UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE

ADRIELE KARINE BARBOSA DA SILVA BRUNO CEZAR DE SOUZA BARBOSA LIMA MÉLANY MARIA DE SOUSA PETERSON STANGL RAFAEL MACHADO DOS SANTOS

Recife – Pernambuco

AGOSTO/2011 ADRIELE KARINE BARBOSA DA SILVA BRUNO CEZAR DE SOUZA BARBOSA LIMA MÉLANY MARIA DE SOUSA PETERSON STANGL RAFAEL MACHADO DOS SANTOS

Relatório apresentado à disciplina de Mecânica dos Solos I, sob a orientação do Professor Sílvio Romero, como nota parcial do 1º GQ.

Recife – Pernambuco

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..........................................................................14 PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO....................................................................................................16 ANEXOS...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................4 INTRODUÇÃO......................................................8 DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO DA QUEIMA DE ÁLCOOL...........................................................................................................................4 ...............................1 RESUMO................................................10 OBJETIVOS ESPECÍFICOS........................................................................................................................................................10 OBSERVAÇÕES.....................................................................................................................................................15 METODOLOGIA......................10 AMOSTRA....................................7 OBSERVAÇÕES.....................................................11 DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO DO SPEEDY..............................................................................................................................................14 CUIDADOS IMPORTANTES.............................................................................................................................................................................13 APARELHAGEM.....................................................................................................................................................................................................................................................................13 OBJETIVOS ESPECÍFICOS............................................................................................................................7 PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO..................................................................................................................................................................7 .10 APARELHAGEM.............................13 AMOSTRA.............................................................................................................................................................................................................................................................................7 APARELHAGEM....................................................................................................................................................................................................................18 1...............................................................................15 CONCLUSÕES................................................................................REFERÊNCIAS...................6 DETERMINAÇÃO DE UMIDADE EM ESTUFA............................13 PREPARAÇÃO DA AMOSTRA DE SOLO.10 PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO..........................................5 OBJETIVOS.............................................................................................................................6 OBJETIVO GERAL................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................7 AMOSTRA.....7 OBJETIVOS ESPECÍFICOS..................AGOSTO/2011 SUMÁRIO .............................................................21 3 .....................................7 CONCEITO.....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................

Rafael Machado dos. STANGL. tem por objetivo apresentar a determinação do teor de umidade em amostras de solos pelos métodos de laboratório em estufa. Bruno Cezar de Souza Barbosa. pelo método Expedito da queima com álcool e pelo método Expedito do Speedy. o mesmo representa uma das etapas para conclusão da disciplina de Mecânica dos Solos I. SANTOS. Adriele Karine Barbosa da. 4 . agora apresentado à Universidade Católica de Pernambuco.2). Peterson. 22f. ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE. (Trabalho apresentado à disciplina de Mecânica dos Solos I. Universidade Católica de Pernambuco.RESUMO SILVA. em cumprimento às exigências de complemento do 1º Grau de Qualificação 2011. SOUSA. Em virtude disto. O presente documento. 2011. LIMA. Recife – PE. aplicada ao curso de Engenharia Civil. Mélany Maria de.

INTRODUÇÃO Na primeira prática. por métodos de estufa e Expeditos da queima de álcool e speedy. 5 . iremos realizar ensaios para determinação do teor de umidade em solos.

6 .OBJETIVOS OBJETIVO GERAL O objetivo do presente trabalho é mostrar os conhecimentos adquiridos através das aulas em laboratório e a aplicação dos mesmos nas atividades que foram executadas. exibindo os métodos utilizados e a ordem de serviço para perfeita execução das atividades.

APARELHAGEM • • • • Estufa capaz de manter a temperatura entre 105º e 110º C. utilizamos três cápsulas.DETERMINAÇÃO DE UMIDADE EM ESTUFA CONCEITO Teor de umidade dos solos é a razão entre a massa d’água contida no solo. 57. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Tendo como base os estudos realizados. Pinça metálica. toma-se 10 a 50g de solo. Tem o símbolo h e é expresso em percentagem. utilizamos três amostras. PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO • Pesa-se a cápsula. 7 . AMOSTRA Em geral.16g.39g e 58. Balança que permita pesar 200g. donde este será o peso bruto úmido No nosso ensaio. • Coloca-se na cápsula de alumínio a amostra de solo e pesa-se o conjunto. sensível a 0. iremos aqui determinar a umidade em amostras de solos com utilização de estufa. evaporável em estufa a 105º – 110º C.01g. Para este experimento.36g. Cápsulas de alumínio: 4cm x 2cm de altura. donde cada cápsula contém 59. até tenacidade de massa. e a massa de grãos do solo seco em estufa. mas para este experimento. à mesma temperatura.

57 7. obtém-se uma média mais representativa.90 22.36 gramas.84 22. pesa-se o conjunto novamente. • Leva-se o conjunto para a estufa. caso alguma amostra forneça um número suspeito de erro.52 33.47 2. 40 e 85 passaram a pesar 56. Sendo o peso seco alterado pela combustão da matéria orgânica.62 34. 54.36 55.54 22. o que não seria possível com apenas duas amostras.10 2. donde este passará a ser o peso bruto seco.39 gramas e 58. CÁPSULA Nº 72 59. recomenda-se a utilização de estufas com temperatura controlada.16 56.01 2. Para o nosso ensaio. 40 e 85 pesaram 59. Em solos com frações orgânicas é importante notar que a utilização de estufas convencionais poderia queimar a amostra ocasionando uma falsa determinação da umidade do solo.58 85 58.84 gramas. saber qual delas está mais afastada da média.37 7. Após um período de 24 horas.55 PESO BRUTO ÚMIDO PESO BRUTO SECO TARA DA CÁPSULA PESO DA ÁGUA PESO DO SOLO UMIDADE (%) UMIDADE MÉDIA (%) OBSERVAÇÕES A utilização de pelo menos três cápsulas é importantes para garantir a representatividade e uma melhor análise dos resultados para obtenção da média.49 32.44 7.39 54. 57.61 40 57.90 gramas e 55.89 7. Para solucionar tal problema. após as 24 horas.as cápsulas de número 72. as cápsulas 72. ou seja.16 gramas.54 gramas. No caso de se eliminar a determinação mais dispersa e consequentemente com a utilização das amostras que forneceram valores mais próximos. respectivamente. é possível ao compará-la as demais. pois assim com uma menor 8 . respectivamente.

na colocação e retirada da estufa. qualquer perda de material poderá afetar o resultado da umidade. pois os mesmos contribuirão com uma massa invariável.temperatura e por um tempo mais longo é possível retirar a água da amostra. areias grossas e cascalhinho. pois ao determinar a umidade é importante evitar ao máximo que o solo perca ou ganhe umidade do ambiente. assim como na pesagem das mesmas. tanto úmido quanto seco. Sendo se suma importância o cuidado ao manipular as cápsulas. Outro importante cuidado se dá com o meio onde se está trabalhando. pode prejudicar o resultado da umidade. Devido a pequena quantidade de amostra. Vale salientar que. a presença de solos granulares com o diâmetro relativamente grande. ao trabalhar com a pesagem de amostras de pequena massa. sem a queima da fração orgânica. 9 .

Este método só pode ser empregado quando autorizado pela fiscalização da obra. Deposita-se na cápsula a amostra de solo. PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO • • Pesa-se a cápsula. espalhando-a em toda a superfície. • Determina-se o peso da cápsula com a amostra úmida. donde este será o peso bruto úmido. Fósforos. estando o mesmo mais destorroado possível. Álcool etílico.1g.DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO DA QUEIMA DE ÁLCOOL OBJETIVOS ESPECÍFICOS Este método fixa o modo pelo qual se determina a umidade de solos e de agregados miúdos pelo emprego de álcool etílico. Espátula de aço com lâmina flexível. Cápsula metálica. • • • • AMOSTRA Toma-se 50 gramas de solo que passa na peneira de 2.0mm.0mm. No nosso ensaio. 10 . APARELHAGEM • • Balança que permita pesar 200g sensível a 0. A umidade se determina pela adição do álcool à amostra e sua posterior queima. Peneira de 2. todas as cápsulas pesaram 50 gramas.

50 PESO BRUTO ÚMIDO PESO BRUTO SECO PESO DA ÁGUA UMIDADE (%) UMIDADE MÉDIA (%) Para este caso.44 7.55 3.56 gramas e 46.00 46. Esta operação é executada três vezes com adições sucessivas com 15.37 3 50. contornando-a com a espátula e inflamando-a em seguida.00 46.41 7. A necessidade da utilização da peneira é importante para destorroar o material.• Faz-se a mistura de álcool etílico com a amostra.30 Esta tabela só pode ser utilizada para o método da queima de álcool. o peso bruto seco para as três cápsulas foi de 46. 11 .56 3.50 7. pois submetemos o mesmo a uma combustão. possibilitando uma eliminação mais eficaz da água. à 99. com a queima de álcool.3% (Ver anexos 01 e 02. Observe: Ps 46.59 3. Neste experimente.60 (%) h 7. 18).59 gramas.30 7. donde este será o peso bruto úmido. 46.50 46. • Pesa-se a cápsula com a amostra do solo seco. CÁPSULA Nº 1 50.45 7.30 2 50. o valor da umidade é tabelado.55 gramas. 15 e 15 mililitros de álcool. respectivamente.00 46. OBSERVAÇÕES Neste método não é possível a determinação da umidade em solos com frações orgânicas. pág.

12 . impossibilitam uma determinação de uma umidade representativa. O ensaio feito com o álcool. pode vir a apresentar aproximadamente 3% de erro. Observa-se ainda que. deve-se eliminar qualquer faísca que ainda possa existir antes de colocar mais álcool na amostra. Também é importante cuidados com a manipulação das amostras para que não haja perda de material. em comparação com a estufa.Amostras de solos com frações de areia grosa ou mesmo cascalhinho. como mencionado anteriormente. Ao se fazer o ensaio Expedito do álcool. com a utilização de três determinações de umidades seria possível uma análise mais consistente e representativa do solo.

APARELHAGEM Conjunto Speedy (Ver anexo 03.DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO DO SPEEDY OBJETIVOS ESPECÍFICOS Determinação da umidade em solos com emprego do aparelho Speedy.5 gramas de carbureto de cálcio (CaCO2). 18): • Recipiente ou câmara de pressão com presilhas. AMOSTRA O peso da amostra a ser utilizada depende da umidade prevista para a mesma. e de acordo com a seguinte tabela: 13 . e apropriado somente para o controle de compactação de solos. pág. • Tabela de utilização e calibração. • Tampa com manômetro e borracha de vedação. • Ampolas com cerca de 6. solo-cimento e misturas estabilizadas de granulometria fina. • Balança de manual. A umidade é determinada pela pressão do gás resultante da reação da água contida na amostra sore o carbureto de cálcio da ampola que se introduz no aparelho. • Duas esferas de ferro. O método é aplicado somente para solos que não contenham pedregulho ou agregado.

essa amostra deve ser colocada dentro da câmara com duas esferas de aço e a ampola de 6. Rolar o aparelho até esfriar o gás. que pode ser verificada através do aumento de pressão dentro da câmara. de modo a quebrar a cápsula do carbureto de cálcio. 19). 19). No nosso experimento. 14 . usamos 3 amostras de 20 gramas cada. No caso do nosso experimento. leu-se: 1. donde. pág. Material grosso: pulverizar e passar pela peneira. após a mesma se tornar constante. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA DE SOLO • • • Areias e materiais pulverizados: nenhum preparo. formando um gás acetileno. 1. misturar com areia seca de igual peso para obter combinação solta.Umidade Prevista Até 10% De 10 a 20% De 20 a 30% > de 30% Peso da Amostra 20 g 10 g 5g 3g Para o nosso experimento. PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO • Pesa-se a amostra. para as três amostras de 20 gramas de solo cada uma. • Lê-se a pressão através do manômetro. Isso significa que toda a água contida na câmara reagiu com o carbureto de cálcio.15 Kg/cm². exposto no manômetro. este é o peso do solo úmido (Ver anexo 04. Individualmente. estaremos utilizando 3 amostras de 20 gramas cada. Toda a operação deve durar aproximadamente três minutos (Ver anexo 05. respectivamente.10 Kg/cm² e 1. Material lamacento: pesar primeiro.5 gramas carbureto de cálcio. • Fechar a câmara hermeticamente e agitá-la impetuosamente para cima e para baixo.10 Kg/cm². como dito anteriormente. pág.

15 O ensaio feito com o speedy. • Abrir vagarosamente o aparelho para liberar o gás e em seguida.10 5. deve-se recorrer ao método em estufa. Para este ensaio. em laboratório. A percentagem de umidade é calculada através destes valores.15 6. • solo.80 6. através de tabela. o método Expedito do speedy ter sido mais eficaz. respectivamente. CUIDADOS IMPORTANTES Por se tratar de uma reação entre o carbureto e a água. é indicado a abertura dessa câmara em ambiente aberto e longe de chamas.80 6. CONCLUSÕES Apesar de neste caso.10 6. sendo estas 6. a umidade no speedy foram: 6. Portanto. em comparação com a estufa. inicialmente fazer uma aferição. concomitantemente. 5.8 gramas.15% e 6. um gás acetileno tóxico irá se formar.49 20.1 gramas.49% 6.15 6. enquanto que os métodos Expeditos são apenas 15 .8 gramas e 5. com amostra representativa do PESO ÚMIDO LEITURA MANÔMETRO Kg/cm² CONVERSÃO UMIDADE (%) UMIDADE MÉDIA 20.10 5.00 1. para determinação da umidade com uma maior precisão.00 1. abrir a Para determinar a umidade dos solos plásticos.26 20.15%. aconselha-se cápsula completamente para limpá-lo e retirar-se as esferas de aço.00 1.• A leitura da pressão feita no manômetro deve ser convertida para umidade. pode vir a apresentar aproximadamente 3% de erro. ao converter de acordo com a tabela.

58 7.26 METODOLOGIA O presente trabalho teve como objetivo apresentar os resultados encontrados durante realização de ensaios de determinação de umidade durante o período que nos foi estabelecido para desenvolvimento do mesmo. (Ver anexo 05. 16 .40 6. 20) DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE MÉTODO EM ESTUFA MÉTODO EXPEDITO DA QUEIMA DE ÁLCOOL MÉTODO EXPEDITO DO SPEEDY UMIDADE (%) 7. pag.indicados quando se necessita uma resposta imediata ou mesmo em condições de campo.

c) Determinação do teor de umidade através do método Expedito do Speedy 17 . Observe: O peso do solo será determinado pela diferença entre o peso bruto seco e a tara da cápsula. podemos tirar a diferença para encontrar o valor do peso total da água na amostra. apresentaremos cada expressão utilizada neste trabalho para desenvolvimento de cada item listado a seguir. b) Determinação do teor de umidade através do método Expedito da queima de álcool Para determinação da umidade através deste método. não houve nenhum algoritmo. o valor da umidade correspondente é tabelado. a seguir: Ps 46. foram aplicados os conhecimentos adquiridos durante as aulas de laboratório da disciplina de MECÂNICA DOS SOLOS I. tendo-se o peso bruto seco da mesma. A média das umidades é feita através de média aritmética. como a seguir: Para o caso da umidade.30 A média das umidades é feita através de média aritmética.50 46.Para cada um dos itens abordados na efetivação deste documento. a) Determinação do teor de umidade através do método em estufa Conhecendo o peso bruto úmido e o peso bruto seco. somando todas elas e dividindo pela quantidade de ensaios realizados. A partir deste momento. pois após a queima da amostra de solo. mas apresentaremos novamente. esta será determinada pela seguinte expressão: h (%) = . somando todas elas e dividindo pela quantidade de ensaios realizados.50 7. haja vista anteriormente.60 (%) h 7.

sabemos que a conversão da leitura feita no manômetro para umidade é feita através de tabela. utilizaremos a seguinte expressão: h (%) = A média das umidades é feita através de média aritmética. 18 .No caso da determinação da umidade através do speedy. somando todas elas e dividindo pela quantidade de ensaios realizados. ANEXOS Anexo 01: Mistura de álcool etílico com a amostra de solo. Para se obter a umidade em percentagem.

Anexo 03: Conjunto Speedy. 19 . Anexo 04: Pesando amostra de solo.Anexo 02: Queima das amostras de solo.

Anexo 05: Agitando o Speedy a fim de estourar a cápsula de carbureto de cálcio. em 10 de Agosto de 2011. Anexo 06: Ensaios realizados em laboratório. 20 . às 19 horas.

26 20.37 7.36 55.15 6.47 2.62 34.00 1.52 33.84 22.16 56.30 2 50.DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE NA ESTUFA Cápsula Nº Peso Bruto Úmido Peso Bruto Seco Tara da Cápsula Peso da Água Peso do Solo Umidade (%) Umidade Média (%) 72 59.15 1.00 1.45 7.61 40 57. REFERÊNCIAS 21 .44 7.57 7.44 7.80 6.50 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE NO SPEEDY Peso Solo Úmido Leitura Manômetro Kg/cm² Umidade no Speedy Umidade (%) Umidade Média (%) 20.10 5.39 54.30 7.00 46.49 32.59 3.00 46.55 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE NO ÁLCOOL Cápsula Nº Peso Solo Úmido Peso Solo Seco Peso da Água Umidade (%) Umidade Média (%) 1 50.00 1.58 85 58.15 6.00 46.10 5.10 6.49 20.41 7.10 2.80 6.55 3.90 22.54 22.37 3 50.01 2.56 3.89 7.

• www.recife.br/pr/servicospublicos/emlurb/cadernoencargos/pavim entacao_Determinacaodaumidadepelometodoexpedido.recife.br/pr/servicospublicos/emlurb/cadernoencargos/pavim entacao_Determinacaodoteordeumidadedesolos.pe.gov.gov.gov.pe.br/pr/servicospublicos/emlurb/cadernoencargos/pavim entacao_Determinacaodaumidadepelometodoexpeditodoalcool.pdf www.dnit.gov.pe.br/normas/DNER-ME05-94.pdf • • • ipr.pdf 22 .pdf www.recife.

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