Você está na página 1de 36

UNIVERSIDADE DE UBERABA

DIVINO ETERNO RIBEIRO FILHO


ELIZABETH MARTINS
IGOR BORGES

RELATÓRIO ETAPA 1
ESTRUTRAS DE MADEIRA

UBERABA/MG
2018
UNIVERSIDADE DE UBERABA
DIVINO ETERNO RIBEIRO FILHO
ELIZABETH MARTINS
IGOR BORGES

RELATÓRIO ETAPA 1
ESTRUTRAS DE MADEIRA

Relatório apresentado pelo aluno de


Engenharia Civil Noturno como parte das
exigências à conclusão da disciplina
Estrutura de Madeira, para obtenção do
grau de Bacharelado em Engenharia Civil
da Universidade de Uberaba.

Orientador: Prof. Humberto Ritt

UBERABA-MG
2018
Sumário

INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 5

DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA DO PROJETO ............................................................ 8

ENSAIO DE COMPRESSÃO ....................................................................................... 8

INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 8

NORMAS PERTINENTES .......................................................................................... 9

OBJETIVOS ................................................................................................................. 9

RESULTADOS............................................................................................................. 9

BIBLIOGRAFIA ........................................................................................................ 15

ENSAIO DE UMIDADE .............................................................................................. 15

INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 15

NORMAS PERTINENTES ........................................................................................ 15

OBJETIVOS ............................................................................................................... 15

METODOLOGIA INSTRUMENTOS UTILIZADOS .............................................. 15

RESULTADOS........................................................................................................... 16

ENSAIO DE DENSIDADE .......................................................................................... 16

NORMAS PERTINENTES ........................................................................................ 16

OBJETIVOS ............................................................................................................... 17

METODOLOGIA ....................................................................................................... 17

PROCEDIMENTOS ................................................................................................... 17

RESULTADOS........................................................................................................... 17

MEMÓRIA DE CÁLCULO ........................................................................................ 21

DIAGRAMAS FTOOL ................................................................................................ 21

PESO PRÓPRIO PP ................................................................................................... 21

TENSÃO PP ............................................................................................................... 21

SOBRECARGA .......................................................................................................... 22

TENSÃO SC ............................................................................................................... 22
VENTO 0º ................................................................................................................... 23

TENSÃO VENTO 0º .................................................................................................. 23

VENTO 90º ................................................................................................................. 24

TENSÃO VENTO 90º ................................................................................................ 24

ESFORÇO CORTANTE PP ....................................................................................... 28

MOMENTO FLETOR PP .......................................................................................... 28

DESLOCAMENTO HORIZONTAL PP .................................................................... 29

DESLOCAMENTO VERTICAL PP .......................................................................... 29

ESFORÇO CORTANTE SC ...................................................................................... 30

MOMENTO FLETOR SC .......................................................................................... 30

DESLOCAMENTO HORIZONTAL SC ................................................................... 31

DESLOCAMENTO VERTICAL SC ......................................................................... 31

ESFORÇO CORTANTE V0 ...................................................................................... 32

MOMENTO FLETOR V0 .......................................................................................... 32

DESLOCAMENTO HORIZONTAL V0 ................................................................... 33

DESLOCAMENTO VERTICAL V0 ......................................................................... 33

ESFORÇO CORTANTE V90 .................................................................................... 34

MOMENTO FLETOR V90 ........................................................................................ 34

DESLOCAMENTO HORIZONTAL V90 ................................................................. 35

DESLOCAMENTO VERTICAL V90 ....................................................................... 35

MEMORIA DE CALCULOS E PROJETO ............................................................... 36


INTRODUÇÃO

Conforme trabalho solicitado:

1ª etapa - O grupo deverá visitar pelo menos uma madeireira


(depósito de madeiras), em Uberaba ou em sua cidade de origem,
registrando em fotos e elaborando um relatório de visita, a ser
entregue na 1ª etapa. Deverão registrar as espécies de madeiras
disponíveis para fins estruturais, bem como suas dimensões
comerciais e preços. Nesta etapa também será avaliado o
desenvolvimento do projeto descrito na 3ª etapa, com a definição
da geometria e carregamentos.

Segue abaixo relatório da 1 etapa.

Dia 23 de março de 2018, foi realizado a visita técnica na madeireira Morumbi, situada
na Avenida Deputado José Marcus Cherem, n 1670, as 14:00 horas. Onde constatamos as
espécies de madeiras vendidas in loco

 Copiúba
 Peças de 4,5x14 – R$15,80/metro
 Peças de 4,5x10 – R$11,25/metro
 Garapa
 Peças de 5x11 – R$16,90/metro
 Peças de 5x15 – R$23,00/metro
 Eucalipto (em toras circulares)
Não iremos utilizar em nosso trabalho, visto que a tipologia da madeira
ofertada na madeireira é para uso de mourões, cercados e postes.
Comprovação Fotográfica:

Figura 1 - Copiuba em depósito - foto: acervo próprio

Figura 2 - Garapa em depósito - foto: acervo próprio


Figura 3 - Momento de comprovação da visita, no momento a integrante Elizabeth estava
conversando com o Diego (vendedor), anotando as informações sobre as madeiras.

Uma informação interessante sobre a copiúba é que a madeira possui um cheiro não muito
peculiar, o que faz com que haja uma certa rejeição por parte dos cupins. Esse cheiro é
combatido com verniz, mas ainda mantendo as características “amargas” da madeira.
DEFINIÇÃO GEOMÉTRICA DO PROJETO

Figura 4 - Diagrama da definição geométrica do projeto

ENSAIO DE COMPRESSÃO

INTRODUÇÃO
Sabe-se que a madeira foi amplamente utilizada em períodos passados. Entretanto, com
o desenvolvimento do concreto e, principalmente, do concreto armado, perdeu espaço à
medida que a Construção Civil avançava.

Apesar da pouquíssima utilização de estruturas de madeira, nos dias de hoje, esta ainda é
empregada em alguns casos, como, por exemplo, em regiões isoladas, onde se torna mais
viável a utilização da madeira pela dificuldade de transporte de componentes para a
fabricação do concreto, mão de obra e a grande disponibilidade do material pela região.
Outros casos onde se ainda empregam a madeira são onde se visa caráter ornamental;
natural; rudimentar, design rústico.

Cada amostra de madeira tem características peculiares e únicas, ou seja, é um é um


material ortótropo, cada espécie reage de forma diferente a imposições mecânicas. Logo,
a julgar esta qualidade do material, deve-se anteriormente ao cálculo estrutural a projetar,
analisar, por meio de corpos de prova, o material e a qualidade deste a ser usada a fim de
evitar- se sinistros futuros.

NORMAS PERTINENTES
ABNT NBR-7190:97 Projeto de estruturas de madeira.

OBJETIVOS
De acordo com a NBR 7190/1997 – Projeto de Estruturas de madeira, tem-se como
objetivo a determinação da resistência e da rigidez à compressão paralela às fibras da
madeira de um lote considerado homogêneo.

Metodologia Instrumentos utilizados

 Prensa Hidráulica

Procedimentos

Embasado na norma 7190;97, no dia 25 de abril de 2018, foram feitas analises em seis
corpos-de-prova de madeira denominada Copiúba a fim de determinar-se a resistência a
compressão paralela a fibra das amostras.

A madeira adotada, com suas respectivas dimensões:

Espécie Nome binomial Dimensão (cm)


Copiúba Goupia Glabra 5x5x15

Para início do procedimento, coloca-se os corpos-de-prova, um por vez, na prensa


manual. Logo, com o acompanhamento da compressão feita manualmente, são aplicadas
forças sobre a madeira que se fissura ao atingir o seu limite.

RESULTADOS
Em seguida estão anexadas imagens do momento de ruptura dos seis corpos-de-prova
analisados.
Foto 1: Corpo de prova 1

Foto 2: Corpo de prova 2


Foto 3: Corpo de prova 3

Foto 4: Corpo de prova 4


Foto 5: Corpo de prova 5

Foto 6: Corpo de prova 6


Foto 7: Corpos de prova após o momento de aplicação da carga de ruptura, onde se
percebe as deformações sofridas a compressão, como mostra a foto acima.

A resistência à compressão paralela às fibras (fwc,0 ou fc0) é dada pela máxima tensão
de compressão que pode atuar em um corpo-de-prova com seção transversal quadrada de
5,0 cm de lado e 15,0 cm de comprimento, sendo dada por:

Fc0 = Fc0,máx / A

De acordo com os dados dos ensaios, temos:

1°: 10320 Kgf

2°: 12560 Kgf

3°: 11340 Kgf

4°: 11040 Kgf

5°: 11280 Kgf

6°: 10600 Kgf

1° corpo de prova:

Fc0 = 10320 / 25 = 412,8 Kgf/cm² = 41,28 MPa

2° corpo de prova:
Fc0 = 12560 / 25 = 502,4 Kgf/cm² = 50,24 MPa

3° corpo de prova:

Fc0 = 11340 / 25 = 453,6 Kgf/cm² = 45,36 MPa

4° corpo de prova:

Fc0 = 11040 / 25= 441,6 Kgf/cm² = 44,16 MPa

5° corpo de prova:

Fc0 = 11280 / 25 = 451,2 Kgf/cm² = 45,12 MPa

6° corpo de prova:

Fc0 = 10600 / 25 = 424,0 Kgf/cm² = 42,4 MPa

Média : 44,76 Mpa

Ao ensaiarmos os seis corpos-de-prova de Copiúba foi possível com a Determinação da


Resistência à Compressão paralela às fibras da madeira, se estes materiais estavam dentro
das Normas Brasileiras de Regulamentação NBR 7190/97, e de acordo com os dados na
tabela E.1 podemos verificar que nenhum dos corpos de prova atingiu o mínimo exigido
pela NBR que é 54,4 MPa.

Concluímos então que é de primordial importância realizar ensaios para uma boa
elaboração da obra, pois mesmo que as porcentagens de problemas sejam pequenas em
relação às quantidades analisadas, pode-se acabar fazendo a escolha errada e adquirindo
um material de baixa qualidade e prejudicando uma etapa da obra, pois se as madeiras
forem utilizadas para estrutura e não estiverem em perfeito estado e resistência mínima a
mesma não poderá ser utilizada. Nosso ensaio foi uma simples mostra de como se devem
realizar ensaios de resistência à compressão em madeira.
BIBLIOGRAFIA
Norma ABNT NBR 7190/97 – Projetos de Estruturas de Madeira

ENSAIO DE UMIDADE

INTRODUÇÃO
As estruturas de madeira existem desde os primeiros tempos de vida do Homem. A
madeira, sendo leve, resistente, fácil de trabalhar, existindo em abundância, com
comprimentos e diâmetros variáveis, deu ao Homem a possibilidade de abandonar a
caverna. Durante muitos séculos foi a carpintaria a arte mais importante na construção
dos edifícios, cuja arquitetura foi fortemente influenciada por este material.

Desde as habitações às primeiras fortificações, os carpinteiros transmitiam de geração em


geração a sua própria experiência somada à experiência anterior. Cada espécie de madeira
tem características peculiares e únicas, e a utilização deste material ao longo dos séculos
possibilitou ao homem através de analises de corpos de prova dimensionar e projetar
estruturas de madeira

NORMAS PERTINENTES
ABNT NBR-7190:97 Projeto de estruturas de madeira.

OBJETIVOS
De acordo com a NBR 7190/1997 – Projeto de Estruturas de madeira, determinar através
de testes realizados em laboratório o teor de umidade de lotes considerados homogêneos,
de madeira serrada ou beneficiada, para ajuste das propriedades mecânicas de resistência
e de rigidez da madeira Copiúba.

METODOLOGIA INSTRUMENTOS UTILIZADOS


1. Balança de precisão
2. Estufa
3. Procedimentos

Espécie Nome binomial Dimensão (cm)


Copiúba Goupia Glabra 2x3x5
Embasado na norma 7190;97, no dia 07 de maio de 2018, foram feitas analises em seis
corpos-de-prova coletando a massa inicial dos corpos de prova, posteriormente foram
colocadas na estufa e sua massa foram coletadas a cada seis horas até que a variação da
última massa medida atingisse valor menor ou igual a 0,5%(massa seca). Conhecida a
massa seca (ms) do corpo-de-prova, determina-se a umidade à base seca.

RESULTADOS
Dados coletados:

AMOSTRAS 13:30h 18:00h 22:00h 12:00h 17:00h

1 32,14g 29,65g 21,62g 21,37g 21,02g


2 35,42g 34,53g 25,95g 22,09g 20,98g
3 33,88g 32,42g 25,10g 24,81g 24,46g
4 32,95g 31,03g 26,85g 25,15g 25,10g
5 33,21g 32,24g 25,05g 24,84g 24,16g
6 31,65g 30,52g 25,23g 24,12 g 24,04g

A Copiúba após os testes na estufa apresentou pouca variação de umidade em relação aos
corpos de prova tendo como umidade media 39,98%.

ENSAIO DE DENSIDADE

NORMAS PERTINENTES
ABNT NBR-7190:97 Projeto de estruturas de madeira
OBJETIVOS
De acordo com a NBR 7190/1997 – Projeto de Estruturas de madeira, realizar testes no
laboratório com a madeira Copiúba e determinar a densidades básica e aparente de um
lote de madeira considerado homogêneo.

METODOLOGIA
1. Instrumentos utilizados
2. Tanque com agua
3. Balança de precisão

PROCEDIMENTOS
Espécie Nome binomial Dimensão (cm)
Copiúba Goupia Glabra 2x3x5
Com o corpo-de-prova saturado, foi determinado o volume saturado por meio das
medidas dos lados da seção transversal e do comprimento e com a massa seca obtida no
teste de umidade foi calculado a densidade básica.

RESULTADOS
VOLUME SATURADO DOS CORPOS DE PROVA

Corpo de prova H C L Volume Saturado (m³)

1 0,029 0,051 0,021 0,000031059

2 0,029 0,052 0,02 0,00003016

3 0,031 0,051 0,019 0,000030039

4 0,031 0,052 0,022 0,000035464

5 0,032 0,053 0,019 0,000032224

6 0,031 0,054 0,022 0,000036828


Foto 8: Corpos de prova saturados.

Com os testes realizados em laboratório obteve-se uma densidade média de 904,39.

Massa dos corpos de prova saturados

Corpo de Prova Massa Obtida (g)


1 30,01
2 26,21
3 26,61
4 30,63
5 26,99
6 31,74

Foto 09: Massa corpo de prova 1 saturado


Foto 10: Massa corpo de prova 2 saturado

Foto 11: Massa corpo de prova 3 saturado


Foto 12: Massa corpo de prova 4 saturado

Foto 13: Massa corpo de prova 5 saturado


MEMÓRIA DE CÁLCULO

DIAGRAMAS FTOOL

PESO PRÓPRIO PP

TENSÃO PP

21
SOBRECARGA

TENSÃO SC

22
VENTO 0º

TENSÃO VENTO 0º

23
VENTO 90º

TENSÃO VENTO 90º

24
Para o dimensionamento das peças da tesoura será considerado as seguintes situações de acordo
com a NBR 7190: 1997 – Estruturas de madeira:
1. Classe do Carregamento: longa duração
2. Classe de Umidade: 3
3. Categoria: 2ª
4. Madeira: Copiúba
5. Kmod1: 0,7
6. Kmod2: 0,8
7. Kmod3: 0,8
8. Ѱ1: 0,7
9. Ѱ2: 0,6

Valores médios característicos da madeira adotada:

Fonte: NBR 7190 (1997).

25
CARGAS DE ESFORÇOS NORMAIS COM FATORES DE COMBINAÇÕES DE AÇOES PERMANENTES E VARIÁVEIS
BARRA PESO PROPRIO (KN) ˠq(D) ˠq(F) SOBRECARGA (KN) ˠq Ψ0 VENTO 0º (KN) ˠq Ψ0 25% VENTO 90º (KN) ˠq Ψ0 25%
1 -38,8 1,4 0,9 -49,9 1,4 0,7 31,4 1,4 0,5 0,75 27,8 1,4 0,5 0,75
2 -33,3 1,4 0,9 -42,8 1,4 0,7 38 1,4 0,5 0,75 35,7 1,4 0,5 0,75
3 -27,7 1,4 0,9 -35,6 1,4 0,7 34,4 1,4 0,5 0,75 32,1 1,4 0,5 0,75
4 -22,2 1,4 0,9 -28,5 1,4 0,7 29,8 1,4 0,5 0,75 27,4 1,4 0,5 0,75
5 -22,2 1,4 0,9 -28,5 1,4 0,7 29,8 1,4 0,5 0,75 27,9 1,4 0,5 0,75
6 -27,8 1,4 0,9 -35,7 1,4 0,7 34,4 1,4 0,5 0,75 32,9 1,4 0,5 0,75
7 -33,3 1,4 0,9 -42,8 1,4 0,7 38,1 1,4 0,5 0,75 39,4 1,4 0,5 0,75
8 -38,9 1,4 0,9 -50 1,4 0,7 31,7 1,4 0,5 0,75 61,1 1,4 0,5 0,75
9 37,2 1,4 0,9 47,8 1,4 0,7 -21,8 1,4 0,5 0,75 -27,5 1,4 0,5 0,75
10 37,2 1,4 0,9 47,8 1,4 0,7 -26,4 1,4 0,5 0,75 -32,8 1,4 0,5 0,75
11 31,9 1,4 0,9 41 1,4 0,7 -27,6 1,4 0,5 0,75 -34,8 1,4 0,5 0,75
12 26,6 1,4 0,9 34,1 1,4 0,7 -23,2 1,4 0,5 0,75 -30,3 1,4 0,5 0,75
13 26,6 1,4 0,9 34,2 1,4 0,7 -23,2 1,4 0,5 0,75 -30,1 1,4 0,5 0,75
14 31,9 1,4 0,9 41 1,4 0,7 -27,7 1,4 0,5 0,75 -37 1,4 0,5 0,75
15 37,2 1,4 0,9 47,9 1,4 0,7 -26,6 1,4 0,5 0,75 -52,5 1,4 0,5 0,75
16 37,2 1,4 0,9 47,9 1,4 0,7 -22,1 1,4 0,5 0,75 -59,4 1,4 0,5 0,75
17 0 1,4 0,9 0 1,4 0,7 3,1 1,4 0,5 0,75 3,5 1,4 0,5 0,75
18 -5,5 1,4 0,9 -7,1 1,4 0,7 -1,4 1,4 0,5 0,75 -2,2 1,4 0,5 0,75
19 1,6 1,4 0,9 2,1 1,4 0,7 0 1,4 0,5 0,75 0,2 1,4 0,5 0,75
20 -6,2 1,4 0,9 -8 1,4 0,7 5,2 1,4 0,5 0,75 5,2 1,4 0,5 0,75
21 3,2 1,4 0,9 4,1 1,4 0,7 -2,6 1,4 0,5 0,75 -2,6 1,4 0,5 0,75
22 -7,1 1,4 0,9 -9,2 1,4 0,7 7,3 1,4 0,5 0,75 7,6 1,4 0,5 0,75
23 9,6 1,4 0,9 12,3 1,4 0,7 -9,9 1,4 0,5 0,75 -10 1,4 0,5 0,75
24 -7,2 1,4 0,9 -9,2 1,4 0,7 7,4 1,4 0,5 0,75 7,3 1,4 0,5 0,75
25 3,2 1,4 0,9 4,1 1,4 0,7 -2,7 1,4 0,5 0,75 -4,2 1,4 0,5 0,75
26 -6,2 1,4 0,9 -8 1,4 0,7 5,2 1,4 0,5 0,75 8,1 1,4 0,5 0,75
27 1,6 1,4 0,9 2 1,4 0,7 0 1,4 0,5 0,75 -4,1 1,4 0,5 0,75
28 -5,6 1,4 0,9 -7,2 1,4 0,7 -1,2 1,4 0,5 0,75 16,3 1,4 0,5 0,75
29 0 1,4 0,9 0 1,4 0,7 3 1,4 0,5 0,75 -4,6 1,4 0,5 0,75

26
CARGAS DE ESFORÇOS NORMAIS PONDERADOS ATRAVÉS DE COMBINAÇÕES DE AÇÕES PERMANENTES E VARIÁVEIS
PP + SC PP + V0º PP + V90º PP+SC+V0º PP+V0º+SC PP+SC+V90º PP+V90º+SC
-124,18 -104,78 -21,35 -1,95 -25,13 -5,73 -102,20 -82,80 -70,25 -50,85 -104,72 -85,32 -74,03 -54,63
-106,54 -89,89 -6,72 9,93 -9,13 7,52 -79,94 -63,29 -48,66 -32,01 -81,55 -64,90 -51,08 -34,43
-88,62 -74,77 -2,66 11,19 -5,08 8,78 -64,54 -50,69 -37,55 -23,70 -66,15 -52,30 -39,96 -26,11
-70,98 -59,88 0,21 11,31 -2,31 8,79 -50,12 -39,02 -27,72 -16,62 -51,80 -40,70 -30,24 -19,14
-70,98 -59,88 0,21 11,31 -1,79 9,31 -50,12 -39,02 -27,72 -16,62 -51,45 -40,35 -29,72 -18,62
-88,90 -75,00 -2,80 11,10 -4,38 9,53 -64,82 -50,92 -37,79 -23,89 -65,87 -51,97 -39,36 -25,46
-106,54 -89,89 -6,61 10,04 -5,25 11,40 -79,87 -63,22 -48,56 -31,91 -78,96 -62,31 -47,19 -30,54
-124,46 -105,01 -21,18 -1,73 9,70 29,15 -102,27 -82,82 -70,18 -50,73 -81,69 -62,24 -39,31 -19,86
119,00 100,40 29,19 10,59 23,21 4,61 103,74 85,14 76,03 57,43 99,75 81,15 70,05 51,45
119,00 100,40 24,36 5,76 17,64 -0,96 100,52 81,92 71,20 52,60 96,04 77,44 64,48 45,88
102,06 86,11 15,68 -0,27 8,12 -7,83 82,74 66,79 55,86 39,91 77,70 61,75 48,30 32,35
84,98 71,68 12,88 -0,42 5,43 -7,88 68,74 55,44 46,30 33,00 63,77 50,47 38,84 25,54
85,12 71,82 12,88 -0,42 5,64 -7,67 68,88 55,58 46,40 33,10 64,05 50,75 39,15 25,85
102,06 86,11 15,58 -0,37 5,81 -10,14 82,67 66,72 55,76 39,81 76,16 60,21 45,99 30,04
119,14 100,54 24,15 5,55 -3,05 -21,65 100,52 81,92 71,09 52,49 82,39 63,79 43,90 25,30
119,14 100,54 28,88 10,28 -10,29 -28,89 103,67 85,07 75,82 57,22 77,56 58,96 36,65 18,05
0,00 0,00 3,26 3,26 3,68 3,68 2,17 2,17 3,26 3,26 2,45 2,45 3,68 3,68
-17,64 -14,89 -9,17 -6,42 -10,01 -7,26 -18,62 -15,87 -16,13 -13,38 -19,18 -16,43 -16,97 -14,22
5,18 4,38 2,24 1,44 2,45 1,65 5,18 4,38 4,30 3,50 5,32 4,52 4,51 3,71
-19,88 -16,78 -3,22 -0,12 -3,22 -0,12 -16,24 -13,14 -11,06 -7,96 -16,24 -13,14 -11,06 -7,96
10,22 8,62 1,75 0,15 1,75 0,15 8,40 6,80 5,77 4,17 8,40 6,80 5,77 4,17
-22,82 -19,27 -2,28 1,28 -1,96 1,59 -17,71 -14,16 -11,29 -7,74 -17,50 -13,95 -10,98 -7,43
30,66 25,86 3,05 -1,76 2,94 -1,86 23,73 18,93 15,10 10,30 23,66 18,86 14,99 10,19
-22,96 -19,36 -2,31 1,29 -2,42 1,19 -17,78 -14,18 -11,33 -7,73 -17,85 -14,25 -11,43 -7,83
10,22 8,62 1,65 0,05 0,07 -1,53 8,33 6,73 5,66 4,06 7,28 5,68 4,09 2,49
-19,88 -16,78 -3,22 -0,12 -0,18 2,93 -16,24 -13,14 -11,06 -7,96 -14,21 -11,11 -8,02 -4,92
5,04 4,24 2,24 1,44 -2,07 -2,87 5,04 4,24 4,20 3,40 2,17 1,37 -0,11 -0,91
-17,92 -15,12 -9,10 -6,30 9,28 12,08 -18,76 -15,96 -16,16 -13,36 -6,51 -3,71 2,22 5,02
0,00 0,00 3,15 3,15 -4,83 -4,83 2,10 2,10 3,15 3,15 -3,22 -3,22 -4,83 -4,83

27
ESFORÇO CORTANTE PP

MOMENTO FLETOR PP

28
DESLOCAMENTO HORIZONTAL PP

DESLOCAMENTO VERTICAL PP

29
ESFORÇO CORTANTE SC

MOMENTO FLETOR SC

30
DESLOCAMENTO HORIZONTAL SC

DESLOCAMENTO VERTICAL SC

31
ESFORÇO CORTANTE V0

MOMENTO FLETOR V0

32
DESLOCAMENTO HORIZONTAL V0

DESLOCAMENTO VERTICAL V0

33
ESFORÇO CORTANTE V90

MOMENTO FLETOR V90

34
DESLOCAMENTO HORIZONTAL V90

DESLOCAMENTO VERTICAL V90

35
MEMORIA DE CALCULOS E PROJETO

36