Você está na página 1de 16

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA

CURSO DE PROJETOS

TRANSMISSÃO POR CORRENTES DE ROLOS

Prof. Dr. ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA Prof. M. Sc. IBERÊ LUIS MARTINS, Eng. Mec. Prof. M. Sc. FAUSTO LACERDA Prof. M. Sc. FRANCISCO DE ASSIS TOTI

Agosto 2009

Chapa lateral externa 5. condições abrasivas ou poeirentas. sob encomenda. 1. Rolo 4. Este sistema de transmissão assegura um rendimento de 98% em condições corretas de trabalho. Chapa lateral interna 2.TRANSMISSÃO POR CORRENTES DE ROLOS A transmissão por corrente de rolos é um meio altamente eficiente e versátil para transmitir potência mecânica em aplicações industriais. grandes distâncias entre centros. 1. onde: P = passo da corrente C = largura entre placas D = diâmetro do rolo F = passo transversal L = largura total H = altura das placas . sendo esse tipo de corrente o mais utilizado em todo o mundo. Pino As dimensões principais são padronizadas. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS DAS CORRENTES DE ROLOS Uma corrente de rolos. Quando há necessidade de transmissão de potência em locais de difícil acesso. esquematizada abaixo é composta dos seguintes elementos. Luva 3. Estas correntes são construídas normalmente nos tipos simples. as correntes de rolos apresentam resultados extremamente satisfatórios. serem fabricadas até com 14 carreiras. e outras condições especiais. duplas e triplas podendo. obtendo-se uma relação de velocidade constante entre as rodas dentadas motriz e movida. NORMAS As correntes de rolos são fabricadas segundo a norma ANSI (American National Standard Institute) antigamente conhecida por ASA e incluída na normalização da ISSO (International Organization for Standardization) e na normalizazação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). 2.

77 7.02 5.1/2 63.75 1.53 12.4 1.75 38.75 10.5 57.23 .40.1 16.6 10800 22.3 13 2800 11.4 25.5 48 26200 39. 19.96 7.2 C mm 3. 12.16.1/4 31.6 1.33 0.53 1/2.4 31.3 9.8 2.63 D F L H Carga de Ruptura mm mm mm mm kgf 3.5 3 76.25.91 .1 .88 3/4.54.01 1.20.78.16 .1 47.2 43000 47.08 .18 4. 9.88 .5 18 3800 15.58 .7 5/8.94.92 .7 450 5.1 1.4 29.4 .8 59000 Peso kg/m 0.11.2.53 4.35 3/8.05 1 25.2 1700 10. 15.3 950 7.45 2 50. 04C-1 35-1 06C-1 40-1 08A-1 50-1 10A-1 60-1 12A-1 80-1 16A-1 100-1 20A-1 120-1 24A-1 140-1 28A-1 160-1 32A-1 200-1 40A-1 240-1 48A-1 Passo (P) Pol. 6.7 15.8 7.95 9.1/2 38.05 25.5 36 15400 25.67 .43 2.50.05 .1 25.3/4 44.4 10.7 5.5 24 6600 19.62 .4 42 20800 28.5 71.12 0.33.88 19. mm 1/4.1 – Correntes simples Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 25-1.64.

5 3 76.38 30.87 103.2 10.8 Carga de Ruptura kgf 2850 5100 8400 11400 19800 32400 46200 62400 78600 129000 177000 Peso kg/m 0.4 25. 9.45 2 50.3 71.16 11.44 96 36 48.8 10.2 2 2.1/2 63.77 7.29 92.1/4 31.78 48.3 57.52 31.53 1/2.8 2.11 38.5 18 29.2.55 150.1/4 31. mm 3/8.91 15.58 22.3/4 44.05 25.3 11.11 56. 15.05 22.4 31. mm 3/8.88 19.95 9.88 19.5 42 58.6 2.23 25.55 183 48 71.88 3/4.Correntes Duplas Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 35-2 06C-2 40-2 08A-2 50-2 10A-2 60-2 12A-2 80-2 16A-2 100-2 20A-2 120-2 24A-2 140-2 28A-2 160-2 32A-2 200-2 40A-2 240-2 48A-2 Passo (P) Pol.44 142 36 48.55 222.76 76.4 28.6 45.2 7.92 10.58 39.29 63 24 35.05 1 25.75 38.1 47.7 5/8.13 32.08 7.16 11.1/2 38.2 18.66 1.78 71.95 9.25 .4 25.45 2 50.7 5/8.2. 9.1 1.62 17. 12.62 F L H mm mm mm 10.2 87.2 18. 15.83 269.87 153 42 58.77 15.77 7.4 13 22.91 15.3.55 124 48 71.05 19.94 74.53 1/2.75 1.44 49.23 25.3 7.2 C mm 4.05 25.62 F L H mm mm mm 10.75 38.5 13 22.99 1.08 7.4 1. 12.7 15.2 46.3/4 44.5 18 29.Correntes Triplas Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 35-3 06C-3 40-3 08A-3 50-3 10A-3 60-3 12A-3 80-3 16A-3 100-3 20A-3 120-3 24A-3 140-3 28A-3 160-3 32A-3 200-3 40A-3 240-3 48A-3 Passo (P) Pol.35 29.8 2.38 45.5 3 76.3 14.4 28.1 47.53 12.92 10.05 1 25.1/2 63.88 19.3 57.5 24 35.4 1.77 4.88 3/4.13 22.4 31.88 19.92 7.7 15.75 11.05 22.63 D mm 5.1/2 38.67 47.2 7.3 14.5 29.2 C mm 4. 19.53 12.75 1.1 1.8 3 4.8 Carga de Ruptura kgf 1900 3400 5600 7600 13200 21600 30800 41600 52400 86000 118000 Peso kg/m 0.83 182 71.2 87.76 113 29.58 39.67 47.6 45. 19.63 D mm 5.

Se possível. Um ajuste igual ao passo é suficiente. CONSIDERAÇÕES SOBRE INSTALAÇÃO 3.Lubrificação das transmissões: Uma eficiente lubrificação das articulações em funcionamento de uma transmissão é indispensável para evitar desgaste e quebra prematura. Para uma transmissão projetada corretamente a distância entre centros pode ser um pouco maior que a metade da soma dos diâmetros externos das rodas dentadas. velocidade e potência a transmitir. devido à engrenagem menor estar situada na parte inferior e ser de pequeno diâmetro. O lubrificante mais indicado é o óleo mineral puro. 3. A seguir relacionamos algumas recomendações gerais para métodos de lubrificação. em casos em que este procedimento seja impraticável. Em transmissões com potência e velocidade elevadas. porém. a distância entre centros deverá ser ajustável. representando as necessidades mínimas baseadas numa vida útil de 15000 horas de transmissão: -Lubrificação por gotejamento: velocidade da corrente até 6m/s e potência até 50 HP -Lubrificação por banho de óleo: velocidade da corrente até 6m/s e potência até 50 HP -Lubrificação por bomba de óleo: para qualquer velocidade e/ou condição de potência. A forma mais eficiente de lubrificação é colocar a transmissão em uma caixa e bombear um fluxo contínuo de óleo na parte interna da corrente. e também porque a maior elasticidade de uma corrente mais comprida tende a absorver as irregularidades do movimento e a diminuir os efeitos dos choques. nem superior a 60 vezes o passo. conforme tabela abaixo: . sendo o óleo recuperado através de um filtro. A corrente deve formar um ângulo de abraçamento de no mínimo 120° na roda dentada menor. nem o número de dentes muito pequeno.Distância entre centros: Como regra geral a distância entre centros das rodas dentadas não deve ser inferior a 30 vezes o passo. utiliza-se um disco espalhador de óleo de maior diâmetro para se jogar óleo diretamente na corrente. Preferencialmente usaremos uma distancia entre centros maior que a mínima permitida. porém em todos os casos deve ser de fluxo contínuo e suficiente a fim de possibilitar uma lubrificação limpa e completa da corrente.3. muito recomendado para transmissões com potência acima de 50 HP. de grau de viscosidade dependendo da temperatura ambiente. sempre que a relação de transmissão for menor que 3. O fluxo de óleo exigido depende da transmissão. e este contato mínimo se obtém para qualquer distância entre centros.1. a fim de corrigir o defeito do esticamento por desgaste. o fluxo de óleo deve ser ampliado para facilitar e ajudar o resfriamento da corrente. supondo-se que a carga não seja demasiadamente grande.5:1. porque a razão de esticamento da corrente devido ao desgaste natural. é inversamente proporcional ao seu comprimento (n° de elos). Um método alternativo é fazer a corrente passar por dentro de um banho de óleo.2.

onde: 4.TEMPERATURA Até 25°C De 25°C a 45°C De 45°C a 65°C ÓLEO SAE 30 SAE 40 SAE 50 4. SELEÇÃO DE CORRENTES DE ROLOS 4. onde: P = passo da corrente γ = ângulo de articulação Dp= diâmetro primitivo Trigometricamente vemos que: Portanto Sendo ‘’N’’ o número de dentes da roda dentada temos . girando no sentido indicado.1.2 – Número de dentes: .Diâmetro primitivo (Dp): A figura abaixo representa uma roda dentada.

ausência de ruídos. impulsionadas pela mesma corrente não deve ser menor que 50. A necessidade de usar-se uma roda dentada com o número par de dentes surge em ocasiões de excessão. devido às relações de redução ou espaço. Desta forma. sendo aplicáveis desde que a lubrificação da transmissão seja correta. Um número menor de dentes deve ser usado quando houver limitação de espaço e com velocidades muito baixas. alto rendimento e longa duração da corrente. quando a velocidade da roda dentada for constante. que são relativas a roda dentada menor para cada passo de corrente. Essa variação é chamada de variação da velocidade de corda e é desprezível na maioria das aplicações em que o número de dentas da roda exceda a 19. Algumas vezes um n° de dentes menor é admitido. A maioria das transmissões tem um número par de passos na corrente (correntes com o número ímpar de passos. PASSO DA CORRENTE VELOCIDADE MÁXIMA 3/8’’ 5000 RPM 1/2’’ 3750 RPM 5/8’’ 2750 RPM 3/4’’ 2000 RPM 1’’ 1500 RPM 1 1/4’’ 1200 RPM 1 1/2’’ 900 RPM 1 3/4’’ 700 RPM 2’’ 550 RPM 2 1/2’’ 450 RPM 3’’ 300 RPM 4. mas o mínimo deve ser 16.Método para cálculo das transmissões: . e ao utilizar-se uma roda dentada com número ímpar de dentes. são dadas na tabela abaixo. necessitam um elo de compensação).O ângulo de articulação (γ) representa o movimento do pino na luva. Esta influência ocorre pelo fato da corrente formar um polígono sobre a roda dentada. que são relativas a rodas dentadas entre 17 a 25 dentes. pois as folgas inerentes às correntes poderão permitir eu a corrente deslize por sobre a roda dentada.Velocidades máximas de operação: Para acionamentos industriais normais. tanto na corrente como nas rodas dentadas. devido à sua configuração de múltiplos lados. com ângulos menores. fica sujeita a uma variação cíclica regular. Rodas dentadas com mais de 120 dentes também não devem ser empregadas. em sua trajetória ao redor dos dentes. Essas velocidades. Quanto maior o ângulo de articulação. representados pelos passos da corrente. É interessante notar também que a totalidade dos dentes em ambas as rodas dentadas.3. maior o desgaste e os choques. quando temos uma necessidade específica. a velocidade da corrente. Esse movimento do pino na luva é a causa do desgaste da correte e do choque entre rolo e roda dentada. a experiência estabeleceu uma velocidade máxima da roda dentada menor para cada passo de corrente. 4. assegura-se uma distribuição uniforme de desgaste. Essas velocidades.4. temos uma transmissão uniforme de potência.

0 1.78 25 1.1) N1 = Número de dentes da roda dentada motora N2 = Número de dentes da roda dentada movida (para escolha do número de dentes.O método apresentado a seguir é um método por etapas que visa a determinação dos dados da transmissão de forma seqüencial: 1ª.92 35 1.66 21 1.7 Carga reversa 1. TIPO DE CARGA FATOR KC 10 H/dia 24 H/dia Carga uniforme 1.46 15 0. ver item 4.85 30 1.5 1.41 14 0.4 Choques severos 1. corrigida como segue: onde: Kc = fator de correção em função dos choques previstos na transmissão.9 Kd = fator de correção em função do número de dentes da roda dentada menor: N° de dentes Fator Kd N° de dentes Fator Kd 11 0.15 18 1.80 .73 16 0.2 1.53 22 1.51 20 1.29 12 0.26 60 2.2 Choques moderados 1.2) i = relação de transmissão.37 19 1.70 24 1.11 50 2.18 55 2. Etapa: Determine: N = Potência a ser transmitida (HP) n1 = Rotação do eixo motor (RPM) n2 = Rotação do eixo movido (RPM) (Consideramos eixo motor o de maior rotação) C = distância entre centros (mm) (a distância entre centros é determinada por condições do projeto ou estimada conforme o item 3. Etapa: Potência de projeto: A potência de projeto é determinada a partir da potência a ser transmitida.62 23 1.05 45 2.35 13 0. onde: 2ª.95 17 1.00 40 2.4 1.

deve-se utilizar a corrente dupla ou tripla de menor passo possível. Recomenda-se dimensionar a transmissão com base nos dados para corrente simples. pode-se usar uma corrente dupla ou tripla. suavidade de funcionamento e silêncio da transmissão. 4ª. Quando a necessidade de potência a uma velocidade definida é maior que a capacidade possibilitada por uma corrente simples. Caso a corrente simples não satisfaça às exigências impostas por limitações de espaço. pois esta normalmente possibilita uma transmissão mais econômica. Etapa: Velocidade da Corrente Verifique se a velocidade da corrente não excede ao recomendado no item 4. alta velocidade. Etapa: Número de elos (E): Conhecendo-se -distância entre centros C -n°s de dentes N1 e N2 -passo P Podemos calcular o número de elos: . Etapa: Escolha do passo da corrente: O gráfico seguinte indica tamanhos alternativos de corrente que podem ser utilizadas para transmitir potência a uma velocidade definida.3ª.3 5ª.

2.1. o valor de E for ímpar.002 -ângulo -ângulo -distância ac’= 0.8 x D -coordenada -coordenada -raio -corda -distância . 5.Adote o valor E para a unidade par mais próxima.Cálculo do contorno do dente: 5. por imposições específicas de projeto. Quando.1.005D + 0.1.1. devemos usar um elo de compensação.003 -raio da curva do assento do rolo -folga na linha do passo (Fg) Fg = 0.Dados necessários: -passo (P) -número de dentes (N) -diâmetro nominal do rolo (D) 5.07 (P-D) + 0.Dados para o traçado do contorno: -diâmetro da curva do assento do rolo (Da) Da = 1. RODAS DENTADAS 5.

3.1. paralela a ee’(G) G=1.Traçado do contorno do dente: . o diâmetro externo é dado por: -quando as pontas são aparadas temos: *cota * -Diâmetro primitivo -Diâmetro interno -ângulo de pressão para corrente nova (< x ab) -ângulo de pressão médio 5.24D -ângulo da linha ab com a horizontal © -coordenada coordenada -raio -altura da linha ee’até a ponta do dente (H) -cota -No caso de dentes em ponta.-comprimento da linha ab.

Localizar (c) e (c’) pelas dimensões M e T obtidas no cálculo .Com os dados obtidos no item 5.Com centro (b) e (b’) e raio F. da seguinte maneira: . .Traçar c’x e cx’.Tendo a intersecção (e) como centro. o arco composto (x) – (x’) . .Traçar a linha horizontal LH e a linha de centro LC . traçar as linhas de folga Fg . através respectivamente dos pontos (a) (a’) . aferindo o ângulo formado com cx’ e c’x com o ângulo B dado pelo cálculo. .Determinar o comprimento exato dos arcos (xy) e (x’y’). usando a corda (xy) fornecida no cálculo. conforme mostrado na figura abaixo. podemos traçar o contorno do dente. que são (a) e (a’) Traçar.Com o centro em (c) e (c’). traçar os arcos (x’y’) e (xy) . fornecidas pelos cálculo. usando o raio R.Localizar (b) e (b’) pelas dimensões W e V. traçar os arcos (zu) e (z’u’) .Como centro nas intersecções das linhas de folga LH.2.Traçar as linhas cy’ e c’y.1.

Perfil do dente: O perfil do dente para rodas dentadas das correntes de rolo tem suas proporções mostradas abaixo: As dimensões estão padronizadas nas tabelas a seguir: .2.5.

6 45.88 3/4.23 25.75 38.3 14.4 1.1/2 63.55 183 48 71.8 Carga de Ruptura kgf 1900 3400 5600 7600 13200 21600 30800 41600 52400 86000 118000 Peso kg/m 0.92 10.99 1.08 .67 .55 150. 12.18 4.3 13 2800 11. mm 3/8.3/4 44.1 47.05 25.8 7.53 4.1/2 38.58 39. mm 3/8.11 56.16 .05 22.54.78.29 92. 19.5 18 3800 15.4 1.2 18.4 31.52 31.78 48.35 3/8.3/4 44.77 7.16.91 .2 2 2.8 Carga de Ruptura kgf 2850 5100 8400 11400 19800 32400 46200 62400 78600 129000 177000 Peso kg/m 0.4 1.6 45.13 22.91 15.5 29.2 C mm 4.8 59000 Peso kg/m 0. 15.6 1.45 2 50.43 2.63 D mm 5.08 7.7 15.2 10.53 12.62 .55 124 48 71.4 28.53 1/2.05 1 25.7 450 5.1/2 63.2 18.5 3 76.83 269.91 15.88 19. 04C-1 35-1 06C-1 40-1 08A-1 50-1 10A-1 60-1 12A-1 80-1 16A-1 100-1 20A-1 120-1 24A-1 140-1 28A-1 160-1 32A-1 200-1 40A-1 240-1 48A-1 Passo (P) Pol.1 47.1/4 31.Corrente Simples Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 25-1.58 . 9.92 7.4 25.3/4 44.87 153 42 58.1 1.12 0.05 25.62 17.1 25. mm 1/4.83 182 71.75 38.8 10.2 C mm 3.33.11.6 Corrente Tripla Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 35-3 06C-3 40-3 08A-3 50-3 10A-3 60-3 12A-3 80-3 16A-3 100-3 20A-3 120-3 24A-3 140-3 28A-3 160-3 32A-3 200-3 40A-3 240-3 48A-3 Passo (P) Pol.13 32.94.3 11.1/4 31. 12.33 0.2 7.08 7.16 11.53 12.77 15.45 2 50.5 24 6600 19.4 42 20800 28.95 9.7 15.66 1.01 1.45 2 50.7 5/8.2 1700 10.62 F L H mm mm mm 10.3 57.87 103.5 13 22.5 48 26200 39.1/4 31.11 38.4 29.05 1 25.55 222.05 1 25.92 .38 30.88 19.7 15.77 7.76 113 29.88 3/4.8 2.58 22.2 43000 47.16 11.5 42 58.58 39.1/2 38.76 76.8 2.1 1.88 19.96 7.4 13 22.75 11.4 25.63 D mm 5.1 1.23 .67 47.5 3 76.8 3 4.7 5.53 1/2. 12.5 57.2 46.3 71.92 10.38 45.88 19.40. 9.53 12.44 142 36 48.3 950 7.94 74.88 .4 31.2 7.05 22.5 24 35.1/2 63. 9.05 19.4 31.67 47.7 5/8.6 10800 22.25 .78 71.4 10.29 63 24 35.1 Corrente Dupla Referencia Norma ANSI ISO E ABNT 35-2 06C-2 40-2 08A-2 50-2 10A-2 60-2 12A-2 80-2 16A-2 100-2 20A-2 120-2 24A-2 140-2 28A-2 160-2 32A-2 200-2 40A-2 240-2 48A-2 Passo (P) Pol.75 1.5 71.63 D F L H Carga de Ruptura mm mm mm mm kgf 3.77 4.4 28.05 25.3 7.75 1.44 96 36 48.20.1 16.5 3 76.5 18 29.44 49.2 C mm 4.88 19.35 29.5 36 15400 25. 19.1/2 38. 15.88 3/4.2 87.53 1/2.75 10.1 47.62 F L H mm mm mm 10. 19.25.4 25.75 1.3 14.64.4 . 6.23 25.75 38.95 9.50.7 5/8.8 2.77 7.3 57.95 9.3 9.2 87.02 5. 15.05 .5 18 29.

dado na tabela seguinte: TIPO DE CARGA FATOR F Carga uniforme 1. ESFORÇOS NA TRANSMISSÃO POR CORRENTE As figuras abaixo mostram montagens típicas de rodas dentadas sendo (A) em balanço e (B) entre mancais.0 Choques moderados 1.5 . Conhecendo-se a potência transmitida (N) e a rotação do eixo (n).2 Choques severos 1. calculamos o momento torsor atuando no eixo: E a força de transmissão: Onde Dp = diâmetro primitivo da roda dentada -unidades: A resultante é dada por: Onde f = fator de correção em função dos choques previstos na transmissão.4 Carga reversa 1. Nas figuras estão identificados os esforços externos que solicitam o eixo da roda dentada motora em função da instalação (distâncias a e b) e da resultante (R) aplicada no eixo pela força de transmissão Ft.6.

Baumeister – Mc Graw Hill – 8ª.7. Dobrovolski – MIR – 3ª. III -Elementos de máquinas V. Edição -Disegno di Macchine Mário Speluzzi – Hoelpi – 3ª. Edição -Manual Universal de la técnica mecânica Erick Oberg – Labor .14ª. BIBLIOGRAFIA -Elementos de máquinas Gustav Niemann – Edgard Blucher – vol. Edição -Mechanical Engineering Design Joseph Shigley – Mc Graw Hill – 3ª. Edição -Mark’s Standard Handbook T. Edição -Catálogo CERELLO n° C-03/77 -Catálogo IBAF n° 2008 .