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Não 
SÓ 
existem 
Médicos
“Fantasmas”, mas também...

 
https://pt.scribd.com/document/333590909/Nao­
SO­Existem­Medicos­Fantasmas­Mas­Tambem
 
Estamos,  empiricamente,  tentando  efetuar
uma  “analogia”,  com  a  existência  dos
chamados  “Médicos  Fantasmas”,  a  partir  de
fatos, 
concretos, 
que 
corroboram,
empiricamente,  a  “certeza”  de  que  o  Poder
Judiciário  é  o  MAIOR  Irresponsável,  por
TUDO  que  aí  esta,  de  tal  forma,  que  nos
permite  enveredar  por  reflexões  outras,  que
envolvem  as  diversas  incoerências  do
Mesmo,  que,  apenas  e  tão  somente,
PREJUDICA,  e  ENVERGONHA,  a  Sociedade
Brasileira,  de  tal  forma,  ser  possível,  mesmo
que  injustamente,  alcunhá­la  como  uma
Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de
Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá
uma Sociedade de Cruéis.
 
Abraços,
Plinio Marcos
 

Não SÓ existem Médicos “Fantasmas”, mas também...

 
 
Na “República de Bananas”, que é “Terra de Zé NINGUÉM”, onde o “Judiciário Protege, e
Persegue,  Politicamente”,  para  alguns  que  não  Eu,  é  concebível,  é  aceitável,  que  a
Presidente  do  Supremo  Tribunal  Federal,  presidindo  o  julgamento  da  Arguição  de
Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 402, tenha participado ATIVAMENTE,
NÃO,  de  “um  tropeço  da  Democracia”,  mas,  SIM,  de  “uma  RELES  rasteira  na
Democracia”, uma vez que, também reconheceu, que renan calheiros, um RÉU, continua,
APTO,  a  estar  investido,  de  Presidente  do  Senado  Federal,  ignorando  manifestação
anterior,  do  Plenário  do  Supremo  Tribunal  Federal,  como  se  fosse  uma  “menina  que
brinca num tribunal nazista”.
 
Tal, tem como premissa, a notícia “Réus em ação penal não podem substituir presidente
da  República,  decide  Plenário”,  http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=331478,  onde  presumivelmente,  em  função  da  sua  capacidade  sensitiva  de
prever  o  futuro,  o  “esseLentíssimo”  celso  de  mello,  calcou  sua  “tese”,  sem  qualquer
fundamento plausível, na sua “certeza”, de que, “não há urgência para o afastamento de
Calheiros,  porque  a  substituição  imediata  do  presidente  da  República  recairá  sobre  o
presidente  da  Câmara  dos  Deputados”,  isto  é,  para  o  “vidente”,  e  seus  “páreas”,  que
acompanharam,  tão  esdrúxulo  raciocínio,  em  função  de  um,  presumível,  não  líquido,  e
certo, sentimento, de que, em curto, espaço, de tempo, Outro Senador, já terá assumido a
Presidência  do  Senado,  antes  que,  efetivamente,  possa  ocorrer,  qualquer  necessidade,
da  Autoridade  Institucional  do  Presidente  do  Senado,  vir  a  assumir,  a  Presidência  da
“República  de  Bananas”,  logo,  NÃO  HÁ  URGENCIA,  porque  a  questão  não  envolve
qualquer  AMORALIDADE,  mas,  envolve,  apenas  e  tão  somente,  TEMPORALIDADE,  que,
por  ser  brevíssima,  seguramente,  esta  dentro  do  LINDES,  do  humanamente,  líquido,
certo, e necessário.
 
Quando,  fatos,  concretos,  como  o  acidente  com  o  “Time  da  Chapecoense”,  não  nos
permite,  reconhecer,  e  afirmar,  que  ninguém,  esta  LIVRE,  de  MORRER,  ADOECER,  ou
mesmo VIAJAR, de tal forma, que nem a mínima possibilidade, venha a se concretizar, nos
deparamos,  com  o  “consenso  parcial”,  de  que  a  “República  de  Bananas”,  pela
manifestação  explicita,  do  PODER  Judiciário  que  Persegue,  e  Protege,  Politicamente,
entende,  como  natural,  a  convivência,  com  a  situação,  ABSURDA,  ABJETA,
INOMINÁVEL, de TER um Presidente  do  Senado  Federal, IMPEDIDO,  de  EXERCER,  uma
de  suas  Atribuições  mais  NOBRES,  quiçá  mais  IMPORTANTE,  que  é  a  de,  ASSUMIR,  a
Presidência  da  República  Federativa  do  Brasil,  em  eventual  vacância,  provisória,  ou
definitiva.
 
Quando então, sinto a necessidade de apresentar a “Lei de Murphy”, criada em 1960 pelo
engenheiro da Nasa Edward Murphy, que tem como princípio, a atribuição de significados
matemáticos às circunstâncias catástroficas, destacando que se houver a probabilidade
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matemáticos às circunstâncias catástroficas, destacando que se houver a probabilidade
de que um evento catastrófico aconteça, ele vai certamente ocorrer. Algo que espelha o dito
popular “se algo pode dar errado, dará”.
 
Tais,  afirmações,  tem  como  substância,  tem  como  respaldo,  o  documento  renan,  o
concreto, 
de 
TUDO 
que 
existe 
entre 

Céu 


Terra,
https://pt.scribd.com/document/333477291/Renan­o­Concreto­de­TUDO­que­existe­entre­o­
Ceu­e­a­Terra  ,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  questionar,  a  partir  de  fatos,
concretos, a “certeza” de que o Poder Judiciário é o MAIOR Irresponsável, por TUDO que
aí  esta,  de  tal  forma,  que  nos  permite  enveredar  por  reflexões  outras,  que  envolvem  as
diversas  incoerências  do  Poder  Judiciário  Brasileiro,  que,  apenas  e  tão  somente,
PREJUDICA,  e  ENVERGONHA,  a  Sociedade Brasileira,  de  tal  forma,  ser  possível,  mesmo
que  injustamente,  alcunhá­la  como  uma  Sociedade  de  Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de
Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
 
Tendo em vista o colocado acima, consternado, com tristeza, profunda,  na  alma, mesmo,
que empiricamente, reconheço, que o VOTO proferido, no julgamento da ADI 2.649, em 8­
5­08,  Plenário,  DJE  de  17­10­08,  abaixo  reproduzido,  ATRIBUÍDO,  à,  então  Ministra,  e
Atual, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Sra. Cármen Lúcia, deve, não líquido, e
certo,  ter  sido  preparado  por  um  de  seus  Auxiliares,  que  poderíamos  qualificar  como
“Ministro Fantasma”, uma vez que, “ATUA em nome de”, pois, não me parece possível, que
Alguém,  em  PLENA  Consciência  PLENA,  da  Importância,  da  Relevância,  dos  Preceitos
Constitucionais,  que  prescrevem  ao  Estado  uma  ação  em  favor  da  efetiva  realização  dos
ditos  valores  em  direção  (função  diretiva),  em  hipótese  alguma,  se  permitiria,  ser  uma
“menina que brinca em tribunal nazista”.
 
Aproveito  para  registrar,  meu  telefonema,  efetuado,  no  dia  de  hoje,  ao  Gabinete  do
Excelentíssimo,  Respeitado,  Considerado,  e  Amado,  Jurista,  que  esta  Ministro  do
Supremo Tribunal Federal, Sr. Marco Aurélio Mello, onde, expressei minha solariedade,
à  agressão,  gratuita,  efetuada,  pelo  bom  advogado  da  união,  “um  menino  que  brinca
num  tribunal  nazista”,  que  infelizMENTE,  esta  Ministro  do  Supremo  Tribunal  Federal,  e
esta  Presidente  do  Tribunal  Superior  Eleitoral,  a  despeito,  de  clamar,  entre  outras
“verborréias”, que a “Lei de Ficha Limpa” é um absurdo jurídico, de tão mal feita que foi.
 
Sem deixar, de também, registrar, que a AMORAL manobra, de garantir  a  permanência  de
renan calheiros,  na  Presidência  do  Senado  Federal,  efetuada  por  parte  do  Plenário  do
Supremo  Tribunal  Federal,  de  forma  subliminar,  corrobora,  a  “postura”,  no  mínimo,
“inadequada”, de gilmar mendes,  em  afirmar,  que  o  Excelentíssimo  Ministro  do  Supremo
Tribunal Federal, Sr. Marco Aurélio Mello, deveria passar por processo de IMPEACHMENT,
quando,  então,  chamo  a  atenção  para  a  notícia  “Frente  de  juízes  e  procuradores  faz
representação 
contra 
Gilmar 
Mendes”,
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/10/1824844­frente­de­juizes­e­procuradores­faz­
representacao­contra­gilmar­mendes.shtml .
 
Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Deu  a  LOUCA  em  gilmar  mendes”,
https://pt.scribd.com/document/322209285/Deu­a­LOUCA­em­gilmar­mendes  ,  onde
estamos,  aturdido,  e  perplexo,  efetuando  empíricas  considerações,  ao  despropositado,  ao
incompatível,  ao  desesperado,  ao  indecoroso,  ao  imoral,  comportamento  do  outro
“menino  que  brinca  num  tribunal  nazista”,  o  bom  advogado  geral  da  união,  que
infelizMENTE,  esta  Ministro  do  Supremo  Tribunal  Federal,  e  Presidente  do  Tribunal
Superior  Eleitoral,  que  talvez,  possa,  de  alguma  forma,  explicar,  nunca,  justificar,  a  sua
preocupação  de  “adentrar”  no  Congresso  Nacional,  para  “defender”,  TODAS  as
ADULTERAÇÕES,  efetuadas  no  chamado  “PACOTE  ANTI­CORRUPÇÃO”,  que  esta  em
tramitação no Congresso Nacional, com o requinte, de também “defender” sua IMEDIATA
aprovação.
 
Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A Constituição e o Supremo”,
nos  assegura  a  certeza  de  que  não  basta  o  Congresso  decidir,  é  imperioso  que  seja
Legítimo, Justo, e Legal, uma vez que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
 
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir de
orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e apreciação
da  subsunção,  ou  não,  da  Lei  n.  8.899/94  a  elas.  Vale,  assim,  uma  palavra,  ainda  que
brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação dos valores que
dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá de ser convocado
para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem­estar, à igualdade e à justiça,
mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores, a fim de que se firme
como  uma  comunidade  fraterna,  pluralista  e  sem  preconceitos  (...).  E,  referindo­se,
expressamente,  ao  Preâmbulo  da  Constituição  brasileira  de  1988,  escolia  José  Afonso  da
Silva  que  ‘O  Estado  Democrático  de  Direito  destina­se  a  assegurar  o  exercício  de
determinados  valores  supremos.  ‘Assegurar’,  tem,  no  contexto,  função  de  garantia
dogmático­constitucional;  não,  porém,  de  garantia  dos  valores  abstratamente
considerados,  mas  do  seu  ‘exercício’.  Este  signo  desempenha,  aí,  função  pragmática,
porque, com o objetivo de ‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma
ação  em  favor  da  efetiva  realização  dos  ditos  valores  em  direção  (função  diretiva)  de
destinatários  das  normas  constitucionais  que  dão  a  esses  valores  conteúdo  específico’  (...).
Na  esteira  destes  valores  supremos  explicitados  no  Preâmbulo  da  Constituição
brasileira  de  1988  é  que  se  afirma,  nas  normas  constitucionais  vigentes,  o  princípio
jurídico  da  solidariedade.”  (ADI  2.649,  voto  da  Min.  Cármen  Lúcia,  julgamento  em  8­5­08,
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jurídico  da  solidariedade.”  (ADI  2.649,  voto  da  Min.  Cármen  Lúcia,  julgamento  em  8­5­08,
Plenário,  DJE  de  17­10­08)  como  também,  os  princípios  da  Segurança  (inclusa  a  Jurídica),
da  Liberdade,  da  Justiça,  da  Igualdade,  que,  efetivamente,  permitirão  a  Construção  de
uma Sociedade Livre, Justa e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)
 
Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A Constituição e o Supremo”,
nos assegura a certeza de que não basta o Congresso decidir, é imperioso que seja
Legítimo, Justo, e Legal, uma vez que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
 
“Enquanto os direitos de primeira geração (direitos civis e políticos) – que compreendem as
liberdades clássicas, negativas ou formais – realçam o princípio da liberdade e os direitos
de  segunda  geração  (direitos  econômicos,  sociais  e  culturais)  –  que  se  identifica  com  as
liberdades  positivas,  reais  ou  concretas  –  acentuam  o  princípio  da  igualdade,  os  direitos
de  terceira  geração,  que  materializam  poderes  de  titularidade  coletiva  atribuídos
genericamente  a  todas  as  formações  sociais,  consagram  o  princípio  da  solidariedade  e
constituem  um  momento  importante  no  processo  de  desenvolvimento,  expansão  e
reconhecimento  dos  direitos  humanos,  caracterizados,  enquanto  valores  fundamentais
indisponíveis, nota de uma essencial inexauribilidade.” (MS 22.164, Rel. Min. Celso de Mello,
julgamento em 30­10­1995, Plenário, DJ de 17­11­1995.)
 
“O  princípio  da  isonomia,  que  se  reveste  de  auto­aplicabilidade,  não  é  –  enquanto
postulado fundamental de nossa ordem político­jurídica – suscetível de regulamentação ou de
complementação normativa. Esse princípio – cuja observância vincula, incondicionalmente,
todas  as  manifestações  do  Poder  Público  –  deve  ser  considerado,  em  sua  precípua
função  de  obstar  discriminações  e  de  extinguir  privilégios  (RDA  55/114),  sob  duplo
aspecto: (a) o da igualdade na lei; e (b) o da igualdade perante a lei. A igualdade na lei –
que opera numa fase de generalidade puramente abstrata – constitui exigência destinada
ao  legislador  que,  no  processo  de  sua  formação,  nela  não  poderá  incluir  fatores  de
discriminação, responsáveis pela ruptura da ordem isonômica. A igualdade perante a lei,
contudo,  pressupondo  lei  já  elaborada,  traduz  imposição  destinada  aos  demais  poderes
estatais,  que,  na  aplicação  da  norma  legal,  não  poderão  subordiná­la  a  critérios  que
ensejem tratamento seletivo ou discriminatório. A eventual inobservância desse postulado
pelo  legislador  imporá  ao  ato  estatal  por  ele  elaborado  e  produzido  a  eiva  de
inconstitucionalidade.”  (MI  58,  Rel.  p/  o  ac.  Min.  Celso  de  Mello,  julgamento  em  14­12­1990,
Plenário, DJ de 19­4­1991.)
 

 
Atenciosamente,
 

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
 

“Colando”  (copiando)  Grau  de  Doutor,  com  Doutorado  em  Direito  de
“Merda”  (inexistente),  em  Estabelecimento  de  “Merda”  (inexistente),
reconhecido  pelo  Ministério  de  Estado  da  Educação  de  “Merda"  (que
TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que
TUDO  permite),  conforme  o  documento  “Resposta  a  Sérgio  Rodas  de
um  Cinquentão  com  Índole  de  Jovem”,  onde  estamos  utilizando  do
direito  de  resposta,  face  a  tendenciosa,  e  achincalhada,  “avaliação”  do
documento  “Petição  como  Amicus  curiae”,  feita,  e  publicada,  pelo
“repórter” Sérgio Rodas da Revista Consultor Jurídico.
 

https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta­a­Sergio­Rodas­de­Um­
Cinquentao­Com­Indole­de­Jovem 
http://www.conjur.com.br/2015­set­16/cinquentao­indole­jovem­participar­
julgamento­stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque­Sou­Doutor­Em­Direito­
de­Merda
 

   Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
   CEP – 22.010­010
   Tel. (Res) 2542­7710           
   Tel. (Cel) 9 8618­3350
 

Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
 

Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por
TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em
MUDAR Conceitos e Valores.
 

A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
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Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en
Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
                                                                                                  ‫ﺇﻫﻣﺎﻝ‬ ‫ﺇﻥ‬
‫ﻭﺍﻟﻘﻳﻡ‬ ‫ﺍﻟﻣﻔﺎﻫﻳﻡ‬ ‫ﺗﻐﻳﻳﺭ‬ ‫ﺇﻟﻰ‬ ‫ﺍﻟﻣﺳﺅﻭﻟﻳﻥ‬
不注意な変更概念と値に責任
 

Analista  de  Sistemas,  presumivelmente  único  Cidadão  Brasileiro
COMUM,  que  mesmo  não  tendo  nível  superior  completo  (interrompi  o
Curso  de  Executivo,  com  o  primeiro  semestre  completo  em  1977),
portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito,
teve  suas  práticas  inscritas  nas  6ª,  e  7ª,  edições  do  Prêmio
INNOVARE,  ambas  calcadas  no  CAOS  JURÍDICO  que  tem  como
premissa  o  PURO  FAZER  DE  CONTAS,  reconhecidas,  e  DEFERIDAS
pelo  Conselho  Julgador,  conforme  o  documento  INNOVARE  Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II.
 

http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE­Um­Brasileiro­COMUM­No­
Meio­Juridico­II  
 
 
 
 

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Frente de juízes e procuradores faz representação contra Gilmar Mendes ...

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QUINTA-FEIRA, 8 DE DEZEMBRO DE 2016

02:18

Últimas notícias Painel: Câmara e Senado articulam emenda para blindar seus presidentes de processos
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DE BRASÍLIA
20/10/2016

22h15

A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério
Público (Frentas) protocolou nesta quinta-feira (20)
junto à Procuradoria Geral da República (PGR) uma
representação contra o ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

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Historiador investiga

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qual será o futuro da
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Os presidentes das associações pedem que o
Magazine Luiza
procurador-geral da República Rodrigo Janot abra
uma investigação para apurar se Mendes cometeu
crime de responsabilidade por ter declarado na última terça (18) que juízes e
promotores estariam usando a Lei da Ficha Limpa para ameaçar
parlamentares e políticos que respondem processos por improbidade.
Na sessão, Mendes, que foi advogado-geral da União no governo de Fernando
Henrique Cardoso, também saiu em defesa dos ex-ministros de FHC Pedro
Parente, Pedro Malan e José Serra que hoje respondem a uma ação de
improbidade administrativa na Justiça Federal.
As declarações foram dadas no momento em que o tribunal discutia um
recurso apresentado pelo prefeito de Quatá (SP). Condenado por
improbidade, ele teve seu registro eleitoral cassado.
Mendes votou pela tese vencedora por entender que a inelegibilidade só deve
ser aplicada a quem cometer improbidade, causar prejuízo aos cofres e
enriquecer ilicitamente, o que não teria ocorrido.

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Senado evita nova crise petista

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gado em fazendas de Eliseu Padilha

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chama de 'patriótica'

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recebe prêmio e defende Judiciário

Juiz diz que venda de imóvel de prefeito
eleito de BH foi simulada

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Para o ministro, a Lei da Ficha Limpa, que ele próprio no passado afirmou ter
sido feita por bêbados, deve ser usada com cautela.

08/12/2016 02:21

Frente de juízes e procuradores faz representação contra Gilmar Mendes ...

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"O ministro Gilmar Mendes abala a imagem do Judiciário e do Ministério
Público", disse João Ricardo Costa, presidente da AMB e coordenador da
Frentas. "As expressões 'ameaçam parlamentares' e 'praticam abuso de
autoridade' configuram acusações de práticas criminosas por promotores e
juízes. Mas ele não apresentou nenhum caso que esteja sendo investigado.
Causa espécie que o ministro, há cinco meses na presidência do TSE e
sabendo de supostas condutas criminosas não tenha feito nada a respeito."
Segundo Costa, as acusações servem somente para desacreditar as
instituições. No pedido, a que a Folha teve acesso, as associações afirmam que
Mendes infringiu o dois artigos Lei Orgânica da Magistratura. O de número 41
veda expressamente o "excesso de linguagem". Já o de número 36 proíbe
manifestações, opinião sobre processo pendente de julgamento, ou juízo
depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais. As
únicas exceções valem para manifestações no próprio processo ou no
exercício do magistério.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/10/1824844-frente-de-juizes-e...

Livro aborda como a economia brasileira
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Assinam o pedido os presidentes da AMB (Associação dos Magistrados
Brasileiros), da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça
do Trabalho), da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da
República), da ANPT (Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho),
da Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público), da
ANNPM (Associação Nacional do Ministério Público Militar), da Amagios/DF
(Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios) e da AMPDFT
(Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios).
Procurado, o ministro Gilmar Mendes não respondeu até o fechamento desta
edição.

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08/12/2016 02:21

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