A FILOSOFIA DE BARUCH ESPINOZA
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E aí, gente, tudo bem? Sejam bem-vindos a mais um vídeo do Parabólica. Quinta-feira. Quinta-
feira é filosofia.
É um filósofo que vocês me pedem já... Eu diria que vocês me pedem há mais de ano esse
filósofo. A gente vai falar hoje sobre Spinoza, ou Baruch Spinoza, ou Benedict Spinoza. É um
filósofo que vocês me pedem muito para entender a teoria dele, para entender a filosofia dele,
o que ele pensava, um pouquinho sobre a sua vida.
E hoje está aí. Está aí o nosso vídeo sobre Spinoza. Talvez a gente faça mais, mas hoje a gente
vai entender os principais conceitos dele.
Aqueles conceitos básicos que vão fazer você fazer as questões sobre Spinoza no Enem e
demais vestibulares, certo? Então vocês já sabem, né? Se inscrevam no canal, se ainda não for
inscrito. Vamos aí, me ajudem a bater a meta de 400 mil inscritos aqui no canal. A gente está
chegando, falta pouco.
Faltam menos de 30 mil inscritos aí para a gente chegar lá. E curte, porque, gente,
engajamento de vocês, comentários e curtidas ajudam a potencializar o canal. O poder do canal
aumenta.
Falar em potência, a gente vai falar de potência hoje em Spinoza. E para a gente continuar
fazendo esse trabalho, porque aqui, se você está chegando agora e você não sabe, tem vídeo
de História Geral, História do Brasil, Filosofia, Sociologia. É conteúdo completo aqui, não tem
parado, não.
É Paranem e demais vestibulares. Bom, na verdade, tem parado, assim, que a voz vai embora
logo nessa empolgação. Vamos falar de Spinoza.
Maruco Spinoza, vocês podem chamar de Benedict, né? Spinoza, ou, se quiser traduzir para o
português, Benedito Spinoza, chama de Spinoza. Spinoza é um filósofo importante, um filósofo
racionalista. Vocês estão ligados àquela treta entre racionalistas e empiristas.
Ele é um filósofo racionalista do século XVII, nascido em Amsterdã, nos Países Baixos, atual
Holanda, certo? Então, ele é um filósofo moderno que vai dialogar muito com as ideias de
Descartes. Descartes, inclusive, que era contemporâneo a Spinoza. Ele vai ter um diálogo com
as ideias de Descartes.
Ele vai pegar muito da influência do Descartes e vai discutir. Vai também ter influência de
outros momentos filosóficos, como, por exemplo, a filosofia medieval lá em Santo Agostinho,
na Patrística. Mas ele vai ter uma questão religiosa que é fundamental na sua vida, que ele,
inclusive, vai bater de frente e ele vai discutir política também.
Não fica só no campo dos conceitos da filosofia humana. Então, ele é um filósofo bem
interessante. É bem amplo e tem uma visão bem completa sobre as coisas.
A gente vai ver isso aqui. Vamos, então, começar pela básica e necessária de Spinoza. O
Spinoza, a gente vai falar de substância, tá? Eu citei Spinoza na nossa aula que eu dei
recentemente aqui no canal.
Eu deixo no card aqui para vocês sobre substância. Substância que seria a origem, o que está
por trás de tudo no universo. Existem aqueles que acreditam que a substância existe em várias
substâncias.
Aqueles que acreditavam que a origem das coisas existia em duas substâncias. O Spinoza é
chamado de filósofo monista. O que significa isso? Ele acredita em uma substância.
Significa que tudo que existe no universo, tudo que existe no mundo, no universo, são
compostos de apenas um item, de apenas uma substância. E o que é essa substância? É Deus,
tá? É Deus para Spinoza. Tudo é de Deus.
Tudo vem de Deus. Só que, atenção que agora é muito importante, que é a base do
pensamento do Spinoza. O que ele vai falar para a gente? Que Deus está em tudo, assim como
Deus é tudo.
A natureza é a manifestação de Deus. A natureza é Deus. É monista.
Existe uma substância. Quando ele fala de natureza, ele está falando do universo. Tudo que
existe ao nosso redor, ao qual também nós fazemos parte.
Nós fazemos parte da manifestação de Deus. Então, se vocês pegarem filósofos antigos, os pré-
socráticos, que também acreditavam em origem em uma única substância, enquanto origem,
se vocês pegarem lá o Anaximenes, o Anaximandro, o Tales de Meleito, que acreditavam que
vinha da água, outro que acreditavam que vinha do fogo, do ar, essas coisas todas, do fogo
não, do ar, né? E a gente vê que eles pensavam algo assim, a origem, algo até muito próximo,
mas a origem de tudo vem daqui. O Spinoza não.
Ele está falando que tudo é Deus. Tudo é manifestação de Deus. Não é que só veio de Deus.
Então, tudo que nós temos ao nosso redor é a manifestação de Deus. É a única substância.
Então, isso é muito interessante na filosofia do Spinoza.
E tem uma outra questão. Além de monista, o Spinoza também é panteísta, porque não é só
tudo vem de Deus, mas como tudo está em Deus, Deus é tudo, é presente, é onipresente em
tudo. Então, monista, porque é uma única substância, Deus e natureza são a mesma
substância.
Panteísta, porque tudo vem de Deus, e Deus está em tudo que nos certo. Certo, gente? Agora,
o que é importante a gente destacar nessa concepção? Quando a gente está falando em Deus,
especificamente Spinoza falando em Deus, esse Deus que ele está falando não é o Deus
necessariamente judaico-cristão, que é o Deus mais conhecido aqui por nós, principalmente
aqui no Ocidente, certo? Não é esse Deus judaico-cristão. O Spinoza, a sua própria história de
vida, ele era de origem judaica, certo? Mas muito por conta dos seus estudos filosóficos, de
todas as suas teorias elaboradas, ele acabou se afastando das cenagogas, ele acabou se
afastando da sua própria religião, e inclusive foi alvo de críticas e perseguição dos próprios
judeus por conta disso.
Porque esse Deus que ele está falando não é esse Deus judaico-cristão. Ele está falando que
esse Deus não precisa de veneração, esse Deus não precisa de prece, você não precisa orar
para esse Deus, não precisa pedir a esse Deus, esperar que ele atenda as suas preces. Esse
Deus, para ele, não faz milagre, esse Deus é o universo, é a substância, e você precisa estar em
sintonia com esse Deus.
Ele falava para a gente, se você quer chegar a Deus, chegar perto de Deus, não ore, não faça
suas preces, viva, caminhe pela natureza, sinta essa natureza. Então, ele é bem interessante,
tá? Ele foi julgado, foi chamado pelos próprios, em determinado momento ele foi chamado de
ser ateu, mas aí, como ele defende um Deus, depois ele passa a ser chamado de pagão. Por
falar que Deus é esse que você está falando, que não é o nosso Deus.
Esse Deus que ele está falando não é um Deus que pune, e também não é um Deus que faz
milagres. Esse Deus é algo perfeito, e quando se tem uma natureza perfeita, um ambiente
perfeito, não há necessidade de milagres, não há necessidade de correções, certo? Tudo está
em Deus, é a mesma substância. E aí ele vai definir dois conceitos bem interessantes para a
gente, que são conceitos que inclusive pegam lá da Idade Média, para a gente ver a influência
do Spinoza.
Ele vai falar de dois conceitos interessantes, Natura Naturans e Natura Naturata. Prestem
atenção nesses conceitos, porque é bem simples. Natura Naturans, simplesmente, são os
fenômenos que estão movimentando, construindo essa natureza.
Os fenômenos das movimentações rochosas, das placas tectônicas, estou dando um exemplo
prático para a gente pensar na nossa Terra, por exemplo. O próprio movimento dos astros,
pensando em uma questão mais ampla, mais geral. Então, é o que está fazendo essa natureza
ser criada.
Segundo ele, vocês lembram, vem de Deus. E Natura Naturata já é esse estabelecido que nós
temos aqui. Então, olhar para uma cadeia de montanhas, ou andar por uma cadeia de
montanhas, um rio, isso já é a parte da natureza já pronta, já criada.
Então, Natura Naturans é a criação dessa natureza, essa natureza sendo criada, em curso. Está
em curso. Natura Naturata é já a parte mais específica, pronta, que a gente tem aqui.
E esses movimentos estão sempre acontecendo. Natura Naturans está sempre acontecendo.
Está sempre a natureza se movendo.
Lembre-se que vem de Deus. E aí a gente chega em uma parte que eu particularmente gosto
bastante aqui do Espinosa, que são as partes que, quando a gente fala mais de seres humanos,
são bem mais interessantes, quando a gente começa a chegar nessa parte em filosofia. Como
tudo, existe essa substância única.
Como tudo vem de Deus, significa que nós mesmos fazemos parte dessa totalidade. Certo?
Afinal de contas, estamos aqui na natureza. E as nossas atitudes, a nossa forma de agir, as
nossas ações, são determinadas por Deus.
Então, nós estamos falando de um filósofo que vai criar uma espécie de determinismo que vai
se opor, de fato, a um livre-arbítrio. Certo? Não é que ele se opõe 100% ao livre-arbítrio, que a
gente vai ver aqui. Mas ele vai falar para a gente que, como nós fazemos parte, a substância é a
mesma, nós somos uma manifestação de Deus, nós temos as nossas ações determinadas por
Deus.
Certo? Mas nós temos liberdade para fazermos várias coisas ao longo da vida. Se eu quiser
tomar minha água aqui, eu estou tomando minha água. Eu quero colocar a minha caneca não
no meu descanso.
Eu sempre uso esses exemplos da caneca, mas não no meu descanso. Vai colocar do lado.
Vocês não estão vendo, né? Eu posso? Posso.
É a minha liberdade. Ok, mas o Spinoza vai falar que isso aqui é determinado, o que eu fiz é
determinado por Deus. A liberdade, segundo Spinoza, na verdade, é a nossa capacidade, olha
só, de entendermos que somos determinados.
A gente entender que as nossas ações são determinadas por essa substância denominada
Deus, o Bispo Spinoza. Certo? Essa substância que nos guia, que nos revela, que nos faz
agirmos. Então, a nossa liberdade é entendermos isso.
E aí a gente chega naquele ponto de que e a razão? Pois é. Então, logo pro Spinoza, prestem
bem atenção. A gente tem a razão. Nós temos a nossa razão, certo? Mas a nossa razão se dá
principalmente pela compreensão desse determinismo, dessa ideia que Deus está nos
colocando.
E aí, gente, ele fala pra gente que a gente está muito longe de viver só pela razão, pela sua
própria consciência, pelo seu próprio pensamento. Primeiro porque tem essa questão de Deus,
do determinismo, de determinar as nossas ações, mas também porque a nossa razão esbarra
nas nossas paixões, nos nossos sentimentos, que muitas vezes acabam sendo maiores do que
a nossa própria razão. Então vocês podem pensar em amor, em ódio, em inveja, em ciúme.
Tudo isso acaba sendo maior nas nossas atitudes do que a nossa própria razão. E tudo isso é
concebido através de uma ideia de algo muito maior, que vem da nossa essência, que vem da
nossa substância, certo? Então a gente não consegue viver plenamente só pela razão. Nós
somos atingidos por sentimentos.
É aquele pessoal que fala assim, eu sou um cara super racional, mas aí se apaixona na primeira.
A paixão fala mais alto do que a própria razão. Não é aquela história que a gente jogar muito
para o senso comum? Pois é. E aí a gente chega a seguir nessa parte que está contido inclusive
na obra ética, no estudo sobre ética do Spinoza, ele vai falar para a gente que os nossos corpos,
para a gente entender como são esses sentimentos, como é que são essas idas e vindas dessas
paixões, ele fala para a gente que os nossos corpos são formados por pequenas partículas, por
vários outros corpos, partes duras e partes moles.
O seu corpo não é um único, ele é formado por várias partes, certo? Duras e moles. E acaba
que você, tendo um corpo totalmente complexo, você não consegue ter controle de tudo do
seu corpo. Você não consegue ter controle de tudo que acontece no seu próprio corpo.
E aí nós temos as afecções. O que são afecções? São alterações que acontecem nos corpos de
acordo com os movimentos complexos de todas as partículas, de todas as partes que existem.
Certo? Então, você não consegue ter controle de tudo que tem no seu corpo e surgem
formações, surgem movimentação, mudanças em tudo que acontece.
Tanto de um corpo de uma pessoa para outra pessoa, como dentro do seu próprio corpo,
dentro das partículas, das partes duras e moles que existem dentro do seu próprio corpo. E
também de outras coisas na vida. Uma planta, por exemplo.
E aí essa afecção pode elevar a potência. Potência é sair de um ponto A a um ponto B, por
exemplo. Movimentar.
Essa afecção ela pode elevar a potência de agir e de pensar. Assim como ela pode diminuir a
potência também. E aí é interessante.
Prestem atenção porque aí eu vou dar exemplos que acho que vão ficar bem mais fácil para
vocês. Elevar ou diminuir a potência, a afecção, a movimentação, a formação do movimento
dos corpos. Quando a afecção, o movimento eleva, sobe a potência de agir e de pensar, o
Spinoza vai chamar de afeto de alegria.
Certo? Então a gente está falando das paixões, dos sentimentos. E quando diminui a potência
do agir e do pensar, ele vai chamar de afeto de tristeza. E agora vai ficar muito mais fácil com
os exemplos.
Os exemplos são bem fáceis, na verdade. Afeto de alegria elevou a potência. O que te torna
muito feliz? Movimentação de corpos.
Você não está sozinho, existem outros corpos. Um abraço de um ente querido. Um abraço de
uma pessoa amada.
Um beijo caloroso. Isso eleva a potência, te traz o afeto de alegria. Mas precisa ser só entre
corpos? Precisa só ser entre pessoas? Não.
Estou provando uma comida que eu adoro. Eu tenho um paladar muito bom para essa comida.
Afeto de alegria.
O movimento dos corpos. A comida. O meu paladar.
Afeto de alegria. Certo? Olha só que interessante. Ao mesmo tempo, afeto de tristeza.
Estar no mesmo ambiente, por exemplo, de uma pessoa que eu não me dou muito bem. Uma
pessoa que eu não gosto, que eu tenho várias críticas. Ou ela comigo também.
Afeto de tristeza. Ser contagiado por uma doença. Quando você vai sair de manhãzinho para
trabalhar.
Ou para ir para a escola. Ou ir para cursinho. Ou fazer qualquer coisa.
Você pega aquele ônibus lotado e todo mundo fecha a janela do ônibus. E quando chove, a
janela fecha, mas ao mesmo tempo fica aquele ar parado. Muitas pessoas vão ser infectadas
por uma doença.
Isso te torna feliz? Você fica triste. Não significa que você está depressivo por conta disso. Mas
isso te torna triste.
Na concepção de Spinoza, afeto de tristeza. Proveem uma comida. Estou sendo obrigado a
comer algo que eu não gosto.
Afeto de tristeza. O movimento. Essa afecção.
Essa alteração. Afeto de tristeza. Certo? Então é bem tranquilo.
É bem fácil de entender esses exemplos. E é por aí que o Spinoza fala que a gente não
consegue ter uma racionalidade para viver só pela razão. Porque não depende só da nossa
razão.
Depende da nossa paixão. Depende do nosso sentimento. Depende dessa relação dos corpos.
Da afecção. Entenderam? E aí ele entra um pouco na seara da política. Que eu acho bem
interessante.
Bom. Como um filósofo do século XVII, ele também esteve ali dialogando. Percebendo toda a
movimentação política que se fazia.
A gente estava vivendo tempos de absolutismo. De antigo regime. Já existiam os filósofos do
antigo regime.
A gente já teve, por exemplo, passado pela vida na Terra Nicolau Maquiavel, por exemplo. E aí o
Spinoza ele vai falar pra gente que existe um direito natural. Olha só.
Prestem atenção pra não confundir com outros filósofos que virão posteriormente ou que são
contemporâneos a ele. O direito natural, segundo ele, é a ordem estabelecida pela natureza.
Que vem de Deus.
A ordem. O como somos é um direito natural. Isso foi colocado por Deus.
Certo? A forma como somos. A nossa razão. A razão que você tem é um direito natural.
Certo? Então é diferente de pensar, por exemplo, lá na frente do empirista do John Locke. O
John Locke vai falar que o direito natural é propriedade privada. Direito de liberdade de
expressão e direito de ir e vir.
Certo? O Spinoza está falando que o direito natural é a ordem da natureza. A tua própria razão.
O direito de pensar.
Você pensa. Mas não é o direito de pensar porque eu posso falar o que eu quiser. Não é
liberdade de expressão.
É pensar. Você ter uma consciência. É um direito natural.
Colocado pela substância monista. Deus. Natureza.
Entenderam? Só que ao mesmo tempo ele defendia, nesse ponto de vista, sim, uma liberdade
de expressão. Ele dizia pra gente que o Estado é a capacidade que nós, seres humanos, temos
de organizarmos em sociedade e limitar a nossa liberdade. Limitar o nosso ir e vir.
Agora, pra ele, o Estado, aquele Estado que é baseado no poder da razão das pessoas, na razão
individual, é um Estado que respeita o direito natural. Pensar é um direito natural. E,
logicamente, vocês já devem compreender isso, que o Spinoza era um defensor da separação
entre Estado e Igreja.
Certo? Ele vai querer separar. É bem claro que ele define muita diferença entre o que é política
e o que é teologia. Certo? Porque, pra ele, os Estados eclesiásticos, eles tentam banir o teu
direito natural, que é o direito de pensar.
Certo? Então, ele fala pra gente, até mesmo por conta da sua própria vivência, que foi
perseguido pelos judeus, certo? Por ter sido judeu anteriormente, por ser judeu, na verdade,
mas romper com pensamentos dogmáticos do judaísmo. Ele vai falar que os Estados
eclesiásticos, eles não respeitam o direito natural, que é o direito de pensar. E aí, gente, ele vai
muito contra teorias que eram bem elaboradas na época, que eram muito disseminadas na
época do Antigo Regime, que seriam as teorias do direito divino, de que o Estado é formado,
baseado no governante enquanto um representante de Deus.
Não, ele não quer isso. Ele fala que o direito natural é você pensar e pensar por si. Mas
compreender, lembrem-se, através da sua liberdade, de que há um determinismo de Deus
para com as nossas atuações, as nossas ações aqui na Terra.
Certo? Bom, espero que vocês tenham entendido, Espinosa. Ele é um pouco complexo, não
tanto assim, mas é um pouco complexo. Essa parte que eu falei pra vocês são partes mais
básicas, mas que são as partes mais necessárias pra entender o pensamento do Espinosa.
Conforme o tempo for passando, surgirem novas ideias, novos pensamentos, ou novas
sugestões e dúvidas de vocês, inclusive, a gente pode elaborar mais trabalhos aqui sobre
Espinosa, porque eu acho que, inclusive, eu acho que é bem importante, assim como a gente
tem feito com Kant e outros filósofos que merecem isso também, certo? Deixa aquela curtida,
porque eu já falei pra vocês que vocês ajudam o canal a crescer. O vídeo tá muito grande, mas
tô feliz com o resultado. Vou ficando por aqui, gente.
Amo vocês de coração. Um grande beijo. Fui!
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