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Olá, seja muito bem-vindo!

Olá, seja muito bem-vindo! Neste e-Book, vou te mostrar um conteúdo inédito que vai te

Neste e-Book, vou te mostrar um conteúdo inédito que vai te ajudar a aprender DE VERDADE uma parte importante do bandolim, seja de 8 ou 10 cordas, e que serve tanto pra quem está começando quando pra quem já toca e quer aperfeiçoar sua técnica, fraseado e dominar o braço do bandolim!

Para se ensinar música é preciso muito mais do que simplesmente saber tocar o instrumento. Grandes músicos, virtuosos e talentosos, não sabem ensinar, apesar de saber tocar muito bem. Ensinar exige técnica, conhecimento pedagógico, experiência e conhecimento para criar maneiras de comunicar os conteúdos ao aluno de forma que ele realmente vá entender. Criar mecanismos didáticos que proporcionem ao aluno uma maneira de transformar o que é estudado, em música! E não apenas de fazer o aluno ficar copiando e repetindo receitas que não dão entendimento lógico, ou deixam o aluno eternamente dependente do professor. É preciso observar o aluno e buscar entendimento sobre quais são suas maiores habilidades e dificuldades para, dentro desta percepção, montar um plano de estudo adequado e eficiente que permita ao aluno, no seu ritmo, evoluir musicalmente e melhorar tecnicamente rumo ao domínio do bandolim! Dessa forma, não só o aluno aprende mais, como coloca em prática em forma de música, o que está estudando, obtendo mais confiança no tocar o instrumento e mais prazer com a atividade musical seja ela profissional ou amadorística. O importante é que ambos consigam mexer com as emoções: o professor com as do aluno, para depois o aluno conseguir emocionar a sua audiência, a sua plateia, quando estiver tocando seu bandolim!

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Eu, Rafael Ferrari, não vou te dar o peixe. Irei te ensinar a pescar quantos peixes

Eu, Rafael Ferrari, não vou te dar o peixe. Irei te ensinar a pescar quantos peixes quiser! Sem decoreba, sem falsas promessas, sem receitas mirabolantes ou a ilusão de que tenho na mão uma forma de te fazer um milagre!! Se você busca por esse tipo de estudo, superficial e que não leva a lugar nenhum, pode fechar este material e nunca mais precisa entrar nos meus canais na internet nem buscar por nenhum tipo de conteúdo sobre aprendizado musical pois irá se frustrar SEMPRE pois eles não existem! Eu não estou preocupado com a quantidade de pessoas que me seguem. Estou preocupado em mostrar pras pessoas que realmente querem se tornar bons músicos, bons bandolinistas, o conteúdo que fará delas músicos independentes e criativos. O músico que você sempre quis ser, mas não conseguiu ou por não encontrar conteúdo ou por ter lidado com professores que não se interessam pela evolução do aluno! Afinal, um aluno que aprende deixa de ser aluno.

Eu, Rafael Ferrari, não vou te dar o peixe. Irei te ensinar a pescar quantos peixes

Lembre-se: Impedir o ganho de conhecimento de alguém é a forma mais poderosa de manipular esse alguém, da forma como quiser!

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Neste conteúdo EXCLUSIVO, eu esmiucei as escalas MAIOR NATURAL e MENOR NATURAL, escrevendo na partitura o

Neste conteúdo EXCLUSIVO, eu esmiucei as escalas MAIOR NATURAL e MENOR NATURAL, escrevendo na partitura o máximo da extensão de cada escala no bandolim.

Neste conteúdo EXCLUSIVO, eu esmiucei as escalas MAIOR NATURAL e MENOR NATURAL, escrevendo na partitura o

Também escrevi os arpejos maiores e menores.

Qual o objetivo deste estudo? Veja os 10 benefícios matadores que este material vai te dar:

1) Conhecer todo o braço do bandolim; 2) Saber a digitação correta para solos e improvisos futuros; 3) Tocar em qualquer tom, não somente nos mais fáceis;

4) Usar toda a extensão do braço do bandolim, não apenas as notas nas primeiras casas;

5) Estudar o movimento de palheta;

6) Enxergar os saltos de corda para poder cobrir uma extensão maior no braço do bandolim – DIGITAÇÃO INTELIGENTE;

7) Obter FLUÊNCIA no fraseado, aprendendo a mecânica certa; 8) Ser um músico que toca em qualquer tom com a mesma facilidade; 9) Aumento gradual da velocidade na execução, com um som limpo e bonito; 10) Aprimoramento da leitura musical/leitura de partitura.

Além disso, através do conteúdo deste e-Book, quero te dar a oportunidade de organizar melhor o teu estudo para conviver com a música e adquirir intimidade com ela, pois isso irá te permitir, a médio e longo prazo, uma fluência e um domínio do bandolim, que de outra maneira é quase impossível adquirir.

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ESTUDANDO AS ESCALAS

“Antes feito do que perfeito. ”
“Antes feito do que perfeito. ”

Bueno! Como vamos fazer pra estudar otimizando o tempo e obtendo um resultado mais duradouro? Lembre-se: o resultado só vem com o tempo, a médio e longo prazo. Todo músico impaciente e desleixado, acaba sendo apenas duas coisas: um músico ruim ou um músico frustrado que muitas vezes abandona a música por achar que não tem “talento”!

Pra ti evoluir e se tornar o músico que sempre desejou ser, tenha paciência e dedicação.

Antes de começarmos, porém, quero te dizer uma frase que uso todos os dias no meu trabalho, na minha vida pessoal e em tudo que faço:

Guarde esta frase que eu darei sentido a ela um pouco mais a frente.

O estudo consiste em tocar UMA escala por dia. Sim! Apenas uma!! Mas por que só uma? “- Assim eu não vou conseguir evoluir!!”

Calma! Lembra da frase “Antes feito do que perfeito”? É isso! Tu vais seguir o seguinte raciocínio:

1) Vai tocar num dia, dentro do tempo disponível, a escala de Dó maior. Vai observar a digitação pra obedecer e os saltos de

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posição, e vai tocar algumas voltas subindo e descendo. O mesmo serve para o arpejo de

posição, e vai tocar algumas voltas subindo e descendo. O mesmo serve para o arpejo de Dó maior.

posição, e vai tocar algumas voltas subindo e descendo. O mesmo serve para o arpejo de

2) Vai usar um tempo que seja suficiente pra ti não cansar ou estressar a concentração. Saiba que o cérebro humano só consegue se concentrar com atenção plena, durante os primeiros 50 primeiros minutos. Se estiver estudando e não estiver conseguindo se concentrar, PARE! Continue mais tarde ou no dia seguinte ...

3) Não tem problema se não ficar perfeito na primeira ou segunda vez em que tocar uma escala. Lembra: “Antes feito do que perfeito. ”? Então saiba que o grande segredo é: conviver com a música!

Responda pra si mesmo caso seja casado: tu pediste tua mulher em casamento logo no primeiro encontro? Não né!? E por quê? Porque vocês precisavam ter convívio, criar intimidade, pra depois saber se se casariam, não é mesmo?

Se tu não é casado, pensa num amigo: tu conhece uma pessoa hoje e já convida pra ir na tua casa, compartilhar tua intimidade e da tua família? Eu, particularmente, não! Só amigos de longa data frequentam minha casa. Por quê? Porque com eles tenho intimidade e já convivi o suficiente pra dar essa liberdade a eles.

Na música é a mesma coisa. Temos que criar intimidade com a música e pra isso precisamos de convivência diária com ela, mesmo que poucos minutos. O segredo, a magia que todos buscam é uma só e vou te dizer aqui: tem que ter regularidade em que tocar todos os dias, mesmo que sejam apenas 5 minutos.

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4) Tu vai observar a digitação e sempre que repetir a escala, vai se esforçar para

4) Tu vai observar a digitação e sempre que repetir a escala, vai se esforçar para digitar IGUAL está escrito. Lembre-se: estamos estudando a “DIGITAÇÃO INTELIGENTE PARA FLUÊNCIA EM QUALQUER TOM”, portanto tudo que está sugerido aqui é um caminho já pensado e pavimentado pra ti apenas trilhar.

4) Tu vai observar a digitação e sempre que repetir a escala, vai se esforçar para

5) Seja paciente! Pense que pra tocar todas as escalas maiores, são necessários 15 dias de estudo, tocando uma escala por dia. “- Ah, mas eu consigo tocar 5 por dia! ” O importante não é a quantidade, mas sim a regularidade. Não adiante tu tocar cindo por dia, em 3 dias tocar todas as escalas, achar que tá bom e passar o resto da vida sem praticar. É o tiro no pé! Depois não adianta dizer que eu

não avisei

e ficar frustrado por não conseguir tocar uma

... Desvairada, um Voo da mosca, um Modulando, um Deixa o breque pra mim, ou não conseguir improvisar por falta de fluência e aquela sensação de que a cabeça pensa, mas o dedo não vai! Lembre-se:

música não é decoreba, é prática pra se adquirir intimidade, segurança e domínio do instrumento.

6) Tente sempre fazer BEM, o que tu sabes fazer e não o que não sabes. Se só tem intimidade com Dó, Sol e Ré, vá tocando músicas nesses tons pra ir se familiarizando com o que foi estudando, na prática.

Tu queres tocar bem e com fluência? Ou vai continuar cometendo os mesmos erros de sempre, os erros que a maioria comete!?

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Toque UMA escala por dia.

Se não conseguir obter uma fluência, não esquenta! No outro dia, passe para a escala seguinte.

Toque UMA escala por dia. Se não conseguir obter uma fluência, não esquenta! No outro

Não pule nenhum dia! Não faça a mesma escala por dois dias consecutivos! Tenha paciência e se dedique.

Em 15 dias você terá tocado uma vez cada escala maior, por

exemplo. E assim, terá experimentado o bandolim em todos os tons, não só nos mais fáceis! A ideia é que quando tu retornar para o Dó Maior, no 16º dia, tu vais perceber que ficou mais fácil e está mais claro o desenho mecânico, a sonoridade, o movimento da

palheta, etc

e que você conseguirá uma fluência melhor na

... segunda passada por todas as escalas. E por quê? Porque você já conhece melhor o braço e experimentou tocar em regiões que antes tinha preguiça ou não sabia como! Isso vai aumentar gradativamente tua capacidade técnica, o que faz com que a cada volta pro começo, as mesmas escalas que já tocou antes, sejam mais fáceis de tocar e com que tu consigas tirar um som mais bonito do bandolim a medida que evolui o estudo.

As dificuldades das escalas com mais acidentes e digitações variadas, saltos e palhetadas novas, vai te dar mais segurança e

firmeza pra tocar na segunda passada, e esse é o nosso objetivo: o mínimo de esforço para o máximo de resultado!

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Sendo assim cumprimos os objetivos técnicos dos 10 itens citado lá em cima, não gastamos tempoo Grupo no Facebook , pra tirar suas dúvidas, e a compartilhar seus resultados em 1 mês de estudo. Se tu não evoluir e não sentir a diferença, eu abandono a profissão de músico e professor para sempre! Mas lembre-se: atingir os resultados é um objetivo para ti mesmo! Tu não tens que provar nada pra mim nem pra ninguém. Quem vai colher os frutos da dedicação e do empenho é tu mesmo – graças à minha didática e ao meu conteúdo, mas eu não faço milagres! – com dedicação e paciência. Se fizer tudo isso, então tu vais se sentir muito feliz e realizado, com os frutos do teu trabalho e empenho e a música vai te recompensar quando estiver empunhando o bandolim e conseguir se expressar ao máximo e emocionar as pessoas que o ouvem. 10 ©TOCANDO BANDOLIM com Rafael Ferrari 2016 – Todos os direitos reservados " id="pdf-obj-9-3" src="pdf-obj-9-3.jpg">

Sendo assim cumprimos os objetivos técnicos dos 10 itens citado lá em cima, não gastamos tempo desnecessário no estudo porque para estudar uma escala por dia, você vai gastar entre 5 e 30 minutos no máximo e isso não tira o sono nem faz ninguém deixar de conviver com amigos, família ou no trabalho! E ainda tem a vantagem de que, evoluindo com calma e com uma regularidade, você VAI subir seu nível técnico/musical e ainda com a grande vantagem que, conforme evolui e naturalmente melhora musicalmente, isso não vai mais embora de você. Diferente dos métodos por aí, que só fazem você decorar besteiras sem sentido musical algum!

Sendo assim cumprimos os objetivos técnicos dos 10 itens citado lá em cima, não gastamos tempoo Grupo no Facebook , pra tirar suas dúvidas, e a compartilhar seus resultados em 1 mês de estudo. Se tu não evoluir e não sentir a diferença, eu abandono a profissão de músico e professor para sempre! Mas lembre-se: atingir os resultados é um objetivo para ti mesmo! Tu não tens que provar nada pra mim nem pra ninguém. Quem vai colher os frutos da dedicação e do empenho é tu mesmo – graças à minha didática e ao meu conteúdo, mas eu não faço milagres! – com dedicação e paciência. Se fizer tudo isso, então tu vais se sentir muito feliz e realizado, com os frutos do teu trabalho e empenho e a música vai te recompensar quando estiver empunhando o bandolim e conseguir se expressar ao máximo e emocionar as pessoas que o ouvem. 10 ©TOCANDO BANDOLIM com Rafael Ferrari 2016 – Todos os direitos reservados " id="pdf-obj-9-7" src="pdf-obj-9-7.jpg">

Eu te desafio a

seguir o estudo conforme eu oriento aqui, a

participar do nosso Grupo no Facebook, pra tirar suas dúvidas, e a compartilhar seus resultados em 1 mês de estudo. Se tu não evoluir e não sentir a diferença, eu abandono a profissão de músico e professor para sempre! Mas lembre-se: atingir os resultados é um objetivo para ti mesmo! Tu não tens que provar nada pra mim nem pra ninguém. Quem vai colher os frutos da dedicação e do empenho é tu mesmo – graças à minha didática e ao meu conteúdo, mas eu não faço milagres! – com dedicação e paciência.

Se fizer tudo isso, então tu vais se sentir muito feliz e realizado, com os frutos do teu trabalho e empenho e a música vai te recompensar quando estiver empunhando o bandolim e conseguir se expressar ao máximo e emocionar as pessoas que o ouvem.

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Mais uma vez: se tu buscas resultados milagrosos e fáceis, sem esforço ou dedicação, tu estás
Mais uma vez: se tu buscas resultados milagrosos e fáceis, sem esforço ou dedicação, tu estás
Mais uma vez: se tu buscas resultados milagrosos e fáceis, sem
esforço ou dedicação, tu estás apto a continuar tendo as mesmas
dificuldades de sempre, sem evoluir, sem ser o músico que sempre
desejou ser.
Agora, se tu queres mudar e queres aprender DE VERDADE,
acompanhe o meu trabalho nas redes sociais, curta, compartilhe,
comente, dê críticas, sugestões, faça perguntas, coloque lá suas
dúvidas, traga os amigos para os nossos canais e vamos continuar
evoluindo musicalmente juntos e com alegria!
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Comecemos o estudo!!

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GUIA DAS MÃOS *A digitação é indicada para os destros: mão direita = palhteta e mão

GUIA DAS MÃOS

GUIA DAS MÃOS *A digitação é indicada para os destros: mão direita = palhteta e mão

*A digitação é indicada para os destros: mão direita = palhteta e mão esquerda = digitação. **Se tu for canhoto e já toca, inverta essa lógica.

***Se tu for canhoto e está aqui começando absolutamente do zer: comece como se fosse destro. Não entrarei em detalhes, mas posso dizer que será muito melhor pra ti a longo prazo e não terá nenhuma dificuldade a mais por isso.

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Vamos à mão direita!! A mão direita, a que segura a palheta, é fundamental para começarmos
Vamos à mão direita!! A mão direita, a que segura a palheta, é fundamental para começarmos
Vamos à mão direita!!
A mão direita, a que segura a palheta, é fundamental para
começarmos com o “pé direito”!
Essa ficou boa (foi sem querer
...
)
1) As palhetadas serão SEMPRE e UNICAMENTE para baixo. Sim!
Não existe aquela de que só se pode tocar com palhetada
alternada! A priori, a palheta deve ser tocada somente para baixo.
A explicação é simples: o movimento da palhetada pra cima e pra
baixo geram diferentes sonoridades, são executados por nós com
diferentes cargas de força no ataque à corda e também com
diferença de precisão do movimento. Sempre a palhetada pra cima
será mais difícil, com som levemente mais fraco e com timbre
diferente. Pense em caminhar pra frente e caminhar de costas. Não
é mais difícil caminhar de costas e mais intuitivo e fácil caminhar pra
frente? 
Outro exemplo é a acentuação do fraseado. Perceba que é muito
mais fácil acentuar os tempos, as notas fortes da melodia,
palhetando para baixo! Tente inverter a acentuação de uma música
ou inverter os movimentos da palhetada de uma música que tu já
toques! Duvido tu conseguir sem muito esforço e concentração ...
Por essas coisas e pelo fato de que os movimentos são mais precisos
palhetando pra baixo, o som sai mais homogêneo, mais “redondo”

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como dizemos na gíria musical. As notas soam mais parecidas umas com as outras ao longo

como dizemos na gíria musical. As notas soam mais parecidas umas com as outras ao longo da música, o que te fará tirar um som mais consistente do bandolim.

como dizemos na gíria musical. As notas soam mais parecidas umas com as outras ao longo

2) Atente à forma correta de segurar a palheta. Se não tivermos uma boa palhetada e soubermos a maneira correta de segurar a palheta, não conseguiremos tirar um bom som e, na maioria das vezes, tocar o fraseado de forma fluida e musical.

Tu sabias que 90% dos problemas relacionados a não se conseguir tocar um trecho mais difícil de uma música podem estar relacionados com a má escolha dos movimentos da mão direita e não com qualquer problema de digitação? Pois é! Sendo assim, devemos atendar pra algumas coisas importantes:

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A primeira é como pegar/segurar a palheta. Como pôde observar, a pontinha da palheta é o

A primeira é como pegar/segurar a palheta. Como pôde observar, a pontinha da palheta é o que fica de fora, entre o polegar e o indicador. Somente o mínimo necessário pra tocar as cordas. Não precisamos segurar a palheta segurando muito atrás e deixando sobrar palheta na outra ponta pois a pegada não fica firme e não se consegue variar a pressão sobre a corda, criando a variação dinâmica. A palheta fica mais solta e certamente vai cair da mão! :/

A primeira é como pegar/segurar a palheta. Como pôde observar, a pontinha da palheta é o

Não é preciso pressionar muito entre os dedos polegar e indicador! Por incrível que pareça, quanto menos pressão fizermos pra segurá- la, mais firme ela fica.

Podem existir variações de pessoas que seguram a palheta com o dedo anelar e o polegar ou ainda, que deixam os demais dedos abertos, mais fechados, etc ...

Como bandolinista e como professor, indico a forma mostrada na página anterior. É a maneira que pude atestar ser a mais eficaz com quase mil alunos ao longo de 15 anos de aulas e estudos.

3) Palheta angulada vs palheta reta

Um detalhe muito importante que observei durante minha vida musical e bandolinistica é que tocar com a palheta reta na corda, como muitos fazem inclusive, é totalmente ineficaz! Observem as fotos na página seguinte:

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Se tu tocas com a palheta da maneira como mostrado na página anterior. Pare agora e vamos repensar sua técnica!

Se tu tocas com a palheta da maneira como mostrado na página anterior. Pare agora

Não devemos tocar com a palheta atacando a corda como mostrado, de maneira RETA, simplesmente por que a área de atrito da palheta com a corda é muito grande e quando fazemos os movimentos de ida e vinda, a palheta trava muito mais na corda em função disso. Além do mais, o som fica como que mais “estalado”, mais estridente e ouvimos muito o som da própria palheta, do atrito da palheta na corda.

Se tu fores pensar com calma, perceberá que o bandolim é um instrumento de notas com ataque muito grande e sustain, duração de som, muito curto. Ou seja, as músicas que soam bem no bandolim, são aquelas como muitas notas tocadas rapidamente uma atrás da outra. Quando queremos prolongar uma nota no bandolim, o que fazemos? Tocamos o trêmulo! Ou seja, tocamos a mesma nota repetidas vezes, com palhetadas rápidas e alternadas.

Agora imagine essas palhetadas tendo a palheta como principal fator “brecador/freador” do movimento!

Pense se pudéssemos tocar de uma forma que a palheta ao invés de travar o movimento, deslizasse na corda, facilitando o mesmo movimento. Não seria muito melhor!?

Pois é! Dá pra fazer ... Observe as duas maneiras a partir da próxima página:

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Esta forma que apelidei de “estilo Luperce” é o jeito como ele segurava a palheta e

Esta forma que apelidei de “estilo Luperce” é o jeito como ele segurava a palheta e como outros bandolinistas pernambucanos como Marco Cesar Brito, Rafael Marques, Beto do Bandolim e outros como Joel Nascimento e Rodrigo Lessa utilizam em sua técnica.

Esta forma que apelidei de “estilo Luperce” é o jeito como ele segurava a palheta e

Geralmente o antebraço fica todo solto, sem apoio algum, e percebemos movimentos amplos da mão direita, quase sempre com o punho mais “firme”, deixando amplitude do movimento da palheta mexer todo o antebraço.

Uma vantagem é o ângulo da palheta que sendo “enviesado” e não reto, faz com que ela ataque a corda como se fosse uma faca, deslizando pela corda no sentido do seu corte, do seu desenho triangular.

Se repararmos bem, os violonistas geralmente lixam suas unhas de maneira a deixa-las “chanfradas”, ou seja, com um ângulo “X” que faça com que a unha deslize na corda ao invés de travar o movimento. A palheta já vem chanfrada, portanto apenas precisamos segura-la de um jeito que possamos aproveitar esse fato pra fazê-la deslizar pela corda.

Eu particularmente não utilizo essa maneira de segurar a palheta e vou comentar mais à frente!

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Como puderam observar, o ângulo dessa maneira de segurar a palheta é o oposto do “estilo

Como puderam observar, o ângulo dessa maneira de segurar a palheta é o oposto do “estilo Luperce”. Chamei esta forma de “estilo Jacob” por acreditar que ele a segurava desta maneira, baseado nos relatos do próprio Jacob em seu depoimento ao Museu da Imagem e do Som em 1967 e também observando a mão direita do bandolinista carioca Déo Rian, que como tu deves saber, é o discípulo que teve a maior proximidade com Jacob, frequentando sua casa e o vendo tocar, estudar, ensaiar de perto por vários anos.

Como puderam observar, o ângulo dessa maneira de segurar a palheta é o oposto do “estilo

Neste “estilo Jacob” de segurar a palheta, o punho fica sobre o cavalete e o antebraço geralmente apoiado na junção do tampo do a lateral do bandolim, na parte de cima. Aquela região onde hoje em dia, em alguns bandolins, tem uma peça chamada de “arm rest”, ou um “descanso de braço” que é uma ponte de madeira colocada naquela região para que o braço não pressione o tampo diminuindo sua vibração.

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Geralmente, o bandolinista que toca com essa palhetada deixa o movimento do punho pra palheta, e não movimenta tanto o antebraço. E também faz muitos movimentos com o polegar inflexionando sobre a corda, utilizando diferentes angulações da palheta para buscar diferentes sonoridades.

Geralmente, o bandolinista que toca com essa palhetada deixa o movimento do punho pra palheta,

É uma forma de palhetar que dá mais segurança nos movimentos uma vez que o braço não está totalmente solto.

Eu particularmente utilizo e recomendo esta forma de palhetar o bandolim, por tudo que já mencionei, porém, sendo o bandolim e o choro no Brasil, linguagens que sempre foram passadas adiante de forma oral, muitos músicos adaptaram-se ao SEU jeito de tocar. Sem muita reflexão ou estudo técnico de base, mas sim, pegando o instrumento e tirando o som que tinham vontade. E isso sempre deu muito certo para cada um individualmente. Porém, pensando como professor, preciso testar, aplicar e perceber os resultados do que funciona na maioria dos casos e acredito que depois de 15 anos, o “estilo Jacob” de palhetar é o que deveria ser seguido e talvez até seja intuitivamente, o mais utilizado no Brasil hoje.

Adeptos desse estilo são o Déo Rian, como já citado, Hamilton de Holanda, Pedro Amorim, Marcílio Lopes, Izaias Bueno, Armandinho Macêdo e outros ...

Armandinho e Izaias com uma característica de utilizarem o dedo mínimo apoiado sobre o tampo em muitos momentos. Eu, particularmente, não recomendo essa prática!

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Pra finalizar essa parte, quero te dizer que mais importante do que a técnica que eu estou indicando aqui como mais produtiva, ou mais assertiva, ou mesmo a que é mais utilizada, o que realmente importa em todos os casos é tu pegares o bandolim, experimentar o que é proposto pelo professor e perceber de qual maneira TU consegue melhores resultados: sonoros, timbre, dinâmica, controle dos movimentos, velocidade, assertividade dos arpejos, etc ...

Pra finalizar essa parte, quero te dizer que mais importante do que a técnica quer >>>NESTE LINK<<< . Mãos à obra! Não precisa parar tudo que vem fazendo pra estudar somente a mão direita. Porém, indico que a partir de hoje, passe a dedicar um tempo fixo e diário só pra ela. Toque trechos de músicas que já 24 ©TOCANDO BANDOLIM com Rafael Ferrari 2016 – Todos os direitos reservados " id="pdf-obj-23-7" src="pdf-obj-23-7.jpg">

A gente estuda e observa, as vezes até cria, uma forma que entende por ser a que permite melhores resultados com o menor esforço e por isso eu indico o “estilo Jacob” de palhetar, porém, sempre incentivo muito os meus alunos a experimentar. A experimentação é parte da vida do ser humano. Por quê no estudo da música seria diferente!?

Portanto experimente as formas apresentadas aqui, ouça gravações e busque extrair a mesma sonoridade pra ver de que forma mais se aproxima, observe os bandolinistas em atividade tocando e como trabalham sua palhetada. O Youtube está aí pra isso! Aliás, tenho um canal lá e podes visitar >>>NESTE LINK<<<.

Mãos à obra!

Não precisa parar tudo que vem fazendo pra estudar somente a mão direita. Porém, indico que a partir de hoje, passe a dedicar um tempo fixo e diário só pra ela. Toque trechos de músicas que já

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domina, num andamento lento, observando se está conseguindo fazer os movimentos como planejou fazer.

domina, num andamento lento, observando se está conseguindo fazer os movimentos como planejou fazer. Cuidado,

Cuidado, pois geralmente o que acontece é que a gente começa com o novo movimento e dois compassos depois, sem perceber, já está tocando conforme nosso costume antigo!! Observe cada movimento pra poder ter certeza que está percebendo as diferenças entre as diferentes maneiras de tocar. Não tenha pressa!

Lembre-se que o resultado sempre vem à longo prazo

Por isso

... tem que dedicar odo dia, nem que seja 10 minutos! Costumo dizer que o tempo que tiver, faça valer apena. Antes pouco tempo bem aproveitado do que horas e horas sem produtividade!

Não quero aqui mudar simplesmente, o teu jeito de tocar o bandolim. Nem faze-lo tocar parecido com a maneira como eu toco. O que eu quero é te apresentar reflexões, opções, técnicas estudadas e postas em prática com estudos de caso – 942 se tu te lembras bem do número de alunos que já tive – pra tu olhes pro bandolim e enxergue diferentes possibilidades e possa estuda-las pra definir qual é a que melhor se encaixar pra sua técnica evoluir.

O que me interessa de verdade é que eu consiga te ajudar a evoluir musical e tecnicamente. Isso é que me gratifica!

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E lembre-se: “Para se tornar um bom músico é necessário um pouco de talento e inspiração,

E lembre-se:

“Para se tornar um bom músico é necessário um pouco de talento e inspiração, muito estudo
“Para se tornar um bom músico é necessário
um pouco de talento e inspiração,
muito estudo e perseverança, humildade
para reconhecer as suas deficiências
e muito esforço para vencê-las.”
Bohumil Med

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GUIA DA TABLATURA A TABLATURA ou TAB, é a representação da escala do bandolim, ou seja,

GUIA DA TABLATURA

A TABLATURA ou TAB, é a representação da escala do bandolim, ou seja, das cordas do
A TABLATURA ou TAB, é a representação da escala do bandolim, ou
seja, das cordas do bandolim tal e qual tu enxergas quando está com o
instrumento nas mãos. Pra quem não sabe ler a partitura, serve pra
saber em que casa deve tocar cada nota. Vou te explicar como funciona:
A primeira coisa é saber reconhecer o braço do bandolim, quando está
escrito no papel.
Veja:
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Note que o bandolim tem a marcação na 10ª casa, não na 9ª casa como o

Note que o bandolim tem a marcação na 10ª casa, não na 9ª casa como o cavaquinho e o violão. Porém, encontro muito bandolim com a marcação errada, fruto de uma construção sem conhecimento da escala do instrumento. Eu atento este detalhe pois essa marcação vai te ajudar a enxergar as posições de acordo com a afinação do bandolim.

Se ela estiver marcada na 9ª casa tu vai visualizar as notas erradas, fora do padrão
Se ela estiver marcada na 9ª casa tu vai visualizar as notas erradas, fora
do padrão da escala de cada corda. Exemplo: as notas na 10ª casa do
bandolim são (do agudo pro grave, respectivamente): D, G, C, F, Bb.
Se marcadas na 9ª casa, ficariam: C#, F#, B, E, A
Isso tem mais a ver com onde e como posicionar os dedos na digitação
das escalas, usando as marcações como um guia para o posicionamento
dos dedos. Vamos ver isso logo em seguida, na digitação da Escala
Cromática!
Quando temos a música ou, no nosso caso, as escalas, já escritas na
pauta musical, com o acréscimo da TAB (tablatura) a leitura se dá da
seguinte maneira:
Tablatura = cordas do instrumento + número da casa aonde você
deve tocar na corda aonde o número estiver escrito.

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 Digitação = dedo da mão esquerda com o qual você deve tocar na nota (pauta)

Digitação = dedo da mão esquerda com o qual você deve tocar na nota (pauta) ou casa (TAB) correspondente, visando a digitação correta.

 Digitação = dedo da mão esquerda com o qual você deve tocar na nota (pauta)

As cordas na TAB são lidas como nos bracinhos dos acordes:

debaixo para cima na folha/tela, 5ª para a 1ª corda, ou seja, do grave pro agudo.

GUIA DA PARTITURA

Aqui quero explicar os sinais e como você vai ler os exercícios das escalas na prática.

1) Se tu não sabes ler a partitura, apenas atente para a TAB (que indica a casa onde deve tocar) e veja na partitura as notas escritas na pauta para que possa ir se habituando com a leitura e os sinais utilizados para anotar os sons. Lembre-se que a partitura é uma linguagem musical universal, portanto, mais cedo ou mais tarde é importante tu aprimorar a leitura pra poder ampliar as tuas possibilidades de repertório. Aprender a ler partituras também ajuda e muito, a aprimorar a percepção rítmica, uma vez que tu conseguirás imediatamente ao ouvir uma melodia ou uma convenção rítmica, traduzir na sua mente, o sinal da notação rítmica. “Enxergando” com clareza os ritmos, tu vais conseguir tocá-los com muito mais precisão e manemolência!

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2) Os números escritos abaixo de cada nota, se referem ao DEDO com o qual tu

2) Os números escritos abaixo de cada nota, se referem ao DEDO com o qual tu vais digitar no instrumento.

Ex:
Ex:

Então, como iremos observar a digitação dos dedos da mão esquerda está em VERMELHO e a casa em que deve tocar, em AMARELO.

3) Os números que aparecem eventualmente, acima de algumas notas, dentro de um CÍRCULO, são para indicar a CORDA em que aquela nota deve ser tocada. E por que isso? Porque muitas vezes precisaremos fazer um salto de posição, usando a corda solta para ir mais adiante no agudo. Ou, quando estivermos voltando pro grave na descendente. Nesses casos, tocaremos uma nota que normalmente teríamos em outra corda numa região mais grave do braço, numa posição mais aguda da corda mais grave. É importantíssimo que tu observes estes números acima da partitura, para poder fazer os saltos de posição de maneira mais fácil. Este é o ponto principal da “Digitação Inteligente” proposta neste trabalho.

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Nota Ré na 3ª corda solta – subindo Nota Ré na 7ª casa da 4ª corda
Nota Ré na 3ª corda solta – subindo
Nota Ré na 7ª casa da 4ª corda – descendo
Nota Lá na 2ª corda solta – subindo
Nota Lá na 7ª casa da 3ª corda – descendo
Nota Mi na 1ª corda solta – subindo
Nota Mi na 7ª casa da 2ª corda – descendo
CORDAS SOLTAS NO BANDOLIM
Precisamos saber aonde anotam-se as cordas no bandolim, tanto na
pauta quanto na TAB.
8 cordas
10 cordas

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Vamos às escalas!! A primeira escala que vamos estudar de fato, é a ESCALA CROMÁTICA. Mas
Vamos às escalas!!
A
primeira
escala
que
vamos
estudar
de
fato,
é
a
ESCALA
CROMÁTICA.
Mas por que a Escala Cromática vem primeiro? Porque ela é que te
dará o posicionamento correto dos dedos pra “Digitação
Inteligente” no braço do bandolim.
Cromatismo é o movimento por intervalo de semitom, ou seja, o
menor intervalo entre dois sons, entre duas notas, na música
ocidental, não permitindo nenhuma nota entre a de partida e a de
chegada. Na prática compreende o salto de uma casa pra cima (pro
agudo) ou pra baixo (pro grave) no braço do bandolim.
É importante observar, pra quem está começando, que quando
temos uma corda qualquer solta, a nota que está 1 semitom acima
será o dedo preso na 1ª casa daquela corda.
Falo isso porque muito aluno iniciante não conta a corda solta como
sendo uma nota musical. Geralmente pensam que as notas se
encontram apenas sobre as casas que apertamos com os dedos da
mão esquerda. Só que não! As cordas soltas soam notas musicais
também
...

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Como puderam ver, nomeamos todas as notas existentes na música ocidental: 7 notas naturais e 10
Como puderam ver, nomeamos todas as notas existentes na música ocidental: 7 notas naturais e 10

Como puderam ver, nomeamos todas as notas existentes na música ocidental: 7 notas naturais e 10 com acidentes musicais sendo que destas 10, na verdade só existem 5 sons. Cada um destes 5 sons, podem ser chamados por 2 nomes diferentes, por exemplo, o C# (dó sustenido) pode também se chamar Db (ré bemol). O contexto musical é que irá definir como ele chamará. Não nos interessa agora aprofundar na teoria musical, mas pra ti não ficar perdido caso não entenda disso, observe os nomes das notas quando está subindo do grave pro agudo, e quando está descendo do agudo pro grave. Vais ver que algumas delas que estão sobre a mesma casa, chama-se por notas diferentes dependendo do movimento. Um exemplo mais prático é tocar a nota Dó (C) na 2ª corda, 3ª casa. Suba 1 semitom (1 casa) e terá a nota Dó sustenido (C#) na 4ª casa da 2ª corda. Suba mais 1 semitom e terá a nota Ré (D), na 5ª casa da 2ª corda.

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Agora faça o movimento contrário: desça 1 semitom do Ré (D) na 5ª casa da 2ª

Agora faça o movimento contrário: desça 1 semitom do Ré (D) na 5ª casa da 2ª corda e terá o Ré bemol (Db) na 4ª casa da 2ª corda.

Desça mais 1 semitom e terá novamente o Dó (C) na 3ª casa da 2ª corda.
Desça mais 1 semitom e terá novamente o Dó (C) na 3ª casa da 2ª
corda.
Agora repare que a nota sobre a 4ª casa da 2ª corda, ora se chamou
C#, ora se chamou Db. A isso damos o nome de Sons Enarmônicos:
notas com mesmo som, mas com nomes diferentes!
Bom, como eu disse, a escala cromática vai te ajudar a posicionar os
dedos corretamente sobre a escala do bandolim, pois como muitas
vezes o aluno não sabe, a digitação é bem diferente da que é
empregada no cavaquinho e no violão, por exemplo!
Subida com os dedos 1 e 2 pegando duas casas cada.
Dedo 1 = casas 1 e 2
Dedo 2 = casas 3 e 4

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Descida com os dedos 4 e 1 tocando 2 notas cada. Dedo 4 = casas 6
Descida com os dedos 4 e 1 tocando 2 notas cada.
Dedo 4 = casas 6 e 5
Dedo 1 = casas 2 e 1
E por que eu faço uma digitação na subida e outra na descida? Por
vários motivos que ao longo do tempo eu pude observar em nos
meus estudos e com os alunos.
1) É mais fácil andar pra frente do que pra trás, isso já admitimos lá
em cima! Portando, o movimento de duas notas com mesmo
dedo, quando colocado consecutivamente, na descendente,
deixa a digitação “truncada” e a chance de que “tropiquemos”
um dedo sobre o outro é muito maior. Sendo assim,
experimentei separar o movimento do dedo 2 para o dedo 4 na
descendente, e deu muito certo porque dá um espaçamento
entre esses dois movimentos e não “acavala” os dedos uns por
cima dos outros por estarem separados.
2) O dedo mínimo – o famoso dedo 4 – como devem saber, se não
sabem, vos digo, é o dedo mais debiloide da mão esquerda. É o
que tem menos força, menor precisão nos movimentos, é o mais
devagar pra tudo e a independência dele pro dedo 3 também não

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é das melhores. Portanto, quando vamos usá-lo, intuitivamente o fazemos empregando mais força nos movimentos. Observando isso eu passei a utilizar essa força maior que a mão como um todo precisa fazer pra usar o dedo 4, para impulsionar já o segundo movimento quando o cromatismo for descendente. É uma questão de engenharia e física avançadas. Mentira!

é das melhores. Portanto, quando vamos usá-lo, intuitivamente o fazemos empregando mais força nos movimentos.

Mas faz todo sentido uma vez que essa força a mais seria totalmente desperdiçada e teríamos problemas logo ali atrás por tropicar um dedo no outro ao fazer os movimentos duplos seguidos um do outro.

3) Também por que tendo um espaço entre o primeiro movimento duplo – dedo 4 nas casas 6 e 5 – e o segundo movimento duplo – dedo 1 nas casas 2 e 1 – temos mais espaço pra pensar e observar a colocação dos dedos, o que nos dá uma margem maior de acerto!

Qual deve ser o teu estudo sobre a escala cromática? Como eu disse, ela vai definir o posicionamento correto da mão esquerda sobre a escala do bandolim. Sendo assim, observe corretamente a subida e a descida, quais os dedos repetem em cada ocasião e estude para adquirir fluência primeiro na escala cromática. Tente não passar adiante antes de ter uma ótima digitação da escala cromática.

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Tu podes pegar o metrônomo e colocá-lo na velocidade de 60bpm e então tocar uma nota por tempo no metrônomo. Ou seja, em cada clique do metrônomo tu toca uma nota. Se achar muito rápido, pode baixar pra 50bpm. O importante não é velocidade, é domínio do braço tirando um som limpo e bonito. A velocidade vem

Tu podes pegar o metrônomo e colocá-lo na velocidade de 60bpm e então tocar uma

naturalmente com o tempo. Se tu não se preocupar com ela agora, e se atentar à sonoridade e a digitação precisa, vai ver que quando tiver mais técnica pra tocar mais rápido, o fará tirando um som bonito do bandolim. Do contrário, se quiser colocar a carroça na frente dos bois agora, e ficar tocando tudo rápido e sujo, vai tocar

assim pra sempre! Vai por mim

Tem muita gente tocando sujo por

... que não tem paci6encia pra primeiro entender e aprimorar os movimentos pra depois subir a velocidade! Não queremos isso, não é mesmo!?

Bueno, pratique todos os dias, até como forma de aquecimento. Podem ser 2 minutos, 5 minutos, podem ser “X” idas e vindas que você defina como seu tempo de estudo fixo e diário!

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Sobre as escalas maiores e menores, tu vais seguir a seguinte rotina de estudos:

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1) Vai tocar UMA ESCALA POR DIA 2) Vai tocar TODOS OS DIAS 3) Vai tocar DEVAGAR buscando um som limpo 4) Vai observar os DEDOS e CORDAS corretos que estão indicados 5) Vai mudar SEMPRE pra outra escala no dia seguinte 6) Vai recomeçar da primeira escala no 16º dia e assim por diante ... 7) Vai ter uma mentalidade vencedora e ser dedicado

8) Vai tentar ser melhor do que foi antes, a cada recomeço no Dó maior

9) Vai tocar as escalas como PARTE do estudo e não como o estudo todo. Pode continuar tocando repertório, aprendendo músicas e experimentando outras coisas, porém, FAÇA TODOS OS DIAS.

Lembre-se que o objetivo deste trabalho é te ajudar a conhecer melhor o braço, a escala do bandolim, adquirir fluência, enxergar as possibilidades e ficar mais tranquilo na hora de tocar o repertório, compor, improvisar, etc ...

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Tudo que está escrito aqui foi estudado por mim durante esses 16 anos de carreira eo Grupo FECHADO no Facebook , pra trocar ideias, e tirar dúvidas com a comunidade. 39 ©TOCANDO BANDOLIM com Rafael Ferrari 2016 – Todos os direitos reservados " id="pdf-obj-38-3" src="pdf-obj-38-3.jpg">

Tudo que está escrito aqui foi estudado por mim durante esses 16 anos de carreira e aplicado com os alunos nestes 15 anos como professor. Este conteúdo é fruto do trabalho pessoal e dos estudos de caso com os alunos vendo o que funcionou e o que não funcionou com a maioria deles ao longo do tempo.

Portanto, proponho aqui um caminho. Não, O caminho! Estudem, experimentem, inventem, testem, reflitam e descubram Bom
Portanto, proponho aqui um caminho. Não, O caminho!
Estudem, experimentem, inventem, testem, reflitam e descubram
Bom estudo!!!

De maneira alguma pretendo criar aqui qualquer ideia de “tratado” ou “lei”. Vejo tese livro como uma ferramenta que serve pra determinadas tarefas. Talvez pra tarefas diferentes, necessite abrir sua caixa de ferramentas e buscar outra, ou então buscar essas ferramentas com quem tem pra oferece-las a você!

Eu acredito na concepção do compositor austríaco Arnold Schöenberg, que disse no seu famoso “Harmonia (1910) que cada conteúdo aprendido em música é como uma ferramenta que serve pra uma tarefa específica e que não há problemas em abandonar ou mudar pra uma ferramenta diferente quando a primeira já não se fizer mais útil.

O

... processo é que importa, não o fim, por que em música o fim simplesmente não existe.

Qualquer dúvida, entre no nosso Grupo FECHADO no Facebook, pra trocar ideias, e tirar dúvidas com a comunidade.

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bandolim 8 e 10

com sustenidos

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1 3

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15

13

         
             

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3

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