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Elohim do 1º Raio

Hércules e Amazônia são os Elohim do primeiro raio, azul, do poder, da perfeição, da


vontade de Deus, da fé e divina direção. Devotos deste raio têm o desejo de seguir a
vontade de Deus através do poder do Pai, a Primeira Pessoa da Trindade. Quando o fiat
foi lançado “Haja luz. E houve luz,” e Deus proferiu o comando para que a criação da
matéria se originasse a partir do Espírito, foi Hércules que reuniu os poderosos Elohim e
os elementais construtores da forma para precipitar o plano.
A grande força de Hércules advém de sua obediência no amor à vontade de Deus. O
Elohim libera a proteção do relâmpago azul e seu momentum de vontade/energia/ação
em resposta aos chamados por proteção e direção. As auras de Hércules e Amazônia são
carregadas de relâmpagos azuis e têm um forro de intenso rosa fulgurante.
É muito provável que a memória do deus conhecido pelos gregos como Herácles (no
romano: Hércules) foi mantida a partir de antigos encontros com o Elohim. Sua
mitologia se originou em tempos antigos, provavelmente da Atlântida. Devido a
degeneração de suas faculdades anímicas da visão interior e a sua tendência à idolatria,
as pessoas atribuíram características humanas aos deuses e as deusas da mitologia.
Portanto as características atribuídas ao Hércules mitológico não refletem
necessariamente a realidade dos Elohim.
Para os antigos, Hércules era um herói – um de seus ancestrais mais ilustres, um
intermediário entre o homem e os deuses. Seu nome significa “Glória do ar”, sendo que
presidia sobre todos os aspectos da educação helênica. Os Jogos Olímpicos lhe são
atribuídos devido às suas características de atleta-herói. Diz-se que a partir do comando
vindo do oráculo de Delfos, Hércules passou doze anos sob as ordens de Eurystheus,
que lhe impôs doze árduos trabalhos, aparentemente impossíveis de realizar. Estudantes
dos mistérios mais elevados compreendem que os doze trabalhos de Hércules ilustram a
exigência feita à alma para seguir a senda de iniciação da auto-mestria nas energias das
doze hierarquias solares. A imagem de Hércules é vista numa constelação estrelar,
aparecendo como o “Ser Poderoso” que brada uma grande clava em sua mão direita
enquanto domina uma serpente de três cabeças na esquerda – indicação do poder de sua
mestria (mão direita) subjugando os impostores da Trindade nas condições planetárias
(mão esquerda).

Elohim do 2º Raio

APOLO e LÚMINA são os Elohim do segundo raio (amarelo) da sabedoria,


onisciência, compreensão, iluminação e o desejo de conhecer a Deus através da mente
do Filho, a segunda pessoa da Trindade. A chama de Apolo é de um amarelo dourado
recoberta por uma bainha de raio azul e a chama Lúmina é dourada. As chamas gêmeas
Apolo e Lúmina infundem a terra, o ar, o fogo e a água com uma inteligência selada no
centro do átomo – a essência da resplandescente Mente diamantina de Deus.
O deus mitológico Apolo, conforme era conhecido pelos gregos há tempos atrás,
poderia muito bem ser a representação da lembrança de antigos encontros com os
Elohim. Mas as características atribuídas ao Apolo mitológico não refletem
necessariamente a realidade dos Elohim. Apolo era conhecido na tradição legada por
Pitágoras como um símbolo de beleza masculina, o deus solar que personifica a luz
espiritual, cuja imagem física é o sol. Ele representou a descida dos céus à terra. Apolo
é considerado por alguns, como sendo o Logos Solar, o Mediador, Vishnu, Hórus, o
Verbo Universal. Apolo foi o legislador das cidades-estado gregas. Como o deus da
previsão e da profecia, comunicava-se com a humanidade por intermédio de profetas e
oráculos, como o famoso ritual de Delfos.

EROS e AMORA são os Elohim do terceiro raio (rosa) do amor divino, da onipresença,
compaixão, caridade e do desejo de ser Deus em ação através do Espírito Santo, a
terceira pessoa da Trindade. Eros e Amora infundem o ar, a água, terra e fogo com a
força coesiva do Espírito Santo, o princípio integrador da vida. Pelo poder do seu amor,
planetas são mantidos em órbita e os elétrons permanecem em seus campos circulares
estabelecidos.
Eros poderia ser conhecido como o deus Eros, dos antigos gregos (ou o romano Cupido)
– a personificação da força cósmica, que, de acordo com a crença, trazia harmonia ao
caos, coordenando os elementos que constituem o universo. A mitologia dos gregos e
dos romanos provavelmente advém de sua lembrança de antigos encontros com o
Elohim. Devido à degeneração de suas faculdades anímicas da visão interior e sua
tendência à idolatria, as pessoas atribuíram características humanas aos deuses e às
deusas da mitologia. Portanto as características atribuídas ao Eros mitológico não
refletem necessariamente a realidade dos Elohim.

Elohim do 4º Raio

Pureza e Astrea são os Elohim do quarto raio (o raio branco) da pureza, perfeição,
esperança e integridade. É o raio da chama da Mãe e da chama da ascensão – o desejo
de conhecer e de ser deus por meio da pureza do corpo, da mente e da alma, por
intermédio da consciência da Mãe Divina, que abarca as leis naturais que governam
toda manifestação no plano terreno.
Pureza mantém o padrão divino da perfeição do Cristo para todos que estão na forma
manifestada, focalizando o fogo branco existente no coração de cada sol e átomo – a
pura luz branca da qual emanam os sete “raios”, ou aspectos, da consciência crística. O
azul é considerado o aspecto feminino do branco, porque o fogo branco de Pureza
coalesce como azul no plano da Matéria. Astrea, o complemento feminino de Pureza,
trabalha 24 horas por dia, empunhando o círculo cósmico e a espada de chama azul,
para libertar as crianças da Mãe de tudo, que se opõem ao cumprimento do plano divino
mantido no coração de Pureza. Astrea personifica o conceito hindu de Kali, “a assassina
de demônios”.
Sempre que houver algum tipo de discórdia, em qualquer um de seus aspectos, você
deve invocar, em nome do Cristo, a Elohim Astrea: “Coloca teu círculo e espada
cósmicos de chama azul em torno da causa e do núcleo dessa situação”. Então, veja esse
círculo de fogo sagrado ao redor da cintura da pessoa, ao redor de grupos de pessoas,
edifícios, cidades inteiras, estados, países e em torno da Terra, na altura do equador.
Veja a cena com os olhos da mente, como um anel de safira brilhante e um fogo
reluzente de diamante – suas chamas regulares, quase geométricas, cortando como uma
serra circular camadas e camadas de discórdia e densidade. Em seguida, visualize a
espada de chama azul como um pilar de fogo azul perpendicular ao círculo de chama
azul, quebrando as matrizes das trevas, despedaçando campos de força de doenças,
decadência e morte. Acima de tudo, veja os Elohim, sobre cada pessoa para quem você
está orando, segurando a espada paralelamente à coluna vertebral dela, a cinco
centímetros de distância.
Essa é a ação pela qual os Elohim desmagnetizam o ser e a consciência dos indivíduos
de todas as manifestações de anti-Deus, anti-Cristo e anti-Espírito, de todas as
estratégias sinistras dos caídos e das energias serpentinas da mente carnal. Sempre que
invocar o círculo e a espada de chama azul do coração de Pureza e Astrea, saiba com
absoluta certeza que uma ação de momentum cósmico está ocorrendo.

Elohim do 5º Raio

Cyclopea e Virgínia são os Elohim do quinto raio (o raio verde) da verdade, cura,
constância e desejo de precipitar a abundância de Deus por meio do conceito imaculado
da Virgem Santa. Essas chamas gêmeas sustentam o foco do Olho Onividente de Deus,
a pureza da ciência da precipitação e auxiliam a humanidade e as formas elementais da
vida a precipitarem a abundância do Espírito de Deus na forma manifestada.
Cyclopea é o Elohim da visão e sua consciência cósmica personifica a visão do Criador.
A criação é uma ação da faculdade da visão divina. Cyclopea mantém a visão para toda
vida, por isso é conhecido como o Olho Onividente de Deus. Ensina a mestria do
terceiro olho e empresta seu momentum de visão para a libertação de ondas de vida e
lares planetários como a Terra, Vênus, Marte e muitos outros que estão além do nosso
sistema solar e galáxia.
O apóstolo Tiago disse: “O homem vacilante é inconstante em todos os seus caminhos”.
Jesus disse: “A lâmpada do corpo são os olhos. Se os teus olhos forem bons, todo o teu
corpo terá luz”. Cyclopea e Virgínia focalizam a pureza da visão singular, perdida
quando a humanidade comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Por
meio do foco do Olho Onividente de Deus no chakra do terceiro olho, no centro da
testa, irradiam a verdade do plano divino original por uma única chama verde que emite
os sete raios coloridos dos Elohim. Esse é um foco de pureza que enobrece o homem
por meio do caduceu espiralado que, quando se eleva e ancora na testa, é o símbolo da
vitória alada e do seu retorno à integridade.
Cyclopea é membro do Conselho do Carma, no qual representa o quarto raio da pureza.
Ele e Virgínia também são conhecidos como os Elohim da Música e como o Deus e a
Deusa da Música. Por intermédio da música das esferas, dirigem as atividades da fala,
da audição e da visão, focalizando os raios da concentração e da consagração para as
evoluções que estão sob seus cuidados. São os patronos cósmicos da música,
encarregados de liberá-la das esferas por meio dos raios masculino e feminino de Alfa e
Ômega. Essas magnificentes chamas divinas prestam esse tipo serviço há muito tempo
em favor das evoluções de muitos sistemas de mundo.
Cyclopea e Virgínia guardam a consciência virginal. Durante os conclaves que se
realizam a cada seis meses no Retiro do Royal Teton, Cyclopea libera bolas de fogo
azul na atmosfera da Terra por intermédio do foco do Olho Onividente na extremidade
norte do santuário. Essas bolas e os raios de luz que as acompanham impregnam a Terra
com a ação da vontade de Deus e da pureza da concepção divina de cada homem,
mulher e criança no planeta. A ação do relâmpago azul atravessa os eflúvios densos e
pavimentam o caminho para a chama cristalina da pureza e para o raio esmeralda, que
são mantras curativos do coração de Cyclopea e Virgínia, purificando os quatro corpos
inferiores das correntes de vida às quais prestam assistência.
A aura de Cyclopea é verde com reflexos do prisma da consciência crística semelhantes
à ação do cristal. A aura de Virgínia é verde com matizes brancos.
Elohim do 6º Raio

Paz e Aloha são os Elohim do sexto raio (o raio púrpura e dourado) da paz, fraternidade,
do verdadeiro ministério de Cristo e do desejo de estar a serviço de Deus e do homem
por meio da mestria da consciência crística. A partir do seu Templo da Paz, localizado
no reino etérico sobre as ilhas do Havaí, irradiam faixas da paz do Cristo Cósmico para
todo o planeta como uma rede de consciência do Cristo Cósmico. Paz e Aloha
focalizam as chamas dourada e púrpura como equilíbrio perfeito dos aspectos masculino
e feminino da paz. Os raios secretos do Poderoso Cosmos também estão focalizados no
seu retiro.
Paz nos ensina também a liberarmos o fogo do nosso coração, ao fazermos o mantra
“Paz, aquieta-te e sabe que EU SOU Deus!” Disse: “Aprendei a liberar o fogo do
coração, o fogo sagrado, e a serdes preenchidos novamente (...) com este mantra”.
Em 1959, Paz disse: “Selai vosso mundo diariamente (…) dentro de uma cápsula de
óleo dourado da paz vindo do meu coração, que, como um manto de proteção infinita,
protegerá vosso mundo”. Depois, pediu que levássemos diariamente uma porção dessa
paz ao mundo das outras pessoas.

Elohim do 7º Raio

Arcturus e Vitória, os Elohim do Sétimo Raio, focalizam as energias do chakra da alma


do planeta a partir de seu retiro no plano etérico, próximo a Luanda, Angola, na África.
Esse retiro é dedicado à liberdade e vitória do planeta. Focalizam também a chama da
misericórdia, do perdão e da alquimia. As pulsações da chama violeta a partir dos
corações de Arcturus e Vitória produzem o ritmo e o ritual da aplicação por meio de
serviço e reverência à vida.
Arcturus usa a chama púrpura para focalizar a ação científica e a essência transmutadora
da liberdade, enquanto Vitória irradia a chama violeta (cor de orquídea), que representa
a misericórdia e o amor à liberdade.
O serviço prestado pelos Elohim do sétimo raio a esse planeta foi intensificado a partir
do século XX, como resultado de uma dispensação dada a Saint Germain na década de
30 para liberar ao mundo exterior os ensinamentos do EU SOU. Antes, essas instruções
eram transmitidas apenas nos retiros da Grande Fraternidade Branca.
Arcturus e Vitória têm mencionado com freqüência os benefícios da chama violeta: “Os
problemas do mundo são maiores do que nós dois e do que todos nós. Não são maiores
do que os Elohim de Deus, mas tornam-se maiores do que nós quando não temos como
contatar na Terra quem possa fazer chamados à chama violeta, por cujo intermédio
podemos interceder.
A chama violeta é a solução dessa hora para que as coisas mudem (...) em todos esses
locais que vedes na televisão e que vos causais espanto devido às atrocidades ali
cometidas (...) Por acaso saturastes aquela região com chama violeta? (...) Seja qual for
o problema que enfrentais com vossa família e crianças, sabei que a chama violeta pode
e fará a diferença! (...)
Arcturus e Vitória lançaram o seguinte desafio: “Vós decidireis se a chama violeta será
o trampolim para a vossa vitória! (...) Vós decidireis se a chama violeta será o fator x
para mudar vossa vida, vossas finanças, vosso ponto de vista!
Tudo que vos acontece neste mundo pode ser alterado pela chama violeta! Apenas vós
podeis decidir (...)