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A simbologia de Baphomet

Para complementar um e-mail que a nossa amiga Gota Azul mandou a pouco tempo.

Baphomet é a representação do absoluto.

A tocha entre os dois cornos representa a inteligência do equilíbrio do ternário, é a luz


do equilíbrio universal, é também a figura da alma elevada acima da matéria embora
esteja presa a matéria assim como a chama está presa a tocha.

A cabeça bode de com traços de cão ,e de touro, representam a responsabilidade da


matéria. O cão, o touro e o bode, são os três animais simbólicos da magia hermética na
qual são resumidas todas as tradições egípcias e indianas. O cão é o Hermanúbis, o
mercúrio dos sábios,o fluido o ar e a água. O touro é a Terra ou o sal dos filósofos. O
bode é o fogo , é o símbolo da geração o enxofre, sua representação também é feita pelo
leão.

Nesse ponto toda a magia e a cabala compartilham da mesma opinião porem o bode é
dividido em dois, o bode imolado e o bode emissário.

Baphomet trás em sua testa um pentagrama com a ponta voltada para cima, isso já basta
para fazer dele um símbolo de luz, o símbolo do microcosmo representa nessa
circunstancias a inteligência humana que colocado por baixo da tocha faz da tocha a
imagem de toda a revelação divina.

Suas mãos são humanas e representam a santidade do trabalho, ele faz com as mãos o
sinal do ocultismo, assim com uma apontando acima e outra abaixo recomenda o
mistério aos iniciados. Ele mostra duas meias-luas a branca que está acima é chesed e o
bem, a que está abaixo é negra, é geburah , também é o mal, as duas são exatamente
iguais, elas mostram o equilíbrio perfeito entre o bem e o mal, entre a misericórdia e a
justiça . Um dos braços é feminino e o outro é masculino mostrando assim a conjunção
dos simbolicamente opostos como no andrógino de Kunrath. Em um está escrito solve e
no outro coagula, o que nos mostra que devemos solver o fixo e coagular o volátil. O
tempo é de dissolver o corpo e fixar o espírito

“Si fixum solvas faciasque volatile fixum, Et volucrem figas, faciate vivere tutum.” ( Se
solves o fixo e fixa o volátil, e prende o que tem asas, será fácil viver tudo na vida.

A parte inferior do corpo está coberta, é a imagem do mistério da criação do universo,


expresso unicamente pelo caduceu de Mercúrio no lugar dos órgãos sexuais mostrando
também que a vida é eterna.

O ventre o bode está coberto por escamas que tem uma cor esverdeada representando a
água, pouco mais acima vemos um semi-circulo na cor azul que representa a atmosfera.

As penas na realidade são de diversas cores ( verde, azul, preto, branco, amarelo e
vermelho), representam todas as etapas de uma obra e são também o emblema do que é
volátil.

A humanidade é representada pelos seios , símbolo de maternidade e juntamente com os


braços nos mostra novamente o andrógino.
Aqui no’s desmistificamos Baphomet, tiramos essa grande figura panteística das trevas.

Baphomet não é um deus ou um ídolo monstruoso, muito menos uma figura satânica.

Baphomet é na verdade a esfinge do ocultismo, um hieróglifo que representa


simplesmente o absoluto, é a figura do absoluto.

Todas essas representações já eram atribuídas a ele por muitos antes da fundação da
Ordem Dos Cavaleiros do Templo da Salomão em 12 de junho de 1.118 por Hugo de
Payens e Godofredo de Saint Omer.

Dentro do Templo nunca foi encontrado nenhuma estátua de baphomet , encontraram


apenas bustos e que assemelhavam-se a uma mulher, a representação da justiça e era
chamada pelo nome. Todos perseguidos e destruídos por fins políticos e não religioso.

Passaram-se quase 900 anos e ainda não ouvimos um pedido de desculpas da santíssima
igreja, nem pelo selo, nem por Baphomet , nem pela Ordem e nem pelas mortes.

Será que um dia ouviremos um pronunciamento de um papa qualquer ¿?¿

Hector Mellim (Tradition et Pantacles)


Consagração do Pantáculo

Uma primeira concepção consiste em apresentar a consagração como emanada de uma


autoridade sobrenatural, de uma força superior.

Não podemos entrar aqui nos detalhes de uma exposição detalhada; contentar-nos-emos
com indicar os caracteres gerais dessa concepção.

O que caracteriza a consagração de um pantáculo é a ação pela qual são invocadas as


forças do Alto.

É, pois, uma operação essencialmente espiritual, que tem como objeto provocar o
despertar das Forças Superiores e fazer com que a Entidade escolhida desça sobre a
matéria submetida à consagração.

Em resumo, é o fato de infundir em um pantáculo as forças ocultas e espirituais das


Hierarquias divinas, assim classificadas: Anjos, Gênios tutelares, Sacerdotes-reis,
Arcanjos, Regentes dos céus, Divindades cósmicas e Filhos de Deus.

Para que uma consagração seja válida e eficaz, é indispensável ser feita por um
sacerdote ou um Mestre do ocultismo que tenha uma concepção moral pré-existente de
Deus, beleza superior da alma, conhecimento profundo dos princípios do simbolismo
unido ao imperativo categórico da linguagem cheia de imagens da prece, uma virtude
capaz de conformar-se com uma ordem universal.

Basta dizer que a consagração não dever ser concebida da maneira vulgar.
O consagrante deverá ser capaz de entrar em neutralidade absoluta abolindo a atividade
dos sentidos comuns a fim de facilitar a livre vontade das verdades eternas.

O trabalho dever ser apresentado como desejável, bom, fundamentado de algum modo
na própria natureza da luz da Razão e do Bem.

Os rituais relativos à consagração são, assim penamos, em número de doze. São


encontrados, de maneira ora mais ora menos explícita, nos diversos rituais.

Basta invocar um deles e conservá-lo para sempre.

Eis um exemplo:

De manhã, em jejum, o consagrante lava as mãos e as enxuga com uma toalhas branca.
Depois, segurando o bastão mágico com a mão direita, traça sete cruzes: uma em cada
uma das seis direções do espaço e uma sobre si mesmo. Enquanto isso, fecha
mentalmente as “Portas Invisíveis” a fim de impedir que as entidades inferiores
penetrem no ambiente do ritual, recitando o salmo correspondente ao dia da semana.

Enquanto no incensório estão queimando três perfumes de exorcismo (incenso, benjoim


e mirra) ele pronuncia em voz alta a seguinte prece:

“Ó Deus todo-poderoso, Deus fortíssimo, Deus dulcíssimo, Deus altíssimo e mui


glorioso, Deus soberano e justo, Deus cheio de toda graça e clemência, eu N……,
pecador indigno e cheio de iniquidade, eu me lanço aos vossos pés, apresento-me diante
de vossa Majestade e imploro vossa misericórdia e vossa bondade.

Não olheis para a multidão infinita de meus pecados, pois que sempre tendes compaixão
daqueles que se arrependem. Dignais-vos atender às minhas preces; bendizei, peço-vos,
esta operação, pela vossa bondade, vossa misericórdia e vossa virtude todo-poderosa. É
a graça que vos peço + em nome do vosso filho, + que reina convosco + e o Santo
Espírito, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

Depois desta invocação, em geral a fumaça dos perfumes deve subir verticalmente, sem
ondulações. É então que o consagrante apresenta o pantáculo acima dos elementos em
combustão, fazendo sobre ele três cruzes com o bastão mágico. Em seguida, diz:

“Abençoai, Senhor, este pantáculo para que ele se torne um remédio salutar para a vossa
criatura remida pelo vosso precioso sangue (dizer o nome da Pessoa); e fazei com que,
pela invocação do vosso Santo Nome e os nomes de todos os Santos, que vosso/vossa
servidor(a) N……, que irá usá-lo receba bênção, saúde e proteção contra todas as
enfermidades ou emboscadas dos espíritos malignos ou de quaisquer inimigos. E por
esse motivo, eu (sacerdote ou servidor de Deus), pelo vosso nome e pelo vosso nome de
tos os Santos, + abençôo + e santifico este pantáculo a fim de que ele seja um fogo que
devore (contra) os espíritos malignos, que seja a destruição, a expulsão, o aniquilamento
de todas a suas obras, feitas ou por fazer. + + + Amém.”

Terminado o trabalho, o consagrante coloca ambas as mãos sobre o objeto consagrado e


invoca a Entidade superior correspondente à natureza do trabalho.
Então, pelo seu pode subjetivo, o pantáculo torna-se uma realidade objetiva na forma,
na medida, na proporção e na harmonia de sua figura. É um tabu e pode gerar
felicidade, não uma felicidade empírica e sensível, nem um prazer, nem mesmo uma
soma de prazeres, mas a realização plena e inteira da essência própria à natureza
humana.

Aristóteles define a felicidade como uma “atividade de acordo com a virtude”. Disse
Malebranche que “o desejo de ser feliz é o motivo da virtude”, mas o exercício da
virtude é duro e penoso.

Não é preciso crer que basta trazer consigo um pantáculo consagrado para se conseguir
a felicidade imediatamente. Isso nem sempre fornece ao indivíduo, logo à primeira
vista, uma felicidade própria a satisfazer às quatro faculdades da alma.

O poder do pantáculo não obedece forçosamente à expressão de um desejo, por mais


legítimo que seja: ele depende da à virtude moral daquele que é seu suporte
correspondente.

De tudo o que vimos, ressalta a idéia de que as características de um pantáculo tabu não
podem ser definidas por uma fórmula vaga ou valores profanos.

É importante sublinhar que o verbo está na origem da criação. Ora, como os seres
humanos têm o privilégio da palavra, podem criar, concretizar e materializar seus
pensamentos.

É por isso que atribuímos uma importância capital à prece em voz alta. Realmente, o
pensamento atribuída ao poder do verbo confere à consagração uma força particular. O
pensamento manifestado verbalmente encontra eco nos panos superiores, ricocheteia no
pantáculo impregnando-o de radiações ocultas que persistem indefinidamente.
Uma primeira concepção consiste em apresentar a consagração como emanada de uma
autoridade sobrenatural, de uma força superior.

Não podemos entrar aqui nos detalhes de uma exposição detalhada; contentar-nos-emos
com indicar os caracteres gerais dessa concepção.

O que caracteriza a consagração de um pantáculo é a ação pela qual são invocadas as


forças do Alto.

É, pois, uma operação essencialmente espiritual, que tem como objeto provocar o
despertar das Forças Superiores e fazer com que a Entidade escolhida desça sobre a
matéria submetida à consagração.

Em resumo, é o fato de infundir em um pantáculo as forças ocultas e espirituais das


Hierarquias divinas, assim classificadas: Anjos, Gênios tutelares, Sacerdotes-reis,
Arcanjos, Regentes dos céus, Divindades cósmicas e Filhos de Deus.

Para que uma consagração seja válida e eficaz, é indispensável ser feita por um
sacerdote ou um Mestre do ocultismo que tenha uma concepção moral pré-existente de
Deus, beleza superior da alma, conhecimento profundo dos princípios do simbolismo
unido ao imperativo categórico da linguagem cheia de imagens da prece, uma virtude
capaz de conformar-se com uma ordem universal.

Basta dizer que a consagração não dever ser concebida da maneira vulgar.

O consagrante deverá ser capaz de entrar em neutralidade absoluta abolindo a atividade


dos sentidos comuns a fim de facilitar a livre vontade das verdades eternas.

O trabalho dever ser apresentado como desejável, bom, fundamentado de algum modo
na própria natureza da luz da Razão e do Bem.

Os rituais relativos à consagração são, assim penamos, em número de doze. São


encontrados, de maneira ora mais ora menos explícita, nos diversos rituais.

Basta invocar um deles e conservá-lo para sempre.

Eis um exemplo:

De manhã, em jejum, o consagrante lava as mãos e as enxuga com uma toalhas branca.
Depois, segurando o bastão mágico com a mão direita, traça sete cruzes: uma em cada
uma das seis direções do espaço e uma sobre si mesmo. Enquanto isso, fecha
mentalmente as “Portas Invisíveis” a fim de impedir que as entidades inferiores
penetrem no ambiente do ritual, recitando o salmo correspondente ao dia da semana.

Enquanto no incensório estão queimando três perfumes de exorcismo (incenso, benjoim


e mirra) ele pronuncia em voz alta a seguinte prece:

“Ó Deus todo-poderoso, Deus fortíssimo, Deus dulcíssimo, Deus altíssimo e mui


glorioso, Deus soberano e justo, Deus cheio de toda graça e clemência, eu N……,
pecador indigno e cheio de iniquidade, eu me lanço aos vossos pés, apresento-me diante
de vossa Majestade e imploro vossa misericórdia e vossa bondade.

Não olheis para a multidão infinita de meus pecados, pois que sempre tendes compaixão
daqueles que se arrependem. Dignais-vos atender às minhas preces; bendizei, peço-vos,
esta operação, pela vossa bondade, vossa misericórdia e vossa virtude todo-poderosa. É
a graça que vos peço + em nome do vosso filho, + que reina convosco + e o Santo
Espírito, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

Depois desta invocação, em geral a fumaça dos perfumes deve subir verticalmente, sem
ondulações. É então que o consagrante apresenta o pantáculo acima dos elementos em
combustão, fazendo sobre ele três cruzes com o bastão mágico. Em seguida, diz:

“Abençoai, Senhor, este pantáculo para que ele se torne um remédio salutar para a vossa
criatura remida pelo vosso precioso sangue (dizer o nome da Pessoa); e fazei com que,
pela invocação do vosso Santo Nome e os nomes de todos os Santos, que vosso/vossa
servidor(a) N……, que irá usá-lo receba bênção, saúde e proteção contra todas as
enfermidades ou emboscadas dos espíritos malignos ou de quaisquer inimigos. E por
esse motivo, eu (sacerdote ou servidor de Deus), pelo vosso nome e pelo vosso nome de
tos os Santos, + abençôo + e santifico este pantáculo a fim de que ele seja um fogo que
devore (contra) os espíritos malignos, que seja a destruição, a expulsão, o aniquilamento
de todas a suas obras, feitas ou por fazer. + + + Amém.”

Terminado o trabalho, o consagrante coloca ambas as mãos sobre o objeto consagrado e


invoca a Entidade superior correspondente à natureza do trabalho.

Então, pelo seu pode subjetivo, o pantáculo torna-se uma realidade objetiva na forma,
na medida, na proporção e na harmonia de sua figura. É um tabu e pode gerar
felicidade, não uma felicidade empírica e sensível, nem um prazer, nem mesmo uma
soma de prazeres, mas a realização plena e inteira da essência própria à natureza
humana.

Aristóteles define a felicidade como uma “atividade de acordo com a virtude”. Disse
Malebranche que “o desejo de ser feliz é o motivo da virtude”, mas o exercício da
virtude é duro e penoso.

Não é preciso crer que basta trazer consigo um pantáculo consagrado para se conseguir
a felicidade imediatamente. Isso nem sempre fornece ao indivíduo, logo à primeira
vista, uma felicidade própria a satisfazer às quatro faculdades da alma.

O poder do pantáculo não obedece forçosamente à expressão de um desejo, por mais


legítimo que seja: ele depende da à virtude moral daquele que é seu suporte
correspondente.

De tudo o que vimos, ressalta a idéia de que as características de um pantáculo tabu não
podem ser definidas por uma fórmula vaga ou valores profanos.

É importante sublinhar que o verbo está na origem da criação. Ora, como os seres
humanos têm o privilégio da palavra, podem criar, concretizar e materializar seus
pensamentos.

É por isso que atribuímos uma importância capital à prece em voz alta. Realmente, o
pensamento atribuída ao poder do verbo confere à consagração uma força particular. O
pensamento manifestado verbalmente encontra eco nos panos superiores, ricocheteia no
pantáculo impregnando-o de radiações ocultas que persistem indefinidamente.

Robert Ambelaim (La Talismanie Pratiqe)


Consagração do Pantáculo

Com as velas sempre acesas, o incenso ardendo no incensório, tome o pantáculo nas
mãos e asperja-o com água lustral dizendo estas palavras:

“In nomine Elohim/Et per spiritum aquarum viventium, sis mihi in signum lucis et
sacramentum voluntatis./Amen.” (Em nome de Elohim/E pelo espírito das águas
viventes, sejas meu no sinal da luz e no sacramento da vontade./Amém.)

Em seguida, passa-se o pantáculo na fumaça do incenso com estas palavras:


“Per serpentem eneum sub quo cadunt serpentes ignei sis mihi in signum lucis et
sacramentum voluntatis./Amem.”(Pela serpente de bronze diante das quais caem as
serpentes de fogo sejas meu o sinal da luz e no sacramento da vontade./ Amém.)

Sopra-se em seguida sete vezes sobre o pantáculo, dizendo-se (misturando os sopro e as


palavras):

“Per firmamentum et spiritum vocis, sis mihi in signum lucis et sacramentum


voluntatis./Amem.”(Pelo firmamento e pelo espírito da voz , sejas meu no sinal da luz e
no sacramento da vontade./Amém.)

Por fim, colocando-se alguns grãos de sal lustral, diz-se:

“In sale terræ et per virtutem vitæ æternæ sis mihi in signum lucis et sacramentum
voluntatis./Amem.”(No sal da terra e pela virtude da vida eterna , sejas meu no sinal da
luz e no sacramento da vontade./Amém.)

Em seguida perfuma-se o envelope já preparado para essa finalidade, passando-o três


vezes na fumaça do incenso. Introduz-se o pantáculo no saquinho, que será costurado. A
operação está terminada

Invocação a Michael

JOEL DUEZ
RITUELS SECRETS DES DIX ROUES SACRÉES DE LA KABBALE

BATERIA : XXX X XXX

Acender o incenso

Escuta-nos, ó Pai, Pai de todas as paternidades, infinita Luz, Ó JEHOU SABAOTH

A nossa Força está n Nome do Senhor que fez o Céu e a Terra. Senhor, escuta a nossa
prece e que nossa invocação suba a Ti como a fumaça deste Incenso.

Deus Eterno, Iehovah Poderoso Ser dos Seres, vem a este Lugar. Santifica-o com a
Presença e tua Majestade a fim de que a pureza, a caridade, a plenitude da Lei aí
venham fazer morada. E, assim como o fumaça deste incenso sobe a Ti, que Tua
Virtude e Tua Bênção desçam neste Círculo (Templo). Apodera-te tão bem de nossas
faculdades que elas não tenham como caminho senão a ti, que és a Vida, o Caminho e a
Verdade.

Recebe, Senhor nosso Deus, a oferenda que Te fazemos dessas faculdades que nos
fazem ser verdadeiramente à Tua Imagem neste Mundo. Faze com que, pelo poder do
Teu Nome impronunciável, todos os Poderes das trevas se afastem de nos sem jamais
voltarem e que nos deixem fruir do consolo que outorgas àqueles que, pelo verdadeiro
Desejo que sentem e pela perseverança em Teus Caminhos, se tornaram dignos de
conhecer Teu Anjo, fiel e poderoso.
É por isso que Te conjuramos, Ó Michael, sob a proteção de Quem está posta a nossa
Ordem, a te ligares às nossas pessoas, a nos dirigires em todas as ações temporais e
espirituais.

É por isso que Te conjuramos, Espírito que temos invocado e que invocamos ainda, a
receber e aceitar a confiança que de damos plenamente neste dia e neste lugar. Aqui
mesmo te juramos solenemente e diante de teus Símbolos e pelo nome inefável de
Deus:

Faze-nos, pois, conhecer Tua Assistência pelo Teu Caráter Hieroglífico ou por qualquer
outra manifestação no mundo tangível permitida por teu Ensinamento. Dispõe, pois,
nossas formas de substância impura a fim de que elas estejam, neste mesmo instante
limpas para receber a comunicação e aliança de Teus Celestes Pensamentos.

Nós Te conjuramos, ó Michael, pelos divinos nomes de Raphael, Tiphériel, Eloha va


Dath, El Gibor, Elohim Sabaoth, e pelo divinos Mestres dos Elementos: Seraph, Kerub,
Tharsis, Ariel e por Iam, Nour, Ruach, Iabeshah

Amém. Amém. Amém.