Fornecimento de Energia Elétrica em
Tensão
Secundária
a
Edificações
Individuais
Norma

Revisão 04 – 03/2009
NORMA ND.10

Nova América Campinas – SP Tel. 321 – Jd.: (19) 2122 . Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia Rua Ary Antenor de Souza.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Campinas – SP.elektro.1000 E-mail: elektro@elektro.A.com.br ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.br Site: www.ND.com. 2009 121 páginas Revisão 04 –03/2009 .

Aprovações Engo André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Engo Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras Revisão 04 –03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Revisão 04 –03/2009 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Elaboração Enga Clarice Itokazu Oshiro Engo Emerson Ricardo Furlaneto ND.ND.10 Revisão 04 –03/2009 .

dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.ND. Revisão 04 –03/2009 .

............................................ 14 4............................................... 14 4.................10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INDICE CONTROLE DAS REVISÕES........... 17 5.......................................................... TIPOS E LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO ............................................................ 14 4....................................... LIGAÇÕES DE CARGAS ESPECIAIS .........9....................... 15 4...................................... TENSÕES E SISTEMAS DE FORNECIMENTO.................................................... 22 6.................. 13 3....................... CONSERVAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA .................. 19 5.......... 15 5.................................................... INSTALAÇÕES EM CONDOMÍNIOS ................. LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO .......... DEMANDA ........................................................................................16...........................................................................3...6.. PONTO DE ENTREGA....18... 15 5.... 17 5..............................................14........................ CONDIÇÕES GERAIS .......................... RAMAL DE LIGAÇÃO .........................................................................15.......4...............................9.......................... 19 5.......................... POSTE PARTICULAR ...................................................... PADRÕES DE ENTRADA .........10.5.................................................. 13 3..ND........................................... 15 4..................................................... PADRÃO DE ENTRADA ............................... RAMAL DE ENTRADA .. NORMAS DA ABNT ...............2. PONTALETE ... 15 4.......................................................................2....... 18 5............................... 22 Página 7 Revisão 04 – 03/2009 .......................15................... 18 5...............................................................8......................................................................... 19 5.............................................12........................................................................................1..................... 13 1........................... 14 4............................................1..... 15 4..... 18 5...................... ANCORAGEM ................................................................... SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO ..... CAIXA PARA DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ............................................................................................................ CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ................................................... 15 4.... INSTALAÇÕES ESPECIAIS ..........................................................................11 INTRODUÇÃO ........................... 21 6................................................ 15 4. CARGA INSTALADA ...................................1.....................6.... 14 4................. 14 4..............................4........................................ 13 2..........................12..................11...............7...................................................... 18 5. 14 4...............5............13...................... BOMBAS DE INCÊNDIO ...........................................17.............................. PEDIDO DE LIGAÇÃO ............... 14 4.................................................... 18 5............................................ 16 5........ ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ................................. TIPOS DE ATENDIMENTO ...............................3...................................2...11.........7........... 19 5.............8..... CAIXA DE MEDIÇÃO INDIRETA ................................................. CONSUMIDOR ......... LIMITE DE PROPRIEDADE ............................................................................................................ MEDIDOR......................... CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................ LIMITES DE FORNECIMENTO ....... TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES ....................... 17 5................................ 14 4................. REGULAMENTAÇÃO ..............................3...............................14.................................. INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ..........................8....... APRESENTAÇÃO DE ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA) .................................. CONCESSIONÁRIO DE ENERGIA ELÉTRICA .........................................................................1........................................10...................................................................................................... EXECUÇÃO DAS CONEXÕES E ANCORAGENS ............................................................ CIRCUITO ALIMENTADOR ........................................................................... 14 4............................................................................................................................................. OBJETIVO ............................................................................................................................... 14 4........................... 15 5............................... FORNECIMENTO DE MATERIAIS DA ENTRADA DE SERVIÇO ................................. 20 5.......................................... RAMAL DE LIGAÇÃO ............................................................................................................................2.........13................................................................ CAIXA DE MEDIÇÃO ........................ 15 4................................. 15 4........................ 13 3......................................................8....................................................................................................................... OUTRAS ................................................................... 21 6.....................1....... GERAÇÃO PRÓPRIA ................ 20 6.......2............................................................................................. REFERÊNCIAS NORMATIVAS .............................................................................................. 20 5...

.....3...................... 25 9......2.......... MEDIÇÃO DIRETA ....7..3.......................................... TIPOS ........................ 27 11..........2...................................................... 26 11.................. 29 11......................................... 32 TABELAS .......................................... DIMENSIONAMENTO ...................... MEDIÇÃO ............................. RAMAL DE ENTRADA .........................................1.........3. 30 15........... PROTEÇÃO ........ 29 13....................................................................................... 25 10.................................. ISOLADOR CASTANHA ................................................................ 25 9............................................. 26 11......................................... 24 9................................................................... 39 DESENHOS ...................................2................. 26 11...................1............................... CONDIÇÕES GERAIS ...2..................................................................................................................3....................................................................... DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO .............................................................................5.... LOCALIZAÇÃO...... 24 9........................................................................ ELETRODUTOS.....1.........8............................ ATERRAMENTO .. SUPORTE DO RAMAL DE LIGAÇÃO .. 28 11.......................................................................................... 23 8..........................................................5............................4................ PARTIDA DE MOTORES .......... 25 10.............................................................................. 29 14........................... FERRAGENS ....... 57 Página 8 Revisão 04 – 03/2009 ........................................ 32 16..............................................2............... 28 11..........2............................... DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA .ND..... 29 12...........3......... MEDIÇÃO PARA DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO ....................................... 22 7................. 28 11............................................................................. CÁLCULO DA DEMANDA .................................. ISOLADOR ROLDANA ..........1........................................ 26 11.1..................................................................1........... PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES ................................................................................................. 29 11........................................... MATERIAL .....................................................................................................4.......................................... MEDIÇÃO INDIRETA ..................................... 24 8...................... CONDIÇÕES GERAIS .................................................................................................................................................................. 26 11.............................................................................................. ELETRODUTOS.................... FIXAÇÃO DA CAIXA AO POSTE ..................... 29 11................1............................ 28 11................................................................................... 23 8............................................... CÁLCULO DA CARGA INSTALADA.......5..............................2..........3............................................................ CONDUTORES .........2............................... POSTES E PONTALETES ..............................................................10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 7..................................5.............................................................1......................................... HASTE DE ATERRAMENTO .................................. 25 9................................................................................................................................................ CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO ....................... MONTAGEM ....................................... CONDUTORES ......................................................................4....................... EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA .................................. 25 10............................................................................................................... 24 9.................................................................................................................................. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA .......................................... 26 10............... PONTALETE .............................................................................................................6...... 26 11............. 28 11.......4.......................................................................... 23 8......... MEDIÇÃO NA DIVISA DE DUAS PROPRIEDADES ................................... POSTE PARTICULAR ............ 22 7..............................................

04.03/1 Esquemas de ligações das medições ND.Instalação em muro ND.01/1 Padrão de entrada para medição indireta .01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VI .10.04.Instalação ao tempo ND.10.10.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.10.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ÍNDICE DE DESENHOS Componentes da entrada de serviço ND.10.Instalação com pontalete ND.03.Instalação com leitura voltada para calçada ND.Instalação em muro ND.11.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo V .Instalação em parede ND.10.04.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo IV .10.10.10.10.09.05.Instalação abrigada ND.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .01/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental ND.10.10.10.03/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .01/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno ND.01/1 Página 9 Revisão 04 – 03/2009 .10.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .01/1 Detalhes de aterramento ND.Instalação ao tempo ND.10.08.01/1 Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.02/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa ND.02.04.01/1 Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.03.Instalação em muro ND.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VII .01/1 Localização preferencial da caixa de medição ND.04/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .01/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .10.05.07.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.15.09.10.14.01/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico ND.02/1 Disposições da entrada de serviço ND.10.10.02.12.01/1 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada ND.06.10.10.13.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .Instalação ao tempo ND.01.Instalação com leitura voltada para calçada ND.ND.10.10.08.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual

ND.10.16.01/1

Caixa de medição metálica tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.17.01/1

Caixa de medição metálica tipo III (polifásica)

ND.10.17.02/1

Caixa de medição metálica tipo IV - leitura voltada para calçada - (monofásica e
bifásica)

ND.10.17.03/1

Caixa de medição metálica tipo V - leitura voltada para calçada -(polifásica)

ND.10.17.04/1

Caixa de medição metálica tipo K - (instalação de 2 medidores)

ND.10.17.05/1

Caixa de medição metálica tipo M - medição indireta

ND.10.17.06/1

Caixa seccionadora tipo T - proteção geral em medição indireta

ND.10.17.07/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A - instalação lateral

ND.10.18.01/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B - Instalação lateral

ND.10.18.02/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A - medição voltada para calçada

ND.10.18.03/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição voltada para calçada

ND.10.18.04/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M - instalação de disjuntor monopolar

ND.10.18.05/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B - instalação de disjuntor bipolar

ND.10.18.06/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T - instalação de disjuntor tripolar

ND.10.18.07/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.19.01/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo III - (polifásica)

ND.10.19.021

Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor

ND.10.20.01/1

Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - medição
voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - instalação
lateral
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral

ND.10.21.01/1
ND.10.21.02/1
ND.10.21.03/1
ND.10.21.04/1

Poste tubular de aço - seção circular

ND.10.22.01/1

Poste tubular de aço - seção quadrada

ND.10.22.02/1

Página 10

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

CONTROLE DE REVISÕES
Revisão

Data

Descrição 
Inclusão de padrões com caixa de policarbonato; 
Atualização de referências de Normas Brasileiras; 
Exigência de ART; 
Alteração do limite de utilização para até 2 consumidores
trifásicos;

04

31/03/2009 

Padronização de poste de aço de seção quadrada; 
Alteração do Dimensionamento dos postes em relação ao ramal
de ligação padronizados; 
Inclusão de tabelas para dimensionamento de eletroduto e poste
para atendimento a dois consumidores no mesmo terreno. 
Estanho de condutores de classe 5 e 6 na entrada do padrão

Página 11

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Página 12

Revisão 04 – 03/2009

.Requisitos de desempenho.Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão . CAMPO DE APLICAÇÃO 2.Eletroduto rígido de aço-carbono.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INTRODUÇÃO 1. 2. praças e jardins.NBR 15465:2007 .Instalações elétricas de baixa tensão. vigentes na época da publicação. Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados. As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas.Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para instalações fixas. retangular e especiais para fins industriais.Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares. ..Chaves de faca.Parte 2: Disjuntores. com costura.Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de baixa tensão . com revestimento protetor e rosca NBR 8133. Página 13 Revisão 04 – 03/2009 . OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de concessão da ELEKTRO.NBR 5410:2004 .Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios.1. com carga instalada até 75 kW. 2. .Tubos de aço-carbono com costura de seção circular. a serem ligadas nas redes aéreas de distribuição secundárias.NBR 5624:1993 . .NBR NM 60898:2004 . É exigido o cumprimento desta Norma em instalações novas.Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V.NBR 13571 . comerciais e industriais. Aplica-se às instalações consumidoras residenciais. quadrada.Determinação da elasticidade.NBR 5355:1981 . esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo. Em casos de reformas. de características usuais. .3. ligações provisórias com medição. não blindadas para baixa tensão. 2. desde que as condições técnicas permitam.NBR NM 280:2002 – Condutores de cabos isolados. . . 3.NBR 6124:1980 .NBR 6591:1981 . . quando aplicáveis.Requisitos de desempenho e métodos de ensaio. Normas da ABNT . absorção de água e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado. carga de ruptura.2.NBR IEC 61643-1:2007 . 3. obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáveis. . REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para a utilização desta Norma pode haver a necessidade da consulta aos seguintes documentos.NBR IEC 60947-2:1998 . .NBR NM 247-3:2002 . dependendo das condições técnicas e de segurança. estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede aérea. .Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão . tipo seccionadora.ND.1. inclusive .

inclusive. Demanda Potência requisitada por determinada carga instalada.8. que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais.NBR 6249:2001 . .9. estão em condições de entrar em funcionamento. dimensões e tolerâncias.1. utilizada nas medições indiretas.Isolador-castanha .Dimensões.Formatos. Página 14 Revisão 04 – 03/2009 . Consumidor Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. 4.Isolador-roldana de porcelana ou de vidro . TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4. 4. Carga instalada Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo. Caixa de medição indireta Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC). 4. aqui representada pela ELEKTRO.NBR 7285 .2. 4. 4. urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica .11. 4. 4.Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. Entrada de serviço da instalação consumidora Condutores. medidor(es) e seus acessórios e chave seccionadora sem fusíveis.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais . características e procedimentos de ensaio.Especificação. bem como do dispositivo de proteção. 4.NBR 6248:2001 . . Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada.5.2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). 3. .6. Caixa de medição Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios. 4. características e procedimentos de ensaio.Dimensões. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e a medição e proteção.4.ND.NBR 8159:1984 .7.2. Circuito alimentador Instalação elétrica compreendida entre a proteção geral e o quadro de distribuição da unidade consumidora. em kVA. Concessionário de energia elétrica Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços públicos de energia elétrica.6/1 kV – Sem cobertura . Outras Resolução nº 456 de 29.3. os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação.Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas.

12. aterramento e ferragens. Página 15 Revisão 04 – 03/2009 .1. 4. Ramal de ligação Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. Ramal de entrada Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição e proteção. Pontalete Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.11. 4. elevar e/ou desviar o ramal de ligação. instalado pela ELEKTRO. de responsabilidade do consumidor. 5. 4.ND. Medidor Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa. pela operação e pela manutenção. O ponto de entrega deve estar situado no limite com a via pública ou recuado no máximo a um metro do limite de propriedade do consumidor com a via pública. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar.13. poste particular ou pontalete.16. responsabilizando-se pela execução dos serviços. 4. 4.18. bem como. com medição individualizada.14. caixas. com participação nos investimentos necessários. proteção.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 4.15. no alinhamento designado pelos poderes públicos.10. Padrão de entrada Instalação compreendendo ramal de entrada. bem como. A localização física do ponto de entrega é o ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo no isolador fixado no pontalete ou poste do consumidor. caracterizadas pela entrega de energia elétrica em um só ponto. é de interesse do futuro consumidor entrar em contato com a ELEKTRO a fim de se informar quanto aos detalhes desta Norma aplicáveis ao seu caso.17. Limite de propriedade São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. inclusive. preparada de forma a permitir a ligação de uma unidade consumidora à rede da ELEKTRO. 4. Instalação consumidora Instalações de um único consumidor. 4. Ponto de entrega E o ponto até o qual a ELEKTRO se obriga a fornecer energia elétrica. 4. Regulamentação a) Antes do início da obra civil da edificação. das condições comerciais para sua ligação e do pedido de ligação.

devidamente credenciados. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. que as mesmas sejam desligadas até a adequação do sistema de fornecimento. Conservação do padrão de entrada O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes do padrão de entrada. devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo determinado pela ELEKTRO. a seu exclusivo critério. g) Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de suas instalações o mais próximo possível da unidade. As instalações elétricas internas após a medição e a proteção devem atender a NBR 5410.ND. o consumidor será notificado das irregularidades existentes. Página 16 Revisão 04 – 03/2009 . m) Os casos não especificamente abordados nesta Norma serão objetos de consulta à ELEKTRO. em qualquer tempo. dispositivos de proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. às instalações elétricas de sua propriedade. for constatada que determinadas cargas ocasionam perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da ELEKTRO. O consumidor é responsável pelos danos eventuais causados aos materiais e equipamentos de propriedade da ELEKTRO.2.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais. c) O padrão de entrada deve ser instalado de modo que sejam respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações.92). 3ª Edição de Maio de 2004. j) Não é permitida a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos limites de sua propriedade ou a propriedade de terceiros. h) A entrada de serviço que em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento de terrenos ficar em propriedade de terceiros. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança. poste. e) Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único medidor. f) Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades de consumo. a critério da ELEKTRO. será ligada somente após a prévia concordância da ELEKTRO. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. 5. esta pode exigir. k) O consumidor deve permitir.10 . o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas legislações em vigor. d) O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica à ELEKTRO quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas. sob responsabilidade do consumidor. mesmo que o fornecimento de energia seja gratuito. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO. às expensas do consumidor.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais b) O consumidor cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma não será ligado. alterações no sistema elétrico. i) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. às expensas do consumidor. n) Esta Norma cancela e substitui a Norma ND. que providenciará. será passível de correção no seu todo ou em parte. estabelecidos nas Normas Brasileiras. caixa de medição. Sendo constatado nas instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo inferior ao limite mínimo permitido (0. l) Se após a ligação da unidade consumidora.

estando sujeitos a aprovação pela ELEKTRO.d (ART de execução). . isolador e outros) são fornecidos e instalados pelo consumidor. Página 17 Revisão 04 – 03/2009 . independente da categoria de atendimento. devidamente preenchida e autenticada. Arquitetura e Agronomia. bem como.Conselho Federal de Engenharia. para a verificação da possibilidade de atendimento.4.1.5 (ART de execução do padrão de entrada). . conforme item 5. dispositivo de proteção. Deve ser informado o número da ART e quando solicitado pela Elektro a cópia da ART. observando os prazos e condições impostas pela legislação em vigor. 5. 5. e comerciais com ligações trifásicas (ART de execução do padrão de entrada). A categoria de atendimento ficará sujeita a confirmação da ELEKTRO. c) Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características deve ser previamente submetido à apreciação da ELEKTRO. transformadores de corrente e acessórios). Os profissionais devem apresentar.5.e (ART do projeto e execução). sempre que solicitadas.Instalações definitivas destinadas às atividades industriais. o croqui da localização do imóvel em relação às vias públicas.5.Instalações consumidoras cuja demanda exija proteção acima de 100 A. com indicação da posição do padrão de entrada e fornecendo documentos pessoais e/ou comerciais. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . armação secundária. conforme item 6. a ELEKTRO informará sobre a necessidade ou não de execução de serviços na rede. eletrodutos. .3.Deslocamento do ponto de ancoragem do ramal de ligação por obstrução do acesso ao ponto de entrega.12 (ART de execução do padrão de entrada).Utilização de acessório ou ferragem não padronizada que alterem as condições normais do poste. conforme item 9.3. conforme item 11.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 5. b) Os demais materiais da entrada de serviço (poste. o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO. Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) 5.5. são fornecidos e instalados pela ELEKTRO. também. condutores do ramal de entrada. conforme padronização contida nesta Norma. informando detalhadamente a carga instalada. . 5.3.Geração própria. conforme item 5. o endereço e quando solicitado. a respectiva guia da ART e cópia da carteira do CREA com anotações de suas atribuições. caixa de medição. A Elektro aceitará a ART de todo profissional legalmente habilitado para assumir a responsabilidade técnica para padrões de energia elétrica em tensão até 380V e potência até 75kW. Pedido de ligação a) Para solicitar a ligação. conforme item 13. b) Em resposta ao pedido de ligação.13 (ART do projeto e/ou execução).Poste de concreto armado construído no local.3.ND. Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação e os equipamentos de medição (medidores. As atribuições específicas dos profissionais habilitados encontram-se anotadas nas carteiras expedidas pelo CREA.2. para as seguintes situações: . o ponto conveniente de entrega de energia.Instalações especiais. conforme item 6. .1.e (ART de execução). o custo a ser pago pelo interessado. .

e acima de 15 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 220/380 V. 5. . condições e exigências contidas nessa norma para a ART de responsabilidade de projeto e execução dos padrões de entrada requeridos.quatro fios. Limites de fornecimento O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW. sendo que as instalações com carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição. uma fase e neutro.Tipo A (monofásico) .Tipo C (trifásico) . Tensões e sistemas de fornecimento A ELEKTRO fornece energia elétrica nas tensões secundárias nominais de 220/127 V (220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro).Três fios (duas fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 12 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 127/220 V.Dois fios (fase e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada até 12 kW para tensão de fornecimento 127/220 V. Devem ser observadas todos os casos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais É de total responsabilidade de cada profissional verificar suas competências e atribuições designadas pelos CREAs e CONFEA para a emissão de ART que a Elektro determina nessa norma. b) Tipo B (bifásico) .8. duas fases e neutro.2.três fios. 5.8.1.6. e até 15 kW para tensão de fornecimento 220/380V. a Elektro acionará o CREA responsável para solicitar informações pertinentes informando o número da ART em questão. três fases e neutro. 5. Limitações de atendimento As limitações de potência de motores ou solda a motor das categorias de atendimento estão indicadas nas tabelas 1 e 2. Tipos de atendimento São três os tipos de atendimento. a saber: . As limitações de carga instalada e potências de equipamentos especiais estão indicadas nos subitens a seguir: a) Tipo A (monofásico) . sistema estrela com neutro e freqüência nominal de 60 Hz.7. escrito claramente o Caso aconteça algum fato que o profissional mereça ser acionado em decorrência de anormalidade relativa ao projeto e execução prevista na ART emitida. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: Página 18 Revisão 04 – 03/2009 . exceto para parte da cidade de São João da Boa Vista onde as tensões são de 380/220 V (380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro).ND. não objeto desta Norma. Observar o campo 27 da ART que deverá estar serviço/responsabilidade referente ao padrão construído.8.Tipo B (bifásico) . .dois fios. 5. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de aparelhos de raios-X ou máquinas de solda a transformador. Tipos e limitações de atendimento 5.

são tratadas como cargas especiais. caso necessário.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA. c) Tipo C (trifásico) . 5. Instalações em condomínios Em conjuntos residenciais ou condomínios fechados constituídos de casas. a critério da ELEKTRO. Instalações especiais a) São instalações destinadas a locais onde são desenvolvidas atividades que propiciem aglomerações ou fluxos de pessoas e são atendidas com ligações Página 19 Revisão 04 – 03/2009 .10. 5.Quatro fios (três fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 25 até 75 kW para as tensões de fornecimento 127/220 V e 220/380 V. . eletrogalvanização e similares ou quaisquer outras. devem ser efetuados estudos específicos para sua ligação. sendo obedecidos os procedimentos comerciais aplicáveis. pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora e/ou pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico.50 kW ou trifásicos com potência superior a 20 kVA. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: . a serem executadas pela ELEKTRO.01/1. necessariamente.9. b) Os interessados cujas entradas consumidoras estejam enquadradas neste item. independente da carga instalada. e ainda outras que apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta Norma. Ligações de cargas especiais a) A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica. e) Quando o consumidor tiver equipamento bifásico (FF) ou trifásico (FFF).aparelho de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. 5. . Bombas de incêndio O conjunto moto-bomba deve ser ligado.aparelhos de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. motores com partida freqüente. as ligações das unidades consumidoras devem ser feitas de acordo com esta Norma. d) Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas. a devida orientação. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. derivando da entrada consumidora antes da chave geral e após a medição.16.11. aparelho de raios-X.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA ou da classe 220 V com mais de 10 kVA. causadores de distúrbios de tensão ou corrente.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais . com potência superior a 30 kVA. da classe 220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte.10. Para esses casos. devem procurar a ELEKTRO antes da execução de suas instalações para fornecer detalhes e dados técnicos e receberem. o enquadramento pode ser efetuado no tipo de atendimento correspondente. conforme desenho ND.50 kW.12. Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba.ND. 5.

deve ser apresentada a ART de execução do padrão de entrada junto com o pedido de ligação ou no ato da vistoria.1. Em toda instalação de gerador particular para atendimento de emergência. juntamente com a(s) ART(s) de projeto e/ou execução.01/1 a ND. Geração própria O paralelismo entre geradores particulares e o sistema da ELEKTRO não é permitido em hipótese alguma. Consideram-se.10. bem como.2. 5.14.15.15. as especificações técnicas do equipamento para ser previamente liberado pela ELEKTRO. d) por atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da ELEKTRO. fogos de artifícios.15. c) interligação clandestina ou religação à revelia. mediante prévia comunicação ao consumidor. ainda. b) Para as instalações acima e em todas as ligações provisórias. cuja responsabilidade seja imputada ao consumidor.10. ainda. e) pelo descumprimento das exigências da ELEKTRO em função da aplicação do item 5. etc.11. parques de diversão e locais para realização de festividades..13.04. sendo obrigatória a instalação de chave reversível para impossibilitar o funcionamento em paralelo com o sistema da ELEKTRO. o descumprimento das normas que regem a prestação do serviço público de energia elétrica. 5. d) deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens. instalações especiais aquelas destinadas a locais que pela natureza dos trabalhos neles executados ou dos materiais neles mantidos. possa haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos. que provoquem alterações nas condições de fornecimento ou de medição. b) por atraso no pagamento de encargos e serviços relativos ao fornecimento de energia elétrica prestados mediante autorização do consumidor. tais como: circos. após o decurso de 15 (quinze) dias de seu vencimento. sem a devida autorização federal. Página 20 Revisão 04 – 03/2009 . O neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO. comícios. Suspensão do fornecimento 5. pode suspender o fornecimento: a) por atraso no pagamento da conta. A ELEKTRO pode suspender o fornecimento quando verificar a ocorrência de: a) utilização de artifício ou qualquer outro meio fraudulento ou.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais provisórias. prática de violência nos equipamentos.03/1 estabelecem as orientações mínimas necessárias para a montagem dos padrões de entrada de acordo com o tipo de atendimento.10. bem como. b) revenda ou fornecimento de energia a terceiros. 5. espetáculos e exposições. c) por atraso no pagamento dos serviços executados pela ELEKTRO. combustíveis. A ELEKTRO.ND. Padrões de entrada Os desenhos ND. deve ser apresentado o projeto da instalação interna. tais como: gás. 5.

decorrido o prazo mínimo de 90 (noventa) dias da respectiva notificação. bem como para as inspeções necessárias nos casos previstos na letra d) item 5.10.ABNT. para fins de leitura.1. ser perfeitamente visível e não cruzar terrenos de terceiros. j) Havendo cruzamentos com cabos e fios isolados de comunicação ou sinalização.02.15. .60 m acima desses. g) e h) deste item.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) por rompimento de lacres. i) quando se verificar impedimento ao acesso de empregados e prepostos da ELEKTRO em qualquer local onde se encontrem condutores e aparelhos de propriedade desta. g) se o consumidor deixar de reformar e/ou substituir.2. devendo ser observadas as disposições do desenho ND.ND.50 m nos locais exclusivos a pedestres.50 m nas entradas de garagens residenciais. Condições gerais a) O ramal de ligação é fornecido e instalado pela ELEKTRO. h) quando concluídas as obras servidas por ligação provisória e não forem providenciadas as instalações necessárias para a ligação definitiva.02/1. conforme critérios estabelecidos no item 9. medidas na vertical.03. ficar livre de qualquer obstáculo. e) A participação financeira do consumidor obedece a legislação vigente e a prática de atendimento de mercado da ELEKTRO. conforme desenho ND.5. dando-se preferência a aquele em que estiver situada a entrada da edificação. o ramal de ligação deve situar-se no mínimo a 0. é permitida a entrada do ramal de ligação por qualquer um dos lados.01/1. terraços. h) É permitida a ligação de dois consumidores localizados no mesmo terreno por meio de um único ramal de ligação. cuja responsabilidade seja imputável ao consumidor. as suas instalações que estiverem em desacordo com as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis.50 m no cruzamento de ruas e avenidas e sobre entradas de garagens de veículos pesados. mesmo que não provoquem alterações nas condições do fornecimento e/ou da medição. 6. d) O vão livre não deve ser superior a 30 m. janelas ou sacadas adjacentes. ou com as normas e padrões da ELEKTRO. conforme critérios estabelecidos no item 9. e letras f). estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. c) Se o terreno for de esquina ou possuir acesso a duas ruas. i) É permitida a ligação de dois consumidores por meio de um único ramal de ligação encabeçado no poste particular na divisa das duas propriedades. f) Não deve ser facilmente alcançável de áreas. e que ofereçam riscos à segurança.4. balcões.3. . b) Deve entrar pela frente do terreno. entre o condutor inferior e o solo: . RAMAL DE LIGAÇÃO 6. g) Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas. Página 21 Revisão 04 – 03/2009 .10.3.1.

quando o poste da ELEKTRO situar-se do mesmo lado da rua. RAMAL DE ENTRADA Deve ser executado pelo consumidor.10. Para capacidade de condução de corrente dos condutores. quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos pesados. b) Para condutores com seções superiores 10 mm2 é obrigatório o uso de cabos.2. Podem ser utilizados. c) O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro. d) Nos casos em que ocorrer obstrução do acesso ao ponto de entrega (por exemplo: colocação de lambris na fachada. os componentes do ramal de entrada devem ser redimensionados.15.5. etc.01/1.6. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução.0 m. e) Na impossibilidade de deslocamento do poste e for necessária a utilização de acessório ou ferragem não padronizado para evitar o cruzamento do ramal de ligação com terreno de terceiro ou desviar de obstáculo. exceto condutor com isolação na cor verde. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com PVC com características de acordo com o item 11. devido à diferença de ampacidade em relação aos condutores de cobre isolados com PVC. Nesse caso. de 6.4. Página 22 Revisão 04 – 03/2009 . Nesse caso. b) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada quando o poste da ELEKTRO situar-se do outro lado da rua deve ser. quando o ramal de ligação não cruzar garagens.1 e serem dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. condutores de cobre isolados com EPR ou XLPE.10.1. e) Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada.01/1. .0 m. Ver desenho ND.02. Ancoragem a) O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser preparado pelo consumidor com a instalação da armação secundária e isolador roldana. luminosos. c) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 6. também. Neste caso.ND. d) Deve haver continuidade do neutro. Execução das conexões e ancoragens As conexões e a ancoragens do ramal de ligação na rede secundária de distribuição e no ponto de entrega são executadas pela ELEKTRO.0 m. quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não acessíveis a veículos pesados. painéis. disjuntor ou fusível. esse dispositivo deve ser dimensionado para suportar. o esforço nominal do poste e ser instalado de modo que não altere as suas características. 7. deve ser no mínimo igual a: . o ponto de entrega deve ser relocado pelo consumidor para um local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. no mínimo. . ver tabela 17.). 6. no mínimo.3. grades. sendo nele vedado o uso de chave. embutido em eletroduto e obedecer aos requisitos indicados nos itens seguintes: 7. conforme desenho ND. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução .0 m.

Condições gerais a) A proteção geral contra sobrecorrentes e curtos-circuitos deve ser localizada após a medição. conforme NBR NM 247-3. quando situada junto ao limite da via pública. a sua continuidade.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de ligação nas condições dos padrões construtivos.fio de cobre de 2. Página 23 Revisão 04 – 03/2009 . j) Os eletrodutos devem ter espessuras de parede e diâmetros externos conforme indicado nas tabelas 18 e 19. d) As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos. g) Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135º. conforme desenho ND. c) Podem ser embutidos nos casos de postes de concreto armado moldado no local ou na estrutura da edificação. no mínimo. sobras de condutores de. PROTEÇÃO 8.1. a mesma seção dos condutores do ramal de entrada. em três pontos. 600 mm. para ligação no borne do medidor devem ser estanhadas. A curva ou cabeçote deve ser de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.04/1. no mínimo. b) O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar sua interrupção assegurando assim. no mínimo. b) Devem ser instalados externamente ao poste particular e fixado com uma das alternativas a seguir: .braçadeiras ou cintas de aço carbono com revestimento de zinco por imersão a quente ou liga de alumínio.5 mm2. 7. ser instalada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma e dimensionada conforme as tabelas 1 ou 2.2. As pontas dos condutores. Eletrodutos a) Devem ser de PVC rígido rosqueável ou de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente com características conforme item 11. podem ser utilizadas bengalas de mesmo material que os eletrodutos. Essa fixação do eletroduto ao poste particular deve ser feita. no mínimo. i) Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição.10. g) Os condutores do circuito alimentador até o quadro de distribuição devem ter. bem como aos equipamentos de medição e proteção.2. . conforme os padrões construtivos. de forma a permitir que se faça a “pingadeira”. e) A junção entre eletroduto e a caixa deve ser feita por meio de bucha de proteção e arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora. f) Em regiões litorâneas somente é permitida a instalação de eletroduto de PVC rígido. quando da instalação ao tempo. todos os condutores devem ser flexíveis. com curvatura mínima de 135º. h) Alternativamente. . 8. i) Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço. h) Em caixa de medição com leitura voltada para calçada.arame de aço galvanizado de 14 BWG. classes 5 ou 6. devem possuir proteção com bucha para evitar danos à isolação dos condutores.ND.04.

sendo obrigatório quando se tratar de edificação no alinhamento da via pública.01/1 a ND. exceto quando utilizada chave seccionadora com abertura sob carga.2. - Chave seccionadora com abertura sob carga com dispositivo de proteção ou disjuntor. bifásicas e trifásicas.10.10.3.02/1. d) Deve ser instalada em local de fácil acesso para leitura por parte dos empregados da ELEKTRO.03/1. ou no poste particular. estes devem ser instalados junto ao ponto de entrada da instalação ou no quadro de distribuição principal. - Chave seccionadora sem dispositivo de proteção. Localização a) A medição deve ser instalada dentro da propriedade do consumidor. b) Para maior comodidade e segurança para o consumidor.0 m do limite do terreno com a via pública.10. Proteção contra sobretensões De acordo com a NBR 5410 as instalações elétricas devem ser providas de proteção contra sobretensões transitórias de origem atmosférica ou de manobra transmitidas através da rede aérea. c) A medição não deve ficar afastada mais de 1. em varandas. sendo também permitida a utilização de chaves seccionadoras com fusíveis tipo NH. respectivamente. instalada após a medição. bipolares e tripolares nas ligações monofásicas. recomenda-se a instalação com a caixa de medição com leitura voltada para calçada.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais c) Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de fase em equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido a essas ocorrências. 9.10. 8.10. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V) ou de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento de 220/380 V). MEDIÇÃO 9.1. c) Nos casos de medição indireta. com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V).03. Dispositivos de proteção e seccionamento a) Devem ser utilizados para proteção geral da entrada consumidora disjuntores termomagnéticos unipolares. As localizações preferenciais da caixa de medição estão indicadas no desenho ND. 8. preferencialmente no limite dessa com a via pública. ou classe de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento 220/380 V).ND. Esse dispositivo não deve ser operado com carga. Quando for previsto o uso de dispositivos de proteção contra surtos (DPS). A seleção e instalação de dispositivos destinados a prover proteção da instalação e equipamentos contra sobretensões devem ser de acordo com a NBR 5410. instalada antes dos transformadores de corrente. Para edificações com características industriais ou comerciais em que Página 24 Revisão 04 – 03/2009 . o consumidor deve instalar as chaves com as características abaixo e conforme mostrado nos desenhos ND. A caixa de medição deve ser instalada no muro divisório ou na parede externa da própria edificação. b) A proteção geral deve ser feita com um único tipo de dispositivo de proteção.

5. Nesse caso.60 e 1. locais com má iluminação e sem condições de segurança.também. ATERRAMENTO 10.10.01/1. b) O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna do consumidor .02/1.PE (NBR 5410) pode ser interligado a haste de aterramento da entrada consumidora. Medição direta Para instalações com corrente de demanda até 100 A o atendimento será com medição direta. Para montagem do padrão de entrada ver desenho ND. bombas. Não é permitida a instalação de 2 (dois) postes num mesmo terreno. locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos.ND.1.10.4. para medição indireta entre 1. conforme desenho ND.03/1.80 m. Para a montagem do padrão da entrada ver desenho ND. tais como proximidades de máquinas. 9. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela execução do padrão de entrada.3. Condições gerais a) A entrada consumidora deve possuir um ponto de aterramento onde serão interligados o condutor neutro do ramal de entrada e os aterramentos da caixa de medição metálica e poste de aço.10. escadarias. tanques ou reservatórios. 10.13.10.10. Não são aceitos . e) Não são aceitas caixas de medição instaladas nos seguintes locais: copas. 9.09.09. Medição indireta Para instalações com corrente de demanda superior a 100 A a medição será indireta e a montagem do padrão de entrada deve ser de acordo com os desenhos ND. interior de vitrines.01/1 e ND. 9. inundações e trepidações excessivas.02/1.10.01/1 a ND.2. f) A caixa de medição direta deve ser instalada de maneira que sua face superior fique a uma altura compreendida entre 1. dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2.10. área entre prateleiras ou pavimento superior de qualquer edificação. o interessado deve apresentar um croqui para análise da área técnica competente da ELEKTRO.60 m em relação ao piso acabado. Os ramais de entrada dos consumidores serão independentes (um circuito para cada consumidor). Página 25 Revisão 04 – 03/2009 .04. 9. cozinhas.40 e 1.10. Para montagem do padrão de entrada ver desenhos de ND. e instalados num único eletroduto dimensionado conforme tabelas 21 ou 22 ou 23. Medição para dois consumidores no mesmo terreno Sistema de medição destinado a atender dois consumidores localizados no mesmo terreno.09. dependências sanitárias. Medição na divisa de duas propriedades É permitida a ligação de dois consumidores através de um único ramal de ligação encabeçado em um único poste desde que o poste fique situado na divisa das duas propriedades.01/1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais houver dificuldade na observância dessa distância.10.

2.ND. aço inoxidável. c) Nas instalações com medição voltada para a calçada é obrigatória a utilização no ramal de entrada dos condutores de cobre flexíveis de classe 5 ou 6 conforme NBR NM 247-3.3.10. b) Podem ser utilizados. 11. 11. e) O ponto de ligação do condutor de aterramento à haste deve estar protegido com massa calafetadora e ser acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada.01/1 a ND. Página 26 Revisão 04 – 03/2009 . c) O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a caixa de inspeção por meio de eletroduto de PVC. Somente depois de liberada a montagem da entrada consumidora. condutores de cobre com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. ferro fundido. Material a) As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço.3. e instalados conforme desenho ND. Os eletrodutos de aço devem possuir tratamento superficial (revestimento de zinco por imersão a quente). fibra de vidro.6 kV/1 kV. tão curto e retilíneo quanto possível.2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 10. d) Os tipos de hastes devem ser de acordo com o item 11.1.10.01/1.10. b) O condutor de aterramento deve ser de cobre nu. NBR 5598 e NBR 5624.14. fibra de vidro. a uma distância até 0. 10.1.10. conforme NBR 5597.03/1 são ilustrativas. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V. Caixas de medição e proteção 11.04. Eletrodutos Deve ser de PVC rígido rosqueável. conforme NBR 15465 ou de aço carbono. a haste pode ser coberta. visando reconstituir o piso. Montagem a) O aterramento deve ser instalado próximo da caixa de medição.3. policarbonato. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA Somente são aceitas caixas de medição e postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. aço inoxidável ou alumínio). também.6. b) Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não corrosível (policarbonato.50 m em relação à projeção da parte frontal do compartimento da proteção geral da caixa (em qualquer sentido). alumínio ou outro material previamente aprovado pela ELEKTRO. Dimensionamento Estão indicados nas tabelas 1 e 2 os dimensionamentos dos condutores de aterramento em função da categoria de atendimento do consumidor e tensão de fornecimento. classe A ou B. A relação dos fabricantes e os respectivos materiais homologados encontramse à disposição para consulta no site da ELEKTRO. As indicações do aterramento nos desenhos ND. sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção. 11. conforme NBR 7285. conforme NBR NM 247-3. 11.

h) Caixa de proteção tipo T Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades consumidoras com medição indireta. Página 27 Revisão 04 – 03/2009 . B ou C (monofásicos.2. bifásicos ou trifásicos). i) Caixa de proteção tipo S-M Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor monopolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. e) Caixas de medição tipos VI-A e VI-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo ou em muro. B ou C (monofásicos. f) Caixas de medição tipos VII-A e VII-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa deve ser dotada de tampa externa. bifásicos ou trifásicos).ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. Nas instalações ao tempo ou expostas (corredores. instalação com a medição voltada para a calçada. B ou C (monofásicos. bifásicos ou trifásicos). b) Caixa de medição e proteção tipo III Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A.3. g) Caixa de medição tipo M Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas unidades consumidoras com medição indireta. Tipos a) Caixa de medição e proteção tipo II Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. B ou C (monofásicos. d) Caixa de medição e proteção tipo V Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. bifásicos ou trifásicos). c) Caixa de medição e proteção tipo IV Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). instalação com medição voltada para a calçada. instalação com a medição voltada para a calçada. j) Caixa de proteção tipo S-B Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor bipolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. k) Caixa de proteção tipo S-T Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor tripolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.

22. de acordo com as padronizações da NBR 8159 e NBR 6249. respectivamente.35 m. h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada para a rua.10. contendo as necessárias especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável.em parede de alvenaria. desde que seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo. Página 28 Revisão 04 – 03/2009 .em poste ou pontalete. c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição.1. construídos no local. Somente após a vistoria ou ligação. conforme desenhos ND.4.21. Postes e pontaletes 11. Ferragens 11. ou concreto armado com caixa de medição incorporada. b) O comprimento nominal do poste particular é de 7.01/1 a ND.4.01/1.01/1 e ND.comprimento total do poste (m) e . deve ser instalada uma armação secundária de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana. . conforme desenho ND.ND. de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de maior resistência. Poste particular a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T". cinta ou braçadeira suporte.10 x L + 0. através de parafuso passante ou braçadeira.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11.2.5.04/1. c) Para as regiões litorâneas.20.g. Fixação da caixa ao poste A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante.60 (m) sendo: L .1.1. g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO. apresentando a respectiva guia da ART do projeto e execução.4. recomenda-se que as ferragens sejam de liga de alumínio.5 m com engastamento simples de 1.10.21. o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta. 11. o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço demarcatório. 11. Suporte do ramal de ligação a) Para sustentação do ramal de ligação. b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da seguinte forma: .5. ou de aço carbono seção circular ou quadrada. e engastado conforme a fórmula: e = 0. pode ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas especificadas no item 6. nos padrões com medição em muro ou mureta. f) Não são aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto.1. e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do ramal de ligação e o solo conforme item 6. e) São aceitos também postes de concreto armado.02/1.10.g. com chumbador.10.engastamento (m) d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e dimensionados de acordo com as tabelas 1 ou 2.22.10. conforme desenhos ND. Os furos destinados à fixação da caixa ao poste devem ser vedados com massa calafetadora.

Página 29 Revisão 04 – 03/2009 . bem como falta de fase. c) Deve ser exigida a instalação de motor com rotor bobinado e reostato de partida sempre que.1.10. e deve ser calculada de acordo com o critério a seguir: 13. em kW. ou quando condições de partida difícil o tornarem aconselhável. d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular ou quadrada. . CÁLCULO DA CARGA INSTALADA A carga instalada da instalação. coluna ou viga de edificação. b) Devem ser utilizados os dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos conforme a tabela 14. Isolador roldana Deve ter características conforme NBR 6249.0 m com engastamento mínimo de 1. b) Deve ter comprimento total de 3. O engastamento deve ser executado de maneira a garantir a carga para a qual foi dimensionado. PARTIDA DE MOTORES a) Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na NBR 5410. de 25x25x5 mm com 2400 mm de comprimento. Considerar também a carga mínima de tomadas para a cozinha. Isolador castanha Deve ter características conforme NBR 6248. com dimensões mínimas de acordo com o indicado nas tabelas 1 ou 2.haste de aço revestido de cobre de 12 mm de diâmetro (mínimo) e 2400 mm de comprimento e demais características de acordo NBR 13571.7. 11.1.6. conforme indicado na tabela 5.cantoneira de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente.0 m em laje.8. Iluminação e tomadas 13. 11.5.1. c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho ND.ND.04. Caso a área construída seja maior que 250 m2 o interessado deve declarar o número de tomadas previstas e considerar 100 W por tomada.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11.03/1. Instalação residencial Tomadas: Considerar no mínimo o número de tomadas indicadas na tabela 3. d) Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida. devido a sua potência. é básica para a determinação da categoria de atendimento da unidade consumidora. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. em função da área construída. 12. forem ultrapassados os limites estipulados na tabela 14. 13.2. 11. Haste de aterramento O aterramento junto ao padrão de entrada deve ser feito com um dos seguintes tipos hastes: . Pontalete a) Este tipo de instalação é permitido somente quando existirem condições que impeçam a instalação dos padrões normais com postes.

Hotéis. Clubes. . Com potência indicada pelo fabricante . .Aquecedor de água de passagem. 13. Bancos. Hospitais.Aquecedor elétrico central. 13.Condicionador de ar (utilizar os valores da tabela 9 caso não sejam informados os valores do fabricante). máquinas de solda a transformador.3. . Igrejas e outros.Fogão elétrico.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado. . Pode ser aplicado também às pequenas indústrias atendidas em baixa tensão. . fornos elétricos a arco.1. 13. levando em consideração as cargas mínimas da tabela 20.Aquecedor elétrico de acumulação (Boiler). Casas Comerciais.2.2. etc.2. CÁLCULO DA DEMANDA O presente cálculo de demanda aplica-se às instalações residenciais e comerciais. 13.3. retificadores e equipamentos de eletrólise. Motores e máquinas de solda a motor De acordo com os dados de placa do fabricante.Outros aparelhos com potência igual ou superior a 1 000 W. 14.2.2. O valor da demanda deve ser calculada pela seguinte fórmula: D= a + b + c + d + e + f + g + h + i Sendo: Página 30 Revisão 04 – 03/2009 . Equipamentos especiais Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-x. . quando o interessado não tiver dados mais precisos quanto a sua demanda real prevista.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Iluminação: Considerar.2. com carga instalada conforme placa do fabricante.1.Hidromassagem.3. Outros tipos de instalação (Motéis. Com potência definida (valores médios) - Torneira elétrica: Chuveiro elétrico: Máquina de lavar louças: Máquina de secar roupa: Forno de microondas: Forno elétrico: Ferro elétrico: 3 000 W 4 000 W 2 000 W 2 500 W 1 500 W 1 500 W 1 000 W 13. Motores elétricos e equipamentos especiais 13. Indústrias.. fornos elétricos de indução.ND. 13. no mínimo. Aparelhos eletrodomésticos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos abaixo relacionados quando comprovadamente previstos na instalação.1. Utilizar os valores das tabelas 15 e 16 caso não sejam informados os valores do fabricante. um ponto de luz por cômodo ou corredor com potência igual a 100 W por ponto de luz.

14.1. clubes.1. considerar os fatores de demanda da tabela 5. Instalação residencial (a1) Carga instalada mínima. conforme a tabela 4. h. i) conforme a seguir: 14.2. 14.1. c. indústrias.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais D . 14. forno elétrico. lâmpadas incandescentes ou com lâmpadas que não utilizam reator: 1. néon. . Outros tipos de instalação (a2) (Motéis.2. Demanda referente à iluminação e tomadas (a) 14. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos (b) 14. .1.1. hospitais.fator de potência igual a 1. . torneiras e aquecedores. lâmpadas fluorescentes. Demanda de secadora de roupa. g. Página 31 Revisão 04 – 03/2009 .00.fator de demanda: conforme a tabela 7. conforme catálogo do fabricante. hospitais.fator de demanda: conforme a tabela 5. neon.2. . 14. hotéis.2. Demanda referentes a chuveiros.fator de potência igual a 1.fator de potência igual a 1. vapor de sódio ou mercúrio.00. ou valores de placa do fabricante. 14.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado. .00. lâmpadas fluorescentes.1. deve ser considerado fator de demanda de 100% para cargas de chuveiros.00.fator de potência igual a 1.fator de demanda para tomadas e iluminação. com compensação do fator de potência: 0. sem compensação do fator de potência: 0.00.2. Outros tipos de instalação (b2) Carga instalada conforme item 13. Instalação residencial. igrejas e outros. máquina de lavar louça e forno de microondas (d) Carga instalada: considerar as potências indicadas no item 13. conforme a tabela 3 e item 13.1. torneiras. f. . .95. Demanda referente a aquecedor central ou de acumulação (c) Carga instalada: considerar a potência.1.demanda total da instalação em kVA Demais fatores (a. b.fator de potência para iluminação: . Nota: No caso de edificações contendo vestiários.fator de demanda igual a 1.ND. . conforme a tabela 20.fator de demanda. .2. . hotéis. .fator de potência para tomadas: 1.50. casas comerciais. d.fator de demanda: conforme a tabela 6. .1.2. motéis. Para os aparelhos instalados internamente à edificação.00. e. .3.00. devendo separar as cargas de tomadas e iluminação.4. vapor de sódio ou mercúrio. .2.fator de potência igual a 1. bancos. casas comerciais e igrejas (b1) Carga instalada conforme item 13.00. . instalados no mesmo.

7. . 14.fator de demanda. . . conforme a tabela 10. contendo 1 quarto. conforme a tabela 9. 16. para uso residencial igual a 1. Demanda referente a condicionador de ar tipo janela (f) Carga instalada: considerar a potência por aparelho. Hidromassagem (i) Carga instalada: conforme placa do fabricante. . cozinha e banheiro. .fator de demanda: . conforme as tabelas 15 e 16. . 14.00. Exemplo 1 Residência com 40 m2 de área construída.fator de potência. 15. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA O dimensionamento das entradas de serviço monofásicas e bifásicas é feito de acordo com as cargas instaladas (kW) calculadas conforme item 13 e de acordo com as categorias de atendimentos das tabelas 1 ou 2.ND.5. temos que a carga instalada (C) é igual a 8 kW.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 14. a ser aplicada a cada tipo de aparelho.fator de potência igual a 1.fator de demanda conforme a tabela 12. Demanda referente a fogões elétricos (e) Carga instalada: considerar a potência de placa do fabricante. sala. . 14. Para entradas de serviço trifásicas o dimensionamento é feito de acordo com a demanda (kVA) da instalação calculada de acordo com o item 14.fator de demanda: conforme tabela 8. conforme a tabela 11. 14.1.fator de potência igual a 1. Demanda referente a equipamentos especiais (h) Carga instalada: potência de placa do fabricante. Demanda referente a motores e máquinas de solda a motor (g) Carga instalada: potência de placa do fabricante (cv ou HP) e conversão para kW ou kVA. Página 32 Revisão 04 – 03/2009 .fator de demanda: conforme tabela 13.50.80 kW Arredondando-se o valor obtido para um valor inteiro imediatamente superior. para uso comercial. . EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 16.6.9. e os seguintes aparelhos com potência definida: 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: 2 400 W pontos de luz (4 cômodos): 400 W 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Total: 7 800 W ou 7.8. . considerar igual a 0.00.00.

Total: 1 200 + 1 800 = 3 000 W Carga de iluminação 12 cômodos. estes devem ser relacionados. 1 banheiro privativo e garagem.30 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. Exemplo 2 Residência com 115 m2 de área construída. 16.ND. com 1 sala de 2 ambientes. 16. cozinha. a unidade consumidora se enquadra na categoria A2 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou A4 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). com um total de 12 cômodos e contendo os seguintes aparelhos com potência definida ou de acordo com a placa do fabricante: 2 condicionadores de ar 14000 BTU: 4 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 ferro elétrico: 1 forno elétrico: 1 máquina de lavar louças: 1 máquina de secar roupas: 2 motores trifásicos: 1 900 W cada um 4 000 W cada um 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W 1 cv cada um Obs. copa.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Portanto. Exemplo 3 Residência com 180 m2 de área construída. mais 3 tomadas de 600 W. Cálculo de carga instalada Carga de tomadas: Pela tabela 3 (área construída 180 m2) temos: 12 tomadas de 100 W.2. mesmo que suas potências sejam inferior a 1 000 W. temos que a carga instalada (C) é igual a 19 kW. a unidade consumidora se enquadra na categoria B3 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou B5 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). Portanto. e contendo os seguintes aparelhos eletrodomésticos com potência definida: 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 4 000 W cada um 3 000 W 2 500 W 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: pontos de luz (10 cômodos): 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 2 800 W 1 000 W 8 000 W 3 000 W 2 500 W 1 000 W Total: 18 300 W ou 18.3.: Os aparelhos com potências inferiores a 1 000 W não devem ser relacionados no pedido de ligação. 1 banheiro social. sendo 100 W (mínimo) por cômodo. 3 quartos. quando existirem aparelhos trifásicos. entretanto. temos: Página 33 Revisão 04 – 03/2009 .

temos: 2 x 1 050 W = 2 100 W Carga instalada Total: 3 000 + 1 200 + 29 800 + 2 100 = 36 100 W ou 36. torneiras.2 kW Pela tabela 4. para 6 aparelhos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 12 x 100 W = 1 200 W Carga de aparelhos eletrodomésticos 2 condicionadores de ar 1 900 W: 4 chuveiros elétricos de 4 000 W: 1 torneira elétrica de 3 000 W: 1 ferro elétrico de 1 000 W: 1 forno elétrico de 1 500 W: 1 máquina de lavar louças de 2 000 W: 1 máquina de secar roupas de 2 500 W: Total: 29 800 W 3 800 W 16 000 W 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W Motores 2 motores trifásicos 1 cv (pela tabela 16).52 Pelo item 14. Neste caso.00 = 2 184 VA a = 2. temos o fator de demanda (FD)= 0.instalação residencial Carga Instalada: 3 000 + 1 200 = 4 200 W ou 4. deve-se efetuar o cálculo da demanda para o dimensionamento da entrada.10 kW.20 kVA b) Chuveiros.1.2. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos Carga InstaladaChuveiros: 4 x 4 000 = 16 000 W Torneira elétrica: 1 x 3 000 = 3 000 W Ferro elétrico: 1 x 1 000 = 1 000 W Total 20 000 W ou 20 kW Pela tabela 5. temos o FP = 1. temos o fator de potência (FP) = 1.ND. temos que a carga instalada (C) é igual a 37 kW. Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.00 a= c arga instalada× fator de demanda fator de potência a = (4 200 x 0.1. temos FD = 0.00 = 13 000 VA ou 13.52)/1.1.65 Pelo item 14.00 b= c arga instalada× fator de demanda fator de potência b = (20 000 x 0. Cálculo da demanda D = a + b +c + d + e +f + g + h + i a) Tomadas e iluminação .00 kVA b = 13 kVA c) Aquecedor central de acumulação (boiler) c=0 Página 34 Revisão 04 – 03/2009 .65)/1.

00 + 1.20 kVA d = 4. temos FD = 1.20 kVA e) Fogões elétricos e=0 f) Condicionador de ar tipo janela Carga Instalada em Watts (W): 2 x 1 900 = 3 800 W Pela tabela 9 temos a carga instalada em VA: 2 x 2 100 VA = 4 200 VA Pelo item 14.90 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.3 + 0 + 0 D = 25.04 kVA Considerando os fatores de demanda da tabela 11. temos FD = 0.52 x 0. para 3 aparelhos. temos: g = 1.0 + 0+ 4.2 + 0 + 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais d) Secadora de roupa. Portanto.70)/1.00 kW Pela tabela 7. 20 kVA f = 4. temos que a Demanda (D) é igual a 26 kVA. a unidade consumidora se enquadra na categoria C2 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C7 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). temos: Carga Instalada em kVA = 2 x 1.70 Pelo item 14.ND.2 + 13. forno elétrico. Página 35 Revisão 04 – 03/2009 .52 x 1.50 g = 2.00 d= c arga instalada× fator de demanda fator de potência d = (6 000 x 0.00 Portanto: f = 4 200 x 1.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Pela tabela 16. máquina de lavar louça e forno microondas Carga Instalada: 1 x 1 500 W = 1 500 W 1 x 2 000 W = 2 000 W 1 x 2 500 W = 2 500 W Total = 6 000 W ou 6.00 = 4 200 VA ou 4.4. temos FP = 1.6.00 = 4 200 VA ou 4.30 kVA h) Equipamentos especiais h=0 i) Hidromassagem i=0 Demanda total (D) D=a+b+c+d+e+f+g+h+i D= 2.2 + 2.52 = 3.

Fator de potência e Fator de demanda: conforme item 14. e Fatores de demanda: conforme tabela 20 Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 3 000 1.00 3 000 24 lâmpadas fluorescente de 40 W 960 0.00 Demanda (VA) 1. Cálculo de demanda D=a+b+c+d+e+f+g+h+i a) Iluminação e tomadas .ND.95 1.5 cv: 1 prensa (trifásica) de 7.00 4 000 4 000 b = 4.000 W: 2 condicionadores de ar 1 900 W: 1 compressor (trifásico) de 10 cv: 1 serra vertical (trifásica) de 7.5 cv:3 motores (trifásicos) de 5 cv: 4 furadeiras (monofásicas) de 1 cv: 2 serras elétricas (trifásicas) de 2 cv: 2 máquinas de solda de 4 kW: 3 000 W 960 W 240 W 4 000 W 3 800 W 8 890 W 6 570 W 6 570 W 13 530 W 4 560 W 3 900 W 8 000 W Total: 64 020 W ou 64.2. deve-se calcular a demanda.Indústria Relação da carga instalada 12 lâmpadas mistas de 250 W: 24 lâmpadas fluorescentes de 40 W: 12 reatores de 20 W: 1 chuveiro de 4. Exemplo 4 .Potência: conforme tabela 9 . Neste caso.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Página 36 Revisão 04 – 03/2009 .4.00 240 12 lâmpadas mistas de 250 W Total 4 250 a = 4.2.02 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.00 kVA f) Condicionadores de ar tipo janela .00 1.Fatores de potência: conforme item 14.00 1 010 12 reatores de 20 W 240 1. Aparelho Potência (W) FP FD 1 chuveiro elétrico 4 000 Total 1.Fator de demanda: conforme tabela 10 Aparelho 1 condicionador de ar de 15 000 BTU Demanda (VA) 4 200 f = 4.25 kVA b) Chuveiros elétricos .1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 16.2.00 1. temos que a carga instalada (C) é igual a 65 kW.

30 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior temos que a Demanda (D) é igual a 61 kVA. Página 37 Revisão 04 – 03/2009 .80 kVA Demanda total (D) D=a+b+f+g+h D = 4.25 + 4. a unidade consumidora se enquadra na categoria C6 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C10 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).50 4 330 3 motores de 5 cv 18 060 0.50 2 700 1 motor de 10 cv Total 35 050 g = 35.Potências: conforme tabelas 15 e 16 Aparelho Potência (W) FD Demanda (VA) 11 540 1.50 1.50 0.00 + 4.00 11 540 1 serra vertical de 7.05 + 12.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .5 cv 8 650 0. Portanto.Fator de demanda: conforme tabela 11 .20 + 35.60 4 800 Total 12 800 h = 12 800 VA ou 12.8 e Fator de demanda: conforme tabela 12 2 máquinas de solda a transformador de 4 000 W cada uma: Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 1ª máquina 4 000 0.5 cv 8 650 0.50 3 120 2 serras de 2 cv 5 400 0.50 4 330 1 prensa de 7.Fator de potência: conforme item 14.80 D = 60.00 8 000 2ª máquina 4 000 0.05 kVA h) Equipamentos especiais .ND.50 9 030 4 furadeiras de 1 cv 6 240 0.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 38 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELAS Página 39 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 40 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 41 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 42 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 3 NÚMERO MÍNIMO DE TOMADAS EM FUNÇÃO DA ÁREA CONSTRUÍDA ÁREA TOTAL (m2) QUANT. Para área construída acima de 250 m2 o interessado deve declarar a quantidade de tomadas prevista no projeto elétrico de sua residência. TOMADAS (COZINHA) (600 W) 1 8 < S < 15 3 300 15 < S < 20 4 20 < S < 30 SUBTOTAL II (W) TOTAL I + II (W) 600 700 1 600 900 400 2 1 200 1 600 5 500 2 1 200 1 700 30 < S < 50 6 600 3 1 800 2 400 50 < S < 70 7 700 3 1 800 2 500 70 < S < 90 8 800 3 1 800 2 600 90 < S < 110 9 900 3 1 800 2 700 110 < S < 140 10 1 000 3 1 800 2 800 140 < S < 170 11 1 100 3 1 800 2 900 170 < S < 200 12 1 200 3 1 800 3 000 200 < S < 220 13 1 300 3 1 800 3 100 220 < S < 250 14 1 400 3 1 800 3 200 NOTAS: 1. Página 43 Revisão 04 – 03/2009 .ND. TOMADAS (100 W) SUBTOTAL I (W) S<8 1 100 QUANT. prevalece o valor declarado. 2. Caso o consumidor declare quantidade de tomada superior ao da tabela.

43 4 0.60 20 0.44 3 0.39 9 0.76 17 0.39 11 0.52 5<C≤6 0.40 8 0.00 14 0.65 19 0.40 7<C≤8 0.41 6 0.35 8<C≤9 0. TORNEIRAS.52 23 0.38 NOTA: O número de aparelhos indicado na tabela refere-se a soma das quantidades dos mesmos.84 16 0.86 1<C≤2 0.24 TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE CHUVEIROS.46 acima de 25 0. Exemplo: 4 chuveiros + 2 torneiras + 1 ferro elétrico = 7 aparelhos.39 10 0.59 4<C≤5 0.40 7 0.45 2 1.42 5 0.48 25 0. AQUECEDORES DE ÁGUA DE PASSAGEM E FERROS ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.75 2<C≤3 0.49 24 0.66 3<C≤4 0.45 6<C≤7 0.ND.70 18 0.38 13 0.60 Página 44 Revisão 04 – 03/2009 .38 12 0. portanto.57 21 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 4 FATORES DE DEMANDA REFERENTES A TOMADAS E ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL CARGA INSTALADA (kW) FATOR DE DEMANDA C≤1 0. FD = 0.54 22 0.27 C > 10 0.31 9 < C ≤ 10 0.00 15 0.

31 3 0.28 5 0.33 acima de 25 0.00 2 0.26 7 0.26 6 0.ND.32 2 0.70 5a6 0.50 acima de 8 0.72 3 0.35 21 a 25 0. FORNO ELÉTRICO.37 16 a 20 0.60 7a8 0.60 9 0.50 TABELA 8 FATORES DE DEMANDA DE FOGÕES ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.00 2a4 0.30 4 0.00 8 0.40 12 a 15 0.26 Página 45 Revisão 04 – 03/2009 .62 acima de 3 0.62 TABELA 7 FATORES DE DEMANDA DE SECADORA DE ROUPA. MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA E FORNO MICROONDAS Nº DE APARELHOS 1 FATOR DE DEMANDA 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 6 FATORES DE DEMANDA DE AQUECEDOR CENTRAL OU DE ACUMULAÇÃO (BOILER) Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.48 10 a 11 0.

0 30 000 4 000 3 800 220 18. As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.0 41 000 5 500 5 000 220 14.5 2 860 2 600 220 13. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos.0 220 7. estes devem ser considerados.5 60 000 9 000 7 500 220 24.0 21 000 3 080 2 800 220 14.90 21 a 30 0.75 acima de 100 0.75 76 a 100 0.75 NOTA: Quando se tratar de unidade central de condicionador de ar. 2.0 220 7.5 1 900 220 9. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante.80 41 a 50 0.00 11 a 20 0. Página 46 Revisão 04 – 03/2009 .00.5 110 17. deve-se considerar o fator de demanda igual a 1.ND.82 31 a 40 0. TABELA 10 FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA PARA USO COMERCIAL Nº DE APARELHOS 1 a 10 FATOR DE DEMANDA 1.0 110 14.0 220 8.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 9 CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA CAPACIDADE (BTU/h) POTÊNCIA (VA) POTÊNCIA (W) TENSÃO (V) CORRENTE (A) 110 10.0 110 15.77 51 a 75 0.0 220 5.0 7 500 1 100 900 8 500 1 550 1 300 10 000 1 650 1 400 12 000 1 900 1 600 15 000 2 100 18 000 NOTAS: 1.

47 4 0. deve-se considerar apenas um como o maior. deve-se considerar apenas um como o maior.00 2 0.56 3 0.00 demais 0. Existindo motores que obrigatoriamente partam simultaneamente (mesmo sendo os de maior potência) deve-se somar suas potências e considerá-los com um só motor.ND. Se os maiores motores tiverem potências iguais. 2. TABELA 12 FATORES DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS EQUIPAMENTO FATOR DE DEMANDA Maior equipamento 1.00 demais 0. TABELA 13 FATORES DE DEMANDA DE HIDROMASSAGEM Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.60 NOTA: Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais.50 NOTAS: 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 11 FATORES DE DEMANDA DE MOTORES MOTOR FATOR DE DEMANDA Maior motor 1.39 Página 47 Revisão 04 – 03/2009 .39 acima de 4 0.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 48 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 15 MOTORES MONOFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.5 31 16 0.2 210 0.5 220 110 0.1 63 33 0.83 7½ 7 070 8 840 - 40.79 5 5 110 6 160 - 28.0 408 0.63 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores. Página 49 Revisão 04 – 03/2009 . CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA ¼ POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA 420 660 ⅓ 510 770 7.67 1 1 140 1 560 14.ND. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.4 10.9 330 0.80 10 9 310 11 640 - 52.0 13.66 ½ 790 1 180 11.5 132 68 0.81 POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) CORRENTE NOMINAL (A) CORRENTE DE PARTIDA (A) 110 V 5.80 12 ½ 11 580 14 940 - 67.78 15 13 720 16 940 - 77.7 96 48 0.1 3.73 1½ 1 670 2 350 21.0 18.71 2 2 170 2 970 27.2 6.67 ¾ 900 1 340 12.0 110 V 27 220 V 14 COS Ø MÉDIO 0.9 220 V 3.1 68 35 0.2 7.0 145 0.73 3 3 220 4 070 37.4 47 24 0.9 260 0.6 5.

7 90.5 0.81 30 25 030 30 520 46.7 743.9 0.74 5 4 510 6 020 9.84 50 40 930 48 730 73.1 10.7 422.85 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.0 0.77 20 17 010 22 100 33.9 0.3 2.8 1 455.9 3.76 10 8 890 11 540 17.82 40 33 380 39 740 60.2 43.3 116. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.84 60 49 420 58 150 88.6 1 288.7 4.0 370.6 1 095.4 0.5 58.85 75 61 440 72 280 109.6 0.3 37.77 15 12 820 16 650 25.5 189.7 566.3 4.3 307.6 13.1 0.7 0.2 80.1 7.66 ¾ 830 1 260 1.85 100 81 230 95 560 144.72 3 2 950 4 040 6.3 5.0 0.61 ½ 580 870 1.4 3 458.1 67.ND.0 0. Página 50 Revisão 04 – 03/2009 .1 33.85 125 100 670 117 050 177.0 0.73 4 3 720 5 030 7.8 275.7 0.0 270.1 0.66 1 1 050 1 520 2.9 528.1 98.85 200 161 650 190 180 288.8 9.7 19.0 156.0 65.3 0. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA CORRENTE NOMINAL (A) 380 V 220 V CORRENTE DE PARTIDA (A) 380 V 220 V COS Ø MÉDIO ⅓ 390 650 0.8 57.7 477.0 0.2 43.3 0.5 0.3 9.1 201.7 1 619.2 104.7 0.6 632.7 2 014.9 20.1 0.6 38.1 499.69 1½ 1 540 2 170 3.8 250.8 934.85 150 120 090 141 290 214.0 11.0 74.1 25.77 12 ½ 10 850 14 090 21.3 0.1 0.7 22.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 16 MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.77 25 20 920 25 830 39.8 127.7 157.71 2 1 950 2 700 4.9 0.1 152.3 5.1 7.6 0.4 16.0 243.1 0.9 2 521.75 7½ 6 570 8 650 12.0 717.5 915.7 196.1 15.5 30.1 326.6 340.2 1 162.0 44.1 1 996.9 1.3 414.

ND.CABOS DE COBRE ISOLADOS COM PVC 70 oC. aplicar os fatores de correção indicados na NBR 5410. embutidas em gesso. Página 51 Revisão 04 – 03/2009 . 2. Esta tabela refere-se à capacidade de condução de corrente de condutores de cobre isolados. parede de cimento ou em canaleta aberta ou ventilada). Para agrupamento de mais de 3 (três) condutores carregados em um eletroduto e para temperaturas ambientes diferentes de 30 oC. alvenaria. INSTALADOS EM ELETRODUTOS CONDUTOR DE COBRE – PVC 70 oC SEÇÃO NOMINAL (mm2) 6 DOIS CONDUTORES CARREGADOS 41 TRÊS CONDUTORES CARREGADOS 36 10 57 50 16 76 68 25 101 89 35 125 111 50 151 134 70 192 171 95 232 207 120 269 239 150 309 275 185 353 314 240 415 369 NOTAS: 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 17 CAPACIDADES DE CORRENTE . dentro de eletroduto (em montagens aparentes.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 18 ELETRODUTOS DE PVC RÍGIDO TIPO ROSCÁVEL DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO (mm) TOLERÂNCIA (mm) 20 21.ND.4 ± 0.1 ± 0.10 2.50 25 31.3 60 59. TABELA 19 ELETRODUTOS RÍGIDO DE AÇO CARBONO DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO ESPESSURA DA PAREDE (mm) MÍNIMO (mm) MÁXIMO (mm) 15 20. Página 52 Revisão 04 – 03/2009 .50 41.00 20.90 1.3 50 47.00 2.50 31.40 1.3 40 42.00 40 46.4 NOTA: Características dos eletrodutos de PVC rígido de acordo com a NBR 15465.2 ± 0.25 NOTA: Características dos eletrodutos de aço-carbono de acordo com a NBR 5624.3 32 33.2 ± 0.25 50 58.00 2.60 47.8 ± 0.50 32 40.40 59.

00 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 20 CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditório. medida horizontalmente ao longo de sua base.00 20 Escolas e semelhantes 30 Escritórios (edifícios) 30 Administração de edifícios de uso coletivo 5 1.00 0.ND. No caso de lojas.50 para os primeiros 20 kW 0.00 Barbearia. deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine.00 1.40 para os primeiros 50 kW 0. lojas e semelhantes CARGA MÍNIMA (W/m2) FATOR DE DEMANDA 10 1.70 para o que exceder 20 kW 1. No caso de outros tipos de lâmpadas.20 para o que exceder 50 kW 0. 2. para as demais dependências da unidade consumidora. consultar os catálogos de fabricantes. 3.00.00 da carga de iluminação mais 0.50 para o que exceder 12 kW 1. deve ser considerado exclusivamente para ela fator de demanda igual a 1.40 para o que exceder 20 kW 1.00 NOTAS: 1.00 para os primeiros 20 kW 0. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes 30 1.50 da carga de tomadas Garagens comerciais e semelhantes 5 Hospitais e semelhantes 20 Hotéis e semelhantes 20 Igrejas e semelhantes 10 Valor declarado pelo interessado Indústrias Restaurantes e semelhantes 20 1. 4.00 30 1.00 1. Quando a unidade consumidora possuir cozinha. considerar os valores indicados na tabela.00 para os primeiros 12 kW 0. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para instalações de iluminação e tomadas. utilizando lâmpadas incandescentes. Os fatores de demanda indicados aplicam-se para qualquer tipo de lâmpada de iluminação externa. Página 53 Revisão 04 – 03/2009 . salões para exposições e semelhantes Bancos.

Caso seja necessário.0 7.5 x 90 40 32 Ø 101.75 80 x 80 x 3. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.6 x 4.5 x 200 C2 B3 – C1 – C2 C3 A1 – A2 – A3 B1 – B2 – B3 50 40 7.5 x 90 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 – A3 B1 – B2 40 32 7. 2.6 x 4.5 x 90 B3 50 40 Ø 101.ND.B1 – B2 A1 – A2 – A3 B3 B1 B3 – C1 B2 A3 . podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.0 7.6 x 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 21 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 – A3 A1 – A2 B1 – B2 – C1 B1 A3 .75 80 x 80 x 3. Página 54 Revisão 04 – 03/2009 .75 80 x 80 x 3.5 x 200 NOTAS: 1.0 7.B2 – B3 B3 C1 C2 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101.5 x 200 C3 C2 – C3 60 50 7. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.

Para as demais ligações o vão máximo do ramal é de 30 metros. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.5 x 90 C2 B3 – C1 C3 A1 – A2 – B1 C2 C2 50 40 7.0 7.5 x 200 (**) C3 A3 – B2 – B3 C1 C3 C2 – C3 60 50 7. Página 55 Revisão 04 – 03/2009 .5 x 200 40 32 7.5 x 200 (*) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) Ø 101.5 x 200 (*) 50 40 7. Caso seja necessário.75 80 x 80 x 3.10 TABELA 22 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE COBRE CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 –A3 A1 B1 – B2 A2 B1 A2 B2 B1 A3 -B1 – B2 C1 A1 – A2 B1 C1 B2 A3 – B2 – B3 B3 C1 C2 A1 – A2 – A3 B1 – B3 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 –A3 B1 – B2 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) PVC (DN) AÇO (DN) 32 25 32 25 7.6 x 4.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ND.5 x 200 40 32 7. O vão máximo dos ramais de ligação indicados com (*) é de 25 metros e para os indicados com (**) é de 20 metros.5 x 200 (**) NOTAS: 1. 2. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.

B5 – B6 C8 C7 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101. Caso seja necessário.5 x 90 40 32 Ø 101.5 x 200 C9 – C10 60 50 7. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.B5 – B6 C8 40 32 7. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.0 7.5 x 200 C9 C10 C10 NOTAS: 1. Página 56 Revisão 04 – 03/2009 .5 x 90 C9 50 40 Ø 101. 2.ND.75 80 x 80 x 3.5 x 200 C9 B5 A5 -B6 C8 .0 7.C7 B5 B5 B6 A4 – A5 B4 – B5 – B6 A4 – B4 C8 – C9 C7 A5 .6 x 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 23 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS E POSTES PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/380 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A4 – A5 A4 – A5 B4 – B5 B4 B4 – B5 C7 A4 -B4 .6 x 4.5 x 90 C8 A5 .75 80 x 80 x 3.0 7.6 x 4.75 80 x 80 x 3. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.C9 A4 – A5 B4 .B5 –B6 C7 – C8 50 40 7.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais DESENHOS Página 57 Revisão 04 –03/2008 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 58 Revisão 04 –03/2008 .

Circuito alimentador aéreo B .Ponto de entrega A Ponto de entrga B Rede secundária de distribuição Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Medição e proteção FIG.Rircuito alimentador embutido DE .01/1 Folha 1/1 .MEDIÇÃO EM POSTE PARTICULAR Cavidade para inspeção do aterramento Trecho AB .: Desenho nº1 . 2 .Ramal de ligação (até 30 m) BC .MEDIÇÃO EM MURO C Cavidade para inspeção do aterramento Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Ramal de ligação (até 30 m) BC .01.Trecho AB .Ramal de entrada embutido CD . 1 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Componentes da entrada de serviço ND.Ramal de entrega embutido B .10.Sequência 1/1 Circuito alimentador embutido Norma de Distribuição ND.Ponto de entrega A Condutor do circuito alimentador aéreo isolado Poste particular B Rede secundária de distribuição D Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação E Eletroduto do ramal de entrada C Medição e proteção Poste particular FIG.

) (ver nota 1) h Pontalete Muro Rua Passeio 500 (máx.0 m .) Poste particular Muro 3 500 (mín. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 5.0 m .) 5 500 (mín.0 m .) (ver nota 1) h Pontalete Muro Passeio Rua Passeio Dimensões em milímetros NOTA: A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 6.10.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.) Passeio Poste particular 6 000 (mín.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.02.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº2 .500 (máx.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND. 4.cruzando local com tráfego de veículos pesados.Sequencia 1/2 Norma de Distribuição ND.) 6 000 (mín. .) 5 500 (mín. .

02/1 Folha 1/1 . Desenho nº2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Dimensões em milímetros NOTA: A fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada só é permitida fora da área acima indicada. devendo atender as distâncias mínimas dos condutores ao solo.Sequencia 2/2 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada Norma de Distribuição ND.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02.500 1 200 500 1 200 1 200 1 200 1 200 500 1 200 LEGENDA Local onde não é permitida a fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada.

2. observar o item 9. Dois consumidores atendidos com um único poste na divisa de duas propriedades: . Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada.03.1. . Edificação ocupando toda a frente do terreno: . Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada.1. Para a localização da medição.Utilizar pontalete quando a altura da edificação não for suficiente. NOTAS: 1.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº3 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.14. Dois consumidores no mesmo terreno (ex. Consumidor 1 VIA 4. Divisa de propriedade Consumidor 2 5.Utilizar poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. 3. Edificação no alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: . O vão do ramal de ligação não deve ser superior a 30 m. unidades consumidoras na frente e no fundo do terreno): . 3.10. PÚBLICA 2.Instalar o poste na divisa.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Disposições da entrada de serviço ND.Utilizar poste junto ao alinhamento com a calçada e as medições em muro ou mureta.Instalar o poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. Edificação recuada do alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: . próximo ao alinhamento da calçada e as caixas de medição no poste ou em muro ou mureta. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Fixar o ramal diretamente na parede quando tiver altura suficiente.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Localização preferencial da caixa de medição ND. 4 . 2 . observar o item 9.10. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº4 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.1.Na divisa com a via pública Fig. 1 .Medições voltadas para a calçada no alinhamento com a via pública Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.14.Medições voltadas para a calçada em muro recuado NOTAS: 1. 5 .Na divisa com a via pública (sem muro na frente) Fig. Para a localização da medição.02/1 Folha 1/1 .Na divisa de propriedades (lateral) Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig. V ou VII CAIXA TIPO II. III ou VI MEDIÇÃO VOLTADA PARA A CALÇADA Caixa de medição Caixa de medição Fig.6 .Medição voltada para a calçada no alinhamento com a via pública Fig.CAIXA TIPO IV. 3 .03.

Engastamento do poste: e = 1.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Parafuso passante ou braçadeira 100 150 a 500 150 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote Deixar 500 mm por condutor h Ver nota 1 Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço zincado.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.04. 5. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .0 m .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. . Para regiões litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2. telha.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. lajota ou material equivalente. Detalhe 2 Circuito alimentador: condutor isolado de mesma seção do ramal de entrada 1 400 a 1 600 Detalhe 1 Eletroduto de de aterramento DETALHE 2 Condutor de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento e Ver nota 2 Deixar 300 mm mínimo por condutor Haste de aterramento Arruela v 50 0 Bucha DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m .35 m para postes de 7. .01/1 Folha 1/1 . 6.0 m . 2.Pingadeira construida com concreto. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico) Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. 4.cruzando local com tráfego de veículos pesados.50 m. Desenho nº5 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em muro Norma de Distribuição ND. 3.

cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 4. 5. . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.100 300 150 a 500 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote 200 200 300 Deixar 500mm por condutor Circuito alimentador aéreo Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.35 m para postes de 7. 1 400 a 1 600 Ver nota 1 h Detalhe 1 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e Ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Arruela Bucha v Deixar 300mm mínimo por condutor 500 DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m . Para regioes litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2. 2. 3. Desenho nº6 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.50 m.0 m . . Engastamento do poste: e = 1. 6.5mm² ou outro material resistente a corrosão. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando local com tráfego de veículos pesados.10.0 m . Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).04.02/1 Folha 1/1 .

0 m .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Para instalações no litoral utilizar fio de cobre meio duro.100 2 000 máx. Desenho nº7 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação com pontalete Norma de Distribuição ND.0 m . 4. Arame 12 BWG (mínimo) 5 voltas (ver nota 2) h ver nota 1 1 000 min. 5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). 2.04. 400 mín. 4.03/1 Folha 1/1 .cruzando local com tráfego de veículos pesados. Deixar sobras suficientes para ligação com o ramal 150 a 500 Ramal de ligação (máximo) Condutor de aterramento 1 400 a 1 600 1 000 Haste de aterramento <500 Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 3.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. . 6.10. . A instalação com pontalete é permitida somente quando não existirem condições para instalação com poste.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. seção 16 mm2 em substituição ao arame de aço.

Deixar 500 mm por condutor (máx. 6.0 m .Chumbador 150 a 500 Ramal de ligação 150 100 min.0 m . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 2.0 m . .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. A armação secundária deve ser fixada na parede através de parafuso chumbador que suporte os esforços mecânicos do ramal de ligação a ser instalado.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Em edificações de alvenaria o eletroduto do ramal de entrada deve ser embutido. 4. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). Este tipo de instalação é permitido somente quando não existirem condições para instalação com poste. 5. 4. Desenho nº10 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em parede Norma de Distribuição ND.) 1 400 a 1600 ver nota 1 h 1 000 Aterramento <500 Haste de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. .10.04/1 Folha 1/1 .04. 3. 5.

Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira

100

150 a 500

150

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)
Curva de 135º (mínimo)
ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor

h

Ver nota 1

Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²
ou outro material resistente a corrosão.

Detalhe 2

DETALHE 2

Circuito alimentador:
condutor isolado de seção igual
ou maior ao do ramal de entrada

1 400 a 1 600

Detalhe 1

Eletroduto de
aterramento
Condutor de aterramento

Deixar 300mm
mínimo por
condutor

Ver nota 2

e

Cavidade para inspeção
do aterramento

Haste de aterramento

v

500

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº8 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação em muro

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.01/1
Folha 1/1

100

Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500

Circuito alimentador
aéreo

300

Ramal de ligação

NEUTRO

200 200 200

Deixar 500mm
por condutor

FASE B
FASE C

300

Curva de 135º
mínimo ou cabeçote

FASE A

Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de arame
de aço 14 BWG ou braçadeira
de aço galvanizado. Para
regiões litorâneas utilizar
fio de cobre com seção de
2,5mm² ou outro material
resistente a corrosão.
h
ver nota 1

Eletroduto de saída

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor

1 400 a 1 600

Ver detalhes de
fixação das caixas

Eletroduto de aterramento
Condutor de aterramento

<500

e

ver nota 2

Cavidade para inspeçâo
de aterramento

Haste de aterramento

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº9 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação ao tempo

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.02/1
Folha 1/1

A

Parafuso passante
ou braçadeira

100

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

150 a 500

3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm² ou
outro material resistente
a corrosão.
Condutor de
aterramento

ver nota 1

h

Deixar 500 mm
por condutor

A

B

Cavidade para inspeção
do aterramento

Visto por B

Pingadeira

1 400 a 1 600

Base de
concreto

Calçada

^

500

Haste de
aterramento

Corte AA

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº11 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo IV
Instalação com leitura voltada para calçada

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.06.01/1
Folha 1/1

2.Alternativa de entrada 2 A 100 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado.01/1 Folha 1/1 .0 m .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.0 m .0 m . colocar bucha. dentro do compartimento de medição. 3. 150 a 500 3 voltas (mín. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. 6. Engastamento do poste: e = 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. . 5. Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento h ver nota 1 Deixar 500 mm por condutor A B Cavidade para inspeção do aterramento Visto por B Pingadeira 500 (mínimo) 1 400 a 1 600 Base de concreto Calçada ^ 500 Haste de aterramento Corte AA Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Desenho nº12 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo V Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando local com tráfego de veículos pesados. Se o eletroduto for de aço.07. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º. 5. 4. 4. sobras de condutores flexíveis de aproximadamente 600 mm. Devem ser deixadas. .sobre local de passagem exclusiva de pedestres.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.50 m.35 m para postes de 7.) de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. 2. Para instalação em muro ou mureta. 3. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.10. - Padrão de entrada com caixa tipo VI Instalação em muro Norma de Distribuição ND. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa.15 Circulação de ar 50 50 10 < 500 1 400 a 1 600 50 200 (máx. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.) 50 Entradas de ar 10 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .08.

4. o lacre da caixa de medição deve ser acessível pela parte interna do terreno do consumidor.08.) Ver detalhe < 500 1 400 a 1 600 Entradas de ar Vista frontal da caixa de medição 10 10 Lado da calçada Vista frontal da caixa de proteção DETALHE 1 Muro Caixa de medição voltada para calçada 100 30° Parafuso de lacre 100 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. 2. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Para instalação com a medição voltada para a calçada. 3.02/1 Folha 1/1 . para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Circulação de ar 50 50 50 15 50 200 (máx. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado. - Padrão de entrada com caixa tipo VII Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Para instalação em muro ou mureta.

50 m. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.09.10. 2.35 m para postes de 7. 1 400 a 1 600 h ver nota 1 Eletroduto de saída <500 Condutor de aterramento <500 e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 3.01/1 Folha 1/1 . 4.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 6.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. As caixas de medição podem ser instaladas embutidas em muro ou mureta.0 m . Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. 5.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.100 Parafuso passante ou braçadeira 150 a 500 Circuito alimentador aéreo 300 Ramal de ligação 200 200 200 Deixar 500mm por condutor FASE B FASE C 300 Curva de 135º mínimo ou cabeçote NEUTRO FASE A Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. 4. . Engastamento do poste: e = 1.0 m .0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Desenho nº13 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados.

0 m . .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.35 m para postes de 7. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. Pode ser utilizada também a caixa tipo K. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. 3. 100 (máx. VI ou VII.) Circuito alimentador embutido 1 400 a 1 600 Saída consumidor 1 Saída consumidor 2 Condutor de aterramento e Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 4.09. 6.Ramal de ligação Consumidor 2 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Consumidor 1 Deixar 500mm por condutor Curva de 135º ou cabeçote Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) h Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Este padrão pode ser montado com as caixas tipos II. IV.10.cruzando local com tráfego de veículos pesados.0 m . . 22 ou 23. 2. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . neste caso deve haver um compartimento ou caixa adicional para instalação das proteções gerais.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. Engastamento do poste: e = 1.50 m. 5. 6. Desenho nº14 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno Norma de Distribuição ND.0 m .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. As caixas de medição devem ter identificação com os números das casas correspondentes. 7.02/1 Folha 1/1 . Quando utilizadas as caixas VI ou VII devem ser previstas as respectivas caixas de proteção. 5. Os condutores dos ramais de entrada dos consumidores devem ser independentes e embutidos em um único eletroduto dimensionados conforme tabelas 21.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 4.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.: Ver notas na folha 2/2. sem fusiveis Medidor (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio Bloco de aferição Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente 1 600 a 1 800 300 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros Obs. telha. Pingadeira construida de concreto. Desenho nº15 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/2 .100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) Curva de 135º ou cabeçote Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. lajota ou material equivalente Caixa tipo "T" h ver nota 1 Caixa tipo "M" Chave seccion. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.10.

0 m . Engastamento do poste: e = 1.100 150 a 500 Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletrodutor do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote porta externa Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" porta externa porta externa 1 600 a 1 800 h ver nota 1 Pingadeira construida de concreto.10.10. 5.01/1 Folha 2/2 .06/1. 2. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. Desenho nº15 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.03/1.35 m para postes de 7. Como opção. telha. a caixa para leitura voltada para calçada.0 m . 6.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 5. 4. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .10.0 m . conforme padronização ND. 4.10.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. .10. 3. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.17. . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.50 m. lajota ou material equivalente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.

2. .02/1 Folha 1/1 .50 m.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.10.10. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. 5.0 m .17. Desenho nº16 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação abrigada Norma de Distribuição ND.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 4. 5.06/1.35 m para postes de 7. 4. 6. Como opção.03/1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Engastamento do poste: e = 1. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .10. a caixa para leitura voltada para calçada.Deixar 500mm por condutor Chave seccionadora sem fusiveis Caixa tipo "T" "h" da calçada ver nota 1 Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio ALINHAMENTO DO PASSEIO Caixa tipo "M" Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 3.0 m . .10. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. conforme padronização ND.10.

10. .0 m . . consultar a ELEKTRO quanto a necessidade da utilização de 1 (uma) ou 2 (duas) caixas para a instalação do(s) medidor(es).10. 4.03/1 Folha 1/1 . Desenho nº16 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 2.Deixar 500mm por condutor Caixa de medição (ver nota 4) Chave seccionadora sem fusiveis "h" da calçada ver nota 1 Proteção da bomba de incêndio Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Caixa tipo "M" Bloco de aferição Medidor Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Para leitura voltada para a calçada deve ser instalada a caixa tipo IV ou VII junto à caixa tipo M.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 4. Antes de construir. 5.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 6.0 m . 3. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.10.17.06/1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Engastamento do poste: e = 1.50 m. 5.0 m .35 m para postes de 7. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.

10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.11.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Esquemas de ligaçãoes das medições ND.01/1 Folha 1/1 .BIFÁSICA MONOFÁSICA FF N F N N F F N F TRIFÁSICA FF F N N F FF NOTA: Para a ligação pela ELEKTRO. o consumidor deve deixar os condutores conectados ao disjuntor e ao aterramento. Desenho nº18 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.

A A CAIXA TIPO III EM POSTE CIRCULAR DE AÇO B B CAIXA TIPO III EM POSTE DUPLO T CORTE BB CORTE AA Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº17 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.10.01/1 Folha 1/1 .12.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Ramal de ligação Deixar 500mm por condutor 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote Amarrações do eletroduto 1 100 1 400 a 1 600 Aterramento do poste metálico Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTA: O condutor de aterramento do poste de aço deve ser de mesma bitola do condutor de aterramento do neutro e da caixa metálica e conectado ao poste com um parafuso M6.10.13.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº19 – Sequencia 1/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico Norma de Distribuição ND.

2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. A cavidade para inspeção do aterramento deve ter no mínimo as seguintes dimensões: 200x200x200 mm.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Detalhes de aterramento ND.10.HASTE CANTONEIRA DE AÇO GALVANIZADO Condutor de aterramento Massa calafetadora 2 400 Conector Cavidade para inspeção do aterramento Cantoneira de 25 x 25 x 5 mm HASTE DE AÇO COBREADA Condutor de aterramento 2 400 Massa calafetadora Conector Cavidade para inspeção do aterramento Ø12 mm (mín.14.) Dimensões em milímetros NOTAS: 1.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº20 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. O aterramento deve ser feito de acordo com o item 10 e o condutor dimensionado conforme as tabelas 1 ou 2.

2.cruzando local com tráfego de veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 6. 5.10. O suporte onde é fixada a armação secundária para ancoragem do ramal de ligação deve ser dimensionado para suportar os esforços mecânicos envolvidos.15. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução.Armação ferro cantoneira (dimensões adequadas) Fachada ornamental Chumbadores Ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Chumbadores NOTAS: 1. 4. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . . 3. . O ponto de entrega onde será instalado os condutores do ramal de ligação deve estar situado em local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.0 m . Neste caso.01/1 Folha 1/1 .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.0 m . 4.0 m . Devem ser respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações estabelecidos nas Normas Brasileiras. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº26 – Sequencia 1/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental Norma de Distribuição ND.

01/1 Folha 1/1 . Desenho nº50 – Sequencia 1/1 Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual Norma de Distribuição ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.16.Caixa de dispositivos de proteção Caixa de medição individual Proteção geral Medidor Proteção da bomba de incêndio Carga principal Bomba de incêndio NOTA: Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com dizeres: BOMBA DE INCÊNDIO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº27 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.300 200 400 Marca do Fabricante B 560 560 400 A B 160 160 Data de Fabricação C C A CORTE AA VISTA FRONTAL CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.17.10.01/1 Folha 1/1 .

B

A

500

A

300

300

B

180

600

CORTE BB

VISTA FRONTAL

600
300

180

180

300

CORTE AA

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº30 – Sequencia 1/1

Caixa de medição metálica tipo III
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.02/1
Folha 1/1

A

170

B

551

B

553

389

Porta interna

C

C
A

210

302

CORTE AA

381

VISTA FRONTAL

Puxador

CORTE CC

300

260
Parafuso de fixação

VISTA POSTERIOR
(com porta interna)

CORTE BB

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº33 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo IV
leitura voltada para calçada
(monofásica e bifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.03/1
Folha 1/1

602
301

301

A

B

B

A

VISTA FRONTAL
(sem portas)

VISTA FRONTAL
(com porta interna)

VISTA POSTERIOR

600
300

300

460

500

Porta interna

CORTE BB

250

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº34 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo V
leitura voltada para calçada
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.04/1
Folha 1/1

Desenho nº35 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo K (instalação de 2 medidores) Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.05/1 Folha 1/1 .10.A 600 250 200 100 200 50 50 50 90 150 Painel para fixação dos medidores 500 Visor Visores Dobradiças invioláveis CORTE AA A VISTA FRONTAL 130 500 370 Dispositivo para lacre 270 300 30 600 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.17.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

10. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.06/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº36 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo M medição indireta Norma de Distribuição ND.1 200 A 200 100 200 100 200 100 200 250 50 150 50 50 Painel de fixação 250 Visor 150 900 Visores Dobradiças invioláveis Dispositivo para lacre CORTE AA A 130 400 900 370 VISTA FRONTAL Chapa de aço 14 MSG 270 300 300 300 30 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.17.

Desenho nº37 – Sequencia 1/1 Caixa seccionadora tipo T proteção geral em medição indireta Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.07/1 Folha 1/1 .10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 900 Pino inviolável A A Dispositivo para lacre Ventilação Permanente VISTA FRONTAL 30 Ø2 2 160 90 250 Painel de fixação Parafuso ponteado Ø1/4" x 1 1/2" com 2 porcas CORTE AA Dimensões em milímetros NOTA: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.17.

272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 . 3 .V.10. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.V. 2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.: Ver Notas na folha 2/2.18.Tampa transparente em policarbonato com proteção U.Dispositivo para lacre da caixa 4 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Placa de fixação do medidor CORTE BB Dimensões em milímetros Obs.Corpo da caixa com proteção U.01/1 Folha 1/2 .

NOTAS: 1. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.18. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3. 2.10. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente.01/1 Folha 2/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

- Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND. 2 .Dispositivo para lacre da caixa 4 .02/1 Folha 1/2 .Corpo da caixa com proteção U.10.Tampa transparente em policarbonato com proteção U. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 3 .: Ver Notas na folha 2/2.V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Placa de fixação do medidor 346 VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs.18.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 .V.

- Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.NOTAS: 1. 3. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.02/1 Folha 2/2 .18. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. 2.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

: Ver Notas na folha 2/2.03/1 Folha 1/2 .Tampa transparente em policarbonato com proteção U.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.V.Dispositivo para lacre da caixa 4 .272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: CORTE BB 1 . - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.V.Corpo da caixa com proteção U. 2 . 3 .18.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Placa de fixação do medidor Dimensões em milímetros Obs.

18. A caixa de medição para instalação com medição voltada para a calçada deve ser lacrada por trás. 2. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3.03/1 Folha 2/2 . bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.

18.Placa de fixação do medidor VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs.Tampa transparente em policarbonato com proteção U.Corpo da caixa com proteção U.10.V. 2 .: Ver Notas na folha 2/2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL 377 Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 346 1 .Dispositivo para lacre da caixa 4 .04/1 Folha 1/2 . 3 .medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.V.

18. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. 2. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .04/1 Folha 2/2 . bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.NOTAS: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10.

Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor monopolar para proteção geral de instalação consumidora monofásica atendida em tensão secundária de distribuição.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M instalação de disjuntor monopolar Norma de Distribuição ND.136 ± 11 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 112 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.05/1 Folha 1/1 .18.

201 ± 27 162 ± 15 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 119 ± 21 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.06/1 Folha 1/1 . - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B instalação de disjuntor bipolar Norma de Distribuição ND.18. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Esta caixa se destina a instalação de disjuntor bipolar para proteção geral de instalação consumidora bifásica atendida em tensão secundária de distribuição.

- Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T instalação de disjuntor tripolar Norma de Distribuição ND.18.259 ± 31 186 ± 9 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTRA FRONTAL 142 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.10.07/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor tripolar para proteção geral de instalação consumidora trifásica atendida em tensão secundária de distribuição.

19.01/1 Folha 1/1 .10. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.340 B 160 B 560 600 400 A A CORTE AA VISTA FRONTAL 300 VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros NOTA: 1.

19.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 1/1 .10. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.C 540 504 500 A C A CORTE AA VISTA FRONTAL 640 300 302 300 20 302 75 180 75 600 CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo III (polifásica) Norma de Distribuição ND.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. Desenho nº21 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 14 furos de Ø18mm Identificação 4 000 ± 50 1 500 7 500 130 230 Ø18 1 350 Traço demarcatório do engastamento FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs.01/1 Folha 1/2 .20.: Ver Notas na folha 2/2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.

Desenho nº21– Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento 3. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452 Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.20.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.NOTA: 1. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 2.10.01/1 Folha 2/2 .

Encaixe para pingadeira Cavidade para colocação do lacre Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção 1 350 Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.100 600 Furos Ø 18 mm Curva de PVC . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.45º Eletroduto de entrada 7 500 Identificação do poste 70 máx.01/1 Folha 1/2 .21. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.

6. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. As tampas metálicas devem ser aterradas. 3. A caixa de medição deve ser lacrada pela lado oposto ao do visor. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. 7.01/1 Folha 2/2 . Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. 2. conforme Tabela 1 ou 2. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor. 5. com a medição voltada para a calçada. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. diâmetros dos eletrodutos. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V.21.NOTAS: 1. 8. 4. proteção. aterramentos.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.

45º 7 500 Identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento 1 350 Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.21.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.600 100 Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada Curva de PVC .02/1 Folha 1/2 . Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.21. A caixa de medição deve ser lacrada pela frente. 3. diâmetros dos eletrodutos. As tampas metálicas devem ser aterradas. aterramentos. conforme Tabela 1 ou 2.10. com instalação lateral. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. 6. 5. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. proteção.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor.02/1 Folha 2/2 . 7. 2.NOTAS: 1. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND. 4. 8. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

45º Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Cavidades para colocação dos lacres Caixa da proteção Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10.03/1 Folha 1/2 .21.100 600 Furos Ø 18 mm 400 Curvas de PVC . Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

As caixas de medição devem ser lacradas pela lado oposto ao do visor. conforme Tabela 1 ou 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.03/1 Folha 2/2 . 3. com as medições voltadas para a calçada. 5. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23.NOTAS: 1. 4. diâmetros dos eletrodutos. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. 7. 6. aterramentos. 2. As tampas metálicas devem ser aterradas. 8. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.21. proteção. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento.

10. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND.600 100 400 Curvas de PVC .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.04/1 Folha 1/2 .45º Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.21.

5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. 4. com instalação lateral. As caixas de medição devem ser lacradas pela frente. proteção. As tampas metálicas devem ser aterradas. 3.21.NOTAS: 1. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND. diâmetros dos eletrodutos.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 8. 2. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. 6. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.04/1 Folha 2/2 . aterramentos. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. conforme Tabela 1 ou 2. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. 7. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23.

1 150 Furo de Ø 18 mm (mesmo sentido do furo para verificação da parede) Ø111 Ø 85 Ø 104 DETALHE DA TAMPA D A A e 7500 CORTE A .01/1 Folha 1/2 .A Furo para verificação da espessura da parede (Ø18) Traço demarcatório para verificação do engastamento 1350 1100 1500 Furo para conexão do aterramento com rosca M6 Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.22.Tampa (ver detalhe) 10 45 Ø 78 20.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.22.NOTAS: 1. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os poste de aço de seção circular devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO.01/1 Folha 2/2 .

150 A Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha A 80 7500 ± 25 80 Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha e 1500 ± 25 CORTE AA 1350 Rebite e/ou traço demarcatório p/ verificação de engastamento Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.02/1 Folha 1/2 .22. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.

Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.NOTAS: 2. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.22.10.02/1 Folha 2/2 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 3. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Os poste de aço de seção quadrada devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO.

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