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Psicologia das Atitudes Morais

Autor: Lidiane Instituição: Tema: Psicologia Jurídica Data de inclusão: 04/08/2006

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PSICOLOGIA DAS ATITUDES MORAIS

As Teses Nativista e Social da Moral Para os nativistas a moral nasce com o homem, se desenvolve e se afirma com o contato social. Para os psicólogos atuais o homem nasce sem moral. Esta surge no decorrer do crescimento da criança quando ela se depara com as proibições e as coações dos adultos, através de regras de conduta. As Teses Unitárias e Dualistas das Origens da Moral Ao contrário dos nativistas, os partidários da tese empirista se dividem em unicistas e dualistas. Os psicanalistas unicistas explicam que a origem da moral está voltada contra o meio através dos instintos mais primitivo cuja evolução se volta contra o próprio ego de forma implacável, ou seja, quanto maior for o complexo de Édipo maior será a facilidade da transformação de um superego ou consciência moral robusta.

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O complexo de Édipo é um processo de introjeção no qual a imagem paterna é fixada e identificada no "ego", infligindo então o indivíduo a si mesmo os mesmos castigos que antes tentara dar ao pai. Na fase adulta esse processo de introjeção é notado em comportamentos hostis que o homem tem para com a sociedade. Por outro lado, a formação do superego encontra-se exagerado nos neuróticos compulsivos. Estes acreditam que seus atos terão más conseqüências e, desta forma, através do sentimento de culpa chegam a se autopunir. Para a concepção psicanalística, a conduta moral dependerá somente do grau de desenvolvimento do "superego". Isto é, uma pessoa boa o é na medida em que é má para si. Porém, os psicanalistas admitem a existência de pessoas que não são nem más nem boas. Elas dominam apenas o "ego", calculador e perfeitamente adaptado ao princípio da realidade. Já os dualistas, como o autor Bérgson, reconhecem também a origem primitivamente amoral do homem. Porém, não deixa de afirmar que existem no homem duas condutas morais que obedecem a origens distintas: a primeira é a pressão que o grupo exerce sobre o indivíduo chamado de moral fechada e, a segunda é a força no próprio impulso vital, a moral aberta. Nesta, o indivíduo é livre dos meios sociais. As Teses Geral e Especial da Conduta Moral Para modernos psicólogos americanos "a teoria da especificidade da aprendizagem aplica-se também para o caso da conduta moral e, por conseguinte, lhe é impossível aplicar um qualificativo ético a uma pessoa sem precisar imediatamente quais são as reações concretas que serviam para atribuí-lo". A Denominada Loucura Moral Um louco moral é um indivíduo que aparenta ser normal, mas, entretanto, se comporta de um modo contrário às normas morais. Comentário Crítico A moral, segundo a tese social, se constrói no convívio em sociedade. Nesse sentido, se contrapõe a nativista, a qual defende o caráter inato da moral, que não foi recepcionada pelos especialistas. O homem durante seu crescimento se depara com situações onde aprende quais condutas são ou não proibidas. Aprende que existem regras de convívio que ao serem violadas acarretam uma sanção para si. A sua consciência o guia para praticar ou não essas proibições.

PSICOLOGIA DO DELITO Conceito Psicológico da Conduta Delituosa Para o psicólogo, o delito é um episódio incidental enquanto que para o jurista é o tema central de sua atuação. O futuro de um delinqüente se acha menos condicionado pela qualificação que mereça seu delito no Código do que pela ação que sobre sua consciência moral exerçam os acontecimentos provocados pela intervenção criminalógica. Do ponto de vista psicológico, para se compreender o caráter predeterminado das ações humanas, deve-se entender a conduta pessoal ante a situação delituosa por meio dos nove fatores que as determinam: a constituição corporal; o temperamento, a inteligência, o caráter, a experiência anterior, a constelação, a situação externa desencadeante, o tipo médio da reação coletiva aplicável à situação por parte do delinqüente. Em cada caso esses noves fatores podem comportar-se de modo positivo ou negativo. Fases Intrapsíquicas da Ação Delituosa Para o jurista o delito representa seu material de estudo, enquanto que para o psicólogo é a exteriorização de um processo psíquico de gradativa intrapsíquicos que podem ser ou não conscientes. Uma conduta nunca é totalmente impulsiva nem totalmente premeditada. Na verdade, passa por fases que levam a realizar ou não a conduta. Na primeira fase surge, às vezes, a "idéia" delitógena. O homem a percebe como simples sugestão condicional ou como prospecção condicional. O pensamento proibido já está presente e por fim se põe em marcha o processo delitógeno. Na segunda fase esse pensamento adquire força e clareza: a tentação cresce e converte-se em "desejo". Na terceira fase surge o conflito. O pensamento oscila entre o "desejo" e o "temor". Na quarta fase o indivíduo se transforma em delinqüente em potencial por ter o propósito de fazer. Porém, ainda pode ocorrer a dúvida entre o impulso ou o temor. Depois de

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se necessário em nome da "defesa social". Dessa forma. a cólera e o amor. No direito criminal. Essa noção surge através da educação coercitiva que o ensina que sua conduta resultará de uma transação entre a satisfação de suas necessidades e as dos demais. Com isso falta o último passo intrapsíquico: a decisão. Os estados emocionais resultantes da reativação da tendência reprodutora ou sexual são as duas melhores armas de que pode se valer qualquer um para conseguir a inibição da capacidade de crítica em uma pessoa. porém. A luta contra a delinqüência deve ser estabelecidade no terreno da previsão mais do que no terreno da correção. Esse sentimento pode acarretar uma decisão do julgador de ajuda corretiva e. e limita-se à ameaça. pois constitui o limite ou fronteira entre o pré-delito e o delito propriamente dito. Aquele formulando objeções e estas as vencendo. Com efeito. debilidade excessiva dos mecanismos inibidores que asseguram a condicionalização reflexa negativa daqueles. O processo deliberativo que conduz à crença e desta à decisão é o caminho entre o pensamento e o ato. é um ato que muitas vezes foi praticado por parentes ou amigos do potencial delinqüente. e do outro. não comete esse ato. para os juristas a sugestão é um efeito da afetividade do indivíduo. privar de sua liberdade o autor do delito. Ao satisfazê-las não se dar conta do prejuízo que possa causar. usa-se também de outra coação anterior e maior. é o medo. A psicologia da sugestão fica reduzida ao estudo da influência que o estado emocional exerce sobre a capacidade de percepção crítica. através de uma complexa relação associativo-simbólica. que levam certos cidadãos a infringir abertamente a moral do sentido comum. Delito Reivindicador Esse tipo de delito parece uma espécie de vingança pessoal. mas acredita-se que ao fazê-lo está evitando um mal maior que de outro modo seria irremediável. mas não o é. Discussão do Denominado Delito por Sugestão. para evitar essa coação. tanto mais difícil será sugestioná-la. Então. Pouco Conhecidos. Pertencem a essas motivações as cláusulas de honra. se não fosse às vezes praticado tardiamente.net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais resolvida à dúvida. Delito Libertador ou de Aventura 2 de 7 18/11/2012 23:10 . São para os psicólogos os mais repulsivos. As Fronteiras Psicológica e Judiciária do Delito O indivíduo sabe que se expor o seu propósito para o mundo não pode deixar de considerar o duplo perigo que o ameaça. Se este pensamento for levado em consideração o provável autor optará em deixar suas intenções apenas em pensamento. depois de praticá-lo só cabe a punição. de Motivações de Delito A seguir alguns tipos delitógenos nos quais imbricam as motivações endógenas e exógenas que interessam ao jurista: Delito Profilático Esse é um tipo de delito que o autor sabe que está infringindo a lei. a Delito Simbólico Esse poderia ser considerado como uma variante de delito profilático. os que mutilam ou destroem as ilusões e as fontes de prazer psicológico. e sim. O indivíduo acredita agir movido por um sentimento de "dever" ou de "generosidade social". Delitos não Qualificados Nem sempre os piores delitos estão codificados. essa capacidade crítica se acha em razão inversa do grau de afetividade e em razão direta do grau de inteligência. Comentário Crítico Para a psicanálise o importante são os fatores intrapsíquicos que levaram o indivíduo a cometer o crime. Fals a De nún cia É o caso de acusar alguém de um ato que não cometeu para salvá-lo de comissão – iminente – de outro. em virtude das quais todos nós delinqüíamos se não fosse pela educação e as sanções penais impostas. Pode-se dizer que o indivíduo está em estado sugestivo quando suas idéias se relacionam diretamente com a conservação da sua própria vida e da espécie. Portanto. São diversas as variedades que podem ser descritas neste tipo: Deli to E utan É o chamado ásio homicídio por piedade por ser praticado a pedido da vítima e por meios não cruéis. Motivações Endógenas de Delito Os delitos de motivação endógena são devidos a alguns fatores como a violência excessiva dos mecanismos instintivo-emocionais primitivos. nota-se que quanto mais inteligente e menos emocionável for uma pessoa. C ha ntag em In coagido Aqui. Motivações Exógenas de Delito Mesmo que as infrações morais e legais se radicam na própria natureza do ser humano. é certo que a organização do mundo civilizado introduz algumas motivações exógenas. Porém. Com isso. a Agre ssão Prev ntiv Nesse caso. O estado sugestivo é o resultado da supressão da capacidade de crítica da pessoa. coincidência de ambos os fatores. pois o homem sabe que se o cometer receberá uma reprovação. conservando-se normais todas as suas demais funções psíquicas. A passagem do propósito a decisão é importante para o psicólogo e para o juiz. o indivíduo sente-se satisfeito por ter "tomado à postura ou atitude potencial". alguém é vertid e. o indivíduo entrará no campo da ação anti-social. O autor não se acha diretamente implicado no assunto do qual se erige em paladino e provoca uma reação agressiva que supera o motivo que a iniciou. há de um lado o juízo crítico. ou Delito Induzido.Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd. umeindivíduo pensa em eliminar alguém que odeia muito. Nessa fase. Em síntese. deve-se buscar a origem de todos os delitos na natureza profundamente anti-social das tendências congênitas do homem. como conseqüências não está diretamente relacionado com o delinqüente. as tendências de reação. à medida que avança a compreensão da psicogênese do delito. mas se convertem então em infratores atuais da legalidade que desejam preservar. A insuficiência desse fator no aprendizado do indivíduo pode levá-lo a delinqüência. o primitivo ódio contra o delinqüente atual se transforma em compaixão para com ele. por que o faz? Já para o direito. Alguns Tipos Mistos. MOTIVAÇÕES E TIPOS DE DELITO Os Motivos de Delito Os psicólogos afirmam que o indivíduo quando nasce já tem tendências delituosas.

3 de 7 18/11/2012 23:10 . Comentário Crítico Mesmo admitindo-se que o indivíduo nasça com a predisposição delituosa. O indivíduo de personalidade histérica tem como traço forte os fatores afetivos que influenciam sua conduta no qual predominam as reações instintivas. se não há resistência por parte do interrogado. As pessoas atingidas desta falta de memória são incapazes de lembrar-se do que se refere à situação desencadeante do choque psíquico. global e como tal irredutível. se a intensidade for menor. vem a sugestão. Conclui-se que o testemunho obtido por interrogatório costuma fornecer dados mais concretos. que surge nas perguntas de elementos que condicionam a resposta em determinado sentido. Por outro lado. inconstância e influenciabilidade de seus sentimentos e emoções. Nossa mente efetua sua percepção mais de acordo com a lembrança de como era do que com o conhecimento de como é". os testemunhos. observar-se que. a pressão exercida pelo interrogando. Essa personalidade constitui de insuficiente distinção entre o mundo real e o imaginativo. Vários fatores influenciam uma pessoa na hora do interrogatório. Assim sendo. Causas mais Comuns da Inexatidão do Testemunho O hábito é uma causa no qual podemos descrever os sucessos mais como costumam ocorrer do que como podem ter passado ou passaram na realidade. por conseguinte. Influência do Tipo de Personalidade na Classe do Testemunho A personalidade exerce influência na moralidade de um testemunho qualquer. a efetiva prática do crime depende da interação dos fatores endógenos e exógenos que atuam sobre a personalidade do mesmo. Diferenças Essenciais entre o Testemunho por Relato Espontâneo e o Obtido por Interrogatório Um relato espontâneo se mostra mais vivo e mais puro que o obtido por interrogatório. ao passo que outros são desprezados ou mesmo odiados. O que o impede de praticar ou não o delito são os instrumentos sociais de coesão. Na prática. Não existe relação entre o grau de extroversão e a fidelidade ou veracidade do testemunho. contudo menos exatos do que no relato espontâneo. ou melhor. não podem ser considerados como prova infalível em todos os casos. Depois. o que há é uma relação positiva entre a precisão dos testemunhos visuais e a disposição eidética que é encontrada com mais freqüência nos tipos introvertidos. mesmo nos casos mais favoráveis. conservá-los intactos em seu registro subjetivo e reproduzi-los com fidelidade sob o esforço da evocação voluntária. tendo em vista os vários tipos de personalidades. sim se fundem elementos intelectuais. o interesse nesse tipo de personalidade está no fato de que. Rompe violentamente com suas obrigações morais ou comete qualquer disparate. que se manifestam sob a forma de uma grande auto e hetero-sugestibilidade. apenas uma percentagem pequena de testemunhos espontâneos diz tudo o que interessa e nada mais do que interessa. o indivíduo acredita que sucederam depois fatos ocorridos antes da situação a testemunhar. dinâmico. como por exemplo.Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd. a precisão não está sempre unida à veracidade. As vivências neutras ficam no campo da teoria. Geralmente. nunca podemos chegar a conhecer a realidade exterior senão nos baseando na multiplicação até o infinito do número das pessoas que a percebem simultaneamente. Delito de Expiação (Autopunitivo) O indivíduo que realiza esse delito entende merecer uma repulsa social. ESTUDO E VALORIZAÇÃO JURÍDICA DAS PERSONALIDADES PSICOPÁTICAS Tipo de Personalidade Histérica ou Pitiática O essencial nesse tipo de personalidade é a labilidade. Para o jurista. Portanto. Influência da Tendência Afetiva Presente (Constelação) no Processo da Percepção As relações entre as tendências afetivas e as percepções externas nem sempre são vistas como queríamos que fossem. atuando como vítimas ou como acusados ou simplesmente como testemunhas informantes complicarão enormemente as ações judiciárias. mas sim que em determinadas circunstâncias são vistas como não queremos. automáticas. o que percebemos e lembramos está ligado à afetividade. parece ao juiz que ele os devia vivido. confundem o plano subjetivo e objetivo. como também as representações e tendências afetivas evocadas pela pergunta a que responde. e assim satisfazer a necessidade de expiar uma culpabilidade inconsciente. emocionais. mas costuma estar em razão direta dela". imaginativas e inconscientes. Dessa forma. as respostas de um testemunho obtidas por um interrogatório são reações mistas. Comentário Crítico Um testemunho nem sempre é preciso. Finalmente. tanto o desejo positivo como o desejo negativo de que algo ocorra podem levar o indivíduo a acreditar que esse algo já ocorreu. o valor de uma declaração só pode ser julgada conhecendo quem a fez. PSICOLOGIA DO TESTEMUNHO Fatores Capazes de Influenciar o Modo de Percepção de Determinado Acontecimento A percepção é uma experiência psíquica complexa na qual não se misturam e. mas na verdade são pequenos tiranos dos seus. É tão imenso o valor do mecanismo catatímico que praticamente não se pode falar de percepções neutras e. como se apoderar de dinheiro. Se sua intensidade é muito forte constitui o que se denomina uma alucinação. O certo seria que o tipo psicopático fosse interrogado por psiquiatra judicial. "De um modo geral. mas por tudo o que existe. esse tipo quase sempre adota um papel de vítima queixosa em todas as situações.net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais Esse tipo de delito deriva-se da vontade que o homem tem de satisfazer o prazer de uma aventura. Este fato ocorre porque alguns dos mecanismos emocionais mais dolorosos para o espírito foram comovidos. Influência do Hábito na Percepção "Em virtude do hábito completamos de tal modo às percepções da realidade exterior. Valorização Jurídica da Personalidade Histérica São indivíduos mimados por seus parentes e conhecidos. Pessoas com essa personalidade estão predestinadas a exibir reações patológicas quando entram em conflitos sérios com o ambiente. que basta que se encontrem presentes alguns de seus elementos para que nosso juízo de realidade se dê por satisfeito e aceite a presença do todo. na qual entram não só as vivências espontâneas do interrogado. Não o faz de forma legal. Logo após. É desde antigamente conhecida a "amnésia emocional" que se observa uma infinidade de vezes como conseqüência de um brusco abalo moral. Mas. para constituir um ato psíquico. Mas este é um ponto importante por ser insuficientemente conhecido. recorre às puníveis. Nos interrogatórios judiciais. a tendência afetiva que inevitavelmente surge no indivíduo diante de qualquer situação e que o faz sentir simpatia ou antipatia não só pelas pessoas. Fatores que Influenciam o Ato de Expressão do Testemunho Uma mente equilibrada e hábil para resistir à influência perturbadora de todos os fatores tem uma psique ideal para observar com exatidão os fatos. a confusão no tempo. um castigo. Porém. Influências que Determinam uma Mudança no Processo Evocador das Percepções As tendências afetivas são os mais eficazes instrumentos capazes de perturbar a marcha do processo evocador. dá-se lugar a uma ilusão. afetivos e conativos.

nascido de boa família. Personalidade Astênica Tem como característica o rápido esgotamento de seus ciclos de atividade psíquica. embora se mostre extraordinária se a considerarmos somente em seu aspecto potencial. Tipo de Personalidade Ciclóide Este tipo coincide com o extrovertido e sintoniza com o meio perfeitamente. absolutas e raramente confessa não conhecer suficientemente o assunto em questão para poder opinar. cordial e simpático. nunca fala mais do que o necessário. honradez e ordem são as vantagens oferecidas pela personalidade compulsiva. recorre-se às atenuantes de "arrebatamento e obcecação". Sua agressividade é dirigida para o interior e se opõe a si mesmo com composto de duas personalidades opostas entre si e encerradas em um mesmo corpo. Esses indivíduos sofrem muito e talvez façam sofrer mais ainda aos que os rodeiam. Valorização Jurídica O dualismo de sua tonalidade psíquica e a multiformidade de seus estados de ânimo criam várias formas ou subtipos. Sua conduta é composta de originalidade. podendo estar em parte inicialmente certo. Suas ações demonstram uma refinada crueldade.net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais Tipo de Personalidade Explosiva ou Epileptóide São indivíduos de tipo explosivo que se caracterizam pela violência de suas reações afetivas e as concentram ou acumulam para descarregarem-se bruscamente sempre de um modo desproporcional aos estímulos que as desencadearam. Em alguns casos essa reação explosiva está ligada às tendências emocionais. impõem a si a posse de um ideal de perfeição ética e intelectual tão difícil de alcançar que seus esforços se acham de antemão condenados ao fracasso. as personalidades explosivas. brusquidão e falta de coerência externa. O possuidor desta personalidade tem a crença na onipotência de suas idéias. O regime carcerário pode aumenta sua astúcia e conseguir que aprimore suas técnicas de delito para escapar posteriormente à ação da justiça. não costuma ser reconhecido como patológico pelos juízes e sofre as conseqüências de seus atos como o indivíduo normal. O que se denomina "violência delituosa" dos tipos compulsivos é extremamente pequena em realidade. Esse tipo exibe certa preguiça e lentidão. Tipo de Personalidade Hermética ou Esquizóide Esse é do tipo que vive em nosso mundo. em verdade. a direção em que estes se desenvolvem é falsa. mas esquece que os dados elementares que manipula lhe são fornecidos. em regra. Porém. o indivíduo é considerado um doente mental em decorrência da presença de ataques convulsivos ou de "equivalentes" manifestos do mal comicial. subjetiva. A escrupulosidade. mostra-se de personalidade misteriosa. Pela análise jurídica essas pessoas são as que com maior freqüência cometem os delitos de sangue imotivados. Suas opiniões são. primitiva. da verdade e da justiça. não demonstra arrependimento nem tampouco se deve esperar sua correção com medidas disciplinares mais ou menos violentas. não está em relação com o vigor e a tenacidade empregados pelo indivíduo para obter sua reparação. Este é boêmio empedernido. Esse tipo tem tendência ao "autismo". obrigando-os a se ajustarem a seu especial modo de viver. porque possuem uma aparência dócil e conduta comum. surge à reação "explosiva" que os fazem cometer as maiores atrocidades e injustiças. é muito pobre de afetos e quase se mostra ensimesmado. Suas reações mais freqüentes são: o ciúme mórbido. sua conduta com quem quer que seja. Diagnóstico Diferencial Aqui serão apresentados outros tipos de reações violentas como a personalidade esquizóide que é capaz de praticar graves delitos sem motivação aparente. como indicamos. mas não vive conosco. 4 de 7 18/11/2012 23:10 . Valorização Jurídica Aqui. ninguém pode confiar em sua palavra. que dificilmente podia ser suspeitada pelo leigo. Personalidade de Tipo Paranóide O paranóide dá a impressão de ser antes de tudo um indivíduo racionante em alto grau e amigo. Tipo de Personalidade Compulsiva O indivíduo desse tipo tem o desejo de justificar até o extremo todos os seus atos. nos quais o característico é o modo brusco de sua aparição e a grande agressividade de que dão mostras os que a elas estão sujeitos. O delito é perpetrado por carecer o indivíduo de superego ou consciência moral e por não ver motivo lógico que o impeça de praticá-lo. imaginativa. Valorização Jurídica Muitos litígios poderiam ser evitados pelos juristas se esses tipos patológicos fossem entregues a um psiquiatra. completamente livre da censura imposta pelos valores do ambiente. em troca. Muitas das condutas sexuais perversas são cometidas por pessoas com esse tipo de personalidade. Para se saber se uma pessoa é desse tipo. Em sua maioria os indivíduos de personalidades explosivas necessitam de um tratamento médico. é exagerado em suas coisas e muito superficial e inconstante em seus afetos. Diante disso. Ao jurista é preciso prudência com o indivíduo que se estende em argumentações minuciosas a provar axiomaticamente à veracidade de suas deduções. de vez enquanto. Outro tipo é o paranóide capaz de reagir violentamente diante de estímulos de pouca importância. Tipo de Personalidade Amoral ou Perversa Comete o delito movido pela paixão. mas sem lembranças delas.Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd. como o vagabundo hipomaníaco. detalhe por detalhe. O resultado é uma dúvida que provoca indecisão e falta de eficiência para a vida prática. já deformados pelo processo catatímico. até ao exagero. revelam em muitos casos uma afetada amabilidade que se mostra até pegajosa. Em contrapartida. defende seus princípios. "Esse tipo sugere mais a idéia de uma mentalidade selvagem. à vida irreal. Ele não falha em seus julgamentos e os revestes. Mas. como a sexual. Valorização Jurídica Juridicamente o paranóide é um acusador pedindo satisfações por vexames ou injustiças que. dotado de certa cultura e inteligência. que suas conclusões se acham predeterminadas e embora cada um dos membros de sua cadeia silogística seja em si indestrutível. Na personalidade hermética não se sabe o que realmente o indivíduo pensa. Para esses fatos é difícil haver justiça. e leva uma vida de ócio. caprichosidade. a psicose de invenção e a psicose reivindicadora. pede-se sua opinião sobre matérias diferentes das quais motivam a intervenção judicial. Esse quer sempre ter razão e discute. Ri e chora com facilidade. que são também difíceis de comprova-se a posteriori. É o que mais sabe fazer amigos. Outro meio é contradizê-lo com argumentos razoáveis. tudo isso se anula porque sua moral é algo frouxa e acomodatícia. eufórico. Desta forma surgem paixões amorosas exageradas. Essas personalidades apresentam um íntimo conceito de insuficiência e. Esquece. inferior e pré-lógica que chega a se impor e a conviver simultaneamente com a normal do homem civilizado". aparentemente se adapta a nossos hábitos e sentimentos. pois é do tipo franco. a maior parte dos quais não chega a alcançar uma expressão motora adequada à natureza dos estímulos desencadeantes. em princípio. também. Durante sua vida. oposto a dos explosivos. de todo aparato de uma argumentação silogística. Pessoas assim não têm energia necessária para levar adiante os atos que suas situações vitais requerem. O tipo paranóide quando chega a sofrer um verdadeiro processo paranóico. Valorização Jurídica Em um interrogatório judicial esses tipos se desesperam seja como testemunhas ou protagonistas. seriedade. O indivíduo tem um caráter seco. Em certos casos os indivíduos apresentam conscientemente a reparação dos defeitos de seu temperamento. sente ou quer.

ao fracasso de um projeto comum. Em alguns casos o objetivo da busca judicial é perpetuar uma relação conjugal acabada ou para vingar-se de uma dolorosa traição. O matrimônio é o vínculo psicológico. Princípios da Mediação Princípios para as partes: 5 de 7 18/11/2012 23:10 . Personalidade Instável Os psicopatas deste tipo são "levianos" e "indiscretos". porque a questão não é apenas de liberdade individual. considerado causa objetiva suficiente. O objetivo da psicanálise é contrapor à idéia de queda e decadência à de redenção do ser humano. Diante disso.Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd. O advogado precisa entender qual a origem do problema para buscar amenizar a dor dos envolvidos. ou seja. o profissional deve entrar no inconsciente do cliente. da arbitragem. causa objetiva que leva à decisão. O Valor Psicológico do Pacto e as Ciladas do Desamor O repúdio é uma ofensa ao pacto. não sabem o que querem. Como a aplicação da lei não resolve problemas emocionais. pois eles também têm famílias e problemas. Valorização Jurídica Esse tipo é considerado como um incontinente. Comentário Crítico A razão do fim de um casamento pode estar ligada ao fato de que os sentimentos que levaram à união já não são mais os mesmos. os processos não podem ser resolvidos com a simples aplicação da letra fria e pura da lei. não interessa ao ordenamento jurídico se querem por desamor. A razão daquele que decide pelo fim da relação deve ser forte. ou mediação. mas afetiva e social a relação. assim como o psicanalista. O que o diferencia da personalidade histérica é que esta se mostra perigosa pelo o que finge e a instável são pelo que enredam. Em relação aos profissionais. sim ao desejo de tentar manter a relação a todo custo. A PSICANÁLISE E O ADVOGADO Cada vez mais a psicanálise se mostra como um caminha válido de descoberta e salvação da humanidade. é a aliança entre duas pessoas. em alguns casos. sendo capazes de desenvolver uma boa quantidade de esforço em curtos períodos. O Direito não pode se limitar ao rompimento da relação amorosa sem razões objetivas. percebe-se que o advogado de família e o psicanalista são instrumentos valiosos nos assuntos de família. incluindo o jurídico e o psicológico. mas sem deixar de lado a razão. fica difícil saber qual predomina naquela pessoa que cometeu o delito. As pessoas de personalidade instável costumam ser hiper-emotivas e ansiosas. por meio da negociação. existe o desejo de harmonizar os conflitos e pacificar as crises. para o parceiro. Ao passo que o advogado procura no cliente os fatos que levaram ao sofrimento familiar. O drama humano é disfunção de ordem existencial. O segredo está em determinar em que medida o que ela diz é a realidade ou fantasia. Seus delitos são leves. ou só o princípio da ruptura. os conflitos as atingem porque são normalmente usadas por um dos cônjuges para chantagear o outro. mas não podem perseverar regulamente nele. DIREITO DE FAMÍLIA: QUANDO A FAMÍLIA VAI AO TRIBUNAL É importante considerar que o aspecto afetivo também está presente nos processos.net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais Valorização Jurídica Os delitos são freqüentemente praticados por "omissão" ou "negligência" do que por violação ou falta de seus deveres e obrigações. não têm como não se compadecerem nos casos de litígios familiares. Logo. pois o que se pretende é revogar o valor psicológico do compromisso formalizado. Evolução do Conceito de Família A revolução do romantismo na união matrimonial tende a conciliar os valores de liberdade e solidariedade. Em razão disto. O psicanalista procura uma resposta humanista para determinados atos de uma sociedade. mas também de solidariedade e ética. o processo legal é usado pelas partes para se manter um vínculo que já teria se acabado há tempo. Foge da comunicação e é. de origem psíquica ou mental. ou outro motivo. leva-se certo tempo. Por isso. Comentário Crítico Os conflitos familiares não podem ser apenas resolvidos através da lei. e. recorrem à ajuda de terceiros. pois ali é tratada a intimidade das pessoas. o desamor seria a razão subjetiva imputável ao cônjuge que objetiva a separação ou divórcio. Para aceitar esse fim. não basta apenas o desfazimento do vínculo jurídico. Sentido Imediato da Situação O desamor é uma razão subjetiva que pré-exclui toda relação dialógica com o cônjuge. por conseguinte. para a esfera jurídica só importa os aspectos objetivos. Comentário Crítico Existindo vários tipos de personalidade. O DESAMOR COM CAUSA DE SEPARAÇÃO Proposição e Delimitação do Tema De acordo com o princípio da culpa. Comentário Crítico A formação que o operador do direito adquiriu não o mantém atento aos aspectos subjetivos que levaram as partes ao tribunal. Se há crianças. por isso não é somente legal. Quase sempre apresentam característica corporal infantis. Ao profissional cabe tentar contornar essa situação para evitar um sofrimento maior. Diante de um consenso dissolutório. Nem sempre o motivo está ligado à lei e. A PRÁTICA DA MODERNA MEDIAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE A PSICOLOGIA E O DIREITO Procedimentos Alternativos na Resolução de Disputas As pessoas nem sempre conseguem encontrar sozinhas uma solução para seus problemas e. O Conflito no Processo de Mediação A mediação é uma possibilidade de intervir utilizando-se de uma abordagem interdisciplinar. A pessoa dessa personalidade precisa de ajuda para modificar seu plano de vida e sua arquitetura temperamental. mas contumazes. mas também do vínculo psicológico. pois acabar com o compromisso jurídico não significa acabar com o sentimental. Porém. conciliação.

Contudo. por serem pessoas que possuem limitações e que uma intervenção multidisciplinar poderia auxiliá-los na articulação das funções da parentalidade. Fenômenos Transferenciais e Contratransferenciais Ao mediador cabe apenas conduzir o processo e não o de fazer escolhas. se requer um bom nível de autoconhecimento para não se envolver. ambos os genitores exercem o poder familiar. seria impôr à criança uma situação traumática. Para se saber se é isso mesmo que os pais querem. Tem-se que observar qual o período evolutivo ao qual a criança se encontra. BIBLIOGRAFIA MIRA Y LOPES.net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais Voluntariedade – parte do princípio de que a mediação só será eficaz se as partes tiverem o direito de escolha. para que a decisão judicial garanta o bem exercício da parentalidade deve-se dar à criança um ambiente seguro em que seu desenvolvimento seja preservado. ou guarda de filhos. Pois. O recurso da lei ocorre quando há uma falha na função materna e paterna na dinâmica interna da família quando da sua ruptura. pois o conflito não é seu. Guarda Compartilhada ou Guarda Conjunta Na guarda compartilhada os genitores compartilham os cuidados e responsabilidades com os filhos. Emíl io. Aplicabilidade da Mediação O objetivo da mediação é a resolução de disputas que ocorrem nos mais diferentes âmbitos. não só deles. Princípios para o mediador: Imparcialidade – não estará defendendo as partes. é importante investigar as causas inconscientes que levam os pais a escolherem a guarda compartilhada. Considerando-se esses aspectos psíquicos. GUARDA – UM OLHAR INTERDISCIPLINAR SOBRE CASOS JUDICIAIS COMPLEXOS Do Superior Interesse da Criança Nas questões de guarda é importante privilegiar o maior interesse da criança. Neutralidade – o mediador não interferi nos acordos negociados pelas partes. Diante do que foi dito. Comentário Crítico A mediação é um recurso procurado pelas pessoas com o objetivo de terem ajudar de terceiros para que consigam encontrar um entendimento para seus problemas. os requerentes da guarda e o vínculo existente entre eles. Por outro lado. Consequentemente. Interesses esses que muitas vezes são esquecidos quando da dissolução do casamento ou da união estável. No fim. os pais deveriam receber também um apoio para exercerem a parentalidade. dar limites a uma relação mais próxima com a figura de apego. Livre decisão – as decisões do processo serão de responsabilidade dos interessados. O Vínculo com a Figura de Apego X Função Materna e Função Paterna Um ponto importante é avaliar com quem a criança se sente mais segura e protegida. envolvendo-se diretamente com as necessidades e interesses dos filhos. é considerado como maus tratos da parte de todos os envolvidos. Confidencialidade – as informações serão divulgadas apenas com autorização das partes. Os filhos não querem escolher com quem querem ficar. dar a ela a opção de escolha. mas valorizando cada uma e criando espaços para um recíproco respeito e escuta. a mãe. decodificar e nomear as necessidades tanto físicas quanto emocionais da criança e da função parterna cuja capacidade de poder interditar. As brigas entre o ex-casal afetam muito o lado psíquico. com um profundo respeito de colaborar com o ex-cônjuge. exceto caso de maus tratos. conter. mas dos filhos também. 2005. avaliando o vínculo com a figura de apego. ferindo o interesse da criança e transformando a disputa em maus-tratos. pois existem advogados que aumentam os conflitos. Não valorizar esses aspectos. o maior perdedor será ele. É importante a figura de apego porque é a escolha do genitor que poderá proporcionar uma relação de continuidade ao vir a ser da criança. Porém. Porém. para se avaliar quem poderá suprir suas necessidades naquele momento vital. atuando juntos para a melhor criação e educação dos filhos. o genitor busca a guarda compartilhada logo após o período de crise conjugal. Os profissionais que ajuízam as demandas devem agir também com ética. procurando no filho o apoio afetivo para enfrentar a dor da separação. como em separação. mas pode perder o interesse após conhecer outra pessoa. porém não é uma divisão igualitária de tempo de convivência. essa forma de arranjo pode acarretar prejuízos à criança. como ao de se privilegiar sempre os interesses da criança. a lei e o simbólico.estar do filho. logia Juríd ic a. acolher. No Brasil. o processo de guarda poderá desempenhar um papel de reafirmação da importância da parentalidade e autoridade parental. M anua l de Psico SP: LZN. não excluindo estar na casa do outro. geralmente. esse meio de "vingança" faz com que os cônjuges se esqueçam do mais importante: o filho. Quanto ao mediador. surge à questão da função materna como sendo a capacidade de poder reconhecer. instituindo limites. os operadores do direito equivocadamente entendem que a criança deveria residir por períodos iguais na casa de cada genitor. assim como os aspectos subjetivos que envolvem todos do processo. pode ocorrer o fenômeno de transferência no qual as partes acreditam que o mediador é capaz de identificar e absorver seus conflitos. é preciso que se fixe uma residência na casa de um dos genitores. Para que isso não ocorra. Quando a Criança é Ouvida Uma criança deve ser ouvida dentro de um processo de avaliação que inclua entrevistas conjuntas e individuais. Comentário Crítico Nos processos de guarda os pais estão intimamente disputando um com o outro quem será o vencedor. Querem os dois. Questões Éticas A todos envolvidos nos processos de disputa de guarda são impostas algumas questões éticas. Logo. Outro é ouvir a criança sem que ela tenha que decidir com quem ela quer ficar. porque muitas vezes. Considerações Interdisciplinares Aos operadores do direito é preciso atenção aos aspectos psíquicos que envolvem a criança. só funciona se houver maturidade dos pais e um interesse legítimo no bem. risco de vida ou delitos graves. Profissionalização – o mediador passa por uma formação teórica prévia e recebe treinamento prático específico. Observar os vínculos que a criança mantém com os pretendentes à guarda. A decisão tomada em processos jurídicos repercute na vida da criança em sua estrutura psíquica. É importante saberem que o papel do mediador não é resolver pelas partes seus conflitos. Por outro lado.Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd. 6 de 7 18/11/2012 23:10 .

Coltro. Antônio Carlos Mathias. 2002. David. Comentários Comentar..Psicologia das Atitudes Morais | Amigo Nerd http://amigonerd.. os n a Prá tica . Plug-in social do Facebook Páginas relacionadas Sociais Aplicadas > Psicologia O Que é Psicologia Sociais Aplicadas > Psicologia Psicologia e o Senso Comum Humanas > Administração Psicologia na Administração Sociais Aplicadas > Psicologia Psicologia ou as Psicologias Sociais Aplicadas > Psicologia Psicologia Comunitária Biológicas Biologia Bioquímica Educação Física Enfermagem Farmácia Fisioterapia Fonoaudiologia Medicina Nutrição Odontologia Terapia Ocupacional Veterinária Zootecnia Exatas Agronomia Astronomia Engenharia Estatística Informática Química Humanas Administração Arquitetura Cinema Contabilidade Desenho Industrial Direito Economia Hotelaria Marketing Produção Cultural Relações Internacionais Secretariado Executivo Turismo Sociais Aplicadas Arquivologia Arte Biblioteconomia Ciências Sociais Comunicação Filosofia Geografia História Letras Pedagogia Psicologia Serviço Social Outras Colegial Diversos Política de privacidade | Contato 7 de 7 18/11/2012 23:10 .net/trabalho/30858-psicologia-das-atitudes-morais ZIMERMAN. Aspe ct os P sicoló gic SP: Milenium.

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