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Resumo do cap.

4 do livro
apresentado
Alan Douglas Dantas Silva, 43367
O capítulo quatro, “plágio criativo” é incrivelmente interessante e fez com que eu
adicionasse o livro em minha lista de leitura. Nele, o autor descreve como o ato da
escrita é influenciado pelo seus meio, cultura, idioma e exposições sociais que se
tornam experiências subjetivas, que então se tornam ouro na hora de escrever.
Você encontra, também exemplos impressionantes de, como o autor chama,
“plágios criativos” na história de nossa literatura e os explica técnica e
profundamente.
Ao descrever nossas experiências subjetivas com o mundo, e como elas
afetam nossa escrita, o autor explica de forma inusitada e muito interessante como
“nada sob o sol é novo” ou seja, que tudo é copiado ou pelo menos foi inspirado por
algo preexistente. Isso me fez pensar nos projetos nos quais estou trabalhando e o
quão inovador eles realmente são. A conclusão é que nem mesmo os mais
inovadores dos projetos existentes, que aparentemente inovaram a forma da
sociedade se comportar, são imunes de influências passadas.
Com isso em mente, o autor nos leva à uma gama de exemplos e citações de
grandes autores e como suas (re)interpretações de grandes clássicos fizeram
sucesso, ou como a vida e as interações sociais e linguísticas de cada um criaram
uma perspectiva ímpar de vida e de escrita. Sem dúvida as informações contidas
neste livro podem ser usadas para motivar jovens a encontrarem suas preferências
profissionais e acadêmicas antes de iniciar um curso superior ou uma carreira, pois
eu mesmo pude tardiamente constatar que somente após algumas
experiências-chave, como viajar o mundo ou conhecer pessoas que nos tiram de
nossa zona de conforto é que nos conhecemos o suficiente a ponto de tomar tão
grande decisão.
Escrever é basicamente isso. Se expor a diferentes contextos, pessoas e
zonas de desconforto até que nos conheçamos o suficiente para nos colocarmos no
papel de uma forma que nosso público nos conheça e conheça a nossas ideias tão
intimamente quanto nossos pais o faria (ou o quanto permitirmos).
Minha parte favorita e mais didática do capítulo é quando o autor explica com
grande facilidade o processo de escrita e de desenvolvimento humano através das
tais experiências subjetivas. Ele usa o exemplo de um macaco no mundo animal e
sua jornada literária, escrevendo sobre diversos temas e grupos de indivíduos ele
vai na verdade se descobrindo e descobrindo suas preferências na hora da escrita.
Realmente ele foi muito feliz em sua escolha de palavras para tal exemplo.
Se me permite plagiar criativamente Gabriel, a arte da palavra é constituída
por suas experiências pessoais e a forma com que você começa a enxergar o
mundo. Com cada experiência, você refina sua visão e seu vocabulário, fazendo
com que suas definições e explicações fiquem cada vez mais abrangentes e
específicas para o público que você deseja alcançar. Seria como aprender a língua
da mãe de cada um de seus leitores e falar ao ouvido deles, criando os mesmos
sentimentos que você sentiu ao viver aquela experiência, que agora vai para o papel
rodar o mundo e inspirar pessoas.