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ISSN 1677-7042

Suplemento ao N o- 209
Brasília - DF, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

FRANKLIN RUBINSTEIN SUBCOMISSÕES DA COMISSÃO PERMANENTE DE


Sumário VICTOR HUGO COSTA TRAVASSOS DA ROSA REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA
.
COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO SUBCOMISSÃO DE CORRELATOS
PÁGINA DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA Therezinha de Jesus Andreoli Pinto
PRESIDENTE Lourdes de Biaze Kotlarewski
Ministério da Saúde ............................................................................. 1 CELSO F. BITTENCOURT Midori Imai
CYPRIANO CARDOSO FILHO Nancy Mesas do Rio Bacelar Lopes
Ministério da Saúde Farmacêutico Janice Campos de Azevedo
. Associação Brasileira de Farmacêuticos Valmir Campiotti
Rio de Janeiro, RJ SUBCOMISSÃO DE DENOMINAÇÕES COMUNS BRA-
AGÊNCIA NACIONAL EDUARDO AUGUSTO MOREIRA SILEIRAS
DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Professor Aulus Conrado Basile
Curso de Farmácia da Universidade Regional Fátima Goulart Farhat
<!ID973401-1> RESOLUÇÃO-RDC N o- 313, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005 Integrada do Alto Uruguai das Missões Elizabeth Igne Ferreira
Erechim, RS Maria Amélia Barata da Silveira
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância EDUARDO CHAVES LEAL Carlos Vidoti
Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do Farmacêutico Lauro Domingos Moretto
Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto 3.029, de 16 de Instituto Nacional de Controle de Qualidade SUBCOMISSÃO DE EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA,
abril de 1999, c/c do Art. 111, inciso I, alínea “b” § 1º do Regimento em Saúde/FIOCRUZ BIODISPONIBILIDADE E BIOEQUIVALÊNCIA
Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, Rio de Janeiro, RJ Silvia Storpirts
republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião rea- ELFRIDES E. SCHERMAN SCHAPOVAL Maria Elisabete Amaral de Moraes
lizada em 24 de outubro de 2005, Professora Gerson Antônio Pianetti
considerando o inciso XIX do art. 7º da Lei nº 9.782, de 26 Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Leonardo Souza Teixeira
de janeiro de 1999; Grande do Sul Márcio Labastié
adotou a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Porto Alegre, RS Chang Chiam
Diretor-Presidente, determino a sua publicação: ELIZABETH IGNE FERREIRA Jaime de Oliveira Ilha
Art. 1º Fica aprovado o Fascículo 6 da Parte II da 4ª Edição SUBCOMISSÃO DE EXCIPIENTES E ADJUVANTES
da Farmacopéia Brasileira, em anexo, elaborado pela Comissão Per- Professora
Faculdade de Ciências Farmacêuticas José Aparício Brittes Funck
manente de Revisão da Farmacopéia Brasileira-CPRFB, instituída Mauro Witzel
pelas Portarias nº 686 de 12 de dezembro de 2002 e nº 56 de 27 de da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP Marcos Paulo Moreira
janeiro de 2003 . Ana Maria Braguim Pellim
Art. 2º Esta Resolução de Diretoria Colegiada entra em vigor ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES
Professor Armando da Silva Cunha
na data de sua publicação. Fabian Teixeira Primo
Curso de Química da Universidade Federal
de Santa Maria Airton Monza da Silveira
DIRCEU RAPOSO DE MELLO SUBCOMISSÃO DE FITOTERÁPICOS
Santa Maria, RS
Eduardo Augusto Moreira
ANEXO GERALDO FENERICH
Nikolai Sharapin
Farmacêutico
A Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Bra- Leandro Machado Rocha
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
sileira dedica esta edição ao Doutor Andrejus Korolkovas, Professor Célia Helena Ognibene
do Ministério da Saúde Melânia Palermo Manfron
da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Brasília, DF
Paulo, ao Doutor Carlos Sant'Anna , Professor da Faculdade de Me- Luiz Antônio da Costa
GERSON ANTÔNIO PIANETTI Elfriede Marianne Bacchi
dicina da Universidade Federal da Bahia, e ao Dr. João Gilvan Rocha, Professor
Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Ser- SUBCOMISSÃO DO FORMULÁRIO NACIONAL
Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Salvador Alves Pereira
gipe pela fundamental participação e apoio em sua elaboração. Gerais
PARTE II David Telvio Knobel
Belo Horizonte, MG Elpidio Nereu Zanchet
A identificação das monografias na Parte II é efetuada pelo
JOÃO CARLOS PALAZZO DE MELLO Julio Fernades Maia Neto
número de série e o ano da publicação de sua última versão.
Os textos da Parte I são identificados pelo número de re- Farmacêutico Luiz Fernando Chiavegatto
ferência e o ano de publicação da última versão. Conselho Federal de Farmácia Marco Antônio Perino
Os textos e monografias publicados no presente Fascículo Brasília, DF Paulo Queiroz Marques
anulam os textos e monografias publicados, anteriormente, nesta edi- LAURO DOMINGOS MORETTO Rogério Tokarski
ção ou em outras edições da Farmacopéia Brasileira. Farmacêutico Aaron de Oliveira Barbosa
III COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos Celso Figueiredo Bittencourt
FARMACOPÉIA BRASILEIRA no Estado de São Paulo Nikolai Sharapin
MINISTÉRIO DE ESTADO DA SAÚDE São Paulo, SP Alexandre Fiuza Juliano
JOSÉ SARAIVA FELIPE MARIA JOSÉ MACHADO Luciane Varini Laporta
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Farmacêutica José Antonio Batistuzzo
DIRETOR-PRESIDENTE Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil Anderson de Oliveira Ferreira
DIRCEU RAPOUSO DE MELLO Brasília, DF SUBCOMISSÃO DE HOMEOPATIA
DIRETORIA COLEGIADA . NIKOLAI SHARAPIN Gilberto Luiz Pozetti
CLAUDIO MAIEROVITCH P. HENRIQUES Professor Edanir dos Santos
DIRCEU RAPOSO DE MELLO Faculdade de Farmácia da Universidade Elza Helena Guimarães Lara
Federal Fluminense Luiz Cezar de Camargo Carvalho
Niterói, RJ Lázaro Moscardini D'Assunção
SALVADOR ALVES PEREIRA Maria Izabel Almeida Prado
Professor Renan Ruiz
Faculdade de Farmácia da Universidade Margareth de Akemi Kishi
Federal Fluminense Fernando de Oliveira
Niterói, RJ SUBCOMISSÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS
WILSON REINHARDT FILHO Eduardo Chaves Leal
Farmacêutico Darcy Akemi Hokama
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Julio Cezar da Silva
São Paulo, SP Hisako Higashi
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Lilia Ribeiro Seródio JOSÉ ALEIXO PRATES E SILVA Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Kleide de Carvalho Teixeira MARIA GISELA PIROS Porto Alegre, RS
Maria Irene G. Narciso PEDRO ROSS PETROVICK ANGELA LOPES PINTO
Carlos Nozawa SEBASTIÃO BAETA HENRIQUES Farmacêutica
SUBCOMISSÃO DE MATERIAL DE REFERÊNCIA SÉRGIO HENRIQUE FERREIRA Biobras S.A
André Luiz Gemal SUZANA MACHADO DE ÁVILA Montes Claros, MG
Celso Figueiredo Bittencourt THEREZINHA C. BARBOSA TOMASSINI ANTÔNIA DE ARAÚJO OLIVEIRA
Augusto Bortoluzzi EX-SECRETÁRIOS DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA EN- Farmacêutica
Pedro Eduardo Fröhelich VOLVIDOS NA PUBLICAÇÃO DA 4ª EDIÇÃO DA FARMACO- Gerente de Controle de Qualidade
Nelson dos Santos Junior PÉIA BRASILEIRA Aventis Pharma Ltda
Érico Marlon Flores ALBERTO FURTADO RAHDE São Paulo, SP
Maria Inês Miritelo Santoro ANTÔNIO CARLOS ZANINI ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA
Maria do Carmo Vasques Garcia BALDUR OSCAR SCHUBERT Professor
SUBCOMISSÃO DE PLANTAS MEDICINAIS ELISALDO LUIZ DE ARAÚJO CARLINI Faculdade de Farmácia
Amélia T. Henriques FRANCISCO DE ASSIS REIS Universidade Federal de Minas Gerais
Elfriede Marianne Bacchi GONZALO VECINA NETO Belo Horizonte, MG
José Ângelo S. Zuanazzi JOÃO BATISTA RISI JÚNIOR AUGUSTO VILSON BORTOLUZZI
Paulo Luiz de Oliveira JOÃO GERALDO MARTINELLI Professor
Lílian Auler Mentz JOSÉ ALBERTO HERMÓGENES Curso de Farmácia e Bioquímica da
Leandro Machado Rocha JOSÉ RIBEIRO Universidade Federal da Santa Maria
Eduardo Augusto Moreira LUIZ FELIPE MOREIRA LIMA Santa Maria, RS
Nikolai Sharapin MARTA NÓBREGA MARTINEZ AURÉLIO MARANDUBA
João Carlos Palazzo de Mello NEWTON JOSÉ NOGUEIRA DE CASTRO Químico
José Luiz Pinto Ferreira PAULO RUBENS PEREIRA DINIZ Diretor Presidente
SUBCOMISSÃO DE HARMONIZAÇÃO DE TEXTOS ROBERTO CHABO
Quiral Química do Brasil S/A
Ligia Maria Moreira de Campos RONAN TANUS
COLABORADORES DO FASCÍCULO 6 Juíz de Fora, MG
Antônio Basílio Pereira BERTA MARIA HEINZMANN
Nilton de Souza Viana Junior ADRIANA CRISTINA SANFELICE
. Bolsista da CPRFB Professora
Maria Auxiliadora Fontes Prado Curso de Farmácia da
SUBCOMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE PUBLICAÇÕES Curso de Farmácia da
Universidade Estadual de Maringá Univerisdade Federal de Santa Maria
José Aparício Brittes Funck Santa Maria, RS
Victor Hugo Travassos da Rosa Maringá, PR
ADRIANA MARIA ZAGO BRENO DE CARVALHO E SILVA
Humberto Gomes Ferraz Farmacêutico da CPRFB
Professora
Fabian Teixeira Primo Faculdade de Farmácia
Curso de Ciências Farmacêuticas do
Armando da Silva Cunha Centro Universitário Franciscano Universidade Federal de Minas Gerais
EX-MEMBROS DA CPRFB, INDICADOS PARA COM- Santa Maria, RS Belo Horizonte, MG
POR 4ª EDIÇÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA, QUE PAR- ALCIDES GUIMARÃES DA ROCHA BRENO XAVIER FERNANDES PIRES
TICIPARAM DE SUA ELABORAÇÃO. Químico Industrial Estudante de Farmácia
ANDRÉ LUIZ GEMAL Gerente Controle de Qualidade da Curso de Farmácia da
ANDREJUS KOROLKOVAS Pharmacia & Upjohn Farmacêutica Ltda Universidade Federal de Pernambuco
ANGELO JOSÉ COLOMBO São Paulo, SP Recife, PE
ANTÔNIO JOSÉ ALVES ALCIDES HORIE CAMILLE DE MEDEIROS POZZOBON
ELIEZER JESUS DE LACERDA BARREIRO Farmacêutico Relações públicas
ELZA ANDERS SAAD Gerente Controle de Qualidade Comissão Permanente de Revisão da
JOÃO GILVAN ROCHA FURP - Fundação Para o Remédio Popular Farmacopéia Brasileira
JOÃO LUIZ DE SANTIAGO DANTAS QUENTAL Guarulhos, SP Santa Maria, RS
ALEXANDRE DAMAREN CAUDURO CARLA CAFARATE NUNES
Farmacêutico da CPRFB Bolsista
Faculdade de Farmácia da Faculdade de Farmácia da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS Porto Alegre, RS
ALEXANDRE LEANDRO SEIXAS CARLOS DANIEL MENEGHETTI
Farmacêutico Químico
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Supervisor de Controle de Qualidade
Brasília, DF Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda
AMÉLIA TERESINHA HENRIQUES São José dos Campos, SP
Professora CARLOS CESAR DOS SANTOS NOGUEIRA
Faculdade de Farmácia da Farmacêutico
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Porto Alegre, RS Brasília, DF
ANA CRISTINA R. DE BARROS CORREIA CAROLINA LUPI DIAS
Farmacêutica Farmacêutica da CPRFB
Curso de Farmácia da Faculdade de Farmácia da
Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Recife, PE Porto Alegre, RS
ANA LAURA VENQUIARUTI ESCARRONE CÁSSIA VIRGINIA GARCIA
Farmacêutica Bolsista da CPRFB
Curso de Ciências Farmacêuticas do Faculdade de Farmácia da
Centro Universitário Franciscano Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Santa Maria, RS Porto Alegre, RS
ANA LÚCIA ABOY CECÍLIA ELENA FIGUEIREDO OGNIBENE
Bolsista da CPRFB Farmacêutica
Faculdade de Farmácia da
Sanrisil S/A
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS São Paulo, SP
ANA PAULA FLEIG SAIDELLES CÉLIA DE FREITAS GUIMARÃES PRAÇA
Professora Professora
Curso de Ciências Farmacêuticas do Faculdade de Farmácia da
Centro Universitário Franciscano Universidade Federal do Ceará
Santa Maria, RS Fortaleza, CE
ANA RITA BREIER CÉLIA GERVÁSIO CHAVES
Bolsista da CPRFB Professora
Faculdade de Farmácia da Faculdade de Farmácia da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS Porto Alegre, RS
ANDRÉ HENRIQUE F. DE BRAGA E BESSA CÉLIA YOKO SASAKI
Bolsista da CPRFB Farmacêutica
Faculdade de Farmácia da Gerente de Controle de Qualidade da
Universidade Federal de Minas Gerais União Química Farmacêutica S. A e
Belo Horizonte, MG Biolab Sanus Farmacêutica Ltda
ANDRÉ LUIZ GEMAL Taboão da Serra, SP
Diretor CELSO F. BITTENCOURT
Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde/FIO- Professor
CRUZ Curso de Farmácia e Bioquímica da
Rio de Janeiro, RJ Universidade Federal de Santa Maria
ANDRÉA INÊS HORN ADAMS Santa Maria, RS
Farmacêutica CHRISTIAN FERNANDES
Faculdade de Farmácia da Farmacêutico
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Faculdade de Farmácia da Farmacopéia Brasileira Analista Júnior de Laboratório
Universidade Federal de Minas Gerais Santa Maria, RS Asta Médica Ltda
Belo Horizonte, MG ELFRIDES E. SCHERMAN SCHAPOVAL São Paulo, SP
CRISTIANE MENDONÇA DE OLIVEIRA Professora FLÁVIA RESENDE
Bolsista da CPRFB Faculdade de Farmácia da Bolsista CPRFB
Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Curso de Farmácia da
Universidade Federal de Minas Gerais Porto Alegre, RS Universidade Estadual de Maringá
Belo Horizonte, MG ELAINE DE FERITAS MAGATONI Maringá, PR
CINTIA SATIE QUICU Química industrial FLAVIO VALENTE
Química Supervisora de Controle de Qualidade Farmacêutico
Aventis Pharma Ltda Asta Médica Ltda Gerente de Produtos
Suzano, SP São Paulo, SP Nortec Química Desenvolvimento Tecnológico
CLARICE MITIE SANO YUI ELIANA C. M. NUNES São Paulo, SP
Farmacêutica Professora GERALDO FENERICH
Diretora Técnica Instituto de Biociências da Farmacêutico
Medley S/A Industria Farmacêutica Universidade Federal do Rio Grande do Sul Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Campinas, SP Porto Alegre, RS Ministério da Saúde
CLÁUDIA MARIA R. DE C. DOS SANTOS ELIANE PEREIRA DOS SANTOS Brasília, DF
Farmacêutica da CPRFB Química Industrial GERSON ANTÔNIO PIANETTI
Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde Curso de Química Industrial da Professor
Rio de Janeiro, RJ Universidade Federal de Santa Maria Faculdade de Farmácia da
CLÁUDIA REGINA MARQUETTI CHAVES Santa Maria, RS Universidade Federal de Minas Gerais
Professora ELIANE SOUZA CARVALHO Belo Horizonte, MG
Departamento de Botânica da Professora GILBERTO DOLEJAL ZANETTI
Faculdade de Farmácia da Biólogo
Universidade Federal do Paraná
Universidade Federal Fluminense Curso de Farmácia da
Curitiba, PR Universidade Federal de Santa Maria
CLAUDIO VALÉRIO BORTALIERO Niterói, RJ
ELIZABETH DE ALBUQUERQUE LÚCIO Santa Maria, RS
Farmacêutico GISELE RODRIGUES DA SILVA
Supervisor de CTC&QC do Professora
Instituto de Química da Farmacêutica da CPRFB
Laboratório Stiefel Ltda Faculdade de Farmácia da
Guarulhos, SP Universidade Federal Fluminense
Niterói, RJ Universidade Federal de Minas Gerais
CLEBER ALBERTO SCHMIDT Belo Horizonte, MG
Farmacêutico ELIZABETH IGNE FERREIRA
Professora GIZELE SILVA CRUVINEL
Curso de Farmácia e Bioquímica da Bióloga
Universidade Federal de Santa Maria Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Universidade de São Paulo Supervisora da Microbiologia
Santa Maria, RS Laboratórios Pfizer Ltda
CLÉSIO SOLDATELLI PAIM São Paulo, SP
ELIZABETH S. YAMATOGI Guarulhos, SP
Farmacêutico da CPRFB H. J. KILLIAN
Faculdade de Farmácia da Farmacêutica
Gerente da Garantia de Qualidade Farmacêutico
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Diretor Industrial
Porto Alegre, RS Laboratórios Stiefel Ltda
Guarulhos, SP BYK Química Farmacêutica Ltda
CLEUSA BONNA Jaguariúna, SP
Professora ELISETE VELOSO
Química HELCIO LA SCALA TEIXEIRA
Departamento de Botânica da Farmacêutico
Universidade Federal do Paraná Gerente de Controle de Qualidade
Aventis Pharma Ltda Diretor de Qualidade
Curitiba, PR Jansen-Cilag Farmacêutica Ltda
CYPRIANO CARDOSO FILHO Suzano, SP
ELZIRIA DE AGUIAR NUAN São Paulo, SP
Farmacêutico HILDEBERTO CALDAS DE SOUSA
Professora
Associação Brasileira de Farmacêuticos Professor
Faculdade de Farmácia da Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da
Rio de Janeiro, RJ Universidade Federal de Minas Gerais
DANIEL HENRIQUES SOARES LEAL Universidade Federal de Ouro Preto
Belo Horizonte, MG Ouro Preto, MG
Bolsista da CPRFB ÉRICA MONTEIRO MORANELI VIEIRA
Faculdade de Farmácia da ISABELA DA COSTA CESAR
Farmacêutica Bolsista da CPRFB
Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Farmácia da
Belo Horizonte, MG Faculdade de Farmácia da
Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal de Minas Gerais
DANIELA DAL MOLIM GHISLENI Belo Horizonte, MG
Farmacêutica da CPRFB Belo Horizonte, MG
ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES ISABEL CRISTINA FRAÇÃO DIEFENBACH
Faculdade de Farmácia da Professor
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Farmacêutica da CPRFB
Curso de Química Industrial da Comissão Permanente de Revisão da
Porto Alegre, RS Universidade Federal de Santa Maria
DANIELLE COUTINHO LORDÃO Farmacopéia Brasileira
Santa Maria, RS Santa Maria, RS
Farmacêutica da CPRFB
Curso de Farmácia da
<!ID973401-2>

IVETE BORTOLUCCI
ERICK JOSÉ RAMO Química
Universidade Federal de Pernambuco Farmacêutico
Recife, PE Gerente Garantia da Qualidade
Curso de Farmácia da BYK Química Farmacêutica Ltda
DÉBORA BEZERRA MONTEIRO Universidade Federal de Pernambuco
Farmacêutica Jaguariúna, SP
Recife, PE JAMILLE FERNANDES LULA
Curso de Farmácia da FABIANA QUATRIM
Universidade Federal de Pernambuco Professora
Auxiliar-técnico da CPRFB Departamento de Ciências Biológicas
Recife, PE Santa Maria, RS
DENISE D'AVANÇO PELEGRINI Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da
FABIANA TREVIZOLI Universidade Federal de Ouro Preto
Bolsista da CPRFB Química Ouro Preto, MG
Curso de Farmácia da Supervisora de Controle de Qualidade JANAÍNA CHAVES ORTIZ
Universidade Estadual de Maringá Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda Química da CPRFB
Maringá, PR João Pessoa, PB Curso de Química da
ÉDER LISANDRO DE MORAES FLORES FÁBIO SANTOS DE SOUZA Universidade Federal de Santa Maria
Químico Industrial Farmacêutico da CPRFB Santa Maria, RS
Curso de Química Industrial da Faculdade de Farmácia da JANE BEATRIZ LIMBERGER
Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal da Paraíba Farmacêutica
Santa Maria, RS João Pessoa, PB Curso de Ciências Farmacêuticas do Centro Universitário
EDUARDO DA SILVA PEREIRA FELIPE ANTONACCI CONDESSA Franciscano
Bolsista da CPRFB Bolsista da CPRFB Santa Maria, RS
Fundação Oswaldo Cruz Faculdade de Farmácia da JOÃO CARLOS PALAZZO DE MELLO
Rio de Janeiro, RJ . Universidade Federal de Minas Gerais Professor
EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Belo Horizonte, MG Curso de Farmácia da
Professor FERNANDA PEDROSO RUNHA Universidade Estadual de Maringá
Curso de Farmácia da Farmacêutica Maringá, PR
Universidade Regional Integrada Gerente de Garantia de Qualidade JOÃO CARLOS VICTORELLI
Erechim, RS Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda Engenheiro Químico
EDUARDO CHAVES LEAL São José dos Campos, SP Diretor Industrial
Farmacêutico FERNANDO C. REIS Globe Química Ltda
Instituto Nacional de Controle de Qualidade Farmacêutico Cosmópolis, SP
em Saúde/FIOCRUZ Gerente de Garantia de Qualidade da JORGE COSTA
Rio de Janeiro, RJ Roche Químicos e Farmacêuticos S/A Farmacêutico
EDUARDO SCHMITT DE SOUZA Rio de Janeiro, RJ Gerente de Controle de Qualidade
Farmacêutico FLÁVIA MARIANO PINTO Nortec Química Desenvolvimento Tecnológico
Comissão Permanente de Revisão da Técnica Química São Paulo, SP
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JOSÉ ÂNGELO SILVEIRA ZUANAZZI LUCIANA OLIVEIRA DOS SANTOS Diretora do Instituto Vital Brasil
Professor Química Rio de Janeiro, RJ
Faculdade de Farmácia da Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde / MARIA INÊS ROCHA MIRITELLO SANTORO
Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIOCRUZ Professora
Porto Alegre, RS Rio de Janeiro, RJ Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO LUCIANE VARINI LAPORTA Universidade de São Paulo
Farmacêutico da CPRFB Farmacêutica
Secretária-executiva da CPRFB, São Paulo, SP
Faculdade de Farmácia da Centro Universitário Franciscano MARIA VIRGÍNIA SCARPA G. OLIVEIRA
Universidade Federal de Minas Gerias Santa Maria, RS Professora
Belo Horizonte, MG LUIS FELIPE DIAS LOPES Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
JOSÉ APARÍCIO BRITTES FUNCK Professor Universidade de São Paulo
Professor Departamento de Estatística da São Paulo, SP
Curso de Farmácia da Universidade Federal de Santa Maria MARISA SEDO
Pontíficia Universidade Católica Santa Maria, RS Farmacêutica
Porto Alegre, RS MAIQUE WEBER BIAVATTI Diretora Industrial
JOSÉ LUIS PINTO FERREIRA Professor Pharmácia Brasil Ltda
Professor Faculdade de Ciências Químico Farmacêuticas
Universidade do Vale do Itajaí São Paulo, SP
Faculdade de Farmácia da MARTHA ANA GATTUSO
Universidade Federal Fluminense Itajai, SC
MARCELO ANTONIO DE OLIVEIRA Professora
Niterói, RJ Farmacêutico Faculdade Ciências Bioquímicas e Farmacêuticas da Uni-
JOSÉ MARIA LOPES DE ALMEIDA Faculdade de Farmácia da versidade Nacional de Rosário
Professor Universidade Federal de Minas Gerais Rosário, Argentina
Faculdade de Farmácia da Belo Horizonte, MG MARTIN STEPPE
Universidade Federal Fluminense MARCELO SELHORST Professor
Niterói, RJ Assistente da CPRFB Faculdade de Farmácia da
JOSÉ ROBERTO F. DE ALMEIDA Universidade Federal de Santa Maria
Químico Santa Maria, RS Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Superintendente Industrial MARCIA CRISTINA LOPES Porto Alegre, RS
Laboratório. Sintofarma S/A Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde MEIRE FUSHIMI
Tabuão da Serra, SP Rio de Janeiro, RJ Farmacêutica
JULIANA MARGARIDA MARTINS MÁRCIA FOSTER MESKO Diretora do Rd Inrl
Profesora Química da CPRFB Laboratórios Stiefel Ltda
Departamento de Ciencias Biológicas da Curso de Química da Guarulhos, SP
Universidade Federal de Santa Maria MELISSA SCHWANZ
UNIPAR Santa Maria, RS
Umuarama, PR Bolsista da CPRFB
MÁRCIA JUSAN FERNANDES Curso de Farmácia da
JULIANO SMANIOTO BARIN Química da CPRFB
Farmacêutico da CPRFB Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde Universidade Regional Integrada
Curso de Química Industrial da Rio de Janeiro, RJ Erechim, RS
Universidade Federal de Santa Maria MÁRCIA VIGNOLI DA SILVA MICHELA DENOBILE
Santa Maria, RS Bolsista da CPRFB Farmacêutica da CPRFB
JULIO CÉSAR CAJARANA Faculdade de Farmácia Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Farmacêutico Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade de São Paulo
E.M.S. Industria Farmacêutica Ltda Porto Alegre, RS São Paulo, SP
São Paulo, SP MÁRCIO POZZOBON PEDROSO MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE
JULIO CÉSAR CARESTIATO Químico Industrial Professora
Professor Curso de Química Industrial da Curso de Farmácia da
Universidade Federal de Santa Maria Universidade Federal de Pernambuco
Faculdade de Farmácia da Santa Maria, RS
Universidade Federal Fluminense MARCO AURÉLIO XAVIER Recife, PE
Niterói, RJ Farmacêutico MIRIAM ANDERS APEL
LAURA JANE MOREIRA SANTIAGO Biobras S.A Farmacêutica
Professora Montes Claros, MG Faculdade de Farmácia da
Centro de Biociências e Biotecnologia da MARCOS ROBERTO DOS SANTOS Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Universidade Estadual do Norte Fluminense Bolsista da CPRFB Porto Alegre, RS
Niterói, RJ Curso de Farmácia do MITSUKO TABA OHARA
LAURO DOMINGOS MORETTO Centro Universitário Franciscano Professora
Farmacêutico Santa Maria, RS Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Vice-presidente executivo da MARCUS SOALHEIRO Universidade de São Paulo
Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento
Nortec Química - Desenvolvimentos Tecnológicos Ltda São Paulo, SP
São Paulo, SP Rio de Janeiro, RJ NADIA MARIA VOLPATO
LÁZARO DE JESUS GAMBARELI MARCUS VINICIUS DE OLIVEIRA ANDRADE Professora
Farmacêutico Farmacêutico da CPRFB Faculdade de Farmácia da
Gerente de Garantia e Controle de Qualidade Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro
ICN Farmacêutica Ltda Universidade Federal de Minas Gerais Rio de Janeiro, RJ
Campinas, SP Belo Horizonte, MG NADIA SOUZA DE OLIVEIRA
LEANDRO MACHADO ROCHA <!ID973401-3>

Bolsista da CPRFB
Professor MARGARIDA TERUKO KATO
Farmacêutica Faculdade de Farmácia da
Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Federal Fluminense Chefe do Controle de Qualidade
Belo Horizonte, MG
Niterói, RJ FURP - Fundação Para o Remédio Popular
NARA DEITOS BITTENCOURT
LEANDRO NICOLODI FRANCESCATO Guarulhos, SP Psicopedagoga
Farmacêutico MARIA AUXILIADORA FONTES PRADO Santa Maria, RS
Curso de pós-graduação em Ciência e Tecnologia Farma- Professora NELSON DE OLIVEIRA
cêuticas Faculdade de Farmácia Químico
Santa Maria, RS Universidade Federal de Minas Gerais Auditor
LENISE ARNEIRO TEIXEIRA Belo Horizonte, MG
Professora Laboratórios Pfizer Ltda
MARIA CRISTINA T. BRAGA MESSIAS Guarulhos, SP
Faculdade de Farmácia da Professora
Universidade Federal Fluminense NELSON DOS SANTOS JÚNIOR
Niterói, RJ Instituto de Biociências da Farmacêutico
LEONARDO GERALDO VIEIRA TERCEIRO Universidade Federal do Rio Grande do Sul Coordenador de Vigilância Sanitária
Bolsista CPRFB, Porto Alegre, RS Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica
Faculdade de Farmácia da MARIA DO CARMO VASQUES GARCIA São Paulo, SP
Universidade Federal de Minas Gerais Química NEUZA MOMOCO SASSKI
Belo Horizonte, MG Coordenadora do Programa Materiais de Referência/Instituto Química
LÍGIA MARIA MOREIRA DE CAMPOS Nacional de Controle de Qualidade em Saúde / FIOCRUZ Química de Desenvolvimento
Professora Rio de Janeiro, RJ Globe Química Ltda
Faculdade de Farmácia da MARIA DO ROSÁRIO SILVEIRA BRITTO Cosmópolis, SP
Universidade Federal de Minas Gerais Farmacêutica NIKOLAI SHARAPIN
Belo Horizonte, MG Professor
Curso de Farmácia da Faculdade de Farmácia da
LILIAN AULER MENTZ Universidade Federal de Pernambuco
Professora Universidade Federal Fluminense
Recife, PE Niterói, RJ
Instituto de Biociências da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul MARIA GISELA PIROS NILTON DE SOUZA VIANA JÚNIOR
Porto Alegre, RS Farmacêutica Farmacêutico
LÚCIA LAGO HAMMES Gerente Assuntos Regulatórios Faculdade de Farmácia
Farmacêutica Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda Universidade Federal de Minas Gerais
Gerente de Controle de Qualidade São Paulo, SP Belo Horizonte, MG
Indústria Química e Farmacêutica Schering-Plough S. A MARIA JOSÉ MACHADO NILZETE PAIVA DE SOUZA
Jacarepaguá, RJ Farmacêutica Química
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 5
Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde / Analista de Laboratório Faculdade de Farmácia da
FIOCRUZ FURP - Fundação Para o Remédio Popular Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro, RJ Guarulhos, SP Porto Alegre, RS
OCTÁVIO A. FRANÇA PRESGRAVE ROBERTA UTIDA VALDIR CECHINEL FILHO
Biólogo Química Professor
Instituto Nacional de Controle de Qualidade Coordenadora Desenvolvimento/Validação Universidade do Vale do Itajaí
em Saúde/INCQS/FIOCRUZ BYK Química Farmacêutica Ltda Itajaí, SC
Rio de Janeiro, RJ Jaguariúna, SP VALMIR CAMPIOTTI
OSNIR DE SÁ VIANA ROSIMAR LEITENBERG DA SILVEIRA Bolsista da CPRFB
Farmacêutico Farmacêutica Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Curso de Farmácia da Curso de Farmácia e Bioquímica da Universidade de São Paulo
Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal de Santa Maria São Paulo, SP
Recife, PE Santa Maria, RS VÂNIA BORTOLETO SABBAG
PAOLO BARTOLINI ROZENDO YUNES Química industrial
Químico Professor Gerente de Controle de Qualidade
Instituto de Pesquisas Energéticas e Núcleares Instituto de Química da Asta Médica Ltda
da Universidade de São Paulo Universidade Federal de Santa Catarina São Paulo, SP
São Paulo, SP Florianópolis, SC VERGÍNIA T. B. MACIEL SCHIAVO
PATRICIA DINIZ SANTANA Farmacêutica
RODRIGO DIAS MARTINS
Farmacêutica Coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento
Químico E.M.S. Indústria Farmacêutica Ltda.
Biobras S.A Analista Desenvolvimento/Validação
Montes Claros, MG São Paulo, SP
BYK Química Farmacêutica Ltda VILMA LIMA
PAULA GIORGI Jaguariúna, SP
Farmacêutica Farmacêutica
RUBENS VINHA JUNIOR Rhodia Brasil Ltda
Analista Júnior Engenheiro mecânico
Laboratórios Stiefel Ltda São Paulo, SP
Gerente de Garantia de Qualidade VIRNA JOSIANE AURELIO SCHUCK
Guarulhos, SP Jansen-Cilag Farmacêutica Ltda
PAULA PIERROT CAVALLIERI Farmacêutica
São Paulo, SP Faculdade de Farmácia da
Bolsista de CPRFB RUI OLIVEIRA MACÊDO
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Professor Porto Alegre, RS
Universidade de São Paulo Faculdade de Farmácia da WILSON BERTONCINI
São Paulo, SP Universidade Federal da Paraíba Farmacêutico
PAULO CESAR ARRUDA MARQUES João Pessoa, PB Gerente de Garantia e Controle de Qualidade
Farmacêutico da CPRFB RUTH RIESINGER STRATTMANN Pharmacia Brasil Ltda
Faculdade de Farmácia da Farmacêutica São Paulo, SP
Universidade Federal do Ceará Curso de Farmácia da WILSON REINHARDT FILHO
Fortaleza, CE Universidade Federal de Pernambuco Farmacêutico
PAULO LUIZ DE OLIVEIRA Recife, PE Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Professor SALVADOR ALVES PEREIRA São Paulo, SP
Instituto de Biociências da Professor YEDO ALQUINI
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Farmácia da Professor
Porto Alegre, RS Universidade Federal Fluminense Departamento de Botânica da
PAULO ROBERTO SALGADO DE FREITAS Niterói, RJ Universidade Federal do Paraná
Farmacêutico SARA HELENA VICENTE DA SILVA Curitiba, PR
Biobras S.A Secretária da CPRFB <!ID973401-4>

Montes Claros, MG Santa Maria, RS


PEDRO EDUARDO FROEHLICH SERGIO LUIZ DALMORA MONOGRAFIAS No ANO
Professor
Professor Acetazolamida 259 (2005)
Faculdade de Farmácia da
Curso de Farmácia e Bioquímica da Ácido acetilsalicílico, comprimidos 173.1 (2005)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS Universidade Federal da Santa Maria Ácido bórico 260 (2005)
PEDRO HENRIQUE SILVANO DA SILVA Santa Maria, RS Adenina 261 (2005)
Farmacêutico SEVERINO GRANJEIRO JÚNIOR Adenosina 262 (2005)
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Farmacêutico da CPRFB
Água purificada 263 (2005)
Brasília, DF Curso de Farmácia da
Água para injetáveis 264 (2005)
PEDRO ROS PETROVICK Universidade Federal de Pernambuco
Recife, PE Alanina 265 (2005)
Professor Álcool etílico 266 (2005)
Faculdade de Farmácia da SILVIA FRIDMAN
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Farmacêutica Alho 267 (2005)

Porto Alegre, RS Sintefina Industria e Comércio Ltda Atenolol 268 (2005)

RAFAEL DEITOS BEGINS São Paulo, SP Atenolol, comprimidos 268.1 (2005)


Auxiliar da CPRFB SIMONE SCHRAMM Bacitracina zíncica 269 (2005)
Santa Maria, RS Farmacêutica Benzilpenicilina potássica estéril, pó para solução injetável 83.1 (2005)
RAQUEL DUARTE DE TOLEDO Curso de Farmácia e Bioquímica da Benzilpenicilina procaína estéril, pó para suspensão injetável 84.1 (2005)
Secretária Universidade Federal de Santa Maria Borato de sódio 270 (2005)
Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica Santa Maria, RS Bromazepam, comprimidos 180.1 (2005)
São Paulo, SP SOLANGE TEIXEIRA SOARES SANTOS
Carqueja 182 (2005)
RENATA PEREIRA LIMBERGER Farmacêutica
Cefadroxila 271 (2005)
Professora Gerente do Laboratório de Desenvolvimento Analítico
Laboratórios Stiefel Ltda Cefadroxila, cápsulas 271.1 (2005)
Faculdade de Farmácia da
Guarulhos, SP Cefadroxila, comprimidos 271.2 (2005)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Porto Alegre, RS SÔNIA ELISABETE CONSTANTE Cefadroxila, pó para suspensão oral 271.3 (2005)
RENATO CHARLES DIAS Arquivista / Desenho e Plástica Cetoconazol 272 (2005)
Farmacêutico Secretária da SCMR da CPRFB Cetoconazol, comprimidos 272.1 (2005)
Biobras S.A Universidade Federal de Santa Maria Cimetidina 136 (2005)
Montes Claros, MG Santa Maria, RS Citrato de potássio 273 (2005)
RENATO MEDEIROS SILVA SUSANA J. GATTUSO Claritromicina 255 (2005)
Químico Professora Clofazimina 16 (2005)
Supervisor do Laboratório de Equivalência Faculdade Ciências Bioquímicas e Farmacêuticas da Uni-
Cloreto de amônio 274 (2005)
E.M.S. Industria Farmacêutica Ltda. versidade Nacional de Rosário
Cloreto de cálcio diidratado 275 (2005)
São Paulo, SP Rosário, Argentina
SUZANA NOGUEIRA Cloreto de cálcio hexaidratado 276 (2005)
RICARDO CHIAPPA
Farmacêutica Cloreto de zinco 277 (2005)
Farmacêutico
Secretário da CPRFB . Asta Médica Ltda Cloridrato de amiodarona 278 (2005)
Universidade Federal de Santa Maria São Paulo, SP Cloridrato de amitriptilina 279 (2005)
Santa Maria, RS TATIANA PEREIRA DE SOUZA Cloridrato de amitriptilina, cápsulas 279.1 (2005)
RICARDO MAGELA ROCHA Farmacêutica Cloridrato de amitriptilina, comprimidos 279.2 (2005)
Gerente de Controle de Qualidade Faculdade de Farmácia da Cloridrato de ciprofloxacino, comprimidos 141.1 (2005)
EMS Industria Farmacêutica Ltda Universidade Federal do Rio Grande do Sul Cloridrato de ciprofloxacino, solução oftálmica 141.2 (2005)
Hortolândia, SP Porto Alegre, RS Cloridrato de fluoxetina 280 (2005)
RICARDO PEREIRA LOURO TERESINHA DE JESUS ANDREOLI PINTO Cloridrato de fluoxetina, cápsulas 280.1 (2005)
Professor Professora
Cloridrato de fluoxetina, comprimidos 280.2 (2005)
Instituto de Biociências da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da
Diclofenaco potássico 281 (2005)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Universidade de São Paulo
Porto Alegre, RS São Paulo, SP Diclofenaco potássico, comprimidos 281.1 (2005)
ROBERTA VINHAS BERTOLINI TÉRCIO PASCHKE OPPE Diclofenaco sódico 144 (2005)
Farmacêutica Professor Didanosina 230 (2005)
6 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005
Dimetilsulfóxido 282 (2005) Paracetamol 167.1 (2005)
Paracetamol, comprimidos (167.1)
Endro 283 (2005) Teofilina 315.2 (2005) Polietilenoglicol (300)
Espinheira-santa 194 (2005) Polígala (301)
Etinilestradiol 284 (2005) Pó para solução injetável Ruibarbo (302)
Fenitoína 285 (2005) Benzilpenicilina potássica 83.1 (2005) Sais para reidratação oral (249)
Sulfato de bário (310)
Fenitoína, comprimidos 285.1 (2005) Sulfato de estreptomicina (112)
Fenitoína, suspensão oral 285.2 (2005) Pó para suspensão injetável Sulfato de neomicina (314)
Fenitoína sódica 286 (2005) Benzilpenicilina procaína 84.1 (2005) Teofilina (315)
Fenitoína sódica, solução injetável 286.1 (2005)
Tiabendazol (211)
Pó para suspensão oral
Uréia (316)
Fluconazol 287 (2005) Texto da Parte I
Fluconazol, cápsulas 287.1 (2005) Cefadroxila 271.3 (2005)
Fosfato de amônio dibásico 288 (2005) II Conteúdo
Fosfato de cálcio dibásico diidratado 289 (2005) Pomada V.5.2.3 Ensaio biológico de insulina
Fosfato de sódio monobásico diidratado 290 (2005) Sulfato de neomicina e bacitracina zíncica 314.1 (2005) Índice
Fosfato sódico de riboflavina 291 (2005)
Furosemida 152 (2005) Solução injetável NOVOS TEXTOS INCLUÍDOS NO SEXTO FASCÍCULO
Fenitoína sódica 286.1 (2005) Monografias
Furosemida, comprimidos 152.1 (2005) Adenina (261)
Haloperidol 293.2 (2005)
Guaco-cheiroso 292 (2005) Adenosina (262)
Insulina 36.1 (2005) Água para injetáveis (264)
Haloperidol 293 (2005)
Haloperidol, comprimidos 293.1 (2005) Alanina (265)
Solução oftálmica Atenolol (268)
Haloperidol, solução injetável 293.2 (2005)
Cloridrato de ciprofloxacino 141.2 (2005) Atenolol, comprimidos (268.1)
Haloperidol, solução oral 293.3 (2005) Cefadroxila (271)
Hidróxido de cálcio 294 (2005) Cefadroxila, cápsulas (271.1)
Solução oral Cefadroxila, comprimidos (271.2)
Insulina 36 (2005)
Haloperidol 293.3 (2005) Cefadroxila, pó para suspensão oral (271.3)
Insulina, solução injetável. 36.1 (2005)
Cetoconazol (272)
Insulina humana 37 (2005) Cetoconazol, comprimidos (272.1)
Soros
Isoniazida 295 (2005) Cloridrato de amiodarona (278)
Antibotrópico-laquético-crotálico 307 (2005) Cloridrato de amitriptilina, cápsulas (279.1)
Isoniazida, comprimidos 295.1 (2005)
Lanolina anidra 44 (2005)
Antilonômico para uso humano 308 (2005) Cloridrato de amitriptilina, comprimidos (279.2)
Antiloxoscélico 309 (2005) Cloridrato de fluoxetina (280)
Levonorgestrel 296 (2005) Cloridrato de fluoxetina, cápsulas (280.1)
Levonorgestrel e etinilestradiol, comprimidos 296.1 (2005) Cloridrato de fluoxetina, comprimidos (280.2)
Mebendazol, suspensão oral 159.1 (2005) Diclofenaco potássico (281)
Suspensão oral Diclofenaco potássico, comprimidos (281.1)
Metafosfato de potássio 297 (2005)
Fenitoína 285.2 (2005) Endro (283)
Nitrito de sódio 298 (2005) Fenitoína, comprimidos (285.1)
Mebendazol 159.1 (2005)
Oleato de etila 299 (2005) Fenitoína, suspensão oral (285.2)
Paracetamol 167 (2005) Fenitoína, sódica (286)
Vacinas
Paracetamol, comprimidos 167.1 (2005)
Fenitoína sódica, solução injetável (286.1)
Vírus vivo contra rubéola e sarampo 317 (2005) Fluconazol (287)
Polietilenoglicol 300 (2005) Vírus vivo contra varicela 318 (2005) Fluconazol, cápsulas (287.1)
Polígala 301 (2005) Fosfato de amônio dibásico (288)
Ruibarbo 302 (2005) <!ID973401-5>

Fosfato de cálcio dibásico diidratado (289)


Sais para reidratação oral 249 (2005) TEXTOS REVISADOS DA 4ª EDIÇÃO E DE EDIÇÕES Fosfato de sódio monobásico diitratado (290)
ANTERIORES Haloperidol, comprimidos (293.1)
Solução anticoagulante citrato de sódio 303 (2005) Haloperidol, solução injetável (293.2)
Solução anticoagulante citrato e glicose 304 (2005) Monografias Haloperidol, solução oral (293.3)
Solução anticoagulante citrato, fosfato e glicose 305 (2005) Acetazolamida (259) Isoniazida, comprimidos (295.1)
Solução anticoagulante heparina 306 (2005) Ácido acetilsalicílico (173.1) Levonorgestrel (296)
Ácido bórico (260) Levonorgestrel e etinilestradiol, comprimidos (296.1)
Soro antibotrópico-laquético-crotálico 307 (2005)
Água purificada (263) Metafosfato de potássio (297)
Soro antilonômico para uso humano 308 (2005) Oleato de etila (299)
Soro antiloxoscélico 309 (2005) Álcool etílico (266) Solução anticoagulante citrato de sódio (303)
Sulfato de bário 310 (2005) Alho (267) Solução anticoagulante citrato e glicose (304)
Bacitracina zíncica (268) Solução anticoagulante citrato, fosfato e glicose (305)
Sulfato de cobre anidro 311 (2005)
Benzilpenicilina potássica, pó para solução injetável (83.1) Solução anticoagulante heparina (306)
Sulfato de estreptomicina 112 (2005) Soro antibotrópico-laquético-crotálico (307)
Sulfato de indinavir 312 (2005)
Benzilpenicilina procaína, pó para suspensão injetável Soro antilonômico para uso humano(308)
Sulfato de indinavir, cápsulas 312.1 (2005)
(84.1) Soro antiloxoscélico (309)
Sulfato de magnésio heptaidratado 313 (2005)
Borato de sódio (270) Sulfato de cobre anidro (311)
Bromazepam, comprimidos (180.1) Sulfato de indinavir (312)
Sulfato de neomicina 314 (2005) Sulfato de indinavir, cápsulas (312.1)
Carqueja (182)
Sulfato de neomicina e bacitracina zíncica, pomada 314.1 (2005) Sulfato de magnésio heptaidratado (313)
Cimetidina (136) Sulfato de neomicina e bacitracina zíncica, pomada (314.1)
Teofilina 315 (2005)
Citrato de potássio (273) Teofilina, cápsulas (315.1)
Teofilina, cápsulas 315.1 (2005)
Claritromicina (225) Teofilina, comprimidos (315.2)
Teofilina, comprimidos 315.2 (2005) Vacina de vírus vivo contra rubéola e sarampo (317)
Clofazimina (16)
Tiabendazol 211 (2005) Vacina de vírus vivo contra varicela (318)
Cloreto de amônio (274) Texto da Parte I
Uréia 316 (2005)
Cloreto de cálcio diidratado (275)
Uva-ursi 212 (2005)
Cloreto de cálcio hexaidratado (276) V.1.7 Contaminação por partículas
Vacina de vírus vivo contra rubéola e sarampo 317 (2005)
Cloreto de zinco (277) V.2.24 Condutividade
Vacina de vírus vivo contra varicela 318 (2005)
Cloridrato de amitriptilina (279) V.3.2.12 Ensaio-limite para chumbo
Cloridrato de ciprofloxacino, comprimidos (141.1)
Cápsulas MONOGRAFIAS
Cloridrato de ciprofloxacino, solução oftálmica (141.2)
Cefadroxila 270.1 (2005)
Diclofenaco sódico (144) 259
Cloridrato de amitriptilina 279.1 (2005) ACETAZOLAMIDA
Didanosina (230) Acetazolamidum
Cloridrato de fluoxetina 280.1 (2005)
Dimetilsulfóxido (282)
Fluconazol 287.1 (2005)
Espinheira-santa (194)
Etinilestradiol (284)
Comprimidos Fenitoína (285)
Ácido acetilsalicílico 173.1 (2005) Fosfato sódico riboflavina (291) <!ID973401-6>

Atenolol 268.1 (2005) Furosemida (152)


Cefadroxila 271.2 (2005) Furosemida, comprimidos (152.1)
Cetoconazol 272.1 (2005) C4H6N4O3S2 222,25 00053.01-5
Haloperidol (293)
Cloridrato de amitriptilina 279.2 (2005) Hidróxido de cálcio (294)
Cloridrato de ciprofloxacino 141.1 (2005) Insulina (36) N-[5-(Aminosulfonil)-1,3,4-tiadiazol-2-il]acetamida
Cloridrato de fluoxetina 280.2 (2005) Insulina, solução injetável (36.1) Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de
Diclofenaco potássico 281.1 (2005) C4H6N4O3S2, em relação à substância dessecada.
Insulina humana (37)
Fenitoína 285.1 (2005)
DESCRIÇÃO
Isoniazida (295) Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco.
Furosemida 152.1 (2005) Lanolina anidra (44) Solubilidade. Muito pouco solúvel em água, pouco solúvel
Haloperidol 293.1 (2005) Mebendazol, suspensão oral (159.1) em etanol, praticamente insolúvel em clorofórmio, em éter etílico e
Isoniazida 295.1 (2005) Nitrito de sódio (298) em tetracloreto de carbono. Solúvel em soluções diluídas de hidró-
Levonorgestrel e etinilestradiol 296.1 (2005) Paracetamol (167) xidos alcalinos.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 7
IDENTIFICAÇÃO ÁCIDO BÓRICO motimol SI e 0,2 ml de hidróxido de sódio 0,01 M SV. Produz-se
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Acidum boricum coloração azul. Adicionar 0,4 ml de ácido clorídrico 0,01 M SV.
amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de Produz-se coloração amarela.
absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes- H3BO3 61,83 00086.01-0
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel
mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de ace- GF254, como suporte, e mistura de amônia concentrada, acetato de
tazolamida padrão, preparado de maneira idêntica. Caso o espectro da Ácido bórico etila e propanol (20:40:40), como fase móvel. Aplicar, separada-
amostra não se apresente idêntico ao do padrão, dissolver, sepa- Contém, no mínimo, 99,5% e, no máximo, 100,5% de mente, à placa, 5 µl de cada uma das soluções, recentemente pre-
radamente, a amostra e o padrão em etanol, evaporar até secura e H3BO3, em relação à substância dessecada. paradas, descritas a seguir.
repetir o teste. DESCRIÇÃO Solução (1): dissolver 0,1 g da amostra em ácido acético
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa Caracteres físicos. Pó cristalino branco, untuoso ao tato, ou diluído. Aquecer, se necessário. Completar para 10 ml com o mesmo
de 230 nm a 260 nm, de solução a 0,003? (p/V) em hidróxido de cristais brilhantes incolores. solvente.
sódio 0,01 M, exibe máximo em 240 nm e a absorvância é de 0,49 a Solubilidade. Solúvel em água, facilmente solúvel em água Solução (2): transferir 1 ml da solução (1) para balão vo-
fervente e em glicerol a 85% (V/V), solúvel em etanol. lumétrico de 10 ml e completar o volume com ácido acético di-
0,52. Na faixa de 260 nm a 350 nm, de solução a 0,00075? (p/V) em luído.
hidróxido de sódio 0,01 M, exibe máximo em 292 nm e a absorvância IDENTIFICAÇÃO
Dissolver, sob aquecimento brando, 0,1 g da amostra em 5 Solução (3): dissolver 10 mg de adenina padrão em ácido
é de 0,43 a 0,46. acético diluído. Aquecer, se necessário. Completar para 10 ml com o
ml de metanol. Adicionar 0,1 ml de ácido sulfúrico e levar a solução
C. Em tubo de ensaio adicionar 20 mg da amostra, 4 ml de à ignição. Observa-se chama com bordas verdes. mesmo solvente.
ácido clorídrico 2 M e 0,2 g de pó de zinco. Colocar uma tira de Solução (4): diluir 1 ml da solução (2) para 20 ml com ácido
ENSAIOS DE PUREZA acético diluído.
papel de acetato de chumbo sobre a abertura do tubo. Ocorre des- Aspecto das soluções. Dissolver 3,3 g da amostra em 80 ml
prendimento de ácido sulfídrico e escurecimento do papel. Solução (5): dissolver 10 mg de adenina padrão e 10 mg de
de água fervente. Resfriar e diluir para 100 ml com água isenta de adenosina padrão em ácido acético diluído. Aquecer, se necessário.
D. Dissolver 25 mg da amostra em mistura de hidróxido de dióxido de carbono. A solução é límpida e incolor. Dissolver 1 g da Completar para 10 ml com o mesmo solvente.
sódio SR e 5 ml de água. Adicionar 1 ml de sulfato cúprico a 12,5% amostra em 10 ml de etanol fervente. A solução é incolor e não é Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
(p/V). Produz-se precipitado azul-esverdeado. mais opalescente que a Suspensão referência II (IV-3). em corrente de ar quente. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm).
pH (V.2.19). 3,8 a 4,8. Determinar na solução obtida em Qualquer mancha secundária obtida no cromatograma com a solução
<!ID973401-7>
Aspecto da solução. (1), diferente da mancha principal, não é mais intensa que aquela
ENSAIOS DE PUREZA Impurezas orgânicas. Aquecer progressivamente a amostra obtida com a solução (4) (0,5%). O teste somente será válido se o
Aspecto da solução. Dissolver 1 g da amostra em 10 ml de ao rubro. Não ocorre escurecimento. cromatograma obtido com a solução (5) apresentar duas manchas
hidróxido de sódio M. A solução obtida apresenta opalescência in- Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- nitidamente separadas.
tamida - Método I). Determinar em 10 ml da solução obtida em Íon amônio. Preparar uma pequena câmara utilizando 2 vi-
ferior à da suspensão de referência II (IV-3) e não é mais corada dros de relógio de 60 mm de diâmetro, colocados bordo a bordo.
(V.2.12) que a solução (2). Aspecto da solução. Preparar a solução padrão misturando 2,5 ml de
solução padrão de chumbo (2 ppm) com 7,5 ml de água. Prosseguir Aderir à parede interior do vidro de relógio superior, por meio de
Solução (1): adicionar 2,4 ml de solução base de cloreto conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo algumas gotas de água, uma tira de papel de tornassol vermelho de 5
férrico, 0,6 ml de solução base de cloreto cobaltoso e 7 ml de solução 0,0015% (15 ppm). mm × 5 mm. No vidro inferior suspender 50 mg da amostra, fi-
de ácido clorídrico 1% (V/V). Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 2,7 g da amostra. Proceder namente pulverizada, em 0,5 ml de água. Adicionar 0,3 g de óxido de
Solução (2): a 12,5 ml da solução(1) adicionar 87,5 ml de magnésio, misturar rapidamente com um bastão de vidro e fechar a
conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo câmara juntando os dois vidros de relógio. Aquecer a 40 °C por 15
solução de ácido clorídrico 1% (V/V). 0,045% (450 ppm). minutos. O papel de tornassol não deve adquirir coloração azul mais
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em Perda por dessecação. Dessecar em sílica-gel por 5 horas. No intensa que a de uma tira de papel de tornassol vermelho de uma
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel máximo 0,5%. preparação realizada simultaneamente, e nas mesmas condições, com
GF254, como suporte, e mistura de amônia, acetato de etila e 2- DOSEAMENTO 0,05 ml de solução de cloreto de amônio a 0,0296% (p/V), 0,5 ml de
propanol (20:30:50), como fase móvel. Deixar a cuba saturar por 1 Dissolver, sob aquecimento, 1 g da amostra em 100 ml de água e 0,30 g de óxido de magnésio. No máximo 0,01% (100
hora, antes de desenvolver a placa. Aplicar, separadamente, à placa, água contendo 15 g de manitol. Titular com hidróxido de sódio M SV, ppm).
20 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a utilizando 0,5 ml de fenolftaleína SI como indicador, até viragem para Cloretos (V.3.2.1). Dispersar 2,5 g da amostra em água e
seguir. rosa. Cada ml de hidróxido de sódio M SV equivale a 61,830 mg de completar para 50 ml com o mesmo solvente. Aquecer à ebulição
Solução (1): dissolver 50 mg da amostra em mistura de H3BO3. durante 3 minutos, esfriar, completar para 50 ml com água e filtrar. A
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO 10 ml do filtrado, adicionar 1 ml de amônia concentrada, filtrar e
volumes iguais de etanol e acetato de etila e completar para 10 ml lavar o precipitado com pouca quantidade de água. Prosseguir con-
Em recipientes bem-fechados.
com o mesmo solvente. ROTULAGEM forme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo 0,01%
Solução (2): diluir 1 ml da solução (1) para 100 ml no Observar a legislação vigente. (100 ppm).
mesmo solvente da solução (1). CATEGORIA Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace-
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Adjuvante farmacêutico. tamida - Método II). No máximo 0,001% (10 ppm).
ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha 261 Sulfatos (V.3.2.2). Dispersar 2,5 g da amostra em água e
secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da completar para 50 ml com o mesmo solvente. Aquecer à ebulição
ADENINA durante 3 minutos, esfriar, completar para 50 ml com água e filtrar.
mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida com a solução Adeninum Prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No má-
(2) (1,0%). ximo 0,03% (300 ppm).
Metais pesados (V.3.2.3 - Método II). No máximo 0,002% Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra,
(20 ppm). em estufa, entre 100 ºC e 105 °C, por 3 horas. No máximo 0,5%.
Sulfatos (V.3.2.2). Dissolver 0,96 g da amostra em 20 ml de Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra.
água, aquecer à ebulição até completa dissolução. Esfriar com agi- No máximo 0,1%.
tação e filtrar. Prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para
<!ID973402-2>

DOSEAMENTO
Pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da amostra e dissolver em
sulfatos utilizando 1 ml de ácido sulfúrico padrão. No máximo 0,05% 20 ml de anidrido acético e 30 ml de ácido acético glacial. Titular
(500 ppm). C5H5N5 135,13 07318.01-4 com ácido perclórico 0,1 M SV determinando o ponto final po-
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, tenciometricamente. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M SV equivale
em estufa, entre 100 ºC e 105 °C. No máximo 0,5%. 1H-Purina-6-amina a 13,513 mg de C5H5N5.
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. Contém, no mínimo, 98,5% e, no máximo, 101,0% de EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
No máximo 0,1%. Em recipientes bem-fechados.
C5H5N5, em relação à substância dessecada. ROTULAGEM
DESCRIÇÃO Observar a legislação vigente.
<!ID973402-1>

Caracteres físicos. Pó branco. CLASSE TERAPÊUTICA


DOSEAMENTO Solubilidade. Muito pouco solúvel em água e em etanol, Aminoácido.
Dissolver 0,2 g da amostra em 25 ml de dimetilformamida. praticamente insolúvel em éter etílico. Dissolve-se em soluções di- 262
Titular com hidróxido de sódio etanólico 0,1 M SV, determinando o luídas de ácidos minerais e de hidróxidos alcalinos. ADENOSINA
ponto final potenciometricamente. Cada ml de hidróxido de sódio IDENTIFICAÇÃO Adenosini
etanólico 0,1 M SV equivale a 22,225 mg de C4H6N4O3S2. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO amostra dessecada a 105°C, até peso constante, e dispersa em bro-
Em recipientes herméticos, protegidos da luz. meto de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mes-
ROTULAGEM mos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas <!ID973402-3>

Observar a legislação vigente. daqueles observados no espectro de adenina padrão, preparado de


CLASSE TERAPÊUTICA maneira idêntica.
Diurético. B. A mancha principal do cromatograma da solução (2), C10H13N5O4 267,24 00285.01-3
__________________________________________________ obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e
XII.3. SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS intensidade àquela obtida com a solução (3). 9-β-D-Ribofuranosil-9H-purina-6-amina
Hidróxido de sódio etanólico 0,1 M SV C. Aquecer à ebulição durante 15 minutos, sob agitação Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 101,0% de
Preparação - Preparar solução de hidróxido de sódio a 50% constante, 1 g da amostra com 3,5 ml de anidrido propiônico. Esfriar. C10H13N5O4, em relação à substância dessecada.
(p/V) com água isenta de dióxido de carbono. Esfriar à temperatura À massa cristalina obtida adicionar 15 ml de éter de petróleo e DESCRIÇÃO
ambiente e deixar sedimentar. Transferir 2 ml do sobrenadante para aquecer à ebulição, agitando energicamente. Esfriar e filtrar. Lavar o Caracteres físicos. Pó cristalino branco.
. precipitado com duas porções de 5 ml de éter de petróleo. Dissolver
balão volumétrico de 250 ml e completar o volume com etanol. Solubilidade. Levemente solúvel em água, solúvel em água
o precipitado em 10 ml de água, aquecendo à ebulição durante 1 aquecida, praticamente insolúvel em cloreto de metileno e em etanol.
Padronização - Pesar, exatamente, cerca de 0,2 g de ácido minuto. Filtrar a mistura em temperatura compreendida entre 30 ºC e
benzóico e dissolver em mistura de 10 ml de etanol e 2 ml de água. Solúvel em ácidos minerais diluídos.
40 °C. Deixar esfriar, filtrar e secar o precipitado entre 100 ºC e 105 Constantes físico-químicas
Titular com a solução de hidróxido de sódio etanólico 0,1 M SV, °C durante 1 hora. O ponto de fusão do precipitado está compre- Faixa de fusão (V.2.2): 233 ºC a 238 ºC.
utilizando fenolftaleína SI como indicador, até aparecimento de co- endido entre 237 ºC e 241 °C. Poder rotatório específico (V.2.8): -45º a -49º, em relação à
loração rósea permanente. Cada ml de hidróxido de sódio 0,1 M SV ENSAIOS DE PUREZA substância dessecada. Determinar em solução a 2,5% (p/V) em ácido
equivale a 122,12 mg de ácido benzóico. Aspecto da solução. Dissolver 0,5 g da amostra em ácido clorídrico M, dentro de 10 minutos após o preparo.
Conservação - Em recipientes bem-fechados, inertes (tipo clorídrico diluído e completar para 50 ml com o mesmo solvente. A IDENTIFICAÇÃO
polietileno). solução é límpida e incolor. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
Armazenagem - Proteger da exposição ao dióxido de car- Acidez e alcalinidade. Dispersar 2,5 g da amostra em água e amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de
bono. completar para 50 ml com o mesmo solvente. Aquecer à ebulição absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes-
Segurança - Cáustico. durante 3 minutos e esfriar. Completar para 50 ml com água e filtrar. mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de ade-
260 A 10 ml do filtrado adicionar 0,1 ml de solução de azul de bro- nosina padrão, preparado de maneira idêntica.
8 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

ENSAIOS DE PUREZA domercurato de potássio alcalino SR a uma mistura de 4 ml de Padronização - Padronizar utilizando solução de oxalato de
Aspecto da solução. Dispersar 2,5 g da amostra em 50 ml de solução padrão de amônio 1 ppm NH4 e 16 ml de água isenta de sódio 0,05 M. Pipetar exatamente 50 ml de solução padrão de oxalato
água e aquecer até ebulição. Esfriar, filtrar sob pressão reduzida e amônio. No máximo 0,2 ppm. de sódio para erlenmeyer, adicionar 10 ml de ácido sulfúrico 1:1 e
diluir para 50 ml com o mesmo solvente. A solução é límpida e Cálcio e magnésio. Adicionar 2 ml de tampão de cloreto de manter a temperatura a 60 ºC. Titular até a obtenção de coloração
incolor. amônio pH 10,0; 0,5 ml negro de eriocromo T e 0,5 ml de edetato de levemente rósea.
Acidez e alcalinidade. Dispersar 2,5 g da amostra em água e sódio 0,01 M em 100 ml da amostra. Uma coloração azul límpida é XII.4. TAMPÕES
completar para 50 ml com o mesmo solvente. Aquecer à ebulição, produzida. Tampão de cloreto de amônio pH 10,0
esfriar, filtrar e completar para 50 ml com água. A 10 ml do filtrado, Cloretos. Adicionar 1 ml de ácido nítrico SR e 0,2 ml de Preparação - Dissolver 5,4 g de cloreto de amônio em 20 ml
adicionar 0,1 ml de solução de púrpura de bromocresol SI e 0,1 ml de nitrato de prata 0,1 M em 10 ml da amostra. A solução não apresenta de água, adicionar 35 ml de amônia 10 M e diluir para 100 ml com
ácido clorídrico 0,01 M SV. A solução torna-se amarela. Adicionar alterações na aparência por, pelo menos, 15 minutos. água.
Nitratos. Transferir 5 ml de amostra para tubo de ensaio 264
0,4 ml de hidróxido de sódio 0,01 M SV. A solução torna-se violeta- ÁGUA PARA INJETÁVEIS
azulada. imerso em água gelada, adicionar 0,1 ml de solução saturada de
cloreto de potássio e 0,1 ml de difenilamina 0,1% (p/V). Gotejar sob Aqua ad injectabilia
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
agitação, 5 ml de ácido sulfúrico livre de nitrogênio. Transferir o tubo
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel para banho-maria a 50 °C. Após 15 minutos, qualquer coloração azul
GF254, como suporte, e mistura de amônia concentrada, água e pro- desenvolvida na solução não é mais intensa do que a do padrão,
panol (10:30:60), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, preparada da mesma maneira, utilizando uma mistura de 4,5 ml de
5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a água livre de nitrato e 0,5 ml de solução padrão de nitrato 2 ppm NO3 <!ID973402-5>

seguir. , recém preparada. No máximo 0,2 ppm. H2O 18,02


Solução (1): dissolver 0,2 g da amostra em ácido acético Sulfatos. Adicionar 0,1 ml de ácido clorídrico 2 M e 0,1 ml Água
diluído. Aquecer, se necessário, em banho-maria. Completar para 5 de solução aquosa de cloreto de bário 6,1% (p/V) em 10 ml da Água para injetáveis é o insumo utilizado na preparação de
ml com o mesmo solvente. amostra. A solução não apresenta alterações na aparência por pelo medicamentos para administração parenteral como veículo e para a
Solução (2): diluir 1 ml da solução (1) para 100 ml com menos 1 hora. dissolução ou diluição de substâncias ou especialidades farmacêu-
água, de forma a obter solução a 0,4 mg/ml. Metais pesados (V.3.2.3). Transferir 200 ml de amostra para ticas. É, também, utilizada em aplicações farmacêuticas, tais como
Solução (3): dissolver 10 mg de adenosina padrão e 10 mg béquer de vidro e aquecer em banho-maria até que o volume seja limpeza de certos equipamentos e na preparação de fármacos.
de adenina padrão em ácido acético diluído. Aquecer, se necessário, reduzido a 20 ml. Medir 12 ml desta solução e prosseguir conforme Água para injetáveis é obtida por destilação em equipamento
em banho-maria. Completar para 10 ml com o mesmo solvente. descrito em Métodos de reação com tioacetamida (Método I). Pre- cujas partes em contato com a água são de vidro neutro, quartzo ou
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar parar a solução padrão a partir da solução padrão de chumbo 1 ppm metal apropriado. Pode, ainda, ser obtida por processo equivalente ou
em corrente de ar .quente. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Pb. No máximo 0,1 ppm. superior à destilação na remoção de contaminantes químicos ou mi-
Qualquer mancha secundária obtida no cromatograma com a solução Contagem de microorganismos viáveis totais (V.5.1.6.1). crorganismos. O processo de obtenção deve ser validado.
(1), diferente da mancha principal, não é mais intensa que aquela Proceder conforme descrito para substâncias solúveis em água em Para assegurar a qualidade apropriada da água, sua produção
obtida com a solução (2) (1%). Nebulizar com solução a 0,5% (p/V) Método de filtração por membrana ou outra metodologia que se deve ser monitorada por meio de procedimentos validados que con-
de permanganato de potássio em hidróxido de sódio M. Secar a placa revele igual ou superior a método farmacopéico validado. No máximo trolem sua condutividade elétrica e contagem microbiana.
em corrente de ar quente. Qualquer mancha secundária obtida no 100 UFC/ml. DESCRIÇÃO
cromatograma com a solução (1), diferente da mancha principal, não Resíduo por evaporação. Evaporar 100 ml da amostra em Caracteres físicos. Líquido límpido, incolor, insípido e ino-
é mais intensa que aquela obtida com a solução (2) (1%). O teste banho-maria e secar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC. No máximo doro.
somente será válido se o cromatograma obtido com a solução (3) 0,001% (1 mg). ENSAIOS DE PUREZA
apresentar duas manchas nitidamente separadas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Cumpre com os testes prescritos na monografia de Água
Amônia (V.3.2.6). Suspender 0,5 g da amostra em 10 ml de Em recipientes poliméricos ou de vidro, adequadamente purificada e com os seguintes testes adicionais.
água, agitar por 30 segundos e filtrar. Prosseguir conforme descrito identificados, que assegurem as propriedades físico-químicas e mi- Contagem de microorganismos viáveis totais (V.5.1.6.1).
crobiológicas exigidas. A água purificada deve ser armazenada e Proceder conforme descrito para substâncias solúveis em água em
em Ensaio-limite para amônia. No máximo 0,0004% (4 ppm). distribuída em condições adequadas para prevenir o crescimento mi-
Cloretos (V.3.2.1). Suspender 2,5 g da amostra em 50 ml de Método de filtração por membrana ou outra metodologia que se
crobiano e evitar qualquer outra contaminação. revele igual ou superior a método farmacopéico validado. Utilizar,
água e aquecer até ebulição. Esfriar, filtrar sob pressão reduzida e ROTULAGEM
diluir para 50 ml com o mesmo solvente. Prosseguir conforme des- pelo menos 200 ml de amostra. No máximo 10 UFC /100 ml.
Observar a legislação vigente. Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9.) No máximo 0,25 UI de
crito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo 0,01% (100 ppm). XII.2 REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
Sulfatos (V.3.2.2). Suspender 2,5 g da amostra em 50 ml de endotoxinas por mililitro.
Ácido sulfúrico livre de nitrogênio Água esterilizada para injetáveis
água e aquecer até ebulição. Esfriar, filtrar sob pressão reduzida e Fórmula e massa molecular - H2SO4 - 98,07 Água esterilizada para injetáveis é a Água para injetáveis que
diluir para 50 ml com o mesmo solvente. Prosseguir conforme des- Especificação - Contém, no mínimo 96 por cento (p/p) foi distribuída em recipientes adequados, fechados e esterilizados por
crito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo 0,02% (200 ppm). Conservação - Recipientes bem-fechados. calor em condições que assegurem que o produto ainda cumpre com
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, Segurança - Irritante. Corrosivo. o teste para endotoxinas bacterianas. A água esterilizada é livre da
em estufa entre 100 ºC e 105 °C. No máximo 0,5%. Água livre de amônia adição de qualquer substância.
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. Preparação - Transferir 0,1 ml de ácido sulfúrico 96% (p/p) ENSAIOS DE PUREZA
No máximo 0,1%. para 100 ml de água e destilar empregando equipamento com paredes Cumpre com os testes prescritos na monografia de Água
DOSEAMENTO isentas de amônia. purificada, com as modificações abaixo descritas, e com testes adi-
Pesar, exatamente, cerca de 0,2 g da amostra e dissolver em Água livre de nitrato cionais referentes à contaminação por partículas, esterilidade e en-
mistura de 20 ml de anidrido acético e 30 ml de ácido acético glacial. Preparação - Transferir 5 mg de permanganato de potássio e dotoxinas bacterianas.
Titular com ácido perclórico 0,1 M SV, determinando o ponto final 5 mg de hidróxido de bário para 100 ml de água e destilar em- Acidez ou alcalinidade. Em 20 ml de amostra adicionar 0,05
potenciometricamente. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M SV equi- pregando equipamento com paredes isentas de nitrato. ml de vermelho de fenol SI. Se a solução é amarela, torna-se ver-
vale a 26,724 mg de C10H13N5O4. Difenilamina melha com a adição de 0,1 ml de hidróxido de sódio 0,01 M; sendo
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Fórmula e massa molecular - C6H5NHC6H5 - 169 vermelha, torna-se amarela com a adição de 0,15 ml de ácido clo-
Em recipientes bem-fechados. Especificação - Contém no mínimo 98 por cento (p/p) rídrico 0,01 M.
ROTULAGEM Descrição - Pó cristalino incolor ou fracamente amarelo. Substâncias oxidáveis. Ferver 100 ml da amostra com 10 ml
Observar a legislação vigente. Características físicas - Ponto de fusão: 54 ºC.
ácido sulfúrico M. Adicionar 0,2 ml de permanganato de potássio
CLASSE TERAPÊUTICA Conservação - Recipientes bem-fechados.
Difenilamina 0,1% 0,02 M SV e deixar em ebulição durante 5 minutos. A solução
Antiarrítmico. remanescente é fracamente rósea.
263 Preparação - Preparar quando da utilização. Dissolver 0,1 g
de difenilamina em 100 ml de ácido sulfúrico concentrado. A solução Cloretos. Adicionar 1 ml de ácido nítrico SR e 1 ml de
ÁGUA PURIFICADA de difenilamina é incolor. nitrato de prata SR em tubo de Nessler contendo 40 ml da amostra.
Aqua purificata Conservação - proteger da luz. Completar o volume para 50 ml com água. Homogeneizar e deixar ao
Oxalato de sódio 0,05 M abrigo da luz. Desenvolver em paralelo o padrão, utilizando 4 ml da
Preparação - Pesar, exatamente 6,7 g de oxalato de sódio e solução padrão de cloreto 5 ppm e proceder conforme amostra. Exa-
dissolver em 1 000 ml de água. minar as soluções ao longo dos eixos verticais dos tubos. A turbidez
Solução padrão de nitrato (2 ppm NO3) desenvolvida pela amostra não deve ser superior à desenvolvida pelo
<!ID973402-4>

Preparação - Dissolver 1,2903 g de nitrato de amônio em 1 padrão. No máximo 0,5 ppm.


H2O 18,02 000 ml de água, corresponde a 1000 µg/ml de nitrato. Para uso diluir Resíduo por evaporação. Evaporar 100 ml de amostra até
Água 1:500. secura em banho-maria e secar em estufa a 100°C a 105°C. Para
Água purificada é a água para a preparação de medicamentos Solução padrão de amônio (1 ppm NH4) recipientes com volume de 10 ml ou menos, o peso do resíduo não
que não requeiram água estéril e apirogênica. É preparada por des- Preparação - Dissolver 0,4444 g de nitrato de amônio em 1 será maior que 4 mg (0,004%). Para recipientes com volume maior
tilação, por troca iônica, osmose reversa ou por outro processo ade- 000 ml de água destilada, corresponde a 100 µg/ml de amônio. Para que 10 ml, o peso do resíduo não será maior que 3 mg (0,003%).
quado. É livre de adição de qualquer substância. uso diluir 1:100. Contaminação por partículas: partículas sub-visíveis (V.1.7).
DESCRIÇÃO Solução padrão de amônio (1 ppm NH4) Cumpre com o teste A ou B, conforme o volume dos recipientes.
Caracteres físicos. Líquido límpido, incolor, insípido e ino- Preparação - Dissolver 0,4444 g de nitrato de amônio em 1 Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste.
doro. 000 ml de água destilada, corresponde a 100 µg/ml de amônio. Para Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 0,25 UI de
ENSAIOS DE PUREZA uso diluir 1:100. endotoxinas por mililitro.
Acidez ou alcalinidade. Adicionar 0,05 ml de vermelho de Tetraiodomercurato de potássio alcalino EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
metila SI em 10 ml da amostra recentemente fervida e arrefecida em Preparação - Dissolver 11 g de iodeto de potássio e 15 g de Armazenada e distribuída em condições adequadas para as-
frasco de borossilicato. A solução não desenvolve cor vermelha. Adi- iodeto de mercúrio (II) e diluir a 100 ml com água. Imediatamente segurar a manutenção das propriedades físico-químicas e microbio-
cionar 0,1 ml de solução de azul de bromotimol SI em 10 ml da antes de usar, misturar a solução com igual volume de hidróxido de lógicas exigidas.
amostra. A solução não adquire cor azul. sódio 25 % (p/V). ROTULAGEM
Substâncias oxidáveis. Adicionar 10 ml de ácido sulfúrico M Oxalato de sódio 0,05 M Observar a legislação vigente.
e 0,1 ml de permanganato de potássio 0,02 M SV em 100 ml da Preparação - Pesar, exatamente 6,7 g de oxalato de sódio e XII.2 REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
amostra e deixar em ebulição durante 5 minutos. A solução per- dissolver em 1 000 ml de água. Ácido sulfúrico livre de nitrogênio
manece com coloração, fracamente, rósea. XII.3. SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS Fórmula e massa molecular - H2SO4 - 98,07
Condutividade (V.2.24). Cumpre o teste. Permanganato de potássio 0,02 M SV Especificação - Contém, no mínimo 96 por cento (p/p)
Amônio. Adicionar 1 ml da solução de tetraiodomercurato de Preparação - Dissolver cerca de 3,2 g de permanganato de Conservação - Recipientes bem fechados.
potássio alcalino SR em 20 ml da amostra. Após 5 minutos, examinar potássio em 1 000 ml de água, mantendo-se a temperatura entre 60 a Segurança - Irritante. Corrosivo.
a solução no eixo vertical do tubo. A solução não é mais inten- 70 ºC por duas horas e filtrar a parte insolúvel usando funil de vidro Água livre de nitrato
samente colorida do que o padrão pela adição de 1 ml de tetraio- sinterizado. Preparação - Transferir 5 mg de permanganato de potássio e
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5 mg de hidróxido de bário para 100ml de água e destilar em- Solução (3): diluir 5 ml da solução (2) para 20 ml com permanganato de potássio 0,02 M, anotando exatamente o momento
pregando equipamento com paredes isentas de nitrato. água. da adição. Misturar imediatamente invertendo a proveta e deixar em
Difenilamina Solução (4): preparar solução a 0,2 mg/ml de alanina padrão repouso a 15 ºC por 5 minutos. A coloração rosa formada não deve
Fórmula e massa molecular - C6H5NHC6H5 - 169 em água. desaparecer completamente.
Especificação - Contém no mínimo 98 por cento (p/p) Solução (5): dissolver 10 mg de alanina padrão e 10 mg de Limite de acetona e álcool isopropílico. A 1 ml da amostra
Descrição - Pó cristalino incolor ou fracamente amarelo. glicina padrão em água e completar para 25 ml com o mesmo sol- adicionar 1 ml de água, 1 ml de solução saturada de fosfato de sódio
Características físicas - Ponto de fusão: 54 ºC. vente.
Conservação - Recipientes bem fechados. dibásico e 3 ml de solução saturada de permanganato de potássio.
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Aquecer entre 45 ºC e 50 ºC e aguardar descoloração do perman-
Difenilamina 0,1% ao ar. Nebulizar com ninidrina SR. Aquecer a placa a 105° C por 15
Preparação - Preparar quando da utilização. Dissolver 0,1 g ganato de potássio. Adicionar 3 ml de hidróxido de sódio 2,5 M e
de difenilamina em 100 ml de ácido sulfúrico concentrado. A solução minutos e examinar imediatamente. Qualquer mancha secundária ob- filtrar, sem lavar, por meio de filtro de vidro sinterizado. Preparar
de difenilamina é incolor. tida no cromatograma com a solução (1), diferente da mancha prin- solução padrão pela mistura de 1 ml de solução saturada de fosfato de
Conservação - proteger da luz. cipal, não é mais intensa que aquela obtida com a solução (3) (0,5%). sódio dibásico, 3 ml de hidróxido de sódio 2,5 M, 80 µg de acetona
Oxalato de sódio 0,05 M O teste somente será válido se o cromatograma obtido com a solução
(5) apresentar duas manchas principais nitidamente separadas. e 5 ml de água. A cada solução adicionar 1 ml de furfural a 1%
Preparação - Pesar, exatamente 6,7 g de oxalato de sódio e (V/V). Deixar em repouso por 10 minutos. A 1 ml de cada solução
dissolver em 1 000 ml de água. Íon amônio. Preparar uma pequena câmara utilizando 2 vi-
Solução padrão de nitrato (2 ppm NO3) dros de relógio de 60 mm de diâmetro, colocados bordo a bordo. adicionar 3 ml de ácido clorídrico. A coloração rosa produzida não
Preparação - Dissolver 1,2903 g de nitrato de amônio em 1 Aderir à parede interior do vidro de relógio superior, por meio de deve ser mais intensa do que a do padrão.
000 ml de água, corresponde a 1 000 µg/ml de nitrato. Para uso diluir algumas gotas de água, uma tira de papel de tornassol vermelho de 5 Metanol. A uma gota da amostra acrescentar uma gota de
1:500. mm × 5 mm. No vidro inferior suspender 50 mg da amostra, fi- água, uma gota de ácido fosfórico a 5% (V/V) e uma gota de per-
Solução padrão de cloreto (5 ppm Cl) namente pulverizada, em 0,5 ml de água. Adicionar 0,3 g de óxido de manganato de potássio a 5% (p/V). Misturar e deixar em repouso por
Preparação - Transferir 1 ml de solução de cloreto de sódio magnésio, misturar rapidamente com um bastão de vidro e fechar a 1 minuto. Gotejar metabissulfito sódico a 5% (p/V) até que a co-
0.0824% (p/V) para frasco volumétrico de 100 ml e completar o câmara juntando os dois vidros de relógio. Aquecer a 40 °C por 15 loração do permanganato de potássio desapareça. Se coloração mar-
volume com água no momento do uso. minutos. O papel de tornassol não deve adquirir coloração azul mais rom persistir, adicionar uma gota de ácido fosfórico a 5% (V/V). À
Solução padrão de amônio (1 ppm NH4) intensa que a de uma tira de papel de tornassol vermelho de uma solução incolor adicionar 5 ml de ácido cromotrópico SR recen-
Preparação - Dissolver 0,4444 g de nitrato de amônio em 1
000 ml de água destilada, corresponde a 100 µg/ml de amônio. Para preparação realizada simultaneamente, e nas mesmas condições, com temente preparado e aquecer em banho-maria a 60 ºC por 10 minutos.
uso diluir 1:100. 0,1 ml de solução de cloreto de amônio a 0,0296% (p/V), 0,5 ml de A solução não adquire coloração violeta.
Solução padrão de amônio (1 ppm NH4) água e 0,3 g de óxido de magnésio. No máximo 0,02% (200 ppm). Substâncias insolúveis em água. Misturar a amostra com
Preparo - Dissolver 0,4444 g de nitrato de amônio em 1000 Cloretos (V.3.2.1). No máximo 0,05% (500 ppm). igual volume de água. A mistura permanece clara 30 minutos após ser
ml de água destilada, corresponde a 100 µg/ml de amônio. Para uso Ferro (V.3.2.4 - Método III). No máximo 0,003% (30 resfriada a 10 ºC.
diluir 1:100. ppm). Limite de resíduos não voláteis. Evaporar em banho-maria
Tetraiodomercurato de potássio alcalino Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- 40 ml da amostra, em cápsula de porcelana previamente dessecada e
Preparação - Dissolver 11 g de iodeto de potássio e 15 g de tamida - Método I). No máximo 0,0015% (15 ppm). tarada. Dessecar o resíduo, em estufa a 105 ºC por uma hora. No
iodeto de mercúrio (II) e diluir a 100 ml com água. Imediatamente Sulfatos (V.3.2.2). No máximo 0,03% (300 ppm).
antes de usar, misturar a solução com igual volume de hidróxido de máximo 1 mg.
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
sódio 25 % (p/V). em estufa entre 100 ºC e 105 °C, por 3 horas. No máximo 0,5%.
XII.3. SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. Em recipientes bem-fechados, protegidos do calor.
Permanganato de potássio 0,02 M SV No máximo 0,1%. ROTULAGEM
Preparação - Dissolver cerca de 3,2 g de permanganato de DOSEAMENTO Observar a legislação vigente.
potássio em 1 000 ml de água, mantendo-se a temperatura entre 60 a CATEGORIA
70 ºC por duas horas e filtrar a parte insolúvel usando funil de vidro Pesar, exatamente, cerca de 80 mg da amostra e dissolver em
3 ml de ácido fórmico anidro. Adicionar 30 ml de ácido acético Adjuvante.
sinterizado. _________________________________________________
Padronização - Padronizar utilizando solução de oxalato de anidro glacial e titular com ácido perclórico 0,1 M SV. Determinar o
sódio 0,05 M. Pipetar exatamente 50 ml de solução padrão de oxalato ponto final potenciometricamente (V.3.4.5) ou utilizar 0,1 ml de naf- XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
de sódio para erlenmeyer, adicionar 10 ml de ácido sulfúrico 1:1 e tolbenzeína SI como indicador, até mudança de cor para verde. Rea- Ácido cromotrópico SR
manter a temperatura a 60 ºC. Titular até a obtenção de coloração lizar ensaio em branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de Preparação - Adicionar 75 ml de ácido sulfúrico em 33,3 ml
levemente rósea. ácido perclórico 0,1 M SV equivale a 8,909 mg de C3H7NO2. de água. Dissolver 50 mg de ácido cromotrópico ou seu sal dissódico
265 EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO em 100 ml da solução anterior.
ALANINA Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. 267
Alaninum ROTULAGEM ALHO
Observar a legislação vigente. Allii sativi bulbus
CLASSE TERAPÊUTICA Allium sativum L. - LILIACEAE
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Aminoácido. A droga vegetal consiste do bulbo ou seus bulbilhos maduros


266 e dessecados, desprovidos de raízes, caule, folhas normais, folhas
ÁLCOOL ETÍLICO protetoras escamosas e prófilos escariosos, contendo, no mínimo,
C3H7NO2 89,09 00310.01-8 Alcohol ethylicus 0,45% de alicina.
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CARACTERES ORGANOLÉPTICOS
L-Alanina A droga tem odor aliáceo forte e sabor característico, acre,
Contém, no mínimo, 98,5% e, no máximo, 101,5% de persistente e irritante.
C3H7NO2, em relação à substância dessecada. C2H6O 46,07 00328.01-4
DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA
DESCRIÇÃO Bulbo subgloboso, composto por 6 a 20 bulbilhos (dentes-
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco ou de-alho), de diferentes tamanhos, reunidos sob um invólucro comum
cristais incolores. Etanol de várias folhas protetoras escamosas, esbranquiçadas ou rosadas,
Solubilidade. Facilmente solúvel em água, muito pouco so- Contém, no mínimo, 92,3% (p/V) e, no máximo, 93,8% inteiras e membranáceas, que se destacam facilmente. Os bulbilhos
lúvel em etanol, praticamente insolúvel em éter etílico. (p/V), correspondendo a, no mínimo, 94,9% (V/V) e, no máximo, estão inseridos em um pequeno caule, discóide, achatado, que apre-
Constantes físico-químicas 96,0% (V/V) de C2H5OH, a 15,56 °C. senta em sua porção mediana superior um prolongamento que cor-
Poder rotatório específico (V.2.8): +13,7° a +15,1°, em re- DESCRIÇÃO responde ao escapo. Da face inferior do caule partem numerosas
lação à substância dessecada. Determinar em solução a 10% (p/V) em Caracteres físicos. Líquido límpido, incolor, transparente, vo- raízes adventícias fibrosas, amarelo-esbranquiçadas. O bulbilho tem
ácido clorídrico 6 M. látil, inflamável, de odor característico e sabor ardente. coloração esbranquiçada, rósea ou violácea, é ovóide, comprimido
IDENTIFICAÇÃO Solubilidade. Miscível com água, com acetona, com ben- lateralmente, ligeiramente arqueado, assimétrico, com três a quatro
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da zeno, com clorofórmio, com éter etílico e com glicerol. lados, com a face externa convexa, as faces laterais planas e a face
amostra dessecada a 105 °C, até peso constante, e dispersa em bro- Constantes físico-químicas interna plano-côncava; a porção inferior mostra a cicatriz de sua
meto de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mes- Densidade relativa (V.2.5): 0,812 a 0,816 a 15,56 ºC, in- inserção no caule. Cada bulbilho é envolvido por um prófilo escarioso
mos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas dicando teor entre 92,3% e 93,8% (p/V) ou entre 94,9% e 96,0% e protetor, que circunda um catáfilo de reserva (raro dois), carnoso e
daqueles observados no espectro de alanina padrão, preparado de (V/V) de C2H5OH. suculento. O prófilo escarioso é liso, contínuo, cartilaginoso, bri-
maneira idêntica. IDENTIFICAÇÃO lhante, e mais ou menos resistente. O catáfilo carnoso corresponde à
B. A mancha principal do cromatograma da solução (2), A. Misturar, em béquer de vidro, 5 gotas da amostra com 1 droga, que quando seccionado transversalmente mostra em sua região
obtida em Substâncias detectáveis pela ninidrina, corresponde em ml de solução de permanganato de potássio a 1% (p/V) e 5 gotas de mediana uma porção amarelada a amarelo-esverdeada, correspondente
posição, cor e intensidade àquela obtida com a solução (4). ácido sulfúrico M. Cobrir o béquer, imediatamente, com papel de aos primórdios das folhas aéreas, conduplicados longitudinalmente.
C. Proceder conforme descrito em Poder rotatório especí- filtro umedecido com solução recentemente preparada de 0,1 g de Em secção longitudinal, observa-se que estes primórdios preenchem a
fico. nitroferricianeto de sódio e 0,25 g de piperazina em 5 ml de água. porção mais interna do bulbilho, no sentido basal-apical.
ENSAIOS DE PUREZA Manchas de coloração azul são formadas no papel de filtro tornando- DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA
Aspecto da solução. Dissolver 2,5 g da amostra em água e se pálidas após alguns minutos. O catáfilo de reserva, em vista frontal, exibe células re-
completar para 50 ml com o mesmo solvente. Diluir 10 ml desta B. A 5 ml de solução aquosa a 10% (V/V) adicionar 1 ml de tangulares ou quadrangulares, de paredes sinuosas. Em algumas cé-
solução para 20 ml com água. A solução obtida é límpida e não mais hidróxido de sódio M. Acrescentar, lentamente, 2 ml de iodo SR. lulas, as paredes anticlinais mostram um deslocamento da parede
corada que a solução (2). Observa-se desprendimento de odor de iodofórmio e formação de primária, com espessamento da lamela média, de coloração acas-
Solução (1): misturar 2,4 ml de solução base de cloreto precipitado amarelo dentro de 30 minutos. tanhada. Os núcleos são evidentes. Raramente ocorrem estômatos.
férrico, 1 ml de solução base de cloreto cobaltoso, 0,4 ml de solução ENSAIOS DE PUREZA Em secção transversal, observa-se uma cutícula fina. A epiderme
base de sulfato cúprico e 6,2 ml . de solução de ácido clorídrico a 1% Acidez. A 50 ml da amostra adicionar 50 ml de água re- voltada para a face abaxial ou epiderme externa é uniestratificada e
(V/V). centemente fervida e algumas gotas de fenolftaleína SR. Titular com formada por células retangulares a quadrangulares de paredes finas,
Solução (2): a 5 ml da solução (1) adicionar 95 ml de hidróxido de sódio 0,02 M SV, até a coloração rosa persistir durante exceto a periclinal externa que é mais espessa. O parênquima fun-
solução de ácido clorídrico a 1% (V/V). 30 segundos. No máximo, 0,9 ml do titulante é necessário para damental é mucilaginoso e constituído por grandes células incolores,
pH (V.2.19). 5,5 a 7,0. Determinar em solução a 5% (p/V). viragem do indicador. arredondadas, de paredes finas, com núcleos visíveis, muitas delas
Substâncias detectáveis pela ninidrina. Proceder conforme Álcool amílico e substâncias carbonizáveis não voláteis. com conteúdo granuloso. Neste tecido ocorrem numerosos feixes vas-
descrito em Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando Evaporar 25 ml da amostra à temperatura ambiente, em cápsula de culares dispostos irregularmente, freqüentemente anastomosados e la-
sílica gel G, como suporte, e mistura de água, ácido acético glacial e porcelana, protegendo contra a poeira, até que a superfície da cápsula ticíferos, que acompanham estas estruturas vasculares. Os laticíferos
butanol (20:20:60), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à pla- permaneça úmida. As colorações vermelha ou marrom não devem ser também ocorrem isoladamente. Os feixes vasculares são colaterais e
ca, 5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas produzidas imediatamente após adição de algumas gotas de ácido pouco desenvolvidos, apresentando uma ou duas bainhas parenqui-
a seguir. sulfúrico. máticas de células com conteúdo amarelo-claro, quando observadas
Solução (1): preparar solução a 10 mg/ml da amostra em Aldeídos e outras substâncias orgânicas estranhas. Utilizar sem a utilização de corante. Os laticíferos não são facilmente iden-
água. proveta com tampa previamente lavada com ácido clorídrico, rinsada tificáveis quando utilizado corante, por serem pequenos, confundindo-
Solução (2): diluir 1 ml da solução (1) para 50 ml com com água e, finalmente, com a amostra. Colocar 20 ml da amostra na se com as células parenquimáticas. A epiderme voltada para a face
água. proveta e resfriar a aproximadamente 15 ºC. Adicionar 0,1 ml de adaxial ou epiderme interna do catáfilo de reserva consiste de uma
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única camada de células quadrangulares, muito menores do que as da Solução de padrão interno: transferir, exatamente, cerca de ENSAIOS DE PUREZA
camada epidérmica externa, com cutícula fina e lisa, delimitando a 20 mg de p-hidroxibenzoato de butila, para balão volumétrico de 100 Poder rotatório (V.2.8). +0,10° a -0,10°. Determinar em so-
região dos primórdios foliares. Em vista longitudinal, os elementos ml e completar o volume com mistura de metanol e água (50:50). lução a 1% (p/V) em água.
traqueais têm espessamento de parede helicoidal ou anelado. As cé- Procedimento: injetar, separadamente, 1 µl da solução de Pureza cromatográfica. Proceder conforme descrito no mé-
lulas da bainha parenquimática e alguns laticíferos acompanham a padrão interno e 10 µl da solução amostra, registrar os cromato- todo B de Doseamento. Preparar as soluções (1) e (2) como descrito
anastomose dos feixes vasculares. Os laticíferos são formados por gramas e medir as áreas dos picos. Calcular o teor de p-hidroxi- a seguir.
células elípticas curtas, dispostas em série, com conteúdo granuloso benzoato de butila na amostra a partir das respostas obtidas para a Solução (1): dissolver quantidade exatamente pesada da
pardo a castanho escuro, quando submetidos a corante. Não ocorrem solução amostra em relação à solução padrão interno. Calcular o teor amostra em fase móvel de modo a obter solução a 0,1 mg/ml.
de alicina em percentagem segundo a equação: Solução (2): transferir 1 ml da solução (1) para balão vo-
grãos de amido.
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DAS IMPUREZAS lumétrico de 100 ml e diluir com fase móvel de modo a obter solução
O prófilo escarioso, se presente como impureza, em vista a 0,5 µg/ml.
frontal, mostra epiderme com células alongadas, paralelas entre si, <!ID973402-8>

Procedimento: injetar, separadamente, 50 µl das soluções (1)


com exceção da porção terminal de algumas células, que se estreitam. em que e (2), registrar os cromatogramas por um período superior a seis
As paredes celulares da epiderme da face abaxial ou externa são mais F1 = área do pico correspondente à alicina na solução amostra; vezes o tempo de retenção do pico do atenolol e medir as áreas dos
F2 = área do pico correspondente ao p-hidroxibenzoato de os picos. Calcular a porcentagem de cada impureza presente no cro-
espessas e as pontoações mais evidentes do que as da epiderme da butila na solução amostra;
face adaxial. Em secção transversal, na face abaxial ou externa, ocor- matograma obtido com a solução (1) pela fórmula: 0,5×(ri / ra), onde,
m1 = massa em gramas da amostra; ri é a área do pico de cada impureza individual obtido no cro-
re uma cutícula fina e lisa, seguida de epiderme uniestratificada, m2 = massa em gramas de p-hidroxibenzoato de butila em
formada por células esclerificadas, retangulares a quadrangulares, de matograma da solução (1) e ra é a área do pico de atenolol obtido no
100 ml de solução de padrão interno. cromatograma da solução (2). No máximo 0,25% para qualquer im-
paredes muito espessas, com conspícuas pontoações. Estas células 1 mg de p-hidroxibenzoato de butila corresponde a 8,65 mg
apresentam-se acastanhadas, com ou sem emprego de corante, sendo pureza individual e, no máximo, 0,5% para a soma de todas as
de alicina.
comuns cristais prismáticos de oxalato de cálcio de diferentes formas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO impurezas presentes.
Abaixo desta, ocorre uma ou duas camadas de células hialinas, acha- Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz, calor e umidade. Cloretos (V.3.2.1). No máximo 0,1% (1 000 ppm).
tadas tangencialmente, de paredes espessas e não esclerificadas, com LEGENDA Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra,
grande quantidade de cristais. O parênquima, desprovido de cloro- Figura 1. Allium sativum L. - A. aspecto geral do bulbo em estufa, a 105 ºC, até peso constante. No máximo 0,5%.
plastídeos, é formado por células elípticas no sentido tangencial, de composto; rd. raízes adventícias; esc. escapo; B. bulbilhos; B1. vista Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra.
paredes finas, com amplos espaços intercelulares e ausência de cris- dorsal; B2. vista ventral; B3. vista lateral; ci. cicatriz; C. aspecto da No máximo 0,1%.
tais. Feixes vasculares porção caulinar do bulbo, após a retirada dos bulbilhos; c. caule DOSEAMENTO
. pequenos, do tipo colateral, distribuem-se nes- A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
te parênquima. Células parenquimáticas achatadas tangencialmente, discóide; ci. cicatriz da inserção do bulbilho; esc. escapo; D. secção
de paredes espessas, de menores dimensões do que aquelas voltadas longitudinal de um bulbilho; ct. catáfilo de reserva; pr. primórdio (V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 25 mg da amostra e dissolver
para a face abaxial, contendo muitos cristais, ocorrem junto à epi- foliar; pro. prófilo escamoso; E. secção transversal de um bulbilho; em metanol. Completar o volume para 50 ml com o mesmo solvente.
derme voltada para a face adaxial ou interna. Esta última é formada pr. primórdio foliar; F. detalhes de porções da epiderme do prófilo Diluir, sucessivamente, em metanol, até concentração de 0,01% (p/V).
por células esclereficadas, menores do que as da face abaxial e com escarioso em vista frontal; F1. epiderme voltada para a face abaxial; Preparar solução padrão na mesma concentração, utilizando o mesmo
as mesmas características desta. F2. epiderme voltada para a face adaxial; G. detalhe da secção trans- solvente. Medir as absorvâncias das soluções resultantes em 275 nm,
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ versal do prófilo escarioso; ab. face abaxial; ad. face adaxial; cr. utilizando metanol para o ajuste do zero. Calcular o teor de
O pó atende a todas as exigências estabelecidas para a es- cristais; cu. cutícula; ep. epiderme esclerificada; ppe. parênquima com C14H22N2O3 na amostra, a partir das leituras obtidas.
pécie, menos os caracteres macroscópicos. São características: co- células de paredes espessadas; H. detalhe da epiderme voltada para a B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
loração amarelo-esbranquiçada a rosado-esbranquiçada; porções da face abaxial ou externa do catáfilo de reserva em vista frontal; epa. Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 226 nm;
epiderme do catáfilo de reserva; numerosos fragmentos com grandes espessamento da parede anticlinal; gl. gota lipídica; I. detalhe da coluna de 250 mm de comprimento e 4 mm de diâmetro interno,
porção externa do catáfilo de reserva em secção transversal; cu. cu- empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano
células de parênquima de paredes finas e conteúdo granuloso; la-
ticíferos; elementos traqueais lignificados, com espessamento de pa-
tícula; ep. epiderme; pre. parênquima de reserva; J. detalhe da porção (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 0,6
interna do catáfilo em secção transversal; cu. cutícula; ep. epiderme; ml/minuto.
rede helicoidal ou anelado; elementos traqueais acompanhados de pre. parênquima de reserva; L. feixe vascular em secção transversal;
células de parênquima de paredes finas; como impurezas, porções da Tampão heptanossulfonato pH 3,0: dissolver 1,1 g de 1-
bv. bainha vascular; f. floema; x. xilema; M. elementos de vaso em heptanossulfonato de sódio e 0,71 g de fosfato de sódio dibásico
epiderme dos prófilos escariosos em vista frontal, porções da epi- vista longitudinal com espessamento de parede helicoidal; N. la-
derme dos prófilos em secção transversal; traqueídes; cristais pris- anidro em 700 ml de água, adicionar 2 ml de dibutilamina e ho-
ticífero em vista longitudinal. As escalas correspondem: em A e C a mogeneizar. Se necessário, ajustar o pH para 3,0 com ácido fosfórico
máticos de diferentes formas. 2 cm; em B a 1,5 cm; em D e E a 0,5 cm; em F, G, H, I, J, L, M e 0,8 M.
IDENTIFICAÇÃO N a 100 µm. Fase móvel: mistura de tampão heptanossulfonato pH 3,0 e
Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada 268 metanol (70:30).
delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel F254, com espessura de 0,25 ATENOLOL Solução amostra: transferir, exatamente, cerca de 0,1 g de
mm, como suporte, e a fase superior da mistura de álcool n-butílico, Atenololum amostra, para balão volumétrico de 100 ml, adicionar 50 ml de fase
álcool n-propílico, ácido acético glacial e água (3:1:1:1), como fase móvel e deixar em ultra-som por 5 minutos. Completar o volume com
móvel. Aplicar, separadamente, em forma de banda, 10 µl da solução <!ID973402-9>

fase móvel e homogeneizar. Transferir 5 ml desta solução para balão


(1) e da solução (2), recentemente preparadas, descritas a seguir. volumétrico de 50 ml, completar o volume com fase móvel e ho-
Solução (1): cortar o bulbo em pequenos pedaços, extrair 1 g mogeneizar. Transferir 5 ml desta solução para balão volumétrico de
da droga duas vezes com 20 ml da mistura metanol e água (1:1), C14H22N2O3 266,34 00683.01-9 50 ml, completar o volume com fase móvel. Homogeneizar.
agitar durante 5 minutos e reunir os extratos. Filtrar e concentrar a um Solução padrão: transferir, exatamente, cerca de 25 mg de
volume de 5 ml sob pressão reduzida. atenolol padrão, para balão volumétrico de 25 ml, adicionar 12 ml de
Solução (2): dissolver 5 mg de alanina em 10 ml de água e 4-[-2-Hidroxi-3-[(1-metiletil)amino]propoxi]benzenoacetami-
da fase móvel e deixar em ultra-som por 5 minutos. Completar o volume
diluir para 20 ml com metanol. com fase móvel e homogeneizar. Transferir 5 ml desta solução para
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de
C14H22N2O3, em relação à substância dessecada. balão volumétrico de 50 ml, completar o volume com fase móvel e
ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Nebulizar com ni- homogeneizar. Transferir 5 ml desta solução para balão volumétrico
nidrina SR e deixar em estufa entre 100 ºC e 105 °C, durante 10 DESCRIÇÃO
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco. de 50 ml, completar o volume com fase móvel, de modo a obter
minutos. Observar imediatamente a placa. O cromatograma da so- solução a 10 µg/ml. Homogeneizar.
lução (1) apresenta uma mancha de coloração violeta a vermelho Solubilidade. Muito pouco solúvel em água, facilmente so-
lúvel em metanol, solúvel em ácido acético glacial e em etanol, pouco A eficiência da coluna não deve ser menor que 5 000 pratos
acastanhado na mesma altura que a obtida com a solução (2) (Rf de teóricos. O fator de cauda não é superior a 2. O desvio padrão
aproximadamente 0,5). O cromatograma obtido com a solução (1) solúvel em diclorometano, muito pouco solúvel em acetona, pra-
ticamente insolúvel em acetonitrila. relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve ser
apresenta, ainda, mancha de coloração rosada referente a metionina maior que 2,0%.
(Rf aproximadamente 0,43) e mancha de coloração violeta- rosada Constantes físico-químicas
Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
referente a alicina (Rf aproximadamente 0,3). Faixa de fusão (V.2.2): 152 °C a 155 °C.
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
ENSAIOS DE PUREZA IDENTIFICAÇÃO
picos. Calcular o teor de C14H22N2O3 na amostra a partir das respostas
Material estranho (V.4.2.2). No máximo 5%. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da obtidas para as soluções padrão e amostra.
Água (V.4.2.3). No máximo 7%. amostra dessecada a 105 °C, até peso constante, e dispersa em bro- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 5%. meto de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mes- Em recipientes bem-fechados.
DOSEAMENTO mos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas ROTULAGEM
Alicina daqueles observados no espectro de atenolol padrão, preparado de Observar a legislação vigente.
Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta maneira idêntica. CLASSE TERAPÊUTICA.
eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa Anti-hipertensivo.
travioleta a 254 nm; pré-coluna empacotada com sílica quimicamente de 230 nm a 350 nm, de solução a 0,01% (p/V) em metanol, exibe 268.1
ligada a grupo octadecilsilano, coluna de 250 mm de comprimento e máximos e mínimos somente nos mesmos comprimentos de onda de ATENOLOL COMPRIMIDOS
4 mm de diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente solução similar de atenolol padrão. A razão entre os valores de ab- Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan-
ligada a grupo octadecilsilano (5 µm); fluxo da fase móvel de 0,8 sorvâncias medidos a 275 nm em 282 nm está compreendida entre tidade declarada de C14H22N2O3.
ml/minuto. 1,15 e 1,20. IDENTIFICAÇÃO
Fase móvel: mistura de ácido fórmico anidro a 1% (V/V) e C. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na
metanol (40:60). delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel GF254, como suporte, e mis- faixa de 230 nm a 350 nm, da solução amostra obtida no método A
Solução amostra: pesar, exatamente, cerca de 0,8 g do bulbo tura de hidróxido de amônio e metanol (3:97), como fase móvel. de Doseamento, exibe máximos de absorção em 275 nm e 282 nm,
do alho liofilizado ou seco a temperatura inferior a 65 °C, transferir Aplicar, separadamente, à placa, 10 µl de cada uma das seguintes idênticos aos observados no espectro da solução padrão.
para balão volumétrico de 50 ml e adicionar 20 ml de água. Deixar soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
em banho de ultra-som a 4 °C, por 5 minutos. Deixar a solução em Solução (1): dissolver quantidade exatamente pesada da da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde
temperatura ambiente por 30 minutos. Centrifugar por 30 minutos. amostra em metanol de modo a obter solução a 10 mg/ml. àquele do pico principal da solução padrão.
Transferir 10 ml do sobrenadante para balão volumétrico de 25 ml e Solução (2): dissolver quantidade exatamente pesada de ate- CARACTERÍSTICAS
completar o volume com mistura de ácido fórmico a 1% (V/V) em nolol padrão em metanol de modo a obter solução a 10 mg/ml. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
água e metanol (40:60), obtendo a solução estoque. Agitar e cen- Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
trifugar durante 5 minutos. Transferir 0,5 ml da solução de padrão ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). A mancha principal Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste.
interno para balão volumétrico de 10 ml e completar o volume com obtida com a solução (1) corresponde em posição, cor e intensidade Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
a solução estoque. àquela obtida com a solução (2). Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
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Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca- ENSAIOS DE PUREZA Amônia (V.3.2.6). Diluir 6 ml da solução obtida em Aspecto
da comprimido para balão volumétrico de 25 ml contendo 15 ml de pH (V.2.19). 6,0 a 7,5. Determinar em solução aquosa sa- da solução para 14 ml com água e prosseguir conforme descrito em
metanol e deixar em ultra-som até a desintegração do comprimido. turada a 10% (p/V). Ensaio-limite para amônia. Preparar a solução padrão utilizando mis-
Prosseguir conforme descrito no método A de Doseamento a partir de Bacitracina F e substâncias relacionadas. O espectro de ab- tura de 2,5 ml da solução padrão de amônia (1 ppm) e 7,5 ml de
“Aquecer a suspensão resultante”. sorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa de 220 nm a 350 nm, de água. No máximo 0,001% (10 ppm).
TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5) solução a 0,03% (p/V) em ácido sulfúrico 0,05 M, apresenta razão Arsênio (V.3.2.5 - Método I). Utilizar 15 ml da solução
Meio de dissolução: água, 900 ml entre os valores de absorvância medidos em 290 nm e 252 nm não obtida em Aspecto da solução e prosseguir conforme descrito em
Aparelhagem: pás, 50 rpm superior a 0,15. Ensaio-limite para arsênio. No máximo 0,0005% (5 ppm).
Tempo: 30 minutos Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra Cálcio (V.3.2.7). Utilizar 15 ml da solução obtida em As-
Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis- sobre pentóxido de fósforo, em estufa, a 60 ºC, sob pressão reduzida, pecto da solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite
solução, diluir com ácido fosfórico a 0,1% (V/V) até concentração de não excedendo 0,1 kPa, por 3 horas. No máximo 5%. para cálcio. Preparar a solução padrão utilizando mistura de 6 ml da
10 µg/ml e proceder conforme descrito no método B de Doseamento TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA solução padrão de cálcio (10 ppm) e 9 ml de água. No máximo 0,01%
da monografia de Atenolol. Calcular a quantidade de C14H22N2O3 Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste. Quando o rótulo in- (100 ppm).
dissolvida no meio, comparando as áreas dos picos obtidos com a de dicar esterilidade do produto, realizar o teste adicionando 20 g de Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace-
solução de atenolol padrão na concentração de 10 µg/ml, preparada edetato dissódico por litro de fluido número 1. tamida - Método I). Utilizar 12 ml da solução obtida em Aspecto da
no mesmo solvente. Pirogênios (V.5.1.2). Cumpre o teste. Injetar 1 ml/kg, em- solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para metais
Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada pregando sobrenadante obtido da centrifugação de suspensão de ba- pesados. Preparar solução padrão utilizando solução padrão de chum-
de C14H22N2O3 se dissolvem em 30 minutos. citracina zíncica a 11 mg/ml em solução de cloreto de sódio a 0,9% bo (1 ppm). No máximo 0,0025% (25 ppm).
DOSEAMENTO (p/V). Sulfatos (V.3.2.2). Utilizar 15 ml da solução obtida em As-
A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA pecto da solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite
(V.2.14-3). Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Transferir quantidade Proceder conforme descrito em Ensaio microbiológico de para sulfatos. Preparar a solução padrão utilizando mistura de 3 ml da
do pó equivalente a 0,25 g de atenolol para balão volumétrico de 250 antibióticos (V.5.2.17) pelo método de difusão em ágar, utilizando solução padrão de sulfato (10 ppm) e 12 ml de água. No máximo
ml e adicionar 150 ml de metanol. Aquecer a suspensão resultante a cilindros. 0,005% (50 ppm).
60 °C por 10 minutos, agitando ocasionalmente. Agitar mecanica- DOSEAMENTO
Microrganismo: Micrococcus luteus ATCC 10240. Dissolver, aproximadamente, 3 g da amostra, exatamente pe-
mente por 15 minutos, resfriar e completar o volume com metanol. Meios de cultura: solução fisiológica estéril para padroni-
Homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, em metanol, até con- sada, em 50 ml de água. Aquecer em banho-maria, se necessário, até
zação do inóculo, meio número 2 para camada base e meio número 1 completa solubilização. Resfriar. Adicionar vermelho de metila SI e
centração de 0,01% (p/V). Preparar solução padrão na mesma con- para preparação do inóculo.
centração, utilizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das titular com ácido clorídrico 0,5 M SV. Cada ml de ácido clorídrico
Proceder conforme descrito em Solução padrão: pesar da 0,5 M SV equivale a 95,342 mg de Na2B4O7.10H2O.
soluções resultantes em 275 nm, utilizando metanol para o ajuste do amostra a mesma quantidade pesada de padrão.
zero. Calcular a quantidade de C14H22N2O3 nos comprimidos, a partir EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Solução padrão: pesar, exatamente, o equivalente a 2 500 UI Em recipientes bem-fechados.
das leituras obtidas. de bacitracina padrão e transferir, quantitativamente, para balão vo-
B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). ROTULAGEM
lumétrico de 25 ml com ácido clorídrico 0,01 M. Completar o volume Observar a legislação vigente.
Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo- com o mesmo solvente e homogeneizar. Diluir, sucessivamente, até
nografia de Atenolol. Preparar a solução amostra como descrito a CLASSE TERAPÊUTICA
concentrações de 0,5 UI/ml, 1 UI/ml e 2 UI/ml, utilizando tampão Agente anti-séptico, detergente, adstringente para mucosas.
seguir. fosfato de potássio a 1%, estéril, pH 6,0 (Solução 1), como di-
Solução amostra: transferir 10 comprimidos para balão vo- 271
luente. CEFADROXILA
lumétrico de 1 000 ml, adicionar 500 ml de fase móvel e deixar em Procedimento: adicionar 20 ml de meio número 2 em cada
ultra-som por 15 minutos, ou até desintegração total dos compri- Cefadroxilum
placa, esperar solidificar, adicionar 5 ml de inóculo a 2% e proceder
midos. Completar o volume com o mesmo solvente, homogeneizar e conforme descrito em Ensaio microbiológico de antibióticos
centrifugar. Diluir sucessivamente, no mesmo solvente, até concen- (V.5.2.17.1). Calcular a quantidade em µg de bacitracina zíncica na <!ID973402-10>

tração de 10 µg/ml. amostra a partir da potência do padrão e das respostas obtidas para as
Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções soluções padrão e amostra.
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos DOSEAMENTO C16H17N3O5S 363,39 01429.01-9
picos. Calcular a quantidade de C14H22N2O3 nos comprimidos a partir Zinco C16H17N3O5S.H2O 381,41
das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. Pesar, exatamente, cerca de 0,2 g de amostra e dissolver em
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Em recipientes bem-fechados.
mistura de 2,5 ml ácido acético glacial e 2,5 ml de água. Adicionar 50 Ácido [6R-[6α,7β(R∗)]]-7-[[amino-(4-hidroxifenil)acetil]amino]-3-metil-8-oxo-5-
ml de água, 50 mg de mistura triturada de alaranjado de xilenol e tia-1-azabiciclo-[4.2.0]oct-2-eno-2-carboxílico monoidratado.
ROTULAGEM
Observar a legislação vigente.
nitrato de potássio (1:99) e quantidade suficiente de hexametileno- Apresenta potência de, no mínimo, 950 µg e, no máximo, 1
269
tetramina para produzir coloração vermelha. Adicionar 2 g de he- 050 µg de C16H17N3O5S por miligrama, em relação à substância
BACITRACINA ZÍNCICA xametilenotetramina em excesso. Titular com edetato dissódico 0,01 anidra.
Bacitracinum M SV até coloração amarela. Cada ml de edetato dissódico 0,01 M DESCRIÇÃO
SV equivale a 0,654 mg de zinco. Caracteres físicos. Pó branco ou quase branco.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Solubilidade. Pouco solúvel em água, muito pouco solúvel
Complexo bacitracina zíncica 00763.02-0 Em recipientes bem-fechados, protegidos do ar, em refri- em etanol, praticamente insolúvel em clorofórmio e em éter etílico.
gerador. Em caso de substância estéril estocar em recipientes estéreis Constantes físico-químicas
Complexo de bacitracina e zinco que consiste em um ou e com lacre de segurança. Poder rotatório específico (V.2.8): +165° a +178°, em relação
mais polipeptídeos antimicrobianos produzidos por certas cepas de ROTULAGEM à substância anidra. Determinar em solução a 1% (p/V) em água.
Bacillus licheniformis e Bacillus subtilis var. Pode conter traços ou Observar a legislação vigente. Indicar no rótulo o prazo no IDENTIFICAÇÃO
ainda, por hidrólise, formar os aminoácidos L-cisteína, D-ácido glu- qual a potência é garantida após a abertura do frasco. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
tâmico, L-histidina, L-isoleucina, L-leucina, L-lisina, D-ornitina, D- CLASSE TERAPÊUTICA amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de
fenilalanina e D,L-ácido aspártico. Apresenta potência de, no mínimo, Antibiótico. absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes-
40 UI/mg de bacitracina, em relação à substância dessecada. Contém, __________________________________________________ mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de ce-
no mínimo, 4,0% e, no máximo, 6,0% de zinco, em relação à subs- XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES fadroxila padrão, preparado de maneira idêntica.
tância dessecada. Ninidrina etanólica acética B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
DESCRIÇÃO Preparação - Dissolver 1 g de ninidrina em 50 ml de etanol de 235 nm a 340 nm, de solução a 0,002% (p/V) em tampão fosfato
Caracteres físicos. Pó branco ou cinza-amarelado claro. e adicionar 10 ml de ácido acético glacial. de sódio pH 6,0, exibe máximo em 264 nm, idêntico ao observado no
Solubilidade. Pouco solúvel em água e em etanol. 270 espectro de solução similar de cefadroxila padrão.
IDENTIFICAÇÃO BORATO DE SÓDIO C. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada
A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na Borax delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel HF254, como suporte, e mis-
faixa de 200 nm a 300 nm, de solução a 25 UI/ml em ácido clorídrico tura de metanol e acetato de amônio a 15,4% (p/V), pH 6,2 ajustado
0,01 M, exibe máximos e mínimos somente nos mesmos compri- Na2B4O7.10H2O 381,37 00086.02-9 com ácido acético glacial (15:85), como fase móvel. Aplicar, se-
mentos de onda de solução similar de bacitracina zíncica padrão. paradamente, à placa, 1 µl de cada uma das soluções, recentemente
B. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada preparadas, descritas a seguir.
delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G, como suporte, e mistura de Borato de sódio Solução (1): dissolver 20 mg de amostra em 5 ml de mistura
água e fenol (25:75), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 105,0% de de metanol e tampão fosfato de sódio pH 7,0 (1:1).
placa, 5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, des- Na2B4O7.10H2O. Solução (2): dissolver 20 mg de cefadroxila padrão em 5 ml
critas a seguir. DESCRIÇÃO de mistura de metanol e tampão fosfato de sódio pH 7,0 (1:1).
Solução (1): dissolver 5 mg de amostra em mistura de 0,5 ml Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou cristais incolo- Solução (3): dissolver 20 mg de cefadroxila padrão e 20 mg
de ácido clorídrico e 0,5 ml de água. Aquecer em tubo lacrado a 135 res. de cefalexina padrão em 5 ml de mistura de metanol e tampão fosfato
ºC, por 5 horas. Evaporar até secura em banho de água e continuar o Solubilidade. Solúvel em água, muito solúvel em água fer- de sódio pH 7,0 (1:1).
aquecimento até que o odor de ácido clorídrico não seja mais per- vente, facilmente solúvel em glicerol. Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
ceptível. Dissolver o resíduo em 5 ml de água. IDENTIFICAÇÃO ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). A mancha principal
Solução (2): proceder conforme descrito em Solução (1), A. A 5 ml da solução obtida em Aspecto da solução adi- obtida com a solução (1) corresponde em posição, cor e intensidade
utilizando 5 mg de bacitracina zíncica padrão. cionar 0,1 ml de fenolftaleína SI. Desenvolve-se coloração vermelha. àquela obtida com a solução (2). O teste somente será válido se o
Deixar a placa na cuba. cromatográfica por, no mínimo, 12 Adicionar 5 ml de glicerol 85% (V/V). A coloração desaparece. cromatograma obtido com a solução (3) apresentar duas manchas
horas, de modo a não entrar em contato com a fase móvel. De- B. A solução obtida em Aspecto da solução responde às nitidamente separadas.
senvolver o cromatograma. Remover a placa, secar entre 100 ºC e reações do íon borato (V.3.1.1). D. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
105 ºC e nebulizar com ninidrina etanólica acética. Aquecer a 110 ºC C. A solução obtida em Aspecto da solução responde às da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do
por 5 minutos. A mancha principal obtida com a solução (1) cor- reações do íon sódio (V.3.1.1). pico principal da solução padrão.
responde em posição, cor e intensidade àquela obtida com a solução ENSAIOS DE PUREZA ENSAIOS DE PUREZA
(2). Aspecto da solução. Dissolver 4 g da amostra em água isenta pH (V.2.19). 4,0 a 6,0. Determinar em suspensão aquosa a
C. Solubilizar 5 mg da amostra em 3 ml de água, adicionar de dióxido de carbono e completar para 100 ml com o mesmo sol- 5% (p/V).
3 ml de hidróxido de sódio SR e agitar. Adicionar 0,5 ml de sulfato vente. A solução obtida é límpida e incolor. Absorção de luz. A absorção de solução a 0,02% (p/V) em
cúprico a 1% (p/V). Produz-se coloração violeta. pH (V.2.19). 9,0 a 9,6. Determinar na solução obtida em tampão fosfato de sódio pH 6,0, medida em 330 nm, não é maior que
D. Transferir 0,15 g de amostra para cadinho e incinerar. Aspecto da solução. 0,05 (V.2.14-3).
Resfriar, dissolver o resíduo em 1 ml de ácido clorídrico e adicionar Carbonato e bicarbonato. Em tubo de ensaio adicionar 5 ml Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
4 ml de água. A solução responde às reações do íon zinco de solução aquosa a 5% (p/V) e 1 ml de ácido clorídrico 3 M. Não Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel
(V.3.1.1). ocorre efervescência. GF254, como suporte, e mistura de acetato de etila, etanol, água e
12 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

ácido fórmico (14:5:5:1), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à Tampão pH 5,0: fosfato de potássio monobásico 0,05 M, pH mecanicamente por 15 minutos. Completar o volume com o mesmo
placa, 2 µl das soluções (1), (2) e (3) e 4 µl da solução (4), re- 5,0, ajustado com hidróxido de sódio 2 M. solvente, homogeneizar e filtrar. Utilizar a solução no mesmo dia.
centemente preparadas, descritas a seguir. Fase móvel: mistura de tampão pH 5,0 e acetonitrila Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
Diluente: mistura de etanol, água e ácido clorídrico 2,4 M (96:4). padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
(75:22:3). Solução amostra: transferir 0,2 g da amostra, exatamente picos. Calcular a quantidade de C16H17N3O5S nas cápsulas a partir das
Solução (1): dissolver quantidade exatamente pesada da pesada, para balão volumétrico de 200 ml, com auxílio de 120 ml de respostas obtidas para as soluções padrão e amostra.
amostra em diluente de modo a obter solução a 25 mg/ml. tampão pH 5,0 e agitar mecanicamente por 15 minutos. Completar o EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Solução (2): transferir 1 ml da solução (1) para balão vo- volume com o mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. Utilizar a Em recipientes bem-fechados.
lumétrico de 100 ml e completar o volume com diluente. solução no mesmo dia. ROTULAGEM
Solução (3): dissolver quantidades exatamente pesadas de Solução padrão: transferir o equivalente a 25 mg de ce- Observar a legislação vigente.
ácido 7-aminodesacetoxicefalosporânico e de D-α-4-hidroxifenilgli- fadroxila padrão para balão volumétrico de 25 ml, adicionar 15 ml de 271.2
cina em diluente de modo a obter solução a 0,25 mg/ml de cada tampão pH 5,0 e agitar mecanicamente por 15 minutos. Completar o CEFADROXILA COMPRIMIDOS
substância. volume com o mesmo solvente e homogeneizar. Utilizar a solução no Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 120,0% da quan-
Solução (4): misturar 1 ml da solução (1) com 1 ml da mesmo dia. tidade declarada de C16H17N3O5S. Os comprimidos podem ser re-
solução (3). A eficiência da coluna não deve ser menor do que 1 800 vestidos.
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar pratos teóricos. O fator de cauda não é superior a 2,2. O fator de IDENTIFICAÇÃO
ao ar. Nebulizar a placa com solução de ninhidrina a 3% (p/V) em capacidade deve ser de 2 a 3,5. O desvio padrão relativo das áreas de A. Pesar e pulverizar os comprimidos. Utilizar quantidade de
metabissulfito de sódio a 4,55% (p/V). Deixar a placa secar ao ar. replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%. pó equivalente a 20 mg de cefadroxila e transferir para balão vo-
Qualquer mancha secundária obtida no cromatograma com a solução Procedimento: injetar separadamente, 10 µl das soluções pa- lumétrico de 100 ml com auxílio de 60 ml de tampão fosfato de sódio
(1) correspondente ao ácido 7-aminodesacetoxicefalosporânico ou à drão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos pH 6,0. Agitar por 10 minutos e completar o volume com o tampão.
D-α-4- hidroxifenilglicina, não é mais intensa que as manchas obtidas picos. Calcular a potência, em µg/mg, de cefadroxila (C16N17N3O5S) Homogeneizar e filtrar. Prosseguir conforme descrito no teste B de
no cromatograma da solução (3) (1%). Qualquer mancha obtida no na amostra a partir da potência do padrão e das respostas obtidas para Identificação da monografia de Cefadroxila.
cromatograma com a solução (1), com exceção da mancha principal e as soluções padrão e amostra. B. Pesar e pulverizar os comprimidos. Utilizar quantidade de
das manchas correspondentes ao ácido 7-aminodesacetoxicefalospo- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO pó equivalente a 20 mg de cefadroxila, dissolver em 5 ml de mistura
rânico ou à D-α-4- hidroxifenilglicina, não é mais intensa que a Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz e em tem- de metanol e tampão fosfato de sódio pH 7,0 (1:1) e filtrar. Prosseguir
mancha obtida no cromatograma da solução (2) (1%). O teste so- peratura inferior a 30 °C. conforme descrito no teste C de Identificação da monografia de Ce-
mente será válido se o cromatograma obtido com a solução (4) ROTULAGEM fadroxila.
apresentar três manchas nitidamente separadas. Observar a legislação vigente. C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
. da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do
Limite de dimetilanilina. Proceder conforme descrito em CLASSE TERAPÊUTICA
Cromatografia a gás (V.2.17.5) utilizando cromatógrafo a gás provido Antibiótico. pico principal da solução padrão.
de detector de ionização em chama; coluna cromatográfica empa- __________________________________________________ CARACTERÍSTICAS
cotada com terra de diatomácea silanizada para cromatografia a gás XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
impregnada com 3% (p/p) de polimetilfenilsiloxano, mantida a 120 Tampão fosfato de sódio pH 6,0 Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
°C; injetor e detector mantidos a 150 °C; nitrogênio como gás de Preparação - Misturar 36,8 ml de ácido cítrico 2,1% (p/V) Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste.
arraste; fluxo do gás de arraste de 30 ml/minuto. com 63,2 ml de fosfato de sódio dibásico 7,15% (p/V). Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
Solução amostra: transferir 1 g da amostra para um tubo de Tampão fosfato de sódio pH 7,0 Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
centrífuga e adicionar 5 ml de hidróxido de sódio M e 1 ml de Preparação - Misturar 17,6 ml de ácido cítrico 2,1% (p/V) Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca-
solução de padrão interno. Fechar o tubo e agitar por 1 minuto. com 82,4 ml de fosfato de sódio dibásico 7,15% (p/V). da comprimido para balão volumétrico de 500 ml contendo 300 ml de
Centrifugar, se necessário, e usar o sobrenadante límpido. 271.1 tampão fosfato de potássio pH 5,0 e deixar em ultra-som por 5
Solução de padrão interno: transferir 50 mg de naftaleno, CEFADROXILA CÁPSULAS minutos para desintegração do comprimido. Agitar mecanicamente
exatamente pesado, para balão volumétrico de 50 ml e dissolver em Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 120,0% da quan- por 15 minutos e completar o volume com o mesmo solvente. Ho-
cicloexano. Completar o volume com o mesmo solvente e homo- tidade declarada de C16H17N3O5S. mogeneizar e filtrar. Transferir 10 ml dessa solução para balão vo-
geneizar. Transferir 5 ml dessa solução para balão volumétrico de 100 IDENTIFICAÇÃO lumétrico de 20 ml e completar o volume com tampão fosfato de
ml e completar o volume com cicloexano. A. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- potássio pH 5,0. Prosseguir conforme descrito em Doseamento.
Solução padrão: transferir 50 mg de dimetilanilina, exata- vamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Utilizar quantidade TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
mente pesada, para balão volumétrico de 50 ml. Adicionar 2 ml de de pó equivalente a 20 mg de cefadroxila e transferir para balão Meio de dissolução: água, 900 ml
ácido clorídrico, 20 ml de água e agitar para dissolver. Completar o volumétrico de 100 ml com auxílio de 60 ml de tampão fosfato de Aparelhagem: pás, 50 rpm
volume com água e homogeneizar. Transferir 5 ml dessa solução para sódio pH 6,0. Agitar por 10 minutos e completar o volume com o Tempo: 30 minutos
tampão. Homogeneizar e filtrar. Prosseguir conforme descrito no teste Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis-
balão volumétrico de 250 ml e completar o volume com água. Trans-
solução e diluir em água, até concentração adequada. Medir as ab-
ferir 1 ml dessa solução para um tubo de centrífuga e adicionar 5 ml B de Identificação da monografia de Cefadroxila.
sorvâncias em 263 nm (V.2.14-3), utilizando o mesmo solvente para
de hidróxido de sódio M e 1 ml de solução de padrão interno. Fechar B. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- ajuste do zero. Calcular a quantidade de C16H17N3O5S dissolvida no
o tubo e agitar por 1 minuto. Centrifugar, se necessário, e usar o vamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Utilizar quantidade meio, comparando as leituras obtidas com a da solução de cefadroxila
sobrenadante límpido. de pó equivalente a 20 mg de cefadroxila, dissolver um 5 ml de padrão na concentração de 0,002% (p/V), preparada no mesmo sol-
Procedimento: injetar, separadamente, 1 µl das soluções pa- mistura de metanol e tampão fosfato de sódio pH 7,0 (1:1), ho- vente.
drão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos mogeneizar e filtrar. Prosseguir conforme descrito no teste C de Tolerância: não menos que 75% (T) da quantidade declarada
correspondentes à dimetilanilina e ao padrão interno de naftaleno. A Identificação da monografia de Cefadroxila. de C16H17N3O5S se dissolvem em 30 minutos.
resposta obtida com a relação dimetilanilina/naftaleno na solução C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma ENSAIOS DE PUREZA
amostra não é maior do que aquela obtida na solução padrão da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do Água (V.2.20.1). No máximo 8,0%.
(0,002%). pico principal da solução padrão. DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA
Água (V.2.20.1). Determinar em 0,2 g de amostra. Entre CARACTERÍSTICAS Proceder conforme descrito em Determinação da potência na
4,0% e 6,0%. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. monografia de Cefadroxila. Preparar a solução amostra como descrito
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. a seguir.
No máximo 0,5 %. Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5) ferir quantidade do pó equivalente a 0,125 g de cefadroxila para balão
Proceder conforme descrito em Ensaio microbiológico de Meio de dissolução: água, 900 ml volumétrico de 250 ml, adicionar 150 ml de tampão fosfato de po-
antibióticos (V.5.2.17) pelo método de difusão em ágar, cilindros em Aparelhagem: cesta, 100 rpm tássio a 1%, estéril pH 6,0 (solução 1). Deixar em ultra-som por 15
placas. Tempo: 30 minutos minutos. Agitar mecanicamente por 20 minutos e completar o volume
Microrganismo: Staphylococcus aureus atcc 6538 P. Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis- com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessiva-
Meios de cultura: solução fisiológica estéril para padroni- solução e diluir em água até concentração adequada. Medir as ab- mente, até concentrações de 10 µg/ml, 20 µg/ml e 40 µg/ml, uti-
zação do inócuo, meio número 2 para camada base e meio número 1 sorvâncias em 263 nm (V.2.14-3), utilizando o mesmo solvente para lizando solução 1 como diluente.
para preparação do inócuo. ajuste do zero. Calcular a quantidade de C16H17N3O5S dissolvida no DOSEAMENTO
Solução amostra: pesar, exatamente, o equivalente a 50 mg meio, comparando as leituras obtidas com a da solução de cefadroxila Proceder conforme descrito em Doseamento na monografia
de amostra e transferir quantitativamente para balão volumétrico de padrão na concentração de 0,002% (p/V), preparada no mesmo sol- de Cefadroxila. Preparar a solução amostra como descrito a seguir.
100 ml com auxílio de 60 ml de tampão fosfato de potássio 1%, vente. Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
estéril, pH 6,0 (solução 1). Deixar em ultra-som por 15 minutos. Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada ferir quantidade de pó equivalente a 200 mg de cefadroxila para balão
Agitar mecanicamente por 20 minutos e completar o volume com o de C16H17N3O5S se dissolvem em 30 minutos. volumétrico de 200 ml, adicionar 120 ml de tampão pH 5,0 e agitar
mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, até ENSAIOS DE PUREZA mecanicamente por 15 minutos. Completar o volume com o mesmo
concentrações de 10 µg/ml, 20 µg/ml e 40 µg/ml, utilizando Solução Água (V.2.20.1). No máximo 7,0%. solvente e filtrar. Utilizar a solução no mesmo dia.
1 como solvente. DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
Solução padrão: pesar, exatamente, o equivalente a 25 mg de Proceder conforme descrito em Determinação da potência na padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
cefadroxila padrão e transferir quantitativamente para balão volu- monografia de Cefadroxila. Preparar a solução amostra como descrito picos. Calcular a quantidade de C16H17N3O5S nos comprimidos a
métrico de 50 ml com auxílio de 30 ml de tampão fosfato de potássio a seguir. partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra.
1%, estéril, pH 6,0 (solução 1). Deixar em ultra-som por 15 minutos. Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Agitar mecanicamente por 20 minutos e completar o volume com o pesá-las novamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Trans- Em recipientes bem-fechados.
mesmo solvente e homogeneizar. Diluir, sucessivamente, até con- ferir quantidade de pó equivalente a 0,125 g de cefadroxila para balão ROTULAGEM
centrações de 10 µg/ml, 20 µg/ml e 40 µg/ml, utilizando Solução 1 volumétrico de 250 ml com auxílio de 150 ml de tampão fosfato de Observar a legislação vigente.
como solvente. potássio a 1%, estéril, pH 6,0 (solução 1). Deixar em ultra-som por 271.3
Procedimento: adicionar 20 ml de meio número 2 em cada 15 minutos. Agitar mecanicamente por 20 minutos e completar o CEFADROXILA PÓ PARA SUSPENSÃO ORAL
placa, esperar solidificar, adicionar 5 ml de inócuo a 0,5% e proceder volume com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar. Diluir, su- Cefadroxila pó para suspensão oral é uma mistura de ce-
conforme descrito em Ensaio microbiológico de antibióticos cessivamente, até concentrações de 10 µg/ml, 20 µg/ml e 40 µg/ml, fadroxila monoidratada com um ou mais agentes corantes, aroma-
(V.5.2.17). utilizando solução 1 como diluente. tizantes, tampões, adoçantes e conservantes. Contém, no mínimo,
DOSEAMENTO DOSEAMENTO 90,0% e, no máximo, 120,0% da quantidade declarada de
Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta Proceder conforme descrito em Doseamento na monografia C16H17N3O5S.
eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- de Cefadroxila. Preparar a solução amostra como descrito a seguir. IDENTIFICAÇÃO
travioleta a 230 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e A. Reconstituir o conteúdo de três frascos conforme indicado
diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo pesá-las novamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Trans- no rótulo e homogeneizar. Transferir quantidade de suspensão oral
octadecilsilano (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase ferir quantidade de pó equivalente a 0,2 g de cefadroxila para balão equivalente a 50 mg de cefadroxila para balão volumétrico de 250 ml
móvel de 1,5 ml/minuto. volumétrico de 200 ml, adicionar 120 ml de tampão pH 5,0 e agitar com o auxílio de 150 ml de tampão fosfato de sódio pH 6,0. Agitar
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por 10 minutos e completar o volume com o tampão. Homogeneizar de quaisquer manchas secundárias obtidas no cromatograma com a Diluente: mistura de metanol e cloreto de metileno (1:1).
e filtrar. Prosseguir conforme descrito no teste B de Identificação da solução (1), diferentes da mancha principal, não excede a intensidade Solução padrão interno: preparar solução de terconazol pa-
monografia de Cefadroxila. da mancha principal obtida no cromatograma com a solução (2) drão a 5 mg/ml em diluente.
B. Reconstituir o conteúdo de três frascos conforme indicado (2%). Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
no rótulo e homogeneizar. Utilizar quantidade de suspensão oral equi- Impurezas orgânicas voláteis. Proceder conforme descrito em ferir quantidade do pó, exatamente pesada, equivalente a 0,2 g de
valente a 0,1 g de cefadroxila, dissolver em 25 ml de mistura de Cromatografia a gás (V.2.17.5), utilizando cromatógrafo provido de cetoconazol para frasco com tampa, adicionar 50 ml de diluente,
metanol e tampão fosfato de sódio pH 7,0 (1:1) e filtrar. Prosseguir detector de ionização de chama; coluna de sílica fundida, de 30 m de agitar por 30 minutos e centrifugar. Transferir 5 ml da solução so-
conforme descrito no teste C de Identificação na monografia de Ce- comprimento e 0,53 mm de diâmetro interno, coberta com fenil (5%) brenadante límpida para balão volumétrico de 50 ml, adicionar 5 ml
fadroxila. metil (95%) polisiloxano, e pré-coluna de sílica de 5 m de com- de solução padrão interno, completar o volume com o diluente e
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma primento e 0,53 mm de diâmetro interno, desativada com fenilme- homogeneizar.
da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do tilsiloxano. Manter a coluna a 35 ºC por 5 minutos, aumentar para Solução padrão: dissolver cerca de 20 mg de cetoconazol
pico principal da solução padrão. 175 °C a 8 ºC por minuto, em seguida para 260 °C a 35 °C por
CARACTERÍSTICAS padrão, exatamente pesados, para balão volumétrico de 50 ml, adi-
minuto, e manter por pelo menos 16 minutos. Manter as temperaturas cionar 5 ml de solução padrão interno, completar o volume com
Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. Determinar do injetor e do detector a 70 °C e 260 °C, respectivamente; utilizar
no pó antes de reconstituir. diluente e homogeneizar
hélio a velocidade linear de cerca de 35 cm/s como gás de arraste. Injetar replicatas de cerca de 20 µl da solução padrão. Os
pH (V.2.9). 4,5 a 6,0. Determinar na suspensão reconstituída Solução amostra: dissolver, em água livre de material or-
conforme indicado no rótulo. tempos de retenção relativos são de 0,6 para o cetoconazol e 1,0 para
gânico, quantidade exatamente pesada da amostra de modo a obter o terconazol. A resolução entre os picos de cetoconazol e terconazol
Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. solução a 20 mg/ml.
ENSAIOS DE PUREZA não deve ser menor que 2. O desvio padrão relativo das áreas de
Solução padrão: preparar solução, em água livre de material replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%.
Água (V.2.20.1). No máximo 2,0%. orgânico, contendo em cada mililitro, 12 µg de cloreto de metileno,
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
Proceder conforme descrito em Determinação da potência na 1,2 µg de clorofórmio, 7,6 µg de 1,4-dioxano e 1,6 µg de triclo- padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
monografia de Cefadroxila cápsulas. Preparar a solução amostra co- roetileno. Preparar no dia do uso.
Injetar replicatas de 1 µl da solução padrão. A resolução picos correspondentes ao cetoconazol e ao terconazol. Calcular a
mo descrito a seguir. quantidade de C26H28Cl2N4O4 nos comprimidos a partir das repostas
Solução amostra: reconstituir o conteúdo de três frascos con- entre quaisquer dois componentes não deve ser menor que 1. O
desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados obtidas com a relação cetoconazol/terconazol, nas soluções padrão e
forme indicado no rótulo e homogeneizar. Transferir volume de sus- amostra.
pensão oral contendo o equivalente a 0,1 g de cefadroxila para balão não deve ser maior que 15%.
Procedimento: injetar, separadamente, 1 µl das soluções pa- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
volumétrico de 200 ml, com o auxílio de 120 ml de tampão fosfato de Em recipientes bem-fechados.
potássio a 1%, estéril, pH 6,0 (solução 1). Agitar mecanicamente por drão e amostra. Registrar os cromatogramas e medir os picos. A
identidade e a resposta de cada pico presente no cromatograma da ROTULAGEM
20 minutos, completar o volume com o mesmo solvente. Homo- Observar a legislação vigente.
geneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, até concentrações de 10 solução amostra podem ser relacionadas com a identidade e a res-
273
µg/ml, 20 µg/ml e 40 µg/ml, utilizando solução 1 como diluente. posta das impurezas orgânicas voláteis presentes no cromatograma da
DOSEAMENTO solução padrão. A quantidade de cada impureza orgânica volátil pre- CITRATO DE POTÁSSIO
Proceder conforme descrito em Doseamento na monografia sente no cromatograma da solução amostra não excede o limite pres- Kalii citras
de Cefadroxila. Preparar a solução amostra como descrito a seguir. crito na tabela a seguir.
Solução amostra: reconstituir o conteúdo de três frascos con-
forme indicado no rótulo e homogeneizar Transferir volume da sus- Impureza orgânica volátil Limite (ppm) <!ID973402-12>

pensão oral contendo o equivalente a 0,25 g de cefadroxila para balão clorofórmio 60


volumétrico de 250 ml, adicionar 150 ml de tampão fosfato de po- 1,4-dioxano 380
tássio pH 5 e agitar mecanicamente por 15 minutos. Completar o C6H5K3O7.H2O 324,41 01717.01-4
cloreto de metileno 600
volume com o mesmo solvente. Filtrar aproximadamente 25 ml desta
solução através de filtro de porosidade de 0,8 µm ou inferior e utilizar tricloroetileno 80 C6H5K3O7 306,40
o filtrado límpido como solução amostra. Utilizar a solução no mes-
mo dia. Metais pesados (V.3.2.3 - Método II). No máximo 0,002% Citrato de potássio monoidratado
Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções (20 ppm). Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 100,5% de
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em estufa a vácuo C6H5K3O7, em relação à substância dessecada.
picos. Calcular a quantidade de C16H17N3O5S na suspensão oral a a 80 ºC por 4 horas. No máximo 0,5%. DESCRIÇÃO
partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 2 g da amostra. Caracteres físicos. Pó granuloso branco ou cristais incolo-
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO No máximo 0,1%. res.
Em recipientes bem-fechados. DOSEAMENTO Solubilidade. Muito solúvel em água, praticamente insolúvel
ROTULAGEM Proceder conforme descrito em Titulação em meio não-aquo- em etanol.
Observar a legislação vigente. so (V.3.4.5). Dissolver 0,2 g da amostra em 40 ml de ácido acético IDENTIFICAÇÃO
272 glacial e titular com ácido perclórico 0,1 M SV determinando o ponto A. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
CETOCONAZOL final potenciometricamente. Realizar ensaio em branco e fazer as reações do íon potássio (V.3.1.1).
Ketoconazolum correções necessárias. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M SV equi- B. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
vale a 26,572 mg de C26H28Cl2N4O4. reações do íon citrato (V.3.1.1).
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO ENSAIOS DE PUREZA
<!ID973402-11>
Em recipientes bem-fechados. Aspecto da solução. Dissolver 10 g da amostra em água
ROTULAGEM isenta de dióxido de carbono e completar para 100 ml com o mesmo
Observar legislação vigente. solvente. A solução obtida é límpida e incolor.
C26H28Cl2N4O4 531,44 01525.01-8 CLASSE TERAPÊUTICA Alcalinidade. A solução de 1 g da amostra em 20 ml de água
Antifúngico. é alcalina ao papel de tornassol. Adicionar à solução 0,2 ml de ácido
272.1 sulfúrico 0,005 M SV e uma gota de fenolftaleína SI. A solução não
cis-1-Acetil-4-[4-[[2-(2,4-diclorofenil)-2-(1H-imidazol-1-il- CETOCONAZOL COMPRIMIDOS adquire coloração rosa.
metil)-1,3-dioxolano-4-il]metoxi]fenil]piperazina Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- Oxalatos. Dissolver 0,5 g da amostra em 4 ml de água,
Contém, no mínimo, 98,0 % e, no máximo, 102,0 % de tidade declarada de C26H28Cl2N4O4. adicionar 3 ml de ácido clorídrico, 1 g de zinco em grãos e aquecer
C26H28Cl2N4O4, em relação à substância dessecada. IDENTIFICAÇÃO em banho-maria por 1 minuto. Deixar em repouso por 2 minutos,
DESCRIÇÃO Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada transferir o sobrenadante para tubo contendo 0,25 ml de cloreto de
Caracteres físicos. Pó cristalino, branco a quase branco. delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G, como suporte, e mistura de fenilhidrazina a 1% (p/V) e aquecer até ebulição. Resfriar rapida-
Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, facilmente so- n-hexano, acetato de etila, metanol, água e ácido acético glacial mente, transferir para frasco graduado, adicionar o mesmo volume de
lúvel em cloreto de metileno, solúvel em metanol, levemente solúvel (42:40:15:2:1), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 10 ácido clorídrico e 0,25 ml de ferricianeto de potássio SR. Homo-
em etanol. µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a geneizar e deixar em repouso por 30 minutos. Qualquer coloração
Constantes físico-químicas seguir. rosa produzida não é mais intensa do que a de preparação padrão
Faixa de fusão (V.2.2): 148 ºC a 152 ºC. Solução (1): pesar e pulverizar os comprimidos. Dissolver obtida nas mesmas condições, utilizando 4 ml de ácido oxálico a
IDENTIFICAÇÃO quantidade da amostra equivalente a 50 mg de cetoconazol em clo- 0,005% (p/V). No máximo 0,03% (300 ppm).
O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da rofórmio, agitar por cerca de 2 minutos, completar o volume para 50 Sódio. Proceder conforme descrito em Espectrofotometria de
amostra dispersa em brometo de potássio apresenta máximos de ab- ml com o mesmo solvente e filtrar. emissão atômica (V.2.23). Dissolver 1 g da amostra em água e diluir
sorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mesmas Solução (2): dissolver 10 mg de cetoconazol padrão em para 100 ml com mesmo solvente. Preparar a solução padrão uti-
intensidades relativas daqueles observados no espectro de cetoconazol clorofórmio e completar o volume para 10 ml com o mesmo sol- lizando solução de sódio a 200 ppm (Na). Diluir se necessário. Medir
padrão, preparado de maneira idêntica. vente. a intensidade de emissão em 589 nm. No máximo 0,5% (5 000
ENSAIOS DE PUREZA Desenvolver o cromatograma em cuba não saturada. Re- ppm).
Poder rotatório (V.2.8). -1º a +1º. Determinar em solução a mover a placa e deixar secar ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 Tartarato. Em tubo de ensaio, adicionar 1 g de amostra, 1,5
4% (p/V) em metanol. nm). A mancha principal obtida com a solução (1) corresponde em ml de água e 1 ml de ácido acético 6 M. Arranhar a parede do tubo
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em posição àquela obtida com a solução (2). com bastão de vidro. Não ocorre formação de precipitado crista-
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G, CARACTERÍSTICAS lino.
como suporte, e mistura de n-hexano, acetato de etila, metanol, água Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste Cálcio (V.3.2.7). Diluir 5 ml da solução obtida em Aspecto
.
e ácido acético glacial (42:40:15:2:1) como fase móvel. Aplicar, se- Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste. da solução para 15 ml com ácido acético diluído e prosseguir con-
paradamente, à placa, 10 µl das soluções (1) e (2), e 2 µl da solução Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. forme descrito em Ensaio-limite para cálcio. Preparar a solução pa-
(3), recentemente preparadas, descritas a seguir. Teste de desintegração (V.1.4.1). No máximo 10 minutos. drão utilizando mistura de 5 ml da solução padrão de cálcio (10 ppm)
Solução (1): dissolver 30 mg da amostra em 3 ml de clo- Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. e 10 ml de água. No máximo 0,01% (100 ppm).
rofórmio. DOSEAMENTO Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 7 g da amostra. Proceder
Solução (2): dissolver quantidade adequada de cetoconazol Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo
padrão em clorofórmio de modo a obter solução a 10 mg/ml. eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- 0,005% (50 ppm).
Solução (3): diluir a solução (2), quantitativamente, com travioleta a 225 nm; coluna de 300 mm de comprimento e 3,9 mm de Ferro (V.3.2.4). Utilizar 10 ml da solução obtida em Aspecto
clorofórmio de modo a obter solução com concentração de 1 diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo da solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para
mg/ml. octadecilsilano, mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel ferro. No máximo 0,002% (20 ppm).
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar de cerca de 3 ml/minuto. Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto
ao ar. Revelar a placa em cuba saturada com iodo metálico. A man- Fase móvel: mistura de solução de diisopropilamina a 0,2% - Método I). Dissolver 2 g em 25 ml de água e prosseguir conforme
cha principal obtida com a solução (1) corresponde em posição, cor e (p/V) em metanol e de solução de acetato de amônio a 0,5% (p/V) em descrito em Ensaio-limite para metais pesados, não havendo a ne-
intensidade àquela obtida com a solução (2). A soma das intensidades água (7:3). cessidade de ajustar o pH. No máximo 0,001% (10 ppm).
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Substâncias facilmente carbonizáveis. A 0,2 g da amostra CLASSE TERAPÊUTICA CLASSE TERAPÊUTICA


pulverizada, adicionar 10 ml de ácido sulfúrico e aquecer em banho- Acidificante sistêmico. Repositor eletrolítico. Pode ser usado como diurético, aci-
maria a 90 °C por 1 hora. Resfriar rapidamente. A coloração da 275 dificante urinário e antialérgico.
solução não é mais intensa do que a de mistura de 75 ml da solução CLORETO DE CÁLCIO DIIDRATADO _________________________________________________
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
padrão F (SC) (V.2.12) e 25 ml de ácido clorídrico a 1% (p/V) ou a Calcii chloridum Cloreto de amônio-hidróxido de amônio SR
mistura de 15 ml da solução padrão O (SC) e 85 ml de ácido Preparação - Misturar volumes iguais de hidróxido de amô-
clorídrico a 1% (p/V). CaCl2.2H2O 147,02 01863.02-9 nio e água e saturar com cloreto de amônio.
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, 276
em estufa a 180 °C por 4 horas. Entre 3% e 6%. CLORETO DE CÁLCIO HEXAIDRATADO
DOSEAMENTO Cloreto de cálcio diidratado Calcii chloridum hexahydricum
Dissolver, aproximadamente, 0,2 g da amostra, exatamente Contém, no mínimo, 97,0% e, no máximo, 103,0% de Ca-
pesada, em 25 ml de ácido acético glacial. Titular com ácido per- Cl2.2H2O. CaCl2.6H2O 219,08 01863.03-7
clórico 0,1 M SV, utilizando 2 gotas de cloreto de metilrosanilínio SI DESCRIÇÃO
(cristal violeta) como indicador, até viragem para verde. Realizar Caracteres físicos. Pó cristalino branco, higroscópico. Cloreto de cálcio hexaidratado
ensaio em branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de ácido Solubilidade. Facilmente solúvel em água, solúvel em eta- Contém, no mínimo, 97,0% e, no máximo, 103,0% de Ca-
perclórico 0,1 M SV equivale a 10,213 mg de C6H5K3O7. nol. Cl2.6H2O.
IDENTIFICAÇÃO DESCRIÇÃO
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Caracteres físicos. Cristais incolores ou massa cristalina
Em recipientes bem-fechados. A. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
branca.
ROTULAGEM reações do íon cálcio (V.3.1.1). Solubilidade. Facilmente solúvel em água e etanol.
Observar a legislação vigente. B. A solução obtida em Aspecto da solução responde às IDENTIFICAÇÃO
CLASSE TERAPÊUTICA reações do íon cloreto (V.3.1.1). A. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
Antiurolítico, antiácido. ENSAIOS DE PUREZA reações do íon cálcio (V.3.1.1).
274 Aspecto da solução. Dissolver 10 g da amostra em água B. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
isenta de dióxido de carbono e completar para 100 ml com o mesmo reações do íon cloreto (V.3.1.1).
CLORETO DE AMÔNIO ENSAIOS DE PUREZA
Ammonii chloridum solvente. A solução obtida é límpida e apresenta coloração menos
. Aspecto da solução. Dissolver 15 g da amostra em água
intensa que a mistura de 5 ml da solução padrão F (SC) (V.2.12) e 95 isenta de dióxido de carbono e completar para 100 ml com o mesmo
NH4Cl 53,49 01856.01-4 ml de ácido clorídrico a 1% (p/V). solvente. A solução obtida é límpida e apresenta coloração menos
Acidez ou alcalinidade. A 10 ml da solução obtida em As- intensa que a mistura de 5 ml da solução padrão F (SC) (V.2.12) e 95
pecto da solução, recentemente preparada, adicionar 0,1 ml de fe- ml de ácido clorídrico a 1% (p/V).
Cloreto de amônio nolftaleína SI. Se a solução adquirir coloração rosa, deve tornar-se Acidez ou alcalinidade. Em 10 ml da solução obtida em
Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 100,5% de incolor pela adição de, no máximo, 0,2 ml de ácido clorídrico 0,01 M Aspecto da solução, recentemente preparada, adicionar 0,1 ml de
NH4Cl, em relação à substância dessecada. SV. Se nenhuma coloração aparecer, deve tornar-se rosa pela adição fenolftaleína SI. Se a solução adquirir coloração rosa, deve tornar-se
DESCRIÇÃO incolor pela adição de, no máximo, 0,2 ml de ácido clorídrico 0,01 M
de, no máximo, 0,2 ml de hidróxido de sódio 0,01 M SV. SV. Se nenhuma coloração aparecer, deve tornar-se rosa pela adição
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou cristais incolo- Bário. A 10 ml da solução obtida em Aspecto da solução
res. de, no máximo, 0,2 ml de hidróxido de sódio 0,01 M SV.
adicionar 2 ml de sulfato de cálcio SR. Após 15 minutos, qualquer Alumínio. A 10 ml da solução obtida em Aspecto da solução
Solubilidade. Facilmente solúvel em água e glicerol, ligei- opalescência observada não é mais intensa do que a mistura de 10 ml adicionar 2 ml de cloreto de amônio SR, 1 ml de amônia SR e ferver
ramente solúvel em etanol. da solução obtida em Aspecto da solução e 1 ml de água. a solução. Não ocorre turvação ou precipitação. Se utilizado para a
IDENTIFICAÇÃO Ferro, alumínio e fosfato. Dissolver 1 g da amostra em 20 ml preparação de soluções para diálise, dissolver 4 g da amostra em 100
A. A solução a 0,1% (p/V) responde às reações do íon de água. Adicionar duas gotas de ácido clorídrico 3 M e uma gota de ml de água, adicionar 10 ml de solução tampão acetato pH 6,0 e
amônio (V.3.1.1). proceder conforme descrito em Ensaio-limite para alumínio
fenolftaleína SI. Adicionar, gota a gota, cloreto de amônio-hidróxido (V.3.2.10). Utilizar como solução padrão, mistura de 2 ml de solução
B. A solução a 0,1% (p/V) responde às reações do íon
de amônio SR, até leve coloração rósea. Adicionar 2 gotas em ex- padrão de alumínio (2 ppm), 10 ml de solução tampão acetato pH 6,0
cloreto (V.3.1.1).
cesso e aquecer à ebulição. Não ocorre turvação ou precipitação. e 98 ml de água. Para o branco utilizar mistura de 10 ml de solução
ENSAIOS DE PUREZA tampão acetato pH 6,0 e 100 ml de água. No máximo 0,0001% (1
Magnésio e metais alcalinos. Misturar 20 ml da solução
Aspecto da solução. Dissolver 10 g da amostra em água e ppm).
obtida em Aspecto da solução e 80 ml de água. Adicionar 2 g de
completar para 100 ml com mesmo solvente. A solução é límpida e Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 6 g da amostra e pros-
cloreto de amônio e 2 ml de amônia SR. Aquecer à ebulição e
incolor. seguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo
adicionar solução quente de 5 g de oxalato de amônio em 75 ml de 0,02% (200 ppm).
Acidez ou alcalinidade. A 10 ml da solução obtida em As-
água. Deixar em repouso por 4 horas, completar para 200 ml com DOSEAMENTO
pecto da solução, adicionar 0,05 ml de vermelho de metila SI. Não
água e filtrar. A 100 ml do filtrado adicionar 0,5 ml de ácido sul- Pesar, exatamente, cerca de 0,28 g da amostra, dissolver em
mais do que 0,5 ml de ácido clorídrico 0,01 M SV ou 0,5 ml de
fúrico. Evaporar à secura em banho-maria e incinerar a 600 °C até 100 ml de água e proceder conforme descrito em Titulação com-
hidróxido de sódio 0,01 M SV é necessário para promover a viragem
peso constante. O peso do resíduo não deve ser superior a 5 mg. No plexométrica para cálcio (V.3.4.4). Cada ml de edetato dissódico 0,1
do indicador. M SV equivale a 21,908 mg de CaCl2.6H2O.
Brometos e iodetos. A 10 ml da solução obtida em Aspecto máximo 0,5%.
Alumínio. A 10 ml da solução obtida em Aspecto da so- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
da solução adicionar 0,1 ml de ácido clorídrico SR e 0,05 ml de Em recipientes bem-fechados.
cloramina a 2% (p/V). Após 1 minuto, adicionar 2 ml de clorofórmio lução, adicionar 2 ml de cloreto de amônio SR, 1 ml de amônia SR ROTULAGEM
e misturar vigorosamente. A fase clorofórmica permanece incolor. e ferver a solução. Não ocorre turvação ou precipitação. Se utilizado Observar a legislação vigente. O rótulo deve indicar se pode
Limite de tiocianato. Acidificar 10 ml da solução obtida em para a preparação de soluções para diálise, dissolver 4 g da amostra ser utilizado na preparação de soluções para diálise.
Aspecto da solução com ácido clorídrico e adicionar algumas gotas em 100 ml de água. Adicionar 10 ml de solução tampão acetato pH CLASSE TERAPÊUTICA
6,0 e proceder conforme descrito em Ensaio-limite para alumínio Repositor eletrolítico. Pode ser usado como diurético, aci-
de cloreto férrico a 9% (p/V). Não desenvolve-se coloração ver- dificante urinário e antialérgico.
melho-alaranjada. (V.3.2.10). Utilizar como solução padrão mistura de 2 ml de solução
padrão de alumínio (2 ppm), 10 ml de solução tampão acetato pH 6,0 277
Cálcio (V.3.2.7). Diluir 5 ml da solução obtida em Aspecto CLORETO DE ZINCO
da solução com 10 ml de água e proceder conforme descrito em e 98 ml de água. Para o branco utilizar mistura de 10 ml de solução Zinci chloridum
Ensaio-limite para cálcio. No máximo 0,02% (200 ppm). tampão acetato pH 6,0 e 100 ml de água. No máximo 0,0001%
Ferro (V.3.2.4 - Método I). Diluir 5 ml de solução obtida em (1ppm). ZnCl2 134,29 07335.01-2
Aspecto da solução com 5 ml de água e prosseguir conforme descrito Arsênio (V.3.2.5 - Método I). Determinar em 1 g da amostra
em Ensaio-limite para ferro. Utilizar solução padrão de ferro (1 ppm). e prosseguir conforme descrito em Ensaio-Limite para arsênio. No Cloreto de zinco
No máximo 0,002% (20 ppm). máximo 0,0003% (3 ppm). Contém, no mínimo, 95,0% e, no máximo, 100,5% de Zn-
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto Ferro (V.3.2.4 - Método I). Utilizar 10 ml da solução obtida Cl2.
- Método I). Utilizar 20 ml da solução obtida em Aspecto da solução em Aspecto da solução e proceder conforme descrito em Ensaio- DESCRIÇÃO
e proceder conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. limite para ferro. Utilizar solução padrão de ferro (1 ppm). No má- Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco.
ximo 0,001% (10 ppm). Solubilidade. Muito solúvel em água, facilmente solúvel em
No máximo 0,001% (10 ppm). etanol e glicerol.
Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 8 g da amostra e pros- Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto
Constantes físico-químicas
seguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo - Método I). Utilizar 10 ml da solução obtida em Aspecto da solução Ponto de fusão (V.2.2): funde em torno de 318 ºC.
0,015% (150 ppm). e proceder conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. IDENTIFICAÇÃO
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, Preparar a solução padrão utilizando solução padrão de chumbo (2 A. Dissolver 0,5 g em ácido nítrico SR e diluir com 10 ml do
em estufa entre 100 °C e 105 °C, por 2 horas. No máximo 1%. ppm). No máximo 0,002% (20 ppm). mesmo ácido. A solução responde às reações do íon cloreto
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 2 g da amostra. Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 4 g da amostra e pros- (V.3.1.1).
seguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo B. A 2 g da amostra adicionar 38 ml de água isenta de
No máximo 0,1%. dióxido de carbono. Gotejar ácido clorídrico SR até solubilização
DOSEAMENTO 0,03% (300 ppm). completa e diluir para 40 ml com água isenta de dióxido de carbono.
Pesar, exatamente, cerca de 1 g da amostra, dissolver em 20 DOSEAMENTO 5 ml da solução obtida responde às reações do íon zinco (V.3.1.1).
ml de água e adicionar mistura de 5 ml de formaldeído, previamente Pesar, exatamente, cerca de 0,28 g da amostra, dissolver em ENSAIOS DE PUREZA
neutralizado em presença de fenolftaleína SI, e 20 ml de água. Após 100 ml de água e proceder conforme descrito em Titulação com- pH (V.2.19). 4,6 e 5,5. Determinar em solução contendo 1 g
1 a 2 minutos, titular lentamente com hidróxido de sódio M SV, plexométrica para cálcio (V.3.4.4). Cada ml de edetato dissódico 0,1 da amostra em 9 ml de água isenta de dióxido de carbono.
utilizando 0,2 ml do mesmo indicador. Cada ml de hidróxido de sódio M SV equivale a 14,702 mg de CaCl2.2H2O. Alumínio, cálcio, metais pesados, ferro, magnésio. A 8 ml de
M SV equivale a 53,491 mg de NH4Cl. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO solução obtida no teste B em Identificação adicionar 2 ml de amônia
concentrada e homogeneizar. A solução é límpida e incolor. Adicionar
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes bem-fechados. 1 ml de fosfato de sódio dibásico dodecaidratado SR. A solução
Em recipientes bem-fechados. ROTULAGEM permanece límpida por, por, no mínimo, 5 minutos. Adicionar 0,2 ml
ROTULAGEM Observar a legislação vigente. O rótulo deve indicar se pode de sulfeto de sódio SR. Ocorre formação de precipitado branco. O
Observar a legislação vigente. ser utilizado na preparação de soluções para diálise. sobrenadante permanece incolor.
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Sais de amônio. A 5 ml de solução da amostra a 10% (p/V) programação: 40 °C por minuto, rampa de 40 °C a 200 °C com taxa Solubilidade. Facilmente solúvel em água, cloreto de me-
adicionar hidróxido de sódio M até iniciar formação de precipitado de aquecimento de 15 °C por minuto. Manter as temperaturas do tileno e etanol.
que se redissolve. Aquecer levemente. Não ocorre liberação de odor injetor e do detector a 250 °C, respectivamente; utilizar hidrogênio Constantes físico-químicas
de amônia. como gás de arraste, com pressão de 85 kPa na cabeça da coluna. Faixa de fusão (V.2.2): 195 ºC a 199 ºC.
Sulfatos (V.3.2.2). Dissolver 0,8 g da amostra em 10 ml de Solução amostra: transferir 0,3 g da amostra e 5 ml de IDENTIFICAÇÃO
dimetilsulfóxido para frasco de amostragem tipo headspace de 10 ml
água e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. contendo 1 g de sulfato de sódio anidro. A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
No máximo 0,03% (300 ppm). Solução padrão A: pesar 1 g de cloreto de metileno e diluir amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de
DOSEAMENTO a 0,02% (p/V) (200 ppm) com dimetilsulfóxido. Transferir 5 ml desta absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes-
Dissolver 0,25 g da amostra em 5 ml de ácido acético diluído solução para frasco de amostragem tipo headspace contendo 1 g de mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de clo-
e proceder conforme descrito em Titulação complexométrica para sulfato de sódio anidro. ridrato de amitriptilina padrão, preparado de maneira idêntica.
zinco (V.3.4.4). Cada ml de edetato dissódico 0,1 M SV equivale a Solução padrão B: pesar 1 g de tolueno e diluir a 0,02% B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
13,429 mg de ZnCl2. (p/V) com dimetilsulfóxido. Transferir 5 ml desta solução para frasco de 200 nm a 400 nm, da solução amostra a 0,001% (p/V) em metanol,
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO de amostragem tipo headspace contendo 1 g de sulfato de sódio exibe máximo de absorção em 239 nm, idêntico ao observado no
Em recipientes não metálicos bem-fechados. anidro.
Tampar os frascos de amostragem tipo headspace com tampa espectro de solução similar de cloridrato de amitriptilina padrão.
ROTULAGEM de politetrafluoretileno e lacre de alumínio. Aquecer as amostras a 80 C. A amostra responde às reações do íon cloreto (V.3.1.1).
Observar a legislação vigente. °C por 60 minutos. ENSAIOS DE PUREZA
CLASSE TERAPÊUTICA Procedimento: injetar 1 µl da fase vapor de cada solução, pH (V.2.19). 5,0 a 6,0. Determinar em solução aquosa a 1%
Suplemento nutricional. registrar as áreas de cada pico. O tempo de retenção do tolueno é de (p/V).
278 aproximadamente 2,5 minutos; a resolução entre os picos relativos ao Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
CLORIDRATO DE AMIODARONA cloreto de metileno e ao tolueno é superior a 2; o desvio padrão Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel
Amiodaroni hydrochloridum relativo das áreas de replicatas dos picos registrados, para ambos GF254, como suporte, e mistura de clorofórmio, metanol e hidróxido
solventes, é inferior a 15%. As áreas relativas ao cloreto de metileno
e tolueno para a amostra não são superiores às idênticas áreas para os de amônio (135:15:1), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à
padrões de cloreto de metileno (solução padrão A) e tolueno (solução placa, 10 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas,
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padrão B), respectivamente. descritas a seguir.


Iodetos. Adicionar 1,5 g da amostra a 40 ml de água aque- Solução (1): dissolver, em metanol, quantidade exatamente
cida a 80 ºC e agitar até completa dissolução. Esfriar a temperatura pesada da amostra de modo a obter solução de cloridrato de ami-
C25H29I2NO3.HCl 681,78 00516.02-3 ambiente e diluir para 50 ml com água (solução A). Preparar, si- triptilina a 40 mg/ml.
multaneamente, as soluções descritas a seguir. Solução (2): cloridrato de amitriptilina padrão a 0,8 mg/ml
Solução teste: a 15 ml da solução A, adicionar 1 ml de ácido em metanol.
Cloridrato de (2-butil-3-benzofuranil)[4-[2-(dietilamino)eto- clorídrico 0,1 M, 1 ml de iodato de potássio 0,05 M e diluir para 25
xi]-3,5-diiodofenil]metanona ml com água. Deixar em repouso, ao abrigo da luz, por 4 horas. Solução (3): diluir a solução (2) em metanol, de modo a
Contém, no mínimo, 98,5% e, no máximo, 101,0% de Solução referência: a 15 ml da solução A, adicionar 1 ml de obter solução de cloridrato de amitriptilina a 0,4 mg/ml.
C25H29I2NO3.HCl, em relação à substância dessecada. ácido clorídrico 0,1 M, 1 ml de solução de iodeto de potássio a Solução (4): diluir a solução (2) em metanol, de modo a
DESCRIÇÃO 0,00882% (p/V), 1 ml de iodato de potássio 0,05 M e diluir para 25 obter solução de cloridrato de amitriptilina a 0,2 mg/ml.
Caracteres físicos. Pó fino, cristalino, branco ou quase bran- ml com água. Deixar em repouso, ao abrigo da luz, por 4 horas. Solução (5): diluir a solução (2) em metanol, de modo a
co. Medir as absorvâncias das soluções teste e referência em 420 obter solução de cloridrato de amitriptilina a 0,16 mg/ml.
nm (V.2.14-3), utilizando, para o ajuste do zero, mistura de 15 ml da Solução (6): diluir a solução (2) em metanol, de modo a
Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, muito solúvel solução A e 1 ml de ácido clorídrico 0,1 M, diluída para 25 ml com
em cloreto de metileno, solúvel em metanol, ligeiramente solúvel em água. A absorvância da solução teste não é maior que a metade da obter solução de cloridrato de amitriptilina a 80 µg/ml.
etanol, muito pouco solúvel em n-hexano. absorvância da solução referência. No máximo 0,015% (150 ppm). Solução (7): diluir a solução (2) em metanol, de modo a
Constantes físico-químicas Metais pesados (V.3.2.3 - Métodos de reação com tioace- obter solução de cloridrato de amitriptilina a 40 µg/ml.
Faixa de fusão (V.2.2): 159 °C a 163 °C, com decompo- tamida - Método III). Determinar em 1 g da amostra. Utilizar 2 ml de Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
sição. solução padrão de chumbo (10 ppm de Pb). No máximo 0,002% (20 ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha
IDENTIFICAÇÃO ppm). secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida com a solução
sob pentóxido de fósforo, em estufa a vácuo a 50 °C, sob pressão não (4) (0,5%). A soma das intensidades de todas as manchas secundárias
amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de superior a 0,3 kPa, por 4 horas. No máximo 0,5%.
absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes- Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. obtidas com a solução (1) corresponde a, no máximo, àquela obtida
mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de clo- No máximo 0,1%. com a solução (3) (1,0%). Desconsiderar qualquer mancha obtida no
ridrato de amiodarona padrão, preparado de maneira idêntica. <!ID973403-1>
cromatograma com a solução (1) que seja menos intensa que a man-
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa DOSEAMENTO cha principal obtida com a solução (7) (0,1%). Desconsiderar quais-
de 200 nm a 400 nm, de solução a 0,002% (p/V) em metanol, exibe A. Por Titulação em meio não-aquoso (V.3.4.5). Dissolver quer manchas observadas nas origens dos cromatogramas.
máximos e mínimos somente nos mesmos comprimentos de onda de 0,5 g da amostra em 40 ml de ácido acético glacial e 10 ml de acetato Impurezas orgânicas voláteis. Proceder conforme descrito em
solução similar de cloridrato de amiodarona padrão. mercúrico a 5% (p/V). Titular com ácido perclórico 0,1 M SV de- Cromatografia a gás (V.2.17.5), utilizando cromatógrafo provido de
terminando o ponto final potenciometricamente. Realizar ensaio em detector de ionização de chama; coluna de sílica fundida, de 30 m de
C. A mancha principal do cromatograma da solução (2), branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de ácido perclórico
obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição e in- 0,1 M SV equivale a 68,178 mg de C25H29I2NO3.HCl. comprimento e 0,53 mm de diâmetro interno, coberta com fenil (5%)
tensidade àquela obtida com a solução (3). B. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta metil (95%) polisiloxano e pré-coluna de sílica de 5 m de com-
D. Responde às reações do íon cloreto (V.3.1.1). (V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 50 mg da amostra e dissolver primento e 0,53 mm de diâmetro interno, desativada com fenilme-
ENSAIOS DE PUREZA em metanol. Completar o volume para 100 ml com o mesmo sol- tilsiloxano. Manter a coluna a 35 ºC por 5 minutos, aumentar para
Aspecto da solução. A solução a 5% (p/V) em metanol é vente. Diluir, sucessivamente, em metanol, até concentração de 175 °C a 8 ºC por minuto, em seguida para 260 °C a 35 °C por
límpida e incolor. 0,0008% (p/V). Preparar solução de cloridrato de amiodarona padrão minuto, e manter por pelo menos 16 minutos. Manter as temperaturas
pH (V.2.19). 3,2 a 3,8. Determinar em solução da amostra a na mesma concentração utilizando o mesmo solvente. Medir as ab- do injetor e do detector a 70 °C e 260 °C, respectivamente; utilizar
sorvâncias das soluções resultantes em 242 nm, utilizando metanol hélio a velocidade linear de cerca de 35 cm/s como gás de arraste.
5% (p/V) em água, preparada como descrito a seguir. Dissolver 1,25 para o ajuste do zero. Calcular o teor de C25H29I2NO3.HCl na amostra
g da amostra em água aquecida a 80 ºC, resfriar e completar o a partir das leituras obtidas. Solução amostra: dissolver, em água livre de material or-
volume para 25 ml com água. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO gânico, quantidade exatamente pesada da amostra de modo a obter
Absorção de luz. A absorvância da solução a 0,002% (p/V) Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz, em tem- solução a 20 mg/ml.
em metanol, medida em 242 nm, está entre 1,03 e 1,05. peratura não superior a 30 °C. Solução padrão: preparar solução, em água livre de material
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em ROTULAGEM orgânico, contendo em cada mililitro, 12 µg de cloreto de metileno,
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel Observar a legislação vigente. 1,2 µg de clorofórmio, 7,6 µg de 1,4-dioxano e 1,6 µg de triclo-
GF254, como suporte, e mistura de ácido fórmico, metanol e cloreto de CLASSE TERAPÊUTICA roetileno. Preparar no dia do uso.
metileno (5:10:85), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à pla- Antiarritímico e antianginoso. Injetar replicatas de 1 µl da solução padrão. A resolução
__________________________________________________
ca, 5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas e man- XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES entre quaisquer dois componentes não deve ser menor que 1. O
tidas ao abrigo de luz direta, descritas a seguir. Cloridrato de (2-cloroetil)dietilamina desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados
Solução (1): dissolver 1 g da amostra em cloreto de metileno Fórmula e massa molecular - C6H15Cl2N - 172,10 não deve ser maior que 15%.
e completar para 10 ml com o mesmo solvente. Descrição - Pó cristalino, branco, muito solúvel em água e Procedimento: injetar, separadamente, 1 µl das soluções pa-
Solução (2): diluir 0,5 ml da solução (1) para 10 ml com em metanol, facilmente solúvel em cloreto de metileno, praticamente drão e amostra. Registrar os cromatogramas e medir os picos. A
cloreto de metileno. insolúvel em n-hexano. identidade e a resposta de cada pico presente no cromatograma da
Solução (3): dissolver 25 mg de cloridrato de amiodarona Características físicas - Ponto de fusão: em torno de 211 solução amostra podem ser relacionadas com a identidade e a res-
padrão em cloreto de metileno e completar para 5 ml com o mesmo ºC. posta das impurezas orgânicas voláteis presentes no cromatograma da
Iodato de potássio solução padrão. A quantidade de cada impureza orgânica volátil pre-
solvente. Fórmula e massa molecular - KIO3 - 214,00
Solução (4): diluir 1 ml da solução (2) para 10 ml com Descrição - Cristais brancos, inodoros, ou pó cristalino, so- sente no cromatograma da solução amostra não excede o limite pres-
cloreto de metileno. lúvel em água, insolúvel em etanol. crito na tabela a seguir.
Solução (5): diluir 5 ml da solução (4) para 10 ml com Características físicas - Ponto de fusão: em torno de 560 ºC,
cloreto de metileno. com decomposição parcial. Impureza orgânica volátil Limite (ppm)
Solução (6): dissolver 10 mg de cloridrato de (2-cloroe- Categoria - Agente oxidante. Clorofórmio 60
til)dietilamina em 50 ml de cloreto de metileno. 279
CLORIDRATO DE AMITRIPTILINA 1,4-dioxano 380
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Amitriptylini hydrochloridum cloreto de metileno 600
ao ar. Examinar a placa sob luz . ultravioleta (254 nm). Qualquer
mancha secundária obtida no cromatograma com a solução (1), di- Tricloroetileno 80
ferente da mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida
com a solução (4) (0,5%), e no máximo, uma é mais intensa que Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace-
<!ID973403-2>

aquela obtida no cromatograma com a solução (5) (0,25%). Nebulizar tamida - Método II). Determinar em 1 g da amostra. No máximo
a placa com iodobismutato de potássio SR, em seguida com peróxido 0,001% (10 ppm).
C20H23N.HCl 313,91 00526.02-9
de hidrogênio 3% (p/V) SR e examinar imediatamente. Qualquer Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra,
mancha correspondente ao cloridrato de (2-cloroetil)dietilamina ob- em estufa a vácuo, a 60 ºC, até peso constante. No máximo 0,5%.
tida no cromatograma com a solução (1) não é mais intensa que Cloridrato de 3-(10,11-diidro-5H-dibenzo[a,d]cicloepten-5- Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra.
aquela obtida com a solução (6) (0,2%). ilideno)-N,N-dimetil-1-propanamina No máximo 0,1%.
Solventes residuais. Proceder conforme descrito em Croma- Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 100,5% de DOSEAMENTO
tografia a gás (V.2.17.5), utilizando cromatógrafo provido de detector C20H23N.HCl, em relação à substância dessecada. Proceder conforme descrito em Titulação em meio não-aquo-
de ionização de chama; coluna de 30 m de comprimento e 0,25 mm DESCRIÇÃO so (V.3.4.5). Dissolver, exatamente, cerca de 1 g da amostra, em 30
de diâmetro interno, com fase estacionária de 35% de difenilpo- Caracteres físicos. Pó branco ou quase branco ou cristais ml de ácido acético glacial, aquecendo levemente, se necessário.
lissiloxano (0,25 µm de espessura); coluna operada com a seguinte incolores. Resfriar, adicionar 10 ml de acetato mercúrico SR. Titular com ácido
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perclórico 0,1 M SV, utilizando cloreto de metilrosanilínio SI (cristal 75 ml de ácido clorídrico 0,1 M, agitar mecanicamente por 15 mi- crito no método A de Doseamento a partir de “Preparar solução
violeta) como indicador, até coloração verde. Realizar ensaio em nutos e deixar em ultra-som por 15 minutos. Completar o volume padrão na mesma concentração...”.
branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de ácido perclórico com o mesmo solvente. Filtrar. Transferir 5 ml do filtrado para balão TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
0,1 M SV equivale a 31,391 mg de C20H23N.HCl. volumétrico de 50 ml e completar o volume com o mesmo solvente, Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,1 M, 900 ml
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO obtendo solução a 0,001% (p/V). Preparar solução padrão na mesma Aparelhagem: cesta, 100 rpm
Em recipientes bem-fechados. concentração, utilizando o mesmo solvente. Determinar as absor- Tempo: 45 minutos
Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis-
ROTULAGEM vâncias das soluções resultantes em 239 nm, utilizando ácido clo- solução e diluir, se necessário, em ácido clorídrico 0,1 M, até con-
Observar a legislação vigente. rídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de centração adequada. Medir as absorvâncias em 239 nm (V.2.14-3),
CLASSE TERAPÊUTICA C20H23N.HCl nas cápsulas, a partir das leituras obtidas. utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan-
Antidepressivo. B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). tidade de C20H23N.HCl dissolvida no meio, comparando as leituras
279.1 Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 254 nm; obtidas com a da solução de cloridrato de amitriptilina padrão, na
CLORIDRATO DE AMITRIPTILINA CÁPSULAS coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, concentração de 0,001% (p/V), preparada no mesmo solvente.
Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano Tolerância: não menos que 75% (T) da quantidade declarada
de C20H23N.HCl se dissolvem em 45 minutos.
tidade declarada de C20H23N.HCl. (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 2 ENSAIOS DE PUREZA
IDENTIFICAÇÃO ml/minuto. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na Tampão fosfato-trietilamina: transferir 11,04 g de fosfato Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel
faixa de 200 nm a 400 nm, da solução amostra obtida no método A monossódico e 3 ml de trietilamina para balão volumétrico de 1 000, GF254, como suporte, e mistura de dietilamina, acetato de etila e
de Doseamento, exibe máximos e mínimos idênticos aos observados dissolver em 900 ml de água. Ajustar o pH para 2,5 ± 0,5 com ácido cicloexano (3:15:85), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à
no espectro da solução padrão. fosfórico e completar o volume com água. placa, 20 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas,
B. A mancha principal do cromatograma da solução (1), Fase móvel: mistura de tampão fosfato-trietilamina e ace- descritas a seguir.
obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e tonitrila (58:42). Solução (1): pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir
intensidade àquela obtida com a solução (2). quantidade do pó equivalente a 20 mg de cloridrato de amitriptilina
Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume com etanol
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma pesá-las novamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 50 mg absoluto. Agitar por 10 minutos. Homogeneizar e filtrar.
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde de cloridrato de amitriptilina para balão volumétrico de 50 ml, adi- Solução (2): transferir 20 mg de cloridrato de amitriptilina
àquele do pico principal da solução padrão. cionar 35 ml de fase móvel, agitar mecanicamente por 15 minutos e padrão para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume com
D. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- deixar em ultra-som por 15 minutos. Completar o volume com o etanol absoluto, obtendo solução a 4 mg/ml.
vamente. Agitar quantidade do pó equivalente a 10 mg de cloridrato mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. Transferir 10 ml do filtrado Solução (3): transferir 1 ml da solução (2) para balão vo-
de amitriptilina com 5 ml de água. Filtrar. Responde às reações do íon para balão volumétrico de 50 ml e completar o volume com a fase lumétrico de 100 ml e completar o volume com etanol absoluto,
cloreto (V.3.1.1). . obtendo solução a 40 µg/ml.
móvel. Homogeneizar. Solução (4): transferir 2,5 ml da solução (3) para balão
E. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- Solução padrão: transferir 50 mg de cloridrato de amitrip-
vamente. Agitar quantidade do pó equivalente a 0,1 g de cloridrato de volumétrico de 10 ml e completar o volume com etanol absoluto,
tilina padrão para balão volumétrico de 50 ml, diluir em 35 ml de fase obtendo solução a 10 µg/ml.
amitriptilina com 10 ml de clorofórmio. Filtrar e reduzir o volume de móvel e completar o volume com o mesmo solvente. Transferir 10 ml Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
filtrado por evaporação. Precipitar adicionando éter etílico até pro- da solução para balão volumétrico de 50 ml e completar o volume ao ar. Examinar sobre luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha
duzir turbidez. Deixar em repouso e filtrar. Dissolver 50 mg do com o mesmo solvente, de modo a obter solução de cloridrato de secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da
precipitado em 3 ml de água. Adicionar 50 µl de quinidrona a 2,5% amitriptilina a 0,2 mg/mL. mancha principal, não é mais intensa que as obtidas com as soluções
(p/V) em metanol. Não desenvolve-se coloração vermelha por 15 A eficiência da coluna não deve ser menor que 800 pratos (3) ou (4) (1% e 0,25%). Nebulizar a placa com reagente de Dra-
minutos. gendorff. Qualquer mancha obtida no cromatograma com a solução
teóricos. O fator de cauda não é superior a 2,5. O desvio padrão (1), diferente da principal e corada pelo revelador, não é mais intensa
CARACTERÍSTICAS relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve ser
Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. que aquela obtida com a solução (3) (1%).
maior que 2,0%. DOSEAMENTO
Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. No máximo Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
15 minutos. padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos (V.2.14-3). Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Transferir quantidade
Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. picos. Calcular a quantidade de C20H23N.HCl nas cápsulas a partir das do pó equivalente a 10 mg de cloridrato de amitriptilina para balão
Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca- respostas obtidas com as soluções padrão e amostra. volumétrico de 100 ml. Adicionar 75 ml de ácido clorídrico 0,1 M,
da cápsula para balão volumétrico de 50 ml e acrescentar 35 ml de agitar mecanicamente por 15 minutos e deixar em ultra-som por 15
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO minutos. Completar o volume com o mesmo solvente. Filtrar. Trans-
ácido clorídrico 0,1 M. Deixar em ultra-som por 20 minutos, agitando Em recipientes bem-fechados.
ocasionalmente. Homogeneizar e filtrar. Transferir 5 ml do filtrado ferir 5 ml do filtrado para balão volumétrico de 50 ml e completar o
ROTULAGEM volume com o mesmo solvente, obtendo solução a 0,001% (p/V).
para balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com ácido Observar a legislação vigente. Preparar solução padrão na mesma concentração, utilizando o mesmo
clorídrico 0,1 M. Transferir 5 ml da solução resultante para balão _________________________________________________ solvente. Determinar as absorvâncias das soluções resultantes em 239
volumétrico de 50 ml e completar o volume com o mesmo solvente, XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES nm, utilizando ácido clorídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a
obtendo solução a 0,001% (p/V). Prosseguir conforme descrito no quantidade de C20H23N.HCl nos comprimidos, a partir das leituras
método A de Doseamento a partir de “Preparar solução padrão na Reagente de Dragendorff
Solução A - Suspender 0,2 g de subnitrato de bismuto (II) obtidas.
mesma concentração”. B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5) em 10 ml de água e adicionar 2,5 ml de ácido acético glacial. Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo-
Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,1 M, 900 ml Solução B - Dissolver 4 g de iodeto de potássio em 10 ml de nografia de Cloridrato de amitriptilina cápsulas. Preparar a solução
Aparelhagem: cesta, 100 rpm água. amostra como descrito a seguir.
Tempo: 45 minutos Preparação - Transferir a solução A e a solução B para balão Solução amostra: pesar e pulverizar os comprimidos. Trans-
volumétrico de 100 ml, adicionar 20 ml de ácido acético glacial e ferir quantidade do pó equivalente a 50 mg de cloridrato de ami-
Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis- triptilina para balão volumétrico de 50 ml, adicionar 35 ml de fase
solução e diluir, se necessário, em ácido clorídrico 0,1 M, até con- completar o volume com água.
279.2 móvel, agitar mecanicamente por 15 minutos e deixar em ultra-som
centração adequada. Medir as absorvâncias em 239 nm (V.2.14-3), por 15 minutos. Completar o volume com o mesmo solvente, ho-
utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan- CLORIDRATO DE AMITRIPTILINA COMPRIMIDOS mogeneizar e filtrar. Transferir 10 ml do filtrado para balão vo-
tidade de C20H23N.HCl dissolvida no meio, comparando as leituras Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- lumétrico de 50 ml e completar o volume com a fase móvel. Ho-
obtidas com a da solução de cloridrato de amitriptilina padrão, na tidade declarada de C20H23N.HCl. Os comprimidos podem ser re- mogeneizar.
concentração de 0,001% (p/V), preparada no mesmo solvente. vestidos. Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
Tolerância: não menos que 75% (T) da quantidade declarada IDENTIFICAÇÃO padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na picos. Calcular a quantidade de C20H23N.HCl nos comprimidos a
de C20H23N.HCl se dissolvem em 45 minutos. partir das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
ENSAIOS DE PUREZA faixa de 200 nm a 400 nm, da solução amostra obtida no método A
de Doseamento, exibe máximos e mínimos idênticos aos observados EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em Em recipientes bem-fechados.
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel no espectro da solução padrão. ROTULAGEM
GF254, como suporte, e mistura de dietilamina, acetato de etila e B. A mancha principal do cromatograma da solução (1), Observar a legislação vigente.
cicloexano (3:15:85), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e _________________________________________________
placa, 20 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, intensidade àquela obtida com a solução (2). XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
descritas a seguir. C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma Reagente de Dragendorff
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde Solução A - Suspender 0,2 g de subnitrato de bismuto (II)
Solução (1): pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá- em 10 ml de água e adicionar 2,5 ml de ácido acético glacial.
las novamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 20 mg de àquele do pico principal da solução padrão.
D. Pesar e pulverizar os comprimidos. Agitar quantidade do Solução B - Dissolver 4 g de iodeto de potássio em 10 ml de
cloridrato de amitriptilina para balão volumétrico de 5 ml e completar água.
o volume com etanol absoluto. Agitar por 10 minutos. Homogeneizar pó equivalente a 10 mg de cloridrato de amitriptilina com 5 ml de Preparação - Transferir a solução A e a solução B para balão
e filtrar. água. Filtrar. Responde às reações do íon cloreto (V.3.1.1). volumétrico de 100 ml, adicionar 20 ml de ácido acético glacial e
Solução (2): transferir 20 mg de cloridrato de amitriptilina E. Pesar e pulverizar os comprimidos. Agitar quantidade do completar o volume com água.
padrão para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume com pó equivalente a 0,1 g de cloridrato de amitriptilina com 10 ml de 280
etanol absoluto, obtendo solução a 4 mg/ml. clorofórmio. Filtrar e reduzir o volume de filtrado por evaporação. CLORIDRATO DE FLUOXETINA
Solução (3): transferir 1 ml da solução (2) para balão vo- Precipitar adicionando éter etílico até produzir turbidez. Deixar em Fluoxetini hydrochloridum
lumétrico de 100 ml e completar o volume com etanol absoluto, repouso e filtrar. Dissolver 50 mg do precipitado em 3 ml de água.
obtendo solução a 40 µg/ml. Adicionar 50 µl de quinidrona a 2,5% (p/V) em metanol. Não de-
Solução (4): transferir 2,5 ml da solução (3) para balão senvolve-se coloração vermelha por 15 minutos.
volumétrico de 10 ml e completar o volume com etanol absoluto, CARACTERÍSTICAS <!ID973403-3>

obtendo solução a 10 µg/ml. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.


Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
ao ar. Examinar sobre luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. C17H18F 345,79 03231.02-0
3NO.HCl

secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. No máximo C17H18F
3NO
309,33
mancha principal, não é mais intensa que as obtidas com as soluções 15 minutos.
(3) ou (4) (1% e 0,25%). Nebulizar a placa com reagente de Dra- Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. Cloridrato de (±)-N-metil-γ-[4-(trifluorometil)-fenoxi]benze-
gendorff. Qualquer mancha obtida no cromatograma com a solução Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca-
da comprimido para balão volumétrico de 50 ml e acrescentar 35 ml nopropranamina
(1), diferente da principal e corada pelo revelador, não é mais intensa
que aquela obtida com a solução (3) (1%). de ácido clorídrico 0,1 M. Deixar em ultra-som por 20 minutos, Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 101,5% de C17H 18F3NO.HCl,

DOSEAMENTO agitando ocasionalmente. Homogeneizar e filtrar. Transferir 5 ml do em relação à substância anidra.

A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta filtrado para balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com DESCRIÇÃO
(V.2.14-3). Pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- ácido clorídrico 0,1 M. Transferir 5 ml da solução resultante para Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco.
vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 10 mg de clo- balão volumétrico de 50 ml e completar o volume com o mesmo Solubilidade. Ligeiramente solúvel em água, facilmente so-
ridrato de amitriptilina para balão volumétrico de 100 ml. Adicionar solvente, obtendo solução a 0,001% (p/V). Prosseguir conforme des- lúvel em etanol e metanol, praticamente insolúvel em éter etílico.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 17
Constantes físico-químicas Solução padrão: pesar, exatamente, cerca 27,5 mg de clo- B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
Faixa de fusão (V.2.2): 158,4 ºC a 158,9 ºC. ridrato de fluoxetina padrão e transferir para balão volumétrico de 25 Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo-
IDENTIFICAÇÃO ml. Dissolver na fase móvel e completar o volume com o mesmo nografia de Cloridrato de fluoxetina. Preparar a solução amostra co-
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da solvente. Homogeneizar. Transferir 5 ml da solução resultante para mo descrito a seguir.
amostra não dessecada e dispersa em brometo de potássio, apresenta balão volumétrico de 50 ml e completar o volume com a fase móvel. Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e
máximos de absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e Homogeneizar. pesá-las novamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 10 mg
Injetar replicatas de 10 µl da solução padrão. O fator de de fluoxetina (C
com as mesmas intensidades relativas daqueles observados no es- 17H1 8F3NO) para balão volumétrico de 100 ml, acrescentar 70 ml da fase móvel. Deixar em ultra-som por 15 minutos. Agitar mecanicamente por 15 minutos e completar o volume com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar.

cauda não é maior que 2. O desvio padrão relativo das áreas de Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
pectro de cloridrato de fluoxetina padrão, preparado de maneira idên- replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%. padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
tica. Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções picos. Calcular a quantidade de fluoxetina (C17H18F3NO) nas cápsulas
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos a partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra.
de 200 nm a 400 nm, da solução amostra obtida no método A de picos. Calcular o teor de C17H 18F3NO.HCl na amostra a partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Doseamento, exibe máximos e mínimos somente nos mesmos com- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz.
primentos de onda observados no espectro da solução padrão. Em recipientes bem-fechados. ROTULAGEM
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma ROTULAGEM Observar a legislação vigente.
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde Observar a legislação vigente. 280.2
àquele do pico principal da solução padrão. CLASSE TERAPÊUTICA CLORIDRATO DE FLUOXETINA COMPRIMIDOS
D. Responde às reações do íon cloreto (V.3.1.1). Antidepressivo. Contém cloridrato de fluoxetina equivalente a, no mínimo,
280.1 90,0% e, no máximo, 110,0% da quantidade declarada de fluoxetina
ENSAIOS DE PUREZA CLORIDRATO DE FLUOXETINA CÁPSULAS
pH (V.2.19). 4,5 a 6,5. Determinar em solução a 1% (p/V) (C17H 18F3NO).

Contém cloridrato de fluoxetina equivalente a, no mínimo, IDENTIFICAÇÃO


em água isenta de dióxido de carbono. 90,0% e, no máximo, 110,0% da quantidade declarada de fluoxetina A. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade
Poder rotatório (V.2.8). -0,05º a +0,05º. Determinar em so- (C 17H1 8F3NO).

do pó equivalente a 10 mg de fluoxetina para béquer, dissolver em 10


lução a 2% (p/V) em mistura de água e metanol (15:85). IDENTIFICAÇÃO ml de etanol e filtrar. Lavar o recipiente com 5 ml do mesmo sol-
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em A. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- vente, evaporar o filtrado em banho-maria até resíduo. O resíduo
Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Utilizar croma- vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 10 mg de fluo- obtido, dessecado a 60 °C, em estufa à vácuo, por 3 horas, responde
tógrafo provido de detector ultravioleta a 215 nm; coluna de 250 mm xetina para béquer, dissolver em 10 ml de etanol e filtrar. Lavar o ao teste A de Identificação da monografia de Cloridrato de fluo-
de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, empacotada com recipiente com 5 ml do mesmo solvente, evaporar o filtrado em xetina.
sílica quimicamente ligada a grupo octilsilano (5 µm), mantida a 30 banho-maria até resíduo. O resíduo obtido, dessecado a 60 °C, em B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
ºC; fluxo da fase móvel de 1,5 ml/minuto. estufa à vácuo, por 3 horas, responde ao teste A de Identificação da de 200 nm a 400 nm, da solução amostra obtida no método A de
monografia de Cloridrato de fluoxetina. Doseamento, exibe máximos e mínimos somente nos mesmos com-
Tampão fosfato: transferir 3,3954 g de hidrogenosulfato de B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
tetrabutilamônio e 1,3609 g de fosfato de potássio monobásico para primentos de onda observados no espectro da solução padrão.
de 200 nm a 400 nm, da solução amostra obtida no método A de C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
balão volumétrico de 1 000 ml, dissolver em 900 ml de água, ajustar Doseamento, exibe máximos e mínimos somente nos mesmos com-
o pH para 3,6 com hidróxido de amônio e completar o volume com da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde
primentos de onda observados no espectro da solução padrão. àquele do pico principal da solução padrão.
água. C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma D. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade
Fase móvel: mistura de tampão fosfato e acetonitrila da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde do pó equivalente a 20 mg de fluoxetina para balão volumétrico de 5
(78:22). àquele do pico principal da solução padrão. ml completar o volume com água. Homogeneizar e filtrar. A solução
Solução (1): transferir, exatamente, cerca de 30 mg de clo- D. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- resultante responde às reações do íon cloreto (V.3.1.1).
ridrato de fluoxetina padrão para balão volumétrico de 250 ml, dis- vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 20 mg de fluo- CARACTERÍSTICAS
solver na fase móvel e completar o volume com o mesmo solvente. xetina para balão volumétrico de 5 ml completar o volume com água. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
Transferir 5 ml da solução resultante para balão volumétrico de 50 ml Homogeneizar e filtrar. A solução resultante responde às reações do Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
íon cloreto (V.3.1.1). Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste.
e completar o volume com o mesmo solvente. Transferir 5 ml da
CARACTERÍSTICAS Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
solução resultante para balão volumétrico de 50 ml e completar o Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
volume com o mesmo solvente, de modo a obter solução a Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca-
1,2µg/ml. Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
Solução (2): transferir, exatamente, 30 mg da amostra para da comprimido para balão volumétrico de 100 ml. Adicionar 70 ml de
Procedimento para uniformidade de conteúdo. Pesar, indi- ácido clorídrico 0,1 M. Deixar em ultra-som por 5 minutos. Agitar
balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com a fase móvel. vidualmente, cada cápsula, transferir o conteúdo para balão volu-
mecanicamente por 15 minutos, completar o volume com o mesmo
Homogeneizar. métrico de capacidade adequada e pesar cada cápsula novamente.
solvente, homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, no mesmo
Injetar replicatas de 20 µl da solução (1). O fator de cauda Adicionar volume de ácido clorídrico 0,1 M correspondente à metade
solvente, até concentração de 0,0015% (p/V) em fluoxetina. Preparar
não é maior que 1,7. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas da capacidade do balão. Deixar em ultra-som por 5 minutos. Agitar
mecanicamente por 15 minutos, completar o volume com o mesmo solução padrão na mesma concentração de fluoxetina (C17H 18F3NO), utilizando cloridrato de fluoxetina padrão e o mesmo solvente. Medir

dos picos registrados não deve ser maior que 10%.


Procedimento: Injetar, separadamente, 20 µl da solução (1) e solvente, homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, em ácido as absorvâncias das soluções resultantes em 227 nm (V.2.14-3), utilizando acido clorídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de fluoxetina (C17H 18F3NO) em cada comprimido a partir das leituras obtidas.

clorídrico 0,1 M, até concentração de 0,0015% (p/V) em fluoxetina. TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
solução (2), registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,1 M, 900 ml
Preparar solução padrão na mesma concentração de fluoxetina (C17H
Calcular a porcentagem de cada impureza na solução (2) 18F3NO),
Aparelhagem: pás, 50 rpm
a partir da fórmula: 0,1(ri/rp), onde ri é a resposta de cada utilizando cloridrato de fluoxetina padrão e o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções resultantes em 227 nm (V.2.14-3), utilizando ácido clorídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de fluoxetina (C17H

TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)


18F3NO) em cada cápsula a partir das leituras obtidas.

Tempo: 45 minutos
pico de impureza na solução (2) e rp é a resposta do pico referente à Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,1 M, 900 ml Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis-
fluoxetina na solução (1). No máximo 0,15% de impureza com tempo Aparelhagem: pás, 50 rpm solução e diluir, se necessário, com ácido clorídrico 0,1 M até con-
de retenção relativo de 0,88 e no máximo 0,1% de outra impureza Tempo: 45 minutos centração adequada. Medir as absorvâncias em 227 nm (V.2.14-3),
individual. No máximo 0,5% de impurezas totais. Procedimento: envolver cada cápsula com um dispositivo utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan-
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- constituído de uma espiral de material inerte, para evitar que a cáp- tidade de fluoxetina (C 17H1
8F3NO) dissolvida no meio, comparando as leituras obtidas com a da solução de cloridrato de fluoxetina padrão na concentração de 0,0015% (p/V) em fluoxetina (C 17H 8F1 3NO),preparadanomesmosolvente.

sula flutue. Imediatamente após o teste, retirar alíquota do meio de Tolerância: não menos que 70% (T) da quantidade declarada
tamida - Método II). Determinar em 0,67 g da amostra. Utilizar de fluoxetina (C
solução padrão de chumbo 2 ppm. No máximo 0,003% (30 ppm). dissolução e diluir, se necessário, com ácido clorídrico 0,1 M até 17H18F3NO)sedissolvemem45minutos.

concentração adequada. Medir as absorvâncias em 227 nm (V.2.14-3), ENSAIOS DE PUREZA


Água (V.2.20.1). No máximo 0,5%. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan-
tidade de fluoxetina (C Substâncias relacionadas na monografia de Cloridrato de fluoxetina.
No máximo 0,1%.
17H1
8F 3NO) dissolvida no meio, comparando as leituras obtidas com a da solução de cloridrato de fluoxetina padrão na concentração de 0,0015% (p/V) em fluoxetina (C 1 7H 18F
3NO),preparadanomesmosolvente.

Tolerância: não menos que 70% (T) da quantidade declarada Preparar a solução (2) como descrito a seguir.
DOSEAMENTO de fluoxetina (C 17H18F3NO)sedissolvemem45minutos.
Solução (2): pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir,
A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta ENSAIOS DE PUREZA exatamente, quantidade do pó equivalente a 20 mg de fluoxetina para
(V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 75 mg da amostra, transferir Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em balão volumétrico de 10 ml, acrescentar 8 ml de fase móvel, deixar
para balão volumétrico de 100 ml e dissolver em ácido clorídrico 0,1 Substâncias relacionadas na monografia de Cloridrato de fluoxetina. em ultra-som por 15 minutos e completar o volume com o mesmo
M. Completar o volume com o mesmo solvente. Diluir, sucessi- Preparar a solução (2) como descrito a seguir. solvente. Homogeneizar e filtrar.
vamente, utilizando ácido clorídrico 0,1 M, até concentração de Solução (2): pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá- Procedimento: injetar replicatas de 20 µl da solução (2),
0,0015% (p/V). Preparar solução padrão na mesma concentração, las novamente. Transferir, exatamente, quantidade do pó equivalente a registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Calcular a
20 mg de fluoxetina para balão volumétrico de 10 ml, acrescentar 8 porcentagem de cada impureza no cromatograma da solução (2),
utilizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções
ml de fase móvel, deixar em ultra-som por 15 minutos e completar o utilizando a fórmula: 100 (ri/rt) em que ri é a resposta de cada pico,
resultantes em 227 nm, utilizando ácido clorídrico 0,1 M para ajuste excluindo o pico relativo à fluoxetina, e rt é a soma das respostas de
do zero. Calcular o teor de C17H volume com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar.
18F3NO.HCl na amostra a partir das leituras obtidas.
Procedimento: injetar replicatas de 20 µl da solução (2), todos os picos, incluindo o pico relativo à fluoxetina. Não considerar
B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Calcular a os picos relativos aos solventes. No máximo, 0,25% de impureza
Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 227 nm; porcentagem de cada impureza no cromatograma da solução (2), individual e, no máximo, 0,40% de impureza total.
coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, utilizando a fórmula: 100 (ri/rt) em que ri é a resposta de cada pico, DOSEAMENTO
empacotada com sílica quimicamente ligada a octilsilano (5 µm), excluindo o pico relativo à fluoxetina, e rt é a soma das respostas de A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
mantida à temperatura ambiente;. fluxo da fase móvel de 1 ml/mi- todos os picos, incluindo o pico relativo à fluoxetina. Não considerar (V.2.14-3). Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade
nuto. os picos relativos aos solventes. No máximo 0,25% de impureza do pó equivalente a 15 mg de fluoxetina (C17H18F3NO) para balão
Tampão trietilamina: transferir 10 ml de trietilamina para individual, e no máximo, 0,40% de impureza total. volumétrico de 100 ml. Adicionar 70 ml de acido clorídrico 0,1 M.
balão volumétrico de 1 000 ml, adicionar cerca de 980 ml de água, DOSEAMENTO Deixar em ultra-som por 5 minutos. Agitar mecanicamente por 15
ajustar o pH para 6,0 com ácido fosfórico e completar o volume com A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta minutos, completar o volume com o mesmo solvente, homogeneizar e
água. (V.2.14-3). Pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- filtrar. Diluir, sucessivamente, no mesmo solvente, até concentração
vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 15 mg de fluo- de 0,0015% (p/V) em fluoxetina. Preparar solução padrão na mesma
Fase móvel: mistura de tampão trietilamina, tetraidrofurano e concentração de fluoxetina (C17H
xetina (C17H18F3NO) para balão volumétrico de 100 ml. Adicionar 70 18F3NO), utilizando cloridrato de fluoxetina padrão e o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções resultantes em 227 nm, utilizando ácido clorídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de fluoxetina (C
metanol (6:3:1). ml de ácido clorídrico 0,1 M. Deixar em ultra-som por 5 minutos. B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
17H1 8F3NO) nos comprimidos a partir das leituras obtidas.

Solução amostra: pesar, exatamente, cerca 27,5 mg da amos- Agitar mecanicamente por 15 minutos, completar o volume com o Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo-
tra e transferir para balão volumétrico de 25 ml. Dissolver com fase mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. Diluir, sucessivamente, no nografia de Cloridrato de fluoxetina. Preparar a solução amostra co-
móvel e completar o volume com o mesmo solvente. Homogeneizar. mesmo solvente, até concentração de 0,0015% (p/V) em fluoxetina. mo descrito a seguir.
Transferir 5 ml da solução resultante para balão volumétrico de 50 ml Preparar solução padrão na mesma concentração de fluoxetina (C17H 18F3NO),
Solução amostra: pesar e pulverizar os comprimidos. Trans-
e completar o volume com a fase móvel. Homogeneizar. utilizando cloridrato de fluoxetina padrão e o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções resultantes em 227 nm, utilizando ácido clorídrico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de fluoxetina (C17H 18F3NO) nas cápsulas a partir das leituras obtidas.
ferir quantidade do pó equivalente a 10 mg de fluoxetina (C 17H1 8F 3NO ) para balão volumétrico de 100 ml, acrescentar 70 ml da fase móvel. Deixar em ultra-som por 15 minutos. Agitar mecanicamente por 15 minutos e completar o volume com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar.
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Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve ser CARACTERÍSTICAS
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos maior que 2,0%. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
picos. Calcular a quantidade de fluoxetina (C17H18F3NO) nos com- Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções (1) Teste de desintegração (V.1.4.1). No máximo 5 minutos.
primidos a partir das respostas obtidas para as soluções padrão e e (2), registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Nenhum ENSAIOS DE PUREZA
amostra. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO pico secundário obtido com a solução (1) deve apresentar área su-
Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz. perior à área do pico principal obtido no cromatograma da solução (2) Doseamento. Preparar as soluções teste como descrito a seguir.
ROTULAGEM (0,2%). A soma de todas as impurezas presentes não deve ser su- Solução (1): pesar e pulverizar as drágeas. Transferir quan-
Observar a legislação vigente. perior a 0,5%. tidade do pó equivalente a 50 mg de diclofenaco potássico para balão
281 Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto volumétrico de 50 ml e adicionar 30 ml de metanol. Deixar em ultra-
DICLOFENACO POTÁSSICO - Método II). Pesar 2 g da amostra. Incinerar entre 500 °C e 600 °C. som por 15 minutos e completar o volume com o mesmo solvente, de
Diclofenacum kalicum Se o resíduo não se apresentar completamente branco após a in- modo a obter solução a 1 mg/ml. Homogeneizar e filtrar.
cineração, adicionar quantidade suficiente de peróxido de hidrogênio Solução (2): transferir 2 ml da solução (1) para balão vo-
para solubilizar o resíduo e aquecer até completa evaporação. Repetir lumétrico de 100 ml e completar o volume com metanol. Transferir 1
o procedimento até obter resíduo completamente branco e prosseguir ml desta solução para balão volumétrico de 10 ml e completar o
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volume com o mesmo solvente.


conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo Solução (3): preparar solução, em metanol, contendo apro-
0,001% (10 ppm). ximadamente 5 µg de diclofenaco potássico padrão e 5 µg de 1-(2,6-
C14H10Cl2KNO2 334,16 02283.03-4 Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2-ona por mililitro.
em estufa, entre 100 °C e 105 °C, por 3 horas. No máximo 0,5%. Injetar replicatas de 20 µl da solução de resolução. Os tem-
2-[(2,6-Diclorofenil)amino]benzenoacetato de potássio DOSEAMENTO pos de retenção relativos são cerca de 12 para o 1-(2,6-diclorofenil)-
Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 101,0% de A. Por Titulação em meio não-aquoso (V.3.4.5). Dissolver 1,3-diidro-2H-indol-2-ona e 25 para o diclofenaco potássico. A re-
C14H10Cl2KNO2, em relação à substância dessecada. 0,35 g da amostra em 30 ml de ácido acético glacial. Titular com solução entre os picos de 1-(2,6-diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2-
DESCRIÇÃO ácido perclórico 0,1 M SV, determinando o ponto final potencio- ona e de diclofenaco potássico não deve ser menor que 6,5. O desvio
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou levemente ama- metricamente. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M SV equivale a padrão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve
relado, levemente higroscópico. 33,416 mg de C14H10Cl2KNO2. ser maior que 2,0%.
Solubilidade. Ligeiramente solúvel em água, facilmente so- B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções (1)
lúvel em metanol, solúvel em etanol, muito pouco solúvel em ace- Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 254 nm; e (2), registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Nenhum
tona. coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, pico secundário obtido com a solução (1) deve apresentar área su-
Constantes . físico-químicas empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano perior à área do pico principal obtido no cromatograma da solução (2)
Faixa de fusão (V.2.2): 295 °C a 300 °C, com decompo- (5 µm); fluxo da fase móvel de 1,0 ml/minuto. (0,2%). A soma de todas as impurezas presentes não deve ser su-
sição. Tampão fosfato pH 2,5: misturar iguais volumes de ácido perior a 0,5%.
IDENTIFICAÇÃO fosfórico a 0,05% (p/V) e fosfato sódico monobásico a 0,08% (p/V). DOSEAMENTO
O teste de identificação A pode ser omitido se forem rea- Se necessário, ajustar o pH com ácido fosfórico SR. A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
lizados os testes B, C, D e E. Os testes de identificação C e D podem Fase móvel: mistura de tampão fosfato pH 2,5 e metanol (V.2.14-3). Pesar e pulverizar 20 drágeas. Transferir quantidade do pó
ser omitidos se forem realizados os testes A, B e E. (34:66). equivalente a 50 mg de diclofenaco potássico para balão volumétrico
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Solução amostra: dissolver quantidade exatamente pesada da de 100 ml, adicionar 70 ml de hidróxido de potássio 0,1 M. Deixar
amostra dessecada a 105 °C, até peso constante, e dispersa em bro- amostra em metanol de modo a obter solução a 1 mg/ml. Transferir 2 em ultra-som por 15 minutos, completar o volume com o mesmo
meto de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mes- ml desta solução para balão volumétrico de 50 ml e completar o solvente. Homogeneizar e filtrar. Diluir o filtrado, sucessivamente, em
mos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas volume com metanol. Homogeneizar. hidróxido de potássio 0,1 M, até concentração de 0,001% (p/V).
daqueles observados no espectro de diclofenaco potássico padrão, Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de Preparar solução padrão nas mesmas condições. Medir as absorvân-
diclofenaco potássico padrão em metanol, de modo a obter solução a cias das soluções em 275 nm, utilizando hidróxido de potássio 0,1 M
preparado de maneira idêntica. para o ajuste do zero. Calcular a quantidade de C14H10Cl2KNO2 nas
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa 1 mg/ml. Transferir 2 ml dessa solução para balão volumétrico de 50 drágeas, a partir das leituras obtidas.
de 200 nm a 350 nm, de solução a 0,001% (p/V) em hidróxido de ml e completar o volume com metanol, de modo a obter solução a 40 B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
potássio a 0,1 M, exibe máximos em 218 nm e 275 nm, idênticos aos µg/ml. Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo-
observados no espectro de solução similar de diclofenaco potássico Solução de resolução: preparar solução, em metanol, con- nografia de Diclofenaco potássico. Preparar a solução amostra como
padrão. tendo, aproximadamente, 5 µg de diclofenaco potássico padrão e 5 µg descrito a seguir.
C. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada de 1-(2,6-diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2-ona por mililitro. Solução amostra: pesar e pulverizar 20 drágeas. Transferir
delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel GF254, como suporte, e mis- Injetar replicatas de 20 µl da solução de resolução. Os tem- quantidade do pó equivalente a 50 mg de diclofenaco potássico para
tura de hidróxido de amônio, metanol e acetato de etila (10:10:80), pos de retenção relativos são cerca de 12 para o 1-(2,6-diclorofenil)- balão volumétrico de 50 ml. Adicionar cerca de 30 ml de metanol.
como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 5µl de cada uma 1,3-diidro-2H-indol-2-ona e 25 para o diclofenaco potássico. A re- Deixar em ultra-som por 15 minutos e completar o volume com
das soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. solução entre os picos de 1-(2,6-diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2- metanol. Homogeneizar e filtrar. Transferir 2 ml desta solução para
Solução (1): transferir 50 mg da amostra para balão vo- ona e de diclofenaco potássico não deve ser menor que 6,5. O desvio balão volumétrico de 50 ml e completar o volume com metanol.
lumétrico de 10 ml, diluir em metanol e completar o volume com o padrão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve Homogeneizar.
mesmo solvente. ser maior que 2,0%. Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
Solução (2): transferir 50 mg de diclofenaco de potássio Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
padrão para balão volumétrico de 10 ml, diluir em metanol e com- padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. Calcular a quantidade de C14H10Cl2KNO2 nas drágeas a partir
pletar o volume com o mesmo solvente. picos. Calcular o teor de C14H10Cl2KNO2 na amostra a partir das das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
Solução (3): transferir 50 mg de indometacina padrão para respostas obtidas com as soluções padrão e amostra. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
balão volumétrico de 10 ml, diluir com a solução (2) e completar o EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz.
volume com o mesmo solvente. Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. ROTULAGEM
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar ROTULAGEM Observar a legislação vigente.
ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). A mancha principal Observar a legislação vigente. 282
obtida com a solução (1) corresponde em posição, cor e intensidade CLASSE TERAPÊUTICA. DIMETILSULFÓXIDO
àquela obtida com a solução (2). O teste somente será válido se o Antiinflamatório. Dimethylis sulfoxidum
cromatograma obtido com a solução (3) apresentar duas manchas 281.1
nitidamente separadas. DICLOFENACO POTÁSSICO COMPRIMIDOS
D. Dissolver cerca de 10 mg da amostra em etanol. A 1 ml Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan-
desta solução adicionar 0,2 ml de mistura de ferricianeto de potássio tidade declarada de C14H10Cl2KNO2. Os comprimidos devem ser re- <!ID973403-5>

a 0,6% (p/V) e de cloreto férrico a 0,9% (p/V) (1:1), recentemente vestidos.


preparada. Deixar em repouso, protegido da luz, por 5 minutos. Adi-
IDENTIFICAÇÃO
cionar 3 ml de ácido clorídrico 0,1 M. Deixar em repouso, protegido C2H6OS 78,13 02376.01-6
da luz, por 15 minutos. Desenvolve-se coloração azul e produz-se A. Pesar e pulverizar as drágeas. Utilizar quantidade do pó
precipitado. equivalente a 0,15 g de diclofenaco potássico, adicionar 0,5 ml de
E. Dissolver 0,5 g da amostra em água. Adicionar 2 ml de ácido acético e 15 ml de metanol. Deixar em ultra-som por 15 Sulfinilbismetano
ácido clorídrico diluído, agitar por uma hora e filtrar à vácuo. Neu- minutos e agitar durante 1 minuto. Filtrar e recolher o filtrado em 15 Contém, no mínimo 99,9% de C2H6OS.
tralizar com solução de hidróxido de sódio 5 M. Responde à reação ml de água. Filtrar o sólido formado sob pressão reduzida, lavar com DESCRIÇÃO
(2) do íon potássio (V.3.1.1). quatro porções de 5 ml de água e secar a 105 °C por 2 a 3 horas.
Solubilizar 50 mg de diclofenaco potássico padrão em 5 ml de me- Caracteres físicos. Líquido claro, incolor, higroscópico. Ino-
ENSAIOS DE PUREZA doro ou praticamente inodoro.
Aspecto da solução. A solução a 5% (p/V) em metanol é tanol, adicionar 0,5 ml de ácido acético, 15 ml de água e agitar.
Filtrar o sólido formado sob pressão reduzida, lavar com quatro Solubilidade. Miscível com água, praticamente insolúvel em
límpida e incolor. acetona, benzeno, clorofórmio, etanol e éter etílico.
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito no mé- porções de 5 ml de água e secar a 105 °C por 2 a 3 horas. O espectro
todo B de Doseamento. Preparar as soluções teste como descrito a de absorção no infravermelho (V.2.14-4) do resíduo obtido, disperso Constantes físico-químicas
seguir. em brometo de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos Densidade relativa (V.2.5): 1,095 a 1,101.
Solução (1): transferir 50 mg da amostra para balão vo- mesmos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades re- Temperatura de congelamento (V.2.4): no mínimo 18,3 ºC.
lumétrico de 50 ml, diluir em metanol e completar o volume com o lativas daqueles observados no espectro de diclofenaco potássico pa- Índice de refração (V.2.6): 1,4755 a 1,4775.
mesmo solvente. drão, preparado de maneira idêntica. IDENTIFICAÇÃO
Solução (2): transferir 2 ml da solução (1) para balão vo- B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
lumétrico de 100 ml e completar o volume com metanol. Transferir 1 de 200 nm a 350 nm, da solução amostra obtida no método A de amostra, dispersa entre placas de cloreto de sódio, apresenta máximos
ml desta solução para balão volumétrico de 10 ml e completar o Doseamento, exibe máximos em 218 nm e 275 nm, idênticos aos de absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as
volume com o mesmo solvente. observados no espectro da solução padrão. mesmas intensidades relativas daqueles observados no espectro de
Solução (3): preparar solução, em metanol, contendo, apro- C. Proceder conforme descrito no teste C de Identificação da
dimetilsulfóxido padrão.
ximadamente, 5 µg de diclofenaco potássico padrão e 5 µg de 1-(2,6- monografia de Diclofenaco potássico. Preparar a solução (1) como
diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2-ona por mililitro. descrito a seguir. B. Gotejar, lentamente, 2,5 ml de ácido iodídrico em 1,5 ml
Injetar replicatas de 20 µl da solução (3). Os tempos de Solução (1): pesar e pulverizar as drágeas. Transferir quan- da amostra em tubo de ensaio resfriado em banho de gelo. Filtrar a
retenção relativos são cerca de 12 para o 1-(2,6-diclorofenil)-1,3- tidade do pó equivalente a 50 mg de diclofenaco potássico para balão mistura rapidamente e coletar o precipitado. Secar o precipitado ob-
diidro-2H-indol-2-ona e 25 para o diclofenaco potássico. A resolução volumétrico de 10 ml, adicionar 7 ml de metanol. Deixar em ultra- tido sob pressão reduzida. Obtém-se um sólido cristalino de cor
entre os picos de 1-(2,6-diclorofenil)-1,3-diidro-2H-indol-2-ona e de som por 15 minutos e completar o volume com o mesmo solvente. violeta intensa, que solubiliza-se em clorofórmio produzindo solução
diclofenaco potássico não deve ser menor que 6,5. O desvio padrão Homogeneizar e filtrar. vermelha.
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C. Dissolver 50 mg de cloreto de níquel (II) em 5 ml da epicarpo. O endocarpo é composto por uma camada de células lig- LEGENDA
amostra. A solução torna-se amarelo-esverdeada. Aquecer em banho- nificadas. Entre o pericarpo e a semente, na face comissural, há uma Figura 1: Anethum graveolens L. - A. diaquênio em vista
maria a 50 ºC. A coloração passa a verde-azulado. Esfriar. Ocorre câmara ao lado da rafe. Usualmente associada ao endocarpo, ocorre a lateral; car. carpóforo; est. estilopódio; B. mericarpo em vista frontal;
mudança de coloração para amarelo-esverdeado. testa, formada por uma única camada de células, em regra colapsadas, C. vista da face comissural do mericarpo; D. aspecto geral de um
ENSAIOS DE PUREZA de cor castanha e paredes finas. O endosperma é abundante, composto mericarpo em secção transversal; cns. canal secretor; em. embrião;
Absorção de luz. Manter a amostra em banho de água com por células de paredes espessas, as mais externas mais alongadas e en. endosperma; fb. fibras; E. detalhe da secção transversal do me-
temperatura inferior a 20 ºC, sem que ocorra congelamento da amos- completamente preenchidas por grãos de amido. Gotas de óleo es- ricarpo, como assinalado em D; cns. canal secretor; cr. cristais; cu.
tra. Borbulhar com nitrogênio por meio de inserção de tubo de vidro, féricas e inúmeros cristais de oxalato de cálcio de diferentes formas, cutícula; ec. esclereíde; en. endosperma; epi. epicarpo; eps. epitélio
também estão presentes. As camadas mais internas deste tecido pos- secretor; ga. grão de amido; gl. gota lipídica; me. mesocarpo; F.
durante 30 minutos. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14- suem forma mais poliédrica e geralmente menor quantidade de grãos detalhe da secção transversal do mericarpo na região de uma aresta
3), na faixa de 270 nm e 350 nm, da amostra, utilizando água para o de amido. As células com grãos de amido, quando submetidas ao dorsal, como assinalado em D; cu. cutícula; en. endosperma; epi.
ajuste do zero, apresenta-se como um espectro plano, ou seja, sem lugol, ficam avermelhadas e as gotas de óleo, isoladas no material, epicarpo; fb. fibras; fv. feixe vascular; me. mesocarpo; G. detalhe de
qualquer máximo de absorção. A absorvância da amostra, medida em coram-se de amarelo a alaranjado. As gotas de óleo podem ocupar células do endosperma; cr. cristal; ga. grão de amido; gl. gota lipídica;
275 nm, é, no máximo, 0,20. A razão entre os valores de absorvância grande parte do volume celular. H. cristais de diferentes formas; I. detalhes do pó; c. cordão de fibras
medidos em 285 nm e 275 nm não deve ser maior que 0,65 e em 295 DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ em vista longitudinal; cme. detalhe de células do mesocarpo com
nm e 275 nm não deve ser maior que 0,45. O pó atende a todas as exigências estabelecidas para a es- paredes espessas; el. detalhe de elementos traqueais em vista lon-
Acidez. Dissolver 50 g da amostra em 100 ml de água isenta pécie, menos os caracteres macroscópicos. São características: cor gitudinal. As escalas correspondem: em A, B, C, D. a 1 mm; em E,
de dióxido de carbono. Adicionar 2 gotas de fenolftaleína SI. Titular castanha; porções da epiderme do epicarpo, cujas células têm cutícula F, I a 100 µm; em G e H a 50 µm.
com hidróxido de sódio 0,01 M SV até coloração rósea. Não mais coberta por filamentos de cera dispostos ao acaso; porções do me- 284
que 5 ml de hidróxido de sódio 0,01 M SV são necessários para socarpo com células poligonais a retangulares de paredes com pon- ETINILESTRADIOL
produzir a coloração rósea. toações evidentes; porções do endocarpo com células de paredes Ethinylestradiolum
Limite de resíduo não volátil. Evaporar 50 g da amostra num sinuosas; cristais diminutos de diferentes formas, principalmente dru-
rotavapor sob pressão reduzida de 4,02 kPa (aproximadamente 30 sas, ocorrem abundantemente e agregados; cristais isolados em forma
de prismas, principalmente romboédricos, em geral maiores do que os
mm de Hg) à temperatura de 95 ºC. Lavar o resíduo com várias cristais agregados; agrupamentos de fibras associados aos feixes vas-
porções de 25 ml de metanol. Transferir para uma cápsula de por- culares; elementos traqueais de espessamento helicoidal e/ou anelado,
celana previamente tarada. Evaporar até secura em capela com sis- ou ocasionalmente, reticulado ou pontoado; porções do endosperma <!ID973403-7>

tema de exaustão. No máximo 0,01%. constituído por tecido parenquimático de paredes espessas, com cé-
Substâncias escurecidas pelo hidróxido de potássio. Misturar lulas repletas de grãos de amido; esclereídes como descritos; canais
1 ml de água e 2 g de hidróxido de potássio a 50 ml da amostra. secretores, ou porções destes, com células do epitélio secretor. C20H24O2 296,41 02865.01-7
Transferir para um erlenmeyer de 100 ml. Tampar e aquecer sob IDENTIFICAÇÃO
vapor durante 20 minutos. Resfriar até temperatura ambiente. A ab- Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada (17α)-19-Norpregna-1,3,5(10)-trieno-20-ino-3,17-diol
sorvância da solução obtida, medida em 350 nm, utilizando água para delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel GF254, com espessura de 0,25
mm, como suporte, e mistura de tolueno e acetato de etila (93:7), Contém, no mínimo, 97,0% e, no máximo, 102,0% de
o ajuste do zero, não deve ser maior que 0,046.
Água (V.2.20.1). Pesar e transferir a amostra para um re- como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, em forma de C20H24O2, em relação à substância dessecada.
cipiente de baixa umidade para minimizar a absorção de água da banda, 10 µl das soluções (1), (2), (3) e (4), recentemente preparadas, DESCRIÇÃO
atmosfera. No máximo 0,1%. descritas a seguir. Caracteres físicos. Pó cristalino, branco ou levemente ama-
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Solução (1): agitar, por 10 minutos, 0,5 g da droga pul- relado, inodoro.
Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. verizada com 10 ml de diclorometano. Filtrar. Concentrar o filtrado Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, solúvel em
em banho-maria, até resíduo, em temperatura não superior a 60 °C. acetona, clorofórmio, dioxana, etanol e éter etílico. Solúvel em so-
ROTULAGEM Ressuspender o resíduo em 10 ml de tolueno.
Observar a legislação vigente. luções alcalinas diluídas.
Solução (2): diluir 2 µl do óleo essencial, obtido em Do- Constantes físico-químicas
CATEGORIA seamento de óleos essenciais, em 1 ml de tolueno.
Adjuvante farmacotécnico. Solução (3): diluir 2 µl de carvona em 1 ml de tolueno. Faixa de fusão (V.2.2): 180 °C a 186 °C. Apresenta forma
283 Solução (4): diluir 2 µl de dilapiol em 1 ml de tolueno. polimorfa com ponto de fusão entre 142 °C e 146 °C.
ENDRO Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Poder rotatório específico (V.2.8): -28° a -29,5°, em relação
Anethi fructus ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). As manchas principais à substância dessecada. Determinar em solução a 0,4% (p/V) em
Anethum graveolens L. - APIACEAE obtidas com a solução (1) correspondem em posição e intensidade piridina.
A droga vegetal é constituída pelos frutos, que são dia- àquelas obtidas com as soluções (3) e (4), atribuídas à carvona e ao IDENTIFICAÇÃO
quênios (esquizocarpos), contendo, no mínimo, 2% de óleo essencial. dilapiol (Rfs de aproximadamente 0,60 e 0,80). Nebulizar a placa A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
O óleo essencial é constituído de, no mínimo, 30% de carvona e, no com vanilina sulfúrica SR e deixar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC, amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de
mínimo, 30% de dilapiol. durante 5 minutos. A mancha correspondente à carvona apresenta absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes-
SINONÍMIA VULGAR coloração rosa, e a correspondente ao dilapiol apresenta coloração
marrom. mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de eti-
Aneto, dil. ENSAIOS DE PUREZA nilestradiol padrão, preparado de maneira idêntica.
CARACTERES ORGANOLÉPTICOS Material estranho (V.4.2.2). No máximo 2%. B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
Possui odor aromático e sabor característico. Água (V.4.2.3). No máximo 11%. de 200 nm a 400 nm, de solução a 0,005% (p/V) em etanol, exibe
DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 7%. máximo em 281 nm, idêntico ao observado no espectro da solução
O fruto é um diaquênio ovalado, dividido em dois meri- DOSEAMENTO padrão. Os valores de A(1%, 1 cm) em 281 nm, calculado em relação
carpos comprimidos dorsalmente, de 0,30 cm a 0,60 cm de com- Óleos essenciais à substância dessecada, não diferem mais do que 3%.
primento e 0,12 cm a 0,30 cm de largura, castanho a castanho-claro, Proceder conforme descrito em Determinação de óleos es- C. A mancha principal do cromatograma da solução (2),
com dois estilopódios e ápice dos estiletes retrorsos. Na dessecação, senciais (V.4.2.6). Utilizar balão de 250 ml contendo 100 ml de água obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e
os mericarpos estão usualmente separados e, em regra, não estão como líquido de destilação e 0,5 ml de xilol. Reduzir os botões florais
acompanhados pelos carpóforos; restos do estilopódio e do cálice dessecados a pó grosseiro. Proceder imediatamente à determinação do intensidade àquela obtida com a solução (3).
podem ocorrer. Cada mericarpo apresenta duas arestas marginais pro- óleo essencial, a partir de 2,5 g da droga em pó. Destilar por 4 D. Em tubo de ensaio, dissolver 1 mg da amostra em 1 ml de
longadas em uma ala circundante, larga, membranácea, mais clara, horas. ácido sulfúrico. Desenvolve-se coloração vermelho-alaranjada, que,
amarelada e três arestas dorsais, longitudinais, filiformes, castanho- Carvona e dilapiol sob a luz ultravioleta a 365 nm, apresenta fluorescência esverdeada.
claras a amareladas, pouco elevadas, mas evidentes, todas primárias. Proceder conforme descrito em Cromatografia a gás Adicionar 10 ml de água. Desenvolve-se coloração violeta e produz-
A face comissural é achatada e um pouco côncava pela dessecação, (V.2.17.5). Utilizar cromatógrafo provido de detector de ionização de se precipitado de cor similar.
chamas, utilizando mistura de nitrogênio, ar sintético e hidrogênio ENSAIOS DE PUREZA
mostrando nitidamente a linha do carpóforo. A cutícula de cada (1:1:10) como gases auxiliares à chama do detector; coluna capilar de
mericarpo é recoberta por uma cera epicuticular formada por curtos Aspecto da solução. A solução a 2% (p/V) em etanol é
30 m de comprimento e 0,25 mm de diâmetro interno, preenchida límpida.
filamentos distribuídos ao acaso. Estes filamentos são bem mais den- com polidifenildimetilsiloxano, com espessura do filme de 0,25 µm;
sos na face comissural, o que a torna esbranquiçada. O mericarpo, em temperatura da coluna de 60 °C a 300 °C, a 3 °C por minuto (total: Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
secção transversal, é plano-convexo, deixando visíveis seis canais 80 minutos); temperatura do injetor a 220 °C; temperatura do detector Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel G,
secretores elípticos, quatro deles grandes e estreitos, distribuídos na a 250 °C; hélio a 80 kPa de pressão, como gás de arraste; fluxo do como suporte, e mistura de etanol e tolueno (10:90), como fase
porção dorsal e dois, raramente mais, grandes, na face comissural ou gás de arraste de 1 ml/minuto. móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 5 µl de cada uma das so-
ventral. Em cada aresta dorsal ocorrem feixes vasculares. Aqueles Solução amostra: diluir o óleo essencial obtido em Óleos luções recentemente preparadas, descritas a seguir.
correspondentes às alas são levemente maiores do que os demais. O essenciais na razão de 2:100 em éter etílico. Solução (1): dissolver 0,2 g da amostra em mistura de me-
endosperma é oleoso e côncavo na face comissural. Procedimento: injetar 1 µl desta solução no cromatógrafo a tanol e clorofórmio (10:90). Completar para 10 ml com o mesmo
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA gás, utilizando divisão de fluxo de 1:50. A carvona e o dilapiol diluente, de modo a obter solução a 20 mg/ml.
Em secção transversal, o mericarpo, achatado dorsalmente, apresentam tempos de retenção linear (Índice de Kóvats) de 1.236 e Solução (2): solução a 1 mg/ml da amostra em mistura de
mostra três arestas primárias dorsais, estreitas, e duas arestas pri- 1.615, respectivamente. As concentrações relativas são obtidas por
integração manual ou eletrônica. Calcular o Índice de Kóvats (IK), metanol e clorofórmio (10:90).
márias laterais, alongadas. O epicarpo é constituído por cutícula es- Solução (3): dissolver 25 mg de etinilestradiol padrão em
triada, formada por filamentos de cera dispostos ao acaso e por uma segundo a expressão:
mistura de metanol e clorofórmio (10:90). Completar para 25 ml com
camada incolor de células epidérmicas achatadas e de paredes finas, o mesmo diluente.
exceto a periclinal externa, que é mais espessa. O mesocarpo é for- Solução (4): dissolver 10 mg de estrona padrão em mistura
mado externamente por algumas camadas de células parenquimáticas de metanol e clorofórmio (10:90) e completar para 10 ml com o
achatadas, de paredes mais finas, quando comparadas com as das
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em que mesmo diluente. Diluir 2 ml desta solução para 10 ml completando o


camadas mais internas, que mostram. evidentes pontoações. Na região volume com o diluente utilizado anteriormente.
do mesocarpo, correspondente às arestas primárias, tanto marginais n = número de átomos de carbono do alcano de menor peso
quanto dorsais, localizam-se cordões de fibras, com alguns elementos molecular, Solução (5): diluir 1 ml da solução (2) para 5 ml com
vasculares, nem sempre visíveis. Os cordões de fibras correspon- trx = tempo de retenção do composto “x” (intermediário a trz mistura de metanol e clorofórmio (10:90).
dentes às arestas dorsais são menos desenvolvidos do que aqueles e trz+1), Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
correspondentes às arestas marginais aladas. Na região entre as ares- trz = tempo de retenção do alcano com “n” carbonos, ao ar e aquecer a 110 °C por 10 minutos. Nebulizar a placa quente
com ácido sulfúrico metanólico. Aquecer a placa novamente a 110 °C
tas e na região comissural, ocorrem os canais secretores, esquizó- trz+1 = tempo de retenção do alcano com “n +1” carbonos.
genos, de forma elíptica e estreito-alongada no sentido tangencial. O por 10 minutos e examinar sob luz ultravioleta (365 nm). No cro-
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO matograma obtido com a solução (1): qualquer mancha correspon-
epitélio secretor é formado por células achatadas tangencialmente e Em recipientes, bem-fechados, ao abrigo da luz e calor.
de paredes espessas. Na porção do canal secretor voltado para o dente à estrona não é mais intensa que aquela obtida no croma-
epicarpo e logo abaixo deste, ocorrem esclereídes de paredes es- __________________________________________________ tograma com a solução (4) (1%); qualquer outra mancha além das
pessas, quadrados ou retangulares, com numerosas e conspícuas pon- XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES correspondentes ao etinilestradiol ou estrona não é mais intensa que a
toações. A porção mais interna do mesocarpo é composta por duas a Vanilina sulfúrica SR mancha obtida no cromatograma com a solução (5) (1%).
três camadas de células amarelo-acastanhadas, muito achatadas tan- Preparação - Dissolver 1 g de vanilina em 100 ml de me- Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 0,5 g de amos-
gencialmente, de paredes espessas, quando comparadas com as do tanol. Adicionar 4 ml de ácido clorídrico e 5 ml de ácido sulfúrico. tra, em estufa, a 105 °C, por 3 horas. No máximo 1%.
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DOSEAMENTO Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)


A. Por Titulação. Pesar, exatamente, cerca de 0,2 g da amos- Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel Meio de dissolução: tampão tris 0,05 M pH 9,0, 900 ml
tra. Dissolver em 40 ml de tetraidrofurano e adicionar 5 ml de nitrato GF254, como suporte, e mistura de dioxana e hexano (30:75), como Aparelhagem: pás, 100 rpm
de prata a 10% (p/V) em água. Titular com hidróxido de sódio 0,1 M fase móvel. Antes do uso, lavar a placa com fase móvel e deixar secar Tempo: 120 minutos
SV determinando o ponto final potenciometricamente. Realizar ensaio ao ar. Aplicar, separadamente, à placa, 10 µl de cada uma das so- Procedimento: imediatamente após o teste, retirar alíquota do
em branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de hidróxido de luções, recentemente preparadas, descritas a seguir. meio de dissolução e filtrar, descartando os primeiros mililitros. Pi-
sódio 0,1 M SV equivale a 29,641 mg de C20H24O2. Solução (1): solução a 40 mg/ml da amostra em mistura de
B. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta petar 10 ml do filtrado e transferir para balão volumétrico de 50 ml.
(V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 50 mg da amostra e dissolver acetona e metanol (50:50) como solvente. Completar o volume com fase móvel e homogeneizar. Preparar so-
em etanol. Completar o volume para 100 ml. Diluir, sucessivamente, Solução (2): solução a 2 mg/ml da amostra no mesmo sol- lução padrão pesando, exatamente, cerca de 75 mg de fenitoína.
com o mesmo solvente, até concentração de 0,01% (p/V). Preparar vente da solução anterior. Transferir para balão volumétrico de 25 ml, dissolver em metanol e
solução padrão na mesma concentração, utilizando o mesmo solvente. Solução (3): solução a 2 mg/ml de fenitoína padrão em completar o volume com o mesmo solvente. Pipetar 1 ml da solução
Medir as absorvâncias das soluções resultantes em 281 nm, utilizando mistura de acetona e metanol (50:50) como solvente. obtida, transferir para balão volumétrico de 50 ml e completar o
etanol para o ajuste do zero. Calcular o teor de C20H24O2 na amostra, Solução (4): solução a 80 µg/ml de benzofenona padrão em volume com o meio de dissolução. Pipetar 10 ml da solução anterior,
a partir das leituras obtidas. mistura de acetona e metanol (50:50) como solvente. e diluir para 25 ml com fase móvel. Proceder conforme descrito em
C. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Solução (5): solução a 80 µg/ml de benzil padrão em mistura Doseamento.
Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 280 nm; de acetona e metanol (50:50) como solvente. Tolerância: não menos que 70% (T) da quantidade declarada
coluna de 150 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, Solução (6): solução a 0,4 mg/ml da amostra em mistura de de C15H12N2O2 se dissolvem em 120 minutos.
empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano acetona e metanol (50:50) como solvente.
(3 µm a 10µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel DOSEAMENTO
Solução (7): pipetar 1 ml da solução (4) e misturar com 1 ml Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta
de 1 ml/minuto. da solução (5).
Fase móvel: mistura de acetonitrila e água (1:1). eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul-
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar travioleta a 254 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de
Solução amostra: transferir 25 mg da amostra, exatamente sob corrente de ar frio durante 2 minutos. Examinar sob luz ul-
pesada, para balão volumétrico de 25 ml, dissolver e completar o diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo
volume com fase móvel. Transferir 10 ml desta solução para balão travioleta (254 nm). No cromatograma obtido com a solução (1): octadecilsilano (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase
volumétrico de 50 ml, diluir e completar o volume com o mesmo qualquer mancha correspondente à benzofenona ou ao benzil não é
móvel de 1,5 ml/minuto.
solvente, obtendo solução a 0,2 mg/ml. mais intensa que as manchas obtidas nos cromatogramas das soluções
Fase móvel: mistura de água, metanol, acetonitrila, trieti-
Solução padrão: dissolver, exatamente, cerca de 10 mg de (4) e (5) (0,2%); qualquer outra mancha além das correspondentes à
fenitoína, benzofenona ou benzil não é mais intensa que a mancha lamina a 1% (V/V) e ácido acético (500:270:230:5:1).
etinilestradiol padrão em fase móvel e diluir para 50 ml, de modo a Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
obter solução a 0,2 . mg/ml. obtida no cromatograma da solução (6) (1%). O teste somente será
Procedimento: injetar, separadamente, 25 µl das soluções válido se o cromatograma obtido com a solução (7) apresentar duas ferir quantidade equivalente a 50 mg de fenitoína para balão vo-
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos manchas principais claramente separadas. lumétrico de 100 ml, adicionar cerca de 70 ml de fase móvel e deixar
picos. Calcular o teor de C20H24O2 na amostra a partir das respostas Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- em ultra-som por 10 minutos. Completar o volume com o mesmo
obtidas com as soluções padrão e amostra. tamida - Método III). Determinar em 2 g da amostra. Utilizar 2 ml da solvente e homogeneizar.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO solução padrão de chumbo (10 ppm de Pb). Prosseguir conforme Solução padrão: pesar, exatamente, cerca de 50 mg de fe-
Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo 0,0001% nitoína e transferir para balão volumétrico de 100 ml. Dissolver em,
ROTULAGEM (1 ppm). no máximo, 5 ml de metanol com auxílio de ultra-som. Completar o
Observar a legislação vigente. Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, volume com fase móvel e homogeneizar.
CLASSE TERAPÊUTICA Injetar replicatas de 25 µl da solução padrão. A eficiência da
Anticoncepcional. em estufa, a 105 ºC, até peso constante. No máximo 0,5%.
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. coluna não deve ser menor que 6 500 pratos teóricos/metro. O fator
_________________________________________________ de cauda não é superior a 1,5. O desvio padrão relativo das áreas de
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES No máximo 0,1%.
Ácido sulfúrico metanólico DOSEAMENTO replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%.
Preparação - A 30 ml de metanol anidro resfriado em banho A. Por Titulação em meio não-aquoso (V.3.4.5). Pesar, exa- Procedimento: injetar, separadamente, 25 µl das soluções
de gelo, adicionar, cuidadosamente, ácido sulfúrico em pequenas tamente, cerca de 0,2 g de amostra, transferir para erlenmeyer de 250 padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
quantidades, sob agitação. Esfriar à temperatura ambiente e completar ml com tampa e dissolver em 50 ml de dimetilformamida. Titular picos. Calcular a quantidade de C15H12N2O2 nos comprimidos a partir
para 100 ml com ácido sulfúrico. Homogeneizar. com metóxido de sódio 0,1 M SV determinando o ponto final po- das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
285 tenciometricamente. Realizar ensaio em branco e realizar as correções EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
FENITOÍNA necessárias. Cada ml de metóxido de sódio 0,1 M SV equivale a Em recipientes bem-fechados.
Phenytoinum 25,227 mg de C15H12N2O2. ROTULAGEM
B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Observar a legislação vigente.
Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 220 nm; _________________________________________________
coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, XII.4. TAMPÕES
empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano Tampão tris 0,05 M - pH 9,0
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(5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 1,5 Preparação - Transferir 6,05 g de tris(hidroximetil)amino-
ml/minuto. metano para balão volumétrico de 1 000 ml. Dissolver em água e
Fase móvel: mistura de metanol e água (55:45). completar o volume com o mesmo solvente. Ajustar o pH para 9,0 ±
C15H12N2O2 252,27 03058.01-8
Solução amostra: pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da amos- 0,05 utilizando ácido fosfórico. Em cerca de 600 ml do tampão,
tra e transferir para balão volumétrico de 100 ml. Dissolver em dissolver 10 g de lauril sulfato de sódio. Misturar a solução anterior
5,5-Difenil-2,4-imidazolidinadiona metanol. Completar o volume com o mesmo solvente e homoge- com o restante do tampão.
Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de neizar. Pipetar 10 ml da solução anterior e transferir para balão 285.2
C15H12N2O2, em relação à substância dessecada. volumétrico de 100 ml. Completar o volume com fase móvel e ho- FENITOÍNA SUSPENSÃO ORAL
DESCRIÇÃO mogeneizar. Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan-
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco. Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de tidade declarada de C15H12N2O2.
Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, solúvel em fenitoína padrão em fase móvel, com auxílio de ultra-som, de modo IDENTIFICAÇÃO
etanol quente, pouco solúvel em etanol frio, clorofórmio e éter etí- a obter solução a 0,1 mg/ml. A. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
lico. Solução de resolução: preparar solução em fase móvel con- da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do
Constantes físico-químicas tendo aproximadamente 1,5 mg/ml de benzoína padrão. Pipetar 1 ml pico principal da solução padrão.
Faixa de fusão (V.2.2): 295 ºC a 298 ºC. dessa solução e misturar em 9 ml da solução padrão. Homogenei- B. Transferir volume da suspensão oral equivalente a 112,5
IDENTIFICAÇÃO zar. mg de fenitoína para funil de separação. Adicionar 50 ml de mistura
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Injetar replicatas de 20 µl da solução de resolução. Os tem- de éter e clorofórmio (1:2). Separar a fase orgânica e evaporar até
amostra dessecada a 105 ºC, por 4 horas, e dispersa em brometo de pos de retenção relativos são cerca de 0,75 para a fenitoína e 1,0 para secura. Secar o resíduo obtido sob pressão reduzida a 105 ºC durante
potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos com- a benzoína. A resolução entre os picos de fenitoína e benzoína não é 4 horas. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4), do
primentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles menor que 1,5. O fator de cauda para o pico relativo à fenitoína não resíduo disperso em brometo de potássio, apresenta máximos de ab-
observados no espectro de fenitoína padrão, preparado de maneira é maior que 1,5. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos
sorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mesmas
idêntica. picos registrados não deve ser maior que 1,0%.
intensidades relativas daqueles observados no espectro de fenitoína
B. A mancha principal do cromatograma da solução (2), Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos padrão, preparado de maneira idêntica.
intensidade àquela obtida com a solução (3). picos. Calcular o teor de C15H12N2O2 na amostra a partir das respostas C. O resíduo obtido no método B de Identificação funde
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma obtidas para as soluções padrão e amostra. entre 292 ºC e 299 ºC.
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO CARACTERÍSTICAS
àquele do pico principal da solução padrão. Em recipientes bem-fechados. pH (V.2.19). 4,5 a 5,5.
D. Solubilizar 10 mg da amostra em 1 ml de água e 50 µl de ROTULAGEM Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste.
solução concentrada de amônia. Aquecer até início de ebulição. Adi- Observar a legislação vigente. TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
cionar 50 µl de sulfato cúprico pentaidratado a 5% (p/V) em amônia CLASSE TERAPÊUTICA Meio de dissolução: tampão borato, 900 ml
2 M. Agitar. Produz-se precipitado róseo. Anticonvulsivante. Aparelhagem: pás, 50 rpm
ENSAIOS DE PUREZA 285.1 Tempo: 30 minutos
Acidez e alcalinidade. Pesar, exatamente, cerca de 1 g da FENITOÍNA COMPRIMIDOS Procedimento: determinar a densidade da amostra. Pesar,
amostra. Adicionar 45 ml de água e aquecer à ebulição durante 2 Contém, no mínimo, 95,0% e, no máximo, 105,0% da quan- exatamente, o equivalente a 5 ml da suspensão oral e transferir para
minutos. Esfriar e filtrar. Lavar o filtro com água isenta de dióxido de tidade declarada de C15H12N2O2. a cuba de dissolução por meio de seringa. Imediatamente após o teste,
carbono. Reunir as águas de lavagem num balão volumétrico de 50 IDENTIFICAÇÃO retirar alíquota do meio de dissolução e filtrar. Proceder conforme
ml e completar o volume com água isenta de dióxido de carbono. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma da descrito em Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Uti-
Homogeneizar. Pipetar 10 ml da solução anterior para erlenmeyer. solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do pico lizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 240 nm; coluna
Adicionar 0,15 ml de vermelho de metila SI. Titular com ácido principal da solução padrão. de 150 mm de comprimento e 4,0 mm de diâmetro interno, em-
clorídrico 0,01 M SV até coloração vermelha. Não mais do que 0,5 CARACTERÍSTICAS pacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (5
ml do titulante é necessário para viragem do indicador. Pipetar 10 ml Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. ?m), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 2
da solução inicial para erlenmeyer. Adicionar 0,15 ml de azul de Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste. ml/minuto.
bromotimol SI. Titular com hidróxido de sódio 0,01 M SV até co- Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. Fase móvel: dissolver 8,3 g de fosfato monobásico de po-
loração azul. Não mais do que 0,5 ml do titulante é necessário para Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. tássio em 610 ml de água. Adicionar 390 ml de metanol e ho-
viragem do indicador. Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. mogeneizar. Ajustar o pH para 4,5 com ácido fosfórico.
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Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) do resíduo, dis- Solução (1): diluir volume da solução injetável equivalente a
fenitoína padrão em metanol para obter solução a 1,4 mg/ml. Trans- perso em brometo de potássio, apresenta máximos de absorção so- 50 mg de fenitoína sódica em metanol, de modo a obter solução a 20
ferir 5 ml dessa solução para balão volumétrico de 50 ml, completar mente nos mesmos comprimentos de onda e com as mesmas in- mg/ml de fenitoína sódica.
o volume com meio de dissolução e homogeneizar. tensidades relativas daqueles observados no espectro de fenitoína Solução (2): solução a 20 mg/ml de fenitoína sódica padrão
Injetar replicatas de 10 µl da solução padrão. O desvio pa- sódica padrão, preparado de maneira idêntica. em metanol.
drão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve B. Aquecer, até início da ebulição, cerca de 10 mg da amos- Solução (3): solução a 0,1 mg/ml de benzofenona padrão em
ser maior que 2,0%. etanol.
Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções tra com 1 ml de água e 0,05 ml de amônia. Adicionar 0,05 ml de
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos sulfato de cobre a 5% (p/V) em amônia M e agitar. Produz-se pre- Solução (4): solução a 0,1 mg/ml de benzil padrão em eta-
picos. Calcular a quantidade de C15H12N2O2 dissolvida no meio a cipitado cristalino róseo. nol.
partir das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra. C. Responde às reações do íon sódio (V.3.1.1). Desenvolver o cromatograma. Remover a placa e deixar se-
Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada ENSAIOS DE PUREZA car ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). No cromatograma
de C15H12N2O2 se dissolvem em 30 minutos. Aspecto da solução. Dissolver 1 g da amostra em 20 ml de obtido com a solução (1): qualquer mancha correspondente à ben-
ENSAIOS DE PUREZA água, livre de dióxido de carbono. Adicionar hidróxido de sódio 0,1 zofenona ou ao benzil não é mais intensa que as manchas obtidas nos
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em M até dissolução completa da amostra. No máximo 4 ml de hidróxido cromatogramas das soluções (3) e (4) (0,5%).
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel de sódio 0,1 M são necessários para obtenção de solução límpida e TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA
GF254, como suporte, e mistura de dioxana e hexano (30:75), como incolor. Teste de esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste.
fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 5 µl de cada uma das Pirogênios (V.5.1.2). Cumpre o teste.
soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel DOSEAMENTO
Solução (1): transferir volume da suspensão oral equivalente Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta
a 30 mg de fenitoína para funil de separação. Adicionar 5 ml de água, GF254, como suporte, e mistura de amônia, 2-propanol e clorofórmio
(10:45:45), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 10 µl eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul-
2 ml de ácido clorídrico 2 M e homogeneizar. Extrair com 5 porções travioleta a 254 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de
de 20 ml de éter etílico. Combinar os extratos etéreos e lavar com 3 de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a se-
porções de 10 ml de água. Evaporar até secura. Dissolver o resíduo guir. diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo
obtido em 1,5 ml de mistura de ácido acético glacial e acetona octadecilsilano (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase
Solução (1): solução a 40 mg/ml da amostra em metanol. móvel de 1,5 ml/minuto.
(1:9). Solução (2): diluir 1 ml da solução (1) para 100 ml com
Solução (2): solução a 40 µg/ml de benzofenona padrão em metanol, de modo a obter solução a 0,4 mg/ml.
Fase móvel: mistura de metanol e água (55:45).
etanol. Solução amostra: transferir volume da solução injetável equi-
Solução (3): dissolver 20 mg de benzofenona em metanol e
Solução (3): solução a 40 µg/ml de benzil padrão em eta- valente a 250 mg de fenitoína sódica para balão volumétrico de 100
nol. completar para 100 ml com o mesmo solvente. ml. Completar o volume com fase móvel e homogeneizar. Pipetar 5
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, secar a 80 ml da solução anterior e transferir para balão volumétrico de 50 ml.
ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). No cromatograma ºC durante 5 minutos. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). No Completar o volume com fase móvel e homogeneizar.
obtido com a solução (1) qualquer mancha correspondente à ben- cromatograma obtido com a solução (1): qualquer mancha corres- Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de
zofenona ou ao benzil não é mais intensa que as manchas obtidas nos pondente à benzofenona não é mais intensa que a mancha principal fenitoína sódica padrão em metanol para obter solução a 2,5 mg/ml.
cromatogramas das soluções (2) e (3) (0,2%). obtida no cromatograma da solução (3) (0,5%); qualquer outra man- Pipetar 5 ml dessa solução e diluir para 50 ml com fase móvel.
TESTE DE SEGURANÇA BIOLÓGICA cha, além das correspondentes à fenitoína e à benzofenona, não é O fator de cauda não é superior a 2,0. O desvio padrão
Contagem de microrganismos viáveis totais (V.5.1.6). Bac- mais intensa que a mancha principal obtida no cromatograma da relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve ser
térias aeróbicas totais: no máximo 1 000 UFC/ml. Fungos e le- solução (2) (1%). maior que 2,0%.
veduras: no máximo 100 UFC/ ml.
Pesquisa e identificação de patógenos (V.5.1.7). Cumpre o
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções pa-
teste. tamida - Método III). Determinar em 2 g da amostra. No máximo drão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
DOSEAMENTO 0,001% (10 ppm). picos. Calcular a quantidade de C15H11N2NaO2 na solução injetável a
Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra, partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra.
eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- em estufa, a 105 ºC, por 4 horas. No máximo 2,5%.
travioleta a 229 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de DOSEAMENTO <!ID973404-1>

diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
octadecilsilano (5 ?m), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- Em recipientes de vidro tipo I, protegidos da luz em tem-
móvel de 1,5 ml/minuto. travioleta a 220 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de peratura não superior a 25 ºC.
Fase móvel: mistura de água, metanol, acetonitrila, ácido diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo ROTULAGEM
acético a 10% (V/V) e trietilamina a 0,5% (V/V) octadecilsilano (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase Observar a legislação vigente.
(191:100:40:1:1,3). móvel de 1,5 ml/minuto. 287
Solução amostra: pipetar volume da suspensão oral equi- FLUCONAZOL
valente a 125 mg de fenitoína e transferir para balão volumétrico de Fase móvel: mistura de metanol e água (55:45).
200 ml. Lavar a pipeta com 40 ml de metanol. Adicionar 50 ml de Solução amostra: pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da amos- Fluconazolium
fase móvel e completar o volume com metanol, obtendo solução a tra e transferir para balão volumétrico de 100 ml. Dissolver em
0,625 mg/ml. Deixar em ultra-som por 25 minutos, homogeneizar e metanol, completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar.
filtrar. Transferir 10 ml desta solução para um balão volumétrico de 100 ml,
Solução padrão: pesar, exatamente, cerca de 62,5 mg de completar o volume com fase móvel e homogeneizar. <!ID973404-2>

fenitoína padrão e transferir para balão volumétrico de 100 ml. Dis- Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de
solver em 75 ml de metanol e completar o volume com fase móvel, fenitoína sódica padrão em fase móvel, com auxílio de ultra-som,
obtendo solução a 0,625 mg/ml. para obter solução a 0,1 mg/ml.
O fator de cauda não é superior a 1,5. O desvio padrão C13H12F2N6O 306,27 03178.01-3
relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve ser Solução de resolução: preparar solução em fase móvel con-
tendo aproximadamente 1,5 mg/ml de benzoína padrão. Pipetar 1 ml
maior que 2,0%.
dessa solução e misturar em 9 ml da solução padrão. Homogenei- α-(2,4-Difluorofenil)-α-(1H-1,2,4-triazol-1-ilmetil)-1H-1,2,4-
Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções triazol-1-etanol
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos zar.
Injetar replicatas de 20 µl da solução de resolução. Os tem- Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 101,0% de
picos. Calcular a quantidade de C15H12N2O2 na suspensão oral a partir
das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. pos de retenção relativos são cerca de 0,75 para a fenitoína e 1 para C13H12F2N6O, em relação à substância dessecada.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO a benzoína. A resolução entre os picos de fenitoína e benzoína não é DESCRIÇÃO
Em recipientes bem-fechados, em temperatura não superior a menor que 1,5. O fator de cauda para o pico relativo à fenitoína não Caracteres físicos. Pó branco, inodoro.
25 ºC. é maior que 1,5. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos Solubilidade. Pouco solúvel em água, facilmente solúvel em
ROTULAGEM picos registrados não deve ser maior que 1,0%. etanol e em metanol, solúvel em acetona e dioxana, ligeiramente
Observar a legislação vigente. Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções solúvel em acetato de etila, clorofórmio e éter etílico, pouco solúvel
XII.4. TAMPÕES em n-hexano. Solúvel em ácido clorídrico 0,1 M e hidróxido de sódio
Tampão borato padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
picos. Calcular o teor de C15H11N2NaO2 na amostra a partir das 0,1 M.
Preparação - Transferir 3,09 g de ácido bórico, 3,73 g de Constantes físico-químicas
cloreto de potássio e 0,83 g de hidróxido de sódio para balão vo- respostas obtidas para as soluções padrão e amostra.
lumétrico de 1 000 ml. Dissolver em água e completar o volume com EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Faixa de fusão (V.2.2): 138 ºC a 140 ºC.
o mesmo solvente. Em recipientes bem-fechados. IDENTIFICAÇÃO
286 ROTULAGEM A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na
FENITOÍNA SÓDICA Observar a legislação vigente. faixa de 200 nm a 400 nm, de solução a 0,02% (p/V) em hidróxido
Phenytoinum natricum CLASSE TERAPÊUTICA de sódio 0,1 M, exibe máximo em 261 nm.
Anticonvulsivante. B. Dissolver 50 mg da amostra em 20 gotas de acetona.
286.1 Adicionar, sob agitação, cinco a oito gotas de ácido crômico a 5%
FENITOÍNA SÓDICA SOLUÇÃO INJETÁVEL (p/V). Produz-se precipitado verde em cinco segundos.
Contém, no mínimo, 95,0% e, no máximo, 105,0% da quan- C. Adicionar a 50 mg da amostra, 3 ml de cloreto férrico a
<!ID973403-9>

tidade declarada de C15H11N2NaO2. 1% (p/V) em ácido acético glacial e agitar. Adicionar ácido sulfúrico
IDENTIFICAÇÃO cuidadosamente pelas parede do tubo. A coloração deve passar a
A. A mancha principal do cromatograma da solução (1), laranja e amarelo.
C15H11N2NaO2 274,27 030058.02-6 obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição, cor e ENSAIOS DE PUREZA
intensidade àquela obtida com a solução (2). Cloretos (V.3.2.1). Dissolver 1 g da amostra em etanol e
. B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No má-
4-Oxo-5,5-difenil-2-imidazolin-2-olato de sódio
Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do ximo 0,035% (350 ppm).
C15H11N2NaO2, em relação à substância dessecada. pico principal da solução padrão. Ferro (V.3.2.4). Dissolver 1 g da amostra em etanol e pros-
DESCRIÇÃO C. Responde às reações do íon sódio (V.3.1.1). seguir conforme descrito em Ensaio-limite para ferro. No máximo
Caracteres físicos. Pó cristalino branco, inodoro, ligeiramen- CARACTERISTICAS 0,0025% (25 ppm).
te higroscópico. Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste. Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com o íon sul-
Solubilidade. Solúvel em água e em etanol, praticamente pH (V.2.19). 10,0 a 12,3. feto - Método I). Dissolver 1 g da amostra em etanol e prosseguir
insolúvel em cloreto de metileno e éter etílico. ENSAIOS DE PUREZA conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo
IDENTIFICAÇÃO Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em 0,0025% (25 ppm).
A. Dissolver cerca de 0,3 g da amostra em 50 ml de água em Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel Sulfatos (V.3.2.2 ). Dissolver 1 g da amostra em etanol e
funil de separação. Adicionar 10 ml de ácido clorídrico 3 M e extrair GF254, como suporte, e mistura de dioxano e hexano (30:75), como prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No má-
com três porções de 100 ml, 60 ml e 30 ml, respectivamente, de fase móvel. Antes do uso lavar a placa com fase móvel e deixar secar ximo 0,1% (1 000 ppm).
mistura de éter e clorofórmio (1:2). Combinar os extratos orgânicos e ao ar. Aplicar, separadamente, à placa, 5 µl de cada uma das soluções, Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra,
evaporar até secura. Secar o resíduo obtido a 105 ºC durante 4 horas. recentemente preparadas, descritas a seguir. em estufa, a 105 ºC, até peso constante. No máximo 0,5%.
22 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Cinzas sulfatadas (V.2.10). No máximo 0,2%. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO


DOSEAMENTO Em recipientes bem-fechados e não-metálicos. Em recipientes bem-fechados e não-metálicos.
Proceder conforme descrito em Titulação em meio não-aquo- ROTULAGEM ROTULAGEM
so (V.3.4.5). Pesar, exatamente, cerca de 0,1 g da amostra e dissolver Observar a legislação vigente. Observar a legislação vigente.
em 50 ml de ácido acético glacial. Titular com ácido perclórico 0,1 M 289 CLASSE TERAPÊUTICA
SV. Determinar o ponto final utilizando cloreto de metilrosanilínio SI FOSFATO DE CÁLCIO DIBÁSICO DIIDRATADO Restabelecedor de cálcio.
(cristal violeta) como indicador, até mudança de cor de azul para Calcii hydrogenophosphas dihydricus 290
azul-esverdeado. Realizar ensaio em branco e fazer as correções ne- FOSFATO DE SÓDIO MONOBÁSICO DIIDRATADO
cessárias. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M SV equivale a 15,314 Natrii dihydrogenophosphas dihydricus
CaHPO42H2O 172,09 07368.01-1
mg de C13H12F2N6O.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO NaH2PO4.2H2O 156,01 00135.16-0
Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. Fosfato de cálcio dibásico diidratado
ROTULAGEM Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 100,5% de CaH- Fosfato de sódio monobásico diidratado
Observar a legislação vigente. PO4.2H2O. Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 100,5% de
CLASSE TERAPÊUTICA DESCRIÇÃO NaH2PO4, em relação à substância dessecada.
Antifúngico sistêmico. Caracteres físicos. Pó cristalino branco. DESCRIÇÃO
287.1 Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, praticamente Caracteres físicos. Cristais incolores ou pó branco crista-
FLUCONAZOL CÁPSULAS insolúvel em etanol. Solúvel em soluções diluídas de ácido clorídrico lino.
Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- e ácido nítrico, pouco solúvel em ácido acético diluído. Solubilidade. Facilmente solúvel em água, praticamente in-
tidade declarada de C13H12F2N6O. IDENTIFICAÇÃO solúvel em etanol.
IDENTIFICAÇÃO A. Dissolver aproximadamente 0,1 g da amostra por aque- IDENTIFICAÇÃO
A. Pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- cimento com mistura de 5 ml de ácido clorídrico 3 M e 5 ml de água. A. A solução obtida em Aspecto da solução é fortemente
vamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Utilizar quantidade Adicionar, gota a gota e com agitação, 2,5 ml de hidróxido de amônio ácida (IV-3).
do pó equivalente a 25 mg de fluconazol e transferir para balão 6 M e adicionar 5 ml de oxalato de amônio SR. Produz-se precipitado B. A solução obtida em Aspecto da solução responde às
volumétrico de 50 ml com auxílio de 30 ml de hidróxido de sódio 0,1 reações do íon fosfato (V.3.1.1).
branco. C. A solução obtida em Aspecto da solução, previamente
M. Agitar e completar o volume com o mesmo solvente. Homo- B. Em 10 ml de solução a 1% (p/V) da amostra aquecida
geneizar e filtrar. Diluir o filtrado em hidróxido de sódio 0,1 M de neutralizada com hidróxido de potássio a 10% (p/V), responde às
com pequeno excesso de ácido nítrico adicionar 10 ml de molibdato reações do íon sódio (V.3.1.1).
modo a obter concentração de 0,02% (p/V). Prosseguir conforme de amônio SR. Produz-se precipitado amarelo de fosfomolibdato de
descrito no teste A . de Identificação da monografia de Fluconazol. amônio.
ENSAIOS DE PUREZA
B. Pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- Aspecto da solução. Dissolver 10 g da amostra em água
ENSAIOS DE PUREZA isenta de dióxido de carbono e completar o volume para 100 ml com
vamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Utilizar quantidade Bário. Dissolver 2,5 g da amostra em 20 ml de ácido clo-
do pó equivalente a 50 mg de fluconazol. Prosseguir conforme des- o mesmo solvente. A solução obtida é límpida e incolor.
rídrico SR, filtrar se necessário e adicionar amônia SR até formação pH (V.2.19). 4,2 a 4,5. Determinar em 5 ml da solução obtida
crito no teste B de Identificação da monografia de Fluconazol. em Aspecto da solução diluída com igual volume de água isenta de
C. Pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- de precipitado. Adicionar ácido clorídrico SR até dissolução do pre-
cipitado e completar a 50 ml com água. A 10 ml desta solução dióxido de carbono.
vamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Utilizar quantidade Substâncias redutoras. A 5 ml da solução obtida em Aspecto
do pó equivalente a 50 mg de fluconazol. Prosseguir conforme des- adicionar 0,5 ml de ácido sulfúrico diluído. A outra alíquota de 10 ml
adicionar 0,5 ml de água. Após 15 minutos, qualquer opalescência na da solução adicionar 0,25 ml de permanganato de potássio 0,02 M e
crito no teste C de Identificação da monografia de Fluconazol. 5 ml de ácido sulfúrico a 5,5% (V/V). Aquecer em banho-maria por
CARACTERÍSTICAS alíquota adicionada de ácido não é mais intensa que a obtida com a
alíquota adicionada de água. 5 minutos. A cor da solução permanece levemente avermelhada.
Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método I).
Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. Carbonatos. Misturar 0,5 g da amostra com 5 ml de água
Determinar em 1,5 g da amostra. Proceder conforme descrito em
Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. isenta de dióxido de carbono e adicionar 1 ml de ácido clorídrico. Ensaio-limite para arsênio. No máximo 0,0002% (2 ppm).
DOSEAMENTO Não se observa efervescência. Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 1,77 g da amostra. Pro-
Proceder conforme descrito em Espectrofotometria de ab- Fosfatos monocálcico e tricálcico. Dissolver 2 g da amostra ceder conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo
sorção no ultravioleta (V.2.14-3). Pesar 20 cápsulas, remover o con- em 30 ml de ácido clorídrico M SV, adicionar 20 ml de água e 0,05 0,02% (200 ppm).
teúdo e pesá-las novamente. Homogeneizar o conteúdo das cápsulas. ml de alaranjado de metila SI. Titular o excesso de ácido clorídrico Ferro (V.3.2.4 - Método I). Determinar em 10 ml da solução
Utilizar quantidade do pó equivalente a 0,2 g de fluconazol e trans- com hidróxido de sódio M SV. O consumo de ácido clorídrico M SV obtida em Aspecto da solução. Proceder conforme descrito em En-
ferir para balão volumétrico de 200 ml com auxílio de 100 ml de está entre 11 ml e 12,5 ml. saio-limite para ferro. Empregar 10 ml de solução padrão de ferro (1
hidróxido de sódio 0,1 M. Agitar, deixar em ultra-som por 10 minutos Arsênio (V.3.2.5 - Método visual). Dissolver 2,5 g da amos- ppm de Fe). No máximo 0,001% (10 ppm).
e completar o volume com o mesmo solvente. Filtrar. Realizar di- tra em 20 ml de ácido clorídrico SR, filtrar se necessário e adicionar Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace-
luições sucessivas até concentração de 0,02% (p/V), utilizando hi- amônia SR até formação de precipitado. Adicionar ácido clorídrico tamida - Método I). Determinar em 20 ml da solução obtida em
dróxido de sódio 0,1 M como solvente. Preparar solução padrão nas SR até dissolução do precipitado e completar o volume para 50 ml Aspecto da solução. Proceder conforme descrito em Ensaio-limite
mesmas condições. Medir as absorvâncias das soluções em 261 nm, com água. Utilizar 2 ml desta solução e prosseguir conforme descrito para metais pesados. No máximo 0,001% (10 ppm).
utilizando hidróxido de sódio 0,1 M para o ajuste do zero. Calcular a em Ensaio-limite para arsênio. No máximo 0,001% (10 ppm). Sulfatos (V.3.2.2). Dissolver 4,0 g da amostra em 20 ml de
quantidade de C13H12F2N6O nas cápsulas a partir das leituras ob- Cloretos (V.3.2.1). Dissolver 3,58 g da amostra em mistura água, adicionar 4 ml de ácido clorídrico, transferir para tubo de
tidas. de 7 ml de ácido nítrico e 20 ml de água. Completar a 50 ml com Nessler e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para sul-
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO fatos. No máximo 0,03% (300 ppm).
água. Utilizar 15 ml desta solução e prosseguir conforme descrito em Perda por dessecação (V.2.9) Determinar em 1 g da amostra,
Em recipientes bem-fechados. Ensaio-limite para cloretos. No máximo 0,033% (330 ppm).
ROTULAGEM em estufa a 130 ºC, até peso constante. Entre 21,5% e 24,0%.
Ferro (V.3.2.4 - Método I). Dissolver 2,5 g da amostra em 20 DOSEAMENTO
Observar a legislação vigente. ml de ácido clorídrico SR, filtrar se necessário e adicionar amônia SR
288 Dissolver, exatamente, cerca de 2,5 g da amostra em 40 ml
até formação de precipitado. Adicionar ácido clorídrico SR até dis- água. Titular com hidróxido de sódio M SV, determinando o ponto
FOSFATO DE AMÔNIO DIBÁSICO solução do precipitado e completar a 50 ml com água. Utilizar 5 ml
Ammonii phosphas final potenciometricamente. Cada ml de hidróxido de sódio M SV
desta solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para equivale a 119,977 mg de NaH2PO4.
ferro. Empregar 1 ml de solução padrão de ferro (100 ppm de Fe). No EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
(NH4)2HPO4 132,06 07367.01-5 máximo 0,04% (400 ppm). Em recipientes bem-fechados e não-metálicos.
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- ROTULAGEM
Fosfato de amônio dibásico tamida - Método I). Dissolver 2,5 g da amostra em 20 ml de ácido Observar a legislação vigente.
Contém, no mínimo, 96,0% e, no máximo, 102,0% de clorídrico SR, filtrar se necessário e adicionar amônia SR até for- CLASSE TERAPÊUTICA
(NH4)2HPO4. mação de precipitado. Adicionar ácido clorídrico SR até dissolução Acidificante urinário.
DESCRIÇÃO do precipitado e completar a 50 ml com água. Diluir 10 ml desta 291
Caracteres físicos. Pó cristalino ou cristais. solução a 20 ml com água. Uti1izar 10 ml e prosseguir conforme FOSFATO SÓDICO DE RIBOFLAVINA
Solubilidade. Facilmente solúvel em água, praticamente in- descrito em Ensaio-limite para metais pesados. Preparar o padrão Riboflavinum fosfatum sodicum
solúvel em acetona e em etanol. utilizando solução de referência de chumbo (1 ppm Pb). No máximo
IDENTIFICAÇÃO 0,004% (40 ppm).
A. A solução a 5% (p/V) responde às reações do íon amônio Sulfatos (V.3.2.2). Dissolver 0,8 g da amostra em 20 ml de
(V.3.1.1). ácido clorídrico SR, filtrar se necessário e adicionar amônia SR até
<!ID973404-3>

B. A solução a 5% (p/V) responde às reações do íon fosfato formação de precipitado. Adicionar ácido clorídrico SR até dissolução
(V.3.1.1). do precipitado e completar a 50 ml com água. Utilizar 15 ml desta
ENSAIOS DE PUREZA C17H20N4NaO9P.2H2O 514,36 05998.03-4
solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para sul-
pH (V.2.9). 7,6 a 8,2. Determinar em solução aquosa a 1% fatos. No máximo 0,5% (5 000 ppm).
(p/V). Perda por incineração (V.2.10). Incinerar entre 800 °C e 825 Riboflavina-5'-(hidrogeno fosfato de sódio) diidratado
Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método I). °C, até peso constante. Entre 24,5% e 26,5%. Fosfato sódico de riboflavina é uma mistura contendo 5'-
Determinar em 1 g da amostra. Proceder conforme descrito em En- (hidrogeno fosfato de sódio) como principal componente e outros
saio-limite para arsênio. No máximo 0,0003% (3 ppm). Substâncias insolúveis em ácidos. Aquecer 5 g da amostra
com mistura de 40 ml de água e 10 ml de ácido clorídrico até máxima monofosfatos sódicos. Contém, no mínimo, 73,0% e, no máximo,
Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 1,18 g da amostra. Pro- 79,0% de riboflavina (C17H20N4O6), em relação à substância des-
ceder conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo solubilização e completar a 100 ml com água. Se um resíduo in-
secada.
0,03% (300 ppm). solúvel aparecer, filtrar, lavar com água quente até a reação para DESCRIÇÃO
Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 0,8 g da amostra. Proceder cloretos ser negativa e secar o resíduo a 105 °C, por 1 hora. No Caracteres físicos. Pó cristalino, amarelo ou laranja-amare-
conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. No máximo 0,15% máximo 0,2%. lado, higroscópico.
(1 500 ppm). DOSEAMENTO Solubilidade. Solúvel em água, muito pouco solúvel em eta-
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto Pesar, exatamente, cerca de 0,3 g da amostra, dissolver em nol, praticamente insolúvel em éter etílico.
- Método I). Dissolver 4 g da amostra em 50 ml de água, retirar 25 mistura de 1 ml de ácido clorídrico a 0,3% (V/V) e 5 ml de água. Constantes físico-químicas
ml e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para metais pe- Adicionar 25 ml de edetato dissódico 0,1 M SV e diluir a 200 ml com Poder rotatório específico (V.2.8): +38° a +43°. Determinar
sados. No máximo 0,001% (10 ppm). água. Neutralizar com amônia concentrada e adicionar 10 ml de em solução a 1,2% (p/V) em ácido clorídrico 5 M.
DOSEAMENTO solução tampão cloreto de amônio (pH 10,0) e aproximadamente 50 IDENTIFICAÇÃO
Dissolver, exatamente, cerca de 0,6 g da amostra em 40 ml mg de negro de eriocromo T. Titular o excesso de edetato dissódico A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na
de água. Titular com ácido sulfúrico 0,05 M SV até pH 4,6, de- com sulfato de zinco 0,1 M SR até coloração violeta. Realizar ensaio faixa de 230 nm a 350 nm, de solução a 0,001% (p/V) em tampão
terminado potenciometricamente. Cada ml de ácido sulfúrico 0,05 M em branco. Cada ml de edetato dissódico 0,1 M SV equivale a 17,209 fosfato pH 7, exibe máximo em 266 nm, e a absorvância é de 0,58 a
SV equivale a 13,206 mg de (NH4)2HPO4. mg de CaHPO4.2H2O. 0,64.
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B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma DOSEAMENTO biconvexa, com proeminência cuneada na face adaxial e arredondada
da solução amostra, obtida em Substâncias relacionadas, corresponde A. Por Espectrofotometria de absorção no visível (V.2.14-3). na face abaxial. A cutícula, nesta região, é mais espessa. As células
àquele do pico principal da solução padrão. Dissolver 0,1 g da amostra, exatamente pesada, em 150 ml de água, epidérmicas são de menores dimensões quando comparadas com as
C. Dissolver 10 mg da amostra em hidróxido de sódio SR, adicionar 2 ml de ácido acético glacial e diluir para 1 000 ml com das demais regiões foliares. O colênquima é subepidérmico em ambas
transferir para balão volumétrico de 100 ml e completar o volume água. Transferir 10 ml desta solução para balão volumétrico de 50 ml, as faces, do tipo angular, com um número maior de camadas na face
com o mesmo solvente. Expor 1 ml desta solução à luz ultravioleta adicionar 3,5 ml de acetato de sódio a 1,4% (p/V) e completar o adaxial. Ocorre um clorênquima nesta região, voltado para a face
(254 nm) por 5 minutos, adicionar ácido acético suficiente para aci- volume com água. Medir a absorvância da solução resultante em 444 adaxial, descontínuo devido a disposição do parênquima fundamental.
dificar a solução, utilizando papel de tornassol azul como indicador, e nm, utilizando mistura de água e acetato de sódio a 1,4% (p/V) (93:7) Este último possui células de paredes delgadas, com espaços in-
agitar com 2 ml de diclorometano. A fase inferior da mistura apre- para o ajuste do zero. Calcular o teor de C17H20N4O6 na amostra, tercelulares bem evidentes e poucos cloroplastídeos. Algumas de suas
senta fluorescência amarela. considerando A(1%, 1 cm) = 328, em 444 nm. células apresentam conteúdo pardo. Nas camadas próximas ao sis-
D. Adicionar 10 ml de ácido nítrico a 0,5 g da amostra e B. Por Espectrofotometria de fluorescência (V.2.15). Dis- tema vascular ocorrem canais secretores, de lume diminuto, sempre
evaporar até secura em banho-maria. Aquecer o resíduo até adquirir solver 50 mg da amostra, exatamente pesados, em 20 ml de piridina posicionados junto aos feixes vasculares, na região voltada para a
coloração branca, dissolver em 5 ml de água e filtrar. O filtrado e 75 ml de água. Transferir a solução resultante para balão vo- face adaxial. Esse sistema é constituído por três a oito feixes vas-
responde às reações do íon sódio (V.3.1.1) e às reações do íon fosfato lumétrico de 1 000 ml e completar o volume com água. Preparar culares do tipo colateral, isolados, que se distribuem formando um
(V.3.1.1). solução padrão na mesma concentração, utilizando os mesmos sol- semicírculo, com o feixe de maior desenvolvimento geralmente lo-
ENSAIOS DE PUREZA ventes. Em 10 ml de cada solução, adicionar aproximadamente 4 ml calizado no centro. O floema possui uma calota de fibras bem de-
pH (V.2.19). 5,0 a 6,5. Determinar em solução aquosa a 1% de ácido sulfúrico 0,05 M, ou o suficiente para ajustar o pH de cada senvolvida. O xilema é formado por duas a oito fileiras de elementos
(p/V). solução entre 5,9 e 6,1. Completar o volume com água e homo- traqueais, com disposição radial. Fibras xilemáticas internas ocorrem
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em geneizar. Medir as intensidades de fluorescência em comprimento de principalmente nos feixes de maior desenvolvimento. Os feixes vas-
Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Utilizar croma- onda de emissão de 530 nm e de excitação de 440 nm. Calcular o teor culares podem se anastomosar. O parênquima fundamental voltado
tógrafo provido de detector ultravioleta a 266 nm; coluna de 250 mm de C17H20N4O6 na amostra, a partir das leituras obtidas. para a face abaxial é mais desenvolvido do que aquele voltado para a
de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, empacotada com EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO face adaxial, com células de paredes delgadas, poucos cloroplastídeos
sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (5 µm), mantida à Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. e _sclereide_ isolados, de paredes pouco espessadas. As nervuras
temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 2 ml/minuto. ROTULAGEM secundárias não acompanhadas por canais secretores, apresentam fei-
Fase móvel: mistura de metanol e fosfato de potássio mo- Observar a legislação vigente. xes colaterais de aspecto circular, com uma bainha vascular paren-
nobásico a 0,735% (p/V) (15:85). CLASSE TERAPÊUTICA quimática e uma calota de fibras bem desenvolvida, voltada para a
Solução amostra: transferir, exatamente, cerca de 0,1 g da Componente da vitamina B. face abaxial. Gotas lipídicas ocorrem em todos os tecidos de as-
amostra para balão volumétrico de 100 ml, dissolver em 50 ml de XII.2.REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES similação e, em menor quantidade, no parênquima fundamental.
água e completar o volume com fase móvel. Transferir 4 ml desta Solução ácida de molibdato de amônio Grãos de amido ocorrem em todos os parênquimas. O pecíolo, em
solução para balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com Preparação - Diluir 25 ml de molibdato de amônio a 7% secção transversal, apresenta cutícula com as mesmas características
o mesmo solvente. (p/V) para 200 ml com água. Adicionar, lentamente, 25 ml de ácido da região da nervura principal. A epiderme é uniestratificada. O
Solução padrão de riboflavina: dissolver, exatamente, cerca sulfúrico 3,75 M e agitar. colênquima é contínuo e angular, formado por até dez camadas. O
de 60 mg de riboflavina padrão em 1 ml de ácido clorídrico. Trans- Clorofórmio isento de álcool parênquima fundamental apresenta grande quantidade de _sclereide_
ferir para balão volumétrico de 250 ml e completar o volume com Preparação - Misturar 20 ml de clorofórmio, suavemente, e poucos cloroplastídeos. Estas organelas ocorrem em maior den-
água. Transferir 4 ml desta solução para balão volumétrico de 100 ml com 20 ml de água por 3 minutos. Extrair a fase orgânica e lavar sidade na face adaxial. Canais secretores, iguais aos da lâmina, são
e completar o volume com fase móvel. mais duas vezes com 20 ml de água. Filtrar e misturar por 5 minutos encontrados em grande quantidade, sempre próximos aos feixes vas-
Solução padrão de fosfato sódico de riboflavina: dissolver, com 5 g de sulfato de sódio anidro. Deixar em repouso por 2 horas, culares. Grãos de amido e gotas lipídicas distribuem-se por todo o
exatamente, cerca de 0,1 g de fosfato sódico de riboflavina padrão em decantar e filtrar. parênquima. O sistema vascular tem organização semelhante ao da
50 ml de água destilada. Transferir para balão volumétrico de 100 ml 292 nervura principal, com um maior número de feixes, podendo formar
e completar o volume com fase móvel. Transferir 4 ml desta solução GUACO-CHEIROSO um círculo. Os feixes mais desenvolvidos são aqueles voltados para a
para balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com fase Mikania laevigatae folium face abaxial. O câmbio fascicular é visível.
móvel. Mikania laevigata Sch.Bip. ex Baker. - ASTERACEAE IDENTIFICAÇÃO
Injetar replicatas de 100 µl das soluções padrão de ribo- A droga vegetal é constituída pelas folhas dessecadas, con- Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada
flavina e padrão de fosfato sódico de riboflavina. Os tempos de tendo, no mínimo, 0,1% de cumarina (1,2-benzopirona). delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel F254, com espessura de 250
retenção relativos são cerca de 0,2 para a riboflavina 3',4'-difosfato; SINONÍMIA VULGAR µm, como suporte, e tolueno, diclorometano e acetona (45:25:30),
0,3 para a riboflavina 3',5'-difosfato; 0,5 para a riboflavina 4',5'- Guaco, guaco-de-cheiro. como fase móvel. Aplicar, separadamente, em forma de banda, 20 µl
difosfato; 0,7 para a riboflavina 3'-monofosfato; 0,9 para a riboflavina CARACTERES ORGANOLÉPTICOS das soluções (1), (2) e (3), recentemente preparadas, descritas a se-
4'-monofosfato; 1,0 para a riboflavina 5'-monofosfato e 2,0 para a Droga com forte odor de cumarina e sabor característico. guir:
riboflavina. A resolução entre os picos referentes à riboflavina 4'- DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA Solução (1): pesar cerca de 0,1 g de folhas moídas, colocar em
Folhas simples, glabras a olho nu, coriáceas, escuras quando balão de fundo redondo. Adicionar 25 ml de etanol 80%. Aquecer, sob
monofosfato e riboflavina 5'-monofosfato, no cromatograma obtido secas. Lâminas ovaladas a ovalado-lanceoladas, eventualmente apre- refluxo, por 15 minutos. Filtrar através de papel de filtro. Transferir o
com a solução padrão de fosfato sódico de riboflavina, não deve ser sentando um ou mais dentes laterais. As lâminas apresentam uma leve filtrado para um balão volumétrico de 25 ml, após resfriamento à
menor que 1,5. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas do assimetria. A base da lâmina é atenuada, o ápice acuminado e a temperatura ambiente completar o volume do balão com etanol 80%.
pico referente à riboflavina 5'-monofosfato não deve ser maior que margem inteira a sinuosa, com um ou poucos dentes laterais ou sem Solução (2): dissolver quantidade de cumarina em metanol
1,5%. dentes. O bordo é revoluto. Variabilidade de forma é encontrada por para obter solução a 0,1 mg/ml.
Procedimento: injetar, separadamente, 100 µl das soluções vezes no mesmo ramo. As lâminas medem de 6,0 cm a 15,0 cm de Solução (3): dissolver quantidade de ácido o-cumárico em
padrão de riboflavina, padrão de fosfato sódico de riboflavina e so- comprimento e 4,0 cm a 6,5 cm de largura. A venação é actinódroma, metanol para obter solução a 1 mg/ml.
lução amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos picos. com três nervuras evidentes, as laterais à principal formando um arco Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
Calcular o teor de riboflavina na forma livre e de riboflavina na e unindo-se à ela na porção apical da lâmina. Podem ocorrer duas ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (365 nm) antes e após ne-
forma de difosfatos na amostra a partir das respostas obtidas para as nervuras próximas à porção basal, acompanhando o bordo da lâmina. bulização com solução etanólica de hidróxido de potássio 10%. O
soluções padrão de riboflavina, padrão de fosfato sódico de ribo- Pecíolo de 1,4 cm a 4,5 cm de comprimento, quase cilíndrico, sulcado cromatograma da solução (1) apresenta duas manchas de fluores-
flavina e solução amostra. No máximo 6,0% de riboflavina na forma na face adaxial. Difere de Mikania glomerata pelo forte odor a cu- cência verde na mesma altura que as obtidas com a solução (2) (Rf
livre e, no máximo, 6,0% de riboflavina na forma de difosfatos, em marina e pela forma das folhas. A lâmina foliar de Mikania laevigata aproximadamente 0,84) e solução (3) (Rf aproximadamente 0,35).
relação à substância dessecada. possui maior comprimento do que largura, a base não é hastada e os ENSAIOS DE PUREZA
Limite de lumiflavina. Agitar 35 mg da amostra com 10 ml dentes laterais, quando presentes, são pouco evidentes, enquanto que Material estranho (V.4.2.2). No máximo 2%.
de clorofórmio isento de álcool por 5 minutos e filtrar. Medir a em Mikania glomerata as medidas de comprimento e largura são Água (V.4.2.3). No máximo 10%.
absorvância (V.2.14-3) do filtrado em 440 nm, utilizando como bran- muito próximas, a base da lâmina é hastada e os dentes laterais são Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 15%.
co clorofórmio isento de álcool. A absorvância é, no máximo, muito evidentes. DOSEAMENTO
0,025. DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA Cumarina
Fosfato inorgânico. Transferir 0,3 g da amostra para balão Em vista frontal, as paredes das células epidérmicas são Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta
volumétrico de 100 ml, dissolver em água e completar o volume com muito sinuosas e espessas, e os campos primários de pontoações são eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ultra-
o mesmo solvente. Pipetar 10 ml da solução anterior para balão visíveis. A medida que se aproximam da região da nervura principal, violeta a 275 nm; pré-coluna empacotada com sílica octadecilsilani-
volumétrico de 50 ml. Adicionar 10 ml de solução ácida de molibdato as células tornam-se mais alongadas e suas paredes menos sinuosas. zada, coluna de 150 mm de comprimento e 3,9 mm de diâmetro interno,
de amônio e 5 ml de sulfato ferroso 10% (p/V) em ácido sulfúrico Com reação de azul de toluidina, os núcleos são visíveis e com reação empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (5
0,075 M. Homogeneizar. Preparar solução padrão de maneira similar de Sudan III, gotas lipídicas tornam-se evidentes. Ocorrem corpos µm), fluxo da fase móvel de 0,5 ml/minuto. Sistema isocrático.
utilizando 10 ml de fosfato de potássio monobásico a 0,004% (p/V), silicosos e tricomas pluricelulares unisseriados. Os tricomas glan- Fase móvel: mistura de metanol e água (47:53).
10 ml de solução ácida de molibdato de amônio e 5 ml de sulfato dulares ocorrem em maior densidade na face abaxial, nas regiões Solução amostra: pesar exatamente, cerca de 0,100 g da
ferroso a 10% (p/V) em ácido sulfúrico 0,075 M. Medir as ab- intercostais. A lâmina é hipoestomática, com estômatos dos tipos droga seca e moída, colocar em balão de fundo redondo. Adicionar
sorvâncias (V.2.14-3) das soluções resultantes em 700 nm, utilizando anisocítico e anomocítico. Em secção transversal, a lâmina foliar 10 ml de etanol 50%, aquecer em banho-maria, sob refluxo, durante
como branco mistura de 10 ml de água, 10 ml de solução ácida de apresenta cutícula fina e lisa. A epiderme é constituída por uma ou 30 minutos. Após resfriamento, filtrar o extrato através de algodão
molibdato de amônio e 5 ml de sulfato ferroso a 10% (p/V) em ácido duas camadas de células na face adaxial. Na região da nervura prin- para balão volumétrico de 25 ml. Lavar o resíduo da droga e o
sulfúrico 0,075 M. A absorvância da solução da amostra não deve ser cipal e no bordo foliar esta camada é sempre uniestratificada. Os algodão em balão de fundo redondo com 7 ml de etanol 50%, aque-
superior àquela da solução padrão. No máximo 1%. estômatos localizam-se no mesmo nível das demais células epidér- cer, sob refluxo, por 10 minutos. Repetir a operação. Reunir todos os
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- micas. Os tricomas simples são curvos e localizam-se em depressões extratos no balão volumétrico de 25 ml e completar o volume com
tamida - Método I). Transferir 2 g da amostra para cadinho de sílica, epidérmicas, podendo ocorrer isolados ou geminados em ambas as etanol 50%. Uma alíquota de 40 µl da solução amostra é diluída com
adicionar, gota a gota, 2 ml de. ácido nítrico e 0,25 ml de ácido faces. Os tricomas glandulares são capitados, com cabeça secretora 760 µl de metanol:água (47:53).
sulfúrico. Aquecer, cuidadosamente, até que ocorra aparecimento de globosa, formada por células dispostas em uma ou duas séries, ocor- Solução referência: dissolver quantidade exatamente pesada
fumaça branca e ignição da amostra. Deixar esfriar o resíduo e extrair rendo em acentuadas depressões da epiderme. O mesofilo é dor- de cumarina em metanol para obter solução a 1,2 µg/ml.
com duas porções de 2 ml de ácido clorídrico. Evaporar os extratos siventral. O parênquima paliçádico possui uma a quatro camadas de Curva de calibração: Realizar diluições sucessivas da solução
até secura. Dissolver o resíduo obtido com 2 ml de ácido acético células e grande quantidade de gotas lipídicas. O parênquima es- padrão, em metanol:água (47:53), de modo a obter as seguintes con-
diluído e completar para 20 ml com água. Separar 12 ml desta ponjoso é constituído por sete a doze camadas de células braciformes. centrações 0,0032; 0,075; 0,15; 0,3; 0,6 e 1,2 µg/ml.
solução e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para metais Canais secretores, de tamanhos variados, com lume estreito e de- Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl da solução re-
pesados utilizando solução padrão de chumbo (1 ppm de Pb). No limitados por células achatadas, dispõem-se junto aos feixes vas- ferência e solução amostra, registrar os cromatogramas e medir as
máximo 0,001% (10 ppm). culares. Estes canais são mais comumente encontrados nas regiões áreas dos picos. O tempo de retenção relativo é cerca de 6 minutos
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, dos bordos. Ao redor do canal ocorre conformação das células do para a cumarina. Calcular o teor de cumarina na amostra a partir da
em estufa sob pressão reduzida, a 105 °C, por 5 horas. No máximo parênquima adjacente. Na região do bordo ocorre colênquima angular equação da reta obtida com a curva de calibração de cumarina. O
8,0%. formado por três ou quatro camadas, o mesofilo é homogêneo, com resultado é expresso pela média das determinações em gramas de
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. presença de corpos silicosos e canais secretores acompanhando ou cumarina por 100 gramas da droga considerando a determinação de
No máximo 25,0%. não os feixes vasculares. A nervura principal, em secção transversal é água (%).
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EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO ENSAIOS DE PUREZA Procedimento para uniformidade de conteúdo. Transferir ca-
Em recipiente bem fechado, ao abrigo da luz, calor e umi- Aspecto da solução. Dissolver 0,2 g da amostra em 20 ml de da comprimido para balão volumétrico de 50 ml. Adicionar 30 ml de
dade. ácido lático a 1% (V/V). Deixar em ultra-som, se necessário, até metanol a quente e deixar em ultra-som por 15 minutos. Agitar,
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES completar a dissolução. A solução é límpida e menos intensamente mecanicamente, por 15 minutos, completar o volume com metanol e
Solução etanólica de hidróxido de potássio 10% colorida que a solução de referência de cor (SC-F) (V.2.12) diluída a filtrar. Diluir, se necessário, em metanol, de modo a obter concen-
Preparação - dissolver 10 g de hidróxido de potássio em 100 2,5% (V/V) em água. tração de 0,002% (p/V). Preparar solução padrão na mesma con-
ml de etanol.
LEGENDA Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em centração, utilizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das
Figura 1. Mikania laevigata Sch.Bip. ex Baker - A. aspectos Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel soluções resultantes em 245 nm (V.2.14-3), utilizando metanol para
gerais de folhas, mostrando assimetria da lâmina; A1. folha de mar- GF254, como suporte, e mistura de clorofórmio, ácido acético glacial ajuste do zero. Calcular a quantidade de C21H23ClFNO2 em cada
gem sinuosa com alguns dentes nos bordos da lâmina; A2. folha com e metanol (80:10:10), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à comprimido, a partir das leituras obtidas.
lâmina de base mais alargada, bordo liso e ápice mais estreito; A3. placa, 10 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
folha com lâmina evidenciando um dente basal; A4. folha carac- descritas a seguir. Meio de dissolução: fluido gástrico simulado (sem enzima),
terística das porções apicais dos ramos, com lâmina de base estreita e Solução (1): preparar solução da amostra a 10 mg/ml em 900 ml
bordo liso; B. porção da lâmina foliar mostrando detalhe da venação, cloreto de metileno. Aparelhagem: cesta, 100 rpm
em vista abaxial; C. detalhe da epiderme voltada para a face adaxial Solução (2): diluir 1 ml da solução (1) para 10 ml com Tempo: 60 minutos
da lâmina foliar, em vista frontal; D. detalhe da epiderme voltada para cloreto de metileno. Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da
a face abaxial da lâmina foliar, em vista frontal; es. Estômato; si.
Corpo silicoso; E. detalhe da epiderme voltada para a face abaxial da Solução (3): preparar solução de haloperidol padrão a 1 monografia de Haloperidol. Preparar as soluções padrão e amostra
lâmina foliar, em vista frontal com um tricoma; tt. Tricoma tector; F. mg/ml em cloreto de metileno. como descrito a seguir.
detalhe de porção da região da nervura principal, voltada para a face Solução (4): diluir 0,5 ml da solução (2) para 10 ml com Solução padrão: transferir, exatamente, cerca de 27,75 mg de
abaxial da lâmina foliar, em secção transversal, com um tricoma; tt. cloreto de metileno. haloperidol padrão para balão volumétrico de 250 ml. Dissolver com
Tricoma tector; G. detalhe de porção do mesofilo, voltado para a face Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar 5 ml de metanol, completar o volume com meio de dissolução e
abaxial, em secção transversal, mostrando tricoma glandular. Tg. Tri- sob corrente de ar durante 15 minutos. Examinar sob luz ultravioleta homogeneizar. Diluir sucessivamente esta solução, com meio de so-
coma glandular. As escalas correspondem: em A a 3 cm; em B a 2 (254 nm). Qualquer mancha secundária obtida no cromatograma com lução, de modo a obter concentração aproximada de 1,11 µg/ml.
mm; em C, D, E, F e G a 100 µm. a solução (1), diferente da mancha principal, não é mais intensa que Solução amostra: após o teste, retirar alíquota do meio de
Figura 2. Mikania laevigata Sch.Bip. ex Baker - A. esquema aquela obtida com a solução (4) (0,5%). dissolução, filtrar e diluir, se necessário, com meio de dissolução, até
de porção da lâmina foliar, em secção transversal; ab. Face abaxial; Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, concentração adequada.
ad. Face adaxial; cl. Clorênquima; co. colênquima; cns. Canal se- em estufa a 105 ºC, até peso constante. No máximo 0,5%. Injetar replicatas de 100 µl da solução padrão. O fator de
cretor; ep. Epiderme; ec. _sclereide; f. floema; ff. Fibras do floema;
fv. Feixe vascular; fx.
. Fibras do xilema; pf. Parênquima fundamental; Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. cauda não é superior a 2. O desvio padrão relativo das áreas de
pj. Parênquima esponjoso; pp. Parênquima paliçádico; x. xilema; B. No máximo 0,1%. replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 3,0%.
detalhe da secção transversal da nervura principal, como indicado em DOSEAMENTO Procedimento: injetar, separadamente, 100 µl das soluções
A; cl. Clorênquima; co. colênquima; cns. Canal secretor; cu. Cutícula; A. Por Titulação em meio não-aquoso (V.3.4.5). Dissolver, padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
ec. _sclereide; ep. Epiderme; f. floema; ff. Fibras do floema; fx. exatamente, cerca de 0,3 g da amostra em 30 ml de ácido acético picos. Calcular a quantidade de C21H23ClFNO2 dissolvida no meio a
Fibras do xilema; gl. Gota lipídica; pf. Parênquima fundamental; pp. glacial. Adicionar cinco gotas de 1-naftolbenzeína SI e titular com partir das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
Parênquima paliçádico; x. xilema; C. detalhe da região do bordo da ácido perclórico 0,1 M SV até mudança de cor de amarelo-alaranjado Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada
lâmina foliar, em secção transversal; ab. Face abaxial; ad. Face ada- para verde. Realizar ensaio em branco e fazer as correções neces- de C21H23ClFNO2 se dissolvem em 60 minutos.
xial; cl. Clorênquima; cns. Canal secretor; co. colênquima; cu. Cu- sárias. Cada ml de ácido perclórico 0,1 M equivale a 37,587 mg de ENSAIOS DE PUREZA
tícula; ep. Epiderme; f. floema; ff. Fibras do floema; pj. Parênquima C21H23ClFNO2. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
esponjoso; pp. Parênquima paliçádico; x. xilema; D. detalhe de por-
ção do mesofilo em secção transversal; ab. Face abaxial; ad. Face B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G,
adaxial; bv. Bainha vascular; cns. Canal secretor; cu. Cutícula; ep. Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 254 nm; como suporte, e mistura de clorofórmio, ácido acético glacial e me-
Epiderme; f. floema; ff. Fibras do floema; gl. Gota lipídica; pj. Pa- coluna de 250 mm de comprimento e 4,0 mm de diâmetro interno, tanol (80:10:10), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa,
rênquima esponjoso; pp. Parênquima paliçádico; x. xilema; E. detalhe empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano 10 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a
de porção do mesofilo em secção transversal, mostrando corpo si- (5 µm), mantida a 30 ºC; fluxo da fase móvel de 1 ml/minuto. seguir.
licoso; ad. Face adaxial; cu. Cutícula; ep. Epiderme; pj. Parênquima Fase móvel: mistura de metanol, fosfato de potássio mo- Solução (1): pesar e pulverizar os comprimidos. Agitar quan-
esponjoso; pp. Parênquima paliçádico; si. Corpo silicoso; F. aspecto nobásico 0,05 M, tetraidrofurano e trietilamina (50:47:3:0,3). Ajustar tidade do pó equivalente a 10 mg de haloperidol com 10 ml de
geral da secção transversal do pecíolo; ca. Câmbio fascicular; cns. o Ph da mistura para 3,5 ± 0,1 com ácido fosfórico. clorofórmio. Filtrar e evaporar o resíduo até secura. Dissolver o
Canal secretor; co. colênquima; ec. _sclereide; ep. Epiderme; f. floe- Solução amostra: dissolver quantidade da amostra, exata- resíduo com 1 ml de clorofórmio.
ma; ff. Fibras do floema; fv. Feixe vascular; fx. Fibras do xilema; pf. mente pesada, em fase móvel e diluir adequadamente, utilizando o Solução (2): diluir 0,25 ml da solução (1) para 25 ml com
Parênquima fundamental; x. xilema. As escalas correspondem: em A
a 300 µm; em B, C, D e E a 100 µm; em F a 1 mm. mesmo solvente, de modo a obter solução a 10 µg/ml. clorofórmio.
293 Solução padrão: dissolver quantidade, exatamente pesada, de Solução (3): diluir 0,25 ml da solução (1) para 50 ml com
HALOPERIDOL haloperidol padrão em fase móvel e diluir adequadamente, utilizando clorofórmio.
Haloperidolum o mesmo solvente, de modo a obter solução a 10 µg/ml. Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
Injetar replicatas de 20 µl da solução padrão. O fator de ao ar e nebulizar com iodobismutato de potássio SR. Qualquer man-
cauda não é superior a 2. O desvio padrão relativo das áreas de cha secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente
replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%. da mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida com a
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
<!ID973404-4>

solução(2) (1%), e somente uma é mais intensa que aquela obtida


padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos com a solução (3) (0,5%).
C21H23ClFNO2 375,87 03580.01-6 picos. Calcular o teor de C21H23ClFNO2 na amostra a partir das DOSEAMENTO
respostas obtidas com as soluções padrão e amostra. Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO monografia de Haloperidol. Preparar a solução amostra como descrito
4-[4-(4-Clorofenil)-4-hidroxi-1-piperidinil]-1-(4-fluorofenil)- Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. a seguir.
1-butanona ROTULAGEM Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de Observar a legislação vigente. ferir quantidade de pó equivalente a 5 mg de haloperidol para balão
C21H23ClFNO2, em relação à substância dessecada. CLASSE TERAPÊUTICA volumétrico de 50 ml. Adicionar 30 ml de fase móvel e deixar em
DESCRIÇÃO Antipsicótico. ultra-som por 30 minutos. Agitar, mecanicamente, por 30 minutos.
Caracteres físicos. Pó microcristalino ou amorfo, branco ou XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES Completar o volume com fase móvel, homogeneizar e filtrar. Trans-
levemente amarelado. 1,3-Dinitrobenzeno ferir 5 ml para balão volumétrico de 50 ml e completar o volume com
Solubilidade. Insolúvel em água, solúvel em acetona, cloreto Fórmula e massa molecular - C6H4N2O4 - 168,11 fase móvel.
de metileno, clorofórmio e metanol, ligeiramente solúvel em etanol e Descrição - Cristais amarelados. Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
éter etílico, pouco solúvel em álcool isopropílico. Facilmente solúvel Características físicas - Ponto de fusão: em torno de 89 ºC. padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
em ácidos diluídos. Conservação - Em recipientes bem-fechados. picos. Calcular a quantidade de C21H23ClFNO2 nos comprimidos a
Constantes físico-químicas Fosfato de potássio monobásico 0,05 M partir das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
Preparação - Dissolver 6,80 g de fosfato de potássio mo- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Faixa de fusão (V.2.2): 148 ºC a 151 ºC. Determinar em nobásico em água e completar o volume para 1 000 ml com o mesmo Em recipientes bem-fechados.
amostra dessecada em estufa a 105 ºC por 1 hora. solvente. ROTULAGEM
IDENTIFICAÇÃO Hidróxido de potássio alcoólico 2 M Observar a legislação vigente.
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Preparação - Dissolver 6,60 g de hidróxido de potássio em 5 _________________________________________________
amostra dessecada a 105 ºC, dispersa em brometo de potássio, apre- ml de água, resfriar e completar o volume para 50 ml com etanol. XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
senta máximos de absorção somente nos mesmos comprimentos de Decantar por 24 horas e usar o sobrenadante límpido. Fluido gástrico simulado (sem enzima)
onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles observados no 293.1 Preparação - Dissolver 2 g de cloreto de sódio em 100 ml de
espectro de haloperidol padrão, preparado de maneira idêntica. HALOPERIDOL COMPRIMIDOS água. Adicionar 7 ml ácido clorídrico, transferir para balão volu-
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- métrico de 1 000 ml e completar volume com água. Ajustar o pH para
de 230 nm a 350 nm, de solução a 0,0002% (p/V) em mistura de tidade declarada de C21H23ClFNO2. 1,2 ± 0,1 com ácido clorídrico ou hidróxido de sódio 10 M.
ácido clorídrico 0,1 M e álcool isopropílico (1:9), exibe máximo em IDENTIFICAÇÃO 293.2
245 nm. A absorvância em 245 nm não difere mais que 3,0% da A. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade HALOPERIDOL SOLUÇÃO INJETÁVEL
leitura de solução de haloperidol padrão, preparada de maneira idên- do pó equivalente a 10 mg de haloperidol para funil de separação, Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan-
tica. adicionar 10 ml de água e 1 ml de hidróxido de sódio M. Extrair com tidade declarada de C21H23ClFNO2.
C. A mancha principal do cromatograma da solução (2), 10 ml de clorofórmio saturado de água. Filtrar e evaporar o extrato A solução injetável pode conter ácido lático e conservantes
obtida em Substâncias relacionadas, corresponde em posição e in- até secura. O resíduo responde ao teste A de Identificação da mo- adequados.
nografia de Haloperidol. IDENTIFICAÇÃO
tensidade àquela obtida com a solução (3). B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma A. Transferir volume da solução injetável equivalente a 10
D. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do mg de haloperidol para funil de separação. Adicionar 5 ml de água e
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde pico principal da solução padrão. 1 ml de hidróxido de sódio M. Extrair com uma porção de 10 ml de
àquele do pico principal da solução padrão. CARACTERÍSTICAS clorofórmio. Descartar a fase aquosa. Evaporar o extrato até secura. O
E. Dissolver cerca de 10 mg da amostra em 5 ml de etanol. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. resíduo responde ao teste A de Identificação da monografia de Ha-
Adicionar 0,5 ml de solução de 1,3-dinitrobenzeno a 1% (p/V) em Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste. loperidol.
etanol e 0,5 ml de hidróxido de potássio alcoólico 2 M. Desenvolve- Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
se coloração violeta, passando para vermelha-acastanhada após 20 Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde
minutos. Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. àquele do pico principal da solução padrão.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 25
CARACTERÍSTICAS ROTULAGEM EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste. Observar a legislação vigente. Em recipientes bem-fechados e não-metálicos.
pH (V.2.19). 2,8 a 3,6. _________________________________________________ ROTULAGEM
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES Observar a legislação vigente.
Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste. Metilparabeno CLASSE TERAPÊUTICA
Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 71,4 UE/mg Adstringente.
de haloperidol. Sinonímia - Nipagin
DOSEAMENTO Fórmula e massa molecular - C8H8O3 - 152,15 295
Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da Descrição - Cristais brancos, pouco solúveis em água, fa- ISONIAZIDA
monografia de Haloperidol. Preparar soluções amostra e de resolução cilmente solúveis em acetona, em etanol e em éter etílico. Isoniazidum
como descrito a seguir. Categoria - Conservante.
Solução amostra: transferir volume da solução injetável equi- Propilparabeno
valente a 10 mg de haloperidol para balão volumétrico de 100 ml e Sinonímia - Nipasol
completar o volume com fase móvel. Transferir 5 ml para balão Fórmula e massa molecular - C10H12O3 - 180,20
volumétrico de 50 ml e completar o volume com fase móvel. <!ID973404-5>

Solução de resolução: preparar solução em fase móvel con- Descrição - Cristais brancos, muito pouco solúveis em água,
tendo, aproximadamente, 10 µg de haloperidol padrão, 3 µg de me- facilmente solúveis em etanol e em éter etílico.
tilparabeno e 3 µg de propilparabeno por mililitro. Categoria - Conservante. 6H7N3O 137,14 03962.01-6
Injetar, separadamente, replicatas de 20 µl das soluções pa- 294
drão e de resolução e registrar os cromatogramas. Medir a área do HIDRÓXIDO DE CÁLCIO Hidrazida ácido 4-piridinocarboxílico
pico correspondente ao haloperidol. O fator de cauda não é superior Calcii hydroxidum Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de
a 2. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos picos re- C6H7N3O, em relação à substância dessecada.
gistrados para o haloperidol não deve ser maior que 2,0%. A re- DESCRIÇÃO
solução entre o pico correspondente ao haloperidol e os picos cor- Ca(OH)2 74,09 03644.01-4
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou cristais incolo-
respondentes ao metilparabeno e ao propilparabeno não é menor que res.
2. Hidróxido de cálcio Solubilidade. Facilmente solúvel em água, ligeiramente so-
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções Contém, no mínimo, 95,0% e, no máximo, 100,5% de lúvel em etanol, pouco solúvel em clorofórmio, praticamente in-
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos solúvel em benzeno e éter etílico.
Ca(OH)2.
picos. Calcular a quantidade de C21H23ClFNO2 na solução injetável a Constantes físico-químicas
partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. DESCRIÇÃO
Caracteres físicos. Pó fino branco. Faixa de fusão (V.2.2): 170 °C a 174 °C.
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO IDENTIFICAÇÃO
Em recipientes de vidro tipo I, protegidos da luz. Solubilidade. Pouco solúvel em água, solúvel em glicerol,
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
ROTULAGEM insolúvel em etanol. Solúvel em ácidos, com grande liberação de amostra dessecada a 105 °C, por 4 horas, e dispersa em brometo de
Observar a legislação vigente. calor. potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos com-
__________________________________________________ IDENTIFICAÇÃO primentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES A. Transferir 0,8 g da amostra para gral de vidro, adicionar observados no espectro de isoniazida padrão, preparado de maneira
Metilparabeno 10 ml de água, 0,5 ml de fenolftaleína SI e homogeneizar. De- idêntica.
Sinonímia - Nipagin B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na faixa
Fórmula e massa molecular - C8H8O3 - 152,15 senvolve-se coloração vermelha. Adicionar 17,5 ml de ácido clo-
rídrico M. A suspensão torna-se incolor, sem efervescência. Triturar a de 200 nm a 350 nm, da solução amostra obtida no método A de
Descrição - Cristais brancos, pouco solúveis em água, fa- Doseamento, exibe máximos em 212 nm e 265 nm, idênticos aos
cilmente solúveis em acetona, em etanol e em éter etílico. mistura por 1 minuto. A cor vermelha aparece novamente. Adicionar
observados no espectro da solução padrão.
Categoria - Conservante. 6 ml de ácido clorídrico M e triturar. A solução torna-se incolor.
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
Propilparabeno B. Dissolver cerca de 20 mg da amostra em ácido acético e da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde
Sinonímia - Nipasol diluir para 50 ml com mesmo solvente. A solução responde às rea- àquele do pico principal da solução padrão.
Fórmula e massa molecular - C10H12O3 - 180,20 ções do íon cálcio (V.3.1.1). ENSAIOS DE PUREZA
Descrição - Cristais brancos, muito pouco solúveis em água, C. Misturar a uma parte da amostra com três a quatro partes pH (V.2.19). 6,0 a 8,0. Determinar em solução aquosa a 5%
facilmente solúveis em etanol e em éter etílico.
de água. Forma-se um suave magma. O sobrenadante, límpido, é (p/V).
Categoria - Conservante.
293.3 alcalino para papel tornassol. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
HALOPERIDOL SOLUÇÃO ORAL ENSAIOS DE PUREZA Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel
Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- Alcalinidade e metais alcalinos terrosos. Dissolver 1 g da GF254, como suporte, e mistura de água, acetona, metanol e acetato de
tidade declarada de C21H23ClFNO2. A solução oral pode conter ácido etila (5:20:10:75), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa,
amostra em mistura de 10 ml de ácido clorídrico e 40 ml de água.
lático e conservantes adequados. 5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a
Aquecer à ebulição e adicionar 50 ml de ácido oxálico a 6,3% (p/V). seguir.
IDENTIFICAÇÃO Neutralizar com amônia e completar o volume para 200 ml com água.
A. Transferir volume da solução oral equivalente a 10 mg de Solução (1): dissolver 1 g da amostra em mistura de água e
Deixar em repouso por 1 hora e filtrar com filtro adequado. A 100 ml acetona (1:1) e completar para 10 ml com o mesmo solvente.
haloperidol para funil de separação. Adicionar 1 ml de hidróxido de
sódio M, homogeneizar e extrair com uma porção de 10 ml de do filtrado adicionar 0,5 ml de ácido sulfúrico. Cuidadosamente, Solução (2): dissolver 50 mg de sulfato de hidrazina em 50
clorofórmio. Descartar a fase aquosa. Evaporar o extrato até secura. O evaporar até secura e incinerar. A massa de resíduo não é maior que ml de água e completar para 100 ml com acetona. Transferir 10 ml
resíduo responde ao teste A de Identificação da monografia de Ha- 20 mg (4,0% calculado para sulfatos). desta solução para balão volumétrico de 100 ml, adicionar 0,2 ml da
loperidol. Carbonatos. Adicionar 5 ml de ácido clorídrico M SV à solução (1) e completar o volume com mistura de acetona e água
B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma solução obtida em Doseamento. Titular com hidróxido de sódio M SV (1:1).
da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do em presença de 0,5 ml de alaranjado de metila SI. Cada ml de ácido Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
pico principal da solução padrão. ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha
clorídrico M SV equivale a 50,05 mg de CaCO3. No máximo 5%, secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da
CARACTERÍSTICAS calculados como CaCO3.
Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste. mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida com a solução
Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método I). (2) (0,2%). Nebulizar a placa com solução de dimetilaminobenzal-
pH (V.1.1). 2,5 a 3,5.
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA Cuidadosamente dissolver 0,75 g da amostra em 15 ml de ácido deído e examinar. Uma mancha adicional, correspondente à hidrazina,
Contagem de microrganismos viáveis totais (V.5.1.6). Bac- clorídrico, e completar com água até 55 ml. Com a solução resultante aparece no cromatograma da solução (2). Qualquer mancha corres-
térias totais: no máximo 1 000 UFC/ml. Fungos e leveduras: no proceder conforme descrito em Ensaio-limite para arsênio. A adição pondente à hidrazina no cromatograma obtido com a solução (1) não
máximo 100 UFC/ml. de 20 ml de ácido sulfúrico 3,5 M especificada no procedimento pode é mais intensa do que aquela obtida no cromatograma com a solução
Pesquisa e identificação de patógenos (V.5.1.7). Cumpre o ser omitida. No máximo 0,0004% (4 ppm). (2) (0,05%).
teste. Cloretos (V.3.2.1). Dissolver 1,07 g da amostra em 7 ml de Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace-
DOSEAMENTO tamida - Método III). Determinar em 2 g da amostra. Proceder con-
ácido nítrico. Diluir para 40 ml com água e prosseguir conforme forme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo
Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo 0,033% (330
monografia de Haloperidol. Preparar solução amostra como descrito a 0,001% (10 ppm).
seguir. ppm). Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra,
Solução amostra: transferir volume da solução oral equi- Sulfatos (V.3.2.2). Dissolver 0,3 g da amostra em 10 ml de em estufa a 105 °C, por 4 horas. No máximo 0,5%.
valente a 10 mg de haloperidol para balão volumétrico de 100 ml e ácido clorídrico SR e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra.
completar o volume com fase móvel. Transferir 5 ml para balão para sulfatos. No máximo 0,4% (4 000 ppm). No máximo 0,1 %.
volumétrico de 50 ml e completar o volume com fase móvel. Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- DOSEAMENTO
Solução de resolução: preparar solução em fase móvel con- tamida - Método I). Dissolver 1 g da amostra em 10 ml de ácido A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
tendo, aproximadamente, 10 µg de haloperidol padrão, 3 µg de me- clorídrico 3 M e evaporar em banho-maria até a secura. Dissolver o (V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 25 mg de amostra e dissolver
tilparabeno e 3 µg de propilparabeno por mililitro. resíduo em 20 ml de água, filtrar. Com o filtrado obtido prosseguir
em ácido clorídrico 0,01 M. Deixar em ultra-som, se necessário, e
Injetar, separadamente, replicatas de 20 µl das soluções pa- completar o volume para 250 ml com o mesmo solvente. Realizar
drão e de resolução e registrar .os cromatogramas. Medir a área do conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo diluições sucessivas em ácido clorídrico 0,01 M até concentração de
pico correspondente ao haloperidol. O fator de cauda não é superior 0,002% (20 ppm). Preparar solução referência utilizando solução pa- 0,001% (p/V). Preparar solução padrão na mesma concentração, uti-
a 2. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos picos re- drão de chumbo (2 ppm Pb). lizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções em
gistrados para o haloperidol não deve ser maior que 2,0%. A re- Substâncias insolúveis em ácidos. Dissolver 2 g da amostra 265 nm, utilizando ácido clorídrico 0,01 M para o ajuste do zero.
solução entre o pico correspondente ao haloperidol e os picos cor- em 30 ml de ácido clorídrico. Aquecer à ebulição e filtrar. Lavar o Calcular o teor de C6H7N3O na amostra, a partir das leituras ob-
respondentes ao metilparabeno e ao propilparabeno não é menor que resíduo com água quente e incinerar. No máximo 0,5%. tidas.
2. DOSEAMENTO B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções Transferir, exatamente, cerca de 1,5 g da amostra para gral Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 254 nm;
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno,
picos. Calcular a quantidade de C21H23ClFNO2 na solução oral a de vidro, adicionar 20 ml a 30 ml água e 0,5 ml de fenolftaleína SI. empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano
partir das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. Titular com ácido clorídrico M SV, triturando a substância até a (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 1,5
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO coloração vermelha desaparecer. A solução obtida é utilizada no en- ml/minuto.
Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz, à tempe- saio para carbonatos. Cada ml de ácido clorídrico M SV equivale a Fase móvel: mistura de tampão fosfato pH 6,9 e metanol
ratura ambiente. Não deve ser refrigerado. 37,045 mg de Ca(OH)2. (95:5).
26 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Solução amostra: transferir, exatamente, cerca de 32 mg da EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO IDENTIFICAÇÃO


amostra para balão volumétrico de 100 ml, com auxílio de 40 ml de Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada
fase móvel, e deixar em ultra-som por 10 minutos. Completar o ROTULAGEM delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel GF254, como suporte, e mis-
volume com o mesmo solvente para obter solução a 0,32 mg/ml. Observar a legislação vigente. tura de metanol e clorofórmio (1:99), como fase móvel. Aplicar,
Solução padrão: dissolver quantidade exatamente pesada de
296 separadamente, à placa, 20 µl de cada uma das soluções, recen-
isoniazida padrão em fase móvel para obter solução a 0,32 mg/ml. temente preparadas, descritas a seguir.
A eficiência da coluna não deve ser menor do que 1 800 LEVONORGESTREL Solução (1): pesar e pulverizar 15 comprimidos e extrair com
pratos teóricos para o pico de isoniazida. O fator de cauda não é Levonorgestrelum 30 ml de acetona. Filtrar e evaporar até secura. Dissolver o resíduo
superior a 2. O fator de capacidade não é inferior a 2,35. O desvio obtido em 1 ml de clorofórmio.
padrão relativo das áreas de replicatas dos picos registrados não deve Solução (2): preparar solução a 0,75 mg/ml de levonorgestrel
ser maior que 1,0%. padrão em clorofórmio.
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
<!ID973404-6>

Solução (3): preparar solução a 0,45 mg/ml de etinilestradiol


amostra e padrão, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos padrão em clorofórmio.
picos. Calcular o teor de C6H7N3O na amostra a partir das respostas C21H28O2 312,45 04111.01-0 Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
obtidas com as soluções padrão e amostra. ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). As manchas referentes
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO ao levonorgestrel e ao etinilestradiol obtidas com a solução (1) cor-
Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. (17α)13β-Etil-17β-hidroxi-18,19-dinorpregn-4-en-20-in-3-
ona respondem em posição e cor àquelas principais obtidas com as so-
ROTULAGEM luções (2) e (3). Nebulizar com ácido p-sulfônico-tolueno a 2% (p/V)
Observar a legislação vigente. Contém, no mínimo, 98,0% e, no máximo, 102,0% de
C21H28O2, em relação à substância dessecada. em água. Aquecer a 110 °C por 10 minutos. Examinar sob luz
CLASSE TERAPÊUTICA ultravioleta (365 nm). As manchas referentes ao levonorgestrel e
Tuberculostático. DESCRIÇÃO
Caracteres físicos. Pó cristalino branco ou quase branco. etinilestradiol aparecem com coloração azul.
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES B. Os tempos de retenção dos picos principais do croma-
Solução de dimetilaminobenzaldeído Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, ligeiramente
solúvel em cloreto de metileno, pouco solúvel em etanol. tograma da solução amostra, obtida em Doseamento, correspondem
Preparação - Dissolver 0,2 g de 4-dimetilaminobenzaldeído àqueles dos picos principais da solução padrão.
em 20 ml de etanol e adicionar 0,5 ml de ácido clorídrico. Agitar a Constantes físico-químicas
Faixa de fusão (V.2.2): 232 ºC a 239 °C. A faixa entre o CARACTERÍSTICAS
solução com carvão ativo e filtrar. A coloração da solução é menos
intensa do que uma solução de iodo 0,0001 M recentemente pre- início e o fim da fusão não excede 4 °C. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
parada. A solução deve ser usada imediatamente após o preparo. Poder rotatório específico (V.2.8): -30° a -35°. Determinar Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
. em solução a 2,0% (p/V) em clorofórmio. Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste.
XII.4. TAMPÕES
Tampão fosfato pH 6,9 IDENTIFICAÇÃO Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
Preparação - Preparar solução tampão fosfato de potássio A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
monobásico 0,1 M, ajustar o pH para 6,9, com hidróxido de sódio 10 amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
M e adicionar trietanolamina para obter solução a 0,0002 M e ho- absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes- Meio de dissolução: polissorbato 80 a 0,0005% (p/V) em
mogeneizar. mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de le- água, 500 ml.
295.1 vonorgestrel padrão, preparado de maneira idêntica. Aparelhagem: pás, 75 rpm.
ISONIAZIDA COMPRIMIDOS ENSAIOS DE PUREZA Tempo: 60 minutos
Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta
tidade declarada de C6H7N3O. Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica gel G, eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul-
IDENTIFICAÇÃO como suporte, e mistura de acetona e clorofórmio (20:80), como fase travioleta a 247 nm (para determinação de levonorgestrel), e de de-
A. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3), na móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 10 µl de cada uma das tector espectrofluorométrico (para determinação de etinilestradiol)
faixa de 200 nm a 350 nm, da solução amostra obtida no método A soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. com comprimentos de onda de excitação a 285 nm e de emissão a
de Doseamento, exibe máximos de absorção em 212 nm e 265 nm, Solução (1): dissolver 0,5 g da amostra em clorofórmio e 310 nm; coluna de 150 mm de comprimento e 4,0 mm de diâmetro
idênticos aos observados no espectro da solução padrão. diluir para 25 ml com o mesmo solvente. interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo oc-
B. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma Solução (2): transferir 2,5 ml da solução (1) para balão tadecilsilano (5 µm a 10 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo
da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde volumétrico de 25 ml e completar o volume com clorofórmio. Trans- da fase móvel de 1 ml/minuto.
àquele do pico principal da solução padrão. ferir 2,5 ml da solução anterior para balão volumétrico de 50 ml e Fase móvel: mistura de acetonitrila e água (60:40).
C. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade completar o volume com o mesmo solvente. Solução padrão: preparar solução contendo norgestrel padrão
de pó equivalente a 1 mg de isoniazida para erlenmeyer, adicionar 50 Solução (3): transferir 10 ml da solução (2) para balão vo- e etinilestradiol padrão em meio de dissolução, de modo a obter
ml de etanol e agitar. Adicionar a 5 ml desta solução 0,1 g de lumétrico de 25 ml e completar o volume com clorofórmio. concentrações próximas àquelas de levonorgestrel e etinilestradiol,
tetraborato de sódio e 5 ml de 1-cloro-2,4-dinitrobenzeno a 5% (p/V) Solução (4): dissolver 5 mg de levonorgestrel padrão e 5 mg respectivamente, da solução amostra.
em etanol. Deixar em banho-maria até a secura e aquecer por mais 10 de etinilestradiol padrão em clorofórmio e diluir para 50 ml com o Solução amostra: após o teste, retirar alíquota do meio de
minutos. Adicionar 10 ml de metanol ao resíduo e homogeneizar. mesmo solvente. dissolução, filtrar em filtro de polivinilideno, descartando os pri-
Produz-se coloração púrpura-avermelhada. Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar meiros mililitros. Para comprimidos não revestidos retirar alíquotas
CARACTERÍSTICAS ao ar. Nebulizar com ácido fosfomolíbdico a 10% (p/V) em álcool n- do meio de dissolução nos tempos de 30 minutos (tomando o cuidado
Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. propílico. Aquecer a placa entre 100 °C e 105 °C por 15 minutos e de repor o volume de cada cuba) e 60 minutos. Para drágeas realizar
Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste. examinar imediatamente. Qualquer mancha secundária obtida no cro- este procedimento somente no tempo de 60 minutos.
Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. matograma com a solução (1), diferente da principal, não é mais Injetar replicatas de 100 µl da solução padrão. Os tempos de
Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. intensa que aquela obtida com a solução (2) (0,5%) e, no máximo, retenção relativos são cerca de 0,7 para etinilestradiol e 1 para le-
Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. duas destas manchas são mais intensas que aquela obtida com a vonorgestrel. O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos
TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5) solução (3) (0,2%). O teste somente será válido se o cromatograma picos registrados não deve ser maior que 3,0%.
Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,01 M, 900 ml obtido com a solução (4) apresentar duas manchas principais ni- Procedimento: injetar, separadamente, 100 µl das soluções
Aparelhagem: cesta, 100 rpm tidamente separadas. padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
Tempo: 45 minutos Limite do grupo etinila. Proceder conforme descrito no mé- picos. Calcular a quantidade de levonorgestrel (C21H28O2) e etini-
Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis- todo A de Doseamento. Cada ml de hidróxido de sódio 0,1 M SV lestradiol (C20H24O2) dissolvida no meio a partir das respostas obtidas
solução e diluir em ácido clorídrico 0,01 M até concentração ade- equivale a 2,503 mg de etinila. No mínimo, 7,81% e, no máximo, com as soluções padrão e amostra.
quada. Medir as absorvâncias das soluções em 265 nm (V.2.14-3), 8,18%. Tolerância: para comprimidos não revestidos, não menos que
utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan- 80% (T) da quantidade declarada de levonorgestrel (C21H28O2) e 75%
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g de amostra,
tidade de C6H7N3O dissolvida no meio, comparando as leituras ob- (T) da quantidade declarada de etinilestradiol (C20H24O2) se dissol-
tidas com a da solução de isoniazida padrão na concentração de em estufa, a 105 °C, por 5 horas. No máximo 0,5%.
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g de amostra. vem em 60 minutos. Para drágeas, não menos que 60% (T) da
0,001% (p/V), preparada no mesmo solvente. quantidade declarada de levonorgestrel (C21H28O2) e 60% (T) da
Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada No máximo 0,1%.
DOSEAMENTO quantidade declarada de etinilestradiol (C20H24O2) se dissolvem em
de C6H7N3O se dissolvem em 45 minutos. 60 minutos.
DOSEAMENTO A. Por Titulação. Pesar, exatamente, cerca de 0,2 g da amos-
tra e dissolver em 45 ml de tetraidrofurano. Adicionar 10 ml de DOSEAMENTO
A. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta
(V.2.14-3). Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Transferir, quantidade nitrato de prata a 10% (p/V) em água. Após 1 minuto, titular com Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta
do pó equivalente a 0,1 g de isoniazida para balão volumétrico de 100 hidróxido de sódio 0,1 M SV determinando o ponto final poten- eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul-
ml e adicionar 50 ml de ácido clorídrico 0,01 M. Deixar em ultra-som ciometricamente. Realizar ensaio em branco e fazer as correções travioleta a 215 nm; coluna de 150 mm de comprimento e 4,6 mm de
por 15 minutos, agitar mecanicamente por 15 minutos e completar o necessárias. Cada ml de hidróxido de sódio 0,1 M SV equivale a diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a oc-
volume com o mesmo solvente. Homogeneizar e filtrar. Realizar 31,245 mg de C21H28O2. tadecilsilano (5 µm), mantida à temperatura ambiente; fluxo da fase
diluições sucessivas até concentração de 0,001% (p/V) utilizando o B. Por Espectrofotometria de absorção no ultravioleta móvel de 1,5 ml/minuto.
mesmo solvente. Preparar solução padrão nas mesmas condições. (V.2.14-3). Pesar, exatamente, cerca de 100 mg da amostra e dissolver Diluente: mistura de água e acetonitrila (40:60).
Medir as absorvâncias das soluções em 265 nm utilizando ácido em etanol. Diluir, sucessivamente, em etanol, até concentração de Fase móvel: mistura de água e acetonitrila (51:49).
clorídrico 0,01 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de 0,001% (p/V). Preparar solução padrão na mesma concentração, uti- Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans-
C6H7N3O nos comprimidos, a partir das leituras obtidas. lizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções re- ferir quantidade do pó equivalente a 250 µg de levonorgestrel para
B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). sultantes em 241 nm, utilizando etanol para o ajuste do zero. Calcular tubo de centrífuga e adicionar 4 ml do diluente. Aquecer a 60 °C por
Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo- o teor de C21H28O2 na amostra, a partir das leituras obtidas. 25 minutos, agitar e deixar em ultra-som por mais 25 minutos. Es-
nografia de Isoniazida. Preparar a solução amostra como descrito a EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO friar, centrifugar e usar o sobrenadante límpido.
seguir. Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz. Solução padrão: preparar solução de levonorgestrel padrão e
Solução amostra: pesar e pulverizar 20 comprimidos. Trans- ROTULAGEM etinilestradiol padrão no diluente contendo, respectivamente, 0,625
ferir quantidade de pó equivalente a 32 mg de isoniazida para balão Observar a legislação vigente. mg e 0,125 mg por mililitro. Transferir 5 ml dessa solução para balão
volumétrico de 100 ml, adicionar 40 ml de fase móvel e deixar em CLASSE TERAPÊUTICA volumétrico de 50 ml e completar o volume com o diluente, obtendo
ultra-som por 10 minutos. Resfriar à temperatura ambiente, completar Anticoncepcional. solução contendo 62,5 µg de levonorgestrel e 12,5 µg de etiniles-
o volume com fase móvel e centrifugar por 5 minutos, obtendo 296.1 tradiol por mililitro.
solução a 0,32 mg/ml. Utilizar o sobrenadante límpido. LEVONORGESTREL E ETINILESTRADIOL COMPRIMI- Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções DOS padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- picos. Calcular a quantidade de levonorgestrel (C21H28O2) e etini-
picos. Calcular a quantidade de C6H7N3O nos comprimidos a partir tidade declarada de levonorgestrel (C21H28O2) e etinilestradiol lestradiol (C20H24O2) nos comprimidos a partir das respostas obtidas
das respostas obtidas para as soluções padrão e amostra. (C20H24O2). Os comprimidos podem ser revestidos. com as soluções padrão e amostra.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 27
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO aparecimento de cor rosa pálida que persista por 15 segundos. A
Em recipientes bem-fechados. Em recipientes bem-fechados. temperatura ao final da titulação não deve ser inferior a 60 ºC.
ROTULAGEM ROTULAGEM Calcular a molaridade. Cada 6,700 mg de oxalato de sódio equivalem
Observar a legislação vigente. Observar a legislação vigente. a 1 ml de permanganato de potássio 0,02 M.
CLASSE TERAPÊUTICA CATEGORIA Conservação - Recipientes de vidro bem-fechados.
Anticoncepcional. Agente tamponante. Armazenagem - Proteger da luz.
297 _________________________________________________ Informação adicional - Conferir o título com freqüência.
METAFOSFATO DE POTÁSSIO XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES 299
Hidróxido de sódio 0,05 M OLEATO DE ETILA
Kalii metaphosphas Ethylis oleas
Preparação - Dissolver 0,2 g de hidróxido de sódio em 10 ml
de água e completar a 100 ml com o mesmo solvente.
(KPO3)n 07383.01-4 Fluoreto de sódio <!ID973404-7>

Preparação - Secar aproximadamente 0,5 g de fluoreto de


Metafosfato de potássio sódio à 200 °C, por 4 horas. Pesar exatamente 0,222 g de material
Metafosfato de potássio é um polímero de cadeia linear com seco e dissolver água, completando o volume a 100 ml. Pipetar 10 ml C20H38O2 310,52 07389.01-9
alto grau de polimerização. Contém o equivalente a, no mínimo, 59% desta solução para frasco volumétrico de 1 000 ml e completar o
e, no máximo 61% de P2O5. volume com água. Cada ml desta solução equivale a 10 µg de fluo- 9-Octadecenoato de (Z)-etila
DESCRIÇÃO reto. Oleato de etila é uma mistura de ésteres decílicos de ácidos
Caracteres físicos. Pó branco, inodoro. Molibdato de amônio SR graxos, principalmente do ácido oléico. Pode conter um antioxidante
Solubilidade. Insolúvel em água. Solúvel em soluções aquo- Preparação - Dissolver 6,5 g de ácido molibdínico, finamente apropriado.
sas diluídas de sais de metais alcalinos (exceto potássio). moído, em mistura de 14 ml de água e 14,5 ml de hidróxido de DESCRIÇÃO
Constantes físico-químicas amônio. Resfriar a solução e adicioná-la, lentamente e com agitação, Caracteres físicos. Líquido límpido, amarelo pálido a in-
a uma mistura resfriada de 32 ml de ácido nítrico e 40 ml de água. color.
Viscosidade (V.2.7): misturar 0,3 g de metafosfato de po- Solubilidade. Praticamente insolúvel em água, miscível com
Deixar em repouso por 48 horas e filtrar através de cadinho com
tássio com 200 ml de pirofosfato de sódio a 0,35% (p/V), usando fundo sinterizado de porosidade fina. Esta solução se deteriora sob clorofórmio, com cloreto de metileno, com etanol, com éter de pe-
agitador magnético. Determinar a viscosidade da solução límpida armazenamento e é inadequada para o uso se, após adição de 2 ml de tróleo e com óleos fixos.
obtida ou da fase líquida da mistura obtida após 30 minutos de solução de fosfato de sódio dibásico dodecaidratado SR para 5 ml de Constantes físico-químicas
agitação contínua. Entre 6,5 cP e 15 cP. solução, um precipitado amarelo abundante não se forma imedia- Densidade relativa (V.2.5): 0,866 e 0,874, determinada a 20
IDENTIFICAÇÃO tamente ou após leve aquecimento. Se ocorrer formação de pre- ºC.
A. Adicionar 1 g da amostra finamente pulverizada, len- Índice de refração (V.3.3.4): 1,443 a 1,450.
cipitado durante o armazenamento, empregar somente a solução so- Viscosidade (V.2.7): no mínimo 5,15 cP.
tamente e com agitação vigorosa, a 100 ml de solução de cloreto de brenadante clara.
sódio a 2% (p/V). Forma-se massa gelatinosa. ENSAIOS DE PUREZA
Armazenagem - Proteger da luz. Índice de acidez (V.3.3.7). No máximo 0,5.
B. Aquecer à ebulição, por 30 minutos, mistura de 0,5 g de 298 Índice de iodo (V.3.3.10). 75 a 85.
metafosfato de potássio, 10 ml de ácido nítrico e 50 ml de água, e NITRITO DE SÓDIO Índice de peróxidos (V.3.3.11). Determinar em 5 g de amos-
resfriar. A solução resultante responde às reações do íon fosfato Natrium nitrosum tra. No máximo 10.
(V.3.1.1) e às reações do íon potássio (V.3.1.1). Índice de saponificação (V.3.3.8). 177 a 188.
ENSAIOS DE PUREZA NaNO2 69,00 05016.01-0 Cinzas totais (V.4.2.4). Determinar em 2 g de amostra. No
Limite de fluoretos. Adicionar 5 g de metafosfato de po- máximo 0,1%.
tássio, 25 ml de água, 50 ml de ácido perclórico, 5 gotas de nitrato de EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Sal sódico do ácido nitroso Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz.
prata a 50% (p/V) e algumas pérolas de vidro em frasco de destilação Contém, no mínimo, 97,0% e, no máximo 101,0% de Na-
de 250 ml, conectado a condensador contendo termômetro e tubo ROTULAGEM
NO2, em relação à substância dessecada. Observar a legislação vigente.
capilar, ambos em contato com o líquido. Conectar funil de adição DESCRIÇÃO CATEGORIA
pequeno, preenchido com água, ou gerador de vapor ao tubo capilar. Caracteres físicos. Pó granuloso, ou cristais hexagonais Adjuvante farmacêutico.
Adaptar o frasco a sistema de destilação com 1/3 do fundo do frasco transparentes, incolores, ou ainda, massa branca, opaca e deliqües- 300
na chama. Destilar para frasco volumétrico de 250 ml até a tem- cente. Inodoro e de sabor levemente salino. POLIETILENOGLICOL
peratura atingir 135 °C. Adicionar água através do funil de adição ou Solubilidade. Facilmente solúvel em água, pouco solúvel em
introduzir vapor através de um capilar para manter a temperatura etanol, insolúvel em éter etílico.
entre 135 ºC e 140 °C. Continuar a destilação até recolher de 225 ml IDENTIFICAÇÃO
a 240 ml, e então completar o volume com água e homogeneizar. A. A solução a 10% (p/V) responde às reações do íon nitrito
Transferir 50 ml desta solução para tubo de Nessler e, para o tubo de (V.3.1.1).
Nessler padrão, transferir 50 ml de água. Adicionar a cada um dos B. A solução a 10% (p/V) responde às reações do íon sódio <!ID973404-8>

tubos 0,1 ml de solução filtrada de alizarina SI e 1 ml de cloridrato (V.3.1.1). H(OCH2CH2)nOH


de hidroxilamina a 0,025% (p/V), recentemente preparada e homo- ENSAIO DE PUREZA α-Hidro-ω-hidroxipoli(oxi-1,2-etanodiil)
geneizar. Adicionar, gota a gota, e sob agitação, solução de hidróxido Metais pesados (V.3.2.3 - Método I). Dissolver 1 g em 6 ml Polietilenoglicol é um polímero de adição do óxido de eti-
de sódio 0,05 M para o tubo contendo a amostra até que a cor de HCl 3 M, e deixar em banho-maria até não ser mais perceptível leno e água, representado pela fórmula acima em que n é o número
corresponda a do tubo padrão, que é levemente rósea. A seguir odor do ácido clorídrico. Dissolver o resíduo em 23 ml de água e médio de grupos de óxido de etileno. O peso molecular médio é, no
adicionar a cada tubo 1 ml de ácido clorídrico 0,1 M e homogeneizar. adicionar 2 ml de ácido acético M. Prosseguir conforme descrito em mínimo, 95,0% e, no máximo, 105,0% do valor nominal rotulado
Ensaio-limite para metais pesados. No máximo 0,002% (20 ppm). quando este for inferior a 1 000; no mínimo, 90,0% e, no máximo,
Utilizando bureta com graduação de 0,05 ml, adicionar, vagarosa- 110,0% do valor nominal rotulado quando este encontrar-se entre 1
mente ao tubo contendo a amostra, quantidade suficiente de nitrato de Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em estufa a 105
ºC, por 4 horas. No máximo 0,25%. 000 e 7 000; e, no mínimo, 87,5% e, no máximo, 112,5% do valor
tório a 0,025% (p/V), de maneira que, após a homogeneização, a cor nominal rotulado quando o valor rotulado for superior a 7 000.
DOSEAMENTO
do líquido é alterada para levemente rósea. Registrar o volume de DESCRIÇÃO
Pesar, exatamente, cerca de 1 g de nitrito de sódio, transferir
solução adicionada, adicionar o mesmo volume, exatamente medido, para balão volumétrico de 100 ml e dissolver em água. Completar o Caracteres físicos. Líquido límpido ou levemente turvo, vis-
para o tubo padrão e homogeneizar. A seguir, com auxilio da bureta, volume para 100 ml com o mesmo solvente. Transferir 10 ml desta coso, incolor, levemente higroscópico e com leve odor característico,
adicionar a solução de referência de fluoreto de sódio (10 µg de F por solução para outro recipiente contendo mistura de 50 ml de per- ou sólido branco inodoro, de consistência cremosa, em forma de pó
mililitro), para tornar similar a coloração dos dois tubos, após a manganato de potássio 0,02 M SV, 100 ml de água e 5 ml de ácido ou flocos que se dissolvem em água.
diluição para um mesmo volume. Homogeneizar e permitir que as sulfúrico. Ao adicionar a solução contendo nitrito de sódio, imergir a Solubilidade. Solúvel em água, acetona, etanol, miscível com
bolhas de ar escapem antes de proceder à comparação final de cor. ponta da pipeta sob a superfície da mistura de permanganato. Aquecer outros glicóis e com hidrocarbonetos aromáticos, insolúvel em éter e
Verificar o ponto final, adicionando 1 ou 2 gotas da solução de a mistura a 40 ºC, deixar em repouso por 5 minutos e adicionar 25 ml hidrocarbonetos alifáticos.
referência de fluoreto de sódio para o tubo padrão. Uma coloração de ácido oxálico 0,05 M SV. Aquecer a mistura até 80 ºC, e titular Constantes físico-químicas
distinta é observada. O volume de fluoreto de sódio requerido para a com permanganato de potássio 0,02 M SV. Cada ml de permanganato Viscosidade (V.2.7): determinar em viscosímetro capilar com
solução de referência não deverá exceder 1 ml (0,001%). de potássio 0,02 M SV equivale a 3,450 mg de NaNO2. tempo de escoamento de, no mínimo, 200 segundos e em temperatura
Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método I). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO mantida a 98,9 ± 0,3 ºC. A viscosidade deve estar dentro dos limites
Dissolver 1 g em 15 ml de ácido clorídrico 3 M e prosseguir con- Em recipientes bem-fechados. estabelecidos na Tabela 1, de acordo com o peso molecular médio de
forme descrito em Ensaio-limite para arsênio. No máximo 0,0003% ROTULAGEM cada amostra. Para a amostra cujo peso molecular médio não esteja
(3 ppm). Observar a legislação vigente. listado na tabela, calcular os limites por interpolação.
Chumbo (V.3.2.12). Dissolver 1 g em 10 ml de ácido clo- CLASSE TERAPÊUTICA Tabela 1 - Limite de viscosidade para amostras de polie-
rídrico 3 M e prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para Vasodilatador; antídoto (envenenamento por cianeto). tilenoglicol
chumbo. No máximo 0,0005% (5 ppm). __________________________________________________
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto XII.3. SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS Peso Molecular Médio Faixa de Viscosidade Peso Molecular Médio Faixa de Viscosidade
- Método I). Adicionar 10 ml de ácido clorídrico 3 M para 1 g de Ácido oxálico 0,05 M SV em Centistokes em Centistokes
metafosfato de potássio e aquecer até que não se dissolva mais. Especificação - Contém 6,45 g de ácido oxálico em água a 1 200 3,9 a 4,8 2200 43,0 a 56,0
Adicionar 15 ml de água, homogeneizar, filtrar e prosseguir conforme 000 ml. 300 5,4 a 6,4 2300 46,0 a 60,0
descrito em Ensaio-limite para metais pesados. No máximo 0,002% Padronização - Titular com permanganato de potássio 0,02
. M SV recentemente padronizado.
400 6,8 a 8,0 2400 49,0 a 65,0
(20 ppm). 500 8,3 a 9,6 2500 51,0 a 70,0
Conservação - Recipientes de vidro bem-fechados.
DOSEAMENTO Armazenagem - Proteger da luz. 600 9,9 a 11,3 2600 54,0 a 74,0
Misturar 0,2 g de metafosfato de potássio com 15 ml ácido Permanganato de potássio 0,02 M SV 700 11,5 a 13,0 2700 57,0 a 78,0
nítrico e 30 ml de água, ferver por 30 minutos, resfriar e diluir com Preparação - Dissolver cerca de 3,3 g de permanganato de 800 12,5 a 14,5 2800 60,0 a 83,0
água a aproximadamente 100 ml. Aquecer a 60 ºC, adicionar excesso potássio em 1 000 ml de água em frasco com rolha, e aquecer à 900 15,0 a 17,0 2900 64,0 a 88,0
de molibdato de amônio SR e aquecer a 50 ºC por 30 minutos. Filtrar ebulição por cerca de 15 minutos. Tampar o frasco e deixar em 1000 16,0 a 19,0 3000 67,0 a 93,0
e lavar o precipitado, primeiro com ácido nítrico 0,5 M e em seguida repouso por pelo menos 2 dias. Filtrar em filtro de vidro sinterizado 1100 18,0 a 22,0 3250 73,0 a 105,0
com nitrato de potássio a 1% (p/V) até que no filtrado não seja de porosidade fina. 1200 20,0 a 24,5 3350 76,0 a 110,0
detectado resíduo ácido (papel tornassol). Adicionar 25 ml de água ao Padronização - Pesar exatamente cerca de 200 mg de oxalato
precipitado, dissolver com 50 ml de hidróxido de sódio M SV, adi- 1300 22,0 a 27,5 3500 87,0 a 123,0
de sódio previamente dessecado a 110 ºC, até peso constante, e
cionar fenolftaleína SI e titular o excesso de hidróxido de sódio M SV dissolver em 250 ml de água. Adicionar 7 ml de ácido sulfúrico, 1400 24,0 a 30,0 3750 99,0 a 140,0
com ácido sulfúrico M SV. Cada ml de hidróxido de sódio M SV aquecer a cerca de 70 ºC e então, adicionar a solução de perman- 1450 25,0 a 32,0 4000 110,0 a 140,0
equivale a 3,086 mg de P2O5. ganato, lentamente, a partir de bureta, com agitação constante, até 1500 26,0 a 33,0 4250 123,0 a 177,0
28 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005
1600 28,0 a 36,0 4500 140,0 a 200,0
DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA ENSAIOS DE PUREZA
1700 31,0 a 39,0 4750 155,0 a 228,0 Material estranho (V.4.2.2). No máximo 2%. Referentes aos
A raiz é axial e fusiforme, um pouco tortuosa, às vezes
1800 33,0 a 42,0 5000 170,0 a 250,0 ramificada ou bifurcada, apresentando na região apical um curto ri- vestígios de caules aéreos.
1900 35,0 a 45,0 5500 206,0 a 315,0 zoma nodoso, subgloboso, fortemente alargado, com até 4 cm de Água (V.4.2.3). No máximo 10%.
2000 38,0 a 49,0 6000 250,0 a 390,0 largura, verrucoso, de cor castanho-avermelhada, exibindo numerosos Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 6%.
2100 40,0 a 53,0 6500 295,0 a 480,0 vestígios de caules aéreos, cuja presença não pode exceder 2% do DOSEAMENTO
peso total, cobertos ao nível de sua inserção por folhas rudimentares, Saponinas
7000 350,0 a 590,0
Solução mãe: pesar, exatamente, cerca de 1 g da planta
7500 405,0 a 735,0 escamosas, ovaladas, obtusas, com 2 mm a 3 mm de comprimento, pulverizada e transferir para balão de fundo redondo de 250 ml.
8000 470,0 a 900,0 freqüentemente rosadas a arroxeadas, com bordos ciliados. Lateral- Adicionar 70 g de etanol a 50% (V/V), 0,1 ml de silicone an-
mente a raiz apresenta um apêndice em forma de quilha, disposto em tiespumante e algumas pérolas de vidro. Pesar, exatamente, o con-
toda a sua extensão, distribuído, geralmente, de maneira helicoidal. A junto e aquecê-lo, sob refluxo, em banho-maria, por 60 minutos.
IDENTIFICAÇÃO raiz, abaixo do rizoma apical nodoso, tem em regra, de 5 cm a 20 cm
Determinação do peso molecular médio. Esfriar e completar até peso inicial com etanol a 50% (V/V). Cen-
de comprimento e 0,5 cm a 1,2 cm de largura, podendo apresentar um trifugar, separar o resíduo e a solução decantada, que é pesada e
Solução de anidrido ftálico: adicionar 49 g de anidrido ftá- pequeno número de raízes laterais. Sua superfície, de cor castanho- levada a resíduo em rota vapor, a uma temperatura máxima de 60 °C.
lico num frasco âmbar e dissolver em 300 ml de piridina recen- Ressuspender o resíduo em 10 ml de ácido clorídrico 0,1 M, e
temente destilada em presença de anidrido ftálico. Agitar o frasco amarelada e pardacenta na região superior e amarelada na inferior, é
estriada, tanto longitudinal quanto transversalmente. Em secção trans- transferir para funil de separação de 250 ml, lavar o balão com duas
vigorosamente até completa dissolução. Adicionar 7 g de imidazol e porções de 5 ml de ácido clorídrico 0,1 M. Reunir as fases ácidas e
misturar, cuidadosamente, para dissolver inteiramente. Deixar a so- versal, observa-se o córtex amarelo-acastanhado, de espessura va-
riada, circundando uma área central lenhosa, de cor amarelo-clara, extrair com três porções de 70 ml da fase superior de mistura de
lução em repouso por 16 horas antes do uso. clorofórmio, ácido clorídrico 0,1 M e n-butanol (30:90:180). Após
Preparo da amostra para polietilenoglicóis líquidos: intro- opaca, de forma mais ou menos circular, até irregular. Esta secção
mostra uma estrutura predominantemente excêntrica, geralmente de agitação, as duas fases devem permanecer em repouso por 15 mi-
duzir, cuidadosamente, 25 ml da solução de anidrido ftálico num nutos, no mínimo, antes da sua separação. As fases orgânicas são
frasco seco, resistente a pressão e calor. Adicionar, ao frasco, quan- forma oval ou piriforme, em virtude da presença da quilha. A forma reunidas e lavadas com duas porções da fase inferior da mistura de
tidade de amostra, exatamente pesada, equivalente ao seu peso es- da secção transversal é variável, inclusive em diferentes alturas no clorofórmio, ácido clorídrico 0,1 M e n-butanol (30:90:180). A fase
perado dividido por 160. Tampar o frasco e envolvê-lo com uma capa mesmo indivíduo. A fratura é lisa e nítida. inferior é desprezada. Evaporar a fase orgânica a resíduo em rota
ou rede de segurança. DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA vapor, em temperatura máxima de 60 °C. Ressuspender o resíduo
Preparo da amostra para polietilenoglicóis sólidos: introduzir, Pelo exame microscópico da secção transversal da raiz, uti- com ácido acético glacial 98% transferindo para balão volumétrico de
cuidadosamente, 25 ml da solução de anidrido ftálico num frasco lizando solução aquosa de hipoclorito de sódio 3% (p/V), evidencia- 50 ml. Completar o volume com ácido acético glacial. Filtrar a
seco, resistente a pressão e calor. Adicionar, ao frasco, uma quan- se um súber de 2 a 6 camadas de células pardo-amareladas claras, solução, desprezando os primeiros 20 ml do filtrado.
tidade de amostra, .exatamente pesada, equivalente ao seu peso es- alongadas tangencialmente, com paredes finas. A região cortical é Solução amostra: transferir 0,5 ml da solução mãe para tubo
perado divido por 160 (devido ao limite de solubilidade, não usar formada por cerca de 10 ou mais camadas de células, sendo as mais de ensaio, acrescentar 4 ml do reagente de coloração. Homogeneizar
mais do que 25 g). Adicionar 25 ml de piridina recentemente des- externas colenquimáticas e as demais parenquimáticas, as quais apre- e aquecer o tubo de ensaio em banho-maria a 60 ± 1 °C durante 25
tilada em presença de anidrido ftálico. Agitar até efetiva solução. sentam uma substância amorfa, incolor ou amarelo-clara, que se se- minutos. Resfriar em banho de gelo por 30 segundos e realizar a
para sob a forma de grandes gotas de óleo pela adição de uma gota de leitura imediatamente.
Tampar o frasco e envolvê-lo com uma capa de segurança. Solução branco: transferir 0,5 ml de ácido acético glacial
Procedimento: transferir o frasco para banho-maria com tem- soluto de hidróxido de potássio. O câmbio forma um anel contínuo, para tubo de ensaio e adicionar 4 ml do reagente de coloração.
peratura entre 96 ºC e 100 ºC, de modo que a altura da água do banho produzindo tecidos de crescimento secundário anômalo, na maioria Homogeneizar e aquecer o tubo de ensaio em banho-maria a 60 ±
corresponda à altura do líquido dentro do frasco. Remover o frasco do das vezes de disposição excêntrica. O floema apresenta células pa- 1°C durante 25 minutos. Resfriar em banho de gelo por 30 segundos
banho e, após 5 minutos, sem retirar a capa de segurança, agitar por renquimáticas que se distribuem de maneira radial e em seus ele- e realizar a leitura imediatamente.
30 segundos para assegurar a homogeneidade. Aquecer por mais 30 mentos condutores também se verifica a presença da substância amor- Medir a absorvância da solução amostra em 520 nm (V.2.14-
minutos (60 minutos para polietilenoglicol de peso molecular acima fa. O xilema forma um maciço de lenho secundário, geralmente 3), utilizando a solução branco para o ajuste do zero. Calcular o teor
de 3000). Remover o frasco do banho e deixar esfriar até temperatura disposto em forma de leque, constituído de traqueídes com diâmetro de saponinas, como derivados do ácido oleanólico, segundo a ex-
ambiente. Destampar o frasco cuidadosamente para eliminar qualquer de até 65 µm e elementos de vaso de paredes com espessamento pressão:
pressão. Remover a capa de segurança. Adicionar 10 ml de água e reticulado e placas de perfuração laterais, associados a poucas células
agitar. Aguardar 2 minutos, adicionar 0,5 ml de mistura de fenolf- parenquimáticas lignificadas. Mais internamente, verifica-se a pre-
taleína SI e piridina (1:99). Titular com hidróxido de sódio 0,5 M SV sença do xilema primário, que permite a classificação do órgão como
até que a coloração rosa persista por 15 segundos. Realizar ensaio em diarco. Não existe parênquima medular. A região da quilha, cuja
branco utilizando mistura de 25 ml de solução de anidrido ftálico e forma é variável, de proeminente a quase circular, é originada por <!ID973404-10>

quantidade de piridina equivalente àquela adicionada à amostra. uma atividade irregular do câmbio, a qual pode promover um de- em que
Calcular o peso molecular médio pela expressão: senvolvimento anômalo do xilema e/ou do floema, resultando na AO% = teor de derivados do ácido oleanólico (%),
formação de um ou dois, raramente três, grandes raios parenqui- A = absorvância medida,
máticos cuneiformes, na região destes tecidos. As anomalias ob- m1 = massa da solução após centrifugação (g),
servadas em secção transversal correspondem a modificações pro- m2 = massa da droga (g) considerando o teor de água de-
<!ID973404-9>

fundas na estrutura anatômica da casca e do lenho, tornando-se muito terminado.


em que evidentes quando tratadas com floroglucinol e ácido clorídrico. Em EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
P = peso molecular médio em g/mol; nenhum dos tecidos verifica-se a presença de cristais ou amido. Res- Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz e umidade.
m = massa da amostra em gramas; tos de caules, quando presentes, mostram, em secção transversal, __________________________________________________
B = volume de hidróxido de sódio 0,5 M SV consumido pelo epiderme com células subretangulares e alongadas, córtex parenqui- XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
branco; matoso, bainha de fibras pericíclicas não lignificadas, floema com Anisaldeído SR
S = volume de hidróxido de sódio 0,5 M SV consumido pela elementos de pequeno diâmetro, xilema formado por traqueídes e Preparação - Misturar 25 ml de ácido acético glacial com 25
amostra; elementos de vaso com paredes de espessamento reticulado, heli-
M = molaridade da solução de hidróxido de sódio. ml de etanol, adicionar 0,5 ml de anisaldeído e 1 ml de ácido sul-
coidal ou pontoado e medula parenquimática. Folhas escamosas, fúrico.
ENSAIOS DE PUREZA quando presentes, exibem epiderme com paredes anticlinais sinuosas,
Aspecto da solução. A solução aquosa a 10% (p/V) é límpida Reagente de Ácido fosfomolíbdico SR.
tricomas unicelulares arredondados no ápice e estômatos anomocí- Preparação- Dissolver 20 g de ácido fosfomolíbdico em 100
e incolor para as amostras líquidas e não mais que levemente turva ticos.
para as amostras sólidas. ml de etanol 96%.
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ
pH (V.2.19). 4,5 a 7,5. Determinar em solução preparada O pó atende a todas as exigências estabelecidas para a es- Reagente de coloração
pela dissolução de 5 g de amostra em 100 ml de água isenta de pécie, menos os caracteres macroscópicos. São característicos: co- Preparação - Misturar 50 ml de ácido acético glacial e 50 ml
dióxido de carbono e adição de 0,3 ml de solução saturada de cloreto loração castanho-clara; fragmentos de súber; fragmentos de parên- de ácido sulfúrico. Deixar em repouso de 2 horas antes do uso.
de potássio. quima cortical de cor amarelada, com gotas de óleo; células do Estocar em geladeira por, no máximo, 24 horas.
Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método II). colênquima com gotas de óleo; fragmentos de traqueídes curtos; cé- LEGENDA
No máximo 0,0003% (3 ppm). lulas dos raios parenquimáticos lignificadas e com grandes poros Figura 1: Polygala senega L. - A. aspecto geral da raiz com
Metais pesados (V.3.2.3 - Método I). Misturar 4 g da amostra simples; eventualmente, ocorrem fragmentos de epiderme originários rizoma apical nodoso; B, D, E e F. aspectos gerais de secções trans-
com 5 ml de ácido clorídrico 0,1 M e diluir com água para 25 ml. de folhas escamosas dos caules aéreos, apresentando tricomas uni- versais da raiz; a: anomalia dos raios parenquimáticos; cx: córtex;
Prosseguir conforme descrito em Ensaio-limite para metais pesados. celulares e estômatos anomocíticos; ausência de esclereídes, de cris- cxs: córtex suberizado; f: floema; pe: periderme; x: xilema; C. as-
No máximo 0,0005% (5 ppm). tais e de grãos de amido. pecto geral da secção transversal da raiz com estrutura normal; G.
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 25 g de amostra, IDENTIFICAÇÃO células do parênquima cortical da região mais interna; H. detalhe de
em cadinho de platina. No máximo 0,1%. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada elementos de vasos; I. células do parênquima cortical da região mais
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G, com espessura de 0,25 externa; J. detalhe de uma porção da raiz em secção transversal,
Em recipientes bem-fechados. Alguns plásticos sofrem amo- mm, como suporte, e a fase superior de mistura de ácido acético conforme indicado em C; cx: córtex; cxs: córtex suberizado; f: floe-
lecimento pelo polietilenoglicol. glacial, água e butanol (10:40:50), como fase móvel. Aplicar, se- ma; pe: periderme; x: xilema. As escalas correspondem em A a 7
ROTULAGEM paradamente, à placa, em forma de banda, 10 µl da solução (1) 10 µl mm; em B, C, D, E e F a 1 mm; em G, H, I, J a 100 µm.
Observar a legislação vigente. e 40 µl da solução (2), recentemente preparadas, descritas a seguir. 302
CATEGORIA Solução (1): pesar 1 g da droga em pó, adicionar 10 ml de RUIBARBO
Adjuvante farmacotécnico. etanol a 70% (V/V) e deixar em ebulição por 15 minutos, sob refluxo. Rhei rhizoma et radix
301 Filtrar e resfriar. Rheum palmatum L. e/ou Rheum officinale Baill. - PO-
POLÍGALA Solução (2): escina padrão a 1 mg/ml em etanol a 70%
Senegae radix LYGONACEAE
(V/V).
Polygala senega L. - POLYGALACEAE A droga vegetal é constituída de rizomas e raízes dessecados
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
A droga vegetal é constituída pelas raízes e curto rizoma ao ar. Nebulizar com anisaldeído SR. Deixar em estufa entre 100 ºC e fragmentados, sendo os rizomas desprovidos das bases dos pecíolos
nodoso de Polygala senega L. e de seus cultivares contendo, no e 105 ºC, até o aparecimento de manchas vermelhas correspondentes foliares e os rizomas e as raízes desprovidos da quase totalidade do
mínimo, 6% de saponinas expressos em derivados do ácido olea- aos saponosídeos. O cromatograma da solução (1) apresenta entre três córtex, das espécies acima ou de seus híbridos interespecíficos, ou
nólico. e cinco manchas vermelhas nas regiões central e inferior, com Rfs ainda, da mistura delas, excetuando-se partes ou misturas com Rheum
SINONÍMIA VULGAR semelhantes aos das manchas violeta-acinzentadas, obtidas com a rhaponticum L., contendo, no mínimo, 2,5% de derivados hidro-
Polígala-da-virgínia, sênega. solução (2). Nebulizar a placa com ácido fosfomolíbdico a 20% (p/V) xiantracênicos, expressos em reína.
CARACTERES ORGANOLÉPTICOS em etanol, deixar em estufa entre 100 ºC e 105 ºC, até que as SINONÍMIA VULGAR
A raiz tem odor suave, adocicado, lembrando salicilato de manchas correspondentes aos saponosídeos tornem-se azuis. A in- Ruibarbo-da-china.
metila, levemente rançoso. O sabor é inicialmente adocicado e após tensidade e o tamanho das manchas obtidas no cromatograma da CARACTERES ORGANOLÉPTICOS
acre. O pó da raiz é irritante e esternutatório; quando agitado com solução (1) estão entre as duas manchas correspondentes à escina, A droga tem odor característico e aromático, sabor amargo e
água produz espuma abundante. obtidas pela aplicação de 10 µl e 40 µl da solução (2). adstringente.
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DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA IDENTIFICAÇÃO transversal da região cortical; cr. cristal; ga. grão de amido; pci.
Fragmentos de rizoma irregulares, discóides ou cilíndricos, A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada parênquima cortical interno; D. detalhe da região vascular; ca. câm-
arredondados, planos ou plano-convexos, com até 15 cm de diâmetro delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel GF254, com espessura de 0,25 bio; f. floema; x. xilema; E. detalhe do sistema vascular anômalo em
e 1 cm a 5 cm de espessura, desprovidos geralmente da região mm, como suporte, e mistura de éter de petróleo, acetato de etila e secção transversal; ca. câmbio; cr. cristal; ev. elemento de vaso; f.
cortical e/ou parte da região vascular, em regra até próximo ou além ácido fórmico anidro (75:25:1), como fase móvel. Aplicar, separa- floema; ga. grão de amido; rp. raio parenquimático; x. xilema; F, G,
da zona cambial. A superfície externa é lisa e geralmente revestida de damente, à placa, em forma de banda, 20 µl da solução (1) e 10 µl da
solução (2), recentemente preparadas, descritas a seguir. H, I, J, L e M. detalhes do pó; F. detalhe de células parenquimáticas
uma camada de pó amarelo-acastanhado. Se retirada esta camada, Solução (1): pesar, cerca de 50 mg da droga em pó (250 em secção transversal contendo grãos de amido; G. detalhe de células
mostra cor rosada, que, quando umedecida, apresenta linhas escuras e µm), adicionar 1 ml de ácido clorídrico e 30 ml de água, aquecer sob parenquimáticas em secção longitudinal; ga: grão de amido; H. de-
claras que se entrecruzam, mostrando numerosos retículos em forma refluxo, em banho-maria, por 15 minutos. Resfriar à temperatura talhes de grãos de amido; I. detalhe de células do raio parenqui-
de losangos interrompidos pelas cicatrizes provenientes das raízes. ambiente e extrair com 25 ml de éter etílico. Filtrar sobre sulfato de mático, em secção transversal; J. detalhe de células parenquimáticas
Em secção transversal, destaca-se um anel escuro, correspondente ao sódio anidro. Evaporar o filtrado até resíduo. Ressuspender o resíduo em secção transversal; cr: cristal de oxalato de cálcio do tipo drusa;
câmbio, seguido por outro anel estreito, regularmente sulcado por em 0,5 ml de éter etílico. L. detalhe de células parenquimáticas radiais em secção transversal,
estrias radiais alaranjadas, paralelas entre si. O interior do cilindro Solução (2): emodina padrão a 0,1% (p/V) em éter etílico. associadas a outras células parenquimáticas em secção longitudinal
central é preenchido por um tecido de cor rosada, no qual se destacam Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar
ao ar. Observar sob luz ultravioleta (365 nm). A mancha principal radial; M. detalhe de elemento de vaso com espessamento reticulado
numerosas estruturas em forma de estrela, correspondentes a feixes e células parenquimáticas em secção longitudinal. As escalas cor-
vasculares anômalos. Estes feixes vasculares têm um diâmetro de 2,0 obtida no cromatograma com a solução (1) corresponde em posição e
intensidade àquela obtida com a solução (2) (Rf de aproximadamente respondem em A, B, C, D e E a 500 µm.
mm a 4,1 mm cada e estão dispostos irregularmente e/ou também em 303
0,50). A mancha correspondente à emodina apresenta fluorescência
um ou dois anéis, conferindo à droga um aspecto marmoreado. Os alaranjada. O cromatograma obtido com a solução (1) apresenta ou- SOLUÇÃO ANTICOAGULANTE CITRATO DE SÓDIO
rizomas de Rheum palmatum se caracterizam por apresentar feixes tras manchas com fluorescências similares, correspondentes a aloe- Anticoagulantes natrii citras solutio
vasculares anômalos pequenos, em média com 2,5 mm de diâmetro e emodina (Rf de aproximadamente 0,05), reína (Rf de aproximada-
um conjunto de feixes formando um anel contínuo, às vezes dois, Solução anticoagulante de citrato de sódio é solução estéril
mente 0,12), fisciona (Rf de aproximadamente 0,80) e crisofanol (Rf que contém citrato de sódio em água para injetáveis. Cada 100 ml
enquanto que os de Rheum officinale têm feixes maiores, com até 4,1 de aproximadamente 0,85). Nebulizar a placa com hidróxido de po-
mm de diâmetro, distribuídos irregularmente na secção transversal. tássio a 10% (p/V) em metanol. Todas as manchas apresentam co- contém, no mínimo, 3,80 g e, no máximo, 4,20 g de
Os fragmentos de raízes são cilíndricos ou cônicos, desprovidos de loração alaranjada. C6H5Na3O7.2H2O. Não contém agentes antimicrobianos. Pode ser pre-
córtex, medindo de 3 cm a 6 cm de diâmetro e 4 cm a 17 cm de B. Adicionar gotas de hidróxido de potássio a 10% (p/V) em parada conforme descrito a seguir:
comprimento, com coloração semelhante à do rizoma. Em secção metanol ao microssublimado de pequena alíquota da droga em pó
transversal, são nítidos os raios parenquimáticos de disposição radial, (250 µm). Desenvolve-se coloração vermelha. Citrato de sódio diidratado....... 40,0 g
desde a porção central até a periferia. A fratura dos rizomas e raízes C. Pesar 50 mg da droga em pó (250 µm), adicionar 25 ml Água para injetáveis.............qsp 1 000 ml
de ácido clorídrico 2 M. Aquecer em banho-maria durante 15 mi-
é granulosa. nutos. Após esfriar, transferir a solução ácida para funil de separação
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA e extrair com 10 ml de éter etílico. Decantar a camada etérea e agitar Dissolver o citrato de sódio em água para injetáveis, com-
Em secção transversal, o rizoma, quando acompanhado da com 10 ml de hidróxido de amônio 6 M. Desenvolve-se coloração pletar o volume e homogeneizar. Filtrar até obter solução límpida.
região cortical ou de seus restos, apresenta súber e parênquima cor- vermelha na camada aquosa amoniacal. Envasar imediatamente em recipientes adequados e esterilizar. Se
tical externo pouco desenvolvidos. As células do súber têm dis- ENSAIOS DE PUREZA necessário, o citrato de sódio diidratado pode ser substituído por 35,1
posição radial e paredes finas. O parênquima cortical externo, que Rheum rhaponticum L. Proceder conforme descrito em Cro-
acompanha o súber, assim como os demais parênquimas, possui cé- matografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel GF254, g de citrato de sódio anidro.
lulas arredondadas ou ocasionalmente poligonais, de paredes finas, com espessura de 0,25 mm, como suporte, e mistura de metanol e IDENTIFICAÇÃO
com numerosos grãos de amido e cristais do tipo drusa. As células diclorometano (20:80), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à A. A amostra concentrada à 1/20 de seu volume responde às
parenquimáticas, que contêm grandes drusas, possuem maior volume. placa, em forma de banda, 20 µl da solução (1) e 5 µl da solução (2), reações do íon citrato (V.3.1.1).
Estes cristais de oxalato de cálcio possuem diâmetro de 100 µm até recentemente preparadas, descritas a seguir. B. A amostra concentrada à 1/20 de seu volume responde às
Solução (1): pesar 0,2 g da droga em pó e adicionar 2 ml de reações do íon sódio (V.3.1.1).
200 µm. Os grãos de amido medem de 2 µm a 35 µm de tamanho, metanol. Ferver sob refluxo, por 15 minutos. Deixar esfriar e fil-
geralmente de 10 µm a 20 µm, são simples ou compostos, de duas a CARACTERÍSTICAS
trar. Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste
cinco unidades, com hilo central e radiado. O sistema vascular apre- Solução (2): raponticina padrão a 0,1% (p/V) em metanol.
senta-se sob duas formas distintas. A mais externa, derivada do câm- Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar pH (V.2.19). 6,4 a 7,5.
bio normal é contínua e mais ou menos circular e a mais interna ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (365 nm). O cromatograma ob- TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA
apresenta feixes vasculares anômalos, os quais têm aspecto de estrela tido com a solução (1) não deve apresentar linha azul de Rf apro- Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste.
e distribuem-se irregularmente no parênquima medular ou, alguns ximado de 0,68 (raponticina). Nebulizar a placa com ácido fosfo- Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 5,56 UE/ml.
deles, formam um ou dois anéis. O sistema vascular externo possui molíbdico SR, o cromatograma obtido com a solução (1) não deve DOSEAMENTO
floema secundário pouco desenvolvido e seus elementos encontram- apresentar linha escura, com Rf aproximado de 0,68 (raponticina). Proceder conforme descrito em Titulação em meio não-aquo-
se geralmente obliterados. O floema é desprovido de fibras. O câmbio Material estranho (V.4.2.2). No máximo 1%. so (V.3.4.5). Transferir 10 ml da amostra para béquer de 250 ml e
é constituído por três a quatro camadas de células retangulares de Água (V.4.2.3). No máximo 12%. evaporar até secura. Adicionar 100 ml de ácido acético glacial e
Cinzas totais (V.4.2.4). No máximo 13%. agitar até completa dissolução. Titular com ácido perclórico 0,1 M
paredes finas. O xilema secundário tem disposição radial e é formado
por poucas camadas de elementos de vaso que apresentam forma <!ID973405-1>
SV determinando o ponto final potenciometricamente. Realizar ensaio
poligonal ou irregular, com espessamento geralmente reticulado, cujo DOSEAMENTO em branco e fazer as correções necessárias. Cada ml de ácido per-
diâmetro pode alcançar 100 µm. Os raios parenquimáticos são for- Derivados hidroxiantracênicos clórico 0,1 M SV equivale a 9,803 mg de C6H5Na3O7.2H2O.
mados cada um por uma a quatro fileiras de células, contendo massas Solução mãe: em balão de fundo redondo de 50 ml, pesar EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
amorfas de cor amarelo-acastanhado ou amarelo intenso, correspon- exatamente cerca de 0,1 g da droga dessecada e pulverizada. Adi- Em recipientes para dose única, de vidro Tipo I ou Tipo II,
dentes aos derivados hidroxiantracênicos. Estas massas tomam cor cionar 30 ml de água, misturar e pesar o conjunto. Aquecer em incolor e transparente, ou em recipientes plásticos apropriados, em
vermelha intensa, quando submetidas a uma solução de hidróxido de banho-maria, sob refluxo durante 15 minutos. Deixar esfriar e adi- conformidade com a legislação vigente.
potássio a 10% (p/V). O parênquima medular preenche quase a to- cionar 50 mg de bicarbonato de sódio, pesar e restabelecer o peso ROTULAGEM
talidade do cilindro central, sendo interrompido pelos feixes vas- original com água. Centrifugar e transferir 10 ml do líquido so-
brenadante para um balão de 50 ml de capacidade, adicionar 20 ml de Observar a legislação vigente. O rótulo deve indicar a quan-
culares anômalos. Cada um destes feixes tem aspecto circular, seu tidade, em mililitros, da amostra necessária para cada 100 ml de
cloreto férrico a 10,5% (p/V) em água e agitar. Aquecer a mistura,
floema é interno e o xilema externo. Caracterizando este feixe vas- sob refluxo, durante 20 minutos agitando freqüentemente. Adicionar 1 sangue total, ou a quantidade, em mililitros, necessária para cada
cular ocorrem raios parenquimáticos, que partem do centro e con- ml de ácido clorídrico e aquecer por mais 20 minutos. Esfriar e unidade de sangue total a ser coletada.
ferem à estrutura aspecto de estrela. Seu floema tem aparência es- transferir para funil de separação. Extrair com três porções sucessivas 304
branquiçada e as células parenquimáticas deste tecido estão repletas de 25 ml de éter etílico, previamente utilizada para lavar o balão. SOLUÇÃO ANTICOAGULANTE CITRATO E GLICOSE
de grãos de amido e algumas possuem cristais do tipo drusas. A zona Reunir os extratos etéreos e lavar com duas porções de 20 ml de Anticoagulantes citras dextrosum solutio
cambial é contínua e formada por três a quatro camadas de células. O água, filtrar para balão volumétrico de 100 ml e completar o volume Solução anticoagulante de citrato e glicose é uma solução
xilema possui poucos elementos de vaso, dispostos em duas a cinco com éter etílico.
Solução amostra: evaporar 10 ml da solução mãe até resíduo. estéril, que contém ácido cítrico, citrato de sódio e glicose em água
fileiras, apresentando espessamento geralmente reticulado e ausência para injetáveis. Cada 1 000 ml da solução A contém, no mínimo,
de lignina. Os raios parenquimáticos são formados por uma a quatro Ressuspender o resíduo em 10 ml de acetato de magnésio a 0,5%
(p/V) em metanol. 20,59 g e, no máximo, 22,75 g de citrato total, expresso como ácido
fileiras de células, apresentando as mesmas características daqueles
ocorrentes no sistema vascular externo. Estes se expandem em di- Solução branco: usar metanol. cítrico anidro (C6H8O7); no mínimo, 23,28 g e, no máximo, 25,73 g
Medir a absorvância da solução em 515 nm (V.2.14-3), ime- de glicose (C6H12O6.H2O); e, no mínimo, 4,90 g e, no máximo, 5,42
reção ao xilema, muitas vezes confundindo-se com o tecido paren- diatamente após o seu preparo, utilizando metanol para ajuste do
quimático medular ou com os dos raios parenquimáticos dos feixes g de sódio (Na). Cada 1 000 ml da solução B contém, no mínimo,
zero. Considerar, para a reína, A (1%, 1 cm) = 440, em 515 nm, em 12,37 g e, no máximo, 13,67 g de citrato total, expresso como ácido
vasculares (estrelas) próximos, entrecruzando-se de tal forma que é metanol. Calcular o teor de derivados hidroxiantracênicos, expressos
difícil definir sua trajetória. A raiz, em secção transversal, apresenta cítrico anidro (C6H8O7); no mínimo, 13,96 g e, no máximo, 15,44 g
em reína, segundo a expressão:
as mesmas características do rizoma, exceto os feixes vasculares de glicose ( C6H12O6.H2O); e, no mínimo, 2,94 g e, no máximo, 3,25
anômalos e o parênquima medular. As massas amorfas amareladas, g de sódio (Na). Não contém agentes antimicrobianos. As soluções A
contendo derivados hidroxiantracênicos, ocorrem mais abundante- e B podem ser preparadas conforme descrito a seguir:
mente, quando comparadas àquelas encontradas nos raios parenqui-
máticos do rizoma. <!ID973405-2>
Solução A Solução B
DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ em que Ácido cítrico anidro.......................................... 7,3 g 4,4 g
O pó atende a todas as. exigências estabelecidas para estas DHC = derivados hidroxiantracênicos em %; Citrato de sódio diidratado............................... 22,0 g 13,2 g
espécies, menos os caracteres macroscópicos. São características: co- A = absorvância medida; Glicose monoidratada....................................... 24,5 g 14,7 g
loração alaranjada à amarelo-acastanhada, que com hidróxido de po- m = massa da droga (g) considerando o teor de água de- Água para injetáveis....................................qsp 1 000 ml 1 000 ml
tássio a 10% (p/V) toma cor vermelha; células dos raios paren- terminado.
quimáticos com substância amarela amorfa; fragmentos de elementos EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
de vaso reticulados não lignificados, que podem atingir até 175 µm Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz e calor. Dissolver os componentes em água para injetáveis, com-
de comprimento; numerosos grupos de células parenquimáticas, de LEGENDA pletar o volume e homogeneizar. Filtrar até obter solução límpida.
forma arredondada ou poligonal, de paredes finas, com grãos de Figura 1. Rheum palmatum L. (A1); Rheum officinale Baill. Envasar imediatamente em recipientes adequados e esterilizar. Se
amido; fragmentos de raios parenquimáticos em vista longitudinal (A2) - A1 e A2. esquemas parciais dos rizomas em secção trans- necessário, o ácido cítrico anidro pode ser substituído por 8 g de
radial ou em vista tangencial; grande número de grãos de amido versal; ca. câmbio; f. floema; fva. feixe vascular anômalo; pce. pa- ácido cítrico monoidratado para solução A, e 4,8 g para solução B; o
esféricos, com hilo central e radiado, simples ou compostos, com rênquima cortical externo; pci. parênquima cortical interno; pm. pa- citrato de sódio diidratado pode ser substituído por 19,3 g de citrato
duas a cinco unidades; drusas de oxalato de cálcio ou seus frag- rênquima medular; su. súber; x. xilema; B, C e D. detalhes do pó; B. de sódio anidro para a solução A, e 11,6 g para a solução B; e a
mentos. Fibras e esclereídes ausentes. Utilizar solução aquosa de detalhe de secção transversal da região externa do córtex do rizoma; glicose monoidratada pode ser substituída por 22,3 g de glicose ani-
hipoclorito de sódio a 3% (p/V) para o exame microscópico. pce. parênquima cortical externo; su. súber; C. detalhe de secção dra para a solução A, e 13,4 g para a solução B.
30 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

IDENTIFICAÇÃO Solução padrão estoque: dissolver em água quantidade exa- Solução B: dissolver 173 g de tartarato de sódio e potássio
A. Proceder conforme descrito nos testes de Identificação da tamente pesada de ácido cítrico, previamente dessecado a 90 °C, por cristalizado e 50 g de hidróxido de sódio em água para 500 ml.
monografia de Glicose. 3 horas, e diluir adequadamente de modo a obter solução de ácido Acondicionar em recipientes pequenos e resistentes a álcalis.
B. A amostra concentrada à metade de seu volume responde cítrico anidro a 1,0 mg/ml. Preparação - Misturar volumes iguais das soluções A e B no
às reações do íon citrato (V.3.1.1).
C. A amostra concentrada à metade de seu volume responde Curva de calibração: transferir alíquotas de 8, 9, 10, 11 e 12 momento do uso.
às reações do íon sódio (V.3.1.1). ml da solução padrão estoque, respectivamente, para balões volu- 306
CARACTERÍSTICAS métricos de 100 ml. Completar o volume com água e homogenei- SOLUÇÃO ANTICOAGULANTE HEPARINA
Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste. zar. Anticoagulantes heparinum solutio
pH (V.2.19). 4,5 a 5,5. Procedimento: transferir, separadamente, 1 ml da solução Solução anticoagulante de heparina é uma solução estéril que
ENSAIOS DE PUREZA amostra e das soluções da curva de calibração para tubos de ensaio. contém heparina sódica e solução de cloreto de sódio a 0,9% (p/V)
Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 10 ml da amostra. Pro- Preparar branco em paralelo, utilizando 1 ml de água. Adicionar a
ceder conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo em água para injetáveis. Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo,
0,0035% (35 ppm). cada tubo 1,3 ml de piridina, agitar suavemente, 5,7 ml de anidrido 110,0% da potência declarada, expressa em termos de UI de heparina.
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA acético e agitar. Imediatamente após, transferir os tubos para banho- Contém, no mínimo, 0,85% e, no máximo, 0,95% de cloreto de sódio
Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste. maria, à 31,0 ± 1,0 °C, por 33 ± 1 minutos, até desenvolvimento de (NaCl). Pode conter agentes tamponantes. Não contém agentes an-
Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 5,56 UE/ml. cor. Medir a absorvância da solução amostra e das soluções da curva timicrobianos. Pode ser preparada conforme descrito a seguir.
DOSEAMENTO de calibração em 425 nm (V.2.14-3), utilizando o branco para ajuste
Citrato total do zero. As leituras devem ser realizadas exatamente no tempo es-
Proceder conforme descrito em Doseamento de citrato total Heparina sódica.......................................................... 75 000 UI
na monografia de Solução anticoagulante citrato, fosfato e glicose. tabelecido. Calcular a quantidade de citrato total na amostra a partir
dos resultados obtidos na curva de calibração. Expressar o resultado Solução de cloreto de sódio a 0,9 % (p/V)...........qsp 1 000 ml
Glicose
Determinar o poder rotatório da solução (V.2.8) em tubo de em termos de ácido cítrico anidro, em g/l.
200 mm, empregando luz de sódio no comprimento de onda de 589,3 Fosfato total Dissolver a heparina em solução de cloreto de sódio a 0,9%
nm, à temperatura de 20 oC. Calcular a quantidade de glicose em 100 Proceder conforme descrito em Espectrofotometria de ab- (p/V) em água para injetáveis. Completar o volume para 1 000 ml
ml de solução, considerando sorção no ultravioleta (V.2.14-3). Preparar as soluções padrão e amos- com o mesmo solvente, homogeneizar e filtrar. Envasar em reci-
tra conforme descrito a seguir. pientes adequados e esterilizar.
Solução de ácido 1,2,4-aminonaftolsulfônico: dissolver 0,5 g CARACTERÍSTICAS
de ácido 1,2,4-aminonaftolsulfônico em aproximadamente l50 ml de Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste.
metabissulfito de sódio a 15% (p/V), aquecendo, se necessário. Adi- pH (V.2.19). 5,0 e 7,5.
<!ID973405-3>

cionar 5 ml de sulfito de sódio a 20% (p/V), misturar e completar o TESTE DE SEGURANÇA BIOLÓGICA
. à glicose anidra.
, em relação volume para 200 ml com metabissulfito de sódio a 15% (p/V). Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste.
Sódio Solução amostra: diluir 5 ml da amostra em água para 100 Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 2,5 UE/ml.
Proceder conforme descrito em Doseamento de sódio na ml. DOSEAMENTO
monografia de Solução anticoagulante citrato, fosfato e glicose. Solução padrão: transferir, exatamente, cerca de 0,44 g de Heparina
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO fosfato de potássio monobásico em água para obter 1 000 ml e Proceder conforme descrito em Ensaio biológico de heparina
Em recipientes para dose única, de vidro tipo I ou tipo II, homogeneizar. Transferir alíquota de 25 ml para balão volumétrico de (V.5.2.6), utilizando o Método A, ou, alternativamente, o Método
incolor e transparente, ou em recipientes plásticos apropriados, em 100 ml e completar o volume com água, de modo a obter solução em B.
conformidade com a legislação vigente. concentração aproximada de 0,11 mg/ml. Cloreto de sódio
ROTULAGEM Procedimento: transferir, separadamente, 5 ml da solução Transferir 10 ml da amostra para erlenmeyer, adicionar 2 ml
Observar a legislação vigente. O rótulo deve indicar a quan- padrão, 5 ml da solução amostra e 5 ml de água (branco) para balões de cromato de potássio SI e titular com nitrato de prata 0,1 M SV até
tidade, em mililitros, da amostra necessária a cada 100 ml de sangue volumétricos de 25 ml. Adicionar a cada balão 10 ml de ácido viragem de amarelo para vermelho. Cada ml de nitrato de prata 0,1 M
total, ou a quantidade, em mililitros, necessária a cada unidade de sulfúrico 0,5 M e agitar. Adicionar 2 ml de molibdato de amônio a equivale a 5,844 mg de NaCl.
sangue total a ser coletado. 2,5% (p/V) e agitar. Adicionar 1 ml de solução de ácido 1,2,4- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
305 aminonaftolsulfônico, completar o volume com água e homogeneizar. Em recipientes para dose única, de vidro Tipo I ou Tipo II,
SOLUÇÃO ANTICOAGULANTE CITRATO, FOSFATO E Deixar em repouso por 10 minutos à temperatura de 20 °C a 25 °C e, incolor e transparente, ou em recipientes plásticos apropriados, em
GLICOSE imediatamente após medir as absorvâncias das soluções padrão e conformidade com a legislação vigente.
Anticoagulantes citras phosphas dextrosum solutio amostra em 660 nm (V.2.14-3) utilizando branco para ajuste do zero. ROTULAGEM
Solução anticoagulante de citrato, fosfato e glicose é solução Calcular a quantidade de fosfato total na amostra a partir das leituras Observar a legislação vigente. O rótulo deve indicar a quan-
estéril que contém ácido cítrico, citrato de sódio, fosfato de sódio obtidas. Expressar o resultado em termos de NaH2PO4.H2O, em g/l. tidade, em mililitros, de solução necessária a cada 100 ml de sangue
monobásico e glicose em água para injetáveis. Cada 1 000 ml con- Glicose total, expresso em termos de UI de heparina.
tém, no mínimo, 2,11 g e, no máximo, 2,33 g de fosfato de sódio Tarar funil de vidro sinterizado, de porosidade média, con- 307
monobásico (NaH2PO4.H2O); no mínimo, 24,22 g e, no máximo, tendo esferas de vidro no seu interior. Transferir 50 ml de tartarato SORO ANTIBOTRÓPICO-LAQUÉTICO-CROTÁLICO
26,78 g de glicose (C6H12O6.H2O); no mínimo, 19,16 g e, no máximo, cúprico alcalino SR, recentemente preparado, para béquer de 400 ml.
21,18 g de citrato total, expresso como ácido cítrico anidro (C6H8O7); Immunoserum bothropicum-laqueticum-crotalicum
Adicionar as esferas de vidro, 45 ml de água e 5 ml da amostrar. O soro antibotrópico-laquético-crotálico é uma solução que
e, no mínimo, 6,21 g e, no máximo, 6,86 g de sódio (Na). Não Aquecer em placa de aquecimento à temperatura que permita a mis-
contém agentes antimicrobianos. Pode ser preparada conforme des- contém imunoglobulinas específicas purificadas, obtidas a partir de
tura ferver após 3,5 a 4,0 minutos de aquecimento. Deixar em ebu- plasma de animais hiperimunizados com venenos de Bothrops ja-
crito a seguir. lição por exatamente 2 minutos e filtrar, através do funil de vidro raraca, Bothrops jararacussu, Bothrops moojeni, Bothrops alternatus,
sinterizado, tendo o cuidado de transferir todas as esferas de vidro Bothrops neuwiedi, Lachesis muta e Crotalus durissus. Cumpre com
Ácido cítrico anidro............................................. 2,99 g para o funil. Lavar o precipitado com água quente e 10 ml de etanol. as especificações e controles prescritos na monografia de Soros hi-
Citrato de sódio diidratado.................................. 26,3 g Secar o funil e seu conteúdo a 110 °C até peso constante. Realizar perimunes para uso humano. Contém, em cada mililitro, imunoglo-
Fosfato de sódio monobásico monoidratado....... 2,22 g ensaio em branco, nas mesmas condições, e proceder as correções bulinas suficientes para neutralizar, no mínimo, 5 mg, 3 mg e 1,5 mg
Glicose monoidratada.......................................... 25,5 g necessárias. Cada mg do resíduo equivale a 0,496 mg de de venenos de referência de B. jararaca,L. muta e C. durissus ter-
C6H12O6.H2O. rificus, respectivamente.
Água para injetáveis.......................................qsp 1 000 ml Sódio
IDENTIFICAÇÃO
Solução diluente de lítio: transferir 1,04 g de nitrato de lítio
Dissolver os componentes em água para injetáveis, com- para balão volumétrico de 1 000 ml. Adicionar um surfactante não- A. Proceder conforme descrito no teste A de Identificação na
pletar o volume e homogeneizar. Filtrar até obter solução límpida. iônico adequado, completar o volume com água e homogeneizar. Esta monografia de Soros hiperimunes para uso humano, utilizando como
Envasar imediatamente em recipientes adequados e esterilizar. Se solução contém 15 mEq de lítio por litro. antígenos venenos de B. jararaca. L. muta e C. durissus terrificus.
necessário, o ácido cítrico anidro pode ser substituído por 3,27 g de Solução amostra: transferir 25 ml da amostra para balão B. A Determinação da potência pode ser utilizada.
ácido cítrico monoidratado; o citrato de sódio diidratado pode ser volumétrico de 50 ml. Completar o volume com água e homoge- CARACTERÍSTICAS
substituído por 23,06 g de citrato de sódio anidro; o fosfato de sódio neizar. Transferir 50 µl desta solução para balão volumétrico de 10 Cumpre as Características descritas na monografia de Soros
monobásico monoidratado pode ser substituído por 1,93 g de fosfato ml, completar o volume com solução diluente de lítio e homoge- hiperimunes para uso humano.
de sódio monobásico anidro; e a glicose monoidratada pode ser subs- neizar. ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS
tituída por 23,2 g de glicose anidra. Solução padrão: transferir 8,18 g de cloreto de sódio pre- Cumpre os Ensaios físico-químicos descritos na monografia
IDENTIFICAÇÃO viamente dessecado a 105 ºC, por duas horas, para balão volumétrico de Soros hiperimunes para uso humano.
A. Proceder conforme descrito nos testes de Identificação da de 1 000 ml. Completar o volume com água e homogeneizar. Esta TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA
monografia de Glicose. solução contém 140 mEq de sódio por litro. Transferir 50 µl desta Cumpre os Testes de segurança biológica descritos na mo-
B. Responde às reações do íon fosfato (V.3.1.1). solução para balão volumétrico de 10 ml, completar o volume com nografia de Soros hiperimunes para uso humano.
C. A amostra concentrada à metade de seu volume responde solução diluente de lítio e homogeneizar. DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA
às reações do íon citrato (V.3.1.1). Procedimento: utilizando fotômetro de chama, fazer o ajuste Fração botrópica
D. A amostra concentrada à metade de seu volume responde do zero com a solução diluente de lítio e realizar as leituras de Determinar a potência conforme descrito na monografia de
às reações do íon sódio (V.3.1.1). emissão de chama para as soluções padrão e amostra no comprimento Soro antibotrópico.
CARACTERÍSTICAS de onda de emissão máxima de 589 nm, ou utilizar filtro adequado Fração crotálica
Determinação de volume (V.1.2). Cumpre o teste. para sódio. Calcular a quantidade de sódio (Na) na amostra, em g/l, a Determinar a potência conforme descrito na monografia de
pH (V.2.19). 5,0 a 6,0. partir das leituras obtidas. Soro anticrotálico.
ENSAIOS DE PUREZA EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Fração laquética
Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 10 ml da amostra. Pro- Em recipientes de dose única, constituídos por vidro Tipo I Determinar a potência conforme descrito na monografia de
ceder conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo ou Tipo II, incolor e transparente, ou em recipientes plásticos, con- Soro antibotrópico-laquético.
0,0035% (35 ppm). forme legislação vigente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA ROTULAGEM Cumpre o estabelecido na monografia de Soros hiperimunes
Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste. O rótulo deve indicar a quantidade, em mililitros, da amostra para uso humano.
Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 5,56 UE/ml. necessária para cada 100 ml de sangue total, ou a quantidade, em ROTULAGEM
DOSEAMENTO mililitros, necessária para cada unidade de sangue total a ser co- Observar a legislação vigente.
Citrato total letada. 308
Proceder conforme descrito em Espectrofotometria de ab- __________________________________________________ SORO ANTILONÔMICO PARA USO HUMANO
sorção no visível (V.2.14-3). Preparar as soluções padrão e amostra e XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES Immunoserum lonomicum
a curva de calibração conforme descrito a seguir. Tartarato cúprico alcalino SR (solução de Fehling) O soro antilonômico é uma solução que contém imuno-
Solução amostra: transferir 10 ml da amostra para balão Solução A: dissolver 34,66 g de pequenos cristais de sulfato globulinas específicas purificadas, obtidas a partir de plasma de ani-
volumétrico de 100 ml, completar o volume com água e homo- cúprico, cuidadosamente selecionados, sem traços de eflorescência ou mais hiperimunizados com extrato de Lonomia obliqua walker. Cum-
geneizar. Transferir 5 ml dessa solução para balão volumétrico de 100 umidade aderente, em água para 500 ml. Acondicionar em recipientes pre as especificações e controles prescritos na monografia de Soros
ml, completar o volume com água e homogeneizar. pequenos e herméticos. hiperimunes para uso humano. Contém, em cada mililitro, imuno-
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 31
globulinas suficientes para neutralizar, no mínimo, 3,5 mg de veneno CARACTERÍSTICAS lizando a solução padrão de chumbo (2 ppm de Pb). No máximo
de referência de L. obliqua. Cumpre as Características descritas na monografia de Soros 0,001% (10 ppm).
IDENTIFICAÇÃO hiperimunes para uso humano. Sulfetos. Em erlenmeyer de 500 ml adicionar 10 g da amos-
A. Proceder conforme descrito no teste A de Identificação na ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS tra e 100 ml de ácido clorídrico 0,5 M. Fixar um papel de filtro na
monografia de Soros hiperimunes para uso humano, utilizando como Cumpre os Ensaios físico-químicos descritos na monografia parte superior do erlenmeyer. Umedecer a área central do papel de
antígeno veneno do extrato das cerdas de L. o. walker. de Soros hiperimunes para uso humano. filtro com 0,15 ml de acetato de chumbo SR. Ferver brandamente a
B. A Determinação da potência pode ser utilizada. TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA mistura por 10 minutos. Qualquer escurecimento produzido no papel
CARACTERÍSTICAS Cumpre os Testes de segurança biológica descritos na mo- de filtro não é mais intenso que aquele produzido pela solução de
Cumpre as Características descritas na monografia de Soros nografia de Soros hiperimunes para uso humano. referência contendo 5 µg de sulfeto em 100 ml de ácido clorídrico 0,5
hiperimunes para uso humano. M e tratada de maneira similar. No máximo 0,00005% (0,5 ppm).
ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA
O ensaio de potência tem como objetivo determinar a dose Substâncias solúveis em ácido. Resfriar a mistura obtida em
Cumpre os Ensaios físico-químicos descritos na monografia Sulfetos e adicionar água até restituir o volume inicial. Filtrar em
de Soros hiperimunes para uso humano. neutralizante necessária para proteger animais suscetíveis contra os
efeitos dermonecróticos de uma Dose Mínima Necrosante (DMN) do papel de filtro previamente lavado com mistura de ácido clorídrico
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA 0,5 M e 90 ml de água. Se necessário, filtrar novamente as primeiras
Cumpre os Testes de segurança biológica descritos na mo- veneno de referência.
nografia de Soros hiperimunes para uso humano. Veneno de referência: veneno extraído de L. intermedia, o porções até obter um filtrado claro. Evaporar 50 ml do filtrado até
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA qual deve ser liofilizado ou cristalizado e mantido a -20 °C. O veneno secura, em banho-maria, e adicionar 2 gotas de ácido clorídrico e 10
O ensaio de potência tem como objetivo determinar a dose é padronizado pela determinação da DMN, que é a menor quantidade ml de água quente. Filtrar novamente em papel de filtro, preparado
neutralizante necessária (Dose Efetiva 50%) para proteger os animais de veneno capaz de provocar, em até 72 horas, uma necrose de como descrito acima e lavar o papel de filtro com 10 ml de água
suscetíveis contra a incoagulabilidade sangüínea provocada por uma aproximadamente um centímetro de diâmetro, por injeção intradér- quente, recolhendo o filtrado em recipiente tarado. Evaporar o filtrado
dose fixa de veneno de L. obliqua. mica na face interna da orelha de coelho. juntamente com as lavagens até secura, em banho-maria. Secar o
Veneno de referência: veneno extraído de L. obliqua por Determinação da DMN de veneno: reconstituir a preparação resíduo a 105 °C por 1 hora. No máximo 0,3% (15 mg).
maceração das cerdas com solução salina tamponada. Após a cen- liofilizada ou cristalizada de veneno para determinada concentração Sais de bário solúveis. Adicionar ao resíduo obtido em Subs-
trifugação do extrato, o sobrenadante contendo o veneno é distribuído (p/V) com solução fisiológica a 0,85% (p/V). Efetuar diluições em tâncias solúveis em ácido 10 ml de água. Filtrar em papel de filtro
em frascos e deve ser mantido a -20 ºC. O veneno é padronizado pela progressão geométrica com o mesmo diluente, iniciando com uma previamente lavado com 100 ml de ácido clorídrico 0,5 M e adicionar
determinação da Dose de Incoagulabilidade 50% (DI50). 0,5 ml de ácido sulfúrico M. Qualquer turbidez desenvolvida dentro
Determinação da DI50 de veneno: efetuar diluições do ve- dose de 3 µg de veneno e utilizando fator de diluição constante, não de 30 minutos não é mais intensa que aquela produzida pela solução
neno com solução fisiológica a 0,85% (p/V), utilizando fator de superior a 1,5. Inocular, em dois coelhos albinos de 1,8 kg a 2,3 kg, de referência contendo 50 µg de bário em 10 ml de água e 0,5 ml de
diluição constante de 1:1 a 1:5, e igualando os volumes finais com o por via intradérmica, um volume de 0,1 ml de cada diluição, na face ácido sulfúrico M tratada de maneira similar. No máximo 0,001% (10
mesmo diluente. Inocular, por via intraperitoneal, 0,5 ml por ca- interna das duas orelhas de cada coelho. Observar os animais até 72 ppm).
mundongo, de cada diluição, em grupos de, no mínimo, seis ca- horas após a inoculação, registrar o aparecimento de dermonecrose e DOSEAMENTO
mundongos BALB/c, machos, de 18 g a 22 g. Observar os animais medir as lesões. A DMN é calculada segundo a expressão: Pesar, exatamente, cerca de 0,6 g da amostra em cadinho de
por 2 horas após a inoculação e coletar, com o auxílio de pipeta platina previamente tarado. Adicionar 10 g de carbonato de sódio
Pasteur, aproximadamente, 300 µl de sangue por punção do plexo anidro e homogeneizar. Fundir até a obtenção de líquido viscoso claro
rectroorbital. Transferir para tubo de ensaio e determinar o tempo de e aquecer por mais 30 minutos. Resfriar, colocar o cadinho em béquer
coagulação por observação visual. O tempo máximo de coagulação é <!ID973405-5>

de 500 ml, adicionar 250 ml de água, agitar e aquecer o conjunto para


de 2 minutos. As amostras de sangue que não formam coágulo no em que remover o sólido fundido. Recolher o cadinho e lavar com água,
intervalo de tempo estipulado são consideradas como incoaguláveis. DMN = Dose Mínima Necrótica (cm); coletando as porções no béquer. Lavar o interior do cadinho com
Registrar o número de animais com ausência de coagulação sangüínea A = média entre os diâmetros máximos nos quatro pontos ácido acético 5 M e, em seguida, lavar com água, coletando no-
e o total de animais sangrados. Calcular a DI50 utilizando métodos inoculados;
estatísticos comprovados (Probitos, Spearmen & Karber, transforma- vamente as porções no béquer. Continuar a aquecer o béquer, sob
B = média entre os diâmetros mínimos nos quatro pontos agitação, até que o sólido fundido se desintegre. Resfriar em banho de
ção angular ou logitos). A faixa de resposta (porcentagem de in- inoculados.
coaguláveis) deve estar compreendida entre 10% e 90%, formando a gelo. Deixar em repouso até decantação do sólido. Filtrar o so-
O resultado é expresso pela menor quantidade em µg de brenadante em papel de filtro (Whatman nº 40 ou equivalente), evi-
curva de regressão que deve apresentar relação linear. Os limites de veneno capaz de provocar uma lesão dermonecrótica de aproxima-
confiança não devem ser amplos, indicando melhor precisão do en- tando que o precipitado passe para o papel de filtro. Lavar o pre-
damente 1 cm de diâmetro. cipitado com duas porções de 10 ml de solução resfriada de carbonato
saio quanto menores forem os seus limites. Expressar o resultado em
microgramas de veneno por 0,5 ml. Determinação da potência do soro: efetuar diluições da de sódio a 2% (p/V), agitar e aguardar a decantação do sólido. Filtrar
Determinação da potência do soro: efetuar diluições pro- amostra em solução fisiológica a 0,85% (p/V), de forma a determinar o sobrenadante, utilizando o mesmo papel de filtro, sem transferir o
gressivas da amostra em solução fisiológica a 0,85% (p/V), utilizando a maior diluição que neutraliza 1 DMN do veneno referência, uti- precipitado. Lavar o papel de filtro com 5 porções de 1 ml ácido
fator de diluição constante de 1:1 a 1:5, de maneira que o volume lizando um fator de diluição constante, não superior a 1,5. Recons- clorídrico SR e , em seguida, lavar com água, recolhendo o filtrado
final após a mistura com a dose desafio de 3 DI50 do veneno de L. tituir e diluir o veneno referência com solução fisiológica a 0,85% no béquer contendo o precipitado de carbonato de bário. Adicionar ao
obliqua seja idêntico em todos os tubos de ensaio. Homogeneizar e (p/V), de modo que cada dose de 0,1 ml a ser inoculada por animal béquer 100 ml de água, 5 ml ácido clorídrico, 10 ml de acetato de
incubar a mistura a 37 ºC por 30 minutos. Inocular, por via in- contenha 1 DMN. Injetar, por via intradérmica, a dose de 0,1 ml da amônio a 40% (p/V), 25 ml de dicromato de potássio a 10% (p/V) e
traperitoneal, 0,5 ml por camundongo, de cada mistura, em grupos de solução do veneno referência na face interna de uma das orelhas de 10 g de uréia. Cobrir o béquer com vidro de relógio e aquecer a,
pelo menos seis camundongos BALB/c, machos, de 18 g a 22 g. cada um de três coelhos. Em seguida, administrar 1 ml de soro aproximadamente, 85 °C por, no mínimo, 16 horas. Filtrar a quente,
Observar os animais até 2 horas após a inoculação e, com o auxílio de diluído na veia marginal da orelha oposta àquela em que foi ino- utilizando funil de vidro sinterizado de porosidade fina e previamente
uma pipeta Pasteur, coletar aproximadamente 300 µl de sangue por culado o veneno. Em paralelo, realizar um controle do veneno através tarado. Transferir todo o precipitado, com auxílio de um bastão de
punção do complexo rectroorbital. Transferir para tubo de ensaio e da inoculação de 1 DMN por orelha em, no mínimo, mais um coelho. vidro com a ponta emborrachada. Lavar o precipitado com dicromato
determinar o tempo de coagulação por observação visual. As amos- Observar os animais até 72 horas após a inoculação quanto ao apa- de potássio a 0,5% (p/V) e, em seguida, lavar com 20 ml de água.
tras de sangue que formam coágulo no intervalo de até 2 minutos são recimento de dermonecrose. Registrar a maior diluição do soro que Secar a 105 °C por 2 horas, resfriar e pesar: A massa de cromato de
consideradas como coaguláveis. Registrar o número de animais onde não provoca necrose. bário obtida, multiplicada por 0,9213, equivale a massa de BaSO4.
ocorre coagulação sangüínea e o total de animais sangrados. Calcular O título da potência é expresso em DMN de veneno neu- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
a Dose Efetiva 50% (DE50) em microlitros, utilizando métodos es- tralizado por ml do soro. Em recipientes bem-fechados.
tatísticos comprovados (Probitos, Spearman & Karber, transformação EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO ROTULAGEM
angular ou logitos). A faixa de resposta (porcentagem de coaguláveis) Cumpre o estabelecido na monografia de Soros hiperimunes
deve estar compreendida entre 10% e 90%, formando a curva de Observar a legislação vigente.
para uso humano. CLASSE TERAPÊUTICA
regressão que deve apresentar relação linear. Os limites de confiança ROTULAGEM
não devem ser amplos, indicando melhor precisão do ensaio quanto Auxiliar de diagnóstico (contraste radiológico).
menores forem seus limites. Calcular a potência, em miligramas por Observar a legislação vigente. 311
mililitro, segundo a expressão: 310 SULFATO DE COBRE ANIDRO
SULFATO DE BÁRIO Cupri sulfas anhydricus
Barii sulfas
CuSO4 159,60 06388.01-9
<!ID973405-4>
BaSO4 233,39 06392.01-6
em que Sulfato cúprico
Tv = número de DI50 utilizada por camundongo na dose teste Sulfato de bário Contém, no mínimo, 98,5% e, no máximo, 100,5% de Cu-
de veneno. Contém, no mínimo, 97,5% e, no máximo, 100,5% de Ba- SO4, em relação à substância dessecada.
O título da potência é expresso em miligramas de veneno SO4. DESCRIÇÃO
neutralizados por ml da amostra. DESCRIÇÃO Caracteres físicos. Pó branco-acinzentado a branco-esverdea-
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Caracteres físicos. Pó fino, denso, inodoro, ou cristais po- do, ou cristais azuis. Muito higroscópico.
Cumpre o estabelecido na monografia de Soros hiperimunes limórficos. Solubilidade. Facilmente solúvel em água, ligeiramente so-
para uso humano. Solubilidade. Praticamente insolúvel em água e em etanol. lúvel em metanol, praticamente insolúvel em etanol.
ROTULAGEM Solúvel em ácido sulfúrico concentrado à quente e praticamente in- IDENTIFICAÇÃO
Observar a legislação vigente. solúvel em ácidos diluídos. A. Responde às reações do íon cobre (V.3.1.1).
309 IDENTIFICAÇÃO B. Responde às reações do íon sulfato (V.3.1.1).
SORO ANTILOXOSCÉLICO A. Misturar 0,5 g da amostra, 2 g de carbonato de sódio ENSAIOS DE PUREZA
Immunoserum loxoscelicum anidro e 2 g de carbonato de potássio anidro. Aquecer a mistura em Aspecto da solução. Dissolver 1,6 g da amostra em água e
. cadinho até completa fusão. Acrescentar água quente e filtrar. Aci- completar o volume para 50 ml com o mesmo solvente. A solução
O soro antiloxoscélico é uma solução que contém imuno-
dificar o filtrado com ácido clorídrico. Responde as reações do íon obtida é límpida.
globulinas específicas purificadas, obtidas a partir de plasma de ani-
sulfato (V.3.1.1). Ferro. Proceder conforme descrito em Espectrofotometria de
mais hiperimunizados com antígeno do gênero Loxosceles, composto B. Lavar o resíduo obtido no teste A de Identificação com absorção atômica (V.2.13 - Método I). Dissolver 0,32 g da amostra
por venenos das aranhas Loxosceles gaucho, Loxosceles intermedia e água. Dissolver com ácido acético 5 M. Responde as reações do íon em 10 ml de água, adicionar 2,5 ml de ácido nítrico e completar o
Loxosceles laeta. Cumpre as especificações e controles prescritos na bário (V.3.1.1). volume para 25 ml com água. Preparar as soluções de referência
monografia de Soros hiperimunes para uso humano. Cada mililitro ENSAIOS DE PUREZA usando solução padrão de ferro (20 ppm de Fe), adicionando 2,5 ml
contém imunoglobulinas suficientes para neutralizar, no mínimo, 15 pH (V.2.19). 3,5 a 10,0. Determinar em suspensão aquosa da de ácido nítrico e completando o volume para 25 ml com água. Medir
DMN de veneno de referência de L. intermedia. amostra a 10% (p/p). a absorbância em 248,3 nm usando lâmpada de cátodo-oco como
IDENTIFICAÇÃO Metais pesados (V.3.2.3 - Métodos de reação com tioace- fonte de radiação e chama ar-acetileno. No máximo 0,015% (150
A. Proceder conforme descrito no teste A de Identificação na tamida - Método I). Ferver 8,33 g da amostra com 50 ml de ácido ppm).
monografia de Soros hiperimunes para uso humano, utilizando como acético 4% (V/V) por 10 minutos. Diluir para 50 ml com água e Chumbo. Proceder conforme descrito em Espectrofotometria
antígeno veneno de L. intermedia. filtrar. Utilizar 12 ml do filtrado e prosseguir conforme descrito em de absorção atômica (V.2.13 - Método I). Dissolver 1,6 g da amostra
B. A Determinação da potência pode ser utilizada. Ensaio-limite para metais pesados. Preparar a solução padrão uti- em 10 ml de água, adicionar 2,5 ml de ácido nítrico e completar o
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volume para 25 ml com água. Preparar as soluções de referência Diluente: mistura de tampão fosfato e acetonitrila (50:50). geneizar e filtrar. Transferir 5 ml da solução resultante para balão
usando solução padrão de chumbo (100 ppm de Pb), adicionando 2,5 Fase móvel: utilizar o seguinte gradiente de solvente: volumétrico de 50 ml e completar o volume com o mesmo solvente,
ml de ácido nítrico e completando o volume para 25 ml com água. de modo a obter solução a 0,0044% (p/V). Preparar solução padrão
Medir a absorbância em 217,0 nm usando lâmpada de cátodo-oco Tempo (minutos) Tampão fosfato Acetonitrila na mesma concentração, utilizando o mesmo solvente. O espectro de
como fonte de radiação e chama ar-acetileno. No máximo 0,008% (80 0 80 20 absorção no ultravioleta (V.2.14-3) na faixa de 200 nm a 400 nm, de
ppm). 0 - 40 80 - 30 20 - 70 solução da amostra, exibe máximos em 210 nm e 260 nm, idênticos
Substâncias não precipitáveis por sulfeto de hidrogênio. Dis- aos observados no espectro da solução padrão.
solver 2 g da amostra em 100 ml de água e adicionar 1 ml de ácido 40 - 45 30 70
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma
clorídrico 3 M. Passar sulfeto de hidrogênio através da solução até da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do
que todo o cobre seja precipitado. Filtrar a mistura, evaporar 50 ml do Solução teste: transferir, exatamente, cerca de 50 mg da
amostra para balão volumétrico de 100 ml, dissolver em 70 ml de pico principal da solução padrão.
filtrado até a secagem e incinerar. O peso do resíduo não deve D. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no-
exceder a 6 mg (0,3%). diluente. Completar o volume com o mesmo solvente. Homogenei-
zar. vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 20 mg de in-
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra, dinavir para balão volumétrico de 5 ml e completar o volume com
em estufa a 250 ºC, até peso constante. No máximo 1,0%. Solução padrão: preparar solução de sulfato de indinavir
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO padrão a 0,5 mg/ml em diluente. água. Homogeneizar e filtrar. A solução resultante responde às rea-
Em recipientes bem-fechados. Injetar replicatas de 20 µl da solução padrão. A eficiência da ções do íon sulfato (V.3.1.1).
ROTULAGEM coluna não deve ser menor que 4 000 pratos teóricos/metro. O fator CARACTERÍSTICAS
Observar a legislação vigente. de capacidade para o pico relativo ao indinavir está compreendido Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
312 entre 3 e 6. O fator de cauda não é superior a 2. Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
SULFATO DE INDINAVIR Procedimento: injetar 20 µl da solução teste, registrar os Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
Indinavirum sulfas cromatogramas e medir as áreas dos picos. Calcular a porcentagem de TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
cada impureza na amostra a partir da fórmula: 100(ri/rt), sendo ri a Meio de dissolução: ácido clorídrico 0,1 M, 900 ml
área do pico de cada impureza e rt a soma das áreas de todos os picos. Aparelhagem: cestas, 100 rpm
Não mais que 0,1% de cada impureza individual. Não mais que 0,5% Tempo: 30 minutos
<!ID973405-6>

de impurezas totais. Procedimento: imediatamente após o teste, retirar alíquota do


Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com tioace- meio de dissolução e diluir, se necessário, com ácido clorídrico 0,1 M
tamida - Método I). No máximo 0,001% (10 ppm). até concentração adequada. Medir as absorvâncias em 260 nm
C36H47N5O4.H2SO4 711,88 03774.02-3 Água (V.2.20.1). No máximo 1,5%. (V.2.14-3), utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular
. Cinzas sulfatadas (V.2.10). No máximo 0,1%. a quantidade de indinavir (C36H47N5O4) dissolvida no meio, com-
Sulfato de [1(1S,2R),5(S)]-2,3,5-trideoxi-N-(2,3-diidro-2-hi- DOSEAMENTO parando as leituras obtidas com a da solução de sulfato de indinavir
droxi-1H-inden-1-il)-5-[2-[[(1,1-dimetiletil)-amino]carbonil]-4-(3-pi- Sulfato padrão na concentração de 0,0044% (p/V) em indinavir
ridinilmetil)-1-piperazinil]-2-(fenilmetil)-D-eritro-pentonamida Pesar, exatamente, cerca de 0,5 g da amostra, transferir para (C36H47N5O4), preparada no mesmo solvente.
Contém, no mínimo, 98,5% e, no máximo, 101,5% de béquer e dissolver em 60 ml de mistura de metanol e água (50:50).
Utilizar eletrodo específico para chumbo e eletrodo de referência Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada
C36H47N5O4.H2SO4 e, no mínimo, 13,2% e, no máximo, 14,4% de adequado. Titular com nitrato de chumbo 0,1 M SV determinando o de indinavir (C36H47N5O4) se dissolvem em 30 minutos.
sulfato, em relação à substância anidra e livre de etanol. ponto final potenciometricamente. Cada ml de nitrato de chumbo 0,1 ENSAIOS DE PUREZA
DESCRIÇÃO M SV equivale a 9,604 mg de sulfato. Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em
Caracteres físicos. Pó amorfo, branco. Sulfato de indinavir Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4), utilizando cro-
Solubilidade. Facilmente solúvel em água, solúvel em me- Proceder conforme descrito em Cromatografia liquida de alta matógrafo provido de detector ultravioleta a 260 nm; coluna de 250
tanol, muito pouco solúvel em acetonitrila e hexano. eficiência (V.2.17.4.), utilizando cromatógrafo provido de detector de mm de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, empacotada com
Constantes físico-químicas ultravioleta a 260 nm; coluna de 250 mm de comprimento e 4,6 mm sílica quimicamente ligada a grupo octilsilano (5 µm), mantida a 40
Faixa de fusão (V.2.2): 150 °C a 154 °C, com decompo- de diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a °C; fluxo da fase móvel de 1,0 ml/minuto.
sição. grupo octilsilano (5 µm), mantida a 40 ºC; fluxo da fase móvel de 1,0 Tampão citrato pH 5,0: dissolver 3,7 g de citrato de sódio e
Poder rotatório específico (V.2.8): entre +122° e +129°, em ml/minuto. 1,6 g de ácido cítrico anidro em 1 000 ml de água. Ajustar o pH para
solução aquosa a 1% (p/V), em relação à substância anidra e livre de Tampão fosfato de dibutilamonio: dissolver 3 g de ácido 5,0 com ácido fosfórico ou hidróxido de sódio 2 M.
etanol. Realizar a leitura a 25 °C no comprimento de onda de 365 fosfórico e 1,7 ml de dibutilamina em 900 ml de água. Ajustar o pH Fase móvel: mistura de acetonitrila e tampão citrato pH 5,0
nm. para 6,5 ± 0,05 com hidróxido de sódio M. (40:60).
IDENTIFICAÇÃO Fase móvel: mistura de tampão fosfato de dibutilamonio e Solução teste: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e pesá-
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da acetonitrila (55:45). las novamente. Transferir, exatamente, o equivalente a 30 mg de
amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de Solução amostra: transferir, exatamente, cerca de 58 mg da indinavir para balão volumétrico de 100 ml, acrescentar 70 ml de fase
absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes- amostra para balão volumétrico de 100 ml, adicionar 70 ml de fase móvel, deixar em ultra-som por 15 minutos e completar o volume
mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de sulfato móvel. Agitar mecanicamente por 15 minutos e deixar em ultra-som com o mesmo solvente. Homogeneizar.
de indinavir padrão. por 15 minutos. Completar o volume com a fase móvel. Homo- Solução padrão: transferir, exatamente, o equivalente a 30
B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14-3) na faixa geneizar. mg de indinavir padrão para balão volumétrico de 100 ml, dissolver
de 200 nm a 400 nm, de solução da amostra a 0,0044% (p/V) em Solução padrão: preparar solução de sulfato de indinavir
ácido clorídrico 0,1 M, exibe máximos em 210 nm e 260 nm, idên- padrão a 0,58 mg/ml em fase móvel, equivalente a 0,5 mg de in- em 70 ml de fase móvel e completar o volume com o mesmo sol-
ticos aos observados no espectro de solução similar de sulfato de dinavir por mililitro. vente. Homogeneizar.
indinavir padrão. Injetar replicatas de 10 µl da solução padrão. A eficiência da Injetar replicatas de 50 µl da solução padrão. O fator de
C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma coluna não deve ser menor que 4 000 pratos teóricos/metro. O fator capacidade para o pico principal não deve ser inferior a 2. O fator de
da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do de cauda não é superior a 2. O desvio padrão relativo das áreas de cauda não é superior a 1,4. O desvio padrão relativo das áreas de
pico principal da solução padrão. replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 1,0%. replicatas dos picos registrados não deve ser maior que 2,0%.
D. Preparar solução da amostra a 0,5% (p/V). A solução Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções Procedimento: injetar 50 µl da solução teste, registrar os
resultante responde às reações do íon sulfato (V.3.1.1). padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos cromatogramas e medir as áreas dos picos. Calcular a porcentagem de
ENSAIOS DE PUREZA picos. Calcular o teor de C36H47N5O4.H2SO4 na amostra a partir das cada impureza no cromatograma da solução teste, utilizando a fór-
Conteúdo de etanol. Proceder conforme descrito em Cro- respostas obtidas com as soluções padrão e amostra. mula: 100 (ri/rt) em que ri é a resposta de cada pico, excluindo o pico
matografia a gás (V.2.17.5.). Utilizar cromatógrafo provido de de- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO relativo ao indinavir, e rt é a soma das respostas de todos os picos,
tector de ionização de chama; coluna capilar de 30 m de comprimento Em recipiente hermético, protegido da luz. incluindo o pico relativo ao indinavir. Não considerar os picos re-
e 0,25 mm de diâmetro interno, preenchida com polietilenoglicol, CLASSE TERAPÊUTICA lativos aos solventes. No máximo 1,5% de impureza com tempo de
com espessura do filme de 0,25 µm; temperatura da coluna de 45 °C, Anti-retroviral. retenção relativo de 1,7 quando comparado com o tempo de retenção
temperatura do injetor de 260 °C e temperatura do detector de 280 _________________________________________________ do indinavir. No máximo 0,1% de qualquer outra impureza indi-
°C; utilizar nitrogênio como gás de arraste; fluxo do gás de arraste de XII.3. SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS vidual. No máximo 2,5% de impurezas totais.
10 ml/minuto. Ao final de cada corrida a temperatura da coluna é Nitrato de chumbo 0,1 M SV DOSEAMENTO
aumentada para 230 ºC e mantida por 18 minutos. Preparação - Transferir, exatamente, cerca de 8,28 g de ni- Proceder conforme descrito em Doseamento de sulfato de
Solução amostra: transferir, exatamente, cerca de 0,2 g da trato de chumbo para balão volumétrico de 250 ml, diluir em água e indinavir da monografia de Sulfato de indinavir. Preparar a solução
amostra para balão volumétrico de 10 ml, dissolver em dimetilsul- completar o volume com o mesmo solvente. Homogeneizar. amostra como descrito a seguir.
fóxido e completar o volume com o mesmo solvente. Homogenei- Padronização - Transferir, exatamente, 5 ml de nitrato de Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e
chumbo 0,1 M, para erlenmeyer de 125 ml, adicionar 50 ml de água
zar. pesá-las novamente. Transferir, exatamente, o equivalente a 50 mg de
e, sob agitação magnética, acrescentar 5 gotas de alaranjado de xi-
Solução padrão: transferir, exatamente, cerca de 6,5 ml de lenol a 0,1% (p/V) em água e 5 g de metenamina, até coloração indinavir para balão volumétrico de 100 ml, acrescentar 70 ml de fase
etanol absoluto para balão volumétrico de 100 ml e completar o violeta. Titular com edetato dissódico 0,05 M SV até coloração ama- móvel, deixar em ultra-som por 15 minutos e completar o volume
volume com dimetilsulfóxido. Homogeneizar. Transferir 5 ml da so- rela. Cada ml de edetato dissódico 0,05 M SV equivale a 16,560 mg com o mesmo solvente. Homogeneizar.
lução resultante para balão volumétrico de 25 ml e completar o de Pb(NO3)2. Procedimento: injetar, separadamente, 10 µl das soluções
volume com dimetilsulfóxido. Homogeneizar. 312.1 padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
Procedimento: injetar, separadamente, 1 µl das soluções pa- SULFATO DE INDINAVIR CÁPSULAS picos. Calcular a quantidade de indinavir (C36H47N5O4) nas cápsulas a
drão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos Contém sulfato de indinavir equivalente a, no mínimo, partir das respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
picos. Calcular a quantidade de etanol, em mg, na amostra utilizando 90,0% e, no máximo, 110,0% da quantidade declarada de indinavir EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
a formula: 100C(ra/rp), sendo C a concentração, em mg/ml, de etanol (C36H47N5O4). Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz.
na solução padrão e ra e rp são as respostas dos picos referentes ao IDENTIFICAÇÃO ROTULAGEM
etanol obtidos nos cromatogramas das soluções amostra e padrão, A. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no- Observar a legislação vigente.
respectivamente. Entre 5,0% e 8,0%. vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 10 mg de in- 313
Pureza cromatográfica. Proceder conforme descrito em Cro- dinavir para béquer, dissolver em 10 ml de etanol e filtrar. Lavar o SULFATO DE MAGNÉSIO HEPTAIDRATADO
matografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4), utilizando croma- recipiente com 5 ml do mesmo solvente, evaporar o filtrado em Magnesii sulfas heptahydricum
tógrafo provido de detector ultravioleta a 220 nm; coluna de 250 mm banho-maria até resíduo. O resíduo obtido, dessecado a 60° C por 3
de comprimento e 4,6 mm de diâmetro interno, empacotada com horas, responde ao teste A de Identificação da monografia de Sulfato
sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano (5 µm), mantida à MgSO4.7H2O 246,47 06396.02-0
de indinavir.
temperatura ambiente; fluxo da fase móvel de 1,0 ml/minuto. B. Pesar as cápsulas, remover o conteúdo e pesá-las no-
Tampão fosfato: dissolver 0,54 g de fosfato de potássio mo- vamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 22 mg de in- Sulfato de magnésio heptaidratado
nobásico e 2,79 g de fosfato de potássio dibásico em 2 000 ml de dinavir para balão volumétrico de 50 ml, adicionar 30 ml de ácido Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 100,5% de Mg-
água. clorídrico 0,1 M e deixar em ultra-som por 15 minutos. Homo- SO4, em relação à substância dessecada.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 33
DESCRIÇÃO placa, 5 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, des- Descrição - Pó branco-amarelado a acastanhado, praticamen-
Caracteres físicos. Pó branco cristalino, ou cristais incolores critas a seguir. te insolúvel em água, solúvel em etanol. Pode ser comercializado na
brilhantes, de sabor amargo e salino. Solução (1): preparar solução a 25 mg/ml da amostra em forma de sal sódico.
Solubilidade. Facilmente solúvel em água, muito solúvel em água. Ensaio de sensibilidade - Dissolver 10 mg de púrpura de
água quente, praticamente insolúvel em etanol. Solução (2): preparar solução a 0,5 mg/ml de neamina pa- ftaleína em 1 ml de amônia e completar com 100 ml de água. A 5 ml
IDENTIFICAÇÃO drão em água. da solução, acrescentar 95 ml de água, 4 ml de amônia, 50 ml de
A. Responde às reações do íon magnésio (V.3.1.1). Solução (3): misturar 0,5 ml da solução (1) com 0,5 ml da etanol e 0,1 ml de cloreto de bário 0,1 M. Desenvolve-se coloração
B. Responde às reações do íon sulfato (V.3.1.1). solução (2). violeta-azulada. Acrescentar 0,15 ml de edetato dissódico 0,1 M. A
ENSAIOS DE PUREZA Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar solução torna-se incolor.
Aspecto da solução. Dissolver 5 g da amostra em água e XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
completar o volume para 50 ml com o mesmo solvente. A solução entre 100 °C e 105 °C por 10 minutos. Nebulizar com solução de Solução de cloreto estanoso e ninidrina
obtida é límpida e incolor. cloreto estanoso e ninidrina acética e aquecer a 110 °C por 15 mi- Preparação - Dissolver 0,2 g de ninidrina em 4 ml de água
Acidez ou alcalinidade. A 10 ml da solução obtida em As- nutos. Nebulizar novamente com a mesma solução e aquecer a 110 quente. Adicionar 5 ml de cloreto estanoso a 0,16% (p/V) e deixar em
pecto da solução adicionar uma gota de vermelho de fenol SI. Não °C por 15 minutos. Qualquer mancha correspondente à neamina ob- repouso por 30 minutos. Filtrar e estocar entre 2 °C a 8 °C. Antes de
mais que 0,2 ml de ácido clorídrico 0,01 M SV ou hidróxido de sódio tida no cromatograma com a solução (1) não é mais intensa que usar, diluir 2,5 ml dessa solução com 5 ml de água e 45 ml de 2-
0,01 M SV são suficientes para mudar a cor do indicador. aquela obtida com a solução (2). O teste somente é válido se o propanol.
Arsênio (V.3.2.5 - Método espectrofotométrico - Método I). cromatograma obtido com a solução (3) apresentar duas manchas Ninidrina etanólica SR
Determinar em 15 ml da solução obtida em Aspecto da solução. principais bem definidas. Preparação - Dissolver 1,0 g de ninidrina em 50 ml de etanol
Proceder conforme descrito em Ensaio-limite para arsênio. No má- Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em e adicionar 10 ml de ácido acético glacial.
ximo 0,0002% (2 ppm). Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel, 314.1
Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 1,2 g da amostra. Proceder como suporte, e mistura de metanol e cloreto de sódio 20% (p/V) SULFATO DE NEOMICINA E BACITRACINA ZÍNCICA
conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo 0,03% (20:80), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 5 µl de POMADA
(300 ppm). cada uma das soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. Contém o equivalente a, no mínimo, 90,0% e, no máximo,
Ferro (V.3.2.4 - Método I) Determinar em 5 ml da solução Solução (1): preparar solução a 8 mg/ml da amostra em 130,0% da quantidade declarada de neomicina e bacitracina.
obtida em Aspecto da solução. Proceder conforme descrito em En- água. IDENTIFICAÇÃO
saio-limite para ferro empregando 10 ml de solução padrão de ferro Solução (2): preparar solução a 1,2 mg/ml de sulfato de Sulfato de neomicina
(1 ppm de _é). No máximo 0,002% (20 ppm). Proceder conforme descrito no teste A de Identificação da
framicetina padrão em água. monografia de Sulfato de neomicina. Preparar a solução (1) como
Metais pesados (V.3.2.3 - Método I). Dissolver 2 g da amos- Solução (3): misturar 5 ml da solução (2) com 25 ml de
tra em 25 ml de água. Proceder conforme descrito em Ensaio-limite descrito a seguir.
água. Solução (1): misturar quantidade de pomada equivalente a 70
para metais pesados. No máximo 0,001% (10 ppm). Solução (4): preparar solução a 8 mg/ml de sulfato de neo-
Perda por dessecação. Pesar, exatamente, cerca de 1 g da mg de neomicina com 100 ml de clorofórmio. Adicionar 5 ml de
amostra e transferir para cadinho previamente calcinado, esfriado em micina padrão em água. água. Após a separação das fases, filtrar a fase aquosa e usar o
dessecador e tarado. Aquecer em estufa, a 105 ºC, por 2 horas, e Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar filtrado como solução teste. Se ocorrer emulsificação da fase aquosa,
então incinerar em mufla, a 400 ºC, até peso constante. Entre 48,0% entre 100 °C e 105 °C por 10 minutos e nebulizar com ninidrina esperar decantar e utilizar o sobrenadante límpido.
e 52,0%. etanólica SR. Aquecer entre 100 °C e 105 °C por 15 minutos. A Bacitracina zíncica
DOSEAMENTO mancha principal obtida com a solução (1) corresponde em posição, Dissolver 5 g de amostra, equivalente a 1250 UI de ba-
Proceder conforme descrito em Titulação complexométrica cor e intensidade àquela obtida com a solução (4). A mancha com Rf citracina zíncica, em 25 ml de éter etílico e extrair com 4 porções de
de magnésio (V.3.4.4-2) utilizando 0,45 g da amostra. Cada ml de menor (neomicina C) do que a mancha principal não é mais intensa 12,5 ml de ácido clorídrico 0,01 M. O espectro de absorção no
edetato dissódico 0,1 M SV equivale a 12,036 mg de MgSO4. que aquela obtida com a solução (2) (15%), mas é mais intensa que ultravioleta (V.2.14-3), na faixa de 200 nm a 300 nm, da solução
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO a mancha principal obtida com a solução (3) (3%). O teste somente é amostra previamente preparada, exibe máximos e mínimos somente
Em recipientes bem-fechados. válido se o cromatograma obtido com a solução (4) apresentar man- nos mesmos comprimentos de onda de solução de bacitracina zíncica
ROTULAGEM cha com Rf menor que o da mancha principal. padrão preparada em ácido clorídrico 0,01 M.
Observar a legislação vigente. CARACTERÍSTICAS
Sulfato. Dissolver, exatamente, cerca de 0,25 g de amostra Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
04880.03-0 em 100 ml de água e ajustar para pH 11 com amônia. Adicionar 10
SULFATO DE NEOMICINA ENSAIOS DE PUREZA
ml de cloreto de bário 0,1 M e aproximadamente 0,5 mg de púrpura Água (V.2.20.1 - Método direto). Utilizar 20 ml de mistura
Neomycini sulfas de ftaleína. Titular com edetato dissódico 0,1 M SV. Adicionar 50 ml de tolueno e metanol (7:3) como solvente. No máximo 0,5%.
de etanol quando a coloração começar a mudar e continuar a titulação DETERMINAÇÃO DE POTÊNCIA
até a coloração violeta-azulada desaparecer. Cada ml de cloreto de Neomicina
bário 0,1 M SV equivale a 9,606 mg de sulfato (SO4). Contém, no Proceder conforme descrito em Determinação de potência na
mínimo, 27% e, no máximo, 31% de sulfato (SO4), em relação à monografia de Sulfato de neomicina. Preparar a solução amostra
substância dessecada. como descrito a seguir.
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 0,1 g da amos- Solução amostra: pesar, exatamente, o equivalente a 20 mg
tra, em estufa a vácuo a 60 °C, por 3 horas. No máximo 8%. de neomicina e transferir para funil de separação com auxílio de 50
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. ml de éter etílico. Agitar e extrair com quatro porções de 22 ml de
No máximo 1%. tampão fosfato de potássio 0,1 M, estéril, pH 8,0 (solução 2). Trans-
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TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA ferir os extratos aquosos para balão volumétrico de 100 ml, completar
Esterilidade (V.5.1.1). Cumpre o teste. Empregar método de o volume com o mesmo solvente e homogeneizar. Diluir, suces-
filtração por membrana sivamente, até concentrações de 0,5 µg/ml, 1 µg/ml e 2 µg/ml, uti-
C23H46N6O13.xH2SO4 614,64 (base) 04880.03-0 lizando solução 2 como diluente.
Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 1,30 UE por Bacitracina
miligrama de neomicina. Proceder conforme descrito em Determinação de potência na
Neomicina sulfato é uma mistura de sulfatos produzidos por DETERMINAÇÃO DE POTÊNCIA monografia de Bacitracina zíncica. Preparar a solução amostra como
Streptomyces fradiae, sendo o principal componente o sulfato de 2- Proceder conforme descrito em Ensaio microbiológico de descrito a seguir.
desoxi-4-O-(2,6-diamino-2,6-didesoxi-α-D-glicopiranosil)-5-O-[3-O- antibióticos (V.5.2.17) pelo método de difusão em ágar, utilizando Solução amostra: pesar, exatamente, o equivalente a 2 500 UI
(2,6-diamino-2,6-didesoxi-β-L-idopiranosil)-β-D-ribofuranosil]-D-es- cilindros. de bacitracina e transferir para funil de separação com auxílio de 50
treptamina (neomicina B). Apresenta potência de, no mínimo, 600 Microrganismo: Staphylococcus epidermidis ATCC 12228. ml de éter etílico. Agitar e extrair com quatro porções de 22 ml de
µg/mg de neomicina, em relação à base dessecada. Meios de cultura: solução fisiológica estéril para padroni- ácido clorídrico 0,01 M. Transferir os extratos aquosos para balão
DESCRIÇÃO zação do inóculo e meio número 11 para camada base e para pre- volumétrico de 100 ml, completar o volume com o mesmo solvente e
Caracteres físicos. Pó branco ou branco-amarelado, higros- paração do inóculo. homogeneizar. Diluir, sucessivamente, até concentrações de 0,5
cópico. Solução amostra: pesar, exatamente, o equivalente a 25 mg µg/ml, 1 µg/ml e 2 µg/ml, utilizando tampão fosfato de potássio a
Solubilidade. Muito solúvel em água, muito pouco solúvel de neomicina e transferir para balão volumétrico de 25 ml com 1%, estéril, pH 6,0 (solução 1) como diluente. (Adicionar quantidade
auxílio de tampão fosfato de potássio 0,1 M, estéril, pH 8,0 (solução suficiente de ácido clorídrico 0,01 M na solução padrão para que a
em etanol, praticamente insolúvel em acetona, clorofórmio e éter concentração de ácido seja equivalente nas diluições finais das so-
etílico. 2). Completar o volume com o mesmo solvente e homogeneizar.
Diluir, sucessivamente, até concentrações de 0,5 µg/ml, 1 µg/ml e 2 luções padrão e amostra).
Constantes físico-químicas EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
Poder rotatório específico (V.2.8): +53,5° a +59,0°, em re- µg/ml, utilizando solução 2 como diluente. Em recipientes bem-fechados.
lação à substância dessecada. Determinar em solução aquosa a 10% Solução padrão: pesar, exatamente, o equivalente a 25 mg de ROTULAGEM
(p/V). neomicina padrão e transferir para balão volumétrico de 25 ml com Observar a legislação vigente.
IDENTIFICAÇÃO auxílio da solução 2. Completar o volume com o mesmo solvente e 315
A. Proceder conforme descrito em Cromatografia em camada homogeneizar. Diluir, sucessivamente, até concentrações de 0,5 TEOFILINA
delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel H, como suporte, e mistura de µg/ml, 1 µg/ml e 2 µg/ml, utilizando solução 2 como diluente. Theophyllinum
metanol, hidróxido de amônio, clorofórmio e água (6:3:2:1), como Procedimento: adicionar 20 ml de meio número 11 em cada
fase móvel. Aplicar, separadamente, à placa, 5 µl de cada uma das placa, esperar solidificar, adicionar 5 ml de inóculo a 1% e proceder
conforme descrito em Ensaio microbiológico por difusão em ágar
soluções, recentemente preparadas, descritas a seguir. (V.5.2.17.1). Calcular a quantidade em µg de neomicina na amostra a
Solução (1): preparar solução a 20 mg/ml da amostra em partir da potência do padrão e das respostas obtidas para as soluções
água. padrão e amostra.
Solução (2): preparar solução a 20 mg/ml de sulfato de EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO <!ID973405-8>

neomicina padrão em água. Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz.


.
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, secar ao ar ROTULAGEM
quente. Nebulizar a placa com ninidrina a 1% (p/V) em butanol e Observar a legislação vigente. Quando o rótulo indicar que a C7H8N4O2 180,17 06598.01-3
aquecer a 105 °C por 2 minutos. A mancha principal obtida com a substância é estéril, deve cumprir os testes de Esterilidade e En-
solução (1) corresponde em posição, cor e intensidade àquela obtida dotoxinas bacterianas. Quando o rótulo indicar que a substância deve
com a solução (2). 3,7-Diidro-1,3-dimetil-1H-purina-2,6-diona
ser esterilizada durante o processo de preparação de formas far- Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo 101,0% de
B. Solução da amostra a 5% (p/V) em água responde às macêuticas parenterais, deve cumprir o teste de Endotoxinas bac-
reações do íon sulfato (V.3.1.1). terianas. Quando a substância for destinada à preparação de formas C7H8N4O2, em relação à substância dessecada.
ENSAIOS DE PUREZA farmacêuticas não-parenterais estéreis, o teste de Endotoxinas bac- DESCRIÇÃO
pH (V.2.19). 5,0 a 7,5. Determinar em solução aquosa a 1% terianas não é requerido. Caracteres físicos. Pó cristalino, branco ou quase branco,
(p/V). CLASSE TERAPÊUTICA inodoro.
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em Antibiótico. Solubilidade. Pouco solúvel em água, ligeiramente solúvel
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizando sílica-gel G, XII.1. INDICADORES em etanol e em éter etílico, pouco solúvel em clorofórmio. Solúvel
como suporte, e mistura de cloreto de metileno, hidróxido de amônio Púrpura de ftaleína em soluções de hidróxidos de metais alcalinos, em amônia e em
e metanol (10:20:30), como fase móvel. Aplicar, separadamente, à Fórmula molecular - C32H32N2O12.xH2O ácidos minerais diluídos.
34 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

IDENTIFICAÇÃO nitrito de sódio a 4% (p/V). Deixar em banho de gelo por 10 minutos Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis-
A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da e adicionar 1 ml de solução de ácido sulfâmico a 5% (p/V). solução, filtrar e diluir em água até concentração adequada. Medir as
amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de 315.1 absorvâncias das soluções em 272 nm (V.2.14-3), utilizando água
absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes- TEOFILINA CÁPSULAS para ajuste do zero. Calcular a quantidade de C7H8N4O2 dissolvida no
mas intensidades relativas daqueles observados no espectro de teo- Contém, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 110,0% da quan- meio, comparando as leituras obtidas com a da solução de teofilina
filina padrão, preparado de maneira idêntica. tidade declarada de teofilina (C7H8N4O2). padrão na concentração de 0,01% (p/V), preparada no mesmo sol-
B. Dissolver cerca de 10 mg da amostra em 10 ml de água IDENTIFICAÇÃO vente.
e adicionar 0,5 ml de acetato de mercúrio (II) a 5% (p/V). Após A. Pesar e homogeneizar o conteúdo das cápsulas. Prosseguir Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada
alguns minutos produz-se precipitado branco cristalino. conforme descrito no teste A de Identificação da monografia de de C7H8N4O2 se dissolvem em 45 minutos.
C. Aquecer em banho-maria, durante 3 minutos, 10 mg da Teofilina comprimidos a partir de “Triturar quantidade do pó equi- DOSEAMENTO
amostra com 1,0 ml de hidróxido de potássio a 36% (p/V). Adicionar valente a 0,5 g de teofilina...”. A. Por Titulação. Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Pesar
1 ml de ácido sulfanílico diazotado SR. Desenvolve-se, lentamente, B. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) do quantidade do pó equivalente a 0,2 g da amostra e dissolver em 100
coloração vermelha. resíduo obtido no teste A de Identificação, disperso em brometo de ml de água. Adicionar 20 ml de nitrato de prata 0,1 M e agitar. Titular
D. Responde à reação de xantinas (V.3.1.1). potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos com- com hidróxido de sódio 0,1 M SV em presença de 1 ml de azul de
ENSAIOS DE PUREZA primentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles bromotimol SI. Cada ml de hidróxido de sódio 0,1 M SV equivale a
Aspecto da solução. A solução a 0,7% (p/V) em água é observados no espectro de teofilina padrão, preparado de maneira 18,017 mg de C7H8N4O2.
límpida e incolor. idêntica. B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4).
Acidez. A 50 ml da solução obtida em Aspecto da solução C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma Proceder conforme descrito no método B de Doseamento da mo-
adicionar 0,1 ml de vermelho de metila SI. Desenvolve-se coloração nografia de Teofilina. Preparar a solução amostra como descrito a
da solução amostra, obtida em Doseamento, corresponde àquele do seguir.
vermelha. Não mais que 1 ml de hidróxido de sódio 0,01 M é pico principal da solução padrão.
necessário para a viragem para amarelo. Solução amostra: transferir 10 comprimidos para balão vo-
CARACTERISTICAS lumétrico de 500 ml e adicionar 50 ml de água. Após desintegração
Substâncias relacionadas. Proceder conforme descrito em Determinação do peso (V.1.1). Cumpre o teste.
Cromatografia em camada delgada (V.2.17.1), utilizar sílica-gel dos comprimidos, adicionar 50 ml de hidróxido de amônio 6 M.
Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. Agitar mecanicamente, completar o volume com água, homogeneizar
GF254, como suporte, e mistura de amônia, acetona, clorofórmio e Uniformidade de doses unitárias (V.1.6) Cumpre o teste.
butanol (10:30:30:40), como fase móvel. Aplicar, separadamente à e filtrar, descartando os primeiros 20 ml do filtrado. Transferir vo-
TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
placa, 20 µl de cada uma das soluções, recentemente preparadas, lume, exatamente medido, deste concentrado, equivalente a 10 mg de
descritas a seguir. Meio de dissolução: água, 900 ml teofilina, para balão volumétrico de 100 ml. Adicionar 20 ml de
Solução (1): dissolver 0,2 g da amostra em 10 ml de mistura Aparelhagem: pás, 50 rpm solução padrão interno, completar o volume com fase móvel e ho-
.
de metanol e clorofórmio (4:6). Tempo: 60 minutos mogeneizar.
Solução (2): diluir 0,5 ml da solução (1) para 100 ml com Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis- Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções
mistura de metanol e clorofórmio (4:6). solução, filtrar e diluir em ácido clorídrico 0,1 M até concentração padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
Desenvolver o cromatograma. Remover a placa, deixar secar adequada. Medir as absorvâncias das soluções em 268 nm (V.2.14-3), picos correspondentes à teofilina e à teobromina. Calcular a quan-
ao ar. Examinar sob luz ultravioleta (254 nm). Qualquer mancha utilizando o mesmo solvente para ajuste do zero. Calcular a quan- tidade de C7H8N4O2 nos comprimidos a partir das respostas obtidas
secundária obtida no cromatograma com a solução (1), diferente da tidade de C7H8N4O2 dissolvida no meio, comparando as leituras ob- para a relação teofilina/teobromina, nas soluções padrão e amostra.
mancha principal, não é mais intensa que aquela obtida com a solução tidas com a da solução de teofilina padrão na concentração de 0,01% EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
(2) (0,5%). (p/V), preparada no mesmo solvente. Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz.
Metais pesados (V.3.2.3 - Método de reação com íon sulfeto Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada ROTULAGEM
- Método II). Determinar em 1 g da amostra. No máximo 0,002% (20 de C7H8N4O2 se dissolvem em 60 minutos. Observar a legislação vigente.
ppm). DOSEAMENTO 316
Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 2 g da amostra, Proceder conforme descrito em Cromatografia líquida de alta URÉIA
em estufa a 105 ºC, por 2 horas. No máximo 0,5%. eficiência (V.2.17.4). Utilizar cromatógrafo provido de detector ul- Ureum
Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra. travioleta a 254 nm; coluna de 300 mm de comprimento e 4,0 mm de
No máximo 0,1%. diâmetro interno, empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo
DOSEAMENTO octadecilsilano (5 µm); fluxo da fase móvel de 2 ml/minuto. <!ID973405-9>

A. Por Titulação. Dissolver, exatamente, cerca de 0,2 g da Fase móvel: mistura de água, metanol e ácido acético glacial
amostra em 100 ml de água destilada, aquecendo se necessário. Adi- (64:35:1).
cionar 20 ml de nitrato de prata 0,1 M e agitar. Titular com hidróxido Solução amostra: pesar 20 cápsulas, remover o conteúdo e CH4N2O 60,06 07095.01-5
de sódio 0,1 M SV em presença de 1 ml de azul de bromotimol SI. pesá-las novamente. Transferir quantidade do pó equivalente a 100
Cada ml de hidróxido de sódio 0,1 M SV equivale a 18,017 mg de mg de teofilina para balão volumétrico de 250 ml, adicionar 150 ml Carbamida
C7H8N4O2. de metanol e agitar até dissolução. Completar o volume com metanol, Contém, no mínimo, 99,0% e, no máximo, 100,5% de
B. Por Cromatografia líquida de alta eficiência (V.2.17.4). homogeneizar e filtrar. CH4N2O, em relação à substância dessecada.
Utilizar cromatógrafo provido de detector ultravioleta a 280 nm; Solução padrão: dissolver quantidade, exatamente pesada, de DESCRIÇÃO
coluna de 300 mm de comprimento e 4,0 mm de diâmetro interno, teofilina padrão em metanol, e diluir adequadamente de modo a obter Caracteres físicos. Pó branco, cristalino, ou cristais incolores,
empacotada com sílica quimicamente ligada a grupo octadecilsilano solução a 0,4 mg/ml.
(5 µm); fluxo da fase móvel de 1 ml/minuto. levemente higroscópicos. Praticamente inodoro, mas pode gradual-
O desvio padrão relativo das áreas de replicatas dos picos mente desenvolver odor de amônia após longo período de arma-
Solução tampão: transferir 1,36 g de acetato de sódio trii- registrados não deve ser maior que 2,0%. zenamento.
dratado para balão volumétrico de 1 000 ml, adicionar cerca de 100 Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções Solubilidade. Muito solúvel em água, solúvel em etanol,
ml de água, agitar dissolução. Adicionar 5 ml de ácido acético glacial, padrão e amostra, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos
completar o volume com água e homogeneizar. praticamente insolúvel em clorofórmio e em éter etílico.
picos. Calcular a quantidade de C7H8N4O2 nas cápsulas a partir das
Fase móvel: transferir 70 ml de acetonitrila para balão vo- Constantes físico-químicas
respostas obtidas com as soluções padrão e amostra.
lumétrico de 1 000 ml, completar o volume com solução tampão e EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Faixa de fusão (V.2.2): 132 °C a 135 °C.
homogeneizar. Em recipientes bem-fechados. IDENTIFICAÇÃO
Solução padrão interno: transferir 50 mg de teobromina pa- ROTULAGEM A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) da
drão, exatamente pesada, para balão volumétrico de 100 ml. Dissolver Observar a legislação vigente. amostra dessecada a 105 °C, até peso constante, e dispersa em bro-
em 10 ml de hidróxido de amônio 6 M, completar o volume com fase 315.2 meto de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mes-
móvel e homogeneizar. TEOFILINA COMPRIMIDOS mos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas
Solução amostra: transferir 0,1 g de teofilina, exatamente Contém, no mínimo, 94,0% e, no máximo, 106,0% da quan- daqueles observados no espectro de uréia padrão, preparado de ma-
pesada, para balão volumétrico de 100 ml. Adicionar 50 ml de fase tidade declarada de teofilina (C7H8N4O2). neira idêntica.
móvel, agitar mecanicamente até completa dissolução e completar o IDENTIFICAÇÃO B. Aquecer cerca de 0,5 g de amostra em um tubo-teste até
volume com o mesmo solvente. Transferir 10 ml desta solução para A. Pesar e pulverizar os comprimidos. Triturar quantidade do liquefação e opalescência. Desprende-se odor de amônia. Resfriar e
balão volumétrico de 100 ml, adicionar 20 ml de solução padrão pó equivalente a 0,5 g de teofilina com porções de 10 ml e 5 ml de dissolver a massa fundida em 10 ml de água. Adicionar 1 ml de
interno, completar o volume com fase móvel e homogeneizar. hexano. Descartar o hexano. Triturar o resíduo com duas porções de hidróxido de sódio SR e uma gota de sulfato cúprico SR. Desenvolve-
Solução padrão: dissolver quantidade, exatamente pesada, de 10 ml de mistura de hidróxido de amônio 6 M e água (1:1), filtrando se coloração violeta-avermelhada.
teofilina padrão em fase móvel e diluir adequadamente, com o mesmo C. Dissolver 0,1 g de amostra em 1 ml de água e adicionar
cada vez e reservando os filtrados. Evaporar os filtrados combinados
solvente, de modo a obter solução a 1 mg/ml. Transferir 10 ml desta 1 ml de ácido nítrico SR. Produz-se precipitado branco cristalino de
solução para balão volumétrico de 100 ml, adicionar 20 ml de solução até aproximadamente 5 ml, neutralizar, se necessário, com ácido acé-
tico 6 M, usando papel de tornassol, e então resfriar a 15 ºC, com nitrato de uréia.
padrão interno, completar o volume com fase móvel e homogenei- ENSAIOS DE PUREZA
zar. agitação. Recolher o precipitado, lavar com água fria, e secar a 105
ºC por 2 horas. O resíduo obtido apresenta faixa de fusão entre 270 Amônia (V.3.2.6). Dissolver 10 g da amostra em 50 ml de
A resolução entre os picos de teofilina e teobromina não água. Utilizar 0,1 ml da solução e prosseguir conforme descrito em
deve ser menor que 2,0. O fator de cauda para o pico da teofilina não ºC e 274 ºC.
B. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-4) do Ensaio-limite para amônia. No máximo 0,05% (500 ppm).
deve ser maior que 2,0. O desvio padrão relativo das áreas de re- Cloretos (V.3.2.1). Determinar em 5 g de amostra. Proceder
plicatas dos picos registrados não deve ser maior que 1,5%. resíduo obtido no teste A de Identificação, disperso em brometo de
potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos com- conforme descrito em Ensaio-limite para cloretos. No máximo
Procedimento: injetar, separadamente, 20 µl das soluções 0,007% (70 ppm).
amostra e padrão, registrar os cromatogramas e medir as áreas dos primentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles
picos correspondentes à teofilina e à teobromina. Calcular o teor de observados no espectro de teofilina padrão, preparado de maneira Sulfatos (V.3.2.2). Determinar em 2 g da amostra. Proceder
C7H8N4O2 na amostra a partir das respostas obtidas com a relação idêntica. conforme descrito em Ensaio-limite para sulfatos. Utilizar 0,4 ml de
teofilina/teobromina, nas soluções padrão e amostra. C. O tempo de retenção do pico principal do cromatograma ácido sulfúrico 0,005 M padrão. No máximo 0,01% (100 ppm).
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO da solução amostra, obtida no método B de Doseamento, corresponde Metais pesados (V.3.2.3 - Método I). Determinar em 2 g da
Em recipientes bem-fechados, ao abrigo da luz. àquele do pico principal da solução padrão. amostra. Proceder conforme descrito em Ensaio-limite para metais
ROTULAGEM CARACTERÍSTICAS pesados. No máximo 0,001% (10 ppm).
Observar a legislação vigente. Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. Perda por dessecação (V.2.9). Determinar em 1 g da amostra,
CLASSE TERAPÊUTICA Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste. em estufa a 105 °C, por 2 horas. No máximo 1,0%.
Broncodilatador. Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste. Cinzas sulfatadas (V.2.10). Determinar em 1 g da amostra.
_________________________________________________ Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste. No máximo 0,1%.
XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. Resíduo insolúvel em etanol. Dissolver 5 g da amostra em 50
Ácido sulfanílico diazotado SR TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5) ml de etanol levemente aquecido. Caso algum resíduo insolúvel seja
Preparação - Dissolver, cuidadosamente, 0,2 g de ácido sul- Meio de dissolução: água, 900 ml observado, filtrar a solução em papel-filtro tarado. Lavar o resíduo e
fanílico em 20 ml de ácido clorídrico M, resfriar em banho de gelo e Aparelhagem: pás, 50 rpm o papel-filtro com 20 ml de etanol e secar a 105 °C por 1 hora. O
adicionar, gota a gota, com agitação contínua, 2,2 ml de solução de Tempo: 45 minutos peso do resíduo obtido não é maior que 2 mg (0,04%).
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DOSEAMENTO homogênea, transparente, podendo demonstrar coloração devido à V.2.8 Determinação do poder rotatório e do poder rotatório
Transferir exatamente 0,5 g da amostra para balão volu- presença de indicador de pH. específico
métrico de 200 ml, dissolver em água e completar o volume com o A produção da vacina é baseada no sistema de lote-semente V.2.9 Determinação da perda por dessecação
mesmo solvente. Com uma alíquota de 2 ml da solução, prosseguir e a cepa de vírus utilizada na produção não pode induzir neuro- V.2.10 Determinação de cinzas sulfatadas (resíduo de in-
conforme descrito em Determinação de nitrogênio pelo método de patogenia em macacos suscetíveis ao vírus da varicela. Além disso, a cineração)
Kjeldahl (V.3.4.2.2 - Método II), a partir de “Juntar 1 g de sulfato de cepa viral utilizada na produção tem que demonstrar imunogenicidade V.2.11 Determinação da granulometria de pós
potássio”. Cada ml de ácido sulfúrico 0,005 M SV equivale a 0,300 adequada e segurança para o ser humano. A replicação do vírus é V.2.12 Cor de líquidos
mg de CH4N2O. realizada em cultura de células diplóide humana suscetíveis e a sus- V.2.13 Espectrofotometria de absorção atômica
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO pensão de vírus é identificada e controlada quanto à esterilidade. V.2.14 Espectrofotometria de absorção no ultravioleta, vi-
Em recipientes bem-fechados. Após a clarificação da suspensão viral por método adequado para sível e infravermelho
ROTULAGEM remoção de resíduos celulares, algumas substâncias estabilizadoras, V.2.15 Espectrofotometria de fluorescência
Observar a legislação vigente. que comprovadamente não alteram a eficácia e segurança do produto, V.2.16 Turbidimetria e nefelometria
CLASSE TERAPÊUTICA são adicionadas. Antes do envase e liofilização, o produto é analisado V.2.17 Cromatografia
Diurético (agente osmótico); hidratante e queratolítico (tó- quanto à esterilidade, concentração de vírus e de proteínas derivadas V.2.17.1 Cromatografia em camada delgada
pico). do soro animal. V.2.17.2 Cromatografia em papel
317 O produto é envasado em recipientes adequados, liofilizado, V.2.17.3 Cromatografia em coluna
VACINA DE VÍRUS VIVOS CONTRA RUBÉOLA E SA- rotulado e submetido aos controles requeridos. V.2.17.4 cromatografia líquida de alta pressão
RAMPO Outras informações relativas aos critérios de produção e seus V.2.17.5 Cromatografia a gás
Vaccinum rubellae et morbillorum vivum controles estão indicadas na monografia de Vacinas para uso hu- V.2.17.6 Material para cromatografia
A vacina é constituída de mistura dos vírus vivos atenuados mano. V.2.18 Polarografia
da rubéola e do sarampo e apresentada sob a forma liofilizada. Após IDENTIFICAÇÃO V.2.19 Determinação do pH
reconstituição com diluente apropriado, tem aspecto de suspensão A vacina, quando neutralizada com soro contendo anticorpo V.2.20 Determinação de água
homogênea transparente, podendo demonstrar coloração devido à pre- específico para o vírus da varicela, inibe a formação de unidades V.2.20.1 Método volumétrico
sença de indicador de pH. formadoras de “plaque” (UFP) em células suscetíveis conforme des- V.2.20.2 Método da destilação azeotrópica
Cada componente viral presente na vacina é produzido em crito em Determinação da potência. V.2.20.3 Método gravimétrico
separado, conforme descrito nas monografias específicas. ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS V.2.21 Análise de solubilidade por fases
O produto é envasado em recipientes adequados, liofilizado, Umidade residual. Proceder conforme descrito na monogra- V.2.22 Eletroforese
rotulado e submetido aos controles requeridos. fia de Vacinas para uso humano. No máximo 3%. V.2.23 Espectrofotometria de emissão atômica
IDENTIFICAÇÃO TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA V.2.24 Condutividade
Reconstituir a vacina com diluente apropriado e adicionar Esterilidade. Proceder conforme descrito na monografia de V.3 MÉTODOS QUÍMICOS
igual volume de mistura de soros contendo anticorpos neutralizantes Vacinas para uso humano. V.3.1 Reações de identificação
para os vírus da rubéola e do sarampo. Manter por 90 minutos à DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA V.3.1.1 Íons, grupos e funções
temperatura de 4 ºC a 8 ºC. Inocular em cultura de células suscetíveis Pelo menos dois frascos de vacina liofilizada e um de vacina - Acetato
e manter por 10 dias. Como controle do teste, cultura de células referência são submetidos ao método de unidades formadoras de - Acetila
inoculada com a vacina não neutralizada com a mistura de soros “plaque” (UFP). Diluir a vacina aplicando fator não maior que 4 e - Alcalóide
contendo anticorpos para os dois tipos de vírus e outra não inoculada inocular cada diluição em, pelo menos, três orifícios em placa con- - Alumínio, íon
devem apresentar presença e ausência de efeito citopatogênico (ECP), tendo monocamada de cultura de células diplóide humana suscetíveis. - Amina aromática primária
respectivamente. A ausência ECP na cultura de células inoculadas Após adsorção por período em torno de 90 minutos à temperatura de - Amônia e amina alifática volátil
com a mistura da vacina mais anticorpos identifica o produto. 37 ºC, em ambiente de CO2 a 5%, os inóculos são retirados e um - Amônio, íon
ENSAIOS FÍSICO-QUÍMICOS meio de cultura, contendo agarose ou carboximetilcelulose em con- - Antimônio III, íon
Umidade residual. Proceder conforme descrito na monogra- centração adequada, é adicionado. As células são incubadas por cinco - Arsênio
fia de Vacinas para uso humano. No máximo 3%. a sete dias, à temperatura de 37 ºC, em ambiente de CO2 a 5%. Após - Barbitúrico sem substituinte no nitrogênio
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA o período de incubação, retirar o meio de crescimento, fixar as células - Bário, íon
Esterilidade. Proceder conforme descrito na monografia de com formaldeído e corar com um corante vital. - Benzoato
Vacinas para uso humano. A potência da vacina é calculada pela média do número de - Bicarbonato
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA plaques de, pelo menos, duas diluições e o resultado é expresso em - Bismuto, íon
Proceder ao abrigo da luz direta. Diluir duas amostras da log10 UFP/dose. Para a determinação ser considerada válida é ne- - Bissulfito
vacina a ser analisada e uma amostra da vacina de referência, em cessário que (a) o controle de cultura de células apresente mono- - Borato
intervalos de, no máximo, 1,0 log10 em meio de cultura adequado. camada inalterada; (b) a variação de potência entre as duas amostras - Brometo
Inocular cada diluição em 10 orifícios da microplaca con- da vacina não seja maior que 0,5 log10 UFP; (c) a potência da vacina
tendo a suspensão de células suscetíveis. Para titulação do vírus do de referência não varie mais que 0,5 log10 UFP do seu título médio; - Cálcio, íon
sarampo a inoculação é realizada em células Vero, enquanto que, para (d) o número de UFP seja decrescente em relação às diluições cres- - Carbonato
a rubéola, em células RK-13. Incubar as microplacas contendo células centes. - Chumbo, íon
Vero a 36 ºC por 10 dias e as microplacas contendo células RK-13 à A potência é de, no mínimo, 2 x 103,0 UFP/dose. Caso a - Cianeto
temperatura de 32 ºC a 33 ºC por 12 dias. Observar as culturas de amostra não cumpra com os requisitos repetir a determinação. A - Citrato
células quanto à presença ou ausência de ECP e calcular os títulos de potência da vacina é a média geométrica das duas determinações - Clorato
cada vírus presente na vacina, segundo o método estimativo de Spear- realizadas. - Cloreto
man & Karber. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO - Cobre II, íon
A potência de cada vírus é o valor da média geométrica dos Cumpre o estabelecido na monografia de Vacinas para uso - Éster
frascos analisados, expressa em CCID50 (dose 50% infectante em humano. - Ferro
cultura de célula) por dose. Para a determinação ser considerada ROTULAGEM - Férrico, íon
válida, é necessário que (a) ao final do ensaio o controle de cultura de Observar a legislação vigente. - Ferroso, íon
células apresente monocamada inalterada; (b) a variação de potência TEXTOS QUE SUBSTITUEM OS PUBLICADOS, ANTE- - Fosfato (ou ortofosfato)
entre as duas amostras da vacina seja, no máximo, 0,5 log10 CCID50 RIORMENTE, NA PARTE I - Hipofosfito
para cada tipo de vírus; (c) a variação do título da vacina de re- CONTEÚDO - Iodeto
ferência seja, no máximo, 0,5 log10 CCID50 do seu título médio para I PREFÁCIO - Lactato
cada tipo de vírus; (d) o ECP seja decrescente em relação às diluições II HISTÓRICO - Lítio, íon
crescentes; (e) as diluições utilizadas no ensaio estejam entre 10% e III COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FAR- - Magnésio, íon
90% das culturas de células inoculadas. MACOPÉIA BRASILEIRA - Mercúrio
A potência da vacina é, no mínimo, 103,7 CCID50/dose para a IV GENERALIDADES - Mercúrio II, íon
cepa Biken Cam 70 e 103,0 CCID50/dose para as demais cepas do V MÉTODOS DE ANÁLISE - Mercúrio III, íon
vírus do sarampo e da rubéola. Caso o produto não cumpra os re- V.1 PROCEDIMENTOS TÉCNICOS APLICADOS A ME- - Nitrato
quisitos de potência, o ensaio é repetido para o(s) tipo(s) de vírus em DICAMENTOS - Nitrito
que não foi obtido o título limite para aprovação. A potência da V.1.1 Determinação de peso em formas farmacêuticas - Oxalato
vacina é a média geométrica dos dois ensaios realizados. V.1.2 Determinação de volume em formas farmacêuticas - Permanganato
O método de unidades formadoras de “plaque” (UFP) pode, V.1.3 Determinação de resistência mecânica em comprimi- - Peróxido
também, ser empregado e o valor de potência para aprovação do dos - Potássio, íon
produto tem que estar correlacionado com o de CCID50. V.1.3.1 Dureza - Prata, íon
TERMOESTABILIDADE V.1.3.2 Friabilidade - Salicilato
O teste é realizado em paralelo à Determinação da potência. V.1.4 Teste de desintegração - Sódio, íon
Incubar uma amostra da vacina à 37 ºC por sete dias e analisar V.1.4.1 Determinação do tempo de desintegração para com- - Succinato
conforme metodologia descrita para a potência do produto. A vacina primidos e cápsulas - Sulfato
não pode perder mais que 1,0 log10 CCID50/dose, em relação ao título V.1.4.2 Determinação do tempo de desintegração de supo- - Sulfito
determinado na amostra conservada em condições adequadas de tem- sitórios, óvulos e comprimidos - Tartarato
peratura, para cada tipo viral. Além - Tiocianeto
. disso, não pode ter título inferior vaginais
- Tiossulfato
ao estabelecido para aprovação da determinação da potência. Caso V.1.5 Determinação do tempo de dissolução para compri-
não cumpra os requisitos, repetir o teste. O título final é a média dos midos e cápsulas - Xantina
dois testes realizados. V.1.6 Uniformidade de doses unitárias - Zinco, íon
EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO V.1.7 Contaminação por partículas V.3.1.2 Identificação de esteróides por cromatografia em ca-
Cumpre o estabelecido na monografia de Vacinas para uso V.2 MÉTODOS FÍSICOS E FÍSICO-QUÍMICOS mada delgada
humano. V.2.1 Determinação da massa V.3.1.3 Pesquisa de esteróides estranhos por cromatografia
ROTULAGEM V.2.2 Determinação da temperatura e faixa de fusão em camada delgada
Observar a legislação vigente. V.2.3 Determinação da temperatura de ebulição e faixa de V.3.1.4 Pesquisa de substâncias relacionadas a sulfonamidas
318 destilação por cromatografia em camada
VACINA DE VÍRUS VIVOS CONTRA VARICELA V.2.4 Determinação da temperatura de congelamento delgada
Vaccinum varicellae vivum V.2.5 Determinação da densidade de massa e densidade re- V.3.1.5 Identificação de fenotiazinas por cromatografia em
A vacina contra a varicela é constituída de vírus vivos ate- lativa camada delgada
nuados da cepa OKA e apresentada sob a forma liofilizada. Após V.2.6 Determinação do índice de refração V.3.1.6 Pesquisa de impurezas relacionadas a fenotiazinas
reconstituição com diluente apropriado, tem aspecto de suspensão V.2.7 Determinação da viscosidade por cromatografia em camada delgada
36 ISSN 1677-7042 Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005

V.3.2 Ensaios-limite para impurezas inorgânicas V.5.1.7.3 Descrição dos meios de cultura e reagentes IX.2.2.2.1 Recipiente à base de cloreto de polivinila para
V.3.2.1 Ensaio-limite para cloretos V.5.1.7.4 Esterilização e acondicionamento dos meios de cul- sangue e produtos do sangue, Contendo ou não solução anticoa-
V.3.2.2 Ensaio-limite para sulfatos tura gulante
V.3.2.3 Ensaio-limite para metais pesados V.5.1.7.5 Capacidade seletiva e nutritiva dos meios de cul- X MÉTODOS DE PREPARAÇÃO
V.3.2.4 Ensaio-limite para ferro tura e validação do teste para pesquisa e identificação de patógenos X.1 MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO
V.3.2.5 Ensaio-limite para arsênio V.5.1.8 Substâncias pressoras X.1.1 Métodos físicos
V.3.2.6 Ensaio-limite para amônia V.5.1.9 Endotoxinas bacterianas X.1.1.1 Esterilização por calor
V.3.2.7 Ensaio-limite para cálcio V.5.2 Ensaios X.1.1.2 Esterilização por radiação
V.3.2.8 Ensaio-limite para magnésio V.5.2.1 Ensaio biológico de oxitocina X.1.1.3 Esterilização por filtração
V.3.2.9 Ensaio-limite para magnésio e metais pesados al- Método A: hipotensão arterial em frango X.1.2 Método químico
calino-terrosos Método B: contração do útero de rata in vitro
V.3.2.10 Ensaio-limite para alumínio X.1.2.1 Esterilização pelo óxido de etileno
V.5.2.2 Ensaio biológico de corticotrofina X.2 INDICADORES BIOLÓGICOS
V.3.2.11 Ensaio-limite para fosfatos Método A: subcutâneo
V.3.2.12 Ensaio-limite para chumbo Método B: intravenoso XI SUBSTÂNCIAS CORANTES
V.3.3 Determinações em gorduras e óleos V.5.2.3 Ensaio biológico de insulina XII REAGENTES
V.3.3.1 Determinação da densidade relativa Método A: convulsão em camundongos XII.1 INDICADORES
V.3.3.2 Determinação da temperatura de fusão Método B: glicose sangüínea em coelhos XII.2 REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
V.3.3.3 Determinação da temperatura de solidificação Método C: glicose sanguínea em camundongos XII.3 SOLUÇÕES VOLUMÉTRICAS
V.3.3.4 Determinação do índice de refração V.5.2.4 Duração do efeito da insulina XII.4 TAMPÕES
V.3.3.5 Determinação do poder rotatório V.5.2.5 Ensaio biológico de glucagon XIII ANEXOS
V.3.3.6 Determinação de água e sedimentos V.5.2.6 Ensaio biológico de heparina XIII.1 METODOLOGIA PARA O TESTE DE SENSIBI-
V.3.3.7 Determinação do índice de acidez V.5.2.6.1 Ensaio Biológico de heparina pelo método da tem- LIDADE AOS ANTIBACTERIANOS (ANTIBIOGRAMA)
V.3.3.8 Determinação do índice de saponificação po inibição da coagulação do plasma ovino (ICPO) XIII.2 ANIMAIS DE LABORATÓRIO
V.3.3.9 Determinação do índice de ésteres V.5.2.6.2 Ensaio Biológico de heparina pelo método do tem- XIII.2.1 Condições sanitárias
V.3.3.10 Determinação do índice de iodo po de tromboplastina parcial ativada (TTPA) XIII.2.2 Ambiente
V.3.3.11 Determinação do índice de peróxidos V.5.2.7 Ensaio biológico de sulfato de protamina XIII.2.3 Nutrição
V.3.3.12 Determinação do índice de hidroxila V.5.2.8 Ensaio biológico de gonadotrofina sérica XIII.2.4 Genética
V.3.3.13 Determinação do índice de acetila V.5.2.9 Ensaio biológico de gonadotrofina coriônica XIII.2.5 Ética
.
V.3.3.14 Determinação de matéria insaponificável V.5.2.10 Ensaio biológico de gonadorelina XIII.3 NOMES, SÍMBOLOS E MASSAS ATÔMICAS
V.3.4 Ensaios V.5.2.11 Ensaio biológico de menotrofina
V.3.4.1 Titulações por diazotação XIII.4 UNIDADES DO SISTEMA INTERNACIONAL (SI)
V.5.2.12 Ensaio biológico de digital USADAS NA FARMACOPÉIA E EQUIVALÊNCIA COM OU-
V.3.4.2 Determinação de nitrogênio pelo método de Kjel- V.5.2.13 Ensaio biológico de vasopressina
dahl TRAS UNIDADES
V.5.2.14 Ensaio biológico de lipressina XIII.5 MICRORGANISMOS EMPREGADOS EM TESTES
V.3.4.2.1 Macrodeterminação (Método I) V.5.2.15 Ensaio biológico de felipressina
V.3.4.2.2 Semi-microdeterminação (Método II) E ENSAIOS
V.5.2.16 Ensaio biológico de somatotrofina V.5.2.3 ENSAIO BIOLÓGICO DE INSULINA
V.3.4.3 Método de combustão em frasco de oxigênio - Método A: aumento do peso corporal
V.3.4.4 Titulações complexométricas Determina-se a potência da amostra de insulina comparando
- Método B: método da tíbia
- Alumínio seu efeito hipoglicemiante com aquele produzido pela preparação
V.5.2.17 Ensaio microbiológico de antibióticos
- Bismuto V.5.2.17.1 Ensaio microbiológico por difusão em ágar padrão de insulina por método de ensaio adequado.
- Cálcio V.5.2.17.2 Ensaio microbiológico por turbidimetria Preparação padrão
- Chumbo V.6 MÉTODOS FÍSICOS APLICADOS A MATERIAIS CI- Empregar padrão internacional vigente de insulina para ava-
- Magnésio RÚRGICOS E HOSPITALARES liação biológica. Pode ser utilizada outra preparação adequada, cuja
- Zinco V.6.1 Resistência à tração potência tenha sido determinada em relação ao padrão internacio-
V.3.4.5 Titulações em meio não-aquoso V.6.2 Diâmetro de suturas nal.
- Titulação de substâncias de caráter básico V.6.3 Teste para suturas encastoadas Solução padrão
- Titulação de sais de ácidos halogenados V.6.4 Determinação de absorção Pesar, exatamente, quantidade adequada do padrão interna-
- Titulação de substâncias de caráter ácido V.6.5 Comprimento da fibra cional e dissolver em solução de cloreto de sódio a 0,9% (p/V)
V.3.4.6 Determinação de metoxila VI PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS APLICÁVEIS acidificada com ácido clorídrico até pH 2,5, de modo a obter solução
V.3.4.7 Determinação do dióxido de enxofre AOS ENSAIOS BIOLÓGICOS com concentração conhecida de 20 UI/ml. Recomenda-se adicionar
V.3.4.8 Determinação do álcool
V.3.4.8.1 Método por destilação VI.1 GLOSSÁRIO DE SÍMBOLOS conservante para evitar o crescimento de microrganismos. Conservar
V.3.4.8.2 Método por cromatografia a gás VI.2 FUNDAMENTOS a solução entre 2 ºC e 8 °C, evitando o congelamento. Utilizar esta
V.3.4.9 Análise de aminoácidos VI.3 VALORES ABERRANTES solução durante, no máximo, seis meses após sua preparação.
VI.4 ENSAIOS DIRETOS MÉTODOS PROPOSTOS
VI.5 ENSAIOS INDIRETOS QUANTITATIVOS
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V.4 MÉTODOS DE FARMACOGNOSIA MÉTODO A: CONVULSÃO EM CAMUNDONGOS


V.4.1 Preparo de material vegetal para observação e estudos VI.5.1 Tipo de delineamento Diluição do padrão
histológicos VI.5.2 Análise de variância Diluir a solução padrão em solução de cloreto de sódio a
V.4.1.1 Amostragem qualitativa VI.5.3 Testes de validade 0,9% (p/V) acidificada com ácido clorídrico até pH 2,5, de modo a
V.4.1.2 Preparação do material para análise microscópica VI.5.4 Estimativa da potência e limites de confiança obter duas soluções diluídas contendo, respectivamente, por exemplo,
V.4.2 Métodos de análise de drogas vegetais VI.6 MÉDIAS MÓVEIS 30 mUI (miliunidades) (padrão diluído I) e 60 mUI de insulina por
V.4.2.1 Amostragem VI.7 ENSAIOS INDIRETOS “TUDO OU NADA” mililitro (padrão diluído II), dependendo da sensibilidade dos ani-
V.4.2.2 Determinação de matéria estranha VI.8 COMBINAÇÃO DE ESTIMATIVAS DE POTÊNCIA
mais.
V.4.2.3 Determinação de água em drogas vegetais VI.8.1 Potência média ponderada e limites de confiança
VI.9 TABELAS ESTATÍSTICAS Diluição da amostra
V.4.2.4 Determinação de cinzas totais Dissolver a amostra em solução de cloreto de sódio a 0,9%
V.4.2.5 Determinação de cinzas insolúveis em ácido VI.10 EXEMPLOS DE ENSAIOS ESTATÍSTICOS
VI.10.1 Exemplo de ensaio direto (p/V) acidificada com ácido clorídrico até pH 2,5, de modo a obter
V.4.2.6 Determinação de óleos essenciais em drogas vege- duas soluções com concentração presumida de, respectivamente, por
tais VI.10.2 Exemplo de ensaios indiretos quantitativos
VI.10.3 Exemplo de ensaio indireto “tudo ou nada” exemplo, 30 mUI (amostra diluída I) e 60 mUI de insulina por
V.4.2.7 Determinação de óleos fixos mililitro (amostra diluída II), dependendo da sensibilidade dos ani-
V.4.2.8 Determinação de cineol VI.10.4 Exemplo de combinação de estimativas de potên-
cia mais.
V.4.2.9 Determinação do índice de espuma
V.4.2.10 Determinação de substâncias extraíveis por álcool VII RADIOFÁRMACOS Animais
(extrato alcoólico) VIII PRODUÇÃO DE DISCOS E METODOLOGIA PARA Selecionar, no mínimo, noventa e seis camundongos sadios,
V.4.2.11 Determinação do índice de amargor TESTE DE SENSIBILIDADE AOS ANTIBACTERIANOS do mesmo sexo, mantidos em dieta uniforme e adequada, e deixá-los
V.4.2.12 Determinação da atividade hemolítica VIII.1 PRODUÇÃO DE DISCOS em jejum, mas com acesso à água, entre duas e 24 horas antes do
V.4.2.13 Determinação do índice de intumescência VIII.2 CONTROLE DE DISCOS ensaio. Para cada ensaio, a faixa de diferença de peso entre os ani-
V.4.3 Métodos de análise de extratos vegetais IX RECIPIENTES E MATERIAIS EMPREGADOS NA mais não deve exceder a 5 g.
V.4.3.1 Determinação de metanol e 2-propanol SUA FABRICAÇÃO Procedimento
V.5 MÉTODOS BIOLÓGICOS IX.1 MATERIAIS EMPREGADOS NA FABRICAÇÃO DE Distribuir os camundongos, ao acaso, em quatro grupos
V.5.1 Testes de segurança biológica RECIPIENTES iguais de 24 animais cada um, identificando cada lote para a ad-
V.5.1.1 Esterilidade IX.1.1 Material plástico ministração, respectivamente, das soluções padrão diluído I, padrão
V.5.1.2 Pirogênios - Métodos gerais de análise de materiais plásticos diluído II, amostra diluída I e amostra diluída II. Injetar cada dose,
V.5.1.3 Toxicidade - Limpidez e grau de opalescência de soluções subcutaneamente, utilizando o mesmo volume, usualmente 0,25 ml;
V.5.1.4 Substâncias vasodepressoras - Ensaio por combustão em atmosfera de oxigênio nunca exceder, porém, a 0,5 ml para cada camundongo. Alocar os
V.5.1.5 Histamina IX.1.1.1 Materiais plásticos à base de cloreto de polivinila animais em recipientes transparentes, no interior de um incubador de
V.5.1.6 Contagem de microrganismos viáveis em produtos (PVC) ar com a parte frontal também transparente, ajustado à temperatura
que não necessitam cumprir com o Teste de esterilidade IX.1.1.2 Poliolefinas uniforme entre 29 °C e 35 °C e umidade relativa de 40% a 60%. Pode
V.5.1.7 Método geral para pesquisa e identificação de pa- - IX.1.1.2.1 Polietileno de baixa densidade
IX.1.1.2.2 Polietileno de alta densidade ser usada uma série de pequenas caixas submersas até três quartas
tógenos partes de sua altura em banho-maria com temperatura adequadamente
V.5.1.7.1 Enriquecimento não-seletivo IX.1.1.2.3 Polipropileno
- Substâncias solúveis na água IX.1.1.2.4 Poliestireno ajustada e que possibilite a ventilação necessária das mesmas. Pla-
- Substâncias oleosas miscíveis em água IX.1.1.2.5 Poliestireno opaco nejar o ensaio de modo que os recipientes dos quatro lotes sejam
- Substâncias solúveis em miristato de isopropila IX.2 RECIPIENTES distribuídos uniformemente no incubador ou no banho-maria. Ob-
- Gelatina IX.2.1 Recipiente de vidro servar os camundongos durante uma hora e meia após a injeção e
- Substâncias insolúveis ou parcialmente solúveis na água IX.2.2 Recipiente de material plástico registrar o número de animais que entram em convulsão ou morrem.
V.5.1.7.2 Fase seletiva e métodos de confirmação IX.2.2.1 Recipiente de material plástico para soluções in- Para recuperar os animais, injetar 0,5 ml de glicose a 15% (p/V),
- Pseudomonas aeruginosa jetáveis aquosas subcutaneamente.
- Staphylococcus aureus IX.2.2.1.1Recipiente à base de cloreto de polivinila A partir dos resultados obtidos, calcular a potência da amos-
- Salmonella sp. IX.2.2.2 Recipiente de material plástico para sangue e pro- tra e os limites de confiança, utilizando método estatístico descrito na
- Escherichia coli dutos do sangue seção VI.7.
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 37
MÉTODO B: GLICOSE SANGÜÍNEA EM COELHOS 2,5 ml de reagente de cor. Determinar o conteúdo de glicose uti- A amostra cumpre o teste se o número médio de partículas,
Diluição do padrão lizando curva-padrão com concentrações variando de 50 mg a 250 mg com tamanho iguais ou maiores que 10 µm, presentes nas unidades
Diluir volume adequado da solução padrão de modo a obter por mililitro. testadas não exceda 6 000 partículas por recipiente e o número de
duas soluções contendo, respectivamente, por exemplo, 1,0 UI (pa- A partir dos resultados obtidos, calcular a potência da amos- partículas com tamanho iguais ou maiores que 25 µm não exceda a
drão diluído I) e 2,0 UI de insulina por mililitro (padrão diluído II), tra e os limites de confiança, utilizando método estatístico descrito na 600 partículas por recipiente.
dependendo da sensibilidade dos animais. Usar como solvente so- Teste C
seção VI.5. Pós para injetáveis em recipientes com volume declarado
lução contendo cresol ou fenol 0,1% a 0,25% (p/V), glicerol 1,4% a REAGENTES
1,8% (p/V) e ácido clorídrico suficiente para produzir pH entre 2,5 e igual ou menor que 100 ml.
3,5. Reagente de cor A amostra reconstituída com água ou diluente apropriado
Diluição da amostra Dissolver 0,1 g de aminofenazona em 250 ml de tampão livre de partículas cumpre o teste se o número médio de partículas,
Utilizando o mesmo solvente, preparar duas soluções da fosfato pH 6,0. Adicionar 5 ml de solução de glicose-oxidase, 5 ml da com tamanho iguais ou maiores que 10 µm, presentes nas unidades
amostra de modo a obter, com base na potência presumida, res- solução de peroxidase e 0,33 g de ácido 4-hidroxibenzóico. Com- testadas não exceda 10 000 partículas por recipiente e o número de
pletar com tampão fosfato pH 6,0 a 300 ml. partículas com tamanho igual ou maiores que 25 µm não exceda a 1
pectivamente, por exemplo, 1,0 UI (amostra diluída I) e 2,0 UI de 000 partículas por recipiente.
insulina por ml (amostra diluída II), dependendo da sensibilidade dos Solução padrão de glicose _________________________________________________
animais. Pesar, exatamente, cerca de 0,1 g de glicose anidra, adicionar XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
Dose a injetar 0,2 g de ácido benzóico e dissolver em água até perfazer 100 ml. Água livre de partículas. Água obtida por filtração em mem-
Com base em ensaio prévio, selecionar as doses a serem Armazenar sob refrigeração. brana de porosidade 0,22 µm.
injetadas, cujo volume, usualmente, deve estar entre 0,30 ml e 0,50 Solução de glicose-oxidase V.2.24 CONDUTIVIDADE DA ÁGUA
ml. Para cada ensaio, esse volume deve ser constante tanto para as A solução contém a enzima, obtida a partir de micélios de A condutividade elétrica da água é uma medida do fluxo de
soluções do padrão quanto da amostra. Aspergillus niger, que catalisa a oxidação aeróbica da glicose. Con- elétrons o qual é facilitado pela presença de íons. Moléculas de água
Animais tém, no mínimo, 735 unidades/ml e, no máximo, 790 unidades/ml de dissociam-se em íons em função do pH e da temperatura, resultando
Selecionar, no mínimo, 24 coelhos sadios, pesando não me- em uma determinada condutividade. Alguns gases, em especial, o
nos que 1,8 kg cada um. Uma semana antes do ensaio, alocar os atividade de glicose-oxidase e, no máximo, 15 unidades/ml de ati- dióxido de carbono, dissolvem-se prontamente em água e interagem
animais nas condições do laboratório, com livre acesso à água e com vidade de catalase. Pode conter tampões e estabilizantes. Unidade de para formar íons que afetam de modo previsível a condutividade,
dieta uniforme. atividade de glicose-oxidase é a quantidade capaz de absorver 10 assim como o pH. Estes íons e sua condutividade resultante podem
Procedimento mm3 de oxigênio/minuto, atuando sobre o substrato glicose, a 30 °C, ser considerados como intrínsecos a água.
Distribuir os coelhos, ao acaso, em quatro grupos iguais de em pH 5,9, na presença de excesso de catalase. A solução é límpida O íon cloreto e o íon amônio são algumas das principais
no mínimo, seis coelhos cada um, destinando-os, respectivamente, de coloração marrom-amarelada, com densidade de 1,18 a 1,21. Deve impurezas encontradas na água e, também, influenciam na sua con-
para as doses do padrão e da amostra. Aproximadamente 20 horas ser armazenada em recipientes bem fechados, sob refrigeração. A dutividade. Estes íons externos podem ter impacto significativo na
antes do ensaio, deixar para cada coelho quantidade de alimento que estabilidade é de, no mínimo, seis meses. pureza química da água e comprometer a sua utilização em aplicações
deve ser consumida durante 6 horas. Antes de cada fase do ensaio, farmacêuticas.
Solução de peroxidase As condutividades combinadas dos íons intrínsecos e dos
seguir o mesmo horário de alimentação. Durante o ensaio, retirar o Preparado liofilizado obtido a partir da raiz de Cochlearia
alimento e a água até que seja coletada a última amostra de sangue. íons externos variam em função do pH e são a base para as es-
armoracia L. Catalisa reações de oxidação com o peróxido de hi- pecificações da condutividade descritas na Tabela em anexo e em-
Injetar, subcutaneamente, a dose indicada para o respectivo grupo, drogênio. Pó de cor branca a parda, cuja solução a 0,025% (p/V) em pregadas quando realizada a etapa 3 do teste. Duas etapas preli-
conforme o planejamento a seguir. tampão fosfato pH 6,0 apresenta absorvância de, no mínimo, 0,6 em minares são incluídas neste teste. Se as condições do teste e os limites
275 nm e em 403 nm. A solução para o teste contém 1,0 g de de condutividade são atendidos em qualquer uma destas etapas pre-
Grupo 1ª injeção 2ª injeção
peroxidase em tampão fosfato pH 6,0 e apresenta, no mínimo, 820 liminares (Etapas 1 e 2), a água satisfaz as exigências deste teste e
1 padrão diluído I amostra diluída II
UI/ml. não é necessária a aplicação da Etapa 3. Somente no caso da amostra
2 padrão diluído II amostra diluída I não obedecer às exigências da Etapa 3, a água é julgada como não
TEXTOS A SEREM INCLUÍDOS NA PARTE I conforme com os requerimentos do teste de condutividade.
3 amostra diluída I padrão diluído II V.1.7 CONTAMINAÇÃO POR PARTÍCULAS INSTRUMENTAÇÃO E PARÂMETROS OPERACIO-
4 amostra diluída II padrão diluído I Partículas sub-visíveis NAIS
A contaminação de injetáveis por partículas consiste da pre- A condutividade da água deve ser medida usando instru-
Observar que a segunda injeção deve ser feita preferencial- sença de materiais insolúveis, estranhos e móveis que não sejam mentos calibrados. A constante de condutividade da célula é um fator
mente no dia seguinte, porém nunca exceder a uma semana após a bolhas de ar. As especificações exigidas para as preparações far- usado como multiplicador para os valores da escala do condutiví-
primeira injeção. Coletar amostra de sangue, através da veia marginal macêuticas encontram-se descritas nas específicas monografias. metro.
da orelha de cada coelho, uma hora e duas horas e meia após cada Equipamento Calibração
injeção. Determinar a concentração de glicose de cada amostra por Constante da célula: Selecionar a constante da célula de
Utilizar contador de partículas com funcionamento baseado acordo com a condutividade da solução a ser examinada. Geralmente
método adequado, tal como o descrito no Método C. no princípio de bloqueio de luz que permita a determinação do ta-
A partir dos resultados, calcular a potência da amostra e os células de condutividade apresentam constante de célula na ordem de
limites de confiança, utilizando método estatístico descrito na seção manho das partículas e seu número conforme suas dimensões. 0,1 cm-l, 1 cm-l e 10 cm-1.
VI.5. Calibração <!ID973406-1>

MÉTODO C: GLICOSE SANGÜÍNEA EM CAMUNDON- Calibrar o equipamento com o auxílio de partículas esféricas Para a calibração do condutivímetro, utilizar as soluções de
GOS padrões de tamanho compreendido entre 10 a 25 µm. Estas partículas referência descritas a seguir:
Diluições do padrão padrões são dispersas em água livre de partículas. Evitar a agregação Soluções de referência para condutividade: Pesar exatamente
Diluir volume adequado da solução padrão de modo a obter das partículas durante a dispersão. 0,7455 g de cloreto de potássio (seco a 105 ºC durante 2 horas),
duas soluções contendo, respectivamente, por exemplo, 50 mUI (pa- Precauções dissolver utilizando água isenta de dióxido de carbono (cuja con-
drão diluído I) e 100 mUI de insulina por mililitro (padrão diluído II), Realizar o teste em condições de contaminação limitada, dutividade não exceda 2 µS cm-1) e completar a 1000 ml (0,01 M -
dependendo da sensibilidade dos animais. Ajustar a concentração preferencialmente, em capela de fluxo laminar. Solução A). Esta solução apresenta condutividade de acordo com a
destas soluções conforme a sensibilidade da cepa de camundongos Tabela 1. Transferir 50 ml da Solução A, utilizando pipeta volu-
Lavar a vidraria e o equipamento de filtração utilizado com métrica, para balão volumétrico de 100 ml e completar com água
utilizada. Utilizar, como solvente, solução de cloreto de sódio a 0,9% exceção das membranas filtrantes com solução detergente morna e
(p/V) acidificada com ácido clorídrico até pH 2,5 a 3,5. isenta de dióxido de carbono (0,005 M - Solução B). Transferir 10 ml
enxaguar com água até que todo o detergente seja removido. Ime- da Solução A, utilizando pipeta volumétrica, para balão volumétrico
Diluições da amostra diatamente antes do uso, enxaguar o equipamento da parte superior
Utilizando o mesmo solvente, preparar duas soluções da de 100 ml e completar com água isenta de dióxido de carbono (0,001
amostra de modo a obter, com base na potência presumida, res- para a inferior, interna e externamente com água livre de partículas M - Solução C). Transferir 5 ml da Solução A, utilizando pipeta
pectivamente, por exemplo, 50 mUI (amostra diluída I) e 100 mUI de . volumétrica, para balão volumétrico de 100 ml e completar com água
insulina por mililitro (amostra diluída II), dependendo da sensibi- Observar para não introduzir bolhas de ar na amostra a ser isenta de dióxido de carbono (0,0005 M - Solução D). Transferir 5 ml
lidade dos animais. analisada, especialmente quando alíquotas de amostra estão sendo da Solução A, utilizando pipeta volumétrica, para balão volumétrico
Animais transferidas para o acessório de leitura. de 500 ml e completar com água isenta de dióxido de carbono
Selecionar, no mínimo, 40 camundongos do mesmo sexo, Para verificar a adequabilidade do ambiente, da vidraria e da (0,0001 M - Solução E).
pesando entre 20 g e 25 g. Para cada ensaio, a faixa de diferença de água utilizada, efetuar a contagem de partículas em cinco amostras de Não utilizar compensação de temperatura, manter as solu-
peso entre os animais não deve exceder a 2 g. Manter os animais à 5 ml de água livre de partículas, de acordo com o método descrito ções de referência na temperatura de 25 ºC durante a leitura.
temperatura ambiente uniforme, com acesso à água e alimentação. neste capítulo. Caso o número de partículas maiores do que 10 µm Tabela 1 - Condutividade das soluções de cloreto de potássio
Procedimento exceder a 25, para o volume total de 25 ml, o ambiente não apresenta (25 ºC).
Distribuir os camundongos, por sorteio, em quatro grupos condições para realizar o teste.
iguais de, no mínimo, 10 animais cada um, identificando cada lote Método Solução Concentração Condutividade
para a administração, respectivamente, das doses do padrão e da Misturar a amostra por meio de 25 inversões consecutivas M (mol/l) (µS cm-1)
amostra. Injetar cada dose, subcutaneamente, utilizando 0,1 ml para A 0,01 1412
cada 10 g de peso médio dos animais. Adotar o delineamento duplo lentas e suaves do recipiente. Eliminar as bolhas deixando a amostra
B 0,005 717,5
cruzado, conforme o esquema a seguir. em repouso por 2 minutos. Transferir quatro porções não menores que
5 ml, e determinar o número de partículas com tamanho igual ou C 0,001 146,9

Grupo 1ª injeção 2ª injeção


maior que 10 e 25 µm. Desconsiderar o resultado obtido com a D 0,0005 73,9
primeira alíquota, e calcular o número médio de partículas para a E 0,0001 14,9
1 padrão diluído I amostra diluída II
amostra sob exame.
2 padrão diluído II amostra diluída I
Avaliação A maioria dos equipamentos permite a calibração utilizando
3 amostra diluída I . padrão diluído II
somente uma solução de referência, neste caso utilizar a solução de
Empregar o teste A, teste B ou teste C, assim como, o
4 amostra diluída II padrão diluído I referência de menor condutividade para a calibração. Porém, medir a
número de amostras, conforme indicado na monografia específica, da
forma farmacêutica. condutividade dos demais padrões e observar a concordância entre a
Exatamente quarenta minutos após cada injeção, coletar de Teste A leitura do condutivímetro e o valor nominal de cada solução de
50 µl a 100 µl de sangue de cada animal, através da exploração do Soluções para injetáveis em recipientes com volume decla- referência.
plexo venoso ocular com tubo capilar heparinizado. Nas mesmas PROCEDIMENTO
rado maior que 100 ml.
condições, aplicar a segunda injeção pelo menos duas horas e meia O procedimento descrito abaixo é estabelecido para medidas
após a primeira ou no dia seguinte. Centrifugar o sangue para separar A amostra cumpre o teste se o número médio de partículas, de água purificada e água para injetáveis. Alternativamente, sua Etapa
o plasma e determinar o teor de glicose pelo método descrito a com tamanho iguais ou maiores que 10 µm, presentes nas unidades 1 pode ser realizada (com modificações apropriadas de acordo com o
seguir. testadas não exceda 25 partículas por ml e o número de partículas item 1 da Etapa 1) usando-se instrumentação do tipo “em linha” que
Transferir 25 µl do plasma, recentemente separado, para tubo com tamanho iguais ou maiores que 25 µm não exceda a 3 por ml. tenha sido calibrado apropriadamente, cujas constantes de célula te-
de ensaio. Adicionar 2,5 ml de reagente de cor, agitar e deixar à Teste B nham sido exatamente determinadas, e cujas funções de compensação
temperatura ambiente por 60 minutos. Determinar a absorvância em Soluções para injetáveis em recipientes com volume decla- de temperatura tenham sido desabilitadas. A adequabilidade de tais
espectrofotômetro a 510 nm, utilizando como branco 25 µl de água e rado igual ou menor que 100 ml. instrumentos “em linha” para testes de controle de qualidade é tam-
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bém dependente da localização no sistema de água. Evidentemente, o µS/cm (microSiemens por centímetro) = µmho/cm = recíproco de a solução de ditizona mantenha sua cor verde. Agitar as soluções de
posicionamento do instrumento precisa refletir a qualidade da água megaohm-cm ditizona combinadas durante 30 segundos com 20 ml de ácido nítrico
usada. V.3.2.12 ENSAIO-LIMITE PARA CHUMBO diluído a 1% (V/V) e descartar a fase clorofórmica. Adicionar à
Etapa 1 A determinação de chumbo em produtos farmacêuticos pode solução ácida 5 ml de solução padrão de ditizona e 4 ml de solução
1. Determinar a temperatura e a condutividade da água sem ser realizada por dois métodos. Para a determinação do conteúdo de de cianeto-amônia, e agitar durante 30 segundos. A camada clo-
compensação automática da temperatura. A determinação deve ser metais pesados, geralmente expresso em chumbo equivalente, é ado- rofórmica não apresenta cor violeta mais intensa que a da preparação
realizada em recipiente apropriado ou como determinação “em li- tado o ensaio-limite (V.3.2.3). Para a determinação do chumbo ex- controle realizada nas mesmas condições, com um volume de solução
nha”. traível por ditizona, adota-se o presente teste. padrão de chumbo diluída, equivalente à quantidade permitida de
2. Encontrar, com emprego da Tabela 2, o valor de tem- Selecionar todos os reagentes para o teste de modo a conter chumbo na amostra.
peratura a qual não é maior que a temperatura medida, ou seja, a o mínimo de chumbo possível. Armazenar todas as soluções de rea- TEXTOS QUE SUBSTITUEM OS PUBLICADOS, ANTE-
temperatura menor mais próxima. O valor de condutividade cor- gentes em recipientes de vidro de borosilicato. Enxaguar toda a vi- RIORMENTE, NA PARTE II
respondente a esta temperatura é o limite. (Não interpolar). draria com solução aquecida de ácido nítrico a 50% (V/V) e, em 173.1
3. Se o valor de condutividade medido não é maior que o seguida, com água. ÁCIDO ACETILSALICÍLICO COMPRIMIDOS
valor correspondente na Tabela 2, a água obedece às exigências do Reagentes especiais Contém, no mínimo, 95,0% e, no máximo, 105,0% da quan-
teste para condutividade. Porém, se o valor é maior que o valor Solução de cianeto-amônia - Dissolver 2 g de cianeto de tidade declarada de C9H8O4.
tabelado, proceder a determinação de acordo com a Etapa 2. potássio em 15 ml de hidróxido de amônio e diluir com água a 100 IDENTIFICAÇÃO
Tabela 2. Valores limites para condutividade de acordo com ml. A. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade
a temperatura. (somente para valores de condutividade sem com- Solução de citrato de amônio - Dissolver 40 g de ácido de pó equivalente a 0,5 g de ácido acetilsalicílico para tubo de
pensação de temperatura) cítrico em 90 ml de água. Acrescentar 2 ou 3 gotas de vermelho de centrífuga e agitar com 10 ml de etanol por alguns minutos. Cen-
fenol a 0,1% (p/V) em etanol. Adicionar, cuidadosamente, hidróxido trifugar. Remover o sobrenadante límpido e evaporar à secura em
Temperatura Condutividade (µS/cm) de amônio até que a solução adquira coloração avermelhada. Re- banho-maria a 60 oC, por 1 hora. Secar o resíduo em estufa, a vácuo,
0 0,6 mover qualquer chumbo presente pela extração com porções de 20 ml a 60 oC, por 1 hora. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14-
5 0,8
de solução extratora de ditizona, até que a coloração verde-alaranjada 4) do resíduo disperso em brometo de potássio, apresenta máximos de
na solução de ditizona seja mantida. absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mes-
10 0,9
Solução padrão de chumbo diluída - Diluir volume exa- mas intensidades relativas daqueles observados em espectro de ácido
15 1,0 tamente medido de solução padrão de chumbo a 10 µg/ml (V.3.2.3 - acetilsalicílico padrão.
20 1,1 Método I) com 9 volumes de ácido nítrico a 1% (V/V), para obter B. Pesar e pulverizar os comprimidos. Transferir quantidade
25 1,3 solução contendo 1 µg de chumbo por mililitro. de pó equivalente a 0,5 g de ácido acetilsalicílico e dissolver em 10
30 . 1,4 Solução extratora de ditizona - Dissolver 30 mg de ditizona ml de hidróxido de sódio 5 M. Ferver por 2 ou 3 minutos. Esfriar.
35 1,5 em 1 000 ml de clorofórmio e acrescentar 5 ml de etanol. Armazenar Adicionar um excesso de ácido sulfúrico M. Produz-se precipitado
40 1,7 a solução em refrigerador. Antes do uso, agitar um volume adequado cristalino e odor característico de ácido acético. Adicionar cloreto
45 1,8
da solução extratora de ditizona com metade de seu volume de ácido férrico SR a solução. Desenvolve-se coloração violeta intensa.
nítrico a 1% (V/V), descartando a fase ácida. CARACTERÍSTICAS
50 1,9
Solução de cloridrato de hidroxilamina - Dissolver 20 g de Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste.
55 2,1 cloridrato de hidroxilamina em água para obter, aproximadamente, 65 Dureza (V.1.3.1). Cumpre o teste.
60 2,2 ml. Transferir para funil de separação. Acrescentar 5 gotas de azul de Friabilidade (V.1.3.2). Cumpre o teste.
65 2,4 timol a 0,1% (p/V) em etanol e adicionar hidróxido de amônio até Teste de desintegração (V.1.4.1). Cumpre o teste.
70 2,5 que a solução adquira cor amarela. Adicionar 10 ml de solução Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste.
75 2,7 aquosa de dietilditiocarbamato de sódio a 4% (p/V), agitar, e deixar Para comprimidos de 100 mg, proceder conforme descrito em Do-
80 2,7 em repouso por 5 minutos. Extrair esta solução com sucessivas por- seamento, empregando soluções volumétricas a 0,1 M.
85 2,7
ções de 10 ml a 15 ml de clorofórmio, até que uma porção de 5 ml TESTE DE DISSOLUÇÃO (V.1.5)
do extrato de clorofórmio não adquira coloração amarela quando Meio de dissolução: tampão acetato 0,05 M, pH 4,5, 500
90 2,7
agitada com sulfato cúprico a 12,5% (p/V). Adicionar ácido clorídrico ml
95 2,9 3 M até coloração rosa (se necessário, adicionar 1 ou 2 gotas de azul Aparelhagem: cestas, 50 rpm
100 3,1 de timol a 0,1% (p/V) em etanol) e diluir, em seguida, com água a Tempo: 30 minutos
100 ml. Procedimento: após o teste, retirar alíquota do meio de dis-
Etapa 2 Solução de cianeto de potássio - Dissolver 50 g de cianeto de solução, filtrar e, se necessário, diluir em tampão acetato 0,05 M até
4. Transferir quantidade suficiente de água (100 ml ou mais) potássio em água suficiente para 100 ml. Remover o chumbo desta concentração adequada. Medir imediatamente as absorvâncias das
para recipiente apropriado e agitar a amostra. Ajustar a temperatura, solução pela extração com porções sucessivas de solução extratora de soluções em 265 nm (V.2.14-3), utilizando a solução tampão para
se necessário, a 25 ± 1 ºC e agitar a amostra vigorosamente ob- ditizona, como descrito anteriormente. Extrair qualquer ditizona re- ajuste do zero. Calcular a quantidade de C9H8O4 dissolvido no meio,
servando periodicamente a leitura do condutivímetro. Quando a mu- manescente na solução de cianeto, agitando com clorofórmio. Fi- comparando as leituras obtidas com a da solução de ácido acetil-
dança na condutividade (devido à absorção de dióxido de carbono nalmente, diluir a solução de cianeto com água suficiente para que salicílico padrão na concentração de 0,008% (p/V), preparada no
atmosférico) é menor que 0,1 µS/cm por 5 minutos, anotar a con- cada 100 ml contenha 10 g de cianeto de potássio. momento do uso. Pode-se usar etanol para dissolver o padrão antes da
dutividade. Solução padrão de ditizona - Dissolver 10 mg de ditizona em diluição em tampão acetato 0,05 M. O volume de etanol não pode
5. Se a condutividade não é maior que 2,1 µS/cm, a água 1 000 ml de clorofórmio. Acondicionar a solução em frasco isento de exceder 1% do volume total da solução padrão.
obedece às exigências para o teste de condutividade. Se a condu- chumbo, munido de tampa de vidro, adequadamente embalado para Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada
tividade é maior que 2,1 µS/cm, proceder conforme Etapa 3. proteger da luz. Armazenar em refrigerador. de C9H8O4 se dissolvem em 30 minutos.
Etapa 3 MÉTODO ENSAIOS DE PUREZA
6. Realizar este teste no intervalo de 5 minutos desde o item Preparação amostra - Na ausência de especificação na mo- Ácido salicílico. Pesar e pulverizar os comprimidos. Trans-
5, mantendo a temperatura da amostra a 25 ± 1 ºC. Adicionar solução nografia, preparar a solução amostra como segue. ferir quantidade de pó equivalente a 0,2 g de ácido acetilsalicílico
saturada de cloreto de potássio (0,3 ml para 100 ml de amostra) para Nota - Se a amostra reagir muito rapidamente e começar a para um balão volumétrico de 100 ml. Adicionar 4 ml de etanol e
a mesma amostra de água e determinar o pH com precisão de 0,1 fumegar com 5 ml de ácido sulfúrico, antes de aquecer, utilizar 10 ml agitar. Diluir a 100 ml com água resfriada, mantendo a temperatura
unidades, de acordo com Determinação de pH (V.2.19). Consultando de ácido sulfúrico diluído a 50% (V/V) a frio e acrescentar algumas inferior a 10 ºC. Filtrar imediatamente e transferir 50 ml do filtrado
a Tabela 3 determinar o valor limite para condutividade de acordo gotas de peróxido de hidrogênio antes de aquecer. Observar pre- para tubo de Nessler. Preparar a solução padrão de ácido salicílico a
com o pH obtido no item 6. Se a condutividade medida no item 4 não cauções de segurança neste procedimento, pois algumas substâncias 0,01% (p/V). Transferir 3 ml desta solução para um tubo de Nessler,
é maior que o valor tabelado, a água atende o teste para condu- podem reagir com violência explosiva, quando tratadas com peróxido adicionar 2 ml de etanol e água em quantidade suficiente para 50 ml.
tividade. Se a condutividade medida é maior que o valor tabelado ou de hidrogênio. Adicionar 1 ml de sulfato férrico amoniacal nítrico SR às soluções
o pH esta fora da faixa de 5 a 7, a água não atende o teste para Transferir 1 g da amostra para frasco adequado, acrescentar 5 padrão e amostra. A cor violeta produzida pela solução amostra não
condutividade. ml de ácido sulfúrico, algumas pérolas de vidro e aquecer em placa deve ser mais intensa que a obtida com a solução padrão.
Tabela 3 . Valores limites de condutividade de acordo com o de aquecimento, em capela, até começar a fumegar. Podem ser uti- DOSEAMENTO
pH. lizados outros meios de aquecimento adequados. Se necessário, adi- Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Transferir quantidade do
(somente para amostras mantidas em atmosfera e tempe- cionar excesso de ácido sulfúrico para umedecer completamente a pó equivalente a 0,5 g de ácido acetilsalicílico para erlenmeyer de
ratura equilibradas). amostra, não ultrapassando um total de 10 ml. Acrescentar, gota a 250 ml e adicionar 30 ml de hidróxido de sódio 0,5 M SV. Ferver
gota, e com precaução, peróxido de hidrogênio a 30% (p/p), per- cuidadosamente por 10 minutos e titular o excesso de álcali com
pH Condutividade (µS/cm) mitindo que a reação ocorra, aquecendo entre as adições. Adicionar as ácido clorídrico 0,5 M SV, utilizando vermelho de fenol SI como
5,0 4,7
primeiras gotas aos poucos e muito lentamente, misturando cuida- indicador. Realizar o ensaio em branco e efetuar as correções ne-
dosamente para prevenir reação rápida e interrompendo o aqueci- cessárias. Cada ml de hidróxido de sódio 0,5 M SV equivale a 45,040
5,1 4,1
mento se ocorrer excessiva formação de espuma. Agitar a solução no mg de C9H8O4.
5,2 3,6 frasco, para permitir a reação da amostra aderida nas paredes (acres- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
5,3 3,3 centar peróxido de hidrogênio sempre que a mistura se tornar marrom Em recipientes perfeitamente fechados e protegidos da luz.
5,4 3,0 ou escurecer). Continuar a digestão até que vapores de trióxido de ROTULAGEM
5,5 2,8 enxofre sejam desprendidos abundantemente, que a reação seja com- Observar a legislação vigente.
5,6 2,6 pleta e a solução se torne incolor. Esfriar, cautelosamente, acrescentar _________________________________________________
5,7 2,5 10 ml de água, evaporar novamente até que o trióxido de enxofre se XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
5,8 2,4
desprenda por completo e esfriar. Repetir este procedimento com Sulfato férrico amoniacal nítrico SR
outros 10 ml de água, para remover qualquer traço de peróxido de Preparação - Dissolver 0,2 g de sulfato férrico amoniacal em
5,9 2,4
hidrogênio. Cuidadosamente, diluir com 10 ml de água e esfriar. 50 ml de água, adicionar 5 ml de ácido nítrico e diluir a 100 ml com
6,0 2,4 Técnica - Transferir a preparação amostra para um funil de água.
6,1 2,4 separação, com o auxílio de 10 ml de água, ou o volume de solução XII.4. TAMPÕES
6,2 2,5 amostra preparada como indicado na monografia. A menos que já Tampão acetato 0,05 M - pH 4,5
6,3 2,4 venha descrito na monografia individual, acrescentar 6 ml de solução Preparação - Transferir 2,99 g de acetato de sódio triidratado
6,4 2,3 de citrato de amônio e 2 ml de solução cloridrato de hidroxilamina e 1,66 ml de ácido acético glacial para balão volumétrico de 1 000
6,5 2,2 (para a determinação de chumbo em sais de ferro, usar 10 ml de ml. Dissolver em água e completar o volume com o mesmo sol-
6,6 2,1
solução de citrato de amônio). Adicionar 2 gotas de vermelho de vente.
fenol a 0,1% (p/V) em etanol, alcalinizar pela adição de hidróxido de 83.1
6,7 2,6
amônio até coloração vermelha e homogeneizar. Esfriar a solução, se BENZILPENICILINA POTÁSSICA ESTÉRIL PÓ PARA
6,8 3,1 necessário, e acrescentar 2 ml de solução de cianeto de potássio. SOLUÇÃO INJETÁVEL
6,9 3,8 Extrair imediatamente com porções de 5 ml de solução extratora de Benzilpenicilina potássica estéril para preparação parenteral
7,0 4,6 ditizona e recolher cada extrato para outro funil de separação, até que é mistura seca de benzilpenicilina potássica e citrato de sódio como
Nº 209, segunda-feira, 31 de outubro de 2005 ISSN 1677-7042 39
tampão, em quantidade não inferior a 4% e não-superior a 5% da fase pregando solução de benzilpenicilina, na concentração de 2 000 U/ml, das soluções em 239 nm (V.2.14-3), utilizando fluido gástrico si-
sólida total. Pode ser empregado ácido cítrico, em quantidade não- em solução salina livre de pirogênio. mulado, para ajuste do zero. Calcular a quantidade de C14H10BrN3O
superior a 0,15% da fase sólida total em substituição ao citrato de Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 0,01 UE/100 dissolvida no meio, comparando as leituras obtidas com a da solução
sódio. A potência é de, no mínimo, 90,0% e, no máximo, 120,0% do unidades de benzilpenicilina. padrão na concentração de 0,00033 % (p/V) preparada no mesmo
valor declarado de benzilpenicilina. A benzilpenicilina potássica em- DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA solvente.
pregada na produção cumpre as especificações descritas na mono- Para determinação da potência da benzilpencilina procaína, Tolerância: não menos que 80% (T) da quantidade declarada
grafia Benzilpenicilina potássica. empregar um dos métodos descritos a seguir, utilizando amostragem de C14H10BrN3O se dissolvem em 20 minutos.
IDENTIFICAÇÃO mínima de 10 frascos. DOSEAMENTO
Proceder conforme descrito nos testes de identificação da A. Proceder conforme descrito em Ensaio microbiológico de Pesar e pulverizar 20 comprimidos. Proceder o doseamento
monografia Benzilpenicilina potássica. ao abrigo da luz direta. Transferir quantidade do pó, exatamente
CARACTERÍSTICAS antibióticos (V.5.2.17). Reconstituir o conteúdo de 10 frascos con-
pesada, equivalente a 30 mg de bromazepam para balão volumétrico
pH (V.2.19). 6,0 a 8,5. Determinar após reconstituição da forme indicado pelo produtor. Diluir, amostra e padrão, com solução de 100 ml. Adicionar 70 ml de ácido sulfúrico metanólico 0,1 M e
amostra com o diluente. tampão fosfato de potássio a 1%, estéril, pH 6,0 (solução 1), às deixar em ultra-som por 20 minutos. Completar o volume com o
Determinação de peso (V.1.1). Cumpre o teste. concentrações empregadas na curva padrão. mesmo solvente, centrifugar e filtrar, se necessário. Diluir com ácido
Uniformidade de doses unitárias (V.1.6). Cumpre o teste. B. Por método iodométrico. Reconstituir o conteúdo de 10 sulfúrico metanólico 0,1 M, até obter solução na concentração de
ENSAIOS DE PUREZA frascos conforme indicado pelo produtor. Diluir padrão de benzil- 0,0006% (p/V). Preparar solução padrão na mesma concentração,
Perda por dessecação. Proceder conforme descrito em Des- penicilina potássica e amostra reconstituída, até concentração de, utilizando o mesmo solvente. Medir as absorvâncias das soluções
secação de substâncias antibióticas (V.5.2.17-4-Método 2). No má- aproximadamente, 2 000 U/ml de benzilpenicilina procaína, utili- resultantes em 239 nm (V.2.14-3), utilizando ácido sulfúrico me-
ximo 1,5%. zando solução tampão de fosfato de potássio a 1%, pH 6,0 (solução tanólico 0,1 M para ajuste do zero. Calcular a quantidade de
TESTES DE SEGURANÇA BIOLÓGICA 1) não-estéril. Transferir 2 ml da solução padrão para erlenmeyer com C14H10BrN3O nos comprimidos a partir das leituras obtidas.
Esterilidade (V.5.1.1-5). Cumpre o teste. Empregar o método tampa esmerilhada e adicionar 2 ml de hidróxido de sódio M. Agitar EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
de filtração por membranas. e deixar em repouso por 15 minutos. Adicionar 2 ml de ácido clo- Em recipientes bem-fechados, protegidos da luz.
Pirogênios (V.5.1.2). Cumpre o teste. Injetar 1,0 ml/kg, em- rídrico 1,2 M e 10 ml de solução de iodo 0,01 M SV. Deixar em ROTULAGEM
pregando solução de benzilpenicilina, na concentração de 20 000 repouso, por 15 minutos, ao abrigo da luz. Titular com solução de Observar a legislação vigente.
U/ml, em solução salina, livre de pirogênio. tiossulfato de sódio 0,01 M SV. Próximo ao ponto final, adicionar 3 _________________________________________________
Endotoxinas bacterianas (V.5.1.9). No máximo 0,01 EU/100 XII.2. REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTES
unidades de benzilpenicilina. gotas de solução de amido SI e prosseguir com a titulação até o
desaparecimento da cor azul. Proceder da mesma maneira com a Ácido sulfúrico metanólico 0,1 M
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA Preparação - Transferir 11,04 g de ácido sulfúrico para balão
Para determinação da potência da benzilpencilina potássica, solução amostra. Realizar provas em branco, da amostra e do padrão,
volumétrico de 1 000 ml e completar o volume com metanol.
empregar um dos métodos descritos a seguir, utilizando amostragem por meio da titulação de 2 ml de ambas soluções, adicionadas de 10 Informações adicionais - Preparar 24 horas antes do uso.
mínima de 10 frascos. ml de solução de iodo 0,01 M SV e 0,1 ml de ácido clorídrico M. Fluido gástrico simulado
A. Proceder conforme descrito em Ensaio microbiológico de Próximo ao ponto final, adicionar 3 gotas de solução de amido SI e Preparação - Dissolver 2 g de cloreto de sódio e 3,2 g de
antibióticos (V.5.2.17). Reconstituir o conteúdo de 10 frascos con- prosseguir com a titulação até o desaparecimento da cor azul. Titular pepsina purificada em 7 ml de ácido clorídrico. Completar o volume
forme indicado pelo produtor. Diluir, amostra e padrão, com solução com tiossulfato de sódio 0,01 M SV. para 1 000 ml com água. O pH da solução deve estar em torno de
tampão fosfato de potássio a 1%, estéril, pH 6,0 (solução 1), às 1,2.
concentrações empregadas na curva padrão. Pepsina purificada
B. Por método iodométrico. Reconstituir o conteúdo de 10 Descrição - Derivada da mucosa estomacal do porco, com
frascos conforme indicado pelo produtor. Diluir amostra reconstituída atividade de 800 a 2 500 unidades/mg de proteína.
e padrão, até concentração de, aproximadamente, 2 000 U/ml de <!ID973406-3>

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benzilpenicilina potássica, utilizando solução tampão de fosfato de Em que CARQUEJA
potássio a 1%, pH 6,0 (solução 1) não estéril. Transferir 2 ml da P=potência da amostra (U/frasco-ampola); Baccharis trimerae herbae
solução padrão para erlenmeyer com tampa esmerilhada e adicionar 2 Vba=volume de titulante gasto na titulação do branco da Baccharis trimera (Less.) DC. - ASTERACEAE
ml de hidróxido de sódio M. Agitar e deixar em repouso por 15 amostra (ml); A droga vegetal consiste de caules alados, dessecados e
minutos. Adicionar 2 ml de ácido clorídrico 1,2 M e 10 ml de solução Va=volume de titulante gasto na titulação da amostra (ml); fragmentados contendo, no mínimo, 0,5% de flavonóides totais ex-
de iodo 0,01 M SV. Deixar em repouso, por 15 minutos, ao abrigo da Vbp=volume de titulante gasto na titulação do branco do pressos em quercetina e, no mínimo, 0,3% de óleo essencial. O óleo
luz. Titular com solução de tiossulfato de sódio 0,01 M SV. Próximo padrão (ml); essencial é constituído de, no mínimo, 9% de carquejol e 45% de
ao ponto final, adicionar 3 gotas de solução de amido SI e prosseguir Vp=volume de titulante gasto na titulação do padrão (ml); acetato de carquejila.
com a titulação até o desaparecimento da cor azul. Proceder da S=concentração do padrão (U/ml); SINONÍMIA CIENTÍFICA
mesma maneira com a solução amostra. Realizar prova em branco, da F=fator de diluição da amostra. Molina trimera Less. e Baccharis genistelloides var. trimera
amostra e do padrão, por meio da titulação de 2 ml de ambas so- EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO (Less.) Baker
luções, adicionadas de 10 ml de solução de iodo 0,01 M SV e 0,1 ml Em recipientes hermeticamente fechados, a temperatura in- SINONÍMIA VULGAR
de ácido clorídrico M. Próximo ao ponto final, adicionar 3 gotas de ferior a 30 oC. Carqueja-amarga; carqueja-amargosa.
solução de amido SI e prosseguir com a titulação até o desapa- ROTULAGEM CARACTERES ORGANOLÉPTICOS
recimento da cor azul. Titular com tiossulfato de sódio 0,01 M SV. Observar a legislação vigente. As partes aéreas apresentam sabor amargo.
180.1 DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA
BROMAZEPAM COMPRIMIDOS Ramos cilíndricos, trialados, de até 1 m de comprimento,
Contém, no mínimo, 93,0% e, no máximo, 110,0% da quan- áfilos ou com raras folhas sésseis e reduzidas nos nós. Alas verdes,