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Cot Ae098079

O Caderno de Orientações Técnicas 079 estabelece diretrizes para a análise e acompanhamento de crédito imobiliário em empreendimentos, abordando a viabilidade técnica e econômico-financeira das propostas. O documento detalha as atribuições dos profissionais envolvidos, as normas a serem seguidas e os critérios de análise específicos para diferentes tipos de empreendimentos. Além disso, inclui anexos com documentação técnica e critérios de mensuração relacionados ao setor.
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O Caderno de Orientações Técnicas 079 estabelece diretrizes para a análise e acompanhamento de crédito imobiliário em empreendimentos, abordando a viabilidade técnica e econômico-financeira das propostas. O documento detalha as atribuições dos profissionais envolvidos, as normas a serem seguidas e os critérios de análise específicos para diferentes tipos de empreendimentos. Além disso, inclui anexos com documentação técnica e critérios de mensuração relacionados ao setor.
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COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 079

ENGENHARIA - ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO - EMPREENDIMENTOS

SUMÁRIO

1 OBJETIVO,4
2 DEFINIÇÕES,4
3 NORMAS,4
3.1 ASPECTOS GERAIS,4
3.1.9 ATRIBUIÇÕES DO PROFISSIONAL ENGENHEIRO/ARQUITETO PERTENCENTE A REDE
CREDENCIADA,5
3.1.10 ATRIBUIÇÕES DOS ÓRGÃOS E ENTES PÚBLICOS,6
3.1.11 ATRIBUIÇÕES DAS EMPRESA CONSTRUTORA, SEUS REPRESENTANTES LEGAIS E
RESPONSÁVEIS TÉCNICOS,6
3.2 CONCEITUAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DE MERCADO,6
3.3 CONCEITUAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL ,6
3.4 ENQUADRAMENTO DA PROPOSTA DE EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL (FAR E
FDS),7
3.4.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA,7
3.5 ANÁLISE TÉCNICA DE EMPREENDIMENTOS,7
3.5.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA,7
3.5.2 ETAPAS DE ANÁLISE,8
[Link] PRÉ-ANÁLISE,8
[Link] ANÁLISE DE EMPREENDIMENTOS EM MÓDULOS,8
3.5.3 CRITÉRIOS GERAIS DE ANÁLISE,9
[Link] LAUDO DE VISTORIA TERRITORIAL,11
[Link] LICENCIAMENTOS E LEGALIZAÇÕES,12
[Link] CONFORMIDADE DO PBQP-H,13
[Link] ANÁLISE DO CRONOGRAMA PROPOSTO,14
[Link] VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES URBANÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO ,14
[Link] REQUISITOS DE ACESSIBILIDADE,14
[Link] REQUISITOS DE ANÁLISE ESPECÍFICOS PARA EMPREENDIMENTOS DE REQUALIFICAÇÃO DE
IMÓVEIS / RETROFIT,15
3.5.4 CRITÉRIOS DE ANÁLISE ESPECÍFICOS PARA EMPREENDIMENTOS DE MERCADO ,15
[Link] VERIFICAÇÃO DA INSERÇÃO NO MERCADO IMOBILIÁRIO,15
[Link] COMPATIBILIDADE DA INCORPORAÇÃO,16
[Link] ATENDIMENTO A REQUISITOS SOCIOAMBIENTAIS (SOMENTE PARA FGTS) ,16
[Link] VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA,17
3.5.5 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE ANÁLISE PARA EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL ,19
[Link] ESPECIFICAÇÕES OBRIGATÓRIAS E RECOMENDÁVEIS DO PMCMV 2023 (FAR/FDS) ,19
[Link] REQUISITOS TÉCNICOS E URBANÍSTICOS DE PROPOSTAS FAR/FDS ANTERIORES A 2023 ,20
[Link] ANÁLISE PRELIMINAR DO EMPREENDIMENTO – RECURSOS FAR E FDS - PRODUÇÃO,20
[Link] VERIFICAÇÃO DO VALOR DO TERRENO,21
[Link] ANÁLISE DE CUSTOS PARA EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL ,21
[Link].6 ANÁLISE DE CUSTOS DE HABITAÇÃO,21
[Link].7 ANÁLISE DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS,22
[Link].8 ANÁLISE DE CUSTOS DE INFRAESTRUTURA INCIDENTE E NÃO INCIDENTE ,22
[Link].9 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS,23
[Link].10 BDI,23
[Link].11 OUTRAS DESPESAS,23
[Link] COMPATIBILIDADE DO RATEIO DAS ÁREAS,23
3.5.6 FORMALIZAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE ENGENHARIA ,24
[Link] ASPECTOS GERAIS,24
[Link] FORMALIZAÇÃO DA PRÉ-ANÁLISE,24

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[Link] FORMALIZAÇÃO DA ANÁLISE PRELIMINAR – RECURSOS FAR E FDS-PRODUÇÃO,25


[Link] FORMALIZAÇÃO DA ANÁLISE,25
3.6 ACOMPANHAMENTO DE EMPREENDIMENTOS,25
3.6.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA,25
3.6.2 AFERIÇÃO E VISTORIA NA OBRA,26
[Link] VISTORIA DE OBRA,26
[Link] AFERIÇÃO DE MATERIAIS/EQUIPAMENTOS ESPECIAIS,28
3.6.3 AFERIÇÃO E VISTORIA FINAL,28
3.6.4 REAVALIAÇÃO,28
3.6.5 REPROGRAMAÇÕES,29
[Link] ESCOPO E ABRAGÊNCIA,29
[Link] REPROGRAMAÇÃO DO OBJETO CONTRATADO,29
3.6.6 FORMALIZAÇÃO DAS VISTORIAS DE ACOMPANHAMENTO,29
3.7 CONCLUSÃO DO EMPREENDIMENTO/ENTREGA,29
3.7.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA,29
3.7.2 ENTREGA DE EMPREENDIMENTOS,30
4 ANEXOS,30
4.1 ANEXO I – DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA,31
4.1.1 HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL – OR FAR/FDS,31
4.1.2 HABITAÇÃO DE MERCADO,39
4.2 ANEXO II – INTERVALOS ACEITÁVEIS DAS INCIDÊNCIAS DOS AGRUPADORES DO
ORÇAMENTO,42
4.2.1 TABELA I – HABITAÇÃO + INFRAESTRUTURA,42
4.2.2 TABELA II – HABITAÇÃO,44
4.3 ANEXO III – SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS,46
4.4 ANEXO IV – CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO – HABITAÇÃO,47
4.5 ANEXO V – CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO – INFRAESTRUTURA,49
4.6 ANEXO VI – IDENTIFICAÇÃO DE POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO EM TERRENOS E ANÁLISE EM
ÁREAS CONTAMINADAS,50
4.7 ANEXO VII – MCMV RURAL,53
4.7.1 PNHR,53
4.7.2 ANÁLISE,53
4.7.3 CRITÉRIOS PARA VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE TÉCNICA ,53
[Link] CONDIÇÕES GERAIS,53
[Link].7 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO,54
[Link] CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA PRODUÇÃO HABITACIONAL,54
[Link].5 TERRENO E IMPLANTAÇÃO,54
[Link].6 UNIDADES HABITACIONAIS,54
[Link].7 MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES,55
[Link].8 ANÁLISE DE CUSTOS,55
[Link].9 ACOMPANHAMENTO DA OBRA,56
[Link] CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA MELHORIA HABITACIONAL,56
4.7.4 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA,57
4.8 ANEXO VIII – PROCEDIMENTO DE ACOMPANHAMENTO EXCLUSIVO DE EMPREENDIMENTOS DE
INTERESSE SOCIAL PMCMV - FAR/FDS COM CONTRATAÇÃO ORIGINAL FIRMADA ATÉ 31 DE
DEZEMBRO DE 2018.,60
4.8.3 EXECUÇÃO DE UNIDADE MODELO,60
4.8.4 VISTORIA DE QUALIDADE,60
4.9 ANEXO IX – TRILHA NDT,61
4.9.1 ASPECTOS GERAIS,61
4.9.2 ANÁLISE DA VIABILIDADE MÍNIMA DO EMPREENDIMENTO - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1, 2
E 3,61
4.9.3 ANÁLISE DEFINITIVA - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 3,61

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4.9.4 ANÁLISE DEFINITIVA - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1 E 2,62


4.9.5 ACOMPANHAMENTO DE OBRAS – EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1 E 2,63
4.10 ANEXO X – TRILHA DE ANÁLISE INCORPORA FÁCIL,64
4.10.1 ASPECTOS GERAIS,64
4.10.2 EXIGÊNCIAS,64
4.10.3 ANÁLISE TÉCNICA – TRILHA INCORPORA FÁCIL,64
4.11 ANEXO XI – TRILHA DE ANÁLISE HABITAÇÃO PJ + CAIXA,66
4.11.1 ASPECTOS GERAIS,66
4.11.2 ANÁLISE TÉCNICA – TRILHA HABITAÇÃO PJ + CAIXA,66
4.12 ANEXO XII – SIGLAS E CONCEITOS,67
4.12.1 SIGLAS,67
4.12.2 CONCEITOS,68

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ENGENHARIA - ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO - EMPREENDIMENTOS

1 OBJETIVO
1.1 Definir as atividades que compõem a rotina de atendimento técnico relativa às propostas de empreendimentos
vinculadas às operações de crédito imobiliário, compreendendo a análise de viabilidade técnica e econômico -
financeira das propostas e o acompanhamento das operações contratadas.

2 DEFINIÇÕES
2.1 As siglas e conceitos constam no ANEXO XII.

3 NORMAS

3.1 ASPECTOS GERAIS


3.1.1 A rotina de atendimento técnico de Engenharia/Arquitetura consiste na análise e acompanhamento das
operações de crédito imobiliário, englobando as fases de prospecção, recepção d a proposta, qualificação técnica,
formalização e análise da viabilidade, acompanhamento da obra (evolução, reprogramações, reavaliações e
retomadas), conclusão do empreendimento e atendimento pós -obra.
[Link] A abrangência e escopo destas atividades de análise das propostas para contratação, do acompanhamento
das operações, das análises de reprogramações e de retomadas, bem como os procedimentos para a sua realização,
estão previstos neste Caderno de Orientações Técnicas (COT) e fundamentar-se-ão nas informações e peças
técnicas disponibilizadas pelo proponente, nos documentos apontados neste COT, conforme ANEXO I e naqueles
exigidos nos normativos específicos de cada programa.
[Link] As atividades inseridas dentro da rotina de atendimento técnico são realizadas por profissional do quadro
próprio ou demandadas a profissionais de empresa credenciada.
[Link] As atividades de análise técnica e acompanhamento de empreendimentos não configuram
corresponsabilidade dos profissionais do corpo técnico da Caixa ou de empresas credenciadas pela elaboração dos
projetos, aprovações, licenciamentos, execução de obra e ati vidades afins inerentes ao processo.
3.1.2 O Caderno de Orientações Técnicas (COT) com grau de sigilo #[Link] é disponibilizado
às empresas credenciadas exclusivamente para subsidiar as atividades técnicas nas operações a elas demandadas,
não sendo permitida sua disponibilização aos proponentes e/ou público externo em geral.
3.1.3 A análise técnica de propostas, seja para contratação, reprogramação ou retomada de obra, visa verificar se,
nas condições em que foram apresentadas, possuem viabilidade técnica e financeira, observando parâmetros
normativos e exigências dos programas/produtos.
[Link] A proposta de construção e/ou financiamento do empreendimento é viável tecnicamente sempre que, com
base nas informações e documentação disponíveis no processo, seja possível observar o atendimento das exigências
do programa em que se enquadra, a adequação do terreno e entorno para o fim a que se destina, o atendimento aos
requisitos técnicos normatizados e legalização do empreendimento, a adequaçã o dos custos e prazos e a inserção
no mercado.
[Link] A manifestação da equipe técnica sobre a viabilidade da proposta é um dos subsídios que apoiam a tomada
de decisão pela continuidade dos processos.
3.1.4 O acompanhamento de obras em programas de crédito imobiliá rio realizado pela CAIXA é feito por meio de
aferição documental (PLS) ou aferição documental com vistoria (PLS + RAE).
[Link] As vistorias são pontuais, amostrais e de forma visual, sem auxílio de instrumentos de precisão, com o intuito
de aferir as medições apresentadas pelo proponente e de verificar a qualidade aparente da obra e o desempenho
técnico da construtora, atividade que não se caracteriza como fiscalização de obras.
3.1.5 Durante o acompanhamento das obras, exceto quando não houver previsão dessa atividad e no programa, cabe
ao profissional do quadro próprio ou de empresa credenciada verificar se o objeto em execução obedece às condições
contratadas, através da aferição da evolução mensal de obra, fornecendo subsídios para que as liberações de
recursos ocorram de acordo com as premissas de cada programa.
[Link] Considera-se que o objeto em execução obedece às condições contratadas quando, além de plenamente
executado, apresenta a qualidade visual/aparente mínima requerida pelo programa, conformidade com as condiç ões
aceitas na análise e adequação ao cronograma proposto.
3.1.6 As reprogramações, caracterizadas por alterações contratuais relacionadas aos projetos, especificações,
orçamentos, prazo de obra, outro documento técnico integrante do contrato, ou que ensejem retificação de
incorporação e/ ou aprovações, podem ser solicitadas apenas durante a fase de construção do empreendimento e

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devem ser necessariamente submetidas à análise técnica de engenharia/arquitetura antes da efetivação da alteração
proposta.
3.1.7 Em relação aos produtos de habitação oferecidos pela CAIXA, as atividades da rotina de atendimento técnico
de engenharia/arquitetura dividem-se, em função de suas características e especificidades, em dois grupos que serão
tratados separadamente neste COT: os empreendimentos de mercado (programas Apoio à Produção, PEC e CCFGTS
Associativo e empreendimentos de interesse social (programas OR FAR, OR FDS - Entidades e Rural - OR OGU).
3.1.8 No caso de empreendimento com obras paralisadas, as atividades específicas a serem desenvolvidas pela
equipe técnica são a caracterização da situação de paralisação, a análise da proposta de retomada de obras, e o
acompanhamento das obras, sem prejuízo das atividades previstas para o produto em questão.

3.1.9 ATRIBUIÇÕES DO PROFISSIONAL ENGENHEIRO/ARQUITETO PERTENCENTE A REDE


CREDENCIADA
[Link] É atribuição do profissional engenheiro/arquiteto da rede credenciada atuar conforme a rotina de atendimento
técnico da CAIXA.
[Link] Os trabalhos realizados pela empresa credenciada são monitorados por profissional de Arquitetura ou
Engenharia Civil do quadro próprio da CAIXA, a quem a empresa terceirizada recorrerá para orientações adicionais
e disponibilização de modelos, quando for o caso.
[Link] Verificar se as propostas atendem aos requisitos mínimos estabelecidos para cada programa/produto.
[Link].1 Manifestar-se informando inconformidades técnicas da proposta quanto ao atendimento aos requisitos
mínimos estabelecidos para cada programa/produto, caso existam, e apontar os ajustes necessários para enquadrá -
la e considerá-la viável.
[Link].2 A aprovação do projeto pelo poder público local configura a aceitação do ponto de vista legal e de
atendimento às posturas municipais, não cabendo aos profissionais técnicos da rede credenciada ou do corpo técnico
da CAIXA sobreposição ou assunção das competências legais de análise e licenciamentos dos órgãos públicos.
[Link].3 O apontamento dos ajustes necessários para tornar a operação viável ou permitir seu enquadramento na
linha de financiamento pretendida não configura questionamento, sobr eposição ou assunção das competências legais
de análise e licenciamentos dos órgãos públicos.
[Link] Aplicar os conceitos e regras expostos neste Caderno de Orientações Técnicas (COT) em consonância com
os interesses da CAIXA.
[Link] Conhecer a realidade do mercado imobiliário local, as especificidades do terreno e do produto no qual se
pretende enquadrar a proposta.
[Link] Verificar se a área de intervenção, localização e as condições do terreno e entorno atendem aos requisitos
estabelecidos pelo produto/programa em que se pretende enquadrar a proposta.
[Link] Verificar se foram apresentadas as licenças, aprovações, declarações ou dispensas emitidas pelos órgãos ou
Entes Públicos necessários e sua compatibilidade com a proposta apresentada ou empreendimento em produção.
[Link] Manifestar-se, com base nas informações disponíveis, sobre a viabilidade técnica da proposta,
exclusivamente sob aspectos de engenharia e arquitetura.
[Link] Verificar o cumprimento do objeto contratual por meio de aferição documental e vistoria (PLS+RAE).
[Link] Nas situações em que se verificar riscos técnicos e/ou legais à garantia da CAIXA, é permitido solicitar, com
a anuência do gestor técnico ou de comitê técnico da unidade, projetos, declarações, certidões ou qualquer outro
documento, além dos indicados neste Caderno de Orientações Técnicas (COT) ou nos normativos dos produtos, para
esclarecimentos e eventuais ajustes.
[Link] No caso de reprogramações ou retomadas de obras, cabe ao corpo técnico da CAIXA verificar a manutenção
das garantias e a viabilidade da operação nas novas condições propostas.
[Link] Os responsáveis técnicos pelas atividades demandadas são sempre os profissionais executores das
atividades, vinculados formalmente às empresas credenciadas, conforme Lei nº 5.194/1966, complementada pela
Resolução CONFEA 425, de 18 DEZ 1998, e demais atos que regulamentam o exercício profissional do
engenheiro/arquiteto.
[Link] Uma vez acatadas, a CAIXA incorpora as peças técnicas elaboradas por empresas credenciadas em seus
processos, assumindo dessa forma, como instituição, a responsabilidade pelas providências tomadas com base nas
informações e nas conclusões apresentadas pela empresa credenciada.
[Link] As atividades de análise de engenharia, análise de reprogramação e acompanhamento de obras e vistorias
de qualidade de obras, quando demandadas a empresas credenciadas, são monitoradas por engenheiro e/ou
arquiteto do quadro de empregados da CAIXA.

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3.1.10 ATRIBUIÇÕES DOS ÓRGÃOS E ENTES PÚBLICOS


[Link] Conceder, dentro da sua competência legal, as licenças, aprovações, declarações ou dispensas n ecessárias
para a produção e funcionamento dos empreendimentos propostos.

3.1.11 ATRIBUIÇÕES DAS EMPRESA CONSTRUTORA, SEUS REPRESENTANTES LEGAIS E


RESPONSÁVEIS TÉCNICOS
[Link] A responsabilidade técnica pela elaboração e aprovação dos projetos nos órgãos competentes, co m
observância às normas técnicas vigentes, legislação e regulamentações aplicáveis, assim como pela execução das
obras propostas é da empresa construtora, de seus representantes legais e respectivos responsáveis técnicos, não
sendo compartilhada por nenhum dos engenheiros e arquitetos da CAIXA, tácita ou explicitamente.
[Link] Cabe exclusivamente aos profissionais com ART/RRT recolhidas, a responsabilidade técnica e legal pelas
atividades nelas definidas.
[Link] A formalização da responsabilidade técnica, por profissional legalmente habilitado, referente a autoria e
coautoria de projeto e/ou execução de obra, se efetiva por meio da apresentação da ART/RRT devidamente registrada
junto aos conselhos competentes (CREA/CAU).

3.2 CONCEITUAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DE MERCADO


3.2.1 As operações de mercado são aquelas em que a CAIXA disponibiliza , aos tomadores (empreendedores,
construtoras, incorporadoras, SPE, associações, entre outros) , linhas de crédito para financiar a produção de
empreendimentos e/ou a comercialização de unidades habitacionais e comerciais em empreendimentos.
3.2.2 Nessas operações, via de regra, o objeto do financiamento é uma das garantias da operação.
3.2.3 Assim, a fim de mitigar riscos à CAIXA, torna-se imprescindível nas atividades técnicas de engenharia/
arquitetura, a atenção para os seguintes itens:
a) avaliação criteriosa do imóvel, devendo o valor atribuído ao bem garantir o crédito a ele associado;
b) a viabilidade econômico-financeira, ou seja, receita superior à despesa, sendo a receita representada pela som a
dos valores de mercado das unidades e a despesa definida pelo custo de produção do empreendimento;
▪ Para fins de verificação da viabilidade econômico-financeira, excluem-se do custo de produção os custos de
infraestrutura não incidentes, investimentos efetuados pelo Poder Público, Concessionárias ou Entidades sem
fins lucrativos, quando a fundo perdido ou com previsão de retorno por meio da cobrança de impostos, tarifas
de serviço, contribuições de melhorias, bem como valores correspondentes a doações de t erreno e de
equipamentos para instalações especiais.
c) a suficiência de recursos para a conclusão das obras;
d) acompanhamento da execução do objeto contratado, ou seja, a compatibilidade entre o executado e o objeto
contratado, principalmente quando as unidades forem financiadas às pessoas físicas.

3.3 CONCEITUAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL


3.3.1 As operações de interesse social objetivam viabilizar o acesso à moradia adequada aos segmentos
populacionais de baixa renda em localidades urbanas e rurais, por meio de empreendimentos subsidiados com
recursos dos programas habitacionais do Governo Federal em áreas urbanas e rurais, com regras e condições para
implantação, parâmetros de priorização dos projetos, assim como a tipol ogia e o padrão das moradias e da
infraestrutura urbana definidos em Portaria pelos Gestores de cada programa.
3.3.2 Por se tratar de empreendimento contratado a preço de custo, a rotina de atendimento visa mitigar riscos de
engenharia, existência de sobrepreço e de não conclusão do objeto, sendo necessário dar atenção especial aos
seguintes itens:
a) se os projetos apresentam os critérios para enquadramento nesses programas;
b) se a proposta contempla o atendimento às condições/especificações mínimas e requisitos técnicos e urbanísticos
tanto nas unidades habitacionais quanto na implantação e infraestrutura;
c) se o orçamento apresentado é suficiente para garantir a conclusão do empreendimento e a sua entrega no prazo
proposto;
d) acompanhamento da execução de acordo com o contratado, ou seja, a verificação da observância aos projetos,
especificações mínimas e do memorial descritivo.
3.3.3 Para fins de verificação da viabilidade econômico-financeira, excluem-se do custo de produção os custos de
infraestrutura não incidentes, investimentos em bens e serviços efetuados pelo Poder Público, Concessionárias ou

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Entidades sem fins lucrativos, bem como valores correspondentes a doações de terreno e de equipamentos para
instalações especiais.

3.4 ENQUADRAMENTO DA PROPOSTA DE EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL (FAR E FDS)

3.4.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA


[Link] O enquadramento da proposta tem por principal objetivo verificar a inserção urbana do terreno proposto,
conforme especificações urbanísticas, dispostas no Anexo I da Portaria nº 725, de 15 de junho d e 2023 e respectivas
alterações.
[Link] Para enquadramento da proposta e qualificação do terreno é realizada vistoria à área de intervenção e entorno
do terreno proposto com objetivo de confirmar in loco as informações prestadas pelo proponente, com foco na
inserção urbana.
[Link].1 Recomenda-se que a vistoria ao local seja precedida de verificação da documentação apresentada, bem
como consulta a imagens de satélite e demais informações relacionadas disponíveis em sítios eletrônicos.
[Link].2 A vistoria contempla a emissão de relatório fotográfico dos principais pontos verificados no enquadramento.
[Link].3 A realização da vistoria de enquadramento não suprime a necessidade de posterior vistoria de terreno para
emissão do Laudo de Vistoria Territorial (LVT) na fase de análise para contrataç ão.
[Link] As verificações, na etapa de enquadramento limitam -se aos aspectos definidos na portaria que o instituiu e
não se confundem e nem abrangem a documentação eventualmente depositada para futura análise técnica para
contratação, tais como: projetos, memoriais, orçamentos etc.
[Link] Para as propostas aprovadas pela Portaria Ministério do Desenvolvimento Regional nº 1.954 (Protótipos), de
14 de junho de 2022, fica dispensada a etapa de enquadramento.

3.5 ANÁLISE TÉCNICA DE EMPREENDIMENTOS

3.5.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA


[Link] A análise técnica tem por objetivo verificar se um empreendimento proposto se enquadra nas regras do
programa que o financiará e se a sua produção é viável técnica, econômica e financeiramente, considerando,
exclusivamente, os aspectos de engenharia e arquitetura, o seguinte:
a) as condições da área de intervenção e seu entorno;
b) as condições de inserção do empreendimento no mercado imobiliário;
c) a adequação do projeto aos requisitos deste Caderno de Orientações Técnicas (COT) e do normativo do produto;
d) a coerência entre as especificações, orçamentos, cronograma, projeto proposto e a destinação do uso do
empreendimento;
e) a observância da legalização do empreendimento no que refere às aprovações dos órgãos competentes;
f) a viabilidade econômico-financeira;
g) a observância aos requisitos técnicos normatizados e às disposições do Código de Práticas (FGTS) e Memorial
descritivo anexo a FRE HIS (FAR/FDS), desde que não conflitantes com as especificações do produto, nesse
caso prevalecendo as especificações mais restritivas;
h) a análise da modulação da proposta;
i) a Capacidade técnica da construtora, quando previsto pelo produto;
j) a Definição das cláusulas suspensivas de engenharia, quando permitidas pelo produto.
[Link] A etapa de análise da esteira convencional, assim como o início da contagem do prazo para realização desta
atividade, só será iniciada após o recebimento da documentação completa, conforme ANEXO I deste Caderno de
Orientações Técnicas.
[Link].1 Poderá ser postergada a exigência de documentação prevista no checklist de documentos, conforme ANEXO
I deste Caderno de Orientações Técnicas, a critério da gestão técnica local, após manifestação técnica.
[Link] Poderá ser realizada a verificação do Nível de Desempenho Técnico (NDT) das construtoras, conf orme
previsto em normativo específico.
[Link].1 Para empresas certificadas no NDT, o nível obtido e a validade da certificação são informadas pelo monitor
técnico.

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[Link] O enquadramento do empreendimento em esteira diferenciada de análise, será informado pelo monitor téc nico
da CAIXA, quando for o caso.
[Link].1 Para análise de empreendimentos OR SBPE / OR RECLIV de empresas que obtiverem Certificação NDT 1,
2 ou 3, enquadrados na Trilha NDT, serão observados os procedimentos dispostos no ANEXO IX – Trilha NDT.
[Link].2 Para análise de pequenos empreendimentos de mercado, enquadrados na Trilha de Análise Incorpora Fácil
serão observados os procedimentos do item ANEXO X - Trilha de Análise Incorpora Fácil.
[Link].3 Para análise de empreendimentos de mercado no âmbito do Habitação PJ + CAIXA, serão observados os
procedimentos do item ANEXO XI Habitação PJ + CAIXA.
[Link] A critério do proponente, a análise de viabilidade técnica pode ter uma etapa prévia, denominada pré-análise,
cuja documentação mínima necessária está listada no ANEXO I.
[Link] A verificação da inserção no mercado imobiliário, para empreendimentos de mercado, realizada por meio da
avaliação dos imóveis integrantes do empreendimento, bem como por meio da avaliação do terreno para
empreendimentos de interesse social, deve ocorrer de forma concomitante à verificação dos demais critérios da
análise.
[Link] Todos os documentos fornecidos devem estar coerentes entre si, datados e, para contratação, devem estar
assinados sobre identificação do representante legal ou do responsável té cnico do proponente/construtora, a
depender da natureza do documento.
[Link].1 Serão aceitos documentos eletrônicos com assinatura digital válida padrão ICP -Brasil ou [Link] com
validação realizada em [Link]
[Link].2 O SIOPI Pré-Contratação é o repositório oficial de toda a documentação recebida e emitida na etapa de
análise dos empreendimentos, exceto Laudo de Vistoria Territorial (LVT) que será emitido no SISME.
[Link] Os critérios de análise de operações de interesse social em áreas rurais são descritos no ANEXO VII.
[Link] Quando o proponente solicitar análise para concessão do Selo Casa Azul + CAIXA, os critérios adicionais de
análise e acompanhamento serão informados pelo monitor técnico, se for o caso.

3.5.2 ETAPAS DE ANÁLISE

[Link] PRÉ-ANÁLISE
[Link].1 A pré-análise consiste na verificação prévia da adequação ou não da proposta aos requisitos do Programa
a que se pretende enquadrar, que ocorre anteriormente à apresentação da documentação completa necessária para
análise de viabilidade técnica.
[Link].2 São partes integrantes da pré-análise:
a) a verificação e análise do terreno;
b) a avaliação de Mercado das tipologias habitacionais e do Terreno (ou atribuição do valor do terreno , conforme
item [Link].7).
[Link].3 A importância da pré-análise está na manifestação acerca do valor de mercado das unidades, a fim de
subsidiar a decisão do proponente sobre a continuidade da proposta.
[Link].3.1 O valor de Mercado do terreno e das tipologias é registrado em Manifestação sobre Avaliação - Terreno
e UH apensado ao formulário LAE a ser disponibilizado pelo profissional CAIXA.
[Link].4 Na pré-análise é verificada a localização e a adequação do terreno para fins habitacionais, analisada a
compatibilidade do projeto arquitetônico com o terreno, o entorno, e defin ição o valor das unidades como se prontas
estivessem e/ou do terreno, conforme o caso.
[Link].4.1 A análise e verificação do terreno serão de responsabilidade do profissional da empresa credenciada para
a qual foi demandado o trabalho, realizado conforme item [Link].
[Link].4.2 O resultado da análise do terreno é registrado em Laudo de Vistoria Territorial (LVT), que compõe a
análise do empreendimento e deverá conter informações conforme item [Link] e enviado à unidade demandante
(GIHAB/REHAB/CIHAR/CEHAN).
[Link].5 Em função do prazo decorrente entre a realização da pré-análise e a análise, pode ser necessário reavaliar
o valor de mercado das unidades e do terreno, bem como realizar nova vistoria ao terreno e entorno, com vistas a
verificar situações que porventura tenham surgido e atualizar o estágio das obras.

[Link] ANÁLISE DE EMPREENDIMENTOS EM MÓDULOS

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[Link].1 A análise de engenharia/arquitetura de operações de mercado é efetuada considerando -se o


empreendimento como um todo, independentemente de o proponente apresentar propost a para sua execução em
módulos.
[Link].2 Configurada a necessidade de contratação em partes (módulos), o proponente encaminhará proposta de
modulação para análise de viabilidade técnica.
[Link].3 A premissa para a modulação é a independência das etapas de um mesmo empreen dimento durante a obra
e na etapa pós-ocupação.
[Link].4 No caso de incorporação imobiliária, a execução dos equipamentos de uso comum do empreendimento é
prevista no primeiro módulo, salvo se definições especiais constantes do memorial registrado e analisadas pel a área
jurídica da CAIXA permitam condição diferente.
[Link].4.1 Deverá ainda ser executada toda a infraestrutura necessária para conferir habitabilidade, acesso e
funcionalidade, tanto ao primeiro módulo quanto aos equipamentos de uso comum do empreendimento.
[Link].5 No caso de eventual necessidade de execução da maior parte da infraestrutura e dos equipamentos no(s)
módulo(s) inicial(is), é aceitável que ocorra extrapolação das faixas de incidência nes se(s) módulo(s), desde que o
LAE do empreendimento como um todo seja viável dentro das faixas de incidências e que o custo de execução do
módulo seja suportado pelo seu próprio VGV.
[Link].6 Durante o prazo de validade do laudo de análise do empreendimento como um todo, definido nos normativos
dos programas, deverá ser elaborado LAE para o módulo específico com as mesmas condições do LAE do
empreendimento como um todo.
[Link].6.1 Vencido o prazo do laudo do empreendimento como um todo, os critérios de análise deverão ser
novamente verificados, e serão elaborados novos laudos para os módulos rem anescentes.
▪ O LAE do módulo remanescente terá validade de acordo com o preconizado na norma do produto e a critério da
CIHAR/CEHAN podem ser revalidadas as premissas adotadas do LAE do empreendimento como um todo,
observando os critérios de viabilidade financeira e de atendimento as condições mínimas exigidas pelo
produto/programa, se houver.

3.5.3 CRITÉRIOS GERAIS DE ANÁLISE


[Link] Todas as especificações técnicas devem constar no Memorial Descritivo, contemplando os aspectos relativos
à caracterização dos materiais a serem utilizados na execução do objeto proposto e respectivas práticas construtivas,
em conformidade com os projetos e orçamentos apresentados e cuja aplicação será verificada no decorrer da obra.
[Link] As especificações contidas no memorial descritivo são fundamentais na análise do custo para enquadramento
do “padrão de acabamentos” do empreendimento e correspondência com as tipologias dos projetos padrão ou
referência do SINAPI, ou qualquer outro índice de preços publicado por entidade oficial, ou ainda por outra fonte
tecnicamente reconhecida.
[Link].1 No Memorial Descritivo é imprópria a utilização dos termos “similar”, “equivalente”, “de mesmo padrão”,
“semelhantes”, ou de outros com o mesmo sentido.
[Link].2 As especificações constantes do memorial descritivo não podem ser de padrão inferior às constantes dos
Quadros VI, VII e VIII da NBR 12721:2006 e/ou especificações mínimas do programa/produto, quando houver.
[Link] As prescrições do Código de Práticas (MO41230) para operações com OR FGTS foram definidas com base
nas principais patologias e vícios construtivos oriundos das reclamaçõe s apresentadas à CAIXA e/ou observadas nas
vistorias de acompanhamento das obras, bem como nas vistorias técnicas realizadas nos empreendimentos que
motivaram a criação do Programa de Olho na Qualidade , além dos requisitos do Manual de Fomento e Política
Socioambiental do FGTS.
[Link].1 Tais prescrições são obrigatórias para todos os empreendimentos habitacionais, observadas as
especificidades de cada produto, podem ser exigidas a qualquer tempo e, em caso de divergência com o memorial
descritivo, projeto ou orçamento, deverão ser adotadas condições mais rigorosas.
[Link].2 Quando houver impossibilidade técnica de atendimento ao previsto no Código de Práticas ( MO41230) ou
interesse do proponente em apresentar outra solução, a alteração e/ou complementação deverá ser submetida à
CIHAR/CEHAN durante a análise da proposta, ou à GIHAB/REHAB no caso de reprogramação do empreendimento
na fase de acompanhamento de obra, desde que contemplem o seguinte:
a) a solução proposta tenha desempenho técnico igual ou superior ao previsto no Código de Práticas;
b) a solução proposta não comprometa a segurança, solidez, habitabilidade ou funcionalidade das unidades;
c) a solução proposta não tenha especificação inferior às especificações mínimas do programa, quando houver.
[Link].3 As alterações aceitas serão explicitadas em anexo próprio, que será identificado e fará parte integr ante do
Código de Práticas (MO41230) CAIXA.

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[Link].4 Para as operações OR FAR e FDS as prescrições do Memorial Descritivo anexo a FRE HIS são obrigatórias
para todos os empreendimentos habitacionais, observadas as especificidades de cada produto e podem ser exigid as
a qualquer tempo e, em caso de divergência com o projeto ou orçamento, deverão ser adotadas condições mais
rigorosas.
[Link] Qualquer alteração nas especificações, após a contratação, deve ser solicitada , por escrito, previamente à
sua aplicação, estando condicionada à análise e aprovação por parte da Engenharia da CAIXA, conforme critérios
definidos no item 3.6.5.
[Link] As unidades habitacionais executadas em áreas urbanas ou rurais, deverão, ao final da execução das obras
e serviços propostos, dispor de condições de habitabilidade e salubridade, representadas, no mínimo, por soluções
de abastecimento de água, esgotamento sanitário e energia elétrica, bem como por especificações técnicas que
garantam a segurança da edificação, observadas as posturas municipais ou legislação rural específica, quando
existente.
[Link] O atendimento a todas as normas técnicas e legislações específicas aplicáveis ao projeto proposto é de
responsabilidade exclusiva das construtoras, de seus representantes e dos responsáveis técnicos pela elaboração
dos projetos e execução das obras, formalizada pela apresentação das ART/RRT específicas devidamente registradas
nos respectivos conselhos de classe (CREA/CAU), Código de Práticas (OR FGTS), Memorial Descritivo anexo a FRE
HIS (OR FAR/FDS) e nos termos de garantias, quando exigíveis.
[Link] São passíveis de aceitação todas as propostas que prevejam utilização de sistemas construtivos que possu am
normas técnicas prescritivas (NBR/ABNT) ou sistemas construtivos inovadores com DATec vigente, observadas as
limitações de uso e orientações internas, que devem ser solicitadas ao profissional do quadro próprio da CAIXA.
[Link].1 Não é admitida solução construtiva que utilize alvenaria de tijolo maciço, tijolo fu rado ou bloco cerâmico de
vedação com função estrutural nas contratações de operações no âmbito dos programas habitacionais enquadradas
em qualquer fonte de recursos.
[Link] O atendimento aos requisitos e critérios da NBR 15.575 é obrigatório para as edificaçõe s habitacionais com
qualquer número de pavimentos, geminadas ou isoladas, construídas com qualquer tipo de tecnologia ou sistema
construtivo, sendo a comprovação de tal atendimento de responsabilidade da empresa construtora/responsáveis
técnicos, em caráter declaratório, por meio de cláusula presente no contrato PJ.
[Link].1 Sempre que prevista neste COT, nas Especificações Mínimas, nos requisitos técnicos ou no Código de
Práticas (MO41230), a necessidade/possibilidade de comprovação de atendimento aos requisitos mínimos de
desempenho para a aceitação da solução técnica proposta, tal comprovação se dará por meio de apresentação da
FAD – Ficha de Análise de Desempenho – para sistemas convencionais e de DATec para sistemas inovadores.
[Link].2 Consta no endereço eletrônico [Link] o catálogo com as FAD relativas às soluções
construtivas convencionais já ensaiadas e os DATec vigentes.
[Link].3 No endereço [Link] estão disponíveis informações sobre o
regimento, diretrizes e sistemas homologados, bem como a lista das instituições técnicas com reconhecida
competência e habilitadas no SiNAT/PBQP-H para emissão de novas FAD ou DATec.
[Link].4 Certificação/Ensaios: serão utilizados materiais que tenham produção industrial com certif icação
PSQ/PBQP-H, e na ausência de PSQ para o produto, os que tenham certificação emitida por Organismos de
Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo INMETRO, desde que não estejam indicadas como “não conforme”
pela certificação PSQ/PBQP-H. O atendimento é declaratório mediante a apresentação do Código de Práticas (OR
FGTS) ou Memorial descritivo anexo a FRE HIS (OR FAR/FDS) assinado pela Construtora.
[Link].5 Para Empreendimentos em loteamentos ou condomínios de casas térreas e/ou sobrados, as paredes de
geminação serão estendidas até o telhado, com fechamento em oitão.
[Link].6 Para Empreendimentos em loteamentos, as paredes de geminação serão duplas.
[Link] Em propostas de empreendimentos com uso de sistema construtivo não convencional ou nos casos de sistema
inovador, deverá ser comprovada a contratação de Monitoramento Técnico da Obra, que será realizado por entidade
especializada de terceira parte.
[Link].1 Entende-se como entidade de terceira parte habilitada, aquela com corpo técnico qualificado e de
reconhecida competência (Institutos, universidade, empresas de consultoria etc.), cujo objetivo é atestar a
conformidade do sistema, compreendendo atividades de plan o de monitoramento, vistorias, controle tecnológico e
emissão de relatórios.
[Link].2 O Monitoramento da Obra deverá englobar informações sobre o controle tecnológico, objetivando o
acompanhamento de todas as etapas de execução e montagem das paredes, com apresen tação de relatórios mensais
atestando a conformidade de cada fase de execução, inexistência de falhas ou fissuras, resistência adequada etc., e
certificação da compatibilidade efetiva entre o sistema proposto e o executado in loco.
[Link].2.1 O monitoramento de obra de sistema não convencional poderá ser realizado apenas na primeira obra
contratada pela construtora com a CAIXA, desde que tenha obtido resultado satisfatório.

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[Link] Será apresentado Termo de Garantia Contra Defeitos Sistêmicos, conforme modelo padrão CAIXA pa ra todas
as obras com sistema construtivo não convencional, a ser disponibilizado pelo profissional monitor da CAIXA.
[Link] Para sistemas inovadores, devem ser verificadas as orientações e documentações complementares
necessárias, a serem disponibilizadas pelo profissional monitor da CAIXA.

[Link] LAUDO DE VISTORIA TERRITORIAL


[Link].1 Recomenda-se que a vistoria ao local seja precedida de verificação da documentação apresentada, bem
como consulta a imagens de satélite disponíveis em sítios eletrônicos.
[Link].2 A vistoria técnica ao local onde será inserido o empreendimento compreende:
a) verificação da infraestrutura existente no entorno do empreendimento, conforme suas características e de seu
enquadramento;
▪ Faz parte dessa averiguação a observação da existência de redes de abastecim ento de água, de fornecimento
de energia elétrica e de iluminação pública, redes de coleta de esgoto e águas pluviais, serviços de coleta de
lixo, de pavimentação das vias de acesso, existência de transporte público, e disponibilidade de equipamentos
públicos, comércio e serviços locais, conforme exigências de cada programa.
b) identificação da ocupação do terreno e de edificações a serem demolidas;
c) identificação da existência de elementos que impliquem em servidão pública;
d) verificação “in loco” da compatibilidade entre os documentos apresentados e a realidade do terreno;
e) verificação do estágio das obras em andamento, quando for o caso, estimando o percentual de obra executado;
f) identificação de interferências ambientais que necessitem de manifestação dos órg ãos competentes;
g) identificação de existência de rodovias federais, estaduais ou municipais, linhas de dutos de telefonia, gás, redes
lógicas, redes de alta tensão ou qualquer outra interferência que tenha faixa de domínio ou área não edificante
que possa impedir aproveitamento total ou parcial do projeto proposto;
h) verificação da existência de outros empreendimentos construídos, em produção ou a construir, na mesma região
de abrangência, em contiguidade ao empreendimento/módulo sob análise, e seus impactos n o mercado
imobiliário, na infraestrutura urbana, na oferta de serviços públicos e no meio -ambiente;
i) identificação de outros empreendimentos no entorno, concorrentes ou com problemas, com foco em identificar a
inserção do empreendimento no mercado imobiliário e eventuais impactos no empreendimento em questão;
j) verificação das condições topográficas da área, identificando acidentes geográficos que indiquem a
possibilidade de passivos ambientais ou comprometam a estabilidade do empreendimento, com consequente
elevação do custo das obras;
k) verificação da configuração do terreno e seu entorno com intuito de identificação de área com potencial fonte de
contaminação e suas possíveis implicações decorrentes de áreas contaminadas, detecção de indícios no solo,
nas edificações e nas águas subterrâneas, através de levantamento do histórico de utilização do terreno e
entorno, identificação visual e/ou entrevistas rápidas realizadas durante a vistoria do terreno e consulta às listas
públicas de áreas contaminadas;
l) verificação de área potencialmente alagáveis ou com registros históricos de ocorrência de cheias.
[Link].3 Caso seja constatado potencial de contaminação, devem ser solicitados estudos técnicos, realizados por
profissional qualificado e especializado, sob a responsabilidade do empreendedor, que confirmem ou descartem a
contaminação do solo e/ou da água subterrânea, conforme detalhado no ANEXO VI.
[Link].4 Segundo metodologia de avaliação de potencial de contaminaç ão em terrenos que consta no Guia Caixa
de Sustentabilidade Ambiental – Avaliação Ambiental de Terrenos com Potencial de Contaminação (disponível no
link: [Link] deve-se
ter especial atenção a três configurações de terreno que apresentam indícios de contaminação:
a) Terreno onde no passado se desenvolveu atividade industrial ou comercial com potencial poluidor, por exemplo:
galpões industriais, postos de combustíveis, depósitos de ferros -velhos, instalações de infraestrutura ferroviária,
portuária etc.;
b) Terreno livre e sem ocupação formal no passado e presente, porém, com suspeita de pré-uso como área de
descarte de resíduos ou outras atividades com potencial poluidor para solos e/ou águas subterrâneas;
c) Terrenos em cuja vizinhança imediata existam fontes com potencial poluidor para as ág uas subterrâneas (postos
de combustíveis, qualquer base de armazenamento de líquidos nocivos, indústrias etc.).
[Link].5 A verificação do terreno quanto a potenciais fontes de contaminação é baseada em observações visuais
do profissional durante a vistoria, informações obtidas na documentação do empreendimento, pesquisas expeditas e
nos elementos do ANEXO VI.

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[Link].6 Ocorrendo áreas de proteção do patrimônio histórico, deve ser apresentado licenciamento emitido pelos
órgãos competentes.
[Link].7 Ocorrendo áreas suspeitas de risco de erosão, recalque por adensamento de solo ou desmoronamento,
deve ser apresentada solução técnica para os casos de intervenções.
[Link].8 No caso de reforma e recuperação de edificações, são observada s as reais condições em que se encontra
o imóvel, bem como verificada a compatibilidade entre materiais a serem empregados e a tecnologia de execução
proposta.
[Link].9 A visita à área permite, também, a coleta de dados de referência com vistas à atribuição do val or do terreno
e a obtenção do valor do empreendimento, como se pronto estivesse.
[Link].10 A vistoria e análise do terreno é formalizada por meio do Laudo de Vistoria do Terreno (LVT) - SISME
que contempla a Ficha de Campo com o objetivo de identificar o potencial de contaminação.
[Link].11 Para empreendimentos de interesse social no âmbito do FAR/FDS, devem ser verificados os critérios
específicos constantes na ficha Requisitos FAR/FDS.

[Link] LICENCIAMENTOS E LEGALIZAÇÕES


[Link].1 A análise técnica deve verificar a suficiência das licenças e legalizações apresentadas para comprovação
do atendimento às diretrizes estabelecidas em legislações e diretrizes específicas de outros entes que não o agente
financeiro, como legislação ambiental, legislações municipais, diretrizes de concessio nárias, resoluções de conselhos
de classe etc.
[Link].1.1 A verificação dos critérios definidos por outros entes, no escopo da análise técnica, é restrita à análise
da documentação que comprova o licenciamento ou a legalização.
[Link].2 É de responsabilidade do proponente e de seus responsáveis técnicos o atendimento aos critérios para
licenciamento e legalização do empreendimento.
[Link].3 Quanto ao atendimento à Legislação, os documentos comprobatórios fazem parte da relação contida no
ANEXO I.
[Link].4 Para empreendimentos localizados às margens de rodovias e ferrovias (estaduais ou federais), deve ser
apresentada documentação de aprovação da autarquia responsável (DNIT, entre outras) relacionada à implantação
do empreendimento, incluindo anuência quanto a ocupação de faixa de domínio, quando for o caso.
[Link].5 Quanto ao atendimento à Legislação Ambiental, deve ser verificada a manifestação do órgão ambiental
competente, que pode ser registrada por meio dos seguintes documentos:
a) a dispensa do licenciamento;
b) a licença prévia;
c) a licença de instalação;
d) a licença de operação, quando exigível;
e) a licença simplificada;
f) a outorga;
g) a aprovação do EIA e respectivo RIMA;
h) outros de âmbito regional porventura existentes.
[Link].5.1 Os aspectos relativos ao atendimento da legislação ambiental são de responsabilidade dos órgãos
ambientais e cabe a estes a definição das exigências para cada tipo de empreendimento.
[Link].5.2 As condicionantes que possam ser apresentadas na licença ambiental, ou documento equ ivalente, devem
ser consideradas na análise de viabilidade do empreendimento, inclusive com os custos de projetos, relatórios,
ensaios e outros serviços necessários para atendimento às condicionantes
[Link].6 Quanto ao atendimento às Diretrizes das Concessionári as, as declarações de viabilidade de fornecimento
de água, esgotamento sanitário e energia elétrica devem conter as diretrizes básicas necessárias para permitir o
perfeito atendimento dos serviços ao empreendimento, constando inclusive o prazo, fonte de re cursos e responsáveis
por eventuais obras necessárias para atender ao empreendimento dentro de um prazo compatível com a sua
execução.
[Link].6.1 Deverão ser apresentados pelo proponente: projetos, memoriais e orçamentos dessas obras, em nível
de detalhamento que permitam a verificação do orçamento, nos casos em que as declarações de viabilidade indiquem
a necessidade de obras externas ao empreendimento para atendimento da demanda.
[Link].6.2 O cronograma físico-financeiro das obras de infraestrutura não incidentes deve ser co mpatível com o
cronograma das obras do empreendimento, observando as condicionantes previstas nos normativos dos produtos.

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[Link].6.3 Nos casos em que a infraestrutura externa for executada com recursos não incidentes na proposta,
deverá ser apresentada garantia de execução conforme previsto no manual do produto.
[Link].7 O abastecimento deve ser realizado, preferencialmente, por meio da rede pública, operada pela
concessionária local.
[Link].8 Para toda implantação de empreendimento que demande a utilização de recursos hídricos sup erficiais ou
subterrâneos é necessária a manifestação do órgão ambiental competente, conferindo a seu titular o direito de uso
dos recursos hídricos, tanto para captação quanto para lançamento de efluentes tratados, por meio da Outorga do
Direito de uso.
[Link].9 Para solução de abastecimento por meio de poço (captação subterrânea), é necessá rio, somente nos casos
não verificados na outorga, observar as seguintes condicionantes:
a) cumprir as diretrizes da concessionária pública ou órgão licenciador correspondente para o sistema proposto;
b) o estudo de vazão;
c) a comprovação de potabilidade da água, conforme padrão definido em portaria do Ministério da Saúde;
d) o compromisso da concessionária de operação e manutenção do sistema, salvo quando não for opera do pela
concessionária.
[Link].9.1 Além disso, como a licença de execução não confere a seu titular o direito de uso dos recursos hídricos,
é necessária a Outorga do Direito de uso emitida por órgão ambiental competente.
[Link].9.2 Admite-se ainda a contratação de operações sem Outorga/Licenciamento Ambiental nos casos em que
a legislação local os dispense e o órgão ambiental formalize, desde que observadas as seguintes condições:
a) apresentação de ART/RRT de projeto e execução específica para o poço;
b) apresentação de teste de vazão e potabilidade;
c) termo de ciência do mutuário com relação à solução de abastecimento de água, com solicitação de inclusão de
cláusula nos contratos PF cientificando os mutuários com relação à solução adotada para abastecimento de
água
[Link].10 Quanto ao atendimento aos Conselhos de Classe e à Responsabilidade Técnica, deverão ser
apresentados os seguintes documentos pertinentes à responsabilidade técnica pela obra:
a) ART/RRT do responsável técnico pela construção (ART/RRT de execução de obra);
b) a Certidão de Registro de Pessoa Jurídica do CREA/CAU.
[Link].10.1 A ART/RRT de execução de obra não pode ser substituída pela ART/RRT de direção técnica,
Fiscalização de Obra ou Gerenciamento de Obra, em função de se tratar de atribuições distintas.
[Link].10.2 Caso o profissional que recolheu a ART/RRT de execução não esteja na lista dos responsáveis técnicos
presente na Certidão de Registro de Pessoa Jurídica do CREA/CAU, será necessária a apresentação da ART/RRT
de Cargo e Função, estabelecendo o vínculo profissional com a empresa.
[Link].10.3 Caso o profissional que recolheu a ART/RRT de execução não seja o mesmo que consta do Alvará de
Construção, será necessário o apostilamento do responsável técnico junto à prefeitura, que poderá ser entregue até
o primeiro desembolso
[Link].10.4 Para empreendimentos de Interesse Social, no caso de proponente SPE ou consórcio, todas as
construtoras sócias da SPE ou as empresas consorciadas devem apresentar a ART/RRT de execução de obra
vinculada.

[Link] CONFORMIDADE DO PBQP-H


[Link].1 O Certificado de Conformidade do PBQP-H é o instrumento para comprovação de adequação da empresa
construtora aos níveis de avaliação da conformidade do SiAC do PBQP -H.
[Link].2 Esse certificado não é exigido para as operações cujas unidades sejam exclusivamente enquadradas na
OR SBPE.
[Link].3 O certificado NBR ISO 9001:2015, com escopo compatível ao estabelecido no âmbito do SiAC, poderá ser
aceito em substituição ao Certificado de Conformidade do PBQP -H.
[Link].4 O nível de certificação exigido para contratação de empreendimentos, dependerá do número de unidades
proposto, somado com as unidades já contratadas e em execução, de modo simultâneo ou consecutivo, de acordo
com a classificação a seguir:
▪ Nível “B” do SiAC, quando a somatória dos objetos contratuais seja de até 1 .000 unidades;
▪ Nível “A” do SiAC, quando a somatória dos objetos contratuais seja acima de 1.000 unidades.

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[Link].5 Para empresa que seja formada, ou tenha como sócia uma ou mais empresas construtoras, será
considerado o nível de certificação mais elevado dentre as empresas, não dispensando as demais de apresent ação
de certificação no SiAC do PBQP-H.

[Link] ANÁLISE DO CRONOGRAMA PROPOSTO


[Link].1 Deverá ser verificada a compatibilidade do prazo proposto com o sistema construtivo, porte da obra e, se
houver, histórico de empreendimentos semelhantes analisad os pela unidade.
[Link].2 É analisado o cumprimento de condições pertinentes a cada programa, tais como prazo de construção,
percentual máximo executado para a contratação e percentual exigido na última parcela.
[Link].3 Em obras contratadas com cláusulas suspensivas, o cronograma aprovado poderá ser revisto no momento
da primeira vistoria, a fim de compatibilizá-lo com a situação real das obras.

[Link] VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES URBANÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO


[Link].1 A implantação do empreendimento deve atender às condições urbanísticas previstas no Código de Práticas
(FGTS), Memorial Descritivo anexo a FRE HIS (OR FAR/FDS) e às especificações mínimas dos programas, quando
houver.
[Link].2 Apresentar atendimento às condições de segurança, estabilidade, solidez e de habitabilidade,
principalmente quanto à garantia de insolação e ventilação, em referência aos afastamentos e dimensões de taludes,
desníveis e contenções propostas, através, se for o caso, de estudo específico realiz ado em acordo com as normas
vigentes, inclusive quanto aos requisitos da norma de desempenho, com ART/ RRT recolhida.
[Link].2.1 Em qualquer situação, se o estudo de estabilidade geotécnica indicar parâmetros mais restritivos, estes
devem ser acatados.
[Link].3 Deverá ser verificada a solução de drenagem para as UH, com especial atenção àquelas com nível abaixo
do greide da rua, quando a aceitação da proposta será condicionada à efetiva existência de obras e elementos que
resguardem a saúde humana e os bens imóveis de danos.
[Link].3.1 No dimensionamento do sistema de drenagem, deverão ser considerados tempos mínimos de
recorrência/retorno de 2 a 5 anos para os elementos de microdrenagem e entre 10 e 25 anos para elementos de
macrodrenagem, ou condição mais restritiva, conforme projeto ou postura Municipal
[Link].3.2 Devem ser observados, nos projetos, parâmetros que visem mitigar os riscos associados à ocorrência
de enchentes, cheias, alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, solapamento de taludes ou eventos afins.
[Link].3.3 Para empreendimentos com OR FGTS deverá ser observado o que preconiza o Código de Práticas e
para empreendimento OR FAR/FDS o Memorial Descritivo anexo a FRE HIS (OR FAR/FDS).
[Link].3.4 É vedada a aprovação de empreendimentos cuja proposta preveja implantação em talvegues, sobre
nascentes ou em regiões onde se verifiquem afloramentos de água.
[Link].3.5 As seguintes situações configuram situação de alerta no que se refere à drenagem:
a) área de intervenção com inclinação natural superior à 7% em função da velocidade que a lâmina d’água poderá
atingir nos casos de precipitação com forte intensidade;
b) área de intervenção muito plana, quando o escoamento natural por gravidade pode ser prejudicado parcial ou
totalmente, o que implica em previsão de bombeamento;
c) área de intervenção localizada em bacia sem exutório, quando é necessária a previsão de bombeamento para
escoamento das águas pluviais;
d) área com histórico de alagamento, inundação ou variação de maré;
e) área localizada em talvegues, sobre nascentes ou regiões onde se verifique afloramentos de água.
[Link].3.6 O nível do terreno onde serão edificadas as unidades habitacionais, com cota mais desfavorável, deverá
ser superior à cota do nível máximo da maior cheia com tempo de retorno/recorrência de 100 anos ou de acordo com
histórico local, devidamente fundamentada.
[Link].3.7 Para casos de terreno alagadiço, sujeito a inundação ou variação de marés, o nível do terreno, onde
será edificada a unidade habitacional com cota mais desfavorável, será superior a cota do nível máximo da maior
cheia com tempo de retorno/recorrência de 200 anos ou de acordo com histórico local, devidamente fundamentada.
[Link].4 Nas situações em que for permitida pelo produto a contratação de empreendimentos em terreno com área
de marinha sob Regime de Ocupação, deverão ser observadas as condições estabelecidas p elo produto e que na
implantação esta área esteja livre de edificações e equipamentos necessários ao funcionamento do empreendimento.

[Link] REQUISITOS DE ACESSIBILIDADE


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[Link].1 É necessário o atendimento aos requisitos de acessibilidade nas áreas comuns de todos os
empreendimentos habitacionais, independentemente do programa ou fonte de recurso.
[Link].1.1 O atendimento aos requisitos de acessibilidade visa garantir que os empreendimentos sejam utilizados
de maneira autônoma, independente e segura à maior quantidade possível de pe ssoas, independentemente da idade,
estatura ou limitação de mobilidade e percepção, conforme preconiza a NBR 9050:2015.
[Link].2 Os responsáveis técnicos pela elaboração dos projetos e pela execução das obras t êm atribuição para
atender plenamente a todos os requisitos de acessibilidade aplicáveis ao projeto, sendo necessário comprovar esse
atendimento para continuidade dos procedimentos de contratação da proposta.
[Link].2.1 Tal comprovação se dá pela apresentação de ART/RRT de acessibilidade específica ou conjunta com a
ART/RRT de arquitetura, devidamente registradas no respectivo conselho de classe (CREA/CAU).
[Link].3 Em função de exigências específicas definidas pelos programas ou vinculadas às fontes de recurso, deve
ser verificado nos projetos o atendimento de requisitos de ac essibilidade constantes no Código de Práticas (FGTS)
ou Memorial Descritivo anexo a FRE HIS (OR FAR/FDS) e neste COT, tanto nas áreas comuns quanto nas unidades
habitacionais.
[Link].3.1 Nos empreendimentos cujas unidades sejam exclusivamente enquadradas na OR SBPE, o atendimento
aos requisitos de acessibilidade é declaratório, cabendo à construtora observar a NBR 9050 e a legislação vigente .
[Link].4 Deverá ser analisado o projeto específico de acessibilidade para as áreas de uso comum e unidades
habitacionais, que deverá estar em escala adequada a sua compreensão.
[Link].4.1 Nos empreendimentos com OR – FAR/FDS, todas as UH devem permitir adaptações posteriores
diferenciadas de acordo com as necessidades e deficiências dos beneficiários, sendo necessária verificação destas
condições no projeto da unidade habitacional.
[Link].4.2 Em empreendimentos de mercado com unidades enquadradas em programas com OR FGTS, pelo menos
3% das unidades habitacionais ou o percentual previsto na postura municipal (devendo-se adotar o que for maior),
devem permitir adaptações posteriores diferenciadas de acordo com as necessidades e deficiênci as dos adquirentes,
sendo necessário verificar tal condição no projeto da tipologia adaptável.
[Link].4.3 As adaptações indicadas no projeto de unidade adaptável somente serão executadas na ocorrência de
demanda.

[Link] REQUISITOS DE ANÁLISE ESPECÍFICOS PARA EMPREENDIMENT OS DE REQUALIFICAÇÃO DE


IMÓVEIS / RETROFIT
[Link].1 Em empreendimentos de Requalificação de Imóveis, deverão constar no orçamento todos os elementos
substituídos parcial ou integralmente no projeto.
[Link].2 O custo das demolições deverá ser computado no orçamento do empre endimento.
[Link].3 Todas as instalações elétricas/hidráulicas/combate a incêndio, deverão ser reparadas ou substituídas para
que sejam consideradas como "novas".
[Link].4 Deve ser apresentada documentação específica elencada no ANEXO I (OR FAR/FDS e mercado).

3.5.4 CRITÉRIOS DE ANÁLISE ESPECÍFICOS PARA EMPREENDIMENTOS DE MERCADO


[Link] Para empreendimentos de mercado, deve ser observada a adequação das propostas quanto às
especificações/condições mínimas determinadas para cada programa/produto.
[Link] Para empreendimentos com OR FGTS - Faixa 1,5, devem ser observadas as condições mínimas a serem
informadas pelo monitor técnico da CAIXA, se for o caso.
[Link] As especificações constantes do memorial descritivo não podem ser de padrão inferior às constantes dos
Quadros VI, VII e VIII da NBR 12721:2006.

[Link] VERIFICAÇÃO DA INSERÇÃO NO MERCADO IMOBILIÁRIO


[Link].1 A verificação da inserção do empreendimento no mercado imobiliário visa mitigar os riscos das operações,
por meio da definição dos valores dos objetos das garantias destas operações, de forma que o valor atribuído ao bem
garanta o crédito a ele associado.
[Link].2 A definição dos valores de mercado se dá por meio da avaliação dos imóveis e poderão compreender os
seguintes parâmetros, representados pelos valores de avaliação e correspondentes intervalos de valores admissíveis:
a) os valores de compra e venda de mercado do terreno objeto da intervenção;
b) os valores de compra e venda de mercado das tipologias dos empreendimentos considerados como se prontos
estivessem;
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c) os valores locativos de mercado das tipologias dos empreendimentos considerados como se prontos estivessem.
[Link].3 Para fins de análise de viabilidade técnica e financeira, na análise técnica de empreendimentos, como
parâmetros de mercado do terreno e das tipologias que compõem os empreendimentos, seja na avaliação ou
reavaliação, observa-se a ordem de prioridade abaixo estabelecida:
a) adotar o valor proposto sempre que estiver inserido no intervalo de valores admissíveis;
b) adotar o limite superior do intervalo de valores admissíveis sempre que o valor proposto estiver acima do
intervalo de valores admissíveis;
c) adotar valor abaixo do intervalo de valores admissíveis:
▪ quando o valor proposto não representar prejuízo ao resultado global do empreendimento;
▪ o maior valor possível entre o valor de viabilidade ou o valor declarado pelo poder público na lei de doação, no
caso de terreno doado por ente público.
[Link].3.1 Para empreendimentos que possuam Selo Casa Azul +CAIXA ou certificados Aqua HQE,
PBE,Edifica/Procel ou GBC Brasil Casa&Condomínio Leed ou que possuam características de padrão/equipamento
não contempladas no modelo de avaliação, ou, ainda, cujas e mpresas detenham Certificação NDT 1 ou 2, deve-se
verificar junto ao monitor a pertinência de aplicação de condição específica na definição dos valores, conforme
previsto em normativos internos.
[Link].4 Para definir o valor de avaliação dos lotes em caso de loteam ento, considera-se que toda a infraestrutura
está executada e eventuais custos com a implantação da infraestrutura interna à poligonal do empreendimento são
descontados do valor de avaliação destes lotes.
[Link].5 Para definir o valor de avaliação, em casos de glebas ou lotes que serão incorporados como condomínios,
considera-se como executada apenas a infraestrutura externa, não cabendo desconto de eventuais custos com a
implantação da infraestrutura interna à poligonal.
[Link].6 Em empreendimentos de mercado de requalificação (retrofit), será avaliado o valor do imóvel objeto da
operação em seu estado atual.
[Link].7 Para atribuição de valor ao terreno, deve ser verificado junto ao monitor técnico da CAIXA, a metodologia e
ser utilizada para avaliação e eventuais parâmetros pré-estabelecidos, se for o caso, não cabendo divulgação, aos
clientes externos, da metodologia / parâmetros utilizados.
[Link].8 Para fins de enquadramento das propostas de empreendimentos nos Programas/Fonte de recurso , devem
ser seguidas as orientações dos normativos dos produtos.
[Link].9 As avaliações e reavaliações realizadas deverão indicar somente os intervalos de valores admissíveis.

[Link] COMPATIBILIDADE DA INCORPORAÇÃO


[Link].1 Caso a incorporação já esteja registrada, o documento a ser analisado é a Certidão do Registro da
Incorporação.
[Link].2 Tal verificação contempla exclusivamente os seguintes itens:
a) verificar se as tipologias (unidades e vagas) apresentadas no projeto arquitetônico estão representadas no
Quadro II da NBR 12721 e estão compatíveis com a Incorporação;
b) a concordância entre as áreas constantes no Memorial de Incorporação ou Registro da Incorporação com os
Quadros I e II da NBR 12721;
c) verificar se o especificado em memorial descritivo é igual ou superior ao especificado nos quadros V, VI, VII e
VIII.
[Link].3 As especificações apresentadas no memorial descritivo não podem ser inferiores às especificações
constantes dos quadros VI, VII e VIII.
[Link].3.1 Caso sejam inferiores deverá ser solicitada sua compatibilização, de modo que nenhuma especificação a
ser registrada em cartório seja superior à apresentada na peça técnica da CAIXA.

[Link] ATENDIMENTO A REQUISITOS SOCIOAMBIENTAIS (SOMENTE PARA FGTS)


[Link].1 Em cumprimento às disposições da Resolução do Conselho Curador do FGTS nº 761 de 09.12.2014 e das
Instruções Normativas do Ministério das Cidades nº 10,11 e 12, de 09.06.2015, as análises dos empreendimentos
com unidades financiadas com recursos FGTS deverão observar requisitos específicos para o atendimento da Política
Socioambiental do FGTS.
[Link].2 Os projetos deverão contemplar obrigatoriamente o que segue:
a) o plantio de árvores e a existência de áreas verdes mínimas, conforme abaixo:
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▪ 20% de área permeável mínima em empreendimentos horizontais, considerando toda a área do


empreendimento;
▪ plantio de, no mínimo, 01(uma) árvore nativa ou frutífera por casa e em edifícios plantio de 01(uma) árvore
para cada 04 apartamentos contados até o quinto pavimento, respeitada a postura municipal;
▪ as árvores podem ser plantadas na área pública;
▪ podem ser consideradas árvores pré-existentes que não serão removidas e que não apresentem indício de
presença de fungos ou outro fator que implique na necessidade de sua remoção;
▪ 10% de área permeável verde e arborização em empreendimentos verticais.
b) admitem-se exceções no atendimento dos requisitos acima, apenas se comprovada a inviabilidade técnica na
sua implementação;
c) os projetos devem incluir dispositivos e sistemas economizadores .
[Link].3 Sempre que comprovada a viabilidade técnica e econômica, os projetos deverão prever medidas para a
promoção da Eficiência Energética.
[Link].4 Os demais parâmetros que compõem a referida Política Socioambiental , definida pelo Conselho Curador do
FGTS, já estão contemplados nos requisitos de análise vigentes.

[Link] VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA


[Link].1 A análise da viabilidade econômico-financeira objetiva verificar a exequibilidade das obras nas condições
propostas e dentro do prazo previsto.
[Link].2 A verificação da viabilidade e exequibilidade do orçamento proposto visa mitigar riscos à Instituição,
especialmente o risco de insuficiência de recursos para a conclusão das obras.
[Link].3 O Valor de Investimento deverá ser inferior ao VGV, exceto quando houver contrapartida que justifique o
valor excedente ao VGV, conforme as condições admitidas no manual do produto.
[Link].3.1 Deverão ser esclarecidas todas as fontes de Recurso que compõe o Valor de Investimento.
[Link].4 Para realização da análise de custos é necessário escolher o projeto de referência que mais se assemelha
ao projeto objeto da análise.
[Link].5 A realização da análise de custo tem início a partir da análise d o memorial descritivo e projeto, da
constatação do padrão de acabamento do empreendimento e sua classificação, conforme tabela de padrão de
acabamento constante da norma de incorporação, NBR 12721:2006, e realização da escolha do projeto de referência
que mais se assemelha ao projeto objeto da análise.
[Link].5.1 No caso de empreendimento enquadrado na Trilha NDT, para análise de custo, a constatação do padrão
de acabamento do empreendimento e sua classificação baseia -se no material de vendas (memorial, implantação,
imagens, etc) apresentado pelo proponente.
[Link].6 A informação quanto ao padrão de acabamento, existente nos Quadros da NBR, integrantes da incorporação
do empreendimento, não dispensa a análise dos documentos informados no item anterior.
[Link].7 Para a análise de custos poderá ser utilizada referência externa publicada por entidade oficial, ou ainda por
outra fonte tecnicamente reconhecida, devendo ser consignada justificativa técnica no Laudo de Análise de
Engenharia, demonstrando sua compatibilidade com o projeto propo sto.
[Link].7.1 A análise de custos será realizada considerando a comparação entre o custo do m2 de construção da
referência utilizada com o custo do m2 do projeto em análise, atentando -se para os custos de serviços não
contemplados no projeto de referência, que devem ser considerados à parte.
[Link].7.2 Alternativamente, pode ser utilizado projeto e referências de custos desenvolvidos e homologados pela
equipe técnica da CIHAR/CEHAN, e consignados em Nota Técnica (NE) , a serem fornecidos pelo monitor técnico
[Link].7.3 Critérios complementares para análise de custos poderão ser mantidos pelas Centralizadoras mediante
Notas Técnicas (NE) regionais.
[Link].7.4 Para obras com sistema construtivo Paredes de concreto moldadas no local, é admitida redução de até
7% do custo do m2 adotado em comparação ao custo do m2 do projeto de referência, mediante análise da
centralizadora, desde que atendidas as seguintes condições:
a) Empreendimentos verticais com padrão de acabamento normal ou inferior;
b) Construtora com volume mínimo de contratação anual com a Caixa de 1.000 unidades;
▪ Para construtoras com certificação NDT nível 1 ou 2 será admitida redução do custo até o limite máximo de 10%.

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▪ A critério da centralizadora poderá ser aplicada a redução para empreendimentos com laudos emitidos a partir de
01/01/2023, desde que não haja módulos contratados.
▪ O nível NDT da empresa e outras orientações complementares para aplicação da redução, serão informadas pelo
monitor técnico da CAIXA.
[Link].8 Deve ser verificada a compatibilidade do orçamento apresentado com a inci dência do percentual dos
serviços em relação ao custo total da intervenção, conforme tabelas (I ou II) constantes no ANEXO II.
[Link].9 As incidências propostas fora dos intervalos de incidência previstos nas tabelas (I ou II) constantes no
ANEXO II poderão ser acatadas desde que justificadas tecnicamente.
[Link].9.1 Como justificativas técnicas podem ser aceitas:
a) divergência entre os padrões de acabamento;
b) estruturas consideradas robustas ou esbeltas em relação ao projeto de referência;
c) processos construtivos diferenciados;
d) custos dos equipamentos de uso comum, se inclusos no orçamento de habitação;
e) análise dos custos unitários e quantitativos dos serviços mais significativos do agrupador que extrapola a faixa
de incidências;
f) apresentação de propostas comerciais, quando houver serviços significativos n ão contemplados em fonte ou
índice de preços publicado por entidade oficial ou ainda por outra fonte tecnicamente reconhecida; ou,
g) outras divergências em relação à tipologia proposta.
[Link].10 Apenas nos casos que a comparação dos custos por m² e incidências não e xplique os custos propostos,
por total ausência de projetos de referência semelhantes ou assemelhados, a análise prossegue por meio da
verificação do orçamento analítico, dos projetos complementares e seus respectivos memoriais descritivos.
[Link].10.1 A análise do orçamento, na forma analítica, consiste na apreciação dos custos unitários e quantitativos
dos serviços significativos por exemplo, com a utilização do princípio de PARETO – 80%.
[Link].10.2 A documentação deve ser adequada a esta metodologia.
[Link].11 Para análise de infraestrutura incidente deve-se considerar o que segue:
a) devem ser apresentados anteprojetos de infraestrutura, que permitam identificar a solução técnica adotada, bem
como verificar a coerência dos valores e quantitativos propostos;
b) no caso de orçamento de infraestrutura por eventos, deve ser adotado, como referência de custo, o valor por
m2, m, unidade etc., dos macro serviços de empreendimentos semelhantes, executados ou analisados no âmbito
da CIHAR/CEHAN, não sendo necessária a análise do valor unitário de c ada serviço;
c) na ausência destas referências podem ser utilizados projetos referenciais de infraestrutura, cadastrados no
SINAPI ou outras referências e ferramentas homologadas pela CIHAR/CEHAN;
d) em empreendimentos de mercado é facultada, ao proponente, a ap resentação do orçamento da infraestrutura
conjuntamente aos serviços de habitação, em propostas de empreendimentos com infraestrutura usual e em
terrenos de fácil implantação, e sem infraestrutura interna atípica significativa;
e) quando for apresentada a infraestrutura conjuntamente com os serviços de habitação, as incidências de cada
serviço, constantes do orçamento resumo, devem ser acatadas desde que inscritas no intervalo admissível da
tipologia selecionada no orçamento proposto, conforme Tabela I constante no ANEXO II.
[Link].12 Para análise de infraestrutura não incidente deve -se considerar o que segue:
a) na análise dos orçamentos deve ser verificada a compatibilidade dos proje tos com os custos dos serviços
propostos e adotado como referência de custo o valor unitário definido para os macro serviços de
empreendimentos semelhantes executados ou analisados no âmbito da CIHAR/CEHAN; ou serem utilizados os
projetos referenciais de infraestrutura cadastrados no SINAPI;
b) na ausência dessas referências, devem ser analisados individualmente os quantitativos e preços unitários de
itens de insumos e serviços considerados significativos;
c) os custos unitários poderão ser apurados, além do SINAPI, por meio da utilização de dados contidos em tabela
de referência formalmente aprovada por órgãos ou entidades da administração pública federal, em publicações
técnicas especializadas, em sistema específico instituído para o setor ou em pesquisa de merc ado;
d) alternativamente, pode-se aprovar os valores propostos por meio de curva de custo elaborada com base no
histórico de contratação da CIHAR/CEHAN.
[Link].13 Nos Serviços Preliminares e Gerais, poderá ser prevista a incidência sobre o custo total da obra conform e
definido no ANEXO III.

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[Link].13.1 Os itens componentes admitidos como serviços preliminares e gerais e respectivas incidências de
referência estão indicados na tabela disponibilizada no ANEXO III;
[Link].13.2 Para obras com sistema construtivo Paredes de concreto moldadas no local, será admitido valor de
incidência ampliado para o subitem “1.1 Serviços técnicos” com consequente aumento da incidência do ma croitem
Serviços Preliminares e Gerais sobre o custo total da obra, conforme previsto no item 4.3.1.
[Link].13.3 A inclusão de itens não previstos no ANEXO III deve ser justificada pelo empreendedor podendo ser
acatada a critério da gestão técnica local.
[Link].14 A faixa de admissibilidade de BDI varia entre 20% e 30% para empreendimentos de mercado.
[Link].14.1 Todas as faixas de admissibilidade de BDI consideram encargos plenos.
[Link].14.2 Poderão ser aceitos percentuais diferentes de BDI mediante justificativa da construtora, levando -se
sempre em consideração as peculiaridades de cada proposta.
[Link].15 Para a análise das outras despesas previstas nos manuais dos produ tos deverão ser considerados:
a) os valores propostos para legalização são limitados a 2% do VGV;
b) as despesas financeiras correspondem ao somatório do valor das taxas de análise: de engenharia, risco e
jurídico, da taxa de cobertura de custos para acompanhame nto mensal da operação, bem como dos juros e
atualização monetária da operação de financiamento;
c) os valores aceitáveis para as despesas financeiras podem variar de 0,5% a 5% do custo total da obra (custos
da habitação, equipamentos e infraestrutura com BDI incluso); não sendo necessário o conhecimento dos
valores de cada despesa listada no item anterior;
▪ as despesas financeiras são consideradas no cálculo do custo total do empreendimento e consequentemente
na análise da sua viabilidade, podendo compor o cus to total de produção do empreendimento para o cálculo
dos limites de financiamento.
d) os valores que podem ser aceitos para as despesas de seguros são de até 0,5% do custo total da obra (custos
da habitação, equipamentos e infraestrutura com BDI incluso); nã o sendo necessário o conhecimento dos
valores de cada seguro contratado;
e) as despesas de comercialização podem variar de 4% a 8% do VGV.
[Link].15.1 Os valores referentes às despesas com comercialização são considerados no cálculo do custo total do
empreendimento e consequentemente na análise da sua viabilidade.
▪ Custos referentes à corretagem de imóveis não compõem as despesas de comercialização.
[Link].15.2 A inclusão desses valores no custo total de produção do empreendimento para o cálculo dos limites de
financiamento varia de acordo com cada programa/fonte de recursos.
[Link].15.3 Os valores propostos na FRE Mercado para “Outras Despesas” não são objeto de análise técnica de
engenharia, devendo ser acatados se estiverem compreendidos nos limites estabelecidos por este Normativo.
[Link].15.4 Não é necessária a revisão da FRE Mercado pelo proponente após a definição dos valores de avaliação,
assim, caso os valores avaliados impliquem em alterações nos valores das “Outras Despesas”, o profissional
engenheiro/arquiteto pertencente à empresa credenciada, no momento do preenchimento do LAE, deverá:
a) acatar os valores propostos na FRE Mercado se estiverem compreendidos nos limites estabelecidos por este
COT; ou,
b) calcular os valores dentro do percentual proposto originalmente, porém, considerando o no vo VGV e custo, se
for o caso.

3.5.5 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE ANÁLISE PARA EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL

[Link] ESPECIFICAÇÕES OBRIGATÓRIAS E RECOMENDÁVEIS DO PMCMV 2023 (FAR/FDS)


[Link].1 Para empreendimentos de Interesse Social, deve ser observada a adequação das propos tas quanto às
especificações urbanísticas, de projeto e de obra obrigatórias e recomendáveis determinadas para cada programa,
atentando-se às especificações que constam no Memorial Descritivo (OR FAR/FDS), aba da FRE HIS.
[Link].1.1 Na verificação das especificações urbanísticas, de projeto e de obra ratifica-se o disposto no item [Link]:
a) Orientações gerais, normas técnicas, planos regulamentadores de políticas públicas devem ser observados na
elaboração dos projetos e estudos;
b) Não serão objeto de análise os regulamentos externos eventualmente citados cujos parâmetros não estiverem
explicitados nas Especificações urbanísticas, de projeto e de obra obrigatórias e recomendáveis do Programa;

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c) O compromisso do proponente com tais regulamentos será comprovado de forma declaratória a partir da
assinatura do Memorial Descritivo.
[Link].1.2 Os critérios/especificações mínimos previstos na legislação/regulamentação local deverão ser adotados
sempre que forem mais restritivos que as especificações estabelecidas pelo respectivo programa.
[Link].1.3 As especificações mínimas para tipologia Casa Sobreposta são idênticas às praticadas para a tipologia
Apartamento.
[Link].1.4 A documentação das operações de empreendimentos de Interesse Social será ob jeto de verificação com
relação as especificações explicitadas na regulamentação do respectivo programa, não sendo objeto de análise outras
referências externas eventualmente citadas.
[Link].2 As especificações constantes do memorial descritivo não podem ser de p adrão inferior às constantes nas
Especificações Mínimas dos respectivos programas.
[Link].3 O proponente informa no memorial descritivo eventuais requisitos recomendáveis previstos para o
empreendimento e encaminha a respectiva documentação comprobatória conforme ANEXO I e FRE HIS.
[Link].4 Os requisitos recomendáveis verificados e atendidos pelo proponente são indicados em campo específico
do LAE.
[Link].5 Para operações FAR/FDS, nas propostas de requalificação de imóveis, é facultada a não aplicação de
dispositivos específicos do programa, mediante análise e aprovação pela CIHAR/CEHAN/GIHAB/REHAB.
[Link].5.1 A solução proposta deve garantir a preservação das condições de habitabilidade e funcionalidade das
unidades habitacionais.
[Link].6 Nos casos de propostas abrangidas pela Portaria MCidades nº704, de 17/07/2024, Calamidades RS, devem
ser observadas as condições especificas estabelecidas no referido documento, para análise e contratação desses
empreendimentos.

[Link] REQUISITOS TÉCNICOS E URBANÍSTICOS DE PROPOSTAS FAR/FDS ANTERIORES A 2023


[Link].1 Para empreendimentos aprovados pela Portaria Ministério do Desenvolvimento Regional nº 1.954, de 14 de
junho de 2022 destinados à implementação de Protótipos de Habitação de Interesse Social (FAR) pode ser admitido
atendimento aos Requisitos Técnicos e Urbanísticos válidos na ocasião da seleção, a serem encaminhados pelo
monitor, se for o caso.
[Link].1.1 Devem ser verificados também os requisitos técnicos obrigatórios para protótipos além de eve ntuais
requisitos adicionais estabelecidos nos respectivos chamamentos, por exemplo, a apresentação de certificações do
Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE Edifica, BREEAM, GBC, CASA&CONDOMÍNIO, Processo AQUA ou Selo
Casa Azul + CAIXA.
[Link].1.2 É conferida aos empreendimentos protótipos a possibilidade de alteração do projeto de modo a adequá -
lo integralmente à legislação do novo MCMV-FAR, observando para tanto, as diretrizes previstas pelo produto.
[Link].1.3 Propostas FDS que tenham sido selecionadas pelas Portarias MCidades nº 180, de 12 de maio de 2016;
nº 162, de 27 de fevereiro de 2018; nº 595, de 25 de setembro de 2018; e nº 606, de 2 de outubro de 2018 poderão
ser dispensadas de estabelecidos na Portaria MCidadesnº 725, de 15 junho de 2023 , desde que possuam
projeto aprovado junto à Prefeitura e que a adaptação àqueles requisitos demande nova aprovação.

[Link] ANÁLISE PRELIMINAR DO EMPREENDIMENTO – RECURSOS FAR E FDS - PRODUÇÃO


[Link].1 A análise de empreendimentos com recursos FAR e FDS-Produção pode contemplar uma etapa preliminar,
complementar ou alternativa à Pré-análise.
[Link].2 Os documentos a serem apresentados nesta etapa constam do checklist de engenharia, item 4.1.1, e a
manifestação conclusiva é registrada com a emissão da Viabilidade Preliminar do Empreendimento – VPE -documento
apensado ao formulário LAE HIS.
[Link].3 A VPE deve incluir, no mínimo, manifestação favorável sobre o terreno, valor do terreno, a implantação do
empreendimento, a tipologia habitacional e a verificação preliminar do investimento global, especialmente do custo
de habitação, podendo ser postergada a conclusão da análise do orçamento de equipamentos e infraestrutura para a
etapa de análise definitiva.
▪ A orientação sobre o status mínimo de cada documento previsto no checklist está consignada no formulário
correspondente (VPE).
[Link].4 Após emissão da VPE, deve ser emitida a Manifestação de Viabilidade Técnica – MVT Preliminar,
informando o resultado da análise preliminar ao proponent e e as pendências para emissão do LAE

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[Link].5 Após o atendimento a todas as pendências condicionadas na etapa preliminar e complementação da


documentação técnica necessária para a viabilidade definitiva, conforme checklist (Análise Definitiva + Contratação),
o LAE é emitido.
[Link].6 Na emissão do LAE, devem ser observadas eventuais alterações aos parâmetros considerados na análise
preliminar, decorrentes da documentação complementar apresentada e realizados os ajustes necessários em relação
ao valor de investimento previsto.
[Link].6.1 No caso de permanecerem pendências documentais que não impactem nos parâmetros de viabilidade da
análise, quando da emissão do LAE, as mesmas deverão estar claramente consignadas no campo correspondente
do formulário.

[Link] VERIFICAÇÃO DO VALOR DO TERRENO


[Link].1 Visando mitigar riscos nas operações de produção de empreendimento de interesse social quando houver
previsão de aquisição de terreno, é necessário que se verifique durante a análise o valor poderá ser destinado a este
fim, considerando os critérios de valor estabelecido pelo programa.
[Link].2 Como condição padrão, a atribuição de valor para o terreno ou lote pela CAIXA terá como base o seu valor
de avaliação e correspondentes intervalos de valores admissíveis, conforme procedimentos de avaliação previstos
no COT e parâmetros abaixo descritos.
[Link].3 Para fins de análise de viabilidade técnica e financeira, na análise técnica de empreendimentos, como
parâmetros de mercado do terreno na avaliação, observa -se a ordem de prioridade abaixo estabelecida:
[Link].3.1 Terrenos doados:
a) adotar o valor declarado pelo poder público na lei de doação ou o valor venal sempre que estiver inserido no
intervalo de valores admissíveis;
b) adotar o limite inferior do intervalo de valores admissíveis sempre que o valor declarado pelo poder público na
lei de doação, ou o valor venal, estiver abaixo do intervalo de valores admissíveis;
c) adotar o limite superior do intervalo de valores admissíveis sempre que o valor declarado pelo poder público na
lei de doação, ou o valor venal, estiver acima do interv alo de valores admissíveis;
d) nas operações OR FAR/FDS em que houver aumento mínimo de 4m2 na área útil de cada UH, verificar junto ao
monitor técnico a metodologia a ser utilizada para avaliação e eventuais parâmetros pré -estabelecidos, se for o
caso, não cabendo divulgação, aos clientes externos, da metodologia/parâmetros utilizados.
[Link].3.2 Aquisição de terreno:
a) adotar o menor valor entre o proposto e o limite superior do intervalo de valores admiss íveis;
b) considerar na avaliação de mercado eventual restrição de comercialização, no caso de ZEIS.
[Link].4 Como parâmetros para determinação do valor de aquisição do terreno, considerar eventuais orientações
complementares previstas pelo produto, conforme orientações do monitor técnico.
[Link].5 Na hipótese de doação de terreno, os valores máximos de provisão da UH previstos na Portaria MCID nº
725, de 15/06/[Link]ão descontar a fração do valor de avaliação de mercado do terreno doado por unidade
habitacional, salvo se ele for revertido ao aumento de sua área útil em, no mínimo, 4 (quatro) m².
[Link].5.1 As operações de requalificação de imóveis (retrofit) doados ficam dispensadas do atendimento ao item
[Link].5.

[Link] ANÁLISE DE CUSTOS PARA EMPREENDIMENTOS DE INTERESSE SOCIAL


[Link].1 A análise de custos para empreendimentos de interesse social objetiva verificar a exequibilidade das obras
dentro do prazo previsto nas propostas, para operações enquadradas no âmbito do FAR/FDS.
[Link].2 A presente metodologia se aplica exclusivamente à pro dução de empreendimentos novos.
[Link].3 A garantia da viabilidade e exequibilidade do custo proposto visa mitigar riscos à operação, especialmente
o risco de insuficiência de recursos financeiros para a conclusão das obras.
[Link].4 A análise de custos será subdividida em três macro itens: Habitação, Equipamentos de uso comum e
Infraestrutura.
[Link].5 O monitor técnico, mediante justificativa circunstanciada pela gestão técnica, poderá indicar a adoção de
parâmetros distintos daqueles apresentados em todos os subitens do item [Link].

[Link].6 ANÁLISE DE CUSTOS DE HABITAÇÃO

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[Link].6.1 Para realização da análise de custos de habitação, é necessário escolher o projeto de referência que mais
se assemelha ao projeto objeto da análise, tomando como base, no mínimo, as segui ntes características: tipologia
da edificação (casa ou apartamento), padrão de acabamento, área privativa, número de dependências por unidade,
número de pavimentos e sistema construtivo.
▪ Os projetos de referência serão disponibilizados em fichas técnicas do projeto de referência encaminhadas pelo
monitor técnico da CAIXA.
▪ Caso não se identifique um projeto de referência com as características mínimas semelhantes ao projeto
proposto, conforme mencionadas no item anterior, a análise poderá utilizar referência externa publicada por
entidade oficial, ou ainda por outra fonte tecnicamente reconhecida, devendo ser consignada justificativa técnica
no Laudo de Análise de Engenharia, demonstrando sua compatibilidade com o projeto proposto.
▪ Na inexistência das referências indicadas nos itens anteriores, a análise deverá ser realizada de forma analítica.
▪ Para isso, deve-se solicitar o detalhamento dos custos com a apresentação dos quantitativos e custos
unitários, assim como os respectivos projetos complementares de engenharia.
[Link].6.2 A análise de custos verifica os seguintes aspectos:
a) se a área equivalente da Habitação, exclusivamente, foi calculada pelo proponente de acordo com as
dimensões definidas no projeto.
b) se os coeficientes de equivalência adotados estão compatíveis com as fichas técnicas de cada projeto de
referência.
▪ Na ocorrência da utilização de fichas técnicas parametrizadas em base de dados histórica de projetos
semelhantes ou de referências externas ou elementos não conte mplados na Ficha Técnica, poderão
ser utilizados os coeficientes médios definidos na NBR 12721:2006.
c) A compatibilidade do custo do m2 equivalente com a referência adotada, de acordo com a Unidade da
Federação da proposta e a sistemática de recolhimento de contribuição previdenciária (Não Desonerado ou
Desonerado).
▪ Deve ser verificada a atividade da empresa no endereço
[Link] passível de
adoção do regime de recolhimento apontado.
d) O custo do m2 equivalente deve estar compreendido na seguinte faixa:
▪ Limite Superior: custo do m2 equivalente utilizado com o referência.
▪ Limite Inferior: 90% do custo do m2 equivalente utilizado como referência.
e) Se as incidências dos serviços do projeto objeto de análise estão inseridas na faixa admissível de incidências
dos serviços da Ficha Técnica ou, no caso da utilização de referência externa, deve ser consignada
justificativa técnica no Laudo de Análise de Engenharia, demonstrando sua compatibilidade com o projeto
proposto.
[Link].6.3 Itens não inclusos na ficha técnica do projeto de referência, dev em ser necessariamente apresentados
pelo proponente no orçamento de infraestrutura, de forma discriminada e apoiada em projeto correspondente.

[Link].7 ANÁLISE DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS


[Link].7.1 Para os equipamentos comunitários, deve-se analisar se as especificações dos projetos propostos
possuem semelhança aos projetos de referência e respectivas Fichas Técnicas.
▪ o coeficiente de equivalência calculado pelo proponente para determinação da área equivalente de cada
equipamento, individualmente, e apresentado na tabela de áreas equivalentes da FR E HIS, com o coeficiente
de equivalência indicado na respectiva Ficha Técnica.
[Link].7.2 As especificações de equipamentos complementares não contempladas no item [Link].7.1, são descritas
em campo específico do formulário de custos dos equipamentos comunitários na FRE HIS.

[Link].8 ANÁLISE DE CUSTOS DE INFRAESTRUTURA INCIDENTE E NÃO INCIDENTE


[Link].8.1 A análise dos custos de infraestrutura incidente deve ser baseada na verificação dos documentos
encaminhados pelo proponente que se fizerem necessários para averiguação dos quantitativos e custos unitários
discriminados na respectiva planilha de custos da FRE HIS, podendo ser realizada, por exemplo, com a utilização do
princípio de PARETO – 80%.
[Link].8.2 Os custos unitários poderão ser apurados, além do SINAPI, por meio da utilização de dados contidos em
tabela de referência formalmente aprovada por órgãos ou entidades da administração pública federal, em publicações
técnicas especializadas, em sistema específico instituído para o setor ou em pesquisa de mercado.

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[Link].8.3 Os custos devem ser analisados conforme sistemática de recolhimento de contribuição previdenciária
definida na FRE HIS (Não Desonerado ou Desonerado).
[Link].8.4 Com relação aos serviços não incidentes, as Declarações de Viabilidade emitidas pelas concessionárias,
ou manifestação formal do Ente Público, contendo o escopo, os custos e o prazo previstos para a execução dos
serviços externos à poligonal do empreendimento, sob s ua responsabilidade, são suficientes para definição dos
serviços, sem necessidade de apresentação de projeto e orçamento analítico pelo proponente.
▪ Ainda que esses dados não constem nas Declarações, os mesmos deverão ser informados pelo proponente na FRE
HIS, sem necessidade de detalhamento.
[Link].8.5 Nos casos de propostas abrangidas pela Portaria MCidades nº 704, de 17/07/2024, em que os custos para
execução da infraestrutura urbana básica, externa à poligonal do empreendimento, sejam abarcados, total ou
parcialmente, pelo FAR, esses custos serão analisados utilizando a mesma metodologia de análise dos custos
incidentes.
[Link].8.6 Em casos de equipamentos especiais, deverão ser apresentadas no mínimo, três propostas técnico-
comerciais, cujos custos contemplem a entrega e/ou montagem do equipamento para o mesmo local do
empreendimento objeto da análise, e com data de validade compreendida até o fechamento do Laudo de Análise de
Engenharia.
▪ Como método para obtenção do custo, deve ser adotada a mediana dos valores apresentados nas propostas.
[Link].8.7 Para empreendimentos FAR, na hipótese de proposta de provisão em terreno livre que possua construção
ou qualquer tipo de obra pregressa, os custos de demolição são do proponente ou de algum parceiro definido no
acordo, não devendo ser repassado para o contrato a ser firmado com o FAR.

[Link].9 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS


[Link].9.1 O percentual de incidência dos itens relacionados aos serviços preliminares e gerais deverá ser único e
apresentado em todas as planilhas de custos (Habitação, Infraes trutura e Equipamentos Comunitários) dentro da
mesma faixa de incidência indicada na Ficha Técnica do projeto referencial adotado para Habitação.

[Link].10 BDI
[Link].10.1 Em caso de regime de construção de empreitada global ou autogestão, é admissível, sem justificativa e
sem necessidade de análise dos percentuais dos itens que compõem o BDI, a adoção de taxas de BDI, de acordo
com a metodologia e parâmetros consignados no respectivo Manual Técnico que trata das Bonificações e Despesas
Indiretas – BDI adotado nas operações de habitação de interesse social do programa Minha Casa, Minha Vida.

[Link].11 OUTRAS DESPESAS


[Link].11.1 Para a análise das outras despesas previstas nos manuais dos produtos , deverão ser considerados:
a) os valores propostos para legalização, limitados a 2% do custo total da operação;
b) os valores para o Trabalho Social conforme a seguir:
▪ 1,5% (um e meio por cento) do valor previsto na operação, na hipótese de edificações unifamiliares; ou
▪ 2% (dois por cento) do valor previsto na operação, na hi pótese de edificações multifamiliares.
c) os valores referentes a despesas de vigilância, limitados a 0,5% do custo total da obra;
d) para operações financiadas com recursos do FDS, deve-se considerar os custos relacionados à Assistência
Técnica e Administração da Sede da EO, conforme previsto no manual do produto, a ser informado pelo monitor
técnico, quando for o caso.
[Link].11.2 Para operações com origem de recursos FAR, os valores aceitos para as despesas de seguros são
limitados a 0,5% do custo total da obra (custos da habitação, equipamentos e infraestrutura com BDI incluso), não
sendo necessário o conhecimento dos valores de cada seguro contratado;
[Link].11.3 Os valores propostos na FRE HIS para “Outras Despesas” não são objeto de análise técnica de
engenharia, devendo ser acatados se estiverem compreendidos nos limites estabelecidos por este Normativo.

[Link] COMPATIBILIDADE DO RATEIO DAS ÁREAS


[Link].1 Verifica a compatibilidade dos quadros I e II da NBR 12721:2006, com o terreno e demais elementos do
projeto, quando for o caso.
[Link].2 Tal verificação contempla exclusivamente os seguintes itens:
a) individualização das áreas das unidades autônomas;

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b) se as frações ideais são aceitáveis.

3.5.6 FORMALIZAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE ENGENHARIA

[Link] ASPECTOS GERAIS


[Link].1 As manifestações de engenharia na análise e acompanhamento de obras no Crédito Imobiliário são
formalizadas nos documentos técnicos:
▪ Laudo de Vistoria Territorial (LVT);
▪ Laudos de Análise do Empreendimento (LAE) todas as trilhas de análise;
▪ Manifestação de Viabilidade Prévia (MVP);
▪ Manifestação de Viabilidade Tecnica Preliminar (MVT. PRELIMINAR);
▪ Manifestação de Viabilidade Técnica (MVT);
▪ Viabilidade Mínima do Empreendimento (VME);
▪ Viabilidade Preliminar do Empreendimento (VPE);
▪ Nota Técnica de Engenharia (NE);
▪ Parecer de Engenharia (PE);
▪ Manifestação sobre Avaliação (MAV)
▪ Manifestação sobre Reavaliação (MAV – Reavaliação);
▪ Relatório de Acompanhamento do Empreendimento (RAE);
▪ Relatório de Vistoria de Qualidade (RVQ).
[Link].2 Os modelos das manifestações do tipo LAE, RAE e RVQ serão disponibilizados pelo profissional monitor,
sendo que a MAV, MVP, MVT. PRELIMINAR, MVT, VME, VPE, estão disponíveis nas abas do arquivo LAE.
[Link].2.1 A partir de 01/05/2023, é obrigatório o registro do LVT no SISME.
[Link].3 Para obras com acompanhamento iniciado a partir de 01/07/2022, é obrigatório o registro de todas as
etapas de obra no SISME independentemente se a aferição foi realizada por RAE (preenchimento) ou PLS (inclusão
manual).
[Link].3.1 Para empreendimentos com acompanhamento de obra anterior a 01/07/2022 o registro do RAE no SISME
é opcional.
[Link].4 Os formulários relacionados abaixo com grau de sigilo #[Link] são disponibilizados
pelo corpo da caixa ao proponente exclusivamente para seus empreendimentos em fase de análise técnica e/ou
execução de obras:
▪ Manifestação de Viabilidade Prévia (MVP);
▪ Manifestação de Viabilidade Técnica (MVT. PRELIMINAR);
▪ Manifestação de Viabilidade Técnica (MVT);
▪ Viabilidade Mínima do Empreendimento (VME);
▪ Manifestação sobre Reavaliação (MAV – Reavaliação);
▪ Parecer de Engenharia (PE), quando for o caso.
[Link].4.1 Os documentos acima relacionados também são disponibilizados a empresa credenciada nas operações
a ela demandadas.
[Link].4.2 Demais documentos (LVT, MAV, VPE, LAE, RAE, RVQ e NT) com grau de sigilo
#[Link] somente serão disponibilizados a empresa credenciada nas operações a ela
demandadas e não serão disponibilizados ao proponente.

[Link] FORMALIZAÇÃO DA PRÉ-ANÁLISE


[Link].1 A Pré-Análise será concluída e formalizada por meio da emissão da Manifestação sobre Avaliação e da
Manifestação de Viabilidade Prévia (MVP), documentos apensados ao formulário LAE disponibilizado pelo profissional
monitor da CAIXA.

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[Link].2 Na Manifestação sobre Avaliação (MAV) constam os intervalos de valores admissíveis para o terreno e
tipologias propostas, para uso exclusivo da GIHAB/REHAB/CIHAR/CEHAN, sem divulgação ao proponente.
[Link].3 Na Manifestação de Viabilidade Prévia (MVP) constam os valores definidos pela CAIXA para o terreno e
tipologias, para entrega ao proponente.

[Link] FORMALIZAÇÃO DA ANÁLISE PRELIMINAR – RECURSOS FAR E FDS-PRODUÇÃO


[Link].1 A Análise Preliminar é concluída com manifestação da engenharia através da emissão do documento
Viabilidade Preliminar do Empreendimento –VPE-documento apensado ao formulário LAE correspondente.
[Link].2 A formalização da conclusão da análise preliminar ao proponente é feita por meio da Manifestação
de Viabilidade Técnica Preliminar ([Link]), documento apensado ao formulário LAE correspondente.

[Link] FORMALIZAÇÃO DA ANÁLISE


[Link].1 A análise será concluída e formalizada por meio da emissão do Laudo de Análise do Empreendimento –
LAE, disponibilizado pelo profissional da CAIXA, conforme modelos específicos, quando o empreendimento for
tecnicamente viável, sob os critérios normativos de análise.
[Link].2 Os valores definidos pela CAIXA para o terreno e UH serão indicados no LAE, não havendo necessidade
da solicitação de nova Ficha Resumo do Empreendimento – FRE ao proponente, com a substituição dos valores
propostos por aqueles considerados na análise.
[Link].2.1 A identificação no LAE das unidades, se UH + vaga ou UH e vaga separadamente, deve seguir a
configuração definida na avaliação em função dos critérios definidos e conforme orientações do monitor técnico.
[Link].3 No campo de “pendências” do LAE serão descritos os documentos faltantes e demai s itens a adequar, de
acordo com a etapa em que são exigidos, conforme ANEXO I.
[Link].4 As premissas adotadas na análise de custo devem ser anotadas no campo “observações” do LAE.
[Link].5 A formalização da conclusão da análise de engenharia ao proponente é feita por meio da Manifestação de
Viabilidade Técnica (MVT), documento apensado ao formulário LAE que será disponibilizado ao proponente pela
CIHAR/CEHAN.
[Link].6 Caso não seja possível a emissão do LAE, deve ser emitida manifestação técnica ao proponente em modelo
livre.
[Link].6.1 A manifestação técnica deverá indicar quais os documentos, informações ou esclarecimentos adicionais
serão necessários para conclusão da análise e emissão do LAE.
[Link].7 As peças técnicas emitidas pelo profissional responsável pela análise devem ser assinadas digitalmente e
incluídas no SIOPI.

3.6 ACOMPANHAMENTO DE EMPREENDIMENTOS

3.6.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA


[Link] O acompanhamento de empreendimentos, tanto nas operações de mercado, quanto nas operações de
interesse social, consiste no monitoramento técnico da operação, iniciado após a contratação e estendendo -se até a
conclusão do empreendimento, com abrangência das seguintes atividades:
a) a verificação do atendimento a eventuais cláusulas suspensivas de engenharia;
b) a validação da Planilha de Levantamento de Serviços – PLS;
c) a aferição documental da obra (PLS) ou documental com vistoria (PLS + RAE);
d) a vistoria amostral nas obras visando:
▪ verificar, para fins de desembolso ou confirmação do percentual aferido por PLS, o percentual de obra
efetivamente executado;
▪ verificar a compatibilidade entre a indicação dos serviços executados em PLS e a real situação física da obra;
▪ verificar a compatibilidade entre os serviços executados e o objeto contratado;
▪ verificar a compatibilidade da evolução física da obra com o cronograma vigente.
[Link].1 A aceitação da indicação de serviços executados é condicionada à sua boa qualidade visual e aparente
quando realizada as inspeções na obra.
[Link] Para empreendimentos HIS, será utilizado o modelo específico de PLS HIS.

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[Link] A validação da PLS deve ser concluída antes da primeira aferição.


[Link].1 Os eventos da PLS não poderão ser atestados de forma fracionada e nem poderão ser somadas frações de
eventos para formação de número inteiro de eventos.
[Link].2 Quando necessárias alterações posteriores, a nova PLS deve ser proposta pela construtora, com a
adequação dos itens já aferidos, para nova validação pela GIHAB/REHAB.
[Link].3 A PLS assinada deverá ser apresentada digitalizada ou em formato eletrônico com assinatura digital do
responsável técnico pela obra.
[Link].3.1 No caso de engenheiro residente da obra diferente do engenheiro consignado na ART/RRT de execução,
deverá ser apresentada nova ART/RRT de execução vinculada ao engenheiro residente para assinatura da PLS.

3.6.2 AFERIÇÃO E VISTORIA NA OBRA


[Link] A aferição da obra consiste na verificação do percentual e evolução executada na etapa mensal de obra.
[Link] Para obras de mercado, com andamento normal, conforme produto, a aferição poderá ser feita exclusivamente
de modo documental (PLS) ou documental e vistoria (PLS + RAE).
[Link] Para obras de interesse social, a aferição de obra será feita, obrigatoriamente, por meio de vistoria
(RAE) confirmatória dos percentuais de execução apresentados na PLS emitida pela Construtora,
anteriormente à liberação da parcela ou conforme definido para o produto específico .
[Link] A periodicidade da aferição é determinada conforme produto ou trilhas de análise, pelo contrato de
financiamento e de acordo com as etapas da oba.
[Link] Para empreendimentos contratados na sistemática da Trilha NDT (empresas certificadas com NDT 1 e 2),
serão observados os procedimentos de aferição dispostos no ANEXO IX – Trilha NDT. O enquadramento do na trilha
será informado pelo monitor técnico.
[Link] Quando o empreendimento for certificado pelo Selo Casa Azul Mais CAIXA ou reconhecido com algum de
seus identificadores (#mais), devem ser observados os procedimentos específicos conforme orientação do monitor
técnico.
[Link] No caso de Protótipos de Habitação OR FAR devem ser observados os Requisitos Técnicos e Urbanísticos a
serem disponibilizados pelo monitor técnico.
[Link] No caso de empreendimentos OR FAR/FDS devem ser observad as as especificações obrigatórias e
recomendáveis apresentadas no Memorial Descritivo da FRE HIS.
[Link] No caso das propostas contratadas no âmbito da Portaria nº 704, de 17/07/2024, Calamidades RS, devem ser
observadas as condições especificas estabelecidas no referido documento, para acompanhamento desses
empreendimentos.
[Link] A responsabilidade pela fiscalização da execução dos serviços e aplicação dos diversos materiais é exclusiva
do proponente, caracterizada pelo recolhimento da ART/RRT junto ao CREA/CAU, quando for o caso.

[Link] VISTORIA DE OBRA


[Link].1 A finalidade da vistoria à obra é verificar o cumprimento do objetivo do contrato e acompanhar sua evolução
física, ou seja, se o volume de obra é compatível com a quantidade de recursos aportados e conferir o cumprimento
do prazo de obra.
[Link].2 As vistorias serão amostrais, com percentual mínimo de UH a ser vistoriado definido pela GIHAB/REHAB
de forma que a amostra seja representativa, de acordo com o porte da obra e serviços em execução .
[Link].3 Caso seja identificado problema/falha recorrente nas unidades vistoriadas a amostra deve ser ampliada.
[Link].4 Durante as vistorias deve ser:
a) constatada a existência de placas e adesivos de identificação no tapume da obra, conforme padrão estabelecido
pela CAIXA;
b) verificada a compatibilidade da obra com os projetos aprovados e os outros documentos que subsidiaram a
análise técnica da operação;
▪ As verificações são realizadas de forma visual, não sendo necessária a utilização de equipamentos específicos
para tais observações.
▪ Caso seja constatada incompatibilidade a construtora deverá ser notificada para proceder com as correções
necessárias ou, caso seja passível de aprovação, propor a reprogramação do objeto contratual, conforme item
3.6.5, mediante a apresentação dos projetos e outras peças técnicas alteradas em meio físico e/ou digital.
c) Realizada a aferição da PLS apresentada e avaliada sua compatibilidade com o efetivamente realizado ;
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d) realizado o levantamento fotográfico, retratando o estágio atual da obra, assim como os principais serviços em
execução;
e) observada a qualidade aparente da obra e o desempenho técnico da construtora ;
f) glosados os serviços em desacordo com os projetos e/ou memoriais descritivos, ou com execução insatisfatória;
g) verificado o atendimento às pendências correspondentes às vistorias anteriores ;
h) verificada a compatibilidade e classificação do estágio da obra com o cronograma proposto, conforme item
[Link].7;
i) verificado o andamento das obras não incidentes.
j) Mensurado somente os serviços realizados e os materiais aplicados, não podem ser considerados materiais,
equipamentos, estocados em canteiro.
▪ Como condição excepcional, para materiais e equipamentos especiais, devem ser observados os critérios
específicos de aferição previstos para esses serviços, quando for o caso, conforme orientação do monitor
técnico.
[Link].5 O engenheiro/arquiteto pertencente a empresa credenciada, com base no exame de documentação e da
vistoria efetuada, manifesta-se sobre a mensuração dos serviços e estágio da obra, por meio do “Relatório de
Acompanhamento do Empreendimento – RAE” no SISME ou conforme modelo disponibilizado pelo profissional da
CAIXA.
[Link].5.1 Serviços executados com qualidade ou materiais inadequados não podem ser considerados no
percentual aferido no RAE do período.
[Link].5.2 As glosas deverão ser devidamente listadas no RAE e informadas à c onstrutora, sempre que possível,
no momento da vistoria.
[Link].5.3 Aplicações da marca CAIXA em placas, tapumes e adesivos fora do padrão deverão ser apontadas no
Relatório de Acompanhamento de Empreendimento – RAE para regularização da construtora e identificadas n o
Relatório Fotográfico.
[Link].6 Para operações no âmbito de recursos FAR/FDS, deverá ser consignado no RAE, a finalização das obras
que compõem a infraestrutura não incidente constantes no contrato.
[Link].7 No caso das propostas contratadas no âmbito da Portaria nº 704, de 17/07/2024, Calamidades RS, as
obras de infraestrutura urbana básica, financiadas com recursos FAR, devem ter sua execução acompanhada e
aferida, nos moldes dos procedimentos adotados para acompanhamento da infraestrutura incidente.
[Link].8 Para os contratos habitacionais de empreendimentos com OR FGTS/SBPE/RECLIV, cujas obras estejam
com andamento classificado como “NORMAL” conforme ite m [Link].7, ou com evolução adiantada em relação ao
cronograma, a aferição deverá ocorrer mediante Planilha de Levantamento de Serviços (PLS).
[Link].8.1 Em etapas ou aferições alternadas, ou seja, na etapa seguinte a uma aferição exclusivamente por PLS,
será realizada vistoria com emissão de RAE, indicando o percentual e xecutado acumulado total.
[Link].8.2 A evolução aferida no período, registrada em RAE, corresponderá somente ao percentual em aferição
na etapa vigente.
[Link].8.3 A critério gestão técnica da GIHAB/REHAB a vistoria/emissão de RAE poderá ocorrer anteriormente ao
encaminhamento da aferição por PLS.
[Link].9 Para fins de verificação da evolução das obras, em função do cronograma inicialmente contratado, o
empreendimento é classificado da seguinte forma:

¹Por defasagem, entende-se a diferença entre o % efetivamente executado de obra (apurado no RAE) e o % previsto no cronograma
cadastrado no SIAPF.
²A coluna “Situação de Obra no SIAPF” refere-se aos códigos do campo, sendo “5” obra não iniciada, “7” obra iniciada sem aferição
e “F” contrato habitacional com cláusula suspensiva.

[Link].10 Os procedimentos relativos à classificação dos empreendimentos como EM ATENÇÃO, CRÍTICO - EM


RISCO DE PARALISAÇÃO ou CRÍTICO - PARALISADO, implicam em providências da GIHAB/REHAB, sempre em
conjunto com a SEH/AGE/SEC Construção Civil/CIHARCP e objetivam estabel ecer junto à construtora um plano de
recuperação dos atrasos e finalização do empreendimento no menor prazo possível.

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[Link].11 Para os empreendimentos classificados como EM ATENÇÃO, deve -se solicitar à construtora a
apresentação de plano de ação para liberação da respectiva parcela e notificar sobre a possibilidade de suspensão
do pagamento da parcela seguinte caso não cumpra o plano de ação apresentado.

[Link] AFERIÇÃO DE MATERIAIS/EQUIPAMENTOS ESPECIAIS


[Link].1 Materiais e Equipamentos Especiais são aqueles componentes produzido s industrialmente e
exclusivamente para o empreendimento, para fins específicos e inequívocos (p. ex. elevadores, escadas rolantes,
itens especiais para obras de retrofit, elementos pré-moldados offsite e demais elementos delimitados, conforme
orientações do monitor técnico).
[Link].2 Materiais e equipamentos especiais sob encomenda podem ser objeto de aferição programada, somente
após análise e aprovação da GIHAB/REHAB que fornecerá as devidas orientações específicas para a empresa
credenciada, quando for o caso.

3.6.3 AFERIÇÃO E VISTORIA FINAL


[Link] A aferição e vistoria final (última vistoria aferição da obra) e é caracterizada pela verificação do cumprimento
total das obras que compõem o objeto contratual, incluindo as ligações definitivas dos serviços públicos essenciais.
[Link] Não é condição impeditiva para a elaboração de RAE de 100% , a ausência de hidrômetro e medidor de
energia, quando a concessionária for responsável pela instalação dos mesmos mediante solicitação dos mutuários
após ocupação.
[Link] A vistoria final será realizada após recebimento de declaração da construtora informando a conclusão de
todas as unidades, infraestrutura e demais edificações previstas em contrato, bem como a execução de checklist de
conclusão de todas as edificações do empreendimento, co m a descrição do período no qual tal vistoria foi realizada.
[Link] Especialmente nos grandes empreendimentos, a vistoria final deve ser programada e pactuada com o
construtor com antecedência, de forma a não impactar nas liberações ou entrega das unidades.
[Link] Na vistoria final, todas as áreas comuns e um percentual mínimo de 25% das UH, selecionadas
aleatoriamente, devem ser vistoriadas.
[Link] Durante a vistoria final, caso seja constatado que a obra não se encontra efetivamente concluída, conforme
declarado pela construtora, a vistoria é considerada infrutífera.
[Link] A construtora deverá sanar os problemas identificados em prazo acordado com a GIHAB/REHAB e solicitar
nova vistoria.
[Link] Nessa ocasião, caracterizada a execução total das obras com boa qualidade e nas condiçõe s contratadas, é
emitido o RAE atestando 100% de obra executada.
[Link].1 Nos casos em que sejam identificadas pendências que não impactem no ateste de conclusão da obra e que
não comprometam a funcionalidade e habitabilidade do empreendimento, exclusivamente par a produtos de OR
FGTS/SBPE/RECLIV e quando o habite-se já tiver sido emitido, é possível a liberação da última parcela em duas
etapas.
[Link].1.1 Neste caso, deve-se apresentar Plano de Trabalho e assinatura de Termo de Compromisso para conclusão
dos serviços e/ou apresentação de documentos pendentes com prazo limite, conforme previsto no normativo.
[Link].1.2 Os documentos que podem ser considerados como pendência estão listados no ANEXO I.

3.6.4 REAVALIAÇÃO
[Link] As reavaliações das unidades que integram empreendimento de mercado podem ocorrer nas seguintes
situações:
a) durante a etapa de análise, durante a validade do laudo de avaliação definida pelo gestor do produto ;
▪ Nesta situação é pertinente a solicitação de REVISÃO DA AVALIAÇÃO, no prazo máximo de 1 (um) mês , a
contar da divulgação ao proponente dos valores, nos casos em que não houver concordância com o resultado
da avaliação, caso contrário deve-se proceder com a REAVALIAÇÃO.
b) durante a etapa de análise, expirada a validade do LAUDO DE AVALIAÇÃO, ou após conclusão da análise,
expirada a validade do LAE;
▪ Nesta situação, obrigatoriamente, será realizada uma nova avaliação, entretanto a definição do valor CAIXA,
conforme parâmetros de mercado, descritos no item [Link], poderá considerar os valores inicialmente
propostos ou os novos valores, quando for solicitado pelo proponente.
c) após a conclusão da análise e antes da contratação do empreendimento, dentro da validade do LAE definida
pelo gestor do produto;

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▪ Nesta situação, a reavaliação é permitida apenas se houver fatos motivadores, como variações no mercado
imobiliário devendo ser emitido novo LAE com o VGV atualizado.
d) após a contratação do empreendimento, para agregações de unidades financiadas às PF ;
e) após a conclusão do empreendimento, para desligamentos de unidades financiadas às PF.

3.6.5 REPROGRAMAÇÕES

[Link] ESCOPO E ABRAGÊNCIA


[Link].1 As reprogramações são caracterizadas por quaisquer alterações nas condições acatadas após a emissão
do LAE e/ou contratação da proposta, pleiteadas pela Construtora/Incorporadora, durante a fase de acompanhamento
da operação, ou determinadas pela GIHAB/REHAB, mediante flagrante descumprimento das condições contratadas,
porém passíveis de regularização.
[Link].2 São divididas em três tipos em função da natureza da alteração:
a) a reprogramação do objeto contratado: são aquelas alterações que impactam nas características do
empreendimento ou que ensejam retificação de incorporação e novas aprovações/licenciamentos;
b) a reprogramação do prazo de obra: são as alterações que ensejam repactuação de cronograma.
c) o reajuste do custo da obra por prazo (para empreendimento de mercado, quando previsto pelo produto): ocorre
com a finalidade de recompor o custo da obra frente às perdas inflacionárias do período.

[Link] REPROGRAMAÇÃO DO OBJETO CONTRATADO


[Link].1 Alterações nos projetos, especificações, orçamentos ou outro documento técni co integrante do contrato,
pleiteadas durante a fase de acompanhamento do empreendimento, são necessariamente submetidas à análise
técnica de engenharia, realizada pelas GIHAB/REHAB/CIHAR/CEHAN.
[Link].2 Tais alterações devem ser formalizadas pelo interessado, previamente à sua execução, e a solicitação deve
contemplar as justificativas técnicas, para que seja analisada pelo engenheiro/arquiteto do quadro da CAIXA.
[Link].3 No caso de incorporações imobiliárias, com promitentes compradores já constituídos, não é competên cia
da CAIXA a aprovação de alterações em projetos e especificações que impactem na incorporação ou no memorial de
vendas.

3.6.6 FORMALIZAÇÃO DAS VISTORIAS DE ACOMPANHAMENTO


[Link] A formalização da aferição se dá por meio do Relatório de Acompanhamento de Empreendimento – RAE,
preenchido no SISME ou utilizando o modelo disponibilizado pelo monitor da CAIXA:
[Link].1 Nos casos descritos na alínea f do item [Link].4 e no item [Link].5.1, deve ser solicitada a correção dos
serviços e/ou a substituição dos materiais/equipamentos não condizentes com as especificaçõe s.
[Link].2 No caso de dúvida ou omissão sobre os valores dos serviços da PLS ou do orçamento, o
engenheiro/arquiteto poderá arbitrá-los, utilizando-se dos critérios constantes das tabelas deste Caderno de
Orientações Técnicas (COT) (ANEXO IV para habitação e ANEXO V para infraestrutura).
[Link].3 Se as condições da obra forem consideradas insatisfatórias, essa situação deve ser informada e justificada
no campo observações do RAE, o que possibilita a alimentação do sistema CONRES.
[Link].4 Devem ser informadas, no campo “Observações” do RAE, as pendências documentais relacionadas à obra,
tais como habite-se, termos de recebimento de infraestrutura, Licença de Op eração.

3.7 CONCLUSÃO DO EMPREENDIMENTO/ENTREGA

3.7.1 ESCOPO E ABRANGÊNCIA


[Link] Para as atividades regidas por este Caderno de Orientações Técnicas, o empreendimento é considerado
concluído quando todas as condições abaixo estiverem atendidas:
a) todos os serviços contratados estiverem fisicamente concluídos e o RAE 100% emitido;
b) todas as unidades habitacionais e demais edificações estiverem legalizadas com habite -se e registro no cartório
de imóveis emitidos;
c) todos os equipamentos públicos e sistemas de abastecimento, tra tamento e drenagem forem recebidos pelos
responsáveis pela sua operação; e,

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d) todas as edificações e infraestrutura do empreendimento estiverem em plenas condições de utilização.


[Link] Para os casos de loteamento, é possível a entrega de unidades antecipadamente à conclusão do
empreendimento como um todo, desde que observadas as seguintes condições:
a) as unidades habitacionais nessa condição tenham o Habite -se emitido;
b) a infraestrutura necessária para essas unidades esteja recebida pelos responsáveis pela sua operaç ão;
c) o RAE da etapa de obra ateste que essas unidades e sua respectiva infraestrutura estão fisicamente
concluídas.

3.7.2 ENTREGA DE EMPREENDIMENTOS


[Link] Um empreendimento de mercado estará apto para entrega quando estiver concluído segundo os critérios
definidos no item 3.7.1, cabendo ao profissional técnico de engenharia/arquitetura a emissão do RAE 100% e a
verificação de pendências eventualmente apontadas para a liberação final de recursos.
[Link] Na existência de pendências apontadas no RAE, o responsável pelo contrato apresentará ao engenheiro/
arquiteto os documentos necessários à elaboração de parecer conclusivo quanto ao atendimento das pendências.
[Link] A formalização do atendimento das pendências deve se basear na emissão de manifestação técnic a em
modelo livre.

4 ANEXOS
Páginas subsequentes.

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4.1 ANEXO I – DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

4.1.1 HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL – OR FAR/FDS


[Link] Para versões anteriores dos programas, verificar check list válido à época da contratação .

Recursos
FAR FDS

Mapa da cidade com a projeção do terreno e com a comprovação do atendimento às Especificações Urbanísticas da Anexo I da
Portaria MCidades nº 725, de 15/06/2023 e respectiva retificação (Localização do terreno; Disponibilidade de Infraestrutura Urbana
1 X X
Básica; Acesso a Equipamentos Públicos Comunitários de Educação; Acesso a Equipamentos Públicos Comunitários de Saúde e
Assistência Social; Acesso a Comércio e serviços; e Transporte Público Coletivo)
Matrícula do imóvel (para FDS, é admitida a apresentação de outras documentações comprobatórias de titularidade, de acordo com
2 X X
o caso, conforme previsto pelo produto)
3 Lei do Perímetro Urbano X
Lei municipal de uso e ocupação do solo ou equivalente, indicando o zoneamento da área objeto da proposta, quando houver,
4 especificando os casos de inserção da proposta em Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) ou em terreno proveniente de X
instrumento de controle da ociosidade.
ENQUADRA-
MENTO Caracterização do empreendimento contemplando: identificação do projeto/estudo em referência ao terreno proposto; texto explicativo
sobre a caracterização do empreendimento (número de UH, tipologia, particularidades do empreendimento); croquis de implantação,
(documentação 5 contendo indicação das tipologias/volumetria das edificações, do acesso e dos principais elementos do terreno (topografia acidentada, X
questões ambientais, se for o caso); e Estudos volumétricos e cortes esquemáticos relativos à implantação das edificações na área
técnica) do empreendimento (Para propostas nas modalidades Elaboração de projeto e Aquisição de terreno e elaboração de projeto)
Projeto aprovado ou protocolado junto à prefeitura (Para propostas nas modalidades Produção de unidades novas e Produção de
6 X
unidades requalificadas)
Projeto Básico contendo: Projeto de Implantação e Arquitetura (plantas, cortes fachadas); e Projetos Complementares (ao menos 2
7 dentre: estrutura, fundações, instalações elétricas, instalações hidráulicas, cobertura) (Para propostas nas modalidades Produção de X
unidades novas e Produção de unidades requalificadas, somente quando for o caso)
Licenciamento Ambiental (Para propostas nas modalidades Produção de unidades novas e Produção de unidades requalificadas,
8 X
somente quando for o caso)
Documento emitido pela prefeitura ou pelo governo do Distrito Federal que indique que o empreendimento proposto será implantado
9 X
em área central (somente quando for o caso)

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Recursos
Na ocorrência de especificações recomendáveis na proposta, demais documentos necessários devem ser verificados na aba Checklist da
FRE HIS. FDS
*Modelos CAIXA
FAR Elaboração Produção
**Projetos, Laudos, Pareceres, Relatórios técnicos devem ser acompanhados de ART/RRT emitida pelo respo nsável técnico.
Projeto Unidades

1 FRE HIS em pdf assinado e em excel contendo as seguintes abas: X X X


Identificação; Checklist; Terreno - Infraestrutura e Interferências; Terreno - Potenciais Fontes de X
1.1 X X
Contaminação;
1.2 Caracterização X X
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado abrangendo o período X
2 X X
mínimo de 10 anos
PRÉ-ANÁLISE
(opcional) 3 Planta de localização do empreendimento X
4 Levantamento planialtimétrico cadastral X X
5 Projeto de implantação e arquitetônico do empreendimento X X
6 Layout das unidades padrão e adaptada à acessibilidade universal X X
Declaração do poder público, indicando a construtora selecionada no chamamento público (em caso de
7 X
doação de terreno com proposta apresentada pela construtora)
1 FRE HIS em pdf assinado e em excel contendo as seguintes abas:* X X
Identificação; Checklist; Terreno - Infraestrutura e Interferências; Terreno - Potenciais Fontes de
1.1 X X
Contaminação;
1.2 Caracterização X X
ANÁLISE
PRELIMINAR FAR / 1.3 Memorial Descritivo e Tipologias X¹ X¹
FDS - Produção
(opcional) 1.4 Custos e Tabela Área Equivalente - Habitação X X
1.5 Custos e Tabela Área Equivalente – Equipamentos comunitários e Infraestrutura incidente e não incidente X¹ X¹
1.6 Quadro Resumo de Custos X¹ X¹
1.7 Cronograma X¹ X¹

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Declaração do poder público, indicando a construtora selecionada no chamamento público (em caso de
2 X
doação de terreno com proposta apresentada pela construtora)
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado abrangendo o período
3 X¹ X¹
mínimo de 10 anos
Laudo de Sondagem do terreno de acordo com a NBR 6484 - Solo - Sondagem de simples reconhecimento
4 com SPT - Método de ensaio e NBR 8036 - Programação de sondagens de simples reconhecimento do solo X X
para fundações de edifícios – Procedimento**
Levantamento planialtimétrico cadastral georreferenciado em sistema de coordenada UTM, datum horizontal,
5 X X
SIRGAS 2000**, se for o caso
6 Projetos de implantação e arquitetônico do empreendimento X X
7 Projeto de rota acessível X¹ X¹
8 Layout das unidades padrão e adaptada à acessibilidade universal X X
Projeto de patamarização/terraplenagem com planta baixa e seções transversais contendo a cota de terreno
9 X¹ X¹
natural e cota final projetada e tabela com indicação do volume movimentado.**
10 Projeto de drenagem, considerando os parâmetros da Secretaria Nacional de Saneamento (se for o caso) ** X¹ X¹
Projetos de água e esgoto, com a indicação do esquemático das linhas, diâmetro da tubulação e cotas de
11 PV** e, se for o caso, demais estudos preliminares de infraestrutura incidente e não incidente, suficientes para X¹ X¹
quantificação dos serviços.
Projeto de Paisagismo (porte da vegetação, indicação das espécies nativas, iluminação, mobiliário urbano,
12 X¹ X¹
área de recreação, tratamento de pisos e espaços sombreados) **
13 Quadros I e II da NBR 12.721 (para condomínios) X X
Projeto de arquitetura com nível de intervenção contendo partes a construir e partes a demolir, no caso de
14 proposta de requalificação (retrofit) ** X X

Laudo / Diagnóstico do Edifício contendo, no mínimo: parecer sobre estado de conservação da estrutura e se
será necessário Laudo Estrutural de acordo com o nível de intervenção e estado diagnosticado, instalações
15 X X
hidráulicas, instalações elétricas, instalações de incêndio, cobertura, revestimentos e esquadrias, para
propostas de requalificação (retrofit) **
16 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU X X
17 Certificado de qualificação da construtora no PBQP -H, nível conforme acordo setorial X X
Certidão de Acervo Técnico (CAT), para construtoras que não operam com a CAIXA, ou Realização
18 X X
de Obras, compatíveis com o porte do empreendimento proposto

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X¹ Documentos preliminares, que poderão ser ajustados na análise definitiva (por exemplo: estudos e projetos preliminares de infraestrutura, equipamentos, etc.)

1 FRE HIS completa (em pdf assinado e em excel) contendo as seguintes abas: X X X
Identificação; Checklist; Terreno - Infraestrutura e Interferências; Terreno - Potenciais Fontes de X
1.1 X X
Contaminação;
1.2 Caracterização X X
1.3 Memorial Descritivo e Tipologias X X
1.4 Custos e Tabela Área Equivalente - Habitação X X
1.5 Custos e Tabela Área Equivalente – Infraestrutura e Equipamentos Comunitários X X
1.6 Quadro Resumo de Custos X X X
1.7 Cronograma X X X
Declaração do poder público, indicando a construtora selecionada no chamamento público (em caso de
2 X
doação de terreno com proposta apresentada pela construtora)
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado abrangendo o período X
ANÁLISE 3 X X
mínimo de 10 anos
DEFINITIVA
Matrícula da área em nome do ente público ou da concessionária ou Termo de Doação ao ente público ou à X
4 X
concessionária (em caso de execução de ETE/ETA/EEE/Reservatório externo).
Laudo de Sondagem do terreno de acordo com a NBR 6484 - Solo - Sondagem de simples reconhecimento X
com SPT - Método de ensaio e NBR 8036 - Programação de sondagens de simples reconhecimento do solo
5 X X
para fundações de edifícios – Procedimento**(dispensado nos casos de requalificação (retrofit) e unidades
pulverizadas, dentro da modalidade “Elaboração de Projeto” do FDS)
Levantamento planialtimétrico cadastral georreferenciado em sistema de coordenada UTM, datum horizontal, X
SIRGAS 2000** (dispensado na modalidade “Elaboração de Projeto” do FDS quando o terreno tiver obtido
6 qualificação superior, sem parcelamento de solo e com suficiência de descrição do terreno na matrícula, e nos X X
casos de requalificação (retrofit) e unidades pulverizadas, quando então pode-se apresentar somente Planta
de situação do empreendimento)
7 Projetos de implantação e arquitetônico do empreendimento X X
8 Projeto de rota acessível X X
9 Layout das unidades padrão e adaptada à acessibilidade universal X X

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Projeto de patamarização/terraplenagem com planta baixa e seções transversais contendo a cota de terreno X
10 X
natural e cota final projetada e tabela com indicação do volume movimentado**
11 Projeto de drenagem, considerando os parâmetros da Secretaria Nacional de Saneamento (se for o caso)** X X
Projetos de água e esgoto, com a indicação do esquemático das linhas, diâmetro da tubulação e cotas de PV X
12 ** e, se for o caso, demais estudos preliminares de infraestrutura incidente e não incidente, suficientes para X
quantificação dos serviços.
Projeto de Paisagismo (porte da vegetação, indicação das espécies nativas, iluminação, mobiliário urbano, X
13 X
área de recreação, tratamento de pisos e espaços sombreados) **
14 Declaração de regularidade do local de descarte do bota fora, se for o caso. X X

15 Quadros I e II da NBR 12.721 (para condomínios) X X


Carta ou Declaração de viabilidade de atendimento das concessionárias de energia elétrica, água e esgoto, X
16 X X
contendo as diretrizes básicas
Outorga Prévia (caso seja prevista captação de água por poço subterrâneo ou lançamento de efluentes X
17 X
tratados em cursos de água)
Levantamento Básico e Investigação Confirmatória conforme orientações do Guia de Sustentabilidade X
18 X X
Ambiental CAIXA e NBR 15.515 (se for o caso, vide item 4.6.4)**
19 Laudo geotécnico (se for o caso, vide item [Link].2)** X X
Laudo geotécnico para empreendimentos concentrados com necessidade de execução de taludes e
20 X
contenções, alagáveis e/ou solos com suspeita de resistência insuficiente **
Laudo de desempenho térmico simplificado, conforme NBR 15.575:2021 para comprovação de desempenho
mínimo dos ambientes de permanência prolongada das unidades habitacionais. **Caso não seja enquadrável
21 X
no método simplificado, ou em caso de existência de barreiras para ventilação e insolação, apresentar
simulação computadorizada.
Laudo de desempenho lumínico, conforme NBR 15.575:2021 para comprovação de desempenho mínimo (em X
22 X
casos de barreiras ou especificidades que interfiram no desempenho lumínico)**
FAD que atenda ao desempenho mínimo de índice de redução sonoro ponderado (Rw) ou Laudo de X
23 Desempenho Acústico que comprove o atendimento ao requisito mínimo da norma (no caso de parede simples X
de geminação) **
Projeto de arquitetura com nível de intervenção contendo partes a construir e partes a demolir, no X
24 X
caso de proposta de requalificação (retrofit) **
Laudo / Diagnóstico do Edifício contendo, no mínimo: parecer sobre estado de conservação da X
25 X X
estrutura e se será necessário Laudo Estrutural de acordo com o nível de intervenção e estado

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diagnosticado, instalações hidráulicas, instalações elétricas, instalações de incêndio, cobertura,


revestimentos e esquadrias, para propostas de requalificação(retrofit) **

26 Laudo de Elevadores, se for o caso, para propostas de req ualificação (retrofit)** X X X

Recursos
FDS
**Projetos, Laudos, Pareceres, Relatórios técnicos devem ser acompanhados de ART/RRT emitida pelo responsável técnico.
FAR Elaboração Produção
Projeto Unidades

1 Projetos de implantação e arquitetônico aprovados pela Prefeitura** X X


2 Registro do Loteamento, quando for o caso X X X
3 Alvará ou Licença de construção da obra X X
4 Manifestação do órgão ambiental competente, se for o caso X X X
5 Matrícula do imóvel regularizada, se for o caso. X X X
6 Autorização da autarquia rodoviária ou ferroviária responsável (se for o caso, vide item [Link].4) X X
7 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU X X
8 Certificado de qualificação da construtora no PBQP-H, nível conforme acordo setorial X X
CONTRATAÇÃO
Certidão de Acervo Técnico (CAT), para construtoras que não operam com a CAIXA, ou Realização X
9 X
de Obras, compatíveis com o porte do empreendimento proposto
Comprovação de experiência em gestão de obras e projetos semelhantes por parte da EO (RT) ou X
10 X
AT, para os regimes de mutirão, autoconstrução, autogestão e administração direta
ART/RRT de execução da obra. ART/RRT de execução de obras vinculada, quando for caso.(item X
11 X
[Link].10.4)
12 ART/RRT dos projetos de arquitetura/acessibilidade X X
ART/RRT de fiscalização, no caso de regime de construção empreitada global, em nome do RT X
13
vinculado à EO ou AT contratada pela EO
14 Contrato de Cessão de Tecnologia (para empreendimento com sistema inovador). X X

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Projetos de Infraestrutura Aprovados quando exigíveis para a emissão do alvará/licença de X


15 X
construção**
Termo de garantia contra defeitos sistêmicos - Modelo CAIXA (sistema construtivo não X
16 X
convencional) *
Comprovação de contratação de Monitoramento Técnico da Obra, se for o caso (sistema X
17 X
construtivo inovador e sistema construtivo não convencional), conforme item [Link].
18 Averbação da Servidão em matrícula imobiliária, quando for o caso (item [Link].2 alínea c). X X
Declaração do município quanto ao atendimento do empreendimento por transporte X
público até a entrega do empreendimento, conforme requisitos do item 6 do Anexo I da
19 X
Portaria MCidades nº 725, de 15/06/2023. (para casos em que não estava disponível na
ocasião da vistoria de enquadramento)
Projeto aprovado pelos órgãos de Patrimônio Histórico e Artístico Municipal, estadual ou X
20 X
Nacional, se for o caso, para propostas de requalificação (retrofit).
Declaração de Operação e Manutenção de equipamentos pelo poder público responsável ou X
21 X
concessionária se a declaração de viabilidade não contemplar esse compromisso

1 PLS - Planilha de Levantamento de Serviços X X X


Relatório de monitoramento com resultado satisfatório ou Plano de Qualidade de Obra, se for o X
AUTORIZAÇÃO
2 caso (sistema inovador e não convencional, quando os serviços referentes ao sistema construtivo X
1ª AFERIÇÃO
já estiverem iniciados) **
3 ART/RRT de Elaboração do Projeto de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil - PGRCC X X

1 PLS - Planilha de Levantamento de Serviços (necessária para todos os desembolsos) X X X


Cópia do protocolo da solicitação de atendimento efetuada junto à concessionária, X
2 X
MEDIÇÕES/ referente à implantação da infraestrutura de rede de energia elétrica (para 1ª aferição)
DESEMBOLSOS 3 Apresentação dos projetos conforme cronograma X
Relatório de monitoramento com resultado satisfatório, se for o caso (sistema inovador e paredes X
4 X
de concreto moldadas no local)

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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Recursos
FDS
**Projetos, Laudos, Pareceres, Relatórios técnicos devem ser acompanhados de ART/RRT emitida pelo responsável técnico.
FAR Elaboração Produção
Projeto Unidades

Projetos complementares (fundações, estrutura, estrutura do telhado, fachada, instalações X


1 elétricas/hidráulicas/gás/Sistema de Aquecimento de Água, redes de água, esgoto, energia e Iluminação das X
áreas condominiais internas e públicas)**
Projetos das obras de infraestrutura (interna e externa) aprovados pelos órgãos competentes, quando for o X
2 X
caso.**
Projeto aprovado de prevenção e combate a incêndio ou comprovante de aprovação, se for o caso X
3 (considerada a etapa onde se inicia a execução das paredes ou da superestrutura, de acordo com o método X
construtivo utilizado).**
4 Comprovante da ENCE nível A no PBE da bomba de água (se for o caso) X
5 Minuta da Instituição do Condomínio, até a última aferição (se for o caso) X X

1 Termos de recebimentos da infraestrutura pelos órgãos competentes, no caso de redes públicas X X


2 Manual do Proprietário X X
3 Manual do Condomínio/Síndico (se for o caso) X X

CONSIGNAR COMO 4 Registro da Instituição do Condomínio (se for o caso) X X


PENDÊNCIA PARA
Termo de conclusão do processo de implantação de SAS, SFV ou outro sistema de geração de energia X
CONCLUSÃO NO 5 X
renovável (se for o caso)
CAMPO DE
OBSERVAÇÕES DO 6 Manifestação final do órgão ambiental (vegetação, contaminação, ETE, etc), se for o caso. X X
RAE 100%
7 Manual do usuário do SAS, SFV ou outro sistema de geração de energia renovável X X
8 Habite-se ou Certificado de conclusão do empreendimento X X
Matrícula da área em nome do ente público ou da concessionária (em caso de execução de X
9 X
ETE/ETA/EEE/Reservatório externo).

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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4.1.2 HABITAÇÃO DE MERCADO

Apoio a Produção
PEC/
*Modelos CAIXA MPE
Empreendimento Produlote
**Projetos, Laudos, Pareceres, Relatórios técnicos devem ser acompanhados de ART/RRT emitida pelo responsável técnico.
1 FRE Mercado (assinada e em excel)* X X X
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado abrangendo o período
2 X X X
mínimo de 10 anos
PRÉ-ANÁLISE 3 Levantamento planialtimétrico cadastral X X X
(opcional) 4 Projeto de implantação e arquitetônico do empreendimento X X X
5 Memorial descritivo X X X
6 Quadros I e II da NBR 12.721 (para condomínios) X X
7 Mapa da cidade com indicação da localização do terreno (Croqui de localização) X X X
1 FRE Mercado (assinada e em excel)* X X X
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado abrangendo o período
2 X X X
mínimo de 10 anos
3 Levantamento planialtimétrico cadastral X X X
Projetos de implantação e arquitetônico do empreendimento (padrão prefeitura, sem aprovação). Para
4 X X X
loteamento, apresentar quadro de áreas explicitando a área privativa ou construída coberta padrão.
5 Projeto de rota acessível (exceto empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE) X X
layout das unidades padrão e adaptada à acessibilidade universal (dispensado layout da UH adaptada
6 X X
empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)
7 Quadros I a VIII da NBR 12.721 (para condomínios), quando a matrícula não descrever as UH X X
8 Minuta ou Memorial de Incorporação X X
ANÁLISE DEFINITIVA 9 Parecer geotécnico (se for o caso, vide item [Link].2) ** X X X
Levantamento Básico e Investigação Confirmatória conforme orientações do Guia de Sustentabilidade
10 X X X
Ambiental CAIXA e NBR 15.515 (se for o caso, vide item 4.6.4) **
Declaração de viabilidade de atendimento das concessionárias de energia elétrica, água e esgoto, contendo
11 X X X
as diretrizes básicas
Outorga Prévia (caso seja prevista captação de água por poço subterrâneo ou lançamento de efluentes
12 X X X
tratados em cursos de água)
Declaração de Operação e Manutenção de equipamentos pelo poder público responsável ou concessionária
13 X X X
se a declaração de viabilidade não contemplar esse compromisso.
Estudos preliminares de infraestrutura, suficientes para quantificação dos serviços (dispensável quando a
14 X X X
infraestrutura for proposta na forma sintética)
15 Memoriais descritivos (modelo CAIXA)* X X X
16 Código de Práticas CAIXA (exceto empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)* X

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17 Orçamentos e Cronograma (modelos CAIXA)* X X X


18 Projeto, memorial, orçamento e fonte de recursos das obras não incidentes X X X
Projeto de arquitetura com nível de intervenção contendo partes a construir e partes a demolir, no caso de
19 X X
proposta de requalificação (retrofit)**
Laudo / Diagnóstico do Edifício contendo, no mínimo: parecer sobre o estado de conservação da estrutura e
se será necessário Laudo Estrutural de acordo com o nível de intervenção e estado diagnosticado, instalações
20 X X
hidráulicas, instalações elétricas, instalações de incêndio, cobertura, revestimentos e esquadrias, para
propostas de requalificação (retrofit)**
21 Laudo de elevadores, se for o caso, pata propostas de requalificação (retrofit)** X X

1 Projetos de implantação e arquitetônico aprovados pela Prefeitura ** X X X


2 Memorial de Incorporação registrado, quando for o caso X X
3 Registro do Loteamento, quando for o caso X X X
4 Alvará ou Licença de construção da obra X X X
5 Manifestação do órgão ambiental competente, se for o caso. X X X
6 Autorização da autarquia rodoviária ou ferroviária responsável (se for o caso, vide item [Link].4) X X X
7 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU X X X
Certificado de qualificação da construtora no PBQP-H, nível conforme acordo setorial (dispensável para
8 X X X
empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)
CONTRATAÇÃO 9 ART/RRT de execução da obra X X X
10 ART/RRT dos projetos de arquitetura/acessibilidade X X X
11 Contrato de Cessão de Tecnologia (para empreendimento com sistema inovador). X X
12 Termo de garantia contra defeitos sistêmicos - Modelo CAIXA (sistema construtivo não convencional)* X X
Comprovação de contratação de Monitoramento Técnico da Obra, se for o caso (sistema inovador e sistema
13 X X
construtivo não convencional), conforme item [Link].
14 Averbação da Servidão em matrícula imobiliária, quando for o caso (item [Link].2 alínea c) X X
Projeto Aprovado pelos órgãos do Patrimônio Histórico e Artístico Municipal, Estadual ou Nacional, se for o
15 X X
caso, para propostas de requalificação (retrofit)**

1 PLS - Planilha de Levantamento de Serviços X X X

AUTORIZAÇÃO Relatório de monitoramento com resultado satisfatório, se for o caso (sistema inovador e não convencional,
2 X X
1ª AFERIÇÃO quando os serviços referentes ao sistema construtivo já estiverem iniciados)**

3 ART/RRT de Elaboração do Projeto de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil - PGRCC X X

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1 PLS - Planilha de Levantamento de Serviços (necessária para todos os desembolsos) X X X


DEMAIS MEDIÇÕES/
Relatório de monitoramento com resultado satisfatório, se for o caso (sistema inovador e paredes de concreto
DESEMBOLSOS 2 X X
moldadas no local)

Projetos complementares (fundações, estrutura, estrutura do telhado, instalações elétricas/hidráulicas/SAS,


1 terraplenagem, redes de água, esgoto, drenagem e energia)** X X X
Projetos das obras de infraestrutura (interna e externa) aprovados pelos órgãos competentes, quando for o
DE ACORDO COM O 2 X X X
caso.**
CRONOGRAMA
Projeto aprovado de prevenção e combate a incêndio ou comprovante de aprovação, se for o caso
3 (considerada a etapa onde se inicia a execução das paredes ou da superestrutura, de acordo com o método X X X
construtivo utilizado).**

CONSIGNAR COMO Termos de recebimentos da infraestrutura pelos órgãos competentes, no caso de redes públicas, ou
1 documentos deles dependentes (por exemplo, Licença de Operação) X X X
PENDÊNCIA PARA
CONCLUSÃO NO Habite-se ou Certificado de conclusão do empreendimento
2 X X X
CAMPO DE
OBSERVAÇÕES DO Manifestação final do órgão ambiental (vegetação, contaminação, etc), se for o caso.
RAE 100% 3 X X X

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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4.2 ANEXO II – INTERVALOS ACEITÁVEIS DAS INCIDÊNCIAS DOS AGRUPADORES DO ORÇAMENTO

4.2.1 TABELA I – HABITAÇÃO + INFRAESTRUTURA

Limites Habitacional Limites Vertical Limites Vertical Limites Vertical Paredes


EDIFICAÇÕES Horizontal habitacional/Salas/Misto Andar Livre em Concreto
Item Serviço mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo
1 SERVIÇOS PRELIMINARES GERAIS
s ervi ços técni cos (projetos , orça mentos , l eva ntamentos topográ fi cos ,
1.1 0,50% 0,76% 0,50% 0,76% 0,50% 0,76% 0,50% 1,50% *
s onda gem, l i cença s e PCMAT)
1.2 i ns tal a ções e ca ntei ros (ba rra cã o, cerca mento e pl a ca da obra ) 0,10% 1,90% 0,10% 1,90% 0,10% 1,90% 0,10% 1,90%
1.3 l i ga ções provi s óri a s (á gua , energi a , tel efone e es goto) 0,01% 0,04% 0,01% 0,04% 0,01% 0,04% 0,01% 0,04%
1.4 ma nutençã o ca ntei ro/cons umo 1,00% 1,43% 1,00% 1,43% 1,00% 1,43% 1,00% 1,43%
1.5 tra ns portes má qui na s e equi pa mentos 0,60% 3,94% 0,60% 3,94% 0,60% 3,94% 0,60% 3,94%
1.6 control e tecnol ógi co 0,05% 0,67% 0,05% 0,67% 0,05% 0,67% 0,05% 0,67%
1.7 ges tão de res íduos 0,05% 0,11% 0,05% 0,11% 0,05% 0,11% 0,05% 0,11%
1.8 ges tão da qua l i da de 0,05% 0,09% 0,05% 0,09% 0,05% 0,09% 0,05% 0,09%
1.9 equi pa mentos de proteçã o col etivos 0,00% 0,06% 0,00% 0,06% 0,00% 0,06% 0,00% 0,06%
1.10 a dmi ni s tra çã o l oca l (engenhei ros , mes tres , etc.) 2,50% 7,00% 2,50% 7,00% 2,50% 7,00% 2,50% 7,00%
2 FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES
2.1 Funda ções 3,00% 8,00% 3,00% 8,00% 3,00% 7,00% 3,00% 8,00%
2.2 Contenções /a rri mos es peci a i s 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00%
3 SUPRAESTRUTURA 3,00% 15,00% 10,00% 25,00% 10,00% 25,00% 14,00% 35,00%
4 PAREDES E PAINÉIS
4.1 a l vena ri a / fecha mentos 6,00% 15,00% 4,00% 15,00% 2,00% 8,00% 0,00% 0,50%
4.2 es qua dri a s metál i ca s 0,00% 8,00% 0,00% 8,00% 2,00% 10,00% 0,00% 8,00%
4.3 es qua dri a s de ma dei ra 1,00% 6,00% 1,00% 6,00% 0,00% 4,00% 1,00% 6,00%
4.4 vi dros / es qua dri a s es peci a i s 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 1,50% 5,00% 0,00% 3,00%
5 COBERTURA E PROTEÇÕES
5.1 tel ha dos 0,00% 15,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 8,00%
5.2 i mpermea bi l i za ções 0,50% 3,00% 0,20% 2,50% 0,20% 2,50% 0,20% 2,50%
6 REVESTIMENTOS
6.1 reves timentos i nternos 4,00% 8,00% 4,00% 8,00% 1,00% 6,00% 1,00% 8,00%
6.2 a zul ejos 3,00% 6,00% 2,50% 6,00% 1,00% 6,00% 1,00% 6,00%
6.3 reves timentos externos 4,00% 8,00% 4,00% 6,00% 4,00% 8,00% 2,00% 6,00%
6.4 forros 0,50% 4,00% 0,50% 3,00% 0,50% 3,00% 0,00% 3,00%
6.5 pi ntura s 6,00% 9,00% 5,00% 9,00% 2,50% 9,00% 5,00% 12,00%
6.6 es peci a i s / el ementos fa cha da s 0,00% 2,00% 0,00% 5,00% 1,00% 5,00% 0,00% 5,00%
* Cons i dera r 2,80% pa ra contra tos com OR SBPE.

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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somente credenciados
COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 077

Limites Habitacional Limites Vertical Limites Vertical Limites Vertical Paredes


EDIFICAÇÕES Horizontal habitacional/Salas/Misto Andar Livre em Concreto
Item Serviço mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo
7 PAVIMENTAÇÃO
7.1 ma dei ra 0,00% 4,00% 0,00% 4,00% 0,00% 4,00% 0,00% 4,00%
7.2 cerâ mi ca 1,00% 10,00% 2,00% 7,00% 2,00% 7,00% 1,00% 7,00%
7.3 ca rpete 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00%
7.4 ci mentados 1,50% 3,50% 1,00% 3,00% 1,00% 3,00% 1,00% 3,00%
7.5 roda pés , s ol ei ra s e pei tori s 1,00% 4,00% 1,00% 4,00% 1,00% 4,00% 0,50% 4,00%
7.6 pa vi mentações es peci a i s 0,00% 7,00% 0,00% 7,00% 0,00% 7,00% 0,00% 7,00%
8 INSTALAÇÕES
8.1 el étri ca s / tel efôni ca s 5,00% 10,00% 5,00% 10,00% 5,00% 10,00% 6,00% 10,00%
8.2 hi drá ul i ca s / gá s / i ncêndi o 5,00% 10,00% 5,00% 10,00% 3,00% 8,00% 5,00% 10,00%
8.3 s a ni tári a s / pl uvi a l 3,00% 6,00% 3,00% 6,00% 2,00% 6,00% 3,00% 6,00%
8.4 a pa rel hos , metai s e ba nca da s 2,00% 5,00% 2,00% 5,00% 2,00% 5,00% 2,00% 5,00%
8.5 el eva dores / bomba s 0,00% 1,00% 0,00% 5,00% 3,00% 6,00% 0,00% 5,00%
8.6 cl i ma tiza çã o 0,00% 3,00% 0,00% 4,00% 0,50% 5,00% 0,00% 4,00%
8.7 l ógi ca 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
8.8 es peci a i s 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
9 COMPLEMENTAÇÕES
9.1 ca l a fete / l i mpeza 0,50% 2,00% 0,50% 2,00% 1,00% 2,00% 0,50% 2,00%
9.2 l i ga ções defi ni tiva s 1,00% 3,00% 2,00% 3,00% 1,50% 3,00% 2,00% 3,00%
9.3 outros 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
10 INFRAESTRUTURA E URBANIZAÇÃO
10.1 terra pl ena gem 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00% 0,00% 3,00%
10.2 á gua potável 0,00% 1,50% 0,00% 1,50% 0,00% 1,50% 0,00% 1,50%
10.3 es goto s a ni tári o 0,00% 2,00% 0,00% 2,00% 0,00% 2,00% 0,00% 2,00%
10.4 drena gem da s á gua s pl uvi a i s 0,00% 1,50% 0,00% 1,50% 0,00% 1,50% 0,00% 1,50%
10.5 pa vi mentaçã o 1,00% 1,50% 1,00% 1,50% 1,00% 1,50% 1,00% 1,50%
10.6 energi a e i l umi na çã o 0,20% 1,50% 0,20% 1,50% 0,20% 1,50% 0,20% 1,50%
10.7 tel efone 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
10.8 gá s 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
10.9 obra s es peci a i s 0,00% 2,00% 0,00% 2,00% 0,00% 2,00% 0,00% 2,00%
10.10 pa i s a gi s mo, equi pa mentos e a mbi entaçã o 0,00% 1,00% 1,00% 3,00% 1,00% 3,00% 1,00% 3,00%
11 TOTAL 100% 100% 100% 100%

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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somente credenciados
COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 077

4.2.2 TABELA II – HABITAÇÃO


Limites Habitacional Limites Vertical Limites Vertical Limites Vertical Paredes
EDIFICAÇÕES Horizontal habitacional/Salas/Misto Andar Livre em Concreto
Item Serviço mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo
1 SERVIÇOS PRELIMINARES GERAIS
s ervi ços técni cos (projetos , orça mentos , l eva ntamentos topográ fi cos ,
1.1 0,50% 0,76% 0,50% 0,76% 0,50% 0,76% 0,50% 1,50% *
s onda gem, l i cença s e PCMAT)
1.2 i ns tal a ções e ca ntei ros (ba rra cã o, cerca mento e pl a ca da obra ) 0,10% 1,90% 0,10% 1,90% 0,10% 1,90% 0,10% 1,90%
1.3 l i ga ções provi s óri a s (á gua , energi a , tel efone e es goto) 0,01% 0,04% 0,01% 0,04% 0,01% 0,04% 0,01% 0,04%
1.4 ma nutençã o ca ntei ro/cons umo 1,00% 1,43% 1,00% 1,43% 1,00% 1,43% 1,00% 1,43%
1.5 tra ns portes má qui na s e equi pa mentos 0,60% 3,94% 0,60% 3,94% 0,60% 3,94% 0,60% 3,94%
1.6 control e tecnol ógi co 0,05% 0,67% 0,05% 0,67% 0,05% 0,67% 0,05% 0,67%
1.7 ges tão de res íduos 0,05% 0,11% 0,05% 0,11% 0,05% 0,11% 0,05% 0,11%
1.8 ges tão da qua l i da de 0,05% 0,09% 0,05% 0,09% 0,05% 0,09% 0,05% 0,09%
1.9 equi pa mentos de proteçã o col etivos 0,00% 0,06% 0,00% 0,06% 0,00% 0,06% 0,00% 0,06%
1.10 a dmi ni s tra çã o l oca l (engenhei ros , mes tres , etc.) 2,50% 7,00% 2,50% 7,00% 2,50% 7,00% 2,50% 7,00%
2 FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES
2.1 Funda ções 3,00% 9,50% 3,00% 9,50% 3,00% 8,50% 3,00% 9,50%
2.2 Contenções /a rri mos es peci a i s 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 0,00% 3,50%
3 SUPRAESTRUTURA 3,00% 17,50% 10,00% 30,00% 10,00% 30,00% 14,00% 40,00%
4 PAREDES E PAINÉIS
4.1 a l vena ri a / fecha mentos 6,00% 17,50% 4,00% 18,00% 2,00% 9,50% 0,00% 0,50%
4.2 es qua dri a s metál i ca s 0,00% 9,50% 0,00% 9,50% 2,00% 12,00% 0,00% 9,50%
4.3 es qua dri a s de ma dei ra 1,00% 7,00% 1,00% 7,00% 0,00% 4,50% 1,00% 7,00%
4.4 vi dros / es qua dri a s es peci a i s 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 1,50% 6,00% 0,00% 3,50%
5 COBERTURA E PROTEÇÕES
5.1 tel ha dos 0,00% 17,50% 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 0,00% 9,50%
5.2 i mpermea bi l i za ções 0,50% 3,50% 0,20% 3,00% 0,20% 3,00% 0,20% 3,00%
6 REVESTIMENTOS
6.1 reves timentos i nternos 4,00% 9,50% 4,00% 9,50% 1,00% 7,00% 1,00% 9,50%
6.2 a zul ejos 3,00% 7,00% 2,50% 7,00% 1,00% 7,00% 1,00% 7,00%
6.3 reves timentos externos 4,00% 9,50% 4,00% 7,00% 4,00% 9,50% 2,00% 7,00%
6.4 forros 0,50% 4,50% 0,50% 3,50% 0,50% 3,50% 0,00% 3,50%
6.5 pi ntura s 6,00% 10,50% 5,00% 10,00% 2,50% 10,00% 5,00% 14,00%
6.6 es peci a i s / el ementos fa cha da s 0,00% 2,50% 0,00% 6,00% 1,00% 6,00% 0,00% 6,00%
* Cons i dera r 2,80% pa ra contra tos com OR SBPE.

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


44 / 72
somente credenciados
COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 077

Limites Habitacional Limites Vertical Limites Vertical Limites Vertical Paredes


EDIFICAÇÕES Horizontal habitacional/Salas/Misto Andar Livre em Concreto
Item Serviço mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo mínimo máximo
7 PAVIMENTAÇÃO
7.1 ma dei ra 0,00% 4,50% 0,00% 4,50% 0,00% 4,50% 0,00% 4,50%
7.2 cerâ mi ca 1,00% 12,00% 2,00% 8,50% 2,00% 8,50% 1,00% 8,50%
7.3 ca rpete 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 0,00% 3,50% 0,00% 3,50%
7.4 ci mentados 1,50% 4,00% 1,00% 3,50% 1,00% 3,50% 1,00% 3,50%
7.5 roda pés , s ol ei ra s e pei tori s 1,00% 4,50% 1,00% 4,50% 1,00% 4,50% 0,50% 4,50%
7.6 pa vi mentações es peci a i s 0,00% 8,00% 0,00% 8,50% 0,00% 8,50% 0,00% 8,50%
8 INSTALAÇÕES
8.1 el étri ca s / tel efôni ca s 5,00% 12,00% 5,00% 12,00% 5,00% 12,00% 6,00% 12,00%
8.2 hi drá ul i ca s / gá s / i ncêndi o 5,00% 12,00% 5,00% 12,00% 3,00% 9,50% 5,00% 12,00%
8.3 s a ni tári a s / pl uvi a l 3,00% 7,00% 3,00% 7,00% 2,00% 7,00% 3,00% 7,00%
8.4 a pa rel hos , metai s e ba nca da s 2,00% 6,00% 2,00% 6,00% 2,00% 6,00% 2,00% 6,00%
8.5 el eva dores / bomba s 0,00% 1,50% 0,00% 6,00% 3,00% 7,00% 0,00% 6,00%
8.6 cl i ma tiza çã o 0,00% 3,50% 0,00% 4,50% 0,50% 6,00% 0,00% 4,50%
8.7 l ógi ca 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
8.8 es peci a i s 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
9 COMPLEMENTAÇÕES
9.1 ca l a fete / l i mpeza 0,50% 2,50% 0,50% 2,50% 1,00% 2,50% 0,50% 2,50%
9.2 l i ga ções defi ni tiva s 1,00% 3,50% 2,00% 3,50% 1,50% 3,50% 2,00% 3,50%
9.3 outros 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00% 0,00% 1,00%
10 TOTAL 100% 100% 100% 100%

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


45 / 72
somente credenciados
COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 079

4.3 ANEXO III – SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS


SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS Valor de Referência
1 SERVIÇOS PRELIMINARES 2,70 %
Serviços Técnicos
1.1.1 Projetos/orçamentos/cronogramas/memoriais/incorporação
1.1.2 Levantamento Topográfico 0,76 % * (Parede de
1.1 concreto – conforme
1.1.3 Sondagem item 6.3.1)

1.1.4 Cópias, licenças, taxas (alvará, aprovação, projetos, etc.)


1.1.5 PCMAT
Instalações e canteiros
1.2.1 Barracão, WC, escritório, refeitório, almoxarifado, guarita etc.
1.2 1,90 %
1.2.2 Cerca provisória (Tapumes/isolamentos)
1.2.3 Placa de obra
Ligações provisórias
1.3 0,04 %
1.3.1 Água, energia, telefone, esgoto
2 SERVIÇOS GERAIS 6,30 %
Manutenção canteiro/consumo
2.1.1 Manutenções diversas
2.1.2 Água, energia, telefones, internet
2.1 2.1.3 Suprimento de copa, escritório, primeiros socorros 1,43 %
2.1.4 Mobiliários e equipamentos
2.1.5 Vigilância
2.1.6 Limpeza permanente de obra
Transportes, máquinas e equipamentos
2.2 2.2.1 Transporte horizontal e vertical 3,94 %
2.2.2 Máquinas e equipamentos especiais
2.3 Controle Tecnológico 0,67 %
2.4 Gestão de Resíduos 0,11 %
2.5 Gestão da Qualidade 0,09 %
Equipamentos de Proteção Coletivos
2.6 2.6.1 Sinalização da obra 0,06 %
2.6.2 Segurança (guarda-corpos, prot. vergalhões, cortinados etc.)
3 ADMINISTRAÇÃO LOCAL 7,0%
Pessoal -- x --
3.1.1 Engenheiro 2,16 %
3.1.2 Encarregados 1,89 %
3.1.3 Mestres 1,27 %
3.1
3.1.4 Apontador 0,17 %
3.1.5 Almoxarife 0,41 %
3.1.6 Técnico de segurança 0,59 %
3.1.7 Estagiários 0,28 %
3.2 EPI – apenas do pessoal administrativo 0,06 %
3.3 Vale Transporte – apenas do pessoal administrativo 0,17 %

TOTAL 16,0% * (P. de concreto


- ver item 4.3.1)

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


somente credenciados 46 / 72
1
COT – CADERNO DE ORIENTAÇÕES TÉCNICAS 079

4.3.1 Para obras no Sistema construtivo “Parede de Concreto Moldadas no Local” será admitido no item “1.1 Serviços
técnicos” valor de referência de até 1,5% para operações OR FGTS e 2,80% para operações OR SBPE / OR RECLIV,
com consequente aumento do total admitido para o Macroitem “Serviços Preliminares” para 16,74% e 18,04%.

4.4 ANEXO IV – CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO – HABITAÇÃO


CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO - HABITAÇÃO
1. Fundações e embasamento: 100% 12. Pintura interna (látex) 100%
- estaqueamento 60% - emassamento 60%
- escavação 8% - 1ª demão 20%
- sapatas, cintas, cortinas 26% - 2ª demão 20%
- rebaixamento do lençol 8%
- escoramento dos vizinhos 4% 13. Pintura sobre madeira 100%
- seladora 40%
2. Supra-estrutura 100% - 1ª demão 30%
- medir proporcionalmente ao nº pavimentos - 2ª demão 30%

3. Alvenaria 100% 14. Pintura externa (látex acrílico) 100%


- medir proporcionalmente ao nº pavimentos - seladora 20%
- 1ª demão 40%
4. Esquadria de Alumínio 100% - 2ª demão 40%
- contramarco 30%
- folha 70% 15. Pintura externa (cal com fixador) 100%
- 1ª demão 30%
5. Esquadria de Madeira 100% - 2ª demão 30%
- aduela 35% - 3ª demão 40%
- folha 60%
- alizar ou guarnição 5% 16. Azulejos 100%
- chapisco 5%
6. Ferragem 100% - emboço 15%
- dobradiça 20% - assentamento 75%
- fechadura 70% - rejuntamento 5%
- maçanetas e espelhos 10%
17. Piso cerâmico ou madeira 100%
7. Cobertura 100% - contrapiso 35%
- madeiramento 45% - cerâmica ou madeira (taco) 65%
- telha 45%
- arremates (rufos, calhas, tabeira) 10% 18. Piso em carpete 100%
- contrapiso 50%
8. Impermeabilização 100% - carpete 50%
- aferição proporcional à área de aplicação
19. Louças e metais (imóvel c/1 banheiro) 100%
9. Revestimento interno 100% - cozinha e área de serviço 45%
- chapisco 10% - banheiro 55%
- emboço 20%
- reboco (gesso) 70% 20. Louças e metais (imóvel c/2 banheiro) 100%
- cozinha e área de serviço 35%
10. Revestimento externo 100% - banheiros 65%
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- chapisco 20%
emboço alisado (reboco paulista) 80% 21. Elevadores 100%
- adiantamento mediante fatura paga 50%
11. Pintura interna 100% - guias verticais 10%
- paredes e tetos 75% - máquina montada 10%
- esquadrias 15% - soleiras 2%
- áreas e poços 5% - controle casa de máquinas 10%
- rodapé, corrimão, quadros 5% - contrapesos 3%
- portas instaladas e cabine montada 10%
- funcionamento 5%
CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO - INSTALAÇÕES
EDIFICAÇÕES VERTICAIS (PRÉDIOS) EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS (CASAS)
1. Instalações elétricas e telefônicas 100% 1. Instalações elétricas e telefônicas 100%
- tubulação nas lajes 20% - tubulação nas lajes 30%
- tubulação nas alvenarias e caixas 20% - tubulação nas alvenarias e caixas 30%
- prumadas gerais 10% - enfiação 20%
- enfiação dos apartamentos 15% - disjuntores/tomadas/interruptores 10%
- enfiação das prumadas/áreas comuns 10% - entrada de energia e quadros 10%
- disjuntores/tomadas/interruptores 10%
- quadros de medição e entrada energia 15% 2. Água fria e água quente 100%
- tubulação no piso 20%
2. Água fria e água quente 100% - tubulação na alvenaria 60%
- barrilete superior 15% - barrilete e caixa d'água 20%
- prumadas 20%
- distribuição nos pavimentos 60% 3. Esgoto e águas pluviais 100%
- entrada do hidrômetro à cisterna 5% - tubulação no piso 40%
- tubulação na alvenaria 10%
3. Esgoto e águas pluviais 100% - caixas, fossa e sumidouro 50%
- prumadas esgoto e ventilação 30%
- ramais de esgoto 35% 4. Instalação de gás 100%
- rede do térreo de esgoto 10% - tubulação no piso 70%
- prumadas pluviais 15% - tubulação na alvenaria 30%
- rede térrea (coletores) 5%
- captação (caixas, ralos, calhas, ...) 5%

4. Gás canalizado (gás de rua) 100%


- prumadas 70%
- distribuição nos pavimentos 20%
- alimentação (da rua ao medidor) 10%

5. Central de gás (gás de botijão) 100%


- prumadas 30%
- distribuição nos pavimentos 45%
- medidores de gás 15%
- cilindros e equipamentos 10%

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4.5 ANEXO V – CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO – INFRAESTRUTURA

INCIDÊNCIAS INFRAESTRUTURA

1. REDE PLUVIAL 100%


- Locação, escavação valas, regularização fundo 10%
- Rede, ramais, berço, reaterro 70%
- Poços de Visita, Bocas-de-Lobo 20%

2. REDE ESGOTO SANITÁRIO SEM LIGAÇÕES DOMICILIARES 100%


- Locação, escavação valas, regularização fundo 10%
- Rede, reaterro 60%
- Poços de Visita 30%

3. REDE ESGOTO SANITÁRIO COM LIGAÇÕES DOMICILIARES 100%


- Locação, escavação valas, regularização fundo 5%
- Rede, reaterro 35%
- Poços de Visita 20%
- Ligações domiciliares 40%

4. REDE DE ÁGUA POTÁVEL SEM LIGAÇÕES DOMICILIARES 100%


- Locação, escavação valas, regularização fundo 20%
- Rede, reaterro 80%

5. REDE DE ÁGUA POTÁVEL COM LIGAÇÕES DOMICILIARES 100%


- Locação, escavação valas, regularização fundo 10%
- Rede, reaterro 40%
- Ligações domiciliares 50%

6. PAVIMENTAÇÃO EM BLOCOS CONCRETO SEXTAVADOS 100%


- Locação, escavação, regularização e compactação subleito 5%
- Base bica corrida 20%
- Pavimentação bloquete, inclusive colchão de areia 60%
- Meio-Fio e Sarjeta 15%

7. PAVIMENTAÇÃO EM CBUQ 100%


- Locação, escavação, regularização e compactação subleito 10%
- Base bica corrida 35%
- Pavimentação CBUQ, inclusive imprimação e pintura ligação 35%
- Meio-Fio e Sarjeta 20%

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4.6 ANEXO VI – IDENTIFICAÇÃO DE POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO EM TERRENOS E ANÁLISE EM


ÁREAS CONTAMINADAS
4.6.1 São consideradas potenciais fontes de contaminação, para fins de procedimento de análise técnica de
empreendimentos, a existência ou histórico de uso no terreno e/ou seu entorno imediato de:
a) Atividades:
▪ Postos de gasolina, abastecimento de veículos ou tan que de combustível;
▪ Oficinas mecânicas de médio e grande porte, troca de óleo em grandes volumes, galvanoplastia, manutenção
de máquinas, equipamentos e veículos automotores;
▪ Cemitérios e serviços de sepultamento;
▪ Indústrias, especialmente metalúrgicas, químicas, farmacêuticas, de tecelagem, fiação, estamparia, fabricação
de produtos derivados de petróleo, pneus, biocombustíveis, cimento, produtos cerâmicos, vidro, automotivas,
fabricação de máquinas, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópti cos, fabricação de móveis,
fabricação e refino de açúcar;
▪ Impressão, tais como gráficas industriais, dentre outros;
▪ Lavanderias e tinturarias industriais ou de grande porte;
▪ Hospitais;
▪ Curtimento e outras preparações de couro;
▪ Desdobramento de madeira;
▪ Relacionadas a transporte rodoviário, metroviário, ferroviário, dutoviário;
▪ Relacionadas a descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos.
▪ Relacionadas a esgoto (coleta, tratamento e disposição de resíduos, Estação de Tratamento de Esgoto –
E.T.E.), descarte de efluentes no solo ou esgoto a céu aberto;
▪ Relacionadas a tratamento e purificação de água para fins de abastecimento (Estação de Tratamento de Água
– E.T.A.);
▪ Relacionadas a infraestrutura para geração, transformação e distribuição de energia, tais como estações,
subestações, cabines de transformação;
▪ Relacionadas à mineração, extração de carvão, petróleo, gás natural, minerais metálicos;
b) Disposição de resíduos:
▪ Lixão, aterro sanitário, áreas de transbordo de lixo;
▪ Bota-Fora, armazenamento de entulho, ferro-velho;
▪ Respiros, bocais de enchimento, tubulações saindo do solo ou poços de monitoramento;
▪ Manchas de óleo ou outros produtos químicos no solo, odores de combustíveis, gás e/ou outras substâncias
químicas.
▪ Armazenamento de produtos químicos ou perigosos (bombonas, tambores ou sacos);
▪ Armazenamento de resíduos, tais como baterias automotivas ou industriais usadas, derivados de petróleo
(combustíveis), biocidas, tintas, vernizes, solventes ou detecção de substâncias tóxicas;
[Link] Nos casos de disposição de resíduos, deve-se atentar inclusive para os locais de disposição irregulares ou
clandestinos, ocorridos no passado, ainda que substituídos por outros usos ou vegetação.
[Link] Para fins de análise de potencial de contaminação, considera -se o entorno de 100m a partir da poligonal do
terreno.
[Link] Para terrenos próximos ou inseridos em áreas industriais ou com concentração de atividades potencialmente
poluidoras, considera-se o entorno de 200m a partir da poligonal do terreno.
[Link] Para os casos de lixão, aterro sanitário ou áreas de transbordo, considera-se o entorno de 500m a partir da
poligonal do terreno.
4.6.2 Caso sejam constatados indícios de contaminação, devem ser apresentados, pelo proponente, estudos técnicos,
devendo estes ser executados por empresa(s) espec ializada(s) em estudos e diagnósticos de áreas contaminadas,
com o recolhimento de ART/RRT.
4.6.3 A CAIXA disponibiliza o Guia Caixa de Sustentabilidade Ambiental – Avaliação Ambiental de Terrenos com
Potencial de Contaminação, contendo as informações para apres entação do Levantamento Básico e da Investigação

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Confirmatória, em seu site, no link [Link]


ambiental/GuiaCAIXA_web.pdf.
4.6.4 Nos casos com potencial de contaminação, conforme itens [Link] e [Link], deverá ser solicitado Levantamento
Básico e a Investigação Confirmatória conjuntamente.
[Link] Nos demais casos de potencial de contaminação, poderá ser solicitado inicialmente apenas o Levantamento
Básico:
▪ Se o Levantamento Básico concluir pela inexistência das atividades e usos anteriores potencialmente poluidores
(item 4.6.1), poderá ser dispensada a apresentação da Investigação Confirmatória.
▪ Nos casos de suspeita de disposição de resíduos (item 4.6.1 b), o Levantamento Básico deverá conter
complementarmente análise de solo (sondagem simples) comprovando a existência exclusiva de s olo natural.
4.6.5 O Levantamento Básico consiste em um estudo detalhado sobre o histórico de ocupação e uso do terreno. visa
a fundamentação (confirmação ou descarte) dos indícios de contaminação levantados durante a vistoria e deve conter
no mínimo:
▪ pesquisa quanto ao histórico da ocupação e do uso da área;
▪ detecção de fontes de contaminação e caracterização de potenciais focos de contaminação a partir dessas
fontes poluidoras, discriminando as substâncias relevantes contidas nestes focos;
▪ validação dos focos potenciais de contaminação com levantamento de fatores mitigadores ou agravantes
existentes;
▪ execução de sondagens geotécnicas de simples reconhecimento, se for o caso;
▪ elaboração e modelo conceitual explicitando as conclusões a respeito das possíveis vias de contaminação (água
subterrânea, inalação, cadeia alimentar) no cenário de uso futuro habitacional (saúde dos operários da obra,
saúde dos futuros residentes, águas subterrâneas);
▪ conclusão compatível com o levantamento realizado;
▪ recomendações para a investigação confirmatória.
[Link] Caso o Levantamento Básico conclua quanto a existência de indícios de contaminação, será realizada a
Investigação Confirmatória.
4.6.6 Na Investigação Confirmatória procura-se confirmar a suspeita levantada na etapa anterior e comprovar a
existência da contaminação. Refere-se a uma investigação técnica do terreno, incluindo sondagens, amostragens e
análises químicas, realizadas a partir das constatações de locais de maior probabilidade identificados nas etapas
anteriores, especialmente no Levantamento Básico. Deve conter, no mínimo:
▪ caracterização geológica e hidro geológica do terreno;
▪ dados socioambientais (ocupação do entorno, áreas de preservação, restrições legais etc.);
▪ resultados do Levantamento Básico e plano de amostragem com a indicação das áreas onde se realizaram as
medições de gases, sondagens e instalação de poços de monitoramento de água;
▪ apresentação dos resultados das investigações técnicas, incluindo as análises químicas, comparando -os com
os valores orientadores;
▪ descrição dos métodos empregados;
▪ confirmação ou não da contaminação da área;
▪ classificação e estimativa de risco para futuro uso;
▪ classificação, remoção e disposição de resíduos;
▪ conclusão sobre as constatações de contaminação definida pela concentração de substâncias no solo e águas
subterrâneas acima dos valores de investigação, e suas implicações.
4.6.7 O gerenciamento de áreas contaminadas é composto pelas seguintes etapas e respectivos trabalhos:
Levantamento Básico ou Avaliação Preliminar (identificação de indícios ou potencial), Investigação Confirmatória
(constatação), Investigação Detalhada e Avaliação de Risco, Plano de Intervenção/Reabilitação/Remediação, ações
mitigatórias ou de intervenção e monitoramento para reabilitação.
[Link] A elaboração desses estudos segue a ABNT NBR 15.515 e, sempre que apresentados à CAIXA, no caso de
Levantamento Básico, Investigação Confirmatória e Plano de Intervenção, devem estar acompanhados de anotação
de responsabilidade técnica.
4.6.8 Para prosseguimento da operação de financiamento, se confirmada a contaminação no solo ou nas águas
subterrâneas, o proponente deverá informar ao órgão ambiental competente, realizando os demais estudos
necessários para total caracterização da contaminação e proposição de ações para recuperação do meio degradado.
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[Link] Quando a contaminação for exclusivamente em águas subterrâneas e sem risco para os trabalhadores ou
futuros moradores, o empreendimento poderá ser contratado mediante a apresentação de protocolo de entrada da
documentação para análise no órgão ambiental competente e aprovação pela gestão local das medidas restritivas
necessárias.
[Link].1 Para estes casos é obrigatória a averbação da proibição do uso conforme item 6.7.10 alíneas C e D e 6.7.11
em matrícula mãe do imóvel.
4.6.9 Para a contratação de empreendimentos cujos terrenos estejam contaminados, com consequente necessidade
de remediação da área, o proponente deverá apresentar:
a) Parecer do órgão ambiental competente, com manifestação conclusiva quanto:
▪ a suficiência e adequação das medidas do Plano de Intervenção/Reabilitação/Remediação;
▪ prazo das obras civis;
▪ anuência para que o início das obras do empreendimento possa ocorrer de forma concomitante com o processo
de remediação, com recomendações para a garantia da saúde do trabalhador, s e for o caso;
▪ condições para obtenção do Habite-se, se for o caso.
b) Plano de Intervenção/Reabilitação/Remediação, com respectivo orçamento;
c) Averbação da informação de restrição de uso de água subterrânea e/ou contaminação na matrícula imobiliária
do terreno e no Registro de Incorporação/Loteamento;
d) Entrega de declaração, pelo empreendedor, de que será responsável:
▪ pela inclusão nos contratos com os compradores dos imóveis e na Convenção de Condomínio registrada de
informações sobre a situação de restrição de uso de água subterrânea e/ou de contaminação da área, as ações
de remediação/monitoramento e restrições ou condições especiais de uso do solo e/ou águas subterrâneas,
se for o caso;
▪ por todas as medidas relativas à remediação e monitoramento do terreno, i nclusive em relação à possível
revisão do cronograma das obras e sua entrega para ajustá -lo à obtenção da aprovação definitiva do órgão
ambiental;
▪ pela averbação na matrícula imobiliária da Incorporação e das UHs sobre a contaminação e
reabilitação/remediação para o uso declarado;
▪ ter ciência de que a CAIXA poderá reter parte dos 5% finais do custo de obra após a emissão do Habite -se,
até a averbação nas matrículas de que trata o item anterior.
4.6.10 A cláusula contendo a informação sobre a situação de contamina ção da área, as ações de
remediação/monitoramento e restrições ou condições especiais de uso do solo e/ou águas subterrâneas, se for o
caso, deverão ser incluídas também nos contratos com as pessoas físicas das unidades habitacionais financiadas
com a CAIXA.
4.6.11 Nos casos em que o processo de remediação do terreno ocorra de forma concomitante com a produção do
empreendimento, a empresa deverá comprovar a execução das obras de remediação ao longo da execução da obra,
e, sempre que possível, demonstrar o acompanhamento por parte do órgão ambiental.
4.6.12 Para a liberação da última parcela, o proponente apresenta obrigatoriamente:
▪ Termo de Reabilitação do terreno concedido pelo órgão ambiental competente;
▪ cumprimento das condições estabelecidas, com a respectiva apres entação do Habite-se.
▪ averbação da informação sobre a remediação na matrícula imobiliária e na instituição do condomínio;
▪ Manual do Proprietário e do Síndico, nos casos em que a área remediada permaneça com algum tipo de
restrição ao uso do solo e de águas subterrâneas.
▪ Nesses documentos deverão ser inseridas informações e orientações sobre a situação, de forma a evitar
eventuais riscos aos moradores e empregados do condomínio provenientes do contato com substâncias
nocivas à saúde e ao meio ambiente;

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4.7 ANEXO VII – MCMV RURAL

4.7.1 PNHR
[Link] Operações submetidas PNHR devem observar, no que couber, o disposto nas versões do COT e manuais
internos contemporâneas às suas contratações.

4.7.2 ANÁLISE
[Link] Devem ser observadas as exigências, impedimentos e situações excepcionais de enquadramento previstas
nos regramentos do produto.
[Link] Na análise técnica é verificado se o empreendimento proposto se enquadra nas regras do programa e se a
sua produção é viável técnica e financeiramente, considerando, exclusivamente sob os aspectos técnicos, o seguinte:
a) as condições físicas da área de intervenção e análise da unidade habitacional existente, se houver, com base
em relatórios fotográficos e informações fornecidas pelo proponente , sem previsão de vistoria no local;
b) se apresenta unidade habitacional existente no terreno, com base no relatório fotográfico da FRE Rural e
informações fornecidas pelo proponente quanto à sua destinaçã o: produção habitacional nova ou melhoria
habitacional.
c) se os projetos e as especificações atendem às condições definidas pelo programa;
d) no que se refere à laje de cobertura, observar as exceções previstas nas especificações mínimas do programa;
e) se os projetos das unidades habitacionais atendem aos critérios de acessibilidade previstos nas Especificações
Técnicas;
f) se as especificações e os orçamentos apresentados correspondem àqueles do projeto;
g) se o cronograma físico-financeiro é compatível com a proposta;
h) se o empreendimento proposto é viável econômica e financeiramente.
i) não serão objeto de análise, os regulamentos externos eventualmente citados, cujos parâmetros não estiverem
explicitados nas Especificações Técnicas Mínimas do Programa.
[Link].1 Atendidas as condições acima, de acordo os critérios estabelecidos nos itens respectivos, o
empreendimento é considerável viável e o LAE Rural deve ser emitido.

4.7.3 CRITÉRIOS PARA VERIFICAÇÃO DA VIABILIDADE TÉCNICA

[Link] CONDIÇÕES GERAIS


[Link].1 É obrigatório o pleno atendimento das Especificações Técnicas Mínimas do MCMV Rural, dos critérios de
acessibilidade e das prescrições da FRE Rural para propostas enquadradas nas Modalidades de Produção e Melhoria
Habitacional.
[Link].2 As prescrições declaratórias da FRE Rural poderão ser exigidas a qualquer tempo e se sobrepõem ao projeto
e ao orçamento.
[Link].3 Para a solução de abastecimento de água por meio de poços e na existência de fossa e sumidouro, atentar
para que as distâncias entre esses elementos e a unidade habitacional e a distância deles a rios, córregos e lagos,
atendam às normas específicas.
[Link].4 Em empreendimentos em que há a previsão de construção de cisterna, esta pode ser considerada a solução
de abastecimento de água da UH.
[Link].5 Não é admitida a produção de unidade e melhoria habitacional em uma mesma operação.
[Link].5.1 Para propostas de Melhorias Habitacionais não há obrigatoriedade de pleno atendimento às
especificações mínimas do programa na unidade habitacional como um todo, apenas nos itens objeto de intervenção.
[Link].6 A assistência técnica é a atividade realizada por profissional da EO ou por ela contratada para esta
finalidade, registrado no Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU, no Conselho Regional de Engenharia e
Agronomia - CREA ou Conselho Federal dos Técnicos Industriais - CFT, para elaborar projetos de engenharia e
arquitetura e acompanhar e fiscalizar a execução das obras das unidades habitacionais, independente do regime
construtivo que for adotado.
[Link].6.1 Além de engenheiros civis e arquitetos, são igualmente hábeis para prestar os serviços de assistência
técnica, engenheiros agrônomos, engenheiros agrícolas e técnicos em edificações, que deverão atuar n o limite de
suas atribuições.
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[Link].7 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO


[Link].7.1 É analisado o cumprimento de condições pertinentes ao programa e adequação do cronograma ao porte
e complexidade das obras.
[Link].7.2 Os prazos de construção são referenciados pelo produto, conforme orientações do monitor técnico.
[Link].7.3 A análise sobre solicitação de prorrogação de prazo deverá considerar seu eventual impacto no custo das
obras e serviços contratados e somente será autorizada após a verificação de que a concessão de novo prazo seja
a opção mais vantajosa em relação aos aspectos técnico e financeiro, com vistas à conclusão e entrega das unidades
habitacionais às famílias beneficiárias

[Link] CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA PRODUÇÃO HABITACIONAL


[Link].1 Na apresentação da proposta deverá ser entregue pela EO/construtor a, a documentação que demonstre a
existência de vias de acesso em condições de tráfego de veículos, sistema de abastecimento de água adequado às
condições locais, solução para esgotamento sanitário e solução de energia elétrica adotada para a região, ou
protocolo de pedido firmado pela EO ou pelo beneficiário junto à concessionária de energia.
[Link].2 Os projetos de arquitetura e engenharia deverão constar de, no mínimo:
▪ planta baixa com previsão de ampliação da unidade;
▪ elevações (frontal, posterior e lateral);
▪ cortes (longitudinal e transversal);
▪ planta de cobertura;
▪ planta geral de implantação;
▪ croquis de localização das unidades habitacionais;
▪ projetos complementares da edificação (projeto de instalações elétricas, projeto estrutural e projetos de instalações
hidrossanitárias, projeto de solução de tratamento de esgoto, projeto de cisterna).
[Link].3 Os projetos arquitetônicos e complementares deverão ser elaborados por profissionais habilitados nos
respectivos conselhos e possuir Registro de Responsabilidade Técnica - RRT, Anotação de Responsabilidade Técnica
- ART ou Termo de Responsabilidade Técnica - TRT válido.
[Link].4 A critério da EO e GIHAB/REHAB/CIHAR/CEHAN, a análise da modalidade “Produção de unidades
habitacionais” poderá ser feita em duas etapas:
▪ Projeto Padrão da EO: análise realizada para os projetos padronizados por EO a serem replicados em diversos
empreendimentos.
▪ Empreendimento: análise completa da proposta sem prerrogativa de replicação.

[Link].5 TERRENO E IMPLANTAÇÃO


[Link].5.1 A análise do terreno é feita por meio dos documentos e relatório fotográfico apresentados pelo proponente,
e deve levar em conta questões como:
[Link].5.2 topografia, identificação de áreas de erosão, talvegue, cursos d´água, mata ciliar ou vegetação típica de
área alagada ou alagável;
[Link].5.3 vias de acesso;
[Link].5.4 proximidade a áreas de risco, de proteção ambiental ou de preservação permanente, de faixas de domínio
de rodovias, ferrovias, linhas de transmissão ou de cursos d´água;
[Link].5.5 Em áreas rurais é necessário o afastamento mínimo de três metros entre a edificação e o terr eno vizinho.
[Link].5.6 Entre edificações, é necessário observar distância mínima que garanta ventilação, insolação e condições
de salubridade e conforto ambiental;
[Link].5.7 Rampas de acesso devem ter declividade máxima de 8,33%.
[Link].5.8 É vedada a aprovação de empreendimentos em desacordo com a legislação ambiental.

[Link].6 UNIDADES HABITACIONAIS


[Link].6.1 Para os projetos de Produção Habitacional deverá ser previsto a ampliação futura da moradia.
[Link].6.2 Os projetos de ampliação das unidades deverão prever solução que contemple, inclusive, compatibilização
das coberturas futuras e existentes.
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[Link].6.3 As unidades serão executadas com sistemas construtivos convencionais previstos nas normas técnicas
prescritivas da ABNT ou em DATec válidos e atendimento aos requisitos mínimos de desempenho.
[Link].6.4 As unidades deverão prever solução de adaptação para pessoas com deficiência.
[Link].6.5 A produção de unidades habitacionais em madeira é admitida exclusivamente para a região Norte, e
apenas nas localidades distantes dos centros de produção de insumos da construção civil e com dificuldades
logísticas ou localizadas em áreas alagadas ou sujeitas a alagamentos periódicos.
[Link].6.6 Não há delimitação de distância mínima entre as UH em madeira nas regiões ribeirinhas ou extrativistas.
[Link].6.7 Para o uso de madeira na produção de UHs deve ser observado o regrament o previsto na Portaria
MCidades nº741, de 20/06/2023.
[Link].6.8 As espécies de madeira e suas aplicações autorizadas para utilização em UH do Programa podrão ser
verificadas junto ao monitor técnico.

[Link].7 MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES


[Link].7.1 O Memorial Descritivo e as especificações do projeto fazem parte do escopo apresentado pelo proponente
na FRE Rural.
[Link].7.2 Contempla os aspectos relativos à caracterização dos materiais a serem utilizados na consecução do
objeto proposto, no que diz respeito ao padrão de acabamento, em con formidade com os projetos e orçamentos
apresentados.
[Link].7.3 Deve ser observado ainda o atendimento às Especificações Técnicas Mínimas do Programa MCMV Rural.
[Link].7.4 A descrição dos serviços na proposta individual será de forma resumida, agrupada por eventos.

[Link].8 ANÁLISE DE CUSTOS


[Link].8.1 Para realização da análise de custos, é necessário escolher o projeto de referência que mais se assemelha
ao projeto objeto da análise, tomando como base, no mínimo, as seguintes características: padrão de acabamento,
área privativa, número de dependências por unidade e sistema construtivo.
[Link].8.2 Os projetos de referência são disponibilizados em fichas técnicas a serem disponibilizadas pelo monitor
técnico com indicação para uso específico em operações do MCMV Rural.
[Link].8.3 Caso não se identifique um projeto de referência com as características mínimas semelhantes ao projeto
proposto, conforme mencionadas no item anterior, deve-se solicitar o detalhamento dos custos com a apresentação
dos quantitativos e custos unitários, assim como os respectivos projetos com plementares de engenharia.
[Link].8.4 A análise das áreas calculadas pelo proponente é feita de acordo com as dimensões definidas no projeto
e informadas na FRE.
[Link].8.5 A verificação do custo estimado global é feita a partir do custo do m2 equivalente informado na Ficha
Técnica para o projeto de referência escolhido, de acordo com a Unidade da Federação, e os custos estimados de
material e mão-de-obra são verificados também a partir dos percentuais indicados na Ficha Técnica.
[Link].8.6 O custo de material proposto deve estar compreendido na seguinte faixa:
▪ Limite Superior: custo estimado do material
▪ Limite Inferior: 90% do custo estimado do material
[Link].8.7 O custo de mão-de-obra proposto deve estar compreendido na seguinte faixa:
▪ Limite Superior: custo estimado de mão-de-obra
▪ Limite Inferior: 60% do custo estimado de mão-de-obra
[Link].8.8 A análise prossegue com a comparação das incidências dos serviços do projeto objeto de análise com a
faixa admissível de incidências dos serviços do projeto de referência escolhido, de acordo com a região on de se situa
o projeto proposto.
[Link].8.9 Os itens da planilha de custos proposta devem estar dentro dos limites das faixas de incidência do projeto
de referência adotado. Aqueles itens que extrapolem os limites devem ser ajustados ou justificados tecnicamente.
[Link].8.10 Para operações enquadradas no Programa Minha Casa Minha Vida Rural, devem ser utilizadas as
seguintes taxas de BDI, de acordo com o regime de construção proposto:
▪ Empreitada Global
▪ 15,06% (sem aplicação do regime de contribuição previdenciária desonerado)
▪ 20,51% (com aplicação do regime de contribuição previdenciária desonerado)
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▪ Autogestão
▪ Administração Direta: 3,15%
▪ Mutirão ou Autoconstrução Assistido: 1,27%

[Link].9 ACOMPANHAMENTO DA OBRA


[Link].9.1 Deve ser realizada reunião de partida de obra em até 30 dias após a contratação.
▪ Nesta reunião, será disponibilizada à EO, a PLS Rural específica da obra, com preenchimento prévio dos dados da
proposta pela equipe CAIXA.
[Link].9.2 O ateste da evolução de obra é realizado com base na PLS Rural e em relatórios fotográficos
georreferenciados de acompanhamento da execução de obras, conforme modelo Relatório de Acompanhamento
disponibilizado no sítio eletrônico do Ministério das Cidades - ([Link]
informacao/acoes-e-programas/habitacao/programa-minha-casa-minha-vida/minha-casa-minha-vida-rural) -
apresentados pela EO.
[Link].9.3 A primeira aferição de obra ocorre após a liberação da primeira parcela (antecipação).
▪ Para efetivação da primeira aferição, a PLS Rural apresentada pela EO deve atestar percentual mínimo de 10% de
obras executadas.
[Link].9.4 As vistorias de aferição in loco, na modalidade construção, deverão ser realizadas ao menos uma vez
durante a execução da obra e em todas as unidades habitacionais quando de sua conclusão.
a) As vistorias poderão ser realizadas por amostragem, em 25% das UH do empreendimento ou, no mínimo 3 UH,
o que for maior;
b) As vistorias serão realizadas, preferencialmente, quando a PLS Rural apresentar os marcos de obra executada
igual ou superior a 10%, 35%, 70% e 100%.
[Link].9.5 A GIHAB/REHAB definirá na OS quais unidades serão vistoriadas.
[Link].9.6 Os seguintes itens deverão ser verificados visualmente, sem auxílio de instrumentos de precisão, nas
unidades vistoriadas:
a) Esquadro das paredes;
b) Prumo das paredes;
c) Existência de blocos trincados ou quebrados;
d) Execução de amarração das paredes;
e) Existência de rasgos em paredes estruturais não previstos em projetos;
f) Existência de impermeabilização adequada;
g) Alinhamento e planicidade dos pisos e revestimentos cerâmicos aplicados;
h) Planicidade e qualidade dos revestimentos e pintura;
i) Alinhamento das esquadrias;
j) Existência de ventilação nas tubulações de esgoto, especialmente no banheiro;
k) Ausência de tubulação de gás em locais confinados.
[Link].9.7 Caso o profissional responsável pela vistoria verifique a existência de problemas de qualidade, deverá
relatá-los no RAE Rural, subsidiando a avaliação técnica da EO/construtora/responsável técnico.
[Link].9.8 A formalização da aferição do relatório fotográfico e da PLS Rural emitidos pela
EO/construtora/responsável técnico, bem como da vistoria in loco, quando houver, se dá pela emissão do RAE Rural
– Relatório de Acompanhamento de Empreendimento.
[Link].9.9 É obrigatório o registro das etapas de obra no SISME, com inclusão manual do RAE Rural no sistema.

[Link] CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA MELHORIA HABITACIONAL


[Link].1 A melhoria habitacional destina-se à família residente em domicílio considerado inadequado sob, pelo
menos, um dos seguintes aspectos:
a) insegurança, caracterizada por cobertura inadequada;
b) insalubridade, caracterizada por existência de umidade e mofo no piso e em paredes, piso inadequado ou em
terra batida, falta de ventilação, paredes sem vedação ou inexistência de unidade sanitária domiciliar exclusiva;
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c) falta de condições de habitabilidade, caracterizada pelo alto grau de depreciação da unidade, ausência ou
deficiência das instalações elétricas ou hidráulicas ou de esgotamento sanitári o; ou
d) adensamento excessivo, assim considerado quando há mais de três moradores por dormitório, computando -se
os cômodos que servem, em caráter permanente, de dormitório aos moradores.
[Link].1 Para propostas de Melhorias Habitacionais, não há obrigatoriedade de pleno atendimento às especificações
mínimas do programa na unidade habitacional como um todo, apenas nos itens objeto de intervenção.
[Link].2 A Melhoria Habitacional deve ser realizada mediante o emprego de kits e, nesta condição, a EO fica
dispensada de apresentar ao agente financeiro os projetos de arquitetura e engenharia e os orçamentos
correspondentes, bastando respeitar os padrões e especificações técnicas estabelecidos no sítio eletrônico do
Ministério das Cidades (Minha Casa, Minha Vida - Rural — Ministério das Cidades ([Link]), aba Kit para Melhoria
Habitacional, a composição de custo e o limite unitário estabelecido por unidade da federação. Documentação a ser
apresentada está relacionada no item 4.7.4.
[Link].3 Conforme a inadequação habitacional identificada pela assistência técnica, poderá ser proposto pela EO o
emprego de mais de um kit para uma mesma unidade, desde que respeitado o limite de subvenção econômica
concedida ao beneficiário.
[Link].4 Os custos das melhorias são verificados tomando -se como base os padrões e especificações técnicas
estabelecidos no sítio eletrônico do Ministério das Cidades (Minha Casa, Minha Vida - Rural — Ministério das Cidades
([Link]), aba Kit para Melhoria Habitacional, a composição de custo e o limite unitário estabelecido por unidade
da federação.
[Link].5 Deve ser verificada a compatibilidade do kit de melhoria p roposto, com a identificação de inadequação ou
condição de insalubridade da unidade habitacional apresentado no Laudo conclusivo da EO.
[Link].6 A aferição na modalidade Melhoria Habitacional é realizada de modo documental, a partir da apresentação
da PLS Rural e relatório fotográfico, conforme modelo Relatório de Acompanhamento disponibilizado no sítio
eletrônico do Ministério das Cidades - (Minha Casa, Minha Vida - Rural — Ministério das Cidades ([Link])) -
apresentados pela EO.
[Link].6.1 A aferição com vistoria in loco é realizada, obrigatoriamente, na conclusão da obra.
[Link].6.2 A formalização da aferição do relatório fotográfico e da PLS Rural emitidos pela
EO/construtora/responsável técnico, bem como da vistoria in loco, quando houver, se dá pela emissão do RAE Rural
– Relatório de Acompanhamento de Empreendimento.
[Link].6.3 É obrigatório o registro das etapas de obra no SISME, com inclusão manual do RAE Rural no sistema.

4.7.4 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

PMCMV - RURAL

**Projetos, Laudos, Pareceres, Relatórios técnicos devem ser acompanhados de Produção UH Melhoria
UH
ART/RRT/TRT emitida pelo responsável técnico Projeto Empreendi
Padrão EO mento

FRE RURAL (em pdf assinado e em excel) contendo as X


1 X X
seguintes abas:

IDENTIFICAÇÃO X X X
CUSTOS TIPOLOGIA A X X
CUSTOS TIPOLOGIA B (se for o caso) X X

ANÁLISE Resumo PROJETOS PRODUÇÃO X X


Resumo BENEFICIÁRIOS PRODUÇÃO X
Memorial PRODUÇÃO Tipologia X X
Cronograma X
Resumo BENEFICIÁRIOS MELHORIA X
Memorial MELHORIA X

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Cronograma (aba x) X
Checklist (se for o caso)
Croquis de localização das unidades habitacionais, contendo X
2 ao menos um ponto de coordenada geográfica de cada X
unidade habitacional, com indicação das rotas de acesso
Croquis de ampliação da unidade habitacional, se for o X
3 caso

Projetos de implantação da unidade habitacional (contendo


distâncias do sistema de tratamento de efluentes, solução de
4 abastecimento de água) e projeto arquitetônico (planta baixa, X X
elevações frontal, posterior e lateral, cortes longitudinal e
transversal, planta de cobertura)
Layout das unidades padrão e adaptada à acessibilidade
5 X X
universal
6 Projeto de ampliação da unidade habitacional X X
Protocolo de pedido firmado pela EO ou pelo beneficiário
7 junto à concessionária de energia, nos casos em que não há X
solução de energia compatível com a região
Laudo conclusivo do responsável técnico, que ateste que o X
domicílio possui estrutura estável e não necessita de
8
reconstrução ou total substituição, com indicação das
intervenções necessárias para a habitação**
Relatório fotográfico georreferenciado, demonstrando a
9 localização onde a UH será edificada e a condição da UH X
existente, se for o caso
Relatório fotográfico georreferenciado, vinculado ao laudo X
10 conclusivo, que identifique a inadequação ou a condição de
insalubridade da unidade habitacional
Documentos complementares necessários à compreensão e X
11 à análise da proposta, de acordo com a natureza de cada X X
intervenção
Projetos complementares da edificação: projeto de
instalações elétricas, projeto de fundação e estrutural,
12 X X
projetos de instalações hidrossanitárias, projeto de solução
de tratamento de esgoto, projeto de cisterna (se for o caso)

1 ART/RRT/TRT de execução da obra X X


X
ART/RRT/TRT dos projetos arquitetônicos, estruturais e de
2 X X (se for o
instalações elétricas e hidrossanitárias
caso)
CONTRATAÇÃO
ART/RRT/TRT do profissional responsável pela fiscalização
3 e acompanhamento das obras e serviços de engenharia e X
arquitetura (apenas para empreitada global)
Contrato de Cessão de Tecnologia (para empreendimento
4 X
com sistema inovador).

1 PLS – Planilha de Levantamento de Serviços X


2 Ata de Reunião de Partida de obra X X
AUTORIZAÇÃO
1ª AFERIÇÃO Comprovação de contratação de empresa para
Monitoramento de obra ou relatório de monitoramento de
3 X
obra anterior com resultado satisfatório, se for o caso
(sistema inovador e sistema construtivo não convencional) **

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PLS - Planilha de Levantamento de Serviços (necessária X


1 X
para todos os desembolsos)
Relatórios fotográficos georreferenciados de X
acompanhamento da execução de obras, conforme modelo
AFERIÇÕES/ 2 disponibilizado no sítio eletrônico do Ministério das Cidades X
DESEMBOLSOS - (Minha Casa, Minha Vida - Rural — Ministério das
Cidades ([Link]) **
Relatório de monitoramento com resultado satisfatório, se for
3 o caso (sistema inovador e sistema construtivo não X
convencional) **

X
CONSIGNAR COMO
PENDÊNCIA PARA
CONCLUSÃO NO
1 Termos de recebimentos da família beneficiária X
CAMPO DE
OBSERVAÇÕES
DO RAE 100%

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4.8 ANEXO VIII – PROCEDIMENTO DE ACOMPANHAMENTO EXCLUSIVO DE EMPREENDIMENTOS DE


INTERESSE SOCIAL PMCMV - FAR/FDS COM CONTRATAÇÃO ORIGINAL FIRMADA ATÉ 31 DE
DEZEMBRO DE 2018.
4.8.1 Além dos procedimentos padrão de acompanhamento, os empreendimentos de interesse social possuem
procedimentos adicionais de acompanhamento compreendidos por: execução da unidade modelo e de vistorias
adicionais de qualidade.
4.8.2 Essas ações e procedimentos não alteram a abrangência nem o limite de atuação da CAIXA, permanecendo
exclusiva da Construtora a responsabilidade pela construção, segurança, solidez e qualidade das obras executadas.

4.8.3 EXECUÇÃO DE UNIDADE MODELO


[Link] Tem o objetivo de permitir a apreciação prévia da unid ade habitacional concluída, inclusive a verificação de
conformidade dimensional, do cumprimento de especificações mínimas e do desempenho aparente de acabamentos
e instalações.
[Link] Exigível para empreendimentos com 300 unidades ou mais.
[Link] A unidade modelo deverá estar concluída até o atingimento 25% de evolução das obras do empreendimento.
[Link].1 Podem ser acordados percentuais de obra diferentes para o momento da execução da unidade modelo, em
função das especificidades do empreendimento, desde que pactuado na reunião de partida de obra.

4.8.4 VISTORIA DE QUALIDADE


[Link] Em empreendimentos que demandem registro mais detalhado de algumas etapas de obra ou, a critério da
gestão técnica local, podem ser realizadas vistorias de qualidade nos empreendimentos.
[Link] A vistoria é realizada por meio de constatação visual, com apoio de projetos, testes e/ou ensaios já disponíveis
em canteiro, observando os itens elencados no formulário RVQ, a ser disponibilizado pelo monitor técnico.
[Link] Havendo inconformidade sem justificativa da construtora ou, se e sta for insuficiente, poderão ser solicitadas
novas medições, testes, pareceres técnicos, laudos, atualização e revisão dos projetos com o objetivo de elucidar a
questão e encaminhar a solução dos possíveis problemas.
[Link].1 Os custos, ordinários ou extraordinários, referentes aos projetos, instrumentos, testes, ensaios, pareceres
são de inteira responsabilidade da construtora.
[Link] As inconformidades identificadas que demandem confirmação de correção em nova vistoria, devem ser
listadas no RAE como “Pendências de Qualidade para Próxima Vistoria”.
[Link] Os grupos de serviços deverão ser verificados de acordo com o RVQ e de forma amostral.
[Link] Para os grupos de serviço já verificados, avaliados como satisfatórios ou com pendências já solucionadas,
nos quais não seja verificado retrocesso da qualidade aparente, é dispensado o preenchimento do RVQ.
[Link] Para os empreendimentos com até 1.000 unidades habitacionais, 10% dos serviços devem ser verificados,
distribuídos conforme previsão de execução dos serviços e planejamento do número de vi storias.
[Link] Para os empreendimentos com mais de 1.000 unidades habitacionais, o percentual é de 5%, distribuídos
conforme previsão de execução dos serviços e planejamento do número de vistorias.
[Link] Com base nas vistorias, as providências necessárias serão consig nadas no campo do RAE, se for o caso.
[Link] A formalização da Vistoria de Qualidade se dá por meio do Relatório de Vistoria de Qualidade – RVQ.

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4.9 ANEXO IX – TRILHA NDT

4.9.1 ASPECTOS GERAIS


[Link] A Trilha NDT abrange a análise de engenharia e acompanhamento de obras de operações com OR SBPE /
RECLIV (todas as UHs enquadradas no SBPE) oriundas de empresas previamente Certificadas pelo Nível de
Desempenho Técnico (NDT) nos níveis 1, 2 e 3.
[Link] O direcionamento do empreendimento para a Trilha NDT e o nível NDT da empresa serão informados pelo
monitor técnico da CAIXA.

4.9.2 ANÁLISE DA VIABILIDADE MÍNIMA DO EMPREENDIMENTO - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1, 2


E3
[Link] A análise de empreendimentos da Trilha NDT se dará através da emissão de documento de Viabilidade Mínima
do Empreendimento – VME - que reúne os aspectos técnicos fundamentais para caracterizar a operação e seu
posicionamento no mercado.
[Link] Nesse estágio a construtora apresenta os seguintes documentos:

1 Proposta técnica do empreendimento (assinada e em excel)


Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro
2
atualizado abrangendo período mínimo de 10 anos
3 Quadros I e II da NBR 12721 (para condomínios)
4 Material de vendas (book, masterplan/implantação, imagens, tipologia) ou Projetos
5 Memorial de vendas (modelo do proponente)
6 Certificado Nível de Desempenho Técnico CAIXA – Nível 1, 2 ou 3

[Link] O material de vendas (book, masterplan/implantação, imagens, tipologia) ou Projetos, deverá conter no
mínimo as seguintes informações:
a) Masterplan/implantação com indicação dos ambientes de lazer;
b) Tipologias habitacionais.
[Link] Na análise da viabilidade mínima do empreendimento, o profissional CAIX A acessa o link de localização do
terreno informado na Proposta Técnica, visando uma observação preliminar das condições do terreno e seu entorno.
[Link] Através das ferramentas e informações disponíveis, sempre que possível, o técnico deve informar no VME se
existem aspectos relevantes pré-identificados no terreno e seu entorno, que ensejem complementação de
documentação para a etapa de análise definitiva (por exemplo: potencial de contaminação e alagamentos).
[Link] Caso exista indícios que prescindam a confirmação das informações coletadas via internet e que impactem
na aceitação do empreendimento, o profissional poderá antecipar a visita ao terreno.
[Link] A verificação de inserção no mercado imobiliário do terreno e das unidades se dá conforme orientações deste
COT.
[Link] Deverá ser efetuada na etapa de análise de viabilidade mínima do empreendimento, a verificação preliminar
do custo, conforme itens [Link].1 a [Link].11 deste COT.
[Link] Quando verificados no empreendimento os aspectos abaixo listados, a análise deve ser direcionada para a
trilha padrão, com devida comunicação ao monitor técnico:
a) Loteamentos;
c) Sistema construtivo inovador;
d) Infraestrutura não incidente caracterizada como atípica para os padrões da região ou de grande porte ou
complexidade;
e) Aspectos ambientais relevantes sem manifestação conclusiva do órgão ambiental.
[Link] As peças técnicas CAIXA relativas à Trilha NDT serão disponibilizadas pelo monitor técnico CAIXA.

4.9.3 ANÁLISE DEFINITIVA - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 3

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[Link] Os empreendimentos provenientes das empresas certificadas no NDT como Nível 3, serão encaminhados
para a esteira convencional na etapa de análise definitiva. Deve ser apresentada a seguinte documentação de análise
definitiva de engenharia:

1 Projetos de implantação e arquitetônico do empreendimento


2 Memoriais Descritivos (modelo CAIXA)
3 Quadros I a VIII da NBR 12721
4 Levantamento planialtimétrico cadastral
5 Minuta ou Registro do memorial de Incorporação, quando for o caso
Declaração de Viabilidade das concessionárias de energia elétrica, água e esgoto, contendo as
6
diretrizes básicas
7 Cronograma de obras (modelo CAIXA)
8 Parecer geotécnico (se for o caso)
[Link] Os documentos acima deverão ser analisados conforme prerrogativas previstas neste COT para esteira
padrão.
[Link] A verificação do terreno seguirá o rito normal, com vistoria pelo engenhei ro/arquiteto CAIXA e emissão de
LVT.
[Link] Caso as condicionantes da análise de terreno e custo sejam atendidas, será emitido o LAE padrão para o
empreendimento e manifestação contendo os documentos a serem exigidos para a contratação e durante as etapas
da obra, se for o caso.
[Link] Os seguintes documentos serão condicionados à contratação:

1 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU


2 ART/RRT de execução da obra
3 ART/RRT dos Projetos de Arquitetura/Acessibilidade
4 Outorga Prévia (se for o caso)
5 Registro da Incorporação (quando for o caso)
6 Alvará ou Licença de construção da obra
7 Manifestação do órgão ambiental competente
8 Projeto de implantação e arquitetônico aprovados pela Prefeitura
9 Averbação da Servidão em matrícula imobiliária (se for o caso)
[Link] O acompanhamento das obras das empresas certificadas NDT 3, seguirá a rotina padrão estabelecida neste
COT.
[Link].1 Durante a etapa de obras o proponente deverá encaminhar a documentação exigida conforme ANEXO I
deste COT.

4.9.4 ANÁLISE DEFINITIVA - EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1 E 2


[Link] Na etapa de análise definitiva, a empresa certificada com NDT 1 ou 2 deve apresentar a seguinte
documentação de análise de engenharia diferenciada na Trilha NDT:

1 Levantamento planialtimétrico cadastral


2 Minuta ou Registro do memorial de Incorporação, quando for o caso
Declaração de Viabilidade das concessionárias de energia elétrica, água e esgoto, contendo as
3
diretrizes básicas
Cronograma de obras (modelo do proponente ou modelo CAIXA, assinado e com identificação
4
do empreendimento)

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[Link] A análise das condições do terreno tem o objetivo de verificar a aderência do terreno proposto ao
empreendimento, documentos legais e ambientais necessários para contratação, levantamento das característica s
necessárias à validação do VME e dados levantados a partir da vistoria do terreno, com emissão de Laudo de Vistoria
Territorial (LVT).
[Link] A caracterização do objeto contratado será feita através da documentação solicitada no item [Link]. Deste
modo, não haverá análise de projeto, apenas exigência de comprovação de cumprimento dos trâmites legais junto
aos órgãos pertinentes, a serem apresentados até a contratação.
[Link] Caso as condicionantes da análise de terreno e custo sejam atendidas, será emitido o LAE simplificado NDT
para o empreendimento e manifestação contendo os documentos a serem exigidos para a contratação e durante as
etapas da obra, se for o caso.
[Link] Os seguintes documentos serão condicionados à contratação:

1 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU


2 ART/RRT de execução da obra
3 ART/RRT dos Projetos de Arquitetura/Acessibilidade
4 Outorga Prévia (se for o caso)
5 Registro da Incorporação (quando for o caso)
6 Alvará ou Licença de construção da obra
7 Manifestação do órgão ambiental competente
8 Projeto de implantação e arquitetônico aprovados pela Prefeitura
9 Averbação da Servidão em matrícula imobiliária (se for o caso)

4.9.5 ACOMPANHAMENTO DE OBRAS – EMPRESAS CERTIFICADAS NDT 1 E 2


[Link] Os empreendimentos contratados na TRILHA NDT possuirão rotina diferenciada de acompanhamento de
obras para as empresas NDT 1 e 2.
[Link].1 Antes do início das liberações, a empresa encaminhará a PLS -NDT para aprovação prévia.
[Link].2 Após aprovação da GIHAB/REHAB, o documento servirá de modelo base para o preenchimento mensal de
evolução das obras.
[Link] A rotina diferenciada de acompanhamento de obras possui as seguintes características:
a) As liberações ocorrem em fluxo contínuo de acordo com a PLS-NDT enviada mensalmente pelo proponente;
b) A empresa encaminhará PLS-NDT com acompanhamento fotográfico comprobatório da evolução física da obra
[Link] Serão realizadas vistorias às obras como forma de acompanhamento paralelo às rotinas d e liberação
financeira. O profissional credenciado ou GIHAB/REHAB emitirá o RAE-NDT posterior à liberação quando a obra
atingir percentual acumulado de 20%, 60% e 80%.
[Link] Para aferição em obra, deverá ser utilizado o modelo PLS-NDT aprovado para o empreendimento que também
contempla o RAE para seu registro, a ser disponibilizado pelo monitor técnico.
[Link] Caso seja evidenciado qualquer incongruência entre o andamento de obra e a evolução físico -financeira
consignada no contrato, deve ser solicitada adequação até a etapa subsequente.
[Link].1 Caso não seja ajustado o ritmo de obra até a etapa subsequente, a GIHAB/REHAB poderá retornar o
empreendimento ao processo de aferição convencional, na forma do item 3.5.3 deste COT.
[Link] Caso na vistoria (RAE) se verifique que a etapa de obra teve execução inferior ao liberado (PLS), em
percentual acima de 10% da variação do período, deverão ser aplicados os devidos procedimentos pela
GIHAB/REHAB.
[Link] Durante a etapa de obras o proponente deverá encaminhar a documentação exigida conforme ANEXO I deste
COT.
[Link] A vistoria final do empreendimento, com emissão de RAE 100%, seguirá os trâmites previstos no item 3.5.4
deste COT.

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4.10 ANEXO X – TRILHA DE ANÁLISE INCORPORA FÁCIL

4.10.1 ASPECTOS GERAIS


[Link] O Incorpora fácil tem como público-alvo os clientes Rating A ou B e/ou que possuam certificação NDT níveis
1, 2 ou 3, no processo de contratação de pequenos empreendimentos que atendam às exigências desta trilha.
[Link].1 O direcionamento do empreendimento para esta Trilha e a s informações relacionadas ao Rating e/ou NDT
do proponente serão fornecidas pelo monitor técnico da CAIXA.

4.10.2 EXIGÊNCIAS
[Link] Exigências para esta trilha:
a) Condomínio horizontal ou vertical, OR FGTS, OR SBPE e/ou OR RECLIV com até 60 UH;
▪ Empreendimentos verticais, executados em torre única, serão admitidos com até 150 UH;
▪ Para PEC, OR FGTS, OR SBPE e/ou OR RECLIV, poderão ser admitidos empreendimentos em torre única sem
limite de UH.
b) O empreendimento poderá contemplar UH não residenciais, desde que estas não descaracterizem o seu porte,
padrão e baixa complexidade;
c) Matrícula compatível com o projeto quanto a área, dimensões e confrontações;
d) Ausência de APP, EEE e ETE ou outras intervenções relevantes que exijam licenciamento ambiental, exceto se
houver manifestação técnica da CIHAR identificando as intervenções como de baixa complexidade para a região;
e) Área livre de contaminação ou potenciais fontes de contaminação.
▪ Poderão ser acatadas situações onde a contaminação foi previamente descartada (mediante apresentação de
estudos técnicos, conforme itens 4.6.2 a 4.6.10 deste COT) ou solucionada (com apresentação de
documentação relativa a reabilitação/remediação da área, conforme item 4.6.12 deste COT), conforme
orientações do monitor técnico CAIXA;
f) Empreendimento não sujeito a obras de infraestrutura externa não incidente que demandem novas peças
técnicas para caracterização e análise, ou conclusão destas obras até a contra tação;
g) Empreendimento não previsto em sistema construtivo inovador;
h) Empreendimento dispensado de contrapartidas sociais, conforme legislação municipal ou quitação até a
contratação;
i) Empreendimento não será objeto de modulação (contratação em fases);
j) Empreendimento não será contíguo a outros empreendimentos, de mesmo proponente ou grupo, que somados
superam 180 unidades.

4.10.3 ANÁLISE TÉCNICA – TRILHA INCORPORA FÁCIL


[Link] A agilidade da análise na trilha Incorpora Fácil é decorrente das suas exigências, que estab elecem um
padrão para o perfil dos empreendimentos de forma a reduzir os fatores que gerem complexidade nas análises. Em
função disso, foi simplificada a documentação necessária bem como a análise técnica, com a eliminação da fase de
análise prévia. Esta esteira também propõe uma forma de proposta ativa que permite algumas verificações prévias
de exigências, custo sob gestão e cronograma pelo próprio proponente.
[Link] Para início da análise devem ser apresentados os documentos técnicos abaixo:

1 Proposta técnica Incorpora Fácil (inclui Memorial, Cronograma, Orçamento, Breve Descritivo)
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro atualizado
2
abrangendo período mínimo de 10 anos
3 Levantamento planialtimétrico cadastral
4 Projeto de implantação e arquitetônico do empreendimento
5 Projeto de rota acessível (exceto empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)
Layout da UH padrão e adaptada à acessibilidade universal (dispensado layout da UH
6
adaptada em empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)

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7 Quadros I, II e IVB da NBR 12.721 (para condomínios)


8 Minuta ou memorial de incorporação
Declaração de viabilidade das concessionárias de energia elétrica, água e esgoto, contendo
9
as diretrizes básicas
10 Outorga Prévia (caso seja prevista captação de água por poço subterrâneo)
11 Código de Práticas CAIXA (exceto empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)
12 Certificado Nível de Desempenho Técnico CAIXA – Nível 1, 2 ou 3 (se for o caso)
Levantamento Básico e Investigação confirmatória conforme orientações do Guia de
13 Sustentabilidade Ambiental CAIXA e NBR 15.515 (se for o caso, para casos admitidos nesta
trilha)

[Link] Deve ser verificada a aderência do terreno proposto ao empreendimento e os documentos legais
relacionados.
[Link] A verificação de inserção no mercado imobiliário do terreno e das unidades se dá conforme orientações
normativas deste COT.
[Link] Após emissão do Laudo de Vistoria Territorial (LVT) e a avaliação do terreno e das unidades, conforme
procedimentos da esteira padrão, inicia-se a análise simplificada.
[Link] A análise simplificada seguirá os procedimentos normativos estabelecidos neste COT e formaliza-se pela
emissão de LAE-IF (Laudo de Análise de Engenharia Simplificado Incorpora Fácil).
[Link] Caso seja verificado o desenquadramento da proposta durante a análise simplificada, o empreendimento
será direcionado para a emissão da análise prévia na esteira padrão (MVP) , com comunicação ao monitor técnico da
CAIXA.
[Link] As verificações de exigências, de custo sob gestão e cronograma realizadas no formulário da proposta são
balizadores para que o proponente construa e apresente a proposta e não atestam por si só a viabilidade do
empreendimento ou atendimento dos requisitos normativos.
[Link] No caso do Incorpora Fácil a proposta técnica substitui o cronograma, orçamento e memorial descritivo, d e
forma simplificada. Desta forma, as verificações se basearão no disposto n este COT, no que couber, limitadas ao
nível de especificações simplificadas daqueles documentos.
[Link] As peças técnicas CAIXA da trilha Incorpora Fácil serão disponibilizadas pelo monitor técnico da CAIXA.
[Link] Documentação técnica para contratação:

1 Projeto de implantação e arquitetônico aprovado pela prefeitura (conforme apresentado


para a análise)
2 Memorial de incorporação registrado (conforme apresentado para a análise)
3 Alvará ou Licença de construção da obra
4 Manifestação do órgão ambiental competente (para casos admitidos para esta trilha)
5 Certidão de registro da construtora no CREA/CAU
Certificado de qualificação da construtora no PBQP -H, nível conforme acordo setorial
6
(exceto empreendimentos com UHs exclusivamente OR SBPE)
7 ART/RRT de execução da obra
8 ART/RRT de projetos de arquitetura/acessibilidade
9 Comprovação da conclusão das obras não incidentes necessárias ao empreendimento (se
for o caso)
10 Termo de quitação da contrapartida social (se for o caso)
11 Averbação de servidão em matrícula imobiliária (quando for o caso)
[Link] O acompanhamento de obras se dará conforme esteira padrão estabelecida neste COT.

Vigência: 26/11/2024 #[Link]


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4.11 ANEXO XI – TRILHA DE ANÁLISE HABITAÇÃO PJ + CAIXA

4.11.1 ASPECTOS GERAIS


[Link] A trilha de análise Habitação PJ + CAIXA é aplicável a empreendimentos de mercado com OR FGTS , OR
SBPE ou OR RECLIV, que não participem das trilhas de análise NDT ou Incorpora Fácil .
[Link] O direcionamento do empreendimento para esta trilha será informado pelo monitor técnico da Caixa.

4.11.2 ANÁLISE TÉCNICA – TRILHA HABITAÇÃO PJ + CAIXA


[Link] Para a Trilha Habitação PJ + CAIXA foi adicionada à documentação necessária para a pré-análise, a
apresentação de orçamento sintético.
[Link] Para início da análise devem ser apresentados os documentos técnicos abaixo:

1 FRE Mercado
2 Orçamento sintético
Matrícula do imóvel com certidão atualizada de inteiro teor contendo registro
3
atualizado abrangendo o período de 10 anos.
4 Levantamento planialtimétrico cadastral (se for o caso)
Projeto de implantação e arquitetônico do empreendimento (padrão prefeitura, mesmo
5
sem aprovação)
6 Memorial Descritivo
7 Quadros I e II da NBR 12.721 (para condomínios)
8 Mapa da cidade com indicação da localização do terreno (Croqui de localização)

[Link] Deve ser verificada a aderência do terreno proposto ao empreendimento e os documentos legais
relacionados.
[Link] A verificação de inserção no mercado imobiliário do terreno e das unidades se dá conforme orientações
normativas deste COT.
[Link] Deverá ser efetuada na etapa de pré-análise, dentro da metodologia da trilha Habitação PJ + CAIXA a
verificação preliminar do custo, conforme itens 3.4.4 deste COT.
[Link] Após emissão do Laudo de Vistoria Territorial (LVT), da conclusão da avaliação do terreno e unidades e
análise preliminar de custo, será emitida a MVP (Manifestação de Viabilidade Prévia).
[Link] A análise definitiva com emissão de LAE e o acompanhamento de obras se darão conforme esteira padrão
estabelecida neste COT.
[Link] Os modelos de peças técnicas de análise de engenharia serão disponibilizados pelo monitor técnico da
CAIXA.

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4.12 ANEXO XII – SIGLAS E CONCEITOS

4.12.1 SIGLAS
▪ AGE – Agência Empresarial;
▪ ART – Anotação de Responsabilidade Técnica;
▪ BDI – Bonificação e Despesas Indiretas;
▪ BPPMO - Box Plataforma Moradia
▪ CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo;
▪ CE – Comunicação Eletrônica;
▪ CEHAN – Centralizadora Nacional – Atividade Técnica de Habitação Corporate;
▪ CIHAR – Centralizadora Regional – Atividade Técnica de Habitação;
▪ CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia;
▪ CONRES – Informativo de Pessoas Físicas e Jurídicas com Relacionamento com a CAIXA;
▪ CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia;
▪ CTD – Comitê Técnico Deliberativo;
▪ CTEF – Contrato de Execução e/ou Fornecimento de Obras/Serviços/Materiais/Equipamentos;
▪ DDG – Discagem Direta Gratuita;
▪ DFI – Danos Físicos do Imóvel;
▪ EHIS – Empreendimento de Habitação de Interesse Social;
▪ EIA – Estudo de Impacto Ambiental;
▪ EMERCADO – Empreendimento de Mercado;
▪ EPI – Equipamento de Proteção Individual;
▪ FAR – Fundo de Arrendamento Residencial;
▪ FDS – Fundo de Desenvolvimentos Social;
▪ GEPAD – Gerência Nacional Gestão Padronização e Normas Técnicas;
▪ GIHAB – Gerência Executiva de Habitação;
▪ LAE – Laudo de Análise do Empreendimento;
▪ LAI – Lei de Acesso à Informação
▪ LGCE – Limite Global de Custos do Empreendimento;
▪ LI – Licença de Instalação;
▪ LO – Licença de Operação;
▪ LP – Licença Prévia;
▪ LVT – Laudo de Vistoria Territorial;
▪ MAV – Manifestação sobre Avaliação
▪ MGE – Média e Grande Empresa;
▪ MPE – Micro e Pequenas Empresas;
▪ MVP – Manifestação de Viabilidade Prévia;
▪ MVT – Manifestação de Viabilidade Técnica;
▪ MR – Módulo de Referência;
▪ NE – Nota Técnica de Engenharia;
▪ OR – Origem de Recursos;
▪ PBQP-H – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat;
▪ PE – Parecer de Engenharia;

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▪ PEC – Plano Empresa da Construção Civil;


▪ PF – Pessoa Física;
▪ PJ – Pessoa Jurídica;
▪ PLS – Planilha de Levantamento de Serviços;
▪ PMCMV – Programa Minha Casa Minha Vida;
▪ PNHR – Programa Nacional de Habitação Rural;
▪ PNHU – Programa Nacional de Habitação Urbana;
▪ RAE – Relatório de Acompanhamento do Empreendimento;
▪ REHAB – Representação de Habitação;
▪ RET – Regime Especial de Tributação;
▪ RIMA – Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente;
▪ RRT – Registro de Responsabilidade Técnica;
▪ RVQ – Relatório de Vistoria de Qualidade;
▪ RVQ-PÓS – Relatório de Vistoria de Qualidade Pós-Ocupação;
▪ SAS – Sistemas de Aquecimento Solar de Água;
▪ SiAC – Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras;
▪ SIAPF – Sistema de Acompanhamento dos Programas de Fomento;
▪ SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil;
▪ SIOPI – Sistema de Operações Imobiliárias
▪ SISME – Sistema de Monitoramento de Empreendimento;
▪ SEH – Superintendência Executiva de Habitação;
▪ SEC Construção Civil – Superintendência Executiva Corporativo Construção Civil;
▪ SUHAB – Superintendência Nacional Rede Executiva Habitação;
▪ TCCMO – Taxa de Cobertura de Custos para Acompanhamento Mensal da Operação;
▪ UH – Unidade Habitacional.
▪ VME – Viabilidade Mínima do Empreendimento.

4.12.2 CONCEITOS
▪ Alagamento – Acúmulo momentâneo de águas em uma dada área decorrente de deficiência do sistema de
drenagem.
▪ Área contaminada – área onde há presença de substância(s) química(s) no ar, água ou solo, decorrentes de
atividades antrópicas, em concentrações tais que restrinjam a sua utilização, definidas com base em avaliação
de risco potencial à segurança, à saúde humana ou ao meio ambiente, assim como aos bens a prote ger;
▪ Área com potencial de contaminação – área onde estão sendo desenvolvidas ou onde foram desenvolvidas
atividades com potencial de contaminação que, por suas características, podem acumular quantidades ou
concentrações de contaminantes em condições que a tornem contaminada;
▪ Área de uso comum – área coberta e descoberta situada nos diversos pavimentos da edificação e fora dos
limites de uso privativo, que pode ser utilizada em comum por todos ou por parte dos titulares de direito das
unidades autônomas;
▪ Áreas de uso privativo - áreas cobertas ou descobertas que definem o conjunto de dependências e instalações
de uma unidade autônoma, cuja utilização é privativa dos respectivos titulares de direito;
▪ Área equivalente de construção – área virtual cujo custo de construção é equivalente ao custo da respectiva
área real, utilizada quando este custo é diferente do custo unitário básico da construção adotado como
referência. Pode ser, conforme o caso, maior ou menor que a área real correspondente;
▪ Área suspeita de contaminação – área na qual, após a realização de uma avaliação preliminar, foram
observados indícios de contaminação;
▪ Área total – soma das áreas cobertas e descobertas, privativas e de uso comum;

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▪ Área útil – área de uso privativo da unidade habitacional, desconsiderando a área das paredes e incluindo a
área de soleira das portas;
▪ Avaliação – análise técnica, realizada por profissional habilitado, para identificar o valor de um bem, seus
custos, frutos e direitos, bem como determinar indicadores da viabi lidade de sua utilização econômica para
determinada finalidade, situação e data;
▪ Bonificação e Despesas indiretas – corresponde a um percentual aplicado sobre os custos diretos para calcular
o preço de venda da obra a ser apresentado ao cliente;
▪ Caminho Crítico – sequência de atividades que representa o caminho mais longo de um projeto, que determina
a menor duração possível para o projeto.
▪ Coeficiente de Equivalência – o coeficiente para cálculo da equivalência de área é o resultado da divisão do
custo unitário dessa área pelo custo unitário básico de mesmo padrão divulgado.
▪ Coeficiente de Proporcionalidade – proporção entre a* área equivalente em área de custo padrão total da
unidade autônoma e a área equivalente em área de custo padrão global da edificação;
▪ Compliance – agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido; estar em
conformidade com leis e regulamentos externos e internos;
▪ Concessionária – pessoa jurídica para a qual o Poder Público concede os direitos e de veres da prestação de
determinados serviços públicos, tais como, energia elétrica, água, coleta de esgoto;
▪ Condomínio – área existente na malha urbana com acesso por arruamento em área pública, onde os lotes ou
unidades e seus acessos internos estão em área privada, estando sujeitos ao regulamento de normas firmadas
na instituição e convenção do próprio condomínio, aprovadas por meio de legislação pública, constantes de
uma única matrícula;
▪ Conjunto habitacional em loteamento ou condomínio – complexo constituído por unidades habitacionais
inseridas em loteamento ou condomínio;
▪ Construção de Empreendimento - implantação, reabilitação ou conclusão de empreendimento, com início e
conclusão de obras planejadas para manter e/ou atender as condições de habitabilid ade (segurança - solidez
da edificação - conforto e saúde) independentemente de outras etapas já executadas ou a serem executadas
na mesma área de abrangência. Inclui regularização da construção, “habite -se” total ou parcial, escrituração e
entrega das unidades aos mutuários/beneficiários/arrendatários em perfeitas condições de uso;
▪ Contrapartida – aporte de recursos pelo tomador, proponente ou ente público, necessários à composição do
valor de investimento, para produção ou aquisição da unidade habitaciona l, sob a forma de recursos financeiros,
bens e/ou serviços economicamente mensuráveis;
▪ Curva teórica – trata-se de instrumento para análise/comparação entre o planejado e o executado;
▪ Documento – unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato;
▪ Edificações de uso específico ou especializado – aquelas direcionadas para atividades de ensino, saúde;
▪ Empreendimento – complexo de edificações sob a forma de condomínio ou loteamento ou proposta/projeto
habitacional com intervenção concentrada ou pulverizada, na área urbana ou rural;
▪ Empreendimento em condomínio – entende-se como o empreendimento objeto da incorporação ou da instituição
do condomínio efetuada para uma determinada área;
▪ Empreendimento em loteamento – entende-se como o empreendimento delimitado pela poligonal formada pelo
conjunto das quadras objeto de intervenção e vias de acesso imediato aos respectivos lotes, constituído por
matrículas individuais;
▪ Empreendimento contíguo – um empreendimento é contíguo a outro quando a menor distância, entre o seu
perímetro e o perímetro de outro empreendimento , for igual ou inferior a um quilômetro (km);ana
▪ Empresa construtora – pessoa jurídica legalmente constituída, cujo objeto social seja a indústria de construção
civil, com registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), na forma do art. 59 da Lei n.º
5.194, de 24 de dezembro de 1966 e/ou no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), na forma da Resolução
nº15/2012 do CAU/BR, e com responsável técnico habilitado;
▪ Empresa credenciada – empresa de engenharia e/ou arquitetura que presta serviços à CAIXA;
▪ Enchente (Cheia) – elevação temporária do nível d’água em um canal de drenagem devida ao aumento da vazão
ou descarga;
▪ Entidade Organizadora – Agente Promotor, com personalidade jurídica, com a função de organizar grupo de
beneficiários e promover o empreendimento, podendo ser, a depender da linha de financiamento, cooperativas,
associações, condomínios, sindicatos, Poder Público Estadual e Municipal, companhias de habitação,

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construtoras/incorporadoras, entidades privadas sem fins lucrativos, SPE e outras pessoas jurídicas voltadas à
produção de unidades;
▪ Enxurrada – escoamento superficial concentrado e com alta energia de transporte, que pode ou não estar
associado a áreas de domínio dos processos fluviais;
▪ Equipamentos comunitários – equipamentos de uso público e voltado à saúde, educação, segurança, desporto
e lazer, convivência comunitária, assistência à infância e ao idoso e geração de emprego e renda das famílias
beneficiadas pela proposta apresentada;
▪ Equipamento de uso comum – previstos para a área interna do empreendimento, destinados ao lazer,
segurança, esporte de uso exclusivo dos condôminos;
▪ Fato superveniente – fato ocorrido após a adesão ao contrato, alheio à von tade das partes, por fatores
exógenos, cuja solução é necessária ao cumprimento do contrato e seus aditivos;
▪ Fração ideal – fração que representa a parte ideal do terreno e coisas de uso comum atribuídas à unidade
autônoma, sendo parte inseparável desta;
▪ Garantia de Obrigações Contratuais – GOC e ao Risco de Engenharia - RE, sendo previstas neste último as
coberturas referentes ao Seguro de Responsabilidade Civil do Construtor - RCC e aos Danos Físicos no Imóvel
– DFI;
▪ Habitabilidade – condições mínimas de segurança quanto à solidez, salubridade, funcionalidade e conforto das
construções;
▪ “Habite-se” – autorização expedida pela Prefeitura local ou órgão competente, que atesta a condição de
regularidade do imóvel, liberando a edificação recém construída ou r eformada para uso;
▪ Imóvel Performado – imóvel concluído, ou seja, com habite-se;
▪ Incorporação – conjunto de informações que o construtor/incorporador deve, por lei, arquivar no Registro de
Imóveis a respeito de um empreendimento a ser construído ou em construção, com objetivo de tornar pública a
promessa de realização do empreendimento no modo e tempo definidos no processo;
▪ Incorporadora – Pessoas físicas ou jurídicas, comerciantes ou não, que embora não efetuando a construção,
compromissem ou efetivem a venda de frações ideais de terreno objetivando a vinculação de tais frações a
unidades autônomas, em edificações a serem construídas ou em construção sob regime condominial, ou que
meramente aceite propostas para efetivação de tais transações, coordenand o e levando a termo a incorporação
e responsabilizando-se, conforme o caso, pela entrega, em certo prazo, preço e determinadas condições, das
obras concluídas;
▪ Informação – dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de
conhecimento, contidos em registros ou documentos, em qualquer meio, suporte ou formato;
▪ Infraestrutura básica em zonas de interesse social – vias de circulação, escoamento de águas pluviais, rede de
abastecimento de água potável, soluções para esgoto sani tário e para energia elétrica domiciliar;
▪ Infraestrutura básica rural - gleba rural dotada de vias de acesso e soluções para abastecimento de água,
esgoto sanitário e energia elétrica;
▪ Infraestrutura básica urbana – equipamentos urbanos de escoamento de águas pluviais, iluminação pública,
abastecimento de água potável, de energia elétrica pública e domiciliar, vias de circulação pavimentadas ou
não, e solução para esgoto sanitário;
▪ Infraestrutura incidente - serviços indispensáveis para a implantação do empreendimento e que são partes
integrantes do objeto da operação financeira, internos à poligonal do empreendimento;
▪ Infraestrutura não incidente - serviços indispensáveis para a implantação do empreendimento, mas que não
são partes integrantes do objeto da operação financeira, externos à poligonal do empreendimento;
▪ Intervalo de Valores Admissíveis – faixa de variação de preços indicada pelo avaliador como tolerável em
relação ao valor de avaliação;
▪ Inundação – processo de extravasamento das águas do canal de drenagem para as áreas marginais (planície
de inundação, várzea ou leito maior do rio) quando a enchente atinge cota acima do nível máximo da calha
principal do rio
▪ Licença Ambiental – ato administrativo pelo qual o órgão competente estabelece as condi ções, restrições e
medidas de controle ambiental que devem ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para
localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades que se utilizam dos recursos ambientais
consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar
degradação ao meio ambiente. O órgão ambiental, no exercício de sua competência de controle, expedirá as
seguintes licenças:

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▪ Licença Prévia – concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade, aprovando


sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e
condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação;
▪ Licença de Instalação – autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações
constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais
condicionantes, da qual constituem motivo determinante;
▪ Licença de Operação – autoriza a operação da atividade ou empreendimento, após a verificação do efetivo
cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes
determinados para a operação;
▪ Licença Simplificada – licença única para empreendimentos destinados à construção de habitação de interesse
social, que substitui as licenças de localização, instalação e operação, avaliando os impactos ambientais do
projeto como um todo, incluindo a infraestrutura necessária para sua implantação e dos empreendimentos
contíguos;
▪ Linha-Guia – qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como referência de orientação
direcional por todas as pessoas, especialmente as com deficiência visual;
▪ Loteamento – área existente na malha urbana com arruamento em área pública, onde os lotes estão em área
privada e estão sujeitos exclusivamente ao regulamento das normas públicas;
▪ MGE I - Média e Grande Empresa, segmento que agrupa clientes Pessoas Jurídicas do ramo da
Construção Civil com faturamento fiscal anual de R$ 30.000.000,01 até R$ 300.000.000,00;
▪ MGE II - Média e Grande Empresa, segmento que agrupa clientes Pessoas Jurídicas do ramo da
Construção Civil com faturamento fiscal anual acima de R$ 300.000.000,00;
▪ Memorial descritivo/especificação técnica – descritivo que define, de modo claro e preciso, todas as
obras/serviços, materiais, equipamentos e processos construtivos utilizados na execução do empreendimento,
com especificações técnicas detalhadas de forma a complementar as i nformações constantes dos projetos,
estabelecendo bases seguras para a formulação e análise dos orçamentos;
▪ MPE - Micro e Pequena Empresa, segmento que agrupa clientes Pessoas Jurídicas do ramo da Construção
Civil com faturamento fiscal anual até R$ 30.000.000,00;
▪ Módulo – divisão teórica de um empreendimento para sua contratação/execução em fases, podendo se referir
a apenas um prédio/grupo de casas ou a vários prédios/grupos de casas, com custos e serviços perfeitamente
definidos para cada módulo, tendo como objetivo possibilitar a comercialização parcial do empreendimento. A
premissa para modulação é a independência das fases de um mesmo empreendimento. Edificar um módulo
significa executar, escriturar e entregar as unidades aos mutuários/beneficiários/ar rendatários em perfeitas
condições de habitabilidade, possibilitando a obtenção do “habite -se” parcial sem riscos para o módulo em
questão, com a possibilidade de continuidade na execução das demais construções, sem transtornos para os
mutuários/beneficiários/arrendatários de cada módulo concluído, decorrentes do desenvolvimento das obras
dos módulos posteriores;
▪ Módulo de Referência – área ocupada por uma cadeira de rodas com projeção de 0,80 m x 1,20 m;
▪ Monitoramento de trabalhos – o processo de monitoramento pelos profissionais do quadro, dos trabalhos
realizados pelas empresas credenciadas, ocorre em tempo real, ou seja, durante a execução deles, objetivando
a conformidade desses trabalhos com os critérios de análise de engenharia. O monitoramento é feit o a título
apenas de controle de qualidade, sem que haja, no entanto, qualquer conotação de corresponsabilidade dos
profissionais monitores pela execução deles;
▪ Obra Paralisada – obra com evolução inferior a 1% em 90 dias;
▪ Parede anti-devassa – são aquelas que impedem a visão direta da propriedade vizinha desde janelas cuja visão
não incida diretamente sobre a linha divisória, construídas com altura igual ao pé -direito da edificação e com
comprimento mínimo de 1,00 m;
▪ Pasta de obra – conjunto de cópias dos documentos técnicos componentes do processo de contratação do
financiamento/arrendamento/repasse, necessários para caracterizar o objeto contratado e possibilitar o
acompanhamento de sua execução;
▪ Planilha de Levantamento de Serviços – documento assinado pelo responsável técnico pela execução da obra
destinado a identificar os serviços executados no período, quantidade realizada e a exata localização no
empreendimento, apresentada para cada aferição de obra;
▪ Poligonal do empreendimento – linha imaginária que engloba as quadras onde estão edificados os condomínios,
subcondomínios, unidades habitacionais, equipamentos públicos, equipamentos de uso comum, áreas
institucionais e áreas verdes, incluindo as vias que as contornam;

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▪ Processo Erosivo – processo que represente risco potencial de carreamento de solo ou rocha para área onde
está edificada a UH e que resulte em danos à integridade física de moradores e/ou perdas
materiais/patrimoniais;
▪ Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat – programa do Governo Federal, coordenado pelo
Ministério das Cidades, que objetiva a melhoria da qualidade, o aumento de produtividade e a redução de custos
da construção, por meio de mobilização e articulação dos segmentos da Cadeia Produtiva do setor;
▪ Proponente – entidade que está solicitando o financiamento junto à CAIXA, podendo ser pessoa física,
construtora, incorporador ou entidade organizadora; sendo responsável pela apresentação dos projetos e dos
responsáveis técnicos pelos projetos e execução de obra;
▪ Rating – classificação de risco de crédito;
▪ Regularização fundiária – instrumentos de mediação e regularização fundiária previstos em Lei, utilizados
conforme as características da proposta/projeto e necessidade de regularização a ser efetuada no
empreendimento;
▪ Relatório de Acompanhamento de Empreendimento – RAE – documento técnico que relata, a cada vistoria
realizada, a evolução física do empreendimento do ponto de vista de engenharia, além de pres tar informações
complementares, observações técnicas relevantes e relatório fotográfico que ilustra o estágio da obra;
▪ Rota Acessível – Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecte os ambientes externos ou internos
de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive
aquelas com deficiência e mobilidade reduzida;
▪ Relatório de Vistoria de Qualidade – RVQ – documento técnico no qual são registradas constatações
relacionadas a qualidade de execução das obras;
▪ Seguro DFI – seguro destinado à cobertura de riscos de natureza material do imóvel, danos físicos do imóvel,
resultantes de sinistros verificados em imóveis financiados pelo SFH;
▪ Seguro Garantia do Construtor – SGC – apólice(s) de seguro que contempla as coberturas referentes ao Seguro;
▪ Sistema construtivo convencional – é aquele que emprega material, componente e/ou processo convencional
ou consagrado já normalizado ou regulado em uma instância pública, seja federal, estadual ou municip al, restrito
à sua jurisdição ou por órgão normativo oficial;
▪ Sistema construtivo inovador – sistema construtivo que incorpora uma nova concepção e representa uma
alternativa à tecnologia convencional e que não seja objeto de norma brasileira prescritiva e não tenha tradição
de uso no território nacional;
▪ Sistema construtivo não convencional – sistema construtivo que possui norma brasileira prescritiva, mas não
tem seu uso consagrado no país;
▪ Term Sheet – documento de acordo pré-financiamento que a empresa e a CAIXA assinarão como uma “carta
de intenções”. Ele estabelece termos importantes, como os documentos que a empresa terá que entregar e as
condições da operação;
▪ Unidade autônoma – parte da edificação vinculada a uma fração ideal do terreno de um empre endimento em
condomínio;
▪ Unidade habitacional acessível ou adaptada ao uso por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e
idosas – é aquela que pode ser alcançada, acionada, utilizada e vivenciada por qualquer pessoa, inclusive
aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida e idosas;
▪ Unidade isolada – edificação unifamiliar de uso comercial ou residencial, não integrante de
conjunto/agrupamento de edificações, seja em loteamento ou condomínio;
▪ Unidade não isolada – unidade componente de agrupamento de edificação unifamiliar ou multifamiliar, em
loteamento ou condomínio;
▪ Unidades rurais – unidades habitacionais isoladas produzidas em lotes e/ou glebas rurais ou um complexo de
unidades habitacionais sob a forma de “vilas rurais” e/ou “aglomerados rurais” a exemplo dos assentamentos
rurais ou vilas agrícolas;
▪ Valor de investimento – equivalente ao somatório de todos os custos diretos e indiretos, inclusive os financeiros,
necessários à execução das obras e serviços objeto do financiamento.
▪ Vistoria técnica – visita ao imóvel, ao local de execução de obras para serem procedidas observações
pertinentes à elaboração de peça técnica.

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