Você está na página 1de 36

03.

02 - VERGAS E CONTRA VERGAS


Aberturas
As vergas e contra vergas, moldadas "in loco" com emprego
ou não de blocos tipo canaleta, devem atender ao quadro abaixo.

V E R G A C O N T R A - V E R G A
Vão Traspasse Comprimento Vão Traspasse Comprimento
L mínimo máximo da L mínimo máximo da
(cm) A (cm) parede (m) (cm) A (cm) parede (m)
50 a 50 a 30 < 8,0
10 < 8,0
100 180 40 8,0 - 12,0
100 20 < 8,0 180 40 < 8,0
a a
180 30 8,0 - 12,0 60 8,0 - 12,0
320
180 60 < 8,0
a 30 > 12,0 >
320 320 80 8,0 - 12,0

Para vãos superiores a 320 cm e comprimento de parede superior a 12m, a


verga deve ser dimensionada como viga.
Os comprimentos de paredes superiores a 12m deverão ser analisados
isoladamente.
Para vãos sucessivos com distâncias inferiores a 60 cm deve-se adotar
verga e/ou contra-verga contínuas.

03.03 – CINTA DE ARRANQUE SOBRE ALVENARIAS


Deverá ser prevista cinta de arranque com altura de 5 cm,
concreto Fck 20 Mpa, sobre todas as vigas que apoiarem alvenaria.
Armadas da seguinte maneira:
Deverão ser soldadas barras de ferro de diâmetro 6.3mm, em
forma “U” invertido, altura de 4 cm, a cada 30cm, na largura da viga
deixando 1 cm em cada lado para recobrimento.
Deverão ser amarradas com arame duas barras 3/4 na parte
superior dos grampos “U” em sentido logitudinal a viga.
03.04- ARMADURAS ENTRE ESTRUTURA METÁLICA E
ALVENARIA
Considerações gerais
A armadura de qualquer peça de concreto armado deverá ser
executada rigorosamente conforme o projeto estrutural, no que diz
respeito à seção de aço, sua distribuição em barras, à posição destas
e, inclusive, a posição e tipo de eventuais emendas nessas barras.
Também a qualidade dos aços adotados deverá ser
rigorosamente obedecida.
Os aços utilizados deverão apresentar a designação da
categoria, da classe do aço e a indicação do coeficiente de
conformação superficial, especialmente quando este for superior ao
valor mínimo exigido para a categoria.
As partidas de aço serão inspecionadas pela
FISCALIZAÇÃO, sendo rejeitadas as barras que não apresentarem
homogeneidade quanto às características geométricas ou
apresentarem defeitos prejudiciais, tais Como bolhas, fissuras,
esfoliações e corrosão acentuada.
Para cada lote recebido na obra, correspondente a mesma
categoria, diâmetro e procedência, serão extraídas uma amostra,
conforme a NBR-7480, que deverá ser submetida a ensaios de tração e
dobramento.
Os materiais rejeitados deverão ser removidos
imediatamente do canteiro de obras, sem ônus para a
CONTRATANTE.
O armazenamento das barras de aço no canteiro de obras,
em regiões secas com baixa umidade relativa do ar, será feito sobre
estrados de madeira com altura de 30cm, apoiadas em solo limpo de
vegetação, com pequena declividade e recoberto por camada de pedra
britada; no caso de apoio sobre pisos, o estrado poderá ficar a 10cm
de altura. Em regiões úmidas, além das medidas citadas, as barras
serão cobertas por lona plástica.
Serão rejeitadas as barras de aço, em processo de corrosão,
que apresentarem redução na sua seção transversal efetiva superior a
10%.
O armazenamento deverá ser feito separadamente para cada
bitola, tomando-se todos os cuidados para que as barras não sofram
torções, evitando-se a formação de dobras e o emaranhamento nos
feixes recebidos.
As barras e telas, antes de serem cortadas, deverão ser
endireitadas, sendo que os trabalhos de retificação, de corte e
dobramento deverão ser efetuados com todo o cuidado, para que não
sejam prejudicadas as características mecânicas do material.
As barras serão cortadas e dobradas a frio com equipamento
adequado, de acordo com a NBR 6118; não será permitido o
aquecimento do aço para facilitar o dobramento.
O dobramento das barras deverá ser feito obedecendo-se ao
disposto no item 12, Anexo 1 da NBR-7480.
Os diâmetros de dobramento das barras obedecerão ao
previsto no projeto estrutural. As emendas das barras deverão ser
executadas de acordo com os detalhes do projeto estrutural e o
disposto no item 6.3.5 da NBR- 6118. As emendas por trespasse
deverão obedecer ao projeto estrutural quanto à dimensão e
localização.
A utilização de dimensões menores que as indicadas,
quando não previstas em projeto, somente serão permitidas mediante
consulta ao setor de projetos da CONTRATANTE.

Montagem e posicionamento das Armaduras:


Na montagem das armaduras, deverá ser observado o
prescrito na NBR-6118 e no projeto estrutural.
A armadura deverá ser montada na posição indicada no
projeto e de modo a que se mantenham firmes durante o lançamento
do concreto, observando-se inalteradas as distâncias das barras entre
si e entre estas e as faces internas das formas.
Para garantia do perfeito posicionamentos serão utilizados
arames de amarração e espaçadores.

Cobrimento das Armaduras:


O cobrimento das armaduras será o indicado no projeto
estrutural, ou, em caso de omissão, os valores mínimos recomendados
pela NBR 6118, e aprovados pela FISCALIZAÇÃO.
No caso de obras para fins hidráulicos, quando não indicado
em projeto, o cobrimento mínimo a ser adotado será de 3cm.
Substituição das Barras de Aço:
Só serão permitidas a substituição das barras indicadas no
projeto estrutural, com a autorização expressa da área de projeto,
sendo que, para esse caso, a área da seção das barras resultante da
armadura, deverá ser igual ou maior do que a área originalmente
especificada.

Limpeza das Armaduras:


Após o término dos serviços de armação, e até a fase do
lançamento do concreto, a CONTRATADA deverá evitar ao máximo o
trânsito de pessoas sobre as armaduras colocadas.
Caso seja necessário, a CONTRATADA executará uma
passarela de tábua que oriente a passagem e assim distribua o peso
sobre o fundo das formas, e não diretamente sobre as armaduras.
No prosseguimento dos serviços de armação decorrente das
etapas construtivas da obra, obriga-se a CONTRATADA a limpar a
armadura de espera, com escova de aço, retirando excessos de
concreto e de nata de cimento.
Nos casos em que a exposição das armaduras às intempéries
for longa e previsível, as mesmas deverão ser devidamente protegidas.
As armaduras, antes do início da concretagem, deverão estar
livres de contaminações, tais como incrustações de argamassa,
salpicos de óleo ou tintas, escamas de laminação ou de ferrugem,
terra ou qualquer outro material que, aderido às suas superfícies,
comprometa a sua aderência ao concreto.
A FISCALIZAÇÃO deverá inspecionar e aprovar a armadura
em cada elemento estrutural após sua colocação.

Especificações particulares
Deverão ser utilizadas onde houver ligação de estrutura
metálica e alvenaria, barras de Aço diâmetro 5 mm e comprimento de
15 cm , em forma de “U” soldadas na estrutura na largura do bloco,
deixando um centímetro de cada lado para recobrimento, sendo
adotadas de três em três fiadas começando necessariamente pela
primeira fiada.
03.05 - ESTRUTURAS METÁLICAS
Todas as medidas deverão ser conferidas "in loco".
Deverão ser executadas as estruturas de acordo com as
especificações dos projetos apresentados e deste memorial.
Toda a estrutura metálica deverá receber fundo
anticorrosivo, à base de óxido de ferro-zarcão, para a 1ª demão.
A execução deverá obedecer às especificações de projeto, as
recomendações do fabricante dos materiais e as normas da ABNT
vigentes ao assunto:
NBR – 8800/07

EXECUÇÃO DE REVESTIMENTO E LIGAÇÃO DE


ALVENARIA EM ESTRUTURA METÁLICA
Deverá ser garantida nas situações em que a estrutura
metálica será revestida, a aderência do sistema de revestimento nos
perfis metálicos.

Preenchimento do Perfil em Aço para Vigas e Pilares


Quando a estrutura em aço for inteiramente revestida faz-se
necessário o prévio preenchimento dos espaços vazios entre as abas e
a alma.
Para executar o preenchimento destes vazios deverão ser
utilizados blocos de concreto celular autoclavado, já previamente
cortados nas dimensões necessárias para enchimento das almas dos
perfis metálicos, e água limpa.
A fixação destes blocos à estrutura deverá ser feita através
de uma argamassa colante, tipo AC III, sobre superfície tratada com
Resina Epoxídica e areia conforme descrito no próximo item.

Tratamento do Perfil em Aço para Recebimento de


Revestimento
Antes do lançamento da argamassa de revestimento, toda a
estrutura metálica deverá ser tratada com Resina Epoxídica e areia.
 Deverá ser aplicado Epóxi na região a ser revestida;
 Deverá ser aguardado em média 15 minutos ( meia
cura);
 Em seguida joga se areia, aperta se e em seguida varre
se para retirar a areia solta.
Deverão ser fixadas telas galvanizadas malha 1” com
resistência alcalinidade na estrutura e na alvenaria, com a utilização
de pinos de aço ou parafuso e bucha. Para melhor posicionamento da
tela poderá ser utilizado prego galvanizado (de cerca).
As telas deverão ser posicionadas levemente frouxas.
OBS: Caso a tela metálica não tenha tamanho suficiente para
cobrir pelo menos um bloco e meio, recomenda-se a transposição de
outra tela até que se atinja o tamanho necessário.

Transição perfil metálico/alvenaria:


Em todo encontro entre alvenaria e estrutura metálica,
recomenda-se a execução de frisos impermeabilizados conforme o
seguinte:

Executar juntas preenchidas com mastigue e apoio flexível


em todo alinhamento da borda inferior das vigas e nos pilares.
Deverá ser feita impermeabilização do rasgo da junta antes
da execução da mesma. Utilizar pasta elastomérica para a
impermeabilização.

04 - DEMOLIÇÕES
Cobertura
Todos os serviços que implicarem em remoção de telhas
deverá prever a proteção das estruturas de madeira, topo das
alvenarias e demais partes da construção contra as águas das chuvas.
Esta proteção deverá ser realizada com lona, fixada de forma a resistir
à ação das águas das chuvas e ventos. A lona deverá ser plástica com
trama de nylon (ráfia).
A CONTRATANTE indicará a localização onde deverá ser
depositada toda estrutura de madeira e todas as telhas retiradas da
cobertura existente.

05 - ALVENARIAS.
Considerações gerais.
As alvenarias serão iniciadas após a execução total das
estruturas, ou logo após as mesmas atingirem a resistência de projeto,
de acordo com programação do cálculo estrutural.
Os pontos principais a cuidar na execução das alvenarias
são: prumo, alinhamento, nivelamento, extremidades e ângulos.
O local de trabalho das alvenarias deve permanecer sempre
limpo.
Serão colocadas vergas nos paramentos de alvenaria, e que
serão em concreto armado, com seção e armaduras devidamente
dimensionadas, sobre os vãos de portas, janelas e outras esquadrias,
que não estejam imediatamente sobre vigamento, excedendo-se 30 cm
de cada lado ou em todo o vão entre estruturas, ou engastadas em
estrutura.
Todos os vãos com nível de peitoril acima do piso receberão
uma segunda verga, imediatamente sob a abertura, excedendo no
mínimo 30 cm de cada lado ou em todo o vão entre estruturas, e
devidamente dimensionadas.
Os encunhamentos de todas as alvenarias serão executados
com argamassa expansiva do tipo SikaGrout ou Expansor, adicionada
com pedrisco ou areia grossa, após a cura da argamassa de
assentamento da alvenaria, em torno de 5 dias.

Especificações particulares.
Alvenaria / Divisões:
Local: Alvenarias internas e externas.
Será utilizado bloco celular auto clavado, dimensões
60x30x10cm, 60x30x15 e 60x30x10 cm de 1ª qualidade, tipo SIKAL ou
similar, que atenda as normas da ABNT vigentes:
 NBR 13438:1995 - Bloco de Concreto Celular
Autoclavado - Especificação

NBR 13439:1995 - Bloco de Concreto Celular
Autoclavado - Resistência à compressão

NBR 13440:1995 - Bloco de Concreto Celular
Autoclavado - Verificação da densidade de
 massa aparente seca

NBR 14956-1: 2003 - Bloco de Concreto Celular
Autoclavado - Execução de alvenaria sem função
estrutural

Assentamento
Levante a parede em três etapas:
 Primeiro até a altura de 1,60m (deixe secar a
argamassa)
 Continue até chegar a aproximadamente 3cm da laje
ou viga (deixe secar a argamassa)
 Depois da secagem, preencha o vazio para terminar a
parede.

Encunhamento
O enchimento do vão de 3 cm entre alvenaria e viga ou laje,
deverá ser feito de cima para baixo, se possível após a conclusão de
toda a alvenaria da edificação.

Juntas de Assentamento
As juntas horizontais de assentamento devem ter de 10 a 15
mm de espessura.

Juntas de Trabalho
Deverão ser previstas sempre que o comprimento do painel
exceder 6,0m devendo ter espessura de 10 a 12 mm.

União entre Paredes


As paredes deverão ser unidas por juntas em amarração.
Todas as juntas verticais entre os blocos que se interceptam e os
blocos contíguos devem ser preenchidas. Os blocos que compõe a
interseção deverão ter comprimento no mínimo igual a ½ bloco ou 30
cm.

06 – REVESTIMENTOS
06.01 – Revestimentos de paredes:
Revestimentos internos:
As paredes internas deverão receber massa única (tipo
paulista), dispensando a etapa de chapisco.
Recomenda-se o traço 1: 3:7,5 (cimento, cal hidratada CH1 e
areia lavada média), em volume.
Para este traço, e sem o uso de aditivos retentores de água,
devreão ser umedecidas levemente as paredes antes da aplicação do
emboço.
A espessura empregada deverá ser entre 5 a 10 mm.

Revestimentos Externos:
O revestimento externo deverá ser aplicado sobre superfície
previamente chapiscada.
O traço deverá ser de 1:1:6 (cimento, cal hidratada CH1 e
areia lavada média), em volume.
A espessura deverá variar entre 25 a 35 mm, aplicada de uma
única vez.

07 – PISOS
Considerações gerais:
Os pisos prontos devem apresentar acabamentos perfeitos,
bem nivelados, com as inclinações e desníveis necessários, conforme
projetos.

Especificações particulares:
Locais: Antecâmara, Sala de Máquinas 1, Sala de Máquinas 2.
07.01- Deverá ser executado contra piso no traço 1:3
(cimento:areia), sendo que será exigido caimento adequado em
direção aos ralos e será realizado teste com água pela fiscalização
para verificação dos mesmos.

07.02 -PISO EM ARGAMASSA DE CIMENTO, ACABAMENTO


LISO PINTADO COM TINTA EPÓXI SOBRE PRIMER NIVELADORA
EPÓXI - CI
Locais: Antecâmara, Sala de Máquinas 1, Sala de Máquinas 2.
Deverá ser aplicado argamassa ACIII, com espessura entre 4
e 6mm com acabamento liso espatulado.

Acabamentos finais - PINTURA:


Dar polimento e retificação na área revestida; aplicar Primer
Selador Epóxi; e duas demãos de tinta epóxi - Cor:. Cinza platina –
Ref:. Coral ou Similar.

07.03 - PASSARELAS E ESCADAS EM CHAPA METÁLICA


SOBRE APOIO EM ESTRUTURA METÁLICA – MET
Locais: Área de circulação, Antecâmara.
Materiais:
 Chapas e perfis dobrados – ASTM A-36 (MR 250)
 Perfis laminados ASTM
 PEL: Perfil estrutural leve (GERDAU)
 Eletrodo: AWS-E7018
 Chumbadores e barras redondas : SAE 1020
 Parafusos: ASTM-325 Ligações Principais
 ASTM – 307 Ligações secundárias
 OBS: Exceto onde expresso em contrário todos os
parafusos são 12,7mm.

Pintura:
Todas as peças receberão uma limpeza mecânica e pintura
em tinta esmalte sintético - Cor:. Cinza Platina - Ref:. Coral ou
similar.

Proteção da estrutura:
 Deverá ser executado jateamento abrasivo ao metal
quase branco padrão ST 3.
 Deverá ser aplicado fundo anticorrosivo - 01 demão de
120 microns de SUSMATIC 228.
 Pintura em duas mãos ou até perfeita cobertura da
estrutura.
 O fabricante da estrutura deverá atender as seguintes
exigências:
 Exceto onde expresso em contrário, as soldas serão de
ângulo (Filete) em todas as arestas de contato com
uma perna de 3 mm.
 As soldas deverão ser devidamente esmeriladas.
 Deverá ser feito emassamento onde for necessário.
GUARDA CORPO E CORRIMÃO
Deverão ser instalado Guarda-Corpo em todas as passarelas
e escadas.
O corrimão será em tubo metálico diâm. 2 1/2" pintado em
tinta esmalte Sintético - Cor:. Cinza Platina - Ref:. Coral ou Similar.
Os montantes serão em tubo metálico diâm. 1 1/2" pintado
em tinta esmalte Sintético - Cor:. Cinza Platina – Ref:. Coral ou
Similar.
O Guarda-corpo será em barra metálica largura = 7 cm,
espessura = 5 cm, pintado em tinta esmalte Sintético - Cor:. Cinza
Platina - Ref:. Coral ou Similar.

Quando o montante estiver sobre a laje deverá ser usado anel Ø 2 1/2' em
chapa, parafusada no piso.
Quando o montante estiver sobre a chapa, este deverá ser soldado.

08 - SOLEIRA, RODAPÉ E PEITORIL.


Deverão ser assentados rodapés em granito cinza corumbá,
espessura de 2 cm, altura de 10cm, embutido na alvenaria.
Deverão ser assentados Peitoris em todas as janelas em
granito cinza corumbá, com 2 cm de espessura e pingadeiras de 2,5
cm em cada lado.
Deverão ser assentadas soleiras em todos os vãos de portas,
em granito branco caravelas espessura de 2 cm e largura do vão.

09 - ESQUADRIAS E FERRAGENS
Especificações Gerais:
O fornecimento das esquadrias compreende todos os
materiais e pertences a serem instalados e seu perfeito
funcionamento, inclusive todas as ferragens necessárias, todos de
qualidade extra e com acessórios e demais peças indicadas pelos
fabricantes.
Os desenhos básicos, dimensões aproximadas e as
especificações particulares das esquadrias e similares metálicos,
encontram-se no detalhamento do projeto arquitetônico, e deverão
seguir a orientações deste memorial, dos projetistas e ou da
FISCALIZAÇÃO.
As medidas indicadas nos projetos deverão ser conferidas
nos locais de assentamento de cada esquadria ou similar metálico,
depois de concluídas as estruturas, alvenarias, arremates e
enchimentos diversos, e antes do inicio da fabricação das esquadrias.
Todos os trabalhos de serralheria serão executados com
precisão de cortes e ajustes e de acordo com os respectivos desenhos
de arquitetura e de fabricação e com as normas da ABNT no que
couber.
Todo o material a ser empregado deverá ser novo e de boa
qualidade e sem defeito de fabricação, ou falhas de laminação, e
deverá satisfazer rigorosamente as normas especificações e métodos
recomendados pela ABNT.
Todos os quadros fixos ou móveis serão perfeitamente
esquadria dos ou limados, de modo a desaparecerem as rebarbas e
saliências da solda. A estrutura da esquadria deverá ser rígida e
perfeita.
As folgas verticais e horizontais deverão ser as mínimas
necessárias ao perfeito funcionamento da esquadria, e deverão ser
uniformes em todas as esquadrias.
Os perfis deverão ser compatíveis com as dimensões dos
vãos e com a função da esquadria objetivando rigidez do conjunto,
durabilidade e menor necessidade de manutenções.
Todas as esquadrias recebidas na obra deverão ser
cuidadosamente inspecionadas e conferidas com régua e esquadros, a
linearidade e ortogonalidade das peças, para fins de aprovação pela
FISCALIZAÇÃO.
Deverá ser fornecida a FISCALIZAÇÃO, amostras de todas
as ferragens a serem usadas para aprovação.
Demais detalhes, tipos, quantidades, e acabamentos das
esquadrias metálicas, deverão ser executados conforme desenhos
básicos de execução, e demais detalhes constantes do projeto
arquitetônico.
Toda superfície metálica deverá receber tratamento anti-
corrosivo do tipo especificado no item pinturas.
As dúvidas deverão ser esclarecidas antecipadamente junto à
FISCALIZAÇÃO e a arquiteta projetista antes da execução final das
esquadrias.
Não serão toleradas folgas que exijam correção com massa,
taliscas ou outros artifícios.
Todas as esquadrias e outros elementos recebidos na obra
deverão ser inspecionados e conferidos com régua e esquadro à
linearidade e ortogonalidade, bem como será inspecionado o seu
acabamento e a sua qualidade.

Especificações particulares.
09.01 – Portas:
09.01.01 - As portas P1, nas dimensões 100x210 cm, deverão
ser venezianas.
09.01.02 - As portas P2, nas dimensões 100x210 cm, deverão
ser em vedação estanque.
09.01.03 - As portas P3, terão largura de 100 e altura variando
de acordo com a inclinação do telhado, deverão ser em veneziana.
Todas as portas serão em estrutura metálica, com pintura em tinta esmalte
sintético - Cor: Cinza Platina - Ref: “CORAL” ou similar nas dimensões indicadas
em projeto e conferidas “in loco”.

09.02 - Janelas
09.02.01 - As janelas J1 com dimensões 60x60 cm, deverão ser
em estrutura de alumínio, em sistema basculante, com vedação em
vidro liso 4 mm, (deverá ser fixada contra o vento).
09.02.02 - As janelas J2 com dimensões 60x60 cm, deverão
ser em estrutura de alumínio, em sistema fixo, com vedação em vidro
liso 4 mm.
09.02.03 - As janelas J3 terão largura de 25 cm e altura
variando de acordo com a inclinação do telhado, deverão ser em PVC
branco, com aletas fixas.

Todas as portas e janelas deverão ser de material resistente a lavagens


constantes.

09.04 - TAMPAS DE POÇOS DE VISITA


Deverão ser instaladas tampas em todos os poços de Visita,
em chapa 16 com dobra tipo Bico Diamante, pintadas nas duas faces
em tinta esmalte sintético – Cor: Cinza Platino – Ref:. Coral ou
Similar.
As dimensões das tampas deverão ser conferidas “In loco”.

10.0 – PINTURA
Especificações gerais:
As paredes externas deverão ser lixadas, preparadas e
limpas, antes da aplicação da pintura até a perfeita cobertura da tinta.
A pintura deverá ser realizada somente 24 horas após a
aplicação da demão de selador acrílico ou do emassamento. A
segunda demão de tinta poderá ser aplicada somente 4 horas após a
aplicação da primeira demão ou conforme especificações do
fabricante.

Especificações particulares:
10.01 - Pinturas de paredes internas- PA
Locais: Todas as alvenarias indicadas em projeto.
Pintura em tinta acrílica acabamento semí-brilho - Cor:
Branco neve - Ref:. “Coral” ou similar.

10.02 - Pinturas de paredes externas- PAE


Locais: Todas as alvenarias indicadas em projeto
Pintura em tinta acrílica acabamento semí-brilho, Cor: 1648 -
Ref:. “CORAL” ou similar (padrão da pintura externa do HOB).

11.0 – COBERTURA
Considerações Particulares:
11.01 – Deverão ser utilizadas telhas metálicas termo
acústicas conforme indicação do projeto.
Toda estrutura e cobertura metálica serão executadas antes
da retirada da cobertura existente, evitando que a área fique
desprotegida.
Serão de inteira responsabilidade da CONTRATADA, mesmo
nas condições mais adversas, a garantia da perfeita estabilidade e
estanqueidade dos sistemas de coberturas.
Deverão ser refugadas todas as telhas com defeitos, e
demais peças ou acessórios com defeitos que comprometam os
futuros sistemas de coberturas.
Todos os serviços que implicarem em remoção de telhas
deverá prever a proteção das estruturas de madeira, topo das
alvenarias e demais partes da construção contra as águas das chuvas.
Esta proteção deverá ser realizada com lona, fixada de forma a resistir
à ação das águas das chuvas e ventos. A lona deverá ser plástica com
trama de nylon (ráfia).
A CONTRATANTE indicará a localização onde deverá ser
depositada toda estrutura de madeira e todas as telhas retiradas da
cobertura existente.

Materiais:
 Chapas e perfis dobrados – ASTM A-36 (MR 250)
 Perfis laminados ASTM A- 572 G50
 PEL: Perfil estrutural leve (GERDAU)
 Eletrodo: AWS-E7018
 Chumbadores e barras redondas : SAE 1020
 Parafusos: ASTM-325 Ligações Principais
 ASTM – 307 Ligações secundárias
 Concreto Fck 25mpa

Proteção da estrutura
 Deverá ser executado jateamento abrasivo ao metal
quase branco padrão ST 3.
 Deverá ser aplicado fundo anticorrosivo - 01 demão de
120 microns de SUSMATIC 228.
 Pintura em duas mãos ou até superior até perfeita
cobertura da estrutura.
 O fabricante da estrutura deverá atender as seguintes
exigências:
 Exceto onde expresso em contrário, as soldas serão de
ângulo (Filete) em todas as arestas de contato com
uma perna de 3 mm.
 As soldas deverão ser devidamente esmeriladas

12.0 - INSTALAÇÕES DIVERSAS.


Deverão ser executas instalações Elétricas, Hidráulicas e de
SPDA conforme projeto arquitetônico.
Todas as obras civis necessárias, tais como: rasgos e
chumbação para passagem de tubos, caixas de passagem e outros
deverão estar contemplado no preço final a ser apresentado na
planilha de orçamento analítico de obras.
Todo o material deverá ser de 1ª. Qualidade, tubos e
conexões Tigre, Akros/Fortilit ou similar, caixas de passagem Tigre
ou similar, registros Deca, Fabrimar, Docol ou similar e demais
materiais de 1ª. Linha.

12.01 - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS


Especificações gerais
As instalações deverão ser executadas de acordo com as
especificações de projeto e com Normas Técnicas da ABNT, em
especial na NBR-5410 – “Instalações elétricas de baixa tensão” – e
Normas da CEMIG – Companhia de Energia elétrica de Minas Gerais.
Deverão ser previstos e estar inclusos no orçamento, todos
os trabalhos de ordem civil, gerados em decorrências dos trabalhos de
Instalações elétricas.

LUMINÁRIAS
Locais: Área de circulação, Área de manutenção,
Antecâmara, Sala de Máquinas 1 e 2
Deverão ser instaladas Luminárias de sobrepor para duas
lâmpadas fluorescentes tubulares de 32 w, corpo e refletor em chapa
de aço tratada com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó –
Cor:. Branca - Ref.: Itaim Cód.: 3530 2 x T26 32 W para 2 lâmpadas
fluorescentes tubulares - 32 W cada – Cor:. "luz do dia"- Ref.:. Osram
ou Similar.

12.02 - INSTALAÇÕES HIDRO SANITÁRIAS


Especificações gerais
As instalações deverão ser executadas de acordo com as
especificações do projeto e com as Normas Técnicas da ABNT (NBR-
5626 – “Instalação predial de água fria”, NBR-8160 – “Sistemas
prediais de esgoto sanitários – Projeto e execução” e NBR-10844 –
“Instalações prediais de águas pluviais”) e nas recomendações dos
fabricantes dos materiais utilizados. As instalações hidráulicas e
sanitárias deverão ser executadas conforme projeto.
Deverão ser executados dois pontos de água sendo um a
1,10cm do piso acabado e outro a 40 cm do piso acabado.
Deverão ser previstos e estar inclusos no orçamento, todos
os trabalhos de ordem civil, gerados em decorrências dos trabalhos de
Instalações de Hidro Sanitárias.

12.03 - INSTALAÇÕES DE SPDA


Detalhes do SPDA
A execução das instalações componentes do SPDA será feita
de acordo com o projeto específico em obediência à norma NBR
5419/2001 da ABNT que rege o assunto.
Na instalação do SPDA deverá ser fornecido ART (Anotação
de Responsabilidade Técnica, expedida pelo engenheiro responsável),
o projeto do sistema, um relatório técnico descrevendo a instalação e
um certificado.
Deverão ser previstos e estar inclusos no orçamento, todos
os trabalhos de ordem civil, gerados em decorrências dos trabalhos de
Instalações de SPDA.

13.0 - DIVERSOS
13.01 - Tanque
Deverão ser assentados dois tanques de parede em aço
inoxidável, AISI 304, espessura de 0,8mm, monobloco, capacidade de
uso: 32 litros, acabamento polido, sem forração. Ref.: FRANKE ou
Similar.
13.02 - Torneiras
Deverão ser assentadas duas Torneiras para tanque e
mangueira - Ref:. DECA Max – Cód: 11s3c34 - acabamento cromado ou
Similar.

14.0 – IMPERMEABILIZAÇÕES DE LAJE STELL DECK


Considerações gerais:
Qualquer ponderação/crítica de projeto e execução, como
também interferências que podem ocorrer, deverão ser encaminhados
à fiscalização para esclarecimentos e providências.
A ART dos serviços de impermeabilização deverá ser
apresentada pela CONTRATADA, em separado da execução global da
obra, bem como deverão ser fornecidos à FISCALIZAÇÃO todos os
certificados de garantia das impermeabilizações executadas, que
deverá ser por um mínimo de 5 (cinco) anos.
As superfícies a serem impermeabilizadas terão caimento em
direção ao escoamento das águas, drenos, ralos, canaletas e outros,
conforme indicado nos projetos ou conforme orientação da
FISCALIZAÇÃO.
Todas as superfícies a serem impermeabilizadas, depois de
adequadamente preparadas para cada tipo de impermeabilização,
deverão ser perfeitamente limpas e lavadas, até que fiquem
completamente isentas de poeira, resíduos de argamassa ou madeira,
pontas de ferro, rebarbas de concreto e manchas gordurosas.
As superfícies perfeitamente limpas, deverão receber, de um
modo geral, para regularização, dependendo do tipo de
impermeabilização uma argamassa de cimento e areia média no traço
1:3 em volume, com espessura mínima de 2 cm, formando declividade
de 0,5 à 2% para escoamento pluvial, ou conforme projeto.
Todos os cantos e arestas deverão ser arredondados com
argamassa.
Em qualquer tipo de impermeabilização abaixo indicada, ou
necessária à perfeita estanqueidade das obras e serviços, deverão ser
seguidas todas as recomendações dos fabricantes, exceto nos casos
em que o memorial especifica padrão superior ao do fabricante,
possibilitando uma maior segurança, e será sempre executada por
firma credenciada pela fabricante.
As impermeabilizações não citadas neste memorial, ou nos
projetos, mas presumidamente necessário ao perfeito funcionamento
das obras e serviços, deverá ser executado.

ENSAIOS E CONTROLE DE QUALIDADE


Normas a observar:
 NBR 9575 – Execução de Impermeabilização
 NBR 15487 – Sistema de membrana de poliuretano
para impermeabilização.

As camadas de impermeabilização devem ter suas espessuras


aferidas nos locais, assim como o peso indicado, admitindo – se
diferença de até aproximadamente 10%.
Todos os materiais devem ter etiquetas de lote, rótulos com
nome, especificações, nome do fabricante e norma de referência, além
das instruções de estocagem e transporte.
As áreas deverão ser testadas antes das proteções, com
lâmina d’água de no mínimo 5 cm de espessura.
Deverão ser feitos testes hidrostáticos, substituindo-os por
teste elétrico com aparelho sonorizado e com centelha elétrica.
As mantas asfálticas deverão ser ensaiadas conforme NBR
9952/07.
Os fornecedores dos materiais impermeabilizantes deverão
fornecer carta afirmando formalmente que o aplicador proponente é
habilitado e qualificado para aplicar seus produtos, e que o fabricante
assume responsabilidade solidária pelas garantias integrais do
contrato.
O fornecedor deverá ainda enviar técnico de seus quadros,
para vistoriar a aplicação, e certificar a conformidade da execução das
regularizações, impermeabilizações e proteções, emitindo documento
comprobatório da conformidade com suas recomendações.
As garantias deverão ser de 3 (três) anos para mão de obra e
10 (dez) anos para os materiais.

Considerações particulares:
Locais: Sala de Máquinas I e II
Nos locais em que serão construídos berços de alvenaria
para instalação das máquinas, a manta será reforçada com uma
espessura a mais, com dez centímetros de largura a mais para cada
lado da parede acabada.
Tais paredes deverão ainda ser moduladas com vazios de
passagem de águas de lavagem de piso sem interromper o fluxo de
direcionamento das águas para os ralos de saída.
Os encontros dos tubos de ar com a laje de piso deverão ser
coroados com uma moldura de alvenaria, também com reforço de
manta no apoio dessas paredes e os vazios entre alvenaria e parede da
tubulação deverão ser protegidos com chapéus metálicos.
Todo e qualquer transporte de máquinas, ferramentas
pesadas ou qualquer outro volume pesado que possa danificar a
manta por puncionamento ou craqueamento da proteção mecânica,
deverá ser feito com o cuidado devido, sem arraste, com carrinhos
próprios.

REGULARIZAÇÃO
Regularização com argamassa de cimento e areia média,
lavada, no traço volumétrico de 1:3, sem hidrofugantes, com
inclinação mínima de 1% (um por cento), descendo nas direções dos
ralos.

IMPERMEABILIZAÇÃO
Manta impermeabilizante à base de asfalto modificado,
espessura de 3 mm, conforme NBR 9952 - Referência: Torodin da
Viapol ou similar, aplicada sobre primer Viabit Viapol ou similar,
conforme recomendações do fabricante da manta.

PROTEÇÃO MECÂNICA
Deverá ser executado separador mecânico do tipo manta de
polietileno com 2 mm de espessura;
A proteção mecânica deverá ser em argamassa de cimento e
areia, traço volumétrico 1:3, com juntas plásticas mapeadas em
quadros de 1,5x1,5m.
A proteção mecânica no plano horizontal será armada com
tela galvanizada de fio 18, malha 1” e no plano vertical com tela
galvanizada de fio 22, malha 1”.
As proteções mecânicas horizontais e verticais serão
acabadas com tinta Epóxi sobre Primer nivelador Epóxi - Cor :.Cinza
Platina.
Deverão ser aplicadas nos encontros de piso e paredes,
juntas antí-compressão com sessão de 1,0x1,0cm, preenchidas com
mastigue Tixotrópico de Poliuretano, sem alcatrão ou á base de
Polissulfetos e Tarucel onde necessário.
Deverá ser fixado á parede perfil “U” de alumínio para
arrematar a manta na vertical, vedada na parede com membrana de
emulsão acrílica e moldada in loco, com quatro demãos de emulsão
acrílica, - Referência: Denvercril Top da Denver ou similar,
intercalando uma tela de poliéster de 65g/m², malha de 2x2mm,
devendo ser aplicada duas demãos e uma tela e mais duas demãos e
outra tela.
Deverão ser fixados ralos metálicos planos com dimensões
de 150x150mm, fixados na proteção mecânica sem ferir a manta.
Deverão ser fixadas luvas de PVC no concreto para receber
tubos de instalações elétricas, hidráulicas e similares.
Deverão ser vedada com aplicação de mástique Tixotrópico
de Poliuretano, sem alcatrão ou á base de Polissulfetos, todas as
saídas de tubulações, localizadas no lado externo (região entre as
tubulações e a alvenaria).
Deverão ser fixados na tubulação, chapéus metálicos de
funilaria através de abraçadeiras ou colados em tubulações maiores.
Deverão ser usados anéis de borracha para vedação de
abraçadeira.
15 – LIMPEZA FINAL
A limpeza final deverá ser feita na entrega da obra e em
todas as áreas utilizadas nos serviços, retirando- se todo resto de
material de obra e limpando-se todas as áreas que porventura
estiverem sujas com tinta ou massa, devendo a CONTRATADA
providenciar a retirada das instalações do canteiro de obras.

III - CONSIDERAÇÕES DIVERSAS:


As planilhas anexas bem como os quantitativos apresentados são apenas
para orientação, devendo ser conferidos no projeto/local pelas licitantes. Lembrando
que é de inteira responsabilidade da empresa vencedora a execução completa dos
serviços conforme projeto. Os licitantes deverão apresentar planilha conforme modelo
anexo, com todos os preços unitários preenchidos, totalizando o preço global dos
serviços.
As empresas deverão apresentar cronograma físico financeiro.
Visto que a obra será executada por preço global, caso haja
acréscimo de algum serviço, que porventura não esteja especificado
em projeto ou modificação na especificação de materiais, deverá ser
discutido com a fiscalização para aprovação e posterior execução.
Todo e qualquer serviço detectado no projeto deverá ser
executado. Lembramos que a obra será executada em regime de
empreitada global, sendo que as planilhas estão com as quantidades
estimadas e é de responsabilidade do licitante a conferência dos
quantitativos e dos serviços que deverão atender a todo o escopo
previsto no projeto. As divergências encontradas deverão ser diluídas
nos preços unitários dos serviços.
O não cumprimento da observação acima pode resultar no
não pagamento dos referidos serviços ou modificações.
Consideram-se necessários para a execução de todos os serviços
discriminados o período de 180 (cento e oitenta) dias corridos. Lembrando que as
áreas a serem atacadas serão antecipadamente discutidas e programadas com a
fiscalização.
Deverão ser utilizados todos os E.P.I‘s necessários para a
execução dos serviços. O setor de Engenharia de Segurança do
Trabalho fará a fiscalização dos mesmos e caso ocorra solicitação a
respeito à segurança, deverá ser acatada pela empresa contratada.
Deverão ser fornecidos, após conclusão das obras, todos os projetos
(arquitetura, estrutural e instalações complementares) atualizados, contemplando as
alterações ocorridas durante a execução da obra. Deverá ser fornecida 01 (uma) cópia
em meio eletrônico e 01 (uma) cópia plotada para arquivamento no Setor de
Engenharia do HOB, assim como ART de todos os projetos e execuções e “ AS
BUILT”.

IV - CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO


1- Mensalmente, até o último dia de cada mês, a fiscalização
do HMOB efetuará a medição dos serviços realizados naquele período,
submetendo-a a aprovação da Coordenação de Arquitetura e
Engenharia;
2 - Até o montante de 90% (noventa por cento) do valor do
contrato, a medição será mensal, conforme o item 17.1. O percentual
restante de 10% (dez por cento) ficará condicionado ao cumprimento
de todas as obrigações contratualmente previstas, especialmente a
apresentação de todos os documentos exigidos, bem como a correção
de todas as eventuais pendências apuradas.
3 - Em nenhuma hipótese serão medidos equipamentos e
peças estocadas em canteiro de obras e serviços não acabados.
4 - A FISCALIZAÇÃO poderá a qualquer tempo solicitar a
substituição de equipamentos ou refazimento dos serviços que não
estiverem executados dentro das normas da ABNT– Associação
Brasileira de Normas Técnicas ou que divergirem dos projetos,
memoriais e demais peças técnicas integrantes do edital de licitação.
5 - A apuração do serviço executado, deverá corresponder ao
período do primeiro ao último dia de cada mês observando o
cronograma físico-financeiro da obra.
6 - O prazo previsto para pagamento das medições é até o
20º (vigésimo) dia útil após apresentação da Nota Fiscal /Fatura
devidamente atestada, desde que atendidas completamente as
exigências deste Edital e apresentados os seguintes documentos, no
ato de recebimento, sem prejuízos de outros que venham a ser
exigidos em lei;
7 - O pagamento somente será liberado mediante a
apresentação pela contratada dos documentos abaixo discriminados e
de conformidade com as disposições instituídas pela legislação e
normas do MPS/SRP em vigor:

 GFIP relativa ao período de execução do serviço medido,


identificada com a matrícula CEI da obra, com Código 150
e 155, constantes no Manual da GFIP, com comprovação
de entrega;
 Cópias das Notas Fiscais, Faturas ou recibos de prestação
de serviços emitidos por subempreiteiros, com vinculação
inequívoca à obra, e dos comprovantes dos documentos de
arrecadação de retenção acompanhada das informações
específicas do tomador da obra;
 Cópia da Guia de Recolhimento Específica, quitada,
recolhida com a identificação da matrícula da obra – CEI;
 Resumo da folha de empregados da obra;
 Xérox dos recibos de pagamento do mês anterior a
apresentação da Nota Fiscal/Fatura de todos os
funcionários lotados na obra;
 CND do INSS e CRF do FGTS;
 Comprovação que a contratada adota escrita regular no
período de duração da obra, mediante cópia do Livro
Diário devidamente formalizado e declaração firmada pelo
representante legal da empresa de que os valores
apresentados estão contabilizados, isentando assim o
HMOB de qualquer encargo junto ao INSS, decorrente dos
referidos recolhimentos.

7.1. A CONTRATADA deverá discriminar na Nota Fiscal ou


Fatura os valores correspondentes ao fornecimento de material ou de
equipamento na execução do serviço, cujo total, será deduzido do
valor bruto da Nota Fiscal ou Fatura, para base de cálculo da
contribuição complementar a ser retida para o INSS, caso não
configure na GPS apresentada, a comprovação dos requisitos mínimos
previstos no RPS.
7.2 A CONTRATADA deverá comprovar o recolhimento do
ISSQN de cada Nota Fiscal emitida, relativa à execução desta
licitação referente ao mês imediatamente anterior ao da emissão da
Nota Fiscal, no local da execução da obra ou prestação de serviço,
excetuando-se, a obra executada no Município de Belo Horizonte,
cujo imposto será retido na fonte de acordo com a legislação
pertinente.

V - VISITAS TÉCNICA OBRIGATÓRIA


Os LICITANTES deverão, obrigatoriamente, visitar o local
da obra, a fim de se familiarizarem com a natureza e o vulto da
mesma, conhecer as fontes de materiais disponíveis, as facilidades e
recursos existentes e obter quaisquer outras informações para a
preparação de sua proposta.
A visita técnica será programada junto ao Setor de
Engenharia, somente pela manhã, de 8:00 às 12:00 hs, sendo agendada
antecipadamente em dias e horários programados, até 01 dia útil antes
da data de entrega da licitação, devendo os proponentes interessados
entrar em contato com o Setor de Engenharia do Hospital Municipal
Odilon Behrens pelo telefone: 31 3277-6204.
Local visita: Av. José Bonifácio s/n.º, Bairro São Cristóvão,
Belo Horizonte – MG.
Será fornecido ao proponente um ATESTADO DE VISITA o
qual deverá ser apresentado juntamente com a documentação,
ENVELOPE N.º 01 (DOCUMENTAÇÃO) deste edital, sob pena de
INABILITAÇÃO.
O proponente não poderá, no futuro, alegar
desconhecimento em relação aos serviços a serem executados.
Qualquer informação técnica poderá ser obtida junto
ao Setor de Engenharia do Hospital Municipal Odilon Behrens; Tel.:
3277-6204, falar com os Engenheiros Juscelino Rodrigues e Nara
Patricia, no período de 08:00 as 16:00 hs.

VI - DEMAIS CONTEÚDOS DESTE MEMORIAL:


 Planilha de Orçamento Detalhada e Especificações
Gerais dos Materiais a serem usados.
 Critério de Medição
 Cronograma físico- financeiro

VII - PROJETOS ANEXOS QUE COMPÕEM A LICITAÇÃO


EM REFERÊNCIA:
ARQUITETURA – Total 05 Pranchas

 Projeto Executivo – Prancha 01/05 – Planta das Salas


de Máquinas para CTI Neonatal;

 Projeto Executivo – Prancha 02/05 – Corte A - A´- Sala


de Máquinas para CTI Neonatal, Corte C-C´- Sala de
Máquinas existente e Detalhes do rodapé, peitoril,
rufo e guarda-corpo;

 Projeto Executivo – Prancha 03/05 – Elevação 01;


Detalhamento de esquadrias (portas);

 Projeto Executivo – Prancha 04/05 – Elevação 02 –


Vista do acesso ás Salas de Máquina; Corte B - B´-
Escada de acesso ás Salas de Máquinas;

 Projeto Executivo – Prancha 05/05 – Poço de visita -


Planta, Poço de visita – Corte, Det. 01 – Poço de
Visita, Det.02 – Poço de Visita, Escada Poço de Visita
– elevações, Det.03/ Det.04 – Escada, Veneziana – J3
– Elevação, Veneziana – J3 - Corte AA, Máximo-ar – J1
- Planta, Máximo-ar – J1 - Elevação, Janela Fixa – J2 –
Planta, Janela Fixa – J2 – Elevação.

PROJETO DE ESTRUTURAS METALICAS – Total 07 pranchas


COBERTURA METÁLICA:
 Projeto Estrutural – Prancha 01/02 –Planta Superior
da Cobertura, Plano das terças, Detalhe da fixação da
telha, Tirantes e Corte das Terças;

 Projeto Estrutural – Prancha 01/02 –Detalhamento


Treliça TS1, Pilar e Terças.

PILARES E VIGAS – Total 06 pranchas

 Projeto Estrutural – Prancha 01/06 – Planta e


Perspectiva das Vigas e Pilaretes;

 Projeto Estrutural – Prancha 02/06 – Locação dos


Pilares e Placa de Base;

 Projeto Estrutural – Prancha 03/06 – Elevações A,B e


C ;

 Projeto Estrutural – Prancha 04/06 – Elevações E,G e


H;

 Projeto Estrutural – Prancha 05/06 – Elevações I-


1,2,3;

 Projeto Estrutural – Prancha 06/06 – Perspectivas.

PASSARELAS METÁLICAS – Total 06 pranchas

 Projeto Estrutural – Prancha 01/06 –Perspectivas da


Passarela;

 Projeto Estrutural – Prancha 02/06 – Locação das


placas de base e plano do patamar das escadas
externas;

 Projeto Estrutural – Prancha 03/06 – Passarela Nível


+1000 a +1570;

 Projeto Estrutural – Prancha 04/06 – Detalhamento


das Escadas externas;
 Projeto Estrutural – Prancha 05/06 – Detalhamento da
Passarela 1;

 Projeto Estrutural – Prancha 06/06 – Detalhamento


das Passarelas 2 e 3;

STELL DECK – Total 01 prancha

 Projeto Estrutural – Prancha 1/1– Detalhe das Lajes


em Stell Deck;

INSTALAÇÕES DE SPDA – Total 01 prancha

 Projeto Executivo – Prancha 01 – Projeto Executivo de


Instalações de SPDA – Detalhe Salas de Máquina do
Sistema de ar-condicionado do CTI Neonatal.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS– Total 02 pranchas

 Projeto Executivo – Prancha 01/2 – Planta de


Iluminação Casa de Máquinas-Área de manutenção;

 Projeto Executivo – Prancha 02/2 – Planta de


Iluminação Casa de Máquinas-Sala de Maquinas.

INSTALAÇÕES HIDRO SANITÁRIAS– Total 02 pranchas

 Projeto Executivo – Prancha 06 – Projeto Hidro


Sanitário;

 Projeto Executivo – Prancha 06 – Projeto Hidro


Sanitário.

IMPERMEABILIZAÇÃO– Total 01 prancha


 Projeto Impermeabilização - Casa de Máquinas - CTI
Neo Natal- Prancha 1/1- Planta e seções;
ANEXO II - MINUTA DO CONTRATO

P RO C E S SO 0 2 - 1 7 8 /2 0 1 0

E n tr e o HO SP I T AL M UNI CI P AL ODI L ON B E H RE N S, Au tar q u ia M u ni cip al, co m


sed e à r u a Fo r mi g a, n.º 5 0 , B a ir r o São C r is tó vão , ne sta Cap i ta l , C NP J N.º
1 6 .6 9 2 .1 2 1 /0 0 0 1 -8 1 ,r ep r ese n tad o ne st e ato p el a su a S up er i nt e nd e nt e, Dr a. M ír ia m
Mar i a So uza , aq u i d e no mi n ad a CO NT RA T AN T E, e a e mp r es a
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ si to n a R u a/ A v. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ , in s cr i ta no
CNP J so b o n.º _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ , ne st e ato r ep r e se nt ad a p elo se u r ep r e se nt a nte
le ga l, ao fi m a s s i nad o , aq u i d e no mi n ad a CO N TR A TA DA , f ic a aj u st a d o o p r ese n te
co n tr a to , EM R E GIM E D E EM P RE I T AD A P O R P R EÇO G L O B A L v i nc ul ad o a
CO N CO R R ÊN C IA 1 0 /0 2 0 5 , r e ge nd o - s e p e la L e i n.º 8 .6 6 6 d e 2 1 d e j u n ho d e 1 9 9 3 e
alt er açõ es , Le i Co mp le me n tar n.º 1 0 1 d e 0 4 /0 5 /2 0 0 0 , Decr eto Mu n ic ip a l
1 1 .0 9 3 /2 0 0 3 , D ecr eto Mu n ic ip a l 1 1 .2 4 5 /2 0 0 3 , Decr eto M u ni cip a l 1 0 . 7 1 0 /2 0 0 1 , Le i
Fed er al 1 0 .1 9 2 d e 1 4 /0 2 /2 0 0 1 , L ei Co mp le me nt ar n.º 1 2 3 d e 1 4 d e d eze mb r o d e
2 0 0 6 , e, s ub s id i ar i a me nt e, p el a s no r ma s d e d ir ei to p r i vad o , q u a nt o ao s ca so s
o mis so s.

CL ÁU S U LA P R IM E IR A - D O O B J E TO :

CONSTITUI OBJETO DO PRESENTE CONTRATO REFORMA DA


SALA DE MÁQUINAS PARA O S ISTEMA DE AR CONDICIONADO
DO CTI NEONATAL CONFORME DISCRIM INADO NO EDITAL DA
CONCORRÊNCIA 10/0205 – Processo 02-178/2010.
CL ÁU S U LA S E GU ND A - DO P R E ÇO , C R IT É RIO D E M ED IÇ ÃO E CO N DI ÇÕ E S
DE P A G AM EN T O :

2 .1 - O v alo r to tal d o c o nt r ato é d e R$ _ _ _ _ _ _ _ _ ( _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ) , já


in cl u íd o s to d o s o s i n s u mo s, e nc ar go s so c iai s, i mp o sto s e q ualq u er o u tr as d e sp e sa s
p er ti n e nt es e n ece s sár ia s. t a xa s, fr e te s, se g ur o s , tr a n sp o r t e, e mb ala g e n s, i mp o s to s e
d e mai s e nc ar go s co r r e s p o nd e n te s ao p r eço o fe r ecid o p e la CO NT R AT AD A e ace ito
p elo CO NT R AT ANT E .

P AR Á GR AF O P R IM E IRO : No s ter mo s d o Decr eto M u nic ip a l 1 1 . 0 9 3 /2 0 0 2 , o


co n tr a to , s e ne ce s sár io , ser á at u al izad o mo ne t ar ia me n t e, med i a nte a c o r d o ent r e a s
p ar te s, d e sd e q ue r e sp e i tad o o p r azo mí ni mo es tab e lec id o n a L ei Fed er al 1 0 .1 9 2 d e
1 4 /0 2 /2 0 0 1 .

P AR Á GR AF O S E G UN DO : A p er i o d ic id ad e d e r eaj u st e não ser á i n fer io r a u m a no


co n tad a , i ni ci al me n te , d a d ata li mi t e p ar a ap r es en taç ão d a p r o p o sta o u d o o r ça me n to
a q ue e s sa se r e fe r ir .

2.2-CRITÉRIO DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO


2 .1 - M e ns al me n te , até o úl ti mo d i a d e cad a mê s , a fi sc al iza ção d o HM O B efe t uar á a
med iç ão d o s ser v iço s r eal izad o s n aq ue le p er í o d o , s ub me t e nd o -a a a p r o va ção d a
Dir e to r i a d e Ob r a s ;
2 .2 - Até o mo n ta nt e d e 9 0 % ( no ve n ta p o r ce n to ) d o v alo r d o co n tr a t o , a med i ção
ser á me ns al, co n fo r me o ite m 1 1 .1 . O p er c e nt ua l r e sta n te d e 1 0 % ( d ez p o r ce nto )
f icar á co nd ic io nad o a o c u mp r i me nto d e to d as as o b r i g açõ e s co nt r at u al me n t e
p r ev i sta s, esp eci al me n t e a ap r es e nta ção d e to d o s o s d o c u me nto s e x i gid o s, b e m co mo
a co r r e ção d e to d a s as e ve n t ua is p e nd ê n cia s ap u r ad a s.
2 .3 - E m ne n h u ma h ip ó te se se r ão me d id o s e q ui p a me n to s e p eç as e sto cad a s e m
ca nte ir o d e o b r a s e s er vi ço s n ão ac ab ad o s.
2 .4 - A FI S C AL I Z AÇ Ã O p o d er á a q u alq uer te mp o so l ic ita r a s u b st it u ição d e
eq u ip a me n to s o u r e fa zi me n to d o s s er viço s q ue não e s ti v er e m e x ec ut ad o s d e nt r o d as
no r ma s d a AB NT – As so ciaç ão B r a s ile ir a d e No r ma s T éc n ic as o u q ue d i ver g ir e m d o s
p r o j eto s, me mo r ia is e d e ma i s p e ça s t éc ni ca s i nte gr a n te s d o ed i tal d e lic it ação .
2 .5 - A ap ur aç ão d o s er vi ço e x ec u tad o , d e ver á co r r e sp o nd er ao p er ío d o d o p r i me ir o
ao últ i mo d ia d e cad a m ês o b ser v a nd o o c r o no gr a ma f ís ico - f i na nc eir o d a o b r a.
2 .6 - O p r azo p r e vi s to p ar a p a ga me nto d as med i çõ es é a té o 2 0 º ( v i gé si mo ) d ia ú til
ap ó s ap r e se n ta ção d a N o ta Fi s cal / Fa t ur a d e v id a me nt e a te s tad a, d e sd e q ue a te nd id a s
co mp le ta me n te as e x i gê nc ia s d e st e E d i tal e ap r ese n tad o s o s se g u i nt e s d o cu me n to s,
no ato d e r ec eb i me n to , s e m p r ej uízo s d e o utr o s q ue v e n ha m a ser e xi g id o s e m le i;
2 .7 - O p a ga me n to so me nt e ser á lib er ad o med i a n te a ap r e se nt ação p e la c o nt r at ad a d o s
d o cu me n to s ab ai xo d is c r i mi n ad o s e d e co n fo r m id ad e co m a s d i sp o s içõ es i n s ti t uíd as
p ela le g is la ção e no r ma s d o MP S /S RP e m vi go r :

• GFI P r ela ti v a ao p er ío d o d e e xe c ução d o s er vi ç o med id o , id e n ti f icad a co m a


ma tr íc ul a C E I d a o b r a, co m Có d i go 1 5 0 e 1 5 5 , co n st a nt es no Ma n u al d a
GFI P , co m co mp r o vaç ão d e e nt r e ga ;
• Có p i a s d as No t as Fi sc ai s, F at ur a s o u r e cib o s d e p r e st ação d e ser vi ço s
e mit id o s p o r s ub e mp r e ite ir o s, co m vi nc u laç ã o ineq u í vo c a à o b r a, e d o s
co mp r o va nt es d o s d o c u me n to s d e ar r e cad a ção d e r ete n ção aco mp a n ha d a d as
in f o r maçõ e s e sp ec í f ica s d o to mad o r d a o b r a ;
• Có p i a d a G ui a d e R eco l h i me n to E sp ec í fi ca , q u it ad a, r eco l h id a c o m a
id e nt i fi caç ão d a ma tr íc u la d a o b r a – CE I ;
• Re s u mo d a fo l h a d e e mp r eg ad o s d a o b r a;
• Xér o x d o s r ec ib o s d e p ag a me n to d o mê s a nt er io r a ap r e se n taç ão d a No ta
Fi sc al /F at ur a d e to d o s o s f u nc io nár io s lo tad o s n a o b r a;
• CN D d o I N SS e C RF d o FGT S ;
• Co mp r o v ação q ue a co n t r atad a ad o ta e scr ita r e g ul ar no p er ío d o d e d ur a ção d a
o b r a, med ia n te có p ia d o L i vr o Diá r io d e vid a me nt e fo r ma l izad o e d e cla r ação
f ir mad a p elo r ep r e se n ta nt e l e ga l d a e mp r e sa d e q ue o s v alo r es ap r e se n tad o s
es tão co n tab il izad o s, is en ta nd o a s s i m o H MOB d e q u alq u er e nc ar go j u nto ao
I NS S, d eco r r e n te d o s r e fer id o s r e co l h i me n to s .
• T er mo d e R eceb i me n t o P r o vi só r io o u d e f i ni ti vo ( no ca so do úl ti mo
p ag a me n to ) a s si n ad o p e l a Co mi s são d e Receb i me nto d e Ob r a s.
2 .8 . A C ONT R AT AD A d ever á d i scr i mi n ar n a No ta F i sca l o u Fa t ur a o s v alo r es
co r r e sp o nd e nt e s ao f o r ne ci me n to d e ma ter ia l o u d e eq u ip a me n to n a ex ec uç ão d o
ser v iço , c uj o to tal , s er á d ed u zid o d o va lo r b r uto d a No ta Fi sc al o u Fat ur a, p ar a b a se
d e cá lc ulo d a co n tr ib u ição co mp l e me nt ar a ser r et id a p ar a o I NS S, c aso n ão
co n f i g ur e na GP S ap r e s en tad a , a co mp r o va ção d o s r eq u i si to s mí n i mo s p r ev i sto s no
RP S.
2 .9 A C ONT R AT AD A d ev er á co mp r o var o r e co l hi me n to d o I SS QN d e cad a No ta
Fi sc al e mi tid a, r el at i va à e x ec uç ão d e s ta li ci ta ção r e f er e n te ao mê s i med ia ta me n te
an ter io r ao d a e mi s são d a No t a F is ca l, no lo c al d a e xec u ção d a o b r a o u p r es taç ão d e
ser v iço , e xc et ua nd o - s e, a o b r a e x ec ut ad a no Mu n ic íp io d e B elo Ho r izo nt e, c uj o
i mp o s to ser á r e tid o n a f o nt e d e aco r d o co m a le gi s laç ão p er ti n e nte .
2 .1 0 H a v erá u ma r et e nçã o de 1 1 % ( o nz e po r ce nt o ) so br e 5 0 % ( c in q üe nt a po r
cent o ) do v a lo r de c a da No t a F i sca l/F a t ur a a f a v o r da P rev i dê nci a So c ia l
co nf o r me det er mi na o Art . 3 1 da Le i n ° 8 .2 1 2 /9 1 , co m a r eda çã o q ue lhe f o i da da
pel a le i n ° 9 .7 1 1 /9 8 , t e ndo e m v i st a a In st ru ç ã o No r ma t iv a IN SS - n° 6 9 /0 2 , d e
1 0 /0 5 /2 0 0 2 ( DO U 1 5 /0 5 /2 0 0 2 ) , q ue no r ma t iz o u o s p ro ce di me nt o s ref er ent e s à
co n st r uçã o civ il, co m v ig ê ncia a pa rt i r d e 1 ° d e s et e mb ro de 2 0 0 2 .

CL ÁU S U LA T E RC E IR A – D A F O RM A D E P R E S TA ÇÃO DO S S ER VI ÇO S:

3 .1 As r e f o r ma s d e ver ão s er e fet u ad a s, co n fo r me cr o no gr a ma fí s ico - f i n an cei r o ,


an e xo s V d o ed i ta l.

3 .2 As r e fo r ma s d e ver ão ser co nc l uíd as no p r a zo má x i mo d e 1 8 0 ( cent o e


o it e nt a ) d ia s co rri do s a p ar tir d a e xp ed ição d a Au to r iza ção d e I ní cio d as Ob r a s
p elo Se to r d e E n g e n har i a d o HOB , co n fo r me c r o no gr a ma f í sico d o a ne xo V d o
ed it al d a Co nco r r ê nci a 1 0 /0 2 0 5 .

CL ÁU S U LA Q UA R TA - DA S O B R I GA ÇÕ ES DA CO N T RA T AD A:

Co n st it ue m o b r i g açõ e s d a Co n tr a tad a :

4 .1 Co nd uz ir e e x ec ut ar o s ser v iço s co m i nte gr al o b ser v â nci a d e s ua s d i sp o si çõ e s,


o b ed ece nd o r i go r o s a me nt e as no r ma s d e se g u r an ça e me d i ci na d o t r ab al ho
p r ev i sta s na le gi s laç ão e m vi go r , a s i ns tr uçõ es e med id a s d e s e g ur a nç a in ter n a
q ue fo r e m d et er mi n ad a s p ela C ONT R AT ANT E , p o r es cr i to , e, ai nd a , p r o ver s e u
p es so a l co m ma te r ia l e eq uip a me n to s d e p r o t eção e se g u r a nça d o t r ab al ho
( E P I s) .

4 .2 Fo r nec er p e sso al q ua li f i cad o e e m n ú mer o s u fic ie nt e à e xec u ção d o s se r v iço s.


A CO NT R AT AD A é a ú ni ca r e sp o n sá ve l p elo s co ntr ato s d e tr ab a l ho d e se u s
e mp r e gad o s, i nc l u si ve d o s e v e nt u ai s i nad i mp l e me nto s tr ab al h is ta s e m q ue
p o s sa i n co r r er , n ão p o d end o ser ar g üid a so li d ar ied ad e d a CO NT R A T ANT E ,
ne m me s mo r e sp o ns ab ilid ad e s ub sid iár ia, nã o e xi st i nd o , p o r co n s eg u i nt e,
vi n c ul ação e mp r e g at íci a e ntr e o s e mp r e g ad o s d a C ONT R AT AD A e a
CO NT R AT ANT E .

4 .3 Fo r nec er to d o s o s ma ter i ai s, mão -d e -o b r a e eq uip a me n to s nec e ss á r io s à


r eal iza ção e co nc l u são d o s ser v iço s.

4 .4 P agar p o nt ua l me n te o s sa lár io s d e se u s e mp r e gad o s, b e m co mo o s e nc ar go s


so c iai s, tr ab al h i st as e p r ev id e n ciár io s i ncid e n te s o u q u e ve n h a m a in cid ir ,
d ir et a o u i nd ir eta me nt e, so b r e o c u s to d a mã o -d e-o b r a, se g ur o d e acid e nt e s d o
tr ab a l ho , to d o s o s tr ib u t o s e co ntr ib ui çõ e s q ue gr a v e m o s c u s to s d o s se r v iço s,
o b j eto d e st e co ntr a to , c o mp r o v a nd o à CO NT R AT ANT E , se mp r e q ue p o r e sta
so l ic itad o , o c u mp r i me n to d e s sa s o b r i g açõ e s.

4 .5 P r o vid e nci ar , so b se u ô n u s, a ART - An o t ação d e Re sp o n sab ilid ad e T éc nic a


j un to ao C R E A- MG, r ela ti v a a es te co n tr ato , e nc a mi n h a nd o c ó p ia ao
CO NT R AT ANT E no p r azo má x i mo d e 1 5 ( q u i nz e) d i as ap ó s a a s si na tu r a d o
co n tr a to .

4 .6 Re sp o n sab il izar - se p o r t o d o s e q u ai sq uer d a no s e/o u p r ej uí zo s q u e vi er ca us ar


à co ntr at a nte o u te r ce i r o s, te nd o co mo a ge n t e a co n tr a tad a, na p e s so a d e
p r ep o s to s o u e str a n ho s.

4 .7 S ub s ti t ui r , no p r azo d e 2 4 ( v i nt e e q u atr o ) ho r as, co nt ad a s d a so li ci ta ção p o r


esc r ito d a C ONT R AT A NT E , q ua lq uer u m d e se u s e mp r e gad o s alo ca d o ao s
ser v iço s o b j eto d e s te co nt r ato , e m c aso d e co n st ataç ão d e co nd u ta i nco m p atí v el
e i nad eq uad a à e x ec uç ão d o se r viço .

4 .8 Ma nt er no lo c al d a o b r a o s p r o fi s sio n ai s e xi g i d o s no it e m 1 .5 d o Me mo r ia l
De scr iti vo , d ur a n te to d o o te mp o d e s ua e xec u çã o .

4 .9 Aca tar o s acr é sci mo s o u r ed u çõ e s q ue se f izer e m n ece s sár ia s, o b ed eci d o s o s


li mi te s es tab ele cid o s no p ar á gr a fo p r i me ir o d o Ar t. 6 5 d a L ei 8 .6 6 6 /9 3 .

4.10 Manter durante toda a execução do contrato em compatibilidade com as obrigações


a s s u mi d a s , t o d a s a s c o n d i ç õ e s d e h a b i l i t a ç ã o e x i g i d a s n a l i c i t a ç ã o ;

4 .1 1 Aca tar as i n s tr uçõ e s e o r i e nta çõ e s d o E n g en h eir o C i vi l co ntr a ta d o p elo


Ho sp it al M u n icip al Od i lo n B e hr e ns p ar a a co m p an h a me n to e f is cal iz a ção d a s
o b r as ;

4 .1 2 Fo r nec er e e xi g ir d e to d o o p es so al d a o b r a a ut il iz ação d e u ni fo r me, E P I S e


cr ac há .

4 .1 3 M ANT E R RI GO R OS O CO NT R O LE DE QU AL I D ADE SOB RE O S SE RV I Ç O S


P RE ST ADO S AO C O NT R AT ANT E E , NO C AS O DE C ON ST AT AÇ ÃO DE
CU LP A, RE SP ON DE R CI VI LM E NT E P OR P E RD AS E D AN OS J U N T O AO
HO SP I T AL M UNI CI P AL O DI L ON B E HR E N S OU T E R CE I R OS
P RE J U DI C ADO S, SE M P RE J UÍ ZO D AS S AN Ç ÕE S C RI MI N AI S
P E RT I NE NT E S.

4 .1 4 Fo r nec er , a nte s d o i n íc i o d a o b r a o u d ur a n te a ex ec uç ão d a me s ma , r e l ação d e


e mp r e gad o s alo cad o s no s ser v iço s, co mp r o v a nd o j u nto ao S eto r d e E n g en h ar i a
d o HOB o v í nc u lo co m a co ntr a tad a.

4 .1 5 Não s ub co ntr at ar e mp r e sa s e /o u p e sso a s fí si ca s enq u ad r ad a s na s ved aç õ es d o


s ub i te m 4 .4 e s ub it e n s d o ed ita l d a Co nco r r ên cia n .º 1 0 /0 2 0 5 e le g is laç ão
vi g e nt e.
4 .1 6 Ap r e se n tar no a to d a a s si n at ur a d o p r e se nt e i n s tr u me n to , gar a n ti a d e e xe c ução
d o co ntr ato no p er ce nt u al d e 7 % ( s et e p o r ce nt o ) d o va lo r t o tal d a
co n tr a taç ão , p o d e nd o o p tar p o r u ma d as mo d a l id ad e s p r e vi st as no § 1 º ar t. 5 6
d a Le i 8 6 6 6 /9 3 .

4 .1 7 E f et ua r to d o s o s r e co l h i me nto s d e tr ib u to s p r e vi s to s e m le i, co mp r o v and o -o s
j un to à Ge r ê nc ia Fi n a nc eir a d o Co n tr a ta n te.

CL ÁU S U LA Q U IN T A - DA S O B RI G A ÇÕ ES D O CO NT RA T AN T E:

Co n st it ue m o b r i g açõ e s d o Co n tr at a nt e:

5 .1 P agar , no ve n ci me n to , a s fa t ur a s ap r e se n tad a s p ela co ntr atad a.


5 .2 Fi sc al izar a e xec u ção d a o b r a e o fie l c u mp r i me n to d o e st ab el ec id o no ed it al
Co nco r r ê nc ia n.º 1 0 /0 2 0 5 e no p r e se n te co ntr ato .

CL ÁU S U LA S EX T A - DA DO TA ÇÃ O O R ÇA M ENT ÁR I A:
As d e sp e sa s d eco r r e n te s d a e x ec uç ão d o o b j e t o a ser l ici tad o , ser ão aco b er tad as
atr a v és d a DO T AÇ ÃO de ru br ica n .º 2 3 0 1 .1 0 . 1 2 2 .0 3 0 .2 9 0 0 /4 4 9 0 5 1 - 0 4 , fo nt e 0 4 0 6 ,
se nd o r e ser vad o p ar a e mp e n ha me n to o va lo r to t al e sti mad o d e R$ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
(________________________________).

CL ÁU S U LA S É T IM A - DA S DI SP O S IÇ Õ E S G ER A IS:
7 .1 No s ter mo s d o § 1 .º d o ar t. 6 5 d a Le i 8 .6 6 6 /9 3 , o co ntr a tad o f ic a o b r i gad o a
acei tar , na s me s ma s co nd i çõ e s co n tr a t ua is, o s acr é sc i mo s o u s up r e ss õ es no s
q ua n ti ta ti vo s d o o b j eto d o co n tr a to , med ia n te p r év ia j us ti f ic at i va d a a u t o r id ad e
co mp et e nte d o co n tr a ta n te.

7 .1 A C ONT R AT AD A d e v er á ma nt er r i go r o so c o nt r o le d e q ua lid ad e s o b r e o s
M AT E RI AI S fo r n ecid o s so b p e na d e, e m ca so d e c u lp a, r e sp o nd er p o r p er d a s e
d ano s j u n to ao HO SP I T AL MU NI CI P AL ODI L ON B E H RE NS E /O U
T E RC E I RO S p r ej ud i cad o s, se m p r ej u ízo d a s s a n çõ es cr i mi na i s p er ti n e nt es.

7 .2 I n te gr a m o p r es e nt e i n st r u me n to , i nd ep e nd e nte d e tr a n scr ição to d o s o s ter mo s


d o ed it al d a co n co r r ê nc i a 1 0 /0 2 0 5

CL ÁU S U LA O I T AV A - DA V I G ÊN C IA:

O p r a zo d e vi gê n ci a d o co ntr ato se r á d e 1 2 ( d o ze) me se s, a p a r t ir d o cad a s tr o no


SU C C ( S is te ma U ni f ic ad o d e Co n tr a to s, co n vê n io s e Co n gê ner es ) , p o d e nd o ser
ad it ad o na s h ip ó te se s p e r mit id a s p e la le i F ed er al 8 .6 6 6 /9 3

CL ÁU S U LA NO N A - D A R E SC I SÃO :

O d e sc u mp r i me n to to ta l o u p ar c ial d a s o b r i ga çõ es a s s u mid as , p o d e r á i mp lic ar n a


r es ci são d o p r es e nte c o nt r ato , se m d ir ei to a ne n h u ma i nd e ni zação p o r p ar te d a
CO NT R AT AD A, r e ss al vad o o p a g a me n to d as p r est açõ e s c u mp r id a s até a d a ta d a
r es ci são .
P AR Á GR AF O Ú NI CO - R ES C IS ÃO P O R IN T E RE S S E P ÚB LI CO :

E st e co nt r ato p o d e r á ser r e sc i nd id o p o r ato u ni lat er a l d o C O NT R AT ANT E ,


d ev id a me n te j u st i fi cad o , q ua nd o o i nte r e ss e p úb lico as s i m o e xi g ir , se m ind e ni zaç ão
à C ONT R AT AD A, a não ser e m c a so d e d a no e fe ti vo d is so r e s ul ta nt e.

CL ÁU S U LA D ÉC IM A – DA S P E NA L ID A DE S :

1 0 .1 O d e sc u mp r i me n to to ta l o u p a r ci al d as o b r i ga ç õ es a s s u mi d a s ca r ac ter i zar á a
in ad i mp lê n cia d a ad j ud i catá r ia , s uj ei ta nd o -a à s sa nçõ e s p r e v i sta s no ar t . 8 7 d a
L ei 8 .6 6 6 /9 3 , g ar a nt id o o d ir e ito d e d e fe s a p r é v i a, e e m e sp e cia l:

1 0 .1 .1 Ad ver t ê nc ia e sc r i ta.

1 0 .1 .2 Mu lt a s, no s se g ui n te s p e r ce nt u ai s, c u mu la ti v a me nt e:

a) Mu lt a d e 0 ,3 % ( tr ê s d é ci mo s p o r ce nto ) p o r d i a d e atr a so e m q ua lq ue r etap a


p r ev i sta no cr o no g r a m a fí si co d o An e xo V, cal c ul ad a so b r e o va lo r d a
ati v id ad e a tr a sad a d e f i n id a p elo cr i tér io d e me d ição , e st ab el ec id o no p a r ág r a fo
ter c eir o d a c lá u s ul a s e g u nd a d o co n tr ato ;

b) Mu lt a d e 0 ,1 % ( u m d éc i mo p o r ce n to ) p o r d ia d e atr aso no p r azo d e co nc l u são


d a o b r a, cal c ul ad o so b r e o v alo r d o co nt r ato ;

c) Mu lt a d e 1 0 % no s ca so s d e i no b ser vâ n ci a d e n ív el d e q ua lid ad e d e e x ec ução


d as o b r a s, d a ce ss ão o u tr a n s fer ê n ci a to ta l o u p a r cia l d o co n tr ato a t er ce ir o s o u
ai nd a, a s ub co n tr a taç ão no to d o o u e m p a r te d o o b j eto , se m p r é vi a a uto r izaç ão
fo r ma l d a Dir eto r a A d mi ni str at i va d o H OB , ca lc ul ad a so b r e o v alo r d o
co n tr a to ;

d) Mu lt a d e 0 ,3 % ( tr ê s d éci mo s p o r ce n to ) p o r ino b ser v â nc ia d a s No r ma s d e


Se g ur a n ça d o T r ab al ho e não c u mp r i me n to d as No r ma s R e g ula me nt ar e s d a
P o r tar ia 3 .2 1 4 /7 8 d o Mi ni s tér io d o T r ab a l ho , ca lc u lad a so b r e o v alo r d o
co n tr a to .
1 0 .1 .3 S usp e n são t e mp o r ár ia d o d ir ei to d e lic it ar e co ntr atar co m o Ho sp i ta l
Mu n ic ip a l Od ilo n B e hr en s, co n fo r me d i sp o s to no i n ci so I I I , ar t . 8 7 , d a Lei
8 .6 6 6 /9 3 .

1 0 .1 .4 Dec lar a ção d e i n id o ne i d ad e p ar a l ic ita r e co nt r at ar co m a Ad mi n i s tr aç ão


P úb l ica, e nq ua n to p er d u r ar e m o s mo ti vo s d eter mi n a nt e s d a p u n ição o u até q ue
sej a p r o mo vid a a r eab i lit ação , p er a n te a p r ó p r ia a u to r id ad e q ue ap l i co u a
p en al id ad e.

1 0 .1 .5 A S up er i n te nd e n t e d o Ho sp ita l M u n icip a l Od i lo n B e hr e n s p o d er á p r o mo v er a
r es ci são d o co nt r ato , se a CO NT R AT AD A, alé m d o s mo t i vo s p r e vi sto s no ar t.
7 8 , d a l ei 8 .6 6 6 /9 3 :

a) I no b ser v ar p r a zo e s tab e l ecid o d a s e tap a s e d a e x ec ução d o co n tr a to d o p r es e nte


ed it al.
b) I no b ser v ar o n í vel d e q ua lid ad e p r o p o s to o u e x i gí ve l p ar a e x ec u ção d o s
ser v iço s;

c) I no b ser v ar a o b r i ga to r i e d ad e d o u so d e u ni fo r m e e as No r ma s R e g ul a m en tar es
d a P o r tar ia 3 .2 1 4 /7 8 d o Mi ni s tér io d o T r ab al ho ;

d) S ub co n tr at ar to t al o u p a r cia l me n te, o b j eto d o co nt r ato , se m p r é via a u to r izaç ão


fo r ma l d a D ir e to r a Ad mi ni s tr a ti va d o H OB ;

e) Ced er o co n tr a to to ta l o u p ar ci al me n t e a ter c eir o s.

1 0 .2 Re sc i nd id o o co ntr a to , f icar á a co n tr a tad a, alé m d a mu l t a i mp o s ta, s u j eita à s


sa nçõ e s e st ab el ec id a s n o ar t. 8 0 , d a le i 8 .6 6 6 /9 3 ;

1 0 .3 É co mp ete n te p ar a ap l icar a s s a nçõ e s d e ad ver tê n cia e mu l ta a D ir eto r a


Ad mi n is tr a ti v a d o H OB .

1 0 .4 A ap lic ação d a p e na lid ad e d e s u sp e n s ão te mp o r ár ia e d ecl ar aç ão d e


in id o ne id ad e é d e co mp e tê n cia d a S up er i n t end e nte d o Ho s p it al Mu n ic ip a l
Od i lo n B eh r e n s, fac u lt a d a a d ef e sa d o co ntr a ta d o no r e sp ec ti vo p r o c es so no s
p r azo s d e 5 ( cin co ) d ia s úte i s p ar a s u sp e n são t e mp o r ár ia e d e 1 0 ( d ez) d ia s d a
ab er t ur a d e v i sta p ar a d e clar ação d e i n id o ne id ad e.

1 0 .5 Na ap lic ação d as p e nal i d ad es p r e vi st a s no s ite n s 1 0 .1 .1 e 1 0 .1 .2 se r á fa cu lt ad a


a d ef es a p r é vi a d o in ter es sad o , no r e sp ec ti vo p r o ces so , no p r azo d e 0 5 ( ci nco )
d ia s út ei s, a co nt ar d a i n ti ma ção .

CL ÁU S U LA D ÉC IM A P R IM EI RA - D A P UB L IC AÇ ÃO :

A p ub li caç ão d o ex tr a t o d o p r ese n te co nt r ato no “D iár io O f ici al d o Mu n ic íp io ”


co r r er á p o r co nt a e ô n u s d a CO NT R AT ANT E .

CL ÁU S U LA D ÉC IM A S E GU ND A- DO F O RO :

O Fo r o d a Co mar ca d e B elo Ho r izo n te - MG é o el ei to p ar a a so l u ç ão d e l it í gio s


p o r ve n t ur a o r i g i nad o s p elo p r es e nt e co n tr a to , co m r e n ú nc ia e xp r e s s a d e q ualq u er
o ut r o .
E p o r es tar e m j us to s e co n tr a tad o s, a s si na m o p r es e nte e m 0 3 ( tr ê s) v ia s d e i g ua l
teo r e fo r ma e p ar a u m s ó e fei to .

B elo Ho r izo n te, _ _ _ _ _ d e _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ d e _ _ _ _ _ _ _ _ .

Dra . M íria m M a ria So uza


Su pe ri nt e n de nt e
H o s pit a l M un ic ipa l O d ilo n B e hre n s