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Universidade Anhanguera de São Paulo – UNIAN - SP

SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DOCENTE E DISCENTE

ANAIS

IV SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DOCENTE E DISCENTE UNIAN - SP


Dia 14 de maio de 2019
Universidade Anhanguera de São Paulo - Campus São Bernardo do Campo - ABC

Avenida Dr. Rudge Ramos, 1.501. São Bernardo do Campo/SP

2019
IV SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DOCENTE E DISCENTE
UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO – UNIAN - SP

Simpósio de Produção Docente e Discente da Universidade Anhanguera de


São Paulo – UNIAN (2019: São Paulo).

Anais do IV Simpósio de Produção Docente e Discente da Universidade


Anhanguera de São Paulo – UNIAN - SP

Volume 3; 134 páginas; 2019, anual.

Evento realizado na Universidade Anhanguera de São Paulo - Campus São


Bernardo do Campo - ABC. Endereço: Avenida Dr. Rudge Ramos, 1501. São
Bernardo do Campo/SP. Dia 14 de maio de 2019.

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IV SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DOCENTE E DISCENTE
UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO – UNIAN - SP

O USO DA GAMIFICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZADO: UMA


REVISÃO BIBLIOGRAFICA DA LITERATURA
Douglas Bodnarchuki Ribeiro de Oliveira, Eric Luiz Albino Mesquita, Reinaldo Ferreira da
Silva, Sabrina Daudt Teixeira, Tainá Emilia Andrade dos Santos, Thiago Espindola Freire,
Wallace dos Santos Oliveira
E-maiI: professorthiagofreire@gmail.com

Universidade Anhanguera de São Paulo (UNIAN/SP)

Área: Ciências Sociais e Humanas

Resumo
Partindo do entendimento de que os jogos podem ser uma excelente ferramenta para
desenvolvimento das capacidades cognitivas, melhoria no desempenho na execução das
atividades lógicas dos alunos, cremos que a aplicabilidade dos jogos digitais voltados para o
processo de ensino e aprendizagem vem crescendo significativamente no Brasil. E com
sinônimo de gamificação tem-se percebido uma ferramenta muito utilizado e eficiente para
atrair alunos jovens no engajamento didático. Partindo de uma pesquisa do tipo revisão
bibliográfica, cujo o tema é gamificação no processo de ensino e aprendizado. Este trabalho
teve como objetivo compreender o conceito da gamificação e discutir os aspectos relevantes
sobre sua aplicabilidade no âmbito acadêmico. Nesta pesquisa, pode-se perceber que a
motivação auxilia no cumprimento de metas acadêmicas. E, atualmente, na busca por
ferramentas didáticas capazes de não só entreter, mas sobretudo contribuir no processo de
ensino e aprendizagem, tem-se nos jogos digitais um campo vasto a ser explorado e utilizado.
Tal que, pode-se compreender que a gamificação consegue explorar outros campos
cognitivos, podendo inclusive ajudar alunos nas interações sociais, pois acabam conversando
mais entre si por terem algo em comum para compartilhar. Outrossim, os jogos tendem a ser
algo que os jovens estão sempre antenados, e nisso, é possível entender os motivos que
fazem com que esta metodologia seja uma grande inovação no ensino. Seu campo de
aplicabilidade surge diante de uma temática, que desperta no envolvido uma vontade de jogar,
e se divertindo, consegue desenvolver seu conhecimento de uma forma menos cansativa.
Resultado disso é que diante dos desafios e níveis de dificuldade, suas conquistas a cada
avanço torna-se uma gratificação ao longo do processo. Outrossim, quando se traz as
possibilidades dentro do mundo tecnológico, inúmeras são possibilidades. Em plena era da
informação, este milênio chega cada vez mais com acessibilidades às realidades virtuais,
aplicativos didáticos que cabem na palma da mão, ou mesmo, plataformas dinâmicas que
podem atuar de maneira integrada e em tempo real. Contudo, tem-se que observar outros
aspectos, já que há jogos que possam envolver certa competição, e que ao final pode levar a
um vencedor – como a maioria existe – o aluno pode transmitir um sentimento de
competitividade ou frustração, que se não trabalhados de maneira adequada, pode-se tornar
um aspecto ruim no processo de ensino e aprendizagem. Diante disso, tem-se que, apesar
dos jogos fazerem parte do cotidiano das pessoas, só recentemente que ele tem sido visto
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IV SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DOCENTE E DISCENTE
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UMA ANÁLISE SOBRE A PERCEPÇÃO DE ALUNOS DE ADMINISTRAÇÃO EM


RELAÇÃO AO EMPOWERMENT NAS ORGANIZAÇÕES
Érika Camargo Aires Maranhão, Ivonete Viturino de Matos, Paloma Letícia Amaral Costa,
Thiago Espindola Freire
E-maiI: professorthiagofreire@gmail.com

Universidade Anhanguera de São Paulo (UNIAN/SP)

Área: Ciências Sociais e Humanas

Resumo
Historicamente, as empresas sempre necessitaram de estratégias para sobreviverem ao
mercado competitivo, e não raro, enfrentarem as adversidades internas e externas as quais
estão inseridas. E diante desta realidade, cada vez mais as ferramentas de gestão têm se
aprimorado com o intuito de obterem melhores resultados para as organizações, em especial
o Empowerment. Assim, o presente trabalho teve o objetivo de analisar a importância dessa
técnica no ambiente de trabalho a partir da percepção de alunos que estão formando-se em
administração e que estão inseridos no mercado. E disso, buscou compreender quais
determinantes fazem parte do cenário laboral em que estes alunos encontram-se a fim de
servir de base para novos estudos e melhoria dos aspectos ligados ao Empowerment no
ambiente de trabalho. Em relação ao capital humano, após a revolução industrial e as diversas
transições tecnológicas, resultou-se numa globalização não só no campo dos bens de
produção, ou seja, o acesso aos recursos físicos de produção, como também no acesso às
informações, cujo resultado é que tornou o conhecimento um fator diferencial no aspecto
competitivo das empresas e fez com que as pessoas que atuam dentro delas tenham uma
maior relevância. Nesse bojo, nasce o conceito de Empowerment, que significa
empoderamento e está atrelado a descentralização de tomadas decisões dentro das
organizações, e que pode ser dividida em quatro bases: poder, motivação, desenvolvimento
e liderança. Esta pesquisa foi realizada por meio de uma entrevista estruturada com alunos
do curso de Administração da Faculdade Anhanguera de Osasco-SP. Dos resultados, pode-
se perceber que a amostra se faz com base em pessoas jovens, cujas idades vão de 17 aos
35 anos (83,3%), mas que representam uma caraterística semelhante à base etária brasileira
de 2018. Constatou-se que 66,6% atuam no segmento de serviços, e 76,6% da amostra atua
em organizações de médio e grande porte. Com relação à delegação de responsabilidades e
autonomia (Poder), 63,3% dizem ter em seu ambiente de trabalho. Disso, em média 64%
acreditam que poderiam responder futuramente por uma gestão, e que saberiam delegar. No
quesito motivação, em média 52,3% alegam receber feedback e incentivos, e que apesar de
um percentual menor, 47% alegam receber elogios e desafios em meio aos processos
decisórios. Quanto ao desenvolvimento, que envolve receber treinamento e demais
capacitações, tem-se um quantitativo de 47% que alegam receber. E quanto à liderança
recebida, em média 51,5% alegam ter por meio de orientações claras e objetivas. Assim, ao
buscar compreender os aspectos das quatro bases do Empowerment a partir da entrevista
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O USO DE ANÁLISE SWOT COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA AS


ORGANIZAÇÕES
Ângelo Rafael Petenuci da Silva, Bruno Zubi, Márcio Brito Jesus de Sousa, Rafaela
Rodrigues Barreto, Thiago Espindola Freire
E-maiI: professorthiagofreire@gmail.com

Universidade Anhanguera de São Paulo (UNIAN/SP)

Área: Ciências Sociais e Humanas

Resumo
Em todas as áreas comerciais o mercado propõe uma competitividade acirrada por meio de
empresas que concorrem pelos mesmos clientes, ofertando produtos e serviços com
qualidade e preços diversos. Neste contexto, é primordial que as estratégias utilizadas
estejam em consonância com as ferramentas de gestão. Este artigo tem como objetivo discutir
sobre a análise SWOT e explicar através do estudo detalhado de seus quatro pontos
fundamentais, como pode ser utilizado esta ferramenta de gestão de maneira a auxiliar na
tomada de decisão por parte dos gestores das organizações. Para isso, foi utilizada a
pesquisa exploratória, com procedimento bibliográfico. A análise SWOT teve origem no final
dos anos 60, e dentro da faculdade de Stanford. Tal sigla, em inglês, significa Strenths,
Weaknesses, Opportunities and Threats, também conhecida em português como analise de
Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças - F.F.O.A. Quando uma empresa está
começando ou desejando melhorar seu posicionamento no mercado, é iniciado um
planejamento estratégico, e nele é importante utilizar ferramentas de gestão mais adequadas
para atingir o sucesso. Uma delas é a analise SWOT, e seu objetivo principal é analisar as
variáveis internas e externas de uma companhia ou atividade. A identificação dos itens não é
uma tarefa fácil, as variáveis devem ser analisadas com cuidado, pois para cada item devem
ser questionados se os seus efeitos serão positivos ou negativos, e assim, encaixar como um
ponto forte ou fraco. E, seguindo a mesma lógica, é importante voltar suas análises para o
que está externo à organização ou ao processo, para que seja possível distinguir
características, ou pontos, que sejam considerados como oportunidades ou ameaças. Para
realização da análise interna, o primeiro passo é diagnosticar o ambiente interno da empresa,
e isso significa identificar e analisar os pontos que dentro dela podem ser definidos como suas
forças e fraquezas. E para identificá-las é necessário pensar quais são suas vantagens e
desvantagens perante os seus concorrentes. Já para análise externa, tem-se que as variáveis
não são controláveis, e nelas são identificadas as oportunidades e as ameaças que a
organização tem perante o mercado na qual está inserida. E, independente do ramo na qual
a organização atua, ela sempre poderá ser afetada por diversos cenários, tais como:
econômico, político, legal, social, natural, tecnológico e principalmente o competitivo. A
tomada de decisão a partir destes parâmetros passa a estar ligada a visão exata de quais
pontos devem ser explorados em sua organização, e assim contribuir para que gestores
possam efetuar as adequações necessárias para potencializar essas forças percebidas. Já
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