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ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇAO


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS – UNEAL
CAMPUS I - Arapiraca

Projeto Pedagógico do Curso de


Licenciatura em História
versão 2017

Campus I - Arapiraca

Arapiraca/AL, 2017
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
2

Coordenador do Curso:

Prof. Ms Gladyson Stelio Brito Pereira

Relação Nominal dos Integrantes do Colegiado do Curso:

Nome do Docente
Alice Virginia Brito de Oliveira
Antônio Barbosa Lúcio
Aldemir Barros da Silva Junior
Clébio Correia de Araújo
Edson José de Gouveia Bezerra
Francisco Soares Pinto
Gladyson Stélio Brito Pereira
José Carlos Pessôa de Melo
José Carlos Valério
Luiz Gomes da Rocha
Marcus Roberto Santos
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CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
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Sumário

1. DADOS FORMAIS DO CURSO ....................................................................... 6


2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ...................................................... 7
2.1 - Missão Institucional ........................................................................................... 9
2.2 - Finalidades Institucionais .................................................................................. 9
2.3 - Objetivos da UNEAL ....................................................................................... 11
2.4 - Endereço de funcionamento dos Campus: ..................................................... 11
2.5 - Atos Legais Institucionais ............................................................................... 12
3. CONCEPÇÃO DE CURSO ............................................................................ 13
3.1 - Apresentação do Curso .................................................................................. 13
3.2 - Justificativa ..................................................................................................... 13
3.3 - Perfil e Objetivo do Profissional a ser formado ............................................... 14
3.4 - Perfil do Egresso............................................................................................. 15
3.5 - Competências e Habilidades .......................................................................... 16
3.6 - Campos de Atuação Profissional .................................................................... 16
3.7 - Objetivos do Curso ...................................................................................... 17
3.7.1 - Objetivos Gerais .......................................................................................... 17
3.7.2 - Objetivos Específicos ................................................................................... 17
3.8 - Habilidades e Competências .......................................................................... 18
3.8.1 - Gerais .......................................................................................................... 18
3.8.2 - Específicas................................................................................................... 19
4. ESTRUTURA DO CURSO ............................................................................. 20
4.1 - Regime Acadêmico ......................................................................................... 20
4.1.1 - Modalidade de Ensino .............................................................................. 20
4.1.2 – Flexibilização na modalidade de oferta de disciplinas ............................. 21
4.1.2.1 - Operacionalização da oferta de disciplinas online ................................. 23
4.2 - Organização Curricular ................................................................................... 24
4.3 - Matriz Curricular.............................................................................................. 25
4.3.1 - Disciplinas Obrigatórias ............................................................................... 26
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4.3.1.1 - Formação Profissional .............................................................................. 32


4.3.1.1.1 - Formação em História ............................................................................ 32
4.3.1.1.1.1 - História do Brasil ................................................................................. 32
4.3.1.1.1.2 - História Geral ...................................................................................... 33
4.3.1.1.1.3 - Teoria e Métodos da História .............................................................. 33
4.3.1.1.2 - Formação Geral ..................................................................................... 34
4.3.1.1.3 - Formação Pedagógica ........................................................................... 34
4.3.1.1.4 - Estágio Supervisionado ......................................................................... 35
4.3.1.1.5 - Atividade Complementar ........................................................................ 36
4.3.1 1.6 - Distribuição das Diversas Áreas de Formação ...................................... 36
4.3.2 - Disciplinas Optativas e Eletivas ................................................................... 37
4.4 - Estágio Supervisionado .................................................................................. 39
4.4.1 - A redução da Carga Horária do Estágio Supervisionado ............................. 40
4.5 - Estágio curricular não obrigatório ................................................................... 40
4.6 - Atividades Complementares ........................................................................ 41
4.7 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ..................................................... 42
5. AVALIAÇAO DO DESEMPENHO .................................................................. 43
5.1 - Sistema de Avaliação Discente....................................................................... 44
5.2 - Reposição de nota .......................................................................................... 45
5.3 - Frequência ...................................................................................................... 45
5.4 - Critérios de Aproveitamento e Equivalência de Disciplinas e Estudos ........... 46
5.5 - Avaliação Docente .......................................................................................... 46
6. FORMAS DE INGRESSO .............................................................................. 48
7. ATIVIDADES ACADÊMICAS ......................................................................... 49
7.1 - Monitoria ..................................................................................................... 49
7.2 - Iniciação Científica, Núcleos de Pesquisa e Grupos de Estudos ............. 49
7.3 - Extensão ..................................................................................................... 50
7.4 - Programa de Iniciação à Docência ................................................................ 50
8. QUADRO DE PROFESSORES EFETIVO ..................................................... 51
9. EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS .......................................... 53
9.1 Disciplinas Obrigatórias .................................................................................... 54
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1º PERÍODO ........................................................................................................... 55
2º PERÍODO ........................................................................................................... 67
3º PERÍODO ........................................................................................................... 83
4º PERÍODO ......................................................................................................... 100
5º PERÍODO ......................................................................................................... 117
6º PERÍODO ......................................................................................................... 133
7º PERÍODO ......................................................................................................... 150
8º PERÍODO ......................................................................................................... 169
9.2 Disciplinas Optativas ....................................................................................... 185

1.
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DADOS FORMAIS DO CURSO

1 Denominação do curso História

2 Modalidade oferecida Licenciatura

3 Título acadêmico conferido Licenciado em História

4 Modalidade de ensino Presencial

5 Regime de matrícula Semestral

6 Tempo de integralização 8 anos (16 semestres)

7 Carga horária mínima 3.200 horas

8 Número de vagas oferecidas por 40


processo seletivo
9 Duração mínima do Curso 4 anos (08 semestres)

10 Número de entradas 1 - Anual

11 Turno de funcionamento Noturno

12 Endereço do curso Rua Governador Luiz Cavalcante, s/nº -


Arapiraca – AL
13 Forma de ingresso  Vestibular
 ENEM/SiSU
 Transferência
 Reopção de curso
 Portador de diploma
14 Atos legais de autorização,  Resenha do Pleno Extraordinário de
reconhecimento e renovação de 18/10/2011; Parecer nº 137/2011 –
reconhecimento do curso CEE/AL;
 Resolução nº 42/2011 – CEE/AL,
publicada no Diário Oficial do Estado em
03/11/2011;
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2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

A Universidade Estadual de Alagoas origina-se da antiga Fundação Educacional do


Agreste Alagoano (FUNEC), criada em meados da década de 1970 constituindo sua sede
no município de Arapiraca. Posteriormente foi constituída como mantenedora da
Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca - FFPA. Na década de 1990,
Alagoas ainda possuía expressiva carência de instituições de ensino superior em seu
território, sobretudo no interior do estado. A maior parte das vagas em cursos superiores
eram ofertadas em instituições localizadas majoritariamente na capital alagoana, Maceió,
e mesmo assim, distribuída em poucas faculdades e universidade. Porém, até 1996,
Alagoas já vivenciava uma ampliação na oferta de vagas e instituições de ensino superior,
seja privada ou mesmo pública. Após esta fase que perdurou até os anos 1990, em que
FUNEC era ainda uma instância privada desde sua criação nos anos 1970, foi
incorporada ao executivo estadual, por meio da Lei Estadual n.º 5.119 de 12 de janeiro
de 1990, transformando-a, assim, em pessoa jurídica de direito público. As despesas
decorrentes de pagamento de professores e manutenção da própria instituição estariam
garantidas com a execução desta Lei. Nos dias 11 e 14 de março de 1991, através dos
Decretos Governamentais de números 34.830 e 34.877, os funcionários, os Servidores do
Quadro de Pessoal da Fundação do Agreste Alagoano – FUNEC foram enquadrados no
Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado (Lei Estadual n.º 1.806, de 18 de
setembro de 1954), sendo publicado no Diário Oficial do Estado de Alagoas nos dias 12 e
15 de março desse de 1991.
Suas atividades, majoritariamente, eram em cursos de licenciatura. Inicialmente
funcionou ofertando as antigas licenciaturas de curta duração, e posteriormente as
plenas.Com o funcionamento das Licenciaturas Plenas, a instituição passou também a
oferecer formação complementar aos egressos dos cursos de “Curta Duração”.
Assim, como instituição especializada em termos funcionais, a FFPA operou
dinamicamente apenas em nível de saber relacionado com a qualificação técnica
necessária à formação de profissionais para o Magistério da educação básica, apesar de
ter sido criada para atender à classe trabalhadora, o que justifica sua opção pelo horário
noturno. Porém, no que tange à sua interação com a sociedade, sofreu influências das
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elites, cujo desinteresse na instituição se expressou também nas relações de poder no


Estado, de modo que mesmo em se tratando de uma instituição voltada à produção de
conhecimento e da ciência, funcionou de forma precária sem o mínimo possível de
condições físicas, materiais, financeiras e humanas para alcançar seus objetivos e
realizar sua função social.
Após a estadualização da FUNEC, o que, de certa forma fortaleceu a FFPA ao
implantar a oferta do ensino gratuito à nível superior, suas portas se abriram para a
expansão, abrangendo várias regiões do estado com a criação de novas faculdades e
campus. Em Santana do Ipanema foi criada a Escola Superior de Ciências Humanas,
Físicas e Biológicas do Sertão (ESSER); em Arapiraca ampliou o atendimento em sua
sede criando a Faculdade de Administração, Ciências Contábeis, Jurídicas e Sociais
do Estado de Alagoas (FAJEAL).
Em 1995, criou no município de Palmeira dos Índios, por intermédio da Lei
Estadual n.º 5.606 de 26 de janeiro de 1995, a Escola Superior de Ciências Humanas e
Econômicas de Palmeira dos Índios (ESPI). Esta deveria ter ofertado inicialmente os
cursos de Ciências Econômicas e Pedagogia. No entanto, esses cursos não foram
autorizados para funcionar sob justificativa de que não atendiam às demandas de
mercado de trabalho da região. Mesmo assim, a ESPI continuou funcionando, porém,
desenvolvendo suas atividades de forma vinculadas à FFPA. Não possuía uma sede
própria em Palmeira dos Índios, porém, funcionando em uma escola, ofertou cursos de
Letras com habilitação em Português/Inglês e Português/Francês; Estudos Sociais, com
habilitações em História e Geografia; Ciências, com habilitação em Biologia, Química e
Matemática. Teve respaldo do Conselho Estadual de Educação, que em dezembro de
1994 já havia concedido autorização para seu funcionamento como extensão da FFPA,
ampliado a oferta de vagas de cada curso, de 60 para 100. Autorizou a oferta 50 vagas
em cada curso de Arapiraca, e 50 vagas em cada curso em Palmeira dos Índios.
Após o processo de estadualização e ampliação de suas atividades, em 1995, a
antiga Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca – FFPA, com a Lei
Estadual n.º 5.762, de 29 de dezembro de 1995 teve seu nome alterado para Fundação
Universidade Estadual de Alagoas - FUNESA. A antiga estrutura de faculdade passa a
gozar das prerrogativas de universidade em termos de função social e serviços
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oferecidos, pressupondo inclusive, a integração entre ensino, pesquisa e extensão. E


posteriormente, novos campus foram construídos em outros municípios alagoanos, a
exemplo de São Miguel dos Campos (1998), União dos Palmares (2006) e Maceió (2012).
De fato, a criação desta instituição contribuiu para fomentar a formação profissional
dos professores de toda região do Agreste e Sertão alagoanos, abrangendo ainda
municípios do estado vizinho, Pernambuco. Atendia a uma demanda não somente de
professores para o interior, como também por profissionais que ocupavam cargos
burocráticos em serviços públicos e privados, ou mesmo atividades no comércio.
Em 2006, o Conselho Estadual de Educação, por meio do Parecer n.º 100/2006,
credenciou a FUNESA como UNIVERSIDADE, sendo para isso necessário uma
reestruturação administrativa da Instituição, que foi realizada pelo Governo do Estado de
Alagoas, pela Lei n.º 6.785/2006, de 21 de dezembro de 2006. Logo em seguida, em 27
de dezembro do mesmo ano, teve seu Estatuto aprovado pelo Decreto n.º 3.538,
passando de Fundação a Autarquia, sendo, por isso, necessário alterar sua denominação
para UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS - UNEAL.

2.1 - Missão Institucional

A nossa missão é investigar, produzir e transmitir conhecimento para formar


profissionais éticos e competentes que atuarão na sociedade, contribuindo para
solucionar problemas locais e regionais, visando ser uma Universidade reconhecida como
polo de referência em Educação, Tecnologia e Desenvolvimento.

2.2 - Finalidades Institucionais

 Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do


pensamento reflexivo;
 Promover, de forma indissociável, o ensino, a pesquisa e a extensão e aperfeiçoar
a educação superior nos diferentes campos do conhecimento;
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 Aplicar-se ao estudo da realidade brasileira, em busca de soluções para os


problemas do desenvolvimento social e econômico, contribuindo com os recursos à
sua disposição para o desenvolvimento do bem–estar social;
 Integrar-se às regiões em que está inserida, pela extensão da educação, da
pesquisa e da atividade de prestação de serviços especializados à sociedade e
estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
 Formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção
em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da ciência, da
tecnologia, da criação e difusão da cultura, promovendo a educação através da
formação de valores para a humanização da sociedade;
 Participar do processo científico, cultural e técnico e de atividades que promovam a
difusão do conhecimento e o entendimento do ser humano e do meio em que vive;
 Promover o desenvolvimento das ciências, letras e artes;
 Cooperar com entidades públicas e privadas, no campo do ensino, da pesquisa e
da cultura, mediante convênios aprovados pelo conselho superior da instituição;
 Constituir-se em fator de integração e de promoção dos conhecimentos culturais,
científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o
saber através do ensino, de publicações e de outras formas de comunicação;
 Cooperar com outras instituições acadêmicas, científicas, culturais e educacionais
do Estado, da região, do país e do mundo;
 Ministrar ensino gratuito para a formação de profissionais e especialistas
indispensáveis ao desenvolvimento político, econômico e social de Alagoas, do
Nordeste e do país;
 Garantir a publicidade e gratuidade em todos os níveis das atividades
desenvolvidas;
 Garantir a capacitação, atualização e o aprimoramento dos seus corpos docente e
técnico-administrativo, considerando as especificidades das ocupações previstas.
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2.3 - Objetivos da UNEAL

 Ministrar educação de nível superior de qualidade consoante aos anseios da


sociedade alagoana com vistas ao aprimoramento científico, econômico e
cultural;
 Ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, objetivando a
capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização de
profissionais;
 Realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções
científicas, estendendo seus benefícios à comunidade;
 Desenvolver atividades de extensão de acordo com os princípios e finalidades da
educação superior, em articulação com o mundo do trabalho e os segmentos
sociais, e com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos
científicos e tecnológicos;
 Estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda
e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico
local e regional; e
 Ministrar em nível de educação superior cursos de pós-graduação lato sensu de
aperfeiçoamento e especialização, visando à formação de especialistas nas
diferentes áreas do conhecimento; e cursos de pós-graduação stricto sensu de
mestrado e doutorado, que contribuam para promover o estabelecimento de
bases sólidas em educação, ciência e tecnologia, com vistas no processo de
geração e inovação científica e tecnológica.

2.4 - Endereço de funcionamento dos Campus:

 Campus I – Arapiraca
Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N - Alto Cruzeiro Arapiraca - AL, 57.312-270

 Campus II - Santa do Ipanema


BR 316, km 87,5 – Bebedouro, CEP 57.500-000 – Santana do Ipanema – AL
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 Campus III - Palmeira dos Índios


Rodovia AL 115, Km 03, Graciliano Ramos, Palmeira dos Índios - AL

 Campus IV - União dos Palmares


Campus em Construção

 Campos V - São Miguel dos Campos


Praça Nossa Senhora dos Prazeres s/n, Bairro de Fátima, S. Miguel dos
Campos/AL

 Campus VI - Maceió
Rua Cônego Machado, 1074 Farol Maceió – AL

2.5 - Atos Legais Institucionais

 Lei Municipal nº 719/70, de 13 de outubro de 1970 – Cria a Fundação


Educacional do Agreste Alagoano – FUNEC

 Lei Estadual nº 5.119, de 12 de janeiro de 1990 - Estadualiza a FUNEC que,


passa a posteriormente a denominar-se Fundação Universidade Estadual de
Alagoas – FUNESA.

 Lei Estadual n.º 5.762, de 29 de dezembro de 1995 – Altera o nome de FUNEC


para Fundação Universidade Estadual de Alagoas - FUNESA

 Lei Estadual nº 6.785/2006, de 17 de outubro de 2006 – Transforma a Funesa em


Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL
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3. CONCEPÇÃO DE CURSO

3.1 - Apresentação do Curso

Nome do Curso Licenciatura Plena em História

Endereço de Funcionamento Rua Governador Luiz Cavalcante, s/n


Alto do Cruzeiro
Arapiraca - AL
Atos Legais - Resenha do Pleno Extraordinário de
18/10/2011; Parecer nº 137/2011 –CEE/AL;
- Resolução nº 42/2011 –CEE/AL, publicada
no Diário Oficial do Estado em 03/11/2011;
Conceito Preliminar de Curso - CPC 3,0 (ENADE – INEP - 2014)

Conceito de Curso - CC 4,0 (2014)

3.2 - Justificativa

Este projeto pedagógico se justifica por ter como princípio básico o entendimento
de que uma universidade se constrói na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e
Extensão. O ensino da História convém estar articulado com o processo de produção de
conhecimento histórico. Dessa forma, objetivamos construir um Curso de História que
possibilite a formação de um profissional docente capaz de interagir com os processos
históricos contemporâneos.
Em primeiro lugar, este projeto possui relevância social. Ao propor a realização de
eventos (colóquios, congressos e seminários) abertos à comunidade, pretende-se
alcançar não só os alunos matriculados no curso, bem como os profissionais já formados
que vem atuando como professores de História no Ensino Fundamental e Médio,
possibilitando uma atualização da prática docente na comunidade regional. A interação
com o mercado de trabalho, também, é de ampla importância social, tendo em vista a
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contribuição para um diálogo fértil entre teoria e práxis pedagógica viabilizada pela
extensão universitária.
Há também uma preocupação em formar profissionais que contribuam com a
preservação da memória regional através de sua atuação no desenvolvimento de
habilidades, metodologias e técnicas nas áreas de arquivo, acervo e património cultural e
histórico.
Além disto, o projeto também possui relevância científica incentivando a iniciação
científica já no início do curso, bem como oferecendo disciplinas com ênfase na pesquisa.
Assim, contribuirá para o avanço do conhecimento da História, especialmente, de Alagoas
e da região.
A proposta do curso de Licenciatura em História é possibilitar a formação de um
profissional docente capaz não apenas de reproduzir conteúdos, mas sobretudo refletir
criticamente sobre sua realidade e produzir conhecimento com base em técnicas e
métodos próprios do fazer historiográfico, permitindo aos seus alunos o auto
reconhecimento como cidadãos e sujeitos transformadores da sociedade.
O projeto pedagógico está em sintonia com as diretrizes do MEC, do Conselho
Nacional de Educação, e normatizações emanadas do Conselho Estadual de Educação
do Estado de Alagoas, que buscam:
I - Articulação entre teoria e prática, valorizando o exercício da docência;
II - A articulação entre áreas do conhecimento ou disciplinas;
III - O aproveitamento da formação em instituições de ensino e na prática
profissional;
IV - Ampliar os horizontes culturais e o desenvolvimento da sensibilidade para as
transformações do mundo contemporâneo.

3.3 - Perfil e Objetivo do Profissional a ser formado

O curso de licenciatura em História se propõe formar professores capacitados para


a atuação do magistério na Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio). Tal
formação profissional inclui a produção e transmissão de conhecimentos de forma
contínua, conduzindo-os a um posicionamento crítico diante da produção científica, bem
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como, possibilitar aos educandos, principalmente, uma postura crítica diante da realidade
que os cerca. Tudo isso, compreende o binômio Ensino/Pesquisa que sustenta a
formação de educadores capazes de produzirem e socializarem o conhecimento.
Além de formar profissionais para o ensino Fundamental e Médio, o curso de
História compreende, que a formação de um professor-pesquisador é fundamental para o
desenvolvimento de novos saberes históricos e educacionais, essencial para um
posicionamento critico diante da realidade que nos cerca, devendo ocorrer o estimulo a
iniciação a pesquisa histórica e/ou em educação.

3.4 - Perfil do Egresso

 Entender o processo de construção do conhecimento bem como do significado


dos conteúdos das áreas do conhecimento da história e de habilitação
específica para a sociedade, enquanto atividades humanas, associadas a
aspectos de ordem social, econômica, política e cultural;
 Buscar a interação transdisciplinar a partir de metodologias, estratégias e
materiais de apoio inovadores, para estruturar os saberes da área de domínio da
história;
 Compreender o significado do sistema de avaliação no processo de ensino e
aprendizagem;
 Usar diferentes procedimentos de avaliação do processo de aprendizagem,
tendo em vista a superação da ênfase na abordagem meramente
informativa/conteudista;
 Entender a indissociabilidade entre pesquisa, extensão e ensino de História;
 Ter postura crítica frente a questões sociais, políticas, econômicas e culturais;
 Promover a investigação científica no campo da história e as possíveis formas
de sua difusão;
 Perceber a história enquanto processo dinâmico de transformações,
problematizando as múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos e
relações entre tempo e espaço;
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 Dominar diferentes concepções teórico-metodológicas concernente ao campo


historiográfico;
 Transitar nas fronteiras entre a história e outras áreas do conhecimento.

Desse modo, o Curso de Licenciatura em História do Campus I – Arapiraca, da


Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL pretende capacitar seus discentes para o
exercício do magistério com o domínio de conhecimentos didáticos e pedagógicos
necessários para a difusão e renovação do conhecimento histórico nas salas de aulas,
mas que também estejam capazes de desenvolverem a crítica e produção do
conhecimento histórico pautado em pesquisas de cunho historiográficas.

3.5 - Competências e Habilidades

 Atuar no Ensino Fundamental e Médio;

 Atuar em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em História e áreas


afins;

3.6 - Campos de Atuação Profissional

O Egresso do Curso de Licenciatura em História da Uneal – Campus I – Arapiraca,


terá como principal campo de atuação profissional, o exercício do magistério nas escolas
de ensino fundamental e médio, sobretudo nas regiões do Agreste e Sertão de Alagoas.
Entretanto, a atuação profissional não se restringe isoladamente ao campo da Educação.
O profissional em história também poderá desenvolver suas ações em instituições
museológicas e acervos públicos e privados que são potenciais espaços ocupacionais do
historiador, bem como assessorias em atividades de cunho histórico-cultural e educativo.
No âmbito da pesquisa, é latente as múltiplas e ricas possibilidades de desenvolvimento
de pesquisas, sobretudo vinculadas a universidades e respectivos programas de pós-
graduações stricto senso, o que pode contribuir para a renovação do conhecimento
historiográfico e conhecimento histórico escolar. Sobre este último, podemos acrescentar
a assessoria em processos de editoração de material didático, e/ou mesmo a sua
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produção abordando não somente a História Geral e do Brasil como também de Alagoas
e seus municípios.

3.7 - Objetivos do Curso


3.7.1 - Objetivos Gerais

 Formar professores de História com habilidades e competências para


desempenharem sua função social nos ensinos fundamental e médio, articulando
as atividades de ensino-pesquisa-extensão na preparação de seu processo de
regência de aulas, possibilitando aos seus alunos uma formação cidadã, crítica-
reflexiva sobre os processos e problemas sociais, suscitando assim, uma educação
transformadora.

3.7.2 - Objetivos Específicos

 Formar professores com o domínio dos conteúdos historiográficos e


pedagógicos exigidos nas diretrizes curriculares para o magistério em história;
 Formar professores comprometidos com a produção historiográfica e difusão do
conhecimento histórico, seja ele de caráter local, nacional e global;
 Formar professores com domínio didático-pedagógico no tocante às práticas e
saberes do ensino de história;
 Formar professores habilitados para o trato pedagógico e historiográfico sobre
questões étnico-raciais, diversidade e educação inclusiva;
 Formar professores capazes de articularem as práticas de ensino à pesquisa e
extensão, possibilitando a avaliação e produção de material didático-pedagógico
no tocante à história e cultura;
 Formar professores capazes de desenvolverem atividades concernentes ao
campo de atuação do historiador, tais como pesquisa, assessorias, trabalho em
acervos, valorização e promoção da cultura e patrimônio histórico, entre outras
que exijam análises, técnicas e métodos historiográficos
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 Formar professores capazes de interagirem com os diversos ambientes


escolares e participarem efetivamente das ações da escola e sua comunidade, a
exemplo das atividades de gestão e planejamento escolar;
 Formar professores capazes de provocar a produção do conhecimento
autônomo em sala de aula estimulando os alunos a usarem o senso crítico para
contribuírem para a transformação da sociedade em que estão inseridos.

3.8 - Habilidades e Competências


3.8.1 - Gerais

 Conhecer informações historiográficas básicas referentes às diferentes épocas

históricas e espaços, de modo a reger aulas permitindo o reconhecimento dos


processos históricos, políticos, econômicos, culturais e sociais da formação das
sociedades;
 Problematizar, nas múltiplas dimensões das experiências dos sujeitos históricos,

a constituição de diferentes relações de tempo e espaço, possibilitando a


promoção da cidadania e do auto-reconhecimento de alunos como sujeitos
transformadores;
 Dominar e utilizar as diferentes concepções metodológicas que referenciam a

construção de categorias para a investigação e a análise das relações sócio-


históricas;
 Utilizar tecnologias da informação e da comunicação voltadas ao ensino e a

pesquisa;
 Desenvolver a pesquisa, a produção do conhecimento e sua difusão não só no

âmbito acadêmico, mas também em instituições de ensino, museus, em órgãos


de preservação de documentos e no desenvolvimento de políticas e projetos de
gestão do patrimônio cultural;
 Transitar pelas fronteiras entre a História e outras áreas do conhecimento.
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3.8.2 - Específicas

 Dominar e utilizar as diferentes concepções didático-pedagógicas que


referenciam a prática pedagógica no ensino de história em suas múltiplas
dimensões e níveis de ensino no ambiente escolar;
 Dominar conteúdos básicos e historiográficos como objetos de ensino e

aprendizagem nos níveis de ensino fundamental e médio;


 Planejar atividades e projetos de cunho pedagógico e atuar em suas múltiplas

dimensões no espaço escolar;


 Dominar os métodos e técnicas pedagógicas, inclusive tecnologias da
informação (TIC’s), que permitam a construção do conhecimento em diferentes
níveis em lugares e tempo diversos;
 Contribuir no planejamento, orientação e supervisão de projetos para a

preservação do patrimônio histórico;


 Atuar em projetos de pesquisa a serem desenvolvidos em História e áreas afins;

 Desenvolver atividades em centros de apoio à pesquisa, arquivos, lugares de

memória e acervos de documentação.


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4. ESTRUTURA DO CURSO

No início do século XX, os historiadores vivenciaram uma verdadeira revolução no


modo de se fazer, pensar e viver a história. Se antes, os historiadores ou aqueles que
escreviam sobre a história a tinham como algo extremamente factual, restrita às datas
comemorativas e utilizada a serviço dos grandes estadistas para se manterem no poder;
agora o campo havia se ampliado a horizonte nunca antes visto.
O pensamento marxista e a escola dos annales trouxeram novos
questionamentos para aqueles que buscavam refletir sobre a relação entre presente e
passado, apresentando novos paradigmas e abordagens históricas. Diante da
complexidade da sociedade contemporânea surge a necessidade de compreender o
cotidiano, sobretudo dos grupos subalternos, agora reconhecidos como sujeitos
históricos. Enfim, são inúmeras inquietações com as quais a História passou a se
preocupar, questionar e analisar.
Uma outra contribuição foi o entendimento de que a história não poderia ficar
restrita a avaliação de grandes estruturas; o micro, o local e o regional também deviam
ser levados em consideração na análise do sujeito histórico. Isso significa dizer que a
história ampliava ainda mais seus raios de ação para melhor dar conta do mundo que a
cercava.
No contexto de todos estes debates, críticas e reformulações o currículo da
graduação em História da UNEAL foi reestruturado. Sendo assim, tem-se por objetivo
estabelecer uma relação constantemente dialética entre a História total e a História local,
entre a História política, econômica, social, cultural, religiosa e das mentalidades, ou seja,
permitir que na relação de ensino-aprendizagem os agentes desta prática saiam com
condições de efetivamente estabelecerem os limites e possibilidades de cada uma das
linhas e abordagens históricas vistas ao longo do curso.

4.1 - Regime Acadêmico

4.1.1 - Modalidade de Ensino


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O Curso de História da UNEAL será ministrado de forma presencial e está


estruturado e organizado no regime semestral, tendo uma duração mínima de 08 (oito)
semestres e no máximo 16 (dezesseis) semestres. O Curso terá uma entrada única anual
de novas turmas e funcionará no período noturno, podendo, de acordo com as
necessidades regional e da Instituição, estabelecer uma nova turma que funcionaria ou no
período diurno ou vespertino
O Curso terá uma carga horaria total de 3.200 horas, sendo 3.000 horas de
disciplinas obrigatórias e 200 de atividade complementar. Todavia reserva-se o direito do
discente antecipar a finalização da graduação conforme estabelecido na legislação
educacional.

4.1.2 – Flexibilização na modalidade de oferta de disciplinas

Em uma temporalidade marcada pela cibercultura, propiciada pela popularização


da internet, em um contexto social cuja forma de aquisição do conhecimento se dá de
maneira dinâmica e acelerada, e ciente de que as Tecnologias da Informação e
Comunicação - TIC e a Web 2.0 transformaram e transformam de maneira muito intensa
os processos de comunicação, criação e, notadamente, a produção do conhecimento. E
que para fazer uso dos recursos didáticos modernos permeados pelas tecnologias
digitais, o professor, precisa estar consciente das técnicas e das tecnologias que
possibilitem uma maior dinâmica ao processo de ensino, e fazer com que os alunos
aprendam mais e melhor.
Em que os recursos técnicos de informação são disponibilizados pela universidade,
potencializando que a ciência e a tecnologia façam parte do cotidiano reflexivo dos
alunos. Proporcionar oportunidades para que o aluno possa dominar o uso das novas
tecnologias, incorporá-la no seu cotidiano, atendendo dessa forma a uma exigência em
razão da crescente tecnologização do mundo e da necessidade de conviverem com as
TICs de forma crítica e desmistificadora, principalmente, no fazer pedagógico.
Isto posto, tomando a rede mundial de computadores como meio especial de
veiculação de conhecimento e cultura Tajra nos mostra que “a Internet é uma
mudança/ação do homem sobre a natureza. Ela permite a transmissão cultural pluralista
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de forma digital, sobrepondo-se aos empecilhos temporais e geográficos. A Internet é um


canal de transmissão cultural/multicultural e promove a hominização digital (TAJRA, 2002,
p. 142).
Ademais, com efeito, são perceptíveis as dificuldades enfrentadas no dia a dia por
professores e gestores na área educacional, em sua maioria imigrantes digitais, no
relacionamento com os nativos digitais, a Geração Y. Como observa March (2004), “[...]
uma geração que pensa graficamente ao invés de textualmente, assume a conectividade
e está acostumada a ver o mundo através das lentes dos jogos e da diversão”.
Dessa forma pode-se afirmar que se trata de uma geração que vê o mundo,
principalmente, pelas lentes da Internet. Essas transformações passaram a ser
perceptíveis já a partir da década de 1980 do século XX como podemos observar em
Marques (2003), ao enfatizar que “Desde a década dos anos oitenta do século XX, as
novas tecnologias passaram a imprimem uma dinâmica mais veloz e flexível ao
mundo[…].
Atualmente já não dispomos apenas dos computadores pessoais – PCs e da web
1.0, presenciamos a emergência e a convergência, tanto de novas mídias quanto de
diferentes meios de comunicação e informação, notadamente, os computadores portáteis,
as tecnologias ubíquas, exemplo dos tablets e smartphones, que permitem ao usuário
realizar tarefas em deslocamento e em lugares diversos, além da web 2.0 com sua maior
velocidade e seus softwares sociais possibilitando um alto grau de interatividade.
Logo, em um contexto social marcado pela cibercultura, e as possibilidades
geradas pelas novas tecnologias, não se pode negligenciar a viabilização de práticas
pedagógicas inovadoras mediadas pelo uso de computadores pessoais, dos dispositivos
móveis e das mídias sócias potencializando as práticas educacionais.
Portanto, a tecnologia precisa estar inserida em um projeto pedagógico de curso
que busque o desenvolvimento integral do aluno e que o capacite para o uso e a correta
aplicação dos recursos e processos tecnológicos em seu fazer pedagógico, atendendo
dessa maneira uma formação que corresponda às demandas de uma sociedade em
permanente mudança.
É nesse novo contexto sociocultural e de produção do conhecimento e peculiar a
Universidade que o presente projeto, em conformidade com a Portaria 1.134, de 10 de
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outubro de 2016, que poderão ser ofertadas disciplinas do currículo do Curso de História,
na modalidade a distância, de forma integral ou parcial (semipresencial), desde que não
ultrapasse 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso e que haja suporte
tecnológico que garanta o atendimento por docentes e tutores. A primeira nota avaliativa
nas disciplinas ofertadas na modalidade a distância, na forma integral ou parcial, poderá
ser online, sendo as demais, inclusive a Avaliação Final, obrigatoriamente presencial.
Assim sendo, o objetivo em contemplar no PPC a viabilização de mais uma
modalidade de ensino e da possibilidade de utilização dos recursos digitais e
informacionais não é o de substituir o ensino presencial, mas se traduzir em mais um
recurso e espaço de formação, de empregar as novas tecnologias como recurso de
práticas pedagógicas inovadoras, de construção coletiva do conhecimento e de forma
complementar ao ambiente presencial, a qual denomina-se blended learning, ou ainda B-
learning, ou seja, aprendizagem mista, híbrida, presencial e virtual, em que se supera a
dicotomia preconceituosa ensino presencial e online, permitindo ir além dos espaços
tradicionais de práticas pedagógicas, levando a uma nova dinâmica do processo de
ensino/aprendizagem e de formação docente em espaços e tempos diversos.

4.1.2.1 - Operacionalização da oferta de disciplinas online

Inicialmente deve ser definido os critérios pelo colegiado de curso das disciplinas
para oferta na modalidade a distância, semipresencial ou no modelo de Blended Learning,
a ser efetuada diante da adequação dos conteúdos para o desenvolvimento de atividades
não presenciais.
Para tanto, deverão ser seguidas as seguintes ações contidas na tabela abaixo
para a consecução da oferta de disciplinas online.

AÇAO PARTICIPANTE
Definição das disciplinas de Colegiado do curso e Núcleo Docente
dependência na modalidade a distância. Estruturante – NDE
Definição da estrutura das disciplinas. Coordenação do curso e Núcleo Docente
Estruturante – NDE
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Capacitação técnica e pedagógica dos Núcleo de EAD


docentes e tutores(monitores)
Planejamento da disciplina: lay-out, Docentes
levantamento e avaliação de Núcleo de EAD
necessidades instrucionais e gráficas.
Produção dos projetos instrucionais das Docentes
disciplinas. Núcleo de EAD
Avaliação dos projetos instrucionais das Coordenação do curso e Núcleo Docente
disciplinas. Estruturante – NDE
Produção de materiais textuais, gráficos Docentes
e áudios visuais para o ambiente virtual. Núcleo de EAD
Revisão e eventuais ajustes dos Docentes
materiais instrucionais. Núcleo de EAD
Definição e implementação do ambiente Docentes
virtual de aprendizagem – AVA Núcleo de EAD
Revisão e eventuais ajustes para o Docentes
funcionamento dos recursos do Núcleo de EAD
ambiente virtual de aprendizagem – AVA
das disciplinas.

A Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL, por meio de sua Comissão


Permanente de Avaliação – CPA, somado ao Núcleo Docente Estruturante – NDE do
Curso de Licenciatura em História, realizarão o processo de autoavaliação institucional a
ser aplicado periodicamente, com uso dos resultados para a melhoria contínua das
atividades na oferta dessa modalidade de ensino.

4.2 - Organização Curricular

A matriz curricular do curso é organizado a partir dos seguintes eixos


estruturantes:
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a) Disciplinas de Formação Geral: contemplam componentes curriculares


referentes à formação social, cultural, filosófica e científica dos discentes;
b) Disciplinas Pedagógicas: agregam conteúdos voltados para a formação
específica em educação, nesse caso, licenciatura em história
c) Disciplinas Histórico-Historiográficas: compõe saberes específicos na
formação do profissional de História, compreendendo o conhecimento
historiográfico a partir de grandes recortes espaço-temporais no âmbito da
História Geral, da América, e do Brasil;
d) Disciplinas Teóricas e Metodológicas: são voltadas para a integração entre a
teoria e a prática necessária para a produção do conhecimento historiográfico e
saber histórico escolar, permitindo o profissional de História as habilidades
básicas para o exercício da Pesquisa Histórica.
e) Disciplinas de Estágio Supervisionado: oportuniza aos discentes momentos
de prática e vivência do ambiente escolar e regência, correspondendo aos
momentos de estágio curricular obrigatório.
f) Atividades Complementares: oportuniza aos discentes realizarem atividades
diversas que permitam a complementação da formação acadêmica, desde que
voltadas para as áreas de história, educação e demais ciências.

4.3 - Matriz Curricular

A Matriz Curricular do curso possui uma estrutura flexível podendo haver, nos
períodos letivos, de acordo com a Coordenação do Curso, mudanças na oferta das
disciplinas de acordo com a demanda de alunos, disponibilidade do corpo docente e/ou
necessidades do Curso, da Instituição ou da sociedade, desde que tais alterações sejam
aprovadas pelo Colegiado de Curso.
Por fim, frisamos que o curso de História e sua matriz curricular atentam para a
indissociabilidade entre o ensino e a pesquisa, buscando resgatar a historicidade dos
alunos e da sociedade na qual ele está inserido. Desta forma, é possível compreender
que os alunos e professores são sujeitos da História e responsáveis pela construção da
mesma, como também elaboradores dos discursos sobre o passado e o presente.
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A prática como componente curricular integrada ao corpo de diversas disciplinas


com um total de 400 (quatrocentas) horas e por último, mais 200 (duzentas) horas de
atividades, acadêmico-científico-cultural.
A Matriz Curricular do curso possui uma estrutura flexível podendo haver, nos
períodos letivos, de acordo com a Coordenação do Curso, mudanças na oferta das
disciplinas de acordo com a demanda de alunos, quadro horário docente ou necessidades
do Curso, da Instituição ou da sociedade.
As disciplinas que compõem a Matriz do Curso são definidas e caracterizadas da
seguinte forma:

 Disciplinas obrigatórias: corresponde à composição básica e estruturante do


curso tanto na área do conhecimento específico como na área pedagógica e
estágio obrigatório supervisionado;
 Disciplinas Optativas: corresponde as disciplinas oferecidas pelo Curso de
História como alternativa para a complementação e aprofundamento de
conteúdos e estudos específicos do curso, contemplando os interesses dos
docentes e discentes;
 Disciplinas Eletivas: correspondem as disciplinas voltadas para o
desenvolvimento da interdisciplinaridade no curso, sobretudo no âmbito
pedagógico, ofertadas de forma facultativa pelo Curso de História e/ou outros
cursos da UNEAL.

4.3.1 - Disciplinas Obrigatórias


A
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1º Ano 2º Ano 3º Ano 4º Ano


1º Período 2º Período 3º Período 4º Período 5º Período 6º Período 7º Período 8º Período
Introdução aos Educação das
Teoria da Teoria da Pesquisa em Metodologia do História de História de
Estudos Relações Étnico-
História I História II História Ensino de História Alagoas I Alagoas I
Históricos Racial
80 4 60 3 60 3 60 3 80 4 80 4 80 4 80 4
Gestão e
História da Cultura Afro- História da História da Educação
Sociologia Ciência Política Planejamento
África Brasileira América I América II Inclusiva
Escolar
60 3 60 3 60 3 60 3 60 3 60 3 80 4 80 4
Metodologia Antropologia História do História do História do Brasil História do Brasil História dos
Libras
Científica Cultural Brasil I Brasil II III IV Povos Indígenas
60 3 60 3 80 4 80 4 80 4 80 4 60 3 60 3
História História História História História História História
Filosofia
Antiga I Antiga II Medieval Moderna I Moderna II Contemporânea I Contemporânea II
60 3 80 4 80 4 80 4 80 4 80 4 80 4 80 4
Educação
Fundamentos Brasileira: Psicologia da Estágio Estágio Estágio Estágio
Didática
da Educação Política e Educação Supervisionado I Supervisionado II Supervisionado III Supervisionado IV
Legislação
80 4 80 4 80 4 80 4 100 4 100 4 100 4 100 4
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1º Ano
1º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Introdução aos Estudos Históricos 60 20 80 4
Sociologia 60 0 60 3
Metodologia Científica 60 0 60 3
Filosofia 60 0 60 3
Fundamentos da Educação 60 20 80 4
Total 300 40 340 17

2º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Teoria da História I 60 0 60 4
Ciência Política 60 0 60 3
Antropologia Cultural 60 0 60 3
História Antiga I 60 20 80 4
Educação Brasileira: Política e 60 20 80 4
Legislação
Total 300 40 340 18
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2º Ano
3º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Teoria da História II 60 0 60 3
História da África 40 20 60 3
História do Brasil I 80 0 80 4
História Antiga II 80 0 80 4
Psicologia da Educação 60 20 80 4
Total 320 40 360 18

4º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Pesquisa em História 40 20 60 3
Cultura Afro-Brasileira 40 20 60 3
História do Brasil II 80 0 80 4
História Medieval 80 0 80 4
Didática 60 20 80 4
Total 300 60 360 18
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3º Ano
5º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Metodologia do Ensino de História 60 20 80 4
História da América I 40 20 60 3
História do Brasil III 80 0 80 4
História Moderna I 80 0 80 4
Estágio Supervisionado I 0 0 100 100 4
Total 260 40 400 19

6º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
História de Alagoas I 60 20 80 4
História da América II 40 20 60 3
História do Brasil IV 60 20 80 4
História Moderna II 80 0 80 4
Estágio Supervisionado II 0 0 100 100 4
Total 240 60 100 400 19
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4º Ano
7º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
História de Alagoas II 60 20 80 4
Gestão e Planejamento Escolar 60 20 80 4
História dos Povos Indígenas 40 20 60 3
História Contemporânea I 80 0 80 4
Estágio Supervisionado III 0 0 100 100 4
Total 240 60 100 400 19

8º Período
Código Disciplina Teoria Prática Estágio Total C/H
Sem
Educação das Relações Étnico- 60 20 80 4
Racial
Educação Inclusiva 60 20 80 4
Libras 40 20 60 3
História Contemporânea II 80 0 80 4
Estágio Supervisionado IV 0 0 100 4
Total 240 60 100 400 9
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4.3.1.1 - Formação Profissional

A formação do licenciado em História será dividido em 05 (cinco) áreas de formações:


1. Específica em História
1.1. História do Brasil
1.2. História Geral
1.3. Teoria e Métodos da História
2. Geral
3. Pedagógica
4. Estágio
5. Complementar

4.3.1.1.1 - Formação em História

A formação específica na área de História, está dividida em 03 grupos específicos que


tratam da formação do docente em História:

4.3.1.1.1.1 - História do Brasil

Serão ofertadas 07 (sete) disciplinas que trataram sobre as diversas fases da História
do Brasil e de Alagoas, perfazendo um total de 540 horas, o que equivale a 16,9% da carga
horária total do Curso.

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
3 História do Brasil I 80 0 80 4
4 História do Brasil II 80 0 80 4
5 História do Brasil III 80 0 80 4
6 História de Alagoas I 60 20 80 4
6 História do Brasil IV 60 20 80 4
7 História de Alagoas II 60 20 80 4
7 História dos Povos Indígenas 40 20 60 3
Total 460 80 540 27
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Percentual  16,9%

4.3.1.1.1.2 - História Geral

Serão ofertadas, obrigatoriamente, 10 (dez) disciplinas que tratam sobre a formação


histórica da sociedade, em geral, perfazendo um total de 740 horas, o que equivale a 23,1%
da carga horária total do curso.

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
2 História Antiga I 60 20 80 4
3 História da África 40 20 60 3
3 História Antiga II 80 0 80 4
4 História Medieval 80 0 80 4
5 História da América I 40 20 60 3
5 História Moderna I 80 0 80 4
6 História da América II 40 20 60 3
6 História Moderna II 80 0 80 4
7 História Contemporânea I 80 0 80 4
8 História Contemporânea II 80 0 80 4
Total 660 80 740 37
Percentual 23,1%

4.3.1.1.1.3 - Teoria e Métodos da História


Serão ofertadas, obrigatoriamente, 04 (quatro) disciplinas que tratam sobre a
formação teórica e metodológica do profissional em História, perfazendo um total de 260
horas, o que equivale a 8,1% da carga horária total do curso.

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
1 Introdução aos Estudos 60 20 80 4
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Históricos
2 Teoria da História I 60 0 60 4
3 Teoria da História II 60 0 60 3
4 Pesquisa em História 40 20 60 3
Total 220 40 260 14
Percentual 8,1%

4.3.1.1.2 - Formação Geral

Serão ofertadas, 07 (sete) disciplinas que tratam da formação geral, especificamente


da relação da História com as Ciências Humanas e Sociais, perfazendo um total de 420
horas, o que equivale a 13,1% da carga horária total do curso

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
1 Sociologia 60 0 60 3
1 Metodologia Científica 60 0 60 3
1 Filosofia 60 0 60 3
2 Ciência Política 60 0 60 3
2 Antropologia Cultural 60 0 60 3
4 Cultura Afro-Brasileira 40 20 60 3
8 Libras 40 20 60 3
Total 380 40 420 21
Percentual 13,1%

4.3.1.1.3 - Formação Pedagógica

Serão ofertadas 08 (oito) disciplinas de natureza pedagógica que contribuíram com a


formação docente do licenciado em História, perfazendo um total de 640 horas, o que
equivale a 20% da carga horaria total do curso.
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35

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
1 Fundamentos da Educação 60 20 80 4
2 Educação Brasileira: Política e 60 20 80 4
Legislação
3 Psicologia da Educação 60 20 80 4
4 Didática 60 20 80 4
5 Metodologia do Ensino de 60 20 80 4
História
7 Gestão e Planejamento Escolar 60 20 80 4
8 Educação das Relações Étnico- 60 20 80 4
Racial
8 Educação Inclusiva 60 20 80 4
Total 480 160 640 32
Percentual 20%

4.3.1.1.4 - Estágio Supervisionado

O Estágio supervisionado será ofertado em 4 (quatro) momentos, a partir do 5º


período, garantindo ao discente o acesso à escola, a partir da metade do curso de
licenciatura em História, perfazendo um total de 400 horas, o que equivale a 12,5% da carga
horária total do curso.

Período Código Disciplina Teoria Estágio Total CH


Sem
5 Estágio Supervisionado I 100 100 4
6 Estágio Supervisionado II 100 100 4
7 Estágio Supervisionado III 100 100 4
8 Estágio Supervisionado IV 100 100 4
Total 100 400 16
Percentual 12,5%
ESTADO DE ALAGOAS
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4.3.1.1.5 - Atividade Complementar

Período Código Disciplina Teoria Prática Total CH


Sem
Atividade Complementar 200 200
Total 200 200
Percentual 6,3%

4.3.1 1.6 - Distribuição das Diversas Áreas de Formação

Área de formação Total CH %


História 1.540 48,1%
Geral 420 13,1%
Pedagógica 640 20,0%
Estágio Supervisionado 400 12,5%
Atividade Complementar 200 6,3%
TOTAL 3.200 100,0%

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR ÁREA DE FORMAÇÃO

200; 6%

História 400; 13%

Geral
Pedagógica 1540; 48%

Estágio 640; 20%

Complementar
420; 13%
ESTADO DE ALAGOAS
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37

4.3.2 - Disciplinas Optativas e Eletivas

E livre a opção do discente em se matricular em disciplinas optativas e/ou eletivas. A


matricula estará condicionada a disponibilidade nas ofertas acadêmicas do curso de História
do Campus I, e/ou de outros cursos do Campus e da Uneal.
A carga horária cursada das disciplinas optativas e eletivas poderá ser debitada do
total de horas destinadas a Atividade Complementar ficando limitada ao máximo de 120
(cento e vinte) horas.
Caso o discente tenha interesse em cumprir uma carga horária maior de disciplinas
optativas e/ou eletivas, o excedente dessa carga horária não poderá ser contabilizada dentro
da carga horária mínima para conclusão do curso, sendo utilizada simplesmente como carga
horária excedente.
Após conclusão das disciplinas, caberá ao discente solicitar a Coordenação do Curso
o registro da disciplina no Sistema Acadêmico, bem como, a devida subtração da carga
horaria destinada a Atividade Complementar, observado o limite de 120 (cento e vinte)
horas.
O discente que optar em não cursar disciplinas optativas e/ou eletivas, deverá cumprir
a carga horária de Atividade Complementar de acordo com o disposto neste Projeto de
Curso.

Código Disciplina Teoria Prática Total C/H Sem


Tópicos Especiais em História e 40 0 40 2
Historiografia do Brasil
Tópicos Especiais em História Geral 40 0 40 2
Tópicos especiais de História e Memória 40 0 40 2

Seminários temáticos em pesquisa 40 0 40 2


histórica
Tópicos especiais em História de 40 0 40 2
Alagoas
História Oral 40 0 40 2
Tópicos Especiais em Tecnologias da 40 0 40 2
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Informação no Ensino e Pesquisa de


História
Tópicos Especiais de História 40 0 40 2
Econômica
Leitura e Produção de Textos 40 0 40 2
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4.4 - Estágio Supervisionado

A prática de ensino articulada ao processo de formação do professor de história deve


ter como eixo, uma permanente reflexão sobre as suas atividades de regência e produção
de conhecimento, de modo a permitir transformações necessárias à elaboração e
ressignificação de saberes e práticas pedagógicas, visando também as (re)apropriações e
superações de dificuldades de forma dinâmica e dialética. Desse modo, a dimensão técnico-
instrumental da formação deverá ocorrer de forma articulada à fundamentação científica,
pedagógica e política, assegurando a formação de um processo detentor de um saber plural,
crítico e reflexivo configurado numa compreensão de totalidade da ação educativa. Assim,
concebemos os seguintes objetivos do estágio curricular obrigatório e as práticas de
regência supervisionadas:
 Articular teoria e prática no contexto da educação escolar básica;
 Criar condições para que os futuros profissionais da educação possam vivenciar
diversas situações educativas em diferentes realidades e contextos sócio-
educacionais;
 Compreender as questões da pluralidade cultural e da diversidade social e suas
implicações no contexto escolar;
 Promover situações interativas que possibilitem a re-significação das experiências,
seja vinculadas ao saber escolar e/ou historiográfico;
 Organizar a prática orientada, baseada no princípio ação – reflexão – ação,
articulando teoria e prática em todos os momentos do desenvolvimento do trabalho;
 Enfatizar o processo de construção e reconstrução de identidade profissional no
processo teórico – prático de formação.

O estágio é realizado em escolas das redes públicas e excepcionalmente na rede


privada, acompanhada pelo professor da disciplina. No curso de história da Uneal os
discentes se inserem no estágio no início da segunda metade do curso, ou seja, no 5º
período. O estágio corresponde a uma carga horária de 400 horas divididas em quatro
disciplinas da seguintes forma:
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a) Estágio Supervisionado I: será ministrada no 5º período e possui carga horária de


100 horas;
b) Estágio Supervisionado II: será ministrada no 6º período e possui carga horária de
100 horas;
c) Estágio Supervisionado III: será ministrada no 7º período e possui carga horária de
100 horas;
d) Estágio Supervisionado IV: será ministrada no 8º período e possui carga horário
de 100 horas.

4.4.1 - A redução da Carga Horária do Estágio Supervisionado

O aluno que já exerça a atividade escolar de docência em História, por no mínimo 1


(hum) semestre, poderá pleitear junto à coordenação de curso e professor da disciplina de
estágio supervisionado, a redução da carga horária em 50% (cinqüenta por cento) da
disciplina para a qual esteja matriculado e corresponda sua experiência (ensino fundamental
e/ou médio). Esse percentual não poderá ultrapassar o total de 200 horas do total de 400
horas destinadas ao Estágio Curricular Obrigatório.
Para tanto, deverá apresentar documentos comprobatórios do exercício de sua
atividade da seguinte forma: Contra-cheque ou Carteira do Trabalho (CTPS), quando se
tratar de escola privada ou Portaria de Nomeação ou Ato de Contratação (Monitoria) quando
se tratar de escola da Rede Pública, acompanhada de declaração da escola onde conste o
período de sua experiência e as disciplinas com as séries nas quais lecionou ou leciona.
O aluno deverá fazer a solicitação da redução de carga horária no ato da matrícula
junto a Coordenação do Curso, encaminhando também ao professor da disciplina no
primeiro dia de aula.

4.5 - Estágio curricular não obrigatório

Corresponde ao exercício de atividades (remuneradas ou não), seja no campo da


história ou em áreas correlatas, desde que configurem vivencia no campo de prática e
atuação de licenciado em história e/ou historiador, tais como: pesquisa, museus, acervos,
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instituições de pesquisa, regência, entre outras. Estas atividades configuradas como estágio
não obrigatório poderão ser aproveitadas como parte da carga horária das atividades
complementares, desde que seja solicitado pelo discente na coordenação de curso,
apresentando documentação comprobatória da atividade, período e quantitativo de horas
exercidas.

4.6 - Atividades Complementares

Para finalizar o curso é necessário que o aluno integralize a carga horária mínima de
Atividades Complementares, estabelecida em 200 (duzentas) horas, no qual o discente
gozará do direito de eleger disciplinas que não compõe a estrutura de disciplinas
obrigatórias do Curso ou a realização de atividades acadêmicas diversas (Estudos
Independentes) que prezam pela relação entre história, educação e áreas afins.
Tais atividades acadêmico-culturais, poderão serem realizadas ao longo de todos os
semestres através da participação de encontros, simpósios, seminários, congressos,
jornadas e oficinas pedagógicas, mesas-redondas e palestras, cursos e minicursos e outros
eventos oferecidos pela própria Instituição, pela Coordenação do Curso, por Instituições de
Ensino e/ou Pesquisa ou por entidades e associações classistas, desde que possua o
caráter acadêmico-cientifico-cultural
Será ainda, considerado a participação do aluno em atividades de extensão, monitoria
de disciplinas do Curso, participação em grupos de pesquisa ou de estudos sob a
supervisão de docente da Instituição
O teto para a carga horária de cada atividade não poderá ser superior a 80 (oitenta)
horas. Caso a carga horária da atividade venha a ultrapassar, será considerado somente o
teto estabelecido. Não haverá exigência de carga horária mínima para os eventos.
O cumprimento das atividades complementares será avaliado pelo colegiado do curso
de História para efetiva concretização dos créditos exigidos e caberá ao discente requerer
junto a Coordenação do Curso a incorporação dessa carga horária em seu histórico escolar
a partir da análise e autorização da Coordenação do Curso.
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4.7 - Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

Consiste na associação entre o conhecimento teórico e o trabalho prático do


historiador, entendendo que a prática docente não consiste simplesmente na transmissão de
um dado saber, mas na possibilidade da construção de novos saberes, permitindo ao
concluinte do curso de História, a execução do trabalho científico, contribuindo dessa forma,
não só com a elaboração de novos saberes, mas fundamentalmente com novas
perspectivas e objetos históricos.
O TCC é uma atividade individual e obrigatória para a conclusão do curso de História,
iniciando o interrogar histórico a partir dos períodos iniciais e finalizando o período
acadêmico com a apresentação pública do TCC para uma banca examinadora.
A orientação do projeto de TCC do educando deverá ser feita por um professor que
lecione no curso de História. Os graduandos de História poderão solicitar ao colegiado do
curso a orientação de um professor que não lecione no curso de história e caberá a esse
colegiado decidir sobre a pertinência dessa orientação externa a partir da análise do projeto
de TCC do graduando. Uma vez aprovada essa orientação externa o colegiado deverá
indicar um professor que lecione no curso de História para coorientar aquele referido projeto.
O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ter o formato de uma monografia, de um
artigo ou outra modalidade que venha a ser definida pelo Colegiado do Curso.
O Colegiado do curso de História deliberará sobre as normas e a apresentação do
TCC assim como sobre todos os aspectos não mencionados no projeto pedagógico do
curso.
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5. AVALIAÇAO DO DESEMPENHO

Muito se tem discutido sobre o papel da avaliação dentro do sistema de ensino e


vários estudos desenvolvidos nas últimas décadas mostram a relação da escola com o
contexto socioeconômico em que está inserido e o papel da avaliação educacional enquanto
instrumento de reprodução da estrutura social, “através dos mecanismos de controle de
seletividade” (Luckesi, 1983).
A avaliação educacional vai além de toda estrutura de uma instituição e da sociedade
e está embutida em todo o processo de ensino-aprendizagem. Desta forma, na avaliação
deve se preocupar com a mudança conceitual e metodológica e não apenas com a simples
aquisição de conceitos. Os fatos devem ser abordados de forma contextualizada e
interdisciplinar, ou seja, deve haver discussão com os alunos, para que condição propícia ao
exercício do pensamento crítico venha a ter lugar, e, por conseguinte, seja estimulada a
capacidade de fundamentação e argumentação.
No Brasil, de maneira geral, o ensino é realizado numa linha tradicional, na qual os
conteúdos são apresentados dissociados da vida cotidiana e da realidade social do aluno.
No ensino de História, em geral, os professores na sua maioria têm atuado como
repassadores dos conteúdos cabendo aos alunos envidar esforços para compreendê-los.
Devido à grande quantidade de conteúdo abordado, o professor limita-se às definições, fato
que conduz a um trabalho educativo dissociado da realidade do educando. Isso de certa
forma reflete a falta de consciência, e até mesmo de preparo do educador para a
necessidade de uma educação voltada para o exercício da cidadania, resultando em um
conhecimento generalizado, fragmentário e dissociado, baseado em repetições de símbolos
escritos ou lidos e em resoluções de problemas matemáticos.
Contrário ao exposto acima, o curso de História baseia seu projeto político-
pedagógico com princípios avaliatórios numa dimensão social, institucional e pedagógica. A
avaliação deve ser voltada para o despertar da consciência social, a qual depende da
formação de profissionais, e de professores conscientes dessa questão.
Numa dimensão institucional, o apoio ao contínuo aperfeiçoamento profissional,
materiais instrucionais atualizados, instalações físicas adequadas, são fundamentais, como
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também a interação entre os diversos setores da instituição, numa visão democrática do


ensino.
Na sua dimensão pedagógica, avaliar sempre, em momentos diferentes e através de
instrumentos variados, levando em conta o conteúdo aprendido fora do espaço escolar,
ampliando assim o ambiente de “sala de aula”. E numa visão interdisciplinar, a definição de
critérios, deve ser discutida em conjunto com o corpo de professores, procurando abranger
os assuntos abordados na prática do dia a dia.
O aluno terá 02 (duas) notas avaliativas por semestre, em cada disciplina, devendo o
professor ao início de cada período letivo informar em seu plano de aula as formas de
avaliação e os critérios a serem utilizados. Quando a disciplina for ofertada na modalidade a
distância, na forma integral ou semipresencial, a primeira nota avaliativa poderá ser online,
sendo as demais, inclusive a avaliação final, presencial.
Em termos quantitativos, a prática da avaliação no Curso de História é o mesmo
aplicado na UNEAL, a média semestral para aprovação será igual ou maior que 7,0 (sete). A
média semestral corresponde a média aritmética das duas notas avaliativas bimestrais. O
aluno que obtiver média semestral inferior a 7,0 (sete) e igual ou superior a 4,0 (quatro) terá
o direito de realizar uma avaliação final, sendo necessário obter média igual ou superior a
5,0 (cinco) para aprovação, calculada conforme item 5.1.

5.1 - Sistema de Avaliação Discente

Soma das duas notas bimestrais dividida por dois = 7,0 APROVADO.
EXEMPLO:
1ª A 2ª A SOMA MÉDIA RESULTADO
6,0 8,0 14,0 7,0 APROVADO

Soma das duas notas bimestrais dividida por dois = 4,0 até 6,9 o aluno vai para
avaliação final.
EXEMPLO:
1ª A 2ª A SOMA MÉDIA RESULTADO
7,0 6,0 13,0 6,5 VAI PARA FINAL
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NESTE CASO:
1ª 2ª Nota Média Média Final FINAL Média Resultado
nota X6 X4 Final
7,0 5,0 6,0 360 4,0 160 360+160=52,0 APROVADO

1ª nota 2ª Nota Média Média Final FINAL Média Resultado


X6 X4 Final
6,0 4,0 5,0 300 4,5 180 300+180=48, REPROVADO
0

Soma das duas notas bimestrais dividida por dois = menos de quatro o aluno estará
reprovado.
EXEMPLO:
1ª A 2ª A SOMA MÉDIA RESULTADO
5,0 2,5 7,5 3,7 REPROVADO

5.2 - Reposição de nota

O aluno que venha a perder uma das avaliações terá direito a realizar apenas uma
avaliação de reposição que será realizada em período próprio definido pela Instituição ou
Coordenação do Curso. A nota obtida na avaliação de reposição deverá ser utilizada para o
cálculo da média aritmética semestral da disciplina.

5.3 - Frequência

A frequência exigida ao curso é baseada na LDB (Lei das Diretrizes e Bases da


Educação Brasileira), que obriga o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) do total da
carga horária em cada disciplina. O número de faltas superior a 25% (vinte e cinco por
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cento) implicará a “reprovação por falta – RPF”, não tendo o direito à reposição de notas e
avaliação final.

5.4 - Critérios de Aproveitamento e Equivalência de Disciplinas e Estudos

Os discentes que tenham cursado disciplinas de outros cursos e instituições, ou


estudos sistemáticos, ambos em áreas correlatas à história, poderão solicitar na
coordenação de curso o aproveitamento das mesmas, desde que não tenham ultrapassado
o prazo de 5 (cinco) anos decorridos do momento cursado e que ainda não tenha cursado a
referida disciplina neste Curso.
Para tanto aproveitamento, o discente deverá disponibilizar o programa da disciplina e
curso composto por: ementa, conteúdos programáticos, carga horária, bibliografia básica e
complementar utilizada, e comprovante de que tenha cursado e obtivo aprovação (que
poderá ser histórico escolar ou outro documento comprobatório).
O Coordenador do curso poderá ainda solicitar documentos complementares como
memorial, avaliações que o discente tenha sido submetido, entre outros que julgue
necessário.
Para equivalência da disciplina e/ou estudo apresentado pelo discente, na avaliação
da coordenação de curso deverá ter tido o aproveitamento mínimo de 75% de conteúdo e
carga horária, compatibilizando-a com a disciplinas da matriz curricular do curso de história
presentes nesse PPC.

5.5 - Avaliação Docente

A Comissão Própria de Avaliação - CPA, conforme previsão do Regimento Interno da


Universidade Estadual de Alagoas e da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, tem como
finalidade elaborar e desenvolver junto à comunidade acadêmica, à administração e ao
Conselho Superior da Universidade, uma proposta de auto avaliação institucional, além de
coordenar e articular os processos internos da avaliação da UNEAL, conforme legislação
específica.
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A CPA é formada por representantes docentes, discentes, técnico-administrativos e


sociedade civil organizada. O objetivo é realizar uma auto avaliação permanente a fim de
melhorar os serviços prestados à comunidade acadêmica e sociedade em geral. As
Instituições de Ensino Superior, conforme previsão legal, são submetidas também à
avaliação externa realizada, em Alagoas, pelo Conselho Estadual de Educação (CEE).
A Comissão Própria de Avaliação da UNEAL foi instituída em junho de 2011, com a
posse de seus membros, tendo aprovado seu Regimento Interno em sessão ordinária do
Conselho Superior, ocorrida em 27 de junho de 2012, e com publicação no Diário Oficial do
Estado em 2 de julho de 2012, através da Resolução n.º 007/2012-CONSU/UNEAL, de 27
de junho de 2012.
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6. FORMAS DE INGRESSO

Prioritariamente, através de Processo Seletivo (vestibular), obedecendo ao edital


fixado pela própria Instituição, ou através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do
Ministério da Educação, realizado através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O
número de ingresso por via de vestibular será de 40 (quarenta), com entrada única no início
de cada ano letivo. A critério da Instituição e do Conselho do Curso poderá haver alteração
do número de ingressantes e ou uma segunda entrada para um novo período semestral.
A Reopção de Curso, para alunos regularmente matriculados em outro curso da
UNEAL, poderá ocorrer atendendo aos pré-requisitos estabelecidos pelo Conselho do Curso
e consonância com a Direção da Instituição.
No caso de Transferência de Alunos, obedecendo primeiro o critério de aluno que
curse História em outra unidade da UNEAL e em segundo, alunos de outras Instituições de
Ensino Superior, havendo prioridade para alunos de Instituições Públicas e pertencentes ao
mesmo curso ou área afim.
Poderá haver, também, ingresso por Equivalência, para alunos portadores de diploma
de graduação, havendo prioridade para os alunos que cursaram Licenciatura nas áreas de
Ciências Humanas ou Sociais
O Conselho do Curso de História definirá o quantitativo a ser atendido para os casos
de Reopção, Transferência e Equivalência.
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7. ATIVIDADES ACADÊMICAS

Além das disciplinas ofertadas pelo curso de acordo com a Matriz Curricular, algumas
disciplinas possuem caráter próprio a exemplo do Estágio Supervisionado e Trabalho de
Conclusão de Curso - TCC.

7.1 - Monitoria

A Monitoria, aqui entendida como espaço privilegiado de formação, estratégia de


aprendizagem, de iniciação à docência e aperfeiçoamento dos alunos, embasada no
princípio da interdisciplinaridade, constitui-se como desafio e fator estimulante durante a sua
formação acadêmica, e que para tal atividade, deverá ser observada a legislação em vigor.
O Programa de Monitoria deverá ser acompanhado pela Coordenação do Curso e pelo
professor solicitante, onde os critérios serão estabelecidos de acordo com o Colegiado de
Curso. Será conferida a atividade de monitoria, uma declaração ou certificado emitido pela
Coordenação do Curso e sua carga horária poderá ser aproveitada como Atividade
Complementar.

7.2 - Iniciação Científica, Núcleos de Pesquisa e Grupos de Estudos

A Iniciação Científica é uma atividade que visa à interação e o aperfeiçoamento


científico dos alunos durante a sua formação no curso, para tal atividade, deverá ser
observada a legislação em vigor. O Programa de Iniciação Científica será realizado pelo
Laboratório de História, Núcleos de Pesquisa e Grupos de Estudos e deverá ser
acompanhado pela Coordenação do Curso e pelo professor responsável pela atividade,
sendo os critérios estabelecidos de acordo com o Colegiado de Curso. Será conferida a
atividade de Iniciação Científica, uma declaração ou certificado emitido pela Coordenação do
Curso e sua carga horária poderá ser aproveitada como Atividade Complementar.
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7.3 - Extensão

A Extensão se dá numa interação entre Instituição/Curso/Sociedade, contribuindo na


elaboração e execução de projetos educacionais e/ou sociais, políticos e culturais. Os
programas de Extensão deverão ser acompanhados pela Coordenação do Curso e pelo
professor responsável pelo projeto, onde os critérios serão estabelecidos pelo Conselho do
Curso. Será conferida a atividade de Extensão, uma declaração ou certificado emitido pela
Coordenação do Curso.

7.4 - Programa de Iniciação à Docência

A Uneal oferta o Programa de Iniciação à Docência – PIBID, com bolsas para os


alunos de graduação. O curso de História é contemplado pelo programa através do Sub-
Projeto “Docência e Trabalho: A Prática Pedagógica no Ensino de História no Agreste
Alagoano”. Este é executado por uma equipe de composta por 2 Coordenadores vinculados
ao curso de História e 22 alunos bolsistas de iniciação a docência escolhidos por mérito
através de uma seleção interna, e 4 professores bolsistas supervisores que são da rede
municipal de Arapiraca.

DOCÊNCIA E TRABALHO: A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE HISTÓRIA NO


AGRESTE ALAGOANO
O PIBID tem por objetivo, identificar, acompanhar, compreender e analisar as práticas
pedagógicas de História realizadas em escolas da rede pública municipal e/ou estadual,
permitindo também aos discentes, uma auto-identificação com a docência, valorizando
assim o magistério como campo profissional. Trata-se de um programa de articulação entre
Universidade e Escolas, permitindo a extensão universitária, a pesquisa, e a iniciação da
vivência profissional de alunos.
Os alunos do curso de História da Uneal – Campus I atuam em quatro escolas da
rede pública municipal de Arapiraca realizando oficinas, palestras, debates, pesquisa de
campo e produção de material didático.
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8. QUADRO DE PROFESSORES EFETIVO

Carga
Nº Nome do Professor Graduação Titulação
Horária
01 Alice Virginia Brito de Oliveira Pedagogia Mestre em Educação 40
02 Antônio Barbosa Lúcio História Mestre em Ciências 40
Sociais
03 Aldemir Barros da Silva Junior História Doutor em História 40
04 Clébio Correia de Araújo História Doutor em Educação 40
05 Edson José Gouveia Bezerra Sociologia Doutor em Sociologia DE
06 Francisco Soares Pinto História Mestre em Educação 40
07 Gladyson Stélio Brito Pereira História Mestre em História 20
08 José Carlos Pessoa de Melo História Especialista em 40
História
09 José Carlos Valério Filosofia Mestre em Filosofia 40
10 Luiz Gomes da Rocha História Especialista em DE
Historia
11 Marcus Roberto Santos História Mestre em Sociologia 40
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3 Especialista
Mestre
2
Doutor

0
Titulação

8
8
7
6
5
20
4 40
3 2 DE
2
1
0
Regime de Trabalho
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Projeto Pedagógico do Curso de


Licenciatura em História

9. EMENTAS E PROGRAMAS DAS


DISCIPLINAS

Campus I - Arapiraca
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9.1 Disciplinas Obrigatórias


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1º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Introdução aos Estudos Históricos 1º

Carga Horária Teóric Prática: Nº Aulas Tipo


Total: a: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

O conceito de História; suas fontes e inter-relações com outras disciplinas; os


instrumentos de trabalho do historiador; questões sobre o conhecimento histórico;
documento e fato histórico; tempo e história; dimensão espaço-tempo; o papel social do
historiador. A produção do conhecimento histórico: evolução historiográfica. As abordagens:
diferentes escolas e caminhos teóricos-metodológicos.

Objetivos:

 Conhecer a especificidade e natureza do conhecimento histórico e historiográfico;


 Distinguir o conhecimento histórico e historiográfico de outros tipos de conhecimento;
 Compreender a função social e o ofício do historiador.
 Compreender as diversas concepções teóricas sobre a História

Conteúdos

 Conceito e concepções de História;


 A função social da História
 O ofício do historiador: ensino e pesquisa;
 A experiência humana na sua relação com o tempo e espaço como objetos de
reflexão e trabalho do historiador;
 O fato histórico;
 História e narrativa;
 Relação entre História e Memória;
 As fontes históricas;
 A produção do conhecimento histórico e a diversidade historiográfica;
 A questão da verdade na História;
 História e diálogo com outros campos de saber.
 Escolas Metódica, Historicista e Marxista de História
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Bibliografia Básica:

BLOCH, Marc. Apologia da história. Ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Zahar,


2001.

CARR, Edward H. Que é História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978

CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução à História. São Paulo: Brasiliense, 1992.

GLÉNISSON, Jean. Iniciação aos Estudos Históricos. São Paulo: Bertand-Difel, 1986.

JENKINS, Keith. A História Repensada. São Paulo: Contexto, 2001

MOMIGLIANO, Arnaldo. As raízes clássicas da historiografia moderna. Bauru: EDUSC,


2004.

PROST, Antoine. Doze lições sobre a história. Col. História e historiografia. Belo
Horizonte: Autêntica, 2015.
Bibliografia Complementar:

BORGES, Vavy Pacheco. O Que é História. São Paulo: Brasiliense, 1991.

CERTEAU, Michel. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense, 2011.

CHARTIER, Roger. A história ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

SCHAFF, Adam. História e Verdade. São Paulo: Martins Fontes, 1983.

VEYNE, Paul. Como se Escreve a História. Brasília: EdUnb, 1982.


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Sociologia 1º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

Discussão das condições históricas e das grandes correntes do pensamento social


que possibilitaram o surgimento da sociologia como Ciência; debate das polemicas que
constituem o campo de reflexão desta Disciplina (objeto e método); visão geral e critica das
grandes correntes-sociológicas e de seus respectivos conceitos.

Objetivos:

 Compreender o contexto histórico do surgimento da Sociologia enquanto ciência


autônoma e sua correspondência com o advento da Modernidade.
 Analisar a organização política, social e econômica da sociedade moderna através do
pensamento sociológico de Comte, Durkheim, Weber e Marx.
 Discutir a divisão social do trabalho, as revoluções industrial, política e ideológica.

Conteúdos:

 O contexto histórico do surgimento da sociologia:


 Revolução Francesa;
 Revolução Industrial;
 O positivismo e o contexto intelectual que influenciou o surgimento da sociologia;
 A perspectiva sociológica (objeto, principais problemas metodológicos e as principais
correntes sociológicas;
 Instituições sociais, papel social, cultura, normas e valores;
 Principais correntes do pensamento social dos séculos XVIII e XIX: Durkheim, Marx e
Weber.
 A teoria funcionalista;
 Teoria do conflito/marxismo: modo de produção, mais-valor, classes sociais e luta de
classes.
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59

Bibliografia Básica:

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

LÖWY, Michael. Ideologias e ciências sociais: elementos para uma análise marxista. 9
ed. São Paulo: Cortez, 1985.

MARX, Karl. O Capital. São Paulo; Cortez, 1989.

WEBER, Max. A Metodologia das ciências sociais. São Paulo: Cortez; Campinas: Editora
da Universidade Estadual de Campinas, 1995.

ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes,


1990.

Bibliografia Complementar:

CHINOY, E. Sociedade: uma introdução à Sociologia. São Paulo: Cultrix, 1967.

GOHN, Gabriel (org). WEBER. Sociologia. São Paulo: Editora Ática, 1979.

HOBSBAWM. E.J. (Org). História do marxismo: o marxismo no tempo de Marx. Rio de


Janeiro: Paz e Terra, 1983.

MARX, K. e ENGELS, F. O Manifesto do partido Comunista. 9 ed. São Paulo: Global,


2000.

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15 ed. São Paulo: Pioneira,
2000.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Metodologia Científica 1º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

As diversas formas do conhecimento: mítico, senso comum, filosófico e ciência.


Conceito de Método. O problema do método na História: objetividade e subjetividade.
Métodos científicos e práticas de pesquisas. Função social da pesquisa. A pesquisa em
educação. A ética na produção do conhecimento. Aspectos metodológicos formais: normas
da ABNT.

Objetivos:

 Compreender as diferenças entre os tipos de conhecimentos;


 Problematizar a especificidade da produção do conhecimento científico;
 Instrumentalizar a normatização da pesquisa científica no Brasil.

Conteúdos:

 Epistemologia e conhecimento;
 Tipos de Conhecimento: mítico, senso comum, filosófico, científico;
 A ciência;
 A questão do método na ciência;
 A pesquisa e a investigação científica;
 A questão do método na história: objetividade e subjetividade;
 A pesquisa em educação;
 Função social da pesquisa;
 A ética e a produção do conhecimento;
 Normatização aplicada à pesquisa no Brasil: ABNT.
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61

Bibliografia Básica:

GARCIA, Regina Leite. (Org.) Para quem pesquisamos e para quem escrevemos. O
impasse dos intelectuais. São Paulo: Cortez, 2011.

CARVALHO, M.C. (org.) Construindo Saber: Metodologia Cientifica, Fundamentos e


Técnicas. Campinas: Papirus, 1994.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas,


1999.

LUNGARZO, C. O que é Ciência. São Paulo: Brasiliense, 1991.

PÁDUA, E. M. M. Manual de Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórica Prática.


Campinas: Papirus, 1996.
Bibliografia Complementar:

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. São Paulo: Makron
Booksd, 1996.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Cientifico. São Paulo: Cortez, 1999.

KOCH, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Teoria da ciência e prática


da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 1997.

LOMBARDI, José Claudinei (Org.). Pesquisa em educação. História, filosofia e temas


transversais. Campinas: UNC, 1999.

RODRIGUES, Auro de Jesus. Metodologia científica. São Paulo: Avercamp, 2009.

SALVADOR, Angelo Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica.


Elaboração e relatório de estudos científicos. Porto Alegre: Sulina, 1986.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Filosofia 1º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

Origem e evolução do conhecimento: as relações homem-mundo, conhecimento


filosófico, o homem cidadão, reflexão crítica. Filosofia e os diversos tipos de conhecimento.
Desenvolvimento histórico da filosofia; filosofia e ciência; a filosofia moderna, a questão do
método e a abordagem da política; linguagem, ideologia e existência na filosofia
contemporânea. As correntes do pensamento filosófico. Ética, cidadania e sociedade.

Objetivos:

 Compreender o processo de desenvolvimento do conhecimento humano e da sua


origem, à luz da construção de diferentes leituras de mundo: entre elas a
interpretação filosófica até a ciência contemporânea;
 Identificar o significado e a importância da filosofia no conjunto dos conhecimentos
construídos pela humanidade e a necessidade de se desenvolver uma postura
reflexiva e crítica diante da realidade do mundo e da vida contemporânea;
 Refletir sobre cidadania como valor e como exigência na construção de uma
sociedade sustentável, em que a educação assume um papel fundamental;
 Reconhecer a ética como uma postura filosófica na construção de um novo homem e
de uma nova sociedade;
 Desenvolver uma postura reflexiva e crítica que inspire e motive comportamentos de
cidadãos comprometidos com a construção de uma sociedade balizada por valores
éticos.

Conteúdos:

 O que é a filosofia
 Origem e evolução do conhecimento;
 As correntes do pensamento filosófico: da antiguidade ao século XX;
 Relações homem-mundo;
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 A razão;
 Ética e moral;
 Filosofia e cidadania.

Bibliografia Básica:

BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

REIS, José Carlos. A História entre a Filosofia e a Ciência. Belo Horizonte: Autêntica
Editora, 2004.

ROSSI, Paolo. A ciência e a filosofia dos modernos. São Paulo: Ed. UNESP, 1992.

RUSSEL, Bertrand. História do pensamento ocidental. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,


2015.
Bibliografia Complementar:

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia. 12 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2008.

CORDI, Cassiano. Para filosofar. 5 ed. São Paulo: Scipione, 2008.

TONET, Ivo. Educação, cidadania e emancipação humana. Ijuí, RS: UNIJUÍ, 2005.

GADAMER, Hans-Georg. O Problema da Consciência Histórica. Rio de Janeiro:


Fundação Getúlio Vargas, 1998.

FOUCAULT, Michel. As Palavras e as Coisas, São Paulo: Martins Fontes, 1999.

HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. A Razão na História: Introdução à Filosofia da


História Universal. Lisboa : Edições 70, 1995.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Fundamentos da Educação 1º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Introduzir à reflexão e a análise crítica do fenômeno educativo de forma a


proporcionar os instrumentos teóricos e epistemológicos fundamentais para sua formação
como educador, com bases para o enfrentamento das principais questões colocadas pela
educação brasileira.

Objetivos:

 Compreender o fenômeno educativo enquanto totalidade complexa, a partir dos seus


fundamentos pedagógicos, filosóficos e sociológicos;
 Entender os principais conceitos pedagógicos no seu enredamento conceitual
presente nas principais concepções pedagógicas que abordam os problemas
educativos vigentes na realidade brasileira;
 Examinar os fundamentos do ato educativo escolar (relação professor-aluno;
conhecimento – poder – ensino; dentre outros);
 Examinar a educação escolar no processo de manutenção – transformação social;
 Refletir sobre os principais momentos da formação escolar do educando;
 Debater sobre a formação do futuro educador, compromissos político-ideológicos e
inserção no processo de trabalho.

Conteúdos:

 Introdução à educação
 Classificação das Ciências
 Problematização em torno do conceito de educação.
 A educabilidade da condição humana: entre a natureza e a cultura.
 Tópicos fundamentais em filosofia e sociologia da educação
 Educação no período antigo: a Paideia grega e o Pater Famílias romano.
 Educação: da Idade Média ao Humanismo.
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 Modernidade e educação: o problema da autonomia.


 Marxismo e educação: materialismo histórico, teoria crítica e crítico-reprodutivista.
 Estruturalismo, pós-estruturalismo e educação.
 Questões contemporâneas em educação
 Educação como antropotécnica.
 Educação e globalização.
 Educação e alteridade.
 Educação e tecnologia.

Bibliografia Básica:

ARANHA, M. Lúcia de Arruda; MARTINS, M. Helena Pires. Filosofando: introdução à


filosofia. São Paulo: Moderna, 1991.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 60 Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. São Paulo: Ática, 1993.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez,
2011.

SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1990.

Bibliografia Complementar:

ALTHUSSER, L. Sobre a reprodução. Petrópolis – RJ: Vozes, 1999.

BOURDIEU, P. & PASSERON, J. A reprodução. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.

CUNHA, L. A. Educação e desenvolvimento social no Brasil. Rio de Janeiro: Francisco


Alves Editora, 1989.
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LÖWY, Michael. Método dialético e teoria política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

FREIRE, Paulo. Política e educação. São Paulo, Cortez, 1993.


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2º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Teoria da História I 2º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

A disciplina visa discutir a relação entre razão e história, introduzir noções sobre o
desenvolvimento histórico da concepção de história no mundo ocidental, desde a
antiguidade até os dias atuais, e destacando particularmente as principais teorias da história
contemporânea, após a modernidade europeia, em especial a contribuição da primeira e
segunda geração da Escola dos Annales.

Objetivos:

 Compreensão do processo de constituição da história como saber, analisando os


conceitos centrais sobre a prática historiográfica e principais teorias historiográficas
até final do século XIX.
 Compreender o contexto histórico da formação das ideias contemporânea de História,
sua relação com os diversos campos do conhecimento das Ciências Sociais.

Conteúdos:

 História e teoria da história


 O que é a história e sua complexidade como campo de saber.
 A história e sua produção de sentidos para o passado.
 A teoria da história: função, objeto, significados, usos.
 A história e historiografia na antiguidade
 A institucionalização da história na modernidade: filosofia, métodos e ciência.
 A escrita da história na modernidade: filosofia e ciência.
 O Rompimento com a filosofia e a aproximação com as Ciências Sociais
 Contexto e concepções da primeira geração dos Annales
 A segunda geração e a história totalizante
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Bibliografia Básica:

BRAUDEL, F. Reflexões sobre a história. Trad. de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins
Fontes, 1992.

BLOCH, Marc. Apologia da história. Ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Zahar,


2001.

BURKE, Peter. A revolução francesa da historiografia: a Escola dos Annales (1929-


1989). São Paulo: EDUNESP, 1992.

JENKINS, Keith. A história repensada. São Paulo: Contexto, 2001.

CARDOSO, C. F. e VAINFAS, R. Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia.


Rio de Janeiro: Campus, 1997.

RÜSEN, Jörn. Razão histórica. Teoria da história: os fundamentos da ciência histórica.


Brasília: Ed. UnB, 2001.

REIS, José Carlos. A História entre a Filosofia e a Ciência. São Paulo, Ática, 1996.

_________. A Escola dos Annales: A inovação em História. São Paulo Paz e Terra, 2000

SILVA, Maria Beatriz Nizza da (org.). Teoria da história. São Paulo: Cultrix, 1976.

Bibliografia Complementar:

ANDERSON, Perry. As origens da Pós-modernidade. Trad. de Marcus Penchel – Rio de


Janeiro: Jorge Zahar, 1999.

BLOCH, Marc. Introdução à história. Trad. de Maria Manuel Miguel e Rui Grácio. Lisboa:
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70

Publicações Europa-América, S/d.

CARDOSO, Ciro F. Uma introdução à história. São Paulo: Brasiliense, 1992.

FONTANA, Josep. História: análise do passado e projeto social. Bauru: Edusc,1998.

GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. Trad. de Federico


Carotti – São Paulo: Cia das letras, 1989.

GARDINER, Patrick. Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Guibenkian, 1995

GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Cia das
letras, 1989.

__________. Olhos de Madeira. São Paulo: Cia. Das letras, 2003.

HOBSBAWM, Eric. Sobre História. Trad. de Cid Knipel. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

PARADA. Mauricio (Org). Os Historiadores Clássicos da História. Vols1 e 2. Petropolis:


Vozes, 2013

REIS, José Carlos. História e teoria: historicismo, modernidade, temporalidade e


verdade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2003.

SALES. Veronique (Org). Os Historiadores. São Paulo: Editora Unesp, 2011

THOMPSON, E. P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao


pensamento de Althusser. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

ZAIDAN FILHO, Michel. A crise da razão histórica. Campinas: Papirus, 1989.


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Ciência Política 2º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

Estudo das obras fundadoras do pensamento político moderno. A elaboração do


conceito de Estado e suas relações com a sociedade civil no pensamento político clássico. A
ruptura maquiaveliana; as concepções contratualistas; a crítica marxista: o Estado
Capitalista, a Democracia e o Socialismo; Estado e formas de representação política; Estado
e as relações internacionais contemporâneas.

Objetivos:

 Apresentar os autores clássicos da ciência política.


 Discutir os conceitos de Estado e sociedade nos autores contratualistas e na
interpretação marxista.
 Refletir sobre a democracia moderna e o socialismo;
 Refletir sobre as representações políticas e sobre as relações entre Estado e
sociedade.
 Analisar questão internacional contemporânea

Conteúdos:

 A Política e a Consolidação da Sociedade Burguesa:


 Maquiavel, a Política como Ciência Autônoma;
 Hobbes e Locke e o contratualismo Liberal;
 Rousseau e o contratualismo democrático
 As relações Estado e Sociedade Civil na Teoria Marxista:
 Hegel e Marx;
 O Bonapartismo e as Lutas de Casses
 O Estado e a Revolução;
 Representação Política nas formações sociais contemporâneas:
 Partidos Políticos e Formas de Representação Política;
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 Questão Internacional Contemporânea.

Bibliografia Básica:

ANDERSON, Perry. As origens da pós-modernidade.Trad. de Marcus Penchel. Rio de


Janeiro: Zahar, 1999.

MARX, K. O 18 Brumário e Cartas a Kugelmann. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1969.

MARX, K. A questão Judaica. In: Manuscritos econômicos e filosóficos. São Paulo: Martin
claret, 2001.

MARX, Karl; ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Cortez, 1998.

LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo. São Paulo: Martin Claret. 2003.

ROUSSEAU. J.J. Do contrato social. São Paulo: Martin Claret. 2000.

HOBBES, T. Leviatã: ou matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil. São


Paulo: Martin Claret, 2003.

MAQUIAVEL, N. O príncipe; comentado por Napoleão Bonaparte. 8 ed. Trad. Torrieri


Guimarães. São Paulo: Hemus, 1977.

Bibliografia Complementar:

MAAR, W. L. O que é política. São Paulo: Brasiliense, 2006.

CARR, Edward Hallett. Vinte anos de crise: 1919-1939: Uma introdução ao estudo das
relações internacionais. Brasília: EdUnb, 2001.
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73

BOBBIO, Noberto. Thomas Hobbes. Rio de Janeiro: Campus, 1991.

BOBBIO, N. & BOVERO, Michelangelo. Sociedade e Estado na filosofia política


moderna. São Paulo: Brasiliense, 1986. p.13-100.

DURVERNOY, J.F. Para conhecer o pensamento de Maquiavel. Porto alegre: L &ON


Editores, 1984.

FARIAS, Flávio Bezerra de. O estado capitalista contemporâneo: para a crítica das
visões regulacionistas. São Paulo: Cortez, 2000.

GOLDEMANN, L. Maquiavel, a política e o Estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização


Brasileira, 1968.

LÖWY, Michael. Ideologias e ciências sociais: elementos para uma análise marxista. 9
ed. São Paulo: Cortez, 1985.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Antropologia Cultural 2º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

A Antropologia como campo de conhecimento. Sistematização do conhecimento


antropológico através de esquemas conceituais explicativos. O conceito de cultura. A
questão do etnocentrismo e suas implicações no âmbito da pesquisa e da teoria
antropológica. Problemas básicos de organização social, política e econômica dentro da
perspectiva antropológica. Conhecimento e crença na sistematização do universo. Sistemas
de valores e padrões de comportamento: magia, religião, ciência, ritual e arte.

Objetivos:

 Introduzir o acadêmico nos conceitos gerais da Antropologia, demonstrando a


importância dessa ciência como mecanismo para conhecer o Homem, enquanto
sujeito inserido em qualquer atividade social, permitindo que compreenda as
manifestações culturais que ocorrem na sociedade contemporânea.
 Estudar o processo de surgimento da Antropologia enquanto ciência;
 Instrumentalizar a análise antropológica como instrumento para o historiador e
subsídio pedagógicos na formação de uma subjetividade complexa que combine
iniciativa, responsabilidade e análise crítica frente aos dilemas multidimensionais da
sociedade globalizada.
 Sensibilizar o aluno a perceber e valorizar a diversidade cultural, afirmando o sentido
positivo das diferenças e das identidades culturais, opondo-se a manifestações
etnocêntricas, racistas e/ou discriminatórias.

Conteúdos:

 A Antropologia nos quadros do pensamento social europeu, na segunda metade do


século XIX:
 A Antropologia como campo de conhecimento: a constituição de uma disciplina
acadêmica.
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 O problema do método comparativo e a pluralidade de construções teóricas que


pontuam a trajetória da disciplina.
 O Etnocentrismo como princípio sociológico, o conceito de Cultura e a questão das
descontinuidades culturais.
 O Trabalho de Campo: sua importância na constituição da perspectiva antropológica e
na análise do social:
 O trabalho de campo como exigência metodológica na construção do objeto em
antropologia
 O campo como lócus do encontro
 O campo como dramatização de identidades sociais
 O campo como objeto de reflexão
 A Antropologia e os domínios do social que tomou como objeto de investigação:
reificações, artifícios analíticos e ideologias.
 A Economia
 O Parentesco
 A Política
 A Religião
 A Magia e o Ritual
 A História

Bibliografia Básica:

CASTRO, celso. Textos básicos de antropologia: cem anos de tradição: Boas,


Malinowski, Lévi-Strauss e outros. Rio de Janeiro, Zahar, 2016.

DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de


Janeiro: Editora Rocco, 1987.

LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Zahar,


1995.

LÉVI-STRAUSS, Claude. As Estruturas Elementares do Parentesco. Petrópolis: Vozes,


1976.

SANTOS, Rafael José dos. Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Porto
Alegre: Tomo Editorial, 2005.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
76

Bibliografia Complementar:

BENEDICT, Ruth. O crisântemo e a espada. São Paulo: Perspectiva, 2007.

MORGAN, Lewis Henry. A sociedade antiga – ou investigações sobre as linhas do


progresso humano desde a selvageria, através da barbárie, até a civilização. In:
CASTRO, Celso. Evolucionismo Cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2005.

MALINOWSKI, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato do


empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova-Guiné –
Melanésia. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O trabalho do Antropólogo. São Paulo: UNESP/Paralelo


15, 2000.

SAHLINS, M. Ilhas de história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Antiga I 2º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Da origem do homem a Revolução Neolítica. A Revolução Urbana. O modo de


Produção Asiático. Origens, povoamento, características geográficas, instituições políticas,
sociais, econômicas e manifestações culturais das civilizações Egípcia, Mesopotâmica,
Hebraica, Fenícia e Persa. Análise da historiografia contemporânea a respeito da
Antiguidade Oriental: economia, sociedade e política.

Objetivos:

 Compreender a formação das sociedades primitivas e a passagem de uma sociedade


sem classes para uma sociedade com classes.
 Compreender o Oriente Próximo antigo, enfocando as chamadas civilizações do
crescente fértil.
 Análise da geografia e cronologia histórica do Oriente Próximo antigo.
 Análise das estruturas econômicas, sociais e políticas do Oriente próximo antigo
Conteúdos:

 A Pré-história: do aparecimento dos primeiros homens à Revolução Neolítica.
 O Período Paleolítico: aspectos culturais e sociais.
 O Neolítico: Aspectos culturais e sociais
 A revolução agrícola
 A revolução urbana.
 A Antiguidade Oriental
 Modo de Produção Asiático, religião e política
 O quadro geral da antiguidade oriental
 Localização, periodização, fontes bibliográficas e método histórico.
 O Egito faraônico: o império antigo, médio e novo.
 A Mesopotâmia: a civilização sumeriana e as Cidade-estado
 Os Hebreus: formação e perspectivas da história antiga hebraica
 Fenícios: formação, expansão, declínio, religião, política e economia
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 O Império Persa: formação, expansão, declínio, religião, política e economia

Bibliografia Básica:

AQUINO. DENIZE. OSCAR. História das sociedades: das comunidades primitivas às


sociedades medievais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.

CARDOSO, Ciro Flamarion Santana. Antiguidade Oriental: Política e Religião. 2ª ed, São
Paulo: Contexto, 1997.

GUARINELLO, Norberto Luiz. História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013.

PINSKY, Jaime (org). 100 textos de História. São Paulo: Contexto, 1998.

ROBERTS, J. M. O livro de ouro da história do mundo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000.

Bibliografia Complementar:

BOUZON, Emanuel. Ensaios Babilônicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998.

BUDGE, Wallis E. A. A Versão Babilônica sobre o dilúvio e a Epopéia de Gilgamesh.


São Paulo: Madras, 2004.

CARDOSO, Ciro Flamarion Santana. Deuses, Múmias e Zigurates . Porto Alegre:


EDIPUCRS, 1999.

______________. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense, 1982.

______________. Sociedades do Antigo Oriente Próximo.São Paulo: Editora Ática, 1991.

CHILDE, V. Gordon. A evolução cultural do homem. Ed. Zahar, Rio de Janeiro, 1978.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
79

LEAKEY, Richard E. A origem da espécie humana. Rio de Janeiro:Rocco, 1995.

PINSKY, Jaime (org). Modos de produção na Antiguidade. São Paulo: Global, 1982.

SAND, Shlomo. A invenção do povo judeu. São Paulo: Benvirá, 2013.


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Educação Brasileira: Política e Legislação 2º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Estudo do contexto educacional brasileiro, com ênfase na estrutura e no


funcionamento do ensino fundamental e médio, bem como no estudo e na comparação da
legislação pertinente às respectivas etapas. Política Educacional Brasileira: retrospectiva
histórica e legislação vigente. Análise do ambiente escolar, à luz da conjuntura educacional:
compreensão e utilização de novas estratégias de organização, planejamento, estruturação
e desenvolvimento do ensino fundamental e médio.

Objetivos:

 Conhecer a historicidade da produção social da Educação no Brasil;


 Compreender as políticas e legislação educacional no Brasil.
 Analisar a legislação atual de Educação e seus aspectos teóricos-práticos e
pedagógicos

Conteúdos:

 Aspectos históricos, sociais e políticos da educação no Brasil;


 A formalização da educação no Brasil;
 A legislação educacional no Brasil;
 A educação nas constituições brasileiras;
 As Leis de Diretrizes e Bases da Educação - LDB’s
 O sistema escolar brasileiro.

Bibliografia Básica:

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394/96. Brasília, 1997.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
81

LIBÂNEO, J.C. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. Docência em


formação. São Paulo: Cortez,2003.

SAVIANI, D. A nova Lei da Educação – trajetória, limites e perspectivas. Campinas. Ed.


Autores Associados. 1997.

Bibliografia Complementar:

BRASIL, Constituição (1998): República Federativa do Brasil. Brasileira: Senado Federal,


Centro Gráfico, 1998.

CASTRO, C.M. Educação Brasileira: Consertos e remendos. Rio de Janeiro: Rocco.

CUNHA, L.A. Escola pública, escola particular e a democratização do ensino. São


Paulo: Cortez.

DEMO, P. Avaliação Qualitativa. 3ª ed. São Paulo: Cortez; Autores Associados, 1991.

DIDONET, V. Plano Nacional de Educação. Brasília. Editora Plano, 2000.

HOFFMANN, J. M. L. Avaliação: mito e desafio, uma perspectiva construtivista. 6ª ed.


Porto Alegre. Educação & Realidade Revisto e Livros, 1991.

HORA, D.L. Gestão democrática na escola: artes e ofícios da participação coletiva.


Campinas: Papirus, 1994.

LAMPERT, E. (Org.) Educação brasileira. Desafios e Perspectivas para o século XXI.


Porto Alegre: Sulina, 2000.

LIMA, A.O. Avaliação escolar: julgamento ou construção? Petrópolis, Vozes, 1994.


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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
82

LUCKESI, C.C. Anais do Seminário Interdepartamental sobre avaliação. URI - Campus


de Frederico Westphalen, ed. Marin, 1992.

MARTINS, J.P. Administração escolar: uma abordagem crítica do processo


administrativo em educação. São Paulo: Atlas, 1991.

TAVARES, M.G.M. Educação brasileira e negociação política: o processo constituinte


de 1987 e gestão democrática. Maceió: EDUFAL, 2003.
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3º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Teoria da História II 3º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 60 03 Obrigatória
Ementa:

Discutir conceitos e categorias centrais na produção e análise do conhecimento


histórico, destacando as discussões levantadas sobre o tempo, a narrativa e constituição
dos sujeitos históricos, e sobre as principais áreas temáticas da produção histórica na
atualidade e sua relação com a pós-modernidade.

Objetivos:

 Compreender as abordagens teóricas da história no século XX;


 Estudar as transformações no campo do saber da história na contemporaneidade.
 Compreender a reformulação teórica da história, em especial a partir da terceira
geração dos annales

Conteúdos:

 A renovação historiográfica e a variedade de tipos de história no século XX;


 História e memória;
 A questão da narrativa na História;
 Foucault e a história
 Walter Benjamin, a narrativa, a memória e a experiência na História;
 A micro-história;
 A História Cultural;
 História e poder;
 O retorno da História Política;
 Novas concepções de acontecimento e temporalidade na História;
 A História do Tempo presente.
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85

Bibliografia Básica:

BURKE, Peter. A revolução francesa da historiografia: a Escola dos Annales (1929-


1989). São Paulo: EDUNESP, 1992.

DOSSE, François. A história em migalhas. São Paulo: Ensaio, 1994.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.

MALERBA, Jurandir e AGUIRRE ROJAS, Carlos. Historiografia Contemporânea.


Perspectiva crítica. Bauru, SP: EDUSC, 2007

Bibliografia Complementar:

CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e


Terra, 1982.

HELLER, Agnes. O cotidiano e a história. 3ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1989.

NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Considerações Intempestivas. trad. de Lemos de


Azevedo, Lisboa : Presença, 1976.

SILVA, Rogério Forastieri. História da Historiografia. Bauru, SP: EDUSC, 2001.

CERTEAU, M. A Invenção do Cotidiano. Vol. I. Petrópolis, Vozes, 1994.

GARDINER, Patrick. Teorias da História. Lisboa: Fundação Calouste Guibenkian, 1995

GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Cia das
letras, 1989.
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86

__________. Olhos de Madeira. São Paulo: Cia. Das letras, 2003.

HOBSBAWM, Eric. Sobre História. Trad. de Cid Knipel. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

PARADA. Mauricio (Org). Os Historiadores Clássicos da História. Vols1 e 2. Petropolis:


Vozes, 2013

SALES. Veronique (Org). Os Historiadores. São Paulo: Editora Unesp, 2011

SILVA, Maria Beatriz Nizza da (org.). Teoria da história. Trad. de Maria Beatriz Nizza da
Silva. São Paulo: Cultrix, 1976.

VOVELLE, Michel. Ideologias e Mentalidades. 2ed. Trad. de Maria Julia Cottvasser. São
Paulo: Brasiliense, 1991.

VEYNE, Paul. Como se Escreve a História. Brasília: EdUnb, 1982.


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História da África 3º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

Partindo das demandas colocadas pela Lei Federal 10.639/03, que institui a
obrigatoriedade do ensino da História da África e da Cultura afro brasileira, a disciplina
propõe um tensionamento das visões conservadoras acerca do continente africano e seus
desdobramentos no processo de diáspora por todo mundo, pretendendo a desconstrução de
mitos e estereótipos coloniais gerados em torno de uma África pretensamente aquém da
civilização e da história.

Objetivos:

 Fomentar o conhecimento acerca dos processos civilizatórios africanos, suas


formações sócio-culturais e dinâmicas políticas;
 Discutir os processos de colonização e dominação imperialista da África, bem como
os movimentos de resistência política e cultural frente a tais processos;
 Problematizar a realidade cultural brasileira, a partir do universo cultural afro
descendente e as questões identitárias que suscita no âmbito da formação nacional.

Conteúdos:

 A África pré colonial, seus impérios e culturas;


 A África colonial/imperialista e seu processo de “roedura” e “partilha”;
 Cultura e identidade afro brasileira na Diáspora

Bibliografia Básica:

APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai: a África na filosofia da cultura. Rio de
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Janeiro: Contraponto, 1997

ARNAULT, Luiz & LOPES, Mônica. História da África: uma introdução. Belo Horizonte:
Crisálida, 2005

BRUNSCHWIG, Henri. A partilha da África Negra. São Paulo: Perspectiva, 2004 (Coleção
Khronos)

HERNANDES, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São
Paulo: Selo Negro, 2005

KI-ZERBO, Joseph. Para quando África ?: entrevista com René Holenstein. Rio de Janeiro:
Pallas, 2009

WALDMAN, Maurício & SERRANO, Carlos. Memória d’África: a temática africana em sala
de aula. São Paulo: Cortez, 2007

SILVA, Alberto da Costa e. A enxada e a lança: a África antes dos portugueses. 3 ed. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 2006

Bibliografia Complementar:

BA, Amadou Hampaté. Amkoullel, o menino fula. São Paulo: Palas Athena: Casa das
Áfricas, 2003

BARBOSA et al. (Org.), Lúcia Maria de Assunção. De preto a afro-descendente: trajetos de


pesquisa sobre o negro, cultura negra e relações étnico-raciais no Brasil. São Carlos:
EdUFSCar, 2010

LOPES, Nei. Bantos, malês e identidade negra. Rio de Janeiro: Forense, 1988
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
89

LUZ, Marco Aurélio. Agadá: dinâmica da civilização africano-brasileira. Salvador: Centro


Editorial e Didático da UFBA: Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil, 1995

MARCON, Frank; SOGBOSSI, Hippolyte Brice (Orgs.). Estudos africanos, história e


cultura afro-brasileira: olhares sobre a lei 10.639/03

M’BOKOLO, Elikia. África negra: história e civilizações. Salvador: EDUFBA; São Paulo:
Casa das Áfricas, 2009 (Tomo I – Até o século XVIII)

OJO-ADE, Femi. Negro: raça e cultura. Salvador: EDUFBA, 2006

SANSONE, Livio. Negritude sem etnicidade: o local e o global nas relações raciais e na
produção cultural negra do Brasil. Salvador: EDUFBA: PALLAS, 2007
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História do Brasil I 3º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

História do processo de formação social, política, econômica religiosa e cultural do


Brasil entre os séculos XVI e XVIII, período denominado colonial. Análise do processo de
povoamento e conquista colonial, a instauração da América Portuguesa e suas bases,
formação da sociedade colonial, a escravidão e atividades econômicas, a construção
territorial, e a violência.

Objetivos:

 Compreender o processo de formação social, política, econômica e cultural do Brasil.


 Problematizar a ideia de “colônia” atribuída ao período de 1500 a 1808;
 Compreender o Brasil no processo histórico de expansão capitalista na modernidade.

Conteúdos:

 A historiografia sobre o período colonial brasileiro: questões e perspectivas


 O capitalismo, a América Portuguesa e o sistema colonial
 O desenvolvimento capitalista e a expansão marítima
 O sistema Atlântico na época moderna
 O sentido da colonização
 As rotas de conquista e fixação territorial e populacional
 A administração colonial
 O funcionamento do sistema colonial
 A escravidão na América Portuguesa e o Mundo Atlântico
 A produção econômica colonial: grande lavoura, agricultura de subsistência, pecuária,
mineração, extrativismo e produtos tropicais
 Alagoas, o Nordeste açucareiro, e o período holandês
 A sociedade colonial
 A crise do Sistema Colonial
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Bibliografia Básica:

FRAGOSO, João; GUEDES, Roberto, KRAUSE, Thiago. A América portuguesa e os


sistemas atlânticos na Época Moderna. Monarquia pluricontinental e Antigo Regime. Rio
de Janeiro: FGV, 2013.

FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. (Orgs.). O Brasil colonial (col.): 1443-1580.
Vol. 01. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

MESGRAVIS, Laima. História do Brasil Colônia. São Paulo: Contexto, 2015.

PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense,


1981.

SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia
das Letras, 2015.

SOUZA, Laura de Mello e. História da Vida Privada no Brasil: Cotidiano e Vida Privada
na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

WEHLING, Arno e WEHLING, Maria J. C. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro:


Nova Fronteira, 1994.
Bibliografia Complementar:

FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima. (Orgs.). O Brasil colonial (col.): 1580-1720.
Vol. 02. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014.

_____________. O Brasil colonial (col.): 1720-1821. Vol. 03. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2014.
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92

ALENCASTRO, Luis Felipe de Alencastro. O Trato do Viventes. Formação do Brasil no


Atlântico-Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

BOXER, Charles R. A Idade do Ouro no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1963.

FARIA, Sheila de Castro. A Colônia em Movimento. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. São Paulo: Ática, 1978.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Visão do Paraíso. São Paulo: Brasiliense, Publifolha, 2000.

MONTEIRO, John Manuel. Os Negros da Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-


1808). São Paulo: Hucitec, 1995

VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995.

FRAGOSO, João, BICALHO, Maria Fernanda Baptista & GOUVÊA, Maria de Fátima (Orgs.).
O Antigo Regime nos Trópicos: A Dinâmica Imperial Portuguesa (Século XVI-XVIII). Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

HOLANDA, Sérgio Buarque de (Dir.) História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo:
Bertrand Brasil, 1993.

SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos: Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial.


São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Antiga II 3º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

O Modo de Produção Escravista. Origens, povoamento, características geográficas,


instituições políticas, sociais, econômicas e manifestações culturais das civilizações
clássicas: Grécia e Roma. Análise da historiografia contemporânea a respeito da
Antiguidade Clássica: economia, sociedade e política.

Objetivos:

 Conhecer a história do nascimento da Civilização Ocidental, enfocando as chamadas


civilizações clássicas.
 Conhecer um quadro geral da geografia e cronologia histórica do Ocidente antigo.
 Estudo de temas da história das sociedades da antiguidade clássica, capacitando-se
a fazer reflexões temáticas, por exemplo, sobre temas relacionados à economia,
política, sociedade, religião, gênero, sexualidade, literatura, cultura, arqueologia e
patrimônio cultural.

Conteúdos:

 O quadro geral da antiguidade clássica


 Localização, periodização, fontes bibliográficas e método histórico.
 Grécia
 O Período Pré-Homérico
 Aqueus, Eólios e Jônios
 Civilização Creto-Micênica
 Dórios – Primeira Diáspora
 Modo de Produção Escravista, religião e política
 O Período Homérico
 Genos
 O Período Arcaico
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 Formação da Polis
 Cidades Estados: Esparta, Atenas, Corinto, Tebas, Siracusa
 O Período Clássico
 Conflitos e Guerras
 O Período Helenístico
 Ascensão da Macedônia e Felipe II
 Alexandre o Grande
 Roma: período monárquico, república e império
 Expansão e lutas sociais
 Crise política e formação do Império
 Cristianismo
 Declínio do Império Romano
 Invasões Bárbaras
 Oficialização do Cristianismo
 Divisão do Império
 Queda do Império Romano do Ocidente

Bibliografia Básica:

ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense,


2000.

AQUINO. DENIZE. OSCAR. História das sociedades: das comunidades primitivas às


sociedades medievais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.

EYLER, Flávia Maria Schlee. História Antiga Grecia e Roma. A formação do Ocidente.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.

FLORENZANO, Maria Beatriz. O mundo antigo: economia e sociedade. 12a.ed., São


Paulo: Brasiliense, 1994.

GLOTZ, Gustave. A cidade grega. São Paulo: Difel, 1980.

GRANDAZZI, Alexandre. As Origens de Roma. São Paulo: Unesp, 2010.

MARTINS, Thomas R. Roma Antiga. De Rômulo a Justiniano. Porto Alegre: L&PM


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Editores, 2014.

PINSKY, Jaime (org). 100 textos de História. São Paulo: Global. 1980.

VEYNE, Paul. (Org.) Historia da vida privada 1. Do Império Romano ao ano mil. São
Paulo: Companhia de Bolso, 2009.

Bibliografia Complementar:

BLOCH, Raymundo & COUSIN, Jean. Roma e seu destino. Lisboa: Cosmos,1964.

CAMARGO, Cláudio. Guerra e Paz no Oriente Médio. São Paulo: Contexto,1995.

CARDOSO, Ciro Flamarion. A cidade-estado antiga. São Paulo: Ática, 1993.

FINLEY, Moses. História antiga: testemunhos e modelos. São Paulo: Martins Fontes,
1994

PINSKY, Jaime (org). Modos de produção na Antiguidade. São Paulo: Global, 1982.

SALLES, Catherine. Nos submundos da antiguidade. São Paulo: Brasiliense, 1987.

VIDAL-NAQUET, Pierre. O mundo de Homero. São Paulo: Companhia das Letras, 2002
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Psicologia da Educação 3º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Noções dos conceitos psicológicos. Definições e métodos. Estudo dos processos de


desenvolvimento físico, psicomotor, cognitivo e da personalidade da primeira infância até a
adolescência.

Objetivos:

 Compreender os processos psicossociais e de desenvolvimento humano durante a


aprendizagem nas dimensões afetivas, psicomotora e cognitiva;
 Estudo de diferentes concepções e abordagens cognitivos e subjetivas na aplicação
da psicologia sobre a educação.

Conteúdos:

 O desenvolvimento humano em suas dimensões cognitiva, afetiva, psicomotora e


social, com as conseqüentes implicações para a educação;
 Compreensão do processo da aprendizagem e suas contribuições para o ensino;
 Psicologia do Desenvolvimento: Visão histórica;
 Desenvolvimento humano: conceitos e princípios fundamentais em diversas teorias do
desenvolvimento da criança e do adolescente (Psicanalítica, Cognitiva,
Comportamentalista e Gestaltista);
 Psicologia da Aprendizagem: Conceitos fundamentais e princípios nas diversas
correntes de aprendizagem e suas contribuições para a Educação Escolar:
Behaviorismo, Gestalt, Humanismo, Psicanálise e Cognitivismo.
 As teorias de aprendizagem no processo educativo escolar: contribuição para a
definição da postura do professor; e para a identificação e explicação de dificuldades
de aprendizagem.
 Teorias de aprendizagem e o papel da escola na sociedade, suas relações com a
família e com a comunidade, para a compreensão do fracasso escolar e sua possível
prevenção.
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Bibliografia Básica:

ALENCAR, E. S. Psicologia: Introdução aos Princípios Básicos do Comportamento


Humano. Petrópolis: Vozes.

ATKINSON, Rita L ET al. Introdução à Psicologia. Trad. Daniel Bueno.13ed. Porto Alegre:
Artmed, 2002

BOCK, Ana Maria Bahia. Psicologias. São Paulo: Saraiva.

DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. 3ª ed. São Paulo: MAKRON Books, 2001

GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à


prática pedagógica. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento um processo


sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione, 2001.

PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento & aprendizagem em Piaget e


Vygotsky: a relevância do social. 5. ed. São Paulo: Summus Editorial, 2001.

Bibliografia Complementar:

DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vigotski. 3. ed.


Campinas: Autores Associados, 2001.

________. Vigotski e o “aprender a aprender”: crítica às apropriações neoliberais e pós-


modernas da teoria vigotskiana. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.

FADIMAN, James; FRAGER, Robert. Teorias da Personalidade. São Paulo: HABRA, 2002.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
98

GOULART, Iris Barbosa. Piaget: experiências básicas para utilização pelo professor. 21. ed.
Petrópolis: Vozes, 2005.

JACÓ-VILELA, Ana Maria; MANCEBO, Deise. (Orgs.). Psicologia Social: abordagens


sócio-histórica e desafios contemporâneos. Rio de Janeiro: UERJ, 1999.

JOLIBERT, Bernard. Sigmund Freud. Recife: Fundação Joaquim Nabuco: Massangana,


2010.

LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa de Lima. Piaget,
Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 23. ed. São Paulo: Summus,
1992.

MIZUKAMI, Maria das Graças Nicoleti. Ensino: as abordagens do Processo. São Paulo.
EPU. 1986.

MUNARI, Alberto. Jean Piaget. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Massangana, 2010.

PAPALIA, Diane; OLDS, Sally. Desenvolvimento Humano. 8ªed. Porto Alegre: ARTMED,
2006.

PULASKI, Mary Ann Spencer; RIBEIRO, Vera. Compreendendo Piaget: uma introdução
ao desenvolvimento cognitivo da criança. Rio de Janeiro: LTC, 1986. 230 p. (Biblioteca
de ciências da educação)

REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação.


21.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. (Coleção educação e conhecimento)

SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. 11. ed. São Paulo, SP: Martins
Fontes, 2003.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
99

VIGOTSKY, L. S.; LURIA, A. R.; LEONT'EV, Aleksei Nikolaevich. Linguagem,


desenvolvimento e aprendizagem. 10. ed. São Paulo: Ícone, 2006.
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100

4º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Pesquisa em História 4º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

Análise dos diferentes procedimentos metodológicos que norteiam a produção do


conhecimento histórico. Construção dos instrumentos necessários para a elaboração de
uma pesquisa científica em História. Discussões sobre teoria e método no campo da
pesquisa histórica, abordando as relações recíprocas entre história e memória, marcando
suas diferenciações. Uso historiográfico de diferentes fontes históricas. Acontecimentos,
narrativa e história na elaboração de problemáticas, hipóteses e objetivos na moldura do
projeto de pesquisa.

Objetivos:

 Problematizar o campo de pesquisas em História a partir da produção historiográfica e


da sua base teórica e conceitual;
 Auxiliar na instrumentalização metodológica da pesquisa, com o objetivo de viabilizar
a execução do trabalho de conclusão de curso.
 Estudar os elementos teórico-metodológicos que estruturam os trabalhos científicos e
a produção de Trabalho de Conclusão de Curso no âmbito dos estudos históricos.
 Instrumentalização teórica, técnica e crítica para a execução de pesquisa histórica e
escrita de monografia.
 Desenvolver habilidades na Produção do trabalho científico: resumo expandido,
artigo, paper e monografia.
 Estudar as diferentes fontes históricas e a sua aplicabilidade à pesquisa monográfica.
 Compreender a discussão sobre a natureza das fontes historiográficas e sobre a
elaboração de projetos de pesquisa em História.
 Compreender os principais campos e especialidades da história na atualidade,
discutindo as especificidades metodológicas próprias destes campos, bem como
alguns dos recortes historiográficos mais recente.
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Conteúdos:

 A Ciência da produção histórica: Métodos e técnicas da pesquisa em História;


 O projeto de pesquisa: métodos científicos;
 Como elaborar o projeto de pesquisa
 O Projeto de Pesquisa em História.
 As especificidades da pesquisa histórica.
 A operação historiográfica;
 O arquivo;
 A historiografia;
 O trato documental e a variedade de fontes;
 História e memória.
 As fontes históricas e o trato documental no campo da história
 Arquivos
 Documento – Conceito e tipos
 Fotografias
 Registros Paroquiais e civis
 Cartas
 Depoimentos orais
 Patrimônio Cultural
 Como elaborar a monografia
 Estrutura
 Formatação
 Analise de dados

Bibliografia Básica:

BURKE, Peter (org.) A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: Editora da
Unesp, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion S. e BRIGNOLI, Héctor Pérez. Os Métodos da História. Rio de


Janeiro: Graal, 1983.

CARDOSO, C. F. e VAINFAS, R. Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia.


Rio de Janeiro: Campus, 1997.

________, _______. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.


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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
103

CERTEAU, Michel. A escrita da história. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,


2011.

GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fictício. Tradução de Rosa Freire
d’Aguiar e Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

LUCA, Tania de.; PINSKY, Carla Bassanezi. (Orgs.). O historiador e suas fontes. São
Paulo: Contexto, 2011.

PINSKY, Carla Bassanezi. (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2011.

SAMARA, Eni de Mesquita e TUPY, Ismênia S. S. Truzzi. História & documento e


metodologia de pesquisa. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.

Bibliografia Complementar:

ALBERTI, Verena. Ouvir Contar: textos em história oral. Rio de Janeiro: Editora FGV,
2004.

AMADO, Janaína; FERREIRA, Marieta Moraes. Usos e abusos da história oral. Rio de
Janeiro:FGV, 1998.

LE GOFF, Jacques e NORA, Pierre (orgs.) História: novos problemas; novos objetos;
novas abordagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.

CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo. Domínios da história; ensaios de teoria
e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano. Petrópolis: Vozes, 1994.


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104

GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Cia das
letras, 1989.

LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Unicamp, 1992.

MARX, Karl. Contribuição à crítica da economia política In: Col. Os Economistas. Trad. de Edgar
Malagodi e Jacob Gorender – São Paulo: Nova Cultural, 1979. (pp. 3-21).

PERROT, Michele. “Em que ponto está a história das mulheres na França?” In: Revista
Brasileira de História. São Paulo: ANPUH/Marco Zero, Vol 14, Nº 28, 1994. (10 cópias).

THOMPSON. Paul. A voz do passado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

THOMPSON, E. P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao


pensamento de Althusser. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

__________, _____ . Costumes em comum. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Cultura Afro-brasileira 4º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

A disciplina propõe o estudo das dinâmicas de transformação envolvendo as culturas


africanas na chamada Diáspora Negra, tendo como foco principal a construção das
identidades afro-brasileiras nos encontros, tensões, conflitos e negociações com as demais
matrizes culturais que formaram a sociedade nacional.

Objetivos:

 Fomentar o conhecimento acerca das culturas africanas, compreendendo-as em seus


fundamentos e princípios filosóficos e cosmogônicos;
 Discutir os efeitos dos processos de colonização e imperialismo europeu na
estruturação das culturas afro brasileiras e na identidade dos seus sujeitos;
 Problematizar a realidade cultural brasileira na relação com o Estado, focando
questões à formulação de políticas públicas e sua interface com a produção da
pobreza e violência contra população afro.

Conteúdos:

 As matrizes culturais africanas e seus princípios filosóficos e cosmogônicos;


 Diáspora, mestiçagem e hibridismo afro-brasileiro, questões conceituais e teóricas
 Identidades étnicas e meta-étnicas no contexto das culturas afro-brasileiras: os Bantu,
Gêge, Nagô e Malê;
 As religiões afro-brasileiras, mestiçagens e hibridismo;
 A Capoeira como signo do hibridismo negro diaspórico;
 Tradição e modernidade na formação das expressões culturais afro-brasileiras
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106

Bibliografia Básica:

APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai: a África na filosofia da cultura. Rio de
Janeiro: Contraponto, 1997

BA, Amadou Hampaté. Amkoullel, o menino fula. São Paulo: Palas Athena: Casa das
Áfricas, 2003

BARBOSA et al. (Org.), Lúcia Maria de Assunção. De preto a afro-descendente: trajetos de


pesquisa sobre o negro, cultura negra e relações étnico-raciais no Brasil. São Carlos:
EdUFSCar, 2010

CARDOSO, Paulino de Jesus Francisco. RASCKE, Karla Leandro (Orgs). Formação de


professores: produção e difusão de conteúdos sobre a história e cultura afro-
brasileira e africana. Florianópolis: DIOESC, 2014

LOPES, Nei. Bantos, malês e identidade negra. Rio de Janeiro: Forense, 1988

LUZ, Marco Aurélio. Agadá: dinâmica da civilização africano-brasileira. Salvador: Centro


Editorial e Didático da UFBA: Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil, 1995

ORTIZ, Renato. A morte branca do feiticeiro negro: umbanda e sociedade brasileira.


São Paulo: Brasiliense, 1999

PARÉS, Luis Nicolau. A formação do candomblé: história e ritual da nação jeje na


Bahia. Campinas: Editora Unicamp, 2007.

RAMUYO, Brasil. O reggae no caribe brasileiro, São Luiz: Pitomba, 2014

WALDMAN, Maurício & SERRANO, Carlos. Memória d’África: a temática africana em sala
de aula. São Paulo: Cortez, 2007
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107

Bibliografia Complementar:

MARCON, Frank; SOGBOSSI, Hippolyte Brice (Orgs.). Estudos africanos, história e


cultura afro-brasileira: olhares sobre a lei 10.639/03

M’BOKOLO, Elikia. África negra: história e civilizações. Salvador: EDUFBA; São Paulo:
Casa das Áfricas, 2009 (Tomo I – Até o século XVIII)

OJO-ADE, Femi. Negro: raça e cultura. Salvador: EDUFBA, 2006

SANSONE, Livio. Negritude sem etnicidade: o local e o global nas relações raciais e na
produção cultural negra do Brasil. Salvador: EDUFBA: PALLAS, 2007
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História do Brasil II 4º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

A disciplina tem por objetivo analisar, consubstancialmente, os aspectos políticos,


econômicos, sociais, religiosos, e de poder do Brasil entre os anos de 1808 a 1889,
compreendendo sua formação história nesse recorte temporal. Analisa a crise do antigo
sistema colonial, o processo de descolonização e independência, a construção do estado
brasileiro como um regime monárquico, as revoltas e lutas populares, os processos
econômicos e políticos, as configurações sociais brasileiras ao longo século XIX, a
escravidão e as práticas de liberdade, o trabalho livre, a abolição da escravidão e o declínio
do regime monárquico no Brasil.

Objetivos:

 Compreender o processo de formação histórica, social, política, econômica e cultural


do Brasil no século XIX.

Conteúdos:

 O processo de descolonização do Brasil: crise do sistema colonial e período joanino


 Crise do Antigo Sistema Colonial
 Abertura dos Portos e a Inversão colonial
 O período joanino no Brasil
 O processo de independência do Brasil
 O movimento de independência
 A construção do Estado brasileiro
 Império Brasileiro
 Sociedade, população, economia, e poder
 Insurreições e revoltas;
 A Guerra do Paraguai;
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 Escravidão e práticas de liberdade


 Abolição da escravatura e o declínio do regime monárquico no Brasil

Bibliografia Básica:

COSTA, Emília Viotti. Da Monarquia à República. Momentos decisivos. São Paulo:


UNESP, 1999.

OLIVEIRA, Luís Valente; RICUPERO, Rubens (Orgs.). A Abertura dos Portos. São Paulo:
SENAC, 2007.

SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia
das Letras, 2015.

MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-


2000). Formação: histórias. São Paulo: SENAC, 2000.

SILVA, Alberto da Costa e (Coord.).História do Brasil nação: 1808-2010.Vol. 01: Crise


colonial e independência (1808-1830). Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

CARVALHO, José Murilo de. (Coord.).História do Brasil nação: 1808-2010.Vol. 02: A


construção nacional (1830-1889). Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

CHALHOUB, Sidney. Visões de liberdade. Uma história das ultimas décadas da


escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

CARVALHO, Marcus J. M. de. Liberdade. Rotinas e rupturas do escravismo no Recife,


1822-1850. Recife: Editora Universitária UFPE, 2010.

MOREL, Marco l. O Período das Regências (1831-1840). Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2003.
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110

LINHARES, Maria Yedda (Org.) História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo:
HUCITEC, 1979.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Pelas Barbas do Imperador. São Paulo: Companhia das Letras,
2001.

Bibliografia Complementar:

ABREU, Marcelo de Paiva. A Ordem do Progresso. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

BEIGUELMAN, Paula. A Crise do Escravismo e a Grande Imigração. São Paulo:


Brasiliense, 1996.

CANO, Wilson. Raízes da Concentração Industrial em São Paulo. São Paulo: T.A.Q.,
1981.

CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990.

_______________________. Os Bestializados. São Paulo: Cia das Letras, 1987.

CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

DEAN, Warren. A Industrialização de São Paulo. São Paulo: Difel, 1984.

FACÓ, Rui. Cangaceiros e Fanáticos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Editora Nacional, 1979.
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111

LEAL, Vitor Nunes Leal. Coronelismo, Enxada e Voto. São Paulo: Alfa-ômega, 1975.

LYRA, Maria do Lourdes Viana. O Império em Construção: Primeiro Reinado e


Regências. São Paulo: Atual, 2000.

MARTINS, José de Souza. Os Camponeses e a Política no Brasil. Petrópolis: Vozes,


1982.

MATTOS, Ilmar. Tempo Saquarema. Rio de Janeiro: Acess, 1990.

MATTOSO, Kátia. Ser Escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1982.

MOTTA, Carlos Guilherme (Org.) 1822: Dimensões. São Paulo: Perspectiva 1986.

___________________________ Brasil em Perspectiva. São Paulo: Difel, 1980.

NEVES, Guilherme Pereira das, SANTOS, Ana Maria, GONÇALVES, Williams da Silva &
MACHADO, Humberto Fernandes (Orgs.). História do Brasil – De Terra Ignota ao Brasil
Atual. Rio de Janeiro: Editora Multimídia, 2002.

SLENES, Robert. Na Senzala, uma Flor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

SUZIGAN, Wilson. Indústria Brasileira: origem de desenvolvimento. São Paulo:


Brasiliense, 1986.

VAINFAS, Ronaldo (Dir.) Dicionário do Brasil Imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro:


Objetiva, 2002.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Medieval 4º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

Introdução aos estudos da Idade Média Ocidental e Oriental. A cisão entre Ocidente e
Oriente. Diferenças étnicas e religiosas. Economia, cultura e sociedade do período medieval.
Legado histórico, cultural e filosófico.

Objetivos:

 Análise de uma visão global das sociedades medievais, privilegiando as dinâmicas e


estruturas sócio-político-culturais presentes no Ocidente cristão e seus legados para a
contemporaneidade.

Conteúdos:

 A transição da Antiguidade para a Idade Média;


 Sociedade, Cultura e Economia na Alta Idade Média;
 As invasões bárbaras;
 A ascensão do Cristianismo;
 Os Reinos Francos, Germânicos, e Cristãos;
 A constituição do Feudalismo e suas características econômicas, jurídicas e sociais;
 O Orientalismo;
 O Islã, o Império Otomano, e O Império Bizantino;
 A Escolástica e o pensamento medieval;
 As delineações territoriais;
 O Militarismo entre os séculos V e XV e as Cruzadas;
 A cultura medieval;
 O poder da Igreja Católica;
 Sociedade, Cultura, e Economia na Baixa Idade Média;
 O renascimento comercial e urbano;
 A reorganização política na Idade Média;
 A crise do sistema feudal.
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Bibliografia Básica:

AQUINO. DENIZE. OSCAR. História das sociedades: das comunidades primitivas às


sociedades medievais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.

ANDERSON, Perry. Passagens da Antigüidade ao Feudalismo. São Paulo: Brasiliense,


1987.

DUBBY, Georges. As Três Ordens ou o Imaginário do Feudalismo. Lisboa: Estampa,


1992.

FRANCO JR, Hilário. O Feudalismo. São Paulo: Brasiliense, 1984.

LE GOFF, Jacques. (org.) O Homem Medieval. Lisboa: Estampa, 1989.

___________. Para um novo Conceito da Idade Média. Lisboa: Estampa, 1982.

___________. As raízes medievais da Europa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

PINSKY, Jaime (org.). Modo de Produção Feudal. São Paulo: Global, 1982.

Bibliografia Complementar:

DUBBY, Georges. Guerreiros e Camponeses. Lisboa: Estampa, 1980.

EYMERICH, Nicolau. Manual dos Inquisidores. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos/Edunb,
1993.

FRANCO JR, Hilário. As Utopias Medievais. São Paulo: Brasiliense, 1992.


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114

_________. A Idade Média: o Nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 1986.

LE GOFF, Jacques. Para um novo Conceito da Idade Média. Lisboa, Estampa, 1982.

LE GOFF, Jacques. (org.) O Homem Medieval. Lisboa, Estampa, 1989

MACEDO, José Rivair. A Mulher na Idade Média. São Paulo: Contexto, 1997.

MELLO, José Roberto. O Cotidiano no Imaginário Medieval. São Paulo: Contexto, 1992.

MIQUEL, A. O Islam e sua Civilização. Lisboa: Cosmos, 1971.

MOLLAT, M. Os Pobres na Idade Média. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

NOVINSKY, Anita. A Inquisição. São Paulo: Brasiliense, 1990.

PIRENNE, Henri. As Cidades da Idade Média. Lisboa: Europa-América, 1964.

STRYER, J. R. As Origens Medievais do Estado Moderno. Lisboa, Gradiva, s/d.


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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Didática 4º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

A Didática no contexto histórico. Tendências Pedagógicas na Prática Educativa.


Didática e a Formação de professores. Currículo. Planejamento e Avaliação do Ensino numa
perspectiva crítica.

Objetivos:

 Compreender a aplicabilidade de estratégias didático-pedagógicas no processo de


planejamento do ensino e aprendizagem;
 Instrumentalizar a prática didática no processo de ensino e aprendizagem

Conteúdos:

 O que é a didática;
 O ensino, o aluno, e a sala de aula;
 Estratégias de ensino e aprendizagem focado em uma abordagem de aprendizado
significativo;
 Técnicas e jogos de aprendizagens;
 O planejamento da aula;
 O plano de ensino;
 A aula.

Bibliografia Básica:

SANT’ANNA, Ilza Martins, MENEGOLLA, Maximiliano. Didática: Aprender a Ensinar, 7ª,


São Paulo: Cortez, 2002.
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116

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. A Prática Pedagógica do Professor de Didática, 4ª,


Campinas: Papirus, 2000

CANDU, Vera Maria. A Didática em Questão. 14ª, Petrópolis: Vozes, 1997

__________. Rumo a uma Nova Didática. Petrópolis: Vozes, 1998

TAPIA, Jesus Alonso. A motivação em Sala de Aula. São Paulo: Loyola, 2000.

Bibliografia Complementar:

OLIVEIRAS, Maria Rita Neto Sales & ANDRE, Marli Eliza D. A. (orgs.). Alternativas do
ensino de didática. Campinas: Papirus, 1997.

GANDIN, Danilo. Temas para um Projeto Político Pedagógico. Petrópolis: Vozes, 1999.
176p.

LIBANEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2003.

OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. A reconstrução da Didática: Elementos teórico-


metodológicos. 2ª ed. Campinas: Papirus. 1993.
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5º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Metodologia do Ensino de História 5º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Objetivos, métodos, técnicas e recursos didáticos para o ensino de história. D omínio


de uma determinada área do saber dentro do campo de conhecimento da História. Entre
seus principais objetivos estão as reflexões sobre a prática pedagógica e a construção de
novos saberes ligados ao Ensino de História e suas novas tecnologias.

Objetivos:

 Articular teoria e prática no contexto da educação escolar;


 Conhecer a complexidade do desafio envolvido na formação de professores de
história, ação que nos conduz a um patamar reflexivo que vai muito além da
competência técnica e do domínio dos conteúdos específicos;
 Identificar as dimensões da didática da história no fazer pedagógico em sala de aula;
 Compreender as questões da pluralidade cultural e da diversidade social e suas
implicações no contexto escolar;
 Perceber as formas de abordagens e de inclusão de determinados conteúdos
históricos em um material ainda dominante nas salas de aula;
 Utilizar múltiplas práticas de ensino que possibilitem a construção do conhecimento
de história
 Utilização de novas tecnologias da informação e comunicação no ensino de história

Conteúdos:

 O saber histórico escolar e a tarefa educativa na contemporaneidade;


 A docência em história; as travessias formativas; os saberes profissionais e
experiências didático – históricas;
 Ensino de história e suas lutas entre narrativas: políticas, saberes e práticas;
 Ensino de história e disputas pela memória;
 Reeducação étnico-racial e ensino e ensino de história;
 Materialidades do livro didático de história ao longo do sec. XX;
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119

 Ensino de história e formação da consciência crítica;


 O digital em discussão: Uma experiência com linhas do tempo interativas.

Bibliografia Básica:

BITTENCOURT, Circe. O saber histórico na sala de aula. 9ª ed. São Paulo: Ed. Contexto,
2009.

BORGES, Vavi Pacheco et al. O Ensino de História: Revisão Urgente. 4ª, São Paulo:
Brasiliense, 1992.

LOPES, Alice Casmino; MACEDO, Elizabete. Currículo: Debates contemporâneos. 3ª ed


São Paulo: Cortez 2010.

LUPORINE, Teresa Jussara. Aprender e ensinar história nos anos iniciais. São Paulo:
Editora Cortez, 2015.

MAGALHÃES, Marcelo Ermino de. História: Usos do passado, memória e mídia. Rio de
Janeiro: Ed. FGV 2014.

MARCOS, Silva. Que ensino é esse? Campinas, SP: Papirus, 2013.

FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História e o Ensino de História. São Paulo: Autêntica,
2003.

Bibliografia Complementar:

DERMEVAL, Saviani. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores
Associados, 2014.

DMITRUK, Hilda Beatriz. História que Fazemos: Pesquisa e Ensino de História, São
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120

Paulo: Argos, 1998.

LE GOFF, J. História e memória. Campinas: UNICAMP, 2003.

MARCO, Silva. SELVA, Guimarães. Ensinar história no século XXI: Em busca do tempo
perdido: (Coleção magistério: Formação e trabalho pedagógico). Campinas, SP: Papirus
2007.

NEVES, Maria Aparecida Mamede. Ensinando e aprendendo história. São Paulo: EPU,
1985.

NIKITIUK, Sonia L. Repensando o Ensino de História, 3ª, São Paulo: Cortez, 2001.

PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo:


Cortês, 1994.

PINSKY, Jaime. O Ensino de História e a Criação do Fato, 10ª, São Paulo: Contexto,
2002.

SILVA, Marco Antonio da. História: O Prazer de Ensino e Pesquisa. São Paulo:
Brasiliense, 1995.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História da América I 5º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

O curso problematizará a trajetória histórica do continente americano. Aspectos das


sociedades coloniais americanas. Estudo da conquista e colonização da América espanhola
e anglo-saxônica, desde a sistematização do modelo de exploração até o nascimento dos
primeiros movimentos contestadores da dominação imposta pelas metrópoles europeias até
o processo de independência das Américas espanhola e inglesa e da inserção do continente
no mercado mundial.

Objetivos:

 Compreender o processo de formação das sociedades americanas


 Compreender o processo de colonização do continente americano em suas múltiplas
especificidades.
 Analisar as relações políticas, econômicas e sociais na América, assim como o
processo histórico das transformações processadas no continente nos séculos XIX

Conteúdos:

 Os povos antecessores ao processo de colonização moderna e europeia;


 O contato entre culturas: choques e interpenetrações, o imaginário americano.
 O sistema colonial: nuances e elementos de administração;
 Os tipos e modelos de colonização na América;
 Trabalho e exploração econômica na América;
 A América Espanhola e Anglo-Saxônica.
 Os processos de emancipação política na América;
 Formação do Estados Nacionais na América;
 A fragmentação territorial e política;
 Imperialismo e dependência na América
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 A transição ao capitalismo dependente e a formação dos mercados internos


 A consolidação do capitalismo nos EUA
 A expansão imperialista estadunidense na América Latina
 As fronteiras e guerras no processo de inserção da América Latina no mercado
mundial

Bibliografia Básica:

AQUINO. JESUS. OSCAR. História das Sociedades Americanas. Rio de Janeiro: Eu e


Você Editora, 1981.

CANTELE, Bruna Renata & ROITMAN. Visão dos Contrastes: A América Espanhola. 2ª,
São Paulo: Editora do Brasil, 1999.

GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. São Paulo: Paz e Terra, 1982.

HUBERMAN, Leo. História da Riqueza dos EUA (Nós, o povo). São Paulo: brasiliense,
1983.

LAS CASAS, Frei Bartolomé. O Paraíso Destruído. Porto Alegre: L&PM, 1985.

POMER, Leon. As Independências na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1992.

PINSKY, Jaime. História da América Através de Textos. São Paulo: Contexto, 2001.

STEIN, Stanley e STEIN, Barbara. A Herança Colonial da América Latina. Editora Paz e
Terra S. A. Rio de Janeiro -R.J. 1977.

SCHWARTZ. Stuart B. & LOCKHART, Robert D. América Latina na Época Colonial. São
Paulo: Civilização Brasileira, 2002.

VAINFAS, Ronaldo. Economia e sociedade na América Espanhola. Rio de Janeiro, Graal,


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123

1984.
Bibliografia Complementar:

POMER, León. Os conflitos da Bacia do Prata. São Paulo: Brasiliense, 1979.

CARDOSO, Ciro Flamarion. O Trabalho na América Latina Colonial. São Paulo: Ática,
1988.

CHIAVENATTO, Julio José. Genocído americano: a guerra do Paraguai. São Paulo:


Brasiliense, 1980.

FERREIRA, Jorge Luiz. Conquista e colonização da América Espanhola. São Paulo:


Ática, 1992.

_______. Incas e Astecas: culturas pré-colombianas. São Paulo: Ática, 1988.

JAMES, C.L.R. Os jacobinos negros. São Paulo: Boitempo, 2007.

LEHMANN, Henri. As civilizações pré-colombianas. São Paulo: DIFEL, 1965.

MAHN-LOT, Marianne. A Conquista da América Espanhola. São Paulo: Papirus, 1990.

AIROLA, Jorge Magasich & BEER, Jean Marc. América Mágica. São Paulo: Paz e Terra,
2000.

PEREGALLI, Enrique. A América Que os Europeus Encontraram. São Paulo: Atual, 1998.

PINSKY, Jaime. História da América Através de Textos. 7ª , São Paulo: Contexto, 2001.

POMER, León. Os conflitos da Bacia do Prata. São Paulo: Brasiliense, 1979.


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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História do Brasil III 5º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

A disciplina tem por objetivo analisar os aspectos políticos, econômicos, sociais,


religiosos, comportamentais e ideológicos do Brasil entre os anos de 1889 a 1945. Tendo
início com a crise do sistema imperial brasileiro e a consequente proclamação da República
nos idos do século XIX, a disciplina atravessa a República Velha, dando enfoque na política
dos governadores, até o período varguista, onde se inicia a construção de uma economia
nacionalista e de um Estado autoritário, em 1937.

Objetivos:

 Compreender o processo de formação da República no Brasil;


 Compreender o predomínio aristocrática no primeiro período republicano
 Reconhecimento do protagonismo de trabalhadores e classes consideradas
subalternas nas lutas políticas por direitos e cidadanias;
 Compreender as influências externas (Primeira Guerra, Nazi-fascismo, Segunda
Guerra) na organização política e econômica nacional.
 Analisar o período do governo Vargas

Conteúdos:

 A Primeira República (1889-1930)


 Panorama e imagens do Brasil do Império para República;
 A política na Primeira República
 Coronelismo e poder local
 Economia: agricultura, comércio, indústria, serviços
 Revoltas e lutas políticas: as condições de vida da população
 O Cangaço
 Movimento operário
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 A crise dos anos vinte a Revolução de 1930


 Era Vargas (1930-1945)
 2.1 Vargas: Governos Provisório e Constitucional
 2.2 O Estado Novo
 2.3. Estado, trabalho e questão social na Era Vargas
 2.4. A idealização do trabalhador no Brasil: de ideologização ao reconhecimento de
seu protagonismo
 2.5. Fim do Estado Novo
 2.6. O trabalhismo no Brasil: o fim da Era Vargas ou o começo de um novo tempo?

Bibliografia Básica:

PANDOLFI, Dulce. (Org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: FGV, 1999.

FERREIRA, Jorge.; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Orgs.). O Brasil republicano.


Vol. 02. O tempo do nacional-estatismo: do início da década de 1930 ao apogeu do Estado
Novo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.

GOMES, Ângela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. São Paulo: Vértice, 1988.

SCHWARCZ, Lilia M., SATARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo:
Companhia das Letras, 2015.

SCHWARCZ, Lilia Moritz (Coord.). História do Brasil nação: 1808-2010.Vol. 03: A abertura
para o mundo (1889-1930). Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2013.

_____________. Os Bestializados. São Paulo: Cia das Letras, 1987.


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Bibliografia Complementar:

ANTUNES, Ricardo. Classe Operária, Sindicatos e Partido no Brasil. São Paulo:


Cortez, 1988.

CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990.

FERREIRA, Jorge. O imaginário trabalhista. Getulismo, PTB e cultura política popular


(1945-1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

LEAL, VitorNunes Leal. Coronelismo, Enxada e Voto. São Paulo: Alfa-ômega, 1975.

MOTTA, Carlos Guilherme (Org.) Brasil em Perspectiva. São Paulo: Difel, 1980.

FAUSTO, Boris. Trabalho Urbano e Conflito Social. São Paulo: Difel, 1977.

FURTADO, Celso Furtado. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Editora Nacional,
1979.

JÚNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986.

RIDENTE, Marcelo. O Fantasma da Revolução Brasileira. São Paulo: Unesp, 1996.

SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castelo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Moderna I 5º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

Conceito de História moderna. Os modos de produção pré-capitalistas. A herança


judaico-cristã e greco-latina na civilização cristã ocidental. A modernidade, afirmação da
herança greco-latina. Revisão crítica da historiografia relativa ao período moderno. A
construção do capitalismo e do mundo do trabalho; as relações sociais de produção e os
movimentos religiosos.

Objetivos:

 Estudo em torno da formação do mundo moderno com ênfase nos aspectos sociais,
econômicos e culturais que moldaram a sociedade ocidental, suas abordagens
teóricas e de ensino.
 Analisar as relações políticas, econômicas e sociais na idade moderna, assim como o
processo histórico das transformações processadas no mundo nos séculos XV a XVII.
 Compreender o processo de formação do capitalismo mercantil

Conteúdos:

 A transição do mundo medieval para o mundo moderno


 As inovações tecnológicas
 Monetarização nas relações entre senhores e servos
 Renascimento Urbano
 Formação da Burguesia
 Monarquias Nacionais
 O mercantilismo
 Expansão Marítima e Comercial Europeia
 Sistemas Coloniais
 Humanismo, Renascimento e Ciência Moderna
 Reformas religiosas
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 O Estado Absolutista
 Tráfico e deslocamento forçado
 O ensino de História Moderna

Bibliografia Básica:

ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1985.

CORVESIER, André. História Moderna. São Paulo: Difel, 1983.

DELUMEAU, Jean. A Civilização do Ocidente. Lisboa: Editorial Estampa, 1983.

BRAUDEL, Fernand. A dinâmica do capitalismo. Rio de Janeiro: Rocco, 1987.

CHARTIER, Roger. (Org.) Historia da vida privada 3. Da Renascença ao Século das


Luzes. São Paulo: Companhia de Bolso, 2009.

MICELI, Paulo. História Moderna. São Paulo: Contexto, 2013.

Bibliografia Complementar:

TOCQUEVILLE, Aléxis. O Antigo Regime e a Revolução. 3ª, Brasília: EdUnb, 1997.

TAWNEY, R.H. A religião e o surgimento do capitalismo. São Paulo: Perspectiva, 1971.

HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

BURKHARD, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. São Paulo: Cia. das Letras,
1991.

ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997


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FALCON, Francisco José. Mercantilismo e Transição. São Paulo: Brasiliense, 1981.

DE JEAN, Joan. Antigos contra modernos: as guerras culturais. Rio de Janeiro:


Civilização, 2005.

FEBVRE, Lucien. Europa, gênese de uma civilização. São Paulo: Edusc, 2004.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Estágio Supervisionado I 5º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
100 100 04 Obrigatória
Ementa:

A Legislação de Estágio para estudantes como fundamentação básica para o


desenvolvimento do estágio. A Legislação que rege a Educação Básica Brasileira e o
cotidiano escolar. O Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar.

Objetivos:

 Conhecer a legislação de estágio para estudantes (Nacional e da UNEAL) e a


legislação da Educação Básica, propiciando aos discentes a reflexão da escola como
espaço de observação, pesquisa e produção do conhecimento.
 Estudar a legislação sobre Estágio identificando as responsabilidades de cada um no
desenvolvimento do estágio;
 Analisar a legislação da Educação Básica frisando os pontos críticos que deverão ser
observados na Escola de Educação Básica;
 Oportunizar ao estagiário momento de pesquisa educacional, mediante a pesquisa,
observação e participação em escolas da comunidade, familiarizando com a proposta
pedagógica desenvolvida nos contextos escolares;
 Sistematizar e socializar os aspectos teórico-práticos vivenciados no contexto escolar
mediante a elaboração do relatório do estágio.

Conteúdos:

 Legislação acerca do Estágio Curricular Supervisionado: nacional e no âmbito da


UNEAL;
 Estrutura do Estágio: Considerações sobre o campo de estágio, carga horária,
duração, supervisão e orientação, participação, coordenação geral do estágio,
acompanhamento e avaliação; Compromisso e responsabilidade do professor e do
aluno-estagiário;
 A Escola Campo de Estágio: Projeto Político da Escola e o Regimento Escolar;
Práticas reflexivas vivenciadas na Gestão escolar; Estágio de Observação e pesquisa
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na escola.
 Elaboração de Relatório a partir das normas da Associação Brasileira de Normas e
Técnicas (ABNT).

Bibliografia Básica:

ALARCÃO, I. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. Porto: Porto


Editora, 1996.

ANTUNES, C. Glossário para Educadores. 2º edição. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

KENSKI, Vani Moreira. A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em


estágios supervisionados. IN: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes [et all]; PICONEZ, Stela C.
Bertholo (Coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas-SP:
Papirus, 1991.

LIMA, M. S. L. A formação contínua dos professores nos caminhos e descaminhos do


desenvolvimento profissional. Doutorado em Educação. Faculdade de Educação da
Universidade de São Paulo (FEUSP), 2001.

PIMENTA, S. G. (org). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 2ª, São Paulo: Cortez,
2000.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo:
Cortez, 2004.

______________________. Estágio na Formação de Professores. Unidade Teoria e


Prática? São Paulo, Cortez: 2002.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Parecer CNE/CP 21/2001, de 06 de agosto de 2001. Dispõe sobre a duração e


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132

carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível


superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível
em:<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12636&Itemid=
86> Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Parecer n. CNE/CP 28/2001, aprovado em 02 de outubro de 2001. Dá nova


redação ao Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em Cursos de Nível
Superior.Disponívelem<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article
&id=12636&Itemid=86>. Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96. Brasília 20 de


dezembro de 1996.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. 7ª, São


Paulo: Paz e Terra, 1996.

MEDEIROS, M. V.; CABRAL, C. L. O. Formação Docente: da teoria à prática em uma


abordagem sócio-histórica. Revista E-curriculum, v.1, n.2, p. 2006.

MORIN, Edgard. Sete Saberes indispensáveis a educação do futuro. São Paulo, Cortez,
2000.
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6º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História de Alagoas I 6º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Tendo como ponto central a discussão da singularidade de Alagoas no processo de


constituição da América Portuguesa, a disciplina apresenta sua formação histórica em linhas
gerais, destacando as condições de produção da historiografia regional, as questões
relacionadas à dinâmica de produção (economia) e às relações de poder intra-elites e entre
as classes e grupos sociais, mediadas pela dinâmica da colonização.

Objetivos:

 Analisar a historiografia alagoana e os traços autoritários de sua cultura;


 Discutir a especificidade de Alagoas na dinâmica de formação da América
Portuguesa;
 Apresentar aspectos gerais do processo de formação da sociabilidade alagoana até
sua emancipação política;

Conteúdos:

 As condições de produção do discurso historiográfico em Alagoas;


 Ocupação e dinâmica de produção no Sul da capitania de Pernambuco;
 Organização político administrativa da Comarca de Alagoas.
 Holandeses no Nordeste;
 O escravismo e o quilombo dos Palmares;
 A autonomia política enquanto processo e a construção do poder oligárquico na
comarca/província.
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Bibliografia Básica:

ALMEIDA, Luiz Sávio de. Dois textos alagoanos exemplares. Maceió: FUNESA, 2004.

BRANDÃO, Otávio. Canais e Lagoas. Maceió: Edufal.

DIEGUES JR., Manuel. O bangüê nas Alagoas – traços da influência do sistema


econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3. ed. Maceió: EDUFAL,
2006.

GOMES, Flávio. Palmares. São Paulo: contexto, 2005.

MACIEL, Osvaldo Batista Acioly. O lugar do curso de História da UFAL no


desenvolvimento recente da historiografia alagoana. GLEIZER, Raquel (Org.) Do
passado par o futuro: edição comemorativa dos 50 anos da Anpuh. São Paulo: Contexto,
2011. 69- 83.

LINDOSO, Dirceu. A propósito de um certo manifesto Sururu. In: BEZERRA, Edson. O


manifesto Sururu: por uma antropofagia das coisas alagoanas. Maceió: Viva, 2014. 11- 36.

LINDOSO, Dirceu. Uma cultura em questão: a alagoana. In: LINDOSO, Dirceu.


Interpretação da província: estudos da cultura alagoana. Maceió: Edufal, 2005.97- 131.

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Leda Maria de. Alagoas: gênese, identidade e ensino. Maceió: Edufal, 2011.

ALMEIDA, Luiz Sávio de (org.) Mata e Palmares nas Alagoas. Maceió/Arapiraca: FUNESA,
2004.

ALTAVILA, Jayme de. História da civilização das Alagoas. 5 ed. Maceió:BPE/DAC, 1967.
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136

ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.

BRANDÃO, Moreno. História de Alagoas. Maceió: SERGASA, 1981.

CAETANO, Antonio Filipe (org.). Alagoas e o Império Colonial Português. Maceió: Cepal,
2010.

CARVALHO, Cícero P. Formação histórica de Alagoas. Maceió: GRAFITEX, 1982.

COSTA, Craveiro. História das alagoas (resumo didático). 2 ed. Maceió: SERGASA,
1983.

ESPÍNDOLA, Thomas do Bomfim. Geografia alagoana ou descrição física, política e


histórica da província de Alagoas. Maceió: Typografia do Liberal, 1871.

____. Olinda restaurada – guerra e açúcar no Nordeste, 1630-1654. 2 ed. Rio de Janeiro:
Toopbooks, 1998.

PROJETO RESGATE DE DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA BARÃO DE RIO BRANCO. Docs.


avulsos da capitania de Alagoas (1680-1826). Brasília: MINC/Projeto Resgate, s/d. (1 CD).

SANT’ANA, Moacir Medeiros de. Contribuição à história do açúcar em Alagoas. Recife:


Museu do Açúcar/IAA, 1970.

SILVA, Maria Angélica (org.). O olhar holandês e o novo mundo. Maceió: Edufal, 2011.

VERÇOSA, Élcio. Cultura e educação nas Alagoas: história, histórias. Maceió: Edufal,
1997.
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VÁRIOS. Revista do IHGAL (Coleção digitalizada, 1871-1999). Maceió/Rio de Janeiro:


IHGB/Sistema Casas de Memória, s/d. (2 CDs).
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História da América II 6º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

A América no século XX e contemporânea. A América no contexto do capitalismo


mundial. Doutrinas pan-americanas. Os populismos e as visões do continente. As relações
internacionais dos Estados Unidos frente a América Latina. Conflitos e alianças
interamericanas e extracontinentais. Contexto atual da situação dos países latino-
americanos. Tendências de transformações estruturais contemporâneas.

Objetivos:

 Analisar as relações políticas, econômicas e sociais na América, assim como o


processo histórico das transformações processadas no continente nos séculos XX e
XXI.

Conteúdos:

 A consolidação do capitalismo nos EUA


 A expansão imperialista estadunidense na América Latina
 O processo de industrialização da América Latina
 Revolução Mexicana
 Nacionalismo e populismos na América Latina
 Revolução Cubana
 As ditaduras militares na América
 Movimentos sociais e revoluções na América Latina
 A América Latina e a transnacionalização/globalização capitalista
 Resistências sociais e políticas ao processo de globalização na América Latina
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139

Bibliografia Básica:

AQUINO. JESUS. OSCAR. História das Sociedades Americanas. Rio de Janeiro: Record,
2008.

BANDEIRA, Luiz Alberto Muniz. Formação do Império Americano. Rio de Janeiro:


Civilização Brasileira, 2009.

IANNI, Octávio. Imperialismo na América Latina. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,


1988.

LUNA, Félix. Argentina: De Peróna Lanusse (1943-1973). Rio de Janeiro: Civilização


Brasieira, 1974.

PRADO, Luiz Fernando Silva. História contemporânea da América Latina (1930-1960). 2ª


Edição, Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.

OLIC, Nelson Bacic. Geopolítica da América Latina. 7ª Edição, São Paulo: Moderna, 1992.

WASSERMAN, Cláudia. História contemporânea da América Latina (1900-1930). 2ª


Edição, Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.

Bibliografia Complementar:

ALTMAN, Max. Venezuela. São Paulo: Perseu Abramo, 2017.

ANDRANDE, Everaldo de Oliveira. A Revolução Boliviana. São Paulo: Unesp, 2007.

CHERESKY, Isidoro e CHONCHOL, Jarques. (orgs.) Crises e Transformação dos


Regimes Autoritários. São Paulo: Editora da Unicamp/Ícone, 1986.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
140

FERNANDES, Florestan. Capitalismo Dependente e Classes Sociais na América Latina.


Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

FURTADO, Celso. A Economia Latino-Americana. São Paulo: Companhia Editora


Nacional, 1976.

HELLMAN, Lillian. A Caça às Bruxas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1981.

HOBSBAWM. Eric. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.

KOWARICK, Lucio. Capitalismo e Marginalidade na América Latina. São Paulo: Paz e


Terra, 1981.

MURMIS, M. e PORTANTIERO, J. C. Estudos Sobre as origens do Peronismo. São


Paulo: Brasiliense, 1973.

SWEEZY, Paul M. e HUBERMAN, Leo. Cuba: Anatomia de uma Revolução. Rio de


Janeiro: Zahar, 1961.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História do Brasil IV 6º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

A disciplina tem por objetivo uma análise aprofundada dos aspectos políticos,
econômicos, sociais, religiosos, comportamentais e ideológicos do Brasil de 1945 até os dias
atuais. Isto significa dizer que o marco inicial é inaugurado com o denominado período
democrático, onde as divergências entre nacionalistas, entreguistas e populistas darão o tom
político do momento; com a ditadura militar a ênfase encontra-se na política repressora e
autoritária, culminando na recessão e crise econômica; e, por fim, a Nova República
representaria uma tentativa de buscar superação dos problemas econômicos e sociais.

Objetivos:

 Compreender o processo de formação dos governos populistas no Brasil


 Crompreender a crise do populismo
 Instauração da ditadura militar
 A luta pela redemocratização da sociedade

Conteúdos:

 O Período Democrático Brasileiro (1945-1964)


 Getulismo e políticas de massas
 O PTB e o trabalhismo no Brasil
 Trabalhadores, sindicatos e política
 Ligas Camponesas e sindicatos rurais
 Modernização conservadora e nacional desenvolvimentismo
 Crises da República: Getúlio, JK, Jânio e Jango

 O Golpe de 1964 e o Regime Civil Militar Brasileiro (1964 –1984)


 Crise Política, anticomunismo e o golpe
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 O Golpe de 1964 e ditadura: temporalidade, interpretações e reações contra as


reformas trabalhista;
 Aparatos repressores e expurgo;
 Resistências e oposições à ditadura;
 Transformações econômicas;
 Distensão e reabertura política

 Redemocratização e desafios da cidadania brasileira


 Conciliação e redemocratização negociada
 O que resta da ditadura?
 A nova experiência democrática e o neoliberalismo

Bibliografia Básica:

CANO, Wilson. Desconcentração produtiva regional do Brasil 1970-2005. 3. ed. rev. e


ampl. São Paulo: Unesp, 2008.

DREYFUSS, René. 1964: a Conquista do Estado. Petrópolis: Vozes, 1980.

FONTES, Virgínia e MENDONÇA, Sônia Regina. Historia do Brasil Recente (1964-1992).


São Paulo: Ática, 1994.

LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no


Brasil. São Paulo: Companhia das letras, 2012.

MATTOS, Marcelo Badaró. Trabalhadores e Sindicatos no Brasil. Rio de Janeiro: Vício de


Leitura, 2002.

REIS, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.

REIS, Daniel Aarão; RIDENTI, Marcelo; MOTTA, Rodrigo Patto Sá (Orgs.).O golpe e a
ditadura militar: 40 anos depois (1964-2004).Bauru: Edusc, 2004.

OLIVEIRA, Francisco de. Crítica à Razão Dualista, O Ornitorrinco. São Paulo: Boitempo
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143

Editorial, 2003.

SAFATLE, Vladmir, TELES, Edson. O que resta da ditadura. São Paulo: Boitempo, 2010.

SOUZA, Maria do Carmo Campello. Estado e partidos políticos no Brasil (1930 a 1964).
São Paulo, Alfa-Omega, 1976.
Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Gelsom Rozentino de. História de uma década quase perdida; PT, CUT, crise
e democracia no Brasil: 1979-1989. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.

ANTUNES, Ricardo. Classe Operária, Sindicatos e Partido no Brasil. São Paulo: Cortez,
1988.

________________. O Novo Sindicalismo. São Paulo: Brasil Urgente, 1981.

ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1984.

FAUSTO, Boris. Trabalho Urbano e Conflito Social. São Paulo: Difel, 1977.

FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucilia de Almeida Neves Delgado (Orgs.). O Brasil
Republicano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 4 Volumes, 2004.

FURTADO, Celso. A Fantasia Desfeita. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

_______________. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Editora Nacional, 1979.


IANNI, Octávio. O Colapso do Populismo no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1968.

JÚNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
144

LINHARES, Maria Yeada (Org.) História Geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e Economia no Brasil: opções de


Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Graal, 1984.

MOTTA, Carlos Guilherme (Org.) Brasil em Perspectiva. São Paulo: Difel, 1980.

NEVES, Guilherme Pereira das, SANTOS, Ana Maria, GONÇALVES, Williams da Silva &
MACHADO, Humberto Fernandes (Orgs.). História do Brasil – De Terra Ignota ao Brasil
Atual. Rio de Janeiro: Editora Multimídia, 2002.

REIS, Fábio & O’DONNELL, Guilherme (Org.) Democracia no Brasil: Dilemas e


Perspectivas. São Paulo: Vértice, 1988.

RIDENTE, Marcelo. O Fantasma da Revolução Brasileira. São Paulo: Unesp, 1996.

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Sessenta e Quatro: Anatomia da Crise. São Paulo:
Vérice, 1986.

SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castelo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

SORJ, Bernardo (Org.) Sociedade Política no Brasil pós 64. São Paulo: Brasiliense, 1983.

STEPAN, Alfred (Org.) Democratizando o Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988

SOUZA, Maria do Carmo Campelo de. Estados e Partidos Políticas no Brasil (1930-
1964). São Paulo: Alfa-ômega, 1976.

SUZIGAN, Wilson. Indústria Brasileira: origem de desenvolvimento. São Paulo:


Brasiliense, 1986.
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CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Moderna II 6º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

Historiografia sobre a época moderna: debates atuais. Cultura e sociedade européias


nos séculos XVII E XVIII: inovações e permanências. A organização da produção material. A
concepção do poder no Antigo regime. Revolução e reação no século XIX: Revoluções
Burguesas. O iluminismo. A ideologia e a mentalidade do Romantismo. Liberalismo e
Nacionalismo.

Objetivos:

 Compreensão histórica da construção da consolidação da modernidade ocidental


pautada no desenvolvimento do capitalismo, e suas metamorfoses.
 Analisar as relações políticas, econômicas e sociais na idade moderna, assim como o
processo histórico das transformações processadas no mundo no século XVIII e início
do século XIX.

Conteúdos:

 A cultura cortesã na Europa e o declínio do Absolutismo na Europa


 O pensamento Iluminista
 O pensamento liberal
 O liberalismo econômico: Adam Smith
 O liberalismo político: de Locke a Tocqueville
 A Era das Revoluções
 A Revolução Industrial
 As Revoluções Inglesas
 A Independência americana
 A Revolução Francesa e a França Napoleônica
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146

Bibliografia Básica:

CHARTIER, Roger. (Org.) História da vida privada 3. Da Renascença ao Século das


Luzes. São Paulo: Companhia de Bolso, 2009.

PERROT, Michelle. (Org.) Historia da vida privada 4. Da Revolução Francesa à Primeira


Guerra. São Paulo: Companhia de Bolso, 2009.

LEFEBVRE, G. A Revolução Francesa. São Paulo: IBRASA, 1989.

BRAUDEL, F. Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII. São


Paulo: M. Fontes, 1996.

HOBSBAWM, E. J. A Era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

_______________. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro:


Forense Universitário, 2011.

Bibliografia Complementar:

HUBERMAN, Leo. História da Riqueza do Homem. São Paulo: LTC, 1986.

HILL, Christhopher. O Eleito de Deus. Oliver Cromwell e a Revolução Inglesa. São Paulo:
Cia. das Letras, 1989

VOVELLE. Michel. França Revolucionária. SãoPaulo:Brasiliense, 1989.

MICHELET, Jules. História da Revolução Francesa. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.

RÉMOND, René. O Antigo Regime e a Revolução (1750-1815). São Paulo: Cultrix, 1986.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Estágio Supervisionado II 6º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
100 100 04 Obrigatória
Ementa:

O cotidiano escolar: referencial de investigação administrativa- pedagógico como


direcionamento para as atividades do Estágio de Observação na Educação Básica. A Gestão
Democrática Escolar e os órgãos que rege a escola.

Objetivos:

 Analisar criticamente o papel da Gestão Escolar como mobilizadora das ações
interativas no contexto escolar e na dinâmica das ações didático-curriculares que
envolvem a Educação Básica a qual esta inserida em uma diversidade cultural,
ambiental e ética na responsabilidade social da construção dos saberes pedagógicos.
 Propiciar ao estagiário, pesquisa educacional mediante a observação da Gestão
Escolar em escolas da comunidade, analisando a proposta pedagógica desenvolvida
nos diversos contextos escolares e como esta gestão contribui na organização do
espaço escolar.
 Orientar práticas de estágio curricular, baseadas no princípio da práxis na/da ação
educativa em todos os momentos do desenvolvimento do trabalho no contexto da
educação escolar básica;
 Analisar criticamente o papel do professor da Educação Básica, frente aos desafios
educacionais postos na sociedade contemporânea e como sujeito de transformação
social;
 Viabilizar aos futuros profissionais da educação a vivência em diversas situações
pedagógicas e contextos sócios educacionais;
 Sistematizar e socializar os aspectos teórico-práticos vivenciados no contexto escolar
mediante a elaboração do relatório do estágio.

Conteúdos:

 A Gestão Democrática e os órgãos auxiliares da gestão;


 Conselho Escolar e os outros conselhos que regem a escola;
 Reflexão teórica e prática da/na formação do Professor;
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148

 A vivência escolar dos estagiários e a prática de pesquisa em Estágios


Supervisionados; Planejamento, acompanhamento e avaliação do estagiário;
 A Escola Campo de Estágio: práticas reflexivas vivenciadas na gestão escolar com
acompanhamento da coordenação da escola em situações planejadas;

Bibliografia Básica:

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. 7ª, São


Paulo: Paz e Terra, 1996.

IMBERNON, Francisco. Formação docente e profissional - formar-se para a mudança e a


incerteza. São Paulo: Cortez, 2001.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da escola. Teoria e Prática. Goiânia


Alternativa:2001.

MEDEIROS, M. V.; CABRAL, C. L. O. Formação Docente: da teoria à prática em uma


abordagem sócio-histórica. Revista E-curriculum, v.1, n.2, p. 2006.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Parecer CNE/CP 21/2001, de 06 de agosto de 2001. Dispõe sobre a duração e


carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível
em:<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12636&Itemid=
86> Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Parecer n. CNE/CP 28/2001, aprovado em 02 de outubro de 2001. Dá nova


redação ao Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em Cursos de Nível
Superior.Disponívelem<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article
&id=12636&Itemid=86>. Acesso em: 27 de maio de 2016.
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149

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96. Brasília 20 de


dezembro de 1996.

PIMENTA, S. G. (org). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 2ª, São Paulo: Cortez,
2000.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo:
Cortez, 2004.

______________________. Estágio na Formação de Professores. Unidade Teoria e


Prática? São Paulo, Cortez: 2002.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.


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7º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História de Alagoas II 7º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

A disciplina busca discutir especificidades de Alagoas na dinâmica de integração


nacional, apresentando o processo de consolidação do poder oligárquico provincial/estadual
na tripla relação centralização/descentralização; conservadores/liberais;
modernização/permanência. Neste processo, destacam-se a) as instituições culturais a
conformação de uma cultura autoritária; b) as categorias trabalho (escravo/urbano) e terra,
tendo como foco as relações sociais e a dinâmica de produção (economia); e c) as relações
de poder estabelecidas intra-elite e entre as classes sociais, mediadas pelo Estado.

Objetivos:

 Analisar o processo de consolidação do poder oligárquico provincial/estadual;


 Discutir as instituições culturais a conformação de uma cultura autoritária;
 Analisar as relações de poder estabelecidas intra-elite e entre as classes sociais,
mediadas pelo Estado;

Conteúdos:

 Organização política-administrativa da província de Alagoas;


 Conflitos sociais e relações de poder;
 Relações de produção: terra e trabalho;
 As oligarquias alagoanas e o Estado de Alagoas;
 Movimentos sociais e estrutura de poder em Alagoas;
 Produção cultural alagoana
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Bibliografia Básica:

BRANDÃO, Otávio. Canais e Lagoas. Maceió: Edufal.

ALMEIDA, Luís Sávio de. Federalismo e Região: dois breves estudos. Maceió: Edufal,
1997.

ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.

MACIEL, Osvaldo (org). Pesquisando na Província: economia, trabalho e cultura numa


sociedade escravista (Alagoas, século XIX). Maceió: Q Gráfica, 2011.

MEDEIROS, Fernando Antônio Mesquita de. O Homo Inimicus: Igreja católica, ação
social e imaginário anticomunista em Alagoas. Maceió: Edufal, 2007.

RAFAEL, Ulisses Neves. Os negros e a vida social em Alagoas. In. RAFAEL, Ulisses
Neves. Xangô rezado baixo: religião e política na Primeira República. Maceió: Edufal, 2012.

TENÓRIO, Douglas Apratto. A metamorfose das Oligarquias. Curitiba: HD Livros, 1997.

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Leda Maria de. Rupturas e Permanências em Alagoas: o 17 de julho de 1997


em questão. Maceió: Catavento, 1999.

ALMEIDA, Luis Sávio de. “A república e o movimento operário em Alagoas (A redenção


dos filhos do trabalho)” In: Anais do Simpósio Cem Anos de República. Maceió: EDUFAL,
1989. (pp. 38-88).

ALMEIDA, Luís Sávio de. A Regência e os instrumentos da política local. In: ALMEIDA,
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153

Luiz Sávio de (org.) Mata e Palmares nas Alagoas. Maceió/Arapiraca: FUNESA, 2004.

ALMEIDA, Luiz Sávio de. Memorial Biográfico de Vicente de Paula, capitão de todas as
matas: guerrilha e sociedade alternativa na mata alagoana. Maceió: Edufal. 2008.

ALMEIDA, Luiz Sávio de (Org.). Traços e Troças: literatura e mudança social em


Alagoas. Estudos em Homenagem a Pedro Nolasco Maciel. Maceió: Edufal, 2011.

ALMEIDA, Luiz Sávio de. As Alagoas nos tempos do cólera. SP: Escrituras, 1996.

ALMEIDA, Luiz Sávio de. Raízes do comunismo em Alagoas. In: Revista de História
Regional. Maceió: v. 1, pp. 117-140, 1992.

ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.

ANTUNES, Clóvis. Os Índios em Alagoas. Maceió: Edufal, 1981.

BARROS (de), Theodyr Augusto. O processo de mudança de capital (Alagoas – Maceió):


Uma abordagem Histórica (1819-1859). Maceió: Ed. UFAL, 1991.

BRANDÃO, Théo. Folclore de Alagoas. Maceió: Casa Ramalho, 1949.

CARVALHO, Cícero P. Formação histórica de Alagoas. Maceió: GRAFITEX, 1982.

ESPÍNDOLA, Thomas do Bomfim. Geografia alagoana ou descrição física, política e


histórica da província de Alagoas. Maceió: Typografia do Liberal, 1871.

LIMA JR., Félix. Maceió de outrora - vol 1 (apresentado. Por Théo Brandão). Maceió: DAC-
MEC/APA-SENEC. 1976.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
154

LIMA JR., Félix. Maceió de outrora- vol 2 (org. e apresentado. Por Rachel Rocha). Maceió:
EDUFAL, 2001. (col. Nordestina, vol 22).

LINDOSO, Dirceu.. Maceió-Sâo Paulo: Edições Catavento, 2000.

MACIEL, Osvaldo Batista Acioly. Filhos do trabalho, apóstolos do socialismo: os


tipógrafos e a construção de uma identidade de classe em Maceió (1895-1905).
Dissertação de Mestrado. Recife, PPGH/UFPE, 2004. A Formação de Alagoas Boreal

MELO, Janaina Cardoso de. Negros Escravos, Negros Papa-méis: fugas e


sobrevivências africanas nas matas de Alagoas e Pernambuco no século XIX. In:
http://www.africanidades.com.br/documentos. (Acessado em 15/05/2012).

SALDANHA, Alberto (Org.). A indístria têxtil, a classe operária e o PCB em Alagoas.


Maceió: Edufal, 2011.

SANT’ANA (de), Moacir Medeiros. Positivismo e Republicanismo em Alagoas. Maceió:


s/e, 1989.

SANT’ANA, Moacir Medeiros de. Contribuição à história do açúcar em Alagoas. Recife:


Museu do Açúcar/IAA, 1970.

SANT’ANA, Moacir Medeiros de. História da imprensa em Alagoas. Maceió: Arquivo


Público de Alagoas, 1987.

SILVA JÚNIOR, Aldemir Barros da. Aldeando Sentidos: Os Xucuru-Kariri e o Serviço de


Proteção aos Índios no Agreste Alagoano. Maceió: Edufal, 2014.

TENÓRIO, Douglas Apratto. Capitalismo e Ferrovia no Brasil: as ferrovias em Alagoas.


Maceió: Edufal, 1979.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
155

TENÓRIO, Douglas Apratto.. A tragédia do populismo – o impeachment de Muniz


Falcão. Maceió: Edufal, 1995.

TORRES, Luiz B. Os índios Xucurus e Kariris em Alagoas. 4ed. Maceió: IGASA, 1984.
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156

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Gestão e Planejamento Escolar 7º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

O trabalho coletivo como princípio do processo educativo. Projeto Político


Pedagógico. Compreender as concepções que fundamentam as Teorias das Organizações
e de Administração Escolar. Compreensão das concepções que fundamentam a
organização do trabalho administrativo-pedagógico. Relações de poder no cotidiano da
escola e suas implicações para o trabalho pedagógico.

Objetivos:

 Promover a discussão crítica e histórica sobre as concepções que fundamentam as


teorias da organização e gestão escolar e do trabalho administrativo-pedagógico;
 Possibilitar o estudo sobre a realidade, o contexto escolar e as relações de poder que
ocorrem no cotidiano da escola a partir do cenário sócio-político brasileiro, tendo em
vista suas implicações para o trabalho pedagógico;
 Promover a compreensão crítica sobre os conceitos de gestão participativa e cultura
organizacional, articulando-os ao princípio de trabalho coletivo e colaborativo para o
desenvolvimento do processo educativo;
 Possibilitar o estudo sobre o Projeto Político-Pedagógico, enquanto plano global das
instituições escolares, a partir do princípio de democratização da escola pública;
 Promover a reflexão crítica sobre a atuação participativa e o papel dos educadores e
da comunidade escolar nas práticas de organização e gestão da escola, bem como
na transformação dessas práticas.
 Analisar as concepções gerais e específicas de planejamento educacional; §
Conhecer a trajetória do planejamento educacional no Brasi

Conteúdos:

 O trabalho coletivo como princípio do processo educativo.


 Projeto Político Pedagógico.
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 Concepções que fundamentam as Teorias das Organizações e de Administração


Escolar.
 Concepções de organização, planejamento educacional e de gestão escolar e suas
características;
 Gestão Participativa, Gestão Democrática, Autonomia Escolar e Descentralização
Administrativa: fundamentos, possibilidades e limites
 Relações de poder no cotidiano da escola e suas implicações para o trabalho
pedagógico

Bibliografia Básica:

GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Rio de Janeiro-Petrópolis:


Vozes, 2008.

KUENZER, Acácia Zeneida. Planejamento e educação no Brasil. Colaboração de


M.Julieta Calazans, Walter Garcia. 4.ed. São Paulo: Cortez, 1999.

LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSHI, Mirza Seabra. Educação
Escolar: políticas, estrutura e organização – 2 ed. – São Paulo: Cortez, 2005.

LUCK, Heloísa. Ação Integrada: administração, supervisão e orientação educacional.


27 ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. 3 ed. – São Paulo: Ática,
2000.

Bibliografia Complementar:

DALMÁS, Ângelo. Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento


e avaliação. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 1994.

FARIA, Wilson de. Teoria de ensino e planejamento pedagógico: ensino não diretivo.
Ensino libertário. Ensino por descoberta. Ensino personalizado. São Paulo: Epu, 1987.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
158

GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2005.

LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social


dos conteúdos. 25ª edição. Edições Loyola, São Paulo, 1985.

OLIVEIRA, Dalila Andrade; ROSAR, Maria de Fátima Felix. Política e Gestão da


Educação. – 3 ed. – Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar: introdução crítica. – 17 ed. Ver. E ampl. –
São Paulo: Cortez, 2012.

PIMENTA, S. G. O pedagogo na escola pública. uma proposta de atuação a partir da


análise crítica da orientação educacional. São Paulo: Loyola, 1991
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História dos Povos Indígenas 7º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

Estudo das populações indígenas no Brasil e das políticas indigenistas, bem como

sobre as diferentes abordagens historiográficas relativas à representação dessas

populações entre os séculos XVI e XXI e suas perspectivas teóricas e de ensino.

Objetivos:

 Estudar a trajetória dos diferentes povos indígenas do Brasil


 Analisar as políticas indigenistas no Brasil
 Compreender as diferentes abordagens e representações dos indígenas na
historiografia

Conteúdos:

 Territórios de ocupação no Brasil e estranhamentos do contato


 Os povos indígenas na historiografia brasileira e fontes para estudo
 A Presença Indígena na Formação do Brasil
 Políticas indigenistas: limites e avanços
 Os povos indígenas e sua relação com as cidades
 A temática e o ensino da história indígena

Bibliografia Básica:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na história do Brasil. Rio de Janeiro: Editora

FGV, 2011.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
160

ALMEIDA, Rita. O diretório dos Índios – um projeto de “civilização” no Brasil do século XVIII.

Brasília: Editora UNB, 1997.

BANIWA, Gersem. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no

Brasil de hoje. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada,

Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

CAPISTRANO DE ABREU, João. Capítulos de história Colonial: 1500-1800 & Os Caminhos

antigos e o povoamento do Brasil. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.

CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das

Letras; Secretaria Municipal de Cultura; FAPESP, 1992.

CUNHA, Manuela Carneiro da (org.) Legislação Indigenista no Século XIX. São Paulo:

Edusp, 1992.

LERY, Jean de. Viagem à terra do Brasil. Tradução e notas por Sérgio Milliet. São Paulo:

EDUSP, 1972.

MONTEIRO, John Manuel (org.). Guia de Fontes para a história indígena e do indigenismo

em arquivos brasileiros: acervo das capitais. São Paulo: Ed. FAPESP, 1994.

NASCIMENTO, Adir Casaro; FERREIRA, Eva Maria Luiz; COLMAN, Rosa Sebastiana; KRAS, Suzi

Maggi (Org).Povos indígenas e sustentabilidade – Saberes e práticas interculturais na

universidade. Campo Grande: Editora UCDB, 2009.

OLIVEIRA, João Pacheco; FREIRE, Carlos Augusto da Rocha. A Presença Indígena na


ESTADO DE ALAGOAS
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
161

Formação do Brasil.Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada,

Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

RIBEIRO, Darcy; NETO, Carlos de Araujo Moreira. Fundação do Brasil. 2ª edição. Petrópolis:

Vozes, 1992.

RIBEIRO, Darcy. Os índios e a civilização: a integração das populações indígenas no Brasil

moderno. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

SILVA, José Bonifácio de Andrada. Índios. In: DOLHNIKOFF, Miriam (org.). Projetos para o

Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

STADEN, Hans. Viagem ao Brasil. Texto integral.São Paulo: Martin Claret, 2006.

Bibliografia Complementar:

FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org.). Memória do SPI: textos, imagens e documentos

sobre o Serviço de Proteção aos Índios. Rio de Janeiro: Museu do Índio – FUNAI, 2011.

FREIRE, Carlos Augusto da Rocha. O SPI na Amazônia: política indigenista e conflitos

regionais (1910-1932). 2ª ed., Rio de Janeiro: Museu do Índio, 2009. (série publicação avulsa

do Museu do Índio).

NÖTZOLD, Ana Lúcia Vulfe; ROSA, Helena Alpini; BRINGMANN. Sandor

Fernando. Etnohistória, história indígena e educação: contribuições ao debate. Porto

Alegre: Pallotti, 2012.

SILVA, Aracy Lopes; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (orgs). A temática indígena na escola:
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
162

novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.

THEVET, André. Singularidades da França Antarctica a que os outros chamam de

América. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1944.


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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
163

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Contemporânea I 7º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

História Contemporânea – Século XIX e primeiras décadas do século XX; conceitos,


idéias, debates. A Segunda Revolução Industrial. O impacto da revolução francesa na
reflexão sobre o político. Reformas, revoluções e restaurações: Europa 1815-1914. As
formas de dominação burguesa e a resistência social no século XIX: o processo de trabalho,
os movimentos sociais e a política imperialista. O Socialismo. O Imperialismo.

Objetivos:

 Compreensão da formação histórica e econômica mundial no século XIX até a


Revolução Russa;
 Caracterização das singularidades que assinalam o período contemporâneo referente
ao século XIX e passagem para o século XX.

Conteúdos:

 A segunda Revolução Industrial;


 As revoluções burguesas e populares no século XIX;
 Revolução de 1848: socialismo e nacionalismo;
 Nacionalismo;
 Socialismo e anarquismo;
 Imperialismo e neocolonialismo;
 A formação de estados nacionais;
 A crise da Europa pós-bismarckiana: antecedentes da Guerra de 1914
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164

Bibliografia Básica:

PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado.


Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

PERRY, Marvin. Civilização Ocidental. Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes,
2015.

HOBSBAWM, Eric J. A Era do Capital: 1848-1875. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

______________. A Era do Império: 1875-1914. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

______________. Nações e Nacionalismo. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

MARQUES, Adhemar e Outros. História Contemporânea através de Textos. Textos e


Documentos – Vol 5. São Paulo: Contexto, 1999
Bibliografia Complementar:

BEAUD, Michel. História do Capitalismo: de 1500 aos nossos dias. 4ª, São Paulo:
Contexto, 1994

CONLIN, Jonathan. História de duas cidades: Paris e Londres. E o nascimento da


cidade moderna. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

TOLEDO, Roberto Pompeu de. A capital da vertigem. Uma história de São Paulo de
1900 a 1954. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

LENIN, V. Imperialismo: Fase Superior do Capitalismo. São Paulo: Centauro, 2002.

KURZ. Robert. O colapso da modernização. Rio de Janeiro: Paz eTerra,1992.


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165

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período


:
Estágio Supervisionado III 7º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana

100 100 04 Obrigatória


Ementa:

Construção de uma identidade profissional a partir de uma prática pedagógica


pautada em pesquisa-reflexão-ação no âmbito do Ensino Fundamental. Direcionamento
para as atividades do Estágio de Observação e Regência no Ensino Fundamental -Anos
Finais.

Objetivos:

 Analisar a profissão docente a partir de uma perspectiva dialética de educação


proporcionando aos discentes estagiários espaços de pesquisa, atuação e produção
de conhecimentos acerca desta profissão, principalmente na construção da
identidade de ser professor
 Propiciar aos discentes reflexões da escola como espaço de pesquisa e produção do
conhecimento;
 Oportunizar ao estagiário momento de pesquisa educacional na escola básica,
através da observação e regência em escolas da comunidade, familiarizando com a
proposta pedagógica desenvolvida nos diversos contextos escolares;
 Orientar práticas de Estágio Curricular, baseadas no princípio da práxis na/da ação
educativa em todos os momentos do desenvolvimento do trabalho no contexto da
Educação Escolar Básica;
 Analisar criticamente o papel do professor do Ensino Fundamental, frente aos
desafios educacionais postos na sociedade contemporânea e como sujeito de
transformação social;
 Viabilizar aos futuros profissionais da educação a regência nos contextos
educacionais e em diversas situações pedagógicas, principalmente na sala de aula;
 Sistematizar e socializar os aspectos teórico-práticos vivenciados no contexto
escolar através do Relatório do Estágio.
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Conteúdos:

 Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental-Anos Finais;


 Orientações Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental-Anos Finais;
 Estrutura do Estágio: considerações sobre o campo de estágio, carga horária,
duração, supervisão e orientação, participação, coordenação geral do estágio,
acompanhamento e avaliação;
 Compromisso e responsabilidade do Professor Orientador e do Aluno-Estagiário;
 Plano de ação e planos de aula para organização do Estágio Curricular;
 Planejamento docente;
 Práticas reflexivas vivenciadas em sala de aula com acompanhamento do professor
em situações planejadas;
 Estágio de Regência no Ensino Fundamental- Anos Finais.
 Relatório de Atividades do Estágio Curricular, destacando toda a experiência
vivenciada durante o Estágio;

Bibliografia Básica:

ANDRADE, J. A.; PORTO, A. L. A. Os desafios da ação/reflexão/ ação nas disciplinas


de estágio supervisionada de história: a prática pedagógica do professor de história.
In: ENCONTRO NACIONAL DOS PESQUISADORES DO ENSINO DE HISTÓRIA, XI,
2011, Florianópolis.Anais...Florianópolis, 2011.

ANTUNES, C. Glossário para Educadores. 2º edição. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

BITTENCOURT, C. M. F. O Saber Histórico na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 2012.

BITTENCOURT, Circe M.F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:


Cortez, 2004.

DELORS, Jacques et all. Educação um tesouro a descobrir, São Paulo, Cortez: 2003.

FAVERO, Maria de Lurdes. Universidade e Estágio Curricular: Subsídios para discussão.


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167

IN: ALVES, Nilda (org.). Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez,
2001.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Parecer CNE/CP 21/2001, de 06 de agosto de 2001. Dispõe sobre a duração e


carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível
em:<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12636&Itemid
=86> Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Parecer n. CNE/CP 28/2001, aprovado em 02 de outubro de 2001. Dá nova


redação ao Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em Cursos de Nível
Superior.Disponívelem<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=articl
e&id=12636&Itemid=86>. Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96. Brasília 20 de


dezembro de 1996.

FOSENCA, S. G.. Didática e Prática de Ensino de História, Campinas: Papirus, 2003.

PICONEZ, S. C. B. (Coord). Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, São Paulo:


Papirus, 1991

PIMENTA, S. G. (org). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 2ª, São Paulo: Cortez,
2000.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo:
Cortez, 2004.
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______________________. Estágio na Formação de Professores. Unidade Teoria e


Prática? São Paulo, Cortez: 2002.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.


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8º PERÍODO
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Educação das Relações Étnico-Racial 8º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

Estudo e instrumentalização sobre as relações étnicos-raciais no Brasil, de modo a


compreender seu processo de formação multicultural, tomando como focos o
reconhecimento e valorização da diversidade étnico-racial e a promoção da igualdade. São
abordados como temas: a historicidade das culturas e identidades negra e indígena no
Brasil, o direito à diversidade, os territórios étnicos, o combate ao preconceito, políticas e
ações afirmativas na educação. A Educação das Relações Étnico-Raciais. História e Cultura
Africana e Afro-brasileira. Racismo Estrutural no Brasil. Negritude e Escola. Cultura Negra e
Educação Brasileira. Políticas Afirmativas em educação

Objetivos:

 Reconhecer e valorizar a diversidade étnico-racial no Brasil;


 Promover ações afirmativas para os afrodescendentes e indígenas;
 Produzir conhecimentos e material acadêmico como suporte para ações de educação
afirmativa
 Conhecer as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-
raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana na educação
básica
.
Conteúdos:

 Introdução: as relações étnicos-raciais no Brasil e marcos legais


 Diretrizes Curriculares Nacionais Curriculares para a Educação das Relações Étnico-
Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana
 As ações afirmativas na educação brasileira: Leis 10639/2003 e 11645/2008
 A historicidade dos grupos étnicos-raciais no Brasil
 A contribuição da matriz indígena na formação cultural do Brasil e do Nordeste
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 A contribuição da matriz africana na formação cultural do Brasil e do Nordeste


 Trabalho e escravidão: legados de exclusão e preconceito
 Mito da Democracia Racial: possível sociabilidade ou maqueamento do preconceito?
 O direito à diversidade
 Identidades culturais e relações étnico-raciais no Brasil
 Debates sobre os territórios étnicos no Brasil: Direito, Legalidade, Referências
Culturais
 Políticas Públicas de promoção à igualdade racial:
 Tópicos sobre educação negra e indígena

Bibliografia Básica:

HALL, S. Identidade cultural na pós-modernidade. São Paulo: Editora DP & A, 2007.

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Identidade nacional


versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SANTOS, Renato Emerson dos (Org.). Diversidade, espaço e relações etnico-raciais: o


negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SANTOS, Gevanilda Gomes. Relações raciais e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo
Negro, 2009.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças. Cientistas, instituições e questão


racial no

Brasil (1870-1930). São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

____________. Nem preto, nem branco, muito pelo contrário. Cor e raça na
sociabilidade brasileira. São Paulo: Claro Enigma, 2012.
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Bibliografia Complementar:

BRASIL. Presidência da República. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº


9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática
“História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências.

———. Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação. CP/DF Resolução nº 1,


de 17 de junho de 2004. Institui as diretrizes curriculares nacionais para a educação das
relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana.

D’ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multiculturalismo. Racismo e anti-racismos


no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2001.

HASENBALG, Carlos A. Discriminação e desigualdades raciais no Brasil. Belo horizonte:


UFMG, 2005.

MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. Belo Horizonte: UFMG, 2007.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2006.

SANTANA, Moises de Melo; CORREIA, Rosa Lucia; BRITO, Angelo B. de. KuleKule.
Educação e identidades negra. Maceió: EDUFAL, 2005.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Educação Inclusiva 8º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 60 20 04 Obrigatória
Ementa:

A Educação Inclusiva no contexto sócio-econômico e político brasileiro. Fundamentos


da educação inclusiva. Abrangência e pressupostos legais da educação inclusiva.
Caracterização da pessoa com necessidades educacionais especiais. O papel social da
educação inclusiva.

Objetivos:

 Compreender os fundamentos, os princípios e os objetivos da Educação Inclusiva.


 Estudar a legislação em vigor relacionada à Educação Especial.
 Discutir os aspectos curriculares e as propostas pedagógicas voltadas para a
inclusão.
 Apresentar as propostas atuais voltadas para uma sociedade e uma escola inclusiva.
 Buscar alternativas de ação pedagógica junto ao aluno com necessidades
educacionais especiais.
 Compreender o sujeito como possuidor de múltiplas dimensões para a aprendizagem.
 Discutir o papel social da educação inclusiva.
 Articular o conteúdo da temática do Ciclo: multiculturalismo e o respeito pelo diverso.

Conteúdos:

 As diversas concepções do termo INCLUSÃO


 Cultura escolar na perspectiva inclusiva
 Da integração escolar à educação inclusiva
 A questão da Igualdade X Diferença
 Organização do modelo educativo
 Aspectos pedagógicos e administrativos na inclusão escolar
 Legislação e Educação Inclusiva
 Necessidades Educacionais Especiais
o Deficiência Auditiva
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o Deficiência Física
o Deficiência Mental
o Deficiência Visual
o Altas habilidades/superdotação
o Transtornos gerais do desenvolvimento
 Aspectos educacionais em uma perspectiva inclusiva
 A organização dos sistemas de ensino para o atendimento aos alunos com
necessidades educacionais especiais

Bibliografia Básica:

CARMO, Apolônio Abadio do. Escola não seriada e inclusão escolar: pedagogia da
unidade na diversidade. Uberlândia, MG: EDUFU, 2006.

SANTOS, Maria Terezinha Teixeira dos. Bem-vindo à escola: a inclusão nas vozes do
cotidiano. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.

WERNER, Jairo. Saúde e educação: desenvolvimento e aprendizagem do aluno. Rio de


Janeiro: Griphus, 2005.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais


para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, 2001.

ENGUITA, Mariano F. Educar em Tempos Incertos. São Paulo, Artmed, 2004.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do


oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva


sociointeracionista. São Paulo: Plexus, 2002.
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MOURA, Maria Cecilia de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro:
Revinter, 2000.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Libras 8º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
60 40 20 03 Obrigatória
Ementa:

Utilização instrumental da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Noções de


lingüística, conceitos de linguagem, língua e fala a partir dos estudos sobre surdez. A língua
Brasileira de Sinais, sistema de transcrição para Libras, alfabeto manual, interação
comunicativa a partir de situações: Encontro, localização, profissões, família, compras,
viagens, estruturação da Libras, gramática da libras, cultura surda.

Objetivos:

 Instrumentalizar e compreender noções básicas da língua brasileira de sinais –


LIBRAS.
 Reflexão sobre a importância da LIBRAS para a construção da subjetividade do
Surdo, sua inclusão pedagógica e social.
 Classificar a LIBRAS como uma língua completa, com alto grau de complexidade
como qualquer outra língua oral;
 Reconhecer a LIBRAS e a Língua Portuguesa como duas línguas independentes e de
modalidades diferentes, a primeira viso-espacial e a segunda oral-auditiva;
 Utilizar a LIBRAS em situações práticas e conversacionais respeitando alguns de
seus elementos intrínsecos;
 Valorizar o papel da LIBRAS para a constituição da pessoa Surda, principalmente em
relação a organização de pensamento, cultura, identidade como determinante para
sua inclusão social e pedagógica.

Conteúdos:

 Noções básicas sobre a Surdez: caracterização e níveis;


 A língua de sinais;
 A língua brasileira de sinais – LIBRAS;
 Tipos de Sinais;
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 Estrutura gramatical;
 Sistema pronominal;
 Morfologia da língua de sinais;
 Tipos de verbos;
 Sintaxe;
 Noções temporais.

Bibliografia Básica:

QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.

SOUZA, Regina Maria de; ARANTES, Valéria Amorim; SILVESTRE, Nuria. Educação de
surdos. São Paulo: Summus, 2007.

CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Enciclopédia da Língua de


Sinais Brasileira. São Paulo: EDUSP, 2006.

FELIPE, Tanya A; MONTEIRO, Myrna S. Libras em Contexto: curso básico, livro do


professor instrutor – Brasília : Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC:
SEESP, 2001.

Bibliografia Complementar:

BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. Belo Horizonte:


Autêntica, 2002.

WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da


comunicação não-verbal. Petropólis: Vozes, 1986.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2008.
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FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica: uma introdução ao estudo da história


das línguas. São Paulo: Parábola, 2007.
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179

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Contemporânea II 8º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
80 80 04 Obrigatória
Ementa:

Nacionalismo e o Estado-nacional na Europa “concerto” das grandes potências e os


caminhos para a Primeira Guerra Mundial. A Primeira Guerra Mundial. A Revolução Russa.
A Europa entre as duas guerras. Os conflitos ideológicos no período entre guerras, a crise
dos regimes democráticos e o totalitarismo: democracia liberal, fascismo, nazismo e
comunismo. A crise internacional do capitalismo em 1929. A Segunda Guerra Mundial. A
Europa Democrática de pós-guerra. O mundo socialista: a experiência soviética e a trajetória
do socialismo em outras regiões. A Guerra Fria. A descolonização da Ásia e da África. O fim
do bloco soviético e a ‘nova ordem mundial’.

Objetivos:

 Compreender os caminhos pelos quais tem passado as discussões sobre produção


de conhecimento histórico na contemporaneidade;
 Compreender as mudanças paradigmáticas operadas no interior da civilização
ocidental e oriental na contemporaneidade;
 Refletir e analisar sobre o papel da História Contemporânea na formação e atuação
profissional dos graduandos.

Conteúdos:

 A Primeira Guerra Mundial;


 A Revolução Russa;
 A Crise de 1929;
 A crise dos regimes democráticos na Europa;
 O Totalitarismo na Europa: nazismo, fascismo e regime soviético;
 A Segunda Guerra Mundial.
 A Europa Democrática de pós-guerra.
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 O mundo socialista: a experiência soviética e a trajetória do socialismo em outras


regiões.
 A Guerra Fria.
 A descolonização da Ásia e da África.
 O fim do bloco soviético e a ‘nova ordem mundial’.

Bibliografia Básica:

DAVIS, Mike. Holocaustos coloniais. Rio de Janeiro: Record, 2002.

FERRO. Marc. A Revolução Russa de 1917. Perspectiva: São Paulo, 2007

HENIG, Ruth. As Origens da Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Atica, 1991

HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos. O breve século XX. São Paulo: Companhia das
Letras, 2008.

______________. A Era do Império: 1875-1914. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

ROSENBERG, Arthur. A História do Bolchevismo. Belo Horizonte: Oficina de Livros, 1989

SADER, Emir. Século XX: Uma Biografia não Autorizada- o Século do Imperialismo.
São Paulo: Perseu Abramo, 2000.

SEVCENKO, Nicolau. A corrida para o século XXI. São Paulo: Companhia das Letras,
2001.

WOOD, Alan. As Origens da Revolução Russa. São Paulo: Atica, 1991

Bibliografia Complementar:

ANDERSON, Perry. As origens da pós modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar


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181

Editores,1999.

GALBRAITH. John Kenneth. 1929: A Grande Crise. São Paulo: Larousse, 2010

GENTILI, Pablo e SADER, Emir. Pós-Neoliberalismo. São Paulo: Paz e Terra, 1995.

JUDT, Tony. Pós-Guerra. Uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva,
2008.

________. Reflexões sobre um século esquecido. 1901-2000. Rio de Janeiro: Objetiva,


2010.

KLEIN, Claude. Weimar. São Paulo: Perspectiva. 1995

KURZ.Robert. O colapso da modernização. Rio de Janeiro: Paz eTerra,1992.

MESZAROS, Istvan. Socialismo ou Barbárie, São Paulo:Boitempo, 2003.

LENIN, V. Imperialismo: Fase Superior do Capitalismo. São Paulo: Centauro, 2002.

PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado.


Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

SADER, Emir, GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-Neoliberalismo. As políticas socais e o


Estado democrático. São Paulo: Paz e Terra,2003.
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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
182

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Estágio Supervisionado IV 8º

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
100 100 04 Obrigatória
Ementa:

Construção de uma identidade profissional a partir de uma prática pedagógica


pautada em pesquisa-reflexão-ação no âmbito do Ensino Fundamental. Direcionamento para
as atividades do Estágio de Observação e Regência no Ensino Fundamental –Ensino Médio.

Objetivos:

 Analisar a profissão docente a partir de uma perspectiva dialética de educação


proporcionando aos discentes estagiários espaços de pesquisa, atuação e produção
de conhecimentos acerca desta profissão, principalmente na construção da identidade
de ser professor
 Propiciar aos discentes reflexões da escola como espaço de pesquisa e produção do
conhecimento;
 Oportunizar ao estagiário momento de pesquisa educacional na Escola Básica,
mediante a observação e regência em escolas da comunidade, familiarizando com a
proposta pedagógica desenvolvida nos diversos contextos escolares;
 Orientar práticas de estágio curricular, baseadas no princípio da práxis na/da ação
educativa em todos os momentos do desenvolvimento do trabalho docente no
contexto da Educação Escolar Básica;
 Realizar atividades no âmbito do Ensino Médio para que o aluno-estagiário tenha
oportunidade de refletir sobre esta etapa da Educação Básica;
 Viabilizar aos futuros profissionais da educação a regência nos contextos
educacionais e em diversas situações pedagógicas, principalmente na sala de aula;
 Sistematizar e socializar os aspectos teórico-práticos vivenciados no contexto escolar
mediante a elaboração de relatório e a realização de seminário de estágio.

Conteúdos:

 Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio;


 Orientações Curriculares Nacionais do Ensino Médio;
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183

 Estrutura do Estágio: considerações sobre o campo de estágio, carga horária,


duração, supervisão e orientação, participação, coordenação geral do estágio,
acompanhamento e avaliação;
 Compromisso e responsabilidade do Professor Orientador e do Aluno-Estagiário;
 Plano de ação e planos de aula para organização do Estágio Curricular;
 Planejamento docente;
 Práticas reflexivas vivenciadas em sala de aula com acompanhamento do professor
em situações planejadas;
 Estágio de Regência no Ensino Médio;
 Relatório de Atividades do Estágio Curricular, destacando toda a experiência
vivenciada durante o Estágio;

Bibliografia Básica:

ANDRADE, J. A.; PORTO, A. L. A. Os desafios da ação/reflexão/ ação nas disciplinas de


estágio supervisionada de história: a prática pedagógica do professor de história. In:
ENCONTRO NACIONAL DOS PESQUISADORES DO ENSINO DE HISTÓRIA, XI, 2011,
Florianópolis.Anais...Florianópolis, 2011.

PICONEZ, S. C. B. (Coord). Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, São Paulo:


Papirus, 1991

PIMENTA, S. G. (org). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 2ª, São Paulo: Cortez,
2000.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo:
Cortez, 2004.
______________________. Estágio na Formação de Professores. Unidade Teoria e
Prática? São Paulo, Cortez: 2002.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.


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COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
184

Bibliografia Complementar:

ANTUNES, C. Glossário para Educadores. 2º edição. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

BITTENCOURT, C. M. F. O Saber Histórico na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 2012.

BITTENCOURT, Circe M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:


Cortez, 2004.

BRASIL. Parecer CNE/CP 21/2001, de 06 de agosto de 2001. Dispõe sobre a duração e


carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível
em:<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12636&Itemid=
86> Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Parecer n. CNE/CP 28/2001, aprovado em 02 de outubro de 2001. Dá nova


redação ao Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica em Cursos de Nível
Superior.Disponívelem<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article
&id=12636&Itemid=86>. Acesso em: 27 de maio de 2016.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/96. Brasília 20 de


dezembro de 1996.

FAVERO, Maria de Lurdes. Universidade e Estágio Curricular: Subsídios para discussão. IN:
ALVES, Nilda (org.). Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 2001.

FOSENCA, S. G.. Didática e Prática de Ensino de História, Campinas: Papirus, 2003.


ESTADO DE ALAGOAS
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185

9.2 Disciplinas Optativas


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186

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Tópicos Especiais em História e Historiografia do Brasil

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta, problematizar e discutir os períodos colonial, imperial


e republicano do Brasil, assim analisar a trajetória da História da “História do Brasil”,
estimulando o debate sobre diferentes temáticas, problemáticas e abordagens
historiográficas produzidas sobre a realidade colonial, imperial e republicana do Brasil.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Tópicos Especiais em História Geral

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta, problematizar e discutir diferentes momentos da


História da humanidade em diferentes regiões do planeta, estimulando o debate sobre
diferentes temáticas, problemáticas e abordagens historiográficas produzidas sobre
diferentes povos e etnias através do tempo.
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NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Tópicos especiais de História e Memória

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta, problematizar a escrita e a compreensão da história,


abordando diferentes relações entre História e memória relacionando-as a temas como
narrativa, imagem, oralidade, música e etc; e seus enlaces com o campo da história.
Apresentando essas diferentes formas de relação com História e memória como produtos
elaborados em diálogo com dinâmicas políticas, econômicas, sociais e culturais.
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
189

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Seminários temáticos em pesquisa histórica

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta o aprofundamento em métodos e técnicas de


pesquisa histórica, formas de exploração de arquivos e exercícios de levantamento
documental, sistematização de dados, e tratamento documental durante o processo de
pesquisa histórica.
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
190

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Tópicos especiais em História de Alagoas

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta o aprofundamento em temas sobre história de


Alagoas, permitindo a ampliação de discussões sobre a historiografia alagoana, e realização
de pesquisa histórica explorando acervos com intuito de levantamento documental para
pesquisa.
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
191

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

História Oral

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

A disciplina tem como proposta instrumentalizar a metodologia da história oral.


Analisa sua constituição como método de registro de memórias, suas técnicas de gravação
e tratamento de entrevistas, tipos de entrevistas, acervo, memória, e implicações éticas para
o historiador. Situa a história oral dentro dos debates sobre memória e tempo presente, bem
como discute as especificidades da constituição de um projeto de história oral.
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
192

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:


Tópicos Especiais em Tecnologias da Informação no Ensino e
Pesquisa de História
Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo
Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

Inserção da informática na Educação Escolar. Articulação entre o uso diversificado


das novas tecnologias da informação e comunicação no ensino e pesquisa de História.
Novas tecnologias e educação contemporânea. Competência e tecnologia. Utilização
qualificada dos recursos digitais na prática pedagógica. Uso do computador, recursos de
informática e tecnológicos em geral na sala de aula bem como na pesquisa histórica..
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
193

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Tópicos Especiais de História Econômica

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

Tendo como ponto central a delimitação do campo temático da História Econômica enquanto
área disciplinar da História, envolvendo o trabalho com sua metodologia e principais categorias,
discutiremos sua evolução e apresentaremos exemplos concretos de utilização de suas abordagens .
ESTADO DE ALAGOAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS
CAMPUS I – ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA
194

NOME DA DISCIPLINA: Código: Período:

Leitura e Produção de Textos

Carga Horária Teórica: Prática: Nº Aulas Tipo


Total: Semana
40 40 02 Optativa
Ementa:

Desenvolvimento das habilidades necessárias à compreensão da leitura e produção de


textos, nas modalidades escrita e oral. Considerando sua especificidade para a formação do leitor e
portador de texto que atenda a demanda da função social da linguagem .