Fornecimento de Energia Elétrica em
Tensão
Secundária
a
Edificações
Individuais
Norma

Revisão 04 – 03/2009
NORMA ND.10

ND.1000 E-mail: elektro@elektro.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Campinas – SP.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.com.br ND. 2009 121 páginas Revisão 04 –03/2009 . Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia Rua Ary Antenor de Souza.elektro. Nova América Campinas – SP Tel.br Site: www.: (19) 2122 .A.com. 321 – Jd.

Aprovações Engo André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Engo Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras Revisão 04 –03/2009 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Revisão 04 –03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Elaboração Enga Clarice Itokazu Oshiro Engo Emerson Ricardo Furlaneto ND.ND.10 Revisão 04 –03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. Revisão 04 –03/2009 .ND. dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

........................................13. 17 5......................... 15 4.................. 20 5......11........................................ 18 5................................... 22 Página 7 Revisão 04 – 03/2009 ............ 14 4........... 21 6...... PEDIDO DE LIGAÇÃO ................... LIMITE DE PROPRIEDADE ... 13 1........10....................................................... LIGAÇÕES DE CARGAS ESPECIAIS ............................................ 13 3...... 14 4.................................................................11........ TENSÕES E SISTEMAS DE FORNECIMENTO...................................................................................................................... ANCORAGEM ...............................2.................. CAIXA DE MEDIÇÃO INDIRETA ................. 18 5.................................................... 18 5.................................................................................... 18 5.......................................................................................... PADRÕES DE ENTRADA .................... INSTALAÇÕES EM CONDOMÍNIOS ........................................2.............................................................................................................................. TIPOS DE ATENDIMENTO ... RAMAL DE ENTRADA ..... 20 5...................................................... RAMAL DE LIGAÇÃO ..16......................8..8.... PADRÃO DE ENTRADA ................................ CIRCUITO ALIMENTADOR .......................................................................... 13 3................... OUTRAS ............... 16 5.. REGULAMENTAÇÃO ....................... 19 5..................................... 14 4.......................... TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES ............................................... 18 5...................................................... PONTALETE ..................................................................... 14 4..12.........................9.. 15 4................................................................................................................................ CONCESSIONÁRIO DE ENERGIA ELÉTRICA ................ 19 5.......1........................................ EXECUÇÃO DAS CONEXÕES E ANCORAGENS .......................6...................................................... CAIXA PARA DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ....................... LIMITES DE FORNECIMENTO ................... 14 4.....7.................................................................................................................................................................................... 14 4.....14................................ 15 4.............15............................... OBJETIVO ............ 14 4.................................... APRESENTAÇÃO DE ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA) ............................................ CONDIÇÕES GERAIS .........................1...................1.......................................................... 15 5..4..............................................3........................................ 21 6...................... CONSERVAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA ........... 17 5.....................................2................................................. DEMANDA ................................................................ 14 4......................................................................................................................................... CAIXA DE MEDIÇÃO ............ FORNECIMENTO DE MATERIAIS DA ENTRADA DE SERVIÇO ............................................... 17 5................ SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO ............ 14 4..... CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO .............. LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO ................................................. POSTE PARTICULAR ..............................................................................................3..... ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................................ 15 4...........................................5...... NORMAS DA ABNT ...................................................................... 15 4........................2........................................................................... 15 5..................... MEDIDOR........................ 15 5...10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INDICE CONTROLE DAS REVISÕES.........5................. CAMPO DE APLICAÇÃO ..... PONTO DE ENTREGA............17....................................................................................2...................................................................... 15 4.................3..........12. INSTALAÇÕES ESPECIAIS .. 14 4........................ 14 4...............6.................................................4.............................................................. 13 3.......................................................... CARGA INSTALADA .............................1............ BOMBAS DE INCÊNDIO ...................10............ TIPOS E LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO ............................................................................................................ 15 4........................11 INTRODUÇÃO ..................8.............................9. 19 5............. GERAÇÃO PRÓPRIA ................................................................................................................ 15 4.................................. RAMAL DE LIGAÇÃO ........................... 13 2........................................................................... CONSUMIDOR ..............................13............................................................................................................................................... 20 6................. 19 5...................................18.......8.................. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..........7...........ND................................................................................................15.14.................................................................................................................... 22 6.................1............................................................................................. INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ................

....................................................................................... 25 9..............................................3............................. 24 9............................................................................................................................................................ 28 11...8... DIMENSIONAMENTO ................................................ND......................... ISOLADOR ROLDANA ...................................................................... 23 8.. 24 9............. MONTAGEM .......... FERRAGENS ..............2................................................................ ISOLADOR CASTANHA ................................................................................................................. 22 7.............................. 29 11.................. ATERRAMENTO ........................................ SUPORTE DO RAMAL DE LIGAÇÃO ................1.......... TIPOS ...... 25 9.1......................................... CONDIÇÕES GERAIS .........................7..... CONDUTORES .... MATERIAL ......................................................................................................5............... 26 11.............................. 32 TABELAS .................................................................................................................. ELETRODUTOS................................. 24 9................................... 26 11............................. CONDUTORES ..................1....2......................... 22 7.................................................................................... 29 11....................... 30 15..................3.....2...................................... CONDIÇÕES GERAIS ................. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA ........................................................................2..........10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 7............................................................................... CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO ......... 24 8................................................................................4...................... MEDIÇÃO ........................................................................................................... 26 11....................................................................................... PARTIDA DE MOTORES ..........3.......................................6........................... 25 10....................................................................................2...........3.............. 28 11....................... 27 11............................................................... 57 Página 8 Revisão 04 – 03/2009 ............ PROTEÇÃO ....................................................... 39 DESENHOS ........... PONTALETE ........................2..................................................................................................1....... CÁLCULO DA CARGA INSTALADA...................................... 26 10.. CÁLCULO DA DEMANDA ................................... 29 12....... LOCALIZAÇÃO..... DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ..............5........................ MEDIÇÃO PARA DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO ....................4.... ELETRODUTOS........................ 29 13........ FIXAÇÃO DA CAIXA AO POSTE .......................................... RAMAL DE ENTRADA ................................................................................................................2..........4.......................................... 25 10....................................................................... 26 11..................................................................................................................... 29 11......... POSTE PARTICULAR ................. MEDIÇÃO NA DIVISA DE DUAS PROPRIEDADES .............................................................. 25 9........................ 32 16.......................................5............................................................ HASTE DE ATERRAMENTO .....2........... 26 11................................................3.......... DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ..4...... 26 11....................................................1............................ 29 14.......................................................................... MEDIÇÃO INDIRETA ..................................................... MEDIÇÃO DIRETA ................. 28 11.................................................................................................................1....................................................................... 23 8.............................. 23 8...............................................................5...................................3..... 28 11.......... 25 10.....................1........................................ EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ............................... 28 11........................................................................................................ PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES ......... POSTES E PONTALETES ..........................................1..................................................................

Instalação em muro ND.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.Instalação com pontalete ND.10.04/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.Instalação ao tempo ND.10.10.01/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental ND.01.04.01/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno ND.03.01/1 Página 9 Revisão 04 – 03/2009 .07.10.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VII .10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.02.01/1 Localização preferencial da caixa de medição ND.10.10.02/1 Disposições da entrada de serviço ND.04.10.10.Instalação ao tempo ND.04.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .14.10.03/1 Esquemas de ligações das medições ND.Instalação abrigada ND.02.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .10.10.ND.01/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico ND.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo IV .01/1 Detalhes de aterramento ND.10.09.05.01/1 Padrão de entrada para medição indireta .02/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa ND.Instalação em muro ND.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VI .10.06.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .15.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo V .13.04.11.12.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .10.03.Instalação em muro ND.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.10.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .01/1 Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.10.Instalação em parede ND.05.03/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.01/1 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada ND.01/1 Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.08.08.10.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ÍNDICE DE DESENHOS Componentes da entrada de serviço ND.Instalação ao tempo ND.10.09.10.10.10.

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual

ND.10.16.01/1

Caixa de medição metálica tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.17.01/1

Caixa de medição metálica tipo III (polifásica)

ND.10.17.02/1

Caixa de medição metálica tipo IV - leitura voltada para calçada - (monofásica e
bifásica)

ND.10.17.03/1

Caixa de medição metálica tipo V - leitura voltada para calçada -(polifásica)

ND.10.17.04/1

Caixa de medição metálica tipo K - (instalação de 2 medidores)

ND.10.17.05/1

Caixa de medição metálica tipo M - medição indireta

ND.10.17.06/1

Caixa seccionadora tipo T - proteção geral em medição indireta

ND.10.17.07/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A - instalação lateral

ND.10.18.01/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B - Instalação lateral

ND.10.18.02/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A - medição voltada para calçada

ND.10.18.03/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição voltada para calçada

ND.10.18.04/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M - instalação de disjuntor monopolar

ND.10.18.05/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B - instalação de disjuntor bipolar

ND.10.18.06/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T - instalação de disjuntor tripolar

ND.10.18.07/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.19.01/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo III - (polifásica)

ND.10.19.021

Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor

ND.10.20.01/1

Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - medição
voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - instalação
lateral
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral

ND.10.21.01/1
ND.10.21.02/1
ND.10.21.03/1
ND.10.21.04/1

Poste tubular de aço - seção circular

ND.10.22.01/1

Poste tubular de aço - seção quadrada

ND.10.22.02/1

Página 10

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

CONTROLE DE REVISÕES
Revisão

Data

Descrição 
Inclusão de padrões com caixa de policarbonato; 
Atualização de referências de Normas Brasileiras; 
Exigência de ART; 
Alteração do limite de utilização para até 2 consumidores
trifásicos;

04

31/03/2009 

Padronização de poste de aço de seção quadrada; 
Alteração do Dimensionamento dos postes em relação ao ramal
de ligação padronizados; 
Inclusão de tabelas para dimensionamento de eletroduto e poste
para atendimento a dois consumidores no mesmo terreno. 
Estanho de condutores de classe 5 e 6 na entrada do padrão

Página 11

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

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Revisão 04 – 03/2009

ND.Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares. com carga instalada até 75 kW. desde que as condições técnicas permitam.2.1. 2. a serem ligadas nas redes aéreas de distribuição secundárias.1.NBR IEC 61643-1:2007 ..NBR NM 280:2002 – Condutores de cabos isolados.NBR IEC 60947-2:1998 . . dependendo das condições técnicas e de segurança. obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáveis. OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de concessão da ELEKTRO. quadrada. .NBR 5410:2004 . retangular e especiais para fins industriais.Parte 2: Disjuntores. . com revestimento protetor e rosca NBR 8133. absorção de água e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado.Requisitos de desempenho.NBR 5355:1981 . esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo.Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V. Página 13 Revisão 04 – 03/2009 .NBR 6591:1981 . ligações provisórias com medição. CAMPO DE APLICAÇÃO 2. comerciais e industriais. tipo seccionadora.Chaves de faca. .Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de baixa tensão .NBR NM 60898:2004 . com costura. 2.Instalações elétricas de baixa tensão.Requisitos de desempenho e métodos de ensaio.NBR 6124:1980 . .NBR 5624:1993 . . É exigido o cumprimento desta Norma em instalações novas.3. praças e jardins. 3.Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para instalações fixas. . . REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para a utilização desta Norma pode haver a necessidade da consulta aos seguintes documentos. . de características usuais.Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios.Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão . Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados. Aplica-se às instalações consumidoras residenciais. vigentes na época da publicação. carga de ruptura. estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede aérea. 2. Em casos de reformas. 3.NBR 15465:2007 .Tubos de aço-carbono com costura de seção circular. inclusive . .NBR 13571 . As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas. quando aplicáveis.Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão .Determinação da elasticidade.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INTRODUÇÃO 1. .NBR NM 247-3:2002 .Eletroduto rígido de aço-carbono. Normas da ABNT . não blindadas para baixa tensão.

9. 4.Dimensões. Entrada de serviço da instalação consumidora Condutores.2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais . Página 14 Revisão 04 – 03/2009 . 4. os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação. inclusive.4.2.Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas. dimensões e tolerâncias. 3. utilizada nas medições indiretas. Concessionário de energia elétrica Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços públicos de energia elétrica. 4.7.5. bem como do dispositivo de proteção. 4. 4.NBR 6249:2001 .1. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e a medição e proteção.Especificação. medidor(es) e seus acessórios e chave seccionadora sem fusíveis. que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais. . estão em condições de entrar em funcionamento. Caixa de medição indireta Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC).Dimensões. .NBR 8159:1984 . 4. Caixa de medição Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios. Outras Resolução nº 456 de 29.3.2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). 4.Formatos. em kVA.NBR 6248:2001 . .8.6.NBR 7285 . 4. 4. características e procedimentos de ensaio. Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada.Isolador-roldana de porcelana ou de vidro . características e procedimentos de ensaio.Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. Carga instalada Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo. aqui representada pela ELEKTRO. Demanda Potência requisitada por determinada carga instalada.11.ND. Consumidor Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. Circuito alimentador Instalação elétrica compreendida entre a proteção geral e o quadro de distribuição da unidade consumidora.6/1 kV – Sem cobertura . urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica .Isolador-castanha .

proteção. 4. A localização física do ponto de entrega é o ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo no isolador fixado no pontalete ou poste do consumidor. 4. bem como.ND.17. bem como. 5. Limite de propriedade São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. com medição individualizada. Padrão de entrada Instalação compreendendo ramal de entrada. é de interesse do futuro consumidor entrar em contato com a ELEKTRO a fim de se informar quanto aos detalhes desta Norma aplicáveis ao seu caso. 4. Instalação consumidora Instalações de um único consumidor. elevar e/ou desviar o ramal de ligação. Medidor Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa. aterramento e ferragens. responsabilizando-se pela execução dos serviços. 4. 4.13.11. caixas. Ramal de entrada Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição e proteção.16. 4.14. poste particular ou pontalete. O ponto de entrega deve estar situado no limite com a via pública ou recuado no máximo a um metro do limite de propriedade do consumidor com a via pública. inclusive. no alinhamento designado pelos poderes públicos.1. pela operação e pela manutenção.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 4.18. 4. Pontalete Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.10. 4. Página 15 Revisão 04 – 03/2009 . Ponto de entrega E o ponto até o qual a ELEKTRO se obriga a fornecer energia elétrica. instalado pela ELEKTRO. com participação nos investimentos necessários. Ramal de ligação Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. das condições comerciais para sua ligação e do pedido de ligação. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar. preparada de forma a permitir a ligação de uma unidade consumidora à rede da ELEKTRO.12. de responsabilidade do consumidor. Regulamentação a) Antes do início da obra civil da edificação.15. caracterizadas pela entrega de energia elétrica em um só ponto.

devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo determinado pela ELEKTRO.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais b) O consumidor cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma não será ligado. n) Esta Norma cancela e substitui a Norma ND. o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas legislações em vigor. c) O padrão de entrada deve ser instalado de modo que sejam respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações. devidamente credenciados. esta pode exigir. a seu exclusivo critério. o consumidor será notificado das irregularidades existentes. i) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. h) A entrada de serviço que em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento de terrenos ficar em propriedade de terceiros. poste. alterações no sistema elétrico. Página 16 Revisão 04 – 03/2009 . Sendo constatado nas instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo inferior ao limite mínimo permitido (0. k) O consumidor deve permitir. l) Se após a ligação da unidade consumidora. em qualquer tempo. f) Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades de consumo. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. e) Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único medidor.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais. 3ª Edição de Maio de 2004. m) Os casos não especificamente abordados nesta Norma serão objetos de consulta à ELEKTRO. O consumidor é responsável pelos danos eventuais causados aos materiais e equipamentos de propriedade da ELEKTRO. será passível de correção no seu todo ou em parte. a critério da ELEKTRO. sob responsabilidade do consumidor.92). às expensas do consumidor.ND. estabelecidos nas Normas Brasileiras. 5. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. for constatada que determinadas cargas ocasionam perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da ELEKTRO. que as mesmas sejam desligadas até a adequação do sistema de fornecimento. Conservação do padrão de entrada O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes do padrão de entrada.10 . j) Não é permitida a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos limites de sua propriedade ou a propriedade de terceiros. dispositivos de proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. caixa de medição. As instalações elétricas internas após a medição e a proteção devem atender a NBR 5410. será ligada somente após a prévia concordância da ELEKTRO. às instalações elétricas de sua propriedade.2. d) O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica à ELEKTRO quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas. mesmo que o fornecimento de energia seja gratuito. que providenciará. g) Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de suas instalações o mais próximo possível da unidade. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. às expensas do consumidor.

.12 (ART de execução do padrão de entrada).1. b) Os demais materiais da entrada de serviço (poste. conforme item 6. estando sujeitos a aprovação pela ELEKTRO. para as seguintes situações: . . c) Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características deve ser previamente submetido à apreciação da ELEKTRO. Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) 5.13 (ART do projeto e/ou execução).5 (ART de execução do padrão de entrada). conforme item 11.ND.Instalações especiais. conforme padronização contida nesta Norma.e (ART do projeto e execução). 5. Deve ser informado o número da ART e quando solicitado pela Elektro a cópia da ART.5. o ponto conveniente de entrega de energia.3. são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. A categoria de atendimento ficará sujeita a confirmação da ELEKTRO. transformadores de corrente e acessórios). eletrodutos. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO.e (ART de execução). o custo a ser pago pelo interessado. 5.Conselho Federal de Engenharia. conforme item 5. conforme item 9.Instalações definitivas destinadas às atividades industriais. armação secundária. com indicação da posição do padrão de entrada e fornecendo documentos pessoais e/ou comerciais. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . a respectiva guia da ART e cópia da carteira do CREA com anotações de suas atribuições. conforme item 5. 5. informando detalhadamente a carga instalada. Arquitetura e Agronomia. As atribuições específicas dos profissionais habilitados encontram-se anotadas nas carteiras expedidas pelo CREA. a ELEKTRO informará sobre a necessidade ou não de execução de serviços na rede. e comerciais com ligações trifásicas (ART de execução do padrão de entrada). observando os prazos e condições impostas pela legislação em vigor. . também. b) Em resposta ao pedido de ligação.4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 5. conforme item 13.3. caixa de medição. devidamente preenchida e autenticada.d (ART de execução).Geração própria. Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação e os equipamentos de medição (medidores. dispositivo de proteção.5.3.1. o croqui da localização do imóvel em relação às vias públicas. . conforme item 6. . Pedido de ligação a) Para solicitar a ligação. Página 17 Revisão 04 – 03/2009 . independente da categoria de atendimento. o endereço e quando solicitado. para a verificação da possibilidade de atendimento. .Instalações consumidoras cuja demanda exija proteção acima de 100 A.Utilização de acessório ou ferragem não padronizada que alterem as condições normais do poste.Deslocamento do ponto de ancoragem do ramal de ligação por obstrução do acesso ao ponto de entrega. isolador e outros) são fornecidos e instalados pelo consumidor. sempre que solicitadas.Poste de concreto armado construído no local.2.5. A Elektro aceitará a ART de todo profissional legalmente habilitado para assumir a responsabilidade técnica para padrões de energia elétrica em tensão até 380V e potência até 75kW.3. Os profissionais devem apresentar. bem como. condutores do ramal de entrada.

8.ND.Tipo C (trifásico) . Tensões e sistemas de fornecimento A ELEKTRO fornece energia elétrica nas tensões secundárias nominais de 220/127 V (220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro).Tipo B (bifásico) . As limitações de carga instalada e potências de equipamentos especiais estão indicadas nos subitens a seguir: a) Tipo A (monofásico) .2. 5.Três fios (duas fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 12 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 127/220 V. uma fase e neutro.8. e até 15 kW para tensão de fornecimento 220/380V. sendo que as instalações com carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição. .1.Tipo A (monofásico) . 5. a Elektro acionará o CREA responsável para solicitar informações pertinentes informando o número da ART em questão. sistema estrela com neutro e freqüência nominal de 60 Hz. escrito claramente o Caso aconteça algum fato que o profissional mereça ser acionado em decorrência de anormalidade relativa ao projeto e execução prevista na ART emitida. Tipos e limitações de atendimento 5. Limites de fornecimento O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW.quatro fios. b) Tipo B (bifásico) . não objeto desta Norma. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de aparelhos de raios-X ou máquinas de solda a transformador. três fases e neutro.Dois fios (fase e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada até 12 kW para tensão de fornecimento 127/220 V. 5.8. exceto para parte da cidade de São João da Boa Vista onde as tensões são de 380/220 V (380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro). 5. Devem ser observadas todos os casos.três fios. a saber: . . Limitações de atendimento As limitações de potência de motores ou solda a motor das categorias de atendimento estão indicadas nas tabelas 1 e 2. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: Página 18 Revisão 04 – 03/2009 . condições e exigências contidas nessa norma para a ART de responsabilidade de projeto e execução dos padrões de entrada requeridos. duas fases e neutro. Tipos de atendimento São três os tipos de atendimento. Observar o campo 27 da ART que deverá estar serviço/responsabilidade referente ao padrão construído.6.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais É de total responsabilidade de cada profissional verificar suas competências e atribuições designadas pelos CREAs e CONFEA para a emissão de ART que a Elektro determina nessa norma.dois fios.7. e acima de 15 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 220/380 V.

motores com partida freqüente. a serem executadas pela ELEKTRO. o enquadramento pode ser efetuado no tipo de atendimento correspondente. sendo obedecidos os procedimentos comerciais aplicáveis.50 kW ou trifásicos com potência superior a 20 kVA. 5. Instalações em condomínios Em conjuntos residenciais ou condomínios fechados constituídos de casas.10.9. devem procurar a ELEKTRO antes da execução de suas instalações para fornecer detalhes e dados técnicos e receberem. conforme desenho ND.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA ou da classe 220 V com mais de 10 kVA. eletrogalvanização e similares ou quaisquer outras.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais . e ainda outras que apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta Norma.aparelhos de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora e/ou pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico.ND.aparelho de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. independente da carga instalada. com potência superior a 30 kVA. Para esses casos. Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba.12. . 5. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”. aparelho de raios-X. e) Quando o consumidor tiver equipamento bifásico (FF) ou trifásico (FFF). derivando da entrada consumidora antes da chave geral e após a medição. devem ser efetuados estudos específicos para sua ligação. da classe 220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. são tratadas como cargas especiais.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA. d) Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas. 5. c) Tipo C (trifásico) . caso necessário. Instalações especiais a) São instalações destinadas a locais onde são desenvolvidas atividades que propiciem aglomerações ou fluxos de pessoas e são atendidas com ligações Página 19 Revisão 04 – 03/2009 . causadores de distúrbios de tensão ou corrente.01/1. Bombas de incêndio O conjunto moto-bomba deve ser ligado. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. as ligações das unidades consumidoras devem ser feitas de acordo com esta Norma.Quatro fios (três fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 25 até 75 kW para as tensões de fornecimento 127/220 V e 220/380 V. a critério da ELEKTRO. necessariamente.11.10. b) Os interessados cujas entradas consumidoras estejam enquadradas neste item.50 kW. . Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: .16. Ligações de cargas especiais a) A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica. 5. a devida orientação.

sem a devida autorização federal. c) interligação clandestina ou religação à revelia. Suspensão do fornecimento 5.03/1 estabelecem as orientações mínimas necessárias para a montagem dos padrões de entrada de acordo com o tipo de atendimento.2. cuja responsabilidade seja imputada ao consumidor. que provoquem alterações nas condições de fornecimento ou de medição. 5. pode suspender o fornecimento: a) por atraso no pagamento da conta.01/1 a ND. A ELEKTRO. combustíveis. bem como.15. Página 20 Revisão 04 – 03/2009 . tais como: circos. c) por atraso no pagamento dos serviços executados pela ELEKTRO. prática de violência nos equipamentos. as especificações técnicas do equipamento para ser previamente liberado pela ELEKTRO.10. deve ser apresentado o projeto da instalação interna. Consideram-se. b) Para as instalações acima e em todas as ligações provisórias. tais como: gás.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais provisórias.04.11. possa haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos. comícios. juntamente com a(s) ART(s) de projeto e/ou execução. ainda. d) por atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da ELEKTRO. instalações especiais aquelas destinadas a locais que pela natureza dos trabalhos neles executados ou dos materiais neles mantidos. 5. 5. fogos de artifícios.13. deve ser apresentada a ART de execução do padrão de entrada junto com o pedido de ligação ou no ato da vistoria. etc. d) deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens. b) por atraso no pagamento de encargos e serviços relativos ao fornecimento de energia elétrica prestados mediante autorização do consumidor. 5.10. parques de diversão e locais para realização de festividades.15. Geração própria O paralelismo entre geradores particulares e o sistema da ELEKTRO não é permitido em hipótese alguma. mediante prévia comunicação ao consumidor. A ELEKTRO pode suspender o fornecimento quando verificar a ocorrência de: a) utilização de artifício ou qualquer outro meio fraudulento ou. bem como. após o decurso de 15 (quinze) dias de seu vencimento. b) revenda ou fornecimento de energia a terceiros.15. O neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO.10. e) pelo descumprimento das exigências da ELEKTRO em função da aplicação do item 5..14. sendo obrigatória a instalação de chave reversível para impossibilitar o funcionamento em paralelo com o sistema da ELEKTRO. Em toda instalação de gerador particular para atendimento de emergência. ainda. espetáculos e exposições.ND. Padrões de entrada Os desenhos ND.1. o descumprimento das normas que regem a prestação do serviço público de energia elétrica.

f) Não deve ser facilmente alcançável de áreas. g) se o consumidor deixar de reformar e/ou substituir. i) É permitida a ligação de dois consumidores por meio de um único ramal de ligação encabeçado no poste particular na divisa das duas propriedades. .01/1. as suas instalações que estiverem em desacordo com as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . cuja responsabilidade seja imputável ao consumidor. conforme critérios estabelecidos no item 9. entre o condutor inferior e o solo: . terraços. Página 21 Revisão 04 – 03/2009 .50 m no cruzamento de ruas e avenidas e sobre entradas de garagens de veículos pesados.4. é permitida a entrada do ramal de ligação por qualquer um dos lados. e letras f).1.10.50 m nos locais exclusivos a pedestres. decorrido o prazo mínimo de 90 (noventa) dias da respectiva notificação. Condições gerais a) O ramal de ligação é fornecido e instalado pela ELEKTRO.02. b) Deve entrar pela frente do terreno. i) quando se verificar impedimento ao acesso de empregados e prepostos da ELEKTRO em qualquer local onde se encontrem condutores e aparelhos de propriedade desta.10. mesmo que não provoquem alterações nas condições do fornecimento e/ou da medição.02/1. conforme critérios estabelecidos no item 9. ser perfeitamente visível e não cruzar terrenos de terceiros. devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis.1. ficar livre de qualquer obstáculo. d) O vão livre não deve ser superior a 30 m. e que ofereçam riscos à segurança. estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. e) A participação financeira do consumidor obedece a legislação vigente e a prática de atendimento de mercado da ELEKTRO.3.ND. devendo ser observadas as disposições do desenho ND.5. h) quando concluídas as obras servidas por ligação provisória e não forem providenciadas as instalações necessárias para a ligação definitiva.15. g) e h) deste item.3.2. h) É permitida a ligação de dois consumidores localizados no mesmo terreno por meio de um único ramal de ligação. o ramal de ligação deve situar-se no mínimo a 0. medidas na vertical. ou com as normas e padrões da ELEKTRO. balcões. RAMAL DE LIGAÇÃO 6.ABNT. janelas ou sacadas adjacentes. j) Havendo cruzamentos com cabos e fios isolados de comunicação ou sinalização. para fins de leitura.03. 6. . c) Se o terreno for de esquina ou possuir acesso a duas ruas.60 m acima desses. conforme desenho ND. g) Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) por rompimento de lacres. dando-se preferência a aquele em que estiver situada a entrada da edificação.50 m nas entradas de garagens residenciais. bem como para as inspeções necessárias nos casos previstos na letra d) item 5.

). Nesse caso. e) Na impossibilidade de deslocamento do poste e for necessária a utilização de acessório ou ferragem não padronizado para evitar o cruzamento do ramal de ligação com terreno de terceiro ou desviar de obstáculo. conforme desenho ND.15. exceto condutor com isolação na cor verde. quando o ramal de ligação não cruzar garagens.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 6. Podem ser utilizados. Página 22 Revisão 04 – 03/2009 .01/1.0 m. luminosos. o ponto de entrega deve ser relocado pelo consumidor para um local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. ver tabela 17.ND. de 6. grades. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução. no mínimo.0 m. Para capacidade de condução de corrente dos condutores.01/1. sendo nele vedado o uso de chave. embutido em eletroduto e obedecer aos requisitos indicados nos itens seguintes: 7. c) O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro. .2.02. 6. painéis.1 e serem dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução .0 m. esse dispositivo deve ser dimensionado para suportar. Nesse caso. e) Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada. 7.4. d) Nos casos em que ocorrer obstrução do acesso ao ponto de entrega (por exemplo: colocação de lambris na fachada. Neste caso.10. c) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada. quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos pesados. quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. condutores de cobre isolados com EPR ou XLPE. Ancoragem a) O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser preparado pelo consumidor com a instalação da armação secundária e isolador roldana. quando o poste da ELEKTRO situar-se do mesmo lado da rua. no mínimo. os componentes do ramal de entrada devem ser redimensionados. disjuntor ou fusível. b) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada quando o poste da ELEKTRO situar-se do outro lado da rua deve ser. . também. deve ser no mínimo igual a: . etc.3.5.1. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com PVC com características de acordo com o item 11. o esforço nominal do poste e ser instalado de modo que não altere as suas características. RAMAL DE ENTRADA Deve ser executado pelo consumidor.10. devido à diferença de ampacidade em relação aos condutores de cobre isolados com PVC. b) Para condutores com seções superiores 10 mm2 é obrigatório o uso de cabos. Execução das conexões e ancoragens As conexões e a ancoragens do ramal de ligação na rede secundária de distribuição e no ponto de entrega são executadas pela ELEKTRO.6. d) Deve haver continuidade do neutro.0 m. Ver desenho ND.

quando situada junto ao limite da via pública. classes 5 ou 6. i) Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição. 600 mm. b) O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar sua interrupção assegurando assim. j) Os eletrodutos devem ter espessuras de parede e diâmetros externos conforme indicado nas tabelas 18 e 19. no mínimo. b) Devem ser instalados externamente ao poste particular e fixado com uma das alternativas a seguir: . no mínimo. no mínimo.04/1. h) Alternativamente. todos os condutores devem ser flexíveis. d) As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos.braçadeiras ou cintas de aço carbono com revestimento de zinco por imersão a quente ou liga de alumínio.5 mm2. Condições gerais a) A proteção geral contra sobrecorrentes e curtos-circuitos deve ser localizada após a medição. de forma a permitir que se faça a “pingadeira”. conforme NBR NM 247-3.2. com curvatura mínima de 135º. no mínimo. sobras de condutores de. em três pontos.10. h) Em caixa de medição com leitura voltada para calçada. devem possuir proteção com bucha para evitar danos à isolação dos condutores. PROTEÇÃO 8.fio de cobre de 2.ND. ser instalada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma e dimensionada conforme as tabelas 1 ou 2.04.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de ligação nas condições dos padrões construtivos. conforme os padrões construtivos. podem ser utilizadas bengalas de mesmo material que os eletrodutos.1.2. A curva ou cabeçote deve ser de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. g) Os condutores do circuito alimentador até o quadro de distribuição devem ter. . a mesma seção dos condutores do ramal de entrada. bem como aos equipamentos de medição e proteção. c) Podem ser embutidos nos casos de postes de concreto armado moldado no local ou na estrutura da edificação. quando da instalação ao tempo. i) Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço. 7. Página 23 Revisão 04 – 03/2009 . e) A junção entre eletroduto e a caixa deve ser feita por meio de bucha de proteção e arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora. Essa fixação do eletroduto ao poste particular deve ser feita. . a sua continuidade. Eletrodutos a) Devem ser de PVC rígido rosqueável ou de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente com características conforme item 11. para ligação no borne do medidor devem ser estanhadas. As pontas dos condutores. g) Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135º. conforme desenho ND. f) Em regiões litorâneas somente é permitida a instalação de eletroduto de PVC rígido.arame de aço galvanizado de 14 BWG. 8.

Quando for previsto o uso de dispositivos de proteção contra surtos (DPS). Esse dispositivo não deve ser operado com carga. sendo obrigatório quando se tratar de edificação no alinhamento da via pública.10.03/1. Proteção contra sobretensões De acordo com a NBR 5410 as instalações elétricas devem ser providas de proteção contra sobretensões transitórias de origem atmosférica ou de manobra transmitidas através da rede aérea.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais c) Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de fase em equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido a essas ocorrências. respectivamente. o consumidor deve instalar as chaves com as características abaixo e conforme mostrado nos desenhos ND. - Chave seccionadora com abertura sob carga com dispositivo de proteção ou disjuntor. exceto quando utilizada chave seccionadora com abertura sob carga. As localizações preferenciais da caixa de medição estão indicadas no desenho ND.10. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V).0 m do limite do terreno com a via pública.10. estes devem ser instalados junto ao ponto de entrada da instalação ou no quadro de distribuição principal. instalada antes dos transformadores de corrente.03. sendo também permitida a utilização de chaves seccionadoras com fusíveis tipo NH. Localização a) A medição deve ser instalada dentro da propriedade do consumidor. A caixa de medição deve ser instalada no muro divisório ou na parede externa da própria edificação.ND. em varandas. - Chave seccionadora sem dispositivo de proteção. bipolares e tripolares nas ligações monofásicas. Para edificações com características industriais ou comerciais em que Página 24 Revisão 04 – 03/2009 .02/1.3. recomenda-se a instalação com a caixa de medição com leitura voltada para calçada. 8. ou classe de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento 220/380 V). preferencialmente no limite dessa com a via pública.10. 9. c) A medição não deve ficar afastada mais de 1.01/1 a ND. 8. d) Deve ser instalada em local de fácil acesso para leitura por parte dos empregados da ELEKTRO.10.2. Dispositivos de proteção e seccionamento a) Devem ser utilizados para proteção geral da entrada consumidora disjuntores termomagnéticos unipolares. instalada após a medição. A seleção e instalação de dispositivos destinados a prover proteção da instalação e equipamentos contra sobretensões devem ser de acordo com a NBR 5410. ou no poste particular. MEDIÇÃO 9. c) Nos casos de medição indireta. b) Para maior comodidade e segurança para o consumidor. bifásicas e trifásicas.1. b) A proteção geral deve ser feita com um único tipo de dispositivo de proteção. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V) ou de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento de 220/380 V).

10. Condições gerais a) A entrada consumidora deve possuir um ponto de aterramento onde serão interligados o condutor neutro do ramal de entrada e os aterramentos da caixa de medição metálica e poste de aço.01/1 e ND. 9. área entre prateleiras ou pavimento superior de qualquer edificação. ATERRAMENTO 10. tais como proximidades de máquinas. dependências sanitárias.10. Medição indireta Para instalações com corrente de demanda superior a 100 A a medição será indireta e a montagem do padrão de entrada deve ser de acordo com os desenhos ND. Não são aceitos . 10.10.13.02/1. f) A caixa de medição direta deve ser instalada de maneira que sua face superior fique a uma altura compreendida entre 1.5. e) Não são aceitas caixas de medição instaladas nos seguintes locais: copas. para medição indireta entre 1.01/1 a ND.PE (NBR 5410) pode ser interligado a haste de aterramento da entrada consumidora.40 e 1. tanques ou reservatórios.02/1. Para montagem do padrão de entrada ver desenhos de ND.10.10. escadarias.também.09.10. Os ramais de entrada dos consumidores serão independentes (um circuito para cada consumidor). Não é permitida a instalação de 2 (dois) postes num mesmo terreno. 9. conforme desenho ND.09. Medição na divisa de duas propriedades É permitida a ligação de dois consumidores através de um único ramal de ligação encabeçado em um único poste desde que o poste fique situado na divisa das duas propriedades.60 e 1.4. cozinhas.80 m. Nesse caso. Medição para dois consumidores no mesmo terreno Sistema de medição destinado a atender dois consumidores localizados no mesmo terreno.3. e instalados num único eletroduto dimensionado conforme tabelas 21 ou 22 ou 23. Medição direta Para instalações com corrente de demanda até 100 A o atendimento será com medição direta. Para a montagem do padrão da entrada ver desenho ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais houver dificuldade na observância dessa distância. Para montagem do padrão de entrada ver desenho ND. interior de vitrines. o interessado deve apresentar um croqui para análise da área técnica competente da ELEKTRO.01/1. locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos.2. inundações e trepidações excessivas. 9.1.10. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela execução do padrão de entrada.60 m em relação ao piso acabado. dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2.03/1.ND. 9. locais com má iluminação e sem condições de segurança.09. bombas.01/1. b) O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna do consumidor .10.10.04. Página 25 Revisão 04 – 03/2009 .

50 m em relação à projeção da parte frontal do compartimento da proteção geral da caixa (em qualquer sentido). classe A ou B. ferro fundido. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA Somente são aceitas caixas de medição e postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.3. e) O ponto de ligação do condutor de aterramento à haste deve estar protegido com massa calafetadora e ser acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada.6.1. aço inoxidável. As indicações do aterramento nos desenhos ND.01/1.10.2. b) Podem ser utilizados.03/1 são ilustrativas. policarbonato.ND. aço inoxidável ou alumínio). a uma distância até 0. Página 26 Revisão 04 – 03/2009 . 10. 11. e instalados conforme desenho ND.01/1 a ND. conforme NBR 7285. b) Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não corrosível (policarbonato. também. Montagem a) O aterramento deve ser instalado próximo da caixa de medição. Eletrodutos Deve ser de PVC rígido rosqueável. 11.6 kV/1 kV.3. condutores de cobre com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0.3. c) Nas instalações com medição voltada para a calçada é obrigatória a utilização no ramal de entrada dos condutores de cobre flexíveis de classe 5 ou 6 conforme NBR NM 247-3. conforme NBR 15465 ou de aço carbono. Material a) As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço. Os eletrodutos de aço devem possuir tratamento superficial (revestimento de zinco por imersão a quente).10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 10. conforme NBR 5597. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V.2. c) O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a caixa de inspeção por meio de eletroduto de PVC. conforme NBR NM 247-3. d) Os tipos de hastes devem ser de acordo com o item 11.1. a haste pode ser coberta. fibra de vidro. NBR 5598 e NBR 5624. sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção. A relação dos fabricantes e os respectivos materiais homologados encontramse à disposição para consulta no site da ELEKTRO. Caixas de medição e proteção 11. visando reconstituir o piso. b) O condutor de aterramento deve ser de cobre nu.10. 11. Dimensionamento Estão indicados nas tabelas 1 e 2 os dimensionamentos dos condutores de aterramento em função da categoria de atendimento do consumidor e tensão de fornecimento.10. fibra de vidro. alumínio ou outro material previamente aprovado pela ELEKTRO. tão curto e retilíneo quanto possível. 11.10.04.14. Somente depois de liberada a montagem da entrada consumidora.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. d) Caixa de medição e proteção tipo V Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. c) Caixa de medição e proteção tipo IV Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). bifásicos ou trifásicos). B ou C (monofásicos. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo ou em muro. b) Caixa de medição e proteção tipo III Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa deve ser dotada de tampa externa. Nas instalações ao tempo ou expostas (corredores. j) Caixa de proteção tipo S-B Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor bipolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. g) Caixa de medição tipo M Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas unidades consumidoras com medição indireta. instalação com medição voltada para a calçada. B ou C (monofásicos. Tipos a) Caixa de medição e proteção tipo II Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). h) Caixa de proteção tipo T Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades consumidoras com medição indireta. instalação com a medição voltada para a calçada. B ou C (monofásicos.ND. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. bifásicos ou trifásicos). f) Caixas de medição tipos VII-A e VII-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. k) Caixa de proteção tipo S-T Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor tripolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.3. B ou C (monofásicos. Página 27 Revisão 04 – 03/2009 .2. e) Caixas de medição tipos VI-A e VI-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. bifásicos ou trifásicos). instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. i) Caixa de proteção tipo S-M Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor monopolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. bifásicos ou trifásicos). instalação com a medição voltada para a calçada.

1. 11. deve ser instalada uma armação secundária de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana.1.22. Suporte do ramal de ligação a) Para sustentação do ramal de ligação.engastamento (m) d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e dimensionados de acordo com as tabelas 1 ou 2.04/1.5.10. ou concreto armado com caixa de medição incorporada. b) O comprimento nominal do poste particular é de 7.4.comprimento total do poste (m) e .2. Somente após a vistoria ou ligação. apresentando a respectiva guia da ART do projeto e execução. Postes e pontaletes 11.21.4.35 m.10. nos padrões com medição em muro ou mureta. cinta ou braçadeira suporte.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. respectivamente. através de parafuso passante ou braçadeira.20. g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO.02/1.21. o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta.ND.em parede de alvenaria.01/1 a ND. de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de maior resistência. Poste particular a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T". Os furos destinados à fixação da caixa ao poste devem ser vedados com massa calafetadora. de acordo com as padronizações da NBR 8159 e NBR 6249. Fixação da caixa ao poste A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante.g. desde que seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo. c) Para as regiões litorâneas. ou de aço carbono seção circular ou quadrada.60 (m) sendo: L . Ferragens 11.22.1. f) Não são aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto. conforme desenhos ND. pode ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas especificadas no item 6. recomenda-se que as ferragens sejam de liga de alumínio. Página 28 Revisão 04 – 03/2009 .5 m com engastamento simples de 1.g. b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da seguinte forma: .5.10.01/1 e ND.10. o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço demarcatório. conforme desenho ND. e engastado conforme a fórmula: e = 0.10. c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição. conforme desenhos ND. . h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada para a rua. contendo as necessárias especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável.10 x L + 0. 11. com chumbador.4. e) São aceitos também postes de concreto armado.em poste ou pontalete.01/1. construídos no local.1. e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do ramal de ligação e o solo conforme item 6.

c) Deve ser exigida a instalação de motor com rotor bobinado e reostato de partida sempre que. PARTIDA DE MOTORES a) Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na NBR 5410.haste de aço revestido de cobre de 12 mm de diâmetro (mínimo) e 2400 mm de comprimento e demais características de acordo NBR 13571. . e deve ser calculada de acordo com o critério a seguir: 13.1. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA A carga instalada da instalação.ND.10. d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular ou quadrada.8. Pontalete a) Este tipo de instalação é permitido somente quando existirem condições que impeçam a instalação dos padrões normais com postes. Página 29 Revisão 04 – 03/2009 . Haste de aterramento O aterramento junto ao padrão de entrada deve ser feito com um dos seguintes tipos hastes: . forem ultrapassados os limites estipulados na tabela 14.03/1.7. 11. b) Deve ter comprimento total de 3.0 m em laje. Instalação residencial Tomadas: Considerar no mínimo o número de tomadas indicadas na tabela 3. 11.1. é básica para a determinação da categoria de atendimento da unidade consumidora.5. coluna ou viga de edificação. c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho ND.6. O engastamento deve ser executado de maneira a garantir a carga para a qual foi dimensionado.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. devido a sua potência. Considerar também a carga mínima de tomadas para a cozinha. conforme indicado na tabela 5.1. 12. em kW.cantoneira de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente.2. em função da área construída. Isolador roldana Deve ter características conforme NBR 6249. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. 11.0 m com engastamento mínimo de 1. Caso a área construída seja maior que 250 m2 o interessado deve declarar o número de tomadas previstas e considerar 100 W por tomada. com dimensões mínimas de acordo com o indicado nas tabelas 1 ou 2. Isolador castanha Deve ter características conforme NBR 6248. de 25x25x5 mm com 2400 mm de comprimento.04. d) Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida. Iluminação e tomadas 13. ou quando condições de partida difícil o tornarem aconselhável. bem como falta de fase. 13. b) Devem ser utilizados os dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos conforme a tabela 14.

. levando em consideração as cargas mínimas da tabela 20. fornos elétricos a arco.2. Utilizar os valores das tabelas 15 e 16 caso não sejam informados os valores do fabricante.1. . Motores e máquinas de solda a motor De acordo com os dados de placa do fabricante..ND.1. no mínimo. 13.2.3. máquinas de solda a transformador. Equipamentos especiais Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-x. Outros tipos de instalação (Motéis. Casas Comerciais. Clubes.3. quando o interessado não tiver dados mais precisos quanto a sua demanda real prevista. . um ponto de luz por cômodo ou corredor com potência igual a 100 W por ponto de luz. retificadores e equipamentos de eletrólise. 13. Hospitais.2.2. . Indústrias. Hotéis.Aquecedor de água de passagem. 13. Com potência definida (valores médios) - Torneira elétrica: Chuveiro elétrico: Máquina de lavar louças: Máquina de secar roupa: Forno de microondas: Forno elétrico: Ferro elétrico: 3 000 W 4 000 W 2 000 W 2 500 W 1 500 W 1 500 W 1 000 W 13. CÁLCULO DA DEMANDA O presente cálculo de demanda aplica-se às instalações residenciais e comerciais. Bancos. fornos elétricos de indução. Com potência indicada pelo fabricante .Outros aparelhos com potência igual ou superior a 1 000 W. .1.Hidromassagem. 13. Igrejas e outros. etc.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Iluminação: Considerar.3. Pode ser aplicado também às pequenas indústrias atendidas em baixa tensão. O valor da demanda deve ser calculada pela seguinte fórmula: D= a + b + c + d + e + f + g + h + i Sendo: Página 30 Revisão 04 – 03/2009 . Aparelhos eletrodomésticos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos abaixo relacionados quando comprovadamente previstos na instalação.Aquecedor elétrico central. 14.2. Motores elétricos e equipamentos especiais 13. .Condicionador de ar (utilizar os valores da tabela 9 caso não sejam informados os valores do fabricante). 13.Aquecedor elétrico de acumulação (Boiler).Fogão elétrico.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado. com carga instalada conforme placa do fabricante.2.

95. considerar os fatores de demanda da tabela 5. .1. máquina de lavar louça e forno de microondas (d) Carga instalada: considerar as potências indicadas no item 13.fator de potência igual a 1. d. 14. devendo separar as cargas de tomadas e iluminação.fator de demanda. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos (b) 14. ou valores de placa do fabricante.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado. .fator de demanda: conforme a tabela 6.fator de potência igual a 1.2. . hotéis. .2. Para os aparelhos instalados internamente à edificação. . motéis.2. conforme a tabela 3 e item 13. . torneiras. néon. 14. . conforme catálogo do fabricante. h. Demanda de secadora de roupa.2. neon.00.fator de potência igual a 1. vapor de sódio ou mercúrio.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais D . Outros tipos de instalação (b2) Carga instalada conforme item 13. deve ser considerado fator de demanda de 100% para cargas de chuveiros. conforme a tabela 20. .00.00. Demanda referente à iluminação e tomadas (a) 14.00. . .fator de potência para tomadas: 1. conforme a tabela 4.00. sem compensação do fator de potência: 0. .fator de demanda para tomadas e iluminação. bancos.fator de demanda: conforme a tabela 7. Instalação residencial. Outros tipos de instalação (a2) (Motéis. instalados no mesmo. Página 31 Revisão 04 – 03/2009 .fator de potência igual a 1. Instalação residencial (a1) Carga instalada mínima.00. 14.1. Nota: No caso de edificações contendo vestiários. Demanda referentes a chuveiros.1.00. . i) conforme a seguir: 14. indústrias.fator de demanda: conforme a tabela 5. clubes.fator de potência para iluminação: .ND. igrejas e outros. 14.1. . . torneiras e aquecedores. com compensação do fator de potência: 0. vapor de sódio ou mercúrio.3.1.2.demanda total da instalação em kVA Demais fatores (a. . c. g. casas comerciais. 14. b. e. hospitais.50.fator de demanda igual a 1.fator de potência igual a 1. f.4.1. lâmpadas fluorescentes.00.2. Demanda referente a aquecedor central ou de acumulação (c) Carga instalada: considerar a potência. casas comerciais e igrejas (b1) Carga instalada conforme item 13. forno elétrico.2.1.2. lâmpadas incandescentes ou com lâmpadas que não utilizam reator: 1. hotéis.1. lâmpadas fluorescentes.1. hospitais.

Página 32 Revisão 04 – 03/2009 . .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 14. sala. 14. conforme a tabela 9. 15. cozinha e banheiro. a ser aplicada a cada tipo de aparelho.fator de potência igual a 1.9.fator de demanda: conforme tabela 8. EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 16. .fator de demanda conforme a tabela 12. conforme a tabela 10.fator de demanda: conforme tabela 13. Exemplo 1 Residência com 40 m2 de área construída. . Para entradas de serviço trifásicas o dimensionamento é feito de acordo com a demanda (kVA) da instalação calculada de acordo com o item 14. temos que a carga instalada (C) é igual a 8 kW. para uso comercial.fator de demanda: . Hidromassagem (i) Carga instalada: conforme placa do fabricante. 14. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA O dimensionamento das entradas de serviço monofásicas e bifásicas é feito de acordo com as cargas instaladas (kW) calculadas conforme item 13 e de acordo com as categorias de atendimentos das tabelas 1 ou 2. Demanda referente a equipamentos especiais (h) Carga instalada: potência de placa do fabricante. .00. Demanda referente a motores e máquinas de solda a motor (g) Carga instalada: potência de placa do fabricante (cv ou HP) e conversão para kW ou kVA. . 14. .ND. considerar igual a 0. . contendo 1 quarto.6. 14. conforme a tabela 11. Demanda referente a condicionador de ar tipo janela (f) Carga instalada: considerar a potência por aparelho.80 kW Arredondando-se o valor obtido para um valor inteiro imediatamente superior.fator de potência igual a 1. .1.50.00. Demanda referente a fogões elétricos (e) Carga instalada: considerar a potência de placa do fabricante.fator de potência.fator de demanda. . e os seguintes aparelhos com potência definida: 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: 2 400 W pontos de luz (4 cômodos): 400 W 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Total: 7 800 W ou 7.5.00. para uso residencial igual a 1.7. 16.8. conforme as tabelas 15 e 16.

mais 3 tomadas de 600 W. temos que a carga instalada (C) é igual a 19 kW.: Os aparelhos com potências inferiores a 1 000 W não devem ser relacionados no pedido de ligação. a unidade consumidora se enquadra na categoria B3 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou B5 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). entretanto. quando existirem aparelhos trifásicos. Portanto. mesmo que suas potências sejam inferior a 1 000 W. e contendo os seguintes aparelhos eletrodomésticos com potência definida: 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 4 000 W cada um 3 000 W 2 500 W 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: pontos de luz (10 cômodos): 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 2 800 W 1 000 W 8 000 W 3 000 W 2 500 W 1 000 W Total: 18 300 W ou 18. a unidade consumidora se enquadra na categoria A2 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou A4 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). 16. temos: Página 33 Revisão 04 – 03/2009 .ND.3. com um total de 12 cômodos e contendo os seguintes aparelhos com potência definida ou de acordo com a placa do fabricante: 2 condicionadores de ar 14000 BTU: 4 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 ferro elétrico: 1 forno elétrico: 1 máquina de lavar louças: 1 máquina de secar roupas: 2 motores trifásicos: 1 900 W cada um 4 000 W cada um 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W 1 cv cada um Obs. 3 quartos.30 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. 1 banheiro privativo e garagem. Exemplo 2 Residência com 115 m2 de área construída. cozinha.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Portanto.2. com 1 sala de 2 ambientes. 16. Total: 1 200 + 1 800 = 3 000 W Carga de iluminação 12 cômodos. copa. Exemplo 3 Residência com 180 m2 de área construída. Cálculo de carga instalada Carga de tomadas: Pela tabela 3 (área construída 180 m2) temos: 12 tomadas de 100 W. sendo 100 W (mínimo) por cômodo. estes devem ser relacionados. 1 banheiro social.

torneiras.1.00 a= c arga instalada× fator de demanda fator de potência a = (4 200 x 0.10 kW. temos: 2 x 1 050 W = 2 100 W Carga instalada Total: 3 000 + 1 200 + 29 800 + 2 100 = 36 100 W ou 36.instalação residencial Carga Instalada: 3 000 + 1 200 = 4 200 W ou 4.2.00 kVA b = 13 kVA c) Aquecedor central de acumulação (boiler) c=0 Página 34 Revisão 04 – 03/2009 .ND.52 Pelo item 14.1.52)/1. temos o FP = 1.65 Pelo item 14. temos FD = 0. Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. Neste caso.2 kW Pela tabela 4.65)/1.1.00 b= c arga instalada× fator de demanda fator de potência b = (20 000 x 0.20 kVA b) Chuveiros.00 = 2 184 VA a = 2. deve-se efetuar o cálculo da demanda para o dimensionamento da entrada.00 = 13 000 VA ou 13. Cálculo da demanda D = a + b +c + d + e +f + g + h + i a) Tomadas e iluminação . temos que a carga instalada (C) é igual a 37 kW. para 6 aparelhos. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos Carga InstaladaChuveiros: 4 x 4 000 = 16 000 W Torneira elétrica: 1 x 3 000 = 3 000 W Ferro elétrico: 1 x 1 000 = 1 000 W Total 20 000 W ou 20 kW Pela tabela 5.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 12 x 100 W = 1 200 W Carga de aparelhos eletrodomésticos 2 condicionadores de ar 1 900 W: 4 chuveiros elétricos de 4 000 W: 1 torneira elétrica de 3 000 W: 1 ferro elétrico de 1 000 W: 1 forno elétrico de 1 500 W: 1 máquina de lavar louças de 2 000 W: 1 máquina de secar roupas de 2 500 W: Total: 29 800 W 3 800 W 16 000 W 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W Motores 2 motores trifásicos 1 cv (pela tabela 16). temos o fator de demanda (FD)= 0. temos o fator de potência (FP) = 1.

90 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.00 + 1. forno elétrico.20 kVA e) Fogões elétricos e=0 f) Condicionador de ar tipo janela Carga Instalada em Watts (W): 2 x 1 900 = 3 800 W Pela tabela 9 temos a carga instalada em VA: 2 x 2 100 VA = 4 200 VA Pelo item 14.2 + 2. Página 35 Revisão 04 – 03/2009 . temos FP = 1. temos FD = 1.52 x 1.00 kW Pela tabela 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais d) Secadora de roupa.20 kVA d = 4. temos que a Demanda (D) é igual a 26 kVA.50 g = 2.70 Pelo item 14.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Pela tabela 16. máquina de lavar louça e forno microondas Carga Instalada: 1 x 1 500 W = 1 500 W 1 x 2 000 W = 2 000 W 1 x 2 500 W = 2 500 W Total = 6 000 W ou 6. Portanto. temos: Carga Instalada em kVA = 2 x 1. temos: g = 1.52 = 3.ND.04 kVA Considerando os fatores de demanda da tabela 11.0 + 0+ 4. para 3 aparelhos.00 d= c arga instalada× fator de demanda fator de potência d = (6 000 x 0.3 + 0 + 0 D = 25.6. 20 kVA f = 4. temos FD = 0. a unidade consumidora se enquadra na categoria C2 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C7 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).00 = 4 200 VA ou 4.00 = 4 200 VA ou 4.30 kVA h) Equipamentos especiais h=0 i) Hidromassagem i=0 Demanda total (D) D=a+b+c+d+e+f+g+h+i D= 2.00 Portanto: f = 4 200 x 1.52 x 0.2 + 13.70)/1.4.2 + 0 + 4.

25 kVA b) Chuveiros elétricos .00 1.00 kVA f) Condicionadores de ar tipo janela .20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Página 36 Revisão 04 – 03/2009 .Fator de demanda: conforme tabela 10 Aparelho 1 condicionador de ar de 15 000 BTU Demanda (VA) 4 200 f = 4. Aparelho Potência (W) FP FD 1 chuveiro elétrico 4 000 Total 1.2.00 4 000 4 000 b = 4.00 240 12 lâmpadas mistas de 250 W Total 4 250 a = 4. deve-se calcular a demanda.Fator de potência e Fator de demanda: conforme item 14. temos que a carga instalada (C) é igual a 65 kW.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 16.5 cv:3 motores (trifásicos) de 5 cv: 4 furadeiras (monofásicas) de 1 cv: 2 serras elétricas (trifásicas) de 2 cv: 2 máquinas de solda de 4 kW: 3 000 W 960 W 240 W 4 000 W 3 800 W 8 890 W 6 570 W 6 570 W 13 530 W 4 560 W 3 900 W 8 000 W Total: 64 020 W ou 64.ND. Cálculo de demanda D=a+b+c+d+e+f+g+h+i a) Iluminação e tomadas . e Fatores de demanda: conforme tabela 20 Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 3 000 1.95 1.00 1.00 Demanda (VA) 1. Exemplo 4 .5 cv: 1 prensa (trifásica) de 7.Potência: conforme tabela 9 .Fatores de potência: conforme item 14.1.00 1 010 12 reatores de 20 W 240 1.00 3 000 24 lâmpadas fluorescente de 40 W 960 0.000 W: 2 condicionadores de ar 1 900 W: 1 compressor (trifásico) de 10 cv: 1 serra vertical (trifásica) de 7.Indústria Relação da carga instalada 12 lâmpadas mistas de 250 W: 24 lâmpadas fluorescentes de 40 W: 12 reatores de 20 W: 1 chuveiro de 4.02 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.2.4.2. Neste caso.

50 3 120 2 serras de 2 cv 5 400 0.50 0. Portanto.50 4 330 3 motores de 5 cv 18 060 0.5 cv 8 650 0.50 2 700 1 motor de 10 cv Total 35 050 g = 35.00 8 000 2ª máquina 4 000 0.05 kVA h) Equipamentos especiais .50 9 030 4 furadeiras de 1 cv 6 240 0. Página 37 Revisão 04 – 03/2009 .8 e Fator de demanda: conforme tabela 12 2 máquinas de solda a transformador de 4 000 W cada uma: Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 1ª máquina 4 000 0.ND.Fator de demanda: conforme tabela 11 .Potências: conforme tabelas 15 e 16 Aparelho Potência (W) FD Demanda (VA) 11 540 1.05 + 12.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .30 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior temos que a Demanda (D) é igual a 61 kVA.60 4 800 Total 12 800 h = 12 800 VA ou 12.00 11 540 1 serra vertical de 7.50 4 330 1 prensa de 7. a unidade consumidora se enquadra na categoria C6 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C10 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).20 + 35.80 kVA Demanda total (D) D=a+b+f+g+h D = 4.50 1.25 + 4.Fator de potência: conforme item 14.00 + 4.5 cv 8 650 0.80 D = 60.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 38 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELAS Página 39 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 40 Revisão 04 – 03/2009 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 41 Revisão 04 – 03/2009 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 42 Revisão 04 – 03/2009 .

Para área construída acima de 250 m2 o interessado deve declarar a quantidade de tomadas prevista no projeto elétrico de sua residência. Página 43 Revisão 04 – 03/2009 . TOMADAS (100 W) SUBTOTAL I (W) S<8 1 100 QUANT. Caso o consumidor declare quantidade de tomada superior ao da tabela. 2.ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 3 NÚMERO MÍNIMO DE TOMADAS EM FUNÇÃO DA ÁREA CONSTRUÍDA ÁREA TOTAL (m2) QUANT. prevalece o valor declarado. TOMADAS (COZINHA) (600 W) 1 8 < S < 15 3 300 15 < S < 20 4 20 < S < 30 SUBTOTAL II (W) TOTAL I + II (W) 600 700 1 600 900 400 2 1 200 1 600 5 500 2 1 200 1 700 30 < S < 50 6 600 3 1 800 2 400 50 < S < 70 7 700 3 1 800 2 500 70 < S < 90 8 800 3 1 800 2 600 90 < S < 110 9 900 3 1 800 2 700 110 < S < 140 10 1 000 3 1 800 2 800 140 < S < 170 11 1 100 3 1 800 2 900 170 < S < 200 12 1 200 3 1 800 3 000 200 < S < 220 13 1 300 3 1 800 3 100 220 < S < 250 14 1 400 3 1 800 3 200 NOTAS: 1.

41 6 0. FD = 0.59 4<C≤5 0.40 7 0.27 C > 10 0.45 2 1.39 9 0. Exemplo: 4 chuveiros + 2 torneiras + 1 ferro elétrico = 7 aparelhos.84 16 0.42 5 0.00 15 0.38 12 0.44 3 0.38 13 0.52 23 0.76 17 0.70 18 0. TORNEIRAS.75 2<C≤3 0.40 7<C≤8 0.66 3<C≤4 0.86 1<C≤2 0.ND.60 20 0.35 8<C≤9 0.46 acima de 25 0.38 NOTA: O número de aparelhos indicado na tabela refere-se a soma das quantidades dos mesmos.54 22 0.31 9 < C ≤ 10 0.43 4 0.39 10 0.52 5<C≤6 0.48 25 0.60 Página 44 Revisão 04 – 03/2009 . AQUECEDORES DE ÁGUA DE PASSAGEM E FERROS ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.24 TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE CHUVEIROS.65 19 0.57 21 0. portanto.40 8 0.49 24 0.00 14 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 4 FATORES DE DEMANDA REFERENTES A TOMADAS E ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL CARGA INSTALADA (kW) FATOR DE DEMANDA C≤1 0.45 6<C≤7 0.39 11 0.

50 TABELA 8 FATORES DE DEMANDA DE FOGÕES ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.72 3 0.00 2 0.31 3 0.48 10 a 11 0.30 4 0.32 2 0.00 8 0.28 5 0. FORNO ELÉTRICO.ND.35 21 a 25 0.33 acima de 25 0.26 7 0.00 2a4 0.50 acima de 8 0.70 5a6 0.26 Página 45 Revisão 04 – 03/2009 .60 9 0.62 TABELA 7 FATORES DE DEMANDA DE SECADORA DE ROUPA.40 12 a 15 0.60 7a8 0.37 16 a 20 0.26 6 0.62 acima de 3 0. MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA E FORNO MICROONDAS Nº DE APARELHOS 1 FATOR DE DEMANDA 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 6 FATORES DE DEMANDA DE AQUECEDOR CENTRAL OU DE ACUMULAÇÃO (BOILER) Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.

2. Página 46 Revisão 04 – 03/2009 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 9 CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA CAPACIDADE (BTU/h) POTÊNCIA (VA) POTÊNCIA (W) TENSÃO (V) CORRENTE (A) 110 10.5 60 000 9 000 7 500 220 24.0 41 000 5 500 5 000 220 14.0 110 15.77 51 a 75 0.0 220 5.5 110 17. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.75 NOTA: Quando se tratar de unidade central de condicionador de ar.00.0 110 14. deve-se considerar o fator de demanda igual a 1.75 76 a 100 0.5 2 860 2 600 220 13.90 21 a 30 0. TABELA 10 FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA PARA USO COMERCIAL Nº DE APARELHOS 1 a 10 FATOR DE DEMANDA 1.0 220 8.00 11 a 20 0.82 31 a 40 0.0 220 7. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.75 acima de 100 0.5 1 900 220 9. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.0 220 7.0 21 000 3 080 2 800 220 14. estes devem ser considerados.0 30 000 4 000 3 800 220 18.ND.80 41 a 50 0.0 7 500 1 100 900 8 500 1 550 1 300 10 000 1 650 1 400 12 000 1 900 1 600 15 000 2 100 18 000 NOTAS: 1.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 11 FATORES DE DEMANDA DE MOTORES MOTOR FATOR DE DEMANDA Maior motor 1.56 3 0.39 acima de 4 0.00 2 0. 2.ND.39 Página 47 Revisão 04 – 03/2009 . Se os maiores motores tiverem potências iguais.50 NOTAS: 1.00 demais 0. TABELA 12 FATORES DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS EQUIPAMENTO FATOR DE DEMANDA Maior equipamento 1.60 NOTA: Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais. Existindo motores que obrigatoriamente partam simultaneamente (mesmo sendo os de maior potência) deve-se somar suas potências e considerá-los com um só motor. TABELA 13 FATORES DE DEMANDA DE HIDROMASSAGEM Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1. deve-se considerar apenas um como o maior.47 4 0. deve-se considerar apenas um como o maior.00 demais 0.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 48 Revisão 04 – 03/2009 .

1 63 33 0.2 7. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA ¼ POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA 420 660 ⅓ 510 770 7.71 2 2 170 2 970 27.0 13.67 1 1 140 1 560 14.81 POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) CORRENTE NOMINAL (A) CORRENTE DE PARTIDA (A) 110 V 5.0 110 V 27 220 V 14 COS Ø MÉDIO 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 15 MOTORES MONOFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.80 12 ½ 11 580 14 940 - 67.9 330 0. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.7 96 48 0.2 210 0.9 260 0.ND.2 6.73 3 3 220 4 070 37.5 31 16 0.79 5 5 110 6 160 - 28.80 10 9 310 11 640 - 52.73 1½ 1 670 2 350 21.0 408 0.83 7½ 7 070 8 840 - 40.67 ¾ 900 1 340 12.6 5.5 220 110 0.9 220 V 3.1 3.66 ½ 790 1 180 11.0 145 0.78 15 13 720 16 940 - 77.63 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.4 10. Página 49 Revisão 04 – 03/2009 .5 132 68 0.4 47 24 0.1 68 35 0.0 18.

7 566.1 7.6 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 16 MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.8 275.76 10 8 890 11 540 17.5 0.0 156.6 13.1 201.7 477.69 1½ 1 540 2 170 3.1 152.77 25 20 920 25 830 39.7 90.9 0.7 19.5 189.0 243.1 7.6 1 288. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA CORRENTE NOMINAL (A) 380 V 220 V CORRENTE DE PARTIDA (A) 380 V 220 V COS Ø MÉDIO ⅓ 390 650 0.7 1 619.3 5.1 499.1 25.1 1 996.7 196. Página 50 Revisão 04 – 03/2009 .77 15 12 820 16 650 25.85 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.1 0.9 0.66 1 1 050 1 520 2.7 2 014.2 1 162.75 7½ 6 570 8 650 12.4 16.3 5.9 0.3 0.84 60 49 420 58 150 88.77 20 17 010 22 100 33.2 104.72 3 2 950 4 040 6.6 632.0 74.85 75 61 440 72 280 109.7 0.3 2.0 370.8 9.1 0.0 0.0 270.1 33.61 ½ 580 870 1.8 127.1 98.85 125 100 670 117 050 177.7 22.3 0.8 250.1 326.2 80.9 1.81 30 25 030 30 520 46.0 0.0 0. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.5 915.7 743.9 2 521.0 0.3 414.8 934.71 2 1 950 2 700 4.4 0.74 5 4 510 6 020 9.1 10.7 157.66 ¾ 830 1 260 1.3 307.0 717.3 116.2 43.1 0.1 15.7 0.85 200 161 650 190 180 288.0 65.82 40 33 380 39 740 60.3 4.7 0.9 528.6 1 095.6 38.2 43.0 44.6 340.8 1 455.5 58.1 67.3 9.73 4 3 720 5 030 7.0 11.4 3 458.85 100 81 230 95 560 144.85 150 120 090 141 290 214.9 20.1 0.7 422.84 50 40 930 48 730 73.1 0.9 3.0 0.5 0.5 30.77 12 ½ 10 850 14 090 21.3 0.3 37.7 4.6 0.8 57.ND.

2. alvenaria. aplicar os fatores de correção indicados na NBR 5410.ND. Para agrupamento de mais de 3 (três) condutores carregados em um eletroduto e para temperaturas ambientes diferentes de 30 oC.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 17 CAPACIDADES DE CORRENTE . embutidas em gesso.CABOS DE COBRE ISOLADOS COM PVC 70 oC. parede de cimento ou em canaleta aberta ou ventilada). Esta tabela refere-se à capacidade de condução de corrente de condutores de cobre isolados. Página 51 Revisão 04 – 03/2009 . INSTALADOS EM ELETRODUTOS CONDUTOR DE COBRE – PVC 70 oC SEÇÃO NOMINAL (mm2) 6 DOIS CONDUTORES CARREGADOS 41 TRÊS CONDUTORES CARREGADOS 36 10 57 50 16 76 68 25 101 89 35 125 111 50 151 134 70 192 171 95 232 207 120 269 239 150 309 275 185 353 314 240 415 369 NOTAS: 1. dentro de eletroduto (em montagens aparentes.

25 50 58.10 2.1 ± 0.2 ± 0.3 40 42.2 ± 0.4 NOTA: Características dos eletrodutos de PVC rígido de acordo com a NBR 15465. TABELA 19 ELETRODUTOS RÍGIDO DE AÇO CARBONO DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO ESPESSURA DA PAREDE (mm) MÍNIMO (mm) MÁXIMO (mm) 15 20.40 59.90 1.60 47.4 ± 0.25 NOTA: Características dos eletrodutos de aço-carbono de acordo com a NBR 5624.00 40 46.3 32 33.00 2.3 60 59. Página 52 Revisão 04 – 03/2009 .ND.50 25 31.00 20.8 ± 0.50 41.50 32 40.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 18 ELETRODUTOS DE PVC RÍGIDO TIPO ROSCÁVEL DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO (mm) TOLERÂNCIA (mm) 20 21.50 31.3 50 47.00 2.40 1.

consultar os catálogos de fabricantes. Quando a unidade consumidora possuir cozinha. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para instalações de iluminação e tomadas. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes 30 1. utilizando lâmpadas incandescentes.00 para os primeiros 12 kW 0. salões para exposições e semelhantes Bancos.50 da carga de tomadas Garagens comerciais e semelhantes 5 Hospitais e semelhantes 20 Hotéis e semelhantes 20 Igrejas e semelhantes 10 Valor declarado pelo interessado Indústrias Restaurantes e semelhantes 20 1. deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine.00 1.00. No caso de outros tipos de lâmpadas.00 20 Escolas e semelhantes 30 Escritórios (edifícios) 30 Administração de edifícios de uso coletivo 5 1.ND. 4.70 para o que exceder 20 kW 1.00 da carga de iluminação mais 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 20 CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditório.20 para o que exceder 50 kW 0.00 para os primeiros 20 kW 0. Os fatores de demanda indicados aplicam-se para qualquer tipo de lâmpada de iluminação externa. para as demais dependências da unidade consumidora. medida horizontalmente ao longo de sua base.00 NOTAS: 1.40 para o que exceder 20 kW 1.50 para os primeiros 20 kW 0. 2. No caso de lojas.00 1.00 30 1.50 para o que exceder 12 kW 1. 3.00 Barbearia.00 0. considerar os valores indicados na tabela.00 1. lojas e semelhantes CARGA MÍNIMA (W/m2) FATOR DE DEMANDA 10 1. Página 53 Revisão 04 – 03/2009 .40 para os primeiros 50 kW 0. deve ser considerado exclusivamente para ela fator de demanda igual a 1.

O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.5 x 200 C2 B3 – C1 – C2 C3 A1 – A2 – A3 B1 – B2 – B3 50 40 7.B2 – B3 B3 C1 C2 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101.6 x 4. 2.5 x 90 40 32 Ø 101. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.0 7.ND.6 x 4.6 x 4.75 80 x 80 x 3.0 7. Caso seja necessário.0 7.75 80 x 80 x 3.B1 – B2 A1 – A2 – A3 B3 B1 B3 – C1 B2 A3 .5 x 90 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 – A3 B1 – B2 40 32 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 21 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 – A3 A1 – A2 B1 – B2 – C1 B1 A3 . Página 54 Revisão 04 – 03/2009 .75 80 x 80 x 3. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.5 x 200 NOTAS: 1.5 x 200 C3 C2 – C3 60 50 7.5 x 90 B3 50 40 Ø 101.

6 x 4. Para as demais ligações o vão máximo do ramal é de 30 metros. 2.5 x 200 (**) NOTAS: 1.5 x 90 C2 B3 – C1 C3 A1 – A2 – B1 C2 C2 50 40 7.5 x 200 40 32 7. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.5 x 200 (**) C3 A3 – B2 – B3 C1 C3 C2 – C3 60 50 7.5 x 200 (*) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) Ø 101.0 7. O vão máximo dos ramais de ligação indicados com (*) é de 25 metros e para os indicados com (**) é de 20 metros. Caso seja necessário. Página 55 Revisão 04 – 03/2009 .10 TABELA 22 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE COBRE CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 –A3 A1 B1 – B2 A2 B1 A2 B2 B1 A3 -B1 – B2 C1 A1 – A2 B1 C1 B2 A3 – B2 – B3 B3 C1 C2 A1 – A2 – A3 B1 – B3 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 –A3 B1 – B2 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) PVC (DN) AÇO (DN) 32 25 32 25 7.5 x 200 40 32 7.75 80 x 80 x 3.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ND.5 x 200 (*) 50 40 7. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.

Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.0 7. 2.75 80 x 80 x 3.5 x 90 C9 50 40 Ø 101. Caso seja necessário.C9 A4 – A5 B4 .6 x 4.75 80 x 80 x 3.0 7.B5 – B6 C8 C7 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101.5 x 90 40 32 Ø 101. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.75 80 x 80 x 3.5 x 200 C9 B5 A5 -B6 C8 . Página 56 Revisão 04 – 03/2009 .5 x 200 C9 – C10 60 50 7.B5 – B6 C8 40 32 7.C7 B5 B5 B6 A4 – A5 B4 – B5 – B6 A4 – B4 C8 – C9 C7 A5 .6 x 4.6 x 4.5 x 90 C8 A5 .5 x 200 C9 C10 C10 NOTAS: 1.ND.B5 –B6 C7 – C8 50 40 7.0 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 23 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS E POSTES PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/380 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A4 – A5 A4 – A5 B4 – B5 B4 B4 – B5 C7 A4 -B4 . podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais DESENHOS Página 57 Revisão 04 –03/2008 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 58 Revisão 04 –03/2008 .ND.

Ramal de entrada embutido CD .: Desenho nº1 . 1 .Ponto de entrega A Condutor do circuito alimentador aéreo isolado Poste particular B Rede secundária de distribuição D Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação E Eletroduto do ramal de entrada C Medição e proteção Poste particular FIG.01.01/1 Folha 1/1 .Ramal de entrega embutido B .Trecho AB .MEDIÇÃO EM POSTE PARTICULAR Cavidade para inspeção do aterramento Trecho AB .10. 2 .Ramal de ligação (até 30 m) BC .Ramal de ligação (até 30 m) BC .MEDIÇÃO EM MURO C Cavidade para inspeção do aterramento Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Circuito alimentador aéreo B .Ponto de entrega A Ponto de entrga B Rede secundária de distribuição Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Medição e proteção FIG.Rircuito alimentador embutido DE .Sequência 1/1 Circuito alimentador embutido Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Componentes da entrada de serviço ND.

. 4.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.02. Desenho nº2 .0 m .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.) 5 500 (mín.10.cruzando local com tráfego de veículos pesados.) Passeio Poste particular 6 000 (mín. 5.) (ver nota 1) h Pontalete Muro Passeio Rua Passeio Dimensões em milímetros NOTA: A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .0 m . .) 6 000 (mín.) (ver nota 1) h Pontalete Muro Rua Passeio 500 (máx.01/1 Folha 1/1 .sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 6.500 (máx.Sequencia 1/2 Norma de Distribuição ND.) Poste particular Muro 3 500 (mín.0 m .) 5 500 (mín.

02.500 1 200 500 1 200 1 200 1 200 1 200 500 1 200 LEGENDA Local onde não é permitida a fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada. Desenho nº2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 1/1 .10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Sequencia 2/2 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada Norma de Distribuição ND. devendo atender as distâncias mínimas dos condutores ao solo. Dimensões em milímetros NOTA: A fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada só é permitida fora da área acima indicada.

2.Fixar o ramal diretamente na parede quando tiver altura suficiente.01/1 Folha 1/1 . NOTAS: 1. 3. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada.Utilizar poste junto ao alinhamento com a calçada e as medições em muro ou mureta. Para a localização da medição. Dois consumidores no mesmo terreno (ex. .Utilizar pontalete quando a altura da edificação não for suficiente.03. O vão do ramal de ligação não deve ser superior a 30 m. unidades consumidoras na frente e no fundo do terreno): .1. PÚBLICA 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. observar o item 9. Edificação recuada do alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: .14. Dois consumidores atendidos com um único poste na divisa de duas propriedades: .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Disposições da entrada de serviço ND. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada. Consumidor 1 VIA 4. Desenho nº3 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.1. 3. Edificação no alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: . próximo ao alinhamento da calçada e as caixas de medição no poste ou em muro ou mureta.Instalar o poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta.Utilizar poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. Edificação ocupando toda a frente do terreno: .10.Instalar o poste na divisa. Divisa de propriedade Consumidor 2 5.

1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Localização preferencial da caixa de medição ND. Para a localização da medição. III ou VI MEDIÇÃO VOLTADA PARA A CALÇADA Caixa de medição Caixa de medição Fig.02/1 Folha 1/1 .Na divisa com a via pública Fig.Medição voltada para a calçada no alinhamento com a via pública Fig.Medições voltadas para a calçada no alinhamento com a via pública Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.Na divisa com a via pública (sem muro na frente) Fig. 5 .6 . Desenho nº4 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. 1 . observar o item 9. 4 . Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. 2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.CAIXA TIPO IV.Medições voltadas para a calçada em muro recuado NOTAS: 1.10. 2. 3 .14.Na divisa de propriedades (lateral) Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.03. V ou VII CAIXA TIPO II.

0 m . . 4.50 m. lajota ou material equivalente.Pingadeira construida com concreto. 2.0 m . 6.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Desenho nº5 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em muro Norma de Distribuição ND.35 m para postes de 7.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Parafuso passante ou braçadeira 100 150 a 500 150 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote Deixar 500 mm por condutor h Ver nota 1 Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço zincado. Engastamento do poste: e = 1. telha.10. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 3. 5.04. . Para regiões litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Detalhe 2 Circuito alimentador: condutor isolado de mesma seção do ramal de entrada 1 400 a 1 600 Detalhe 1 Eletroduto de de aterramento DETALHE 2 Condutor de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento e Ver nota 2 Deixar 300 mm mínimo por condutor Haste de aterramento Arruela v 50 0 Bucha DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico) Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.0 m .5 mm² ou outro material resistente a corrosão.

50 m. Engastamento do poste: e = 1.04. 3. . Desenho nº6 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 2.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 6. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 5.0 m .5mm² ou outro material resistente a corrosão.10.0 m .100 300 150 a 500 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote 200 200 300 Deixar 500mm por condutor Circuito alimentador aéreo Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.02/1 Folha 1/1 . 1 400 a 1 600 Ver nota 1 h Detalhe 1 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e Ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Arruela Bucha v Deixar 300mm mínimo por condutor 500 DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 4.0 m .35 m para postes de 7. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). Para regioes litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2.

Para instalações no litoral utilizar fio de cobre meio duro.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 5. 4.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.03/1 Folha 1/1 . 4. Deixar sobras suficientes para ligação com o ramal 150 a 500 Ramal de ligação (máximo) Condutor de aterramento 1 400 a 1 600 1 000 Haste de aterramento <500 Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).0 m . . A instalação com pontalete é permitida somente quando não existirem condições para instalação com poste. 3.04. 400 mín. 2.100 2 000 máx.cruzando local com tráfego de veículos pesados.0 m . 6.0 m . Arame 12 BWG (mínimo) 5 voltas (ver nota 2) h ver nota 1 1 000 min. seção 16 mm2 em substituição ao arame de aço. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Desenho nº7 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação com pontalete Norma de Distribuição ND.10.

2. 5. 3. Em edificações de alvenaria o eletroduto do ramal de entrada deve ser embutido. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). A armação secundária deve ser fixada na parede através de parafuso chumbador que suporte os esforços mecânicos do ramal de ligação a ser instalado. . 5.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. .10. Desenho nº10 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em parede Norma de Distribuição ND.0 m .Chumbador 150 a 500 Ramal de ligação 150 100 min. 6. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando local com tráfego de veículos pesados. 4.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.04.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Deixar 500 mm por condutor (máx.04/1 Folha 1/1 .0 m . 4. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.) 1 400 a 1600 ver nota 1 h 1 000 Aterramento <500 Haste de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este tipo de instalação é permitido somente quando não existirem condições para instalação com poste.0 m .

Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira

100

150 a 500

150

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)
Curva de 135º (mínimo)
ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor

h

Ver nota 1

Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²
ou outro material resistente a corrosão.

Detalhe 2

DETALHE 2

Circuito alimentador:
condutor isolado de seção igual
ou maior ao do ramal de entrada

1 400 a 1 600

Detalhe 1

Eletroduto de
aterramento
Condutor de aterramento

Deixar 300mm
mínimo por
condutor

Ver nota 2

e

Cavidade para inspeção
do aterramento

Haste de aterramento

v

500

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº8 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação em muro

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.01/1
Folha 1/1

100

Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500

Circuito alimentador
aéreo

300

Ramal de ligação

NEUTRO

200 200 200

Deixar 500mm
por condutor

FASE B
FASE C

300

Curva de 135º
mínimo ou cabeçote

FASE A

Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de arame
de aço 14 BWG ou braçadeira
de aço galvanizado. Para
regiões litorâneas utilizar
fio de cobre com seção de
2,5mm² ou outro material
resistente a corrosão.
h
ver nota 1

Eletroduto de saída

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor

1 400 a 1 600

Ver detalhes de
fixação das caixas

Eletroduto de aterramento
Condutor de aterramento

<500

e

ver nota 2

Cavidade para inspeçâo
de aterramento

Haste de aterramento

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº9 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação ao tempo

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.02/1
Folha 1/1

A

Parafuso passante
ou braçadeira

100

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

150 a 500

3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm² ou
outro material resistente
a corrosão.
Condutor de
aterramento

ver nota 1

h

Deixar 500 mm
por condutor

A

B

Cavidade para inspeção
do aterramento

Visto por B

Pingadeira

1 400 a 1 600

Base de
concreto

Calçada

^

500

Haste de
aterramento

Corte AA

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº11 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo IV
Instalação com leitura voltada para calçada

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.06.01/1
Folha 1/1

cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 4. sobras de condutores flexíveis de aproximadamente 600 mm.0 m .cruzando local com tráfego de veículos pesados.Alternativa de entrada 2 A 100 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado. 150 a 500 3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. 6.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.07. 3.0 m . dentro do compartimento de medição. Se o eletroduto for de aço. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.01/1 Folha 1/1 . A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º. 5. colocar bucha.10. Desenho nº12 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo V Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 5. . Devem ser deixadas.35 m para postes de 7. 2. Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento h ver nota 1 Deixar 500 mm por condutor A B Cavidade para inspeção do aterramento Visto por B Pingadeira 500 (mínimo) 1 400 a 1 600 Base de concreto Calçada ^ 500 Haste de aterramento Corte AA Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 4. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.0 m . Engastamento do poste: e = 1. .50 m.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.

08. 2.10. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. Para instalação em muro ou mureta.01/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Padrão de entrada com caixa tipo VI Instalação em muro Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.15 Circulação de ar 50 50 10 < 500 1 400 a 1 600 50 200 (máx. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa.) 50 Entradas de ar 10 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. 3.

- Padrão de entrada com caixa tipo VII Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. o lacre da caixa de medição deve ser acessível pela parte interna do terreno do consumidor. Para instalação em muro ou mureta.02/1 Folha 1/1 .Circulação de ar 50 50 50 15 50 200 (máx. Para instalação com a medição voltada para a calçada.) Ver detalhe < 500 1 400 a 1 600 Entradas de ar Vista frontal da caixa de medição 10 10 Lado da calçada Vista frontal da caixa de proteção DETALHE 1 Muro Caixa de medição voltada para calçada 100 30° Parafuso de lacre 100 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 2. 3. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa.08. 4.10.

100 Parafuso passante ou braçadeira 150 a 500 Circuito alimentador aéreo 300 Ramal de ligação 200 200 200 Deixar 500mm por condutor FASE B FASE C 300 Curva de 135º mínimo ou cabeçote NEUTRO FASE A Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.50 m.0 m . 3.0 m . 6.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. 1 400 a 1 600 h ver nota 1 Eletroduto de saída <500 Condutor de aterramento <500 e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. As caixas de medição podem ser instaladas embutidas em muro ou mureta. . Desenho nº13 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/1 . 2. Engastamento do poste: e = 1. . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. 4. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.09. 5.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 4.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.35 m para postes de 7.0 m .

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.) Circuito alimentador embutido 1 400 a 1 600 Saída consumidor 1 Saída consumidor 2 Condutor de aterramento e Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. Quando utilizadas as caixas VI ou VII devem ser previstas as respectivas caixas de proteção. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.09. 6.0 m . 22 ou 23. . . Desenho nº14 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno Norma de Distribuição ND. 7. Engastamento do poste: e = 1. 2. Pode ser utilizada também a caixa tipo K. 4.50 m. As caixas de medição devem ter identificação com os números das casas correspondentes.0 m . neste caso deve haver um compartimento ou caixa adicional para instalação das proteções gerais. 4. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 5. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.0 m .02/1 Folha 1/1 . IV. VI ou VII. Este padrão pode ser montado com as caixas tipos II. 6. Os condutores dos ramais de entrada dos consumidores devem ser independentes e embutidos em um único eletroduto dimensionados conforme tabelas 21. 3.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 5.35 m para postes de 7. 100 (máx.10.Ramal de ligação Consumidor 2 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Consumidor 1 Deixar 500mm por condutor Curva de 135º ou cabeçote Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) h Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.

: Ver notas na folha 2/2.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01/1 Folha 1/2 . lajota ou material equivalente Caixa tipo "T" h ver nota 1 Caixa tipo "M" Chave seccion. Pingadeira construida de concreto.100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) Curva de 135º ou cabeçote Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. telha. Desenho nº15 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.10.10. sem fusiveis Medidor (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio Bloco de aferição Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente 1 600 a 1 800 300 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros Obs.

. a caixa para leitura voltada para calçada. Desenho nº15 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.0 m . 3.10. 5. Engastamento do poste: e = 1.01/1 Folha 2/2 .100 150 a 500 Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletrodutor do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote porta externa Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" porta externa porta externa 1 600 a 1 800 h ver nota 1 Pingadeira construida de concreto.cruzando local com tráfego de veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.0 m . 2. . 6.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. conforme padronização ND.17. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. 4.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.35 m para postes de 7.10. Como opção.50 m.03/1.10. 4.06/1. telha.10.0 m .10. 5. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . lajota ou material equivalente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.

4.02/1 Folha 1/1 . 5. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.0 m .Deixar 500mm por condutor Chave seccionadora sem fusiveis Caixa tipo "T" "h" da calçada ver nota 1 Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio ALINHAMENTO DO PASSEIO Caixa tipo "M" Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m . 5. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.03/1.0 m .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. conforme padronização ND.10. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 2.10.06/1. Desenho nº16 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação abrigada Norma de Distribuição ND. 3. 4. a caixa para leitura voltada para calçada.50 m.17. .10. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra. 6.35 m para postes de 7. Como opção.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Engastamento do poste: e = 1.10. . pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M.10.cruzando local com tráfego de veículos pesados.

3. 2. .0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .Deixar 500mm por condutor Caixa de medição (ver nota 4) Chave seccionadora sem fusiveis "h" da calçada ver nota 1 Proteção da bomba de incêndio Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Caixa tipo "M" Bloco de aferição Medidor Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Engastamento do poste: e = 1. .35 m para postes de 7.03/1 Folha 1/1 . Desenho nº16 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 5. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.0 m . 5.06/1. Para leitura voltada para a calçada deve ser instalada a caixa tipo IV ou VII junto à caixa tipo M. 4.50 m. 4.0 m .10. 6.10. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND. Antes de construir. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.10. consultar a ELEKTRO quanto a necessidade da utilização de 1 (uma) ou 2 (duas) caixas para a instalação do(s) medidor(es).17.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

o consumidor deve deixar os condutores conectados ao disjuntor e ao aterramento. Desenho nº18 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.11.10.BIFÁSICA MONOFÁSICA FF N F N N F F N F TRIFÁSICA FF F N N F FF NOTA: Para a ligação pela ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Esquemas de ligaçãoes das medições ND.01/1 Folha 1/1 .

01/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.10.A A CAIXA TIPO III EM POSTE CIRCULAR DE AÇO B B CAIXA TIPO III EM POSTE DUPLO T CORTE BB CORTE AA Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº17 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.12.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº19 – Sequencia 1/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.13.Ramal de ligação Deixar 500mm por condutor 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote Amarrações do eletroduto 1 100 1 400 a 1 600 Aterramento do poste metálico Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTA: O condutor de aterramento do poste de aço deve ser de mesma bitola do condutor de aterramento do neutro e da caixa metálica e conectado ao poste com um parafuso M6.

Desenho nº20 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Detalhes de aterramento ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.14.HASTE CANTONEIRA DE AÇO GALVANIZADO Condutor de aterramento Massa calafetadora 2 400 Conector Cavidade para inspeção do aterramento Cantoneira de 25 x 25 x 5 mm HASTE DE AÇO COBREADA Condutor de aterramento 2 400 Massa calafetadora Conector Cavidade para inspeção do aterramento Ø12 mm (mín. 2. O aterramento deve ser feito de acordo com o item 10 e o condutor dimensionado conforme as tabelas 1 ou 2.10.) Dimensões em milímetros NOTAS: 1. A cavidade para inspeção do aterramento deve ter no mínimo as seguintes dimensões: 200x200x200 mm.01/1 Folha 1/1 .

01/1 Folha 1/1 .0 m . .15.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 3. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 5. Neste caso. O suporte onde é fixada a armação secundária para ancoragem do ramal de ligação deve ser dimensionado para suportar os esforços mecânicos envolvidos. .10.0 m . 6. 4.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 4.0 m . Devem ser respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações estabelecidos nas Normas Brasileiras. 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº26 – Sequencia 1/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental Norma de Distribuição ND. O ponto de entrega onde será instalado os condutores do ramal de ligação deve estar situado em local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução.Armação ferro cantoneira (dimensões adequadas) Fachada ornamental Chumbadores Ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Chumbadores NOTAS: 1.cruzando local com tráfego de veículos pesados.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº50 – Sequencia 1/1 Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual Norma de Distribuição ND.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.16.Caixa de dispositivos de proteção Caixa de medição individual Proteção geral Medidor Proteção da bomba de incêndio Carga principal Bomba de incêndio NOTA: Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com dizeres: BOMBA DE INCÊNDIO.01/1 Folha 1/1 .

Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.300 200 400 Marca do Fabricante B 560 560 400 A B 160 160 Data de Fabricação C C A CORTE AA VISTA FRONTAL CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº27 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.17.

B

A

500

A

300

300

B

180

600

CORTE BB

VISTA FRONTAL

600
300

180

180

300

CORTE AA

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº30 – Sequencia 1/1

Caixa de medição metálica tipo III
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.02/1
Folha 1/1

A

170

B

551

B

553

389

Porta interna

C

C
A

210

302

CORTE AA

381

VISTA FRONTAL

Puxador

CORTE CC

300

260
Parafuso de fixação

VISTA POSTERIOR
(com porta interna)

CORTE BB

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº33 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo IV
leitura voltada para calçada
(monofásica e bifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.03/1
Folha 1/1

602
301

301

A

B

B

A

VISTA FRONTAL
(sem portas)

VISTA FRONTAL
(com porta interna)

VISTA POSTERIOR

600
300

300

460

500

Porta interna

CORTE BB

250

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº34 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo V
leitura voltada para calçada
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.04/1
Folha 1/1

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº35 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo K (instalação de 2 medidores) Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.A 600 250 200 100 200 50 50 50 90 150 Painel para fixação dos medidores 500 Visor Visores Dobradiças invioláveis CORTE AA A VISTA FRONTAL 130 500 370 Dispositivo para lacre 270 300 30 600 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.17.05/1 Folha 1/1 . Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.1 200 A 200 100 200 100 200 100 200 250 50 150 50 50 Painel de fixação 250 Visor 150 900 Visores Dobradiças invioláveis Dispositivo para lacre CORTE AA A 130 400 900 370 VISTA FRONTAL Chapa de aço 14 MSG 270 300 300 300 30 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.06/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.17. Desenho nº36 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo M medição indireta Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Desenho nº37 – Sequencia 1/1 Caixa seccionadora tipo T proteção geral em medição indireta Norma de Distribuição ND.07/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.17.100 900 Pino inviolável A A Dispositivo para lacre Ventilação Permanente VISTA FRONTAL 30 Ø2 2 160 90 250 Painel de fixação Parafuso ponteado Ø1/4" x 1 1/2" com 2 porcas CORTE AA Dimensões em milímetros NOTA: 1.

2 .18.V.: Ver Notas na folha 2/2.10.V. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/2 .Dispositivo para lacre da caixa 4 .Corpo da caixa com proteção U.Tampa transparente em policarbonato com proteção U. 3 .Placa de fixação do medidor CORTE BB Dimensões em milímetros Obs.

2. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 2/2 . 3.18. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.NOTAS: 1. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.

V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 . 2 .10. 3 . - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND.Dispositivo para lacre da caixa 4 .Placa de fixação do medidor 346 VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.V.Tampa transparente em policarbonato com proteção U.18.02/1 Folha 1/2 .Corpo da caixa com proteção U.: Ver Notas na folha 2/2.

02/1 Folha 2/2 . A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. 2. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.18.10. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.NOTAS: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 3.

03/1 Folha 1/2 .272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: CORTE BB 1 .Tampa transparente em policarbonato com proteção U.18.V. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Placa de fixação do medidor Dimensões em milímetros Obs.Dispositivo para lacre da caixa 4 .10.: Ver Notas na folha 2/2. 2 . 3 .Corpo da caixa com proteção U.

A caixa de medição para instalação com medição voltada para a calçada deve ser lacrada por trás.03/1 Folha 2/2 . Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3.18.10. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.NOTAS: 1. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 2.

10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Placa de fixação do medidor VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.Corpo da caixa com proteção U.V.: Ver Notas na folha 2/2.04/1 Folha 1/2 .346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL 377 Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 346 1 . 3 . - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .Dispositivo para lacre da caixa 4 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.18. 2 .Tampa transparente em policarbonato com proteção U.V.

- Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 2.NOTAS: 1.18. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada.04/1 Folha 2/2 . Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.

Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor monopolar para proteção geral de instalação consumidora monofásica atendida em tensão secundária de distribuição.136 ± 11 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 112 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.18.05/1 Folha 1/1 .10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M instalação de disjuntor monopolar Norma de Distribuição ND.

18. Esta caixa se destina a instalação de disjuntor bipolar para proteção geral de instalação consumidora bifásica atendida em tensão secundária de distribuição.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.201 ± 27 162 ± 15 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 119 ± 21 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.06/1 Folha 1/1 . - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B instalação de disjuntor bipolar Norma de Distribuição ND.

18.10.07/1 Folha 1/1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T instalação de disjuntor tripolar Norma de Distribuição ND. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor tripolar para proteção geral de instalação consumidora trifásica atendida em tensão secundária de distribuição.259 ± 31 186 ± 9 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTRA FRONTAL 142 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.340 B 160 B 560 600 400 A A CORTE AA VISTA FRONTAL 300 VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros NOTA: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .19. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.10.

02/1 Folha 1/1 .10.19. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.C 540 504 500 A C A CORTE AA VISTA FRONTAL 640 300 302 300 20 302 75 180 75 600 CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo III (polifásica) Norma de Distribuição ND.

01/1 Folha 1/2 .100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 14 furos de Ø18mm Identificação 4 000 ± 50 1 500 7 500 130 230 Ø18 1 350 Traço demarcatório do engastamento FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs.20.10.: Ver Notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº21 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.

2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento 3.01/1 Folha 2/2 . Desenho nº21– Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.10. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452 Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.20.NOTA: 1.

21.01/1 Folha 1/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Encaixe para pingadeira Cavidade para colocação do lacre Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção 1 350 Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 600 Furos Ø 18 mm Curva de PVC . Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.45º Eletroduto de entrada 7 500 Identificação do poste 70 máx.10.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 4. As tampas metálicas devem ser aterradas. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. diâmetros dos eletrodutos. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. aterramentos. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. proteção.21. 8. conforme Tabela 1 ou 2. 5. 6. A caixa de medição deve ser lacrada pela lado oposto ao do visor. 3.10.01/1 Folha 2/2 . 7. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. 2. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor. com a medição voltada para a calçada.NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND.45º 7 500 Identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento 1 350 Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10.600 100 Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada Curva de PVC .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 1/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.21.

21. 8. diâmetros dos eletrodutos. 5. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND. 4.NOTAS: 1. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. proteção. A caixa de medição deve ser lacrada pela frente. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. 7. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 6. 2.02/1 Folha 2/2 .10. com instalação lateral. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. 3. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. conforme Tabela 1 ou 2. As tampas metálicas devem ser aterradas. aterramentos. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor.

100 600 Furos Ø 18 mm 400 Curvas de PVC .45º Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Cavidades para colocação dos lacres Caixa da proteção Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.21. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.03/1 Folha 1/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.

2. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3. 8. com as medições voltadas para a calçada. 5.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. aterramentos. As tampas metálicas devem ser aterradas. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. As caixas de medição devem ser lacradas pela lado oposto ao do visor. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.NOTAS: 1. conforme Tabela 1 ou 2. 7. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento.03/1 Folha 2/2 . 4.21. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. 6. proteção. diâmetros dos eletrodutos.10. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.21.04/1 Folha 1/2 .45º Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND.600 100 400 Curvas de PVC .10.

21.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. com instalação lateral. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. 8. 3. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 4. conforme Tabela 1 ou 2. aterramentos.10. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor.04/1 Folha 2/2 . 2. 6. diâmetros dos eletrodutos. 5. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. As caixas de medição devem ser lacradas pela frente. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.NOTAS: 1. proteção. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. As tampas metálicas devem ser aterradas. 7. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Tampa (ver detalhe) 10 45 Ø 78 20.1 150 Furo de Ø 18 mm (mesmo sentido do furo para verificação da parede) Ø111 Ø 85 Ø 104 DETALHE DA TAMPA D A A e 7500 CORTE A . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.01/1 Folha 1/2 . Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.22.A Furo para verificação da espessura da parede (Ø18) Traço demarcatório para verificação do engastamento 1350 1100 1500 Furo para conexão do aterramento com rosca M6 Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10.

22. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.NOTAS: 1. 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. Os poste de aço de seção circular devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 2/2 .

22.02/1 Folha 1/2 .150 A Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha A 80 7500 ± 25 80 Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha e 1500 ± 25 CORTE AA 1350 Rebite e/ou traço demarcatório p/ verificação de engastamento Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.

Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 2/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. Os poste de aço de seção quadrada devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO.22. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.NOTAS: 2.

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