Fornecimento de Energia Elétrica em
Tensão
Secundária
a
Edificações
Individuais
Norma

Revisão 04 – 03/2009
NORMA ND.10

321 – Jd.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.: (19) 2122 .A.com.ND.br ND.1000 E-mail: elektro@elektro.com.br Site: www. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia Rua Ary Antenor de Souza.elektro.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Campinas – SP. 2009 121 páginas Revisão 04 –03/2009 . Nova América Campinas – SP Tel.

Aprovações Engo André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Engo Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras Revisão 04 –03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Revisão 04 –03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Elaboração Enga Clarice Itokazu Oshiro Engo Emerson Ricardo Furlaneto ND.10 Revisão 04 –03/2009 .

ND. dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma. Revisão 04 –03/2009 . a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.

......14...... 19 5................................................................................... PEDIDO DE LIGAÇÃO ...... 15 4............................................ PADRÃO DE ENTRADA .....ND.... 13 2...................................... NORMAS DA ABNT ................................................. 14 4.........6.................10..............................................2.....10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INDICE CONTROLE DAS REVISÕES........................ CONDIÇÕES GERAIS ................................... 13 1.............................................. 18 5..... 14 4........................................................ 18 5........................................................................................12................. 14 4....7.. CAIXA PARA DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ................................................................................................................................................................................................................................................. CARGA INSTALADA ................. 19 5..................... OBJETIVO ............ 13 3............................................................................................. RAMAL DE ENTRADA ...................5................................... 20 6.............................................................................................................................15.... RAMAL DE LIGAÇÃO ....... 14 4........ ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ...............................................8..................................... PADRÕES DE ENTRADA ........ 14 4................................. PONTALETE ....................................................................................................... POSTE PARTICULAR ............................3...................1.......... 14 4................. 15 4.................... GERAÇÃO PRÓPRIA .......11 INTRODUÇÃO ...................10.................................................................. 15 4................ INSTALAÇÕES ESPECIAIS .................... 19 5....................................8..1........ 14 4............................ 16 5.................. CONSERVAÇÃO DO PADRÃO DE ENTRADA ..........................1..............1......................................................18..................... 15 5................................................................................................................. CAMPO DE APLICAÇÃO ....4................. LIMITES DE FORNECIMENTO ... LIGAÇÕES DE CARGAS ESPECIAIS .......9....................... 18 5......8...................................................................................... 22 6.......11........................................................................................................... 20 5.....................................16........ BOMBAS DE INCÊNDIO .............................. INSTALAÇÕES EM CONDOMÍNIOS ....................... CAIXA DE MEDIÇÃO ................... 13 3................ 14 4...................................................... OUTRAS ..................................... CONCESSIONÁRIO DE ENERGIA ELÉTRICA ............................................................................... 15 5...............5...............14........ 21 6..................................................................... RAMAL DE LIGAÇÃO .......11..................................................................................................... 19 5..................................................9. INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ........................................ EXECUÇÃO DAS CONEXÕES E ANCORAGENS ....................................................................................................................................................1.................................................................... REGULAMENTAÇÃO ..................... TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES .. 15 4......................................................................................................... 15 4..17..4......................................................12. 14 4.......2........ 17 5......................................7................ TIPOS E LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO ........................... CIRCUITO ALIMENTADOR ........................................ SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO . 14 4. 17 5.........................15........... 15 4......................8.........................................................................................................................3.......2.....6....13........................................................ LIMITE DE PROPRIEDADE ..................................................................................................... 13 3.......... 20 5......................................................................... ANCORAGEM ..............................................................................................................................................................2................................ 15 4. 15 4. LIMITAÇÕES DE ATENDIMENTO ..........13......................................... APRESENTAÇÃO DE ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA) . 22 Página 7 Revisão 04 – 03/2009 ........................ 17 5............... DEMANDA ............ PONTO DE ENTREGA.......................................................................... 21 6............ CONSUMIDOR ................ TIPOS DE ATENDIMENTO ................................ MEDIDOR............................................................................................................................2.... 15 5...................................................... REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..............................................................3................. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ................................ 14 4............................................................................................. TENSÕES E SISTEMAS DE FORNECIMENTO....... CAIXA DE MEDIÇÃO INDIRETA ................................................................................................. FORNECIMENTO DE MATERIAIS DA ENTRADA DE SERVIÇO ..................................................................... 18 5................................ 18 5.....

....................... 24 8................................................................5. 26 11....................1........................... 26 11............................................ HASTE DE ATERRAMENTO .................... LOCALIZAÇÃO................... 29 11..... 28 11................................................ MONTAGEM ............................... 26 11................................................. MEDIÇÃO PARA DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO .......................................................4....................................... POSTES E PONTALETES ................................................ 22 7................... 29 13................................................................. 57 Página 8 Revisão 04 – 03/2009 .. 26 11. 24 9........................................................................................... EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA .............7..................................................................................... 29 11........ 27 11.......2.................. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA ..............................................................4................. CONDIÇÕES GERAIS ................ 26 11........................................ 23 8..................................................................................................................................................... 39 DESENHOS ................................................5................................................................. 30 15........ 29 14................................................................................................................. PONTALETE .............2.......................... 23 8................2................. 28 11......................... 25 9.................................................................................2......................... DIMENSIONAMENTO ..............2..... TIPOS ........................................................................................................ 25 10....... PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES .......................................................................................................................................................................... ISOLADOR ROLDANA ............. ISOLADOR CASTANHA .......... 32 TABELAS .. 28 11............................................................................................................................ 28 11................... 25 9.....................................................................................................................................................1...................3...........2.................................... 29 11..........................................8........ 23 8.......... 26 11.................. CÁLCULO DA DEMANDA ........................... 25 9.................... CONDIÇÕES GERAIS .............. FERRAGENS .................................................................................................................................................................... MEDIÇÃO .................................................. 29 12................................................................. CONDUTORES .. MEDIÇÃO NA DIVISA DE DUAS PROPRIEDADES ................................................. ELETRODUTOS......................................................................................................5..........................1...............3..................3......5................................................. 26 10........................................................3.................................................................................................................................................................... CÁLCULO DA CARGA INSTALADA......................................................... SUPORTE DO RAMAL DE LIGAÇÃO ............. MEDIÇÃO DIRETA .......................................................................................................................................3............. 24 9............................. 25 10................... 32 16.......1..... POSTE PARTICULAR .................................. 25 10..................................................... PROTEÇÃO ...10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 7..................................... MEDIÇÃO INDIRETA .............4......... CONDUTORES ................................................................................................... 22 7........................... RAMAL DE ENTRADA .1............................................................... 24 9......................... MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA ........... CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO ..............................2......................................... DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ............................ ATERRAMENTO ..... 28 11............. PARTIDA DE MOTORES .........................1..........6........1........................1............................. MATERIAL ........ND............................................................. FIXAÇÃO DA CAIXA AO POSTE .. ELETRODUTOS..2......................................3.................................4........................

10.01/1 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada ND.ND.Instalação ao tempo ND.Instalação com leitura voltada para calçada ND.06.03/1 Esquemas de ligações das medições ND.Instalação em muro ND.Instalação com leitura voltada para calçada ND.10.10.10.10.10.08.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .02/1 Padrão de entrada com caixa tipo IV .05.02/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa ND.03/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .Instalação ao tempo ND.03.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .02.10.01/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno ND.10.10.10.10.Instalação abrigada ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ÍNDICE DE DESENHOS Componentes da entrada de serviço ND.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.04.10.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VI .10.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo V .02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .Instalação ao tempo ND.13.10.01/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental ND.10.Instalação com leitura voltada para calçada ND.Instalação com pontalete ND.14.01/1 Página 9 Revisão 04 – 03/2009 .02/1 Padrão de entrada para medição indireta .01/1 Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.10.10.08.04.04.09.01/1 Detalhes de aterramento ND.10.Instalação em muro ND.10.01/1 Padrão de entrada com caixa tipo VII .09.01.01/1 Padrão de entrada para medição indireta .10.11.12.02/1 Padrão de entrada com caixa tipo II .10.Instalação em muro ND.Instalação em parede ND.04.15.03.01/1 Localização preferencial da caixa de medição ND.10.10.01/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico ND.01/1 Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND.07.10.02/1 Disposições da entrada de serviço ND.05.10.10.10.02/1 Padrão de entrada para medição indireta .04/1 Padrão de entrada com caixa tipo III .02.

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual

ND.10.16.01/1

Caixa de medição metálica tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.17.01/1

Caixa de medição metálica tipo III (polifásica)

ND.10.17.02/1

Caixa de medição metálica tipo IV - leitura voltada para calçada - (monofásica e
bifásica)

ND.10.17.03/1

Caixa de medição metálica tipo V - leitura voltada para calçada -(polifásica)

ND.10.17.04/1

Caixa de medição metálica tipo K - (instalação de 2 medidores)

ND.10.17.05/1

Caixa de medição metálica tipo M - medição indireta

ND.10.17.06/1

Caixa seccionadora tipo T - proteção geral em medição indireta

ND.10.17.07/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A - instalação lateral

ND.10.18.01/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B - Instalação lateral

ND.10.18.02/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A - medição voltada para calçada

ND.10.18.03/1

Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B - medição voltada para calçada

ND.10.18.04/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M - instalação de disjuntor monopolar

ND.10.18.05/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B - instalação de disjuntor bipolar

ND.10.18.06/1

Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T - instalação de disjuntor tripolar

ND.10.18.07/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo II - (monofásica e bifásica)

ND.10.19.01/1

Caixa de medição em fibra de vidro tipo III - (polifásica)

ND.10.19.021

Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor

ND.10.20.01/1

Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - medição
voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) - instalação
lateral
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada
Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral

ND.10.21.01/1
ND.10.21.02/1
ND.10.21.03/1
ND.10.21.04/1

Poste tubular de aço - seção circular

ND.10.22.01/1

Poste tubular de aço - seção quadrada

ND.10.22.02/1

Página 10

Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

CONTROLE DE REVISÕES
Revisão

Data

Descrição 
Inclusão de padrões com caixa de policarbonato; 
Atualização de referências de Normas Brasileiras; 
Exigência de ART; 
Alteração do limite de utilização para até 2 consumidores
trifásicos;

04

31/03/2009 

Padronização de poste de aço de seção quadrada; 
Alteração do Dimensionamento dos postes em relação ao ramal
de ligação padronizados; 
Inclusão de tabelas para dimensionamento de eletroduto e poste
para atendimento a dois consumidores no mesmo terreno. 
Estanho de condutores de classe 5 e 6 na entrada do padrão

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Revisão 04 – 03/2009

ND.10

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária a Edificações Individuais

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Revisão 04 – 03/2009

Determinação da elasticidade.NBR IEC 61643-1:2007 .Instalações elétricas de baixa tensão. CAMPO DE APLICAÇÃO 2. com costura. . Aplica-se às instalações consumidoras residenciais.NBR NM 247-3:2002 .NBR 13571 . comerciais e industriais.Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares. estabelecendo os requisitos mínimos indispensáveis para ligação de unidades consumidoras em tensão secundária de distribuição através de rede aérea. 3. inclusive . .2.1. ligações provisórias com medição.Eletroduto rígido de aço-carbono.1. quando aplicáveis. com carga instalada até 75 kW. As instalações existentes que seguiram Normas anteriores podem ser mantidas. de características usuais.NBR IEC 60947-2:1998 .NBR NM 60898:2004 .Chaves de faca.ND.NBR 15465:2007 . .NBR NM 280:2002 – Condutores de cabos isolados. É exigido o cumprimento desta Norma em instalações novas. 2.NBR 6124:1980 . .Parte 2: Disjuntores. vigentes na época da publicação.Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios.Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para instalações fixas.NBR 5355:1981 . REFERÊNCIAS NORMATIVAS Para a utilização desta Norma pode haver a necessidade da consulta aos seguintes documentos. a serem ligadas nas redes aéreas de distribuição secundárias. quadrada. esta Norma deve ser aplicada em parte ou no seu todo.Requisitos de desempenho e métodos de ensaio. Aplica-se também às unidades consumidoras em redes de loteamentos particulares e as unidades consumidoras em condomínios fechados. absorção de água e da espessura do cobrimento em postes e cruzetas de concreto armado. retangular e especiais para fins industriais. 2.Requisitos de desempenho.NBR 6591:1981 . . .Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V.Tubos de aço-carbono com costura de seção circular. 2. .NBR 5410:2004 . desde que as condições técnicas permitam.. Página 13 Revisão 04 – 03/2009 . . . carga de ruptura. . não blindadas para baixa tensão. OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo orientar os consumidores individuais da área de concessão da ELEKTRO.Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais INTRODUÇÃO 1. Normas da ABNT . obedecidas as Normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáveis. dependendo das condições técnicas e de segurança.3.Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão .Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de baixa tensão . Em casos de reformas. . praças e jardins. com revestimento protetor e rosca NBR 8133. tipo seccionadora.NBR 5624:1993 . 3.

3.Formatos.5. 4.6. 3. 4. utilizada nas medições indiretas. urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica .NBR 7285 .Dimensões. equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e a medição e proteção. .NBR 6248:2001 . 4. Caixa para dispositivos de proteção e seccionamento Caixa destinada à instalação da proteção geral da entrada. Página 14 Revisão 04 – 03/2009 . 4. inclusive.NBR 8159:1984 . Outras Resolução nº 456 de 29.2000 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).2. 4. características e procedimentos de ensaio. Concessionário de energia elétrica Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços públicos de energia elétrica.11. . aqui representada pela ELEKTRO.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .2.NBR 6249:2001 .Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. 4. características e procedimentos de ensaio.Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas. dimensões e tolerâncias. Carga instalada Soma das potências nominais em kW dos equipamentos de uma unidade de consumo.ND.Especificação. Caixa de medição Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios.Dimensões. Circuito alimentador Instalação elétrica compreendida entre a proteção geral e o quadro de distribuição da unidade consumidora. estão em condições de entrar em funcionamento. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4. bem como do dispositivo de proteção.7.1. os quais depois de concluídos os trabalhos de instalação.9.6/1 kV – Sem cobertura . que ajustar com a ELEKTRO o fornecimento de energia elétrica e ficar responsável por todas as obrigações regulamentares e/ou contratuais. medidor(es) e seus acessórios e chave seccionadora sem fusíveis. Demanda Potência requisitada por determinada carga instalada. 4.Isolador-castanha . em kVA. 4.4. Entrada de serviço da instalação consumidora Condutores. 4.8.Isolador-roldana de porcelana ou de vidro . . Consumidor Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada. Caixa de medição indireta Caixa destinada à instalação de transformadores de corrente (TC).

bem como. Medidor Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa ou reativa. Padrão de entrada Instalação compreendendo ramal de entrada. aterramento e ferragens. 4.17.12. de responsabilidade do consumidor. 4. elevar e/ou desviar o ramal de ligação.13. caracterizadas pela entrega de energia elétrica em um só ponto. bem como. 5.10. no alinhamento designado pelos poderes públicos. Ramal de ligação Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária e o ponto de entrega. 4. com participação nos investimentos necessários. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar. com medição individualizada. Limite de propriedade São as demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. Instalação consumidora Instalações de um único consumidor. 4.16. preparada de forma a permitir a ligação de uma unidade consumidora à rede da ELEKTRO. Página 15 Revisão 04 – 03/2009 . CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 5. Regulamentação a) Antes do início da obra civil da edificação.15. Ramal de entrada Condutores e seus acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição e proteção. das condições comerciais para sua ligação e do pedido de ligação.1. 4. 4. poste particular ou pontalete. proteção.14. é de interesse do futuro consumidor entrar em contato com a ELEKTRO a fim de se informar quanto aos detalhes desta Norma aplicáveis ao seu caso.18. pela operação e pela manutenção. A localização física do ponto de entrega é o ponto de ancoragem do ramal de ligação aéreo no isolador fixado no pontalete ou poste do consumidor.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 4. O ponto de entrega deve estar situado no limite com a via pública ou recuado no máximo a um metro do limite de propriedade do consumidor com a via pública. Ponto de entrega E o ponto até o qual a ELEKTRO se obriga a fornecer energia elétrica. caixas. 4. responsabilizando-se pela execução dos serviços.ND. instalado pela ELEKTRO. 4.11. Pontalete Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação. inclusive.

c) O padrão de entrada deve ser instalado de modo que sejam respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações. Sendo constatado nas instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo inferior ao limite mínimo permitido (0. caixa de medição. sob responsabilidade do consumidor. devidamente credenciados.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais b) O consumidor cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma não será ligado. d) O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica à ELEKTRO quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais. às expensas do consumidor. que providenciará. a seu exclusivo critério. O consumidor é responsável pelos danos eventuais causados aos materiais e equipamentos de propriedade da ELEKTRO. o consumidor será notificado das irregularidades existentes. às instalações elétricas de sua propriedade. alterações no sistema elétrico. a critério da ELEKTRO. mesmo que o fornecimento de energia seja gratuito. n) Esta Norma cancela e substitui a Norma ND. l) Se após a ligação da unidade consumidora. k) O consumidor deve permitir. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. que as mesmas sejam desligadas até a adequação do sistema de fornecimento.92). i) O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. Página 16 Revisão 04 – 03/2009 . devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo determinado pela ELEKTRO.10 . e) Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único medidor. As instalações elétricas internas após a medição e a proteção devem atender a NBR 5410. o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas legislações em vigor. 5. às expensas do consumidor. em qualquer tempo. será ligada somente após a prévia concordância da ELEKTRO. m) Os casos não especificamente abordados nesta Norma serão objetos de consulta à ELEKTRO. f) Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades de consumo. h) A entrada de serviço que em conseqüência de decisões jurídicas ou desmembramento de terrenos ficar em propriedade de terceiros. Conservação do padrão de entrada O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes do padrão de entrada. 3ª Edição de Maio de 2004. j) Não é permitida a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos limites de sua propriedade ou a propriedade de terceiros. o livre acesso dos representantes da ELEKTRO. for constatada que determinadas cargas ocasionam perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da ELEKTRO.2. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. estabelecidos nas Normas Brasileiras. dispositivos de proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre. poste. será passível de correção no seu todo ou em parte. g) Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de suas instalações o mais próximo possível da unidade. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança. esta pode exigir.ND. sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à ELEKTRO.

Instalações definitivas destinadas às atividades industriais. isolador e outros) são fornecidos e instalados pelo consumidor.d (ART de execução). . e comerciais com ligações trifásicas (ART de execução do padrão de entrada).2. . 5.Deslocamento do ponto de ancoragem do ramal de ligação por obstrução do acesso ao ponto de entrega. para as seguintes situações: . o endereço e quando solicitado. .12 (ART de execução do padrão de entrada). devidamente preenchida e autenticada. . o croqui da localização do imóvel em relação às vias públicas. As atribuições específicas dos profissionais habilitados encontram-se anotadas nas carteiras expedidas pelo CREA. b) Os demais materiais da entrada de serviço (poste.ND. A Elektro aceitará a ART de todo profissional legalmente habilitado para assumir a responsabilidade técnica para padrões de energia elétrica em tensão até 380V e potência até 75kW. a respectiva guia da ART e cópia da carteira do CREA com anotações de suas atribuições.Instalações especiais.3. Página 17 Revisão 04 – 03/2009 . 5.Instalações consumidoras cuja demanda exija proteção acima de 100 A. . Fornecimento de materiais da entrada de serviço a) O ramal de ligação e os equipamentos de medição (medidores.5. conforme item 6. o ponto conveniente de entrega de energia. conforme item 5.4.3. Os profissionais devem apresentar. também. b) Em resposta ao pedido de ligação.13 (ART do projeto e/ou execução). conforme item 11. conforme item 13. conforme padronização contida nesta Norma.1. independente da categoria de atendimento. informando detalhadamente a carga instalada. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA .Geração própria. condutores do ramal de entrada. 5. Deve ser informado o número da ART e quando solicitado pela Elektro a cópia da ART. dispositivo de proteção. são fornecidos e instalados pela ELEKTRO.Utilização de acessório ou ferragem não padronizada que alterem as condições normais do poste. c) Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características deve ser previamente submetido à apreciação da ELEKTRO.1. eletrodutos. conforme item 6. com indicação da posição do padrão de entrada e fornecendo documentos pessoais e/ou comerciais.Poste de concreto armado construído no local. sempre que solicitadas.3. Arquitetura e Agronomia. a ELEKTRO informará sobre a necessidade ou não de execução de serviços na rede. o custo a ser pago pelo interessado. .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 5. Apresentação de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) 5.Conselho Federal de Engenharia. transformadores de corrente e acessórios). armação secundária. caixa de medição. Pedido de ligação a) Para solicitar a ligação.e (ART de execução). o interessado deve entrar em contato com a ELEKTRO. estando sujeitos a aprovação pela ELEKTRO.5. A categoria de atendimento ficará sujeita a confirmação da ELEKTRO. conforme item 9. bem como. para a verificação da possibilidade de atendimento.5 (ART de execução do padrão de entrada).3.e (ART do projeto e execução). conforme item 5.5. observando os prazos e condições impostas pela legislação em vigor.

. e até 15 kW para tensão de fornecimento 220/380V. condições e exigências contidas nessa norma para a ART de responsabilidade de projeto e execução dos padrões de entrada requeridos. 5. duas fases e neutro.dois fios. não objeto desta Norma. Limitações de atendimento As limitações de potência de motores ou solda a motor das categorias de atendimento estão indicadas nas tabelas 1 e 2.quatro fios. Limites de fornecimento O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW.1. Observar o campo 27 da ART que deverá estar serviço/responsabilidade referente ao padrão construído.Tipo B (bifásico) . e acima de 15 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 220/380 V. .2.três fios. 5. 5. escrito claramente o Caso aconteça algum fato que o profissional mereça ser acionado em decorrência de anormalidade relativa ao projeto e execução prevista na ART emitida.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais É de total responsabilidade de cada profissional verificar suas competências e atribuições designadas pelos CREAs e CONFEA para a emissão de ART que a Elektro determina nessa norma. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: Página 18 Revisão 04 – 03/2009 .6. As limitações de carga instalada e potências de equipamentos especiais estão indicadas nos subitens a seguir: a) Tipo A (monofásico) .8. Tipos e limitações de atendimento 5.ND.Tipo A (monofásico) .Três fios (duas fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 12 kW até 25 kW para tensão de fornecimento 127/220 V.8. a Elektro acionará o CREA responsável para solicitar informações pertinentes informando o número da ART em questão. uma fase e neutro. Tensões e sistemas de fornecimento A ELEKTRO fornece energia elétrica nas tensões secundárias nominais de 220/127 V (220 V entre fases e 127 V entre fase e neutro). três fases e neutro. 5. a saber: . Devem ser observadas todos os casos. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de aparelhos de raios-X ou máquinas de solda a transformador.Dois fios (fase e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada até 12 kW para tensão de fornecimento 127/220 V.7. sistema estrela com neutro e freqüência nominal de 60 Hz. b) Tipo B (bifásico) .Tipo C (trifásico) . exceto para parte da cidade de São João da Boa Vista onde as tensões são de 380/220 V (380 V entre fases e 220 V entre fase e neutro).8. Tipos de atendimento São três os tipos de atendimento. sendo que as instalações com carga instalada superior a este valor são atendidas em tensão primária de distribuição.

aparelho de raios-X. Ligações de cargas especiais a) A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica. b) Os interessados cujas entradas consumidoras estejam enquadradas neste item. causadores de distúrbios de tensão ou corrente. Instalações especiais a) São instalações destinadas a locais onde são desenvolvidas atividades que propiciem aglomerações ou fluxos de pessoas e são atendidas com ligações Página 19 Revisão 04 – 03/2009 . necessariamente. d) Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas.16.aparelhos de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1. caso necessário. 5. . 5. Para esses casos. são tratadas como cargas especiais. 5. da classe 220 V com mais de 10 kVA ou máquina de solda trifásica com retificação em ponte. devem ser efetuados estudos específicos para sua ligação. Não é permitida neste tipo de atendimento a instalação de: . 5. . Instalações em condomínios Em conjuntos residenciais ou condomínios fechados constituídos de casas. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA. Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba.10.50 kW ou trifásicos com potência superior a 20 kVA. independente da carga instalada. derivando da entrada consumidora antes da chave geral e após a medição.01/1. e) Quando o consumidor tiver equipamento bifásico (FF) ou trifásico (FFF). o enquadramento pode ser efetuado no tipo de atendimento correspondente. a serem executadas pela ELEKTRO. eletrogalvanização e similares ou quaisquer outras. com potência superior a 30 kVA.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .12. conforme desenho ND.50 kW.10. c) Tipo C (trifásico) . a devida orientação.9. a critério da ELEKTRO. devem procurar a ELEKTRO antes da execução de suas instalações para fornecer detalhes e dados técnicos e receberem. e ainda outras que apresentem condições diferentes das estabelecidas nesta Norma. as ligações das unidades consumidoras devem ser feitas de acordo com esta Norma. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. motores com partida freqüente. Bombas de incêndio O conjunto moto-bomba deve ser ligado.aparelho de raios-X da classe de 220 V com potência superior a 1.Quatro fios (três fases e neutro) Aplicado às instalações com carga instalada acima de 25 até 75 kW para as tensões de fornecimento 127/220 V e 220/380 V.11. sendo obedecidos os procedimentos comerciais aplicáveis.ND.máquina de solda a transformador classe 127 V com mais de 2 kVA ou da classe 220 V com mais de 10 kVA. pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos na unidade consumidora e/ou pagamento do valor das obras necessárias no sistema elétrico.

espetáculos e exposições. tais como: circos. c) interligação clandestina ou religação à revelia. Suspensão do fornecimento 5.15. prática de violência nos equipamentos. d) por atraso no pagamento de prejuízos causados nas instalações da ELEKTRO. Padrões de entrada Os desenhos ND.10. 5. mediante prévia comunicação ao consumidor. e) pelo descumprimento das exigências da ELEKTRO em função da aplicação do item 5. Consideram-se. d) deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens.15. as especificações técnicas do equipamento para ser previamente liberado pela ELEKTRO. b) por atraso no pagamento de encargos e serviços relativos ao fornecimento de energia elétrica prestados mediante autorização do consumidor. ainda. sendo obrigatória a instalação de chave reversível para impossibilitar o funcionamento em paralelo com o sistema da ELEKTRO. cuja responsabilidade seja imputada ao consumidor. fogos de artifícios.ND. bem como.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais provisórias.1. Página 20 Revisão 04 – 03/2009 . o descumprimento das normas que regem a prestação do serviço público de energia elétrica. b) Para as instalações acima e em todas as ligações provisórias. 5. deve ser apresentada a ART de execução do padrão de entrada junto com o pedido de ligação ou no ato da vistoria. após o decurso de 15 (quinze) dias de seu vencimento. instalações especiais aquelas destinadas a locais que pela natureza dos trabalhos neles executados ou dos materiais neles mantidos.14.01/1 a ND. bem como. combustíveis. b) revenda ou fornecimento de energia a terceiros. pode suspender o fornecimento: a) por atraso no pagamento da conta.03/1 estabelecem as orientações mínimas necessárias para a montagem dos padrões de entrada de acordo com o tipo de atendimento. que provoquem alterações nas condições de fornecimento ou de medição.10. 5. A ELEKTRO.11.13. 5. comícios. sem a devida autorização federal.2. A ELEKTRO pode suspender o fornecimento quando verificar a ocorrência de: a) utilização de artifício ou qualquer outro meio fraudulento ou.04. O neutro do circuito alimentado pelo gerador particular deve ser independente do neutro do sistema da ELEKTRO. c) por atraso no pagamento dos serviços executados pela ELEKTRO. ainda. Em toda instalação de gerador particular para atendimento de emergência.. deve ser apresentado o projeto da instalação interna. juntamente com a(s) ART(s) de projeto e/ou execução.15. tais como: gás. etc. parques de diversão e locais para realização de festividades. possa haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos. Geração própria O paralelismo entre geradores particulares e o sistema da ELEKTRO não é permitido em hipótese alguma.10.

dando-se preferência a aquele em que estiver situada a entrada da edificação. h) quando concluídas as obras servidas por ligação provisória e não forem providenciadas as instalações necessárias para a ligação definitiva. ou com as normas e padrões da ELEKTRO. e que ofereçam riscos à segurança. medidas na vertical. g) Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas. terraços. o ramal de ligação deve situar-se no mínimo a 0. j) Havendo cruzamentos com cabos e fios isolados de comunicação ou sinalização.3. . devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis. 6.02.10.02/1.ABNT. RAMAL DE LIGAÇÃO 6.2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) por rompimento de lacres. f) Não deve ser facilmente alcançável de áreas.4. g) e h) deste item. d) O vão livre não deve ser superior a 30 m. ficar livre de qualquer obstáculo. janelas ou sacadas adjacentes. conforme desenho ND. i) É permitida a ligação de dois consumidores por meio de um único ramal de ligação encabeçado no poste particular na divisa das duas propriedades. para fins de leitura. .15. devendo ser observadas as disposições do desenho ND. estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados.ND. decorrido o prazo mínimo de 90 (noventa) dias da respectiva notificação. é permitida a entrada do ramal de ligação por qualquer um dos lados. Condições gerais a) O ramal de ligação é fornecido e instalado pela ELEKTRO. cuja responsabilidade seja imputável ao consumidor.1.01/1. mesmo que não provoquem alterações nas condições do fornecimento e/ou da medição.60 m acima desses.50 m nas entradas de garagens residenciais. entre o condutor inferior e o solo: . c) Se o terreno for de esquina ou possuir acesso a duas ruas. balcões.50 m no cruzamento de ruas e avenidas e sobre entradas de garagens de veículos pesados.1. e) A participação financeira do consumidor obedece a legislação vigente e a prática de atendimento de mercado da ELEKTRO.10. b) Deve entrar pela frente do terreno.03.5. ser perfeitamente visível e não cruzar terrenos de terceiros. e letras f). conforme critérios estabelecidos no item 9. h) É permitida a ligação de dois consumidores localizados no mesmo terreno por meio de um único ramal de ligação. i) quando se verificar impedimento ao acesso de empregados e prepostos da ELEKTRO em qualquer local onde se encontrem condutores e aparelhos de propriedade desta.50 m nos locais exclusivos a pedestres. bem como para as inspeções necessárias nos casos previstos na letra d) item 5. as suas instalações que estiverem em desacordo com as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . Página 21 Revisão 04 – 03/2009 .3. g) se o consumidor deixar de reformar e/ou substituir. conforme critérios estabelecidos no item 9.

0 m. c) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada.2. etc. Nesse caso. painéis. condutores de cobre isolados com EPR ou XLPE. Página 22 Revisão 04 – 03/2009 . Nesse caso. também.15. de 6. grades. deve ser no mínimo igual a: .01/1. quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não acessíveis a veículos pesados.6. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução . d) Nos casos em que ocorrer obstrução do acesso ao ponto de entrega (por exemplo: colocação de lambris na fachada. b) A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação no poste particular e o nível da calçada quando o poste da ELEKTRO situar-se do outro lado da rua deve ser. luminosos.4. Ver desenho ND.1. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com PVC com características de acordo com o item 11. esse dispositivo deve ser dimensionado para suportar.ND. deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução. d) Deve haver continuidade do neutro. Neste caso. .0 m. Execução das conexões e ancoragens As conexões e a ancoragens do ramal de ligação na rede secundária de distribuição e no ponto de entrega são executadas pela ELEKTRO. quando o poste da ELEKTRO situar-se do mesmo lado da rua. no mínimo. conforme desenho ND.1 e serem dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. no mínimo. c) O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro.0 m. quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos pesados. disjuntor ou fusível. o esforço nominal do poste e ser instalado de modo que não altere as suas características.3. RAMAL DE ENTRADA Deve ser executado pelo consumidor.10. e) Na impossibilidade de deslocamento do poste e for necessária a utilização de acessório ou ferragem não padronizado para evitar o cruzamento do ramal de ligação com terreno de terceiro ou desviar de obstáculo.10. Ancoragem a) O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser preparado pelo consumidor com a instalação da armação secundária e isolador roldana. 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 6. exceto condutor com isolação na cor verde. quando o ramal de ligação não cruzar garagens.). devido à diferença de ampacidade em relação aos condutores de cobre isolados com PVC. 6. . b) Para condutores com seções superiores 10 mm2 é obrigatório o uso de cabos. os componentes do ramal de entrada devem ser redimensionados. sendo nele vedado o uso de chave.01/1.5. Para capacidade de condução de corrente dos condutores. ver tabela 17. Podem ser utilizados. o ponto de entrega deve ser relocado pelo consumidor para um local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.02. embutido em eletroduto e obedecer aos requisitos indicados nos itens seguintes: 7. e) Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada.0 m.

Página 23 Revisão 04 – 03/2009 .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais f) Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de ligação nas condições dos padrões construtivos.10. g) Os condutores do circuito alimentador até o quadro de distribuição devem ter. . Eletrodutos a) Devem ser de PVC rígido rosqueável ou de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente com características conforme item 11. quando da instalação ao tempo. i) Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição. f) Em regiões litorâneas somente é permitida a instalação de eletroduto de PVC rígido.5 mm2. no mínimo. PROTEÇÃO 8. As pontas dos condutores.fio de cobre de 2. e) A junção entre eletroduto e a caixa deve ser feita por meio de bucha de proteção e arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora. quando situada junto ao limite da via pública. h) Alternativamente. j) Os eletrodutos devem ter espessuras de parede e diâmetros externos conforme indicado nas tabelas 18 e 19. todos os condutores devem ser flexíveis. 8. bem como aos equipamentos de medição e proteção. c) Podem ser embutidos nos casos de postes de concreto armado moldado no local ou na estrutura da edificação. devem possuir proteção com bucha para evitar danos à isolação dos condutores. b) O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar sua interrupção assegurando assim. g) Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135º. 600 mm.04/1. com curvatura mínima de 135º. a mesma seção dos condutores do ramal de entrada.2. A curva ou cabeçote deve ser de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO.1. de forma a permitir que se faça a “pingadeira”.arame de aço galvanizado de 14 BWG. h) Em caixa de medição com leitura voltada para calçada. a sua continuidade.04. podem ser utilizadas bengalas de mesmo material que os eletrodutos. 7. no mínimo.braçadeiras ou cintas de aço carbono com revestimento de zinco por imersão a quente ou liga de alumínio. no mínimo. conforme desenho ND. sobras de condutores de. Condições gerais a) A proteção geral contra sobrecorrentes e curtos-circuitos deve ser localizada após a medição. em três pontos. b) Devem ser instalados externamente ao poste particular e fixado com uma das alternativas a seguir: .ND. d) As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos. no mínimo.2. para ligação no borne do medidor devem ser estanhadas. . Essa fixação do eletroduto ao poste particular deve ser feita. classes 5 ou 6. ser instalada pelo consumidor de acordo com o que estabelece esta Norma e dimensionada conforme as tabelas 1 ou 2. i) Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço. conforme NBR NM 247-3. conforme os padrões construtivos.

Esse dispositivo não deve ser operado com carga.2. Proteção contra sobretensões De acordo com a NBR 5410 as instalações elétricas devem ser providas de proteção contra sobretensões transitórias de origem atmosférica ou de manobra transmitidas através da rede aérea.10. b) Para maior comodidade e segurança para o consumidor. 8. - Chave seccionadora com abertura sob carga com dispositivo de proteção ou disjuntor. respectivamente. MEDIÇÃO 9. As localizações preferenciais da caixa de medição estão indicadas no desenho ND.0 m do limite do terreno com a via pública. A caixa de medição deve ser instalada no muro divisório ou na parede externa da própria edificação. 9. 8.10. Quando for previsto o uso de dispositivos de proteção contra surtos (DPS). com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V) ou de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento de 220/380 V). com classe de tensão mínima de 250 V (para tensões de fornecimento de 127/220 V).01/1 a ND. - Chave seccionadora sem dispositivo de proteção.ND.1. recomenda-se a instalação com a caixa de medição com leitura voltada para calçada. ou classe de tensão mínima de 500 V (para tensões de fornecimento 220/380 V). c) A medição não deve ficar afastada mais de 1. instalada após a medição. sendo também permitida a utilização de chaves seccionadoras com fusíveis tipo NH. b) A proteção geral deve ser feita com um único tipo de dispositivo de proteção. bifásicas e trifásicas.03. exceto quando utilizada chave seccionadora com abertura sob carga.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais c) Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de fase em equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido a essas ocorrências.02/1. A seleção e instalação de dispositivos destinados a prover proteção da instalação e equipamentos contra sobretensões devem ser de acordo com a NBR 5410. preferencialmente no limite dessa com a via pública. o consumidor deve instalar as chaves com as características abaixo e conforme mostrado nos desenhos ND.03/1. d) Deve ser instalada em local de fácil acesso para leitura por parte dos empregados da ELEKTRO.10.3. ou no poste particular. Dispositivos de proteção e seccionamento a) Devem ser utilizados para proteção geral da entrada consumidora disjuntores termomagnéticos unipolares.10.10. sendo obrigatório quando se tratar de edificação no alinhamento da via pública. bipolares e tripolares nas ligações monofásicas. Para edificações com características industriais ou comerciais em que Página 24 Revisão 04 – 03/2009 . em varandas. estes devem ser instalados junto ao ponto de entrada da instalação ou no quadro de distribuição principal. c) Nos casos de medição indireta. instalada antes dos transformadores de corrente. Localização a) A medição deve ser instalada dentro da propriedade do consumidor.

04. 10. 9. Nesse caso.09.1.60 m em relação ao piso acabado.3.10.80 m. locais com má iluminação e sem condições de segurança.5. ATERRAMENTO 10.02/1.10. Medição indireta Para instalações com corrente de demanda superior a 100 A a medição será indireta e a montagem do padrão de entrada deve ser de acordo com os desenhos ND.09.13. Para a montagem do padrão da entrada ver desenho ND. Condições gerais a) A entrada consumidora deve possuir um ponto de aterramento onde serão interligados o condutor neutro do ramal de entrada e os aterramentos da caixa de medição metálica e poste de aço. 9.01/1. Não é permitida a instalação de 2 (dois) postes num mesmo terreno. área entre prateleiras ou pavimento superior de qualquer edificação. Página 25 Revisão 04 – 03/2009 .também. Medição direta Para instalações com corrente de demanda até 100 A o atendimento será com medição direta. cozinhas. escadarias.01/1 a ND.02/1. b) O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna do consumidor . tanques ou reservatórios. Medição para dois consumidores no mesmo terreno Sistema de medição destinado a atender dois consumidores localizados no mesmo terreno.01/1 e ND.01/1. e instalados num único eletroduto dimensionado conforme tabelas 21 ou 22 ou 23.10.10. dependências sanitárias. deve ser apresentada a ART do responsável técnico pela execução do padrão de entrada.10.09.4.10.PE (NBR 5410) pode ser interligado a haste de aterramento da entrada consumidora.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais houver dificuldade na observância dessa distância.10.ND. f) A caixa de medição direta deve ser instalada de maneira que sua face superior fique a uma altura compreendida entre 1. Medição na divisa de duas propriedades É permitida a ligação de dois consumidores através de um único ramal de ligação encabeçado em um único poste desde que o poste fique situado na divisa das duas propriedades. interior de vitrines.60 e 1. 9. inundações e trepidações excessivas. bombas. conforme desenho ND.03/1. 9. para medição indireta entre 1. tais como proximidades de máquinas. Não são aceitos .10. Os ramais de entrada dos consumidores serão independentes (um circuito para cada consumidor).10. Para montagem do padrão de entrada ver desenhos de ND.40 e 1. Para montagem do padrão de entrada ver desenho ND. o interessado deve apresentar um croqui para análise da área técnica competente da ELEKTRO. dimensionados conforme as tabelas 1 ou 2. locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos. e) Não são aceitas caixas de medição instaladas nos seguintes locais: copas.2.

Material a) As caixas devem ser fabricadas com chapa de aço. b) O condutor de aterramento deve ser de cobre nu. MATERIAIS DO PADRÃO DE ENTRADA Somente são aceitas caixas de medição e postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. aço inoxidável. tão curto e retilíneo quanto possível.6. visando reconstituir o piso. A relação dos fabricantes e os respectivos materiais homologados encontramse à disposição para consulta no site da ELEKTRO. b) Para regiões litorâneas exige-se a utilização de caixa fabricada com material não corrosível (policarbonato. policarbonato.3.01/1 a ND. b) Podem ser utilizados. conforme NBR 7285. também.1. Montagem a) O aterramento deve ser instalado próximo da caixa de medição. a uma distância até 0.10. e) O ponto de ligação do condutor de aterramento à haste deve estar protegido com massa calafetadora e ser acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada. As indicações do aterramento nos desenhos ND.10. c) Nas instalações com medição voltada para a calçada é obrigatória a utilização no ramal de entrada dos condutores de cobre flexíveis de classe 5 ou 6 conforme NBR NM 247-3. 11. Somente depois de liberada a montagem da entrada consumidora. ferro fundido.1. 11.04. e instalados conforme desenho ND. fibra de vidro.03/1 são ilustrativas. a haste pode ser coberta. conforme NBR 5597.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 10. sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção.ND.2.10. c) O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a caixa de inspeção por meio de eletroduto de PVC. Os eletrodutos de aço devem possuir tratamento superficial (revestimento de zinco por imersão a quente). Dimensionamento Estão indicados nas tabelas 1 e 2 os dimensionamentos dos condutores de aterramento em função da categoria de atendimento do consumidor e tensão de fornecimento. condutores de cobre com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. Caixas de medição e proteção 11. fibra de vidro. Condutores a) Devem ser de cobre isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V.2. classe A ou B. d) Os tipos de hastes devem ser de acordo com o item 11.14. conforme NBR NM 247-3. NBR 5598 e NBR 5624. Página 26 Revisão 04 – 03/2009 .10. 11.50 m em relação à projeção da parte frontal do compartimento da proteção geral da caixa (em qualquer sentido).3. 10.6 kV/1 kV. conforme NBR 15465 ou de aço carbono.01/1. 11. Eletrodutos Deve ser de PVC rígido rosqueável.3. alumínio ou outro material previamente aprovado pela ELEKTRO. aço inoxidável ou alumínio).

B ou C (monofásicos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. instalação com a medição voltada para a calçada. B ou C (monofásicos. bifásicos ou trifásicos). B ou C (monofásicos. instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. i) Caixa de proteção tipo S-M Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor monopolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. k) Caixa de proteção tipo S-T Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor tripolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII. hall de entrada e outros locais acessíveis a pessoas) a caixa deve ser dotada de tampa externa. c) Caixa de medição e proteção tipo IV Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). h) Caixa de proteção tipo T Utilizada para instalação do dispositivo de proteção geral nas unidades consumidoras com medição indireta.ND. e) Caixas de medição tipos VI-A e VI-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. bifásicos ou trifásicos). B ou C (monofásicos. Página 27 Revisão 04 – 03/2009 . g) Caixa de medição tipo M Utilizada para instalação da chave seccionadora e equipamentos para medição nas unidades consumidoras com medição indireta. b) Caixa de medição e proteção tipo III Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. instalação com medição voltada para a calçada.3. bifásicos ou trifásicos). Nas instalações ao tempo ou expostas (corredores. instalação com a medição voltada para a calçada. f) Caixas de medição tipos VII-A e VII-B Caixas de medição em policarbonato utilizadas nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A. d) Caixa de medição e proteção tipo V Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A.2. bifásicos ou trifásicos). instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo ou em muro. Tipos a) Caixa de medição e proteção tipo II Utilizada nas unidades consumidoras que se enquadram nos tipos de atendimento A ou B (monofásicos ou bifásicos). instalação lateral em muro ou mureta ou ao tempo. j) Caixa de proteção tipo S-B Caixa de proteção em policarbonato utilizada para instalação de disjuntor bipolar em conjunto com a caixa tipo VI ou VII.

21. b) A fixação da armação secundária ou suporte para isolador roldana deve ser feita da seguinte forma: . o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta.1.01/1.22.22.10.comprimento total do poste (m) e . f) Não são aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto. Somente após a vistoria ou ligação.5. Postes e pontaletes 11.em poste ou pontalete. pode ser utilizado poste de comprimento desde que adequado às alturas mínimas especificadas no item 6.4. Poste particular a) O poste particular deve ser de concreto armado seção duplo "T". ou de aço carbono seção circular ou quadrada. Ferragens 11. g) Antes da instalação do ramal de ligação pela ELEKTRO. e) São aceitos também postes de concreto armado.02/1. e engastado conforme a fórmula: e = 0.21.engastamento (m) d) Os postes devem ser escolhidos em função da categoria de atendimento e dimensionados de acordo com as tabelas 1 ou 2.5 m com engastamento simples de 1.04/1. Os furos destinados à fixação da caixa ao poste devem ser vedados com massa calafetadora.em parede de alvenaria. conforme desenhos ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11. construídos no local.10 x L + 0.60 (m) sendo: L . através de parafuso passante ou braçadeira. Fixação da caixa ao poste A fixação da caixa ao poste pode ser feita com parafuso passante. .20.4. respectivamente. deve ser instalada uma armação secundária de 1 estribo e isolador roldana ou o suporte para isolador roldana.01/1 e ND. desde que seja apresentado para conhecimento da ELEKTRO o projeto do mesmo. de modo que a ancoragem do ramal de ligação seja feita no lado de maior resistência. e foi definido de forma a atender às alturas mínimas entre o condutor do ramal de ligação e o solo conforme item 6. com chumbador. Página 28 Revisão 04 – 03/2009 .01/1 a ND. cinta ou braçadeira suporte.10. recomenda-se que as ferragens sejam de liga de alumínio. c) Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição. h) Os postes de concreto duplo T devem ser instalados com a face B (lisa) voltada para a rua. apresentando a respectiva guia da ART do projeto e execução. Suporte do ramal de ligação a) Para sustentação do ramal de ligação. ou concreto armado com caixa de medição incorporada. c) Para as regiões litorâneas. 11.5.10.10.4. nos padrões com medição em muro ou mureta.10.35 m. o poste deve estar totalmente visível até o solo para verificação do traço demarcatório.g.g. 11. conforme desenhos ND.ND.1. b) O comprimento nominal do poste particular é de 7.1. de acordo com as padronizações da NBR 8159 e NBR 6249. contendo as necessárias especificações técnicas e assinado pelo profissional responsável. conforme desenho ND.1.2.

0 m em laje. Caso a área construída seja maior que 250 m2 o interessado deve declarar o número de tomadas previstas e considerar 100 W por tomada. b) Deve ter comprimento total de 3.haste de aço revestido de cobre de 12 mm de diâmetro (mínimo) e 2400 mm de comprimento e demais características de acordo NBR 13571. Haste de aterramento O aterramento junto ao padrão de entrada deve ser feito com um dos seguintes tipos hastes: . bem como falta de fase. d) Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida. c) Deve ser exigida a instalação de motor com rotor bobinado e reostato de partida sempre que.04. d) Deve ser com tubo de aço zincado de seção circular ou quadrada.6.10.2. devido a sua potência. 13.1. Considerar também a carga mínima de tomadas para a cozinha. b) Devem ser utilizados os dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos conforme a tabela 14. 11. é básica para a determinação da categoria de atendimento da unidade consumidora. Instalação residencial Tomadas: Considerar no mínimo o número de tomadas indicadas na tabela 3. conforme indicado na tabela 5. Pontalete a) Este tipo de instalação é permitido somente quando existirem condições que impeçam a instalação dos padrões normais com postes. forem ultrapassados os limites estipulados na tabela 14. . coluna ou viga de edificação. CÁLCULO DA CARGA INSTALADA A carga instalada da instalação. Página 29 Revisão 04 – 03/2009 . PARTIDA DE MOTORES a) Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na NBR 5410. devem ser dotados de equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia. Isolador castanha Deve ter características conforme NBR 6248. e deve ser calculada de acordo com o critério a seguir: 13. c) Deve obedecer ao padrão construtivo constante do desenho ND.cantoneira de aço carbono com de revestimento de zinco por imersão a quente. Iluminação e tomadas 13. 11.03/1. em kW. Isolador roldana Deve ter características conforme NBR 6249.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 11.7.5. 11.ND. O engastamento deve ser executado de maneira a garantir a carga para a qual foi dimensionado. ou quando condições de partida difícil o tornarem aconselhável. com dimensões mínimas de acordo com o indicado nas tabelas 1 ou 2. em função da área construída.8. 12.1.0 m com engastamento mínimo de 1. de 25x25x5 mm com 2400 mm de comprimento.1.

levando em consideração as cargas mínimas da tabela 20. ..Condicionador de ar (utilizar os valores da tabela 9 caso não sejam informados os valores do fabricante). Igrejas e outros. retificadores e equipamentos de eletrólise. 13. . um ponto de luz por cômodo ou corredor com potência igual a 100 W por ponto de luz.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado.2. Com potência indicada pelo fabricante .10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Iluminação: Considerar.Aquecedor elétrico central. Motores elétricos e equipamentos especiais 13. Pode ser aplicado também às pequenas indústrias atendidas em baixa tensão.Aquecedor elétrico de acumulação (Boiler). .2. 13. no mínimo. Hospitais. Casas Comerciais.Outros aparelhos com potência igual ou superior a 1 000 W. Equipamentos especiais Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-x. Com potência definida (valores médios) - Torneira elétrica: Chuveiro elétrico: Máquina de lavar louças: Máquina de secar roupa: Forno de microondas: Forno elétrico: Ferro elétrico: 3 000 W 4 000 W 2 000 W 2 500 W 1 500 W 1 500 W 1 000 W 13.3. máquinas de solda a transformador. com carga instalada conforme placa do fabricante. 13. CÁLCULO DA DEMANDA O presente cálculo de demanda aplica-se às instalações residenciais e comerciais. Utilizar os valores das tabelas 15 e 16 caso não sejam informados os valores do fabricante. 13. Aparelhos eletrodomésticos Considerar as potências dos aparelhos eletrodomésticos abaixo relacionados quando comprovadamente previstos na instalação. . Indústrias.2. Motores e máquinas de solda a motor De acordo com os dados de placa do fabricante.2.3. fornos elétricos a arco. Hotéis.Aquecedor de água de passagem. Outros tipos de instalação (Motéis. 13.ND. Bancos. .1.Fogão elétrico. fornos elétricos de indução. O valor da demanda deve ser calculada pela seguinte fórmula: D= a + b + c + d + e + f + g + h + i Sendo: Página 30 Revisão 04 – 03/2009 .2. quando o interessado não tiver dados mais precisos quanto a sua demanda real prevista.3. etc.1.1. Clubes.Hidromassagem. 14. .2.

00. Outros tipos de instalação (b2) Carga instalada conforme item 13. considerar os fatores de demanda da tabela 5. lâmpadas fluorescentes.2. devendo separar as cargas de tomadas e iluminação. neon.fator de potência para tomadas: 1.1. Demanda referentes a chuveiros.fator de potência igual a 1. máquina de lavar louça e forno de microondas (d) Carga instalada: considerar as potências indicadas no item 13. Página 31 Revisão 04 – 03/2009 .00. e.demanda total da instalação em kVA Demais fatores (a.1. .50. ou valores de placa do fabricante. lâmpadas fluorescentes. .2.2.2. Para os aparelhos instalados internamente à edificação. Instalação residencial (a1) Carga instalada mínima. com compensação do fator de potência: 0. conforme catálogo do fabricante.2. . vapor de sódio ou mercúrio. igrejas e outros.00. 14. hotéis. .fator de demanda para tomadas e iluminação. 14.1.) Carga instalada de acordo com o declarado pelo interessado.fator de potência igual a 1.00.fator de demanda: conforme a tabela 5. instalados no mesmo. . i) conforme a seguir: 14.00. clubes. . 14.fator de potência para iluminação: . deve ser considerado fator de demanda de 100% para cargas de chuveiros.1. hotéis. .3.4. casas comerciais.fator de demanda. d.95. Instalação residencial. . 14.fator de demanda: conforme a tabela 7. g. .2.1. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos (b) 14. . Demanda referente à iluminação e tomadas (a) 14. Demanda de secadora de roupa. motéis.ND. forno elétrico.1.1.00. sem compensação do fator de potência: 0. conforme a tabela 3 e item 13. h. . conforme a tabela 20. casas comerciais e igrejas (b1) Carga instalada conforme item 13.fator de potência igual a 1.fator de demanda igual a 1. 14.fator de potência igual a 1.1. c. Outros tipos de instalação (a2) (Motéis. vapor de sódio ou mercúrio.2.1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais D . bancos. .fator de demanda: conforme a tabela 6.2. hospitais. conforme a tabela 4.00. Nota: No caso de edificações contendo vestiários. . lâmpadas incandescentes ou com lâmpadas que não utilizam reator: 1. b. f.00. indústrias. hospitais. torneiras e aquecedores. . Demanda referente a aquecedor central ou de acumulação (c) Carga instalada: considerar a potência. torneiras.fator de potência igual a 1. néon. .

EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA 16. conforme a tabela 11.6. temos que a carga instalada (C) é igual a 8 kW. . conforme a tabela 9. 14.fator de potência igual a 1. 14.5. . contendo 1 quarto.ND. para uso comercial. Demanda referente a equipamentos especiais (h) Carga instalada: potência de placa do fabricante. 14.9.50. Demanda referente a fogões elétricos (e) Carga instalada: considerar a potência de placa do fabricante.fator de demanda.00.fator de potência igual a 1. .fator de demanda: conforme tabela 13.7. a ser aplicada a cada tipo de aparelho. .fator de demanda conforme a tabela 12. . Hidromassagem (i) Carga instalada: conforme placa do fabricante. DIMENSIONAMENTO DO PADRÃO DE ENTRADA O dimensionamento das entradas de serviço monofásicas e bifásicas é feito de acordo com as cargas instaladas (kW) calculadas conforme item 13 e de acordo com as categorias de atendimentos das tabelas 1 ou 2.8. . conforme as tabelas 15 e 16. e os seguintes aparelhos com potência definida: 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: 2 400 W pontos de luz (4 cômodos): 400 W 1 chuveiro elétrico: 4 000 W 1 ferro elétrico: 1 000 W Total: 7 800 W ou 7.fator de demanda: . . . .00. Para entradas de serviço trifásicas o dimensionamento é feito de acordo com a demanda (kVA) da instalação calculada de acordo com o item 14. Página 32 Revisão 04 – 03/2009 . Demanda referente a motores e máquinas de solda a motor (g) Carga instalada: potência de placa do fabricante (cv ou HP) e conversão para kW ou kVA. 14.fator de potência. considerar igual a 0. sala.1. Demanda referente a condicionador de ar tipo janela (f) Carga instalada: considerar a potência por aparelho. conforme a tabela 10. Exemplo 1 Residência com 40 m2 de área construída. para uso residencial igual a 1.80 kW Arredondando-se o valor obtido para um valor inteiro imediatamente superior. 16. 15.fator de demanda: conforme tabela 8. cozinha e banheiro.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 14.00.

e contendo os seguintes aparelhos eletrodomésticos com potência definida: 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 4 000 W cada um 3 000 W 2 500 W 1 000 W Cálculo da Carga Instalada carga de tomadas: pontos de luz (10 cômodos): 2 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 máquina de secar roupa: 1 ferro elétrico: 2 800 W 1 000 W 8 000 W 3 000 W 2 500 W 1 000 W Total: 18 300 W ou 18. entretanto.ND. 1 banheiro privativo e garagem. quando existirem aparelhos trifásicos.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Portanto. Exemplo 2 Residência com 115 m2 de área construída. Portanto. com um total de 12 cômodos e contendo os seguintes aparelhos com potência definida ou de acordo com a placa do fabricante: 2 condicionadores de ar 14000 BTU: 4 chuveiros elétricos: 1 torneira elétrica: 1 ferro elétrico: 1 forno elétrico: 1 máquina de lavar louças: 1 máquina de secar roupas: 2 motores trifásicos: 1 900 W cada um 4 000 W cada um 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W 1 cv cada um Obs. Cálculo de carga instalada Carga de tomadas: Pela tabela 3 (área construída 180 m2) temos: 12 tomadas de 100 W. 16. com 1 sala de 2 ambientes. 3 quartos. temos que a carga instalada (C) é igual a 19 kW. sendo 100 W (mínimo) por cômodo. temos: Página 33 Revisão 04 – 03/2009 .: Os aparelhos com potências inferiores a 1 000 W não devem ser relacionados no pedido de ligação. estes devem ser relacionados.30 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. 1 banheiro social. cozinha.3. mais 3 tomadas de 600 W.2. mesmo que suas potências sejam inferior a 1 000 W. copa. a unidade consumidora se enquadra na categoria A2 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou A4 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). Exemplo 3 Residência com 180 m2 de área construída. 16. a unidade consumidora se enquadra na categoria B3 para localidades com tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou B5 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2). Total: 1 200 + 1 800 = 3 000 W Carga de iluminação 12 cômodos.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 12 x 100 W = 1 200 W Carga de aparelhos eletrodomésticos 2 condicionadores de ar 1 900 W: 4 chuveiros elétricos de 4 000 W: 1 torneira elétrica de 3 000 W: 1 ferro elétrico de 1 000 W: 1 forno elétrico de 1 500 W: 1 máquina de lavar louças de 2 000 W: 1 máquina de secar roupas de 2 500 W: Total: 29 800 W 3 800 W 16 000 W 3 000 W 1 000 W 1 500 W 2 000 W 2 500 W Motores 2 motores trifásicos 1 cv (pela tabela 16).52)/1. temos FD = 0. temos o fator de potência (FP) = 1. torneiras.65)/1. aquecedores de água de passagem e ferros elétricos Carga InstaladaChuveiros: 4 x 4 000 = 16 000 W Torneira elétrica: 1 x 3 000 = 3 000 W Ferro elétrico: 1 x 1 000 = 1 000 W Total 20 000 W ou 20 kW Pela tabela 5. temos que a carga instalada (C) é igual a 37 kW.1.1.1.00 a= c arga instalada× fator de demanda fator de potência a = (4 200 x 0.instalação residencial Carga Instalada: 3 000 + 1 200 = 4 200 W ou 4.10 kW.65 Pelo item 14.00 b= c arga instalada× fator de demanda fator de potência b = (20 000 x 0. temos: 2 x 1 050 W = 2 100 W Carga instalada Total: 3 000 + 1 200 + 29 800 + 2 100 = 36 100 W ou 36. Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. temos o FP = 1.2. Cálculo da demanda D = a + b +c + d + e +f + g + h + i a) Tomadas e iluminação . para 6 aparelhos.52 Pelo item 14. Neste caso. deve-se efetuar o cálculo da demanda para o dimensionamento da entrada.00 = 2 184 VA a = 2.20 kVA b) Chuveiros.00 kVA b = 13 kVA c) Aquecedor central de acumulação (boiler) c=0 Página 34 Revisão 04 – 03/2009 .ND.2 kW Pela tabela 4.00 = 13 000 VA ou 13. temos o fator de demanda (FD)= 0.

30 kVA h) Equipamentos especiais h=0 i) Hidromassagem i=0 Demanda total (D) D=a+b+c+d+e+f+g+h+i D= 2. temos FD = 1.00 = 4 200 VA ou 4.90 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior. forno elétrico.70)/1. temos FD = 0.00 kW Pela tabela 7. 20 kVA f = 4.4. temos: Carga Instalada em kVA = 2 x 1.2 + 0 + 4. Página 35 Revisão 04 – 03/2009 .52 x 0.70 Pelo item 14.3 + 0 + 0 D = 25.6.00 d= c arga instalada× fator de demanda fator de potência d = (6 000 x 0. a unidade consumidora se enquadra na categoria C2 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C7 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).2 + 13.20 kVA d = 4. temos que a Demanda (D) é igual a 26 kVA.52 = 3.2 + 2.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Pela tabela 16. temos: g = 1.52 x 1.20 kVA e) Fogões elétricos e=0 f) Condicionador de ar tipo janela Carga Instalada em Watts (W): 2 x 1 900 = 3 800 W Pela tabela 9 temos a carga instalada em VA: 2 x 2 100 VA = 4 200 VA Pelo item 14.00 + 1.50 g = 2. Portanto. máquina de lavar louça e forno microondas Carga Instalada: 1 x 1 500 W = 1 500 W 1 x 2 000 W = 2 000 W 1 x 2 500 W = 2 500 W Total = 6 000 W ou 6. para 3 aparelhos.00 Portanto: f = 4 200 x 1.00 = 4 200 VA ou 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais d) Secadora de roupa.ND.04 kVA Considerando os fatores de demanda da tabela 11.0 + 0+ 4. temos FP = 1.

Fator de potência e Fator de demanda: conforme item 14.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais 16. deve-se calcular a demanda.00 1.ND.000 W: 2 condicionadores de ar 1 900 W: 1 compressor (trifásico) de 10 cv: 1 serra vertical (trifásica) de 7.25 kVA b) Chuveiros elétricos .00 1.Indústria Relação da carga instalada 12 lâmpadas mistas de 250 W: 24 lâmpadas fluorescentes de 40 W: 12 reatores de 20 W: 1 chuveiro de 4.2. temos que a carga instalada (C) é igual a 65 kW.00 Demanda (VA) 1.Fatores de potência: conforme item 14. Aparelho Potência (W) FP FD 1 chuveiro elétrico 4 000 Total 1.5 cv:3 motores (trifásicos) de 5 cv: 4 furadeiras (monofásicas) de 1 cv: 2 serras elétricas (trifásicas) de 2 cv: 2 máquinas de solda de 4 kW: 3 000 W 960 W 240 W 4 000 W 3 800 W 8 890 W 6 570 W 6 570 W 13 530 W 4 560 W 3 900 W 8 000 W Total: 64 020 W ou 64.00 1 010 12 reatores de 20 W 240 1.20 kVA g) Motores elétricos e máquinas de solda a motor Página 36 Revisão 04 – 03/2009 .00 3 000 24 lâmpadas fluorescente de 40 W 960 0.00 240 12 lâmpadas mistas de 250 W Total 4 250 a = 4.Fator de demanda: conforme tabela 10 Aparelho 1 condicionador de ar de 15 000 BTU Demanda (VA) 4 200 f = 4.95 1.1. Cálculo de demanda D=a+b+c+d+e+f+g+h+i a) Iluminação e tomadas . Neste caso.Potência: conforme tabela 9 .00 4 000 4 000 b = 4.00 kVA f) Condicionadores de ar tipo janela . Exemplo 4 .4. e Fatores de demanda: conforme tabela 20 Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 3 000 1.02 kW Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior.2.5 cv: 1 prensa (trifásica) de 7.2.

50 4 330 3 motores de 5 cv 18 060 0.20 + 35.60 4 800 Total 12 800 h = 12 800 VA ou 12.5 cv 8 650 0.05 + 12.ND.Potências: conforme tabelas 15 e 16 Aparelho Potência (W) FD Demanda (VA) 11 540 1.50 2 700 1 motor de 10 cv Total 35 050 g = 35.Fator de potência: conforme item 14. Página 37 Revisão 04 – 03/2009 .80 D = 60.00 11 540 1 serra vertical de 7.05 kVA h) Equipamentos especiais .00 8 000 2ª máquina 4 000 0.50 0.50 1. Portanto.80 kVA Demanda total (D) D=a+b+f+g+h D = 4.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais .5 cv 8 650 0.25 + 4.Fator de demanda: conforme tabela 11 .50 4 330 1 prensa de 7.00 + 4. a unidade consumidora se enquadra na categoria C6 para tensão de fornecimento 220/127 V (tabela 1) ou categoria C10 para tensão de fornecimento 380/220 V (tabela 2).50 3 120 2 serras de 2 cv 5 400 0.8 e Fator de demanda: conforme tabela 12 2 máquinas de solda a transformador de 4 000 W cada uma: Aparelho Potência (W) FP FD Demanda (VA) 1ª máquina 4 000 0.50 9 030 4 furadeiras de 1 cv 6 240 0.30 kVA Arredondando-se o valor obtido para o valor inteiro imediatamente superior temos que a Demanda (D) é igual a 61 kVA.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 38 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELAS Página 39 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 40 Revisão 04 – 03/2009 .

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 41 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 42 Revisão 04 – 03/2009 .ND.

Caso o consumidor declare quantidade de tomada superior ao da tabela.ND. 2. TOMADAS (COZINHA) (600 W) 1 8 < S < 15 3 300 15 < S < 20 4 20 < S < 30 SUBTOTAL II (W) TOTAL I + II (W) 600 700 1 600 900 400 2 1 200 1 600 5 500 2 1 200 1 700 30 < S < 50 6 600 3 1 800 2 400 50 < S < 70 7 700 3 1 800 2 500 70 < S < 90 8 800 3 1 800 2 600 90 < S < 110 9 900 3 1 800 2 700 110 < S < 140 10 1 000 3 1 800 2 800 140 < S < 170 11 1 100 3 1 800 2 900 170 < S < 200 12 1 200 3 1 800 3 000 200 < S < 220 13 1 300 3 1 800 3 100 220 < S < 250 14 1 400 3 1 800 3 200 NOTAS: 1. prevalece o valor declarado. Página 43 Revisão 04 – 03/2009 . TOMADAS (100 W) SUBTOTAL I (W) S<8 1 100 QUANT.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 3 NÚMERO MÍNIMO DE TOMADAS EM FUNÇÃO DA ÁREA CONSTRUÍDA ÁREA TOTAL (m2) QUANT. Para área construída acima de 250 m2 o interessado deve declarar a quantidade de tomadas prevista no projeto elétrico de sua residência.

00 14 0.ND.38 NOTA: O número de aparelhos indicado na tabela refere-se a soma das quantidades dos mesmos.40 7<C≤8 0.35 8<C≤9 0.43 4 0.31 9 < C ≤ 10 0. portanto.00 15 0.52 5<C≤6 0. FD = 0.76 17 0.54 22 0.42 5 0.39 11 0.39 9 0.40 7 0.38 13 0. TORNEIRAS.60 Página 44 Revisão 04 – 03/2009 .65 19 0.70 18 0.27 C > 10 0. AQUECEDORES DE ÁGUA DE PASSAGEM E FERROS ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.40 8 0.45 2 1.44 3 0.45 6<C≤7 0.66 3<C≤4 0.46 acima de 25 0.84 16 0.48 25 0.60 20 0.86 1<C≤2 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 4 FATORES DE DEMANDA REFERENTES A TOMADAS E ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL CARGA INSTALADA (kW) FATOR DE DEMANDA C≤1 0.52 23 0.49 24 0. Exemplo: 4 chuveiros + 2 torneiras + 1 ferro elétrico = 7 aparelhos.57 21 0.41 6 0.59 4<C≤5 0.75 2<C≤3 0.24 TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE CHUVEIROS.39 10 0.38 12 0.

ND. MÁQUINA DE LAVAR LOUÇA E FORNO MICROONDAS Nº DE APARELHOS 1 FATOR DE DEMANDA 1.62 TABELA 7 FATORES DE DEMANDA DE SECADORA DE ROUPA.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 6 FATORES DE DEMANDA DE AQUECEDOR CENTRAL OU DE ACUMULAÇÃO (BOILER) Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1.48 10 a 11 0.00 2a4 0.35 21 a 25 0.31 3 0.37 16 a 20 0.32 2 0.28 5 0.00 8 0.62 acima de 3 0.26 Página 45 Revisão 04 – 03/2009 .40 12 a 15 0.60 9 0.50 acima de 8 0.00 2 0.33 acima de 25 0.72 3 0.26 6 0.60 7a8 0.26 7 0.50 TABELA 8 FATORES DE DEMANDA DE FOGÕES ELÉTRICOS Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1. FORNO ELÉTRICO.70 5a6 0.30 4 0.

77 51 a 75 0.5 60 000 9 000 7 500 220 24. 2.0 220 8.5 110 17. Os valores de potência apresentados nesta tabela são orientativos. quando disponíveis os dados de placa ou de catálogo do fabricante. TABELA 10 FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA PARA USO COMERCIAL Nº DE APARELHOS 1 a 10 FATOR DE DEMANDA 1.00.80 41 a 50 0.0 220 5. Página 46 Revisão 04 – 03/2009 . As correntes nominais para aparelhos de 41 000 e 60 000 BTU são para ligações trifásicas em 220 V.75 acima de 100 0. deve-se considerar o fator de demanda igual a 1.0 21 000 3 080 2 800 220 14.0 110 15.75 76 a 100 0.90 21 a 30 0.5 2 860 2 600 220 13.5 1 900 220 9.75 NOTA: Quando se tratar de unidade central de condicionador de ar. estes devem ser considerados.0 220 7.ND.0 110 14.82 31 a 40 0.0 7 500 1 100 900 8 500 1 550 1 300 10 000 1 650 1 400 12 000 1 900 1 600 15 000 2 100 18 000 NOTAS: 1.0 41 000 5 500 5 000 220 14.0 220 7.00 11 a 20 0.0 30 000 4 000 3 800 220 18.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 9 CONDICIONADORES DE AR TIPO JANELA CAPACIDADE (BTU/h) POTÊNCIA (VA) POTÊNCIA (W) TENSÃO (V) CORRENTE (A) 110 10.

00 2 0.39 acima de 4 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 11 FATORES DE DEMANDA DE MOTORES MOTOR FATOR DE DEMANDA Maior motor 1.60 NOTA: Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais.00 demais 0. Se os maiores motores tiverem potências iguais. deve-se considerar apenas um como o maior.39 Página 47 Revisão 04 – 03/2009 . Existindo motores que obrigatoriamente partam simultaneamente (mesmo sendo os de maior potência) deve-se somar suas potências e considerá-los com um só motor.56 3 0. TABELA 13 FATORES DE DEMANDA DE HIDROMASSAGEM Nº DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA 1 1. TABELA 12 FATORES DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS EQUIPAMENTO FATOR DE DEMANDA Maior equipamento 1. deve-se considerar apenas um como o maior. 2.50 NOTAS: 1.47 4 0.00 demais 0.ND.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 48 Revisão 04 – 03/2009 .

7 96 48 0.80 12 ½ 11 580 14 940 - 67.5 132 68 0.73 3 3 220 4 070 37. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.0 408 0.1 63 33 0.5 31 16 0.67 ¾ 900 1 340 12.4 10. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA ¼ POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA 420 660 ⅓ 510 770 7.1 3.71 2 2 170 2 970 27.0 18.0 110 V 27 220 V 14 COS Ø MÉDIO 0.81 POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) CORRENTE NOMINAL (A) CORRENTE DE PARTIDA (A) 110 V 5.9 260 0.73 1½ 1 670 2 350 21.79 5 5 110 6 160 - 28.2 7.9 220 V 3.0 145 0.83 7½ 7 070 8 840 - 40.0 13.78 15 13 720 16 940 - 77.66 ½ 790 1 180 11.1 68 35 0.9 330 0.2 210 0.6 5.2 6.ND.4 47 24 0.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 15 MOTORES MONOFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.63 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.80 10 9 310 11 640 - 52. Página 49 Revisão 04 – 03/2009 .67 1 1 140 1 560 14.5 220 110 0.

9 2 521.0 11.77 20 17 010 22 100 33.1 152.1 7.1 25.77 12 ½ 10 850 14 090 21.0 0.3 0.9 528.4 3 458.3 4.5 189.82 40 33 380 39 740 60.1 0.7 566.9 0.72 3 2 950 4 040 6.7 19.1 0.73 4 3 720 5 030 7.7 743.7 422.1 15.8 275.9 20.0 370.8 57.5 0.84 50 40 930 48 730 73.0 44.77 25 20 920 25 830 39. CORRENTES NOMINAIS E DE PARTIDA POTÊNCIA NOMINAL (cv ou HP) POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE W VA CORRENTE NOMINAL (A) 380 V 220 V CORRENTE DE PARTIDA (A) 380 V 220 V COS Ø MÉDIO ⅓ 390 650 0.7 90.6 0.9 3.6 38.5 30.7 0.6 632.5 58.0 156.1 10.2 1 162.66 1 1 050 1 520 2.3 5.5 0.85 NOTA: As correntes nominais e de partida apresentadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não for possível obtê-las nas placas dos motores.85 100 81 230 95 560 144.69 1½ 1 540 2 170 3.7 0.0 717.1 326.6 13.8 250.7 0.76 10 8 890 11 540 17.9 1.7 1 619.1 98.85 125 100 670 117 050 177.1 201.0 0.8 1 455.0 0.9 0. Página 50 Revisão 04 – 03/2009 .0 0.1 0.3 37.2 104.ND.3 0.7 196.7 22.77 15 12 820 16 650 25.7 157.3 9.4 16.66 ¾ 830 1 260 1.1 0.4 0.71 2 1 950 2 700 4.0 243.1 1 996.2 43.5 915.7 4.0 74.6 340.1 499.7 477.75 7½ 6 570 8 650 12.0 65.8 9.6 1 095.74 5 4 510 6 020 9.84 60 49 420 58 150 88.9 0.8 934.1 0.3 5.85 200 161 650 190 180 288.3 0.8 127.85 150 120 090 141 290 214.6 1 288.3 307.61 ½ 580 870 1.3 2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 16 MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA NOMINAL.6 0.7 2 014.0 0.1 33.1 67.85 75 61 440 72 280 109.0 270.2 43.3 116.81 30 25 030 30 520 46.2 80.3 414. POTÊNCIA ABSORVIDA DA REDE EM W e VA.1 7.

2. alvenaria. Esta tabela refere-se à capacidade de condução de corrente de condutores de cobre isolados. Para agrupamento de mais de 3 (três) condutores carregados em um eletroduto e para temperaturas ambientes diferentes de 30 oC. dentro de eletroduto (em montagens aparentes. embutidas em gesso.CABOS DE COBRE ISOLADOS COM PVC 70 oC. parede de cimento ou em canaleta aberta ou ventilada). Página 51 Revisão 04 – 03/2009 .ND. aplicar os fatores de correção indicados na NBR 5410. INSTALADOS EM ELETRODUTOS CONDUTOR DE COBRE – PVC 70 oC SEÇÃO NOMINAL (mm2) 6 DOIS CONDUTORES CARREGADOS 41 TRÊS CONDUTORES CARREGADOS 36 10 57 50 16 76 68 25 101 89 35 125 111 50 151 134 70 192 171 95 232 207 120 269 239 150 309 275 185 353 314 240 415 369 NOTAS: 1.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 17 CAPACIDADES DE CORRENTE .

40 1.10 2. TABELA 19 ELETRODUTOS RÍGIDO DE AÇO CARBONO DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO ESPESSURA DA PAREDE (mm) MÍNIMO (mm) MÁXIMO (mm) 15 20.3 32 33.4 NOTA: Características dos eletrodutos de PVC rígido de acordo com a NBR 15465.25 50 58.00 20.2 ± 0.3 40 42.ND.40 59.50 31.8 ± 0.25 NOTA: Características dos eletrodutos de aço-carbono de acordo com a NBR 5624.3 50 47.4 ± 0.00 2.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 18 ELETRODUTOS DE PVC RÍGIDO TIPO ROSCÁVEL DIÂMETRO NOMINAL (DN) DIÂMETRO EXTERNO (mm) TOLERÂNCIA (mm) 20 21.00 2.50 32 40.00 40 46. Página 52 Revisão 04 – 03/2009 .90 1.50 41.2 ± 0.3 60 59.50 25 31.1 ± 0.60 47.

para as demais dependências da unidade consumidora. considerar os valores indicados na tabela.40 para os primeiros 50 kW 0. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para instalações de iluminação e tomadas. utilizando lâmpadas incandescentes. Os fatores de demanda indicados aplicam-se para qualquer tipo de lâmpada de iluminação externa.00 Barbearia.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 20 CARGA MÍNIMA E FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL DESCRIÇÃO Auditório.00 para os primeiros 12 kW 0. deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine. medida horizontalmente ao longo de sua base. 4.00 da carga de iluminação mais 0. Página 53 Revisão 04 – 03/2009 . salões para exposições e semelhantes Bancos.20 para o que exceder 50 kW 0. deve ser considerado exclusivamente para ela fator de demanda igual a 1.00 1.00 para os primeiros 20 kW 0. lojas e semelhantes CARGA MÍNIMA (W/m2) FATOR DE DEMANDA 10 1. salões de beleza e semelhantes Clubes e semelhantes 30 1.50 da carga de tomadas Garagens comerciais e semelhantes 5 Hospitais e semelhantes 20 Hotéis e semelhantes 20 Igrejas e semelhantes 10 Valor declarado pelo interessado Indústrias Restaurantes e semelhantes 20 1. No caso de lojas.00 20 Escolas e semelhantes 30 Escritórios (edifícios) 30 Administração de edifícios de uso coletivo 5 1.70 para o que exceder 20 kW 1. No caso de outros tipos de lâmpadas. 2. consultar os catálogos de fabricantes.00 NOTAS: 1.50 para os primeiros 20 kW 0.00 1.00 0.00 30 1.00 1.ND.00.40 para o que exceder 20 kW 1. 3. Quando a unidade consumidora possuir cozinha.50 para o que exceder 12 kW 1.

75 80 x 80 x 3.0 7.75 80 x 80 x 3.6 x 4. 2.6 x 4. Caso seja necessário.5 x 90 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 – A3 B1 – B2 40 32 7.0 7.B2 – B3 B3 C1 C2 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101.5 x 90 B3 50 40 Ø 101.5 x 90 40 32 Ø 101.75 80 x 80 x 3. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.5 x 200 C2 B3 – C1 – C2 C3 A1 – A2 – A3 B1 – B2 – B3 50 40 7. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.5 x 200 NOTAS: 1.0 7.ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 21 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 – A3 A1 – A2 B1 – B2 – C1 B1 A3 .5 x 200 C3 C2 – C3 60 50 7.B1 – B2 A1 – A2 – A3 B3 B1 B3 – C1 B2 A3 . Página 54 Revisão 04 – 03/2009 . O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.6 x 4.

75 80 x 80 x 3.5 x 200 (*) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) Ø 101. Para as demais ligações o vão máximo do ramal é de 30 metros. Caso seja necessário. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.0 7. Página 55 Revisão 04 – 03/2009 .5 x 200 (**) NOTAS: 1.5 x 200 40 32 7. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores. 2.5 x 200 (*) 50 40 7.10 TABELA 22 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTO E POSTE PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 127/220 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE COBRE CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A1 – A2 –A3 A1 – A2 –A3 A1 B1 – B2 A2 B1 A2 B2 B1 A3 -B1 – B2 C1 A1 – A2 B1 C1 B2 A3 – B2 – B3 B3 C1 C2 A1 – A2 – A3 B1 – B3 A3 – B2 – B3 C1 A1 – A2 –A3 B1 – B2 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) PVC (DN) AÇO (DN) 32 25 32 25 7.5 x 90 C2 B3 – C1 C3 A1 – A2 – B1 C2 C2 50 40 7.5 x 200 40 32 7.6 x 4.5 x 200 (**) C3 A3 – B2 – B3 C1 C3 C2 – C3 60 50 7.Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais ND. O vão máximo dos ramais de ligação indicados com (*) é de 25 metros e para os indicados com (**) é de 20 metros.

ND. Página 56 Revisão 04 – 03/2009 .5 x 200 C9 – C10 60 50 7.B5 – B6 C8 40 32 7.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais TABELA 23 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS E POSTES PARA ATENDIMENTO A DOIS CONSUMIDORES NO MESMO TERRENO TENSÃO DE FORNECIMENTO 220/380 V RAMAL DE LIGAÇÃO COM CABO MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO CATEGORIAS ELETRODUTO CONSUMIDOR 1 CONSUMIDOR 2 A4 – A5 A4 – A5 B4 – B5 B4 B4 – B5 C7 A4 -B4 . 2.0 7. Caso seja necessário.0 7.75 80 x 80 x 3. podem ser utilizados eletrodutos de diâmetros maiores.5 x 90 C8 A5 .6 x 4.C7 B5 B5 B6 A4 – A5 B4 – B5 – B6 A4 – B4 C8 – C9 C7 A5 .75 80 x 80 x 3.6 x 4.B5 –B6 C7 – C8 50 40 7.0 7.6 x 4. O vão máximo do ramal de ligação é de 30 metros.5 x 200 C9 B5 A5 -B6 C8 .C9 A4 – A5 B4 .5 x 90 40 32 Ø 101.5 x 200 C9 C10 C10 NOTAS: 1.75 80 x 80 x 3.5 x 90 C9 50 40 Ø 101.B5 – B6 C8 C7 PVC (DN) AÇO (DN) 32 POSTE AÇO CARBONO SEÇÃO CONCRETO DUPLO T (m x daN) CIRCULAR (mm) QUADRADA (mm) 25 Ø 101. Os dimensionamentos dos eletrodutos referem-se aos diâmetros mínimos recomendados.

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais DESENHOS Página 57 Revisão 04 –03/2008 .

ND.10 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária a Edificações Individuais Página 58 Revisão 04 –03/2008 .

Trecho AB . 1 .Circuito alimentador aéreo B .01/1 Folha 1/1 .Ponto de entrega A Ponto de entrga B Rede secundária de distribuição Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Medição e proteção FIG.Ramal de entrega embutido B .10.01.Ramal de ligação (até 30 m) BC .Ramal de ligação (até 30 m) BC .Rircuito alimentador embutido DE . 2 .: Desenho nº1 .MEDIÇÃO EM MURO C Cavidade para inspeção do aterramento Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.MEDIÇÃO EM POSTE PARTICULAR Cavidade para inspeção do aterramento Trecho AB .Sequência 1/1 Circuito alimentador embutido Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Componentes da entrada de serviço ND.Ramal de entrada embutido CD .Ponto de entrega A Condutor do circuito alimentador aéreo isolado Poste particular B Rede secundária de distribuição D Condutor do ramal de entrada Condutor do ramal de ligação E Eletroduto do ramal de entrada C Medição e proteção Poste particular FIG.

0 m . 4.) (ver nota 1) h Pontalete Muro Rua Passeio 500 (máx.cruzando local com tráfego de veículos pesados.Sequencia 1/2 Norma de Distribuição ND. 6. . 5.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.) Poste particular Muro 3 500 (mín. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº2 .) Passeio Poste particular 6 000 (mín.) 5 500 (mín.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Alturas mínimas dos condutores da entrada de serviço ND.) 5 500 (mín.) (ver nota 1) h Pontalete Muro Passeio Rua Passeio Dimensões em milímetros NOTA: A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .02.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.0 m .0 m .) 6 000 (mín.01/1 Folha 1/1 .500 (máx. .

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. devendo atender as distâncias mínimas dos condutores ao solo.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.02/1 Folha 1/1 .10.500 1 200 500 1 200 1 200 1 200 1 200 500 1 200 LEGENDA Local onde não é permitida a fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada.Sequencia 2/2 Afastamentos mínimos para entrada de serviço em fachada Norma de Distribuição ND.02. Desenho nº2 . Dimensões em milímetros NOTA: A fixação dos condutores do ramal de ligação na fachada só é permitida fora da área acima indicada.

Dois consumidores no mesmo terreno (ex.10. Desenho nº3 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.Instalar o poste na divisa. O vão do ramal de ligação não deve ser superior a 30 m. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 2. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada.01/1 Folha 1/1 .1.Utilizar poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. unidades consumidoras na frente e no fundo do terreno): . Divisa de propriedade Consumidor 2 5.1. Edificação recuada do alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: . PÚBLICA 2. Para a localização da medição. .Instalar o poste junto ao alinhamento e a caixa de medição no poste ou em muro ou mureta. Consumidor 1 VIA 4.14. 3. observar o item 9. 3.Fixar o ramal diretamente na parede quando tiver altura suficiente.Utilizar pontalete quando a altura da edificação não for suficiente.Utilizar poste junto ao alinhamento com a calçada e as medições em muro ou mureta. Dois consumidores atendidos com um único poste na divisa de duas propriedades: .03. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. próximo ao alinhamento da calçada e as caixas de medição no poste ou em muro ou mureta. Edificação ocupando toda a frente do terreno: . NOTAS: 1. Edificação no alinhamento da calçada com espaço livre nas laterais: .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Disposições da entrada de serviço ND. Medição na parede interna com caixa com leitura voltada para calçada.

Na divisa de propriedades (lateral) Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.10. 3 .14. Desenho nº4 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND. 4 . V ou VII CAIXA TIPO II.Na divisa com a via pública (sem muro na frente) Fig. 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.03. Para a localização do ponto de entrega observar o item 4. 5 . observar o item 9.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Localização preferencial da caixa de medição ND. III ou VI MEDIÇÃO VOLTADA PARA A CALÇADA Caixa de medição Caixa de medição Fig.Medições voltadas para a calçada no alinhamento com a via pública Caixa de medição Caixa de medição Caixa de medição Fig.Na divisa com a via pública Fig.1.02/1 Folha 1/1 .Medições voltadas para a calçada em muro recuado NOTAS: 1.6 .CAIXA TIPO IV. 1 . Para a localização da medição. 2 .Medição voltada para a calçada no alinhamento com a via pública Fig.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. .0 m . Desenho nº5 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em muro Norma de Distribuição ND. Parafuso passante ou braçadeira 100 150 a 500 150 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote Deixar 500 mm por condutor h Ver nota 1 Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço zincado. .50 m.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. lajota ou material equivalente.Pingadeira construida com concreto. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico) Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Detalhe 2 Circuito alimentador: condutor isolado de mesma seção do ramal de entrada 1 400 a 1 600 Detalhe 1 Eletroduto de de aterramento DETALHE 2 Condutor de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento e Ver nota 2 Deixar 300 mm mínimo por condutor Haste de aterramento Arruela v 50 0 Bucha DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.0 m . telha. 5.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Engastamento do poste: e = 1.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Para regiões litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .04. 4.01/1 Folha 1/1 . 6. 3.10.0 m . 2.35 m para postes de 7.cruzando local com tráfego de veículos pesados.

2.35 m para postes de 7.50 m. 4. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .0 m . Para regioes litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. .0 m .0 m .02/1 Folha 1/1 . Engastamento do poste: e = 1. 1 400 a 1 600 Ver nota 1 h Detalhe 1 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e Ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Arruela Bucha v Deixar 300mm mínimo por condutor 500 DETALHE 1 Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10.04. 6. Desenho nº6 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND. . 5.5mm² ou outro material resistente a corrosão.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 3.100 300 150 a 500 Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Curva de 135º (mínimo) ou cabeçote 200 200 300 Deixar 500mm por condutor Circuito alimentador aéreo Mínimo 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.cruzando local com tráfego de veículos pesados.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

Para instalações no litoral utilizar fio de cobre meio duro. Desenho nº7 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação com pontalete Norma de Distribuição ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .cruzando local com tráfego de veículos pesados.100 2 000 máx.0 m . 6. Deixar sobras suficientes para ligação com o ramal 150 a 500 Ramal de ligação (máximo) Condutor de aterramento 1 400 a 1 600 1 000 Haste de aterramento <500 Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). .04.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.0 m . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 400 mín.0 m . 3. A instalação com pontalete é permitida somente quando não existirem condições para instalação com poste. . Arame 12 BWG (mínimo) 5 voltas (ver nota 2) h ver nota 1 1 000 min. seção 16 mm2 em substituição ao arame de aço.10.03/1 Folha 1/1 . 5. 2. 4.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 4.

5.0 m . 4.04. Este tipo de instalação é permitido somente quando não existirem condições para instalação com poste. 5.Chumbador 150 a 500 Ramal de ligação 150 100 min. A armação secundária deve ser fixada na parede através de parafuso chumbador que suporte os esforços mecânicos do ramal de ligação a ser instalado. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico). 3.0 m . 6.) 1 400 a 1600 ver nota 1 h 1 000 Aterramento <500 Haste de aterramento Cavidade para inspeção do aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. . Desenho nº10 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo II Instalação em parede Norma de Distribuição ND.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .sobre local de passagem exclusiva de pedestres.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 2. Em edificações de alvenaria o eletroduto do ramal de entrada deve ser embutido.cruzando local com tráfego de veículos pesados. 4. Deixar 500 mm por condutor (máx. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.04/1 Folha 1/1 . .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.

Pingadeira construída com concreto,
telha, lajota ou material equivalente.

Parafuso passante ou braçadeira

100

150 a 500

150

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado (se o
eletroduto for de aço colocar bucha)
Curva de 135º (mínimo)
ou cabeçote

Deixar 500mm por condutor

h

Ver nota 1

Mínimo 3 voltas de arame de aço 14BWG ou
braçadeira de aço zincado. Para regiões
litorâneas utilizar fio de cobre com seção de 2,5mm²
ou outro material resistente a corrosão.

Detalhe 2

DETALHE 2

Circuito alimentador:
condutor isolado de seção igual
ou maior ao do ramal de entrada

1 400 a 1 600

Detalhe 1

Eletroduto de
aterramento
Condutor de aterramento

Deixar 300mm
mínimo por
condutor

Ver nota 2

e

Cavidade para inspeção
do aterramento

Haste de aterramento

v

500

Arruela

Bucha

DETALHE 1

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº8 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação em muro

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.01/1
Folha 1/1

100

Parafuso passante ou braçadeira

150 a 500

Circuito alimentador
aéreo

300

Ramal de ligação

NEUTRO

200 200 200

Deixar 500mm
por condutor

FASE B
FASE C

300

Curva de 135º
mínimo ou cabeçote

FASE A

Eletroduto do ramal de
entrada de PVC ou aço
galvanizado (se o eletroduto
for de aço colocar bucha)

Mínimo de 3 voltas de arame
de aço 14 BWG ou braçadeira
de aço galvanizado. Para
regiões litorâneas utilizar
fio de cobre com seção de
2,5mm² ou outro material
resistente a corrosão.
h
ver nota 1

Eletroduto de saída

Deixar 300 mm
(mínimo) por condutor

1 400 a 1 600

Ver detalhes de
fixação das caixas

Eletroduto de aterramento
Condutor de aterramento

<500

e

ver nota 2

Cavidade para inspeçâo
de aterramento

Haste de aterramento

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimentos com medição direta.
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº9 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo III
Instalação ao tempo

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.05.02/1
Folha 1/1

A

Parafuso passante
ou braçadeira

100

Eletroduto do ramal de entrada de
PVC ou aço galvanizado.
Se o eletroduto for de aço, colocar bucha.

150 a 500

3 voltas (mín.) de arame de aço 14 BWG
ou braçadeira de aço galvanizado.
Nas regiões litorâneas utilizar fio
de cobre de seção 2,5 mm² ou
outro material resistente
a corrosão.
Condutor de
aterramento

ver nota 1

h

Deixar 500 mm
por condutor

A

B

Cavidade para inspeção
do aterramento

Visto por B

Pingadeira

1 400 a 1 600

Base de
concreto

Calçada

^

500

Haste de
aterramento

Corte AA

Dimensões em milímetros

NOTAS:
1. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo:
. 4,0 m - sobre local de passagem exclusiva de pedestres;
. 5,0 m - cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados;
. 6,0 m - cruzando local com tráfego de veículos pesados.
2. Engastamento do poste: e = 1,35 m para postes de 7,50 m.
3. Devem ser deixadas, dentro do compartimento de medição, sobras de condutores flexíveis de
aproximadamente 600 mm.
4. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.
5. Este padrão é aplicável aos seguintes tipos de atendimento: Tipo A (monofásico) e B (bifásico).
Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº11 – Sequencia 1/1

Padrão de entrada com caixa tipo IV
Instalação com leitura voltada para calçada

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.06.01/1
Folha 1/1

01/1 Folha 1/1 . Desenho nº12 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada com caixa tipo V Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. 150 a 500 3 voltas (mín.0 m .35 m para postes de 7. 5. 4.10. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. 3.0 m .5 mm² ou outro material resistente a corrosão. 2.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.07. sobras de condutores flexíveis de aproximadamente 600 mm. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.Alternativa de entrada 2 A 100 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado. 5.cruzando local com tráfego de veículos pesados.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. A caixa tipo IV deve ser instalada de forma a permitir abertura da porta em 180º.50 m. colocar bucha.) de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. Engastamento do poste: e = 1. Se o eletroduto for de aço. Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento h ver nota 1 Deixar 500 mm por condutor A B Cavidade para inspeção do aterramento Visto por B Pingadeira 500 (mínimo) 1 400 a 1 600 Base de concreto Calçada ^ 500 Haste de aterramento Corte AA Dimensões em milímetros NOTAS: 1.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Devem ser deixadas. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . .0 m . 4. dentro do compartimento de medição. 6.

08. 2. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta. Para instalação em muro ou mureta. 3.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado.15 Circulação de ar 50 50 10 < 500 1 400 a 1 600 50 200 (máx.) 50 Entradas de ar 10 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1.01/1 Folha 1/1 . O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa. - Padrão de entrada com caixa tipo VI Instalação em muro Norma de Distribuição ND.

o corpo da caixa deve ser embutida mantendo um afastamento de 15 mm em relação à face externa do muro acabado.02/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 3.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 2. O eletroduto de interligação entre a caixa de medição e a caixa de proteção deve ser de mesma seção do eletroduto do ramal de entrada. para permitir a fácil instalação da tampa e não obstruir as entradas de ar da caixa. Para instalação com a medição voltada para a calçada.08. - Padrão de entrada com caixa tipo VII Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. 4.Circulação de ar 50 50 50 15 50 200 (máx. o lacre da caixa de medição deve ser acessível pela parte interna do terreno do consumidor.) Ver detalhe < 500 1 400 a 1 600 Entradas de ar Vista frontal da caixa de medição 10 10 Lado da calçada Vista frontal da caixa de proteção DETALHE 1 Muro Caixa de medição voltada para calçada 100 30° Parafuso de lacre 100 Vista frontal Vista lateral Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.10. Para instalação em muro ou mureta.

1 400 a 1 600 h ver nota 1 Eletroduto de saída <500 Condutor de aterramento <500 e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. .100 Parafuso passante ou braçadeira 150 a 500 Circuito alimentador aéreo 300 Ramal de ligação 200 200 200 Deixar 500mm por condutor FASE B FASE C 300 Curva de 135º mínimo ou cabeçote NEUTRO FASE A Eletroduto do ramal de entrada de PVC ou aço galvanizado (se o eletroduto for de aço colocar bucha) Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.0 m . 5.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 4.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. 6. 4.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.50 m.0 m . Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.10. Engastamento do poste: e = 1.01/1 Folha 1/1 . Desenho nº13 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para ligação de dois consumidores com um único poste na divisa Norma de Distribuição ND. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2.0 m .cruzando local com tráfego de veículos pesados.09.35 m para postes de 7. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. As caixas de medição podem ser instaladas embutidas em muro ou mureta. 3. . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 2.

Este padrão é aplicável a todos os tipos de atendimento com medição direta.Ramal de ligação Consumidor 2 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Consumidor 1 Deixar 500mm por condutor Curva de 135º ou cabeçote Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) h Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado. 2.cruzando local com tráfego de veículos pesados. IV. 100 (máx. . 6.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. Engastamento do poste: e = 1.5 mm² ou outro material resistente a corrosão. 4.09. 5. Desenho nº14 – Sequencia 1/1 Padrão de entrada para atendimento de dois consumidores no mesmo terreno Norma de Distribuição ND. Quando utilizadas as caixas VI ou VII devem ser previstas as respectivas caixas de proteção.) Circuito alimentador embutido 1 400 a 1 600 Saída consumidor 1 Saída consumidor 2 Condutor de aterramento e Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. 5.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.0 m . neste caso deve haver um compartimento ou caixa adicional para instalação das proteções gerais.02/1 Folha 1/1 . 6. . Os condutores dos ramais de entrada dos consumidores devem ser independentes e embutidos em um único eletroduto dimensionados conforme tabelas 21. Este padrão pode ser montado com as caixas tipos II. 3.10.0 m . As caixas de medição devem ter identificação com os números das casas correspondentes. 22 ou 23. Pode ser utilizada também a caixa tipo K.50 m. 4. 7. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. VI ou VII.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.0 m .35 m para postes de 7.

lajota ou material equivalente Caixa tipo "T" h ver nota 1 Caixa tipo "M" Chave seccion.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.01/1 Folha 1/2 . Desenho nº15 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND. Pingadeira construida de concreto.5 mm² ou outro material resistente a corrosão.10.: Ver notas na folha 2/2. sem fusiveis Medidor (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio Bloco de aferição Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente 1 600 a 1 800 300 Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros Obs. telha. Nas regiões litorâneas utilizar fio de cobre de seção 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletroduto de PVC ou aço galvanizado (se for de aço colocar bucha) Curva de 135º ou cabeçote Mínimo de 3 voltas de arame de aço 14 BWG ou braçadeira de aço galvanizado.

Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND. conforme padronização ND.10. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. 2.03/1. 4.10. . Engastamento do poste: e = 1.06/1.100 150 a 500 Ramal de ligação Deixar 500 mm por condutor Eletrodutor do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote porta externa Caixa tipo "M" Caixa tipo "T" porta externa porta externa 1 600 a 1 800 h ver nota 1 Pingadeira construida de concreto. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 4.10.35 m para postes de 7. 3.50 m. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. a caixa para leitura voltada para calçada.01/1 Folha 2/2 .0 m . 5.0 m . 5. .10. Como opção. lajota ou material equivalente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento e ver nota 2 Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. Desenho nº15 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação ao tempo Norma de Distribuição ND.sobre local de passagem exclusiva de pedestres.cruzando local com tráfego de veículos pesados.10.17. telha. 6.0 m .cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados.

17. 3.10. 2. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND. a caixa para leitura voltada para calçada. .35 m para postes de 7.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 5.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra. Como opção.10. Engastamento do poste: e = 1.0 m . 4.0 m . A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .10.03/1.10.0 m .50 m.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.06/1. Desenho nº16 – Sequencia 1/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação abrigada Norma de Distribuição ND.Deixar 500mm por condutor Chave seccionadora sem fusiveis Caixa tipo "T" "h" da calçada ver nota 1 Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Proteção da bomba de incêndio ALINHAMENTO DO PASSEIO Caixa tipo "M" Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1. .10.02/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 6.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. 5. 4. pode ser instalada em conjunto com a caixa tipo M. conforme padronização ND.

Engastamento do poste: e = 1. .35 m para postes de 7. 5. Para instalação da proteção geral utilizar a caixa tipo T ou outro tipo de caixa com dimensões adequadas para abrigar o dispositivo de proteção e manobra.10.10. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: .0 m .06/1.0 m .Deixar 500mm por condutor Caixa de medição (ver nota 4) Chave seccionadora sem fusiveis "h" da calçada ver nota 1 Proteção da bomba de incêndio Caixa para dispositivo proteção e seccionamento (ver nota 3) Caixa tipo "M" Bloco de aferição Medidor Carga Chave seccionadora de abertura com carga com fusíveis ou disjuntor (ver item 8) Transformadores de corrente Eletroduto de aterramento Condutor de aterramento nível do passeio Cavidade para inspeção do aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTAS: 1.03/1 Folha 1/1 . 4. 2.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. 3.cruzando local com tráfego de veículos pesados. Desenho nº16 – Sequencia 2/2 Padrão de entrada para medição indireta Instalação com leitura voltada para calçada Norma de Distribuição ND. Serão ligadas somente as instalações com a caixa tipo M conforme padronização ND.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Para leitura voltada para a calçada deve ser instalada a caixa tipo IV ou VII junto à caixa tipo M. consultar a ELEKTRO quanto a necessidade da utilização de 1 (uma) ou 2 (duas) caixas para a instalação do(s) medidor(es). Antes de construir.0 m . . 5.10. 4.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. 6.17.50 m.

10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Esquemas de ligaçãoes das medições ND. Desenho nº18 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.01/1 Folha 1/1 .BIFÁSICA MONOFÁSICA FF N F N N F F N F TRIFÁSICA FF F N N F FF NOTA: Para a ligação pela ELEKTRO. o consumidor deve deixar os condutores conectados ao disjuntor e ao aterramento.11.

12.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Sugestões de fixação da caixa de medição em poste ND. Desenho nº17 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.A A CAIXA TIPO III EM POSTE CIRCULAR DE AÇO B B CAIXA TIPO III EM POSTE DUPLO T CORTE BB CORTE AA Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.01/1 Folha 1/1 .

Desenho nº19 – Sequencia 1/1 Detalhes para aterramento da caixa de medição e poste metálico Norma de Distribuição ND.13. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.Ramal de ligação Deixar 500mm por condutor 100 150 a 500 Parafuso passante ou braçadeira Eletroduto do ramal de entrada Curva de 135º ou cabeçote Amarrações do eletroduto 1 100 1 400 a 1 600 Aterramento do poste metálico Caixa para inspeção de aterramento Haste de aterramento Dimensões em milímetros NOTA: O condutor de aterramento do poste de aço deve ser de mesma bitola do condutor de aterramento do neutro e da caixa metálica e conectado ao poste com um parafuso M6.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .

2.HASTE CANTONEIRA DE AÇO GALVANIZADO Condutor de aterramento Massa calafetadora 2 400 Conector Cavidade para inspeção do aterramento Cantoneira de 25 x 25 x 5 mm HASTE DE AÇO COBREADA Condutor de aterramento 2 400 Massa calafetadora Conector Cavidade para inspeção do aterramento Ø12 mm (mín. Desenho nº20 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.14.) Dimensões em milímetros NOTAS: 1. A cavidade para inspeção do aterramento deve ter no mínimo as seguintes dimensões: 200x200x200 mm. O aterramento deve ser feito de acordo com o item 10 e o condutor dimensionado conforme as tabelas 1 ou 2.01/1 Folha 1/1 .10. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Detalhes de aterramento ND.

2.sobre local de passagem exclusiva de pedestres. Desenho nº26 – Sequencia 1/1 Fixação do ramal de ligação em edificações com fachada ornamental Norma de Distribuição ND. A altura de fixação do ramal de ligação deve ser no mínimo: . 6.0 m .10.cruzando local com tráfego de veículos pesados.0 m . deve ser apresentada cópia da ART do responsável técnico pela execução. 5. Neste caso. 4.cruzando garagem ou local não acessível a veículos pesados. .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.0 m . 4.01/1 Folha 1/1 . . 3.Armação ferro cantoneira (dimensões adequadas) Fachada ornamental Chumbadores Ramal de ligação Eletroduto do ramal de entrada Chumbadores NOTAS: 1. Devem ser respeitados os afastamentos mínimos entre condutores da instalação e edificações estabelecidos nas Normas Brasileiras. O suporte onde é fixada a armação secundária para ancoragem do ramal de ligação deve ser dimensionado para suportar os esforços mecânicos envolvidos.15. O ponto de entrega onde será instalado os condutores do ramal de ligação deve estar situado em local de fácil acesso ao empregado da ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.01/1 Folha 1/1 .Caixa de dispositivos de proteção Caixa de medição individual Proteção geral Medidor Proteção da bomba de incêndio Carga principal Bomba de incêndio NOTA: Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com dizeres: BOMBA DE INCÊNDIO.16.10. Desenho nº50 – Sequencia 1/1 Esquema para ligação de bomba de incêndio em entrada individual Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº27 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.300 200 400 Marca do Fabricante B 560 560 400 A B 160 160 Data de Fabricação C C A CORTE AA VISTA FRONTAL CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.17.01/1 Folha 1/1 .

B

A

500

A

300

300

B

180

600

CORTE BB

VISTA FRONTAL

600
300

180

180

300

CORTE AA

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº30 – Sequencia 1/1

Caixa de medição metálica tipo III
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.02/1
Folha 1/1

A

170

B

551

B

553

389

Porta interna

C

C
A

210

302

CORTE AA

381

VISTA FRONTAL

Puxador

CORTE CC

300

260
Parafuso de fixação

VISTA POSTERIOR
(com porta interna)

CORTE BB

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº33 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo IV
leitura voltada para calçada
(monofásica e bifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.03/1
Folha 1/1

602
301

301

A

B

B

A

VISTA FRONTAL
(sem portas)

VISTA FRONTAL
(com porta interna)

VISTA POSTERIOR

600
300

300

460

500

Porta interna

CORTE BB

250

Dimensões em milímetros

NOTA:
1. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

Gerência Executiva de Engenharia
Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto

Aprovado por: André Augusto Telles Moreira

Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro

Subst. Desenho nº34 – Sequencia 1/2 e 2/2

Caixa de medição metálica tipo V
leitura voltada para calçada
(polifásica)

Norma de Distribuição

ND.10
Revisão Data

04

31-03-2009

DESENHO

ND.10.17.04/1
Folha 1/1

Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.05/1 Folha 1/1 .10. Desenho nº35 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo K (instalação de 2 medidores) Norma de Distribuição ND.17.A 600 250 200 100 200 50 50 50 90 150 Painel para fixação dos medidores 500 Visor Visores Dobradiças invioláveis CORTE AA A VISTA FRONTAL 130 500 370 Dispositivo para lacre 270 300 30 600 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.17. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.1 200 A 200 100 200 100 200 100 200 250 50 150 50 50 Painel de fixação 250 Visor 150 900 Visores Dobradiças invioláveis Dispositivo para lacre CORTE AA A 130 400 900 370 VISTA FRONTAL Chapa de aço 14 MSG 270 300 300 300 30 FURAÇÃO DO FUNDO DA CAIXA Dimensões em milímetros NOTA: 1.06/1 Folha 1/1 . Desenho nº36 – Sequencia 1/1 Caixa de medição metálica tipo M medição indireta Norma de Distribuição ND.10. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.

10. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. Desenho nº37 – Sequencia 1/1 Caixa seccionadora tipo T proteção geral em medição indireta Norma de Distribuição ND.100 900 Pino inviolável A A Dispositivo para lacre Ventilação Permanente VISTA FRONTAL 30 Ø2 2 160 90 250 Painel de fixação Parafuso ponteado Ø1/4" x 1 1/2" com 2 porcas CORTE AA Dimensões em milímetros NOTA: 1.17. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.07/1 Folha 1/1 .

Dispositivo para lacre da caixa 4 .: Ver Notas na folha 2/2.01/1 Folha 1/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.Tampa transparente em policarbonato com proteção U.10.272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 . 3 .V.Corpo da caixa com proteção U.Placa de fixação do medidor CORTE BB Dimensões em milímetros Obs.18. 2 .V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-A instalação lateral Norma de Distribuição ND.NOTAS: 1.01/1 Folha 2/2 . bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral.18. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 2. 3. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente.

Tampa transparente em policarbonato com proteção U. 3 .10.02/1 Folha 1/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Dispositivo para lacre da caixa 4 .10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 1 .Corpo da caixa com proteção U.V. 2 .: Ver Notas na folha 2/2.V.Placa de fixação do medidor 346 VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND.18.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada para instalação lateral. 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.18. 3.02/1 Folha 2/2 . A caixa de medição para instalação lateral deve lacrada pela frente. Este modelo de caixa de medição aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. - Caixa de medição em policarbonato tipo VI-B Instalação lateral Norma de Distribuição ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.NOTAS: 1.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Tampa transparente em policarbonato com proteção U. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.18.272 ± 2 208 ± 8 A 1 2 4 B 410 ± 5 B Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 A CORTE AA VISTA FRONTAL Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: CORTE BB 1 .Corpo da caixa com proteção U.03/1 Folha 1/2 . 2 .10.Dispositivo para lacre da caixa 4 .V. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.: Ver Notas na folha 2/2.Placa de fixação do medidor Dimensões em milímetros Obs.V. 3 .

Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas.03/1 Folha 2/2 . 3. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. A caixa de medição para instalação com medição voltada para a calçada deve ser lacrada por trás. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-A medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 2.18.NOTAS: 1. bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Dispositivo para lacre da caixa 4 .: Ver Notas na folha 2/2.Placa de fixação do medidor VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros Obs. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B .V.Corpo da caixa com proteção U. 3 .04/1 Folha 1/2 .18.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.Tampa transparente em policarbonato com proteção U.10.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.346 377 VISTA SUPERIOR 1 2 470 470 449 4 Marca do Fabricante Data de Fabricação 3 210 367 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL 377 Porca sextavada de fixação Parafuso de fixação Ø M6 Legenda: 346 1 .V. 2 .

Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO.medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.NOTAS: 1.18.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10. Este modelo de caixa aplica-se às instalações consumidoras monofásicas. - Caixa de medição em policarbonato tipo VII-B . bifásicas e trifásicas com o padrão de entrada com medição voltada para a calçada. 2.04/1 Folha 2/2 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

05/1 Folha 1/1 .136 ± 11 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 112 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-M instalação de disjuntor monopolar Norma de Distribuição ND. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor monopolar para proteção geral de instalação consumidora monofásica atendida em tensão secundária de distribuição.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.18.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.18. Esta caixa se destina a instalação de disjuntor bipolar para proteção geral de instalação consumidora bifásica atendida em tensão secundária de distribuição.06/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-B instalação de disjuntor bipolar Norma de Distribuição ND.201 ± 27 162 ± 15 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTA FRONTAL 119 ± 21 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1.

07/1 Folha 1/1 . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.18. - Caixa de proteção em policarbonato tipo S-T instalação de disjuntor tripolar Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.259 ± 31 186 ± 9 A B B Marca do Fabricante Data de Fabricação A CORTE AA VISTRA FRONTAL 142 ± 2 TAMPA CAIXA CORTE BB Dimensões em milímetros NOTA: 1. Esta caixa destina-se a instalação de disjuntor tripolar para proteção geral de instalação consumidora trifásica atendida em tensão secundária de distribuição.10.

Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.340 B 160 B 560 600 400 A A CORTE AA VISTA FRONTAL 300 VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Dimensões em milímetros NOTA: 1.10.01/1 Folha 1/1 .19.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo II (monofásica e bifásica) Norma de Distribuição ND.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.C 540 504 500 A C A CORTE AA VISTA FRONTAL 640 300 302 300 20 302 75 180 75 600 CORTE CC CORTE BB Dimensões em milímetros NOTAS: 1.02/1 Folha 1/1 .10.19. Somente são aceitas caixas de medição de fabricantes homologados na ELEKTRO. - Caixa de medição em fibra de vidro tipo III (polifásica) Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

01/1 Folha 1/2 .: Ver Notas na folha 2/2. Desenho nº21 – Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 100±2 14 furos de Ø18mm Identificação 4 000 ± 50 1 500 7 500 130 230 Ø18 1 350 Traço demarcatório do engastamento FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.20.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.10.

Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452 Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº21– Sequencia 1/1 Norma de Distribuição ND.NOTA: 1.20. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento 3.01/1 Folha 2/2 . Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 2.10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO Poste de concreto duplo T para entrada de consumidor ND.

45º Eletroduto de entrada 7 500 Identificação do poste 70 máx.10. Encaixe para pingadeira Cavidade para colocação do lacre Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção 1 350 Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.21.01/1 Folha 1/2 .100 600 Furos Ø 18 mm Curva de PVC . Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

7. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor.10. As tampas metálicas devem ser aterradas. diâmetros dos eletrodutos. 2.NOTAS: 1. proteção. A caixa de medição deve ser lacrada pela lado oposto ao do visor. 6. conforme Tabela 1 ou 2. aterramentos.21.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. com a medição voltada para a calçada. 8. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. 4. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 3. 5.01/1 Folha 2/2 .

02/1 Folha 1/2 .600 100 Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada Curva de PVC . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.45º 7 500 Identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa do medidor 1 400 a 1 700 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento 1 350 Caixa para condutores Caixa para condutores FACE "B" FACE "A" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.21.

Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452.02/1 Folha 2/2 . diâmetros dos eletrodutos.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. conforme Tabela 1 ou 2.NOTAS: 1. Este padrão é aplicável a instalação de um consumidor até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. proteção. 4. Desenho nº40 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (um consumidor) instalação lateral Norma de Distribuição ND. 5. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. 8. aterramentos.21. com instalação lateral.10. 6. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. As tampas metálicas devem ser aterradas. 7. 3. A caixa de medição deve ser lacrada pela frente. ferragens) e a resistência nominal do poste devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação do consumidor. 2. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO.

Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.21. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10.45º Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Cavidades para colocação dos lacres Caixa da proteção Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.03/1 Folha 1/2 .100 600 Furos Ø 18 mm 400 Curvas de PVC .

10.03/1 Folha 2/2 . com as medições voltadas para a calçada. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. 8.21. aterramentos. proteção. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V. 5. As caixas de medição devem ser lacradas pela lado oposto ao do visor. 4. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 7. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) medição voltada para calçada Norma de Distribuição ND. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. As tampas metálicas devem ser aterradas. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. 6. diâmetros dos eletrodutos.NOTAS: 1. conforme Tabela 1 ou 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. 3. 2.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.21.45º Furos Ø 18 mm Eletroduto de entrada 1 Eletroduto de entrada 2 7 500 identificação do poste Encaixe para pingadeira Caixa de medição 1 1 400 a 1 700 Caixa de medição 2 Caixa da proteção Traço demarcatório para verificação do engastamento Caixa para condutores 1 350 Caixa para condutores FACE "A" FACE "B" Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.04/1 Folha 1/2 .600 100 400 Curvas de PVC .10. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.

04/1 Folha 2/2 . 2. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. aterramentos. Este padrão é aplicável a instalação de dois consumidores até a categoria C3 para tensão de fornecimento de 220/127 V e até C10 para tensão de fornecimento de 380/220 V.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. 7. A resistência nominal do poste deve estar de acordo com a Tabela 21 ou 22 ou 23. Desenho nº41 – Sequencia 1/4 a 4/4 Poste de concreto com caixa de medição incorporada (dois consumidores) instalação lateral Norma de Distribuição ND. 6. Os poste de concreto armado devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO e NBR 8451 e NBR 8452. Os postes devem possuir traço demarcatório diretamente no concreto para verificação do engastamento. ferragens) devem estar de acordo com a categoria de atendimento correspondente à ligação de cada consumidor. diâmetros dos eletrodutos.NOTAS: 1. 4.21. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. 5. 8. com instalação lateral. conforme Tabela 1 ou 2. Outros padrões construtivos serão aceitos mediante aprovação prévia da ELEKTRO. Os componentes do padrão de entrada (seções dos condutores. proteção. As tampas metálicas devem ser aterradas.10. 3. As caixas de medição devem ser lacradas pela frente.

A Furo para verificação da espessura da parede (Ø18) Traço demarcatório para verificação do engastamento 1350 1100 1500 Furo para conexão do aterramento com rosca M6 Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.22.01/1 Folha 1/2 .10.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND.1 150 Furo de Ø 18 mm (mesmo sentido do furo para verificação da parede) Ø111 Ø 85 Ø 104 DETALHE DA TAMPA D A A e 7500 CORTE A . Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.Tampa (ver detalhe) 10 45 Ø 78 20.

22.10.01/1 Folha 2/2 . Os poste de aço de seção circular devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst. Desenho nº22 – Sequencia 1/1 Poste tubular de aço seção circular Norma de Distribuição ND. 2.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO.NOTAS: 1.

10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND.10.22. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.150 A Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha A 80 7500 ± 25 80 Furo passante Ø18 mm com tampão de borracha e 1500 ± 25 CORTE AA 1350 Rebite e/ou traço demarcatório p/ verificação de engastamento Dimensões em milímetros Obs: Ver notas na folha 2/2.02/1 Folha 1/2 .

NOTAS: 2. Somente são aceitos postes de fabricantes homologados na ELEKTRO. Os poste de aço de seção quadrada devem estar de acordo com as especificações da ELEKTRO.10 Revisão Data 04 31-03-2009 DESENHO ND. Gerência Executiva de Engenharia Elaborado por: Emerson Ricardo Furlaneto Aprovado por: André Augusto Telles Moreira Verificado por: Clarice Itokazu Oshiro Subst.10. - Poste tubular de aço seção quadrada Norma de Distribuição ND.22. 3.02/1 Folha 2/2 .