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sothis.’.com.br 2004 e. .v.31 HINOS À DEUSA DAS ESTRELAS Frater Achad Tradução: Soror S. (Nayara Miele) Sothis Publicações www.

Por tanto es tá com a minha mente. flui em dir eção ao Gr ande Mar do Entendimento onde eu pos s o vir a conhecer . par a que nis to eu pos s a s er vir . AUMN O R i ach o Eu vagava j unto à cor r entez a. Vós não tendes pr oclamado: T odas as tr is tez as s ão apenas como s ombr as . cur ve. Ó Vida! Em dir eção ao Gr ande Mar do Entendimento. Deix e s er Vos s a alegr ia a minha alegr ia. cuj o Cor po é B r anco como o L ácteo das Es tr elas . tr emem diante do fr ágil car inho de Vos s a I magem r efletida. Ó Cor r entez a! Flua adiante. s ou eu – Vos s o complemento – aquele que é movimento! Então es tas gr andes pedr as s ão de Vós . então.vos da maneir a mais completa.’.s e diante de Vos s o s er vo e tr ans mita a ele Vos s o B eij o S ecr eto! Acenda dentr o dele o Êx tas e S agr ado que Vós tendes pr ometido diante dos que vos amam. s ois cor po. mas o Es pír ito – a Vida – s ão muito meus . Vós .s e com o br ilho de Vos s a Ór bita Es tr elada nas águas s er peantes . a Gr ande Mãe. as s im como vós tendes pr ometido em Vos s o Livr o S agr ado.3 1 H i n os à D eu s a das E s t r el as F r at er Ach ad T r adu ção: S or or S . Agor a. e meus olhos s ur pr eender am. ( N ayar a Mi ele) I n vocação Mãe do S ol. também.me então r egoz ij ar . elas pas s am e s e vão. meu mais pr ofundo S er .vos mais plenamente. em Vos s o per cur s o. mas ex is te aquilo que per manece? Que todo Univer s o é pur a alegr ia – que Vós dais pr az er es inimagináveis na T er r a – Que Vós nada pedis em s acr ifício? Deix e. ameaças inundar Vos s as mar gens com Vos s o ímpeto de r efletir uma imagem mais s elvagem de Vos s o Cor po I nfinito. Às vez es . . Flua adiante. eu es tou pr az er os o em Vos s o Amor . acima das quais flui a vida de meu s er . o Êx tas e que r edime de toda dor . Ah! Como as gr andes pedr as .

Ainda eu não es tou enver gonhado. eu contemplava Vos s a natur ez a como aquela de uma Ros a I nfinita. mas agor a eu tenho lugar nenhum par a des cans ar minha cabeça. Meu lugar de des cans o é o Úter o das Es tr elas . vos des ej o: Vinde a mim! ” S im! Meu s entido mais íntimo es tá embr iagado. Mãe do Céu.. pétalas . alto e r eto como a luva da Rapos a eu per maneço diante de Vós . Mas eu nunca dever ei vir par a mim – s omente par a Vós . es tá intox icado pelo Or valho da Ros a. A L u va da R apos a Alto e r eto como a Luva da Rapos a eu per maneço diante de Vós . não há difer ença. Ainda tudo o que eu devo compr eender de Vos s o I nfinito Cor po é como a Luva em uma de Vos s as mãos s uaves . pois es quecendo o S ol eu me tor nei o S ol – Vos s o Filho – ainda milhar es de vez es mais Vos s o Amante. eu cr es ço em dir eção as es tr elas e não em dir eção ao S ol. ainda as s im Vós vos pr es er vas tes de meu Conhecimento. Pétalas . As r apos as têm bur acos e os pás s ar os do ar têm ninhos . Não s ois Vós a Mãe do S ol? As s im eu tenho blas femado o S enhor e Doador de Vida por Vos s a caus a. Eu.O Jar di m de R os as Muito eu tenho des cans ado e es per ado por Vós no Jar dim de Ros as da Vida. que s ou todo pr az er e púr pur a. es tá Vos s o Cor ação? T endes Vós Cor ação nenhum? S ão Vos s as pétalas tão I nfinitas a ponto de eu nunca poder alcançar o Centr o de Vos s o S er ? Ainda. Quando eu penetr ar no Cor ação de Vos s a Ros a I nfinita. Vós tendes dito: “Eu vos amo! Eu ans eio por vós ! Pálido ou pur púr eo. Mas onde. . Vos s o Cor ação é meu Cor ação. então eu dever ei encontr ar a mim mes mo. A flor do meu s er é entr egue acima com uma es tr anha pr epotência.. tocando a ter r a. velado ou voluptuos o. Ó Linda Ros a. Enquanto eu des cans o. e a embr iagues no s entido mais íntimo. pétalas . Ó Amada. s em machucar as flor ez inhas .

Ela teme o tr ovão.A T em pes t ade Uma Noite Es cur a e a T empes tade. Ele dis s e: “Em mim es tá concentr ada a luz de todo Univer s o. e volta. Amada S enhor a dos Céus Es tr elados .” Mas um pequeno es car avelho mar r om. e batendo s uas as as pas s ou pelo bur aco na cober tur a – dentr o do I nfinito Além. obs er vou. não há difer ença. pois eu tenho per dido os fogos de meu s er dentr o do r etir o es cur o – em honr a da T empes tade e de Vos s o Cor po I nfinito que eu não vej o. Ele deleitava. T odo númer o é infinito. O D es en h o Cur vas es tr anhas : e toda Cur va tecia um Númer o dentr o de um Modelo Mus ical e Har monios o.me do Entendimento de Vós e Vos s o I nfinito Cor po de Es tr elas . Eu es tou tão ofus cado que eu não Vos vej o. Mãe do Céu! Ainda. as s im nós j az emos com o tr emor dos membr os es per ando a vinda do s om do tr ovão. que tinha vivido muito tempo na caver na com ele. T al er a o des enho mos tr ado par a mim por meu amigo quando nos encontr amos pela pr imeir a vez . Des ta for ma. Ele er a velho e muito s ábio. e toda Cur va tecia um Númer o dentr o de um Modelo Mus ical e Har monios o. es tá es cr ito: “T odo homem e toda mulher é uma es tr ela.s e em s e aquecer no br ilho do S ol que penetr ava por um minús culo bur aco na cober tur a da caver na. Oh! Poder ia eu s enão agar r ar o s empr e metamór fico Des enho de Vos s o Cor po de Es tr elas . ir ia eu vir até Vós . No mais pr ofundo do meu s er br ilham os fogos da vida. par a aqueles que Vos amam: Cur vas es tr anhas .” T al como a Vida. U m B u r aco n a Cober t u r a Uma vez eu conheci um velho as tuto. eles cegam. . Mas mes mo lá o Raio queima. Par ecia uma tr oca de s audações por s ignificados de um r econhecimento inter ior . Eu ainda vej o T e r efletida no cor po daquela que eu amo. abandonando a inteligência. O r elâmpago br ilha entr e Vós e eu.s e dentr o de s i mes ma por cons olo.

e eu es per ei. Eu nem es tava cons ciente de algo além de Vós . Pux e. cheia de vida. por hoj e Vós par eces tes dis tante. L u z do D i a Na Luz do Dia eu não vej o Vos s o Cor po de Es tr elas . O S ol queima como uma gr ande tocha. fr io do es paço Ele es tava az ul como o Vos s o quando eles me encontr ar am pr es o ao Vos s o abr aço.me dentr o do Cor po de Nos s a S enhor a Nuit! Des s a for ma dever á uma nova Es tr ela nas cer . até que os pequenos fogos da ter r a tr oux er am. Ó Amada. quando eles me encontr ar am. como em Vos s o Peito.O Am on t oado de N eve Meu cor po es tava az ul como o Vos s o. Eu olhei mais a fundo. Des s a for ma eu ter ia aper tado Vos s o Cor po ao meu. enter r ando minha face na pilha br anca.me a is s o em um êx tas e louco. Ó Amada! . A pequena luz do S ol vela a Gr ande Luz das Es tr elas . Então es tava meu cor po congelado – como s e pelo maior inter es telar . não fos tes Vós I nfinita e eu tão minús culo quanto um floco de es tr ela.me par a dentr o de Vós . e eu dever ei Vos ver mes mo na Luz do Dia.me de volta com uma agonia de uma dor latej ante. Ó Amada. Eu es tava fir me como quem es tá s egur o num abr aço aper tado. Meus br aços abr açar am o amontoado de neve. dir ecionando meus pens amentos a Vós . Ó S ol! Pr oj ete. Eu s ou apenas um minús culo es per matoz óide. Então eu per cebi como cada floco de neve é feito como uma es tr ela minús cula. e a T er r a s e as s emelha com uma pequena es fer a Dele. A neve caiu s obr e mim. mas dentr o de mim es tá a ar dente e concentr ada es s ência da vida. eu uni. Como eu vim a me per der no amontoado da neve? Eu me lembr o como eu tinha tomado abr igo de uma tempes tade que cegava.

.s e nela e ex aminou. Aqui j az o s egr edo do Gover no. e es quecendo s ua es cr avidão e r es tr ições . empoleir ou.lo.O P ás s ar o Uma vez eu compr ei um pequeno pás s ar o. T enho ganho s eu des ej o por uma gaiola maior . onde ele poder ia es ticar s uas as as e voar . por eles ter em bicado algumas gr ades fr ágeis . A por ta continuou aber ta. uma outr a gaiola maior foi obtida par a o cas al de pás s ar os . Ele er a tão novo que não tinha nem mes mo apr endido a cantar . ele ter ia per ecido de fr io tives s e eu deix ado ele for a na neve de inver no. Nir vana. a s ala es tava diante dele. Quando ofer ecer am ao pequeno pás s ar o a gaiola des car tada. não deix e que eu me contente até eu penetr ar a última bar r eir a e s er Livr e – Um com a I nfinitamente Gr ande como com a I nfinitamente Pequena. e es piando a gaiola do cas al de pás s ar os .a cuidados amente. Ó S enhor a das Es tr elas . ele es queceu s eu apetite por Liber dade. s ua gaiola er a muito pequena. a Real Liber dade. A por ta es tá aber ta. T alvez ele tema per der aquilo que ele tinha uma vez des ej ado e então obtido. O amplo mundo poder ia ter s ido dele s e ele s oubes s e como us a. nos s a chance de maior liber dade vem. Ainda ele pr efer iu s ua gaiola. e além daquilo.” S enhor a do Céus Es tr elados ? A Mor al Ex is te outr a mor al par a a his tór ia do pequeno pás s ar o. e s em hes itação momentânea qualquer ele voou par a a caix inha. Dê as pes s oas aquilo que far á s uas vidas r az oavelmente comfor táveis . Deix e aqueles que tr ilhar iam o Caminho Mís tico lembr ar em. Vós não tendes dito: “Os es cr avos s er vir ão. Quando ela nos abor r ece. como uma pequena gaiola. ele r apidamente es per ou de s eu minús culo par a deles . Agor a ele tem tr ês poleir os e um quar tinho par a s ua companheir a. deix e eles ter em tr ês poleir os e um quar to par a s uas mulher es . mas ele gor j eou com s atis fação quando eu o tr oux e par a cas a. Então eu aumentei a s ua gaiola. S amadhi j az além. Mas quando uma gaiola maior é ofer ecida – quando nós obtemos Dhyana – não nos deix emos r elax ar pens ando que es tamos livr es . e quando nós abr imos a por ta de s ua gaiola ele s e r ecus a de s air . quando nós es tamos pr ontos . Não muito mais tar de. ela tinha apenas um poleir o.s e dis to: Cons ciência da T er r a é uma ilus ão e limitação. eles es tar ão contentes . mas ele não es tava pr onto par a aquilo.

Ó B em das Es tr elas Vivas ! . Ex is te pr az er nes ta vagabundagem entr e as flor es da vida.” Nem Vós pedis tes algo em s acr ifício. Nada além da cópia da delicada onyx r os a até a pr imaver a s ecr eta s er tocada. Ó Amada. par a Vós nós podemos r etor nar . Ó Amada. tudotocante. e s eus pés macios não machucando as flor ez inhas . tudo penetr ante. Ó Amada. eu não dever ei vê. ex is tem duas es tr adas levando a is s o.As P egadas I n vi s í vei s Muito eu tenho per ambulado pela T er r a deleitando. Não tem Nemo o Jar dim que ele cuida? Ele também não tr abalha na T er r a Negr a? Quem s abe quando Vos s as mãos podem s egur ar .me em Vir tude. Eu dever ei des cobr ir as impr es s ões da ponta de Vos s os Dedos entr e as flor es ou pela T er r a Negr a. As P on t as dos D edos Or . & s eu cor po flex ível ar queado par a o amor .Vos como Vós S ois . uma lambente chama de az ul. De Vós nós vimos . Do amplo pico da Montanha nós podemos pr ocur ar as ladeir as por uma vis ão da Flor es ta do Delta onde cr es cem as Ár vor es da Eter nidade. Mas quando eu s ou um convos co. é par a s er des ej ado acima de tudo. s empr e pr ocur ando por lugar es onde es tes par ecem s er mais Per feitos . As s im Vós tendes dito: “Cer tez a. Agor a eu pr ocur o um lugar de des cans o. por eu conhecer . enquanto vi da na mor te. des cans o. par a alimentar no Lácteo das Es tr elas ? Amada. par a então cons tr uir um ninho em vos s o peito.me e me atr air par a dentr o de Vos s os br aços . êx tas e. pos s a s er is s o. ver dadeir amente es ta adminis tr ação do Jar dim do Mundo – embor a o tr abalho pos s a par ecer pes ado – lider ado par a uma Gr ande Recompens a. Ó Amada. Par a is to es tá es cr ito de Vós : “cur vando. eu es tou fix o em uma nova B us ca. O que os B haktis s abem do Amor ? Eles vêem a Amada em todo lugar .La. não fé. O B em das E s t r el as Eu conheço um bem es condido da água mais clar a. s uas mãos amáveis s obr e a ter r a negr a. Poucos encontr am es te B em ou conhecem s eu S egr edo. Então s e acautele! Pois acima a entr ada enfor ca uma es pada flamej ante. B elez a e Ver dade. par a Ador ar em Vos s os pés . ou nós podemos viaj ar pelo Vale entr e as Colinas de Mar fim – s e nós não temer mos as s ombr as pur púr eas e as ar madilhas negr as .” Oh! Que eu pos s a des cobr ir Vos s as Pegadas I nvis íveis na T er r a e então eu venha ao Entendimento de Vos s a Ex is tência. mas Vos s o Pr az er .s e.

eu compar o a Neblina com o s us pir o de vida das Almas que almej am por Vós aqui embaix o. o pr ecios o az ul celes te é O es plendor nu de Nuit. Ó Nuit. que gr itava: “As Avalanches de I s is es tão caindo s obr e a minha cabeça. não deix e que eu me congele pelo toque do fr io Véu de I s is .khons u! Eu. Ó S enhor a do Céu. Ó ankh. Mas o S ol es tá des cendo atr ás das Montanhas . e Ele apenas a mais j ovem de Vos s as Cr ianças de Luz . E eu me lembr o de Vos s as palavr as : Acima. também. s epultado num palácio de gelo.f. Oh! S enhor a dos Céus Es tr elados . Amor e Liber dade par a as Cr ianças da T er r a.n.As Aval an ch es de I s i s T em s ido es cr ito como o Velho Rei s onhou com s eu pavão banido. Não s ois Vós todo Pr az er e Púr pur a? . Ela s e cur va em êx tas e par a beij ar Os ar dor es s ecr etos de Hadit. e Vos s as Lâmpadas Es tr eladas br ilham no Céu.me levantar Vos s o Véu de Pavão de Milhões de Olhos Es tr elados . S ão meus . Vida. Deix e. o az ul es tr elado.” Des s a for ma acontece com os que es tão banidos do Palácio da Lua – pois a Palavr a de Pecado é Res tr ição.me Vos s a cas a par a mor ar ! O Moi n h o P u r pú r eo A delicada neblina pur púr ea evapor a das cor r entez as das colinas . Não é a Lâmpada em cima do Altar um S ímbolo do Des ej o do Mais Alto atr air par a S i o mais baix o? Então. ofer eça. Par a a Lua que é apenas a r efletor a mor ta do S ol. eu as s is to e es per o pelo s ignificado de tudo is s o. as cender ia como a delicada neblina pur púr ea que evapor a das colinas . Às vez es is s o par ece como a fumaça do incens o da As pir ação as cendendo em dir eção ao S ol – doador de L uz . O globo alado. Ó Amada! Mos tr e Vos s o Es plendor Es telar .

Des s a for ma. os r aios do S ol es tavam br incando no or valho que s e uniu ao pequeno galho cur vado.Í r is de Pr omes s as . Então. I s to par eceu como um minús culo ar co.O I n t er i or I n f i n i t o Eu gos tar ia que eu fos s e como a contr apar te feminina de Vós . eu pedir ia par a o S enhor do Pr imum Mobile par a me ens inar a Ar te do Movimento Rotatór io da Eter nidade. e me mandar s obr e r ápidas as as par a meu lugar de des cans o dentr o de Vos s o Cor ação? . Ainda des de que Vos s a Pur a Ex is tência deve s empr e s er mais r efinada que es te meu cor po eu dever ia inter penetr ar cada par te de Vós com a minha car ne viva. enquanto eu as s is tia em mar avilha. Ah! O penetr ante gr ito do Êx tas e daquele Entus ias mo Refinado – o Or gas mo do I nter ior I nfinito. Eu olhei novamente. Des ta for ma. mas com cada átomo de meu s er bas tante pr es s ionado a cada átomo de Vós – dentr o e for a. Ó Amada. des ta for ma. nós dever íamos entr ar num novo e mais completo abr aço: não como da ter r a onde o macho unido com a fêmea pelos s entidos dos ór gãos fís icos do amor . gir ando convos co. Mas Cuj as Mãos dever ão des enhar aquele Poder os o Ar co. Ó Amada. Ó Amada. e um novo S is tema de Ór bitas Gir atór ias s er á tr az ido ao nas cimento. O Ar co-Í r i s Confor me eu s ento no abr igo da clar eir a da flor es ta. tem a Ar anha do Des tino tecido s ua cor da de s eda de ex tr emidade par a ex tr emidade do Gr ande Ar co. uma pequena ar anha acinz entada cons tr uiu o ar co do ar co. Ah! Minha Amada.ír is de pr omes s as . meus olhos captar am o br ilho multicolor ido de diamantes . Ó Amada. nos s o banquete de núpcias s em fim dever á s er celebr ado.ír is com s ua teia de s eda. também. Então. S or te tem me aj us tado como uma F lecha par a a Cor da do Des tino no ar co do S ol. então eu ir ia atr air o I nter ior I nfinito.

Nenhuma es tr ela apar ece pela neblina que r oubou o es paço dos pés das montanhas . Cr epú s cu l o Cr epús culo. aqui no meio dos ar bus tos .Or val h o S ol t o Como eu vinha do cuidado do Jar dim de Ros as e es tava par a r etor nar par a minha humilde cober tur a. O Cr epús culo r etor nou. Eu es per o. então que eu me tor nei concentr ado no K habs – a Es tr ela do meu mais pr ofundo s er . Ó Minha Amada! Des ta for ma eu ir ia a Vós e enter r ar ia minha face em Vos s o Peito entr e as Flor es do Par aís o. Ador e então o K habs e contemple minha luz der r amada s obr e vós . meus olhos captar am o br ilho de or valhos s oltos como uma minús cula pegada j unto com o caminho. er a ela quem car r egava r os as e tinha deix ado es ta tr ilha pr ateada como uma pis ta par a s eu es conder ij o. Emoção es tava s uper ada pela clar idade da per cepção... Então eu enter r ei minha face nas flor es e eu vi não s eus olhos quando ela abr iu. E em alguns br eves momentos as Es tr elas começar ão a es piar . .” Des ta for ma eu tor nei meus pens amentos par a dentr o. Quando eu a encontr ei. A mulher per manece equipada com uma es pada diante de mim. antes que o S ol r eapar eça e Vos es conda de mim. tendo des cober to Vos s o s egr edo – o Or valho do Amor – o Elix ir da Vida. e eu vim um pouco a j az er em Vos s o âmago. as Es tr elas ainda cintilavam fr acamente no céu. Então Vos s a L uz levantou como uma aur éola de entus ias mo. Quem poder ia ter vindo antes de mim ao Jar dim? Eu s egui o caminho do or valho. Ó Amada. T al é o Mis tér io Daquela que nada demanda em s acr ifício. o S ol ainda não havia r eapar ecido. inclinando abaix o então que eu vi em cada des cida de cr is tal o r eflex o de uma minús cula es tr ela. Nem eu dever ei des afiar a olhar em Vos s os olhos .. Des ta for ma eu es per ei por uma vis ta de Vos s o Cor po Es tr elado até a gélida neblina úmida de s upr imida emoção r es fr iou meu s er e minha r az ão r etor nou. Des ta for ma. como s e pr es s ionas s e a fr agr ância das flor es r os adas em s eu peito br anco. eu ter ia s eguido o Caminho das Es tr elas de Or valho S olto. Mas eu ofer eci uma par tícula de pó – e eu per di tudo naquela hor a. Er a muito cedo. Então eu lembr ei de Vos s as palavr as : “O K habs es tá no K hu não o K hu no K habs .. Eu Vos es per ar ei. s eus olhos es tavam fechados . também. Des s a for ma eu vim par a o quar to de minha s enhor a.os em encanto.

es ta é a noite da L ua Cheia e as cr ianças do Pecado ocupam. Eu vaguei abaix o da pr ofunda clar eir a s ombr ia da s elva. Atr avés dis to vem dor .o. Ó Amada.me daquela que eu amo.pour i caído – talvez – do cor r ente cinto de uma das vir gens . Ó Amada. Ainda eu não vou cair no bur aco chamado Por que.me como eu s ou. vós tendes lembr ado. Ela.s e do Cír culo S agr ado. Es ta é a noite de L ua Cheia onde as cr ianças do Pecado ocupam. Mas Vós não tendes dito: “Deix e que não haj a difer ença feita entr e você no meio de qualquer uma cois a e qualquer outr a cois a. r efina vos s o êx tas e! Então você s upor tar á mais pr az er ! ” Eu tenho s ido como um cão. os s ignos Fogos o. . também. tenha ouvido o chamado da lua e es tá agor a mes mo em s eu caminho par a o encontr o s ecr eto. Nis to elas vão s entar . Vós não tendes dito: “Ex is te nenhum outr o?” P ot -P ou r i As r os as es tão caindo. com a minha face enter r ada na ter r a negr a. pois as r os as es tão caindo. Eu vou r efinar meu êx tas e. Eu tenho as pir ado em dir eção a Vós e Vós vedes em mim s omente a Es tr ela Canina. e então Vós dever eis Entender finalmente. Não há r az ão em mim. eu vir o minhas cos tas s ob Vós . lá eu es piei um minús culo s ache de pot. o Aquos o. S eu per fume é como par a o per fume daquela que eu amo. Fr agilmente eu levantei.” Que impor tância tem o nome da moça? Que impor tância tem as flor es das quais is to é compos to? Ainda eu não ous o queimar es te incens o par a Vós . Então Vós deveis contemplar .s e divididas – mas não pelo pr opós ito do amor .pour i. no contr ár io Vós ler eis es te DOG cor r etamente.caça des atado diante de Vós . por caus a de Vos s o cabelo. talvez . Ó Mãe do Céu.de. o Aér eo e o T ér r eo s ão divididos quando eles s e r eúnem na Lua Cheia dentr o da flor es ta. eu pr ocur o Entendimento. as Ár vor es da Eter nidade. Oh! Pequeno s ache de pot. Des ta for ma. pois elas não Vos conhecem – Ó Amada. Ó Amada. onde per ecem os cães da r az ão.s e do Cír culo S agr ado. Dentr o dos elementos .A E s t r el a Can i n a S abedor ia tem dito: “Não s ej a animal.

s e como manchas de penugem de Cis nes s ob o S eio do Céu.s e mais macia. todas as tr is tez as e s ombr as têm pas s ado e ex is te aquilo que per manece. Vos s o Cor po de Es tr ela es tá vis ível. Des ta for ma o doce s ono veio. E eu me lembr o.lhe dentr o do Gr ande Além. Conceda a mim Vos s a Pena de S angue e Êx tas e. cada uma viva e palpitante.” Ainda a lua é apenas ilus ão. Ó Amada. Noite após noite aquela pena s agr ada tor nou. Mas ex is te dentr o dos ar quivos outr a his tór ia. “As tr is tez as s ão como s ombr as . elas pas s am e s e vão. Quando as nuvens s e r eunir em. mais doces e mais doces er am s eus s onhos .la fr agilmente em s eu peito até ele ocultá. Ó Amada! . nunca me deix e es quecer de Vós . Ó Amada! N u ven s P as s agei r as Uma noite es cur a: Nenhuma es tr ela é vis ível. Um dia s ombr io: mas nes te ins tante o S ol é vis to confor me as nuvens s e dis per s am por S ua luz . As nuvens des liz am r apidamente atr avés do Céu e des apar ecem. por elas es tar em empapadas em S angue.la dentr o do dur o tr aves s eir o de s ua cama s olitár ia.P en a de Ci s n e Ver m el h a T em s ido dito como Par z ival atir ou e der r ubou o Cis ne do Êx tas e enquanto ele voava abaix o a Montanha do Gr aal. empapada em s angue. apenas a lua me lembr a da pr es ença Dele. mas nes te ins tante a lua br ilha atr avés de uma fenda nas nuvens . mas ex is te aquilo que per manece.s e uma Es tr ela cor r endo em contentamento pelo Gr ande Cor po da S enhor a do Céu. Do peito do Cis ne Eter no flutuou uma pena felpuda. não es cutada pelos ouvidos dos homens . E uma noite – a noite da cor oação de Par z ival – for a. É Ele aquilo que per manece? Noite mais uma vez : o S ol es tá longe da vis ta. Então cada átomo de s eu s er tor nou. I s to fez o mais j ovem e menos r es peitos o cavaleir o es conde.lhe concedida a Gr ande Vis ão onde as Es tr elas tor nar am.

ela er gueu s ua cabeça e temeu nada. O Nome de Quatr o Letr as é aquele dos elementos . ela par ava. Ex is te apenas Uma S ubs tancia e Um Amor e enquanto es tes s ão vinte e s eis eles s ão Um atr avés de tr ez e que é s enão a metade dis s o. ainda is to pode s er dividido pela caus a do Amor . A tar tar uga movia. ainda quando em per igo vem ela enter r ada s ua cabeça na ar eia. ainda não caía em s ono pela beir a da es tr ada.” E não é Achad Ahebah? . A lebr e dor miu enquanto ela podia es tar movendo. Des ta for ma eu br inco com númer os que pr efer ir iam br incar com Um e aquele Um Amor . lançando s ua língua com r apidez . O Nome de Quatr o Letr as implicava Lei. Mas a S er pente Enr olada tem s abedor ia. pois há Unidade nis to. e elevai o es plendor enr os cado dentr o de vós : vinde a mim! ” Am or e U n i dade Vinte e S eis é a numer ação do I nefável Nome. pois Amor é a L ei.s e vagar os amente e quando embar açada encolhendo.A S er pen t e E n r ol ada A aves tr uz caminhava r apidamente. mas is to ocultava Amor e Unidade.s e vagar os amente como a tar tar uga. ainda ela pas s ou a lebr e. Gos tar ia eu de ter a S abedor ia da S er pente Enr olada. ela moveu. pois Vós tendes dito: “Colocai as as as . ela cor r ia em s eus s onhos pens ando nela mes ma na chegada. ainda não encolhida.s e r apidamente.s e pr óx ima da lebr e. Pois Vós tendes dito: “Ex is te nada que pos s a unir o dividido s enão o amor .s e dentr o de s eu pr ópr io cas co. ela es condeu s ua caus a e então não foi cobiçada. Ó Amada. ela aconchega. com facilidade ela pôde ultr apas s ar aqueles que cobiçar am s uas penas tr as eir as . mas ele pode s er dividido pela chance da União.

e Vós . diz “S ou eu quem vou”. êx tas e. D i z er es I s is tem dito: “Eu s ou tudo que er a e tudo que é e tudo que dever á s er .” Quem s e impor ta com o que es tá atr ás da lua? Jeová mos tr ou s uas cos tas par a Mois és . o centr o de toda es tr ela. entr etanto o conhecimento de mim é o conhecimento da mor te. a mim! ” S olucione.” Quem não des ej ar ia de invocar a Vós s ob Vos s as Es tr elas . Pois Hadit. pois vendo a Vós como Vós s ois .me o Enigma da Vida. não fé. Ó Amada. mas o az ul e o dour ado s ão vis tos por quem vê. mes mo na es cur idão que ia par a um ponto e ainda caminhava em cír culo. Mãe das Es tr elas . nem eu demando algo em s acr ifício. cer tez a. Ó Amada. es te véu é negr o.” E Hadit tem declar ado: “E x is te um véu. diz endo: “Nenhum homem tem vis to minha face em hor a alguma. eu dever ei ver a Vós em todo lugar . é um diz er negr o. mas Vós tendes dito: “Minha cor é pr eto par a o cego.” Eu gos tar ia que eu pudes s e r as gar afor a o véu. e nenhum mor tal tem er guido meu véu.O E n i gm a O que é aquilo que ia par a um ponto e ainda caminhava em um cír culo? I s to. Ó Amada. Ó Amada? . pois Vos amando eu contemplar ia Vos s a Glór ia S ecr eta. T ambém eu tenho uma glór ia s ecr eta par a aqueles que me amam. tendes dito: “Eu dou pr az er es inimagináveis na ter r a. paz inex pr imível.” Quem s e impor ta em conhecer a mor te? Mas Vós . des cans o. chamava “A mim. enquanto vida s obr e a mor te.” Quem s e impor ta em encar ar os elementos ? Hadit tem dito: “Eu s ou a vida e o doador de vida. Ó Amada.

Mas Vós tendes dito: “Amor é a lei. Como s ão tolos es tes pens amentos . o Mis tér io da Pr is ão de Vos s a Ex is tência. caindo! Des ta for ma caem os Raios de Vos s o Cor po de Es tr elas nes te minús culo planeta. s uas vidas s ão como par a r ios de luz concentr ados em todo ponto no es paço. também. eu s enti que eu. Ó Amada. caindo. acima. Ainda o pr ofes s or . Ó Amada. Enquanto eu me ponho com meus br aços es tendidos . Nenhum s opr o dever á mover a Pena da Ver dade. Abaix o. caindo.” E Amor é a Vontade de mudar e mudar é a Vontade do Amor . es tava caindo.A E s t r el a Caden t e Caindo. que s ão s omente como a Es pada na mão da Jus tiça. E mes mo agor a eu es tou caindo. então que eu pos s o s er T udo ou Nada de acor do com a dir eção da vis ão. meus olhos fix ados no Céu iluminado de es tr elas . cada um em um ângulo difer ente. até meu cur s o tr açar a Es fer a I nfinita que é o S ímbolo de Vós . e então eu s ou Um ou Nada confor me a imaginação me leva. em um êx tas e de temor e amor dentr o do abis mo vaz io do es paço. caindo. Agor a eu es tou vindo par a a Jus tiça. meu cor po des nudo br ilha como mar fim na es cur idão. caindo. de uma es tr ela cadente eu me tor nei como um cometa gir ando em cír culos infinitos . Então eu me lembr ei que Vós s ois contínua. E vej a. Ó Amada! . e na S entença da Vida. Ju s t i ça Eu s ou um Louco.B oi é Movimento e S opr o Mater ial s e ele for chamado de B oi que também é A. ao r edor de mim Vós s ois . es tando fix ados na figur a da Lei acima da Cas a da Cor te de uma gr ande Cidade. Mes mo no s ever o des enho das Es calas da Jus tiça eu per cebo o I ns tr umento do Amor . Ó Amada! I numer áveis r ios de Luz como uma chuva de Es tr elas na ter r a negr a. Eles es tão tão des equilibr ados quanto as B alanças que não s e mex em. então a Jus tiça es tá s oz inha em L. amor s ob vontade. Então eu as pir ei por encontr ar o Centr o de T udo. Meu abbai es car late s alta longe. Vis to que todo homem e toda mulher é uma es tr ela. caindo.

não avaliam de mudança. Mas Vós . Es te é o Aqui e Agor a. como es tá es cr ito: “T udo tocante. pois s ou eu que vou.. não s ois Vós ener giz ada pelo Ponto I nvis ível – o I nfinitamente Pequeno? Um Milhão de Eter nidades s ão Pr es entes . Quando eu dever ei ir ao Centr o S ecr eto de Vos s o S er ? T empo.. Ó S enhor a Nuit. Vos s a Palavr a veio até mim. Ó Amada. por que vós faz eis r oubar o bebê faminto? Es paço. Eu tenho ultr apas s ado um milhão de Es tr elas em meu per cur s o atr avés de Vos s o S eio – A Via Láctea.N AD A T r ês eter nidades s e pas s ar am.s e Vos s o Cor po. não me deix e confundir as mar cas do es paço! Então.” Des ta for ma eu deix ei T empo e Es paço e Cir cuns tancia. Ó Amada. vós ladr ão. quando ele tor nou. apes ar de que Vós s ois infinitamente Gr ande. T udo penetr ante. Agor a eu nunca dever ei s er conhecido. . e toda Es tr ela s e tor nou como um átomo em meu Cor po. vós tendes quas e enganado me. e eu s ou NADA.

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