Plano de Controle de Erosão em Pindamonhangaba
Plano de Controle de Erosão em Pindamonhangaba
Janeiro / 2025
Objetivos do Plano Municipal de Controle de
Erosão Rural de Pindamonhangaba
DIAGNÓSTICO
AMBIENTAL
CARACTERIZAÇÃO Suscetibilidade a
DO MUNICÍPIO CARACTERIZAÇÃO Erosão
ASPECTOS LEGAIS E Histórico de DO MEIO FÍSICO Problemas Erosivos
CONSTITUCIONAIS Ocupação de Pindamonhangaba
Clima LEVANTAMENTO DE
Legislação Federal Dados Estudo Geológico CAMPO
Vegetação
Legislação Estadual Populacionais (Caracterização Atualização da Malha
Hipsometria
Legislação Estadual Trabalho e Renda Geotécnica, Viária Rural
Declividade Suscetibilidade Municipal
Planos existentes Economia inundação e
Geomorfologia Cadastro das
Plano Diretor Estratificação das deslizamento e Travessias
Áreas Agrícolas Solos processos
Participativo de
Pindamonhangaba Imagem de Satélite Capacidade de Uso geodinâmicos nas
Uso e Ocupação do do Solo estradas vicinais)
Solo Áreas de Proteção
Permanente
Unidades de
Conservação
Etapa 02 – Aspectos Legais e Constitucionais
Legislação Municipal
• Lei nº 4.573, de 05 de março de 2007 - dispõe sobre a instituição do índice de qualidade ambiental no município e dá
outras providências.
• Lei nº 4.574, de 10 de abril de 2007 - dispõe sobre os agentes de proteção do meio ambiente e dá outras providencias.
• Lei nº 4.637, de 26 de junho de 2007, altera dispositivo da lei nº 4575, de 03 de maio de 2007 - dispõe sobre a criação do
programa “Nosso Verde” no município de Pindamonhangaba, e dá outras providências.
• Lei nº 4.871, de 07 de outubro de 2008, institui no município a “Semana da Conscientização Ambiental” e dá outras
providências.
• Lei nº 4.955, de 01 de setembro de 2009, estabelece o Conselho de Defesa do Meio Ambiente do município de
Pindamonhangaba.
• Lei nº 4.956, de 01 de setembro de 2009, institui a campanha de combate às queimadas no município de
Pindamonhangaba e dá outras providências.
• Lei nº 4.961, de 01 de setembro de 2009, institui o Calendário de Mobilização Ambiental do Município de
Pindamonhangaba e dá outras providências.
• Lei n° 6.305, de 07 de fevereiro de 2020. - Altera a Lei n° 4.900, de 27 de janeiro de 2009, que dispõe sobre a
denominação do PARQUE MUNICIPAL DO TRABIJU e dá outras providências.
• Lei Complementar nº 66, de 06 de janeiro de 2022 - dispõe sobre a revisão do plano diretor participativo de
Pindamonhangaba e dá outras providências.
Etapa 02 – Aspectos Legais e Constitucionais
Planos Existentes
• Terras com boa qualidade, clima ameno e rota para Minas Gerais, permitiu que o local se
desenvolvesse rapidamente tornando-se povoado vinculado, ao hoje município de Taubaté, por volta de
1680;
• Substituição da atividade cafeeira pela pecuária leiteira, extensas plantações de arroz e produção de
hortifrutigranjeiros, período este, caracterizado como de pequeno crescimento econômico, estendendo-
se até o final da década de 1950; e
• Entre 1970 a 1985, marcou uma fase de grande crescimento industrial, mudando drasticamente as
características do município.
Etapa 02 – Caracterização do Município
Dados Populacionais
• População total segundo censo 2022 é de 165.428 habitantes onde 80.142 são homens e 85.286 são
mulheres. Sua densidade demográfica é de 226,19 hab/km²;
• A taxa de crescimento no período entre o ano de 2000 e o ano de 2010 foi de 1,55% ao ano e para o
período entre 2010 e 2022 de 0,99%;
• População residente em meio urbano e rural encontra-se desatualizada, tendo apenas os dados do
censo 2010 quando a população total era de 146.995. Nesse cenário, a população urbana era de
141.708 habitantes e a rural de 5.287;
• Segundo o censo 2010, 95.057 (64,67%) se declaram brancas, 43.595 (29,66%) se declaram pardas,
6.946 (4,73%) se declaram pretas, 1.254 (0,85%) se declaram amarelas e 143 (0,10%) se declaram
indígenas
Etapa 02 – Caracterização do Município
Trabalho e Renda
• Segundo dados do IBGE (2021), o salário médio mensal era de 3,3 salários mínimos;
Quadro 2 - Participação dos Empregos Formais e Rendimento Médio dos Empregos Formais.
Fonte: SEADE (2023)
• Foram selecionadas as bandas multiespectrais nas faixas do verde, azul, vermelho e infravermelho
próximo e a banda pancromática na faixa visível da radiação eletromagnética;
• Após a obtenção das imagens da área do município, utilizou-se o software QGIS 3x para a composição
colorida das bandas multiespectrais através da função “mesclar” da funcionalidade raster. Após a
composição colorida, foi realizado o processo de fusão com a imagem multiespectral a partir da função
pansharpening do GDAL incluso no QGIS 3x;
• O algoritmo pansharpening do GDAL incluso no QGIS 3x permite a realização da fusão espacial das
bandas multiespectrais com a banda pancromática, resultando numa imagem colorida (multiespectral)
com resolução da banda pancromática, ou seja, de 2,0 m, pois esta foi restaurada na etapa anterior;
• Desta forma, a composição colorida resultante pode ser inserida em outros softwares do tipo Sistemas
de Informações Geográficas, como ArcGis e QGIS, por exemplo, para ser analisada visualmente ou
processada digitalmente para geração de mapas temáticos como de uso e ocupação do solo.
Etapa 02 – Caracterização do Município
Imagem de Satélite e Uso e Ocupação do Solo
Etapa 02 – Caracterização do Município
Imagem de Satélite e Uso e Ocupação do Solo
Etapa 02 – Caracterização do Município
Imagem de Satélite e Uso e Ocupação do Solo
• A partir da visualização do mapa é possível identificar a distribuição das classes de uso e ocupação do
solo na qual demonstram um amplo domínio de pastagem e vegetação nativa.
• As culturas temporárias encontram-se mais na região de várzea do rio Paraíba do Sul assim como as
áreas de mineração cujo material extraído são aqueles empregados na construção civil como areia.
• De maneira restrita nas encostas há o clima Cfa Clima subtropical, com verão quente. As temperaturas
são superiores a 22ºC no verão e com mais de 30 mm de chuva no mês mais seco.
• Na porção central e ocupando maior área do município predomina o clima Cwa que se caracteriza por
ser um clima subtropical de inverno seco (com temperaturas inferiores a 18ºC) e verão quente (com
temperaturas superiores a 22ºC).
• Dentre esses climas, destaca-se o Cfb em relação a possibilidade de geadas. Trata-se de um clima
temperado, com verão ameno. Chuvas uniformemente distribuídas, sem estação seca e a temperatura
média do mês mais quente não chega a 22ºC. Apresenta precipitação entre 1.100 a 2.000 mm e geadas
severas e frequentes, num período médio de ocorrência de 10 a 25 dias anualmente. Esse clima é
predominante na região norte do município no alto da Serra da Mantiqueira.
Etapa 02 – Caracterização do Meio Físico
Clima
Mapa dos Tipos Climáticos do Município. Mapa de Precipitações Médias Anuais do Município.
Fonte: Elaborado pela TCA com base nos dados Alvares et. al, (2013). Fonte: Elaborado pela TCA com base em Pinto et al. (2015).
Etapa 02 – Caracterização do Meio Físico
Precipitação Média Anuais
Clima Precipitações Médias Anuais do Município.
Fonte: Elaborado pela TCA com base nos dados Alvares et. al, (2013). Fonte: Elaborado pela TCA com base em Pinto et al. (2015).
Mapa de Vegetação de Pindamonhangaba.
Etapa 02 –
Caracterização do
Meio Físico
Vegetação
• Segundo dados do IBGE, o território de
Pindamonhangaba é constituído por três
tipos de vegetação sendo eles a Floresta
Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semi
decidual e Savana ou Cerrado;
Fonte: Elaborado pela TCA com base nos dados de IBGE (2012)
Etapa 02 – Caracterização do Meio Físico
Caracterização das Formas de Terreno (Hipsometria e
Declividade)
• O mapa hipsométrico da área de estudo foi obtido a partir do modelo digital de elevação resultante da
interpolação de dados topográficos como curvas de nível, pontos cotados, rede de drenagem e limite da
área de estudo;
• O processo de interpolação foi realizado através do software ArcGIS 10.3 com a função Topo To Raster
no qual foi baseado nos trabalhos desenvolvidos por Hutchinson (1989) em seu programa ANUDEM no
qual remove depressões de modelos digitais de elevação sendo útil à sua aplicação em estudos
hidrológicos;
• A zona urbana segue o padrão de ocupação do Vale do Paraíba, estando as margens do Rio Paraíba
do Sul e consequentemente nas menores altitudes;
• As áreas com maiores altitudes estão no topo da Serra da Mantiqueira como o Pico do Itapeva; e
• Classe B (3 a 6%) predomina em 5.559,92 ha (7,67% das terras do Município): Os terrenos dessa
classe têm declives suaves, onde geralmente o deflúvio é lento ou médio. Nessa classe o trabalho
mecanizado usual é de fácil operação. Geralmente práticas simples de conservação do solo são
suficientes (cultivo em nível ou plantio direto), exceto em solos erodíveis (arenosos) com comprimento
de rampa muito longo.
• Classe C (6 a 12%) predomina em 6.061,45 ha (8,30% das terras do Município): A classe C engloba
terrenos inclinados em relevo geralmente ondulado. O deflúvio é médio ou rápido. O declive
normalmente não prejudica o uso de máquinas agrícolas. Em alguns casos, a erosão hídrica pode ser
controlada com práticas simples. Porém, normalmente são necessárias práticas complexas de
conservação do solo (terraceamento, plantio direto), para que seja cultivado intensamente.
Etapa 02 – Caracterização do Meio Físico
Caracterização das Formas de Terreno (Hipsometria e Declividade)
• Classe D (12 a 20%) predomina em 5.542,58 ha (7,59% das terras do Município): A classe D
compreende terrenos inclinados em relevo ondulado. Geralmente o escoamento superficial é rápido
para a grande maioria dos solos. O uso de máquinas agrícolas é parcialmente prejudicado. A erosão
hídrica compromete o cultivo intenso.
• Classe E (20 a 40%), predomina em 12.128,86 (16,62% das terras do Município): A classe E
constitui terrenos muito inclinados a fortemente inclinados, onde o escoamento superficial é muito
rápido. Nessa classe, a grande maioria dos solos, é extremamente suscetível à erosão, e os terrenos
devem ser utilizados somente para cultivos perenes, pastagens e, principalmente, reflorestamentos. A
maior parte das máquinas agrícolas pode ser usada, mas com dificuldades. Há sérios impedimentos ao
uso, exigindo práticas muito complexas (projetos de drenagem), e devem ser mantidos
preferencialmente como áreas de preservação ambiental.
• Classe F (> 40%), predomina em 15.846,17 ha (21,71% das terras do Município): Nesta classe de
declive incluem-se as áreas íngremes, de regiões montanhosas, onde praticamente nenhum tipo de
máquina agrícola pode trafegar. O escoamento superficial é sempre muito rápido e os solos
extremamente suscetíveis à erosão hídrica. O uso adequado para estas áreas é a manutenção do
ecossistema faunístico, florístico e aquático.
Etapa 02 – Caracterização do Meio Físico
Caracterização das Formas de Terreno (Hipsometria e Declividade)
Fonte: Elaborado pela TCA com base nas curvas de nível de IPT (2015). Fonte: Elaborado pela TCA.
Mapa Geomorfológico de Pindamonhangaba.
Etapa 02 – Caracterização
do Meio Físico
Geomorfologia
• Devido ao complexo contexto geológico
onde se encontra o município de
Pindamonhangaba, há uma elevada
presença de classes de relevo
classificadas segundo o trabalho
desenvolvido pelo Serviço Geológico
brasileiro (CPRM, 2016).
• O município apresenta as seguintes
classes de relevo: Planícies de
inundação, Terraços Fluviais, Rampas
de alúvio-Colúvio, Rampas de
Colúvio/Depósito de Tálus, Formações
Tecnogênicas (terrenos alterados pela
atividade de mineração), Tabuleiros,
Tabuleiros Dissecados, Colinas, Morros
Baixos, Morros Altos, Domínio Serrano,
Escarpas de borda de planaltos.
• Depósitos aluvionares;
• Intrusões graníticas; e
• Rochas metamórficas.
Etapa 02 – Diagnóstico Ambiental
Estudo Geológico (Caracterização Geotécnica e Suscetibilidade)
Depósitos Aluvionares
Intrusões Graníticas
• Solos de alteração com potencial para ser utilizado como material de empréstimo
em aterros;
Rochas Metamórficas
Fonte: Elaborado pela TCA com base em CPRM (2007). Fonte: Elaborado pela TCA com base em CPRM/IPT (2018).
Mapa de Localização das Estradas com Problemas de
Deslizamento Etapa 02 – Diagnóstico Ambiental –
Processos Geodinâmicos nas
Estradas Vicinais
• Wilson Monteiro
• PIN 040;
• PIN-129.
• PIN 135;
• PIN 440;
• PIN 441; e
• PIN 435
• O Parque Natural Municipal do Trabiju (PNMT) tem como ato de criação a Lei
Municipal 4.900 de 27 de janeiro de 2009;
• Tem como objetivo proteger a fauna, flora os recursos hídricos e demais recursos
naturais e realizar estudos científicos do ecossistema, além de coletas de
sementes para a formação de um banco genético;
Fonte: Elaborado pela TCA com base nos dados da ANA (2024) Fonte: Elaborado pela TCA com base em Pindamonhangaba (2013).
Etapa 02 – Diagnóstico Ambiental
Levantamento de Campo e Atualização da Malha Viária
100 anos)
Extensão
Talvegue
25 anos)
50 anos)
Área
tc
Microbacia
Travessias
CN
(m/km)
(km²)
m³/s
m³/s
m³/s
(m)
(h)
TR01 MCB01 6436,677 7,12 64 40,08 4,42 16,68 21,41 26,49
TR02 MCB02 2518,633 1,21 73 42,48 2,27 3,14 3,89 4,66
TR03 MCB03 3595,506 4,94 66 106,52 2,13 9,83 12,70 15,77
TR04 MCB04 1118,940 0,55 68 114,39 1,35 1,50 1,92 2,37
TR05 MCB05 584,238 0,50 72 160,89 1,18 1,97 2,47 2,99
TR06 MCB06 3143,937 3,50 65 142,81 1,72 6,67 8,68 10,83
TR07 MCB07 17028,963 47,03 63 74,99 5,72 31,84 41,74 52,49
TR08 MCB08 2843,054 2,03 63 272,24 1,22 3,94 5,19 6,56
TR09 MCB09 4869,781 5,67 66 83,78 2,63 25,85 33,68 42,13
TR10 MCB10 4133,287 4,84 65 189,68 1,57 25,11 32,85 41,23
TR11 MCB11 2360,325 5,36 64 145,32 1,32 21,04 27,65 34,82
TR12 MCB12 3950,532 6,21 63 230,85 1,55 15,05 19,87 25,10
TR13 MCB13 1848,563 0,44 62 355,41 0,87 0,98 1,31 1,66
TR14 MCB14 968,764 0,32 62 300,38 0,62 0,86 1,18 1,53
TR15 MCB15 2095,728 1,21 62 352,14 0,93 2,69 3,59 4,58
TR16 MCB16 1068,521 0,59 63 258,30 0,68 1,67 2,20 2,78
Etapa 06 – Estudo Hidráulico
DIMENSÕES
Vazão
TRAVESSIAS GEOMETRIA REVESTIMENTO
Diâmetro (m) (m³/s)
Base (m) Altura (m) Comprimento (m)
TR01 Retangular Solo natural 4,10 4,70 - 5,40 241,95
TR02 Circular Concreto - - 2x0,80 8,00 6,22
TR03 Retangular Solo natural 9,00 2,60 - 9,40 285,25
TR04 Circular Concreto - - 0,60 10,60 1,39
TR05 Retangular Concreto - - 1,20 7,00 7,24
TR06 Retangular Concreto 6,50 2,40 - 4,50 322,20
TR07 Retangular Rocha 9,40 2,40 - 3,60 299,40
TR08 Retangular Solo natural 3,77 2,70 - 6,55 105,70
Etapa 06 – Estudo Hidráulico
Cota Jusante
Impermeável
Capacidade
(m/km) Declividade
pico (tr 50
Extensão
Montante
Dif. Entre
existente
Talvegue
Vazão de
Vazão de
Vazão de
da seção
Cotas
anos)
anos)
anos)
Área
Cota
Área
tc
Microbacia
Travessias
CN
(km²)
m³/s
m³/s
m³/s
m³/s
(m)
(%)
(m)
(m)
(m)
(h)
TR01 MCB01 1,00 6436,677 7,12 64 797,00 539,00 40,08 258,00 4,42 16,68 21,41 26,49 241,95
TR02 MCB02 1,00 2518,633 1,21 73 649,00 542,00 42,48 107,00 2,27 3,14 3,89 4,66 6,22
TR03 MCB03 1,00 3595,506 4,94 66 970,00 587,00 106,52 383,00 2,13 9,83 12,70 15,77 285,25
TR04 MCB04 1,00 1118,940 0,55 68 763,00 635,00 114,39 128,00 1,35 1,50 1,92 2,37 1,39
TR05 MCB05 1,00 584,238 0,50 72 712,00 618,00 160,89 94,00 1,18 1,97 2,47 2,99 7,24
TR06 MCB06 1,00 3143,937 3,50 65 1077,00 628,00 142,81 449,00 1,72 6,67 8,68 10,83 322,20
TR07 MCB07 1,00 17028,963 47,03 63 1870,00 593,00 74,99 1277,00 5,72 31,84 41,74 52,49 299,40
TR08 MCB08 1,00 2843,054 2,03 63 1446,00 672,00 272,24 774,00 1,22 3,94 5,19 6,56 105,70
TR09 MCB09 1,00 4869,781 5,67 66 1020,00 612,00 83,78 408,00 2,63 25,85 33,68 42,13 192,87
TR10 MCB10 1,00 4133,287 4,84 65 1430,00 646,00 189,68 784,00 1,57 25,11 32,85 41,23 60,03
TR11 MCB11 1,00 2360,325 5,36 64 1035,00 692,00 145,32 343,00 1,32 21,04 27,65 34,82 340,12
TR12 MCB12 1,00 3950,532 6,21 63 1662,00 750,00 230,85 912,00 1,55 15,05 19,87 25,10 90,21
TR13 MCB13 1,00 1848,563 0,44 62 1445,00 788,00 355,41 657,00 0,87 0,98 1,31 1,66 1,20
TR52 MCB52 1,00 3284,540 7,93 67 608,00 577,00 9,44 31,00 3,63 22,88 28,84 35,17 4,02
Etapa 06 – Estudo Hidráulico
Travessia TR52
• A travessia TR52 apresenta uma
das piores situações encontradas
no município. Apresenta
capacidade muito inferior em
relação a vazão produzida mesmo
para uma chuva de período de
retorno de 25 anos sendo essa
vazão de 22,88 m³/s contra uma
capacidade de 4,02 m³/s. É
possível visualizar que os
dispositivos de drenagem se
encontram degradados assim
como seu entorno. A travessia está
localizada na estrada municipal
PIN-135;
Etapa 07 – Apresentação de Projetos Básicos e Executivos
Travessia TR52
Etapa 08 – PIN-050
PIN-324
13.476,37
6.115,37
54
51
Rurais PIN-482
Estr. Mun. Antônio Viotti Nogueira de Sá
4.414,22
2.424,56
21
20
(Hierarquização) PIN-440
PIN-170
824,27
6.765,94
19
19
Estr. Mun. José Candido Pereira 4.318,64 18
PIN-135 13.067,00 18
• Para a hierarquização das Estr. Mun. João Egídio da Cunha 3.018,29 16
• Compactação com rolo vibratório (passar o rolo no mínimo 8 vezes por faixa, da
borda da estrada para o seu centro).
Etapa 08 – Relatório Final – Estradas Vicinais Rurais (proposição de
melhorias)
REVESTIMENTO PRIMARIO
Total R$ 111.005,00
Etapa 08 – Relatório Final – Estradas Vicinais Rurais (Plano de Ação
Inicial)
Medidas não estruturais – Medidas Mitigadoras para Processos Erosivos
• Quebra de barranco – Idealmente o leito das estradas de terra deve ficar o mais próximo possível da superfície
natural do terreno;
• Suavização dos taludes – Diminuição da inclinação dos taludes laterais. Permite a execução de trabalhos
motomecanização, escoamento ou desvios das enxurradas para os terraços existentes ou a serem
construídos;
• Caixas de retenção - obras físicas escavadas nas laterais da estrada, geralmente feitas com o auxílio de pás
carregadeiras ou tratores, interligadas com as lombadas e destinadas à acumulação, retenção ou infiltração
das águas das chuvas;
• Terraços de escoamento (bigodes) – Escoam ou infiltram as águas oriundas do leito da estrada devem ter
início nas bordas da lombada, com ligeira declividade inicial (1% a 2%) para auxiliar o escoamento da água,
evitando-se o assoreamento do canal e o fluxo da água do terraço para a estrada.
Etapa 08 – Relatório Final
Proposição de Substituição de Travessias
• Total de 20 travessias com vazão insuficiente para TR de 25, 50 e 100 anos;
Travessias
m³/s
m³/s
m³/s
m³/s
Rio Piracuama TR04 PIN-441 1,50 1,92 2,37 1,39 1x0,80 R$ 20.794,22
Rio Piracuama TR13 João E. da Cunha 0,98 1,31 1,66 1,20 1x0,80 R$ 20.794,22
Ribeirão da Ponte Alta TR19 PIN-325 3,28 3,90 4,54 1,23 1x1,00 R$ 22.721,42
Ribeirão Grande TR28 PIN-327 1,39 1,90 2,47 0,35 1x0,80 R$ 20.794,22
Ribeirão Grande TR32 PIN-435 4,90 6,43 8,08 0,78 1x1,20 R$ 26.230,04
Ribeirão Grande TR36 Antônio V. N. de Sá 3,23 4,07 4,96 4,40 1x1,00 R$ 22.721,42
Ribeirão Grande TR41 PIN-324 3,24 4,04 4,87 1,47 1x0,80 R$ 20.794,22
Rib. dos Buenos TR46 PIN-323 8,05 10,33 12,77 2,02 1x1,50 R$ 30.694,88
Rib. dos Buenos TR47 Luiz Gil de Souza 2,58 3,17 3,78 1,86 1x1,00 R$ 22.721,42
Ribeirão Ipiranga TR52 PIN-135 22,88 28,84 35,17 4,02 2x3,00 R$ 258,382,49
Ribeirão Ipiranga TR53 PIN-135 14,45 18,06 21,86 11,06 2x1,50 R$ 61.389,76
Ribeirão do Curtume TR55 PIN-040 0,70 0,97 1,25 0,95 1x0,80 R$ 20.794,22
Ribeirão do Curtume TR59 PIN-484 2,30 2,96 3,67 1,74 1x0,80 R$ 20.794,22
Ribeirão do Curtume TR63 PIN-155 7,70 9,23 10,82 0,93 1x1,50 R$ 30.694,88
Ribeirão do Curtume TR68 PIN-482 1,18 1,45 1,73 0,46 1x0,80 R$ 20.794,22
Ribeirão do Curtume TR69 PIN-484 4,99 6,10 7,27 3,18 1x1,20 R$ 26.230,04
Ribeirão do Curtume TR71 PIN-482 3,98 5,17 6,45 3,18 1x1,20 R$ 26.230,04
Ribeirão do Curtume TR74 PIN482 2,95 3,63 4,34 3,84 1x1,00 R$ 22.721,42
Ribeirão da Galega TR79 PIN-460 1,93 2,62 3,38 1,86 1x1,00 R$ 22.721,42
Rio Una TR81 PIN-170 5,75 6,82 7,90 1,47 1x1,20 R$ 26.230,04
Total R$ 745.248,81
Etapa 08 – Relatório Final
Considerações Finais
• Levantamento de campo detalhado que permitiu a atualização da malha viária, identificação dos
principais problemas e mapeamento das travessias;
• Estudo hidrológico e hidráulico que permitiu verificar a capacidade e adequação das travessias do
município; e