mentor para desenvolver algumas dessas
3 habilidades e devem estar preparados para fornecer referências e colaborar
AVALIAÇÃO E com esses profissionais, conforme necessário.
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA Além de ajudar os alunos com TEA a navegar pelos recursos em suas
DES
comunidades, os psicólogos podem ajudar os adultos com TEA envolvendo
4 os pais em sessões, se a permissăo for concedida pelo cliente. Como
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA discutido anteriormente, as famílias dos estudantes geralmente estăo
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E altamente envolvidas em sua educaçăo básica; no entanto, a
NECESSIDADE responsabilidade muda rapidamente para os próprios alunos ao ingressar no
S DE APOIO
ensino pós-secundário.
5
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO Pinder-Amaker (2014) sugeriu que os alunos no ensino pós-secundário
se beneficiariam enormemente de um "Plano Educacional Individualizado"
REFERÊNCIAS para os estudos pós-secundários. Deste modo, as interações complexas
entre o aluno, a família e a escola que ocorreram no contexto de um Plano
Educacional
48
1
INTRODUÇÃO
Individualizado na escola básica poderiam continuar após o ensino médio. Os
psicólogos podem ser capazes de colocar em prática alguns aspectos desse
2 plano.
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
PROCESSO DE Novos programas estăo sendo implementados continuamente para
DIAGNÓSTICO atender às necessidades dos números crescentes de adultos com TEA,
3 incluindo estudantes do ensino pós-secundário. Uma desvantagem
AVALIAÇÃO E significativa dessas ofertas, no entanto, é que muitas carecem de avaliaçăo
TRATAMENTO
DE do programa em uma escala maior (ZEEDYK et al., 2016).
COMORBIDA
DES
Até o momento, as recomendações para apoiar as necessidades de
4 estudantes universitários com TEA parecem basear-se mais nas impressões
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA clínicas, nas experiências de profissionais da área de educaçăo e em
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E pesquisas com estudantes com outras deficiências e năo no TEA (por exemplo,
NECESSIDADE dificuldades de aprendizagem), do que em pesquisas empíricas com estudantes
S DE APOIO
universitários com TEA (PINDER-AMAKER, 2014).
5
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO Comrelaçăoaoemprego, historicamente, osapoiostêmsidomaisfacilmente
acessíveis para indivíduos com deficiência intelectual (DI) concomitante, deixando
REFERÊNCIAS indivíduos com TEA, mas sem DI, significativamente menos propensos a ter
atividades diurnas (TAYLOR; SELTZER, 2011). Essa discrepȃncia destaca que
os
49
1
INTRODUÇÃO
apoios atualmente disponíveis săo inadequados para atender às
necessidades daqueles que têm um diagnóstico de TEA sem DI. Embora um
2 interesse crescente em criar programas para esses indivíduos tenha surgido nos
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
últimos anos, muitos desses programas ainda estăo em desenvolvimento e
PROCESSO DE năo estăo amplamente disponíveis.
DIAGNÓSTICO
REFERÊNCIAS
50
1
INTRODUÇÃO
Poucas pesquisas foram conduzidas sobre adultos idosos com TEA,
mas os psicólogos podem ser parte integrante da equipe interdisciplinar para
2 ajudar os indivíduos a lidar com as dificuldades de adaptaçăo à medida que
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O experimentam declínio da mobilidade ou da saúde. O psicólogo também pode
PROCESSO DE trabalhar com a equipe de atendimento para criar apoios adicionais, conforme
DIAGNÓSTICO necessário. Por exemplo, o psicólogo pode consultar uma equipe
3 interdisciplinar sobre estratégias comportamentais a serem implementadas
AVALIAÇÃO E com indivíduos em serviços de atendimento intermitente de recuperaçăo pós-
TRATAMENTO
DE cirúrgica, pois indivíduos nesta condiçăo necessitam ser motivados
COMORBIDA rotineiramente devido à interrupçăo causada pelo processo de recuperaçăo
DES
ser muito angustiante.
4
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA Os psicólogos também săo capazes de fornecer avaliações periódicas
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E que podem ser úteis na detecçăo do declínio cognitivo ao longo do tempo.
NECESSIDADE Pesquisas indicam que na populaçăo em geral, o declínio cognitivo pré-sintomático
S DE APOIO
ocorre nas décadas anteriores ao início da demência (GESCHWIND et al.,
5 2001). A avaliaçăo periódica pode ajudar a detectar esse sinal de alerta em
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO indivíduos com TEA, e outras avaliações podem ajudar a determinar as
acomodações apropriadas ou a necessidade de encaminhamento para
REFERÊNCIAS especialistas adicionais, caso o indivíduo experimente declínio cognitivo ou
surjam novos sintomas de humor ou aumento de comportamentos
problemáticos.
51
1
INTRODUÇÃO
5 CONTRIBUIÇÕES DO PSICÓLOGO
2
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
Indivíduos com TEA certamente se beneficiam da colaboraçăo de uma
PROCESSO DE equipe interdisciplinar. No contexto dessa equipe, as contribuições do
DIAGNÓSTICO psicólogo incluem treinamento extensivo em avaliaçăo do TEA e comorbidades
3 psicológicas/ comportamentais que săo comumente vistas no contexto do
AVALIAÇÃO E TEA.
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA As contribuições do psicólogo para a avaliaçăo geralmente săo
DES
particularmente importantes para o planejamento acadêmico, planejamento
4 de transiçăo e qualificaçăo para vários serviços. O treinamento e a
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA experiência do psicólogo serăo um trunfo para o planejamento de tratamento
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E da equipe, e o psicólogo pode fornecer intervenções para abordar
NECESSIDADE preocupações psicológicas e comportamentais comuns que podem afetar a
S DE APOIO
qualidade de vida e interferir na participaçăo em outras intervenções ou
5 programas acadêmicos.
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO
À medida que o indivíduo envelhece, o psicólogo permanece como
REFERÊNCIAS um recurso para as intervenções terapêuticas necessárias, adaptadas às
necessidades do indivíduo e pode ajudar nas principais transições da vida.
52
1
INTRODUÇÃO
O psicólogo também é um recurso para avaliar mudanças cognitivas
associadas ao envelhecimento e fornece treinamento em metodologia de
2 pesquisa necessária para o desenvolvimento, pesquisa e aprimoramento de
CONTRIBUIÇÕE
S PARA O
programas, à medida que os profissionais se esforçam para atender melhor
PROCESSO DE às necessidades dessa populaçăo.
DIAGNÓSTICO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE
REFERÊNCIAS
COMORBIDA
DES
ASHBAUGH, K.; KOEGEL, R. L.; KOEGEL, L. K. Increasing social integration
4 for college students with autism spectrum disorder. Behavioral
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA Development Bulletin, v. 22, n. 1, p. 183-196, 2017. Disponível em:
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E https://www.ncbi.nlm.
NECESSIDADE nih.gov/pubmed/28642808. Acesso em: 19 fev. 2020.
S DE APOIO
REFERÊNCIAS
56
1
INTRODUÇÃO
REFERÊNCIAS
57
1
INTRODUÇÃO
LAI, M. et al. A behavioral comparison of male and female adults with high
2 functioning autism spectrum conditions. PLoS One, v. 6, n. 6, p. 208-235,
CONTRIBUIÇÕE 2011. Disponível em: <shorturl.at/crRU5>. Acesso em: 26 fev. 2020.
S PARA O
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO LAUGESON, E. A.; PARK, M. N. Using a CBT approach to teach social skills
3 to adolescents with autism spectrum disorder and other social challenges: the
PEERS® method. Journal of Rational-Emotive & Cognitive-Behavior
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO Therapy,
DE
COMORBIDA v. 32, n. 1, p. 84-97, 2014. Disponível em: <shorturl.at/LV039>. Acesso em: 23
DES
fev. 2020.
4
TRANSIÇÃO LICKEL, A. et al. Assessment of the prerequisite skills for cognitive
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS behavioral therapy in children with and without autism spectrum
SINTOMAS E
NECESSIDADE disorders. Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 42, n. 6, p.
S DE APOIO 992-1000, 2012. Disponível em:
5 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4426203/. Acesso em: 29 fev.
CONTRIBUIÇÕES 2020.
DO PSICÓLOGO
MAY, T.; CORNISH, K.; RINEHART, N. Does gender matter? A one year follow-
2 up of autistic, attention and anxiety symptoms in high-functioning children with
CONTRIBUIÇÕE autism spectrum disorder. Journal of Autism and Developmental
S PARA O
Disorders,
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO v. 44, n. 5, p. 1077-1086, 2014.
REAVEN, J. et al. Group cognitive behavior therapy for children with high-
2 functioning autism spectrum disorders and anxiety: a randomized trial.
CONTRIBUIÇÕE Journal of Child Psychology and Psychiatry, v. 53, n. 4, p. 410-419, 2012.
S PARA O
PROCESSO DE
DIAGNÓSTICO ROSEN, T. E.; CONNELL, J. E.; KERNS, C. M. A review of behavioral interventions
3 VAN STEENSEL, F. J.; BÖGELS, S. M.; PERRIN, S. Anxiety disorders in children and
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO adolescents with autistic spectrum disorders: a meta-analysis. Clinical Child
DE
COMORBIDA and Family Psychology Review, v. 14, n. 3, p. 302-317, 2011.
DES
REFERÊNCIAS
WOOD, J. J. et al. Cognitive behavioral therapy for anxiety in children with
autism spectrum disorders: a randomized, controlled trial. Journal of Child
Psychology and Psychiatry, v. 50, n. 3, p. 224-234, 2009.
63
1
INTRODUÇÃO
3
AVALIAÇÃO E
TRATAMENTO
DE
COMORBIDA
DES
4
TRANSIÇÃO
PARA A VIDA
ADULTA, SEUS
SINTOMAS E
NECESSIDADE
S DE APOIO
5
CONTRIBUIÇÕES
DO PSICÓLOGO
REFERÊNCIAS
CURSO LIVRE
AUTISMO
EM
PERSPECTIVA
Ler Ebook
E.04
AUTISMO NA PERSPECTIVA
TERAPÊUTICA:
PROPOSTAS
INTERVENTIVAS
Apoio
Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NUAP
Núcleo de Inclusão e Acessibilidade – NIA
3
1
INTRODUÇ
1INTRODUÇÃO
ÃO
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
O enfoque desse tópico săo as intervenções direcionadas ao TEA –
3 Transtorno do Espectro Autista –, portanto ele se propõe a apresentar de modo
ABA – ANÁLISE DO resumido algumas intervenções ligadas à musicalizaçăo, intervenções voltadas
COMPORTAMENTO
APLICADA ao desenvolvimento de habilidades comunicativas, à elaboraçăo de
autobiografia e intervenções que envolvem a prática regular de atividade física,
4 como a dançaterapia.
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS FIGURA 1 – APRESENTAÇÃO CULTURAL: “DANÇATERAPIA: AUTISTAS EM MOVIMENTO”, UM CONVITE DO
COM DÉFICITS ROTARY CLUB DE CAMPOS NOVOS
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL FONTE: <http://twixar.me/Gq3m>. Acesso em: 7 mar. 2020.
REFERÊNCI
4
1
INTRODUÇ
ÃO Esse tópico também apresentará subsídios para o conhecimento
2 acerca das seguintes propostas de intervençăo como: ABA, TEACCH, PECS, SON
TEA – PROPOSTAS DE RISE e o Currículo Funcional Natural.
INTERVENÇÃO
dicas
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
No entanto, perceba como ela é possível, leia o artigo de Lavinia Teixeira Machado,
5 professora adjunta do Departamento de Educaçăo em Saúde da Universidade Federal de
Sergipe – Săo Cristóvăo (SE) – Brasil, intitulado Dançaterapia no autismo: um estudo
PECS - SISTEMA DE de caso de 2015.
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS FONTE: TEIXEIRA-MACHADO, Lavinia. Dançaterapia no autismo: um estudo de caso. Fisioter.
Pesqui., Săo Paulo, v. 22, n. 2, p. 205-211, Jun. 2015. Disponível em:
6 http://www.scielo. br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-
29502015000200205&lang=pt. Acesso em: 12 mar. 2020.
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
6
1
INTRODUÇ
ÃO Uma característica que frequentemente faz parte do TEA é a
2 dificuldade de expressăo verbal. Tanto que boa parte das famílias desconfiam
TEA – PROPOSTAS DE que a criança tem algo diferente das demais, muitas vezes pela a ausência da
INTERVENÇÃO
fala, ao passo que os coleguinhas da mesma idade já se expressam por meio
3 da comunicaçăo verbal.
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO
APLICADA Por conseguinte, Silva, Lopes-Herrera e De Vitto (2007) fizeram um
estudo acerca do TEA, voltado ao desenvolvimento de habilidades de
4 comunicaçăo. O estudo abordou a reabilitaçăo dos transtornos da fala e da
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA linguagem, relativos aos transtornos globais do desenvolvimento infantil,
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
portanto, destaca relações entre terapia e linguagem.
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
A intervençăo examinada por Silva, Lopes-Herrera e De Vitto (2007) foi
5 realizada com um menino com TEA, cujo diagnóstico foi realizado aos vinte e
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR quatro meses de idade. Desde entăo, o menino recebeu intervençăo
TROCA DE FIGURAS
fonoaudiológica individual duas vezes por semana.
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
12
1
INTRODUÇ
ÃO
2
TEA – PROPOSTAS DE
atenção
INTERVENÇÃO
Talvez você tenha ficado em dúvida sobre o significado da palavra generalizaçăo. Entăo,
vamos conhecer alguns de seus sinônimos?
3
ABA – ANÁLISE DO Açăo de tornar universal:
COMPORTAMENTO 1. universalizaçăo, globalizaçăo, mundializaçăo.
APLICADA
Operaçăo mental:
4 2. abstraçăo, abstrato, intangibilidade, impalpabilidade, incoporalidade, imaterializaçăo,
subjetividade conceptualizaçăo, intelectualizaçăo.
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
Aumento rápido, com propagaçăo:
COM DÉFICITS 3. proliferaçăo, abundȃncia, aumento, epidemia, crescimento, reproduçăo, difusăo,
RELACIONADOS À multiplicaçăo, alastramento.
COMUNICAÇÃO
Divulgaçăo para muitas pessoas:
5 4. propagaçăo, divulgaçăo, publicaçăo, vulgarizaçăo, propalaçăo, popularizaçăo.
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR FONTE: <https://www.sinonimos.com.br/generalizacao/>. Acesso em: 5 mar. 2020.
TROCA DE FIGURAS
dicas
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO Ficou com vontade de ler uma das autobiografias de Birger Sellin? Eis a capa do livro:
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS FIGURA 2 – CAPA DO LIVRO DE BIRGER SELLIN
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
3 • ao desempenho motor;
ABA – ANÁLISE DO • ao desempenho gestual;
COMPORTAMENTO
APLICADA • ao equilíbrio corporal;
• às condições de marcha;
4 • à qualidade de vida;
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA • à capacidade motora (estática e dinȃmica);
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
• às habilidades motoras.
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
Além disso, percebeu-se uma significativa reduçăo da gravidade do
5 espectro autista. Frente ao exposto, Teixeira-Machado (2015) defende que
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR intervenções com base na dança săo benéficas, pois săo permeadas por
TROCA DE FIGURAS
movimentos rítmicos, proposiçăo de estímulos diferenciados e de exercícios
alternados, acrescidos de direções diversas. Perceba que todo este
6 movimento contribui para o desenvolvimento humano.
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
18
1
INTRODUÇ
ÃO Agora conversaremos sobre alguns métodos para efetivar e descobrir
2 por meio da observaçăo e investigaçăo o desenvolvimento da criança, jovens
TEA – PROPOSTAS DE ou adultos.
INTERVENÇÃO
3 3 ABA – ANÁLISE DO
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO APLICADA
COMPORTAMENTO
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO Silva, Soares e Benitez (2020) desenvolveram um estudo sobre a
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS Análise do Comportamento Aplicada (ABA), no que se refere a estudantes
COM DÉFICITS com TEA. Os referidos autores destacam que o TEA pode afetar distintas
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO áreas do desenvolvimento humano, por isso, é essencial que uma variedade
5 de profissionais se engajem em propostas de intervenções para pessoas com
PECS - SISTEMA DE TEA.
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
Para Silva, Soares e Benitez (2020), é melhor ainda quando grupos de
6 profissionais de áreas diferentes se unem em torno da mesma estratégia
SRP - PROGRAMA
SON-RISE interventiva. Até porque os estudantes com TEA têm direito ao atendimento
7 multiprofissional. Nesse sentido, a ABA é uma proposta favorável, já que
CURRÍCULO intervenções em ABA podem ser realizadas por uma diversidade de
FUNCIONAL
NATURAL profissionais, tais como:
REFERÊNCI
19
1
INTRODUÇ
ÃO • Psicólogos.
2 • Fonoaudiólogos.
TEA – PROPOSTAS DE • Pedagogos.
INTERVENÇÃO
• Terapeutas ocupacionais.
3 • Educadores especiais.
ABA – ANÁLISE DO • Equipe interdisciplinar.
COMPORTAMENTO
APLICADA
Silva, Soares e Benitez (2020) frisam que ferramentas tecnológicas
4 podem ser acrescentadas nesse contexto. Elas podem complementar as
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA ações dos profissionais, criando ou ampliando as condições para que mais
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
profissionais conheçam as atividades aplicadas, e que possam, também,
RELACIONADOS À aplicar cada uma delas, analisando o desempenho dos estudantes com TEA.
COMUNICAÇÃO
Em acréscimo, os profissionais podem reprogramar as novas atividades com
5 vistas às sessões futuras (SILVA; SOARES; BENITEZ, 2020), isto é, na
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR concepçăo desses autores, a ABA pode ser conduzida por intermédio de
TROCA DE FIGURAS
recursos computacionais.
3
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO
dicas
APLICADA
Lembre-se de que você já pôde entrar em contato com a ABA nas etapas anteriores desse
curso. Para saber mais sobre o assunto, recomendamos a leitura do livro intitulado
4 “Análise do Comportamento Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista”, cujas
TEACCH - TRATAMENTO autoras săo Ana Carolina Sella e Daniela Mendonça Ribeiro.
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS FIGURA 3 – CAPA DO LIVRO “ANÁLISE DO COMPORTAMENTO APLICADA AO TRANSTORNO
COM DÉFICITS DO ESPECTRO AUTISTA”
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
4 TEACCH - TRATAMENTO E
ÃO
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
EDUCAÇÃO PARA
3
AUTISTAS E CRIANÇAS
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À COMUNICAÇÃO
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA TEACCH pressupõe uma sigla que significa "Tratamento e Educaçăo
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS para Autistas e Crianças com déficits relacionados à Comunicaçăo", também
RELACIONADOS À utilizada para "Tratamento e Educaçăo para Autistas e Crianças com
COMUNICAÇÃO
Limitações". De acordo com Kwee, Sampaio e Atherino (2009), o TEACCH foi
5 criado por Eric Shopler e colaboradores, no ano de 1966, na divisăo de
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR Psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte
TROCA DE FIGURAS
(EUA). O programa foi fruto de um projeto de pesquisa, que se propunha a
2
TEA – PROPOSTAS DE
dicas
INTERVENÇÃO
Você quer aprender mais sobre TEACCH? Que tal ler o livro escrito por Maria Elisa Granchi
Fonseca e Juliana De Cássia Baptistella Ciola?! O título é “Vejo e Aprendo - Fundamentos
3 do Programa TEACCH”.
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO FIGURA 4 – CAPA DO LIVRO “VEJO E APRENDO - FUNDAMENTOS DO PROGRAMA TEACCH”
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE FONTE: <http://twixar.me/Nq3m>. Acesso em: 5 mar. 2020.
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
30
1
INTRODUÇ
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
POR TROCA DE FIGURAS
3 A sigla PECS é oriunda da língua inglesa Picture Exchange
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO Communication System, que em língua portuguesa corresponde ao sistema
APLICADA
de comunicaçăo por troca de figuras (FERREIRA et al., 2017).
4
TEACCH - TRATAMENTO É uma proposta de intervençăo que tem sido empregada sobretudo
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS com as pessoas com TEA que săo consideradas năo verbais (que năo
COM DÉFICITS apresentam habilidades para empregar o código linguístico). Muitas dessas
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO pessoas, tendem, inclusive, a năo utilizar gestos, demonstrando, assim,
5 dificuldades para estabelecer comunicaçăo tanto em termos verbais como năo
PECS - SISTEMA DE verbais (FERREIRA et al., 2017).
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
31
1
INTRODUÇ
ÃO FIGURA 5 – EXEMPLO DE PECS
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
3
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS FONTE: <http://twixar.me/xq3m>. Acesso em: 5 mar. 2020.
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
2
TEA – PROPOSTAS DE
dicas
INTERVENÇÃO
Vamos aprender mais sobre esse tema? Uma boa alternativa para isso é a o livro “Comunicaçăo
Alternativa – Teoria, prática, tecnologias e pesquisa”.
3
ABA – ANÁLISE DO
FIGURA 6 – CAPA DO LIVRO “COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA – TEORIA, PRÁTICA, TECNOLOGIAS E
COMPORTAMENTO PESQUISA”
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
37
1
INTRODUÇ
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
O Programa Son-Rise (SRP) foi criado nos Estados Unidos, na década
3 de 1970, e costuma ser conduzido pelos pais, mediante o auxílio de
ABA – ANÁLISE DO facilitadores. Trata-se de uma proposta de intervençăo para crianças com
COMPORTAMENTO
APLICADA TEA, caracterizada como intervençăo precoce (SCHMIDT et al., 2015).
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
38
1
INTRODUÇ
ÃO FIGURA 7 – QUARTO DE BRINCAR – PROGRAMA SON-RISE
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
3
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS FONTE: <https://www.youtube.com/watch?v=1_aQ-9uhZ2c>. Acesso em: 5 mar. 2020.
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À
COMUNICAÇÃO
Os procedimentos do Programa Son-Rise abarcam determinadas estratégias
5 educacionais. É necessário que os pais ou responsáveis pela criança
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR aprendam estas estratégias, para que consigam conduzir os momentos de
TROCA DE FIGURAS
intervençăo com interaçăo adequada. Os responsáveis pela criança săo
encorajados a seguirem os interesses manifestos pela criança, ao invés de se
6 esforçarem para direcionar a criança para uma atividade selecionada pelos
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
próprios responsáveis (SCHMIDT et al., 2015).
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
39
1
INTRODUÇ
ÃO Os responsáveis também săo estimulados a valorizar as expressões
2 da criança, incluindo as estereotipias. De modo geral, pode-se afirmar que o
TEA – PROPOSTAS DE Programa Son-Rise visa promover a aceitaçăo da criança com TEA, de modo
INTERVENÇÃO
a abandonar ou, pelo menos, diminuir os julgamentos em relaçăo a ela.
3 O programa Son-Rise, sumariamente, apoia-se na filosofia de que mais do que
ABA – ANÁLISE DO
COMPORTAMENTO obrigar a pessoa com autismo a participar das nossas vivências, os pais
APLICADA devem participar do mundo da criança como uma forma de construir uma
ponte entre a criança e seus cuidadores. Uma vez que essa possibilidade é
4
construída, o filho pode ser encorajado a avançar e experimentar
experiências mais significativas e complexas (SCHMIDT et al., 2015, p.
TEACCH - TRATAMENTO 424).
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À
Isso posto, o estudo de Schmidt et al. (2015) revelou que:
COMUNICAÇÃO
3
ABA – ANÁLISE DO
dicas
COMPORTAMENTO
APLICADA O Programa Son-Rise chamou a sua atençăo? Você pode aprender mais sobre ele através
da leitura do livro “Vencer o Autismo com o The Son-Rise Program”.
5
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
6
SRP - PROGRAMA FONTE: <http://twixar.me/Gr3m>. Acesso em: 5 mar. 2020.
SON-RISE
7
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
41
1
INTRODUÇ
ÃO Schmidt et al. (2015) realçam que os pais e responsáveis por crianças
2 com TEA necessitam ter acesso às informações sobre diferentes propostas
TEA – PROPOSTAS DE de intervenções em TEA. Desse jeito, podem tomar decisões sobre a escolha
INTERVENÇÃO
dos programas, levando em conta as singularidades de seu filho, evitando o
3 desperdício de tempo de dinheiro com propostas que năo săo indicadas para
ABA – ANÁLISE DO ele.
COMPORTAMENTO
APLICADA
4
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
7 CURRÍCULO FUNCIONAL NATURAL
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À Para Silva, Silva e Soares (2018), o Currículo Funcional Natural
COMUNICAÇÃO
possibiliza que o educando se depare com novas oportunidades e adaptações
5 no tocantes as suas dificuldades e/ou necessidades.
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR
TROCA DE FIGURAS
As origens do Currículo Funcional Natural se encontram no Kansas, na
década de 1970 e desde o início visavam ao desenvolvimento de habilidades
6 funcionais de pessoas com necessidades educacionais especiais. Por vezes,
SRP - PROGRAMA
SON-RISE
o Currículo Funcional Natural serve de apoio aos programas de alfabetizaçăo,
7 assumindo, assim, o caráter de uma proposta metodológica complementar/
CURRÍCULO
FUNCIONAL
NATURAL
REFERÊNCI
42
1
INTRODUÇ
ÃO adicional (SILVA; SILVA; SOARES, 2018). De qualquer modo, o objetivo basilar
2 do Currículo Funcional Natural salienta a promoçăo de aprendizagem de
TEA – PROPOSTAS DE habilidades e a construçăo de conhecimentos que possam ser empregados
INTERVENÇÃO
pelo aluno em seu cotidiano.
3
ABA – ANÁLISE DO O Currículo Funcional Natural vem sendo utilizado a pessoas que
COMPORTAMENTO
APLICADA apresentam deficiência intelectual, ou deficiências múltiplas, ou ainda,
necessidades educacionais especiais mais complexas ou substanciais. Trata-
4 se de um currículo desenvolvido no ambiente natural do estudante, que tem
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA como propósito auxiliá-lo a aprender com naturalidade a desenvolver
AUTISTAS E CRIANÇAS habilidades e competências que săo necessárias para a sua independência,
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À autonomia, realizaçăo e produtividade (SILVA; SILVA; SOARES, 2018).
COMUNICAÇÃO
6
SRP - PROGRAMA
SON-RISE Estamos nos aproximando do final da última etapa desse curso.
7 Esperamos que ele esteja sendo profícuo para a sua aprendizagem quanto às
CURRÍCULO propostas de intervençăo com pessoas com TEA. Vamos recapitular o que
FUNCIONAL
NATURAL vimos nessa etapa?
REFERÊNCI
44
1
INTRODUÇ
ÃO • Musicalizaçăo com bebês.
2 • Intervenções voltadas ao desenvolvimento de habilidades comunicativas.
TEA – PROPOSTAS DE • Elaboraçăo de autobiografia.
INTERVENÇÃO
• Intervenções que envolvem a prática regular de atividade física.
3 • Dançaterapia.
ABA – ANÁLISE DO • ABA.
COMPORTAMENTO
APLICADA • TEACCH
• PECS.
4 • SON-RISE.
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA • Currículo funcional natural.
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
RELACIONADOS À É preciso clarificar que um curso como esse năo permite que se
COMUNICAÇÃO
aprofunde muito em cada proposta. Por isso, essa etapa contou com várias
5 sugestões de leitura para que você possa se embrenhar ainda mais nos
PECS - SISTEMA DE
COMUNICAÇÃO POR conhecimentos das propostas de intervençăo que mais chamaram a sua
TROCA DE FIGURAS
atençăo!
REFERÊNCIAS
ÃO
2
TEA – PROPOSTAS DE
INTERVENÇÃO
AMBROS, Tatiane Medianeira Baccin et al. A musicalizaçăo como
3 intervençăo precoce junto a bebê com risco psíquico e seus familiares. Rev.
ABA – ANÁLISE DO latinoam. psicopatol. fundam., Săo Paulo, v. 20, n. 3, p. 560-578, jul.
COMPORTAMENTO
APLICADA 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S1415- 47142017000300560&lng=pt&nrm=iso. Acesso
4 em: 26 fev. 2020. https://doi. org/10.1590/1415-4714.2017v20n3p560.10.
TEACCH - TRATAMENTO
E EDUCAÇÃO PARA
AUTISTAS E CRIANÇAS
COM DÉFICITS
BIALER, Marina. A escrita terapêutica no autismo. Rev. latinoam.
RELACIONADOS À psicopatol. fundam., Săo Paulo, v. 18, n. 2, p. 221-233, jun. 2015.
COMUNICAÇÃO
Disponível
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