Curso de Mecanica de Automoveis.doc

otores

Os motores produzem a energia necessária à propulsão do veículo. O motor empregado usualmente nos veículos automotivos é o de combustão interna, isto é, queima o combustivél em seu próprio interior. Os motores de combustão interna convertem a energia química de seus combustíveis em energia mecânica. A obtenção de enrgia mecânica é feita através do aproveitamento da energia térmica da expansão dos gases que faz com que a árvore de manivelas seja movida pelo deslocamento dos pistões. O funcionamento de qualquer motor de combustão interna repousa sobre dois princípios físico-químico básicos; 1. a combustão ou queima de qualquer material produz sempre calor 2. quando um gás é aquecido ocorre uma expansão do mesmo O combustível é misturado com o ar e parcialmente vaporizado no carburador, a mistura é então injetada no cilindro, onde é comprimida pelo pistão e se queima através de uma centelha elétrica. Quando os gases aquecidos se expandem há consequentemente uma aumento de pressão, como esse aumento se dá em local fechado, ocorre uma pressão sobre as paredes deste lugar, mas uma delas é móvel, para ser mais preciso a do pistão, que se move para sua posição original. A força exercida pelo gás sobre o pistão é transmitida para árvore de manivelas que gira os moentes que se encontravam no ponto morto superior para o ponto morto inferior. Preso à árvore de manivelas está o volante que transforma em movimento rotativo os movimentos parciais que recepta da árvore de manivelas. Para a continuidade dos movimentos, isto é, operação constante do motor, é suficiente que esses movimentos se repitam ordenamente. Cada movimento completo recebe o nome de um ciclo do motor. O número de tempos que o pistão leva para completar o ciclo varia segundo o tipo de motor. No universal verificam-se dois giros completos da árvore de manivelas ou seja, quatro tempos do pistão. O motor universal é chamado de motor de quatro tempos.

Cada um dos tempos recebe um nome; 1) admissão 2) compressão 3) explosão 4) descarga Admissão verifica-se a entradastura ar-combustível, pois com a descida do pistão para o ponto morto inferior, a pressão interna do cilindro torna-se menor que a exterior o que força a entrada de um gás para o equilíbrio que se verifica através da válvula de admissão. Compressão verifica-se a volta ascensional do pistão que comprime a mistura gasosa fechando as válvulas. A compressão da mistura gera ainda mais calor, o que facilita a consecução de uma maior homogeneidade da mesma, e quando tal se verifica ocorre a emissão da centelha pela vela. Explosão verifica-se a expansão dos gases pela queima da mistura e uma pressão relativamente intensa é exercida sobre todas as paredes do cilindro. Uma das paredes do cilindro é constituída pelo pistão, que é móvel. Este se desloca do ponto morto superior que gavia atingido nesta fase para o ponto morto inferior. Vamos deixar bem claro que este ponto morto não tem nada a ver com o ponto morto da alavanca de câmbio, e que durante a explosão as duas válvulas, a de exaustão e a de admissão, permanecem fechadas. Descarga O pistão voltou para o ponto morto inferior produzindo um abaixamento da pressão interior do cilindro, o que força a abertura da válvula de exaustão. Devemos salientar que todo o calor gerado não pode ser transformado integralmente em outra forma de energia, mas além disso outras perdas podem ser arroladas: motores muito usados, carburação imcompleta, ignição fraca, sem se levar em conta que de 70 a 80% do total do calor gerado pelo combustivel é absorvido pelo sistema de arreficimento e pela própria exaustão do gás. Outras perdas ainda são devidas ao projeto do carro, temperatura do motor, e inclusive a viscosidade do óleo utilizado para a lubrificação.

espere que ele esfrie bastante. nunca lave um motor aquecido. sem deixar que o pneu toque o meio fio. opte por um óleo mais grosso (20W 50 por exemplo) e misture também um aditivo nele. antes de jogar água fria. diminuindo a queima de óleo e até prolongar a sua vida útil Freio de mão Embora seja inevitável acionar o freio-de-mão com força em ladeiras. muitos motoristas puxam a alavanca no limite. não se desespere. as vezes. além do sistema se desregular mais rapidamente. assim em caso de falhas dos freios. Motor Cansado Se o motor do seu carro estiver dando sinais de cansaço e começar fazer aquele barulho caracteristico. há uma segurança extra. pois o freio a tambor tende a ficar "ovalado" com a força empregada. quando estacionar em ladeiras muito inclinadas. principalmente com o sol "quente" ou após subir uma longa serra. espere a ventoinha "desarmar" e desligue o carro. ao chegar a hora da troca do óleo lubrificante. quando se estaciona ou. para sair sem "queimar" a embreagem. Deslisgar um motor muito quente pode empenar o cabeçote ou causar outros danos devido ao resfriamento brusco das peças. Isso deve ser evitado. Deixe o motor em marcha lenta. Existe até a possibilidade de arrebentar o cabo do freio de mão. vire as rodas dianteiras em direção a guia. uma medida preventiva pode ser tomada para atenuar o problema. . evite desligar o motor assim que o veículo é estacionado. Pelo mesmo motivo.Motor Quente Motor Quente Quando você para o carro depois de um longo tempo de viagem. Essa medida deve suavizar um pouco o barulho do motor.

para evitar vazamentos de óleo e esta ligado a algum elemento fixo na carroceria do carro. A durabilidade de um amortecedor esta relacionada diretamente ao uso do carro. quando os amortecedores estão vencidos. se distende e assim por diante. O amortecedor tem como principal trabalho evitar esse movimento oscilatório descontrolado. essa é a função da mola. se distende ao ponto máximo. o cilindro sobe também. Em compensação. na verdade. o carro parece navegar em ruas mais esburacadas. para aumentar sua pressão interna. por essa razão . sem garantia de segurança . por sua caracteristicas. ele é formado por um cilindro. o óleo retorna através de uma segunda válvula existente no êmbolo. mais conhecido como êmbolo. se o carro trafegar em boas pistas e nas mãos de um motorista cuidadoso.Amortecedor Ao contrário do que alguns pensam. ou seja. o óleo que se encontra por baixo do êmbolo passa por uma válvula para a câmara superior. Existem tambem amortecedores a gás. onde fica um pistão. quase sempre apenas o óleo interno é trocado por outro mais grosso. IMPORTANTE Quando for substituir os amortecedores fuja dos recondicionados. uma vez que as molas se comprimem e se distendem quase livremente. Internamente no amortecedor. podem acabar em pouco mais de 10 mil Km. passa por um anel vedador. Quando a roda sobe. ao amortecedores não servem apenas para amortecer os impactos que a roda recebe. uma vez comprimida. A extremidade fechada do cilindro está concetada ao eixo ou à suspensão. quando a roda desce. Hoje em dia são utilizados os amortecedores hidráulicos do tipo telescópio. ligado a uma haste. Só que como a mola. pode durar os tradicionais 30 mil Km ou muito mais. existem valvulas reguladoras que comandam o fluxo do óleo através das câmaras internas do amortecedor. a outra extremidade da haste. por sua vez. se comprime novamente. recebe pintura e borrachas novas. tende a continuar no movimento de vai e vem. ou seja o gás é utilizado como elemento auxiliar do óleo contido dentro dos amortecedores. rodando em estradas precárias e sem grandes do motorista.

as dimensões são fornecidas pelo fabricante ( veja o selo abaixo). DIÂMETRO NOMINAL DO ARO . Mas é útil saber. largura da tala. quando se mede uma roda: diâmetro nominal. como medir uma roda. off set(ET). na prática. no caso de você querer determinar quais possibilidades (e limitações) existem para um veículo em específico. backspacing e furação.Rodas COMO MEDIR UMA RODA CARACTERÍSTICAS E MEDIDAS IMPORTANTES Existem 5 pontos de grande importância. ou no caso de rodas usadas que precisam ser identificadas com precisão. Nas rodas BINNO.

ET (OFF-SET) O ET (off set) indica a distância do meio da tala até a superfície de apoio (flange) (Ver fig. não tenha as medidas na parte interna. 3. Caso a roda em seu poder. Afinal. se a precisão for suficiente. 15. siga o método abaixo.) usam off set positivo. etc. Normalmente. está realmente tentando identificá-la como uma roda de 13. a roda não deve ficar muito para fora ou muito para dentro do pára-lama. etc. os veículos de passeio e picapes deles derivadas (Saveiro.: diâmetro externo medido = 39 cm -3. 2. você poderá diferenciar as medidas mais comuns. ( Ver fig.5 cm 35. D20.:Na medição manual. 14. 16.54 para ter a medida em polegadas.: distância medida 17.Meça de lado a lado o diâmetro externo da roda. Na prática.). OBS. por isso a primeira parte da roda a ser examinada é a traseira. Fiorino.A indicação do diâmetro nominal da roda e a largura da tala estão fundidas na parte interna das rodas BINNO.5 cm / 2. 17. pois o diâmetro dela e a largura da tala já podem ter sido identificados pelo fabricante.Examine novamente a parte interna da roda. com relação ao pára-lama. 01) 2.Subtraia do total medido 3. Comumente utilizado em picapes (F1000.Meça a distância entre as bordas pelo lado interno. certificando-se que a régua passe pelo meio do cubo central da roda.O ET negativo: É a medida que sai do meio da tala em direção ao lado interno de pára-lama. 2º . Utilize uma régua suficientemente longa e meça de borda a borda. Ex. se você está medindo o diâmetro da roda. para ter certeza que mediu o maior diâmetro externo possível. 01).8 cm / 2. Assim. 1.54 = 7 polegadas.O ET positivo: É a medida que sai do meio da tala em direção ao lado externo do pára-lama. até atingir a flange.54 = 14 polegadas LARGURA DA TALA 1. 18 ou 19 polegadas. Ex. temos: 1º . e divida novamente por 2. .5 cm e divida por 2.Faça essa medição mais de uma vez. Se o ET varia muito da medida original. a resposta ao volante e a estabilidade direcional podem ficar comprometidas. A colocação do ET (off set) é importante do ponto de vista da dirigibilidade e do desgaste do pneu.54 para saber a medida em polegadas.

A figura superior mostra uma roda de 4 furos e a inferior de 5 furos. 5 ou 6 furos. A medida do backspacing (para muitos é mais fácil medir o backspacing do que o ET) fornece a mesma informação que o ET para a aplicação e uso da roda nos veículos. siga as instruções da figura ao lado. um padrão 4x100 indica 4 furos com 100 milímetros de diâmetro. A furação é identificada com o número de porcas ou parafusos e o diâmetro da furação.Uma medida de 5x110 refere-se a uma roda de 5 furos com o diâmetro da furação de 110 milímetros. A furação é medida do diâmetro do círculo imaginário que passa pelo centro dos furos. Por exemplo. é se o veículo utiliza rodas de 4.BACKSPACING O backspacing é a medida entre a flange e a borda interna da roda. FURAÇÃO Certamente um dos itens da furação fácil de verificar. COMO DEFINIR O MELHOR CONJUNTO RODA/PNEU . Exemplos: Linha VW 4 x 100mm Linha GM 4 x 100mm ou 5 x 110mm Linha Fiat 4 x 98mm Linha Ford 4 x 108mm Para determinar com exatidão qual a furação necessária.

durante as curvas. além da aparência que será simplesmente terrível. Isto feito.Como especialista. nem o ABS. Aumentar o diâmetro da roda melhora o desempenho. deixando no chão a maior "pegada". Em muitos casos. pode-se não encontrar um pneu que tenha exatamente o mesmo perímetro. O melhor é manter o perímetro do pneu original. Além de ser uma simples e eficaz maneira de realçar tanto o desempenho quanto a aparência. quando se aumenta o . a flexibilidade diminui. a aparência do conjunto roda/pneus e do veículo. haverá um espaço maior no meio do pneu. A altura livre do veículo é modificada. O cliente interessado em performance. Como um veículo.5 x 16 PERÍMETRO DOS PNEUS (em milímetros) 1757 1763 1760 1800 MEDIDA DO PNEU (em milímetros) 175/70 R13 185/60 R14 195/50 R15 205/45 R16 Note que o perímetro dos pneus fica muito próximo do perímetro do pneu original (1757 mm na roda 5. essa troca permite utilizar uma tala mais larga. suporta força lateral. ao reduzir só a altura da parede. o piloto automático ou qualquer outro sistema de monitoração de velocidade. O movimento maleável produz perda de energia. Permanecendo próximo do original não afetará o velocímetro. a capacidade de carga do pneu pode ser excedida. você deve orientar e vender o produto certo para seu cliente. as paredes dos pneus suportam um grau de flexibilidade. O resultado da combinação de menor flexibilidade e maior aderência é o cenário ideal para o entusiasta de altas performances. que depois vai ser preenchido com uma roda de diâmetro maior. vai querer reduzir a deflexão entre a roda e a superfície. A diferença de até 2% para carros de passeio e 4% para picapes é aceitável. O desafio é simplesmente achar o pneu de maior diâmetro que corresponda ao perímetro do pneu original do veículo. do velocímetro e outros sensores de velocidade ficarem descalibrados.5 x 13 6 x 14 7 x 15 7.5" x 13"). mas aquele que se aproxime bastante é suficiente. Exemplos clássicos de aumento das rodas em 1. reduzindo a aderência. 2 e 3 polegadas e pneus equivalentes: MEDIDAS DAS RODAS (em polegadas) 5. o resultado será uma redução do perímetro. aumentando as chances de uma menor área de contato. enquanto reduz a altura da parede. Contudo. Geralmente. utilizando o diâmetro da roda original. Além disso. Quando a parede é mais baixa.

5 x 13 Pneu 175/70 R13 Aumento de 1 polegada: uma linha acima e duas colunas à direita roda 6 x 14 Pneu 185/60 R14 Aumento de 2 polegadas: duas linhas acima e quatro colunas à direita roda 7 x 15 Pneu 195/50 R15 Aumento de 3 polegadas: três linhas acima e seis colunas à direita roda 7. mas sempre deverá ser checado duas vezes. Pode-se utilizar a tabela 01 a seguir para chegar próximo. Contudo. pode-se utilizar um pneu com acréscimo de 10 mm na largura e perfil 1 grau mais baixo. via de regra. terá que mudar para um de 10 mm mais largo para poder alcançar a capacidade de carga desejada. um aumento de 1 polegada permitirá a utilização do pneu 185/60 R14 e o aumento de 2 polegadas o pneu 195/50 R15.Verifique se o perímetro total do pneu é o mesmo ou está em torno de 2% para mais ou para menos do original. Aumento zero: utiliza o diâmetro original da roda mas faz uso de pneu mais largo e de perfil baixo. se a medida original do pneu for 175/70 R13. A medida do pneu provavelmente será 1 grau abaixo de perfil e. 1 ou 2 graus maiores na largura. Cada pneu tem o mesmo perímetro total (com até 2% de variação). 3. via de regra. Se a escolha não permite capacidade de carga adequada. dando maior aderência por aumentar a área de contato com a superfície. Aumento de 2 polegadas: utiliza rodas de 2 polegadas de diâmetro maior que a original.diâmetro da roda em l polegada.5 x 16 Pneu 205/45 R16 PNEUS S PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS PNEUS É SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE SÉRIE R 75 70 65 60 55 50 45 40 35 I E . Verifique sempre a capacidade de carga do novo pneu. MEDIDAS EQUIVALENTES DE PNEUS COMO UTILIZAR A TABELA 1: Aumento zero: mesma linha Exemplo: original = 5. para ter espaço para o pneu no pára-lama. mas é óbvio verificar como o aumento beneficia a dirigibilidade e frenagem. A medida do pneu provavelmente será 2 graus abaixo de perfil e. Não existe uma fórmula mágica para determinar a medida correta que se ajustará para cada situação. 2. poderá ter que utilizar uma roda com off set que acomode a colocação do pneu largo. 1 ou 2 graus maiores na largura. descobrindo o diâmetro original e o perfil do pneu desejado. Sempre que for aumentar: 1. Irá obter as vantagens de maior aderência. Por exemplo.Verifique sempre o espaço no pára-lama para certificar-se que o novo pneu caiba e não toque nas peças de suspensão. Aumento de 1 polegada: utiliza roda 1 polegada de diâmetro maior que a original. sem alterar o diâmetro da roda. Exemplo: 185/65 R14 por 195/60 14.

segundo normas internacionais. CUIDADOS QUE VALORIZAM E DESTACAM A RODA NO VEÍCULO GARANTIA DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE .PERÍMETRO DOS PNEUS (em mm) ARO13 ARO 14 ARO 15 ARO 16 ARO 17 145/80 1714 175/65 1781 185/55 1784 205/55 1928 215/45 1909 155/80 1763 185/60 1763 195/50 1760 205/45 1800 235/40 1891 165/70 1732 185/65 1818 205/60 1912 225/45 1854 235/45 1964 175/70 1757 195/60 1780 225/75 2193 245/45 1909 245/45 1989 175/65 1702 195/65 1861 235/75 2236 215/80 2288 255/50 2098 185/70 1824 195/70 1922 275/60 2159 BINNO 205/70 1964 BINNO BINNO BINNO BINNO BINNO OBSERVAÇÕES: A variação permitida no perímetro. é de +/2% para carros e +/.4% para picapes.8 0 135 145 155 165 175 185 195 205 215 225 235 145 155 165 175 185 195 205 215 225 235 245 155 165 175 185 195 205 215 225 235 245 255 165 175 185 195 205 215 225 235 245 255 265 175 185 195 205 215 225 235 245 255 265 275 185 195 205 215 225 235 245 255 265 275 285 195 205 215 225 235 245 255 265 275 285 295 205 215 225 235 245 255 265 275 285 295 305 215 225 235 245 255 265 275 285 295 305 315 225 235 245 255 265 275 285 295 305 315 325 Tabela 02 .

Afinal. a força do aperto da roda na panela será drasticamente reduzida e essa é uma situação perigosa. o cliente demorou para decidir-se sobre o modelo da roda. principalmente quando as rodas têm um design aberto que permite vê-las. 1-Verifique se os cubos e as panelas estão limpos.Não use pistola de ar para parafusar as rodas. evitando danificar tanto a parte traseira da roda quanto as roscas. excesso de pintura. 5-Quando a superfície estiver limpa e seca. 2-Verifique qualquer coisa que possa impedir a união das superfícies entre a panela e a flange. Ainda que esteja faltando apenas um. Também pode-se usar solventes. poderá ser necessário escovar a frente da panela com uma escova de aço. rebarbas e massas. Pode-se também instalar o refrigerador de freios tipo Porsche. não podendo ser negligenciada. O fato do cubo ser projetado para 5 parafusos/porcas.Fixar a roda ao veículo deve ser vista como uma tarefa de precisão. que realça a nova roda. para remover maior quantidade de detritos. O USO DE ANÉIS CENTRALIZADORES E PARAFUSOS ADEQUADOS . deverá ser substituída imediatamente. 4-Examine todos os prisioneiros para ver se não estão espanados. O desenho original não inclui mais parafusos que os absolutamente necessários. corrija-o parafusando um macho apropriado. Você se esmera para montar e balancear as rodas. 3-Dependendo das características de cada veículo. não significa que seja seguro manipular a roda com somente 4 parafusos/porcas Cada um é muito importante para a completa fixação. pinte com tinta preta as panelas. B . então siga os passos de 1 a 6. areia grossa. Se a rosca de um parafuso estiver levemente irregular. Se a rosca estiver muito desgastada. Poderá limpá-la levemente com uma esponja de aço. se não há acúmulo de ferrugem. Esse é um toque de carinho que realmente agrada o cliente e aumenta sua satisfação. o melhor pneu. por isso não há possibilidade de erro. 6-Instale o conjunto roda/pneu na panela do veículo cuidadosamente. OBSERVAÇÕES: A .Nunca permita que um veículo saia da loja sem parafuso. Isso dá uma aparência limpa. sem riscos e sem problemas. além do estilo correto para as tampas de válvulas.

MODELO PARAFUSO ESPECIAL ET-35 (curto) PARAFUSO CROMADO PARAFUSO CROMADO PARAFUSO CROMADO MULTI PARAFUSO DESLIZANTE PARAFUSO DESLIZANTE PORCA PORCA CROMADA PORCA CROMADA PORCAS SUBARU / CORCEL FORD / F-1000 / RANGER OPALA / CHEVETE / GM-85 / D20 / ESCORT (novo) / KA / FIESTA 07150011-1 07150488-5 07150489-3 VEÍCULO PARAFUSOS MERCEDES MONZA / ESCORT (antigo) FIAT GM / VW VW FIAT 07100019-4 07100483-1 07100484-0 07101371-7 07102198-1 07102219-8 CÓDIGO . As rodas BINNO utilizam parafusos / porcas cônicos . ANEL R-05 R-10 R-02 R-09 R-06 R-12 R-04 R-03 VEÍCULO VW FORD TOYOTA / MAZDA RENAULT FIAT OMEGA GM SUBARU COR AMARELO AZUL LARANJA PRETO VERMELHO PRETO VERDE PRETO OBS: Picapes médias e grandes não usam anéis. Segue a lista dos anéis centralizadores mais comuns. Segue a lista dos parafusos e porcas cromados a serem utilizados para cada marca. O parafuso deslizante VW foi inventado para permitir o uso em rodas com furação para FIAT em carros da linha GM / VW. Certifique-se sempre que os parafusos e porcas sejam os apropriados para a roda que você vai montar. Qual o benefício desta invenção? Permite ao lojista ter estoque único de rodas para os veículos das marcas GM / VW / Fiat. como o próprio nome afirma. separados por cor para sua facil identificação.Os anéis centralizadores permitem a correta centralização da roda no cubo de cada veículo. Da mesma forma o parafuso deslizante Fiat permite o uso de rodas com furação GM / VW em carros da linha FIAT.

Continue ajustando cada fixador na seqüência. é possível que a roda possa ser instalada numa posição levemente descentrada resultando num baque/golpe conforme o veículo roda.Aperte cada parafuso com a mão. Ajuste cada um na seqüência apropriada. 2 . OBSERVAÇÕES: A . pois.Ainda que os furos usinados na roda sejam muito precisos. 4 .Preste muita atenção para as instruções do fabricante de rodas. enquanto o peso do conjunto roda/pneu é sustentado por apenas um parafuso. A IMPORTÂNCIA DO TORQUE CORRETO NO APERTO .Ao contrário da crença popular.Movimente-a com cuidado e segure-a enquanto é feito o ajuste dos parafusos ou porcas.O torque correto do aperto é importante. B . abaixo descrito(1 a 6). outros 20% a 25%. Siga o procedimento correto. 7.Não há desculpa para que a instalação da roda afete negativamente o produto. cujo propósito é dar a fixação correta à roda. 1 .5 para 5. Esse é especialmente um motivo de preocupação quando são utilizados parafuso/porca de assento cônico. C .POSIÇÃO DA RODA DURANTE O APERTO É muito comum para um montador colocar a roda no cubo e começar a apertar o parafuso à mão e continuar apertando até o fim. mais ou menos de 20% a 25% do seu torque final. Esse passo tem sido muito negligenciado pelos montadores. Se o furo do cubo da roda e os parafusos são suficientemente grandes.Esse ajustamento gradual na seqüência apropriada. enquanto os mesmos tentam puxar a roda para cima na posição centralizada. 3 . até centralizar a roda no cubo. Descubra o torque correto olhando o manual do veículo ou utilizando a tabela do fabricante de rodas. a roda necessariamente não se centralizará no cubo da roda no ato de apertar os parafusos/porcas. D . primeiro ajuste cada fixador a mais ou menos 2 ou 2. Por exemplo.5 kg. 5 . não pense que os parafusos irão puxar a roda para a posição central do furo.Segure o peso da roda enquanto se aperta um pouco cada parafuso.5 e depois para 10 kg). se o torque final vai ser10 kg. 6 . elas podem indicar um torque diferente do original. dá à roda a fixação correta. até o torque final (por exemplo: de 2. com um mínimo de folga. que desconhecem totalmente essa necessidade.O peso do conjunto roda/pneu desvia os parafusos.

3. deformar o disco. do mais longe da direita para o mais longe da esquerda.Veja na figura. principalmente depois dos primeiros 100 quilômetros. C . Mude do superior esquerdo para o inferior direito. depois para o superior da esquerda.Tenha em mente que enquanto você equipa o veículo instalando rodas de liga leve. a ordem correta de aperto dos parafusos/porcas. podem soltar-se. OBSERVAÇÕES: A .Reaperte todos os parafusos periodicamente.Numa roda de 6 furos. 5 e 6 furos). E . do inferior direito para o superior direito.Numa roda de 5 furos. na posição 3 horas. aperte na posição 9 horas e. Esse potencial para o empenamento do disco tem aumentado de forma significativamente nos últimos anos. aperte 1 parafuso e passe para o outro. depois para o superior da direita e por último no inferior da esquerda. finalmente. Isto resulta numa redução de dirigibilidade. O objetivo de utilizar um aperto padrão é distribuir igualmente a força do aperto. B . na posição meio-dia do relógio. conjugadas com pneus de alta performance. em seguida. D . pois o disco empena devido à excessiva tensão do cubo. depois de apertar um parafuso/porca.Um ajustamento irregular pode empenar a roda e pode. provável dano ao parafuso. Depois. Em termos gerais.Se os parafusos estiverem pouco apertados. posicione a roda com 2 furos para cima.Numa roda de 4 furos. e assim por diante. conforme a tabela abaixo: DIÂMETRO DO PRISIONEIRO TORQUE . o veículo tornar-se-á mais sensível às condições da estrada. na mesma altura. Depois da instalação. a rodagem poderá ocasionar um provável recalque. na posição 6 horas do relógio. 2. numa catástrofe quando a roda cai. temporária ou permanentemente. Aqui descrevemos e ilustramos 3 modelos práticos de ajuste (rodas de 4. posicione a roda com o furo para cima. F . espanamento da rosca e trepidação ao frear. passe para o que está mais longe do primeiro. posicione a roda com o furo para cima (12 horas). devido aos impactos da estrada e vibrações normais que o metal sofre sob tensão. aquele que está do lado oposto da roda.Aperto excessivo tem como conseqüências: deformação da roda. aperte o parafuso e depois mude para o inferior à direita.Faça os apertos de parafusos ou porcas da marca "BINNO". alongamento e possível fratura do parafuso ou do furo. dano ao furo do parafuso e. 1.

5 . Não use qualquer solvente que esteja à mão pois.Como você se dedica à venda de rodas de alumínio.7/16" 1/2" 9/16" 12 mm. etc. Utilize máquina de montar/desmontar pneus de qualidade.15. Verifique também que a tampa da válvula de ar da roda seja instalada antes do balanceamento.5 kg. cujas superfícies têm ótimo acabamento e linhas esculpidas. 9.Verifique que as barras estejam limpas e livres de rebarbas.Principalmente com pneus de perfil baixo e alta performance.5 kg. Siga as instruções da figura abaixo: . investiram na alta tecnologia das rodas e querem serviços a altura. Verifique se a mesa giratória e as braçadeiras estão limpas e lubrificadas e se não há restos de borracha e graxa. A IMPORTÂNCIA DOS SERVIÇO NA VENDA DA RODA MONTAGEM Cuidado e asseio são fundamentais. merecem cuidadoso manuseio pois os clientes exigentes.13 kg. fornece grande quantidade de controle e oferece a melhor proteção contra dano ao aro. 7.11. O design operacional desse tipo de máquina.5 . 12. etc. uma tampa pesada de aço alterará um pouco o equilíbrio.8 . OBSERVAÇÕES: A. você poderá ter que auxiliar a montagem com um par de barras. não há desculpa para estocar somente válvulas de borracha preta.8. Rodas de alumínio.11 kg. Uma vez tirada a roda da caixa. Enquanto uma tampa leve de plástico pode não fazer diferença perceptível. de paredes mais firmes. são eles que fazem a diferença. C. verifique se é necessário limpar o aro.5 . com braço superior. 11. 14 mm. 10 . um solvente agressivo pode danificar o acabamento da roda. rebarbas. Considere acrescentar em seu estoque válvulas e tampas cromadas de diferentes comprimentos e estilos.Embora sejam detalhes.8 kg. B. Não presuma que está tudo OK somente porque a roda é nova.

faça-o com cuidado e atenção para não marcar a roda. 3.Lubrifique o talão do pneu e do aro antes de deslizar (o talão do pneu) por cima da face externa. 9. 8.Quando for utilizar barras (colherão) para auxiliar na montagem da roda. 5. 4.O rolete da desmontadora e o colherão da borda deslizam maciamente direcionando o talão sobre o aro sem.Depois de iniciar o assentamento do talão e inflar a 40 psi (40 libras). .O uso apropriado de barras (colherão) ajuda a inserir o talão enquanto a mesa gira a roda. em nenhum momento. esvazie o pneu e depois encha-o novamente a 40 libras.1. ter contato metal-com-metal.Verifique se a base da desmontadora está limpa e limpe as garras que seguram a parte interna do aro da roda. 6. Isso deixará que o ar retido no talão escape (vide bolhas de ar na ilustração). sem tocar o aro da roda. 7.Instale uma válvula de boa qualidade antes da montagem.Após a montagem. 2. o rolete auxiliará para guiar o talão do pneu.Com o braço superior ajustado para a altura. limpe a roda e o pneu antes de fazer o balanceamento. Converse com o cliente e peça para que ele escolha a válvula.

2. sendo ele multipeças. entra em contato com o diâmetro interno do furo central nas paredes. Peso adesivo é um imperativo. Esses adaptadores estão . Centralize a roda no eixo da balanceadora. 3. por meio de molas. 4. ao invés de somente na borda interna O adaptador tem um piloto interno afilado que o expande. O adaptador do furo central fixa a roda centralizada no plano.BALANCEAMENTO os detalhes fundamentais do equilíbrio perfeito são os seguintes: 1. abrindo-o para um contato completo com as paredes do furo central. O adaptador de superfície plana externa não permitirá variação da centralização. Utilize adaptador de cubo central. 1. Com uma chave própria é fácil montar e remover a roda. 2.

a série é 82. em milimetros. não ferir o furo central. gire a roda para obter a primeira leitura do balanceamento. 6. 08). coloque também "silver tape" sobre os pesos. . Use somente um cone de superfície plana na parte externa da roda. para dar maior aderência. Representa a sua série técnica. caso algum peso solte. Nunca fique diretamente em frente ao sentido de giro da roda pois. Uma vez fixada ao eixo da balanceadora. na sua parede lateral externa (Fig. de engate rápido. 7. 175/70 R13 70 = indica a relação entre a altura e a largura nominal do pneu. Para obter um bom desempenho do produto. se quiser trabalhar com boa produtividade. B. em relevo. disponíveis separadamente ou em kits de dois ou três tamanhos diferentes. Posicione a roda depois que o adaptador do cubo central for colocado no eixo da balanceadora. pois isso dá uma referência fácil de acompanhar. Este tipo de porca. C. aperta e solta com um gatilho e ganha tempo nos horários de pico. Utilize pesos adesivos e somente na parte interna da roda. Não é recomendável operar uma balanceadora sem a tampa protetora. 5. Essa grande quantidade de informação vem impressa. 9-Depois que os pesos e a colocação deles forem determinados pela balanceadora e colocados. 1-Nome do fabricante 1A-Logotipo do fabricante 2-Modelo do pneu 3.Características das dimensões e tipo de construção 175 = indica a largura nominal do pneu. OBSERVAÇÕES: A. Isso dará um contato à roda que não alterará a posição do centro correto.3. Segure o conjunto roda/pneu enquanto está sendo colocado na posição.A tampa da balanceadora foi suprimida da ilustração para melhor visualização. permitindo que se possa notar rapidamente qualquer descentralização. saiba o que significa cada uma dessas informações. 9.A maioria dos consumidores de rodas de liga leve não gosta de pesos com garras sendo colocados no lado externo do aro. durante o processo.Se o conjunto roda/pneu for usado para corrida. outros não gostam de pesos no lado interno. Coloque o cone encostado à face do cubo da roda. que o identifica. 8. Não existindo identificação. Prenda a roda e os adaptadores ao eixo com uma porca apropriada de engate/desengate rápido. Marcações nos Pneus Todo tipo de pneu apresenta uma nomenclatura própria. 4. É bom fazer marcas com giz. verifique novamente o balanceamento. poderá atingí-lo. tome cuidado para.

por exemplo. indica 20ª semana de 1991.Registro de homologação. S = indica a velocidade máxima em que o pneu poderá rodar com total segurança 5-Pneu versão sem câmara (tubeless) ou com câmara (tube type). A ausência deste código indica que o pneu é de construção diagonal. 7-Códigos internos para controle de fabricação. 4-Índice de carga/código de velocidade. o diâmetro interno do pneu. 12*.M + S . 13 = indica. 82 = indica o peso que o pneu é capaz de suportar.( índice de carga ).Classificação do pneu junto a UTQG (Uniform Tyre Quality Grading) 14*. 8-Local de fabricação 9*-Matrícula DOT . 0 nº 201. 10*.Carga e pressão máxima. 11*.R = indica que o pneu é de construção radial. (Tread Wear Indicators). 6-Posição dos indicadores de desgaste T.Mud and Snow (para uso em Lama e Neve) OBSERVAÇÕES: . 13*. em polegadas.Dados referentes a estrutura do pneu. por exemplo. tipo do pneu e período de fabricação de interesse para o Brasil.indica estabelecimento de produção.W.I.

essa informação deverá estar marcada (no lado interno e externo dos flancos / laterais do pneu) nos idiomas italiano. FLANCOS: Laterais da carcaça que são revestidas por um composto de borracha de alta resistência a fadiga. CARCAÇA: Estrutura do pneu que deve resistir a pressão. escoar água e detritos. indica um pneu com estrutura reforçada. Dependem do país em que o pneu será comercializado. EQUIVALÊNCIA ENTRE SÍMBOLOS DE VELOCIDADE E A VELOCIDADE MÁXIMA (km/h) SÍMBOLO VELOCIDADE R 170 S 180 T 190 U 200 H 210 V 240 W 270 Y 300 COMPONENTES DO PNEU DE AUTOMÓVEL Os componentes mais importantes do pneu (Fig. Seus desenhos devem proporcionar aderência. A carcaça constitui a parte resistente do pneu. É composta de cordonéis têxteis. se houver. proporcionando dirigibilidade. Tem por função manter o pneu na roda. francês e alemão. SULCOS: Cavidades projetadas para evitar deslizamentos laterais. *Exigências de exportação. CINTURA: Representa o feixe de cintas (lonas estabilizadoras) que são dimensionadas para suportar cargas em movimento. inglês. Fig 09 . tração. refrigerar o pneu e gerar tração. para veículos comerciais leves. 09) são: BANDA DE RODAGEM: Parte do pneu que está em contato direto com o solo.1) A palavra REINFORCED. peso e choques. estabilidade e segurança ao veículo. TALÕES: São constituidos internamente de arames de aço de grande resistência. 2*) Quando o pneu possuir posição certa de montagem. Garantem a área de contato necessária entre o pneu e o solo.

como: BAIXA PRESSÃO Desgaste geral Maior consumo de combustível Perda de estabilidade em curvas Direção pesada e perda da capacidade de manejo Desgaste dos terminais de direção Aquecimento excessivo na zona de flexão e possibilidade de quebra da carcaça EXCESSO DE PRESSÃO Desgaste no centro da banda de rodagem Perda de estabilidade nas curvas Maior probabilidade de estouro por impacto Veículo torna-se menos confortável 2 .ALINHAMENTO DE RODAS . A pressão baixa (pneu vazio) ou alta (pneu cheio demais) pode causar varios problemas.PRESSÃO: A calibragem é fator importante para evitar desgaste e fadiga estrutural maior do que o resultante do uso normal dos pneus. Também aumenta a segurança dos ocupantes do veículo.COMO MANTER A SEGURANÇA E A DURABILIDADE 1 .

já há muito tempo. haverá um desgaste prematuro dos pneus. a resultante aponta numa direção. Para um bom alinhamento. rolamentos. embuchamentos e pinos de direção. Dependendo da combinação de aceleração. Veja a figura 10. Os fabricantes de pneus tem usado supercomputadores CRAY para calcular um modelo matemático definitivo sobre o que realmente acontece na área de contato do pneu com o piso. Os aros não podem apresentar defeitos. mas nunca podendo exceder o raio do círculo da fricção. Se o alinhamento das rodas não for feito periodicamente pelo consumidor. pois haverá súbita perda de aderência. frenagem e força centrífuga em curvas. é que o pneu só aguenta até um ponto e depois perde a aderência. num percurso em linha reta.: O raio do círculo de fricção é a força máxima que o pneu é capaz de desenvolver. ADVERTÊNCIA OS FREIOS PARAM AS RODAS. Se você quer que o pneu desenvolva a máxima força lateral em curvas. O QUE PÁRA O VEÍCULO É O CONTATO DO PNEU COM O SOLO . Se a resultante for maior que o círculo da fricção o pneu vai derrapar! OBS. O MISTÉRIO DA ADERÊNCIA A forma na qual o pneu desenvolve aderência permanece envolta em mistério. Força à frente (F) somada a força lateral em curvas (L) dá a resultante (LF). ocorrerão anomalias na parte mecanica do veículo. É uma questão de compromisso: caso haja assim próximo do limite o pneu perde aderência. em função da estabilidade prejudicada. Pneus tem aderência em qualquer direção. não devem existir folgas nos terminais de direção. E. mostrada no círculo de fricção.0 alinhamento das rodas deve ser feito de acordo com as especificações do fabricante do veículo (veja o manual do proprietário) para que. O que realmente sabemos. as rodas mantenham-se paralelas e perfeitamente apoiadas no solo. não pode ao mesmo tempo acelerar ou parar.

deve ser identificada como furação de 4 ½ polegadas.04. as aberturas para a passagem do fluxo de água. Exemplo: uma roda de 16 polegadas de diâmetro x 25. Os cilindros tem a sua superfície num acabamento "espelhado" para evitar as perdas excessivas por atrito do pistão contra sua superfície interna.DIRIJA COM CUIDADO APÊNDICE 1) ATENÇÃO AO MANUSEIO A utilização de máquinas de alta pressão. O não cumprimento das recomendações acima implicará na PERDA DA GARANTIA.4 milímetros.04 = 4. A limpeza das rodas deverá ser feita utilizando-se apenas água e detergente neutro. pois poderão danificar o verniz protetor. suas ligas para resistir às altas taxas de compressão a que são submetidos. Se souber a medida em milímetros e quiser passá-la para polegadas. ou ainda. Componentes dos motores Bloco do motor O bloco do motor congrega os cilindros no interior dos quais se encontra o pistão. para a limpeza não poderá ser efetuada a uma distância inferior a 50cm pois.4 = diâmetro de 406. .4 mm Se souber a medida em polegadas e quiser saber a medida no sistema métrico.4. as aberturas das válvulas e quando arrefecidos a água.3 mm x 0. em milímetros. multiplique as polegadas por 25.04 polegadas. Em caso nenhum. ácidos ou básicos bem como solventes. a alta pressão aplicada sobre a pintura poderá danificar o verniz protetor. químicos. segue uma fórmula simples: 1 polegada = 25. 1 mm = 0.5 polegadas).572 polegadas (arredondar para 4. poderão ser utilizados produtos abrasivos. normalmente são feitos em um único bloco para se evitar a formação de perfis de ruptura muito pronunciados. multiplique por 0. 2) CONVERSÃO DE POLEGADAS / MILÍMETROS Se você precisar converter polegadas e suas frações para o sistema métrico ou vice-versa. Exemplo: uma furação de 114. Atualmente os cilindros são confeccionados em aço ou aluminio.

Carter o carter fica na base do motor e comporta o eixo de comandos de válvulas. O Pistão . das velas. tambem das válvulas. os mancais e é provido de braçadeiras para fixar o motor no chassis. Cabeçote É o continente das câmaras de combustão. a árvore de manivelas. A parte inferior serve como depósito de óleo e além da entrada para o óleo tem um respiradouro que a coloca em contato com o ar. O cabeçote é construido normalmente em aço ou ligas de alumínio e é separado do bloco do motor para permitir a limpeza do acúmulo de carvão e das válvulas. além das passagens para o fluxo de água do sitema de arrefecimento. A junta serve para impedir o escape da pressão dos cilindros.

O pistão quando frio não é totalmente circular em seu perímetro. Atualmente os pistoões são construídos em ligas de alumínio. uma de admissão e outra de exaustão. cujas funções são indicadas pelos próprios nomes e que são feitos de material menos duro que o do cilindro de forma que tendam a desgastar-se pelo atrito evitando a retificação do bloco em consequência de riscos e desgastes. e varia segundo o material de que ambos são feitos. e é controlado pelo eixo comando de . O volante é ligado ao motor de arranque através de dentes adequados para esta finalidade. O calibre do volante exigido varia de motor para motor segundo o número de cilindros e a constituição geral do mesmo. não se verifica da mesma maneira em todas as direções. o que justifica a necessidade de uma folga cilindro-pistão. Os anéis 1 e 2 evitam as perdas dos gases e o de número 3. tem orifícios pelos quais o óleo que banha a parede do cilindro com o abaixamento do pistão é raspado e escorre para o interior do pistão. lubrifica o pé da biela e volta para o carter. mas o sistema de resfriamento tem uma atuação mais ativa sobre ele que sobre o pistão. Os pistões possuem ranhuras. pela de exaustão escapam os gases queimados. Válvulas Em cada cilindro existem usualmente duas válvulas. Pela válvula de admissão entra o combustivél. em números de três ou quatro. onde são acoplados os anéis. por problemas de distribuição de massa. que é colocado normalmente acima do pino do pistão. Biela A biela trabsmite à árvore de manivelas o movimento ascilatório do pistão e ambas transformam este último num movimento rotativo. Isto se deve ao fato de que a expansão do pistão pelo aquecimento. Volante Encontra-se conectado a árvore de manivelas. As paredes dos cilindros também se aquecem. diferentes metais possuem diferentes razões de expansão e contração quando aquecidos e esfriados. que tem a função de armazenar a energia necessária para movimentar a árvore de manivelas ao qual é solidario. O movimento das válvulas se processa pela variação de pressão no interior do cilindro como já tivemos oportunidade de citar.O pistão deve suportar esforços muito elevados. ou como dizem os mecânicos: ovalizados. A folga também é necessária para permitir a formação de uma película de lubrificante entre as paredes do pistão e do cilindro. devendo ser projetado para operar nas mais diversas temperaturas e pressões. quando esse não recebe impulso das explosões. O anel raspador é especialmente projetado para exercer esta função. é levemente elíptico.

Pode-se amemizar o efeito do sol e do orvalho. da arvore de manivelas até a árvore de comando de válvulas.válvulas. os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada. Árvore de Comando de válvulas A abertura das válvulas é feita pelo eixo comando de válvulas ou árvore do camondo de válvulas. este revestimento usado em carros mais luxuosos não é caro e compensa seu preço pelo isolamento acústico que proporciona. a cada três lavagens. Cada vez que o eixo comnado de válvulas completa uma volta. Mas lembre-se Aditivos Polêmicos. além do sereno. tendem a ficar com a pintura "gasta" antes do tempo. O melhor é encerar a pintura a cada dois meses ou. que possui um ressalto para cada válvula que deve operar e a abertura da válvula é determinada pela dimensão deste ressalto em relação à dimensão base do eixo. mas na realidade eles são . Pintura sempre nova Carros que ficam estacionados em lugares abertos e recebem raiso solares constantemente. correntes ou engrenagens. Considerando-se que a cada duas voltas da árvore de manivelas realizam-se em cada um dos cilindros os quatro tempos do ciclo e que cada válvula. se abrirá apenas uma vez a cada duas voltas da árvore de manivelas. torna-se claro que a árvore de comando de válvula deverá dar apenas uma volta a cada duas voltas do eixo de manivelas. Você ainda pode optar também por uma adaptação de um anti-ruído sob o capô do motor. A transmissão do movimento rotativo é feita através de polias. Ruídos Elevados Se o seu carro possui um elevado nível de ruido. cole na parte interna das porta e das laterais (depois de tirar os forros) uma manta especial anti-ruído (geralmente com resvetimento asfáltico). se preferir. um revestimento colado por baixo da peça pode reduzir barulhos provenientes do motor. não se desespere você pode adotar algumas medidas simples. mas o fechamento da mesma depende de uma mola. o seu ressalto abre a válvula. portanto.

são dispositivos de restrição. os silenciosos apresentam as tais câmaras as vezes verdaddeiros labirintos. diminuindo a queima de óleo. mais conhecido como etileno-glicol. bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. que diminuem os ruídos provenientes do motor. Em contrapartida.bastante úteis. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando. Os aditivos para combustível. porém isso não seria possível nos carros de rua. por sua vez. isto é folgas de bronzinas e anéis. alguns são para motores novos. por causa da compressão gerada pelo sistema. que não tem câmaras internas. aderindo bem a superfície de contato das engrenagens. ou tubos perfurados e dispostos paralelamente. como paredes alternadas ou perfuradas. isto é comum aos dois tipos de aditivos. Na verdade. alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores. responsáveis por atenuar os ruídos graves do motor. tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e tambem evitar formação de ferrugem interna no radiador. cuja função é diminuir atritos internos. . Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor. isso porque a velocidade de saída dos gases do motor é reduzida por esses defletores. Já os aditivos para radiadores. voce irá notar a diferença ao rodar com o seu carro. Outro aditivo que pode mostrar rapidamente sua eficiência são os indicados para cambio e transmissão. tem basicamente a funcão detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Existem dois tipos de uso para esses aditivos. também pode causar alguma perda de rendimento. o aditivo obrigatorio para radiadores. è por essa razão que os carros de competição geralmente apresentam o escape livre. eixos e rolamentos. Silenciosos Ao contrário do que acontece com os abafadores. Existem tambem uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor. numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados. que pretendem agir sobre as folgas internas do motor. ninguem aguentaria a barulheira.

deve ser lavado e limpo tambem na parte de baixo.Os silenciosos se contituem de uma caixa metálica. daqueles que certos postos costumam aplicar embaixo do assoalho. . Mesmo assim os carros que ficam muito tempo parados tendem a apresentar problemas mais frequentes nos silenciosos. aluminio ou aço inoxidável. aquecem com mais frequência a tubulação de escape retirando a umidade e diminuindo a corrosão. derivado do petróleo. geralmente localizada no final do tubo de escapamento. tudo isso vai causando o desgate do componente. nada de óleos minerais. Apesar dos materias se aprresentarem cada vez mais resistentes. do que os carros que rodam mais. na traseira do veículo. do calor proveniente dos gases e da exposição do sistema ao barro e sujeira das ruas. a ação do acúmulo de vapor (água) proveniente da queima de combustível. ataca coxins de borrachas do escape. é que esse tipo de produto. feita em chapas de aço. isto se deve ao fato de que os carros que habitualmente rodam. Uma dica é se o veículo ficar parado mutio tempo.

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