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D-DROL

Os PH’s (pró-hormonais) estão em alta hoje. Nos EUA há algum tempo que são
utilizados por fisiculturistas profissionais, juntamente com esteróides anabólicos. A
indústria de suplementos é muito forte e ludibriosa. É tão forte que consegue
manipular drogas anabólicas e vendê-las como se fossem suplementos inofensivos...

Mas no Brasil os PH’s ainda são proibidos. Isso não quer dizer que você não
pode conseguir. Muitas empresas de suplementos nacionais importam estes
suplementos e os vendem a um preço bem elevado. Alguns usuários dizem ter bons
ganhos, outros dizem não ganhar nada. Mas são muitos os PH’s disponíveis
atualmente, alguns são realmente bons e podem produzir músculos sem retenção, já
outros, como é natural neste mercado, não passam de ilusões.

Agora, imagine um PH tão forte quanto um esteróide anabolizante oral


(hemogenin), mas que lhe traz ganhos em apenas 2 ou 3 semanas, ganhos sólidos, sem
retenção hídrica... Estamos falando de pura massa muscular! Sim, este suplemento
existe e a grande maioria dos usuários comprovam a sua eficiência. Este PH chama-se
D-DROL, fabricado pela 4Everfit, nos EUA.

O MAX PUMP traz a você esta semana uma ficha técnica completa deste
fantástico suplemento. Mas lembre-se, PH é quase um esteróide. Não espere ter
ganhos tão extraordinários sem perdas para a sua saúde...

Produto: D-Drol - 60 Caps.


Marca: 4Everfit
Dosagem Comum: 2 Cápsulas ao dia.
Compostos:
1º: 2a, 17a-dimethyl-5a-androstane-3-one-17b-ol ( Superdrol )
2º: Estra-4,9-diene-3,17-dione (Precursor Trembolona)
3º: 17a-methyl-etioallocholan-2-ene-17b-ol (pheraplex)
4º: Liver Support Complex 300mg

2a, 17a-dimethyl-5a-androstane-3-one-17b-ol

O Composto:

Estruturalmente como o Superdrol, um derivado do próximo Masteron


(drostanolone). A única diferença neste caso é a adição de um C-17 alfa metil grupo,
uma alteração que dá ao esteróide alta biodisponibilidade oral. Embora, em muitos
casos, c-17-alfa alquilação muda o caráter global de um esteróide consideravelmente
(como é o caso do boldenona e methandrostenolona ou testosterona e
metiltestosterona), mas não é o caso do Superdrol.

Os Efeitos:

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Você não vai ganhar 15kg com esse composto, mas pode se esperar 5kg á 8kg
sólidos de músculo sem retenção.

Os Colaterais:

Tanto ela quanto a drotanolone, NÃO AROMATIZAM, ou seja, não se convertem


em estrogênio, então o risco da ginecomastia é pequeno. O maior problema desse
composto será seu dano hepático, mas não chega ser tão forte quanto o Dianabol e
hemogenin, porém mais forte que a oxandrolona nesse quesito.

Dose:

Em homens geralmente se usa 10-20mg por no máximo 6 semanas.

Estra-4,9-diene-3,17-dione

O composto:

Estra-4,9-diene-3,17-dione é um pró-esteróide de grande alcance


quimicamente similar ao agente anabolizante Trembolona. A molécula de Estra-4,9-
diene-3,17-dione uma das coisas mais próximas da Trembolona no mercado. Estra-4,9-
diene-3,17-dione se pode converter facilmente a Trembolona com reações químicas
orgânicas. Estra-4,9-diene-3,17-dione é muito similar em estrutura à Trembolona e
terá uma afinidade obrigatória similar para o receptor de Trembolona.

O Efeito:

Ganho de massa magra com qualidade, sendo um esteróide da classe I muito


potente levando bem ao receptor do andrógeno e tendo um período curto.

Os Colaterais:

A Trembolona é um esteróide que tem as vantagens de não experimentar


nenhum metabolismo adverso, também não se convertem em estrogênio e não tóxica
ao fígado, porém supre muito seu eixo hormonal, fazendo com que a queda de libido
seja muito forte, também inrritabilidade.

17a-methyl-etioallocholan-2-ene-17b-ol

O Composto:

Muito conhecido como Pheraplex, seu composto base é DMT-


Desoxymethyltestosterone, é um potente esteroide oral com mais poder androgenico
do que a M1T.

O efeito:

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Esse composto deve aumentar significantemente a força e ganhos sólidos.

Efeitos Colaterais:

Possíveis efeitos secundários podem incluir acne, queda de cabelo, aumento


dos níveis de estrogênio e problemas hepáticos.

O uso:

Não ultrapassar 4 semanas, dose efetiva em homens geralmente 20-40mg.

Liver Suport Complex 300mg

Todos são protetores Hepáticos, ou seja, protegem o fígado contra todos os


venenos citados acima, entre eles vou citar os principais protetores.

Silybum marianum ou silimarina - Diversos estudos científicos realizados na


Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do
cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande
capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de
proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas,
redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.

Alpha Lipoic Acid (ALA) - ALA é encontrado em quase todos os alimentos, mas
um pouco mais, no rim, coração, fígado, espinafre, brócolis, e extrato de levedura.
Naturalmente que ocorrem lipoic ácido é sempre covalentemente ligados e não
imediatamente disponível a partir de fontes dietéticas. Além disso, a quantidade de
ácido lipoic presentes é muito baixo. Por exemplo: a purificação de lipoic ácido para
determinar a sua estrutura utilizada uma estimativa de 10 toneladas de resíduos de
fígado, o que rendeu 30mg de ácido lipoic. Como resultado, todas as lipoic ácido
disponível como um suplemento é quimicamente sintetizados.

Terapia pós ciclo (TPC)

Para o uso desse PH, sugerimos que você tenha em mãos tamoxifeno e o
clomid para fazer Serms, porém se não houver sensibilidade nos mamilos sugiro
apenas o clomid, mas muitos relatam apenas o uso de tribullus 1500mg ao dia por um
mês.

Considerações Finais

D-Drol realmente é um bom pró-hormônio tendo em vista seus ganhos, mesmo


seus colaterais (muitos) sendo atuantes e perigosos, são pouco notados pois como tem
vários compostos em doses menores.

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É comum pessoas relatarem nenhum colateral, ou pouca coisa. O risco da
ginecomastia mesmo pequeno ainda existe, pois um de seus agentes pode aumentar
os níveis de estrogênio. Portanto não espere ganhos de 12-15kilos com esse pro
hormonal, pois quem disse isso não pode provar o contrario, mas é um provável
sensacionalismo mentiroso do produto, porém ganhos como 3kg ou 8kg para quem
nunca teve contato com outros esteróides (ou por diversos outros fatores como ainda
estar no início do treinamento) é muito comum. Lembre-se que há muitos produtos
similares que podem não ter a tecnologia empregada no D-DROL como protetores e o
fator ganhos x colaterais pode ser ruim, pois todos os pró hormônios são diferentes.

Muita gente vai dizer que vale a pena, "Eu só ganhei músculos e não tive
colaterais", outros vão afirmar o contrário. Então cabe a você a decidir se vai ou não
usar esse suplemento de acordo com as informações fornecidas nesse artigo.

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SAIS MINERAIS

Sais minerais e vitaminas funcionam como "co-fatores" do metabolismo no


organismo. Sem eles as reações metabólicas ficariam tão lentas que não seriam
efetivas. Os sais minerais desempenham funções vitais em nosso corpo como manter o
equilíbrio de fluidos, controlar a contração muscular, carregar oxigênio para a
musculatura e regular o metabolismo energético.

Embora presentes na dieta, alguns minerais nem sempre são ingeridos nas
quantidades suficientes para satisfazer as necessidades metabólicas, especialmente
durante a fase de crescimento, estresse, trauma, perda de sangue e algumas doenças.
Muitos corredores também tem deficiência de minerais. Isto porque exercício vigoroso
acelera a perda pela urina e suor.

A seguir a relação dos minerais mais importantes para o funcionamento do


organismo humano.

Ferro

Ferro é um componente fundamental da hemoglobina e de algumas enzimas do


sistema respiratório. A deficiência deste mineral resulta em anemia.

Importante saber que sem a vitamina C, a quantidade de ferro obtida pela


ingestão de vegetais é irrisória. O feijão, por exemplo, é rico em ferro. Porém, nosso
organismo só consegue absorver apenas cerca de 10% desse mineral contido no
cereal. No entanto, se o feijão for acompanhado de um alimento rico em vitamina C
como suco de laranja a absorção pode chegar a 40%.

As carnes são diferentes, pois estão entre as melhores fontes de ferro e, nesse
caso, as moléculas do mineral não precisam da ajuda da vitamina. As melhores fontes
de ferro são a carne bovina, porco e frango.

A deficiência de ferro é comum, principalmente em mulheres pela perda


durante pela menstruação. Liz Applegate da Runnersworld.com também lembra que
corredores devem estar atentos para a ingestão de ferro, uma vez que, além de
perderam este mineral pela urina e transpiração, a própria corrida pode atrapalhar a
habilidade de absorção de ferro.

Principais fontes: Carnes, porco, frango, peixe, ovos, legumes.

Cálcio

A necessidades de cálcio são geralmente supridas por laticínios, especialmente


leite. A maior parte do cálcio (90%) é armazenada nos ossos, com uma troca constante
ocorrendo com o sangue, tecidos e ossos.

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Sendo fundamental para o fortalecimento de ossos e dentes, o cálcio também é
necessário para o funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico,
contração muscular, coagulação sangüínea e pressão arterial.

Principais fontes: Laticínios : leite iogurte e queijos; peixes ósseos, legumes,


brócolis, repolho.

Fósforo

Fósforo tem um papel importante na produção de energia juntamente com o


cálcio. A energia química do corpo é armazenada em combinações de "fosfato de alta
energia"

O elemento fósforo é altamente venenoso, mas não é tóxico quando ingerido


como fosfato na dieta.

Principais fontes: Carnes, porco, frango, peixe, ovos e leite.

Iodo

Deficiência de iodo pode resultar em bócio, o enlargamento da glândula tiróide.


Habitantes de zonas costeiras geralmente recebem o suprimento adequado de iodo.

Principais fontes: Sal iodado e peixes marinhos.

Magnésio

Pesquisas revelaram que o magnésio tem um papel fundamental na


performance em esportes de resistência. Este mineral existe principalmente nos
músculos e ossos, aonde ajuda na contração muscular e metabolismo energético.

Estudos mostraram que a deficiência de magnésio diminui a resistência e que o


baixo nível deste mineral na circulação está associado à diminuição da capacidade
aeróbica. Infelizmente, baixo nível de magnésio na circulação já foi constatado em
corredores após a maratona e provavelmente está relacionado à perda pela
transpiração.

Apesar da falta de magnésio resultar em queda de resistência, altas doses deste


mineral não significa um aumento da capacidade aeróbica.

Principais fontes: Legumes, nozes, verduras, alimentos de grãos integrais, frutos


do mar.

Zinco

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Zinco ajuda a manter o sistema imunológico sadio, facilita a cicatrização de
machucados e recuperação de lesões. Liz Applegate salienta que estudos
demonstraram que corredores freqüentemente não consumem a quantidade mínima
recomendada deste mineral (RDA : 15 mg para homens e 12 mg para mulheres). Além
disso, como atletas perdem zinco pelo suor, eles podem se tornar deficientes deste
mineral mais rapidamente. Um dos sinais de deficiência de zinco é o aumento de
resfriados.

Principais fontes: Alimentos ricos em proteína como carnes, frango e peixe.

Potássio

Este mineral é um eletrólito importante para a transmissão nervosa, contração


muscular e equilíbrio de fluidos no organismo. Sintomas de deficiência de potássio
incluem fraqueza muscular, desorientação e fadiga.

Principais fontes: Vários alimentos frescos como: carne, leite, frutas, legumes,
batatas
e alimentos de grãos integrais.

Selênio

É antioxidante e é importante no crescimento celular. A ingestão de altas


doses, 1 mg ou mais, pode causar intoxicação.

Principais fontes de selênio: Frutos do mar, carnes, grãos e sementes.

Sódio

Este mineral é um eletrólito importante para a transmissão nervosa, contração


muscular e equilíbrio de fluidos no organismo. Corredores participando de corridas
longas devem prestar atenção na reposição de sódio para evita a hiponatremia. Muito
sódio na dieta pode levar à hipertensão em pessoas com predisposição genética.

Principais fontes: Sal, azeite e alimentos processados.

Flúor e outros minerais

Flúor e fluoreto são necessários para amarrar o cálcio aos ossos. Este e outros
minerais como boro, cromo, cloreto, cobre, manganês, molibdênio, selênio, silicone,
enxofre e vanádio são necessários para a saúde em quantidades extremamente
reduzidas. Uma dieta normal provê as quantidades necessárias destes elementos.

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MUSCULAÇÃO E CORRIDA

A gente sabe que algumas pessoas têm mais aptidão para correr do que outras
e com a musculação ocorre o mesmo quanto ao desenvolvimento da massa magra.
Alguns indivíduos hipertrofiam e/ou criam mais resistência mais rápido do que outros
e por isso mesmo a musculação tem infinitas formas de se fazer para dar certo e
atingir determinado objetivo. Isso tem a ver com o tipo físico e essa questão do biótipo
x desenvolvimento de massa muscular “dá pano pra manga” por ter a ver, além do tipo
físico, com a raça, a personalidade, o passado esportivo e tipo de vida na infância.
Exatamente por isso é que algumas pessoas têm mais facilidade de praticar
modalidades esportivas diferentes. A musculação é um mundo ilimitado de métodos e
formas de treinamento. Quando não dá certo de um jeito tenta-se de outro.

De um modo geral o corredor tradicional tem um tipo físico que na Educação


Física chamamos de Ectomorfo Dominante. Segundo a classificação mais aceita refere-
se ao sujeito de estrutura corporal delicada, frágil, com segmentos finos, crânio
relativamente largo, queixo ponteagudo, nariz e pescoço finos, tórax aplainado e
longo, escápula alada, ombros arredondados, braços longos e finos. O tipo magro
clássico meio franzino lembrando muito bem os quenianos vencedores da maioria das
corridas de fundo no atletismo. Se para correr esse tipo físico tem facilidade, na
musculação a dificuldade de desenvolver músculos é certa. Um sujeito ectomorfo por
si só carrega pouco músculo. Teoricamente ganhar massa muscular significa induzir o
corpo a depositar proteína e para que isso aconteça é preciso estoque de glicogênio
abundante que também tem relação com o tamanho dos músculos.

Na prática já se sabe que a maioria dos ectomorfos não se adaptam às


tradicionais séries de musculação 3 x 8 a 12 repetições com 85% da sua Carga Máxima.
Já vi alguns resultados razoáveis, (não significa ótimo), utilizando duas séries com mais
repetições a 70% da Carga Máxima com intervalo curto visando esgotar os estoques de
glicogênio para que o corpo promova uma supercompensação desse combustível. Essa
teoria está calcada no tempo de estímulo muscular passando de 30 segundos com
mais repetições. O resultado esperado é que havendo mais glicogênio disponível, mais
espaço, por assim dizer, para proteína. Claro, isso significa dizer que um nutricionista
deve entrar também no circuito, pois o ideal é conjugar a carga de exercício com a
alimentação adequada.

Esse tipo de treinamento tem a ver com o de circuito que já conversamos e se


adapta muito bem ao corredor com essas características físicas do ectomorfo.

Defendo a musculação consciente para o corredor mesmo que isso signifique


desenvolver mais músculos embora eu saiba da existência de uma grande resistência
por parte do corredor que associa mais músculos com menos velocidade. Ledo
engano. Eu poderia citar aqui um monte de trabalhos e nomes de pesquisadores que
atestam em síntese que no mínimo o trabalho de força promove uma economia de
movimento pelo simples fato de aumentar a eficiência mecânica, melhorar o gesto

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esportivo e, por conseguinte economizar oxigênio. Significa correr mais rápido, por
maiores distâncias cansando menos. Nessa questão de economia de movimento já
foram comparados grupos de corredores que apenas correm com corredores que além
de correr fazem musculação e o resultado, embora a diferença de tempo não tenha
sido tão significativa o segundo grupo terminou como, acontece também nas
competições, menos cansado.

A musculação por trabalhar mais o sistema anaeróbio induz o corredor a


suportar por mais tempo o acúmulo de lactato principalmente nas competições onde,
por questões lógicas queremos sempre diminuir o tempo ou no mínimo chegar à
frente de certo colega. Isso aumenta o acúmulo de lactato e o treinamento de força
ajuda a suportar.

Na questão do Volume Máximo de Oxigênio (VO2 máx.), valor fisiológico que o


corredor sempre se interessa, experiências bem conduzidas mostram que o
treinamento de força utilizando mais carga e poucas repetições o aumento é pouco
significativo. Em contrapartida os treinamentos em circuitos se mostraram um pouco
mais favoráveis.

Outro dado fisiológico que já faz parte da cartilha do corredor são os valores de
Freqüência Cardíaca, Máxima, de Repouso e de treinamento ou zona alvo. Os mesmos
experimentos mostraram que o treinamento simultâneo de força e resistência
(musculação e corrida) não alterou a Freqüência Cardíaca Máxima, mas influenciaram
na freqüência Cardíaca de Repouso. Isso eu mesmo posso comprovar. Hoje não corro
longa distâncias, apenas de 5 a 10 quilômetros, mas, nado, pedalo em bicicletas de
spinning ministrando aula, faço musculação, ministro aulas de step e cama elástica e a
minha Freqüência Cardíaca de repouso é tão baixa quanto nos tempos que corria
maratona. Quando deixo de fazer a musculação ficando somente com os aeróbios, que
acabam sendo pouco, esses valores aumentam.

No treino de corrida o corredor está acostumado ao volume de treino semanal


traduzido em quilômetros. Na musculação também tem isso. Uma boa forma de
avaliar o volume de treinamento de um músculo ou grupo muscular é multiplicar o
número de exercícios pelo número de repetições e a carga levantada traduzido em Kg.
Por exemplo: Exercício para o peitoral. Supino reto. Uma série com 15 repetições e
carga de 45 kg. Exercícios 1 x 15 repetições x 45 da carga. Resultado = 1 x 15 x 45 = 675
kg. Obviamente se forem duas séries multiplica-se esse resultado por dois e assim
sucessivamente. Dessa forma temos uma avaliação bem objetiva na questão do
volume. Com menos peso e mais repetições é possível submeter o músculo a um
estresse maior e com uma boa margem de segurança, vejam por que. Um indivíduo
que faz uma série de 15 repetições no supino reto com 45 kg não consegue fazer 10
repetições com 67,5 kg que seria a divisão de 675 kg por dez. Logo, se desejamos
ganhar força e resistência que são as valências físicas mais apropriadas ao corredor
fundista, principalmente do tipo físico magro e ossatura fina (ectomorfo) o
treinamento de musculação deve ser com menos peso mais repetições e menor tempo
de descanso, em torno de 20 a 30 segundos.

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O corredor com outras características físicas, mais forte e mais corpulento
(mesoforfo) pode suportar outros tipos de treinamento na musculação pelo simples
fato de possuir músculos mais fortes, ossatura mais larga, ombros largos, tronco e
membros proporcionais. Não costumam ser campeões em maratonas, mas no triatlo
se destacam justamente pela força física somada à resistência.

Um terceiro tipo é o Endomorfo cujas características são: cabeça larga e


arredondada, pescoço curto e grosso, tórax grosso e largo, braços curtos, abdômen
largo, cintura ampla, nádegas e pernas grossas e pesadas. Geneticamente têm forte
tendência a engordar. Na musculação o treinamento com pouco peso e mais repetição
e/ou os circuitos são mais indicados. Como a tendência à obesidade é um fato, a
corrida de longa distância funciona como um remédio para ser praticado a vida toda
visando qualidade e vida. Nessas corridas afora temos visto grandes exemplos de
superação de ex obesos subirem inclusive no pódio e suas faixas etárias. Quando
param de treinar e/ou se descuidam voltam a engordar. Vale lembrar que músculo não
se transforma em gordura e muito menos o contrário. Gordura e músculo são tecidos
diferentes e quando o sujeito pára de treinar acumula gordura e os músculos atrofiam.
Quando volta a treinar diminui o percentual de gordura, os músculos voltam a ficar
mais fortes e dependendo do tipo de treino ficam hipertrofiados. Treinos para
desenvolver força e hipertrofia são diferentes por envolver alvos energéticos
diferentes. Entretanto uma das formas de desenvolver força máxima é submeter o
músculo ou grupo muscular a um número máximo ou maiores de repetições. Assim, ao
desenvolver força e resistência estaremos desenvolvendo também alguma hipertrofia
que, ao contrário à crença de muitos corredores não traz nenhum prejuízo ao
desempenho.

A musculação pode facilmente ser incluída na planilha do corredor nos dias de


treino fraco. Nesse dia, se o corredor não pode treinar em duas seções. Ou seja,
treinar fraco de manhã e a musculação de tarde, os dois treinos (corrida e musculação)
podem ser feitos juntos dividindo a parte de corrida fraca em duas a serem incluídas
antes e depois da musculação a título de aquecimento e desaquecimento. As cargas
devem ser sempre definidas com um profissional de Educação Física habilitado. Quem
faz em casa sozinho, mesmo com muita prática, corre o risco de fazer demais na
empolgação ou de menos se preservando.

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PARCEIROS

Conheça os parceiros que o MAX PUMP possui na internet. Todos são ótimos
sites com excelente conteúdo e merecem a sua atenção!

www.MarombaPura.com.br
Website com excelentes matérias sobre treinamento, dieta e suplementação
para atletas de musculação.

www.Hipertrofia.org
Excelentes artigos publicados com dicas e técnicas para quem treina de
verdade.

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SOBRE O PROGRAMA DE TREINAMENTO
MAX PUMP
Os produtos fornecidos pelo MAX PUMP tem o propósito de divulgar
informações somente. MAX PUMP não visa substituir o acompanhamento de
profissionais de saúde, tais como médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de
educação física.

Os produtos de MAX PUMP não devem ser usados em detrimento de


informações prestadas por tais profissionais. Os resultados obtidos pelo uso das
informações disponibilizadas pelo MAX PUMP podem variar de pessoa para pessoa,
uma vez que cada organismo tem suas características individuais.

O CLIENTE é o responsável pela sua saúde, pelas pesquisas sobre dietas e pelas
decisões que tomar. Sendo assim, MAX PUMP aconselha que você consulte o seu
médico ou profissional de saúde antes de fazer sua dieta ou tomar qualquer decisão
que tenha reflexo em sua saúde.

Atenciosamente,
Equipe MAX PUMP
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