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AGENTES EXTINTORES

CURSO DE PROTEÇÃO CIVIL


Proteção e Combate a Incêndios
© João C.G. Vasconcelos 2014
AGENTES EXTINTORES

AGENTE EXTINTOR, substância sólida, líquida ou gasosa


especificamente adequada para extinguir um incêndio,
quando aplicada em determinadas condições;

Agente extintor padrão: Água.

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AGENTES EXTINTORES
EXTINTOR PADRÃO - EQUIVALÊNCIAS

1 Kg de CO2 1,34 Lts Água


1 Kg de Pó Químico 2 Lts Água
1 Kg de Halon 3 Lts Água

As espumas são equivalentes ao produto extintor padrão.

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AGENTES EXTINTORES
ÁGUA

É o agente extintor mais utilizado e o que, em geral,


melhores resultados tem na extinção de um incêndio.
Atua principalmente por arrefecimento e acessoriamente por
abafamento.
Existem várias formas de utilização, a saber:
JATO - PULVERIZADO - CHUVEIRO - ATOMIZADA

NUNCA DEVE SER USADA NA PRESENÇA DA ENERGIA ELÉTRICA.

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ÁGUA
Em JATO
Quando se pretende um maior alcance e a frente de fogo está muito
quente, ou um melhor encharcamento nos combustíveis da classe A.

Em PULVERIZADO
É desta forma que a água tem uma
elevada capacidade de extinção.
Arrefece mais porque facilita a
transferência de calor para a atmosfera e
também porque provoca um efeito de
abafamento, fazendo com que também
possa ser utilizada em fogos da classe B.
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Em CHUVEIRO ÁGUA

Em instalações fixas de
extinção automática por água
(sprinklers).

ATOMIZADA (high-pressure
watermist system)
Em instalações fixas de
extinção automática por água.

1 Lt de água pulverizada ou em chuveiro pode absorver cerca de 1,4 MJ


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ÁGUA

ADITIVOS

São substâncias que se misturam com a água para modificar


as suas características e para a tornarem mais eficaz num
determinado método de extinção ou de acordo com o tipo de
combustível em causa.

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ÁGUA

- MOLHANTES – De utilização muito restrita, fazem com que a água fique com menos
densidade e assim penetre melhor nos combustíveis sólidos (na gíria, água molhada);
- VISCOSIFICANTES – Ao contrário dos molhantes, tornam a água mais viscosa, evitando
que escorra dos combustíveis rapidamente.
- EMULSORES – São substâncias que, misturadas na água, produzem uma espuma
resistente à temperatura e que sobrenada os líquidos combustíveis. É por isso usada,
em especial, nos fogos da classe B;
- OPACIFICANTES – Tornam a água mais opaca, aumentado consideravelmente o seu
poder de arrefecimento;
Como a água deixa de reagir aos raios infravermelhos, só recebe o calor da chama ou das brasas e
torna-se por isso mais eficaz no abaixamento da temperatura com uma quantidade reduzida.

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ÁGUA

HIDRANTE, equipamento permanentemente ligado a uma


tubagem de distribuição de água à pressão, dispondo de órgãos
de comando e uma ou mais saídas, destinado à extinção de
incêndios ou ao reabastecimento de veículos de combate a
incêndios. Os hidrantes podem ser de dois tipos: marco de
incêndio ou boca de incêndio (de parede ou de pavimento);

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BOCA DE INCÊNDIO, hidrante, normalmente com ÁGUA
uma única saída. Pode ser armada, destinando-se ao ataque direto a
um incêndio. Pode ser exterior não armada, destinando-se ao
reabastecimento dos veículos de combate a incêndios. Pode ser
interior não armada, destinando-se ao combate a um incêndio
recorrendo a meios dos bombeiros;

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BOCA DE INCÊNDIO, hidrante, normalmente com ÁGUA
uma única saída. Pode ser armada, destinando-se ao ataque direto a
um incêndio. Pode ser exterior não armada, destinando-se ao
reabastecimento dos veículos de combate a incêndios. Pode ser
interior não armada, destinando-se ao combate a um incêndio
recorrendo a meios dos bombeiros;

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BOCA DE INCÊNDIO ARMADA, hidrante que dispõe de ÁGUA
uma mangueira munida de agulheta, com suporte
Adequado e válvula interruptora para a alimentação de água,
inserido numa instalação hidráulica para serviço de incêndios
privativa de um edifício ou de um estabelecimento;
Tipo Carretel Tipo Teatro

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MARCO DE INCÊNDIO, hidrante, normalmente instalado ÁGUA
na rede pública de abastecimento de água, dispondo de várias
saídas, destinado a reabastecer os veículos de combate a
incêndios. É um meio de apoio às operações de combate a um
incêndio por parte dos bombeiros;

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ÁGUA

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ÁGUA
REDE DE INCÊNDIO ARMADA, rede de água,
exclusivamente destinada ao combate a incêndios, mantida
permanentemente em carga e dotada de bocas de incêndio armadas;

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ÁGUA

REDE HÚMIDA, tubagem fixa e rígida montada num edifício,


permanentemente em carga, ligada a uma rede de água, exclusivamente
destinada ao combate a incêndios;

REDE SECA, tubagem fixa e rígida montada, com caráter permanente,


num edifício e destinada a ser ligada ao sistema de alimentação de água
a fornecer pelos bombeiros e posta em carga no momento da utilização.

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AGENTES EXTINTORES
ÁGUA
COLUNA HÚMIDA, caso
particular de uma rede
húmida, constituída por
conduta vertical
permanentemente em carga,
eventualmente com pequenos
desvios de ligação,
quando não possa ser
constituída por um único
alinhamento vertical;
http://www.hst.pt/?s=modulos&v=capitulo&c=20476

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ÁGUA
COLUNA SECA, caso
particular de uma rede
seca, constituída por
conduta vertical com um
pequeno troço horizontal
e, eventualmente,
pequenos desvios de
ligação, quando não possa
ser constituída por um
único alinhamento vertical;
http://www.hst.pt/?s=modulos&v=capitulo&c=20476

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Termofusível Ampola

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ÁGUA
TEMPERATURAS DE ATUAÇÃO DOS DISPOSITIVOS DE DETEÇÃO
AMPOLA TERMOFUSÍVEL
Temperatura (°C) Cor Temperatura (°C) Cor
57 Laranja
68 Vermelho 57 a 77 Sem cor
79 Amarelo
93 a 100 Verde 80 a 107 Branco
121 a 141 Azul 121 a 149 Azul
163 a 182 Roxo 163 a 191 Vermelho
204 a 260 Preto 204 a 246 Verde
260 a 302 Laranja
320 a 343 Preto
Fonte: NFPA 13 – Standard for the installation os Sprinkler Systems.

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ÁGUA

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ESPUMA
TIPOS DE ESPUMA
QUÍMICA – Deixou de ser usada a partir dos anos oitenta do
século XX e constituía-se a partir da reação química do
bicarbonato de sódio e o sulfato de alumínio, produzindo-se
CO2, o que fazia a expelição da espuma.
FÍSICA – Mistura entre um agente emulsor (espumífero), água e
ar, dá origem a um agente aquoso que se designa de espuma.
A espuma física pode ser de origem proteica (proteína animal
hidrolisada) ou sintética (à base de detergente sintético).

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O espumífero poder ser misturado com a água entre 1 a 6%, ESPUMA
de acordo com os caudas e pressões de água a utilizar e a
densidade que se pretenda na espuma.
A espuma pode ser produzida com 3 densidades: baixa, média e alta expansão.

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ESPUMA

In Manual de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, ENB, 2ª Ed.


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ESPUMA

In Manual de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, ENB, 2ª Ed.

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ESPUMA

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In Manual de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, ENB, 2ª Ed.


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In Manual de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, ENB, 2ª Ed.


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PÓ QUÍMICO SECO

É constituído à base de bicarbonato de sódio (amarelo),


bicarbonato de potássio (azulado) fosfato de amónio
(branco), aos quais se juntam vários outros aditivos.
Em contato com o fogo, o pó decompõe-se e combina-se com
os radicais livres, provocando uma atmosfera inerte.
O pó químico seco atua fundamentalmente por inibição e
acessoriamente por abafamento.

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PÓ QUÍMICO SECO

O pó químico seco deve ter as seguintes propriedades:


- Granulometria uniforme;
- Resistência à aglomeração;
- Fluidez;
- Estabilidade térmica.

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PÓ QUÍMICO SECO

Existem três espécies de pó químico:


- Pó clássico (BC) – à base de bicarbonato de sódio e de potássio;
- Pó polivalente (A, B e C) – à base de fosfato e de sulfato de amónio;
- Pó especial (D) – à base de cloreto de sódio e de potássio.

Os pós têm uma ação corrosiva após a sua utilização num incêndio.
Dadas as modificações químicas que sofrem, deve proceder-se de
imediato a uma limpeza do local do sinistro.

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PÓ QUÍMICO SECO

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In Manual de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, ENB, 2ª Ed.


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DIÓXIDO DE CARBONO

O CO2 é um inerte comprimido em recipientes de aço, alumínio


ou fibra de carbono a uma pressão de 50 kg/cm2 o que provoca a
sua liquefação. Quando é expelido, atinge temperaturas que
ultrapassam os 70 °C negativos.

É o agente extintor aconselhado para recintos fechados como


escritórios, laboratórios, salas de controle e instrumentação.

O CO2 não é aconselhado em fogos da classe D ou em locais onde se


manuseiam explosivos como a nitrocelulose, metais alcalinos ou
alcalinoterrosos e o carvão.

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DIÓXIDO DE CARBONO

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HALON
Halon é o termo técnico para Hidrocarbonetos Halogenados

O Halon tem uma utilização genérica, com exceção dos fogos da classe D e F.
Atuam por inibição e arrefecimento. Após utilização sobre um fogo num
recinto fechado, é aconselhável ventilar-se o local.
Resultam da
Halon 1211 (gás) - CF2BrCl - Bromoclorodifluormetano modificação
- Sistemas de extinção portáteis e fixos - química do
metano pela
Halon 1301 (gás) - CF3Br - Bromotrifluormetano substituição do
- Sistemas de extinção fixos - hidrogénio por
átomos de
flúor, cloro,
Halon 2402 (líquido) - C2F4Br2 - Dibromotetrafluoroetano
bromo ou iodo.
- Sistemas de extinção portáteis -
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HALON
Potencial de empobrecimento do ozono – ODP
(Ozone Depletion Potential)
Substância ODP
Tem por base o CFC 11
(freon-11 ou R-11), com um Halon 1211 3,0
valor de 1, e representa o Halon 1301 10,0
potencial de uma
Halon 2402 6,0
substância para destruir a
REGULAMENTO (CE) nº 1005/2009 do
camada de ozono. PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO,
de 16 de setembro de 2009
CFC - Chlorofluorocarbon

Proibida a sua produção a partir de 1994


(decidido através do Protocolo de Montreal, em 1987, entrando em vigor a 1 de janeiro de 1989)

Hoje, apenas são utilizados quando recuperados, reciclados ou revalorizados.


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AGENTES EXTINTORES
Utilizações críticas do Halon HALON
REGULAMENTO (CE) nº 1005/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
de 16 de Setembro de 2009

Halon 1301
Nas aeronaves, para proteção dos compartimentos da tripulação e dos motores, dos porões de
carga e dos porões secos e para tornar inertes os depósitos de combustível.
Nos veículos militares terrestres e marítimos, para proteção dos espaços ocupados pelo pessoal e
pelos compartimentos dos motores.
Para tornar inertes os espaços ocupados em que possam ocorrer libertações de líquidos ou gases
inflamáveis nos sectores militar, do petróleo, do gás e petroquímico, e em cargueiros existentes.
Para tornar inertes os centros existentes de comunicações e de comando das Forças Armadas ou
outros, essenciais para a segurança nacional.
Para tornar inertes os espaços ocupados em que possa ocorrer a dispersão de materiais radioativos.

No Túnel sob a Mancha e no material rolante e instalações associadas.

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Utilizações críticas do Halon HALON
REGULAMENTO (CE) nº 1005/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO
de 16 de Setembro de 2009

Halon 1211
Nos veículos militares terrestres e marítimos, para proteção dos espaços ocupados pelo pessoal e
pelos compartimentos dos motores.
Em extintores portáteis e no equipamento fixo de extinção de incêndios em motores, para
utilização a bordo de aeronaves.
Nas aeronaves, para proteção dos compartimentos de tripulação e motores, dos porões de carga e
dos porões secos.
Em extintores essenciais à segurança pessoal, para utilização inicial por bombeiros.

Em extintores utilizados pelas forças militares e policiais em pessoas.

Datas limite de utilização: até 2040, variando de acordo com a evolução previsível de substitutos
(REGULAMENTO (UE) nº 744/2010 DA COMISSÃO , de 18 de agosto de 2010 (altera o Regulamento (CE) nº
1005/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho).
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AGENTES EXTINTORES
SUBSTITUTOS DO HALON
Gases químicos como: Extinção
sobretudo por Referências:
- HFCs (Hidrofluorocarbonos) inibição, mas ANPC – Nota Técnica
- FK (Fluorocetonas) também por 17 – Sistema de
arrefecimento extinção por agentes
gasosos.
NP EN 15004-1:2012.
Extinção sobretudo
Gases inertes como: Sistemas fixos de
por asfixia, mas
extinção de incêndios.
- Árgon também por
Sistemas de extinção
arrefecimento. por agentes gasosos.
- Azoto Também são usados Parte 1: Projeto,
para inertização de
- Misturas de árgon, azoto e CO2 locais.
instalação e
manutenção.

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AGENTES EXTINTORES
SUBSTITUTOS DO HALON

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AGENTES EXTINTORES
SUBSTITUTOS DO HALON

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AGENTES EXTINTORES
EQUIVALÊNCIAS

Halon
1301

CO2

Gás
Inerte

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Referências:

ANPC – Nota Técnica 17 – Sistema de extinção por agentes gasosos.

CASTRO, Carlos Ferreira, ABRANTES, José Barreira (2009), Manual de Segurança contra Incêndio em
Edifícios, Escola Nacional de Bombeiros, 2ª Ed., Sintra.

GUERRA, António Matos (2007), Caderno de Fenomenologia da Combustão e Agentes Extintores –


Princípios Básicos, Escola Nacional de Bombeiros, 2ª Ed., Sintra.

GUERRA, António Matos, COELHO, José Augusto e LEITÃO, Ruben Elvas (2006), Fenomenologia da
combustão e extintores, Escola Nacional de Bombeiros, 2ª Ed., Sintra.

INTERNATIONAL FIRE SERVICE TRAINING ASSOCIATION (2001) Essentials of Fire Fighting, Boards of
Regends, Oklahoma State University, 4ª Ed.

NP EN 15004-1:2012. Sistemas fixos de extinção de incêndios. Sistemas de extinção por agentes


gasosos. Parte 1: Projeto, instalação e manutenção.

REGULAMENTO (CE) nº 1005/2009 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Setembro de 2009.


REGULAMENTO (UE) nº 744/2010 da Comissão, de 18 de agosto de 2010.

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OBRIGADO

jcg.vasconcelos@sapo.pt

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