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   O  
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r     :
 : analise da circunstâncias judiciais
ƛ circunstâncias constantes do   do CP.

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ƛ Ao final da primeira fase é   
  
 ..

!  :: analise das circunstâncias legais
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r
ƛ

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  # ! !
previstas nos   $   .
 $   . do CP
ƛ ao final fixa-
fixa-se a   #  

& r 
  :
 : analise das causas de aumento ou
diminuição de pena,
ƛ encontradas na parte geral e parte especial
ƛ 0     % (aumenta
metade, diminui-
(aumenta--se da
diminui-se de dois terços, etc)
ƛ a pena resultante deste processo será a  

   
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r analise,
  ,
 , de cada uma das 

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ƛ Individualiza a pena para cada réu e para cada infração penal praticada
r   !   #   

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 ou que não indica os elementos dos autos que formaram o
convencimento do Juiz quanto a essa valoração padece de !  
r 0!%  )#  ::
0!%  )# 
ƛ Circunstâncias judiciais são   # #  ao agente, # fixar a
   ) 
 
ƛ circunstância judicial #   # #   ao condenado
r 

 !*!!

 !*!! ) cominado no tipo penal,
   +( + 
+( +   
r   #    #  quando integrar:
ƛ definição típica
ƛ quando caracterizar circunstância agravante
ƛ causa especial de aumento de pena.
r i *!"
 
 

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ƛ -.    
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ƛ Dois dos elementos da culpabilidade:
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r a     
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r - um exame de valoração, de graduação que deverá   
! 
 !)

r Dxpressões utilizadas em sentenças
ƛ o agente agiu com culpabilidade, pois tinha a consciência da
ilicitude do que faz
ƛ estelionato, pelo fato de "o agente ter agido de mámá--fé, sem
importar--se com seu semelhante que sofreu o prejuízo
importar
r  :: o fato de o acusado ter agido livre e conscientemente não
 
pode fundamentar a exasperação da pena-
pena-base, pois, se a ação não
fosse consciente e deliberada, inexistiria dolo. Assim o uso de tais
expressões não autorizam a exasperação da pena base
   
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ƛ Percebida através dos elementos indicativos da   ou do bom
relacionamento do agente    
  *!  
   
r não é na sociedade que o Magistrado considera saudável ou ideal
ƛ Se o ambiente em que o agente se inserir for, por exemplo,
uma favela, não poderá o Juiz exigir-
exigir-lhe comportamento típico
das classes sociais mais abastadas
r Destaca--se, para analise, três campos da vida: familiar, laborativo e religioso
Destaca
ƛ analisar: o modo de agir do agente nas suas ocupações, sua cordialidade
ou agressividade, egocentrismo ou prestatividade, rispidez ou finura de
trato, seu estilo de vida honesto ou reprovável
r Não bastam meras conjecturas
r - necessário que se ponderem as provas produzidas nos autos: a palavra das
testemunhas que conviveram com réu (inclusive das abonatórias), eventuais
declarações, atestados, abaixo-
abaixo-assinados, etc,
r Demonstração de um comportamento . !. !.
ƛ fato isolado na vida do condenado não revela sua conduta social, que é
sempre permanente.
   
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r   
ƛ )  do agente, sua maneira de agir e de sentir, seu
grau de senso moral, ou seja, a totalidade de   

  
   do indivíduo
ƛ "personalidade desajustada", "ajustada", "agressiva",
"impulsiva", "boa" ou "máƠ
r tecnicamente, nada informam
r - necessário fundamento baseado no conjunto
probatório
ƛ Dlementos para valoração: laudos psiquiátricos,
informações trazidas pelos depoimentos
testemunhais e, ainda, a própria experiência do
Magistrado em seu contato pessoal com o réu
ƛ Não havendo, elementos suficientes não deve, o
juiz, hesitar em declarar que não há como valorar
essa circunstância
   
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 (! 
 

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r 4 #
r constituem a fonte propulsora da # 
 
ƛ Não se trata, portanto, de analisar a intensidade de dolo ou
culpa
r médico que facilita a morte do paciente, diante de seu
desmedido e incombatível sofrimento, possui motivo menos
reprovável
r agente que mata o irmão, para que seja o único sucessor do
patrimônio do ascendente, motivo mais reprovável.
r furto praticado pelo desejo de obtenção de lucro fácil, o Juiz
deve entender pelo não recrudescimento da pena em razão
desta circunstância judicial pois, freqüentemente, este é o
motivo dos crimes de furto
ƛ Os motivos diversos dos normais à espécie delitiva, portanto, é
que devem ser valorados pelo Magistrado
   
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 (! 
 

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 (! 
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r 4 

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r elementos do fato delitivo, acessórios ou acidentais,
não definidos na lei penal.
ƛ Franco:o
Franco:o lugar do crime, o tempo de sua
duração, o relacionamento existente entre autor
e vítima, a atitude assumida pelo delinqüente no
decorrer da realização do fato criminoso
r é mais censurável a conduta do agente que matou
alguém na igreja ou na casa da vítima do que
aquele que a matou em sua própria casa.
r é menos censurável o agente que se demonstrou
sinceramente arrependido da prática delitiva do que
aquele que comemorou o evento embriagando-
embriagando-se
(desde que não configure arrependimento eficaz)
   
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 (! 
 

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r 4 
 *50

r avaliação,do grau de intensidade da lesão jurídica
causada à vítima ou a seus familiares
r material quando causar diminuição no patrimônio
da vítima, sendo suscetível de avaliação econômica
r o dano moral implicará dor, abrangendo tanto os
sofrimentos físicos quanto os morais
ƛ não se pode considerar como conseqüência desfavorável
do crime de homicídio, a perda de uma vida
ƛ o fato de o agente ter ceifado a vida de um pai de família
numerosa, o que é mais censurável do que a conduta
daquele que assassinou uma pessoa solteira.
   
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 (! 
 

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 (! 
    m
r 4
   #)
r Inovação trazida com a Reforma da Parte Geral do
Código Penal, em 1984
r é preciso perquirir em que medida a vítima, com a
sua atuação, contribuiu para a ação delituosa.
ƛ Muito embora o crime não possa de modo algum
ser justificado, não há dúvida de que em alguns
casos a vítima, com o seu agir, contribui ou
facilita o agir criminoso,
ƛ essa circunstância refletir favoravelmente ao
agente na dosimetria da pena
   
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! "
 (! 
 

! "
 (! 
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r ! 
 !  #):
! 
 !  #):
ƛ vítima instiga, provoca, desafia ou facilita a conduta
delitiva do agente
r injusta provocação da vítima: causa de diminuição de pena
ƛ a ser sopesada somente na terceira etapa da dosimetria,
como ocorre no homicídio (art. 121, §1º, do CP) e nas
lesões corporais (art. 129, §4º, do CP).
r Túlio Lima Vianna:
ƛ não será considerado favorável ao agente o
comportamento da vítima pela "mera roupa provocante
com a qual desfila a moça em local ermo, pois ninguém é
obrigado a trajar-
trajar-se com recato"
ƛ Por outro lado, a moça que aceita ir ao motel com um
rapaz e lá, desiste da relação no último momento,
certamente contribui para a prática do estupro
ƛ conclui o autor que: "a clara diferença entre os dois
comportamentos das vítimas está na absoluta passividade
do primeiro e na atividade do segundo".
segundo".
0 ! 
m
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    rts. 61 e segs
 #   !
r

! "
  # são somente aquelas
previstas nos arts. 61 e 62 do Código Penal
ƛ -(   
  
r

! "
  ! são aquelas previstas
no art. 65 do mesmo diploma legal, havendo ainda
no art. 66 do CP a previsão de uma atenuante
genérica
ƛ  !3    ) 
r i *!"
 para cada circunstância:
ƛ Não há disposição legal
ƛ Jurisprudência
r 1/6 da pena mínima in abstrato
r Ao final tem-
tem-se a fixação da pena provisória

 
m!   ! ! !  
6
      !   
 
 

r Dncontrarem-se    m 


Dncontrarem-
ƛ parte geral ƛ Dx.: tentativa, concurso formal, crime
continuado
ƛ parte especial ƛ Dx.: art. 157 §2º, art. 155 §1º § 2º
r são 
   
# 
ƛ sempre    !  (aumenta(aumenta--se da
metade, diminui-
diminui-se de um a dois terços, etc).
r ·  
:
 
:
ƛ primeiramente são aplicadas as causas de aumento de
pena e, em seguida, as causas de diminuição de pena.
ƛ a causa de diminuição de pena em razão da tentativa (art.
14,II, do CP) será sempre a última a ser aplicada.
r    !     )  
4    


!    
r Após a fixação do quantum da
pena definitiva, o regime inicial de
cumprimento de pena será
definido com base no art. 33 do
Código Penal.
r Regime integralmente fechado:
art. 2º, §1º, lei nº 8.072/90
0! !  
r 7  
    e deverá observar
o disposto no  88 m  .
88 m  .
r Os *!    ! ! da pena são:
ƛ 1) crime culposo ou crime doloso com pena inferior a 4 (quatro)
anos;
ƛ 2) o crime não ter sido praticado com violência ou grave
ameaça;
ƛ 3) o réu não ser reincidente no mesmo crime (reincidência
específica);
ƛ 4) as circunstâncias judiciais serem favoráveis. Obviamente se o
juiz considerou na primeira fase da fixação da pena as
circunstâncias judiciais favoráveis ao réu para fixar a pena-
pena-base,
estas circunstâncias também devem ser consideradas favoráveis
quando da análise da substituição da pena.
r As   ! !  $9!: serão substituídas
por uma prestação pecuniária ou uma restritiva de direitos.
r     !  $9!: serão substituídas por uma
prestação pecuniária e uma restritiva de direitos ou por duas
restritivas de direitos.
0! !  
r -
r A prestação pecuniária não obedece ao critério de fixação com base
em dias-
dias-multa, devendo ser determinada uma importância entre
1(um) e 360 (trezentos e sessenta) salários mínimos
r O código se refere a prestação 
!  e, portanto, não é de
boa técnica a fixação de pagamento de cestas básicas, uma vez que
não são pecúnia (dinheiro) e podem ter valor variável.
r A prestação pecuniária deve ser paga preferencialmente a vítima,
mas se por qualquer motivo esta não puder receber o pagamento
(vítima de homicídio culposo, por exemplo) o pagamento será feito a
seus dependentes. Não havendo vítima nem dependentes ou no caso
de não haver uma vítima determinada (crimes contra a saúde
pública, por exemplo) a prestação pecuniária será paga a entidades
assistenciais.
r A prestação de serviços comunitários só pode ser aplicada em penas
superiores a 6 (seis) meses e será cumprida à razão de 1 (uma) hora
de tarefa por dia de condenação, fixadas de modo a não prejudicar a
jornada normal de trabalho, tudo nos termos do art. 46 do CP.