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Interseccionalidade e Dicotomia Público/Privado

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(Des)estabilizando a

dicotomia público/privado?
Um exame crítico da categoria
analítica a partir da
Ana Carolina Freitas Lima Ogando
interseccionalidade
Mariana Prandini Fraga Assis
Ádrea Padilha
CRP 10/09408

Formada em Psicologia pela


Universidade da Amazônia
(UNAMA)

Pós-graduanda em Promoção de
Políticas Públicas em gênero e
sexualidade na Amazônia (UFPa)

Mestranda em Psicologia (UFPa)


Sobre mim
Atuo como Psicóloga no Centro de
Referência de Assistência Social
(CRAS) e atendo as Escolas Estaduais
de Ensino Médio de Santo Antônio do
Tauá
Faço parte do Coletivo de psicólogas
feministas: grupo de estudos
“R’existências”

Tenho como área de interesse:


Gênero, Sexualidade e saúde mental,
com enfoque na análise dos corpos
femininos, feminilidade, dinâmicas de
poder e violências nas relações de
gênero, e construções sociais de
gênero, fundamentado a partir de uma
perspectiva feminista e interseccional
Sobre as autoras

ANA CAROLINA FREITAS LIMA MARIANA PRANDINI FRAGA


OGANDO ASSIS
U m a m u l h e r b r a n c a . D o u t o r a e m C i ê n c i a Po l í t i c a p e l a U m a m u l h e r b r a n c a . D o u t o r a e m C i ê n c i a Po l í t i c a p e l a

U n i v e r s i d a d e Fe d e r a l d e M i n a s G e r a i s ( U F M G ) e m e s t r e N e w S c h o o l f o r S o c i a l Re s e a r c h e m e s t r e e m C i ê n c i a

e m C i ê n c i a Po l í t i c a p e l a m e s m a u n i v e r s i d a d e . B a c h a r e l Po l í t i c a pela Universidade Fe d e r a l de Minas Gerais

em Ciência Po l í t i c a pela Goucher College (Maryland, (UFMG),e graduada em Direito pela mesma universidade.

EUA). Suas áreas de interesse são teoria política Suas áreas de interesse são as i nterco nexõ es entre

feminista, teoria do reconhecimento, movimentos direito, política, mobilização social e informalidade.

sociais e pensamento social e político brasileiro.


Categorias de análise apresentadas no texto:

INTERSECCIONALIDAD
PÚBLICO/PRIVADO
E

EXPRESSÕES DE CORPORALIDADE
Principais ideias apresentadas no texto:
Relevância teórica e potencial crítico da dicotomia
Sintetiza algumas das discussões acerca da dicotomia
público/privado operacionada por teóricas feministas

Além do público e privado: Múltiplas diferenciações


e interseccionalidade
Discute como o caráter supostamente universal da
referida dicotomia é contesta, dentre outras, pelas
feministas negras norte-americanas que cunharam o
termo interseccionalidade
Alargando horizontes: Público/privado,
Corporalidade e interseccionalidade
Combina as duas categorias de análise para examinar
dinâmicas disciplinares no que diz respeito a expressões
de corporalidade públicas e privadas
“Como objetos, as histórias e experiências
das mulheres, em diferentes graus, são
definidos e criados pelos outros, fazendo
com que o espaço da expressão e
opressão se tornem concreto” (Ogando;
Assis, 2013)
Como eu avalio o texto?
Texto de fácil leitura

Introdutório, com possibilidades de refl exões


potentes capazes de gerar o desenvolvimento de
outras pesquisas a partir dele

Talvez fossem necessários pequenos ajustes em


relação à escrita de termos como: escravidão

As autoras utilizam em seu texto 18 referências


bibliográfi cas, e entre elas:

14 – pesquisadoras brancas
4 – pesquisadoras negras (bell hooks, Kia Lilly
Caldwell, Patricia Hill Collins e Kimberle Crenshaw)
Como o texto pode contribuir com meu
projeto
“Quando nasce uma mulher, nasce uma culpa”:
Interseccionalizando o sentimento de culpa em
vivências femininas

Expressões de corporalidade em vivências femininas


Pode trazer um conceito novo a ser trabalhado na
pesquisa, considerando que a mesma parte da ideia de
diferentes modos de subjetivação, de construção e
expressão de sujetividades femininas
Refl exões sobre público/privado e
interseccionalidade
Considerando que a pesquisa se propõe a ter um viés
interseccional, o texto pode contribuir no
desenvolvimento da problemática, ao trazer a ideia de
que a construção da culpa nas vivências femininas não
acontece de maneira igualitária para mulheres brancas e
não-brancas
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(91)98402-4390

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