Você está na página 1de 10

CONCURSO OFICIAL PMAM-2011

APOSTILA GEOGRAFIA DO AMAZONAS

Os Municípios do Estado do Amazonas:


Área, limites população, altitudes, distância da cidade de Manaus;

POPULAÇÃO:

Lista de municípios do Amazonas por população

Esta é uma lista de municípios de Amazonas por população, em ordem


decrescente, baseada nos dados do Censo 2010 do IBGE.

Posição Município População


+1.000.000 habitantes
1 Manaus 1.802.525
+100.000 habitantes
2 Parintins 102.066
+50.000 habitantes
3 Itacoatiara 86.840
4 Manacapuru 85.144
5 Coari 75.909
6 Tefé 61.399
7 Tabatinga 52.279
8 Maués 51.847
+30.000 habitantes
9 Manicoré 47.011
10 Humaitá 44.116
11 Iranduba 40.735
12 Lábrea 37.574
13 São Gabriel da Cachoeira 37.300
14 Borba 34.452
15 Benjamin Constant 33.391
16 Careiro 32.631
17 Autazes 31.876
18 São Paulo de Olivença 31.426
19 Nova Olinda do Norte 30.761
20 Eirunepé 30.666
+20.000 habitantes
21 Boca do Acre 29.880
22 Barreirinha 27.361
23 Presidente Figueiredo 27.121
24 Rio Preto da Eva 25.758
25 Barcelos 25.715
26 Carauari 25.700
27 Santo Antônio do Içá 24.487
28 Careiro da Várzea 23.963
29 Codajás 23.119
30 Manaquiri 22.807
31 Fonte Boa 22.659
32 Ipixuna 22.199
33 Novo Aripuanã 21.389
+10.000 habitantes
34 Tapauá 19.077
35 Nhamundá 18.278
36 Pauini 18.153
37 Santa Isabel do Rio Negro 18.133
38 Apuí 18.059
39 Jutaí 17.964
40 Urucurituba 17.731
41 Maraã 17.364
42 Tonantins 17.056
43 Urucará 17.019
44 Envira 16.328
45 Anori 16.289
46 Beruri 15.500
47 Atalaia do Norte 15.149
48 Boa Vista do Ramos 14.921
49 Novo Airão 14.780
50 Alvarães 14.080
51 Guajará 14.074
52 Canutama 12.727
53 Uarini 11.906
54 Caapiranga 10.909
55 Juruá 10.822
56 São Sebastião do Uatumã 10.688
57 Anamã 10.193
+5.000 habitantes
58 Amaturá 9.657
59 Silves 8.445
60 Itapiranga 8.200
61 Itamarati 8.040
62 Japurá 7.289

Manaus

Fundação 24 de outubro de 1669 (341 anos)


Gentílico manauense; manauara
Lema Nap dlise or armozen
"A metrópole da Amazônia"
Prefeito(a) Amazonino Mendes (PTB)
(2009–2012)
Localização

Localização de Manaus no Amazonas

Unidade federativa Amazonas


Mesorregião Centro Amazonense IBGE/2008[2]
Microrregião Manaus IBGE/2008[2]
Região Manaus
metropolitana
Municípios Norte: Presidente Figueiredo;
limítrofes Sul: Careiro e Iranduba;
Leste: Rio Preto da Eva e Itacoatiara;
Oeste: Novo Airão.
Distância até a 3490 km[3]
capital
Características geográficas
Área 11 401,058 km² [4]
População 1 802 525 hab. (AM: 1º) – IBGE/2010[5]
Densidade 158,1 hab./km²
Clima equatorial Am
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH 0,774
médio PNUD/2000[6]
PIB R$ 38 116 495,350 mil (BR: 6º) –
IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 22 303,26 IBGE/2008[7]

Manaus (AFI: [m ˈna s]) é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e


o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte do Brasil.[8][9] É
uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do
mundo.[10] Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões.[11] É a cidade mais
populosa da Amazônia, de acordo com as estatísticas do IBGE, sendo uma das cidades
brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial turístico e
pelo ecoturismo, sendo o décimo maior destino de turistas no Brasil.[12] Manaus
pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima. Destaca-se
pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com numerosos templos, palácios, museus,
teatros, bibliotecas e universidades.[10] É localizada no extremo norte do país, a 3.490
quilômetros da capital federal, Brasília.[3]

Fundada em 1669 com o forte de São José do Rio Negro.[13] Foi elevada a vila em 1832
com o nome de Manaus, que significa "Mãe dos deuses", em homenagem à nação
indígena dos manaos,[9] sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro
de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro.[13] Somente em 4 de setembro
de 1856 voltou a ter seu nome atual.[13]

Ficou conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha.[12] Nessa época
foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta".[13] Atualmente seu
principal motor econômico é o Polo Industrial de Manaus, em grande parte responsável
pelo fato de a cidade deter o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do país,
atualmente.[14]

Sexta cidade mais rica do Brasil,[15] a cidade possui a maior região metropolitana do
norte do país e a décima segunda do Brasil, com 2 210 825 habitantes (IBGE/2009).
[16][17]
Em Manaus residem atualmente (2010) 1,803 milhão de pessoas, sendo a sétima
cidade mais populosa do Brasil.[5] A cidade aumentou gradativamente a sua participação
no Produto interno bruto brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,4% da
economia do país. No ranking da revista América Economía, Manaus aparece como
uma das 50 melhores cidades para fazer negócios da América Latina,[18] ficando à frente
de capitais de países como San Salvador, Caracas e La Paz.[18] O crescimento constante
de Manaus tentando se estabelecer como uma das cidades mais importantes não foi
despercebido. Em 2008, o World Cities Study Group and Network (GaWC), do Reino
Unido, incluiu o nome da cidade em uma lista de cidades classificadas por sua
economia, cultura, acontecimentos políticos e patrimônios históricos.[19] A cidade foi
classificada na mesma categoria de outras áreas metropolitanas do mundo de grande
destaque, como Ancara, Salt Lake City, Tashkent, Marselha e Durban, sendo que a
cidade ficou acima de outras como Tijuana, Sevilha, Libreville e Halifax.[19]

Sua área é de 11.401 km², representando 0.7258 % do estado do Amazonas, 0.2959 %


da Região Norte e 0.1342 % de todo o território brasileiro.[20] Desse total 229,5040 km²
estão em perímetro urbano.[21] Abriga a universidade mais antiga do Brasil, a
Universidade Federal do Amazonas, fundada em 1909.[22] A cidade representa sozinha
49,9% da população do Amazonas[23] e 10,89% da população de toda a Região Norte do
Brasil.[24]

Amazonas, geografia
Amazonas (AM)
Capital: Manaus. População: 2.389.279 habitantes. Área: 1.577.820 km²
Ponto mais alto: Pico da Neblina (3.014,1 metros)
Habitante: amazonense
Principais Municípios: Manaus, Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Coari e Tefé.
Atividades Econômicas: silvicultura, extrativismo (borracha, castanha-do-pará), agricultura (abacaxi, arroz, feijão,
juta, guaraná, malva, mandioca, milho), pecuária (suínos, bovinos) e avicultura.
Principais Rios: Solimões, Negro, Madeira, Purus, Japurá, Juruá.
Principais Rodovias: BR-230, BR-319, BR-174.
Geografia
É o Estado portador da maior área territorial em relação aos demais Estados brasileiros, correspondendo a uma
parcela de 18% da área total do país. Situa-se na Região Norte do país. Dadas as grandes proporções territoriais do
Estado, as zonas de fronteira são inúmeras: na porção oeste, há as fronteiras internacionais ao norte com a
Venezuela, ao noroeste com a Colômbia, ao sudoeste com o Peru. Com relação às fronteiras interestaduais, estas
localizam-se ao norte com Roraima, ao leste com o Pará, ao sudeste com Mato Grosso e ao sudoeste com o Acre.
Hidrografia
O Estado é servido pelo maior rio do planeta em volume de água, o rio Amazonas, com 6.570 quilômetros de
extensão e 100.000 metros cúbicos em volume. O rio Amazonas nasce no Peru, onde recebe o nome de Vilcanota. Ao
penetrar no território brasileiro, recebe o nome de Solimões e, só a partir de sua confluência com o rio Negro, famosa
por suas águas de diferentes colorações não se misturarem por cerca de 6 quilômetros, termina por receber o nome
de Amazonas. A profundidade do Amazonas pode chegar a quase 100 metros e, em alguns locais, sua largura por
atingir até 10 quilômetros. Ao desembocar no Oceano Atlântico, o violento encontro das abundantes águas fluviais
com as águas marítimas gera periodicamente o fenômeno da pororoca.
Acompanhando a grandeza de seu principal rio, a Bacia Amazônica encerra cerca de 20% de toda a reserva de
água doce no mundo. Uma infinidade de rios banha o Estado, apresentando uma hidrografia integrada principalmente
pelos rios Purus, Juruá, Iça, Uapés, Negro, Madeira e Solimões. Os rios amazonenses são de extrema importância
para a economia e para a população local, já que constituem, entre outros aspectos, as principais vias de transporte.
As atividades garimpeiras têm sido responsáveis pelo processo de gradativa poluição, ao qual muitos destes rios têm
sido submetidos. O garimpo do ouro tem como rejeito um grande despejo de mercúrio nos rios, um elemento químico
altamente tóxico.
Clima e Vegetação
O clima equatorial predominante no Amazonas apresenta os mais altos índices pluviométricos do país, sempre
superiores a 2.000mm anuais, com temperaturas médias anuais superiores a 26°C..
A Floresta Amazônica, também Hiléia Brasileira, é a maior floresta tropical úmida existente, abrangendo uma área
de mais de cinco milhões de quilômetros quadrados, ultrapassando em larga escala os limites do Estado do Amazonas.
As variações deste tipo predominante de vegetação ocorrem conforme a localização, seja em várzeas (periodicamente
inundadas), igapós (inundadas permanentemente) ou terras firmes ou baixos platôs. Nos baixos platôs encontam-se
os espécimes vegetais robustos e altos, dos quais são extraídas as madeiras de lei. Além deste exemplo, há também
nestas regiões a ocorrência de seringueiras, castanheiras-do-pará, guaraná e timbó. Já nas várzeas, árvores de
grande porte como o jatobá, a palmeira e a novamente a seringueira podem ser comumente encontrados. Nos igapós,
o espécime vegetal mais famoso é a vitória-régia, cujo caule é inteiramente submerso e cuja folha pode chegar a
apresentar um diâmetro de até 1,8 metros. Nestas áreas surgem também árvores altas, mas as mais baixas são mais
comuns. Há também pequenas áreas de exceção, onde surge a vegetação típica de campos. Dentre as milhares e
milhares de espécies vegetais que configuram a mata amazônica, muitas delas são comestíveis ou servem para fins
medicinais, e muias destas ainda sequer são totalmente conhecidas. Enquanto as pesquisas neste sentido são
escassas no próprio país, acredita-se que, atualmente, a indústria farmacêutica mundial utilize plantas de florestas
tropicais em uma considerável parcela de sua produção. Paralelamente, toda esta variedade vegetal propicia o
estabelecimento de uma das mais ricas biodiversidades do planeta, embora, com os progressivos desmatamentos e as
caças criminosas, muitas espécies estão ameaçadas de extinção.
A vasta riqueza vegetal, em termos tanto qualitativos quanto quantitativos, causa discussões internacionais a
respeito do desmatamento indiscriminado na Amazônia. Segundo estatísticas, cerca de meio milhão de árvores são
derrubadas anualmente para a exploração da madeira, podendo este número ser bastante superior, considerando os
desmatamentos clandestinos e as queimadas.
Relevo
Na maior parte de seu território, o Amazonas apresenta terrenos sedimentares de formação recente. O relevo
perdominante no Estado do Amazonas consiste em uma vasta área de planície, onde as altitudes não superam os 100
metros acima do nível do mar. São três as configurações básicas predominantes do relevo amazonense em relação às
suas altitudes: os baixos platôs, os igapós e as várzeas. Os baixos platôs consistem em partes mais elevadas, libertos
das cheias dos rios, diferentemente dos igapós, áreas de inundação permanente, e as várzeas, de altitude média,
inundadas periodicamente com as cheias. É às várzeas que exemplares vegetais como as seringueiras são mais
adaptados, enquanto que nos igapós a vegetação existente adapta-se com suas raízes submersas.
Destaca-se de todo o conjunto do relevo amazonense o Pico da Neblina, tratando-se do ponto de mais elevada
altitude no Brasil (3.014 metros), localizado nas proximidades da região de fronteira com a Venezuela, na Serra do
Imeri. Nesta região próxima à Venezuela é que o relevo passa a sobrelevar-se com as escarpas do Planalto das
Guianas.
População
Com uma população de 2.389.279 habitantes, o Amazonas é, no entanto, pouco povoado, apresentando uma
densidade demográfica abaixo de 2 habitantes por quilômetro quadrado. Desta população, grande parte, formada por
uma parcela de 71,4%, concentra-se nas regiões urbanas. Praticamente metade da população do Estado vive na
capital de Manaus.
A distribuição da população do Estado por sexo encontra-se equilibrada entre 49,6% de mulheres e 50,4% de
homens. Já a divisão da população em faixas etárias apresenta o seguinte quadro:
- entre 0 e 14 anos de idade: 43,8%
- entre 15 e 59 anos de idade: 52,0%
- acima de 60 anos: 4,2%
O Estado do Amazonas ainda é o território em que se concentram as maiores populações indígenas restantes no
Brasil. Concentrados em regiões de difícil acesso, nesta região os indígenas possuem mais possibilidades para a
preservação de seus costumes culturais tradicionais: sabe-se que o contato não discriminado dos brancos com
indígenas pode acarretar num processo de deformação e hibridismo das culturas indígenas e levar tais povos de uma
condição de senhores de seu meio a uma condição de miséria. Daí deriva a necessidade da criação de reservas
indígenas, da qual o governo federal deve ser encarregado.
De qualquer forma, a população do Estado do Amazonas, como um todo, representa a parcela da população
brasileira que mais se vincula à tradição cultural dos índios, haja visto, por exemplo, a forte presença indígena em
seus costumes, sua alimentação etc..
Economia
As principais atividades econômicas do Estado são o extrativismo vegetal e mineral, a indústria e a pesca. O
extrativismo vegetal orienta-se para a exploração da castanha-do-pará e da borracha. Já no setor de mineração, os
principais produtos são o calcário e o estanho.
A capital do Estado, Manaus, é a cidade mais populosa, tratando-se ainda de um importante centro industrial, gerado
a partir da criação da Zona Franca de Manaus em 1967. No setor industrial amazonense, destaca-se a indústria eletro-
eletrônica, além das indústrias voltadas aos produtos da mineração e aos produtos alimentícios.
A pesca consiste numa importante atividade para o Estado, em grande parte voltada para a subsistência, já que o
Amazonas possui uma rica e abundante malha hidrográfica.
Entre os principais produtos da agricultura amazonense têm destaque o arroz, a banana, a laranja e a mandioca.
Os olhos do mundo inteiro voltam-se para a região do Estado do Amazonas e, de modo mais amplo, à Floresta
Amazônica, num momento de esgotamento de muitas das fontes energéticas, minerais e vegetais. Paralelamente, o
interesse internacional pela região dá-se pelo fato do Amazonas conter hoje uma das últimas florestas de grande
porte existentes no mundo que ainda não foram totalmente estudadas e exploradas.

Estado do Amazonas e seu espaço


geográfico. Confira os dados gerais sobre
a cidade.

O Amazonas é o maior Estado do Brasil, com


uma superfície atual de 1.558.987 Km².
Grande parte dele é ocupado por reserva
florística e a outra é representada pela água.

Acesso a região

O acesso à região é feito principalmente por via fluvial ou aérea.

Clima

O clima é equatorial úmido, com temperatura média/dia/anual de 26,7 ºC, com


variações médias entre 23,3 ºC e 31,4 ºC. A umidade relativa do ar fica em
torno de 80% e o Estado possui apenas duas estações bem definidadas:
chuvosa (inverno) e seca ou menos chuvosa (verão).

Região
Diferentemente do que se tem divulgado, a Região Amazônica não é uma
vasta planície, mas sim uma peneplanície, notada pelas elevações que se
podem observar próximas às calhas, como as serras de Maraguases e
Maracaçu, em Parintins, as da Lua e outras antes do altiplano guianense.

É no Estado do Amazonas que se encontram os pontos mais elevados do


Brasil: o Pico da Neblina, com 3.014 metros de altitude, e o 31 de Março, com
2.992 m de altitude, ambos na fronteira. Sofrendo influência de vários fatores
com precipitação, vegetação e altitude, a água forma na região a maior rede
hidrográfica do planeta.

Rios

Os rios amazonenses são, praticamente, navegáveis durante todo o ano.


Outros como o Negro, Alto Madeira, Urubu, Aripuanã, Branco e Uaupés são
obstruídos pelas formações em degraus, o que não impede sempre a
navegação ordinária, salvo as corredeiras do Alto Madeira e a famosa
cachoeira das Andorinhas, no rio Aripuanã.

Volume de água

O rio mais encachoeirado é o Negro. O rio Amazonas é internacionalmente


conhecido como o maior do mundo em volume de água e sua descoberta
aconteceu em 1500, na embocadura, pelo espanhol Vicente Yanez Pinzon, que
o chamou "Mar Dulce", e por Francisco Orelhana, que o percorreu de oeste
para leste, em 1541, dando-lhe o nome em homenagem às presumíveis
mulheres guerreiras encontrada na foz do rio Nhamundá.

O rio Amazonas tem o curso calculado em 6.300 quilômetros, incluindo-se o


Ucaiale. Seu arco atlântico tem a extensão de 400 quilômetros. Nasce
presumivelmente na lagoa Santana (Andes Ocidentais), onde sua bacia de
recepção é um rio de geleira.

Rio Negro

O segundo rio mais importante do Estado é o Negro. Ele também foi


descoberto por Francisco Orelhana, em 3 de junho de 1541. Sua nascente fica
na Colômbia, aos 2° de latitude norte, na região de Popaiã. Tem 1.551
quilômetros de curso, dos quais cerca de 50 obstruídos por corredeiras e saltos
medíocres.

Ilhas

Dos rios amazonenses é o que possui o maior aglomerado de ilhas no curso


inferior, o arquipélago de Anavilhanas, verdadeiro labirinto onde se perdem
pilotos experimentados. Abaixo fica a imensa baia de Buiaçu, onde a lenda
coloca a morada da Cobra Grande ("búia" = cobra; "açu" = grande).

Imagem: Portal Oficial do Governo do Amazonas - www.amazonas.am.gov.br


Portal Amazônia 17/07/2004-GC
Afluentes do rio Amazonas
O Mapa da hidrografia é possível notar a existência de inúmeros rios tributários do Amazonas. Em
toda a extensão da bacia chegam aproximadamente 1.100 rios formando um imento labirinto que
deslumbra os visitantes em suas viagens. Alguns dos principais afluentes do rio Amazonas são:

Margem direita:

Rio Javari: Esse rio nasce na Serra da Contamana ( 400 metros de altitude), com o nome de Jaquirana,
servindo seus 1.180 quilômetros de extensão de limites entre o Brasil e Peru, banhando o município de
Benjamim Constant. É muito sinuoso em em sua foz possui as ilhas de Islândia e Petrópolis. Mesmo
atravessando uma região inóspita com população escassa, é navegável por embarcações de pequeno e
médio porte. Inicialmente segue na direção Nordeste até a confluência com Bará a partir de onde
denomina-se Javari. Daí até proximidades de Envira assume a direçao Norte e depois corre novamente
pelo Nordeste desaguando no Solimões junto a cidade de Atalaia do Norte.

Rio Jutaí: Com sua nascente próximo a região banhada pelo Ipixuna, afluente do Juruá
possui passagens estreitas e águas barrentas.

Rio Juruá: Nascendo no serro das mercês ( Serra da Contanama) a 453 metros de altitude, é um dos
mais importantes afliuentes da Amazônia, por ser bastante caudaloso e o mais sinuoso da região. Possui
3.283 quilômetros de extensão e a largura na foz, em fente a Ilha Consciência, próximo da Vila de
Tamaniquá ( 511 milhas de Manaus), varia de 350-400m. Banha as cidades de Carauari, Juruá, Eirunepé,
Itamarati, Ipixuna e Canamari. De sua foz até o rio Tarauacá a largura média é de 140 metros, caindo
para 100-120 metros nos estirões e 80-120 metros nas curvas. Seu leito pode sofrer variações entre 8-16
metros no nível das águas entre a vazante e a enchente, respectivamente. Mais de 1000 quilômetros de
seu curso sao navegáveis durante a cheia ( janeiro e fevereiro). No período da seca ( maio a setembro) a
navegação se restringe a 136 milhas de sua foz. Seus inúmeros tributários são itntensamente navegáveis
durante boa parte do ano, pois no verão surgem em alguns baixios que impedem o tráfego.

Rio madeira: Com 3.240 Km, é o mais notável afluente do Amazonas, nascido da junçào dos rios
Mamoré e Guaporé, em frente a Cachoeira "Madeira", formada por grandes rochedos e ilhas, como
também por entulhos trazidos durante as enchentes. Pode ser navegável de sua foz até a cabeceira de
Santo Antônio na divisa com os estados do Amazonas e Mato Grosso. O principal braço do Madeira
desagua no Amazonas com cerca de 50 km a montante da cidade de Itacoatiara. Em suas águas
barrentas carrega restos de árvores, terras caídas, balsedos e matupás, principalmente na enchente, o
que inspira muito cuidado, pois por ele trafegam centenas de embarações. Durante as estiagens
emergem bancos de areia que mudam de direção nas cheias e baixos que obrigam os práticos a reduzir a
velocidade das embarcacões.

Rio Purus: Com águas barrentas iguais a do Solimões e variando de cor conforme a época da enchente
ou vazante, esse rio nasce com o nome de Pucani a uma altitude de 500 m, na serra de Contamana que
o separa da bacia do rio Ucayalli. Seus principais formadores são os riachos Curiuja e Cujar. É um rio
bem extenso considerando que possui cerca de 3.325 km de extensão.

Rio Tefé: Surgindo das terras altas entre os rios Tapauá e Juruá, corre em direção Nordeste, recebendo
águas dos lagos e de inúmeros igarapés.

Rio Coari: Durante a maior parte do ano a navegação é intensa, embora em alguns momentos só
trafeguem pequenas embarcações.
A distribuição de municípios em micro-regiões;

Clima e vegetação do Estado do Amazonas;

Geografia
Amazônia - Relevo e solo

Na Floresta Amazônica destacam-se


basicamente três ecossistemas, de acordo com
o relevo da região em que se localizam.

Em áreas permanentemente inundadas, com


as matas de igapó, crescem vegetações típicas de trepadeiras e árvores
com até 20 metros de altura. As faixas de várzea, que permanecem
inundadas apenas durante um período do ano.

E o relevo das planícies de terra firme, onde há as formações vegetais de


até 60 metros de altura, e livre das inundações.

O solo da região é caracterizado pela pobreza de nutrientes, porém,


protegido pela cobertura vegetal, de onde se abastece com nutrientes
oriundos da decomposição das folhas, troncos e raízes.

Geografia
Amazônia - Hidrografia

A Bacia Hidrográfica Amazônica é a maior do


mundo, com quase 4 milhões de km² de
extensão em terras brasileiras. Somente na
porção brasileira, abrange 10 dos maiores
rios do mundo, entre os quais o lendário Rio
Amazonas, com 7.025 quilômetros de extensão desde a Nascente, na
Cordilheria dos Andes, no Peru, até a sua foz no Oceano Atlântico.

O suficiente para reconhecê-lo como mais comprido que o Nilo.


Considerando os trechos navegáveis por embarcações pequenas e seus
principais afluentes, a bacia amazônica apresenta uma rede de 25.000 km
de vias fluviais.

A natureza presenteou ainda a capital do Amazonas com o belo


espetáculo do encontro das águas escuras do Rio Negro com as águas
barrentas do Rio Solimões, bem em frente à cidade de Manaus.

O contraste das cores dos rios se estende por vários quilômetros, até se
misturarem formando o Rio Amazonas.

Além dos rios e seus afluentes, a hidrografia da região reserva ainda os


dois maiores arquipélagos fluviais do mundo: o de Anavilhanas e o de
Mariuá.

Geografia
Clima na Amazônia

Localizada à altura Equador, a Amazônia tem


o clima quente e úmido, com temperaturas
anuais variando entre 21ºC e 42º. A
temperatura média anual é de 28ºC.
Caracteriza-se por umidade elevada durante
todo o ano, o que favorece a formação da cobertura vegetal de floresta
ombrófila, com árvores de grande porte e folhagens sempre verdes. As
chuvas são muito abundantes (entre 3500 e 6000 mm/ano) e, em certos
períodos, provocam enchentes, inundando vastas regiões e fertilizando a
terra. As precipitações contribuem para a cheia dos rios e auxiliam na
transformação das paisagens amazônicas no meio tempo entre a
estiagem e o período de chuvas.

Aspectos econômicos do Estado do Amazonas:


Extrativismo (vegetal, animal e mineral);
Agricultura;
Setor Pecuário;
Indústria;
A Zona Franca de Manaus.

Projetos para a Amazônia: (Projeto SIVAM, Projeto Calha Norte).

Ecologia: Impactos ambientais, reservas e parques ecológicos.

Transportes do Estado do Amazonas: Rodoviário, aeroviário, fluviais.