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ATAS DE DHÂRANÂ

LIVRO 2

Ata esotérica do dia 29 de Junho de 1924

Na Segunda parte do Curso de Psicologia Experimental e demonstrações de Comunicações com o além, foi a médium Srta. Osíris Colens apoderada pela Sacerdotisa hindu Liziara, a qual já tem aparecido várias vezes e convidou o Professor Henrique José de Souza a entrar no gabinete de trabalhos, onde se encontra a imagem de Buddha, o que tendo isso feito, foi, por sua vez, o mesmo Senhor apoderado de um mensageiro que se disse enviado dos Mestres do Himalaia, para que fosse

fundada nesta Cidade, uma Sociedade Espiritualista, a fim de dar ensinamentos esotéricos no Brasil, como única que estava em afinidade com o Himalaia. Que a Sociedade atual, corrompida por vícios

e exterioridades, necessitava de ensinamentos puros e Sublimes, a fim de não se despenhar no

próprio abismo em cuja borda se acha. Depois de outras considerações, abençoou a assistência e retirou-se. Eu a Secretária esotérica, escrevi e assinei

Nichteroy, 29 de Junho de 1924. Helena Gonçalves de Souza.

Ata Esotérica do dia 6 de Julho de 1924

Segundo ordem de um dos nossos amados Mestres iniciou-se a Corrente Mental feita por 7 pessoas, com a maior concentração e esforço possíveis. Apresentou-se uma outra entidade, vinda da Confraria Branca do Himalaia, dizendo ser o Segundo representante do Irmão denominado naquela Confraria como representante da Lua e que, vinha trazer palavras de conforto e incitamento, para a prossecução da Grande Obra. Depois retirou-se, após ter feito certos sinais cabalísticos e abençoar a assistência. Eu, a secretária esotérica escrevi e assinei. Niterói, 6 de Julho de 1924 Helena Gonçalves de Souza

Ata Esotérica do dia 13 de Julho de 1924

O mesmo fato da sessão anterior, na Corrente mental, isto é – apresentou-se um outro enviado, dizendo-se do representante de Marte, o qual fez diversas considerações e conselhos, dizendo que, embora tomassem o Planeta Marte como o Deus da Guerra, a sua Espada flamejante, era o símbolo da verdadeira Magia, a espada que haveria de abrir caminho no Mundo, por onde deveriam passar os adeptos da verdadeira Luz, ou sejam os membros da Sociedade Dhâranâ. Depois dos sinais e cumprimentos do estilo, retirou-se. Eu, a secretária esotérica escrevi e

assinei. Niterói, 13 de Julho de 1924 Helena Gonçalves de Souza.

Ata Esotérica do dia 20de Julho de 1924

O mesmo fato da sessão antecedente, vindo um mensageiro de Mercúrio, dando encorajamento e

firmeza na prossecução da nossa Obra valiosíssima. Retirou-se após a corrente, fazendo signos especiais e abençoando a assistência. Eu, a secretária esotérica, escrevi e assinei.

Niterói, 20 de Julho de 1924 Helena Gonçalves de Souza

Ata Esotérica do dia 27 de julho de 1924

Mesmo fato da sessão passada, vindo o Mensageiro representante de Júpiter trazendo palavras de conforto, conselhos outros a serem tomados. Retirou-se com os mesmos signos e cumprimentos. Eu, a secretária esotérica, escrevi e assinei. Niterói, 27 de Julho de 1924 Helena Gonçalves de Souza

Ata da sessão de 3 de Agosto de 1924

Depois da Corrente Mental apresentou-se um outro enviado, sendo este, representante de Vênus, dizendo que aproximava-se o dia da fundação da Sociedade, embora todos os contratempos e dificuldades que se tinham apresentado e, que era isso mesmo que Eles, os Mestres ou Irmãos da Confraria do Himalaia desejavam, pois a Sociedade representada atualmente por um círculo no espaço com um grande ponto de interrogação no centro daí haveria de sair a Grande Obra futura: da mesma forma que o Christo tinha nascido em uma manjedoura. Depois abençoou a todos e retirou- se. Eu a secretária esotérica escrevi e assinei. Niterói, 3 de Agosto de 1924 Helena Gonçalves de Souza

Ata Esotérica do dia 10 de agosto de 1924

Após os demais trabalhos concernentes à fundação da Sociedade e sendo a corrente Mental

na presença de todos, veio um novo Mensageiro, representante, digo, da parte do representante do

Sol um dos Ir

grande confiança depositada nas palavras de todos os Mensageiros de Lá e que era o primeiro passo que tinham dado para o Progresso futuro de uma Sociedade verdadeiramente espiritualista. Que todos Eles estavam radiantes de alegria por esse grande acontecimento. Que tivessem coragem e depositassem a maior confiança nos seus Mestres. Ordenou que de futuro, as correntes deveriam ser em aposento separado, enquanto não houvesse Templo apropriado. Depois de Ter abençoado o ato do dia, abençoou a todos os assistentes e retirou-se. Todas essas comunicações têm sido por intermédio do nosso Diretor-Chefe em estado mediúnico e quase sempre acolitado pela Confreira e nossa médium que tantos auxílios nos tem prestado – a Senhorita Osíris Colens. Eu, a Secretária Esotérica escrevi e assinei, Niterói, 10 de Agosto de 1924. Helena Gonçalves de Souza.

que formam a confraria Branca do Bhante-Jaul. Elogiou a todos pela boa vontade e

Ata da Sessão de 31 de Agosto de 1924

Vinda de nova entidade, com palavras de conforto e amor fraternal, encorajando-nos pelas dificuldades naturais do início da tida Obra. Eu, a Secretária, escrevi e assinei. Niterói, 31 de Agosto de 1924 Helena Gonçalves de Souza

Ata da Sessão de 7 de Setembro de 1924

Como nas demais sessões, após a corrente Mental, apresentou-se um enviado por parte do representante de Saturno, um dos 7 Ir da Confraria do Himalaia, símbolo da Magia e Alto Espiritismo. Disse que, as sessões, além de serem reservadas, deveriam ser feitas dentro de um círculo maior especial, dado por Eles e que de futuro, a Correntes Especiais para certas obras de valor e auxílio, deveriam ter no centro do círculo uma pessoa sonambulizada, para maior acesso e harmonia no astral, em conjunto com as irradiações emitidas pelas 7 mentes afinadas. Depois

retirou-se, tendo abençoado os 7 Ir Niterói, 7 de Setembro de 1924 Helena Gonçalves de Souza

da corrente. Eu, a Secretária, escrevi e assinei.

Ata Esotérica do dia 14 de Agosto, digo, Setembro de mil novecentos e vinte e quatro. Após a corrente baixou uma entidade que deu o nome de Chatergi e que disse que já tendo baixado os 7 Irmãos da Confraria Branca pelos seus Mensageiros, embora ainda voltassem em outras ocasiões, vinha ele desta vez como amigo e interessado, dar o seu apoio e proteção para tudo que necessitassem dele, inclusive traduções do sânscrito. Eu, a Secretária, escrevi e assinei. Niterói, 14 de Agosto de mil novecentos e vinte e quatro [aqui ela erra a data novamente, mas não a corrige] Helena Gonçalves de Souza

Ata do dia 21 de Setembro de 1924 Apresentou-se a mesma entidade da sessão anterior, que deu o nome de Chatergi dizendo

que "estavam os Ir

Abençoou a Sociedade Dhâranâ e seus associados e fez uma prece em língua desconhecida, provavelmente o sânscrito e depois retirou-se. Niterói, 21/9/924

Helena Gonçalves de Souza

muito satisfeitos com os pequenos progressos que a Sociedade já tinha feito.

Ata da sessão especial do dia 25 de Dezembro de 1924 às 3 horas da tarde à favor dos nossos Irmãos sofredores. Terminada a corrente, que durou sete minutos e que foi acompanhada de um

cortada, não dá p/ ler] Professor Mozart

Dias Teixeira, baixou o nosso Mestre Chatergi dizendo que "era o mesmo que em Junho do corrente ano tinha, digo trouxera a Mensagem do Oriente para a fundação de Dhâranâ, nesta Cidade, a qual dentro em breve repercutiria de Norte a Sul neste país escolhido a tomar papel saliente na futura história das raças." "Que muito alegrava-se com o nosso gesto de hoje, fazendo uma corrente especial, à favor dos nossos Irmãos sofredores, o que era uma prova de grandeza de espírito. Que Deus, o filho Christo, pela boca de Buddha, nos diz: Eu tenho o meu Trono no coração de todos. Que, de fato, era dentro em nós que deveríamos buscar a Deus procurando ser à Sua Semelhança em Amor, Bondade, Poder, Fé, etc. mesmo porque, o homem foi feito a Semelhança de Deus, em espírito. Que não era nas alturas nem em regiões incógnitas que deveríamos buscar a Deus e, sim em nós mesmos, "que quando a Humanidade se convencer disso, uma Nova Era de Paz e de Amor estará reservada ao Mundo. Que nos saudava e abençoava da parte dos Senhores da Confraria Branca dos Bhante-Jaul e que, nos pedia para nos levantarmos, afim de receber a Bençam especial vinda do Oriente, para todos os de Dhâranâ. Isso feito, disse uma prece em sânscrito, onde ouviu-se pronunciar Savitri! Savitri! Savitri! Agios! Athanatos, Ischiros! Tetagrammaton! e muitas outras palavras como Manas, Vajra, Dharmah, etc.

Terminando, disse: Até sempre. Depois de pequena pausa aparece o nosso sócio honorário Mozart Dias Teixeira, que disse o seguinte: Esperei as palavras do Mestre, para vos agradecer o que vindes fazendo a meu favor, o que de fato estou necessitando atualmente. Que Deus abençoe a vossa Obra grandiosa do Bem. Até breve meus Irmãos. A D. Esmeralda, filha da Dr a. Ermelinda Vasconcellos, antes de manifestar-se o Professor Mozart, sentiu qualquer influência estranha, viu luzes amareladas e reconheceu sua presença pela linguagem. Foi constatada diferença entre a linguagem do Mestre e do Professor Mozart. O Sr.

[linha

Ernesto Kopslkitz, da corrente dos 7 Irmãos notou também luzes especiais na presença do Professor Mozart e, quando falou o Mestre, viu formas-pensamentos azuis , representando lótus e quando o Mestre falou em Christo e que era chamado por eles, no Oriente, como Senhor Maitreya, novas formas-pensamentos azuis, amarelas e róseas.

Niterói, 25 de Dezembro de 1924 Helena Gonçalves de Souza.

Ata do dia 11 de janeiro de 1925

Terminada a primeira parte da reunião, foram iniciados os trabalhos da Segunda parte, isto é, de demonstrações de comunicações com o Além. Apresentaram-se várias entidades, dentre elas, algumas sacerdotisas hindus. Quase à findar a sessão, foi vista pelo Professor Henrique José de Souza, uma Entidade Superior e, pelo mesmo Sr. Foi chamada a médium D. Aurora Coutinho clarividente, para entrar no gabinete e constatar a aparição. Em lá chegando a médium, começou a dizer o seguinte: Vejo uma luz clara e muito mais intensa do que da outra vez (referia-se a sessão anterior isto é: do dia de Reis, na qual apareceu a mesma Entidade, acompanhada do Anjo Miguel e que foi constatado a presença por pessoas até então sem o menor vislumbre de clarividência) cuja entidade aproxima-se do Presidente. Vem cercada de dois Anjos, segurando uma fita com os seguintes dizeres: "Glória a Deus nas alturas e Paz na terra aos homens de boa vontade". Ouviu que os mesmos diziam: Bendito seja Deus que consente na Beçam de vosso dirigente (referindo-se ao Professor Henrique José de Souza) por uma Entidade tão elevada. Que a Luz Divina desça sobre ele e todos que aqui se encontram, dando-lhe (ao Presidente) forças para suportar os espinhos que lhe hão de juncar o caminho por onde se enveredam e a cruz que todos irmanados terão que levar até o novo Gólgota. A médium disse mais ainda: Levantai-vos, meus irmãos, que uma grande Entidade aproxima-se de nós.

De fato, mais alguns instantes, o Professor Henrique é apoderado de uma Entidade, cuja voz suave e compassiva, se expressou: "A Paz de meu Pai esteja convosco. Venho lançar a minha Benção à todos que aqui se acham, para que possam continuar esta grande Missão de espalhar a Luz e a caridade entre os ignorantes e os sofredores. Dentro em pouco estarei convosco na terra, embora para morrer novamente pelos meus irmãos que não me compreendem." Quadro sublime e maravilhoso! Todos os assistentes choram, humildemente e de joelhos, não sabem como ocultar a sua grande alegria, expressa em lágrimas. A Benção foi lançada e a Entidade desaparece. A Viscondessa de Sande, sócia presente, levanta-se com a maior maestria, executa o Hino Teosófico, de sua composição intuída. A mesma Senhora afirma Ter visto a presença do Mestre, assim como a

Sra. Esther Reys. Ao voltar a si o Presidente viu diante de si o Mestre e instintivamente caindo de joelhos, ora e de suas faces rolam lágrimas de prazer. Aparecem outras entidades para cumprimentarem o Presidente, em vista do mesmo ter recebido o anel de chefe (recebido de entidades do astral, em desdobramento, por meio de um Ritual Hindu, digo, por meio de um Ritual oculto, efetuado por sacerdotisas e outras Entidades do Oriente. Depois, para terminar a sessão, aparece o nosso amado Mestre Chatergy, que fala ainda pelo Presidente: "Em nome da Confraria Branca dos Bhante-Jaul, no Himalaia, venho somente para vos dizer que, deveis vos alegrar, meus amigos, porque, de fato, recebestes a honrosa presença do Grande Ser a que chamamos de Senhor Maitreya. Essa prova de amor fraternal para convosco, não pode ser retribuída jamais, por vós nesta vida. Meses e meses de retiro especial, da maior devoção, boa conduta e resignação, não pagam essa bondade do grande Mestre para convosco. Eu seja lavrada uma ata especial do ocorrido e que, esse fato, não tenha jamais, repercussão fora

deste recinto." O nosso Mestre, depois de ter abençoado , retirou-se presença daquele que, mais uma vez veio demonstrar que, é na cabana h

peregrino, ou junto ao catre do pobre e entre os que O buscam com sinceridade, que Ele

em

pr

"Salve Dhâranâ, pela do mísero

estar. Tu, que nasceste em uma c

,

prova de tua humildade, não tre

vir ao nosso mísero recinto. Nós vos saudamos, Senhor de Compaixão,. Que as nossas lágrimas possam lavar o Caminho por onde tens que passar dentro em breve." Niterói, 11 de Janeiro de 1925 Helena Gonçalves de Souza.

Ata do dia 18 de Janeiro de 1925

Às quinze horas e cinco minutos, presente regular número de sócios, foi aberta a sessão pelo Diretor-Chefe e feita a Corrente, ordenada desta vez pelo Mestre Chatergy, que fosse formada a dupla Cadeia Mágica, isto é: os assistentes formando uma dupla cadeia. Esgotado o prazo de sete minutos do Ritual, o Chefe pediu mais alguns momentos de concentração a favor do Ir. Mozart. Findo este ato, foi sempre por ordem superior, conservada a Segunda cadeia. Manifestou-se, por intermédio do Chefe o Ir. Mozart e agradeceu o que Dhâranâ tem deito a seu favor; Mozart anunciou a presença de 7 V. V. Mestres do Himalaia. O primeiro abençoou, sem dizer seu nome,

nem grau. O segundo foi o nosso venerável Mestre Chatergy; o 3 º não deixou o nome; o 6 o representante(planeta Marte) em seguida a várias apreciações sobre os nossos trabalhos, disse-nos que, havíamos de achar interessante, estar ele entre os Ir. Da Confraria Branca (reconhecemos nesta Entidade o V. Cagliostro), deixou entregue à médium Senhora Aurora a espada fluídica do Arcanjo Miguel, que oferecia ao nosso Chefe, para defender-se em momentos oportunos, deixando

a sua Benção especial. Vieram os restantes e todos, com palavras de carinho sobre Dhâranâ, sua

Obra, por nosso intermédio lançaram bênçãos em nome da Confraria . Pelo médium Rosalvo baixou

o V. Mestre Vivekananda que fez uma belíssima prédica sobre a personalidade Divina, depois

abençoou à assistência, derramando fluídos por sobre as cabeças. Pelo mesmo médium baixou uma sacerdotisa, que deu o nome de Scylla Dhanandas, que pediu o anel do Chefe, demonstrando à assistência as grandes vibrações despendidas do mesmo anel. A sua voz feminina e de uma grande docilidade, muito admirou à assistência. Depois pelo Chefe, baixou Rama Krisna, o grande Mestre, que afirmou só haverem 5 sociedades sob as vistas da Confraria Branca, que eram Dhâranâ no Brasil, uma na América do Norte, duas no Egito e uma nas Índias. A Viscondessa de Sande executou as belíssimas harmonias de seu vasto repertório mediúnico. Fazemos constar nesta ata, os votos de agradecimentos à nossa bondosa Ir. Viscondessa de Sande, pela gentilíssima e grata oferta do quadro Jesus e o discípulo, que em tempo ocupará o seu lugar de honra quando Dhâranâ tiver a sua sede própria. Niterói, 18 de Janeiro de 1925 [não consta quem escreveu a ata]

Ata da sessão de 25 de Janeiro de 1925

Feita a corrente durante 7 minutos, ao ser esgotado o tempo, apresentou-se o V. Mestre

Chatergy, que depois de explicar que, no mês de fevereiro corrente, era ocasião propícia, de acordo com as leis estabelecidas, para serem distribuídos os competentes graus entre o presidente das Sociedades fundadas sob os auspícios daquela Confraria do Himalaia e os Missionários itinerantes, como tinha acontecido ao Ir. Mozart Dias Teixeira e que, não era motivo para crítica, Ter ele Mozart, recebido o grau dentro de um Hotel, pois era um missionário itinerante. Que no entanto, o ritual de um chefe das supracitadas sociedades, obedecia à outras formas.

E explicou que, esse Ritual seria efetuado na próxima Quinta-feira, 29 e3 Janeiro, com o atual

Ritual. "Corrente das oito horas com os Ir. de brim claro e

Chefe de Dhâranâ

descalços. O Diretor Chefe, da mesma forma e de turbante, em transe, dentro de um "pentagrama" no centro da corrente, afim de receber o grau que lhe competia. Que pessoa alguma lhe deveria tocar. Depois de mais algumas ponderações, abençoou e retirou-se. Niterói, 25 de Janeiro de 1925 Helena Gonçalves de Souza.

Ata da sessão de 29 de Janeiro de 1925

Obedecendo às ordens de nosso Amado Mestre Chatergy e estando reunidos grande número

de sócios, abriu-se a sessão, sendo formada a Corrente dos 7 Ir.

centro. Saiu do gabinete o Diretor Chefe e descalço e com turbante, de acordo com o Ritual indicado pelo Mestre Chatergy, entrou para a Corrente, deitando-se sobre o Pentagrama. Em transe recebeu o 2 o grau, no Astral e pelas mãos dos Mestres. Terminada a corrente, levantou-se e falou da porta do gabinete: "Meus Irmãos venho saudar ao Presidente Henrique e a todos vós pela grande homenagem recebida dos Mestres e no mesmo tempo agradecer o muito que tendes feito por mim. Hei de continuar a minha Missão ainda que seja atrás das grades da prisão ou dentro de um manicômio. Deus que vos abençoe e dê forças para continuarem a Grande Obra dos Mestres". Reconheceu-se ser o Professor Mozart Dias Teixeira. Fala o Mestre Chatergy pela boca do Presidente sempre mediunizado: "A Paz do Senhor esteja convosco. O Chefe desta gremiação está, talvez esquecido de que hoje passa o bi-setenário ou sejam 14 anos que pediu ingresso na Sociedade Teosófica, cujo diploma recebeu mais de um ano depois. O 1 º grau que lhe foi conferido, teve realização ano após Ter entrado para a Sociedade Teosófica, depois de Ter recusado entrada para a Confraria dos Magos Negros do Oriente, que lhe enviaram uma Mensagem especial nesse sentido. Nessa ocasião – como "revanche" da parte dos Magos Negros perdeu tudo quanto possuía, isto é: os bens terrestres, mas alcançou os verdadeiros bens, que são os Espirituais. Era a sua primeira prova Iniciática. Em nome da Grande Confraria Branca dos Bhante-Jaul, eu vos abençôo, amados discípulos e irmãos. O médium Henrique está fatigado, devido a preocupação moral deste ato de hoje, por isso mesmo, peço que seja breve a solenidade de hoje".

O Sr. Rosalvo de Queiroz Costa recebe o Mestre Swami Vivekananda. "Paz e harmonia". A ordem e a liberdade repousem em vossos peitos, sobre os vossos corações, sobre as vossas almas. Dhâranâ, solenemente assiste à graduar o Ir. Iniciático. Dhâranâ, concentra e eleva o Pensamento:

pois Dhâranâ sabe e reconhece o mal que se tem feito à Mozart e à todos os que pugnam pela Sabedoria Eterna e propagam o amor entre os homens. Dhâranâ em suas correntes mágicas tem produzido efeitos extraordinários para destruir todas as correntes maléficas. Mas é necessário que se faça um ritual nesse sentido. Pelo Mestre, vem uma nova entidade quem de fato, faz um Ritual extraordinário à favor de Mozart. Depois, sempre de olhos fechados e mediunizado, o Sr. Rosalvo continua cortando com rapidez e perfeição, folhas e mais folhas de papel, de formatos diversos, simbolizando objetos ritualísticos hindus e outros pentáculos, dentre eles a Rosa Cruz entregue ao Presidente Henrique. Os demais símbolos foram distribuídos entre a assistência. Pelo Presidente fala, novamente, o Professor Mozart: Aqui me encontro desde o início dos trabalhos, já tendo falado. Sigo todos os trabalhos desta Sociedade com amor e carinho. Aqui permanecerei até o final. Prossegui, amados irmãos na Vereda em que trilhais e um dia recebereis a Palma da Vitória. Deus vos abençoe pelas mãos dos nossos Mestres. Ainda pelo Presidente fala Rama-Chrisna, acompanhando Mozart, diz ele agradecendo em seu nome, o que se tem feito pelo seu discípulo e abençoando à assistência preveniu à assistência naquele momento da presença de 2 grandes Mestres sendo um deles de grande importância na situação atual do Mundo. O primeiro faz uma invocação à favor de Dhâranâ e seus associados, onde são ouvidas várias vezes as seguintes palavras: Savitri! Savitri! Savitri! Agios! Athanatos! Ischiros! Tetragrammaton. Abençoa e desaparece. Após alguns instantes e sendo constatado pelos videntes, uma grande luz baixa sobre o Presidente e 2 anjos seguram uma faixa branca com as palavras: "Glória à Deus nas alturas e Paz na terra aos homens de boa Vontade". Vê-se por vários lados da sala, uma estrela branca e resplandecente , movendo-se e deixando um sulco luminoso. Fala a Entidade: "Do Ilusório conduz ao Real. Das Trevas à Luz. Da Morte à Imortalidade. Prossegui na vereda em que trilhais, pois se olhardes o Infinito, com fé, amor e perseverança, já podeis divulgar a Silhueta do mestre que se aproxima para salvar o Mundo do abismo em que se encontra. Não esmoreçais jamais e, o estandarte branco da Paz, que empunhais nas vossas mãos benévolas e carinhosas, transformando-se um dia, em madeiro pesado em cruz de

e um

Em círculo tendo o pentagrama no

mistério infindo, pela maledicências dos vossos inimigos ocultos, não seja motivo para desânimo,

mas um incentivo para prosseguirdes o vosso Caminho, até

Maitreya eu vos abençôo". A Viscondessa de Sande executa o Hino Teosófico belíssima composição sua. Niterói, 29 de Janeiro de 1925

Helena G. Souza

entre

nós. Em nome do Senhor

Resumo em ata dos acontecimentos esotéricos desenrolados nos Domingos: 1, 8, 15, e 22 de

Fevereiro e 1, 8, 15 e 22 de Março , tudo de 1925, na Soc.

Dh.

Realizaram-se regularmente as sessões esotéricas dominicais, na sede social, provisória, da Sociedade "Dhâranâ", à Rua de Santa Rosa, n o . quatrocentos e vinte e seis, (Niterói) comparecendo sempre regular número de irmãos filiados e tomando parte ativa nos trabalhos, além do diretor chefe, os médiuns: senhorita Osíris Colens, D. Aurora Coutinho, srs. João Muniz, Rosalvo de Queiroz Costa e outras pessoas cujas aptidões mediúnicas, só são verificadas nos momentos de transe. Cumpre assinalar aqui, que as sessões são dividas em três partes: a primeira, que consta de alguns ensinamentos prévios ao estudo do Ocultismo, a Segunda, dedicada à demonstração, com os assistentes, de psicologia experimental e a terceira parte que fica "ad libitum" dos nossos Ven. Mestres, consta de manifestações, por parte das Entidades que se apresentam, de mensagens secretas, que se relacionam com os fins da Socied. , creada e mantida pelos Ven. Mestres da Confraria Branca dos Bhante-Jaul, no Himalaia, (Índia) os quais comparecem de acordo com as necessidades, dando um cunho profundamente orientalista às manifestações, cujas vibrações, repercutem intensamente nas cousas e nas pessoas presentes e exercem uma grande atração sobre os assistentes. Não raro, são obtidos alguns transes das pessoas, cuja mediunidade carece de desenvolvimento, havendo fenômenos, ora bem pronunciados, ora imperfeitos e duvidosos, de

clarividência, transporte, materialização, clariaudiência e efeitos físicos em geral, como: execução

, são

musical, psicografia, "desdobramento", etc

obtidas por intermédio do prof. Henrique de Souza e são sempre precedidas do invariável aviso de que tais sessões além de ser de caráter oculto e reservado, não deverão absolutamente transparecer fora daquele recinto e que todos indistintamente, vejam em tudo quanto ocorrer, a manifestação misericordiosa do Pai Infinito, consentindo na vinda de Entidades, cuja presença não encontra pois no merecimento de ninguém. Sendo necessário fazer-se a evolução humana, acrescentam, é imprescindível o concurso das creaturas, que nas mãos de Deus, passam a ser, apenas, dóceis instrumentos da Sua Soberana Vontade. Assim, por exemplo, aparecem às vezes Mest. Como Vivekananda, Ramakrishna e Cagliostro. Enviados dos Representantes dos vários planetas, Sacerdotisas e Bailarinas, todos apresentados pelo Ven. Mest. Chatergy, Guia espiritual não só de Dh. Como bondoso Protetor do seu chefe e filiados. Todas essas Entidades conduzem bênçãos especiais do Alto, para todos os presentes, dirigem confortadoras palavras de animação e de fé, encorajando a assistência a Ter confiança nas palavras dos Mestres, um dos quais espera que os homens de boa vontade, preparem o caminho para a Sua vinda. As outras Entidades desobrigam-se com prazer, da missão que determinou o seu aparecimento e segundo os ritos do Oriente, são

executados bailados característicos, clássicos, após as invocações e simbólicas cortesias à imagem de Budha, existente no aposento contíguo à sala das sessões. Cumpre dizer que esta imagem, foi uma dádiva, inesperada de um prezado irmão, o Sr. Paul Heynard que trouxe-a de fora, sabedor como era, do interesse do nosso diretor-chefe, pelos assuntos orientalistas. A música dos bailados é de execução mediúnica do prof. Henrique José de Souza que por

Chatergy, traduz e compreende os vários

intuição ainda e com a presença astral do Ven. Mest

dialetos usados pelas Sacerdotisas e Bailarinas e outras Entidades do Oriente, geralmente o Sânscrito, o Tibetano, o Talmud, o Hebraico, etc. Após essas manifestações, onde também aparecem vários iogues e faquires, que demonstram materialmente os seus poderes, expressos em exercícios de contorcionismo, recorte em papel e à mão, de objetos simbólicos do antigo Oriente, usados nos Templos e nas cerimônias iniciáticas, dando "passos orientais" e executando também danças

Em geral as comunicações dos Vem. Mest.

simbólicas características, aparece também um dos Ven. Mest. Que gravemente, mas com carinho, faz a assistência voltar à concentração, por momentos desviada pelo atrativo impressionante dos fatos acontecidos, explicando que todos devem interpretar tais fenômenos, como mais uma modalidade da Misericórdia Infinita, que permite, para servirem como temas de meditação no Poder e Sabedoria do Ser Absoluto. É ainda digno de menção, que os Mest. Ressaltam e frisam enfaticamente, que aqueles atos além de não poderem ser encarados como exibições teatrais ou cenas de ribalta, não devem constituir assunto ou objeto de conversações profanas. Depois de tais recomendações, constantemente reiteradas, são pronunciadas palavras de consolação e encorajamento e lançada a benção sobre todos, numa atmosfera saturada de amor e recolhimento. Por várias vezes, embora poucas, a Misericórdia Divina tem sido pródiga em manifestar a Sua Bondade lançando suas bênçãos como a que foi mencionada na ata do dia 11 de Janeiro do corrente ano, página 15 deste livro. Foi anunciado pelo Ven. Mest. Chatergy que acabam de ser fundadas as duas últimas das sete sociedades, que como Dh. Recebem o patrocínio e direta assistência dos Senhores da Confraria Branca do Himalaia, Nossos Mestres e Dirigentes da Evolução Humana. Estas duas sociedades estão: uma mais, nas Índias e a outra em Baden, na Alemanha. Deste modo, ficou assim constituída a sua distribuição: duas (2) nas Índias, duas (2) no Egito, uma (1) na Alemanha, uma (1) na América do Norte e uma (1) na América do Sul (Brasil). Outro acontecimento que a todos impressionou, foi a comunicação de que Niterói acaba de ser o berço dum Ego Evoluído e de cujo conhecimento, houve uma série de grandes revelações. Assim por exemplo sabia-se que "a gestação desta criança não enchia de prazer à sua própria progenitora que apesar das mil dificuldades inerentes ao parto e suas conseqüências, tudo ocorreu com rapidez e facilidade e sob os auspícios da Exma. Sra. Dra. D. Ermelinda de Vasconcellos, nossa irmã e que, apesar de familiarizada com semelhante ato, relativo à sua profissão, admirou-se da extrema propriedade e bom sucesso; que esta mesma senhora (Dra. Ermelinda) desde a ocasião do desgosto manifestado pela mãe pelo seu estado, tomara sob a sua guia o futuro rebento, fiscalizando com interesse e carinho aquela gestação; que relatando tais ocorrências ao Professor Henrique José de Souza, este numa inspirada intuição sentenciosamente declarou: "porém, mal sabe tal senhora que ela vai ser mãe dum Mestre!" que o próprio pai da criança, médium desenvolvido (apesar de inconsciente) já havia ouvido mediunicamente tal afirmação que ele não compreendera e até o enchia de temor; que a água do banho, em que a criança foi colocada ao nascer, era de tal modo fosforescente que obrigou a parteira que a banhava a dizer admirada: "este menino é um santo, onde se viu uma água assim luminosa?; que daí por diante as comunicações dos Nossos Mest. em Dh. Confirmaram o nascimento dum Ego evoluído, acrescentando que tal Ego chamara-se na passada existência Emanuel e que agora chamar-se-ia Órion, que tudo isto foi cientificado aos pais da criança, os quais não só conformaram-se com os acontecimentos, mas, interessaram-se por eles, comparecendo as sessões de Dh. onde já se acha filiado e onde foi também constatado pela leitura dos Anais Akasicos, feito pelo Prof. Henrique J. de Souza, que os pais de Órion foram remotas encarnações: "Mestres de Confrarias Negras" e daí os desgostos e aborrecimentos que tal nascimento lhe trouxera". Estes, foram os acontecimentos relativos ao fato do advento deste menino, que de acordo com as determinações dos Nossos Mest. terá o batismo e uma confirmação ritrualística, na sede da Sociedade Dh. feita pelos referidos Mest e desempenhada pelos Membros da aludida Sociedade, os quais já começaram o cerimonial indispensável; com a "conjuração dos quatro elementos"; com a formação de correntes mágicas, confecção de Pentáculos e tudo isto feito sob a orientação dos Mest que determinam o ritual ai Prof. Henrique J. de Souza, estando este em "desdobramento" e às vezes em "catalepsia". Para conseguir estes dois estados, os Nossos Mestres ordenaram-lhe a vib harm do Astral, com a palavra "Dhâranâ", com o sol sustenido e com o azul do misticismo, sendo o "transe" acompanhado com a execução do Hino Teosófico, executado pela Exma. Sra. Viscondessa de Sande, autora do mesmo. Em algumas das sessões agora realizadas aos Domingos e às 5 ª feiras, que apesar de serem destinadas à formação da corrente, são às vezes utilizadas pelos Mest para as suas comunicações, são obtidas as visitas de Entidades como o Ven. Vivekananda, (que fez comentários sobre o Carnaval que duraram cerca de duas horas, servindo de médium o nosso confrade Rosalvo de Queiroz) do Ven. enviado do Representante do planeta

Saturno, o qual simbolizando Alto Espiritualismo, conduziu uma entidade do "astral inferior", para uma pequena demonstração de mistificação e baixo espiritismo, a fim de que os presentes, ouvindo- o, refletissem sobre suas palavras. Este "elemental" retirou-se gargalhando. De novo apresentou-se a Entidade de Saturno, que falou sobre o ocorrido e retirou-se, após haver abençoado a assistência. Sobre este acontecimento foi pedida a exata interpretação ao Ven Mest Chatergy, o qual desenvolveu com mais pormenores a explicação acima. Em outra sessão manifestaram-se Entidades Egípcias que distribuíram várias mensagens neste idioma, aos Diretores de Dhâranâ e figuras simbólicas recortadas em papel, à mão, e com inexcedível agilidade aos circunstantes. Nesta ocasião foi também entregue uma Mensagem de saudações, para ser enviada ao nosso consócio Prof. Mozart Dias Teixeira. Este ocultista envia constantemente as suas vibrações fluídicas à Dh , em dias de sessão, agradecendo a prece especial que em seu favor é sempre feita na formação da corrente. Este fato tem sido constatado pelos clarividentes presentes. Numa das últimas sessões o Prof. Henrique de Souza pediu ao Ven. Mest Chatergy a letra da prece com que o Nosso Ven. Mest Maha]Choan se apresenta e foi obtida a seguinte resposta: "-[aqui está desenhada uma estrela de cinco pontas] Esotérico: Que as vossas mentes em afinidade com as nossas, vibrando com a palavra sagrada "Dhâranâ", o sol sustenido e o azul do misticismo, subindo gradativamente aos planos astral – mental – Budhico – nirvânico – paranirvânico e maha-paranirvânico, transformando- se no lírio sagrado aos pés do Supremo Arquiteto, desça como uma bênção especial sobre todos vós, que vos achais aqui reunidos e todos os que se acharem em harmonia com Dhâranâ neste momento. Om – Mani – Padme – Hum! Chatergy – Por ordem do Ven. Maha-Choan". Depois de obtida a comunicação de terem sido instaladas as últimas duas sociedades co-irmãs de Dhâranâ da Cadeia Seteira da Confraria Branca dos Bhante-Jaul nas Índias, foi dada a prece de harmonia que põe em afinidade as sete (7) já existentes e que é a seguinte: "Vibremos com os nossos Mestres da Confraria Branca de Bhante-Jaul e com as nossas co-irmãs, creadas no Universo com o fim de auxiliar a Evolução Espiritual das raças. Recebamos a luz que baixa neste momento do Oriente e que vem confundir-se conosco, banhar as nossas mentes sequiosas de Luz, iluminar os nossos olhos espirituais, lavar as nossas impurezas, secar as nossas lágrimas, trazer lenitivo às nossas dores e aflições e conduzir-nos ao Amor Único e Verdadeiro que é a Fraternidade entre os Homens. Oh! Divino Maha-Choan, nosso Venerável Mestre e dirigente Único da Cadeia Setenária Espiritualista do Mundo, vibrai conosco em nome de Padmapane, o Filho de Parabrahm, baixado ao Mundo para instruir e salvar os Homens. Om – Mani – Padme – Hum! Om – Mane – Padme – Hum! Om – Mane – Padme – Hum!" Deste modo, fica aqui lavrada uma descrição resumida, dos principais acontecimentos que se desenrolaram nas sessões da Sociedade "Dhâranâ", que continua desenvolvendo o seu programa, com a assistência benévola e generosa dos nossos Ven. Mestres e as bênçãos misericordiosas do Infinito e Eterno Espírito do Bem. E para constar lavrei esta ata por ordem do sr. Diretor Esotérico Prof. Henrique José de Souza, a qual vai por mim datada e assinada. Niterói, 3 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Ata da Sessão Esotérica da Sociedade "Dhâranâ", realizada no dia 5 de Abril de 1925

Presentes os Srs. Diretores e sócios, às 15 horas, no prédio das residência do Sr. Diretor- Esotérico Henrique José de Souza, à rua de Santa Rosa, 426, em Niterói foi deita a cadeia mágica setenária, no "aposento do Budha" e centralizada pelo "Pentagrama", onde à moda oriental, se instalou para a concentração o Sr. Diretor Chefe, que recitou a novação esotérica dos Bhante-Jaul. Para os demais irmãos foi feita pelo Sr. Diretor Esotérico uma prece adequada. Foi recebida do nosso Ven. Mestr Maha-Choan a seguinte Mensagem: "Edméa, Mãe do Mestre! Mãe! Nome sublime de Amor que o tempo não apaga, estreita nos teus braços este filho e seja, abençoada como foi a santa Virgem Maria! Orion! Nós te bendizemos por teres renunciado às doces delícias do Nirvana, para, baixando a este mundo, absorver um pouco do Karma Universal, numa espontaneidade edificante de Amor e Sacrifício! Salve Brasil! Terra de heróis! Pátria abençoada e fadada a grandes acontecimentos no preparo do caminho para o advento da Luz e progresso da

Humanidade! Nós te saudamos Niterói cidade santa, e pequena, agraciada pela generosidade do

Em nome

a todos os que se acham aqui

presentes

lugar a parte exotérica, que foi iniciada pela continuação de umas palestras sobre a "introdução aos

estudos de Ocultismo", feita pelo se Diretor Exotérico e que consta do livro de Atas respectivo. Terminou a sessão esotérica com a comunicação de um emissário de Vivekananda que disse "ser aquele dia (Domingo de Ramos) destinado ao Amor Universal e principalmente ao perdão dos

inimigos. Que alguns dos presentes ali talvez tivesse desafetos, mas, que devia perdoá-los e até

amá-los!

conselhos, hoje esquecidos, deviam ser incessantemente renovados" e após isto retirou-se. Compareceu novamente o Ven. Maha-Choan para abençoar a assistência e encerrar a sessão. E para constar, lavrei esta ata por ordem do Sr. Diretor-Esotérico Prof. Henrique José de Souza, a qual vai por mim datada e assinada. Niterói, 5 de Abril de 1925 Cícero Bernardino dos Santos, Diretor Exotérico.

Eram estes os conselhos de vinte séculos passados que o Mestre nos dera, estes

Alto para ser o berço de 'Dhâranâ' na cadeia setenária dos sub-focos de Luz, sê bendita!

da Irm. de Bhante-Jaul Eu vos abençôo

a todos que se acham em vibração conosco! (Pausa)" Terminada a cadeia mágica, teve

a todos vós desta corrente

Ata de aditamento à do dia dezoito (18) de Maio de 1924* (*) Engano do Sr. Cícero dos Santos. É em aditamento do dia 21/6/24 Por não terem sido transcritos os sucessos desenrolados no prédio da residência do Sr. Prof. Henrique José de Souza à rua de Santa Rosa n o quatrocentos e vinte e seis (426) em Niterói, são eles agora aqui transcritos de acordo com os rascunhos ora encontrados "Nos dezoito dias do mês de Maio de mil novecentos e vinte e quatro, estando reunidas as pessoas abaixo mencionadas na casa n o 426 da Rua de Santa Rosa, em Niterói, em sessões ou na Segunda parte do Curso de Hipno- Magnetismo do Professor Henrique José de Souza, a qual trata de experiências espiritualistas (Psicologia Experimental) foi a Senhorita Osiris Collens, apoderada de um espírito denominada "Liziara", sacerdotisa hindu, a qual, depois de Ter feito um ritual especial, em frente de uma

imagem de Budha, existente em compartimento contíguo à sala, fez com que todos os presentes tirassem os calçados e depois, fez uma defumação própria sobre todos os assistentes, sendo que para

o Sr. Henrique José de Souza ela fez um ritual especial. Depois disso tomou poses especiais e bailou

pelo sistema hindu e aproximando-se do Professor Henrique J. de Souza, convidou-o a entrar no gabinete onde se acha a dita imagem de Budha. O Professor Henrique J. de Souza foi apoderado de uma entidade hindu, que já tinha sido apercebida dentro do aposento e, fez ver que todo aquele ritual tinha sido ordenado por ele a fim de poder baixar e dizer o que de há muito desejava, isto é:

que em todas as partes do mundo já existem sociedades em harmonia ou relação com a Confraria Branca do Himalaia ponto culminante ou dínamo poderoso, de onde são dirigidas as correntes e mensagens dos Mestres, que dirigem o nosso planeta e que ao Brasil cumpria a incumbência, aos que ali se achavam reunidos e como cabeças principais: o professor Henrique José de Souza e o Tenente Colens, de recebê-las e transmiti-las. Que fazia questão de que essa sociedade tivesse início no mais breve prazo possível e que os fatos ali desenrolados não fossem divulgados aos profanos e que desde já, em todas as nossas reuniões se desse começo por uma corrente ou cadeia mental. Depois disso abençoou à assistência e retirou-se. Fazendo às vezes de secretário, escrevi e assinei com meu próprio punho essa declaração ou ata, para que se registre nos respectivos livros da Sociedade. Helena G. de Souza" Pela cópia está conforme Cícero Bernardino dos Santos, Diretor Exotérico.

Ata de aditamento à ata anterior.

"Que a vossa Mente, palavras e atos estejam sempre em harmonia com os dos Mestres que dirigem

a Confraria Branca. Achei do meu dever dizer mais alguma cousa sobre a Sociedade que tendes de

fundar. Por enquanto as sessões e tudo o mais serão feitos no vosso lar, mesmo porque os Mestres apreciam a paciência. É preciso que o Sacrifício e a Paciência entrem em ação para que a Vossa

Obra seja melhor aceita por Eles. Portanto não deveis esperar que por encanto, as moedas reluzentes caiam do céu para complemento da Obra que ides encetar. Coragem, calma, paciência, resignação, porém, muita força de Vontade e Fé Constante. A Sociedade deverá ter o nome de Dhâranâ ou seja "a intensa e perfeita concentração da mente em algum objeto interno acompanhada de uma completa abstração de todas as coisas pertencentes ao Universo exterior ou o mundo dos sentidos." As correntes serão feitas por sete (7) membros indicados por nós, todos descalços, defumados pelo Chefe e com túnicas brancas e cordão da mesma cor na cinta e não capas de cores de acordo com planetas. Vós tendes de estar de acordo conosco e não com os astros. Porém esse ritual é para quando já houver o Templo ou outro recinto apropriado às cadeias mentais e assim que seja fundada a Sociedade. O Templo não deve ter ídolos e sim símbolos ocultos e querendo pinturas dos Iniciados. Eles estarão sempre convosco independente dessas exterioridades. Por enquanto é tratar de fazer uma reunião especialmente com o fim de fundar a Sociedade e lavrar a ata. O resto virá aos poucos. O que temos pressa é da undação. Todos os Iniciados eram o protótipo da Paciência e resignação. Por isso mesmo deveis ser assim com todos. Adeus. Sempre convosco e que as "

vibrações de lá possam sempre estar em harmonia convosco. (assinado:) K conforme. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Pela cópia está

Ata da Sessão do dia 9 (Quinta-feira) de Abril de 1925 (Semana Santa)

Antes de terminar, digo: de se iniciar a corrente mental setenária, por ocasião do jantar da família do Sr. Professor Henrique J. de Souza no meio da refeição este senhor recebeu a seguinte comunicação: "Não se consagra um Mestre sem Ter recebido o 8 o grau; é isso que ides receber (assinado), digo: Preparem-se. (assinado) Chatergy." Esta comunicação determinou a preparação para o acontecimento, o qual tivera o seu início numa Quinta-feira de Março de 1925, pois nesta ocasião o Sr. Henrique José de Souza recebeu já em sessão a seguinte ordem: "É de suma importância para "Dhâranâ" que seu Chefe vá em astral à Confraria Branca. Já tendo ido a do Egito precisa passar por um ritual especial a fim de estar em condições de consagrar o Mestre no dia 19.

Ele que entre para o Gabinete Santuário se ponha deitado de bruços e faça desdobramento. A irmã Aurora de frente a porta, sentada à oriental e de cada lado do corpo as Irmãs: Helena e Alzira. Muita concentração. Quando tiver esgotado um prazo de 7 minutos a Viscondessa ou melhor a Irmã que toca, executará o Hino Teosófico, a fim de que ele volte. Muito cuidado e silêncio. (assinado:) Chatergy" À vista, pois, do aviso, o Sr. Diretor-Chefe de "Dhâranâ", às 19 horas e 45 minutos recolheu-se ao gabinete Santuário, onde com os acessórios do ritual oriental, fez o seu desdobramento ladeado pelas irmãs Alzira e Helena, estando à porta de entrada a irmã Aurora,

executando a Exma. Sra. D. Ambrosina

mágica setenária pelo sr. Diretor Exotérico. Acabado este cerimonial que durou cerca de um quarto de hora, teve lugar o prosseguimento dos preparativos de cousas e pessoas para o dia 19. Estiveram

presentes a esta sessão os pais do menino Orion e este, sendo todos recebidos e abençoados pelo

nosso Ven.

pressentido o desdobramento da Exma Sra. D. Edmée Castello Branco, mão de Órion, que se

achava com as demais pessoas que tomarão parte na cerimônia do dia 19, presente no Gabinete

Santuário. Após este cerimonial foi pelo "médium" Rosalvo de Queiroz recebido o Ven.

Yogi Vivekananda que relembrando a comemoração do dia da Paixão de Christo fez o panegírico do divino Mestre e em êxtase distribuiu os presentes – Eucaristia Espiritual. Após esta tocante solenidade realizada no meio da maior concentração e fé compareceu uma entidade que pelos circunstantes clarividentes foi tomada como o Professor Mozart Dias Teixeira nosso consócio, que fez "passes" magnéticos, distribuiu receitas e conselhos. Às 23 horas terminou esta sessão, da qual por ordem do Sr. Diretor Chefe lavrei a presente ata que vai por mim datada e assinada. Niterói, 9 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

L. B. Correia o hino Teosófico e feita a corrente

Mestre Maha-Choan, que compareceu incorporando-se ao Diretor Chefe. Foi

Mestre

Ata do dia 12 de Abril de 1925, da sessão realizada na Sociedade Dhâranâ.

Aos doze dias do mês de Abril de mil novecentos e vinte e cinco na sede provisória da Soc. à rua de Santa Rosa, número quatrocentos e vinte e seis em Niterói, às três horas da tarde com

Maha-Choan, que determinou o

Dh.

regular número de sócios, iniciou-se a sessão esotérica, com a formação da cadeia mágica setenária,

dirigidas pelo Sr. Diretor Chefe Henrique José de Souza, que proferia a invocação esotérica de

Bhante-Jaul. Terminada esta, foi recebida a comunicação do Ven.

uso obrigatório da faixa iniciática do 3 o grau ao Sr. Diretor Chefe e que se desse conhecimento aos sócios desta cerimônia, explicando-lhes o porque da mesma. Pelo sr. Diretor exotérico foi dado cumprimento à determinação sendo então executado o hino teosófico e ouvido de pé, enquanto o Sr. Professor Henrique José de Souza se dirigia à sua cadeira de Presidente, sob a nova investidura

iniciática. Fato digno de nota: pelo Sr. Dr. Castello Branco foi relatado, com o testemunho de várias pessoas que assistiram a descrição que lhes fizera a esposa de: "haver também se desdobrado, por

ocasião da realização deste fenômeno, por parte do Prof.

corrente ano e havê-lo acompanhado em 'astral', através os longos areais de uma grande praia até a base de um enorme rochedo, onde se abria para o subterrâneo, uma entrada sem porta, mas, com uma pedra, que se abrira ou se deslocara, para deixar passar o 'corpo astral' do Sr. Henrique José de Souza e fechando-se em seguida, deixando-a do lado de fora. Ainda pode ela constatar a presença, na entrada da gruta, de uma espécie de porteiro trajado à moda egípcia." Deu-se prosseguimento às palestras sobre "Introdução ao Estudo do Ocultismo" pelo Sr. Diretor Exotérico, que segundo o

ritual, proferiu as palavras do lema social de Dhâranâ antes de começar. Em seguida, o Sr. Diretor- Chefe, continuou com o cerimonial de consagração de objetos e pessoas, que servirão no dia 19 de Abril, consagrando, (após a "conjuração dos quatro elementos") o sal, a cinza, o ar, a terra e a água, a espada, a bagueta, o pentáculo, o incenso e o fogo e à parte: a estrela de 7 pontas (planetárias), para a formação das correntes mágicas de Dhâranâ. A sessão exotérica consta do livro de atas respectivo. Cumpre salientar que este último pentáculo acima descrito: a estrela de sete pontas para

uso esotérico de Dhâranâ, foi uma lembrança ofertada pelo nosso incansável Irm.

Mesquita. E para constar lavrei esta ata por ordem do Sr. Diretor Chefe, a qual vai por mim datada e

Sr, João Ávila de

Henrique de Souza, no dia 9 de Abril do

assinada. Niterói, 12 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Aditamento à presente ata.

Havendo dúvidas sobre o uso e feitio da faixa iniciática do 3 o grau conferido ao Sr. Prof. Henrique José de Souza, este consultou e recebeu a seguinte comunicação psicográfica: "Irmão Henrique, a faixa que tendes de usar é Azul e Amarela, com um D no centro ou emblema de Dhâranâ. O Ven.

Maha-Choan foi quem ordenou. Eu estou sempre à tua disposição prezado Ir. (assinado:) Chatergy." Niterói, 12 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Até sempre.

Ata da Sessão Esotérica realizada no dia 19 de Abril de 1925, na sede provisória da Socied. à Rua de Santa Rosa n o 426, em Niterói

Dh.

Por determinação dos nossos Vens.

Mestres, sendo de caráter extarordinário esotérico, esta

sessão , foi a mesma lançada num livro de Atas especial (de número 3) e que será, de hoje por diante, para receber detalhadamente toda a descrição das solenidades daquela característica. Niterói, 19 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Ata esotérica da sessão da Sociedade "Dhâranâ" no dia 23 de Abril de 1925

Às oito horas da noite, presente elevado número de sócios, foi feita a corrente mágica

setenária, sob os auspícios dos Ven.

foram feitas as preces da Conf.

da Conf.

também numa só. Para não quebrar porém a corrente setenária, serão creadas mais duas Ramas:

uma na Rússia e outra, provavelmente na Inglaterra. Esta, porém ainda em observações pela Conf. Por enquanto, são estas as comunicações permitidas. De futuro outras serão transmitidas, dependendo isto das necessidades do mundo e do progresso pessoal dos homens. Eu vos abençôo

em nome do Pai meus amados Irm.

não conhecida, que fez uma prece, que não pode ser apanhada, apesar da beleza que parecia

encerrar. Tivemos então a presença do ven.

esta denominação e dando os sinais ritualísticos de Iniciado. Disse "que não déssemos muita

importância ao que dele disse Alexandre Dumas. Que mais tarde tudo seria mais ou menos revelado

e compreendido e que por enquanto fôssemos nos aperfeiçoando, pois disto, principalmente,

dependia a oportunidade destas e de outras revelações. Em seguida abençoou a toda a assistência retirando-se." Foi intérprete mediúnico destas entidades, o Sr. Diretor Chefe Henrique José de

Souza, que tendo dúvidas sobre a identidade, que não fora reconhecida, por ocasião da prece, pediu

e obteve, psicograficamente, a seguinte resposta: "Ego sum qui sum: Venho lembrar o que disse:

quem fez a prece foi o grande Cavahyama o futuro Instrutor, quando receber o Budha Celeste, 2000 anos após a vinda do Senhor Maytreia. Ele convive conosco e prega em toda a Índia, já tendo estado

no Egito, Turquia, Grécia, etc

Deus seja convosco." Nesta ocasião baixou uma entidade ainda

Mestres da Confraria Bhante-Jaul. Pelo Ven.

Maha-Choan

Br.

E dada a seguinte comunicação: "Brevemente as duas Ramas

Br.

Da Índia serão convertidas numa só, bem assim as duas do Egito, que se fundirão

Justus et Perfectus, que faz sempre anunciar-se sob

Sempre convosco, amados amigos e irmãos. Justus et Perfectus."

Também psicograficamente recebeu o Sr. Diretor-Chefe o seguinte esclarecimento: "Paz, Luz e Progresso. Por enquanto a Sociedade não pode dar ensinamentos seriados, já pela confusão

a não ser que tivesse mais de três professores, já porque não há espaço

suficiente. Além disso, bem poucos são aqueles que desejam aprender. Para alcançar esta etapa, é

necessário muita força de vontade – o querer constante e o grande período de Obediência. Por enquanto é preciso dar-lhes a Educação Pessoal, para que se tornem homens Superiores. Da semente lançada a colheita será ínfima, mas, sempre será uma colheita. Uns trabalham pela Obra por amor sincero. Outros trabalham por vaidade ou cousa semelhante. Mas o fato é que todos trabalham. O que é conveniente saber é que todos os da corrente efetivos e substitutos têm que

aprender a Educação Pessoal e sujeitarem-se com carinho e obediência a todos os ensinamentos. É desses que sairão alguns iniciados. Os demais que façam o que quiserem ou puderem

consócios

de que os amamos do mesmo modo. Até sempre. Chatergy."

Nessa mesma sessão foi lida pelo Sr. Secretário Dr. Augusto Souto e aprovada, a Ata Esotérica Extraordinária das Solenidades realizadas no dia 19 p.p., e em seguida assinada pelas pessoas que compareceram neste dia à "Dhâranâ". O Sr. Dr. Antonio Castello Branco, no fim da sessão, recebeu uma Entidade que com grande esforço para se expressar em português, assim começou a falar: "A colina de Juno é catarginesa. Venho lembrar que Dhâranâ é uma Sociedade que exige a máxima

seriedade e o mais rigoroso respeito. Quem não estiver bem intencionado ao vir para aqui, não deve entra. As perturbações ocasionadas pelas mentes destas pessoas, impedem as manifestações dos que desejam comunicar-se." E prosseguindo nesta série de considerações falou sobre o casamento relembrando o aspecto religioso que os nossos confrades Paulo Heynard e sua esposa lhe haviam

dado, realizando-o religiosamente na Sociedade "Dhâranâ" no dia 19 de Abril p.p

muito aos presentes que se acautelassem contra a "magia negra", pois o ambiente de "Dhâranâ" não deveria ser manchado com aquelas horríveis vibrações. Em seguida chamou os "sofredores" em que fez "passes". E mandando aos assistentes que se levantassem abençoou-os e retirou-se. E para constar lavrei esta ata por ordem do Sr. Diretor-Chefe Henrique José de Souza, a qual vai por mim datada e assinada. Niterói, 23 de Abril de 1925. Cícero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

Recomendou

Ata da sessão esotérica da Sociedade Dhâranâ, realizada no dia 26 de Abril de 1925.

Por Ter sido de caráter extraordinário, esta sessão foi a mesma por ordem do Diretor-Chefe transcrita no Livro n o 3 respectivo. E para que conste regularmente tal determinação, fica a mesma aqui consignada. Niterói, 27 de Abril de 1925 Cicero Bernardino dos Santos Diretor Exotérico

Ata da sessão esotérica do dia 3 de Maio realizada na Sociedade "Dhâranâ". 1925 (Domingo) Às 15 horas (3 da tarde) presente grande número de sócios, à rua de Santa Rosa n o 426 (Niterói) sede provisória da Sociedade "Dhâranâ", foi feita a cadeia mágica setenária, depois da abertura da sessão em nome dos Mestres e cumprido o cerimonial ritualístico do atual costume. Foram feitas as preces da Confraria Branca de Bhante-Jaul e a prece mental de "Dhâranâ", de acordo com as novas determinações em vigor. Prosseguiu-se com as explanações sobre o estudo do

Ocultismo conforme consta do livro de Atas Exotéricas (n o 1). Foi constatada a presença astral de 7

Ven. Mest da Conf. Br.

desdobramento do Diretor-Chefe de "Dhâranâ" para ir às Conf.

solenidade, de acordo com a praxe estabelecida tocando a Ex ma. Sra. D. Ambrosina Correia o Hino Teosófico de sua composição, enquanto o Professor Henrique José de Souza, no centro da tríade

formada pelas sacerdotisas Aurora, Helena e Altair, fazia o seu "desdobramento". Após um quarto de hora terminava este ritual dirigido pelo Sr. Diretor Exotérico. Antes dele realizar-se foi tocado o Hino "Dhâranâ" em homenagem aos Mestres presentes. Nesta mesma sessão os nossos Vens. Mestres prosseguiram com o desenvolvimento da nossa irmã Helena e da irmã tutelada Altair, pois

esta, por intermédio do seu instrutor Ven.

obrigando a primeira a executar dois bailados típicos indiano e egípcio, sendo que num deles, no quarto santuário, a irmã Helena formou a "flor de lótus". Esta lenta aprendizagem, para desenvolver estas duas irmãs auxiliares, vem sendo feita em dias da semana, que não são os da sessão de "Dhâranâ", no seio da família do Sr. Diretor-Chefe por ocasião da prece mental da Sociedade (8

horas). Assim aconteceu no dia 27 de Abril de 1925 conforme Ata Especial exarada no Livro n .º 3 e assinada por todos os membros da família que se achavam presentes, (pág. 11 v., 12, 12 v. e 13) e no dia 1 de Maio (Sexta-feira) de 1925, onde a menina Altair teve um pequeno deslumbramento

ocasionado pela "Luz Astral", o que determinou a vinda dum Ven. da Conf.

Saturno que explicou a razão do embaraço em que ficou aquela nossa irmã tutelada. E para que fiquem tais fatos consignados para uso e governo ocultos da Sociedade Dhâranâ lavrei esta ata que vai ainda por mim datada e assinada. Niterói 3 de Abril de 1925, digo de Maio de 1925 Cicero Bernardino dos Santos, Diretor Exotérico.

De B – J

sendo quatro de Egito e três das Índias, sendo exigido o

Br.

nas Índias. Foi executada esta

Mest.

_jerib, prosseguiu tal desenvolvimento,

Branca Rep.

De

Em aditamento a esta Ata e por determinação do Sr. Diretor-Chefe Henrique José de Souza, que recebeu ordens neste sentido, de hoje em diante na Sociedade "Dhâranâ", deverá ser cumprido o seguinte ritual: 1 º Todas as sessões dominicais serão finalizadas com o "Hino Teosófico"; 2 º Sempre que for constatada a presença dos nossos Mestres, sós ou incorporados, tocar-se-á o "Hino Dhâranâ" que será ouvido de pé; 3 º Serão efetuadas sessões solenes, nos dias 3, 9 e 27 de cada mês, a começar do mês de Maio de 1925, datas estas consagradas pela Confraria Branca dos Bhante-Jaul, nas Índias, para semelhante comemoração. Niterói, 3 de Maio de 1925. Cicero Bernardino dos Santos, Diretor Exotérico.

Ata esotérica da sessão da Sociedade "Dhâranâ" realizada no dia 7 de Maio de 1925 (Quinta- feira).

À hora esotérica foi feita a corrente mágica setenária da Conf.

Br.

De Bhante-Jaul, tendo

da Rama do Egito, que nos trouxe os seus votos de Paz, Luz e

Progresso e a bênção dos nossos Mestres. Houve música e bailado mediúnico pelo Prof. Henrique José de Souza Diretor-Chefe e senhorita Helena de Souza, Sacerdotisa e Zeladora do templo Dh.

assistida pela Sacerdotisa tutelada Altair Souza. O Sr. Diretor Esotérico, ainda com passes

magnéticos, desenvolveu, favorecendo as mediunidades da Senhorita Yara Hungria e M me. Clelia Goulat, que executaram os primeiros compassos coreográficos, das danças orientais. O Ven.

Mestre "Justus" em nome da Conf.

instrutiva feita pelo Diretor-Exotérico e a proposta de um voto de protesto formal e veemente contra os ataques por parte de certa imprensa do Rio de Janeiro contra o nosso consócio Prof. Mozart Dias Teixeira e contra o Sr. Prof. Maximus Neumayer, conhecido psicoterapeuta, conforme consta da

respectiva Ata Exotérica (Livro n o 1). E para fiel conhecimento e observância da Sociedade Dh. lavrei esta ata para o seu uso e governo ocultos, que vai por mim datada e assinada. Niterói, 7 de Maio de 1925. (Quinta-feira) Cicero Bernardino dos Santos. Diretor Exotérico.

se dignado aparecer um Ven.

Mest.

Br.

De Bhante-Jaul abençoou a assistência. Houve a palestra

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