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Aula 45

A aula aborda mudanças significativas na mentoria, que será adaptada para incluir um status de pós-graduação e abranger temas como terapia familiar e infantil. O instrutor também discute erros comuns de terapeutas e a importância de entender a prontidão dos clientes para a restauração de relacionamentos. Além disso, enfatiza a necessidade de aprender sobre redes sociais para atrair pacientes e melhorar a prática profissional.

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Aula 45

A aula aborda mudanças significativas na mentoria, que será adaptada para incluir um status de pós-graduação e abranger temas como terapia familiar e infantil. O instrutor também discute erros comuns de terapeutas e a importância de entender a prontidão dos clientes para a restauração de relacionamentos. Além disso, enfatiza a necessidade de aprender sobre redes sociais para atrair pacientes e melhorar a prática profissional.

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AULA 45

Vocês são foda, vocês gostam de mim mesmo, né? Vamos lá, vamos con-
versar sobre coisas importantes, essenciais e necessárias. Bom, de antemão
eu já vos adianto que talvez eu não consiga estender esta aula muito, porém o
motivo é muito justo e muito bom. Terei uma reunião depois, mais tarde, muito
provavelmente. E esta reunião desencadeará uma série de eventos que será
extremamente benéfica a vocês. E vocês não perdem por esperar. Na verdade,
esta mentoria alcançará um outro nível. Calma, vocês vão saber. Na hora certa
vocês vão saber. Mas é uma surpresa boa, mas tem que dar certo primeiro. Já
imaginou, eu conto e dá errado, aí pronto, aí lascou tudo. Não vai dar certo, vai
dar certo, fiquem tranquilos que vai dar certo. Bom, mas é outro nível mesmo
assim, outro nível, outro nível, outro nível do sentido de eu falar assim, de eu
poder colocar o valor da mentoria de dez mil. Deste nível assim. Poderei dobrar
o valor da mentoria. Obviamente não vai fazer diferença já estão fazendo essa
porra mesmo mas a galera que vai chegar o nível vai ser outro é entender.
Calma, vocês vão saber o que é lá na frente já já. Vai demorar muito não, não vai
demorar, o bagulho vai ser sinistro.
Bom, enfim… Vamos que vamos... Vamos que vamos... Bom, eu não
aguento a minha língua dentro da minha boca, né? Mas, assim... Só adiantando
uma coisinha... Mas, assim... É porque algumas coisas são necessárias. A minha
ideia é que a mentoria, ela vai ter um... Ela vai começar a mudar o teor dela. Não
vai ser simplesmente mentoria. Mas a ideia é que a gente vai fazer uma adapta-
ção dela para que ela possa ser... ela vai... possa não, ela vai ser legitimada pelo
MEC, ela vai ganhar status de pós-graduação e, entre outras coisas, não vai ser
estendida somente para casais, mas vai ganhar uma outra dimensão, uma
dimensão para famílias, terapia infantil, fundamentada em toda essa... enfim,
enfim, vai ser um negócio muito maior, mas calma, a gente vai chegar lá, vai
chegar lá. Vai ser um negócio muito legal, tá bom? Vai dar certo, vai dar certo.
Bom, o pé tá horrível, Douglas. O pé tá uma bosta. O pé tá aqui, engessa-
do, mas tá bom. Enfim, o que importa é a montanha. Mais ou menos, tem
alguma coisa a ver com a pós, assim, indireta ou indiretamente, tem bastante a
ver com a pós, né? Haverão cruzamento de conteúdo os professores, enfim,
vocês vão saber ela vai ganhar uma envergadura totalmente diferente vocês
que já estão aqui dentro só saem ganhando basicamente vocês vão ter a graça
de desfrutar de tudo isso mas pelo basicamente pelo valor que vocês pagaram
por um produto e vocês vão receber uma outra coisa completamente diferen-
te assim muito maior na verdade é muito maior muito melhor mas logo vocês
vão saber, tá bom?
Bom então vamos ao que interessa, né? Vamos de fato ao que interessa,
vamos às elaborações necessárias. Bom eu fiquei pensando sobre algumas
coisas que a gente precisaria falar hoje e eu quero abordar alguns temas, tá?
Quero abordar alguns temas essenciais, necessários sobre.
Antes de mais nada eu queria agradecer, do fundo do meu coração, a
todos vocês que estão me marcando lá, indicando a imersão e a mentoria, tá?
Mesmo assim, de todo o meu coração, mesmo, mesmo, mesmo. O movimento
que vocês têm feito, assim, tem me... a generosidade de vocês me constrange.
Tendo em ser muito sincero, mesmo. Só tenho uma agradecer, obrigado, de
verdade. Bom, eu fiquei pensando em algumas coisas que são necessárias a
gente conversar, hoje eu vou pontuar alguns temas que eu acho fundamentais,
tá? Quais são eles que eu queria conversar com vocês hoje? Primeiro tema, eu
vou falar um tema aleatório aqui, que eu vou dar uma introdução, já vocês vão
entender, mas é o erro do terapeuta.
O primeiro tema é assim, o que fará com que nós erremos? O que vai fazer
com que a gente erre, enquanto terapeutas? Esse vai ser o primeiro tema que
eu quero abordar com vocês. Depois o tema que eu quero abordar com vocês
é como a gente aborda aquela pessoa que não está pronta para restaurar um
casamento ou para lutar por um relacionamento ou para lutar pela própria ma-
ternidade. Aquela pessoa que está no fundo do poço em que ela não é mesmo
capaz. Como é que a gente aborda essa pessoa? Porque a gente tem muito
claro, às vezes, o trabalho que a gente faz para a restauração, as técnicas mas e
aquele passo anterior, que é mais ou menos o que vocês tem visto eu falar um
pouco no Instagram só que eu preciso trazer isso de forma mais estruturada
para vocês, como aplicar isso porque às vezes a pessoa está em um quadro de-
pressivo, muito afundado, muito desordenado… você precisa deixar muito
claro para aquela pessoa que a restauração não é para ela ou para ele, mas
antes de qualquer outra coisa ele precisa ser direcionado.
“Filho ou trabalho? Desmanche dá treta?” Ah, eu posso explicar isso rapi-
damente, eu já explico. Na verdade os dois estavam certos, só faltou um pouco
de interpretação um do outro, mas os dois estavam certos. Faltou a interpreta-
ção do que cada um estava tentando dizer, já vou explicar isso tá? E a terceira
coisa que eu queria falar com vocês é sobre rede social. Eu preciso que vocês
aprendam sobre rede social, tem várias coisas novas sobre a ferramenta do
Instagram, sobre a ferramenta do YouTube, eu queria que vocês soubessem
lidar com essas coisas para vocês começarem a ter pacientes, sabe? Começar
a fazer a coisa fluir, vocês precisam saber alguns detalhes e eu queria tentar
ajudar vocês com isso, tá bom? Combinado? Vou responder essa pergunta,
Natália, como saber se a pessoa não está pronta, restauração, tudo isso. Só
esclarecendo essa questão da ordem, deixa eu explicar isso para vocês. É
porque assim, quando a gente coloca sobre a ordem, eu coloco lá que a ordem
primeira é Deus, depois nós temos a esposa, o marido, depois nós temos os
filhos, depois nós temos a casa. E aí fica aquela dúvida da questão do trabalho
para o homem, o trabalho vem antes ou depois dos filhos, fica uma coisa assim,
qual que é o certo?
Bom, prestem atenção, o certo mesmo é que os filhos estejam acima, só
que não os filhos enquanto, prestem atenção, é porque quando a gente fala da
mãe, fica parecendo e fica mais fácil a gente colocar os filhos, mas prestem
atenção, quando eu falo da mãe em relação aos filhos, também o trabalho vem
depois.
É assim ó, pensar nos filhos enquanto prioridade sobre o trabalho não é
pensar que eu tenho que ir lá cuidar dos filhos, não é isto. Pensar nos filhos en-
quanto prioridade sobre o trabalho é pensar rapidamente assim ó, existe algo
da qual os meus filhos neste momento estão precisando e necessitam de
mim? Não, então eu vou cumprir com o meu trabalho. Pensando na mãe que é
dona de casa, o trabalho dela é o quê? Cuidar dos filhos. Aí, entendeu? Ela fala,
“Bom, meus filhos não estão precisando de mim, o que eu vou fazer?”
Cuidar dos filhos. Eu vou cuidar de forma ordinária, não de forma extraordiná-
ria. Agora, imagina essa mãe que ela fala, “Bom, eu acho que a minha filha está
com depressão.” Opa, pera aí. Entende o que eu estou falando? “Bom, a minha
filha precisa de mim, precisa de forma extraordinária, inclusive em detrimento
aos outros filhos.” Então, antes do trabalho, ela vai ter que se dedicar a esta
filha, tem algo que eu posso fazer sobre ela, tem algo que eu preciso me aplicar
a ela, eu preciso ter um olhar diferente por ela, exatamente, é quando a gente
vê um filho doente, por exemplo, você imagina um homem que está saindo
para o trabalho e de repente a filha dele, ele começa a perceber que a filha está
com febre, ele fala, “Bom, talvez eu não tenha muita coisa para fazer, vou dar um
remedinho para a febre, dou um remédio para a febre e vou para o meu traba-
lho.” E aí eu chego no trabalho, a mãe liga e fala assim, “Ela está com 41 de febre,
a febre não passou.” É óbvio que você vai deixar o seu laboro, é óbvio que você
vai largar o seu trabalho e o que for necessário e vai acudir o seu filho enten-
deu?
Então, nesse sentido o filho ganha prioridade sobre o trabalho mas não é
que é prioridade no sentido de quantidade de serviço, vocês entenderam?
Não é a quantidade de trabalho que você vai dedicar a isso porque se não você
vai ficar só por conta de ficar cuidando do filho ali e o trabalho não vai ser feito
você não vai ficar com o dinheiro dentro de casa, não é isso, entenderam? No
fundo, no fundo, os dois que pensaram, os dois blocos, os socialistas e os
capitalistas, pensaram igual. No fundo, no fundo, eles estavam pensando a
mesma coisa, só que assim, vocês estavam com a ideia certa, só que eu não
consegui explicar para o outro lado. Mas estava tudo certo, estava tudo certo.
Eu gosto de uma treta, gosto de uma briga, gosto de ver sangue, sabe? Adoro
ver sangue voando assim entre os meus filhos, acho maravilhoso, tá bom?
Bom, mas é isso, explicando de forma mais ordenada. Revendo ótimas
figurinhas, eu também salvei todas, gostaria de dizer que eu salvei todas.
Mandem sempre que possível, eu adoro figurinhas, né? Realmente é um hobby
que eu tenho, eu sou curador de figurinhas do WhatsApp. Então é um hobby
que eu tenho, gosto bastante. Vamos dar seguimento. Aonde que o terapeuta
erra? Aonde que o terapeuta... Tem uma frase que eu gosto bastante, que ela
diz assim, ó, Flectere si nequeo superos, Acheronta movebo. Já ouviu essa
frase, não? Nunca? Nenhum de vocês nunca ouviu essa frase? Seus maltrapi-
lhos! Flectere si nequeo superos, Acheronta movebo. Nunca, nunca? Essa frase
é a frase que inaugura uma coisa chamada psicanálise. Freud, quando ele
começa a escrever o primeiro livro da psicanálise, ele inicia esta obra com essa
frase de Virgílio. É latim, “O meu latim está ruim.”
O meu também é péssimo, diga-se de passagem. Bom, enfim, ele inicia a
obra da psicanálise com essa frase de Virgílio. E o que diz essa frase? Ou seja, o
que significa essa frase? Ele vai dizer, mais ou menos, em tradução crua ao por-
tuguês, é mais ou menos assim “Se os deuses de cima não se movem, movo eu
o Aqueronte.” Que diabos de frase!
Aí fez menos sentido ainda. Se em latim estava ruim, em português ficou
pior. “Se os deuses de cima não se movem, movo eu o Aqueronte.” Cara, o que
Freud estava pensando quando criou essa frase? Por que ele inicia a psicanáli-
se a partir de uma frase que não faz sentido algum, solta desse jeito, inclusive?
A gente tem que tentar voltar um pouco à obra da Eneida, de Virgílio, e tentar
entender o que ele estava tentando dizer naquele contexto. Virgílio estava
tentando falar o seguinte, Se os deuses não se dobram à minha vontade, ou
seja, se eles não me escutam, não me escutam não porque eles não fazem, mas
porque eles não querem fazer à minha vontade, movo eu o Aqueronte. Aque-
ronte, não sei se vocês vão se lembrar, ou Caronte, eram dois nomes, são duas
formas de se chamar, o barqueiro que fazia a travessia do rio Estige, que era o
rio dos mortos, era o rio que dava para o Hades, o lar do Deus da morte. Então,
o Aqueronte era o barqueiro. Não sei se vocês sabem, mas havia essa tradição
grega em se colocar duas moedas de ouro nos olhos para pagar o barqueiro.
Então, o que ele estava tentando dizer? Se os deuses não se dobram à minha
vontade, ou seja, se a realidade não faz o que eu gostaria, o Aqueronte moveu
a morte. Como assim, movo eu a morte? Como assim?
É assim ó, se os deuses não podem dizer para mim que o meu desejo de
prazer é justo, então eu ignoro que exista uma morte eterna e controlo eu, a
partir de agora, o senso de morte. A morte, ela é só morte mesmo. Não existe
essa história de eternidade, não existe essa história de que iremos durar para
sempre. Não existe um céu e um inferno, nada disso é uma absoluta balela. No
fundo, no fundo, essa é a declaração ateísta do Dr. Freud. Entende o que eu
estou falando ou não? Se os deuses de cima não se movem, movo eu, Aqueron-
te, ou seja, movo eu a minha percepção da morte. E aqui a gente retorna àquela
consciência que o Dr. Freud dizia, bom, o ser humano é formado por um id, um
ego e um super ego, certo ou não? Ou seja, um inconsciente que me inclina e
me move a desejos, bons ou maus? Desejos, sensações, sentimentos, aquilo
que é palpável, imanente, aquilo que dá gosto na boca, aquilo que eu sinto. En-
tende ou não? Existe um ego que é a minha vontade, que é o que vai transfor-
mar potência em ato. E existe um super-ego. Ele era profundamente niilista,
com certeza. E existe um super-ego. O super-ego é o meu senso moral, senso
de verdade, senso de dever, senso de fazer aquilo que é o certo.
Entende ou não? Agora, se os deuses existem, e, obviamente, ele está
fazendo uma crítica, ele está afrontando a Trinidade Divina. Nietzsche fez a
mesma coisa. Nietzsche dizia assim, “O politeísmo precisa morrer.” Era óbvio
que ele estava chacotando a Trinidade Divina. Ou seja, Nietzsche dizia assim,
“Vocês dizem que Deus é um só, mas continuam insistindo nessa ideia de pai,
filho e Espírito Santo.
O cristão precisa morrer.” Bom, diante desta observação niilista também
do próprio Nietzsche, Freud conhece a frase dos deuses do alto, se eles não se
movem, move-o eu a morte. Ele está tentando falar assim, se Deus não se
dobra a minha vontade, ou seja, se o meu super-ego, entende? Porque se eu
estou falando de Deus, estou falando disso, do senso de verdade, verdade
única e absoluta. Se o meu superego me constranja a fazer algo que não é gos-
toso e eu não quero, o que eu faço? Eu aceito o meu ide, eu abraço o meu
inconsciente, eu abraço os meus desejos, eu abraço as minhas paixões. E é so-
mente assim que o homem poderá ser feliz. Essa era a tese do Dr. Freud. Essa é
a tese do Dr. Freud.
É por isso, Douglas. Porque o tarado do Freud, o doido do Freud insistia
muito nessa ideia de que no fim das contas o ser humano só será feliz quando
ele satisfizer os próprios desejos, essas próprias vontades baixas e quando ele
chama de vontades baixas ele fala assim, aquelas vontades que nós sentimos,
o que é muito engraçado, convenhamos vai, o desejo de fazer a coisa certa ele
não carrega sentimento, ele carrega contudo um peso moral. Tudo bem, isso
acontece mesmo. Ou seja, aquilo que nos arrasta e nos impele a fazer aquilo
que é certo. Há um peso moral sobre isso. Mas um sentimento, uma sensação,
não. Isso não existe. Ou algum de vocês... A gente até usa essa expressão, eu
senti que era o certo. Não, você não sentiu que era o certo. Você decidiu que
era o certo. Sentir que era o certo, nenhum de nós sentiu. As obrigações, em
regra, vão ser, inclusive, desconfortáveis. Absolutamente desconfortáveis. Ou
algum de vocês acha divertido levantar no meio da noite para acudir uma
criança chorando? “Jorge, eu faço só para fazer com que ela cale a boca.” Bom,
tudo bem, alguns de nós vão fazer isso mesmo. Mas a ideia, no fundo, a gente
faz porque a gente entende que, caramba, eu preciso fazer o bem.
Eu preciso fazer aquilo que é o certo. Não é isso? De alguma maneira, o Dr.
Freud entendia que abraçar os próprios prazeres é negar a verdade absoluta da
criação divina, negar a filiação divina, negar que um Deus exista. Por isso que
eu falo, é a declaração ateísta de Freud. Ele inicia a psicanálise assim. Bom, a
gente está longe disso, né? Todos nós aqui somos cristãos? Todos nós aqui
cremos firmemente que Deus está aqui, que nos vê e que nos ouve? Nós o ado-
ramos? Não é isso? Nós cremos com toda a nossa vontade e nosso entendi-
mento que Ele está aqui? Então, a gente nega essa declaração ateísta.
Será? Será mesmo? Será que há uma honestidade em nós de que há a
presença divina e que é ela que move e nos impele a fazer aquilo que nós deve-
mos? Aonde que o terapeuta erra? Onde que o terapeuta erra? É palavra sim,
atitudes não. É mais ou menos por aí mesmo, Fernanda. Onde que o terapeuta
erra? O terapeuta erra no sentido em que ele se esquece, ainda que por um
segundo, que existe uma alma diante dele, e que o seu papel final é, indepen-
dente de qualquer coisa, ajudar com que aquela alma alcance o céu.
No fim e no limite, se a gente se esquece desse pequeno detalhe, a gente
falha e escorrega. E a gente vai esquecer disso? Vai, o tempo todo. O tempo
todo. De vez em quando a gente é impelido a lembrar disso, mas a gente vai
esquecer disso o tempo todo. Por quê? Porque, entenda, isso aqui é um pro-
blema. Nós estamos diante de uma coisa chamada profissão. E se nós estamos
diante de uma coisa chamada profissão, nós estamos diante de uma coisa ne-
cessária chamada dinheiro para o nosso sustento. E se a gente está diante de
uma coisa chamada dinheiro, nós vamos volta e meia esquecermos do nosso
real e verdadeiro papel. Vamos, volta e meia esquecer do nosso real e verda-
deiro papel. Porque quando a coisa está boa e o dinheiro está caindo na conta
e a conta tá azul e tá tudo certo, tá tudo caminhando, a gente fala bom, beleza,
tá tudo certo, agora eu posso me dedicar às coisas de Deus. E quando tá no
cheque especial? E quando a coisa fica no vermelho? E quando a coisa desan-
da? E quando as contas já não fecham mais? E quando você olha o cheque
especial com menos juros, atrás de juros e você começa a entrar em um pe-
queno desespero? Se foi do Nubank então lascou. Pô, tu viu que a dona do
Nubank me citou esses dias? Eu não sabia que era ela. Todo mundo falou, “Pô,
tu viu que a Cristina Junqueira te citou?” Eu falei, “Quem diabos é a Cristina
Junqueira? Eu sei lá o que é essa mulher.” Aí o povo falou, “Porra, é a dona do
NuBank.” Aí eu falei, “Caraca…” Mó da hora, eu achei isso. Bom, enfim… enfim,
enfim, enfim… Por que estou tentando chamar a atenção de vocês? A gente
tem que ganhar dinheiro? Tem. Precisamos. O dinheiro é absolutamente
essencial para todos nós aqui, porque nós temos família para cuidar, então a
gente precisa de dinheiro, mesmo.
Eu não quero que vocês tenham esse pensamento, e é um pensamento
soberbo, tá? “Ai, não, eu não preciso de dinheiro, eu tô fazendo isso por pro-
fundo amor.” Não, não, não, não, não, para de treta, para de querer aparecer
para os outros. Sabe assim? Nós somos miseráveis e a gente tem que admitir a
nossa miserabilidade. Não, não, não, não, eu estou aqui é porque eu preciso de
dinheiro. É real isso. Sim, sim. A questão, o que muda não é o motivo pelo qual
você está aqui, o motivo é dinheiro. O motivo pelo qual vocês estão fazendo a
mentoria é para que vocês possam atender pessoas e ganhar dinheiro e sus-
tentar as famílias de vocês. Isso é muitíssimo justo. Isso ajuda, é a tua entrega.
E é a isto que vocês precisam estar atentos o tempo inteiro. Entende o que eu
estou falando ou não? Qual que é o motivo de vocês estão fazendo a mentoria?
“Ah, porque eu quero ajudar almas…” É, é, é, é, é isso, é, é, é, é para ajudar almas.
E ganhar dinheiro. Eu preciso que vocês admitam isso, porque senão vocês
ficam vivendo uma neurose. Senão vocês vão viver uma... sabe por quê? Você
fica assim, “Não, eu tô aqui é para ajudar almas.” Aí começa a faltar dinheiro, o
que você faz? “Ah, eu acho que isso não é para mim.” Pensa de novo, volta, põe
o pezinho no chão e admite a realidade. Hum? Põe o pezinho no chão e admite
a realidade. Por que eu tô aqui? Para ganhar dinheiro. Contudo, a forma...
“Não estou ganhando dinheiro ainda.” Mas vai, mas quer, entendeu? Mas
que é. Contudo, a forma é que muda o jogo. A forma com que você entrega é
que muda o jogo. Entende uma coisa, no fundo, no fundo, a gente tem que
chegar a uma consciência final de que, por que eu estou aqui? Por que eu estou
aqui? Pelas almas. A gente vai chegar a esta conclusão. O que eu não quero é
que vocês declarem isso sem ter percorrido um caminho. Tá entendendo o que
eu tô falando ou não? Sem ter percorrido um caminho de convicção. Porque
senão vai chegar lá na frente e vocês vão se perder. Eu quero que vocês come-
cem estando lá embaixo. Vou falar uma coisa dolorida, mas eu queria que
vocês tivessem muito amor para entender isso que eu vou falar agora, vou falar
como pai, inclusive. Entendam isso, vocês não chegaram lá. Entendam isso
com muito amor, vocês não chegaram lá. Porque às vezes vocês pensam assim,
estava conversando com o Italo domingo agora, às vezes as pessoas começam
a fazer, sei lá, a mentoria do Italo, começam a fazer a minha mentoria, começam
a fazer os cursos do padre Paulo Ricardo, começam a fazer a mentoria do Luiz
Henrique, e pensa, “Eu cheguei lá.” Não chegou. Não chegou. Nenhum de nós
chegou. Tomem muito cuidado com isso. Muito. Mesmo. Você está entenden-
do? Mesmo. Sabe por quê? Porque vocês vão começar a ficar neuróticos.
“Não, mas eu tô aqui pelas almas.” E aí você tá no cheque especial. “Não,
mas eu tô pelas almas” e você tá no cheque especial. Aí vai e cai um cartão e
você não consegue pagar aquele cartão. O que você faz? Você desiste de tudo
isso. Me escuta. Você vai desistir de tudo isso. Porque você não admitiu os mo-
tivos concretos, reais e certos pelos quais você estava aqui. A gente tá aqui
para sermos terapeutas, para ajudarmos famílias e essas famílias serem cura-
das e a gente poder ter uma profissão, ganhar dinheiro. “Ah, realmente eu não
vou ganhar dinheiro, já tenho dinheiro o suficiente”, tem alguns que estão
nesse caso “Bom, o dinheiro eu já tenho, mas eu estou aqui realmente para
ajudar.” Bom, esta pessoa já tem o dinheiro quem que não pode ficar pensando
em dinheiro, quem que não pode mesmo pensar em dinheiro, quem já tem esta
pessoa que já tem o dinheiro, esta pessoa não vai ficar pensando, já tem o que
eu estou fazendo, não é que tá rica não, mas as contas estão pagas, entendeu?
Não tá no cheque especial, não tá se lascando, essa pessoa, ela já tem o dinhei-
ro, bom, agora está na hora dela começar a voltar o pensamento dela, ela pre-
cisa entender que é uma escalada, você precisa entender assim, eu preciso
chegar lá, eu preciso ganhar um dinheiro suficiente para eu manter uma situa-
ção confortável para a minha família, para que eu tenha a liberdade de ajudar as
almas.
Você está entendendo o que eu estou falando ou não? De novo, isso é
uma preocupação muito sincera que eu tenho no seguinte sentido, porque se
vocês invertem a ordem do jogo e falam assim, não, eu não preciso de dinheiro,
não, não sei o que, de novo, de novo, eu não estou falando assim sobre a forma,
eu estou falando sobre o objetivo, vocês vão se tornar terapeutas porque
vocês vão exercer uma profissão, certo? Uma profissão.
Agora, dentro desta, a causa final, isso, a causa final, a causa final, a ques-
tão é que a causa formal, ela é diferente. Vocês não estão aqui para serem tera-
peutas igual o resto do mundo é.
Por que qual que é a causa formal do resto do mundo? Se a causa final é ganhar
dinheiro, a causa formal é manter essa pessoa me dando dinheiro. A causa
formal de vocês não é essa. A causa formal de vocês é realmente ajudar essa
pessoa a alcançar a verdade e o céu. Mesmo. Dar o meu melhor, dar a minha
alma para que essa pessoa alcance a verdade e alcance o céu. Este é a causa
formal nossa. Entendem o que eu estou falando? Não. O que muda não é a
causa final. A causa final em algum momento ela vai aparecer. Ela vai aparecer.
Alguns de vocês já ouviram falar que a gente chama o trabalho de vocação? Já
virou isso, não já? “Ah, porque o meu trabalho é a minha vocação”, essa pessoa
não entendeu. Algumas pessoas, o trabalho dela, a vocação… a pessoa que não
precisa mais dinheiro, a pessoa que continua fazendo algo, ela não precisa
mais da grana daquilo, aquilo se tornou a vocação dela. Bom, isso aqui é um
texto grego, mas é uma interpretação do Plotino, filósofo grego do mito da
Hidra, do mito da Hidra.
Já viram o mito da Hidra? Já escutaram esse mito? O mito da Hidra, a
Hidra era uma serpente com sete cabeças, não é isso? Era uma serpente de
sete cabeças. Enfim, havia uma das cabeças, então, não é qualquer cabeça que
ele corta e nasce duas, havia uma cabeça central, que era a cabeça maior, que
se cortada nasceriam duas, ela nasceria novamente, era a cabeça do meio.
Então, esse é o mito original. E as outras seis cabeças eram cabeças menores e
mais periféricas. O que era o detalhe? Quando Hércules confronta a Hidra, ele
entende que ele não poderia cortar essa cabeça maior logo de cara, porque ia
crescer uma cabeça novamente no lugar e ele não iria conseguir vencer aquilo.
Então, o que ele faz? Ele corta as outras cabeças menores, as outras seis cabe-
ças. Sobra uma, ele pega essa outra e enterra ela. Essa última cabeça ele enter-
ra ela, para que ela permanecesse ali. Ou seja, essa última cabeça ele não vai
vencê-la. Ele não vai vencê-la, ela irá durar para sempre. Bom, e daí? O que isso
tem a ver? É exatamente a percepção do trabalho enquanto fonte de dinheiro
e vocação. Se eu começo a tratar do trabalho logo de cara como vocação, en-
tendam, vocês vão falhar. “Não, meu trabalho é a minha vocação, meu trabalho
é a minha vocação no trabalho, minha vocação…” Não cristão! Seu trabalho
não é sua vocação. Sua vocação é o seu casamento, o seu trabalho não é só o
trabalho, é para te dar dinheiro. Você não vai achar sentido apostolar sentido
transcendente de cara no seu trabalho, de cara não, de cara não, ainda que na
forma haja um sentido transcendente.
Qual que é a cabeça da vocação? É a última cabeça. Exatamente, Ma-
theus. Quando que o meu trabalho se torna vocação? Hoje é quinta-feira. Que
dia que é hoje? Dia 3 de agosto, quinta-feira, à noite. São nove horas da noite.
Eu tô cirurgiado, operado, negócio da minha garganta aqui, e eu tô com o meu
pé operado, zoado por conta da porcaria de eu ter me lançado da escada. Eu tô
todo operado, todo costurado, todo arrumado, todo ajeitado. Tô com dor para
um caramba.
Tô com muita dor. E tô aqui, e tô aqui querendo melhorar a mentoria de
vocês, e tô aqui querendo dar uma aula melhor para vocês, tô aqui querendo
fazer uma coisa diferente para vocês, tô aqui querendo dar um conteúdo dife-
rente, tô aqui tentando fazer uma disposição diferente, preciso fazer isso? Não
preciso. Tenho dinheiro suficiente para você não fazer mais pôr nenhuma
disso? Tenho dinheiro suficiente para não fazer mais pôr nenhuma disso? E aí?
Entende o que eu tô falando? O dinheiro, ele deixa de ser a causa imediata.
Agora sim o meu trabalho pode se tornar a minha vocação, porque eu
cortei as outras seis cabeças. Entendeu? Qual foi ele, Sandra? Qual foi ele? Eu
cortei as outras seis cabeças, me sobra esta última, sabe? Me sobra esta última
cabeça. Então, neste sentido, é que eu queria que vocês entendessem, sabe
por quê?
Eu não quero que vocês caiam nesta neurose. Porque daqui a pouco eu vou
falar sobre o Instagram e vocês vão entender algumas coisas que precisam ser
feitas. Você vai falar, será que eu faço? Será que eu não faço? Porque quando a
gente começa a falar de uma coisa, de um teor mais profissional, aí a gente fica
meio... Entendeu? Aí bate uma vergonha, bate uma coisa, aí eu falo, mas no
sentido transcendente, a gente fica, “Jorge, como é que eu calculo isso certi-
nho? Porque você acabou de falar que o problema está ali no teor do dinheiro,
então onde é que eu peso as coisas?” Bom, então prestem atenção para vocês
não errarem, a causa final agora, hoje, a causa final deste trabalho que vocês
estão fazendo, causa final para vocês é o quê? Ganhar dinheiro, sustentar as
famílias de vocês, dar conforto para os seus. Qual que é a causa formal? Dar a
tua vida, o teu sangue, a tua entrega, para que os seus pacientes se encontrem
com a verdade e com a salvação. Entenderam a diferença? Como é que a dife-
rença está nas causas? Sim ou não? Porque isso não vai gerar falsas neuroses
nas cabeças de vocês. Entende?
O melhor motivador é o dinheiro ou as almas? Entenda? É as duas coisas
é a motivação enquanto você está fazendo enquanto você está fazendo a mo-
tivação aqui a alma e para o céu e assim que você terminou falar agora precisa
ganhar mais pacientes a motivação que o dinheiro entenderam que eu tô
falando entre a diferença da causa final e a causa formal um balde de café meu
amor obrigado Deus te abençoe e te guarde e te unja para todo sempre amém
vocês conseguiram entender? Eu preciso que seja muito claro na cabeça de
vocês isso não vale só para o que eu tô falando para os atendimentos isso
também vale por exemplo para o Instagram também vale também para o insta-
gram por exemplo, nossa eu preciso fazer um criativo, eu preciso fazer reels,
você vai ter que ter a seriedade de que a gente quer o quê?
Qual que é a finalidade? Ganhar dinheiro, cristão. Só que a hora que você vai
fazer, vai colocar em prática, quando você vai executar aquilo, o teu coração
precisa estar ali. Em cada storie que você faz, o teu coração precisa estar ali. Se
eu conversava com um amigo, um mentorado, e eu dizia para ele, uma coisa
que tem me doído muito o coração eu não consigo ver, por exemplo, os meus
posts.
Aí de vez em quando sai uns posts assim muito cagado, sai uns posts meu
travessado assim, eu falo, esses dias eu arquivei uns dois, postou, eu li, eu fui lá
e tirei. Porque não sou eu, porque não tá o meu coração ali, você entende? As
postagens que acaba fazendo não é o meu coração, diferente por exemplo dos
stories ou das lives, ali sou totalmente eu, ali é totalmente eu, ali é eu mesmo,
ali sou eu mesmo, entendeu?
Entregando meu coração, tentando dar uma resposta assim, sabe? Eu tô
aqui disposto a te responder, a tentar te ajudar, sabe? É o meu coração, eu
quero que vocês encontrem com a verdade, eu quero a tua salvação, quero
mesmo, quero mesmo, sabe? Quero mesmo, quero com muita sinceridade,
vou colocar-me presente, bloqueia ele, entendeu? Quero me colocar, me pre-
sente, mas é assim, enfim, e de vez em quando as postagens, sempre tem uma
postagem ou outra que sai meio enviesada, bom, a gente tem cópia, tem
design, então às vezes não sai do jeito, porque não é o nosso coração, entende
do que eu estou falando, né? Bom, de toda maneira, o que eu quero dizer com
vocês é que a gente precisa... São Josemaria falava uma coisa que eu gosto
muito. “Nós estamos neste mundo.” Se eu rezo, antes de postar, rezo. Antes de
postar, não, né? As postagens não sou eu que faço. Antes de fazer os stories,
antes de responder às perguntas ou os directs, eu rezo sempre. Rezar é um
meio, rezar é um meio, sabe? Antes da gente executar o nosso apostolado
rezar é um meio. O outro meio é se esforçar para estar presente e fazer o
melhor serviço possível. Agora, por que eu estou insistindo nisso aqui com
vocês? Porque se vocês inverterem a ordem e enquanto vocês estiverem pen-
sando em dinheiro e enquanto vocês estiverem buscando, vocês estiverem
pensando em almas, o que vai acontecer? Vocês vão ter um monte de paciente
por abono, vai dar errado. Ou vocês vão ter um monte de vergonha para poder
postar e fazer as coisas que precisam ser feitas. Tem que postar reels, aí todo
mundo não posta.
Tem que fazer não sei o que, tem que colocar tráfico, você fala, ai não vou,
ai não quero, ai eu tenho vergonha, ai não sei o que, bom, aí ferrou. Sabe por
quê? Porque não é palpável a motivação das almas lá no Instagram, não é pal-
pável. Pelo menos para vocês que estão começando não, não é palpável. Para
alguns de vocês já é, que já tem um serviço, já tem um trabalho, já tá lá há algum
tempo, o pessoal já manda uns testemunhos, já é mais palpável. Mas para
maioria não é muito palpável, então fica morrendo de vergonha. E aí na hora de
executar você faz errado, aí você começa a pensar em dinheiro na hora da exe-
cução, você inverte a coisa. Aí durante o atendimento ou durante as suas pos-
tagens lá no Instagram, aí você vai fazer o quê? Você vai dar patada, você vai
estar pensando mais no arquétipo do que naquela alma com quem você está
falando. Entendeu o que eu estou falando? Aí você vai estar pensando, mas
como é que seria a resposta? Como é que é a postura do arquétipo? Como é
que é não sei o quê? Não, não, não, você não entendeu.
Você não entendeu, você faz isso no planejamento e está pensando em
dinheiro. Na hora de executar, você está pensando na alma que está na sua
frente, criatura. Não invente essa ordem, não troca as duas coisas. A forma é
pelas almas, a finalidade é pelo dinheiro. Se você inverter a finalidade pelas
almas e a forma pelo dinheiro, perro! É a receita para você fazer tudo errado. É
a receita para você se abastecer de uma neurose da qual você não vai conse-
guir se livrar. Não vai. E tu vai começar a atender os pacientes? Cansado! Você
vai começar a atender os pacientes… Bom, eu já atendi bons terapeutas, bons
psiquiatras, bons amigos meus, amigos conhecidos de vocês, pessoas gran-
des no mercado chegaram para mim e falaram, “Jorge, eu tô mal.” “Por quê?”
“Porque eu tô atendendo um paciente aqui, e enquanto eu tô atendendo pa-
ciente, eu tô mexendo no mercado livre, eu tô assistindo um negocinho aqui,
eu tô vendo alguma outra coisinha aqui…” Ele falou, isso é muito errado, ele
perguntou assim para mim. Bom, essa foi muito icônica, um homem muito
bom, um amigo meu. Ele falou, “Ah, Jorge, cara, tem hora que é um paciente
que é muito chato, aí enquanto eu tô atendendo ele, de vez em quando eu
ponho um filminho passando no fundo, assim, não olho sempre, mas de vez em
quando, sabe assim? E aí, às vezes, eu dou uma olhadinha no Mercado Livre,
sabe? Eu tô vendo uma coisinha ou outra aqui, enquanto eu tô fazendo rabis-
quinho, tô respondendo WhatsApp, porque a câmera tá aqui, fica parecendo
que você tá aqui, mas não tá. Isso é muito errado?”
Eu falei, “Olha, tem um mandamento que diz assim, não roubarás. E você
tá roubando o tempo do seu paciente, porque ele pagou por isso. Então chama
pecado grave, você tem que confessar.” Aí ele ficou assim, “Caralho, mesmo?”
“Mesmo, gravíssimo inclusive. Você tá roubando, é batendo carteira que
chama. Teu paciente paga 500 reais a consulta, pois é, desses 500 reais você
merecia uns 300, uns 200 você roubou dele. Já parou para pensar isso?” Ele
falou, “Não, não tinha pensado nisso.” “A gente pagou para que você estivesse
totalmente presente. E disposto. Onde você errou? Onde você errou? Você
errou quando você desajustou a conta. Você errou quando você se dispôs a
fazer uma coisa e porque você não admitiu que precisava de dinheiro, você
falhou e na hora de aplicar a forma, você estava pensando em dinheiro e não no
seu paciente. Foi por isso que tu errou. Entendeu? Foi por isso que tu errou.” E
vou ser muito sincero. Todos nós vamos passar por isso. Às vezes não mexendo
no mercado livre, mas pensando na morda bezerra. Entendeu?
É mais ou menos isso mesmo, Ana. Se a gente for muito sincero, a gente
começa... Eu falo, a gente não pode falar sobre a natureza do pecado, porque a
gente começa a perceber que a gente peca demais. Não podia falar, entendeu?
Porque se fala, você fala, “Cristo, nossa, eu tô fazendo tudo errado.” Você tem
que pensar em ser terapeuta?” Ana, tem. Na hora que você termina o seu traba-
lho e vai para casa. Aí você chega em casa e faz o trabalho depois do trabalho.
Bom, mas eu tenho que cuidar dos filhos.
Então, cuida dos filhos e depois se sobrar um tempo. Aí eu tenho que
cuidar do marido. Então, cuida dos filhos, cuida do marido e depois arruma um
tempinho para você pensar nisso. É, aquele tempinho que você fica assistindo
o doc lá no Instagram, joga esse tempinho fora que você não precisa assistir o
doc no Instagram, entendeu? Você pode pensar em como que eu vou ser uma
terapeuta, como é que eu vou começar a fazer postagens, como é que eu vou
fazer as coisas. Entende o que eu tô falando ou não? Quando eu comecei o Ins-
tagram, eu fazia lives, fazia as coisas de dentro Eu fiz isso por mais ou menos
uns dois meses.
E eu me lembro que eu parei de fazer por um motivo muito simples.
Porque um paciente teve uma parada cardiorrespiratória enquanto eu estava
fazendo uma live. No meio de uma live. “Bom, Jorge, esse paciente morreu ou
não?” Não morreu, deu tempo de eu chegar lá. Mas eu deveria estar no salão e
não no repouso médico, entende? O repouso médico é do lado do salão. Mas
eu deveria estar no salão. Eu não deveria estar no repouso médico, essa é a ver-
dade, eu não deveria estar no repouso médico, eu estava roubando aquele pa-
ciente e ele poderia, não aconteceu, mas ele poderia ter morrido por conta da
minha iniquidade, entende o que eu estou falando? Percebe ou não? Enten-
dem? De novo, o demônio age nessas sutilezas, meus caros. Assistiram Nefá-
rios? Alguém assistiu? Tiveram a oportunidade? Bah, deixa eu explicar uma
coisa para vocês. O filme é legal, mas tem uma parte do filme que é importante,
uma parte, um detalhe do filme. É uma parte de todo aquele diálogo, tenta dar
uma lacrada contra o aborto, tenta dar uma lacrada. Isso é bacana, eu gosto do
filme. Eu já tive uma experiência muito próxima daquilo, muito próxima. Agora,
dentre todas as coisas que aparecem no filme, tem uma parte do diálogo entre
o possuído e o psiquiatra que é extremamente importante.
O demônio, ele não entra de uma vez. O demônio, ele não entra de uma
vez. Ele vai no detalhe. É no pouco a pouco. É no detalhe. Eu tinha que assen-
tar... Vou usar o exemplo do Everton. Não estou querendo te zoar, Everton. Eu
estava assistindo a live do Docker. Era só um tijolo. Eu não preciso ter tanta
atenção para assentar um tijolo. É precisa. Precisa. Eu sei que você estava
fazendo uma coisa boa, eu sei que a live é importante, mas assim, aquele tijolo
precisava de você, todo ali, entende o que eu estou falando? Pô, é difícil isso,
eu sei, eu sei que é pesado, tá? Eu fico lavando louça, sabe, assim, é, entendeu?
A gente está sempre assim, claro, tem uma coisa ou outra, tem sempre uma
coisa ou outra, entendo assim, uma coisa que às vezes não faz parte do labor
ordinário, é isso, às vezes tem um tempo de sobra, realmente você não vai se
dedicar todo, tudo bem, eu entendo, mas assim, o que eu queria chamar a
atenção de vocês é assim ó, não tornem isso um hábito, mesmo, estou sendo
muito sincero, mesmo que vocês acabem ficando faltosos com algumas
coisas, “Jorge, mas então, eu não vou conseguir acompanhar todo o conteú-
do.”
Eu prefiro, eu prefiro. Eu prefiro que vocês não acompanhem tudo, mas
sejam absolutamente presentes e sinceros naquilo que vocês estão fazendo.
Sabe? Mesmo. Porque se vocês são assim, com pequenas coisas, com uma
louça, com um sei o que, bom, tudo bem. Vai passar batido uma louça ou outra,
mas aí você é assim com todas as louças. Você é assim com todas as limpezas,
você é assim com todas as arrumações, daqui a pouco você é assim em todos
os diálogos com seu marido, com seu filho, daqui a pouco você é assim com os
diálogos com seus pacientes, daqui a pouco a sua vida é toda assim. E eu não
estou brincando. De novo, a gente tem uma falsa ideia de que não, é só um
pouquinho. Cara, para com isso. Para com essa ideia de que é só um pouqui-
nho. A conversão acontece quando a gente começa a acertar um pouquinho,
quando a gente começa a servir um pouquinho, quando a gente começa a
rezar um pouquinho. Daqui a pouco você está rezando médio, daqui a pouco
você está se entregando médio, daqui a pouco você está se entregando todo
e rezando bastante. O processo de destruição é o mesmo. De onde vocês tira-
ram isso de que não é só um pouquinho? Tem gente que fala assim, não, eu
sempre rezo o terço lavando louça, limpando a casa, tá tudo bem, ok, eu não
vou te criticar por você fazer isso, mas de vez em quando faz isso. Mas na maio-
ria das vezes, quando você estiver lavando a louça, lava a louça, e depois para
um tempo e reza o terço.
Entende o que eu estou falando? Não permita que a dispersão seja o hábito. A
dispersão precisa ser a exceção. É de vez em quando. Mas ela é exceção
mesmo. Mesmo. Se não a gente começa a se consumir pela nossa própria vida,
a gente não sabe por que está acontecendo aquilo. Eu não sei de onde é que
vem aquele movimento. Eu não estou sinceramente presente não estar since-
ramente presente é um erro grave vai, por que a gente tenta fazer tudo ao
mesmo tempo? Vocês conseguem achar um motivo? “Ah, porque falta tempo!”
É tempo que falta? Quanto tempo vocês têm? Algum de vocês sabe o tempo
que vocês têm? Então não é tempo que falta. O que falta? Ordem. Ordem e
confiança naquele que impõe essa mesma ordem. Falta ordem e falta confian-
ça à vontade de Deus. Disciplina à vontade de Deus. Curvar-se a vontade dele.
E eu sei que, assim, eu estou falando para vocês e o meu ouvido é o primeiro a
escutar isso, porque eu sou esse cara que se deixar, bicho, eu faço sete coisas
ao mesmo tempo, sem problema algum. Atendo um paciente enquanto eu
faço uma compra no Mercado Livre, enquanto eu encerro uma reunião, en-
quanto eu peço para Thaís fazer alguma coisa no WhatsApp, enquanto eu dou
uma broca num menino, faço tudo ao mesmo tempo, e tranquilo.
E vou te dizer, às vezes vai sair até bem feito. Externamente. Chamei a atenção
para uma coisa nos stories hoje que a gente não nota. Mas assim, existe um
mundo material e um mundo transcendente. Toda a ação que nós fazemos, ela
tem um impacto imanente e transcendente. E vocês deveriam fazer esta avalia-
ção sobre cada ação que vocês fazem. Porque às vezes o resultado imanente é
bom e você fala, foi uma boa ação.
Será que foi mesmo? Só porque o resultado imanente foi bom, será que a
ação foi boa? Qual foi o resultado transcendente da tua ação? Qual foi o im-
pacto transcendente dela? “Não, Jorge, eu fiz o almoço lá para casa, eu fiz o
almoço para o meu marido, está tudo certo.” Bom, tudo bem, mas enquanto
você fazia o almoço, você reclamava. Enquanto você fazia o almoço, você pen-
sava, a “Ah, mas que cara folgado, podia estar aqui me ajudando.” Ou pediu um
monte de coisa para ele e não fez nada. Enquanto você faz o almoço, você pra-
gueja e não presta atenção no que você está fazendo. Ou você faz pensando
assim, “Ele podia fazer uma troca, ele podia devolver, ele podia, sabe assim, eu
faço tudo por ele, ele não faz nada por mim.”
Qual que é o resultado imanente daquele almoço? Tudo certo, foi um bom
almoço, gostosinho. Qual que é o resultado transcendente desse almoço?
Você se consumiu, se afastou do teu marido e se afastou de Deus. Esse foi o
resultado transcendente. Pareceu que foi uma coisa boa, mas não foi. Exato,
Rodrigo. Sabe assim, por que eu estou chamando atenção para isso? Porque
isto causa no ser humano uma sensação de frustração. Mesmo quando tudo
parece que deveria estar certo, mesmo quando você pensa, mas parece que eu
estou fazendo o certo, ainda assim você se sente frustrado. Vocês já sentiram
isso? Já, né? Eu sei que já. Já sentiram isso. Eu sei que já. O tempo todo, né?
Essa sensação de, eu estou tentando fazer o certo e tô me sentindo frustrado,
por quê? Porque imanentemente tá certo, transcendentemente tá errado, a
sua intenção tá errada, você só não admitiu isso, você tá muito preocupado
com o resultado terreno daquilo, mas você não tá atento ao resultado trans-
cendente daquela questão. Eu tô chamando vocês a uma atenção de consci-
ência, isso aqui é difícil tá, quando eu tô chamando essa atenção, mas assim,
eu sei que vocês não vão fazer isso do dia para noite, eu queria que vocês ten-
tassem praticar isso de vez em quando, tipo, fez alguma coisa boa, avalia, foi
boa mesmo? Sabe qual que é o movimento de décima camada? É fazer isso o
tempo todo.
Do outro, Maílson! Não julgar a intenção do outro, a sua você é obrigado a
julgar, você vai julgar a sua. A do outro você não vai julgar mesmo não, a do
outro é problema do outro. Nós não julgamos a intenção do outro. E sua? A sua
você tem que julgar mesmo. Mesmo. Está entendendo? O que é uma pessoa
instalada na décima camada? É uma pessoa que faz uma avaliação não imanen-
te dos próprios atos, mas imanente e transcendente de todos os atos. Tá en-
tendendo ou não? É isso Vinicius.
A causa final tá tudo certo, mas e a causa formal? Ou seja, eu apliquei a
forma certa? Na verdade não é o certo viu é a única coisa possível de se fazer
os meninos colocaram aqui é ficar se orientando internamente quando perce-
bemos quando alguma ação é boa porém a sua base de reclamação é baseada
na reclamação é válido fazemos como percebemos quando fazemos algo bom
porém internamente ruim sim na verdade assim não é que isso é bom, é válido,
isso é a única coisa possível ao ser humano.
Há quem ache que o ser humano presente em décima camada é um ser
humano que vai ficar fazendo o certo. Não, não, ele vai continuar errando igual.
O detalhe é que enquanto ele erra, ele está fazendo a avaliação e falando, “Ca-
ramba, estou errando. Estou fazendo errado.” Ele corrige a rota enquanto ele
erra, entendeu? É enquanto ele está fazendo errado. “A décima camada que
não busca a santidade faz essa avaliação e decide pelo mal.” Exatamente,
André, ela também faz essa avaliação. “Existe uma pessoa que décima camada
precisa ser bom?” Não, pode ser uma pessoa má, ele também vai fazer essa
avaliação o tempo todo do porquê que ele está fazendo aquilo, a intenção má,
e ele vai optar, “Não, realmente, a minha intenção é má e eu me decido por ela,
eu escolho essa intenção má, eu sei pelo que eu estou fazendo”, entende? Não
é uma falsa percepção, “Não, eu sei mesmo porque eu tô fazendo e eu escolho
fazer, escolho fazer.” Agora vocês precisam ajustar isso, precisam fazer esse
esforço de corrigir a rota. Não do que você está fazendo, da sua intenção, da
sua intenção.
Esses dias para trás eu dava uma explicação sobre a castidade que é
muito boa acho que eu fiz isso na live também bom é expliquei mais ou menos
na live mas assim é uma explicação interessante a castidade. “Um homem
que…” não, não é só a décima camada que faz isso, todo mundo pode fazer
isso, mas a décima camada faz isso constantemente, torna-se um hábito. É
assim, imagina um rapaz que está namorando com a moça, e aí ele leva a moça
para jantar, manda mensagem, manda flores, manda chocolate, né? Cuida dela,
ela fica doente, ele leva remédio, conversa com os pais dela, leva para assistir
Barbie, sabe? Faz aquele fuzuê todo e fica... e posta fotinho no Instagram e tudo
mais. Por que ele faz isso? Por que ele faz isso? Não sei. Não sei. Não vou julgar
a intenção do rapaz, mas vou tentar analisar. Depende. Ele tem a possibilidade
de vida sexual com ela? Tem. Então ele tá fazendo por isso mas é muito óbvio
que ele tá fazendo por isso porque quer ouro? Lógico não mas ele quer o ouro
mas ele também quer ela é mas ele quer o ouro antes então já tá enviesado
adianta vir com conversa piada Entendeu ou não? Já um viés de intenção já
era. para cima de mim. Agora, e se ele faz isso sabendo honesta e concreta-
mente de que ele não vai ter o ouro? Porque já houve uma coisa assim, não vai
rolar. E mesmo assim ele continua fazendo isso. Opa, pera aí. Então agora me
parece que é um ato de amor.
É um santo! Bom, agora me parece que talvez seja um ato de amor, enten-
de? Porque agora ele entendeu que mesmo ele não tendo isso, ele continua
estando disposto a servir, a cuidar, a fazer opa, opa, opa, opa... Entendeu o que
é a castidade? Entendeu ou não? Agora inverte a situação. Casou! E agora, o
sexo é o quê? Agora o sexo é prerrogativa, agora tem que ter! Agora se ele se
doa, leva para jantar, leva para almoçar, manda flores, bombons, cuida dela,
quando ela fica doente ele abre a porta do carro, ele é gentil, educado, genero-
so, cuidadoso, amoroso, e já ia ter sexo de todo jeito. Bom, agora é amor,
porque agora não há um viés de intenção. Mais ou menos, né? Mais ou menos.
É, mais ou menos.
Ainda tem um pouco. Não é tão garantido assim, não. Bom, mas digamos
que é um pouco mais garantido, de que vai ter mais ou menos de todo jeito.
Mas ainda para ser um bom homem. Se não fizer, não tem não. Os mais, os
menos, cada um é com seus problemas, seus probleminhas. Bom, mas vocês
entenderam o que é essa percepção da castidade, sim ou não? Ela, de alguma
maneira, ela filtra a nossa intenção. Ela filtra a nossa intenção chamada esmola.
A esmola filtra a intenção do homem, é como o fogo que queima e vê se o que
você está tentando oferecer é ouro mesmo ou é alguma outra coisa, é latão.
Tem que ser provado no fogo para saber o que você está oferecendo de verda-
de. Tem que queimar aquilo.
A esmola tem esse papel de testar a sua intenção para que você dá
esmola? Por que vocês dão esmola? Já pararam para se perguntar assim, muito
sincero, mas porque vocês dão esmola? Para ajudar o mendigo? Não, não é
para ajudar o mendigo vocês não estão, vocês não estão na... vocês já têm um
nível de consciência muito sincero instalado na realidade vocês sabem que
não é por isso que você deu embora. Para ajudar o mendigo, sério? Você real-
mente acha que aqueles R$2,00 que você dá vai ajudar o mendigo, vai mudar a
vida dele, entendeu? “Não, mas eu dei R$50,00.” Meu Deus do céu, agora sim,
entendeu? Agora tu mudou assim, 20 minutos da vida dele. Cinquentão? Você
tá doido? Opa, dá duas pedra de crack, duas, do ruim, do ruim, do bom dá uma
só. Por que tu dá esmola? Qual que é o sentido sincero no teu coração, no teu
peito, por que tu dá esmola? A gente tem vergonha de dar a resposta que
parece muito óbvia, a gente tem vergonha de fazer o negócio errado, sabe?
Fazer o bem, eu gosto de dar uma resposta boa, fazer o bem, ser menos sober-
bo, eu gosto dessas respostas aplicadas assim, ir para o céu, cara, larga de ser
treteiro, vai, onde é que tá escrito que é para dar esmola? Tá escrito na bíblia?
Tá ou não tá? Tá ou não tá? Tá ou não tá? Não tá escrito na Sagrada Escritura?
Hã? Não é recomendação dos santos? Não é orientação do magistério da
igreja? É por isso que você faz, não é? É! Porque você acredita, “Creio em Deus
Pai Todo-Poderoso, Criador de saída da terra…” Tô falando para os católicos,
“... e em Jesus Cristo Senhor e o Filho do Nosso Senhor, que é o Espírito Santo,
que é na igreja católica, nos anjos e nos santos…”
Cara, é por isso que você está fazendo, porque Deus falou para fazer, e
porque você crê na Bíblia, e porque você crê no material da igreja, por isso
você faz. Ora essa! A verdade é essa, não precisa ficar procurando pelo em ovo
não, você faz porque Deus mandou fazer. Você não sabe nem se é bom ou se é
ruim não, porque Ele falou assim ó, faz! Porque no fundo, no fundo meus caros,
sejam sinceros. Por que vocês estão aceitando o peso do sofrimento? Porque
vocês leram o que está escrito, “Aquele que quiser vir após mim, renuncie a si
mesmo, toma a tua cruz e segue-me.” Qual que é a explicação? Não tem expli-
cação, porque ele mandou. Porque nós cremos no Cristo que foi encarnado,
nós cremos na Sagrada Escritura, nós cremos no Deus, o próprio Deus se en-
carnou, o verbo divino se fez carne, se fez homem, nós queremos nisto não tem
que ficar girando e inventando moda, entendeu?
É simples a explicação, porque Deus mandou eu acho o máximo, o Gui-
lherme Freire, sabe quem que é o Guilherme? O Guilherme vai dar aula para
vocês, vocês vão pirar na aula dele, vai dar aula para vocês o Guilherme ele fala
uma coisa que eu acho máximo. Eu falo assim, “A gente precisa aprender a dar
a resposta do sim.” “Ah, mas você é cristão?” Você fala, “Sim.” “Nossa, mas
você é radical?” Você fala, “Sim.” “Não, mas você defende o matrimônio?” Você
fala, “Sim.” “Ah, mas por quê?” “Sim.” “É só assim. Por que sim? Como assim,
por que sim?” Não, é porque Deus mandou.” “Ah, então você faz as coisas só
porque Deus mandou?” “É.” Sejam sinceros. A gente faz porque Deus mandou
mesmo. Porque a gente crê na Sagrada Escritura. A gente tem essa ânsia de
que as coisas façam sentido. Vai, é tão bonitinho quando o Doc. faz uma live
legal e ele explica uma passagem e você fala, nossa, faz todo sentido agora,
agora eu vou fazer. Nossa, que maravilha, mas que bom se você tivesse feito
antes sem eu ter que explicar, porque já estava escrito que era para fazer, né?
Não precisava ter explicado, precisava? Não precisava, já estava escrito.
Eu ter explicado foi muito legal, fez sentido, pois é, bendito àqueles que creem
sem vir. Que bom se vocês fizessem sem esperar eu ter que explicar a passa-
gem. Tem um monte de gente que falou assim, nossa, finalmente eu entendi
como vencer o meu egoísmo. Realmente, aquela passagem do filho pródigo,
que pediu tudo, ou seja, no fundo, ele pediu a própria vontade e foi viver o que
ele podia, só que depois que a própria vontade dele mostrou que ele estava
comendo lavagem de porco, ele volta e pede para fazer a vontade do pai.
Nossa, que legal que você entendeu isso. Mas assim, já tava escrito para fazer
antes. Tava bem óbvio que já tava escrito isso. O fato de eu ter explicado era
para tentar te convencer, mas eu não precisava, né? Concordam comigo? Se tá
escrito e você crê nisso, eu te explicar... Não é bem o que precisaria estar acon-
tecendo. Entende o que eu estou falando? A gente explica para aqueles que
não creem, mas para nós que cremos. Por que a gente fica esperando explica-
ção das coisas? Eu acho o máximo... Vai! Eu vou dar uma cutucada.
Vou dar uma cutucada. Não existiu mesmo ou foi uma metáfora? Vai, res-
ponde convictamente para mim. Fala! Convictamente para mim fala o adão
existiu não existiu o adão e não é existiu de nuvem aconteceu conforme a me-
táfora a gente morre de vergonha de saber assim de falar, não, isso existiu
mesmo! Se já tivessem acompanhado um amigo meu que é professor de histó-
ria… Jó não aconteceu não, Jó não, engolido pela baleia? Não, foi Jonas. Jonas
engolido pela baleia, não, isso não existiu não. E Oseias, será que foi metáfora
ou aconteceu? Cara, a gente tem essa mania desgraçada.
A gente inverteu a ordem. Antes era assim, isto é, é a Sagrada Escritura,
isso é a Palavra de Deus, isso é a verdade encarnada, dou a quem doer. Se a
ciência tiver boa vontade, que prove. Se não, isto é. A gente inverteu a ordem.
Isso eu não sei se é. Vamos esperar a ciência falar? Eu conheço. Deixa eu dizer
de novo, o que vocês estão falando? Por que a gente é assim? Porque a gente
foi doutrinado assim, a gente foi ensinado assim.
O tempo todo vocês aprenderam que são umas metáforas, são umas his-
tórias, assim. Vocês foram educados assim, mas sejam sinceros, sejam muito
sinceros, muitíssimo sinceros. Por que a gente faz esse movimento?
Esse é um método relativista de compreender a história. É um método
desconstrutivista da própria história. Eu estava falando desse amigo meu que
é historiador. Ele foi para a região de Sodoma e Gomorra, onde deveria ser a
região de Sodoma e Gomorra. E algumas coisas ele encontrou lá. Por exemplo,
pequenos artefatos, não só ele, mas uma equipe que estava junto, pequenos
artefatos de meteoritos que teriam caído ou seja, meteoritos, foram encontra-
dos ali na região, pequenos fragmentos de meteoritos em vários locais daque-
la região. Outra coisa que eles encontraram lá… Aerólitos, isso. Outra coisa que
eles encontraram lá foram vários cristais de enxofre e cristais de enxofre são
vulcânicos, e aquela região não é uma região vulcânica e aí fala “Caramba,
então realmente choveu fogo do céu. Então talvez tenha caído mesmo, talvez
tenha caído mesmo, igual está na Sagrada Escritura, talvez tenha caído fogo do
céu, talvez um meteorito tenha caído ali naquela região explodiu aquele negó-
cio todo e como tinha muito Enxofre na região o Enxofre pega fogo, pegou
fogo e incendiou a cidade de Sodoma e Gomorra. Será que isso aconteceu
mesmo, então?” Como assim, “Será que aconteceu mesmo, então?” Não tô en-
tendendo. Mas não tava escrito que aconteceu? O que tava te faltando? De
quem os vale o pensamento crítico? Sejam sinceros. De que vale o pensamen-
to crítico? Já parou para pensar isso ou não? Qual é a validade do pensamento
crítico é tentar gerar um filtro para uma coisa chamada falsa verdade. É para
isso que serve o pensamento crítico. A crítica humana é assim ó, bom, talvez
isso não seja verdade.
E então a crítica humana, ela é necessária? É ou não é? Alguém chega para
você e fala assim “Olha, aparece no Instagram do Doc., lá geladeira a 250 reais,
sofá a 100 reais, televisão…” quem é dessa época vai quem de vocês aqui é
dessa época levanta a mão, fala a verdade para mim quem acompanhou essa
história? Eu tenho uma galera aqui que é dessa época, hackearam meu Insta-
gram, hackearam, hackearam meu Instagram e começaram a vender geladeira,
sofá. Pô, foi muito da hora esse negócio e teve uma galera que caiu teve uma
galera que caiu, bom, essa galera não tinha senso crítico, né? Pelo amor de
deus, geladeira a 200 reais, geladeira com a seda, não cara, entendeu? Não,
não faltou o quê? Senso crítico, senso crítico, então nós precisamos ter senso
crítico. Com o quê? Com as coisas circunstanciais da nossa vida. Agora, exis-
tem algumas coisas das quais nós precisamos decidir. Uma delas é a despeito
de uma coisa chamada Sagrada Escritura. Temos uma decisão, nós precisamos
tomar uma decisão sobre aquilo. Para quem é católico, essa decisão ainda é
mais formalizada. Quando você é batizado, você depois tem que fazer o
Crisma, explicando isso para vocês, para quem não é católico. O movimento
do Crisma, ele chama-se Sacramento da Confirmação. E no Crisma você con-
firma o quê? Confirma o credo. O que é o credo? “Creio em Deus Pai, Todo-Po-
deroso, Criador do Céu e da Terra…” Você está falando que você crê nisso.
Aí alguém pergunta assim, “Mas você crê que foi criacionista ou teve o
Big Bang?” Aí você fala, “É porque a Terra, porque a evolução…” Não, então pera
aí. Então tu não confirmou o negócio, então. Veja bem. Veja bem, calma. “Creio
em Deus Pai, Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra, em Jesus Cristo, seu
único filho…” Você quer ir mesmo nisso? “... e nosso Senhor que foi concebido
pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sobre Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morreu, desceu a mansão dos mortos, ressuscitou no
terceiro dia, subiu ao céu, está sentado a direito de Deus Todo-Poderoso, de
onde há de vir a julgar os vivos e os mortos, creio no Espírito Santo, na Santa
Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressur-
reição da carne, na vida eterna. Amém.” É isso. Aí a pessoa vai perguntar, mas
você acredita mesmo? Você fala, é, não, calma. Por que a gente é assim? Por
que a gente é assim? Hã? Por quê? Isso é um pecado contra o primeiro manda-
mento. Isso é um pecado contra o primeiro mandamento. Porque nós fomos
educados assim.
É exato. Aí a gente acaba batendo nessas coisas, né, William? E sabe o
que é engraçado? Você tem que dar aula sobre evolução. Só que agora que
você vai dar essa aula de evolução. Só que agora que você vai dar essa aula de
evolução, você precisa começar falando que isso na verdade é uma teoria evo-
lucionista. O que é uma teoria? É algo que não foi comprovado. É uma tese. É
uma teoria. Assim como a outra, é uma teoria criacionista. É uma teoria. Bom,
pode ser que tenha sido assim. Pode ser que tenha sido assim. E é engraçado
porque a gente é educado como se isso fosse assim. Entende o que eu estou
falando? Que bizarro isso, cara. Agora, voltando para a nossa vida prática, vol-
tando para a nossa vida prática, por que eu estou chamando a atenção para
estas coisas? Parece um negócio que não tem nada muito a ver, um negócio
meio amorfo, assim. Por que eu estou chamando a atenção para essas coisas?
Porque, de novo, o papel do terapeuta não é entregar a verdade para o pacien-
te, sim ou não? O papel do terapeuta é entregar-se todo pelo paciente e entre-
gar a verdade para que o paciente alcance essa mesma verdade. Bom, esse é o
papel. Almejando a felicidade e a salvação do outro.
É o movimento do amor. Não é isso? Bom, como é que eu vou fazer isso se
eu não tenho convicção desta verdade? Se eu não tenho certeza dessa fé que
eu professo? Como é que eu vou fazer isso? Me explica. Não tem como. Exata-
mente, Vitória. Não tem como. E aí, às vezes, vocês falam assim, “Ah, Jorge, eu
estou com uma dificuldade com o paciente. Eu falo e ele não me escuta. Eu falo
e ele fica questionando. Eu falo e não sei o que…” É claro, haverá pacientes que
são petulantes mesmo. Mas se isso começa a virar recorrência, você precisa
fazer uma autoavaliação. Você está tendo convicção mesmo daquilo que você
está falando? Mesmo? Sincera convicção naquilo que você está falando? A
gente tem medo de passar vergonha. Esses dias eu estava conversando com
alguns amigos, foi muito engraçado, alguns deles são cristãos muito bons, mas
um ou outro é meio relativista, não vai na igreja, não segue muita coisa, é meio
perdidão na vida.
E aí alguém vem essa história aí de teoria evolucionista, que eu falei, na
boa, eu não acredito nisso aí não, Deus criou o homem pronto, Deus fez o
homem pronto, Adão. E aí eles começaram, ah, não acredito que você acredita
nisso. Eu falei, você acredita em quê? Porque é fé por fé, porque eu estou acre-
ditando em uma coisa e você está acreditando em outra. Só que eu estou acre-
ditando em um Deus encarnado que eu experimento todos os dias. Você está
acreditando em um cientista que você não conhece. No fim, é crença por
crença, porque é teoria por teoria. Nenhum dos dois foi comprovada. Por que
você está me chamando de idiota você é tão idiota quanto nesse sentido não
tem nenhuma comprovação maior da sua do que em relação a minha, mas
estamos no mesmo barco filhão, a questão é que eu escolhi um lado e escolhi
o outro é verdade é para mim geralmente é mais ou menos essa faixa é porque
eu sou o doc geralmente é, to brincando Mas para pensar, ela não é isso.
Ela não é isso. A gente arruma umas tretas, né? No fundo, eu estou trazendo
esse assunto porque eu percebo uma coisa que acontece de forma recorrente
em vocês. E em mim também, tá? A gente perde convicção do que a gente está
fazendo. A gente perde convicção do que a gente está fazendo. Até para quem
está tentando restaurar, a gente perde convicção do que a gente está fazendo.
E aqui eu já quero entrar nesse próximo assunto, né? O que faz uma pessoa, no
processo de restauração, adoecer? Perda da convicção. Se eu não tenho con-
vicção, eu parei de entender que o processo de restauração é algo que des-
cende de Deus. E é uma restauração não do casamento, mas restauração da-
quele vínculo pessoal com Deus. Entende o que eu estou falando ou não? E aí é
onde a pessoa começa a fazer pela força do braço. Ela fica intimamente focada
nas técnicas. “Ah, mas eu mando mensagem? Mas eu mando alguma coisa?
Mas eu converso com ele? Mas eu falo com ela? Mas eu tento um diálogo?
Sabe, assim?” A pessoa fica intimamente comprometida com as técnicas e se
esquece profundamente da intenção dentro de si mesmo. Essa pessoa vai
adoecer. Essa pessoa vai adoecer. O que eu faço? “Jorge, como eu percebo
que uma pessoa não está pronta para tentar entrar num processo de restaura-
ção?” Alguém me perguntou, acho que foi a Natália que perguntou aqui.
Como eu calculo isso? Como eu começo a conversar com uma paciente e eu
começo a perceber que, cara, não está na hora. Não está na hora de tentar res-
taurar. Não é o momento para você tentar fazer isso. Como é que eu noto este
detalhe sobre essa paciente? Bom, é simples. Não é tão simples assim, mas dá
para ser feito. A partir do momento que você começa a fazer aquele acolhi-
mento inicial, aquilo que eu sempre ensino para vocês, é acolher com profun-
do e sincero amor o paciente. Trazer ele para você, acolhe ele, abraça ele,
mesmo, aquele abraço de intenção, fala, estou aqui para você, mesmo, estou
todo aqui para você, beleza.
Aí você escuta aquela história e narra novamente, traz aquela história
para realidade, tenta tirar os afetos e os achismos da história e tenta narrá-la
novamente, vamos tentar estruturar, o que está acontecendo de verdade?
Porque o meu marido é isso, é aquilo, não sei, tá, você está falando que o seu
marido mas eu quero os fatos o que aconteceu como que é o seu dia a dia
como que você acha o seu marido como ele age com você não e eu acho que
ele tá não esquece o acho esquece o acho já me contou a parte do acho con-
cordo você está aqui para te ajudar mas mas não dá para tirar esse acho acon-
teceu algo não não aconteceu então pronto ótimo realidade pesa na realidade
não tentar escrever essa história novamente escrevemos essa história, perme-
amos essa história, ajustamos essa história certo?
Ah, certo! Então, fiz uma boa colhida, fiz o contato da história, encontrei
o sentido ali, mais ou menos, vamos começar esse processo de exploração
olha, a gente vai ter que começar pelo horário e pelo servir, a gente vai ter que
começar por esse movimento que não sei o que... você começa a explicar para
onde a paciente vai. Tá bom, tudo certo. Aí ela volta na próxima seção. Pior. Ah,
eu comecei a servir e eu não tô dando conta. Eu não tô dando conta, eu tô
rezando. Você tá rezando, de velho? Tô rezando, eu tô rezando. Geralmente
quem insiste mais é... Tô rezando, eu tô fazendo minha parte, eu tô tentando. Eu
não vou dar conta. Ele só me afasta, ele só me rejeita, que não sei o que, calma,
calma. Talvez não esteja na hora da gente começar pelo processo de restaura-
ção, acho que não está na hora, entendeu? Acende uma luzinha, vê se não foi só
um primeiro movimento que foi errado, faz esse ajuste, não, não foi mesmo, ele
ou ela realmente falou, “Cara, não dá, calma. Vamos fazer o seguinte, você está
adoecendo no processo, para esse negócio, para esse negócio de tentar res-
taurar. Vamos tentar amadurecer primeiro. Vamos tentar encontrar-se consigo
mesmo. Tentar fazer um processo de amadurecimento primeiro.” Deixar
claro... porque no fundo, no fundo vai... O processo de restauração é o proces-
so da relação com Deus. Você restaura a sua relação com Deus e a sua relação
com Deus restaurada é que vocês dois, você sendo um com Deus, você conse-
gue agir para o marido, agir para a esposa. Não é isso?
Boa! Cleber, eu vou te falar. Começa a colocar práticas espirituais nela
sem falar de Deus. Vou te falar, fiz isso hoje, fiz isso hoje como paciente. Não,
mas como isso? Não, você vai falar assim, é o seguinte, dentro da minha forma-
ção, nós tivemos uma formação, pode falar isso para ela, né? Dentro da minha
formação, tive um ensinamento de algumas técnicas espirituais. Não é sobre
Deus, eu sei que você é ateia, não tem problema, não quero te impelir a fazer
nada disso. Mas são técnicas de meditação, traz essa ideia, são técnicas de
meditação, é para você. Mas isso te acalma, entendeu? Esses movimentos te
acalmam. Esses movimentos, se você fizer, eles vão te dar um centro, para você
conseguir ter esse centro, essa paciência, essa calma, você consegue agir e
ajudá-lo. Tá entendendo? Essa palavra meditação é maravilhosa, o ateu acha
lindo, é uma meditação você fala nossa que legal, quais são essas técnicas?
Você vai falar, nós vamos fazer sobre o fazer pão aí tu fala assim, isso aqui
é uma percepção já desde Aristóteles que falava sobre terra fogo ar e água,
pronto, você já ganhou ela, tá falando de Aristóteles, filosofia, já foi, entendeu?
Bom beleza, terra fogo ar e água, então nós vamos fazer pão, como é que é isso
fazer pão? É uma percepção simbólica. Várias religiões faziam isso no mundo,
mas não só as religiões. Várias pessoas que fora da religião faziam isso como
técnicas de acalmar, como técnicas de achar uma certa serenidade. A religião,
ela pega isso para ela. E de fato, aconteceu isso mesmo. A religião, ela pega
essas técnicas para ela. Mas o que seria? A filosofia é a melhor coisa. Então, o
que seria isso de fazer pão? Bom, aí você vai explicar.
Você pega o trigo, que é a sua vida. O trigo é um símbolo da vida. Desde
os gregos... Você pega o trigo e como é que você faz pão? Então, você molha o
trigo. Você vai molhar o trigo. Você vai sovar o trigo. A massa. E depois você vai
assar a massa. Certo? Então, o primeiro processo de moagem é expor a terra
ou a pedra. Então, esse é um exercício de terra. Na psicologia, esse exercício
de terra nós chamamos de aterramento, ou seja, botar o pezinho no chão, é
voltar, estar presente, exercício de presença. Entendeu? Pronto. O segundo
exercício é molhar a massa. A água, ela traz esse símbolo do exercício da tem-
perança, que é uma virtude. A temperança a gente exercita através de uma prá-
tica chamada jejum. Como é que você faz um jejum? Você vai pular uma refei-
ção, querendo comer você não vai comer, você vai calmar o coração, vai se
esforçar para não comer. Por quê? Isso doutrina os seus afetos. Então quando
você ficar irritado você vai conseguir segurar aquilo. Quando você ficar ansio-
so você vai conseguir segurar aquilo. Quando você ficar triste você vai conse-
guir segurar aquilo. Praticando esta temperança através do jejum. Sacou? Não
tem nada com religião.
Fora de religião. Domínio próprio, exato. Bom, depois você vai fazer o
quê? Sovar a massa, colocar ar na massa. O ar, ele representa esta... E aí você
usa a palavra meditação. Esta meditação para com o mundo. Ou seja, esta liga-
ção com o mundo. Tem várias formas de a gente fazer isso. Pode fazer através
de uma meditação ou de uma outra forma que é mais simples que através de
uma oração é uma forma simples de se fazer. Você sabe alguma oração? Você
vai perguntar para ela eu sou atento. Bom, uma das orações que a gente pode
fazer é a oração do pai nosso que é uma oração que todo mundo sabe de cor e
não tem nada a ver com religião é só que você precisa de um certo mantra.
Você pode usar um mantra que você faz... pode, mas vai ser ruim porque assim
você não vai saber o quanto começa, quando termina, vai ficar meio desforme
usa o pai nosso que é mais fácil. Então o que tu vai fazer? Ao acordar você vai
tentar fazer essa conexão com algo que está para além de você, certo? É co-
nectar-se com o todo. Você vai rezar um Pai-Nosso, você vai falar um Pai-Nos-
so. Pai-Nosso que estás no céu. Não tem nada a ver com religião. E antes de
dormir você vai fazer a mesma coisa. Pai-Nosso que estás no céu. Entendeu? E
de novo, lembra? Eu estou te usando uma oração que todo mundo sabe, é
porque é mais fácil do que eu te ensinar um mantra em mandarim, por exemplo
e ela fala, é realmente, então pronto, então é mais fácil, concorda? Concordo,
não é sobre religião e em última instância, você vai dar esmola o que é esmola?
É dar o dinheiro para o mendigo e de novo, não tem nada a ver com reli-
gião, pelo amor de Deus, você não vai mudar a vida do mendigo com essa
esmola você vai dar o dinheiro para quê? para fazer um ajuste das suas inten-
ções. Porque você está tentando restaurar o seu casamento, está tentando
trazer o seu marido de volta, mas essa intenção tem que ser sincera dentro de
você. Como é que você ajusta a sua percepção de intenção? Dando esmola das
coisas. Então vai dar esmola, entendeu? Vai dar esmola. Vai dar dinheiro para o
mendigo. Vai falar, ah, beleza, pode deixar que eu vou fazer. Dois, três meses
fazendo isso, ela está procurando uma igreja. Porque é assim que acontece. Se
eu vi acontecer, centenas de vezes. É sempre esse papo que não tem nada a ver
com religião, mas tem tudo a ver com religião. E ao mesmo tempo não tem
nada a ver com religião. É o que é, porque é o que é mesmo. E está tudo certo.
Então, eu acho que vai ajudar bastante. Tá bom? Bom, de todo jeito, isso aqui
serve para essa questão do fazer pão, isso é obrigatório para quem tá nesta
fase de que, ah, eu não consigo resolver, eu não consigo amadurecer, eu não
consigo restaurar, o fazer pão é obrigatório. Obrigatório, né? Alguns de vocês
talvez ainda não tenham chegado na aula do fazer pão, tem uma aula só sobre
o fazer pão, ou também tem a aula do Thiago também que é muito boa também
sobre o ajuste do fazer pão eu gosto bastante tá bom tudo bem ou não? Tran-
quilos? Beleza não tem nada a ver com religião nada a ver beleza?
Entendam, nós estamos neste mundo, nós estamos neste mundo, nós
estamos nesta imanência, esta trama que rege este mundo, ela é uma trama de
profundo sofrimento, mas ao mesmo tempo é a realidade cantada por Deus.
Nós não podemos escapar a Ele. Não podemos. Eu sei que o nosso intuito ini-
cial, todos nós teremos esse ímpeto em algum momento. Eu já tive esse
ímpeto demais, de pensar assim, vamos salvar quem quer ser salvo. Vamos
lutar por quem quer ser, sabe assim? Quem quer. Se o plano não quer, deixa
para lá. Larga de mão. Vamos lutar por quem quer, vamos fazer quem está que-
rendo, porque tem muita gente querendo estava assim, quem não quer, não
quer não foi isso que Cristo ensinou não foi, não foi, me desculpem a minha
sinceridade, mas não foi esse pensamento está desordenado lembro uma vez
que um… estava fazendo uma live e o padre perguntou assim para mim “Jorge,
e quando um casal é de segunda união, eles sabem que eles... é um casal católi-
co né? Eles sabem que eles não podem comungar, porque são em segunda
união e ainda não conseguem viver uma amizade, uma disposição à amizade
matrimonial que seria o correto para um casal em segunda união e tudo mais,
não sei o que, e ainda não sabem como fazer este movimento. Então, o que
você faz? Porque a pessoa quer comungar e não pode comungar. E talvez ela
vai ter que viver aquilo e aí ela não sabe... Como é que você faz isso? Ou seja,
como é que você consola essa pessoa? Como é que você dá esperança para
essa pessoa?” Eu falei “Simples. Vou eu todos os dias à missa e comungo por
ela e por ele.”
A gente se esquece disso, né? Tu não quer resolver o problema? Então vai
tu e se sacrifica, então! Aí o papel do terapeuta é esse também! O papel do
terapeuta é esse também! Se você entende o papel da comunhão, então vai lá
tu e comunga no lugar deles, então, comunga por eles! Faz este movimento,
sacrifique-se você! “Ah, Jorge, meu paciente não muda mais, já atendeu, já fiz
de tudo, é chato para caralho não quer, um pé no saco, não quer saber, eu vou
parar de atender, já é um chato de galocha, que não sei o que…” Bom, tudo
bem, mas assim, antes disso, se dispõe a se sacrificar por ele você se sacrificar,
você dar esmola, você fazer jejum, você fazer oração pelo teu paciente. Bom, às
vezes vai dispensar, porque realmente ele não quer mudar naquele momento. E
assim, às vezes você está sendo injusto, você está gastando o dinheiro dele,
você está repetindo sempre a mesma coisa. Fala, infelizmente eu não vou con-
seguir continuar te atendendo. Mas o teu sacrifício continua. Ou parou. Ou
você desistiu. Acabou. Já era. Não, essa alma não tem jeito, não não não é
assim que funciona eu tenho um paciente que, enfim, eu o atendi umas três
vezes, eu acho e depois disso ele ele sumiu, e eu falei, não quero mais saber
não, não sei o que dizer, sumiu e até hoje eu rezo por ele todos os dias eu rezo
por ele, todos os dias eu coloco a intenção de forma pessoal eu falo o nome
dele todos os dias, todos os dias entendem o que eu estou falando? Entendem
mesmo? Vocês têm que ter isso convicto dentro de vocês. É chato? Mas é. Mas
é. Mas é. Toda alma importa. Até daquele paciente chato e desgraçado. Toda
alma importa. Como é que eu lembro? Bom, a maioria eu não lembro de forma
pessoal. A maioria eu não lembro de forma pessoal. A maioria eu rezo na minha
oração na noite, eu falo assim, Senhor, eu te peço por todos aqueles que me
pedem oração.
Eu não rezo mal assim. Não tem jeito não. Mas tem uma oração que eu
lembro de forma pessoal. Algumas pessoas eu digo o nome. Senhor, eu te peço
por fulano, eu te peço por ciclano, eu te peço por beltrano, eu te peço não sei
o que... algumas pessoas eu coloco o nome de forma muito pessoal muito pes-
soal mesmo algumas almas que me são muito caras algumas que já se foram,
algumas que ainda não se foram eu peço de forma muitíssimo pessoal boa,
Brunão! Cara, eu acho que em algum momento você deve fazer isso nem que
seja um salve geral, sabe assim? Senhor, eu te peço por todas aquelas almas
que no cumprimento da minha profissão eu promovi um encontro com o
senhor. Peço por elas, peço por elas. Que tenha sido a tua vontade e não a
minha, sabe assim? Que elas possam se encontrar contigo, sabe? Que a tua mi-
sericórdia os alcance. Mesmo, porque toda alma importa. Meus caros, toda
alma importa. Ponham isso na cabecinha de vocês, pelo amor de Deus. Insis-
tam nisso. Abram os olhos de vocês para isso. Toda alma importa. Toda. Mas
não é uma ou outra, é toda. Mesmo! Todas as almas que se encontram conosco
importam. Todas! Todas, todas, todas! E o nosso papel é amar cada uma delas.
Nem que seja num breve bom dia, num oi tudo bem. Nem que seja uma oração
que você teça por cada um deles.
Mas toda alma importa. Toda alma importa. É tão engraçado isso, né? Tem
uma frase do Lewis que ele diz assim se Deus está para fora do espaço está
para fora do tempo esse dia eu estava assistindo de novo Interestelar já assis-
tiram Interestelar? Já viram? Já viram? Ué, legal aquele filme, para caramba eu
estava assistindo Interestelar e tem uma para quem não assistiu vou dar
spoiler o filme é muito antigo se não assistiram o problema é de você já devia
ter assistido vou dar spoiler, tudo aí, tudo aí! Tem uma parte do filme em que
ele entra no na garganta que é um buraco negro ele entra no buraco e vai parar
numa quinta dimensão, é uma viagem desgraçada, não tem nada a ver, vai parar
numa quinta dimensão lá, e nessa quinta dimensão ele está num lugar para fora
do espaço do tempo, como se fosse um mega cubo, então ele consegue
chegar numa cena e estar totalmente naquela cena, então ele sai daquela cena
e está em outra cena, ou seja, ele consegue estar em cada segundo, em cada
local, tudo ao mesmo tempo, é como se fosse um local em que você acessa o
tempo e o espaço de forma como se fosse um clique, assim, eu vou estar aqui
agora, eu vou estar agora, eu vou estar aqui, agora eu vou estar aqui.
Por que eu estou falando isso? Porque o movimento de Deus para conos-
co é exatamente esse, é o movimento para fora do espaço e do tempo. Por que
eu estou falando isso? Porque quando você está rezando, Deus não está oni-
presente, não, Ele está presente para você. Já pronto para se dar conta disso
ou não? Deus não está ouvindo todo mundo ao mesmo tempo. Não, ele está
ouvindo você. Só você. Única e exclusivamente você. Não tem como ser um
encontro mais pessoal do que este. Lembrou da estante agora? É, exato. É isso.
Pô, esse filme é da hora. Entende o que eu estou falando ou não? Exato. É isso.
Pô, esse filme é da hora. Entende o que eu estou falando ou não? Interestelar.
Deus está 100% presente. Ele está autenticamente presente. Entendeu ou não?
Quer dizer que o sacrifício da cruz não foi por todo mundo. Não foi. Ele foi por
você. O sacrifício da cruz não foi por todo mundo. Ele foi por você. Entenda a
diferença. Ele não estava dando um salve geral. Ele estava fazendo isso especi-
ficamente por você. Pessoalmente por você. Era só tu mesmo. Era tu e ele. Isso
vocês entenderam o que eu estou falando ou não? Isso é de uma profundidade
que muda muito o jogo. Porque a gente tem a impressão de que a gente tá
falando com Deus e Deus tá falando com todo mundo ao mesmo tempo. Então
você fica meio disperso, tá assim, Deus, eu queria te pedir pela minha família,
eu queria te pedir pelo meu trabalho. Nossa, que paciente lá hoje, não sei o
que. E Deus tá lá assim, tu não tava falando comigo? Deus tá lá assim, pula, eu
não tava batendo palma aqui do nada, tu viajou, foi para Nárnia e eu tô aqui
esperando.
Já parou para pensar isso ou não? Já foram sinceros quanto a esse movimento
ou não? A gente não se dá conta dessa presença estável de Deus, não se dá
conta dela. Essa presença completa, plena, total, dele diante de você. É porque
a gente é miserável mesmo, né, Vitória? A gente faz isso com muita frequência,
com muita facilidade, e a gente tá errado. E de novo, a gente tá errado. Com só,
Deus dorme com Deus.
Por isso que o retiro de silêncio é tão bom, né? Bom, então, isso é uma
coisa que eu queria colocar, é só uma adendo sobre tudo isso que eu tô falan-
do, mas assim... O silêncio é necessário. Às vezes você não tá conseguindo
conversar com Deus porque seu coração tá muito agitado, né? Tá muito eufó-
rico, tá falante, falante, falante. Às vezes o que você precisa fazer é frear esse
processo fazendo silêncio. Sabe? Para ali na presença dEle e tenta não pensar
em nada. Fala, Senhor, tô aqui, tá? Tá. Bah, tô aqui mesmo. Só não sei o que te
falar mas tô aqui e só entenderam não? E só tenta estar presente enfim, mas
não era disso que eu queria estar falando me perdi um pouco do assunto cen-
tral o que eu queria estar falando é assim algumas pessoas não vão estar pron-
tas para o processo de amadurecimento ou, perdão, para o processo de res-
tauração.
Para essas pessoas, a gente vai ter que reiniciar o processo. E para onde é
que a gente reinicia o processo? A gente reinicia o processo, primeiro, por um
processo de fé. E esse processo de fé, vocês viram falando um pouco lá no Ins-
tagram, mas é sempre assim, a fé dispõe à esperança e a esperança dispõe ao
amor, beleza? Entenderam isso ou não? Fé dispõe à esperança e a esperança
dispõe ao amor. Agora o que dispõe a fé? O que inicia o processo da fé? A prá-
tica. Qual que é a prática? Fazer pão. Certo ou não? Fazer pão. Como assim
acontece mais de uma vez? Quando a pessoa dá uma regredida e tem que
voltar de novo para o início do processo? Acontece. Acontece. Acontece, sim.
Sim, acontece. Às vezes tá indo bem, tá indo bem, tá indo bem, aí é quando eu
falo assim para vocês tem que descansar, tem que descansar. Aí a pessoa às
vezes volta para o início do processo rapidinho e ela pega no treco de novo.
Mas às vezes não acontece, tem que descansar. Porque dói. E dói. E a gente tem
que ser honesto com isso, dói. Dói. E quando dói a gente tem que parar e des-
cansar. Sabe? Vou falar de novo, Ana. Quando dói e dói muito, o que a gente
faz? Para e descansa. Para e descansa. E está tudo bem parar e descansar.
De novo, a gente tem essa urgência de que as coisas aconteçam. Bom,
não sei de onde é que vem esse pensamento, mas ele tá errado. Entendeu? En-
tendo isso, Lais. E é isso. E é isso. Bom, às vezes pode até acontecer, às vezes
acontece e fala “Jorge, e aí lascou tudo agora.” Bom, não lascou tudo, né?
Porque no fundo, no fundo, o nosso processo nunca foi sobre o outro, sobre o
que acontecer com o outro, mas sobre o que aconteceria com você. Entende?
Pô, tá muito difícil agora. Agora para e volta. Descansa. Reinicie o processo.
Vamos reiniciar o processo de fé. Vamos começar a fazer pão de novo. Sabe
assim, se afasta mesmo. Começa a fazer pão de novo. Vamos começar a back
to basics. Back to basics. Silenciar. Sim, sim. Sim. Silenciar. Silenciar o proces-
so de restauração. É dar um pause no processo de restauração completo e vol-
tar-se para si mesmo e reiniciar lá do início, que é começar fazendo pão. Pre-
sença, jejum, oração, esmola. Presença, jejum, oração, esmola, dispõe a fé. A fé
volta a brotar em você, que dispõe a esperança. Você volta a esperar em Cristo
Jesus, que faz com que você esteja disposto a amar.
Amar e amando você consegue reiniciar o processo ou de servir ou às
vezes só de orar Entende ou não? Percebe? Tem uma coisa que é interessante,
como é que eu sei que eu tô ajustado com o processo? Como é que eu sei que
eu devo ou não frear o processo? O fruto. Tem um fruto que é muito claro neste
processo e eu preciso que vocês estejam atentos a isso. Existe um fruto que
ele delimita se eu estou no fluxo correto ou se eu devo parar e reiniciar. Esse
processo é uma luta, é uma guerra. Guerra contra o quê? Guerra contra o mim
mesmo, guerra contra o meu egoísmo, e depois em segunda medida, guerra
contra o egoísmo do outro, tudo bem? E claro, guerra contra o diabo, contra os
principados e potenciais dispersos nos céus. Está escrito que é assim, né? Não
é contra o homem de carne que nós lutamos, mas com os principais potenciais
dispersos nos céus. Tá bom. Então é guerra, beleza ou não? Qual é o fruto da
guerra feita do jeito certo? Qual é o fruto daquele que não é a vitória? Não é.
Olha, isso é o mais engraçado de tudo. Não é a vitória, é a paz. A paz é o
fruto concreto da guerra. E não no fim da guerra. Ela é fruto da guerra, mas não
no fim da guerra. Por que eu estou falando isso para vocês? “Como é que eu sei,
Jorge, que eu tenho que voltar no processo, que o negócio tá desandado?”
Você tá em paz? Então, eu passei em mente um amigo que falou assim, “Jorge,
quatro anos de divórcio, realmente eu acho que não vai dar para voltar, ele tá
com essa outra mulher, tá longe, eu não consigo nem acessar ela mais, tô
rezando, mas vou falar a verdade… Eu estou em paz, eu estou bem, tá tudo certo
aqui dentro.” Opa! Entende o que eu estou falando? Eu sempre gosto do exem-
plo do campo de concentração, porque ele dá o exemplo máximo de que não
é a circunstância que gera paz, mas é o processo interior que gera paz. É um
São Maximiliano Maria Kolbe, que olha e fala assim, tudo bem, eu me ofereço
para ficar no lugar deste pai de família. Bom, ele ia ser colocado no forno, e
estava morando em um campo de concentração, e dentro dele estava tudo
bem.
Bom, eu, casado há 21 anos e vivo em guerra. Guerra, Carla, presta aten-
ção. Tudo bem, todos nós vivemos em guerra. A questão é, se desfruta de paz
ou não? Ou o resultado da guerra é um resultado de frustração, de angústia e
de desespero. Entenderam? É isso, minha cara, é isso. Você fala, “Jorge, tem 21
anos que é guerra, mas assim, à noite, a hora que eu ponho a cabeça no traves-
seiro, é paz. Entende? Não, a paz de quem está em paz, a paz de quem está
assim, cara, eu fiz a minha parte. Sabe assim, eu estou lutando real. Eu estou
lutando real.” É isso, Cleber, tá vendo? A gente começa a votar assim, cara
parece que eu tô começando a tocar isso. Que não é sobre o resultado, mas
sobre o que ta dentro de mim. O que ta dentro de mim. Como que eu diferen-
cio se é paz ou se é acomodação? É assim, você ta fazendo, porque tem aquele
que ta em paz mas não ta fazendo nada, ele não ta em paz, ele ta só acomodado,
tudo amarrado, to querendo quebrar, rebentar os pontos tudo agora, o bicho
burro do carai, pera aí, foi mal, quase cai aqui agora, a cadeira soltou o negoci-
nho aqui, foi mal, foi mal, bom, mas vocês entenderam como é que eu faço essa
medida?
Você está acompanhando aquela paciente, ela está rezando, ela está
fazendo... É isso, Cléber? Aí, ó... Sensação de dever cumprido, você está
vendo? “Cara, eu estou fazendo, estou fazendo, estou servindo... E a sua
esposa, você fala, cara, ela não mudou nada, está igual, está zoada, não quer
saber de mim, está até pior se brincar.” Mas e tu? “Cara, eu estou bem. Sabe
assim, eu sinto que é isso, eu estou fazendo a minha parte.” Opa, então você
está fazendo certo. Entende? O ajuste interior está correto, porque o fruto
desta guerra está sendo paz. Você está ficando em paz. Eu não estou ficando
em paz, então de duas uma. Ou você está fazendo com a intenção errada, ou
você está fazendo com a força do próprio braço. Entende isso ou não? A inten-
ção errada, ou seja, você está fazendo isso, está tentando restaurar, mas é para
ter o prazer do casamento, é para ter a estabilidade financeira, é para ter a
imagem diante da família, não é pela restauração da tua alma e da dele. Não é,
não é, não é, não é. Então pronto. Opa. Ou porque você está fazendo as coisas,
mas assim, do seu jeito. Não, eu vou dar conta. Não, você não vai dar conta de
nada, Cristã. Pelo amor de Deus, tu não vai dar conta. Tu é instrumento, tu é fer-
ramenta na mão do carpinteiro, entendeu? Instrumento não reclama, agora se
você tentar ser o carpinteiro, aí tu vai cansar rapidinho. Rapidinho, nós não
somos o carpinteiro.
E de novo, o que é a gente tentando ser o carpinteiro? É o filho pródigo, é
o adão. Não me dar esta fruta aqui, eu vou comer da fruta proibida. É o filho
proibido, dá-me tudo que é meu, dá-me a parte que me cabe de esperança. Eu
vou fazer do meu jeito, não do teu. Não é óbvio que ele vai cansar. E quando ele
cansa? Quando ele percebe que está comendo lavagem. Aí está em depressão,
está desesperado, angustiado. O que aconteceu? Estou comendo lavagem.
Volta para casa agora e fala, pai, eu voltei, voltei com o rabinho entre as pernas,
realmente eu não consigo fazer sozinho, faz tu, eu sou só o instrumento, tu
manda e eu faço. Ah, agora sim. Entenderam o que eu tô falando ou não? “Oi,
Deus, sou eu de novo.” Eu adoro essa frase, bicho. Essa frase para mim é uma
das frases mais icônicas.
Eu vou te contar essa história. Fernanda, vamos que eu vou contar essa
história. A maioria de vocês conhece o meu testemunho. Enfim, passei por uma
fase muito difícil da minha vida e, nessa fase, eu estive internado numa clínica
psiquiátrica. É o posto. Logo depois do posto. Depois do posto eu fui interna-
do numa clínica psiquiátrica. Eu fiquei mais de duas semanas na clínica. Eu não
sei direito, a Thaís sabe direito, na minha cabeça, sendo muito sincera, a im-
pressão que eu tive foi que eu passei uns dois dias, juro, na minha memória tem
mais ou menos uns dois dias, dois, três dias, e a Thaís falou, “Não, nós passa-
mos semanas lá…” Caraca, enfim, o que, enfim, tem essa aula aí em algum lugar,
mas enfim... porque eu tentei suicídio minha cara, foi por isso. Tava doidão, né?
E eu fiquei algumas semanas na clínica psiquiátrica.
E neste episódio eu me lembro que em um determinado momento assim
eu precisava rezar, sabe? Eu tava tentando, eu falei, cara, eu preciso encontrar
alguma forma, eu preciso rezar, eu preciso fazer alguma coisa. E eu me lembro
que eu tava meio grogue de dos remédios e eu comecei a me orar, saindo
falando exatamente isso, falei “Deus, sou eu de novo…” e eu me lembro que eu
deu falar essa frase e comecei a rir de mim mesmo, assim ó mas da gargalhada
de mim, eu sou muito idiota mesmo, puta que pariu saí assim. Deus, sou eu de
novo, e aí eu parei e comecei a rir e aí eu comecei a perceber o ridículo que eu
estava me expondo, sabe assim até para falar com Deus a gente cria um cená-
rio, tipo e tipo, nossa, Senhor, eu estou aqui, e é tão sofrido, e eu fico imaginan-
do Deus realmente sofrido, do meu lado aquela imagem do Mel Gibson sabe,
que eu já mostrei para vocês várias vezes, né? E eu fico imaginando o Cristo
chagado, sentado ao meu lado, falando que porra de drama é esse, sabe assim?
É, baixa a bolinha! Ai, senhor, sou eu de novo! Caraca, a gente é muito zoado!
Vocês não acham isso, não? Vocês não se levam assim? A gente precisa ser um
pouco... Isso, eu sou uma piada! Sabe assim? Eu sou uma piada para você!
A gente tem que se tratar um pouco com piada, se levar um pouco menos
a sério! Sabe? A gente precisa se expor ao ridículo de vez em quando e notar
aquela experiência que eu falei na última hora que eu tava todo vomitado e
cagado para cima e para baixo, é uma desgraça toda, a gente precisa se levar
um pouco ao ridículo, sair deste pedestal que a gente acha que a gente tem,
sabe? Sair mesmo deste pedestal que a gente acha que tem. Isso é absoluta-
mente necessário. Rir de nós mesmos, rir de nós mesmos. Eu disse isso. Eu
acho máxima essas exposições assim que a gente faz ao próprio ridículo. Eu
acho necessário. Necessário. Sério. Sabe, façam isso de vez em quando. Se
exponham um pouco ao ridículo, mas pararem de se levar tão a sério. Desçam
um pouquinho desse pedestal aí, tá? Não leva nada a lugar nenhum. A gente é
meio merda mesmo. Sejamos adubo então. Admitamos que a gente é meio
merda, que aí pelo menos a gente pode ser adubo para outra pessoa. Tá bom?
Combinados? Você foi para academia? Eu acho máximo fazer essas coisas.
Cara, as minhas roupas de academia eu não posso, porque senão seria escan-
daloso. Mas as minhas roupas de academia é muito zoada. Se diz para trás eu
fui com aquela camiseta do Thor do último filme, com aquele símbolo e com
calça vermelha. Que coisa ridícula do caralho. Muito ridícula. Foi ótimo, foi ma-
ravilhoso. Vem aqui por favor.
A gente tem que se expor ridículo de vez em quando, tem que parar com
isso e levar a tão a sério. Tá bom, vamos lá. Eu queria falar alguma coisa aqui
sobre a questão do Instagram. Agora é um assunto mais técnico, mais chato,
mas enfim, eu acho necessário. Tá bom? Bom, rapidinho, vocês entenderam a
questão da paz? Sim ou não? Eu preciso ficar muito claro, porque eu vejo que
alguns de vocês estão me trazendo no meu pessoal, no meu direct, no meu
WhatsApp, assim, tem me trazendo essas dúvidas, fulano não tá conseguindo,
ciclano tá com dificuldade, e eu comecei a perceber muitas pessoas no pró-
prio Instagram, sabe? Ah, não tá dando, não tá dando, calma, calma. Vamos
analisar direito, qual que é o fruto que isso tá dando, esse movimento de tenta-
tiva de restauração? Tá dando fruto de paz? Não, não está dando fruto de paz.
Então, pera aí. Então, vamos voltar.
Vamos começar pelo fazer pão, vamos tentar amadurecer primeiro, sabe
assim, dar um passo para trás. Vamos dar um passo para trás, beleza? É todo
mundo me chamando de Batman. Não, chamar de Batman é ótimo. Foda
quando me chamam de cara do Cepacol, Queixo Rubro, Dick Vigarista, aí que é
legal, entendeu? Vai chamar de super-homem, é da hora pô, é o exato, então
assim, é o outro lado entendeu? Julio César do Corinthians, ai ai, síndrome
de…. Não, Johnny Bravo, cara já me chamaram de tudo, enfim.
Vamos lá, sobre a questão do Instagram. Só para mim ter uma ideia mais
ou menos assim, dá uma lançada no chat aqui para mim, mas quem tá fazendo
alguma coisa no Instagram? Tá, beleza. Beleza, beleza, beleza. Deixa eu dar uma
instrução aqui, eu quero que vocês tenham constância, tá? Vamos lá, eu quero
criar um padrão aqui, quem já tá mais engrenado, tudo bem, quem não tá, tão
engrenado, eu queria que vocês seguissem essa regra, beleza? Seguinte,
segunda a sexta é obrigatório Beleza? Seguinte, segunda a sexta é obrigatório
fazer, sábado e domingo vocês estão dispersados, beleza, mas segunda a sexta
vocês têm que fazer. É trabalho, trabalho é trabalho, certo? Trabalho é trabalho.
Inclusive, isso é uma coisa que eu falo muito, não gastem, pelo amor de Deus,
se diz para trás um de vocês, eu não me lembro quem foi “Não, eu tô aqui com
um hater aqui que não sei o que… como é que eu falo?” Como assim o que eu
faço? Bloqueia e apaga. Tá doido, pelo amor de Deus, vocês não vão ficar ba-
tendo boca com hater não. Vocês já acharam hater no meu Instagram? Eles
duram assim, geralmente, duas, três horas que eu tenho, que eu demoro para
ver aquele comentário, vou lá bloqueio e apago. Cara é o meu trabalho, é a
minha lojinha eu vou deixar aquele cara lá encher o saco falando na asneira,
para quê?
Não, não, Elaine, não acho que deva ser do zero, vou explicar para vocês o
que eu acho que tem que fazer? Pegar o Instagram pessoal de vocês tem que
ser Instagram pessoal, esquece esse negócio de Instagram profissional Insta-
gram pessoal, tudo bem? É a vida de vocês quem atrai as pessoas para que
possam ser tratadas é o testemunho de vocês, é a vida de vocês. Entenderam?
E de novo, não é o testemunho de quem alcançou a vitória, é o testemunho de
quem acredita sinceramente nisso. Entenderam? Então, comecem do zero de
forma pessoal.
“Qual a chance de todos os terapeutas do Instagram? A perspectiva de algum
sucesso? Na real?” Ah, com certeza, Cláudio. Vou te falar assim, só para você
ter uma ideia, vou te falar para você ter uma noção do que é a envergadura do
mercado hoje. Teve um cara, chama Fernando, um cara muito de gente boa, me
chamou para dar uma aula numa pós-graduação que ele tá abrindo, especifi-
camente para médicos. Esse cara ele tem quase 900 mil seguidores, quase
900 mil. E o Instagram tem uma ferramenta para calcular quantas pessoas nós
temos em comum, eu e ele. Ele tem uns 900 mil. 900 mil pessoas! Eu tenho 400
mil pessoas. 400 mil seguidores. Faz as contas. 400 mil. Ele tem 900 mil. O Ins-
tagram tem uma ferramenta que ele faz uma intersecção de quantas pessoas
seguem eu e ele ao mesmo tempo.
Sabe quantas mais ou menos umas 20 mil pessoas vocês têm noção do
que eu estou falando? Tem muito mercado mas tem muito mercado mas é um
mercado interminável é um negócio assim que não tem fundo, vocês não estão
entendendo, não tem fundo mesmo sabe, é uma coisa assim… Tem lugar, tem
lugar, isso eu queria que vocês entendessem, tem lugar para todo mundo? Tem
colegas de vocês com fila de espera, sabe assim, eu tô com fila de espera então
tem, eu queria mesmo que vocês entendessem isso agora, vocês vão ter que
fazer, cada um vai ter que fazer o próprio mercado cada um vai ter que fazer a
própria parte depois daqui a pouco a gente tem o marketplace e tudo mais,
vocês vão ser colocados lá, vai ajudar bastante, mas assim, vocês têm que co-
meçar isso agora e começar isso agora é mostrar a tua carinha lá e tu não vai
fazer isso de novo vai, qual que é a causa final?
Por que vocês estão fazendo isso? “Ah, mas é que eu tenho vergonha, é
difícil eu ter constância e não sei o que…” Bom, por que que você está fazendo
isso? Não é para sustentar a tua família? É ou não é? A resposta é essa você não
tá fazendo isso não é para sustentar a tua família? para pagar o casamento?
Não é isso? Não é por isso que você está fazendo isso? Então faz direito! En-
tendeu? Cuidar das almas! É para cuidar das minhas almas! Óbvio que é
também, mas não é bem assim! Ah tá, é cuidar das lombeguinhas! Tá bom,
pronto! Tá bom? Entenderam, né? “Comprar a brusinha da Shopee”, essa é uma
péssima motivação, tá vendo? Não vai ter constância nunca. É isso que eu tô
tentando falar para vocês, não vai ter constância. Ah, é pelas almas. Isso não vai
ter constância, não é palpável. Não, é pelos meus filhos, é pela minha esposa, é
pelo meu marido, é pelo meu casamento. Opa, então pera aí, aí sim. Aí sim,
agora é palpável. Entendeu? É isso que vai motivar. Mesma coisa com a acade-
mia, vai. Quem aqui tem dificuldade com a academia? Geral, né? Sabe por que
vocês têm dificuldade com a academia? Vai. Sejam sinceros comigo. Por que
que vocês fazem academia? Sejam sinceros. Qual que é o motivo que vocês
estão colocando no horizonte de consciência de vocês para fazer academia?
“Para ficar gostoso.” Tá vendo? Para emagrecer, para arranjar namorada, para
perder o bucho, é por isso que vocês não têm constância. A Taísa botou um
momento interessante, “É para agradar meu marido”, opa, aí mudou. Porque
você tá fazendo por uma pessoa em concreto, por um ser humano em concre-
to, aí é palpável. Você tá entendendo? Aí é palpável.
Não, eu tô querendo ficar gostoso mesmo. Eu, Jorge, vou na academia
para quem? Para ficar gostoso. Para quem? Para minha esposa. É por isso que
eu vou para academia, sério. Eu acho o máximo. Tirar a roupa e ela falar, nossa,
mas você tá bonito. Eu acho o máximo. Acho sensacional. E eu sei que ela vai
falar isso se eu não fizer academia também. Mas eu quero fazer para ela ter pelo
menos uma razão para falar um pouco de verdade. Eu estou tentando ajudar ela
a não mentir, a não pecar. Como que eu ajudo minha esposa a não mentir? Eu
vou tentar ficar realmente mais bonito para ela elogiar com sinceridade.
Não precisar tentar me agradar. Bom, eu estou fazendo essa brincadeira,
mas para que vocês voltem a esse pensamento, como é que eu vou ter cons-
tância em postar as coisas, em fazer as coisas e tudo mais pelo motivo muito
real e concreto eu preciso ter pacientes para ganhar dinheiro para sustentar a
minha família estou fazendo isso por alguém, por alguém que depende de mim
entendeu a noite de novo precisa exatamente excelente motivo é que mesmo
tranquilos? Bom, o que eu queria facilitar aqui com vocês?
Vamos lá, Instagram é storie, reels, live e feed o que tem o melhor algorit-
mo hoje? O melhor algoritmo é o algoritmo de reels disparadamente, para o
quê? Crescimento, crescimento é reels, ninguém consegue crescer sem fazer
reels porque a única coisa que viraliza, certo? Então coloca crescimento é igual
a reels e como é que eu faço bons reels? Outra coisa que vocês fazem muito
errado reels ele só funciona se ele tiver uma thumbly, que é o que a gente faz
muito no YouTube, o que é thumbly? É uma capa, se a capa não tiver bem feita
não adianta a pessoa não vai assistir seu reels, porque o reels é um vídeo, en-
tendeu o que eu tô falando ou não? Então a capa tem que ser chamativa, então
se você falou de uma coisa irrelevante tem que ter uma legenda na tua cara
escrita assim ó, “Traição, é não sei o que”, “Como superar a traição, como sei lá,
não engordar comendo pão de queijo”, alguma coisa assim, entendeu? Que
chame a atenção, certo? Luara, é assim ó, como é que eu faço essa transição?
Só faz, você vai continuar postando as suas coisas pessoais e no meio das
coisas pessoais você vai postar as coisas profissionais, é meio assim, é só faz
mesmo não tem um processo, um jeito, não tem, é começar, tá bom? Não capa,
capa, o título, a legenda é também importante mas é menos é assim é que você
consegue colocar aquelas legendas com aquele escrito colorido na capa do
real sabe entenderam que eu falei não na capa do rio se consegue colocar ele
quando você vai postar o rio ele tipo ele tinha passado em ser grava ele se con-
segue alterar o início dele o que vai ficar na capinha lá que a imagem estática e
nessa imagem estática do reel é igual live, quando você grava a live quando
você termina ela, você tem que colocar uma capa, pode ser uma outra imagem
ou pode ser a imagem do próprio reel, uma legenda na cara, entendeu? Não é
uma legenda lá embaixo, é uma legenda no próprio reel, como se fosse um
story, entendeu? Uma legenda na frente, um escrito na frente, assim, entende-
ram o que eu tô falando?
Entenderam, né? Tá, real é para crescimento, tá? Real é para crescimento
e tem que ter boa capa, boa, não posso nada pessoal só nos stories, eu tenho
vergonha, ótimo, mas você quer ganhar dinheiro, não quer? Então esquece a
vergonha, faz com vergonha mesmo, ponto, é essa mentalidade que eu quero
que vocês tenham, eu tenho que ganhar dinheiro, então desculpa o palavrea-
do, mas foda-se a sua vergonha, faz com vergonha criatura, é para ganhar
dinheiro, se alguém te falar assim hoje para você assim, é mas se você perder a
sua vergonha e começar a falar aqui daqui a pouco você está ganhando cinco
mil por mês, você está ganhando seis mil por mês, você faria?
Faria, a questão é que vocês não querem fazer, vocês pensam, ah eu vou
passar essa vergonha depois e não dá em nada, sai de cima deste pedestal vai
passar uns ridículos para você entender que ninguém te deve nada e você é...
nós é tudo meu merda mesmo, sai desse pedestal vai com brinco trocado para
o trabalho, vai com meia trocada, vai com blusa furada, vai com cor aberrante,
vai com a paleta errada vai passar... parar com isso, é isso, eu falei esses dias lá
nos stories, né? Timidez é egoísmo. Com quem? Com a sua família. Você tem
que ganhar dinheiro e você fala, “Ah, mas é que eu tenho vergonha.” Isso é ser
egoísta. Você se leva tão a sério que você está se indispondo a ajudar almas, a
ganhar dinheiro e a cuidar da tua família porque você tem vergonha. Sai desse
pedestal, criatura. Para de ser egoísta. Entenderam? Exato! E vai, convenha-
mos, é melhor fazer isso falando de restaurador de casamento do que fazer
dancinha. Eu não estou pedindo para ninguém fazer dancinha. Tá bom?
Quem quiser fazer dancinha também faz, mas não recomendo. Acho que
não passa muita credibilidade. Mas quem quer fazer, dança! Beleza? Tranqui-
los? Então vamos lá Reels é... não, live todo dia não não recomendo, vou expli-
car, calma Reels é para aumentar seguidores qual que é a primeira coisa que a
gente faz no Instagram? Aumenta seguidores, então vocês vão ter que come-
çar pelos Reels um por dia, pelo menos uma semana, duas, você vai fazer um
por dia recomendo que seja um uso ou naquele formato estilo podcast que
ninguém aguenta mais mas continua engajando ou então responder uma per-
gunta da voz respondendo à pergunta no celular a fulano me mandou uma per-
gunta aqui no seu que lá lá lá lá lá mas como é que o resto da pergunta aqui ó
para restaurar tem que fazer isso e isso para a resposta rápida e pronto eu vou
falar uma coisa que se vocês falarem que eu falei, eu vou falar que é mentira, tá
bom? Não, brincadeira. Mas sim, eu vou dar uma dica de ouro aqui, e vocês pre-
cisam parar de ser tontos e mimizentos com essas coisas, tá? Entra lá no meu
Instagram, entra no Instagram do professor Rafael Neri, entra no Instagram de
qualquer um, sei lá, dos meninos que já estão aí há mais tempo, do Eric, do
Thiago, pessoas vejam os reels que tiveram mais visualizações e grava uma
resposta igualzinha. Não tô brincando parem ser mimizentos, vocês estão aqui
não é para ganhar, não é para conseguir pacientes é para drenar vidas, para que
depois possam ganhar dinheiro… É para copiar e colar a criatura, não é para
você inventar a roda. Eu já… Uma vez eu desse testemunho ficou todo mundo
boca aberto assim meu deus as primeiras 20 lives que eu fiz, eu fui lá no Insta-
gram do Italo e vi que aquelas lives tinham maiores números de visualizações e
mais comentários.
Ah, essa aqui, beleza, eu vou fazer uma live parecida. É quase igual, vai. No
fundo era quase igual. Eu já sabia qual era a resposta, eu já tinha assistido a live.
Então eu fiz a live falando mais ou menos a mesma coisa que ele falou. “Jorge,
você fez isso?” Mas óbvio que eu fiz. Com que razão eu preciso inventar um ne-
gócio do zero? Eu tinha conteúdo para dar, pessoal, tinha.
Mas para começar não ia atrair a atenção de ninguém. Eu precisava fazer
uma coisa que já estava funcionando. Não. Entenderam ou não? Exato. É o ler
Home como um artista. Esse livro aqui, ó... Deu para ver esse livro? Acredite,
estou mentindo. Confissões de um manipulador das mídias, Ryan Holiday, ele
diz que vai muito bom para aprender a fazer essas coisas, tá bom? De novo,
“Mas isso não é uma coisa ilegal?” “Não.” “Isso não é um pecado?” “Não.” “Isso
não é uma…” “Não.” Óbvio que não, a informação está gratuita, já está exposta,
você vai fazer uma coisa que você domina. Eu estou falando, você tem vergo-
nha? Faz com o meu, faz com o meu, entra no meu Instagram, vê as lives que
vocês gostaram minha e faz, eu estou autorizando, aí não vai ser plágio, tá
bom?
É isso, pronto. Então faz do meu, porque se eu autorizar, então não é
plágio? Então faz assim, faz do meu, pega os meus reels, pega as minhas posta-
gens e faz igual, eu estou autorizando oficialmente, tá gravado, eu estou ofi-
cialmente autorizando todos vocês mentorados a fazerem isso, combinado?
Tá gravado, não tá gravado? Pronto, então beleza, agora vocês fazem, para com
essa vergonha toda, pelo amor de Deus, pare com essa treta. Vai lá e vê o post
que deu bom, que deu polêmica, que deu muito comentário e faz um igual,
grava uma resposta de reels igual. A gente precisa começar a alavancar a rede
para que você atraia as pessoas. Depois você vai falar a partir do seu centro,
depois, depois. Vai chegar o momento em que você vai ter que encontrar sua
própria voz, vai mesmo, vai mesmo no policial aqui vai chegar esse momento
eu tô falando só que para começar tá? Sério mesmo tem gente que fala assim
para mim, nossa eu não faço ideia do que falar no Instagram eu falo cara não é
possível vai de quantos assuntos eu falei só nessa aula hoje?
Uns dez assuntos bons assim de ser falado no Instagram, uns dez vai lá e…
Fala aí Joel será que alguém não vai falar assim, nossa mas você tá copiando o
doutor Joel você fala não, não é copiando, ele é meu mentor é igual alguém
falar para mim que eu tô copiando o Olavo, eu sou aluno dele, fui aluno a vida
toda dele, eu tô copiando o Padre Paulo Ricardo, eu tô copiando o Chester, tô
copiando o Italo, vocês estão de sacanagem, tô copiando Jesus Cristo, mas foi
ele que mandou copiar ele, entendeu? Começa, parem com isso, sabe? De
novo, desçam do alto deste pedestal que vocês mesmos se colocaram.
Desçam daí, miseráveis. Deus deu para vocês, foi perna, não foi asa. Vocês vão
cair daí de cima e vão se esborrachar no chão. Vocês não são anjinhos. Aí fica
no alto desse pedestal achando que vocês são grande coisa, cai lá do alto, se
esborracha no chão, ai, tadinho de mim, velho.
Então, aprende. Desce daí. Entenderam, né? Para de querer inventar roda,
é bem simples o que eu tô falando para vocês, tá? É bem simples mesmo. “Ah,
mas eu vou passar vergonha.” Copia a porcaria do post que eu fiz, eu não tô
brincando, copia a live, “Nossa, Jorge fez uma live de egoísmo”, faz igual. Não é
plágio, já autorizei, pronto, fica mais fácil assim, beleza?
Por quê? Porque a gente precisa começar a abastecer de conteúdo a sua
rede social, para atrair as pessoas. Atrair as pessoas. Porque a partir do mo-
mento que você atrai as pessoas, agora são seres humanos reais e palpáveis,
que agora sim você pode ajudar de forma pessoal. Tá entendendo? De forma
pessoal. Agora sim! Tá entendendo o que eu tô falando? Sim! Essas pessoas,
elas vão te procurar no Direct, aí você vai conversar com essas pessoas. Eu me
lembro que no começo do meu Instagram, as pessoas diziam, foi por isso que
começou o seu nome, Doc. do Cerrado, é porque as pessoas falavam assim,
você é o Ítalo que responde você é o Ítalo que responde no direct esse era o
meu, era o meu… Até os meus 20, 30 mil seguidores era isso, quem que era o
Jorge? Era o Italo que responde no direct, era isso porque eu respondia todo
mundo no direct, todo mundo mesmo. Eu zerava meu direct, a Letícia foi nessa
época e tava lá, tá vendo? É isso, eu era o Italo que responde? Porque os temas
das minhas lives eram os mesmos temas de lives muito antigas que ele já tinha
feito lá no início. “Jorge, você copiou? Foi plágio?” Não, eu sou aluno dele.
Muito tempo. Eu sou amigo pessoal dele. Não tem nada de plágio ou cópia não.
Eu entendo do assunto igual ele entende eu aprendi com ele e com outras
vozes e no começo eu precisava fazer com que a coisa funcionasse então eu fui
atrás de quem sabia fazer funcionar então fiz igual entendeu? Percebem ou não
o que eu tô falando? Tu enche de conteúdo faz a coisa acontecer e faz a coisa
girar, beleza?
Reels aumenta o número de seguidores. Posts aumenta o número de
seguidores. Para que serve Feed e para que serve Reels? Aumentar o número
de seguidores. Aumentar o número de seguidores gera pacientes, que é o que
a gente está procurando, não gera. Não gera. Entenderam ou não? Não gera.
Esqueça, se você faz Reels e faz Posts, você não vai ter pacientes. Um ou outro
vai, mas não vai ter. Aonde que os pacientes aparecem? Nas respostas das cai-
xinhas, nos stories, nos directs e nas lives. Aí converte, aí converte. Qual que é
o que menos converte? Caixinha, mas tem que fazer. Caixinha abre a atenção,
aí tu faz uma live, live demonstra conhecimento, live da credibilidade, você en-
tende? Quem faz live, meu caro, tá colocando a cara tapa, porque bicho, é difí-
cil fazer 20, 30 minutos, 40 minutos. Não passem de 20 minutos de live, tá? 20,
25 minutos é mais do que o suficiente, não precisa passar disso assunto
rápido, já vou falar um pouquinho mais sobre live, mas assim, live da credibili-
dade, live da credibilidade, é na live onde você vai realmente mostrar que você
sabe o que você está falando. Entendeu? Já vou falar sobre tráfico, meu cara.
Entenderam até aqui, sim ou não? Tranquilos? Ninguém sabe colocar o link
para o WhatsApp? Então, o que eu fazia? Eu colocava o link do WhatsApp para
consultas todos os dias. Todo dia tem que ter pelo menos um Stories seu
falando que você atende, um link nos Stories e um link na Bill. Todo dia tem que
ter um Stories seu falando que você atende, todos os dias.
Então vai fazer Stories, caixinhas e no meio dessas caixinhas vai ter lá
quem tiver interesse em marcar consulta clique aqui. É obrigatório vocês colo-
carem esse link todos os dias. Entenderam? E claro, o link na bio, né? Obvia-
mente tá bom para quem está formando já dá para atender essa é uma pergun-
ta interessante minha cara bom vários de vocês estão em estágios diferentes
da formação certo está diferente da formação como que a gente já como é que
eu consigo saber assim seja eu já estou preparado ou não como é que eu sei se
a coisa já está virando ou não? Bom, a primeira coisa é a sua convicção interior,
aquilo que eu falei. A técnica é importante, mas mais do que a técnica é essa
certeza dentro de você do que você quer fazer e ajudar, beleza? Bom, não
Jorge, isso é muito sincero. Eu já estou realmente disposto a fazer, a me entre-
gar. Tá bom, então vamos para a parte prática da técnica. Discussões de caso.
E é para isso que servem as discussões de caso. Por isso que eu preciso que
vocês estejam atentos às discussões de caso da semana que vem para gente
debater algumas coisas durante a discussão de caso, eu tô conseguindo ir
junto com o caso?
Eu sei, eu sei, é a Carla e o Eric na semana que vem vai ser foda esse caso,
e eu quero tá lá também presta atenção, durante a discussão de caso você fala
cara, eu tô pensando certo, eu tô no caminho certo, eu pensaria assim, eu pen-
saria assado realmente eu se lixaria para esse lado, eu faria isso, eu faria aquilo
ótimo, então você tá preparado para que que serve a discussão de casos serve
só para você ter um repertório de casos não é só para isso é para você medir a
sua capacidade de realmente resolver o problema ou não para cara eu pensei
foi por esse caminho mesmo eles estão indo óbvio opa então pera aí não tá
tudo certo então eles vêm com a solução você fala cara eu nem pensaria aí para
esse lado então calma, você está precisando de mais repertório, entendeu ou
não? Beleza? Está precisando assistir mais aulinhas, não sejam imprudentes
por favor, não sejam imprudentes de novo, lembra, causa final e causa formal,
tem que ganhar dinheiro, tem que ganhar dinheiro, tem que sustentar sua
família mas não façam isso de qualquer jeito, as almas importam mais que
qualquer outra coisa, mais do que qualquer outra coisa não se esqueçam
disso. Vai, então, eu estava conversando com o Tiago, ele vai, o Tiago vai fazer
um módulo para gente sobre esse passo a passo. Tem uma aula minha que des-
creve, tem duas aulas minhas ao longo da mentoria que faz esse passo a passo,
mas eu queria que você recebesse uma agora, e assim, bem destrinchadinho.
Então, vocês vão ter sal, tá bom? A gente já tá organizando isso. Já tô
organizando isso, eu sei que é uma necessidade de vocês, então a gente tá
fazendo esse destrinchar detalhado. É uma cartilha, exatamente. Seguir a car-
tilha tá bom já já a gente já vai disponibilizar isso para vocês não vai demorar
não tranquilos tudo bem e tá tem que ter conselhos antecedendo as caixinhas
não não não não não tem que ter vai dica importante sobre as caixinhas
anotem caixinha é resposta rápida resposta rápida? Resposta que você não vai
gastar mais que um dois minutos para responder você vai receber duas linhas
no máximo, entendeu?
Aquela resposta meio pronta assim, a coisa mais... luta pelo seu casa-
mento, se insista, sabe assim? E claro, não é responder de qualquer jeito, é
diferente entre responder rápido e de qualquer jeito você lembra, você está
respondendo a um ser humano, a forma importa, a intenção importa, a sua
intenção importa, de novo, então responda com amor, responda com sinceri-
dade, responda com teu coração ali mas tu vai dar uma resposta curta, respos-
ta curta, resposta curta o terceiro storie vai ser uma coisa assim coloque qual-
quer coisa para te humanizar, é a tua vida, é o teu testemunho então coloca
uma foto sua, da tua família, dos teus filhos, do teu trabalho, do teu consultório
teu café, tomando café tu põe o café lá… lindo dia de sol.
Eu tenho uma mentorada, Larissa, ela era da turma um, ela colocava o tal
do contemple comigo, aí ela botava uma foto da praia assim e ficava aqui,
“Contemple comigo.” É, inventa essas modas aí, entendeu? Até onde expor os
filhos. Tem essas teorias da conspiração, né, de que é perigoso para quem é
famoso né, mas não é muito famoso não, não sei claro, você vai ficar expondo
a intimidade dos seus filhos, mas assim, vai passar lá, vai uma coisinha rápida
assim, cara, eu não vejo problema, sinceramente, eu acho que também é muito
pelo em ovo também é, os meus é bonito para caralho né, então... Exato. Vocês
é foda. O Rio de Janeiro, o problema aumenta um pouco, de fato, né? É, exato,
Bruno. O seu caso é um caso delicado, você tem razão de ter este receio. Pelo
menos por alguns anos, talvez você tenha que... Até a coisa se assentar, aí tu
deixa a barba crescer, entendeu? Muda a estética, muda a cara, e aí de repen-
te... mas eu entendo, de fato você deu uma passada numa galera aí, então é
meio perigoso mesmo. Entendo, entendo o seu lado. Faz uma harmonização
facial, isso é uma boa. Hoje um rapaz me mandou perguntando, você fez har-
monização facial ou você emagreceu? Manda dois dias na caixinha. Cara, vocês
são muito chatos. Aí eu chego aqui e vocês falam a mesma coisa. “Doc., você
fez a harmonização ou você emagreceu?” Te lascar, perdi 13 quilos. Vai. Tudo
bem. Então, storie é resposta rápida, resposta rápida, resposta humanizada,
que é um fi, um café, alguma coisa.
E a quarta resposta você vai procurar nas suas caixinhas, ou você mesmo
pode se fazer uma pergunta de algo que seja realmente relevante. Aquela cai-
xinha que você vai parar para responder direito. Responder com textão. Aquilo
que você vai elaborar aquela resposta. Vai tentar entregar o ouro.
Entenderam? Beleza ou não? Vai lacrar! Fez essa resposta, o que tu faz?
Printa essa resposta e coloca na pastinha do seu celular chamada respostas,
que é uma pastinha escrito assim, respostas entendeu? Respostas, e tu deixa
lá, eu já ensinei essa do chat, você deixa ela lá respostas e grava, beleza, ou
então seleciona, também é mais fácil fazer, eu gosto de fazer assim também
você seleciona a resposta, antes de você postar o storie você seleciona, copia
e coloca no bloco de notas boas respostas, você coloca a resposta lá, tá bom?
Bom, e aí tu vai avaliar, gravar para quê? Vou explicar mas tu vai avaliar se
aquela resposta foi boa ou não, imagina que você postou aquela resposta e
bum, bombou várias pessoas comentaram no direct, as pessoas querem saber
mais sobre aquilo vamos supor que você falou sobre aquele negócio dos três
amores.
Sabe o que eu explico? Que o primeiro amor é o desejo, o segundo amor
é o afeto, o terceiro amor é o amor de fato. E às vezes a pessoa fala, “Ah, não
amo mais.” Na verdade ela perdeu o seu desejo, porque ela não sabe declarar
aquele... Você fez aquela resposta bem estruturada. Bah, beleza.
Você seleciona, copia e cola no bloco de notas. Semana que vem você vai
dar a mesma resposta de novo. Pode ser que apareça caixinha no meu caso
sempre aparece a caixa de novo a pessoa vai perguntar mesmo quando a
mesma pessoa mas outra pessoa perguntar a mesma coisa que tem certas dú-
vidas que são recorrentes elas vão aparecer de novo e tu vai ter que responder
de novo que que eu fazia antigamente eu fazia diferente antigamente eu ia lá na
resposta que eu já tinha dado lia ela e elaborava uma resposta nova falando
mais ou menos a mesma coisa, mas de um jeito diferente, para não ficar muito
repetitivo, certo? Antes eu fazia assim, agora eu faço mais fácil, agora eu vou lá,
copio a resposta, coloco no Chat GPT e falo assim, refaça essa resposta com
outras palavras, ou coloque essa resposta de forma mais harmônica, porque é
a minha resposta, eu só preciso que seja em outras palavras, entendeu? Eu não
estou trapaceando, pô, está de sacanagem, um pouco, talvez. É pecado. Se
vocês levam essas questões para a direção espiritual de vocês, vocês fazem
isso? Eu faço, cara. O meu diretor é o Padre Zé Henrique. Cara, ele fica rindo
muito da minha cara. Eu chego para ele e falo, Padre, eu estou fazendo isso. É
pecado. Ele começa a rir. Ele falou, não é pergunta, pelo amor de Deus, você
deve ter me dado isso. Eu falei, sério, eu quero saber se é pecado. Ele falou, a
resposta não é tua, a resposta não é sincera.
Eu falei, então pronto, então... Você só colocou de uma forma diferente,
pediu para o robô usar outras palavras lá, sei lá, mas não é pecado, então tá
bom padre. Bom, fico preocupado com essas coisas. Não é Chat GPT, ô seus
goianos, é chat GPT. Chat GPT. Praga. O que que é Chat GPT? Inteligência Arti-
ficial. Chat GPT é uma inteligência artificial, você entra na inteligência artificial,
qualquer coisa que você perguntar lá, você coloca, você cola a resposta e
escreve assim para o chat chat, reescreva essa resposta para mim por favor, na
próxima aula eu vou ver se eu abro esse negócio direitinho para vocês, tá bom?
Chat GPT, não, você tá sacaneando, pô aí, o site é esse aí que o Bruno colocou.
Entenderam? É sério. E aí eu vou lá e coloco a resposta assim, para andar mais
rápido. Às vezes eu tô sem paciência, às vezes a resposta não é tão longa assim
mesmo, eu vou lá e eu mesmo faço de novo. Depende do meu grau de paciên-
cia que eu tô. Entenderam ou não? Entenderam por que a gente tem que dar
essa resposta de novo? Por quê? Porque essa resposta é boa, sim.
Mas também porque são as dúvidas mais essenciais de todo mundo. E
essas dúvidas vão se repetir. Lembrem-se, o Instagram, todo o Instagram, ele
demora até no máximo, no máximo 45 dias para renovar 100% da audiência
que está assistindo. É quase 100%. Tem sempre uns gatos pingado assim que
são heróis. É vocês. Eu amo vocês. Eu sei que vocês continuam assistindo meus
stories lá todo dia, mesmo dando as mesmas respostas, todo dia vocês estão
lá insistentemente.
Tem respostas lá que vocês já viram a mesma resposta 72 vezes, mas
vocês estão lá, firme, firme, forte, escutando aquela mesma ladainha toda vida.
Por quê? Porque a audiência se renova todo dia, a gente tem que falar para
todo mundo, entendeu? Ledo engano de quem acha que é difícil produzir con-
teúdo, que tem que ficar inventando coisa nova não, o Instagram é repetição e
tem que ser mesmo tem muita pessoa chegando todo dia, a gente tem que
ajudar todo mundo entendeu? Então não, volta do começo e volta back to
basics o tempo todo back to basics beleza?
Entenderam porque eu falei que tem que salvar a resposta? Porque você
vai ter que dar ela de novo, tá bom? Tranquilos? Eu falei, então é texto, uma res-
posta mais simples, uma resposta mais simples, uma humanização, que é uma
coisa, um café, alguma coisa assim, uma resposta bacana, estruturada, e
depois, depois volta do começo de novo entendeu? Então, exatamente, Felipe,
e quando vocês tiverem respostas boas, né, bem estruturadas, ou quando
vocês fizerem sequências, aí tu salva no destaque é para isso também, vai lá e
salva nos destaques, certo? Entenderam ou não? Beleza?. Tranquilos? Atentos?
Tá. Live. Live. Com que frequência eu faço live? Toda semana. Uma vez por
semana. Você vai escolher uma vez por semana, sempre no mesmo horário,
sempre no mesmo dia. Tente colocar alguma coisa que seja fantasiosa para
essa live. “Jorge, como assim fantasiosa?” A gente tem um grupo especial que
é essa aula que eu estou dando aqui. Imagina isso uma vez por semana, anali-
sando todos os perfis com muito cuidado, fazendo um passo a passo falando
assim, no seu você faz assim, assim, bom, existe esse negócio, chama Socieda-
de Terapêutica de Elite. O STE é para aquelas pessoas que já estão fazendo
conteúdo para fazer curso e tudo mais, enfim, é a parte de elite dos terapeutas,
são os ministros que já estão mais antigos, são os veteranos de vocês e tudo
mais, bom, beleza.
A Alexia é uma das nossas mentoradas do STE. A Alexia, por exemplo, a
gente criou a quinta com a Alexia. Pergunte a Alexia. Aí colocava a perguntinha
lá, sabe assim? Porque o nome dela parece com o Alexia lá do... do Aparelhinho
lá, entendeu? Então a gente tinha a quinta da Alexia lá, sabe? Pergunte a Alexia,
não sei o que. Entenderam o que eu tô falando? Então, a gente vai criando
esses mecanismos. Esse mecanismo de... acho que fica legal, tipo assim ó...
Quinta da terapia, entendeu? Aí toda quinta-feira tu vai fazer uma live em que
você vai ler um caso de alguém que te mandou no direct e você vai falar como
que você conduziria esse caso, entendeu? Sacaram ou não? Quinta da terapia,
tipo quadro de TV, exatamente, mas quinta da terapia. Ah, e a sexta-feira,
vamos supor que você já começa a notar que você tem um nicho específico,
“Jorge, eu quero lidar com a parte de transtornos sexuais e tudo mais”, fala
assim, então coloca “Sexta-feira da zoeira, sexta-feira da…” “Sextou”, sei lá,
coloca um sextou lá, live sobre dúvidas sobre as questões sexuais do casa-
mento e tudo mais, toda sexta e tal, horário, entendeu? Isso, é um “Fale com o
Doc.” que o Italo fez, “Fale com o Doc.,” sexta do óleo de coco, que é isso,
inventem alguma coisa assim nesse sentido, live uma vez por semana, para que
que serve a live?
Demonstrar conteúdo para que você possa atrair essas pessoas bem
intencionadas para vocês, entendeu? Para vocês poderem ajudá-las, atendê-
-las, se tornarem pacientes. Tudo bem? Entenderam? Live e Story engaja. Live,
Storie e Direct. Direct. Direct é obrigação de vocês responder. Por quê? Direct
é terapia de graça. É ajudar a pessoa que não pode pagar. Às vezes a pessoa
não pode pagar lá na hora e depois ela vira paciente, mas responde direct. Res-
pondam direct, por favor. Tem muita gente desesperada que uma resposta no
direct ajuda demais, entendeu? Vale demais, Felipe, vale demais, vale demais, é
uma boa ideia. Tá bom, entenderam? Não? Então, live uma vez por semana eu
acho mais do que honesto, acho que já é mais do que suficiente, já vai ajudar
bastante. Beleza, Creusa? Ótimo, tá bom. Aí ó, tá vendo? Luciane tá aqui só
porque eu respondi ela no direct, pensa, ela tá na mentoria. Aonde ela veio
parar? Porque eu respondi ela no direct, eu realmente me esforço muito para
responder o máximo de pessoas que eu posto no direct, até hoje eu faço isso.
Até hoje eu faço isso. Você me mandou, Sheila? Pô, hoje foi difícil, viu? Bom,
graças a generosidade de vocês e novamente eu agradeço muitíssimo,
mesmo, mesmo, agradeço muitíssimo a generosidade de vocês.
Mas hoje bombou meu direct, um monte de gente perguntando a mento-
ria, não sei o que, galera aí eu não vi o seu, foi mal. Mas assim, agradeço nova-
mente. É isso, eu realmente tento ver mesmo, eu tento ser muito honesto com
isso, eu tento ver as mensagens, tento acompanhar quem eu consigo, enfim, tá
bom? Então sim, respondam direct, essas pessoas estão muito desejosas.
Outra coisa que eu gosto muito, né, algumas pessoas falam, a Ísis faz, o Bruno
faz, eu acho interessante, eu não acho chato não, tem gente que acha isso uma
sacanagem, vou ser sincero, tem gente que acha isso sacanagem. Eu tô nem aí
para isso. Eu queria que vocês fizessem isso. Que é ir no meu direct e falar.
Quando alguém coloca assim no direct, “Nossa, eu tô passando por isso, que
negócio difícil, não sei o que”, fala “Cara, eu sou mentorado e tudo mais, se pre-
cisar de ajuda e tudo mais, me procura no direct, às vezes eu posso te dar
alguma luz.” Vai atrás, ativa a mente dos pacientes, os pacientes estão lá no
direct, postagens livres, fala, “Cara…”, sei lá, apareceu uma postagem lá, qual-
quer uma que seja, lá do videogame, tu coloca assim, “Olha, eu sou mentorado
a Dr. Jorge, trabalho muito com homens, se tiver alguém aqui que tá precisan-
do de ajuda para se livrar desse vício…”, não no meu direct não, nas minhas
postagens, entendeu?
Faz isso com os outros também, tem uns que acham ruim, mas não…
ignora, vai lá no Italo, vai lá no Italo, coloca lá no Italo “Sou mentorado do Dr.
Jorge, trabalho com casais posso te ajudar a amadurecer não sei o que…”, en-
tendeu? É, o William faz isso nas lives de meio-dia e trinta, exato, entra lá no
meio da live e fala assim, “Eu sou mentorado, se alguém precisar de ajuda me
chama aqui agora.”
É pô, faz isso, eu não to nem aí, pelo contrário, eu quero que vocês façam
isso, eu quero que vocês alcancem essas pessoas, pelo amor de Deus, tá bom?
É pesca na live, é isso mesmo, tem que pescar nas lives, tem que pescar nas
postagens, tem que fazer isso sim, tem que fazer isso sim, entendeu? A galera
não vai conseguir abarcar, tem gente, de novo, vou ser sincero tem gente muita
gente que acha ruim o cara vai querer vir arrumar paciente aqui no meu Insta-
gram é filhão você queria o quê? Tu vai dar conta de atender todo mundo? Não
vai tá cobrando mil reais mil quinhentos reais na consulta é você não vai aten-
der o cara lá o cara não tem condição de pagar mil quinhentos reais na consul-
ta mas tem condição de pagar cento e cinquenta duzentos reais duzentos e
cinquenta trezentos reais entendeu? Eu vou pescar esse paciente sim E sim,
sabe?
Deixem achar ruim, tá? Tô com uma coceira desgraçada aqui. Beleza, en-
tenderam ou não? Tranquilos? Sacaram? Vai pescar paciente no Instagram. Vai
lá pescar paciente. Aliança, tô querendo fazer uma aliança. Tô querendo, estou
querendo aí, está vendo? Olha o que ela está falando olha o que ela está falan-
do, está vendo? Em uma postagem minha o Juan comentou alguma coisa e ela
está com ele até hoje entendeu? Por isso que ela está aqui sacaram? É isso que
eu estou falando A lá, é isso? Bom Andrés! Sacaram né? Já pegaram o jeito
então da coisa? Então entenderam o Reels? Reels é o que vocês vão agora no
começo, vocês têm que caprichar nos Reels.
“Postagem, eu tenho que fazer muita postagem?” Ó, mais ou menos, mais
ou menos, uma, duas, três postagens por semana acho que tá bom três posta-
gens por semana, está adequado, tá? “Isso pode ser de texto?” Então cara, fun-
ciona às vezes, viu Lê? Não é sempre que funciona o rio de texto teve uma
época e há uns dois meses atrás estava funcionando bem, mas a galera enjoou
desse negócio de texto. O reels que bomba continua sendo aquele chato de
imagem de podcast, continua sendo aquele, ou então, a gente falando… e en-
tenda o reels, dica de marketing, tá? Reels é energia, energia. “Jorge como
assim energia?” Você começa os reels falando assim “Olha, eu tô aqui para falar
com você…” Não, já deu errado, já deu errado. Assistam os reels do professor
Rafael Neri, assistam os reels do professor Rafael Neri. Rafael, Rafael é meu
amigo, né? Eu descobri recentemente que é meu aluno também, não sabia que
ele era meu aluno. Bom, é meu amigo, e assistam os reels dele. Por que eu estou
falando que vocês assistem os reels dele? Porque o Rafael foi de 100 mil segui-
dores, neste último ano agora, ele foi de 100 mil seguidores para um milhão e
600 mil seguidores com reels. Ele só faz reels. Ele não faz post, ele só faz reels.
Entendeu? E é aquele podcast fake assistam lá, aprendam e copiem e copiem,
entendeu? Coloque aí quem tem o arroba dele, @rafaelnerihctp, alguma coisa
assim, sei lá pera aí, deixa eu ver aqui, deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver…
Vocês seguem ele? Aqui, um dele é @[Link]. Vai lá e dá uma olhada no
insta dele. Cara, é só reels, um atrás do outro, real, real, real, real, real, e os real
dele é só assim, só marretada, ele fala, “A família tradicional, começa assim…” o
reels dele, abre ele uma boininha, “A família tradicional é o que importa, tem
que ser um homem, uma mulher e os seus filhos, pronto, é isso que funciona,
vocês podem dizer o que quiser mas é essa família que funciona, e pronto.”
E acaba, caraca, bicho, esse maluco é muito doido. É isso, entendeu? En-
tenderam ou não? Sacaram? “Achei que você tivesse copiado…” Não, tá de
sacanagem, Gláucio. Pô, passei muito tempo na fase de copiar, passei lá atrás
com o Italo, agora não, agora não. O professor é genial, tá? Rafael ele é genial,
ele é maravilhoso, é meu amigo, eu falei. Genial, genial, gosto demais dele. Tá
começando agora, eu fiz questão de trazer ele para o meu time. Sigam, vale
muito a pena. E aí? Como isso, como mulher faz isso sem ter pegada Carlão?
Não, não, não, pode ter pegada Carlão, zero problema de ser Carlão, você não
vai ser Carlão com teu marido mulher, não, vai ser Carlão mesmo, vai pôr boina,
suspensório, pinta um bigode e faz. Zero problema, vai ser Carlão, de bigode e
tudo, manda ver, manda ver. Chato. Igual de tudo, manda ver, manda ver chato
não, esquece isso que mulher tem que ser delicada, que não sei o que não, para
o Instagram não para o seu marido que você vai ser delicada tá bom?
Tráfego. “Jorge, você coloca tráfego em postagem?” Coloco, tô colocan-
do agora estou fazendo tráfego para as minhas postagens é... por quê? Porque
o Instagram não tá entregando principalmente para temas como o nosso. Se
você quiser começar a fazer dancinha, vai entregar. Do contrário, não vai. Então
você tem que pôr um pouco de tráfego, um pouco de dinheiro. Como é que é
tráfego? Bom, tem a forma tosca de fazer o tráfego, que é você ir na postagem,
que eu vou mostrar isso para vocês. Você tem como vir em uma postagem que
vocês fizeram? Estão conseguindo ver aqui? Você clica em uma postagem que
você fez aqui e tem aqui ó, turbinar publicação, tá vendo? Aí tu clica em turbi-
nar publicação ele vai abrir um bagulho aqui, que você vai como turbinar, você
vai criar uma conta de anúncio no Facebook e tudo mais, isso aqui é meio intui-
tivo, dá para você fazer isso assim ou direto no Instagram, você põe dinheiro,
você põe dinheiro, bom essa é a forma meio tosca de fazer, existe uma forma
elaborada de se fazer isso, existe uma forma mais elaborada de se fazer. Tem
que colocar o perfil como profissional, bem lembrado, Tatiana, tem que colo-
car o perfil como profissional, se ela vai nas configurações, vai configurar
como profissional hoje como é que a gente faz de forma mais elaborada? Bom
essas e outras dúvidas como fazer as ferramentas do Instagram de forma mais
elaborada, né? Questão de tráfico e tudo mais… Olha lá, colocou aqui, né?
Quem que é gestor de tráfego? Vocês vão precisar do gestor de tráfego ou eu
vou, eu estou procurando alguém para dar uma aula para vocês sobre essas
pequenas coisas.
Ah, o Marius é gestor de tráfego, então quem quiser, né, é a melhor forma,
procurar um gestor de tráfego. “Olha, Jorge, eu não tenho dinheiro para come-
çar com gestor de tráfego agora, mas eu queria colocar um dinheirinho nas
minhas postagens.” Tá bom, eu vou arrumar alguém, provavelmente vai ser o
Mac mesmo. Ele e mais uns meninos lá da Power, vim dar uma aula para vocês
sobre essa parte logística assim, de como é que eu coloco um trafegozinho,
sabe assim, como é que eu faço uma postagenzinha mais ergonômica, como é
que eu faço um detalhezinho mais, entendeu? Pode ser ou não? Combinado?
Isso eu vou fazer. Hashtag, Lara, hashtag não funciona, cara.
Tem um amigo meu que trabalha no, enfim, trabalha na Facebook, então
ele sabe os algoritmos hashtag não funciona outra coisa música assim, “Ah, se
colocar a música certa no reels, a trend que não sei o que…” não bomba,
também não bomba, na boa, não bomba. Esquece isso de trend, que não sei o
que, a música certa bomba mais, não, não, não, não, não, não, não, não.
Vale Cássio, quem tiver condições de ir, esse evento de novembro vai ser
muito interessante, vale muito a pena, vale muito a pena. Bom, eu estarei lá pa-
lestrando, inclusive o Italo vai estar lá palestrando, vale a pena sim beleza?
Tranquilos até aqui? Entenderam essa questão do tráfego? Dá para fazer me-
diante um gestor de tráfego dá para você tentar quebrar a cabeça e aprender
sozinho ou a gente vai tentar colocar essa aula o quanto antes para vocês
aprenderem a fazer também beleza? Quem? O Marcelo quem? Cadê? Qual Mar-
celo? Ah, eu não sabia! Bom, então, Marcelo também é gestor de tráfego. Sim,
eu sei. Administrador do PODs, eu sei.
“Acha que o tráfego vale a pena para perfil inicial?” Eu vou te falar assim,
o tráfego vale a pena depois que já tem substância no seu perfil. O que é subs-
tância no seu perfil? Tem que ter pelo menos umas 15 a 20 postagens. Pelo
menos. E já está fazendo caixinha todo dia. Encheu o seu perfil? Já tem conteú-
do ali? Aí você começa a colocar tráfego. O que você não pode é colocar tráfe-
go, o cara chegar e não tem nada lá dentro, tá vazio, aí não dá, entendeu?
Agora, já tem substância, então coloca, tá bom? O André já falou também
“Posso ajudar com a gestão de tráfego.” Então, bom quem quem já tiver a dis-
ponibilidade que já saca alguma coisa de gestão de tráfico, já manda lá nos
grupos lá e já vão se organizando, né? Prestem essa auditoria aí para os meni-
nos, vão ajudar, tá bom? Sim, Lê. “Aquela live que eu fiz com o senhor está até
hoje sendo curtida.” Então, é exatamente, Larissa, hoje esses dias para trás
curtiram aquela live lá, ficou muito boa. Tudo bem? Entenderam até aqui? Tran-
quilos?
Então, Reels, eu falei, falei dos Stories, qual que é o jeito certo de fazer
história de forma prática é falei das postagens falei do direct e falei da live, live
25 minutos aprenda a fazer live vamos lá vou pensar nisso e pensar nisso
aprenda a fazer live, live funciona como primeiro o primeiro dinheirinho que
sobrar em vista eu vou falar uma coisa que é muito sério isso que eu vou falar
tá? Primeiro dinheiro que sobrar invista no iPhone por quê? Porque o Insta-
gram foi feito para o iPhone e não para o Android vocês já perceberam mas a
imagem fica muito melhor não é sobre a câmera pode ser até um iPhone mais
ruinzinho, um iPhone mais antigo, um iPhone que não tem até o 8, sim, pode ser
o iPhone 8, mas a imagem vai ser melhor só por ser iPhone porque o Instagram
foi feito, o algoritmo foi feito para o iPhone. Eu sei que a galera que odeia
iPhone, eu também odiava, eu odiava iPhone, sendo muito sincero eu sempre
gostei de Android a minha vida toda, mas tive que entrar nesse negócio
porque eu também detesto ele e eu sou desse também, eu sempre fui do An-
droid, sempre achei um saco. Eu tinha uns programas que eu achava o máximo
baixar que eu queria umas coisas e no iPhone é tudo limitado, mas não tem
jeito, gente, não tem jeito.
A qualidade muda 100% de imagem, não adianta, entendeu? E eu que
tenho o Xiaomi vai, vai, vai eu vou fazer… sobrou um dinheirinho, dá uma ajusta-
da, vê se consegue trocar, vale a pena o investimento, vale. Este é um investi-
mento que vale a pena. Você vai comprar um iPhone 16 plus, massa, de vans,
mega drive, super Nintendo, Rolling Stones, Britney Spears, vai comprar um
negócio mais é simples, né? Tá bom? Beleza? Então tá bom. O que mais? Ah
sobre a live, live é ensaio e hoje como assim sai lá faz uma livezinha para entre
vocês assim faz um grupinho no zoom sai assim hoje eu vou fazer uma live en-
saiada é 20 25 minutos live é assim ó, tem que ter roteiro. Roteiro, como assim
roteiro?
Vamos lá, fala um tema aí, fala um tema que vocês acham legal vou ensi-
nar vocês a fazer live, fala um tema que vocês acham legal fala um tema aí, só
um tema vai Temperamentos, tá bom, temperamentos tema ruim desgraçado
temperamentos vai, vai, vai, temperamento vou fazer uma live sobre tempera-
mento percebam primeira coisa, vou começar a live começo a live sempre do
mesmo jeito, para que eu crie um padrão. Não é por acaso, estamos ao vivo no
Instagram. Quem estiver me vendo bem, me ouvindo bem, avise através dos
comentários. Todo mundo sabe. Se escutar você fala, é o Italo. Entendeu? Esta-
mos ao vivo no Instagram. Todo mundo fala, é o Jorge. Vocês têm que criar
essas coisas. Então sim, você vai se adaptando né? Beleza? Então é comecem
sempre do mesmo jeito basta ser uma musiquinha né? Essa história de música
foi o que inventei tá? Eu gosto de falar essas coisas eu me sinto tão colérico,
vaidoso sabia? Foi o que inventei essa coisa é então ninguém colocava música
antes do início das lives assim eu falei, foi um dia que eu coloquei, cara que ne-
gócio genial, vou botar a música sabe assim e funciona só que tem um detalhe
gente não coloque músicas conhecidas tá é não coloque. Não coloque músi-
cas conhecidas, coloque músicas aleatórias ou que são assim, tocadas ao vivo,
sabe? Tocadas ao vivo não coloquem gravações porque o Instagram derruba
se você for uma música salva por exemplo veja do YouTube você coloca o You-
Tube para trocar aqui mas é uma música salva é uma música que tem direito
autoral o Instagram derruba, cai no meio da live, entendeu?
Então não façam isso. Modão essas coisas, é ótimo né? Música mais
antiga em regra já não tem mais direito autoral, não sei se vocês sabem, mas
todas as músicas elas perdem a autorialidade depois de cinquenta e pouco,
cinquenta anos se não me engano, é um negócio assim, acho que é cinquenta
anos, vinte anos, é vinte anos exatamente, então com vinte anos ela perde esse
direito de, esse impedimento de serem reproduzidos aí você pode colocar en-
tendeu é isso mesmo é 20 anos aí vocês podem pôr entendeu essas músicas
geral aí que eu faço eu pego essas músicas mais antigas coloco ao vivo ainda é
melhor ainda porque aí o ao vivo o algoritmo não pega a música sabe é queda
em domínio público aí você pode colocar a música de boa tá bom entenderam
né então você começa ali né tá uma musiquinha cria um padrão para você, faz
ali o seu instrumental, faz ali o que você quiser, o seu showzinho de começo.
A sua live vai durar mais ou menos uns 25 minutos. Eu vou falar sobre
temperamento. Então o que eu vou fazer? Primeiro que live tem que ter energia
de colérico. O que é energia de colérico? Live a gente fala no vezes 1.5, vezes
2.0. Você não faz live no vezes 1.0. Não faz. “Ai, Jorge, eu sou melancólico.” Se
vira. “Eu sou Fleumático.” Se vira duas vezes. Dá seu jeito. Entendeu? Mas não
faz live no vezes 1.0. Não faz. Vai dar errado. “Olá, tudo bem? Como é que vocês
estão? Então, nós vamos falar aqui hoje sobre temperamentos. Temperamento
é uma ciência simbólica. Não vai dar errado, pelo amor de Deus. Não faz isso.
Não pode fazer isso. Seus amigos, vamos falar sobre temperamento. Tempera-
mento é um tema excelente e eu preciso que vocês estejam atentos, prontos e
dispostos, porque esse é um tema difícil, mas se você tiver um pouquinho de
atenção, vocês vão cair nessa sansara interessante sobre o tal do simbolismo.
Afinal de contas, simbolismo é um negócio que aparece em tudo quanto é
lugar. Simbolismo é uma coisa que está no mundo. Então, se vocês estiverem
atentos, vocês vão entender sobre o que eu estou falando. Simbólico é uma
linguagem muito interessante…” E tu começa a falar, bala, bala... Entenderam?
Sim ou não? Sim. É. Então, aprendam.
“Ai, Jorge, eu tenho vergonha, não dou conta, que não sei o quê, não sei o
quê, não sei o quê.” Vergonha é não ter dinheiro para pôr comida na tua mesa,
isso é ter vergonha parem com isso, nós estamos falando das nossas famílias,
para que essa história de ter vergonha, lembrem nós estamos aqui para sus-
tentar as nossas famílias e ajudar as almas, sustentar a nossa família e na forma
ajudar as almas, então a gente faz a coisa certa e também ganha dinheiro para
isso, entendeu? Então eu sei, eu entendo que tem vergonha, eu também tenho
vergonha, eu também morria de vergonha de falar em público, sempre odiei de
falar em todo mundo E tá aqui, tá todo mundo junto, então é isso mesmo, então
pronto, então bora, entendeu? Tem que dar um pouquinho de energia. Vergo-
nha demais, eu tinha muita vergonha. Eu sou autista, né? Imagina autista falan-
do em público? Hoje eu sou vergonha, né? Lá ele, né? Muito lá ele mil vezes lá
ele. Vai, vai, vai, vai, tranquilos? Entenderam o que eu falei?
Outra coisa, live, você começa ela e vai aumentando o ritmo, vai aumen-
tando o ritmo, vai aumentando o ritmo, vai aumentando o ritmo, hora que você
vai chegando no ápice, imagina, você começou a falar sobre temperamentos,
você fala assim, “E hoje sobre temperamentos eu quero falar especificamente
sobre cada um, vou começar falando dos coléricos, os coléricos isso, os colé-
ricos aquilo, que não sei o que, que os coléricos são, que os coléricos fazem
isso, fazem aquilo, outro e tal, tal, tal, tal, vou começar a dar uns exemplos de
colérico. O colérico é aquele que fala assim, assim, assado, o colérico repete as
coisas, o colérico fala não sei o que, nã nã nã…” E a pessoa vai se empolgando,
e aí que a pessoa está bem empolgada no meio da live, você também está em-
polgado, fala assim, “... e os coléricos e não sei o que, e tem muito mais para ser
dito dos colégios, tem muito mais para ser dito sobre as outras coisas, e você
precisa continuar por aqui, então se você não vai perder tudo isso, até mais,
beijo, fica com Deus, tchau.” E desliga, você fala “Não é possível, filho da mãe.
Vai onde?”
Por isso que as pessoas voltam, entendeu? Por isso que as pessoas
voltam. Live acaba no ápice dela, sempre. Você não deixa a live acalmando,
então, beijo, fiquem com Deus, Jesus abençoe cada um de vocês. É, exato,
estou esperando o post do colega até hoje, é isso, você tem que gerar aquela
tensão foi mesmo Bruno, foi mesmo entendeu, você tem que gerar aquela
tensão, o povo tem que ficar bravo contigo se você fala assim, “Não…” isso aqui
é uma técnica também, técnica de marketing mas se você falar assim, “... e tem
uma coisa que é assim, extremamente importante, importante, além de tudo
isso que eu falei a coisa principal eu ainda não falei, ainda não falei.” E aí tu ao
invés de falar começa a falar outra coisa e termina cara vai todo mundo falar
“Qual que é, que coisa importante era essa que você não falou? Como é que
termina? Qual que era esse assunto? Que não sei o que…” Aí este comentário,
comentário engaja.
Vamos lá o que faz engajamento comentários depois direct depois salvar
e compartilhar e depois curtida. Curtida é o que menos engajamento. O que
mais engajamento é comentário. Comentário nos seus posts. Por que eu estou
falando isso? Por favor, comentem nos posts uns dos outros. Façam isso.
Sejam gentis com seus amiguinhos, sejam gentis com seus coleguinhas de
turma, tá bom? Quando alguém fizer um post e lançar lá no grupo, gente, eu fiz
um post novo, vai lá e comenta com foguinho, põe um joinha, não precisa ser
um comentário longo, pode ser um joinha, pode ser um foguinho, pode ser
um... “É só gritar Lula ladrão”, grita lá, põe lá, “Lula ladrão”, pode ser também, sei
lá, entendeu? Comentem, vocês ajudam muito mesmo, entendeu? Pô, vocês
são 200 na mentoria, já imaginou se toda a mentoria tivesse assim, se toda a
postagem de cada um de vocês tivesse 150 comentários, 160 comentários?
Isso gera engajamento, significa que as postagens de vocês vão aparecer para
outras pessoas, vocês vão estar forçando o algoritmo a ajudá-los, entendeu?
Entenderam ou não? Façam isso, isso é realmente importante.
Curtida não dá, Samantha, não dá engajamento de jeito nenhum. O que
dá engajamento chama-se comentário, comentário e direct. Por isso sempre
falam assim, me chama no direct, faz storie, fala assim, se você tem mais dúvi-
das sobre isso, me chama no direct, coloca isso no story. O cara fala, cara, eu
tenho dúvida desse negócio que essa pessoa tá explicando. Egoísmo é igual à
timidez. Aí a pessoa pergunta, como assim egoísmo é igual à timidez? Você
fala, sim, egoísmo é igual à timidez. Aí você começa a responder, egoísmo é
igual à timidez porque você tá dando mais atenção a sua própria imagem do
que sendo... E se esquece de que você é capaz de se doar, de servir e tudo mais.
Ou seja, por conta da sua grande visão sobre si mesmo, você não está tendo
atento ao mundo e tudo mais. Tem mais dúvidas sobre isso? Tem problemas
com essa questão de identidade? Me chama no direct é bicho, tu já ganhou o
jogo entendeu? Ah, lá é isso também, às vezes nem precisa ser você fazendo,
né, Vitória? Às vezes só de você encaminhar para as pessoas as pessoas já
vão... opa, pera aí, você entende desse assunto? Você fala sobre isso? Beleza?
Beleza? Entenderam? Tranquilos? Então tá bom, meus caros. Bom, eu acho que
já é um começo. Eu acho que vocês podem... pois é, minha reunião já enrolou
aqui agora, tô todo cagado, tô morrendo de fome.
Deixa eu correr ali, tá? Rezem para que esse projeto dê certo, tá bom? Tô
com muita esperança de que a gente consiga elevar a nossa mentoria para o
próximo nível e eu acho que isso vai ser muito bom para todos nós. Muito bom,
muito bom mesmo. Acho que a gente vai conseguir ter cada vez mais projeção
a nível nacional e isso vai ser bom. Enfim, vai ser excelente. Tá bom? Tranqui-
los? Então tá bom.
Beijo, gente. Fica com Deus. Novamente, aqueles que puderem continuar
divulgando a imersão e a mentoria, semana que vem a mentoria vai estar
aberta, né? Eu continuo muitíssimo grato à geniosidade de vocês até aqui e,
aqueles que puderem, por favor, continuem me ajudando. É muito importante,
beleza? Obrigado, viu Adenize? Obrigado, obrigado de verdade a todos vocês.
De verdade mesmo. Um beijo, gente. Fica com Deus. Tchau! Pragas. Amo
vocês.

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