Fornecimento de Energia Elétrica em
Tensão
Secundária
a
Edificações
Individuais
Norma

Revisão 04 – 03/2009
NORMA ND.10

Nova América Campinas – SP Tel.A.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.br Site: www. 2009 121 páginas Revisão 04 –03/2009 .1000 E-mail: elektro@elektro.com. 321 – Jd.br ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Campinas – SP. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia Rua Ary Antenor de Souza.com.: (19) 2122 .ND.elektro.

Aprovações Engo André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Engo Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras Revisão 04 –03/2009 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Revisão 04 –03/2009 .

10 Revisão 04 –03/2009 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Elaboração Enga Clarice Itokazu Oshiro Engo Emerson Ricardo Furlaneto ND.ND.

dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica. Revisão 04 –03/2009 .ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma.

.......................................................................... TENSÕES E SISTEMAS DE FORNECIMENTO........... 13 1.......................................................... APRESENTAÇÃO DE ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA) .............................................................................. 22 Página 7 Revisão 04 – 03/2009 ...........................................................17...................... PONTO DE ENTREGA..1..................... 15 4............9..................................... CAIXA DE MEDIÇÃO ......................................... 17 5................................................ 15 4. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES ................................................ RAMAL DE LIGAÇÃO ...................................................... 14 4..........................1.......................................11 INTRODUÇÃO .............. 14 4................................................... LIMITES DE FORNECIMENTO ..............................6......................... 18 5...................... TIPOS DE ATENDIMENTO .......................... 15 5..1.......................................5.................. 13 3.................................... CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO .............. CAMPO DE APLICAÇÃO ....................... CAIXA DE MEDIÇÃO INDIRETA .....................ND.. 13 2................................................ OBJETIVO ............................................................................2....................... 15 4... 13 3........ INSTALAÇÕES EM CONDOMÍNIOS ........................................................................................................................ 15 5......10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INDICE CONTROLE DAS REVISÕES..................................1...... LIGAÇÕES DE CARGAS ESPECIAIS ............ PADRÃO DE ENTRADA .......... MEDIDOR................... INSTALAÇÕES ESPECIAIS .............................................................................. 19 5..................... EXECUÇÃO DAS CONEXÕES E ANCORAGENS ...................................10.....................................................3...................................................3...........................14.......... 15 4.........................18.................................................................. 15 4............................................................. CONSUMIDOR .................................................................................................................................. 14 4..................................3.................................................. REGULAMENTAÇÃO ......................................................................................................................................................... 20 5.......11........ 16 5......................................................................................................... ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA .................................... 14 4........... CAIXA PARA DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO .................................................................................................. 21 6....................................................1...........12. RAMAL DE ENTRADA ...................................................11..........6..................................................................... PEDIDO DE LIGAÇÃO ............................ 14 4........................... CIRCUITO ALIMENTADOR ............................ 19 5................. CARGA INSTALADA .....15......................... ANCORAGEM ......... CONSERVAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA ..... CONDIÇÕES GERAIS .................. 17 5.................................. 14 4... 15 4................................................. 14 4............. BOMBAS DE INCÊNDIO ............................... PADRÕES DE ENTRADA ..........................................................................................2............8........................................................... LIMITE DE PROPRIEDADE ..................... SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO ........7............................................................................................................................................................................................................................................... 14 4......13.. POSTE PARTICULAR ......................................................................................................................................................................... GERAÇÃO PRÓPRIA ........8.......................14............................................. 14 4........................... PONTALETE .................................... 17 5.............................. 15 5.............. INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ........8.......................... LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO .10.............................4................................... 18 5........ NORMAS DA ABNT ........9..................................................................... CONCESSIONÁRIO DE ENERGIA ELÉTRICA ........8.................................................................................. 20 6............. 14 4....... TIPOS E LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO .................................. RAMAL DE LIGAÇÃO ..................................................2.................... 18 5................................. 15 4... 22 6... 21 6.......................12........................ 19 5............... 13 3....................................... 18 5...................15.......................5...............7...........................2. 15 4................................................. 19 5................................................................................................. 20 5.........16..........................................13............................................................................................ 14 4............4............... OUTRAS ................................. FORNECIMENTO DE MATERIAIS DA ENTRADA DE SERVIÇO ...........................................................2............................................................................. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ....................... 18 5.................. DEMANDA ...............

........................................................................................... 28 11. 24 9.................................... 32 16.......1..........................................................2...................................... ELETRODUTOS. HASTE DE ATERRAMENTO ........................................................................................... 39 DESENHOS .... CONDUTORES ..... 24 9..........................................................................................3........................... 26 11...................................................................................................................................................................................... ELETRODUTOS................................................................................ MATERIAL ................... MEDIÇÃO NA DIVISA DE DUAS PROPRIEDADES ...................................................3.............. PROTEÇÃO .......................................... 23 8...............................2...................................................... MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA ................................................................................................................................ 32 TABELAS ............................................................................................................................................ MEDIÇÃO DIRETA ...............................................................1............................................ ATERRAMENTO .......................... CONDIÇÕES GERAIS ..................3................................................4...........5...........3............. 26 11...................... 25 10........................................ 29 12......1............................................................. 29 11........................ PARTIDA DE MOTORES .........................................................................................................2........... EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ................................8.....................................................................................................1.... CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO .....6....................................... 28 11.........................2.... MEDIÇÃO ...........................................................................................................2..............5...... FIXAÇÃO DA CAIXA AO POSTE .......................3...................................... 28 11............. MEDIÇÃO INDIRETA .....................................................................7......................................................................................... PONTALETE .............. DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ............................................ 22 7.............................................................................................................. SUPORTE DO RAMAL DE LIGAÇÃO .......1...... 24 8............................ 23 8............................................................... FERRAGENS ..................... DIMENSIONAMENTO ....... 25 10........................................... TIPOS ................ND.........................................5...................................... MEDIÇÃO PARA DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO ............................................ 26 11.................1............................. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA..................................................................................................................................... 22 7................. ISOLADOR CASTANHA ..... POSTES E PONTALETES ..................................................... CONDUTORES .................................................... 26 11.............. 24 9..4.......2.................... 26 11..........................2....................1.3............................ 29 13........................................................................ 29 11........... 28 11...... 57 Página 8 Revisão 04 – 03/2009 ...........................1......... 29 11.................................................................................. LOCALIZAÇÃO. 25 9. MONTAGEM ........................................ 27 11.................................. 25 9......................10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 7... 29 14........................ CONDIÇÕES GERAIS ......................... 30 15.................................................................................... 23 8................................................. 25 9....... 26 11... RAMAL DE ENTRADA ...... 28 11..............................................................................2........ 25 10.......5......... POSTE PARTICULAR ............................................................................................................... ISOLADOR ROLDANA ...................................4.. PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES ................................................................................................................. 26 10.............................................................................. CÁLCULO DA DEMANDA ........ DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ....................4..

01/1 Padrão de entrada com caixa tipo V .Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.02.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .Instalação abrigada ND.Instalação em muro ND.08.04/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .10.10.04.05.01/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico ND.02/1 Disposições da entrada de serviço ND.10.03/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .10.Instalação ao tempo ND.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VII .10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.02/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa ND.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .01/1 Detalhes de aterramento ND.Instalação ao tempo ND.02.Instalação em muro ND.ND.03/1 Esquemas de ligações das medições ND.10.04.01.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.10.Instalação em muro ND.10.08.10.07.05.10.Instalação com pontalete ND.10.01/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ÍNDICE DE DESENHOS Componentes da entrada de serviço ND.09.01/1 Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.01/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.01/1 Localização preferencial da caixa de medição ND.10.10.12.10.Instalação em parede ND.10.15.01/1 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada ND.11.01/1 Página 9 Revisão 04 – 03/2009 .09.Instalação ao tempo ND.10.10.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .01/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .10.10.13.10.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo IV .10.14.04.03.04.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VI .06.01/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno ND.01/1 Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.03.10.

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual

ND.10.16.01/1

Caixa de medição metálica tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.17.01/1

Caixa de medição metálica tipo III (polifásica)

ND.10.17.02/1

Caixa de medição metálica tipo IV - leitura voltada para calçada - (monofásica e
bifásica)

ND.10.17.03/1

Caixa de medição metálica tipo V - leitura voltada para calçada -(polifásica)

ND.10.17.04/1

Caixa de medição metálica tipo K - (instalação de 2 medidores)

ND.10.17.05/1

Caixa de medição metálica tipo M - medição indireta

ND.10.17.06/1

Caixa seccionadora tipo T - proteção geral em medição indireta

ND.10.17.07/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A - instalação lateral

ND.10.18.01/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B - Instalação lateral

ND.10.18.02/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A - medição voltada para calçada

ND.10.18.03/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição voltada para calçada

ND.10.18.04/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M - instalação de disjuntor monopolar

ND.10.18.05/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B - instalação de disjuntor bipolar

ND.10.18.06/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T - instalação de disjuntor tripolar

ND.10.18.07/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.19.01/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo III - (polifásica)

ND.10.19.021

Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor

ND.10.20.01/1

Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - medição
voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - instalação
lateral
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral

ND.10.21.01/1
ND.10.21.02/1
ND.10.21.03/1
ND.10.21.04/1

Poste tubular de aço - seção circular

ND.10.22.01/1

Poste tubular de aço - seção quadrada

ND.10.22.02/1

Página 10

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

CONTROLE DE REVISÕES
Revisão

Data

Descrição 
Inclusão de padrões com caixa de policarbonato; 
Atualização de referências de Normas Brasileiras; 
Exigência de ART; 
Alteração do limite de utilização para até 2 consumidores
trifásicos;

04

31/03/2009 

Padronização de poste de aço de seção quadrada; 
Alteração do Dimensionamento dos postes em relação ao ramal
de ligação padronizados; 
Inclusão de tabelas para dimensionamento de eletroduto e poste
para atendimento a dois consumidores no mesmo terreno. 
Estanho de condutores de classe 5 e 6 na entrada do padrão

Página 11

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Página 12

Revisão 04 – 03/2009

dependendo das condições técnicas e de segurança. 3.Chaves de faca. com carga instalada até 75 kW. Normas da ABNT . . . retangular e especiais para fins industriais. não blindadas para baixa tensão. carga de ruptura.Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares.NBR 6124:1980 . esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo.Tubos de aço-carbono com costura de seção circular. vigentes na época da publicação. .NBR 5624:1993 .NBR IEC 60947-2:1998 . 2. . ligações provisórias com medição.Parte 2: Disjuntores. Página 13 Revisão 04 – 03/2009 . desde que as condições técnicas permitam. a serem ligadas nas redes aéreas de distribuição secundárias.2.NBR IEC 61643-1:2007 . quadrada. com costura. .Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios.NBR 15465:2007 . É exigido o cumprimento desta Norma em instalações novas. comerciais e industriais. tipo seccionadora. . obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáveis. . absorção de água e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado.Requisitos de desempenho e métodos de ensaio. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para a utilização desta Norma pode haver a necessidade da consulta aos seguintes documentos. estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede aérea. . CAMPO DE APLICAÇÃO 2.NBR 5410:2004 . com revestimento protetor e rosca NBR 8133.NBR NM 280:2002 – Condutores de cabos isolados. As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas. Aplica-se às instalações consumidoras residenciais. . 2.NBR 5355:1981 .Eletroduto rígido de aço-carbono.ND. . praças e jardins.1. OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de concessão da ELEKTRO.Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para instalações fixas.Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão . inclusive .Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V. . Em casos de reformas.1.NBR NM 247-3:2002 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INTRODUÇÃO 1.3. 3.Instalações elétricas de baixa tensão.Determinação da elasticidade. quando aplicáveis.Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de baixa tensão . Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados.Requisitos de desempenho.NBR 6591:1981 .Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão . de características usuais..NBR NM 60898:2004 .NBR 13571 . 2.

Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. em kVA. utilizada nas medições indiretas.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .NBR 6249:2001 . 4.4. Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada. dimensões e tolerâncias.2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e a medição e proteção. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4. Concessionário de energia elétrica Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços públicos de energia elétrica.Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas.1. inclusive. Caixa de medição indireta Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC). urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica .5.NBR 7285 . 4. os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação. 4. 4. Outras Resolução nº 456 de 29. 4. características e procedimentos de ensaio. bem como do dispositivo de proteção.NBR 6248:2001 .3. 4. Demanda Potência requisitada por determinada carga instalada.11. . 4. aqui representada pela ELEKTRO. que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais.Dimensões.Formatos. medidor(es) e seus acessórios e chave seccionadora sem fusíveis. Circuito alimentador Instalação elétrica compreendida entre a proteção geral e o quadro de distribuição da unidade consumidora. Consumidor Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada.9.Isolador-castanha .Isolador-roldana de porcelana ou de vidro . estão em condições de entrar em funcionamento. Carga instalada Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo. Caixa de medição Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios.6/1 kV – Sem cobertura .6.ND.NBR 8159:1984 . 4.8. características e procedimentos de ensaio. Página 14 Revisão 04 – 03/2009 .Dimensões.7. 4.Especificação.2.2. Entrada de serviço da instalação consumidora Condutores. 3. . .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 4. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar. 4. responsabilizando-se pela execução dos serviços. inclusive. A localização física do ponto de entrega é o ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo no isolador fixado no pontalete ou poste do consumidor. 4. Ramal de entrada Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição e proteção.10. caracterizadas pela entrega de energia elétrica em um só ponto.14.16. com medição individualizada.1.12. no alinhamento designado pelos poderes públicos. Limite de propriedade São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. instalado pela ELEKTRO. poste particular ou pontalete. Pontalete Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação. de responsabilidade do consumidor. aterramento e ferragens.13. Padrão de entrada Instalação compreendendo ramal de entrada. caixas. proteção. Página 15 Revisão 04 – 03/2009 . O ponto de entrega deve estar situado no limite com a via pública ou recuado no máximo a um metro do limite de propriedade do consumidor com a via pública. pela operação e pela manutenção. é de interesse do futuro consumidor entrar em contato com a ELEKTRO a fim de se informar quanto aos detalhes desta Norma aplicáveis ao seu caso. 4. com participação nos investimentos necessários. Ramal de ligação Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega. 4. Ponto de entrega E o ponto até o qual a ELEKTRO se obriga a fornecer energia elétrica. 5. das condições comerciais para sua ligação e do pedido de ligação. Regulamentação a) Antes do início da obra civil da edificação. elevar e/ou desviar o ramal de ligação.ND. preparada de forma a permitir a ligação de uma unidade consumidora à rede da ELEKTRO. 4. 4. Medidor Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa. 4.18. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. bem como. Instalação consumidora Instalações de um único consumidor.15.17. 4. bem como.11.

será passível de correção no seu todo ou em parte. às expensas do consumidor.2. o consumidor será notificado das irregularidades existentes. caixa de medição. j) Não é permitida a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos limites de sua propriedade ou a propriedade de terceiros. for constatada que determinadas cargas ocasionam perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da ELEKTRO. k) O consumidor deve permitir. Conservação do padrão de entrada O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes do padrão de entrada. devidamente credenciados. l) Se após a ligação da unidade consumidora. e) Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único medidor.10 . visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. Página 16 Revisão 04 – 03/2009 .Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais. o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas legislações em vigor. esta pode exigir. poste.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais b) O consumidor cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma não será ligado. alterações no sistema elétrico. em qualquer tempo. As instalações elétricas internas após a medição e a proteção devem atender a NBR 5410. devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo determinado pela ELEKTRO. a seu exclusivo critério. m) Os casos não especificamente abordados nesta Norma serão objetos de consulta à ELEKTRO. 3ª Edição de Maio de 2004. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO.92). dispositivos de proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. n) Esta Norma cancela e substitui a Norma ND. O consumidor é responsável pelos danos eventuais causados aos materiais e equipamentos de propriedade da ELEKTRO. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. que providenciará. c) O padrão de entrada deve ser instalado de modo que sejam respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações. h) A entrada de serviço que em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento de terrenos ficar em propriedade de terceiros. às instalações elétricas de sua propriedade. sob responsabilidade do consumidor. às expensas do consumidor. Sendo constatado nas instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo inferior ao limite mínimo permitido (0. d) O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica à ELEKTRO quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas. i) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. a critério da ELEKTRO. f) Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades de consumo. g) Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de suas instalações o mais próximo possível da unidade. mesmo que o fornecimento de energia seja gratuito. estabelecidos nas Normas Brasileiras. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança. 5.ND. será ligada somente após a prévia concordância da ELEKTRO. que as mesmas sejam desligadas até a adequação do sistema de fornecimento.

bem como. observando os prazos e condições impostas pela legislação em vigor. o endereço e quando solicitado. eletrodutos. conforme item 5. . conforme item 9.5.3. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) 5. Os profissionais devem apresentar. .Instalações especiais.5 (ART de execução do padrão de entrada). isolador e outros) são fornecidos e instalados pelo consumidor.Instalações consumidoras cuja demanda exija proteção acima de 100 A. dispositivo de proteção. conforme item 13. 5. conforme item 6. .e (ART de execução).12 (ART de execução do padrão de entrada). a respectiva guia da ART e cópia da carteira do CREA com anotações de suas atribuições.Instalações definitivas destinadas às atividades industriais. Arquitetura e Agronomia. b) Os demais materiais da entrada de serviço (poste. Deve ser informado o número da ART e quando solicitado pela Elektro a cópia da ART. com indicação da posição do padrão de entrada e fornecendo documentos pessoais e/ou comerciais.d (ART de execução). e comerciais com ligações trifásicas (ART de execução do padrão de entrada). sempre que solicitadas.2.13 (ART do projeto e/ou execução). estando sujeitos a aprovação pela ELEKTRO. A Elektro aceitará a ART de todo profissional legalmente habilitado para assumir a responsabilidade técnica para padrões de energia elétrica em tensão até 380V e potência até 75kW. As atribuições específicas dos profissionais habilitados encontram-se anotadas nas carteiras expedidas pelo CREA. 5. para as seguintes situações: . transformadores de corrente e acessórios).5. informando detalhadamente a carga instalada.Deslocamento do ponto de ancoragem do ramal de ligação por obstrução do acesso ao ponto de entrega.Poste de concreto armado construído no local.1. Página 17 Revisão 04 – 03/2009 . para a verificação da possibilidade de atendimento.ND. A categoria de atendimento ficará sujeita a confirmação da ELEKTRO.1. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.5.e (ART do projeto e execução). 5. conforme padronização contida nesta Norma. caixa de medição. Pedido de ligação a) Para solicitar a ligação. conforme item 11. conforme item 5.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 5. c) Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características deve ser previamente submetido à apreciação da ELEKTRO. .Geração própria.3. o croqui da localização do imóvel em relação às vias públicas. o ponto conveniente de entrega de energia.4. conforme item 6. devidamente preenchida e autenticada. são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. armação secundária. o custo a ser pago pelo interessado. também. condutores do ramal de entrada. independente da categoria de atendimento. Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação e os equipamentos de medição (medidores.3. a ELEKTRO informará sobre a necessidade ou não de execução de serviços na rede.3. . . b) Em resposta ao pedido de ligação.Utilização de acessório ou ferragem não padronizada que alterem as condições normais do poste.Conselho Federal de Engenharia.

. Tipos de atendimento São três os tipos de atendimento.Tipo C (trifásico) . sendo que as instalações com carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição. . Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: Página 18 Revisão 04 – 03/2009 . Tensões e sistemas de fornecimento A ELEKTRO fornece energia elétrica nas tensões secundárias nominais de 220/127 V (220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro). b) Tipo B (bifásico) . exceto para parte da cidade de São João da Boa Vista onde as tensões são de 380/220 V (380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro). a saber: . a Elektro acionará o CREA responsável para solicitar informações pertinentes informando o número da ART em questão.Três fios (duas fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 12 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 127/220 V. sistema estrela com neutro e freqüência nominal de 60 Hz. 5.8.6. e acima de 15 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 220/380 V.dois fios. três fases e neutro.quatro fios. Tipos e limitações de atendimento 5. Observar o campo 27 da ART que deverá estar serviço/responsabilidade referente ao padrão construído. não objeto desta Norma.ND.2. Limites de fornecimento O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW. duas fases e neutro. Limitações de atendimento As limitações de potência de motores ou solda a motor das categorias de atendimento estão indicadas nas tabelas 1 e 2. 5. 5.Tipo A (monofásico) . e até 15 kW para tensão de fornecimento 220/380V.8. escrito claramente o Caso aconteça algum fato que o profissional mereça ser acionado em decorrência de anormalidade relativa ao projeto e execução prevista na ART emitida. uma fase e neutro. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de aparelhos de raios-X ou máquinas de solda a transformador.três fios. Devem ser observadas todos os casos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais É de total responsabilidade de cada profissional verificar suas competências e atribuições designadas pelos CREAs e CONFEA para a emissão de ART que a Elektro determina nessa norma. condições e exigências contidas nessa norma para a ART de responsabilidade de projeto e execução dos padrões de entrada requeridos. As limitações de carga instalada e potências de equipamentos especiais estão indicadas nos subitens a seguir: a) Tipo A (monofásico) . 5.Tipo B (bifásico) .8.7.Dois fios (fase e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada até 12 kW para tensão de fornecimento 127/220 V.1.

com potência superior a 30 kVA. .máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA. devem ser efetuados estudos específicos para sua ligação. necessariamente. e) Quando o consumidor tiver equipamento bifásico (FF) ou trifásico (FFF).11. independente da carga instalada.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA ou da classe 220 V com mais de 10 kVA. 5. eletrogalvanização e similares ou quaisquer outras.12. Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba. pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora e/ou pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico. sendo obedecidos os procedimentos comerciais aplicáveis.aparelho de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. motores com partida freqüente. derivando da entrada consumidora antes da chave geral e após a medição.9. d) Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais . 5. e ainda outras que apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta Norma.50 kW. o enquadramento pode ser efetuado no tipo de atendimento correspondente. da classe 220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. caso necessário. Para esses casos. a devida orientação. causadores de distúrbios de tensão ou corrente.10.10. . as ligações das unidades consumidoras devem ser feitas de acordo com esta Norma. 5. Ligações de cargas especiais a) A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica. conforme desenho ND.aparelhos de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente.16. devem procurar a ELEKTRO antes da execução de suas instalações para fornecer detalhes e dados técnicos e receberem. Bombas de incêndio O conjunto moto-bomba deve ser ligado. a critério da ELEKTRO.Quatro fios (três fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 25 até 75 kW para as tensões de fornecimento 127/220 V e 220/380 V.50 kW ou trifásicos com potência superior a 20 kVA. a serem executadas pela ELEKTRO. Instalações especiais a) São instalações destinadas a locais onde são desenvolvidas atividades que propiciem aglomerações ou fluxos de pessoas e são atendidas com ligações Página 19 Revisão 04 – 03/2009 . b) Os interessados cujas entradas consumidoras estejam enquadradas neste item. são tratadas como cargas especiais. aparelho de raios-X. 5.ND. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: . c) Tipo C (trifásico) .01/1. Instalações em condomínios Em conjuntos residenciais ou condomínios fechados constituídos de casas.

prática de violência nos equipamentos. c) por atraso no pagamento dos serviços executados pela ELEKTRO. que provoquem alterações nas condições de fornecimento ou de medição.15. O neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO. mediante prévia comunicação ao consumidor. tais como: gás. e) pelo descumprimento das exigências da ELEKTRO em função da aplicação do item 5. Geração própria O paralelismo entre geradores particulares e o sistema da ELEKTRO não é permitido em hipótese alguma. A ELEKTRO pode suspender o fornecimento quando verificar a ocorrência de: a) utilização de artifício ou qualquer outro meio fraudulento ou.10. sendo obrigatória a instalação de chave reversível para impossibilitar o funcionamento em paralelo com o sistema da ELEKTRO. b) Para as instalações acima e em todas as ligações provisórias. Padrões de entrada Os desenhos ND. após o decurso de 15 (quinze) dias de seu vencimento. parques de diversão e locais para realização de festividades. deve ser apresentada a ART de execução do padrão de entrada junto com o pedido de ligação ou no ato da vistoria. bem como. c) interligação clandestina ou religação à revelia. 5. possa haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais provisórias. 5. as especificações técnicas do equipamento para ser previamente liberado pela ELEKTRO.15. sem a devida autorização federal.1.ND. pode suspender o fornecimento: a) por atraso no pagamento da conta. Suspensão do fornecimento 5. Página 20 Revisão 04 – 03/2009 .15. A ELEKTRO. Consideram-se. o descumprimento das normas que regem a prestação do serviço público de energia elétrica. bem como. juntamente com a(s) ART(s) de projeto e/ou execução. b) revenda ou fornecimento de energia a terceiros. b) por atraso no pagamento de encargos e serviços relativos ao fornecimento de energia elétrica prestados mediante autorização do consumidor..10.11.13.04. 5.14. d) por atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da ELEKTRO. 5. tais como: circos.01/1 a ND. instalações especiais aquelas destinadas a locais que pela natureza dos trabalhos neles executados ou dos materiais neles mantidos. comícios. combustíveis. ainda. deve ser apresentado o projeto da instalação interna.10. ainda.2. d) deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens. etc. Em toda instalação de gerador particular para atendimento de emergência. espetáculos e exposições.03/1 estabelecem as orientações mínimas necessárias para a montagem dos padrões de entrada de acordo com o tipo de atendimento. fogos de artifícios. cuja responsabilidade seja imputada ao consumidor.

j) Havendo cruzamentos com cabos e fios isolados de comunicação ou sinalização. dando-se preferência a aquele em que estiver situada a entrada da edificação. ficar livre de qualquer obstáculo. é permitida a entrada do ramal de ligação por qualquer um dos lados.15. conforme critérios estabelecidos no item 9. g) e h) deste item. o ramal de ligação deve situar-se no mínimo a 0. . h) quando concluídas as obras servidas por ligação provisória e não forem providenciadas as instalações necessárias para a ligação definitiva.ND. decorrido o prazo mínimo de 90 (noventa) dias da respectiva notificação.10. i) quando se verificar impedimento ao acesso de empregados e prepostos da ELEKTRO em qualquer local onde se encontrem condutores e aparelhos de propriedade desta. d) O vão livre não deve ser superior a 30 m.01/1.50 m nas entradas de garagens residenciais. i) É permitida a ligação de dois consumidores por meio de um único ramal de ligação encabeçado no poste particular na divisa das duas propriedades.50 m no cruzamento de ruas e avenidas e sobre entradas de garagens de veículos pesados.02/1. mesmo que não provoquem alterações nas condições do fornecimento e/ou da medição. e que ofereçam riscos à segurança. e) A participação financeira do consumidor obedece a legislação vigente e a prática de atendimento de mercado da ELEKTRO.2.50 m nos locais exclusivos a pedestres. conforme critérios estabelecidos no item 9.1. devendo ser observadas as disposições do desenho ND.5. as suas instalações que estiverem em desacordo com as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . para fins de leitura. bem como para as inspeções necessárias nos casos previstos na letra d) item 5. 6.4. f) Não deve ser facilmente alcançável de áreas. conforme desenho ND. ou com as normas e padrões da ELEKTRO.1. medidas na vertical.10.03. .ABNT. g) Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas. estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. RAMAL DE LIGAÇÃO 6.60 m acima desses. g) se o consumidor deixar de reformar e/ou substituir. devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis. b) Deve entrar pela frente do terreno. entre o condutor inferior e o solo: . terraços. c) Se o terreno for de esquina ou possuir acesso a duas ruas. h) É permitida a ligação de dois consumidores localizados no mesmo terreno por meio de um único ramal de ligação. e letras f). cuja responsabilidade seja imputável ao consumidor. balcões.3. janelas ou sacadas adjacentes.3. ser perfeitamente visível e não cruzar terrenos de terceiros. Condições gerais a) O ramal de ligação é fornecido e instalado pela ELEKTRO.02.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) por rompimento de lacres. Página 21 Revisão 04 – 03/2009 .

5. Nesse caso. Nesse caso. Neste caso. deve ser no mínimo igual a: . deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução. quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos pesados. condutores de cobre isolados com EPR ou XLPE. c) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada.1 e serem dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. b) Para condutores com seções superiores 10 mm2 é obrigatório o uso de cabos. sendo nele vedado o uso de chave. e) Na impossibilidade de deslocamento do poste e for necessária a utilização de acessório ou ferragem não padronizado para evitar o cruzamento do ramal de ligação com terreno de terceiro ou desviar de obstáculo.10. Podem ser utilizados. embutido em eletroduto e obedecer aos requisitos indicados nos itens seguintes: 7. no mínimo. painéis.10. Ancoragem a) O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser preparado pelo consumidor com a instalação da armação secundária e isolador roldana. RAMAL DE ENTRADA Deve ser executado pelo consumidor.3. Execução das conexões e ancoragens As conexões e a ancoragens do ramal de ligação na rede secundária de distribuição e no ponto de entrega são executadas pela ELEKTRO. também. de 6. d) Deve haver continuidade do neutro.6.15. Ver desenho ND.0 m. d) Nos casos em que ocorrer obstrução do acesso ao ponto de entrega (por exemplo: colocação de lambris na fachada. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com PVC com características de acordo com o item 11. grades. b) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada quando o poste da ELEKTRO situar-se do outro lado da rua deve ser. disjuntor ou fusível. Página 22 Revisão 04 – 03/2009 . c) O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro. devido à diferença de ampacidade em relação aos condutores de cobre isolados com PVC. os componentes do ramal de entrada devem ser redimensionados. . Para capacidade de condução de corrente dos condutores. quando o poste da ELEKTRO situar-se do mesmo lado da rua. conforme desenho ND.ND.01/1. quando o ramal de ligação não cruzar garagens.0 m. 7. no mínimo. .).1.01/1. o esforço nominal do poste e ser instalado de modo que não altere as suas características. 6.0 m. etc. quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. luminosos. ver tabela 17. exceto condutor com isolação na cor verde. e) Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada.0 m.02.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 6. esse dispositivo deve ser dimensionado para suportar. o ponto de entrega deve ser relocado pelo consumidor para um local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.4. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução .2.

no mínimo.2. 8. g) Os condutores do circuito alimentador até o quadro de distribuição devem ter. Condições gerais a) A proteção geral contra sobrecorrentes e curtos-circuitos deve ser localizada após a medição. b) Devem ser instalados externamente ao poste particular e fixado com uma das alternativas a seguir: . A curva ou cabeçote deve ser de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. i) Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição. quando situada junto ao limite da via pública.1. f) Em regiões litorâneas somente é permitida a instalação de eletroduto de PVC rígido. todos os condutores devem ser flexíveis. h) Alternativamente. sobras de condutores de.04/1. c) Podem ser embutidos nos casos de postes de concreto armado moldado no local ou na estrutura da edificação.ND. . . 600 mm.fio de cobre de 2. As pontas dos condutores. h) Em caixa de medição com leitura voltada para calçada. conforme os padrões construtivos. conforme NBR NM 247-3. em três pontos.04.arame de aço galvanizado de 14 BWG. bem como aos equipamentos de medição e proteção. e) A junção entre eletroduto e a caixa deve ser feita por meio de bucha de proteção e arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora. a sua continuidade. i) Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço. no mínimo. j) Os eletrodutos devem ter espessuras de parede e diâmetros externos conforme indicado nas tabelas 18 e 19. a mesma seção dos condutores do ramal de entrada. Essa fixação do eletroduto ao poste particular deve ser feita. d) As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos. conforme desenho ND. com curvatura mínima de 135º. para ligação no borne do medidor devem ser estanhadas. g) Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135º.2. ser instalada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma e dimensionada conforme as tabelas 1 ou 2.braçadeiras ou cintas de aço carbono com revestimento de zinco por imersão a quente ou liga de alumínio. no mínimo. Página 23 Revisão 04 – 03/2009 . PROTEÇÃO 8.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de ligação nas condições dos padrões construtivos. de forma a permitir que se faça a “pingadeira”.10. b) O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar sua interrupção assegurando assim. classes 5 ou 6. quando da instalação ao tempo. no mínimo. podem ser utilizadas bengalas de mesmo material que os eletrodutos. Eletrodutos a) Devem ser de PVC rígido rosqueável ou de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente com características conforme item 11.5 mm2. devem possuir proteção com bucha para evitar danos à isolação dos condutores. 7.

ou classe de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento 220/380 V). recomenda-se a instalação com a caixa de medição com leitura voltada para calçada. c) Nos casos de medição indireta. bifásicas e trifásicas. exceto quando utilizada chave seccionadora com abertura sob carga. o consumidor deve instalar as chaves com as características abaixo e conforme mostrado nos desenhos ND. em varandas. As localizações preferenciais da caixa de medição estão indicadas no desenho ND. Proteção contra sobretensões De acordo com a NBR 5410 as instalações elétricas devem ser providas de proteção contra sobretensões transitórias de origem atmosférica ou de manobra transmitidas através da rede aérea. respectivamente.10.1.10. bipolares e tripolares nas ligações monofásicas. 8. estes devem ser instalados junto ao ponto de entrada da instalação ou no quadro de distribuição principal. A seleção e instalação de dispositivos destinados a prover proteção da instalação e equipamentos contra sobretensões devem ser de acordo com a NBR 5410. MEDIÇÃO 9. instalada após a medição. instalada antes dos transformadores de corrente. Dispositivos de proteção e seccionamento a) Devem ser utilizados para proteção geral da entrada consumidora disjuntores termomagnéticos unipolares. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V) ou de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento de 220/380 V).0 m do limite do terreno com a via pública.03/1. sendo também permitida a utilização de chaves seccionadoras com fusíveis tipo NH.10. 9.3. sendo obrigatório quando se tratar de edificação no alinhamento da via pública.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais c) Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de fase em equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido a essas ocorrências. - Chave seccionadora sem dispositivo de proteção. Quando for previsto o uso de dispositivos de proteção contra surtos (DPS).01/1 a ND. 8. b) Para maior comodidade e segurança para o consumidor. Esse dispositivo não deve ser operado com carga. Localização a) A medição deve ser instalada dentro da propriedade do consumidor. A caixa de medição deve ser instalada no muro divisório ou na parede externa da própria edificação. c) A medição não deve ficar afastada mais de 1.02/1.2. - Chave seccionadora com abertura sob carga com dispositivo de proteção ou disjuntor.10.10.03. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V). preferencialmente no limite dessa com a via pública. b) A proteção geral deve ser feita com um único tipo de dispositivo de proteção. ou no poste particular. Para edificações com características industriais ou comerciais em que Página 24 Revisão 04 – 03/2009 . d) Deve ser instalada em local de fácil acesso para leitura por parte dos empregados da ELEKTRO.ND.

dependências sanitárias.60 m em relação ao piso acabado.10.09. 9. Para montagem do padrão de entrada ver desenhos de ND.09. ATERRAMENTO 10. Página 25 Revisão 04 – 03/2009 .10.10. e) Não são aceitas caixas de medição instaladas nos seguintes locais: copas.13.10.03/1. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela execução do padrão de entrada.02/1. para medição indireta entre 1.3. área entre prateleiras ou pavimento superior de qualquer edificação.também. o interessado deve apresentar um croqui para análise da área técnica competente da ELEKTRO.04. Nesse caso. Para montagem do padrão de entrada ver desenho ND. escadarias. Medição indireta Para instalações com corrente de demanda superior a 100 A a medição será indireta e a montagem do padrão de entrada deve ser de acordo com os desenhos ND. bombas. b) O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna do consumidor . conforme desenho ND.10. 9.01/1.02/1. e instalados num único eletroduto dimensionado conforme tabelas 21 ou 22 ou 23.5.1.ND. Condições gerais a) A entrada consumidora deve possuir um ponto de aterramento onde serão interligados o condutor neutro do ramal de entrada e os aterramentos da caixa de medição metálica e poste de aço.01/1 a ND. tais como proximidades de máquinas.2. Não é permitida a instalação de 2 (dois) postes num mesmo terreno. 9. Não são aceitos .01/1. dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. 10. interior de vitrines.10. locais com má iluminação e sem condições de segurança. Os ramais de entrada dos consumidores serão independentes (um circuito para cada consumidor).10.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais houver dificuldade na observância dessa distância.09.10.10.40 e 1. cozinhas.80 m. tanques ou reservatórios.4.60 e 1. Para a montagem do padrão da entrada ver desenho ND. Medição na divisa de duas propriedades É permitida a ligação de dois consumidores através de um único ramal de ligação encabeçado em um único poste desde que o poste fique situado na divisa das duas propriedades. 9. inundações e trepidações excessivas.01/1 e ND. f) A caixa de medição direta deve ser instalada de maneira que sua face superior fique a uma altura compreendida entre 1. locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos. Medição direta Para instalações com corrente de demanda até 100 A o atendimento será com medição direta. Medição para dois consumidores no mesmo terreno Sistema de medição destinado a atender dois consumidores localizados no mesmo terreno.PE (NBR 5410) pode ser interligado a haste de aterramento da entrada consumidora.

11.04. 10.3. aço inoxidável ou alumínio). 11.03/1 são ilustrativas.14. NBR 5598 e NBR 5624. a haste pode ser coberta.10. Dimensionamento Estão indicados nas tabelas 1 e 2 os dimensionamentos dos condutores de aterramento em função da categoria de atendimento do consumidor e tensão de fornecimento. policarbonato. d) Os tipos de hastes devem ser de acordo com o item 11. As indicações do aterramento nos desenhos ND. 11. Os eletrodutos de aço devem possuir tratamento superficial (revestimento de zinco por imersão a quente). Eletrodutos Deve ser de PVC rígido rosqueável. b) O condutor de aterramento deve ser de cobre nu.ND. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V. conforme NBR 15465 ou de aço carbono. e instalados conforme desenho ND. b) Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não corrosível (policarbonato. a uma distância até 0. ferro fundido. conforme NBR 5597. fibra de vidro. condutores de cobre com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0.10.10. c) O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a caixa de inspeção por meio de eletroduto de PVC.2. e) O ponto de ligação do condutor de aterramento à haste deve estar protegido com massa calafetadora e ser acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada. fibra de vidro. Caixas de medição e proteção 11. visando reconstituir o piso.1.6 kV/1 kV.01/1.50 m em relação à projeção da parte frontal do compartimento da proteção geral da caixa (em qualquer sentido). aço inoxidável. também. Somente depois de liberada a montagem da entrada consumidora. classe A ou B.1.6. c) Nas instalações com medição voltada para a calçada é obrigatória a utilização no ramal de entrada dos condutores de cobre flexíveis de classe 5 ou 6 conforme NBR NM 247-3. Montagem a) O aterramento deve ser instalado próximo da caixa de medição. conforme NBR 7285. b) Podem ser utilizados. A relação dos fabricantes e os respectivos materiais homologados encontramse à disposição para consulta no site da ELEKTRO. tão curto e retilíneo quanto possível.10. conforme NBR NM 247-3. 11. sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção. Página 26 Revisão 04 – 03/2009 .01/1 a ND. Material a) As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço.3. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA Somente são aceitas caixas de medição e postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.3. alumínio ou outro material previamente aprovado pela ELEKTRO.2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 10.

B ou C (monofásicos. c) Caixa de medição e proteção tipo IV Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). bifásicos ou trifásicos). f) Caixas de medição tipos VII-A e VII-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. b) Caixa de medição e proteção tipo III Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. h) Caixa de proteção tipo T Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades consumidoras com medição indireta. B ou C (monofásicos. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo.3. hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa deve ser dotada de tampa externa. B ou C (monofásicos. Página 27 Revisão 04 – 03/2009 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. d) Caixa de medição e proteção tipo V Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. instalação com medição voltada para a calçada. j) Caixa de proteção tipo S-B Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor bipolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. Nas instalações ao tempo ou expostas (corredores. B ou C (monofásicos. k) Caixa de proteção tipo S-T Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor tripolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. bifásicos ou trifásicos). g) Caixa de medição tipo M Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas unidades consumidoras com medição indireta. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo ou em muro.ND. e) Caixas de medição tipos VI-A e VI-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. i) Caixa de proteção tipo S-M Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor monopolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. Tipos a) Caixa de medição e proteção tipo II Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). instalação com a medição voltada para a calçada. bifásicos ou trifásicos). instalação com a medição voltada para a calçada. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. bifásicos ou trifásicos).2.

b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da seguinte forma: . Ferragens 11. h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada para a rua.60 (m) sendo: L . deve ser instalada uma armação secundária de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana.engastamento (m) d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e dimensionados de acordo com as tabelas 1 ou 2.22.5. o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço demarcatório.1. g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO.10.em parede de alvenaria. Página 28 Revisão 04 – 03/2009 .2. Somente após a vistoria ou ligação. 11.comprimento total do poste (m) e . c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição.10.22.1. ou concreto armado com caixa de medição incorporada.4.1. e engastado conforme a fórmula: e = 0.4.21.10. desde que seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo. respectivamente. ou de aço carbono seção circular ou quadrada.1. Postes e pontaletes 11. apresentando a respectiva guia da ART do projeto e execução.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11.20.02/1. através de parafuso passante ou braçadeira. .10 x L + 0. o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta. cinta ou braçadeira suporte.01/1. b) O comprimento nominal do poste particular é de 7. de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de maior resistência. de acordo com as padronizações da NBR 8159 e NBR 6249.21. Suporte do ramal de ligação a) Para sustentação do ramal de ligação.4. Fixação da caixa ao poste A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante.04/1. Os furos destinados à fixação da caixa ao poste devem ser vedados com massa calafetadora.5 m com engastamento simples de 1. conforme desenho ND. conforme desenhos ND. e) São aceitos também postes de concreto armado.em poste ou pontalete. nos padrões com medição em muro ou mureta. com chumbador.10.01/1 a ND. pode ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas especificadas no item 6. recomenda-se que as ferragens sejam de liga de alumínio. 11.35 m. c) Para as regiões litorâneas.01/1 e ND. conforme desenhos ND.g.ND. f) Não são aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto. e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do ramal de ligação e o solo conforme item 6.10.5. Poste particular a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T".g. construídos no local. contendo as necessárias especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável.

0 m em laje. Instalação residencial Tomadas: Considerar no mínimo o número de tomadas indicadas na tabela 3.1. de 25x25x5 mm com 2400 mm de comprimento. c) Deve ser exigida a instalação de motor com rotor bobinado e reostato de partida sempre que. PARTIDA DE MOTORES a) Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na NBR 5410. e deve ser calculada de acordo com o critério a seguir: 13.0 m com engastamento mínimo de 1. em função da área construída. Haste de aterramento O aterramento junto ao padrão de entrada deve ser feito com um dos seguintes tipos hastes: . devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. Considerar também a carga mínima de tomadas para a cozinha. c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho ND. d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular ou quadrada. em kW. bem como falta de fase. 11.1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11.04. . Isolador roldana Deve ter características conforme NBR 6249.6.2.5. d) Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida. Iluminação e tomadas 13. Pontalete a) Este tipo de instalação é permitido somente quando existirem condições que impeçam a instalação dos padrões normais com postes.10. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA A carga instalada da instalação. Página 29 Revisão 04 – 03/2009 .1. com dimensões mínimas de acordo com o indicado nas tabelas 1 ou 2.cantoneira de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente. conforme indicado na tabela 5.03/1. 11. Isolador castanha Deve ter características conforme NBR 6248.7.8.ND. 11.haste de aço revestido de cobre de 12 mm de diâmetro (mínimo) e 2400 mm de comprimento e demais características de acordo NBR 13571. Caso a área construída seja maior que 250 m2 o interessado deve declarar o número de tomadas previstas e considerar 100 W por tomada. ou quando condições de partida difícil o tornarem aconselhável. b) Deve ter comprimento total de 3. coluna ou viga de edificação. 13. devido a sua potência. O engastamento deve ser executado de maneira a garantir a carga para a qual foi dimensionado. é básica para a determinação da categoria de atendimento da unidade consumidora. b) Devem ser utilizados os dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos conforme a tabela 14. 12. forem ultrapassados os limites estipulados na tabela 14.

Bancos. Hotéis. Igrejas e outros. Clubes. Equipamentos especiais Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-x.2. .3.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado..Condicionador de ar (utilizar os valores da tabela 9 caso não sejam informados os valores do fabricante).2. fornos elétricos a arco.Aquecedor elétrico central. fornos elétricos de indução. Motores elétricos e equipamentos especiais 13. 13. etc. Pode ser aplicado também às pequenas indústrias atendidas em baixa tensão. máquinas de solda a transformador.3.Hidromassagem. levando em consideração as cargas mínimas da tabela 20. CÁLCULO DA DEMANDA O presente cálculo de demanda aplica-se às instalações residenciais e comerciais. com carga instalada conforme placa do fabricante.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Iluminação: Considerar. . Aparelhos eletrodomésticos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos abaixo relacionados quando comprovadamente previstos na instalação. 13. . no mínimo.1.2. Com potência indicada pelo fabricante .Aquecedor de água de passagem. 13.1. Casas Comerciais. Motores e máquinas de solda a motor De acordo com os dados de placa do fabricante.ND. Indústrias. .Outros aparelhos com potência igual ou superior a 1 000 W. 13. Utilizar os valores das tabelas 15 e 16 caso não sejam informados os valores do fabricante. 14.1. Outros tipos de instalação (Motéis. um ponto de luz por cômodo ou corredor com potência igual a 100 W por ponto de luz.2. retificadores e equipamentos de eletrólise.2.Fogão elétrico. O valor da demanda deve ser calculada pela seguinte fórmula: D= a + b + c + d + e + f + g + h + i Sendo: Página 30 Revisão 04 – 03/2009 . Com potência definida (valores médios) - Torneira elétrica: Chuveiro elétrico: Máquina de lavar louças: Máquina de secar roupa: Forno de microondas: Forno elétrico: Ferro elétrico: 3 000 W 4 000 W 2 000 W 2 500 W 1 500 W 1 500 W 1 000 W 13. 13. Hospitais.Aquecedor elétrico de acumulação (Boiler). . quando o interessado não tiver dados mais precisos quanto a sua demanda real prevista.2.3. .

hotéis.fator de potência igual a 1. com compensação do fator de potência: 0. ou valores de placa do fabricante. .ND. . Demanda de secadora de roupa. hospitais. considerar os fatores de demanda da tabela 5. casas comerciais e igrejas (b1) Carga instalada conforme item 13. .2. h. c. Demanda referente a aquecedor central ou de acumulação (c) Carga instalada: considerar a potência. .00. . 14. lâmpadas fluorescentes. .fator de potência igual a 1. . conforme a tabela 4.fator de demanda. máquina de lavar louça e forno de microondas (d) Carga instalada: considerar as potências indicadas no item 13.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais D . aquecedores de água de passagem e ferros elétricos (b) 14.00. g. lâmpadas fluorescentes. neon.1.fator de potência para tomadas: 1.fator de demanda: conforme a tabela 5. forno elétrico. Instalação residencial (a1) Carga instalada mínima.2. instalados no mesmo. .1. hotéis. vapor de sódio ou mercúrio.fator de demanda igual a 1. motéis.00. conforme catálogo do fabricante. Outros tipos de instalação (b2) Carga instalada conforme item 13. 14. igrejas e outros.fator de potência igual a 1. vapor de sódio ou mercúrio.fator de potência para iluminação: . f.2. .2.fator de demanda: conforme a tabela 7. Demanda referente à iluminação e tomadas (a) 14.demanda total da instalação em kVA Demais fatores (a. . .00.fator de demanda: conforme a tabela 6. . i) conforme a seguir: 14. e.1.fator de potência igual a 1. .00.2. . 14. Para os aparelhos instalados internamente à edificação. Página 31 Revisão 04 – 03/2009 . 14. Demanda referentes a chuveiros. Nota: No caso de edificações contendo vestiários.2. deve ser considerado fator de demanda de 100% para cargas de chuveiros.95.1.1. b.2.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado. conforme a tabela 20.1.50.fator de demanda para tomadas e iluminação. conforme a tabela 3 e item 13.3.00. casas comerciais. sem compensação do fator de potência: 0. Outros tipos de instalação (a2) (Motéis. hospitais.1.fator de potência igual a 1. clubes.1.00. bancos. .4. indústrias.2. devendo separar as cargas de tomadas e iluminação.00. torneiras e aquecedores. néon. lâmpadas incandescentes ou com lâmpadas que não utilizam reator: 1.1. d. 14. Instalação residencial. torneiras.

Hidromassagem (i) Carga instalada: conforme placa do fabricante.fator de demanda: conforme tabela 8. conforme a tabela 9. .50.00. considerar igual a 0. Demanda referente a equipamentos especiais (h) Carga instalada: potência de placa do fabricante. Exemplo 1 Residência com 40 m2 de área construída.fator de potência. temos que a carga instalada (C) é igual a 8 kW. 15. . EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 16. 14.8. .fator de demanda: .9.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 14. a ser aplicada a cada tipo de aparelho.fator de demanda conforme a tabela 12. 14.ND.fator de potência igual a 1. para uso residencial igual a 1. Demanda referente a motores e máquinas de solda a motor (g) Carga instalada: potência de placa do fabricante (cv ou HP) e conversão para kW ou kVA. para uso comercial.fator de potência igual a 1. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA O dimensionamento das entradas de serviço monofásicas e bifásicas é feito de acordo com as cargas instaladas (kW) calculadas conforme item 13 e de acordo com as categorias de atendimentos das tabelas 1 ou 2. sala. conforme a tabela 11. . . Demanda referente a fogões elétricos (e) Carga instalada: considerar a potência de placa do fabricante.6. . conforme as tabelas 15 e 16. 14. conforme a tabela 10. Página 32 Revisão 04 – 03/2009 .1.fator de demanda. 16. .00.7. . Demanda referente a condicionador de ar tipo janela (f) Carga instalada: considerar a potência por aparelho. 14. e os seguintes aparelhos com potência definida: 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: 2 400 W pontos de luz (4 cômodos): 400 W 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Total: 7 800 W ou 7. Para entradas de serviço trifásicas o dimensionamento é feito de acordo com a demanda (kVA) da instalação calculada de acordo com o item 14. contendo 1 quarto. .fator de demanda: conforme tabela 13. cozinha e banheiro.80 kW Arredondando-se o valor obtido para um valor inteiro imediatamente superior.00.5.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Portanto. Portanto.30 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. 1 banheiro privativo e garagem. cozinha. quando existirem aparelhos trifásicos. estes devem ser relacionados. 16.2.ND. Exemplo 2 Residência com 115 m2 de área construída. Cálculo de carga instalada Carga de tomadas: Pela tabela 3 (área construída 180 m2) temos: 12 tomadas de 100 W. entretanto. Total: 1 200 + 1 800 = 3 000 W Carga de iluminação 12 cômodos. temos: Página 33 Revisão 04 – 03/2009 . com um total de 12 cômodos e contendo os seguintes aparelhos com potência definida ou de acordo com a placa do fabricante: 2 condicionadores de ar 14000 BTU: 4 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 ferro elétrico: 1 forno elétrico: 1 máquina de lavar louças: 1 máquina de secar roupas: 2 motores trifásicos: 1 900 W cada um 4 000 W cada um 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W 1 cv cada um Obs. mais 3 tomadas de 600 W. 3 quartos. a unidade consumidora se enquadra na categoria A2 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou A4 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). e contendo os seguintes aparelhos eletrodomésticos com potência definida: 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 4 000 W cada um 3 000 W 2 500 W 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: pontos de luz (10 cômodos): 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 2 800 W 1 000 W 8 000 W 3 000 W 2 500 W 1 000 W Total: 18 300 W ou 18. mesmo que suas potências sejam inferior a 1 000 W.3. temos que a carga instalada (C) é igual a 19 kW.: Os aparelhos com potências inferiores a 1 000 W não devem ser relacionados no pedido de ligação. copa. 16. sendo 100 W (mínimo) por cômodo. Exemplo 3 Residência com 180 m2 de área construída. 1 banheiro social. com 1 sala de 2 ambientes. a unidade consumidora se enquadra na categoria B3 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou B5 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).

instalação residencial Carga Instalada: 3 000 + 1 200 = 4 200 W ou 4.2. torneiras. temos FD = 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 12 x 100 W = 1 200 W Carga de aparelhos eletrodomésticos 2 condicionadores de ar 1 900 W: 4 chuveiros elétricos de 4 000 W: 1 torneira elétrica de 3 000 W: 1 ferro elétrico de 1 000 W: 1 forno elétrico de 1 500 W: 1 máquina de lavar louças de 2 000 W: 1 máquina de secar roupas de 2 500 W: Total: 29 800 W 3 800 W 16 000 W 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W Motores 2 motores trifásicos 1 cv (pela tabela 16).00 b= c arga instalada× fator de demanda fator de potência b = (20 000 x 0.1.1.00 kVA b = 13 kVA c) Aquecedor central de acumulação (boiler) c=0 Página 34 Revisão 04 – 03/2009 .ND. temos o fator de demanda (FD)= 0.1.52 Pelo item 14. deve-se efetuar o cálculo da demanda para o dimensionamento da entrada.10 kW.00 = 13 000 VA ou 13. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos Carga InstaladaChuveiros: 4 x 4 000 = 16 000 W Torneira elétrica: 1 x 3 000 = 3 000 W Ferro elétrico: 1 x 1 000 = 1 000 W Total 20 000 W ou 20 kW Pela tabela 5. Neste caso. temos o FP = 1. temos: 2 x 1 050 W = 2 100 W Carga instalada Total: 3 000 + 1 200 + 29 800 + 2 100 = 36 100 W ou 36. Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. temos o fator de potência (FP) = 1.20 kVA b) Chuveiros. para 6 aparelhos.65 Pelo item 14. temos que a carga instalada (C) é igual a 37 kW.00 a= c arga instalada× fator de demanda fator de potência a = (4 200 x 0.00 = 2 184 VA a = 2.65)/1.2 kW Pela tabela 4.52)/1. Cálculo da demanda D = a + b +c + d + e +f + g + h + i a) Tomadas e iluminação .

52 x 1. a unidade consumidora se enquadra na categoria C2 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C7 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). Página 35 Revisão 04 – 03/2009 .70)/1.00 d= c arga instalada× fator de demanda fator de potência d = (6 000 x 0. forno elétrico. Portanto.0 + 0+ 4.2 + 2.20 kVA e) Fogões elétricos e=0 f) Condicionador de ar tipo janela Carga Instalada em Watts (W): 2 x 1 900 = 3 800 W Pela tabela 9 temos a carga instalada em VA: 2 x 2 100 VA = 4 200 VA Pelo item 14.00 + 1.2 + 13. temos FP = 1. para 3 aparelhos.2 + 0 + 4.04 kVA Considerando os fatores de demanda da tabela 11.50 g = 2. máquina de lavar louça e forno microondas Carga Instalada: 1 x 1 500 W = 1 500 W 1 x 2 000 W = 2 000 W 1 x 2 500 W = 2 500 W Total = 6 000 W ou 6.20 kVA d = 4.ND. temos FD = 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais d) Secadora de roupa.00 kW Pela tabela 7.4. 20 kVA f = 4.70 Pelo item 14.00 Portanto: f = 4 200 x 1.52 x 0.30 kVA h) Equipamentos especiais h=0 i) Hidromassagem i=0 Demanda total (D) D=a+b+c+d+e+f+g+h+i D= 2.00 = 4 200 VA ou 4.90 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.00 = 4 200 VA ou 4. temos que a Demanda (D) é igual a 26 kVA.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Pela tabela 16. temos: g = 1.6. temos FD = 1.3 + 0 + 0 D = 25.52 = 3. temos: Carga Instalada em kVA = 2 x 1.

Fator de demanda: conforme tabela 10 Aparelho 1 condicionador de ar de 15 000 BTU Demanda (VA) 4 200 f = 4.000 W: 2 condicionadores de ar 1 900 W: 1 compressor (trifásico) de 10 cv: 1 serra vertical (trifásica) de 7.4.02 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.00 kVA f) Condicionadores de ar tipo janela .00 240 12 lâmpadas mistas de 250 W Total 4 250 a = 4.00 3 000 24 lâmpadas fluorescente de 40 W 960 0.00 1.2.00 4 000 4 000 b = 4.95 1.2.00 1.00 Demanda (VA) 1. Cálculo de demanda D=a+b+c+d+e+f+g+h+i a) Iluminação e tomadas . e Fatores de demanda: conforme tabela 20 Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 3 000 1.Fator de potência e Fator de demanda: conforme item 14.Fatores de potência: conforme item 14. Exemplo 4 .2.ND. deve-se calcular a demanda.5 cv:3 motores (trifásicos) de 5 cv: 4 furadeiras (monofásicas) de 1 cv: 2 serras elétricas (trifásicas) de 2 cv: 2 máquinas de solda de 4 kW: 3 000 W 960 W 240 W 4 000 W 3 800 W 8 890 W 6 570 W 6 570 W 13 530 W 4 560 W 3 900 W 8 000 W Total: 64 020 W ou 64. Aparelho Potência (W) FP FD 1 chuveiro elétrico 4 000 Total 1.00 1 010 12 reatores de 20 W 240 1. temos que a carga instalada (C) é igual a 65 kW.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Página 36 Revisão 04 – 03/2009 .Potência: conforme tabela 9 .Indústria Relação da carga instalada 12 lâmpadas mistas de 250 W: 24 lâmpadas fluorescentes de 40 W: 12 reatores de 20 W: 1 chuveiro de 4.25 kVA b) Chuveiros elétricos .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 16. Neste caso.1.5 cv: 1 prensa (trifásica) de 7.

5 cv 8 650 0.05 kVA h) Equipamentos especiais .50 0.50 1.50 3 120 2 serras de 2 cv 5 400 0. Página 37 Revisão 04 – 03/2009 .00 11 540 1 serra vertical de 7.60 4 800 Total 12 800 h = 12 800 VA ou 12.25 + 4. Portanto.00 + 4.50 2 700 1 motor de 10 cv Total 35 050 g = 35.05 + 12.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .Potências: conforme tabelas 15 e 16 Aparelho Potência (W) FD Demanda (VA) 11 540 1.50 4 330 3 motores de 5 cv 18 060 0.80 D = 60.50 9 030 4 furadeiras de 1 cv 6 240 0.5 cv 8 650 0.80 kVA Demanda total (D) D=a+b+f+g+h D = 4.20 + 35.30 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior temos que a Demanda (D) é igual a 61 kVA. a unidade consumidora se enquadra na categoria C6 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C10 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).00 8 000 2ª máquina 4 000 0.50 4 330 1 prensa de 7.Fator de potência: conforme item 14.8 e Fator de demanda: conforme tabela 12 2 máquinas de solda a transformador de 4 000 W cada uma: Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 1ª máquina 4 000 0.Fator de demanda: conforme tabela 11 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 38 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELAS Página 39 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 40 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 41 Revisão 04 – 03/2009 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 42 Revisão 04 – 03/2009 .

Caso o consumidor declare quantidade de tomada superior ao da tabela. TOMADAS (COZINHA) (600 W) 1 8 < S < 15 3 300 15 < S < 20 4 20 < S < 30 SUBTOTAL II (W) TOTAL I + II (W) 600 700 1 600 900 400 2 1 200 1 600 5 500 2 1 200 1 700 30 < S < 50 6 600 3 1 800 2 400 50 < S < 70 7 700 3 1 800 2 500 70 < S < 90 8 800 3 1 800 2 600 90 < S < 110 9 900 3 1 800 2 700 110 < S < 140 10 1 000 3 1 800 2 800 140 < S < 170 11 1 100 3 1 800 2 900 170 < S < 200 12 1 200 3 1 800 3 000 200 < S < 220 13 1 300 3 1 800 3 100 220 < S < 250 14 1 400 3 1 800 3 200 NOTAS: 1. Para área construída acima de 250 m2 o interessado deve declarar a quantidade de tomadas prevista no projeto elétrico de sua residência. Página 43 Revisão 04 – 03/2009 .ND. TOMADAS (100 W) SUBTOTAL I (W) S<8 1 100 QUANT.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 3 NÚMERO MÍNIMO DE TOMADAS EM FUNÇÃO DA ÁREA CONSTRUÍDA ÁREA TOTAL (m2) QUANT. 2. prevalece o valor declarado.

35 8<C≤9 0.39 11 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 4 FATORES DE DEMANDA REFERENTES A TOMADAS E ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL CARGA INSTALADA (kW) FATOR DE DEMANDA C≤1 0.40 7<C≤8 0.70 18 0.44 3 0.52 5<C≤6 0.86 1<C≤2 0.54 22 0.66 3<C≤4 0.40 7 0.27 C > 10 0.24 TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE CHUVEIROS.52 23 0. Exemplo: 4 chuveiros + 2 torneiras + 1 ferro elétrico = 7 aparelhos.84 16 0.59 4<C≤5 0.49 24 0.45 6<C≤7 0.75 2<C≤3 0.46 acima de 25 0.38 12 0.40 8 0.45 2 1. TORNEIRAS.ND.39 10 0.38 NOTA: O número de aparelhos indicado na tabela refere-se a soma das quantidades dos mesmos. FD = 0.48 25 0.31 9 < C ≤ 10 0.43 4 0.42 5 0.76 17 0. AQUECEDORES DE ÁGUA DE PASSAGEM E FERROS ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.60 Página 44 Revisão 04 – 03/2009 .57 21 0.00 14 0.39 9 0. portanto.41 6 0.60 20 0.00 15 0.38 13 0.65 19 0.

33 acima de 25 0.40 12 a 15 0.31 3 0.50 acima de 8 0.26 7 0.60 7a8 0.60 9 0.ND.00 8 0.32 2 0. MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA E FORNO MICROONDAS Nº DE APARELHOS 1 FATOR DE DEMANDA 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 6 FATORES DE DEMANDA DE AQUECEDOR CENTRAL OU DE ACUMULAÇÃO (BOILER) Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.00 2a4 0.30 4 0.26 6 0.72 3 0.37 16 a 20 0. FORNO ELÉTRICO.70 5a6 0.00 2 0.26 Página 45 Revisão 04 – 03/2009 .62 acima de 3 0.62 TABELA 7 FATORES DE DEMANDA DE SECADORA DE ROUPA.35 21 a 25 0.28 5 0.48 10 a 11 0.50 TABELA 8 FATORES DE DEMANDA DE FOGÕES ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.

deve-se considerar o fator de demanda igual a 1.80 41 a 50 0.75 76 a 100 0.0 220 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 9 CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA CAPACIDADE (BTU/h) POTÊNCIA (VA) POTÊNCIA (W) TENSÃO (V) CORRENTE (A) 110 10.0 30 000 4 000 3 800 220 18.75 acima de 100 0.ND.0 220 8.5 2 860 2 600 220 13. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante. 2.90 21 a 30 0.5 110 17. Página 46 Revisão 04 – 03/2009 .0 7 500 1 100 900 8 500 1 550 1 300 10 000 1 650 1 400 12 000 1 900 1 600 15 000 2 100 18 000 NOTAS: 1.0 220 5.75 NOTA: Quando se tratar de unidade central de condicionador de ar.82 31 a 40 0.0 110 15.00 11 a 20 0.00.5 1 900 220 9. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.0 220 7.0 110 14.0 21 000 3 080 2 800 220 14. TABELA 10 FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA PARA USO COMERCIAL Nº DE APARELHOS 1 a 10 FATOR DE DEMANDA 1.77 51 a 75 0. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.0 41 000 5 500 5 000 220 14.5 60 000 9 000 7 500 220 24. estes devem ser considerados.

TABELA 13 FATORES DE DEMANDA DE HIDROMASSAGEM Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.47 4 0. Existindo motores que obrigatoriamente partam simultaneamente (mesmo sendo os de maior potência) deve-se somar suas potências e considerá-los com um só motor.39 Página 47 Revisão 04 – 03/2009 . TABELA 12 FATORES DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS EQUIPAMENTO FATOR DE DEMANDA Maior equipamento 1. deve-se considerar apenas um como o maior.50 NOTAS: 1.00 demais 0.00 2 0. deve-se considerar apenas um como o maior.60 NOTA: Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais.ND.56 3 0.39 acima de 4 0. Se os maiores motores tiverem potências iguais.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 11 FATORES DE DEMANDA DE MOTORES MOTOR FATOR DE DEMANDA Maior motor 1.00 demais 0. 2.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 48 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

80 10 9 310 11 640 - 52.78 15 13 720 16 940 - 77.71 2 2 170 2 970 27.80 12 ½ 11 580 14 940 - 67.0 18.4 47 24 0.9 220 V 3.7 96 48 0.0 110 V 27 220 V 14 COS Ø MÉDIO 0.0 145 0.66 ½ 790 1 180 11.ND.63 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA ¼ POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA 420 660 ⅓ 510 770 7.1 68 35 0.5 220 110 0.81 POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) CORRENTE NOMINAL (A) CORRENTE DE PARTIDA (A) 110 V 5.1 3.2 210 0.9 260 0.2 7.67 1 1 140 1 560 14.9 330 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 15 MOTORES MONOFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.73 1½ 1 670 2 350 21.67 ¾ 900 1 340 12.4 10.2 6.0 13.73 3 3 220 4 070 37.1 63 33 0.0 408 0.79 5 5 110 6 160 - 28.5 132 68 0.83 7½ 7 070 8 840 - 40.6 5.5 31 16 0. Página 49 Revisão 04 – 03/2009 .

5 58.1 499.3 0.0 243.3 307.0 44.1 0.85 150 120 090 141 290 214.5 0.1 15.7 0.3 2.6 340.1 1 996.2 43.4 16.3 5.0 0.0 65.9 0. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.2 1 162.7 477.1 326.5 189.1 10.5 30.1 0.1 201.2 104.7 0.7 566.2 80.0 717.85 125 100 670 117 050 177.8 9.76 10 8 890 11 540 17.0 370.2 43.7 196.3 4.0 11.8 127.7 4.4 3 458.8 250.9 528.1 0.9 0.7 19.7 22.77 20 17 010 22 100 33.9 1.69 1½ 1 540 2 170 3.7 422.7 1 619.5 0.6 1 288.6 0.8 57.7 0.0 0.1 98.0 74.3 0.0 0.81 30 25 030 30 520 46.1 7.9 3.1 67.66 ¾ 830 1 260 1.77 12 ½ 10 850 14 090 21.7 157.1 152.6 13.8 275.85 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.85 75 61 440 72 280 109.0 0.85 100 81 230 95 560 144.3 414.72 3 2 950 4 040 6.6 1 095.75 7½ 6 570 8 650 12.0 0.3 116.66 1 1 050 1 520 2.7 90.6 632.8 1 455.9 20.3 5.0 156. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA CORRENTE NOMINAL (A) 380 V 220 V CORRENTE DE PARTIDA (A) 380 V 220 V COS Ø MÉDIO ⅓ 390 650 0.3 37.1 7.7 743.1 33.5 915.85 200 161 650 190 180 288.9 2 521.77 25 20 920 25 830 39.84 60 49 420 58 150 88. Página 50 Revisão 04 – 03/2009 .1 0.77 15 12 820 16 650 25.74 5 4 510 6 020 9.6 0.1 0.3 0.1 25.3 9.73 4 3 720 5 030 7.ND.9 0.6 38.8 934.0 270.82 40 33 380 39 740 60.7 2 014.61 ½ 580 870 1.84 50 40 930 48 730 73.71 2 1 950 2 700 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 16 MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.4 0.

embutidas em gesso. INSTALADOS EM ELETRODUTOS CONDUTOR DE COBRE – PVC 70 oC SEÇÃO NOMINAL (mm2) 6 DOIS CONDUTORES CARREGADOS 41 TRÊS CONDUTORES CARREGADOS 36 10 57 50 16 76 68 25 101 89 35 125 111 50 151 134 70 192 171 95 232 207 120 269 239 150 309 275 185 353 314 240 415 369 NOTAS: 1. 2. alvenaria. Página 51 Revisão 04 – 03/2009 . parede de cimento ou em canaleta aberta ou ventilada). aplicar os fatores de correção indicados na NBR 5410. Para agrupamento de mais de 3 (três) condutores carregados em um eletroduto e para temperaturas ambientes diferentes de 30 oC. Esta tabela refere-se à capacidade de condução de corrente de condutores de cobre isolados.ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 17 CAPACIDADES DE CORRENTE .CABOS DE COBRE ISOLADOS COM PVC 70 oC. dentro de eletroduto (em montagens aparentes.

Página 52 Revisão 04 – 03/2009 .2 ± 0.25 NOTA: Características dos eletrodutos de aço-carbono de acordo com a NBR 5624.3 40 42.25 50 58.1 ± 0.3 60 59.ND.4 ± 0.8 ± 0.3 50 47.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 18 ELETRODUTOS DE PVC RÍGIDO TIPO ROSCÁVEL DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO (mm) TOLERÂNCIA (mm) 20 21. TABELA 19 ELETRODUTOS RÍGIDO DE AÇO CARBONO DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO ESPESSURA DA PAREDE (mm) MÍNIMO (mm) MÁXIMO (mm) 15 20.50 32 40.90 1.00 2.50 31.50 41.4 NOTA: Características dos eletrodutos de PVC rígido de acordo com a NBR 15465.50 25 31.00 20.2 ± 0.00 2.40 59.3 32 33.00 40 46.60 47.10 2.40 1.

00 da carga de iluminação mais 0.00 20 Escolas e semelhantes 30 Escritórios (edifícios) 30 Administração de edifícios de uso coletivo 5 1.00 para os primeiros 12 kW 0. deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine.50 para o que exceder 12 kW 1.ND. 2.00 1.70 para o que exceder 20 kW 1. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes 30 1. 3. utilizando lâmpadas incandescentes.40 para o que exceder 20 kW 1.00 1.00 1. No caso de outros tipos de lâmpadas.00 30 1.00 0. Quando a unidade consumidora possuir cozinha. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para instalações de iluminação e tomadas.00 para os primeiros 20 kW 0. considerar os valores indicados na tabela. No caso de lojas. Página 53 Revisão 04 – 03/2009 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 20 CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditório. deve ser considerado exclusivamente para ela fator de demanda igual a 1. consultar os catálogos de fabricantes.00 NOTAS: 1.50 para os primeiros 20 kW 0. para as demais dependências da unidade consumidora.00 Barbearia. 4.50 da carga de tomadas Garagens comerciais e semelhantes 5 Hospitais e semelhantes 20 Hotéis e semelhantes 20 Igrejas e semelhantes 10 Valor declarado pelo interessado Indústrias Restaurantes e semelhantes 20 1. Os fatores de demanda indicados aplicam-se para qualquer tipo de lâmpada de iluminação externa. lojas e semelhantes CARGA MÍNIMA (W/m2) FATOR DE DEMANDA 10 1. medida horizontalmente ao longo de sua base.40 para os primeiros 50 kW 0. salões para exposições e semelhantes Bancos.00.20 para o que exceder 50 kW 0.

0 7.5 x 200 C3 C2 – C3 60 50 7.6 x 4.6 x 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 21 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 – A3 A1 – A2 B1 – B2 – C1 B1 A3 .75 80 x 80 x 3. Página 54 Revisão 04 – 03/2009 . 2.5 x 200 C2 B3 – C1 – C2 C3 A1 – A2 – A3 B1 – B2 – B3 50 40 7.0 7.B1 – B2 A1 – A2 – A3 B3 B1 B3 – C1 B2 A3 .ND. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.5 x 90 B3 50 40 Ø 101.0 7.5 x 90 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 – A3 B1 – B2 40 32 7. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.5 x 200 NOTAS: 1.B2 – B3 B3 C1 C2 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101.6 x 4. Caso seja necessário.5 x 90 40 32 Ø 101. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.75 80 x 80 x 3.75 80 x 80 x 3.

Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.5 x 200 (*) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) Ø 101. Página 55 Revisão 04 – 03/2009 .0 7. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores. Caso seja necessário.6 x 4.5 x 90 C2 B3 – C1 C3 A1 – A2 – B1 C2 C2 50 40 7. Para as demais ligações o vão máximo do ramal é de 30 metros.5 x 200 40 32 7. O vão máximo dos ramais de ligação indicados com (*) é de 25 metros e para os indicados com (**) é de 20 metros.5 x 200 (**) NOTAS: 1.75 80 x 80 x 3.5 x 200 40 32 7.5 x 200 (*) 50 40 7.5 x 200 (**) C3 A3 – B2 – B3 C1 C3 C2 – C3 60 50 7.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ND. 2.10 TABELA 22 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE COBRE CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 –A3 A1 B1 – B2 A2 B1 A2 B2 B1 A3 -B1 – B2 C1 A1 – A2 B1 C1 B2 A3 – B2 – B3 B3 C1 C2 A1 – A2 – A3 B1 – B3 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 –A3 B1 – B2 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) PVC (DN) AÇO (DN) 32 25 32 25 7.

ND.5 x 200 C9 – C10 60 50 7. 2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 23 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS E POSTES PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/380 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A4 – A5 A4 – A5 B4 – B5 B4 B4 – B5 C7 A4 -B4 .5 x 90 C9 50 40 Ø 101.B5 – B6 C8 C7 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.75 80 x 80 x 3.0 7.0 7.5 x 200 C9 B5 A5 -B6 C8 .75 80 x 80 x 3.5 x 90 C8 A5 .6 x 4.C9 A4 – A5 B4 . Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.6 x 4. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.5 x 90 40 32 Ø 101.6 x 4.C7 B5 B5 B6 A4 – A5 B4 – B5 – B6 A4 – B4 C8 – C9 C7 A5 . Página 56 Revisão 04 – 03/2009 . Caso seja necessário.B5 –B6 C7 – C8 50 40 7.5 x 200 C9 C10 C10 NOTAS: 1.75 80 x 80 x 3.0 7.B5 – B6 C8 40 32 7.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais DESENHOS Página 57 Revisão 04 –03/2008 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 58 Revisão 04 –03/2008 .

Ponto de entrega A Ponto de entrga B Rede secundária de distribuição Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Medição e proteção FIG.Ramal de entrada embutido CD .Trecho AB .10.01/1 Folha 1/1 .Sequência 1/1 Circuito alimentador embutido Norma de Distribuição ND.Ramal de ligação (até 30 m) BC . 2 . 1 .MEDIÇÃO EM MURO C Cavidade para inspeção do aterramento Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01.Ramal de ligação (até 30 m) BC .Circuito alimentador aéreo B .Rircuito alimentador embutido DE .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Componentes da entrada de serviço ND.Ramal de entrega embutido B .: Desenho nº1 .MEDIÇÃO EM POSTE PARTICULAR Cavidade para inspeção do aterramento Trecho AB .Ponto de entrega A Condutor do circuito alimentador aéreo isolado Poste particular B Rede secundária de distribuição D Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação E Eletroduto do ramal de entrada C Medição e proteção Poste particular FIG.

6. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. .0 m .500 (máx.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. . 4.10.02.) (ver nota 1) h Pontalete Muro Rua Passeio 500 (máx.Sequencia 1/2 Norma de Distribuição ND.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Desenho nº2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND. 5.) 6 000 (mín.cruzando local com tráfego de veículos pesados.0 m .) Poste particular Muro 3 500 (mín.) 5 500 (mín.0 m .) (ver nota 1) h Pontalete Muro Passeio Rua Passeio Dimensões em milímetros NOTA: A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .) 5 500 (mín.01/1 Folha 1/1 .) Passeio Poste particular 6 000 (mín.

devendo atender as distâncias mínimas dos condutores ao solo.10.02.500 1 200 500 1 200 1 200 1 200 1 200 500 1 200 LEGENDA Local onde não é permitida a fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada. Desenho nº2 .02/1 Folha 1/1 .Sequencia 2/2 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Dimensões em milímetros NOTA: A fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada só é permitida fora da área acima indicada.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada. 3. próximo ao alinhamento da calçada e as caixas de medição no poste ou em muro ou mureta. Edificação recuada do alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: .03.1.1.Fixar o ramal diretamente na parede quando tiver altura suficiente.Utilizar pontalete quando a altura da edificação não for suficiente.10.01/1 Folha 1/1 . Edificação no alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: . unidades consumidoras na frente e no fundo do terreno): .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Disposições da entrada de serviço ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Instalar o poste na divisa. O vão do ramal de ligação não deve ser superior a 30 m. 2. PÚBLICA 2. 3. . Dois consumidores no mesmo terreno (ex.14. NOTAS: 1.Instalar o poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta.Utilizar poste junto ao alinhamento com a calçada e as medições em muro ou mureta. Edificação ocupando toda a frente do terreno: .Utilizar poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. observar o item 9. Consumidor 1 VIA 4. Dois consumidores atendidos com um único poste na divisa de duas propriedades: . Divisa de propriedade Consumidor 2 5. Desenho nº3 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada. Para a localização da medição.

observar o item 9.Na divisa de propriedades (lateral) Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.CAIXA TIPO IV. Para a localização da medição.14.Medição voltada para a calçada no alinhamento com a via pública Fig.10.Na divisa com a via pública (sem muro na frente) Fig. 1 . 3 . Para a localização do ponto de entrega observar o item 4.03.Medições voltadas para a calçada em muro recuado NOTAS: 1. 5 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Localização preferencial da caixa de medição ND. III ou VI MEDIÇÃO VOLTADA PARA A CALÇADA Caixa de medição Caixa de medição Fig.02/1 Folha 1/1 .1.Na divisa com a via pública Fig.Medições voltadas para a calçada no alinhamento com a via pública Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig. 4 . V ou VII CAIXA TIPO II. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.6 . 2. 2 . Desenho nº4 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.

0 m . .10. Parafuso passante ou braçadeira 100 150 a 500 150 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote Deixar 500 mm por condutor h Ver nota 1 Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço zincado. 3.01/1 Folha 1/1 .0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 4.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico) Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.04.Pingadeira construida com concreto. 2. Desenho nº5 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em muro Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.50 m. 5.35 m para postes de 7. telha. lajota ou material equivalente.0 m . . Detalhe 2 Circuito alimentador: condutor isolado de mesma seção do ramal de entrada 1 400 a 1 600 Detalhe 1 Eletroduto de de aterramento DETALHE 2 Condutor de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento e Ver nota 2 Deixar 300 mm mínimo por condutor Haste de aterramento Arruela v 50 0 Bucha DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Engastamento do poste: e = 1.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 6. Para regiões litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2.

3.35 m para postes de 7.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 1/1 . 4. Desenho nº6 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.0 m .cruzando local com tráfego de veículos pesados.50 m. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).04.100 300 150 a 500 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote 200 200 300 Deixar 500mm por condutor Circuito alimentador aéreo Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. 5. Para regioes litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2. 2. 6. . .0 m .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .5mm² ou outro material resistente a corrosão. Engastamento do poste: e = 1. 1 400 a 1 600 Ver nota 1 h Detalhe 1 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e Ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Arruela Bucha v Deixar 300mm mínimo por condutor 500 DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.

sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 4. 4.100 2 000 máx. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. seção 16 mm2 em substituição ao arame de aço. .0 m . .0 m .cruzando local com tráfego de veículos pesados. 400 mín.03/1 Folha 1/1 . Desenho nº7 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação com pontalete Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Para instalações no litoral utilizar fio de cobre meio duro. Deixar sobras suficientes para ligação com o ramal 150 a 500 Ramal de ligação (máximo) Condutor de aterramento 1 400 a 1 600 1 000 Haste de aterramento <500 Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m . 2. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.04. Arame 12 BWG (mínimo) 5 voltas (ver nota 2) h ver nota 1 1 000 min. A instalação com pontalete é permitida somente quando não existirem condições para instalação com poste.10. 3. 5. 6.

3. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). 4. Desenho nº10 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em parede Norma de Distribuição ND.04/1 Folha 1/1 .0 m .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.04.0 m . 5. Deixar 500 mm por condutor (máx. . 4. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 2. 6.Chumbador 150 a 500 Ramal de ligação 150 100 min.0 m . A armação secundária deve ser fixada na parede através de parafuso chumbador que suporte os esforços mecânicos do ramal de ligação a ser instalado.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Este tipo de instalação é permitido somente quando não existirem condições para instalação com poste.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. . 5.) 1 400 a 1600 ver nota 1 h 1 000 Aterramento <500 Haste de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Em edificações de alvenaria o eletroduto do ramal de entrada deve ser embutido.10.

Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira

100

150 a 500

150

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)
Curva de 135º (mínimo)
ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor

h

Ver nota 1

Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²
ou outro material resistente a corrosão.

Detalhe 2

DETALHE 2

Circuito alimentador:
condutor isolado de seção igual
ou maior ao do ramal de entrada

1 400 a 1 600

Detalhe 1

Eletroduto de
aterramento
Condutor de aterramento

Deixar 300mm
mínimo por
condutor

Ver nota 2

e

Cavidade para inspeção
do aterramento

Haste de aterramento

v

500

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº8 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação em muro

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.01/1
Folha 1/1

100

Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500

Circuito alimentador
aéreo

300

Ramal de ligação

NEUTRO

200 200 200

Deixar 500mm
por condutor

FASE B
FASE C

300

Curva de 135º
mínimo ou cabeçote

FASE A

Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de arame
de aço 14 BWG ou braçadeira
de aço galvanizado. Para
regiões litorâneas utilizar
fio de cobre com seção de
2,5mm² ou outro material
resistente a corrosão.
h
ver nota 1

Eletroduto de saída

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor

1 400 a 1 600

Ver detalhes de
fixação das caixas

Eletroduto de aterramento
Condutor de aterramento

<500

e

ver nota 2

Cavidade para inspeçâo
de aterramento

Haste de aterramento

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº9 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação ao tempo

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.02/1
Folha 1/1

A

Parafuso passante
ou braçadeira

100

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

150 a 500

3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm² ou
outro material resistente
a corrosão.
Condutor de
aterramento

ver nota 1

h

Deixar 500 mm
por condutor

A

B

Cavidade para inspeção
do aterramento

Visto por B

Pingadeira

1 400 a 1 600

Base de
concreto

Calçada

^

500

Haste de
aterramento

Corte AA

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº11 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo IV
Instalação com leitura voltada para calçada

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.06.01/1
Folha 1/1

.01/1 Folha 1/1 . 5.Alternativa de entrada 2 A 100 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado. colocar bucha. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º. 2.35 m para postes de 7. Engastamento do poste: e = 1. dentro do compartimento de medição. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.50 m. 4.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 3.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.07. 150 a 500 3 voltas (mín.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 6.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 5. Se o eletroduto for de aço.0 m .) de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento h ver nota 1 Deixar 500 mm por condutor A B Cavidade para inspeção do aterramento Visto por B Pingadeira 500 (mínimo) 1 400 a 1 600 Base de concreto Calçada ^ 500 Haste de aterramento Corte AA Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Devem ser deixadas.cruzando local com tráfego de veículos pesados. . 4. Desenho nº12 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo V Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10. sobras de condutores flexíveis de aproximadamente 600 mm.0 m .

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Padrão de entrada com caixa tipo VI Instalação em muro Norma de Distribuição ND. 2.15 Circulação de ar 50 50 10 < 500 1 400 a 1 600 50 200 (máx. Para instalação em muro ou mureta.01/1 Folha 1/1 . Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.) 50 Entradas de ar 10 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.08. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. 3.10.

2. 4. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa. 3. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.10. - Padrão de entrada com caixa tipo VII Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.08.Circulação de ar 50 50 50 15 50 200 (máx. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.02/1 Folha 1/1 . Para instalação em muro ou mureta.) Ver detalhe < 500 1 400 a 1 600 Entradas de ar Vista frontal da caixa de medição 10 10 Lado da calçada Vista frontal da caixa de proteção DETALHE 1 Muro Caixa de medição voltada para calçada 100 30° Parafuso de lacre 100 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1. o lacre da caixa de medição deve ser acessível pela parte interna do terreno do consumidor. Para instalação com a medição voltada para a calçada.

100 Parafuso passante ou braçadeira 150 a 500 Circuito alimentador aéreo 300 Ramal de ligação 200 200 200 Deixar 500mm por condutor FASE B FASE C 300 Curva de 135º mínimo ou cabeçote NEUTRO FASE A Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. 4.cruzando local com tráfego de veículos pesados. .35 m para postes de 7.01/1 Folha 1/1 .sobre local de passagem exclusiva de pedestres.0 m . As caixas de medição podem ser instaladas embutidas em muro ou mureta.09.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 6.0 m .50 m.0 m .5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Desenho nº13 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa Norma de Distribuição ND. Engastamento do poste: e = 1.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.10. 3. . 4. 2. 5. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. 1 400 a 1 600 h ver nota 1 Eletroduto de saída <500 Condutor de aterramento <500 e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .

sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 4. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. neste caso deve haver um compartimento ou caixa adicional para instalação das proteções gerais. IV. Desenho nº14 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno Norma de Distribuição ND. 3.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. 5. 6.) Circuito alimentador embutido 1 400 a 1 600 Saída consumidor 1 Saída consumidor 2 Condutor de aterramento e Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.Ramal de ligação Consumidor 2 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Consumidor 1 Deixar 500mm por condutor Curva de 135º ou cabeçote Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) h Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. 22 ou 23. 7. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .0 m .10. Este padrão pode ser montado com as caixas tipos II. .02/1 Folha 1/1 . VI ou VII. . Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. Os condutores dos ramais de entrada dos consumidores devem ser independentes e embutidos em um único eletroduto dimensionados conforme tabelas 21. 4.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 2. 5. As caixas de medição devem ter identificação com os números das casas correspondentes. 6. Quando utilizadas as caixas VI ou VII devem ser previstas as respectivas caixas de proteção.50 m. Pode ser utilizada também a caixa tipo K.35 m para postes de 7. Engastamento do poste: e = 1.0 m .09.0 m . Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. 100 (máx.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.

01/1 Folha 1/2 .10. telha. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. sem fusiveis Medidor (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio Bloco de aferição Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente 1 600 a 1 800 300 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros Obs.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) Curva de 135º ou cabeçote Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Desenho nº15 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.: Ver notas na folha 2/2. Pingadeira construida de concreto.10. lajota ou material equivalente Caixa tipo "T" h ver nota 1 Caixa tipo "M" Chave seccion.

03/1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .50 m.10. Desenho nº15 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 5.0 m .10. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. telha.10.10.0 m . Engastamento do poste: e = 1. a caixa para leitura voltada para calçada. Como opção. 6.cruzando local com tráfego de veículos pesados. lajota ou material equivalente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m . 3.35 m para postes de 7.100 150 a 500 Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletrodutor do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote porta externa Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" porta externa porta externa 1 600 a 1 800 h ver nota 1 Pingadeira construida de concreto. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.10. 4.01/1 Folha 2/2 .06/1.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.17.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra. conforme padronização ND. 2. . . 5. 4.

10.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.03/1. .10.35 m para postes de 7.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.06/1.0 m . 4. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 4.10. 3. 5.Deixar 500mm por condutor Chave seccionadora sem fusiveis Caixa tipo "T" "h" da calçada ver nota 1 Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio ALINHAMENTO DO PASSEIO Caixa tipo "M" Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 6. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Desenho nº16 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação abrigada Norma de Distribuição ND.50 m. Como opção. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.10.10. 5. . pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. conforme padronização ND. Engastamento do poste: e = 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.17.0 m .0 m . a caixa para leitura voltada para calçada.02/1 Folha 1/1 .

cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Para leitura voltada para a calçada deve ser instalada a caixa tipo IV ou VII junto à caixa tipo M. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº16 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.cruzando local com tráfego de veículos pesados.0 m . Engastamento do poste: e = 1. Antes de construir. 5.10. .10. . 6. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.10.0 m . 4.0 m .06/1.35 m para postes de 7. 5.03/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. consultar a ELEKTRO quanto a necessidade da utilização de 1 (uma) ou 2 (duas) caixas para a instalação do(s) medidor(es). Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.Deixar 500mm por condutor Caixa de medição (ver nota 4) Chave seccionadora sem fusiveis "h" da calçada ver nota 1 Proteção da bomba de incêndio Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Caixa tipo "M" Bloco de aferição Medidor Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.50 m. 4. 3.17. 2.

10. Desenho nº18 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.BIFÁSICA MONOFÁSICA FF N F N N F F N F TRIFÁSICA FF F N N F FF NOTA: Para a ligação pela ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Esquemas de ligaçãoes das medições ND.11. o consumidor deve deixar os condutores conectados ao disjuntor e ao aterramento.01/1 Folha 1/1 .

12.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº17 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.A A CAIXA TIPO III EM POSTE CIRCULAR DE AÇO B B CAIXA TIPO III EM POSTE DUPLO T CORTE BB CORTE AA Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.

10.Ramal de ligação Deixar 500mm por condutor 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote Amarrações do eletroduto 1 100 1 400 a 1 600 Aterramento do poste metálico Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTA: O condutor de aterramento do poste de aço deve ser de mesma bitola do condutor de aterramento do neutro e da caixa metálica e conectado ao poste com um parafuso M6. Desenho nº19 – Sequencia 1/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico Norma de Distribuição ND.13.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Detalhes de aterramento ND. A cavidade para inspeção do aterramento deve ter no mínimo as seguintes dimensões: 200x200x200 mm. O aterramento deve ser feito de acordo com o item 10 e o condutor dimensionado conforme as tabelas 1 ou 2. 2.) Dimensões em milímetros NOTAS: 1.14.10.HASTE CANTONEIRA DE AÇO GALVANIZADO Condutor de aterramento Massa calafetadora 2 400 Conector Cavidade para inspeção do aterramento Cantoneira de 25 x 25 x 5 mm HASTE DE AÇO COBREADA Condutor de aterramento 2 400 Massa calafetadora Conector Cavidade para inspeção do aterramento Ø12 mm (mín. Desenho nº20 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

cruzando local com tráfego de veículos pesados. . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Neste caso. 4. Desenho nº26 – Sequencia 1/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental Norma de Distribuição ND. 5.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.0 m .15. 3. 2.10. O suporte onde é fixada a armação secundária para ancoragem do ramal de ligação deve ser dimensionado para suportar os esforços mecânicos envolvidos.Armação ferro cantoneira (dimensões adequadas) Fachada ornamental Chumbadores Ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Chumbadores NOTAS: 1. 4.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Devem ser respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações estabelecidos nas Normas Brasileiras. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01/1 Folha 1/1 .0 m . .0 m . deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução. O ponto de entrega onde será instalado os condutores do ramal de ligação deve estar situado em local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. 6.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº50 – Sequencia 1/1 Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual Norma de Distribuição ND.Caixa de dispositivos de proteção Caixa de medição individual Proteção geral Medidor Proteção da bomba de incêndio Carga principal Bomba de incêndio NOTA: Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com dizeres: BOMBA DE INCÊNDIO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.16.

Desenho nº27 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.10.300 200 400 Marca do Fabricante B 560 560 400 A B 160 160 Data de Fabricação C C A CORTE AA VISTA FRONTAL CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .17. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

B

A

500

A

300

300

B

180

600

CORTE BB

VISTA FRONTAL

600
300

180

180

300

CORTE AA

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº30 – Sequencia 1/1

Caixa de medição metálica tipo III
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.02/1
Folha 1/1

A

170

B

551

B

553

389

Porta interna

C

C
A

210

302

CORTE AA

381

VISTA FRONTAL

Puxador

CORTE CC

300

260
Parafuso de fixação

VISTA POSTERIOR
(com porta interna)

CORTE BB

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº33 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo IV
leitura voltada para calçada
(monofásica e bifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.03/1
Folha 1/1

602
301

301

A

B

B

A

VISTA FRONTAL
(sem portas)

VISTA FRONTAL
(com porta interna)

VISTA POSTERIOR

600
300

300

460

500

Porta interna

CORTE BB

250

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº34 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo V
leitura voltada para calçada
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.04/1
Folha 1/1

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.05/1 Folha 1/1 .17. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.A 600 250 200 100 200 50 50 50 90 150 Painel para fixação dos medidores 500 Visor Visores Dobradiças invioláveis CORTE AA A VISTA FRONTAL 130 500 370 Dispositivo para lacre 270 300 30 600 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1. Desenho nº35 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo K (instalação de 2 medidores) Norma de Distribuição ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

1 200 A 200 100 200 100 200 100 200 250 50 150 50 50 Painel de fixação 250 Visor 150 900 Visores Dobradiças invioláveis Dispositivo para lacre CORTE AA A 130 400 900 370 VISTA FRONTAL Chapa de aço 14 MSG 270 300 300 300 30 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.10.06/1 Folha 1/1 . Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Desenho nº36 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo M medição indireta Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.17.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

07/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 900 Pino inviolável A A Dispositivo para lacre Ventilação Permanente VISTA FRONTAL 30 Ø2 2 160 90 250 Painel de fixação Parafuso ponteado Ø1/4" x 1 1/2" com 2 porcas CORTE AA Dimensões em milímetros NOTA: 1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº37 – Sequencia 1/1 Caixa seccionadora tipo T proteção geral em medição indireta Norma de Distribuição ND.10.17.

V. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.Dispositivo para lacre da caixa 4 .Tampa transparente em policarbonato com proteção U.Placa de fixação do medidor CORTE BB Dimensões em milímetros Obs. 2 .10.272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 .18.: Ver Notas na folha 2/2.Corpo da caixa com proteção U. 3 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.V.01/1 Folha 1/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

- Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.NOTAS: 1. 3. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01/1 Folha 2/2 .18. 2.

Tampa transparente em policarbonato com proteção U. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Dispositivo para lacre da caixa 4 .Placa de fixação do medidor 346 VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs. 3 .10. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND.Corpo da caixa com proteção U.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.V.V.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 .: Ver Notas na folha 2/2.18. 2 .02/1 Folha 1/2 .

10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.02/1 Folha 2/2 .NOTAS: 1.18. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. 2. 3. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

03/1 Folha 1/2 .: Ver Notas na folha 2/2.V.V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Tampa transparente em policarbonato com proteção U. 3 . 2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Dispositivo para lacre da caixa 4 .272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: CORTE BB 1 .Corpo da caixa com proteção U.10.18. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.Placa de fixação do medidor Dimensões em milímetros Obs.

2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 3. A caixa de medição para instalação com medição voltada para a calçada deve ser lacrada por trás. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.NOTAS: 1. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.18. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.03/1 Folha 2/2 .10.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Corpo da caixa com proteção U.Placa de fixação do medidor VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 3 . - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL 377 Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 346 1 .V.: Ver Notas na folha 2/2.V.Dispositivo para lacre da caixa 4 . 2 .Tampa transparente em policarbonato com proteção U.10.18.04/1 Folha 1/2 .medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.

2.18. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .NOTAS: 1.04/1 Folha 2/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10.

05/1 Folha 1/1 . Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor monopolar para proteção geral de instalação consumidora monofásica atendida em tensão secundária de distribuição.136 ± 11 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 112 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M instalação de disjuntor monopolar Norma de Distribuição ND.10.18.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Esta caixa se destina a instalação de disjuntor bipolar para proteção geral de instalação consumidora bifásica atendida em tensão secundária de distribuição. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B instalação de disjuntor bipolar Norma de Distribuição ND.18.201 ± 27 162 ± 15 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 119 ± 21 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.06/1 Folha 1/1 .

07/1 Folha 1/1 . - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T instalação de disjuntor tripolar Norma de Distribuição ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor tripolar para proteção geral de instalação consumidora trifásica atendida em tensão secundária de distribuição.18.259 ± 31 186 ± 9 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTRA FRONTAL 142 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.

01/1 Folha 1/1 . - Caixa de medição em fibra de vidro tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.19. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.340 B 160 B 560 600 400 A A CORTE AA VISTA FRONTAL 300 VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros NOTA: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.02/1 Folha 1/1 . - Caixa de medição em fibra de vidro tipo III (polifásica) Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10.19.C 540 504 500 A C A CORTE AA VISTA FRONTAL 640 300 302 300 20 302 75 180 75 600 CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTAS: 1.

10.: Ver Notas na folha 2/2.01/1 Folha 1/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 14 furos de Ø18mm Identificação 4 000 ± 50 1 500 7 500 130 230 Ø18 1 350 Traço demarcatório do engastamento FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs.20. Desenho nº21 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.

Desenho nº21– Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 2/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.NOTA: 1. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento 3.10. 2.20. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452 Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

45º Eletroduto de entrada 7 500 Identificação do poste 70 máx.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 600 Furos Ø 18 mm Curva de PVC .21. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Encaixe para pingadeira Cavidade para colocação do lacre Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção 1 350 Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.01/1 Folha 1/2 .

3. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. 8. As tampas metálicas devem ser aterradas. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores.21. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. proteção. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.NOTAS: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. aterramentos. 2. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. conforme Tabela 1 ou 2. 4. 5. A caixa de medição deve ser lacrada pela lado oposto ao do visor. 6. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor.10.01/1 Folha 2/2 . diâmetros dos eletrodutos. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. com a medição voltada para a calçada. 7.

Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 1/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.21.600 100 Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada Curva de PVC .45º 7 500 Identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento 1 350 Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.

conforme Tabela 1 ou 2. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. diâmetros dos eletrodutos.10. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND. 2. aterramentos. A caixa de medição deve ser lacrada pela frente.21. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. 8. 5. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 4.NOTAS: 1. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. com instalação lateral. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. proteção. 7. As tampas metálicas devem ser aterradas. 6.02/1 Folha 2/2 . Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. 3.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

03/1 Folha 1/2 .45º Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Cavidades para colocação dos lacres Caixa da proteção Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.100 600 Furos Ø 18 mm 400 Curvas de PVC .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.21.

03/1 Folha 2/2 .10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.21. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. proteção. 6. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. As tampas metálicas devem ser aterradas. 2. aterramentos. 4. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. 7. diâmetros dos eletrodutos. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. 5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V.NOTAS: 1. As caixas de medição devem ser lacradas pela lado oposto ao do visor. 8. conforme Tabela 1 ou 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. 3. com as medições voltadas para a calçada.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND.45º Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10.21.600 100 400 Curvas de PVC .04/1 Folha 1/2 .

6. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. diâmetros dos eletrodutos. conforme Tabela 1 ou 2. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. As caixas de medição devem ser lacradas pela frente. 5. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.NOTAS: 1.10. com instalação lateral. proteção.04/1 Folha 2/2 . 8. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. 2.21. 3.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. As tampas metálicas devem ser aterradas. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. 4. aterramentos. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. 7. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.1 150 Furo de Ø 18 mm (mesmo sentido do furo para verificação da parede) Ø111 Ø 85 Ø 104 DETALHE DA TAMPA D A A e 7500 CORTE A .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Tampa (ver detalhe) 10 45 Ø 78 20.22.01/1 Folha 1/2 .10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.A Furo para verificação da espessura da parede (Ø18) Traço demarcatório para verificação do engastamento 1350 1100 1500 Furo para conexão do aterramento com rosca M6 Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.

22.01/1 Folha 2/2 .10. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND. Os poste de aço de seção circular devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.NOTAS: 1. 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

- Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 1/2 .150 A Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha A 80 7500 ± 25 80 Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha e 1500 ± 25 CORTE AA 1350 Rebite e/ou traço demarcatório p/ verificação de engastamento Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.22.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.22. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.02/1 Folha 2/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.NOTAS: 2. Os poste de aço de seção quadrada devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3.

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