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RELATÓRIO DO ESTAGIO SUPERVISIONADO NO SETOR DE PEDIATRIA DO HOSPITAL MUNICIPAL PADRE GERMANO LAUCK DE FOZ DO IGUAÇU

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FACULDADE UNIÃO DAS AMÉRICAS – UNIAMÉRICA

CURSO DE ENFERMAGEM

RELATÓRIO DO ESTAGIO SUPERVISIONADO NO SETOR DE PEDIATRIA DO HOSPITAL MUNICIPAL PADRE GERMANO LAUCK DE FOZ DO IGUAÇU

CÍNTIA DIEDRICH

FOZ DO IGUAÇU – 2011

CÍNTIA DIEDRICH

RELATÓRIO DO ESTAGIO SUPERVISIONADO NO SETOR DE PEDIATRIA DO HOSPITAL MUNICIPAL PADRE GERMANO LAUCK DE FOZ DO IGUAÇU.

Relatório

referente

ao

estagio

supervisionado, como requisito parcial para avaliação do rendimento

acadêmico na disciplina da Estagio Supervisionado, aplicado e orientado pela professora Cristiane Ortega.

Foz do Iguaçu - 2011

Conteudo
INTRODUÇÃO ................................................................................................... 2 IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................... 3
ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR .................................................................................................................... 3 TIPO DE INSTITUIÇÃO................................................................................................................................ 3 M ISSÃO , VISÃO , F ILOSOF IA E OBJETIVO S .......................................................................................... 3 SETORES QUE COMPÕEM A INSTITUIÇÃO ................................................................................................... 4

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL (ORGANOGRAMA) .................................. 5 CARACTERIZAÇÃO DO SETOR DE ESTÁGIO. .............................................. 6
IDENTIFICAÇÃO DO SETOR ........................................................................................................................ 6 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO SETOR .............................................................................................. 6 INTERNAÇÃO ............................................................................................................................................ 6 CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA ............................................................................................................ 7

PROCESSO DE PLANEJAMENTO .................................................................. 7 PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO ..................................................................... 8
PRONTUÁRIOS/RELATÓRIOS ..................................................................................................................... 8

PROCESSO DE DIREÇÃO................................................................................ 9 FORMULÁRIO DE LIDERANÇA. ...................................................................... 9
H ABIL IDADES QUE O ENF ER MEIRO DA UNIDADE P OSSUI : ............................................................... 9

PROCESSO DE CONTROLE DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM .................. 11
ORGANOGRAMA DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM .................................................................................... 12

RH EM CONJUNTO COM GERENCIA DE ENFERMAGEM ........................... 12 RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL E O PAPEL DO ENFERMEIRO NESTE PROCESSO. .............................................................. 13 GESTÃO DA QUALIDADE NO SERVIÇO DE ENFERMAGEM...................... 13 REFERÊNCIAS ................................................................................................ 14

Introdução
Estagio realizado no Hospital Municipal Padre Germano Lauck de Foz do Iguaçu, no setor de pediatria voltado para a disciplina de Estágio Supervisionado II. Nesse estágio pode ser acompanhado e observado a

atuação da enfermeira frente à equipe de enfermagem. Podendo analisar os tipos de administração obtidas na disciplina relacionada a essa área ressaltando a atuação do enfermeiro como gestor, administrador e

assistencialista.

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Identificação
Instituição: Hospital Municipal Padre Germano Lauck Município: Foz do Iguaçu Setor de Estágio: Pediatria

Organização Hospitalar
Classificação de acordo com o porte: Médio porte, buscando grande porte.

Tipo de instituição
Filantrópica. É um Hospital geral com 164 leitos dedicado ao atendimento de média e baixa complexidade em várias especialidades. Atende a população da região trinacional com destaque para neurocirurgia, ortopedia e traumatologia.

Missão, visão, filosofia e objetivos .
MISSÃO: Promover saúde através da prestação de serviços em assistência hospitalar. VISÃO: Ser referência em assistência hospitalar de média e alta complexidade, na região da tríplice fronteira, com tecnologia e excelência contribuindo para a qualificação multiprofissional na área de saúde. VALORES: a) Responsabilidade: socioambiental; profissional; compromisso

intercooperativo. b) Respeito: ao ser humano; conduta humanizada; conduta ética. c) Organização: comunicação assertiva; educação permanente para a saúde; qualificação profissional; assistência contínua; sinergia institucional.

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FILOSOFIA E OBJETIVOS: Oferecer atendimento à saúde com qualidade, respeitando os princípios e diretrizes do SUS é um dos principais desafios do Poder Público, prestar um atendimento humanizado, colocando-se sempre no lugar do outro.

SETORES QUE COMPÕEM A INSTITUIÇÃO;
Internações Médica e Pediátrica Cirúrgica e Ortopédica Unidade de Terapia Intensiva Adulto e Pediátrica

Centro Cirúrgico 06 Salas para cirurgias de médio e grande porte nas seguintes especialidades: Neurocirurgica Ortopédica Torácica Vascular Urologia Buco-maxilo

Ambulatório, Pronto Socorro, Hotelaria, rouparia, Setor de Manutenção, Setor de portaria e recepção. O hospital conta com exames de imagens com setores de: Tomografia, Radiologia, ECG, USG, EEG. Também conta com laboratório de analises clinicas. Conta com multiprofissionais: Psicólogos, Nutricionistas, 4

Fisioterapeutas, Assistentes Sociais, Médicos Enfermeiros Entre outros

Estrutura Organizacional (organograma)

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Caracterização do setor de estágio.
IDENTIFICAÇÃO DO SETOR:
Pediatria. Situada no térreo do hospital, a pediatria conta com 25 leitos e dois isolamentos e atende crianças com doenças infecciosas e parasitarias como pneumonia, derrame pleural, meningites, encefalites, leishmaniose visceral, asma brônquica, fibrose cística, abscesso pulmonar, tétano, anemias entre outras.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO SETOR:
Assistência de enfermagem voltada à criança e ao adolescente até os 12 anos de idade. O objetivo principal do serviço de pediatria é cuidar diagnosticar e tratar as doenças mais freqüentes na criança. Além disso, os profissionais devem atuar na assistência de enfermagem de forma humanitária favorecendo assim um relacionamento adequado entre a criança e o profissional, isso é necessário para que o tratamento seja eficaz.

Internação
As internações devem ser realizadas com no máximo 12 hrs de atendimento ao paciente, independente da pendência que houver, ficando a cargo do enfermeiro informar e/ou orientar ao medico a normativa diante da não conformidade. As internações devem ser comunicados aos medico titulares pelo medico plantonista do Pronto Socorro para discussão da internação e avaliar a indicação da mesma. O medico plantonista do Pronto Socorro (emergencista/ trauma/ clínico/ cirurgião) deverá solicitar a internação do paciente através do impresso de solicitação de internação. 6

As internações de pacientes psiquiátricos devem ser imediatamente realizadas para o medico psiquiatra. As internações clinicas devem ser transferidas em sua totalidade para os leitos de clinica medica. Os pacientes com diagnostico de dengue devem ser direcionadas para a Clinica Medica. Quando esta não possuir mais vagas na internação os pacientes devem ser destinados a unidade de Dengue. Referencia X Contra-Referência.

CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA:
Crianças de 0 a 12 anos, provenientes de toda a região. O atendimento é realizado pelo SUS.

Processo de Planejamento
Na enfermagem, planejar e executar atividades são imprescindíveis para garantir assistência com qualidade. A função de planejamento costuma figurar como uma das atividades desenvolvidas predominantemente pela enfermeira, dada a divisão social e técnica do trabalho. Costuma também, ser associado imediatamente ao planejamento da assistência de enfermagem ou ainda, como uma função das enfermeiras que desenvolvem predominantemente o processo de trabalho de gerenciamento do serviço ou da unidade assistencial. O enfermeiro gerencia o cuidado quando o planeja, quando o delega ou o faz, quando prevê e provê recursos, capacita sua equipe, educa o usuário, interage com outros profissionais, ou seja, em todas as atividades realizadas para que se concretizem melhorias no cuidado. Dentre os instrumentos utilizados para o gerenciamento da assistência destaca-se o processo de enfermagem como uma ferramenta que favorecer a organização,

planejamento, controle e avaliação das atividades relacionadas ao cuidado, que são implementadas como uma série de etapas (coleta de dados, diagnóstico de enfermagem, planejamento, intervenção e avaliação). 7

A enfermeira não mencionou nenhuma dificuldade no processo de planejamento. A equipe é bem unida e prestativa.

Processo de Organização
O fluxo de informações do setor se dão de forma formal e informal, sendo por conversas informais e memorandos internos. Todos profissionais do setor participam dessas atividades. As normas do hospital/setor são impressas em memorando e anexadas ao livro de notificações dos auxiliares e técnicos de enfermagem.

Prontuários/Relatórios
     Todos os documentos de prontuário são de responsabilidade de todos e devem ser mantidos organizados; Os documentos de prontuário devem ser organizados pela auxiliar administrativa; Nos finais de semana essa atribuição esta destinada a Auxiliar/técnica de enfermagem do turno noturno. Devem permanecer nas pranchetas somente documentos de prontuário organizado na sistematização já implantada. Todos os documentos de prontuário que ultrapassarem a data vigente devem ser furados e arquivados em prontuários Essa atividade decorre durante todo o plantão. É um trabalho que deve ser realizado com atenção, sendo notificada no prontuário qualquer alteração do paciente.

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Processo de direção
Liderança: A liderança, como um dos processos que concretiza a administração de pessoal nas organizações, trata basicamente da condução ou coordenação de grupos e para um grupo agir como uma unidade ou para organizar-se,são necessárias a coordenação das discussões e a escolha dos métodos a serem adotados.Assim,liderança aparece na literatura das ciências sociais com três significados de maior importância:como atributo de uma posição,como característica de uma pessoa e como uma categoria de conduta. O agente influenciador e as pessoas influenciadas.

Formulário de Liderança.
A enfermeira do setor trabalha e toma decisões em conjunto, ouvindo, orientando e impulsionando a equipe. Dá feedback honesto sobre o desempenho da equipe. Dá as informações que a equipe necessita para seu trabalho. Avisa previamente a equipe sobre as mudanças e explica como elas os afetarão. Define claramente o que espera de cada membro da equipe. É um exemplo a ser seguido em termos de liderança, como educador e facilitador. Atua de maneira respeitosa com a equipe. Proporciona condições que levam ao trabalho de equipe. Reconhece franca e honestamente,o trabalho bem feito. Busca soluções para os problemas relacionados com o trabalho da equipe. Orienta e estimula a trabalhar em equipe. Cria condições para um ambiente de abertura e confiança.

Habilidades que o enfermeiro da unidade possui : (x) Comunicador. (x) Impulso para ação. (x) Disposição para ouvir. (x) Flexibilidade. (x) Responsabilidade.

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(x) Confiança. (x) Tomador de decisões. (x) Solucionador criativo de problemas.

Dificuldades que o enfermeiro enfrenta no exercício da liderança.

(x) Complexidade do ser humano. (x) Recursos financeiros escassos. ( ) Recursos humanos escassos. (x) Recursos de materiais escassos. ( ) Sobrecarga de trabalho. ( ) Carga horária excessiva. ( ) Desmotivaçao. ( ) Falta de apoio da direção.

Supervisão: Os especialistas na área de humanos têm freqüentemente abordado a função supervisão, considerando-a instrumento capaz de exercer grande influencia em aspectos fundamentais das organizações, como, por exemplo, o índice de absentismo e rotatividade dos funcionários. A função supervisão tem recebido uma variedade de definições, muitas vezes semelhantes entre si,outras vezes complementares e algumas vezes divergentes,dependendo dos valores e convicções das pessoas envolvidas e do contexto em que essa função é desenvolvida.Cada divisão ou serviço de enfermagem devera estudar,em face dos seus objetivos e das características das atividades desenvolvidas pelos elementos supervisores.O enfermeiro que desenvolve a função supervisão deve escolher os instrumentos e técnicas a serem utilizados dependendo das necessidades advindas de cada situação.

Trabalho de equipe: Numa instituição, os funcionários passam a integrar grupos. Muitas vezes, um mesmo funcionário pertence a mais de um grupo, onde passa a ter comportamentos peculiares. Esses grupos, considerados como micro-sociedades, tem valores e crenças semelhantes e nem sempre se formam por motivo de trabalho. De um modo geral,nas organização existem os psicogrupos e o sociogrupos. 10

No caso da equipe da pediatria, a equipe trabalha de forma integração, pois trabalham todos juntos com o mesmo objetivo, que é a melhora da saúde das crianças internadas no setor.

Processo de Controle do Serviço de Enfermagem
Na definição da estrutura organizacional do Serviço de Enfermagem devem ser considerados: a filosofia e os objetivos do Serviço de Enfermagem o volume e complexidade das atividades a serem executadas, os recursos disponíveis e as características desejáveis na estrutura. Um conjunto de aspectos considerados na estrutura, dependendo do grau e da forma em que aparecem, é que vai caracterizá-la, provocando as diferenças na estrutura de cada organização. Esse conjunto de aspectos compreende: a divisão do trabalho e especialização, hierarquia, autoridade e responsabilidade, amplitude da supervisão, centralização e descentralização, e formalização. Quando um grupo de pessoas contribui com seus esforços para o alcance de um objetivo, torna-se necessário estabelecer um acordo sobre atribuições de cada uma e definir as relações de trabalho que devem existir entre elas. Assim, considerando o serviço de enfermagem como um grupo organizado de pessoas, onde é grande o número, a complexidade e a diversidade das atividades realizadas, é evidente a necessidade da divisão e distribuição do trabalho entre os elementos, bem como do estabelecimento do padrão de relações entre eles. Com isso os esforços são coordenados para alcance do objetivo proposto, que é a prestação da assistência de enfermagem. Para tanto precisa haver a definição da estrutura organizacional do Serviço de Enfermagem.

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Organograma do Serviço de Enfermagem
Diretor Geral

Coordenadora de enfermagem

Enfermeira do setor

Funcionários do setor: médicos e auxiliares

RH EM CONJUNTO COM GERENCIA DE ENFERMAGEM.
Medidas disciplinares: Primeiramente, cabe ao enfermeiro identificar as falhas dos seus funcionários com a finalidade de, pela orientação, contribuir com seu desenvolvimento. Muitas vezes, a orientação é feita, mas mesmo assim as resistências acontecem. Intensifica-se o esclarecimento e a orientação desses funcionários e não se obtém mudanças de comportamento. As falhas podem lesar o paciente, a equipe ou o serviço de enfermagem. Cabe ao elemento supervisor utilizar as medidas disciplinares em vigor no serviço de enfermagem, na ocorrência dessas situações. As medidas disciplinares deverão ser utilizadas sistematicamente, ou seja, toda vez que o funcionário, já esclarecido, reincidir em uma falha que venha a lesar cliente, funcionário, serviço de enfermagem ou instituição. Alguns aspectos deverão ser observados no caso de aplicação de medidas disciplinares: - o elemento supervisor deve ouvir o funcionário que cometeu o erro, tentando identificar os seus motivos; - a falha deve ser analisada quanto às conseqüências para o cliente, os funcionários, a enfermagem e a instituição; - o elemento supervisor deve julgar a ação, não a pessoa, e reforçar a sua confiança na mudança de comportamento;

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- a gravidade da medida disciplinar deve corresponder a gravidade do erro; - deve ser feita nova avaliação desse funcionário após um prazo determinado conjuntamente. O enfermeiro deve registrar todas as oportunidades dadas aos funcionários com as respectivas orientações em seu plano de desenvolvimento.

Recrutamento e seleção de pessoal e o papel do enfermeiro neste processo.
O recrutamento e a seleção constituem-se atividades integrantes do processo de gestão. Tais atividades envolvem a exploração e a análise do mercado de trabalho tendo em vista a escolha e a dotação de pessoas para a organização. Condizentes com a nova postura institucional, de valorização dos recursos humanos, o recrutamento e a seleção já devem encorajar e incentivar pessoas criativas e inovadoras para que se tornem forças na igualdade e na diversidade e, sobretudo, que saibam compartilhar.

GESTÃO DA QUALIDADE NO SERVIÇO DE ENFERMAGEM:
Os instrumentos de que um serviço de enfermagem dispõe para a gestão da qualidade podem ser subdivididos em: internos e externos. Quanto aos internos, destacam-se as comissões de avaliação interna da qualidade, constituída de elementos da equipe multidisciplinar, de auditoria de enfermagem, de prevenção e controle de infecções hospitalares, de ética em pesquisa, de gerenciamento de riscos, de prevenção interna de acidentes e os serviços de educação continuada e de atendimento ao cliente. Com relação aos externos, a acreditação hospitalar, preconizada por órgãos

governamentais, é considerada uma prática relevante para a gestão da qualidade e que vem sendo, gradativamente, empregada nas instituições de saúde.

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Referência
KURCGANT, Paulina (coord.). Administração em Enfermagem. São Paulo: E.P.U., 1991.

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