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MANUAL DE OPERAÇÃO

CONTROLADOR ST2160
2
Sumário

iii
Sumário

Sumário

1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................1

Documentos Relacionados a este Manual........................................................................................................1


Inspeção Visual ..................................................................................................................................................2
Mensagens de Advertência Utilizadas neste Manual .....................................................................................2

2. DESCRIÇÃO TÉCNICA..................................................................................................................................3

Descrição do Painel ST2140..............................................................................................................................3


Descrição do Painel ST2160..............................................................................................................................4
Identificação e Descrição dos LEDs ...........................................................................................................5
Identificação das Teclas ..............................................................................................................................6
Visor LCD (15) ...........................................................................................................................................6
Descrição das Conexões..............................................................................................................................7
Características Principais .................................................................................................................................9
Canal Serial......................................................................................................................................................10
Canal Serial RS-485 ........................................................................................................................................10
Fonte de Alimentação......................................................................................................................................10
Medição da Tensão de Alimentação ..............................................................................................................10
Saídas Digitais a Relé ......................................................................................................................................11
Entradas Digitais .............................................................................................................................................11
Entradas de Tensão (VCA).............................................................................................................................11
Entradas de Corrente (ICA)...........................................................................................................................12
Entradas Analógicas Resistivas......................................................................................................................12
Características de Software ............................................................................................................................12
Medições Elétricas ....................................................................................................................................13
Proteções ...................................................................................................................................................14
Características Ambientais.............................................................................................................................14
Dimensões Físicas ............................................................................................................................................15

3. INSTALAÇÃO ................................................................................................................................................16

Instalação Elétrica...........................................................................................................................................16
Instalação Elétrica ST2140........................................................................................................................16
Instalação Elétrica ST2160........................................................................................................................17
Instalação Mecânica ........................................................................................................................................18

4. OPERAÇÃO ....................................................................................................................................................20

Modos de Operação.........................................................................................................................................20
Telas de Navegação e Parâmetros de Configuração.....................................................................................20
Estrutura de Telas e Parâemtros de Configuração do ST2140..................................................................20
Estrutura de Telas e Parâmetros de Configuração do ST2160..................................................................20
Acesso por Interface Serial MODBUS ..........................................................................................................21
Tabelas de Comunicação ................................................................................................................................21
Tabelas de Escrita MODBUS – Referência 4x .........................................................................................21
Tabelas de Leitura MODBUS – Referência 3x.........................................................................................47
Alarmes, Eventos e Status...............................................................................................................................68
Entradas Resistivas .........................................................................................................................................70
Método de Equação...................................................................................................................................71

iv
Sumário

Método de Tabela......................................................................................................................................72

5. LÓGICA DE FUNCIONAMENTO...............................................................................................................73

Estados do Controlador ..................................................................................................................................73


Estado de Energização ..............................................................................................................................73
Estado de Reset .........................................................................................................................................73
Estado de Operação...................................................................................................................................73
Relacionamento entre os Modos de Operação ..............................................................................................74
Modos de Operação ST2140 .....................................................................................................................74
Modos de Operação ST2160 .....................................................................................................................75
Modo de Operação Manual ............................................................................................................................75
Seleção do Modo de Operação Manual.....................................................................................................75
Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR ...............................................................76
Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD ...............................................................76
Ativação do GMG .....................................................................................................................................77
Modo de Operação Automático .....................................................................................................................78
Seleção do Modo de Operação Automático..............................................................................................78
Emergência – Falha de REDE...................................................................................................................78
Retorno da REDE......................................................................................................................................78
Comando Externo de Partida do GMG .....................................................................................................79
Partida por Relógio ...................................................................................................................................80
Transferência de Carga do GMG para Rede quando GMG com defeito ..................................................81
Modo de Operação Remoto ............................................................................................................................81
Seleção do Modo de Operação Remoto ....................................................................................................81
Lógica de LOGIN .....................................................................................................................................82
Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR ...............................................................82
Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD ...............................................................84
Ativação do GMG .....................................................................................................................................85
Comando de Reconhecimento e Quitação de Falhas ................................................................................86
Configuração dos Parâmetros do SETUP .................................................................................................86
Comandos de Manutenção e Acesso aos Históricos .................................................................................87
Modo de Operação Teste ................................................................................................................................88
Seleção do Modo de Operação Teste ........................................................................................................88
Ativação do GMG .....................................................................................................................................88
Modo de Operação SEMI ...............................................................................................................................88
Seleção do Modo de Operação Semi.........................................................................................................89
Comando de Fechamento e Abertura da Chave de Grupo – CGR ............................................................89
Comando de Fechamento e Abertura da Chave de REDE – CRD............................................................89
Ativação do GMG .....................................................................................................................................90
Procedimento de Partida do GMG ................................................................................................................90
Retardo na Partida do GMG......................................................................................................................90
Solenóide de Combustível.........................................................................................................................91
Acionamento do Motor de Partida ............................................................................................................91
Intervalo entre Partidas..............................................................................................................................91
Retardo para Supervisão do GMG ............................................................................................................92
Procedimento de Parada do GMG.................................................................................................................92
Resfriamento do GMG....................................................................................................................................92
Alarme de Falha na Parada ou Partida do GMG.........................................................................................93
Alarmes das Chaves de Transferência ..........................................................................................................93

6. LÓGICAS DIVERSAS ...................................................................................................................................95

Sincronismo......................................................................................................................................................95
Sincronismo REDE -> GMG ....................................................................................................................95
Sincronismo GMG -> REDE ....................................................................................................................95

v
Sumário

Transferência em Rampa – STR....................................................................................................................96


Transferência REDE -> GMG...................................................................................................................96
Transferência GMG -> REDE...................................................................................................................97
Análise das Rampas de Carga na Transferência com Variação da Carga.................................................97
Análise das Rampas de Carga na Retransferência com Variação da Carga..............................................99
Paralelo Permanente com a REDE ................................................................................................................99
PPR REDE -> GMG ...............................................................................................................................100
Ativação ..................................................................................................................................................100
Desativação .............................................................................................................................................100
PPR GMG -> REDE ...............................................................................................................................100
Ativação ..................................................................................................................................................100
Desativação .............................................................................................................................................101
Análise das Curvas de Carga em PPR.....................................................................................................101
Lógica de STAND-BY ...................................................................................................................................102
Definição Básica .....................................................................................................................................102
Lógica GMG Prioritário..........................................................................................................................104
Lógica GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY)......................................................................104

7. MÉTODOS DE MEDIÇÃO .........................................................................................................................107

Medições de Freqüência................................................................................................................................107
Medições de Tensões e Correntes do GMG.................................................................................................107
Tensão de Fase ........................................................................................................................................107
Corrente de Fase......................................................................................................................................107
Medições de Tensões da Rede.......................................................................................................................107
Medições de Potência e Energia ...................................................................................................................107
Potência Ativa .........................................................................................................................................107
Potência Aparente ...................................................................................................................................108
Potência Reativa......................................................................................................................................108
Fator de Potência.....................................................................................................................................108
Energia ....................................................................................................................................................108

8. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO........................................................................................................................109

Classes de Falha.............................................................................................................................................109
Alerta (F0)...............................................................................................................................................109
Alarme (F1).............................................................................................................................................109
Atuante (F2) ............................................................................................................................................109
Atuante (F3) ............................................................................................................................................109
Atuante (F4) ............................................................................................................................................110
Proteção de Tensão da Rede.........................................................................................................................110
Subtensão na Rede Limite 1....................................................................................................................110
Subtensão na Rede Limite 2....................................................................................................................110
Sobretensão na Rede Limite 1.................................................................................................................111
Sobretensão na Rede Limite 2.................................................................................................................111
Proteção de Freqüência da REDE ...............................................................................................................112
Subfreqüência na Rede Limite 1 .............................................................................................................112
Subfreqüência na Rede Limite 2 .............................................................................................................112
Sobrefreqüência na Rede Limite 1 ..........................................................................................................112
Sobrefreqüência na Rede Limite 2 ..........................................................................................................112
Proteção de Tensão no GMG........................................................................................................................113
Subtensão no GMG Limite 1 ..................................................................................................................113
Subtensão no GMG Limite 2 ..................................................................................................................113
Sobretensão no GMG Limite 1 ...............................................................................................................114
Sobretensão no GMG Limite 2 ...............................................................................................................114
Proteção de Freqüência no GMG ................................................................................................................114

vi
Sumário

Subfreqüência no GMG Limite 1............................................................................................................115


Subfreqüência no GMG Limite 2............................................................................................................115
Sobrefreqüência no GMG Limite 1.........................................................................................................115
Sobrefreqüência no GMG Limite 2.........................................................................................................115
Proteção de Sobrecarga no GMG ................................................................................................................116
Sobrecarga no GMG Limite 1.................................................................................................................116
Sobrecarga no GMG Limite 2.................................................................................................................116
Proteção de Subcarga no GMG....................................................................................................................117
Proteção de Temperatura do GMG.............................................................................................................117
Falha no Sensor de Temperatura.............................................................................................................118
Baixa Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor.......................................................................118
Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Limite 1 .......................................................118
Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Limite 1 .......................................................118
Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Entrada Digital ............................................119
Proteção da Entrada Analógica Configurável ............................................................................................119
Falha no Sensor da Entrada Analógica Configurável .............................................................................119
Limite Inferior Entrada Analógica Configurável ....................................................................................119
Limite Superior Entrada Analógica Configurável...................................................................................120
Proteção de Baixa Pressão do Óleo do GMG..............................................................................................120
Proteção de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo.....................................................................................120
Alarmes de Dispositivos Externos................................................................................................................120
Alarmes de Emergência Acionada ...............................................................................................................121
Alarmes de Chamada para Manutenção do GMG.....................................................................................122

9. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO .........................................................................................................123

Instalação .......................................................................................................................................................123
Apresentação..................................................................................................................................................123
Painel de Alarmes Ativos (1) ..................................................................................................................124
Painel de Supervisão (2)..........................................................................................................................124
Painel Geral (3) .......................................................................................................................................124

10. COMPONENTES EXTERNOS...................................................................................................................128

Interface Serial Isolada RS-232C/RS-485 - OM9100 .................................................................................128

11. MANUTENÇÃO ...........................................................................................................................................129

Manutenção Preventiva ................................................................................................................................129

12. APÊNDICE 1 – TELAS E PARÂMETROS ST2140 .................................................................................130

Estrutura de Telas de Navegação.................................................................................................................130


Tela de Inicialização................................................................................................................................130
Telas Básicas...........................................................................................................................................130
Telas de Medição ....................................................................................................................................132
Telas de Alarmes.....................................................................................................................................147
Telas de Configuração (SETUP).............................................................................................................151

13. APÊNDICE 2 – TELAS E PARÂMETROS ST2160 .................................................................................170

Estrutura de Telas de Navegação.................................................................................................................170


Tela de Inicialização................................................................................................................................170
Telas Básicas...........................................................................................................................................170
Telas de Medição ....................................................................................................................................173
Telas de Alarmes.....................................................................................................................................191

vii
Sumário

Telas de Configuração (SETUP).............................................................................................................195

viii
1. Introdução

1. Introdução
Os controladores ST2140, ST2160, ST2180 e ST2190, integrantes da Série OEM-S, constituem uma
solução dedicada e completa para controle e proteção de grupos geradores de energia elétrica,
atendendo aplicações de grupos singelos e paralelos.
Utilizando tecnologia avançada em processamento e instrumentação, estes controladores oferecem
uma grande integração de funções, simplificando o sistema e reduzindo a quantidade de elementos
externos. O sistema de medição próprio de grandezas elétricas dispensa medidores dedicados,
atendendo às necessidades deste tipo de aplicação com excelente relação de custo e benefícios.

Figura 1–1. Controladores da Série OEM-S

Documentos Relacionados a este Manual


Para obter informações adicionais sobre a Série OEM-S podem ser consultados outros documentos
(manuais e características técnicas) além deste.
Aconselha-se os seguintes documentos como fonte de informação adicional:
• Características Técnicas dos Controladores da Série ST21XX
• Características Técnicas da Interface OM9100
• Características Técnicas do Software GenTool - OM9500

1
1. Introdução

Inspeção Visual
Antes de proceder à instalação, é recomendável fazer uma inspeção visual cuidadosa dos
equipamentos, verificando se não há danos causados pelo transporte. Verifique se todos os
componentes de seu pedido estão em perfeito estado. Em caso de defeitos, informe a companhia
transportadora e o representante ou distribuidor Altus mais próximo.

CUIDADO:
Antes de retirar os módulos da embalagem, é importante descarregar eventuais potenciais
estáticos acumulados no corpo. Para isso, toque (com as mãos nuas) em uma superfície
metálica aterrada qualquer antes de manipular os módulos. Tal procedimento garante que os
níveis de eletricidade estática suportados pelo módulo não serão ultrapassados.

É importante registrar o número de série de cada equipamento recebido, bem como as revisões de
software, caso existentes. Essas informações serão necessárias caso se necessite contatar o Suporte
Técnico da Altus.

Mensagens de Advertência Utilizadas neste Manual


Neste manual, as mensagens de advertência apresentarão os seguintes formatos e significados:

PERIGO:
Relatam causas potenciais, que se não observadas, levam a danos à integridade física e saúde,
patrimônio, meio ambiente e perda da produção.

CUIDADO:
Relatam detalhes de configuração, aplicação e instalação que devem ser seguidos para evitar
condições que possam levar a falha do sistema e suas conseqüências relacionadas.

ATENÇÃO:
Indicam detalhes importantes de configuração, aplicação ou instalação para obtenção da máxima
performance operacional do sistema.

2
2. Descrição Técnica

2. Descrição Técnica
Este capítulo apresenta as características técnicas dos controladores ST2140, ST2160, ST2180 e
ST2190, abordando as partes integrantes do sistema, sua arquitetura, características gerais e elétricas.

Descrição do Painel ST2140


Na figura a seguir, é mostrado o painel frontal do controlador ST2140.

Figura 2–1: Painel Frontal do controlador ST2140

3
2. Descrição Técnica

Descrição do Painel ST2160


Na figura a seguir, é mostrado o painel frontal do controlador ST2160.

Figura 2–2: Painel Frontal do controlador ST2140

4
2. Descrição Técnica

Identificação e Descrição dos LEDs

LED “CRD” (1) - Chave de Transferência de Rede

LED CRD Estado Descrição


Ligado Fechada A Chave de Transferência de Rede está fechada
Desligado Aberta A Chave de Transferência de Rede está aberta

Tabela 2–1: Comportamento do LED CRD


LED “CGR” (2) - Chave de Transferência de Grupo

LED CGR Estado Descrição


Ligado Fechada A Chave de Transferência de Grupo está fechada
Desligado Aberta A Chave de Transferência de Grupo está aberta

Tabela 2–2: Comportamento do LED CGR


LED “GMG” (3) - Estado do Grupo Motor-Gerador

LED GMG Estado Descrição


Desligado Parado O GMG está parado
Piscando Partindo O GMG está partindo e a supervisão está inativa
Ligado Funcionando O GMG está em funcionamento e a supervisão está ativa

Tabela 2–3: Comportamento do LED GMG


LED “MANUAL” (4) - Modo de Operação Manual
LED “AUTO” (5) - Modo de Operação Automático
LED “SEMI” (17) – Modo de Operação Semi-Automático
LED “TESTE” (19) – Modo de Operação Teste

Os LEDs “MANUAL”, “AUTO”, “SEMI” e “TESTE” indicam o modo de operação do controlador.


Os modos de operação são descritos no Capítulo 5 – Lógica de Funcionamento.
LED AUTO LED MANUAL LED TESTE LED SEMI Modo
Ligado Desligado Desligado Desligado Automático
Desligado Ligado Desligado Desligado Manual
Desligado Desligado Ligado Desligado Teste
Desligado Piscando Desligado Desligado Remoto
Piscando Desligado Desligado Desligado Partida remota assumindo carga
Desligado Desligado Desligado Ligado Semi-automático

Tabela 2–4: Indicação do Modo de Operação pelos LEDs AUTO, MANUAL, SEMI e TESTE

LED “ALARME” (16) – Indicação de Alarme

LED ALARME Descrição


Desligado Não há alarmes ativos.
Piscando Há alarmes ativos, e estes não foram reconhecidos.
Ligado Há alarmes ativos, e estes já foram reconhecidos.

Tabela 2–5: Comportamento do LED ALARME


BARRA DE LEDs (21) – Indica a medição de freqüência elétrica do Grupo Moto-Gerador.

5
2. Descrição Técnica

Identificação das Teclas


As teclas no painel frontal podem ser divididas em dois grupos: Teclas de Operação e Teclas de
Navegação.
Teclas de Operação
São usadas para comandar ações manualmente e para alternar entre os modos de operação.
• TECLA “ABRIR / FECHAR” – CRD (6)
• TECLA “ABRIR / FECHAR” – CGR (7)
• TECLA “PARTIR / PARAR” – GMG (8)
• TECLA “AUTO” - Modo de Operação Automático (9)
• TECLA “MANUAL” - Modo de Operação Manual (10)
• TECLA “SEMI” – Modo de Operação Semi-Automático (18)
• TECLA “TESTE” – Modo de Operação Teste (20)
Teclas de Navegação
São usadas para navegar nos menus visualizáveis no visor.
• TECLA “UP” (11)
• TECLA “DOWN” (12)
• TECLA “MENU” (13)
• TECLA “ESC” (14)

Visor LCD (15)


O Visor de Cristal Líquido (LCD) possui 20 colunas e 2 linhas de formato alfanumérico. No visor
são mostradas as telas de medição e configuração. É a principal forma do controlador passar
informações sobre o seu funcionamento para o operador.

6
2. Descrição Técnica

Descrição das Conexões


As conexões de alimentação, entradas e saídas digitais, entradas analógicas e comunicação são
realizadas na parte traseira do controlador. A posição dos conectores é mostrada na figura a seguir. A
pinagem dos conectores é apresentada no Capítulo 4 - Instalação.

Figura 2–3: Vista Traseira do controlador ST21XX

Interface Descrição
X1.1 Entrada de alimentação
X2.1 Saídas digitais - Grupo 1
X2.2 Saídas digitais - Grupo 2
X3.1 Entradas digitais - Grupo 1
X3.2 Entradas digitais - Grupo 2
X4.1 Entradas de tensão VCA do gerador
X4.2 Entradas de corrente ICA do gerador
X4.3 Entradas de tensão VCA da rede
X4.4 Entradas de corrente ICA da rede
X5.1 Entradas analógicas resistivas
X5.2 Entrada de Pick-Up
X6.1 Entrada e Saída Analógica
X7.1 Porta serial TTL
X7.2 Interface CAN J1939

7
2. Descrição Técnica

X7.3 Interface RS-485


X7.4 Interface CAN Genbus

Tabela 2–6: Interfaces do controlador ST21XX

8
2. Descrição Técnica

Características Principais
ST2140 ST2160 ST2180 ST2190
Medições CA de tensão GMG: 3 fases GMG: 3 fases GMG: 3 fases BARRA: 3 fases
REDE: 3 fases REDE: 3 fases BARRA: 2 fases REDE: 3 fases
Medições CA de corrente GMG: 3 fases GMG: 3 fases GMG: 3 fases BARRA: 3 fases
REDE: 3 fases REDE: 3 fases
Relógio integrado Sim, retentivo Sim, retentivo Sim, retentivo Sim, retentivo
Medição da tensão de Sim Sim Sim Sim
alimentação
Histórico de eventos e Sim, 50 alarmes e Sim, 100 alarmes Sim, 100 alarmes Sim, 100 alarmes
alarmes 50 eventos e 50 eventos e 50 eventos e 50 eventos
Número de pontos de 14 14 14 14
entradas digitais
Número de pontos de saídas 14 14 14 8
digitais a relé
Número de pontos de 2 2 2 -
entradas resistivas
Número de pontos de - 1 1 -
entradas analógicas
Número de pontos de saídas - 2 2 -
analógicas
Entrada para pick-up de Não Sim Sim Não
velocidade
Função de sincronismo Não Sim Sim Sim
Função de paralelismo Não Não Sim Sim
Interface CAN para Não Não Sim Sim
paralelismo de geradores
Interface J1939 para ECUs Sim Sim Sim Não
de motores
Canal serial RS485 Não Sim Sim Sim
Canal serial local Sim Sim Sim Sim

Tabela 2–7: Características Principais

Notas:
Entradas analógicas resisitivas: Este grupo de entradas é destinado ao uso de sensores resistivos,
com funções específicas: medição de nível de combustível e medição de temperatura da água do
radiador do motor (sensor PT100 ou VDO).

Relógio integrado: O relógio possui resolução de segundos, formato 24h, atraso máximo de 1,5s ao
dia, com calendário e com contador de dias da semana (segunda a domingo). A retentividade é
garantida por até 7 dias sem energização do controlador.

Histórico de alarmes: Consiste em uma fila circular com o histórico de alarmes retentivos.
Histórico de eventos: Consiste em uma fila circular com o histórico de eventos retentivos.

9
2. Descrição Técnica

Canal Serial
ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Meio físico RS232-C, RS485 ou USB (com interface externa OM9100)
Protocolo MODBUS RTU Slave
Sinais de hardware RTS, CTS, DCD, DTR e DSR
Conector RJ45

Canal Serial RS-485

ST2160, ST2180, ST2190


Meio físico RS485
Protocolo MODBUS RTU Slave
Terminação interna Não
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)
Conector RJ45

Fonte de Alimentação
ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Tensão de alimentação 8 a 30 Vdc
Transitórios de alimentação 6 a 36 Vdc por 200 ms
Potência máxima 5W
Configuração do borne 2 bornes para interligação da bateria (+Vdc e 0 Vdc)
1 borne para interligação do aterramento (GNDC)

Medição da Tensão de Alimentação

ST2140, ST2160, ST2180, ST2190


Faixa de medição 8 a 30 Vdc
Tensão máxima de entrada 36 Vdc
Resolução 10 bits
Precisão 2% do fundo de escala
Drift térmico máximo 250 ppm/ºC
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)

10
2. Descrição Técnica

Saídas Digitais a Relé


ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Tipo Saídas digitais isoladas com relé, normalmente aberto
Corrente máxima por ponto 3A
Corrente máxima do grupo 8A
Tensão máxima 36 Vdc
Resistência máxima de contato 100 mΩ
Carga mínima 10 mA @ 5 Vdc
Vida útil esperada 10 x 105 ciclos (com carga nominal)
Tempos máximos de comutação 10 ms (fechamento), 10 ms (abertura)
Configuração do borne Grupo de relés de contato molhado:
1 borne para cada ponto
1 borne comum para todos os pontos (0 Vdc)
Grupo de relés de contato seco:
2 bornes para cada ponto
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)

Entradas Digitais
ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Tipo Entradas digitais isoladas, tipo “sink”
Tipo de entrada Tipo 1, para chaves e sensores com 2 fios
Tensão de entrada 12 ou 24 Vdc (nominal)
5,6 a 36 Vdc (estado lógico 1)
0 a 2,4 Vdc (estado lógico 0)
Corrente de entrada 4,6 mA @ 24 Vdc
Impedância de entrada 4,3 KΩ
Tempo de transição 2 ms @ 24 Vdc
Configuração do borne 1 borne para cada ponto
1 borne comum para todos os pontos (+ Vdc)
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)

Entradas de Tensão (VCA)


ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Tipo Senoidal
Resolução 12 bits
Precisão 1% do fundo de escala
Drift térmico máximo 170 ppm/ºC
Tensão nominal máxima 277 Vca (fase), 480 Vca (linha)
Tensão nominal mínima 3 Vca (fase)
Tensão transitória máxima 20% (por 500 ms)
Impedância de entrada 8 MΩ
Freqüência nominal 50 a 60 Hz
Configuração do borne 1 borne para cada fase
1 borne para interligação do neutro

11
2. Descrição Técnica

Entradas de Corrente (ICA)


ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Tipo Senoidal
Resolução 12 bits
Precisão 1% do fundo de escala
Drift térmico máximo 380 ppm/ºC
Corrente nominal máxima 6A
Corrente nominal mínima 60 mA
Corrente transitória máxima 16,5 A (por 500 ms)
Impedância de entrada 0,03 Ω
Freqüência nominal 50 a 60 Hz
Configuração do borne 1 borne para cada fase
1 borne para interligação do comum

Entradas Analógicas Resistivas


ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Resolução 12 bits
Precisão 0,2% do fundo de escala
Drift térmico máximo 250 ppm/ºC
Resistência máxima 550 Ω
Resistência mínima 5Ω
Corrente de excitação 833 uA
Configuração do borne 2 bornes para cada sensor

Características de Software
ST2140, ST2160, ST2180, ST2190
Indicação de alarmes ativos Sim
Registro de máximos e mínimos Sim
Idiomas suportados Português, Inglês e Espanhol
Tempo de atualização das 1 segundo
medições no visor
Parâmetros retentivos SETUP
Energia ativa positiva
Energia ativa negativa
Energia reativa positiva
Energia reativa negativa
Número de partidas
Horas de funcionamento
Horas para manutenção

12
2. Descrição Técnica

Medições Elétricas

ST2140 ST2160 ST2180 ST2190


Tensão RMS de fase do gerador   
Tensão RMS de linha do gerador   
Tensão RMS de fase da rede   
Tensão RMS de linha da rede   
Detecção de rede anormal   
Tensão RMS de fase da barra  
Tensão RMS de linha da barra  
Freqüência do gerador   
Freqüência da rede   
Freqüência da barra  
Corrente RMS de fase do gerador   
Corrente RMS de fase da rede  
Corrente RMS de fase da barra 
Temperatura da água   
Nível de combustível   
Potência ativa do gerador   
Potência aparente do gerador   
Potência reativa do gerador   
Fator de potência do gerador   
Energia ativa positiva do gerador   
Energia ativa negativa do gerador  
Energia reativa positiva do  
gerador
Energia reativa negativa do  
gerador
Potência ativa da rede  
Potência aparente da rede  
Potência reativa da rede  
Fator de potência da rede  
Energia ativa positiva da rede  
Energia ativa negativa da rede  
Energia reativa positiva da rede  
Energia reativa negativa da rede  
Potência ativa da barra 
Potência aparente da barra 
Potência reativa da barra 
Fator de potência da barra 
Energia ativa positiva da barra 
Energia ativa negativa da barra 
Energia reativa positiva da barra 
Energia reativa negativa da barra 
Função de sincronismo   
Função de paralelismo  
Interface com regulador de  
velocidade (GOV)
Interface com regulador de  
tensão (AVR)
Sinal de pick-up  

13
2. Descrição Técnica

Proteções

ST2140 ST2160 ST2180 ST2190


Subtensão Gerador (27)    
Sobretensão Gerador (59)    
Subfreqüência Gerador (81)    
Sobrefreqüência Gerador (81)    
Subcarga Gerador (37)    
Sobrecarga Gerador (32)    
Sobrecorrente Inst. Gerador (50)    
Sobrecorrente Temp. Gerador (51)    
Corrente Seq. Neg. Gerador (46)   
Subtensão Rede (27)   
Sobretensão Rede (59)   
Subfreqüência Rede (81)   
Sobrefreqüência Rede (81)   
Sobrecorrente Inst. Rede (50)  
Sobrecorrente Temp. Rede (51)  
Alta temperatura Gerador (26)   
Baixa temperatura Gerador (26)   
Nível de combustível baixo   
Subtensão da bateria    
Sobretensão da bateria    
Baixa pressão do óleo   

Notas:
As proteções que no ST2190 se referenciam ao Gerador são aplicadas na barra do gerador.

Características Ambientais
Na tabela a seguir, são mostradas as condições ambientais para operação e transporte.
Operação Transporte
Temperatura 0 a 60 °C -20 a 70 °C
Umidade Relativa do Ar 5 a 95 % não condensante 5 a 95 % não condensante
Altitude 2000 m 3000 m

Tabela 2–58: Características Ambientais

14
2. Descrição Técnica

Dimensões Físicas
Dimensões em mm.

Figura 2–4: Dimensões do controlador ST21XX

15
3. Instalação

3. Instalação

Instalação Elétrica
PERIGO:
RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO
Este módulo pode trabalhar com tensões de até 480 Vac. Cuidados especiais devem ser
tomados durante a instalação, a qual só deve ser feita por técnicos habilitados.
Não tocar na ligação da fiação de campo em operação.

Instalação Elétrica ST2140


O diagrama a seguir demonstra o esquema elétrico para instalação do controlador ST2140.

Figura 3–1: Diagrama de Instalação Elétrica ST2140

Notas:
1. O aterramento do módulo deve ser feito por condutor adequado de menor comprimento possível,
buscando menor resistência elétrica. A seção do condutor recomendada é de 1,5 mm2 com
comprimento máximo de 1 m. O aterramento deve ser feito via borne 1 (X1.1).
2. A entrada de corrente (ICA) do gerador deve ser conectada a um transformador de corrente (TC)
externo. O comum do transformador de corrente corresponde ao borne 1 (X4.2).

16
3. Instalação

3. As entradas analógicas resistivas devem ser ligadas conforme o diagrama. Os bornes 2 e 4 (X5.1)
estão internamente interconectados. O borne 1 (X5.1) corresponde a entrada analógica de
temperatura da água do motor e o borne 3 (X5.1) corresponde a entrada analógica configurável.
4. A interface serial X7.1 deve ser utilizada em conjunto com o cabo PO8501 e do acessório
OM9100. Esta interface é utilizada para parametrização, configuração e supervisão do
controlador de grupos geradores. O conector é padrão RJ45.

Instalação Elétrica ST2160


O diagrama a seguir demonstra o esquema elétrico para instalação do controlador ST2160.

Figura 3–2: Diagrama de Instalação Elétrica ST2160

17
3. Instalação

Instalação Mecânica

As presilhas laterais de fixação devem ser recolhidas para a instalação do controlador em painel.

Figura 3–3: Etapa 1

O controlador deve ser instalado no painel, encaixando-se primeiramente a parte superior.

Figura 3–4: Etapa 2

18
3. Instalação

Após devidamente encaixado, as presilhas devem ser abertas (girando-as conforme a figura a seguir) e os
parafusos de fixação devem ser apertados utilizando uma ferramenta adequada.

Figura 3–5: Etapa 3

Após estas etapas, o controlador está montado em painel e pode-se iniciar a ligação da fiação de
campo. Os bornes localizados na parte traseira do equipamento estão identificados pelas interfaces
aos quais pertencem. Os bornes são do tipo parafuso e destacáveis, a fim de facilitar a ligação. A
fiação de campo deve ser conectada ao equipamento sem energização, a fim de evitar choques
elétricos. Após verificação das ligações, o equipamento pode ser energizado.

19
4. Operação

4. Operação
Este Capítulo apresenta informações sobre a operação dos controladores ST2140, ST2160, ST2180 e
ST2190.

CUIDADO:
Antes de utilizar os controladores ST2140, ST2160, ST2180 e ST2190 em um grupo gerador, os
mesmos devem ser configurados.
As instruções apresentadas são válidas para o controlador com parâmetros previamente
configurados.

Modos de Operação
O controladores da Série OEM-S possuem os seguintes modos de operação:
ST2140 ST2160 ST2180 ST2190
Modo Manual    
Modo Automático (AUTO)    
Modo Teste    
Modo Remoto    
Modo Semi-Automático (SEMI)   

A troca do modo de operação, para os modos Manual, Automático, Teste e Semi-Automático é feito
através das teclas MANUAL, AUTO, TESTE e SEMI, respectivamente. Para os demais modos, é
necessário acessar as telas de configuração do controlador.
O modo Manual é destinado à operação local, com o operador comandando o funcionamento pelo
painel. O modo Automático destina-se à operação do grupo sem a presença do operador, funcionando
conforme as configurações feitas. O modo Teste destina-se a testar o funcionamento do grupo
gerador, devendo ser comandado por técnico especializado. O modo Remoto atende à necessidade de
operação por operador sem a presença do mesmo em frente ao painel, sendo os comandos enviados
pela porta de comunicação, através de software de supervisão. O modo Semi-Automático destina-se a
realizar a partida do grupo gerador e assumir a carga presente na rede através de uma lógica
transferência.
Mais detalhes sobre os modos de operação são descritos no Capítulo 5 - Lógica de Funcionamento.

Telas de Navegação e Parâmetros de Configuração

Estrutura de Telas e Parâemtros de Configuração do ST2140


A estrutura de telas e parâmetros de configuração do módulo ST2160, pode ser visualizado no
Capítulo 12 – Apêndice 1.

Estrutura de Telas e Parâmetros de Configuração do ST2160


A estrutura de telas e parâmetros de configuração do módulo ST2160, pode ser visualizado no
Capítulo 13 – Apêndice 2.

20
4. Operação

Acesso por Interface Serial MODBUS


A interface serial TTL permite comunicação no protocolo MODBUS. Através desta interface, é
possível fazer a configuração, supervisão e operação remota do controlador. Todos os parâmetros do
controlador são acessíveis por MODBUS, necessitando-se também de identificação através de senha.
Os valores medidos também estão disponíveis. O operador pode assumir o comando do
funcionamento via serial passando o controlador para o modo Remoto.

Tabelas de Comunicação
As tabelas de comunicação estão descritas separadas por categorias. Dentro de cada categoria está
especificado quais os tipos de funções que acessam a área em questão.
As escritas são protegidas por senha, separadas em grupos de acesso do cliente final e outro do
cliente OEM. As áreas de referência 3x não necessitam de senha para leitura.

Tabelas de Escrita MODBUS – Referência 4x


Esta área pode ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente. A escrita
esta protegida por senha em dois níveis.
• Para nível de senha igual a 5 é possível escrever na área que compreende o registro 4x0001 até a
4x499 para COMANDOS e 4x1000 até a 4x1499 para SETUP.
• Para nível de senha menor que 5 é possível escrever em toda a área de escrita referência 4x.
Este procedimento é diferente da parametrização pela IHM do controlador onde temos o controle de
acesso para diferentes níveis de senha. Já pelo canal de comunicação foi simplificado para dois
grupos denominados CLIENTE e STEMAC respectivamente.

Comandos Cliente

Todos os bits da palavra de comando são operados por pulso.


Não é possível a parametrização de horários inválidos, pois o controlador faz este controle. Quando
ocorrer o acerto de algum horário inválido, e for feita a tentativa de confirmação do parâmetro pelo
comando Acertar Relógio o controlador não permite a atualização, desta forma, retornando um bit de
erro denominado Inconsistência na Hora Configurada na tabela de leitura MODBUS - controle.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
4x0001 Comandos CLIENTE
0 Acionamento CRD X X X
1 Acionamento CGR X X X X
2 Partida / Parada do GMG X X X X
Reconhecimento dos Alarmes e Quitação
3 X X X X
Seletiva
4 Chamada do Modo de Operação Remoto X X X X
5 Comando GMG em AUTO Assumindo Carga X X X X
6 Habilita Supervisão de Comunicação X X X X
7 Discagem Reconhecida X X X X
8 Acerta Relógio X X X X
9 Ativação de Emergência X X X X
10 Habilita Teste de Sincronismo X X X
11 Comando GMG Prioritário X X X
12 Parada Remota X X X X
13 Base Load Ativo X
14 Habilita Controle Externo (Set DHz e Set DV) X

21
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


15 Comando de Inibição da CCG X
4x0002 --- Reserva ---
4x0003 ID – Identificação do Operador - Matrícula X X X X
ID – Identificação do Operador – Dígitos
4x0004 X X X X
Verificadores
4x0005 Senha do Operador X X X X
4x0006 Posição de Leitura Histórico de Alarme X X X X
4x0007 Posição de Leitura Histórico de Eventos X X X X
4x0008 Posição de Leitura Histórico de Medições X X X
4x0009 Ajuste Horário – Ano X X X X
4x0010 Ajuste Horário – Mês X X X X
4x0011 Ajuste Horário – Dia X X X X
4x0012 Ajuste Horário – Horas X X X X
4x0013 Ajuste Horário – Minutos X X X X
4x0014 Ajuste Horário – Segundos X X X X
4x0015 Ajuste Dia da Semana (Ver tabela abaixo) X X X X
4x0016 Set Point - Potência Ativa X
4x0017 Set Point - Fator de Potência X
4x0018 Set Point - DHz X
4x0019 Set Point - DV X
4x0020 Comandos Remotos X X X X
0 Comando Remoto 01 X X X X
1 Comando Remoto 02 X X X X
2 Comando Remoto 03 X X X X
3 Comando Remoto 04 X X X X
4 Comando Remoto 05 X X X X
5 Comando Remoto 06 X X X X
6 Comando Remoto 07 X X X X
7 Comando Remoto 08 X X X X
7 Comando Remoto 08 X X X X
4x0021 --- Reserva ---
4x0022 --- Reserva ---
4x0023 --- Reserva ---
Posição de leitura do Diagnóstico DM1 –
4x0024 X X X
J1939

Tabela 4–1: Comandos Cliente

Tipo Descrição
1 Domingo
2 Segunda
3 Terça
4 Quarta
5 Quinta
6 Sexta
7 Sábado

Tabela 4–2: Codificação dos Dias da Semana

22
4. Operação

Comandos STEMAC

Todos os bits da palavra de comando são operados por pulso. Veja a descrição completa de operação
na seção de lógicas de funcionamento no item Modo de Operação Remoto.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
4x0500 Comandos Gerais
0 Horas para Manutenção do GMG - Atualiza X X X
1 Apaga Histórico de Alarmes X X X X
2 Apaga Histórico de Eventos X X X X
3 Apaga Histórico de Medições X X X
4 Inicializa Medições Máximos e Mínimos X X X X
5 - 15 --- Reserva ---
4x0501 Energia Ativa Positiva da REDE (Low) kWh X X
4x0502 Energia Ativa Positiva da REDE (High) kWh X X
4x0503 Energia Ativa Negativa da REDE (Low) kWh X X
4x0504 Energia Ativa Negativa da REDE (High) kWh X X
4x0505 Energia Reativa Positiva da REDE (Low) kVArh X X
4x0506 Energia Reativa Positiva da REDE (High) kVArh X X
4x0507 Energia Reativa Negativa da REDE (Low) kVArh X X
4x0508 Energia Reativa Negativa da REDE (High) kVArh X X
4x0509 Energia Ativa Positiva da GMG (Low) kWh X X X X
4x0510 Energia Ativa Positiva da GMG (High) kWh X X X X
4x0511 Energia Ativa Negativa da GMG (Low) kWh X X X
4x0512 Energia Ativa Negativa da GMG (High) kWh X X X
4x0513 Energia Reativa Positiva da GMG (Low) kVArh X X X
4x0514 Energia Reativa Positiva da GMG (High) kVArh X X X
4x0515 Energia Reativa Negativa da GMG (Low) kVArh X X X
4x0516 Energia Reativa Negativa da GMG (High) kVArh X X X
4x0517 Tempo de Funcionamento do GMG h X X X
4x0518 Número de Partidas do GMG X X X
Índice da Mensagem no Display do Sinal
4x0519 X X X X
Externo
4x0520 Mensagem no Display (Byte 01 / Byte 02) X X X X
4x0521 Mensagem no Display (Byte 03 / Byte 04) X X X X
4x0522 Mensagem no Display (Byte 05 / Byte 06) X X X X
4x0523 Mensagem no Display (Byte 07 / Byte 08) X X X X
4x0524 Mensagem no Display (Byte 09 / Byte 10) X X X X
4x0525 Mensagem no Display (Byte 11 / Byte 12) X X X X
4x0526 Mensagem no Display (Byte 13 / Byte 14) X X X X
4x0527 Mensagem no Display (Byte 15 / Byte 16) X X X X
4x0528 Mensagem no Display (Byte 17 / Byte 18) X X X X
4x0529 Mensagem no Display (Byte 19 / Byte 20) X X X X
4x0530 Calibra Tensão A da REDE V X X X
4x0531 Calibra Tensão B da REDE V X X X
4x0532 Calibra Tensão C da REDE V X X X
4x0533 Calibra Corrente A da REDE A X X
4x0534 Calibra Corrente B da REDE A X X
4x0535 Calibra Corrente C da REDE A X X
4x0536 Calibra Tensão A da GMG V X X X X
4x0537 Calibra Tensão B da GMG V X X X X

23
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x0538 Calibra Tensão C da GMG V X X X X
4x0539 Calibra Corrente A da GMG A X X X X
4x0540 Calibra Corrente B da GMG A X X X X
4x0541 Calibra Corrente C da GMG A X X X X

Tabela 4–3: Comandos STEMAC


Índice da Mensagem no Display do Sinal Externo
As mensagens no visor correspondem a configuração das mensagens das sinalizações externas
configuráveis. Toda vez que se proceder a configuração das mensagens das sinalizações externas
configuráveis deve ser informado o índice da informação a ser alterada conforme a tabela abaixo:
Tipo Descrição
1 Mensagem no Display 01
2 Mensagem no Display 02
3 Mensagem no Display 03
4 Mensagem no Display 04
5 Mensagem no Display 05
6 Mensagem no Display 06
7 Mensagem no Display 07
8 Mensagem no Display 08

Tabela 4–4: Índice das Mensagens pelo Canal Serial

SETUP Cliente

Esta área poderá ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
4x1000 Grupo de Parâmetros
Partida por Relógio - Falha no GMG Retorna
0 X X X
Carga para REDE
1 Habilita Partida Programada 01 X X X X
2 Habilita Partida Programada 02 X X X X
3 Habilita Parada Programada 01 X X X
4 Habilita Parada Programada 02 X X X X
5 - 15 --- Reserva ---
4x1001 Senha Nível 05 X X X X
4x1002 Sincronismo do Relógio - Horas X X X X
4x1003 Sincronismo do Relógio - Minutos X X X X
4x1004 Sincronismo do Relógio - Segundos X X X X
4x1005 Partida por Relógio Hora de Início - Hora X X X X
4x1006 Partida por Relógio Hora de Início - Minuto X X X X
4x1007 Partida por Relógio Hora de Fim - Hora X X X X
4x1008 Partida por Relógio Hora de Fim - Minuto X X X X
4x1009 Partida por Relógio Dias de Ativação X X X X
0 Sábado X X X X
1 Sexta X X X X
2 Quinta X X X X
3 Quarta X X X X
4 Terça X X X X
5 Segunda X X X X
6 Domingo X X X X

24
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


7 - 15 --- Reserva ---
4x1010 Partida Programada 01 Dia X X X X
4x1011 Partida Programada 02 Dia X X X X
4x1012 Partida Programada 01 Mês X X X X
4x1013 Partida Programada 02 Mês X X X X
4x1014 Partida Programada 01 Hora de Início - Hora X X X X
4x1015 Partida Programada 02 Hora de Início - Hora X X X X
Partida Programada 01 Hora de Início -
4x1016 X X X X
Minuto
Partida Programada 02 Hora de Início -
4x1017 X X X X
Minuto
4x1018 Partida Programada 01 Hora de Fim - Hora X X X X
4x1019 Partida Programada 02 Hora de Fim - Hora X X X X
4x1020 Partida Programada 01 Hora de Fim - Minuto X X X X
4x1021 Partida Programada 02 Hora de Fim - Minuto X X X X
4x1022 Parada Programada 01 Dia X X X X
4x1023 Parada Programada 02 Dia X X X X
4x1024 Parada Programada 01 Mês X X X X
4x1025 Parada Programada 02 Mês X X X X
4x1026 --- Reserva ---
4x1027 --- Reserva ---
4x1028 --- Reserva ---
4x1029 --- Reserva ---
4x1030 --- Reserva ---

Tabela 4–5: SETUP Cliente

SETUP STEMAC

Esta área poderá ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
4x1500 Grupo de Parâmetros da REDE - 1
0 Freqüência Nominal REDE X X X
1 Sistema de Medição de Tensão da REDE X X X
2 Habilita Operação em Emergência X X X
3 Habilita Proteção de Tensão de REDE X X X
4 Tensão Alta da REDE Limite 1 Atuação X X X
5 Tensão Baixa da REDE Limite 1 Atuação X X X
6 Habilita Proteção de Freqüência da REDE X X X
7 Sobrefreqüência da REDE Limite 1 Atuação X X X
8 Subfreqüência da REDE Limite 1 Atuação X X X
9 Habilita Proteção Seqüência de Fase REDE X X
10 Habilita Proteção por Sobrecarga REDE X X
11 Sobrecarga da REDE Limite 1 Atuação X X
12 Habilita Proteção de Potência Inversa REDE X X
Habilita Proteção Sobrecorrente CA REDE
13 X X
Instantânea - ANSI 50
Habilita Proteção Sobrecorrente CA REDE
14 X X
Temporizada - ANSI 51
15 ---Reserva---

25
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1501 ---Reserva---
4x1502 Tensão Nominal de Linha da REDE V X X X X
4x1503 Relação de TP da REDE x100 X X X X
4x1504 Filtro de Medição da REDE X X X X
4x1505 Corrente Nominal da REDE A X X
4x1506 Corrente Primário do TC da REDE /5A X X
4x1507 Potência Nominal da REDE kW X X
4x1508 Dias de Ativação para REDE Emergência
0 Domingo X X X
1 Segunda X X X
2 Terça X X X
3 Quarta X X X
4 Quinta X X X
5 Sexta X X X
6 Sábado X X X
7 – 15 --- Reserva ---
4x1509 Retardo para REDE Emergência s X X X
4x1510 Retardo para Confirmação de REDE Normal s X X X
4x1511 Tensão Alta da REDE Limite 1 % X X X
4x1512 Retardo Tensão Alta da REDE Limite 1 s x 100 X X X
4x1513 Tensão Alta da REDE Limite 2 % X X X
4x1514 Retardo Tensão Alta da REDE Limite 2 s x 100 X X X
4x1515 Tensão Baixa da REDE Limite 1 % X X X
4x1516 Retardo Tensão Baixa da REDE Limite 1 s x 100 X X X
4x1517 Tensão Baixa da REDE Limite 2 % X X X
4x1518 Retardo Tensão Baixa da REDE Limite 2 s x 100 X X X
4x1519 Sobrefreqüência da REDE Limite 1 Hz x 100 X X X
4x1520 Retardo Sobrefreqüência da REDE Limite 1 s x 100 X X X
4x1521 Sobrefreqüência da REDE Limite 2 Hz x 100 X X X
4x1522 Retardo Sobrefreqüência da REDE Limite 2 s x 100 X X X
4x1523 Subfreqüência da REDE Limite 1 Hz x 100 X X X
4x1524 Retardo Subfreqüência da REDE Limite 1 s x 100 X X X
4x1525 Subfreqüência da REDE Limite 2 Hz x 100 X X X
4x1526 Retardo Subfreqüência da REDE Limite 2 s x 100 X X X
Retardo Tensão Máxima Seqüência de Fase
4x1527 s X X
REDE
4x1528 Sobrecarga da REDE Limite 1 % X X
4x1529 Retardo Sobrecarga da REDE Limite 1 s X X
4x1530 Sobrecarga da REDE Limite 2 % X X
4x1531 Retardo Sobrecarga da REDE Limite 2 s X X
4x1532 Limite de Potência Inversa da REDE % X X
4x1533 Retardo de Potência Inversa da REDE s x 10 X X
4x1534 Sobrecorrente CA Atuação REDE - ANSI 50 In x 100 X X
Sobrecorrente CA Atuação Tempo Definido
4x1535 s x100 X X
REDE - ANSI 50
4x1536 Tipo de Curva de Proteção REDE - ANSI 51 X X
4x1537 Inicio da Curva REDE - ANSI 51 In x 100 X X
4x1538 Fator de Multiplicação REDE - ANSI 51 x 100 X X
4x1539 Retardo para Reset REDE - ANSI 51 s x 100 X X
4x1540 Tensão Nominal de Fase da REDE V X X X

26
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1541 --- Reserva ---
4x1542 --- Reserva ---
4x1543 --- Reserva ---
4x1544 --- Reserva ---
4x1545 --- Reserva ---
4x1546 --- Reserva ---
4x1547 --- Reserva ---
4x1548 --- Reserva ---
4x1549 --- Reserva ---

Tabela 4–6: Parâmetros da Rede

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1550 Grupo de Parâmetros GMG 01
0 Freqüência Nominal do GMG X X X X
1 Tensão Nominal Bateria X X X X
Sistema de Medição de Tensão da B_GMG
2 X
(Estrela/Triângulo)
Sistema de Medição da B_GMG (Local /
3 X
Remoto)
4 Habilita Proteção de Tensão do GMG X X X X
5 Tensão Alta do GMG Limite 1 Atuação X X X X
6 Tensão Baixa do GMG Limite 1 Atuação X X X X
7 Habilita Proteção de Freqüência do GMG X X X X
8 Sobrefreqüência do GMG Limite 1 Atuação X X X X
9 Subfreqüência do GMG Limite 1 Atuação X X X X
Habilita Proteção de Seqüência de Fase do
10 X X X
GMG
11 Habilita Proteção de Sobrecarga do GMG X X X X
12 Sobrecarga do GMG Limite 1 Atuação X X X X
13 Habilita Proteção por Subcarga do GMG X X X
Habilita Proteção de Potência Inversa do
14 X X X
GMG
Habilita Proteção de Potência Reativa do
15 X X X X
GMG - ANSI 40
4x1551 Grupo de Parâmetros GMG 02
Potência Reativa Capacitiva do GMG Limite
0 X X X X
1 - Atuação - ANSI 40
Potência Reativa Indutiva do GMG Limite 1 -
1 X X X X
Atuação - ANSI 40
Habilita Proteção por Seqüência Negativa de
2 X X X X
Correntes do GMG - ANSI 46
Habilita Proteção Sobrecorrente Instantânea
3 X X X X
GMG - ANSI 50
Habilita Proteção Sobrecorrente
4 X X X X
Temporizada GMG - ANSI 51
5 - 15 --- Reserva ---
4x1552 Tensão Nominal de Linha do GMG V X X X X
4x1553 Relação de TP do GMG x100 X X X X
4x1554 Corrente Nominal do GMG A X X X X
4x1555 Corrente do Primário do TC do GMG /5A X X X X
4x1556 Potência Nominal da GMG kW X X X X
4x1557 Potência Nominal do Gerador kVA X X X X

27
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1558 Retardo Falha no Contator Principal s x 10 X X X
4x1559 Filtro de Medição da Grupo X X X X
4x1560 Tensão Alta do GMG Limite 1 % X X X X
4x1561 Retardo Tensão Alta do GMG Limite 1 s x 100 X X X X
4x1562 Tensão Alta do GMG Limite 2 % X X X X
4x1563 Retardo Tensão Alta do GMG Limite 2 s x 100 X X X X
4x1564 Tensão Baixa do GMG Limite 1 % X X X X
4x1565 Retardo Tensão Baixa do GMG Limite 1 s x 100 X X X X
4x1566 Tensão Baixa do GMG Limite 2 % X X X X
4x1567 Retardo Tensão Baixa do GMG Limite 2 s x 100 X X X X
4x1568 Sobrefreqüência do GMG Limite 1 Hz x 100 X X X X
4x1569 Retardo Sobrefreqüência do GMG Limite 1 s x 100 X X X X
4x1570 Sobrefreqüência do GMG Limite 2 Hz x 100 X X X X
4x1571 Retardo Sobrefreqüência do GMG Limite 2 s x 100 X X X X
4x1572 Subfreqüência do GMG Limite 1 Hz x 100 X X X X
4x1573 Retardo Subfreqüência do GMG Limite 1 s x 100 X X X X
4x1574 Subfreqüência de GMG Limite 2 Hz x 100 X X X X
4x1575 Retardo Subfreqüência de GMG Limite 2 s x 100 X X X X
4x1576 Sobrefreqüência Limite 2 GMG//REDE Hz x 100 X X X
Retardo Sobrefreqüência Limite 2
4x1577 X X X
GMG//REDE s x 100
4x1578 Subfreqüência Limite 02 GMG//REDE Hz x 100 X X X
Retardo Subfreqüência Limite 02
4x1579 X X X
GMG//REDE s x 100
Retardo para Falha Seqüência de Fase do
4x1580 X X X
GMG s
4x1581 Sobrecarga do GMG Limite 1 % X X X X
4x1582 Retardo Sobrecarga do GMG Limite 1 s X X X X
4x1583 Sobrecarga do GMG Limite 2 % X X X X
4x1584 Retardo Sobrecarga do GMG Limite 2 s X X X X
4x1585 Limite de Subcarga do GMG % X X X
4x1586 Retardo de Subcarga do GMG min X X X
4x1587 Histerese de Subcarga do GMG % X X X
4x1588 Limite de Potência Inversa do GMG % X X X
4x1589 Retardo de Potência Inversa do GMG s x 10 X X X
Constante de Potência Reativa Capacitiva do
4x1590 X X X X
GMG - ANSI 40 x 10
Potência Reativa Capacitiva do GMG Limite
4x1591 X X X X
1 - Atuação - ANSI 40 %
Retardo de Potência Reativa Capacitiva do
4x1592 X X X X
GMG Limite 1 - ANSI 40 s
Potência Reativa Capacitiva do GMG Limite
4x1593 X X X X
2 - ANSI 40 %
Retardo de Potência Reativa Capacitiva do
4x1594 X X X X
GMG Limite 2 - ANSI 40 s
Constante de Potência Reativa Indutiva do
4x1595 X X X X
GMG - ANSI 40 x 10
Potência Reativa Indutiva do GMG Limite 1 -
4x1596 X X X X
ANSI 40 %
Retardo de Potência Reativa Indutiva do
4x1597 X X X X
GMG Limite 1 - ANSI 40 s
Potência Reativa Indutiva do GMG Limite 2 -
4x1598 X X X X
ANSI 40 %
4x1599 Retardo de Potência Reativa Indutiva do s X X X X

28
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


GMG Limite 2 - ANSI 40

4x1600 Início da Curva GMG - ANSI 46 x 100 X X X X


4x1601 Fim da Curva GMG - ANSI 46 x 100 X X X X
4x1602 Parâmetro K GMG - ANSI 46 X X X X
4x1603 Fator de Multipllicação N - ANSI 46 x 10 X X X X
4x1604 Retardo para Reset - ANSI 46 s X X X X
4x1605 Atuação Tempo Definido GMG - ANSI 46 x 100 X X X X
4x1606 Sobrecorrente CA Atuação GMG - ANSI 50 In x 100 X X X X
Sobrecorrente CA Atuação Tempo Definido
4x1607 X X X X
GMG - ANSI 50 s x 100
4x1608 Tipo de Curva de Proteção GMG - ANSI 51 X X X X
4x1609 Inicio da Curva GMG - ANSI 51 In x 100 X X X X
4x1610 Fator de Multiplicação GMG - ANSI 51 x 100 X X X X
4x1611 Retardo para Reset GMG - ANSI 51 s x 100 X X X X
4x1612 Parâmetros do Motor
0 Lógica do Solenóide X X X
Habilita Proteção e Medição de Temperatura
1 X X X
d'Água Motor
Habilita Supervisão de Falha no Sensor de
2 X X X
Temperatura por Curto
Habilita Supervisão de Falha no Sensor de
3 X X X
Temperatura por Circuito Aberto
Bx. Temperatura d'Água de Arrefecimento
4 X X X
Motor - Atuação
Habilita Conexão do GMG com Baixa
5 X X X
Temperatura
Alta Temperatura Água do Motor Limite 1 -
6 X X X
Atuação
Tipo de Curva do Sensor de Temperatura
7 X X X
(0=Linear / 1=Exponencial)
Metodo de codificação da Curva do Sensor
8 X X X
de Temperatura (0=Equação / 1=Tabela)
9 Habilita Proteção da Tensão da Bateria X X X X
10 Habilita Entrada de Pickup X X
11 Sobrevelocidade GMG Limite 1 - Atuação X X
12 - 15 --- Reserva ---
4x1613 Horas para Manutenção do GMG h X X X
4x1614 Número de Tentativas de Partida do GMG X X X
4x1615 Retardo de Partida do GMG s X X X
4x1616 Tempo de Motor Parando s X X X
4x1617 Tempo Intervalos entre Partidas do GMG s X X X
Retardo para Confirmação de GMG em
4x1618 X X X
Funcionamento s x 10
4x1619 Retardo para Supervisão do GMG s X X X
4x1620 Tempo de Resfriamento s X X X
4x1621 Tempo de Atuação do Motor de Partida s X X X
4x1622 Corte do Motor de Partida por Freqüência Hz x 100 X X X
4x1623 Corte do Motor de Partida por RPM RPM X X
4x1624 Retardo de Baixa Pressão s X X X
Baixa Temperatura da Água de
4x1625 X X X
Arrefecimento do Motor °C
Retardo Baixa Temperatura d'Água
4x1626 X X X
Arrefecimento Motor s
4x1627 Alta Temperatura da Água Limite 1 °C X X X

29
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1628 Retardo Alta Temperatura da Água Limite 1 s X X X
4x1629 Alta Temperatura da Água Limite 2 °C X X X
4x1630 Retardo Alta Temperatura da Água Limite 2 s X X X
Coeficiente A da Curva do Sensor de
4x1631 X X X
Temperatura (Inteiro)
Coeficiente A da Curva do Sensor de
4x1632 X X X
Temperatura (Fracionário)
Coeficiente B da Curva do Sensor de
4x1633 X X X
Temperatura (Inteiro)
Coeficiente B da Curva do Sensor de
4x1634 X X X
Temperatura (Fracionário)
Coeficiente C da Curva do Sensor de
4x1635 X X X
Temperatura (Inteiro)
Coeficiente C da Curva do Sensor de
4x1636 X X X
Temperatura (Fracionário)
4x1637 Atuação do Pré - Aquecimento °C X X X
4x1638 Histerese do Pré - Aquecimento °C X X X
4x1639 Sobretensão da Bateria % X X X X
4x1640 Retardo Sobretensão Bateria s X X X X
4x1641 Subtensão da Bateria % X X X X
4x1642 Retardo Subtensão Bateria s X X X X
4x1643 Rotação Nominal RPM X X
4x1644 Número de Dentes da Cremalheira X X
4x1645 Sobrevelocidade GMG Limite 1 % X X
4x1646 Retardo Sobrevelocidade GMG Limite 1 s X X
4x1647 Sobrevelocidade GMG Limite 2 % X X
4x1648 Retardo Sobrevelocidade GMG Limite 2 s X X
4x1649 Parâmetros dos Controles PID do GMG
0 Habilita Controle Potência do GMG X X
1 Habilita Controle Fator Potência do GMG X X
2 Habilita Controle Freqüência do GMG X X
3 Habilita Controle Tensão do GMG X X
4 Habilita Controle de Freqüência com Droop X
5 Habilita Controle de Tensão com Droop X
6 – 15 --- Reserva ---
4x1650 --- Reserva ---
4x1651 Controle de Potência - K x 10 X X
4x1652 Controle de Potência - Ti x 10 X X
4x1653 Controle de Potência - Td x 100 X X
4x1654 Controle Fator de Potência - K x 10 X X
4x1655 Controle Fator de Potência - Ti x 10 X X
4x1656 Controle Fator de Potência - Td x 100 X X
4x1657 Controle Freqüência - K x 10 X X
4x1658 Controle Freqüência - Ti x 10 X X
4x1659 Controle Freqüência - Td x 100 X X
4x1660 Controle de Tensão - K x 10 X X
4x1661 Controle de Tensão - Ti x 10 X X
4x1662 Controle de Tensão - Td x 100 X X
4x1663 Controle de Potência kW Máximo % X X
4x1664 Set Point Freqüência Fixo 1 X X
4x1665 Set Point Freqüência Fixo 2 X X

30
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1666 Prioridade da Freqüência X
4x1667 Prioridade da Potência X
Controle de Freqüência com Droop -
4x1668 X
Percentual de Droop
Controle de Tensão com Droop - Percentual
4x1669 X
de Droop
4x1670 Tensão Nominal de Fase do GMG V X X X
4x1671 --- Reserva ---
4x1672 --- Reserva ---
4x1673 --- Reserva ---
4x1674 --- Reserva ---
4x1675 --- Reserva ---
4x1676 --- Reserva ---
4x1677 --- Reserva ---
4x1678 --- Reserva ---
4x1679 --- Reserva ---

Tabela 4–7: Parâmetros do GMG

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1680 Parâmetros da USCA_1
0 Desabilita Comando da Chave de REDE X X X
1 Desabilita Comando da Chave do GMG X X X X
2 GMG Indisponível REDE Assume Carga X X X X
3 Habilita Falha de Chaves X X X
4 Habilita Controle Automático de Back Light X X X X
5 Habilita Falha CGR X X X
6 Habilita Sincronismo X X X
Falha Sincronismo na Transferência Carga
7 X X
GMG
Falha Sincronismo na Retransferência Carga
8 X X
REDE
9 Habilita Transferência em Rampa X X
10 Habilita Sistema em PPR X X
Sinal de Potência Ativa Mínima da REDE
11 X X
em PPR
12 Falha no GMG em PPR Carga para REDE X X
13 Falha na REDE em PPR Carga para GMG X X
14 Habilita Entrada Analógica Configurável CC X X
Tipo de Atuação Saida Analogica 0 -
15 X X
Velocidade
4x1681 Parâmetros da USCA_2
0 Tipo de Atuação Saida Analogica 1 - Tensão X X
1 Tipo de Adaptador da Porta COM X X X X
Habilita Quitação Remota Alarme com
2 X X X X
Classe de Falha 4 Porta COM
3 Velocidade de Comunicação Porta COM X X X X
4 Bit de Parada Porta COM X X X X
Habilita Controle de Fluxo por Hardware
5 X X X X
Porta COM
6 Habilita Modem Porta COM X X X X
7 Habilita Discagem por Falha X X X X
8 Habilita Falha de Comunicação Porta COM X X X X

31
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Ação Caso Falha de Comunicação Porta
9 X X X X
COM
10 Habilita Porta Serial RS485 X X X
Habilita Quitação Remota Alarme com
11 X X X
Classe de Falha 4 RS485
12 Velocidade de Comunicação RS485 X X X
13 Bit de Parada RS485 X X X
14 Habilita Falha de Comunicação RS485 X X X
15 Ação Caso Falha de Comunicação RS485 X X X
4x1682 Parâmetros da USCA_3
0 Habilita Porta CAN-GenBus X X
Habilita Leitura e Proteção de Temperatura
1 X X X
pelo ECU-J1939
Habilita Leitura e Proteção de RPM pelo
2 X X X
ECU-J1939
3-4 ---Reserva---
5 Habilita Partida por Relógio X X X X
Tipo de Sincronismo (0 - Janela / 1 -
6 X X X
Passagem)
7 Habilita Controle de Demanda da REDE X X
Habilita Controle de Demanda da REDE em
8 X X
Partida por Relógio
9 Habilita Controle de Demanda do GMG X
10 Habilita Magnetização de Trafo X
Seleção da Medição da Entrada Configurável
11 (0-Medições aux. do GMG / 1-Medições X
Geral da REDE)
12 – 15 ---Reserva---
4x1683 ---Reserva---
4x1684 Parâmetros da USCA_4
0 Habilita Entrada Digital Configurável 01 X X X X
1 Habilita Entrada Digital Configurável 02 X X X X
2 Habilita Entrada Digital Configurável 03 X X X X
3 Habilita Entrada Digital Configurável 04 X X X X
4 Habilita Entrada Digital Configurável 05 X X X X
5 Habilita Entrada Digital Configurável 06 X X X X
6 Habilita Entrada Digital Configurável 07 X X X X
7 Habilita Entrada Digital Configurável 08 X X X X
8 Habilita Entrada Digital Configurável 09 X X X X
9 Habilita Entrada Digital Configurável 10 X X X
10 Habilita Entrada Digital Configurável 11 X X X
11 Habilita Entrada Digital Configurável 12 X X X
12 Habilita Entrada Digital Configurável 13 X X X
13 Habilita Entrada Digital Configurável 14 X X X
14 - 15 ---Reserva---
4x1685 Parâmetros da USCA_5
0 Entrada Digital 01 - Tipo de Lógica X X X X
1 Entrada Digital 02 - Tipo de Lógica X X X X
2 Entrada Digital 03 - Tipo de Lógica X X X X
3 Entrada Digital 04 - Tipo de Lógica X X X X
4 Entrada Digital 05 - Tipo de Lógica X X X X
5 Entrada Digital 06 - Tipo de Lógica X X X X
6 Entrada Digital 07 - Tipo de Lógica X X X X

32
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


7 Entrada Digital 08 - Tipo de Lógica X X X X
8 Entrada Digital 09 - Tipo de Lógica X X X X
9 Entrada Digital 10 - Tipo de Lógica X X X
10 Entrada Digital 11 - Tipo de Lógica X X X
11 Entrada Digital 12 - Tipo de Lógica X X X
12 Entrada Digital 13 - Tipo de Lógica X X X
13 Entrada Digital 14 - Tipo de Lógica X X X
14 – 15 ---Reserva---
4x1686 Parâmetros da USCA_6
0 Habilita Saída Digital Configurável 01 X X X
1 Habilita Saída Digital Configurável 02 X X X
2 Habilita Saída Digital Configurável 03 X X X X
3 Habilita Saída Digital Configurável 04 X X X X
4 Habilita Saída Digital Configurável 05 X X X X
5 Habilita Saída Digital Configurável 06 X X X X
6 Habilita Saída Digital Configurável 07 X X X X
7 Habilita Saída Digital Configurável 08 X X X X
8 Habilita Saída Digital Configurável 09 X X X X
9 Habilita Saída Digital Configurável 10 X X X X
10 Habilita Saída Digital Configurável 11 X X X X
11 Habilita Saída Digital Configurável 12 X X X
12 Habilita Saída Digital Configurável 13 X X X
13 Habilita Saída Digital Configurável 14 X X X
14 - 15 ---Reserva---
4x1687 Parâmetros da USCA_7
0 Temporizador 01 Lógica X X X X
1 Temporizador 02 Lógica X X X X
2 Temporizador 03 Lógica X X X X
3 Temporizador 04 Lógica X X X X
4 Temporizador 05 Lógica X X X X
5–7 --- Reserva ---
Habilita a Medição e Supervisão da Entrada
8 X X X
Analógica Configurável Resistiva
Habilita Supervisão de Falha no Sensor da
9 X X X
Entrada Analógica por Curto
Habilita Supervisão de Falha no Sensor da
10 X X X
Entrada Analógica por Circuito Aberto
Tipo de Curva do Sensor da Entrada
11 X X X
Analógica (0=Linear / 1=Exponencial)
Metodo de codificação da Curva do Sensor
12 X X X
Resistivo (0=Equação / 1=Tabela)
13 - 15 --- Reserva ---
4x1688 Parâmetros da USCA_8
0 Contador 01 Lógica X X X X
1 Contador 02 Lógica X X X X
2 Contador 03 Lógica X X X X
3 Contador 04 Lógica X X X X
4 Contador 05 Lógica X X X X
5-7 --- Reserva ---
8 Contador 01 Lógica de Reset X X X X
9 Contador 02 Lógica de Reset X X X X
10 Contador 03 Lógica de Reset X X X X

33
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


11 Contador 04 Lógica de Reset X X X X
12 Contador 05 Lógica de Reset X X X X
13 - 15 --- Reserva ---
4x1689 Parâmetros da USCA_9
0 Expressão 01 Lógica - Função 01 X X X X
1 Expressão 01 Lógica - Função 02 X X X X
2 Expressão 01 Lógica - Função 03 X X X X
3 Expressão 02 Lógica - Função 01 X X X X
4 Expressão 02 Lógica - Função 02 X X X X
5 Expressão 02 Lógica - Função 03 X X X X
6 Expressão 03 Lógica - Função 01 X X X X
7 Expressão 03 Lógica - Função 02 X X X X
8 Expressão 03 Lógica - Função 03 X X X X
9 Expressão 04 Lógica - Função 01 X X X X
10 Expressão 04 Lógica - Função 02 X X X X
11 Expressão 04 Lógica - Função 03 X X X X
12 Expressão 05 Lógica - Função 01 X X X X
13 Expressão 05 Lógica - Função 02 X X X X
14 Expressão 05 Lógica - Função 03 X X X X
15 --- Reserva ---
4x1690 Parâmetros da USCA_10
0 Expressão 06 Lógica - Função 01 X X X X
1 Expressão 06 Lógica - Função 02 X X X X
2 Expressão 06 Lógica - Função 03 X X X X
3 Expressão 07 Lógica - Função 01 X X X X
4 Expressão 07 Lógica - Função 02 X X X X
5 Expressão 07 Lógica - Função 03 X X X X
6 Expressão 08 Lógica - Função 01 X X X X
7 Expressão 08 Lógica - Função 02 X X X X
8 Expressão 08 Lógica - Função 03 X X X X
9 Expressão 09 Lógica - Função 01 X X X X
10 Expressão 09 Lógica - Função 02 X X X X
11 Expressão 09 Lógica - Função 03 X X X X
12 – 15 --- Reserva ---
4x1691 Tipo de Lógica do Comparador
0 Tipo de Lógica do Comparador 01 X X X X
1 Tipo de Lógica do Comparador 02 X X X X
2 Tipo de Lógica do Comparador 03 X X X X
3 Tipo de Lógica do Comparador 04 X X X X
4 Tipo de Lógica do Comparador 05 X X X X
5 - 15 --- Reserva ---
4x1692 Tipo de Medição X
Seleção de Idioma (0-Portugues 1-Espanhol
4x1693 X X X X
2-Ingles)
4x1694 Senha Nível 04 X X X X
4x1695 Retardo para Desligamento do Back Light s X X X X
4x1696 Ajuste do Contraste do Display % X X X X
4x1697 Número Mínimo de GMGs em Paralelo X
Número Mínimo de GMGs para Fechamento
4x1698 X
da CGR

34
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1699 Nível de Tensão para BARRA_GMG Morta % X
4x1700 Retardo para BARRA_GMG Morta X
4x1701 Tempo de Retardo para Comutação s x 10 X X X X
4x1702 --- Reserva ---
4x1703 --- Reserva ---
4x1704 --- Reserva ---
4x1705 --- Reserva ---
4x1706 Tempo de Retorno do Sinal da Chave s x 100 X X X X
4x1707 Número Máximo de Tentativas X X X X
4x1708 Janela para Confirmação do Sincronismo ° X X X
4x1709 Diferença de Tensão Máxima % X X X
4x1710 Diferença de Freqüência Máxima Hz x 100 X X X
4x1711 Tempo Máximo Atuação da CGR ms X X X
4x1712 Tempo Máximo Atuação da CRD ms X X
4x1713 Tempo de Confirmação de Sincronismo s X X X
4x1714 Tempo Máximo para Sincronismo s X X X
Controle de Freqüência de Sincronismo -
4x1715 X X X
Ganho K x 10
Controle de Freqüência de Sincronismo -
4x1716 X X X
Sensibilidade Ti x 10
Controle de Freqüência de Sincronismo -
4x1717 X X X
Estabilidade Td x 100
Controle de Tensão de Sincronismo - Ganho
4x1718 X X
K x 10
Controle de Tensão de Sincronismo -
4x1719 X X
Sensibilidade Ti x 10
Controle de Tensão de Sincronismo -
4x1720 X X
Estabilidade Td x 100
4x1721 Controle de Potência Rampa kW/s % X X X
Controle Fator de Potência STR
4x1722 X X
REDE/GMG (Sinal)
4x1723 Controle Fator de Potência STR REDE/GMG x 100 X X
Controle Fator de Potência STR
4x1724 X X
GMG/REDE (Sinal)
4x1725 Controle Fator de Potência STR GMG/REDE x 100 X X
4x1726 Tempo Máximo Para falha de rampa s X X X
Percentual de Potência Ativa mínima da
4x1727 X X
REDE Abertura da CRD %
Percentual de Potência Ativa mínima do
4x1728 X X X
GMG Abertura da CGR %
4x1729 Potência Ativa Mínima da REDE em PPR % X X
4x1730 Controle Fator de Potência PPR (Sinal) X X
4x1731 Controle Fator de Potência PPR x 100 X X
4x1732 Horário de Início de Ativação do PPR - Hora X X
Horário de Início de Ativação do PPR -
4x1733 X X
Minuto
4x1734 Horário de Fim de Ativação do PPR - Hora X X
4x1735 Horário de Fim de Ativação do PPR - Minuto X X
4x1736 Dias de Ativação PPR
0 Domingo X X
1 Segunda X X
2 Terça X X
3 Quarta X X
4 Quinta X X

35
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


5 Sexta X X
6 Sábado X X
7 – 15 --- Reserva ---
4x1737 --- Reserva ---
4x1738 Sinal Externo 01 - Nível de Falha X X X X
4x1739 Sinal Externo 02 - Nível de Falha X X X X
4x1740 Sinal Externo 03 - Nível de Falha X X X X
4x1741 Sinal Externo 04 - Nível de Falha X X X X
4x1742 Sinal Externo 05 - Nível de Falha X X X X
4x1743 Sinal Externo 06 - Nível de Falha X X X X
4x1744 Sinal Externo 07 - Nível de Falha X X X X
4x1745 Sinal Externo 08 - Nível de Falha X X X X
4x1746 Entrada Digital Configurável Função 01 X X X X
4x1747 Entrada Digital Configurável Função 02 X X X X
4x1748 Entrada Digital Configurável Função 03 X X X X
4x1749 Entrada Digital Configurável Função 04 X X X X
4x1750 Entrada Digital Configurável Função 05 X X X X
4x1751 Entrada Digital Configurável Função 06 X X X X
4x1752 Entrada Digital Configurável Função 07 X X X X
4x1753 Entrada Digital Configurável Função 08 X X X X
4x1754 Entrada Digital Configurável Função 09 X X X
4x1755 Entrada Digital Configurável Função 10 X X X
4x1756 Entrada Digital Configurável Função 11 X X X
4x1757 Entrada Digital Configurável Função 12 X X X
4x1758 Entrada Digital Configurável Função 13 X X X
4x1759 Entrada Digital Configurável Função 14 X X X
4x1760 --- Reserva ---
4x1761 --- Reserva ---
4x1762 Retardo Entrada Digital Configurável 01 s x 10 X X X X
4x1763 Retardo Entrada Digital Configurável 02 s x 10 X X X X
4x1764 Retardo Entrada Digital Configurável 03 s x 10 X X X X
4x1765 Retardo Entrada Digital Configurável 04 s x 10 X X X X
4x1766 Retardo Entrada Digital Configurável 05 s x 10 X X X X
4x1767 Retardo Entrada Digital Configurável 06 s x 10 X X X X
4x1768 Retardo Entrada Digital Configurável 07 s x 10 X X X X
4x1769 Retardo Entrada Digital Configurável 08 s x 10 X X X X
4x1770 Retardo Entrada Digital Configurável 09 s x 10 X X X
4x1771 Retardo Entrada Digital Configurável 10 s x 10 X X X
4x1772 Retardo Entrada Digital Configurável 11 s x 10 X X X
4x1773 Retardo Entrada Digital Configurável 12 s x 10 X X X
4x1774 Retardo Entrada Digital Configurável 13 s x 10 X X X
4x1775 Retardo Entrada Digital Configurável 14 s x 10 X X X
4x1776 --- Reserva ---
4x1777 --- Reserva ---
4x1778 --- Reserva ---
4x1779 Tipo de Entrada Analógica X X
4x1780 Escala Entrada Analógica 0% X X
4x1781 Escala Entrada Analógica 100% X X
4x1782 Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte X X

36
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


01 / Byte 02)

Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte


4x1783 X X
03 / Byte 04)
Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte
4x1784 X X
05 / Byte 06)
Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte
4x1785 X X
07 / Byte 08)
Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte
4x1786 X X
09 / Byte 10)
Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte
4x1787 X X
11 / Byte 12)
Máscara da Entrada Analógica Config. (Byte
4x1788 X X
13 / Byte 14)
4x1789 Número de Casas Decimais X X
4x1790 Fator de Multiplicação X X
4x1791 Limite 1 Entrada Analógica % X X
4x1792 Histerese Limite 1 Entrada Analógica % X X
4x1793 Retardo Limite 1 Entrada Analógica s X X
4x1794 Código Alarme Limite 1 Entrada Analógica X X
4x1795 Limite 2 Entrada Analógica % X X
4x1796 Histerese Limite 2 Entrada Analógica % X X
4x1797 Retardo Limite 2 Entrada Analógica s X X
4x1798 Código Alarme Limite 2 Entrada Analógica X X
Seleção da Máscara de Medição da Entrada
4x1799 X X X
Analógica Configurável
Limite Inferior para Ativação do Alarme
4x1800 X X X
Configurado
Código para Ativação do Alarme de Limite
4x1801 X X X
Inferior
Limite Superior para Ativação do Alarme
4x1802 X X X
Configurado
Código para Ativação do Alarme de Limite
4x1803 X X X
Superior
Retardo Atuação do Alarme Inferior e
4x1804 X X X
Superior
Histerese Atuação do Alarme Inferior e
4x1805 X X X
Superior
Coeficiente A da Curva do Sensor da
4x1806 X X X
Entrada Analógica (Inteiro)
Coeficiente A da Curva do Sensor da
4x1807 X X X
Entrada Analógica (Fracionario)
Coeficiente B da Curva do Sensor da
4x1808 X X X
Entrada Analógica (Inteiro)
Coeficiente B da Curva do Sensor da
4x1809 X X X
Entrada Analógica (Fracionario)
Coeficiente C da Curva do Sensor da
4x1810 X X X
Entrada Analógica (Inteiro)
Coeficiente C da Curva do Sensor da
4x1811 X X X
Entrada Analógica (Fracionario)
4x1812 I/O Virtual 01 Entrada X X X X
4x1813 I/O Virtual 01 Saída X X X X
4x1814 I/O Virtual 02 Entrada X X X X
4x1815 I/O Virtual 02 Saída X X X X
4x1816 I/O Virtual 03 Entrada X X X X
4x1817 I/O Virtual 03 Saída X X X X
4x1818 I/O Virtual 04 Entrada X X X X
4x1819 I/O Virtual 04 Saída X X X X

37
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1820 I/O Virtual 05 Entrada X X X X
4x1821 I/O Virtual 05 Saída X X X X
4x1822 I/O Virtual 06 Entrada X X X X
4x1823 I/O Virtual 06 Saída X X X X
4x1824 I/O Virtual 07 Entrada X X X X
4x1825 I/O Virtual 07 Saída X X X X
4x1826 I/O Virtual 08 Entrada X X X X
4x1827 I/O Virtual 08 Saída X X X X
4x1828 Comparador Analógico 01 Código X X X X
4x1829 Comparador Analógico 01 Preset X X X X
4x1830 Comparador Analógico 01 Histerese X X X X
4x1831 Comparador Analógico 01 Retardo X X X X
4x1832 Comparador Analógico 02 Código X X X X
4x1833 Comparador Analógico 02 Preset X X X X
4x1834 Comparador Analógico 02 Histerese X X X X
4x1835 Comparador Analógico 02 Retardo X X X X
4x1836 Comparador Analógico 03 Código X X X X
4x1837 Comparador Analógico 03 Preset X X X X
4x1838 Comparador Analógico 03 Histerese X X X X
4x1839 Comparador Analógico 03 Retardo X X X X
4x1840 Comparador Analógico 04 Código X X X X
4x1841 Comparador Analógico 04 Preset X X X X
4x1842 Comparador Analógico 04 Histerese X X X X
4x1843 Comparador Analógico 04 Retardo X X X X
4x1844 Comparador Analógico 05 Código X X X X
4x1845 Comparador Analógico 05 Preset X X X X
4x1846 Comparador Analógico 05 Histerese X X X X
4x1847 Comparador Analógico 05 Retardo X X X X
4x1848 Temporizador 01 Função X X X X
4x1849 Temporizador 01 Retardo s X X X X
4x1850 Temporizador 02 Função X X X X
4x1851 Temporizador 02 Retardo s X X X X
4x1852 Temporizador 03 Função X X X X
4x1853 Temporizador 03 Retardo s X X X X
4x1854 Temporizador 04 Função X X X X
4x1855 Temporizador 04 Retardo s X X X X
4x1856 Temporizador 05 Função X X X X
4x1857 Temporizador 05 Retardo s X X X X
4x1858 Contador 01 Função X X X X
4x1859 Contador 01 Função Reset X X X X
4x1860 Contador 02 Função X X X X
4x1861 Contador 02 Função Reset X X X X
4x1862 Contador 03 Função X X X X
4x1863 Contador 03 Função Reset X X X X
4x1864 Contador 04 Função X X X X
4x1865 Contador 04 Função Reset X X X X
4x1866 Contador 05 Função X X X X
4x1867 Contador 05 Função Reset X X X X
4x1868 Contador 01 Limite X X X X

38
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1869 Contador 02 Limite X X X X
4x1870 Contador 03 Limite X X X X
4x1871 Contador 04 Limite X X X X
4x1872 Contador 05 Limite X X X X
4x1873 Expressão 01 Função 01 X X X X
4x1874 Expressão 01 Função 02 X X X X
4x1875 Expressão 01 Função 03 X X X X
4x1876 Expressão 02 Função 01 X X X X
4x1877 Expressão 02 Função 02 X X X X
4x1878 Expressão 02 Função 03 X X X X
4x1879 Expressão 03 Função 01 X X X X
4x1880 Expressão 03 Função 02 X X X X
4x1881 Expressão 03 Função 03 X X X X
4x1882 Expressão 04 Função 01 X X X X
4x1883 Expressão 04 Função 02 X X X X
4x1884 Expressão 04 Função 03 X X X X
4x1885 Expressão 05 Função 01 X X X X
4x1886 Expressão 05 Função 02 X X X X
4x1887 Expressão 05 Função 03 X X X X
4x1888 Expressão 06 Função 01 X X X X
4x1889 Expressão 06 Função 02 X X X X
4x1890 Expressão 06 Função 03 X X X X
4x1891 Expressão 07 Função 01 X X X X
4x1892 Expressão 07 Função 02 X X X X
4x1893 Expressão 07 Função 03 X X X X
4x1894 Expressão 08 Função 01 X X X X
4x1895 Expressão 08 Função 02 X X X X
4x1896 Expressão 08 Função 03 X X X X
4x1897 Expressão 09 Função 01 X X X X
4x1898 Expressão 09 Função 02 X X X X
4x1899 Expressão 09 Função 03 X X X X
4x1900 Expressão 01 Operador 01 X X X X
4x1901 Expressão 01 Operador 02 X X X X
4x1902 Expressão 02 Operador 01 X X X X
4x1903 Expressão 02 Operador 02 X X X X
4x1904 Expressão 03 Operador 01 X X X X
4x1905 Expressão 03 Operador 02 X X X X
4x1906 Expressão 04 Operador 01 X X X X
4x1907 Expressão 04 Operador 02 X X X X
4x1908 Expressão 05 Operador 01 X X X X
4x1909 Expressão 05 Operador 02 X X X X
4x1910 Expressão 06 Operador 01 X X X X
4x1911 Expressão 06 Operador 02 X X X X
4x1912 Expressão 07 Operador 01 X X X X
4x1913 Expressão 07 Operador 02 X X X X
4x1914 Expressão 08 Operador 01 X X X X
4x1915 Expressão 08 Operador 02 X X X X
4x1916 Expressão 09 Operador 01 X X X X
4x1917 Expressão 09 Operador 02 X X X X

39
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1918 Saída Digital Configurável Função 01 X X X
4x1919 Saída Digital Configurável Função 02 X X X
4x1920 Saída Digital Configurável Função 03 X X X X
4x1921 Saída Digital Configurável Função 04 X X X X
4x1922 Saída Digital Configurável Função 05 X X X X
4x1923 Saída Digital Configurável Função 06 X X X X
4x1924 Saída Digital Configurável Função 07 X X X X
4x1925 Saída Digital Configurável Função 08 X X X X
4x1926 Saída Digital Configurável Função 09 X X X X
4x1927 Saída Digital Configurável Função 10 X X X X
4x1928 Saída Digital Configurável Função 11 X X X
4x1929 Saída Digital Configurável Função 12 X X X
4x1930 Saída Digital Configurável Função 13 X X X
4x1931 Saída Digital Configurável Função 14 X X X
4x1932 --- Reserva ---
4x1933 --- Reserva ---
4x1934 Retardo Saída Digital Configurável 01 s x 10 X X X
4x1935 Retardo Saída Digital Configurável 02 s x 10 X X X
4x1936 Retardo Saída Digital Configurável 03 s x 10 X X X X
4x1937 Retardo Saída Digital Configurável 04 s x 10 X X X X
4x1938 Retardo Saída Digital Configurável 05 s x 10 X X X X
4x1939 Retardo Saída Digital Configurável 06 s x 10 X X X X
4x1940 Retardo Saída Digital Configurável 07 s x 10 X X X X
4x1941 Retardo Saída Digital Configurável 08 s x 10 X X X X
4x1942 Retardo Saída Digital Configurável 09 s x 10 X X X X
4x1943 Retardo Saída Digital Configurável 10 s x 10 X X X X
4x1944 Retardo Saída Digital Configurável 11 s x 10 X X X
4x1945 Retardo Saída Digital Configurável 12 s x 10 X X X
4x1946 Retardo Saída Digital Configurável 13 s x 10 X X X
4x1947 Retardo Saída Digital Configurável 14 s x 10 X X X
4x1948 --- Reserva ---
4x1949 --- Reserva ---
4x1950 Seleciona Saída Analógica 0 - Velocidade X X
Limite Máximo Saída Analógica 0 -
4x1951 X X
Velocidade
4x1952 Meio de Escala Analógico 0 - Velocidade X X
Limite Mínimo Saída Analógica 0 -
4x1953 X X
Velocidade
4x1954 Seleciona Saída Analógica 1 - Tensão X X
4x1955 Limite Máximo Saída Analógica 1 - Tensão X X
4x1956 Meio de Escala Analógico 1 - Tensão X X
4x1957 Limite Mínimo Saída Analógica 1 - Tensão X X
4x1958 Endereço do Slave COM X X X X
4x1959 Paridade da COM X X X X
4x1960 String de Inicialização (Byte 01 / Byte 02) X X X X
4x1961 String de Inicialização (Byte 03 / Byte 04) X X X X
4x1962 String de Inicialização (Byte 05 / Byte 06) X X X X
4x1963 String de Inicialização (Byte 07 / Byte 08) X X X X
4x1964 String de Inicialização (Byte 09 / Byte 10) X X X X

40
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x1965 String de Inicialização (Byte 11 / Byte 12) X X X X
4x1966 String de Inicialização (Byte 13 / Byte 14) X X X X
4x1967 String de Inicialização (Byte 15 / Byte 16) X X X X
4x1968 String de Inicialização (Byte 17 / Byte 18) X X X X
4x1969 String de Inicialização (Byte 19 / Byte 20) X X X X
4x1970 Número do Telefone (Byte 01 / Byte 02) X X X X
4x1971 Número do Telefone (Byte 03 / Byte 04) X X X X
4x1972 Número do Telefone (Byte 05 / Byte 06) X X X X
4x1973 Número do Telefone (Byte 07 / Byte 08) X X X X
4x1974 Número do Telefone (Byte 09 / Byte 10) X X X X
4x1975 Número do Telefone (Byte 11 / Byte 12) X X X X
4x1976 Número do Telefone (Byte 13 / Byte 14) X X X X
4x1977 Número do Telefone (Byte 15 / Byte 16) X X X X
4x1978 Número do Telefone (Byte 17 / Byte 18) X X X X
4x1979 Número do Telefone (Byte 19 / Byte 20) X X X X
4x1980 Numero de Tentativas X X X X
4x1981 Tempo de Espera para Conexão s X X X X
4x1982 Retardo Falha de Comunicação na COM s X X X X
4x1983 Endereço Slave RS485 X X X
4x1984 Paridade RS485 X X X
4x1985 Retardo de Falha Comunicação RS485 s X X X
4x1986 Endereço do Controlador na Rede CAN X X
4x1987 Velocidade de Comunicação CAN X X
4x1988 Acesso Indireto Entrada 01 Posição X X
4x1989 Acesso Indireto Entrada 02 Posição X X
4x1990 Acesso Indireto Entrada 03 Posição X X
4x1991 Acesso Indireto Entrada 04 Posição X X
4x1992 Acesso Indireto Entrada 05 Posição X X
4x1993 Acesso Indireto Entrada 06 Posição X X
4x1994 Acesso Indireto Entrada 07 Posição X X
4x1995 Acesso Indireto Entrada 08 Posição X X
4x1996 Acesso Indireto Entrada 09 Posição X X
4x1997 Acesso Indireto Entrada 10 Posição X X
4x1998 Acesso Indireto Entrada 11 Posição X X
4x1999 Acesso Indireto Entrada 12 Posição X X
4x2000 Acesso Indireto Entrada 13 Posição X X
4x2001 Acesso Indireto Entrada 14 Posição X X
4x2002 Acesso Indireto Entrada 15 Posição X X
4x2003 Acesso Indireto Entrada 16 Posição X X
4x2004 Acesso Indireto Entrada 01 Endereço X X
4x2005 Acesso Indireto Entrada 02 Endereço X X
4x2006 Acesso Indireto Entrada 03 Endereço X X
4x2007 Acesso Indireto Entrada 04 Endereço X X
4x2008 Acesso Indireto Entrada 05 Endereço X X
4x2009 Acesso Indireto Entrada 06 Endereço X X
4x2010 Acesso Indireto Entrada 07 Endereço X X
4x2011 Acesso Indireto Entrada 08 Endereço X X
4x2012 Acesso Indireto Entrada 09 Endereço X X
4x2013 Acesso Indireto Entrada 10 Endereço X X

41
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x2014 Acesso Indireto Entrada 11 Endereço X X
4x2015 Acesso Indireto Entrada 12 Endereço X X
4x2016 Acesso Indireto Entrada 13 Endereço X X
4x2017 Acesso Indireto Entrada 14 Endereço X X
4x2018 Acesso Indireto Entrada 15 Endereço X X
4x2019 Acesso Indireto Entrada 16 Endereço X X
4x2020 Acesso Indireto Saída 01 Função X X
4x2021 Acesso Indireto Saída 02 Função X X
4x2022 Acesso Indireto Saída 03 Função X X
4x2023 Acesso Indireto Saída 04 Função X X
4x2024 Acesso Indireto Saída 05 Função X X
4x2025 Acesso Indireto Saída 06 Função X X
4x2026 Acesso Indireto Saída 07 Função X X
4x2027 Acesso Indireto Saída 08 Função X X
4x2028 Acesso Indireto Saída 09 Função X X
4x2029 Acesso Indireto Saída 10 Função X X
4x2030 Acesso Indireto Saída 11 Função X X
4x2031 Acesso Indireto Saída 12 Função X X
4x2032 Acesso Indireto Saída 13 Função X X
4x2033 Acesso Indireto Saída 14 Função X X
4x2034 Acesso Indireto Saída 15 Função X X
4x2035 Acesso Indireto Saída 16 Função X X
Seleção do ECU - J1939 (Desl, Padrão,
4x2036 X X X
Scania-S6, Perkins, Volvo e MTU)
4x2037 Velocidade de Comunicação CAN - J1939 X X X
4x2038 --- Reserva ---
4x2039 --- Reserva ---
4x2040 --- Reserva ---
4x2041 --- Reserva ---
4x2042 --- Reserva ---
4x2043 --- Reserva ---
4x2044 --- Reserva ---
4x2045 --- Reserva ---
4x2046 --- Reserva ---
4x2047 --- Reserva ---
4x2048 --- Reserva ---
4x2049 --- Reserva ---
4x2050 --- Reserva ---
Tempo de Funcionamento do GMG
4x2051 h X
Prioritário
4x2052 Supervisão HOT STAND-BY s X
4x2053 Potência de Acréscimo do GMG X
4x2054 Confirmação de Acréscimo X
4x2055 Potência de Decréscimo do GMG X
4x2056 Confirmação de Decréscimo X
Percentual de Potência da REDE para
4x2057 X
Entrada da B_GMG
4x2058 Retardo para Entrada da B_GMG X
Percentual de Potência da REDE para
4x2059 X
Histerese de Saída da B_GMG

42
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x2060 Retardo para Saída da B_GMG X
Percentual de Potência da REDE para
4x2061 X
Entrada da B_GMG em Partida por Relógio
Retardo para Entrada da B_GMG em Partida
4x2062 X
por Relógio
Percentual de Potência da REDE para
4x2063 Histerese de Saída da B_GMG em Partida X
por Relógio
Retardo para Saída da B_GMG em Partida
4x2064 X
por Relógio
4x2065 Histórico de Medições 1 Disparo X X X
Histórico de Medições 1 Intervalo entre
4x2066 X X X
Registros s
Histórico de Medições 1 Número de
4x2067 X X X
Registros Antes do Disparo
4x2068 Histórico de Medições 1 Código da Medição X X X
4x2069 Histórico de Medições 2 Disparo X X X
Histórico de Medições 2 Intervalo entre
4x2070 X X X
Registros s
Histórico de Medições 2 Número de
4x2071 X X X
Registros Antes do Disparo
4x2072 Histórico de Medições 2 Código da Medição X X X
4x2073 Histórico de Medições 3 Disparo X X X
Histórico de Medições 3 Intervalo entre
4x2074 X X X
Registros s
Histórico de Medições 3 Número de
4x2075 X X X
Registros Antes do Disparo
4x2076 Histórico de Medições 3 Código da Medição X X X
4x2077 --- Reserva ---
4x2078 --- Reserva ---
4x2079 --- Reserva ---
4x2080 --- Reserva ---
4x2081 --- Reserva ---
4x2082 --- Reserva ---
4x2083 --- Reserva ---
4x2084 --- Reserva ---
4x2085 --- Reserva ---
4x2086 --- Reserva ---
4x2087 --- Reserva ---
4x2088 --- Reserva ---
4x2089 --- Reserva ---
4x2090 --- Reserva ---

Tabela 4–8: Parâmetros da USCA

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 01 -
4x2500 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 01 -
4x2501 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 02 -
4x2502 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 02 -
4x2503 X X X
Coordenada Y
4x2504 Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 03 - X X X

43
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Coordenada X

Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 03 -


4x2505 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 04 -
4x2506 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 04 -
4x2507 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 05 -
4x2508 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 05 -
4x2509 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 06 -
4x2510 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 06 -
4x2511 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 07 -
4x2512 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 07 -
4x2513 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 08 -
4x2514 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 08 -
4x2515 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 09 -
4x2516 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 09 -
4x2517 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 10 -
4x2518 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 1 : Ponto 10 -
4x2519 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 01 -
4x2520 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 01 -
4x2521 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 02 -
4x2522 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 02 -
4x2523 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 03 -
4x2524 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 03 -
4x2525 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 04 -
4x2526 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 04 -
4x2527 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 05 -
4x2528 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 05 -
4x2529 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 06 -
4x2930 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 06 -
4x2531 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 07 -
4x2532 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 07 -
4x2533 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 08 -
4x2534 X X X
Coordenada X

44
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 08 -
4x2535 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 09 -
4x2536 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 09 -
4x2537 X X X
Coordenada Y
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 10 -
4x2538 X X X
Coordenada X
Curva Entrada Resistiva 2 : Ponto 10 -
4x2539 X X X
Coordenada Y

Tabela 4–9: Parâmetros da Curva das Analógicas Resistivas (Tabela de Pontos)

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


4x3000 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 00 X X X X
4x3001 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 01 X X X X
4x3002 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 02 X X X X
4x3003 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 03 X X X X
4x3004 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 04 X X X X
4x3005 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 05 X X X X
4x3006 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 06 X X X X
4x3007 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 07 X X X X
4x3008 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 08 X X X X
4x3009 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 09 X X X X
4x3010 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 10 X X X X
4x3011 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 11 X X X X
4x3012 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 12 X X X X
4x3013 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 13 X X X X
4x3014 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 14 X X X X
4x3015 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 15 X X X X
4x3016 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 16 X X X X
4x3017 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 17 X X X X
4x3018 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 18 X X X X
4x3019 Diagnóstico Configuração Acesso Indireto 19 X X X X

Tabela 4–10: Área de Configuração dos Acessos Indiretos (MODBUS)

Descrição do Formato IntFrac


O formato IntFrac utilizado na configuração dos coeficientes A, B e C do sensor de temperatura
(registros 4x1706 a 4x1711) e da entrada analógica configurável (registros 4x1719 a 4x1724) possui
a seguinte característica:

45
4. Operação

Numericamente é um número multiplicado por 65536, e salvo em um double word, com o bit 31
sendo o sinal e utilizando complemento de dois no caso de ser negativo.
Como exemplo para conversão, pode-se utilizar a função do sensor de temperatura VDO. A equação
obtida é:
y = 871,1.e −0,0224 x + 0
Assim o coeficiente A = 871,1, o coeficiente B = -0,0224 e o coeficiente C = 0.
Calculando o coeficiente A:
A = 871,1
A = 871,1 x 65536
A = 57088409,6
Arredondando:
A = 57088410
Convertendo de decimal para hexadecimal:
A = 0x0367199A
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente A:
A(int) = 0x0367
A(frac) = 0x199A
Calculando o coeficiente B:
B = -0,0224
B = -0,0224 x 65536
B = -1468,0064
Arredondando:
B = -1468
Convertendo de decimal para hexadecimal:
B = 0xFFFFFA44
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente A:
B(int) = 0xFFFF
B(frac) = 0xFA44
Calculando o coeficiente C:
C=0
C = 0 x 65536
C=0
Convertendo de decimal para hexadecimal:
C = 0x00000000
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente C:
C(int) = 0x0000
C(frac) = 0x0000

46
4. Operação

Tabelas de Leitura MODBUS – Referência 3x


Esta área pode ser lida através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita. As áreas de referência
3x não necessitam de senha para leitura.

Alarmes

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0001 Alarme 01 - GMG
0 Sobrefreqüência no GMG - Limite 1 X X X X
1 Sobrefreqüência no GMG - Limite 2 X X X X
2 Subfreqüência no GMG - Limite 1 X X X X
3 Subfreqüência no GMG - Limite 2 X X X X
4 Sobretensão no GMG - Limite 1 X X X X
5 Sobretensão no GMG - Limite 2 X X X X
6 Subtensão no GMG - Limite 1 X X X X
7 Subtensão no GMG - Limite 2 X X X X
8 Baixa Tensão Bateria X X X X
9 Alta Tensão Bateria X X X X
10 Sobrecarga no GMG - Limite 1 X X X X
11 Sobrecarga no GMG - Limite 2 X X X X
12 Sobrecorrente Instantânea no GMG X X X X
13 Sobrecorrente Temporizada no GMG X X X X
Corrente Seqüência Negativa Temporizada
14 X X X X
GMG
15 Chamada para Manutenção do GMG X X X
3x0002 Alarme 02 - GMG
0 Falha do Sensor de Temperatura X X X
1 Alta Temperatura da Água Limite 1 X X X
2 Alta Temperatura da Água Limite 2 X X X
3 Baixa Temperatura da Água X X X
4 Pressão Baixa do Óleo no GMG X X X
5 Emergência Acionada X X X X
6 Falha na Partida do GMG X X X
7 Falha na Parada do GMG X X X
8 CGR não Abriu X X X X
9 CGR não Fechou X X X X
10 CGR Abriu Indevidamente X X X X
11 CGR Fechou Indevidamente X X X X
12 Subcarga no GMG X X X
13 Falha no Sinal de Pressão X X X
14 Potência Reativa Capacitiva GMG Limite 1 X X X X
15 Potência Reativa Indutiva GMG Limite 1 X X X X
3x0003 Alarme 03 - GMG
0 Potência Reativa Capacitiva GMG Limite 2 X X X
1 Potência Reativa Indutiva GMG Limite 2 X X X
2 Seqüência de Fase no GMG X X X
3 Potência Inversa no GMG X X X
4 Sobrevelocidade GMG Limite 1 X X
5 Sobrevelocidade GMG Limite 2 X X

47
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


6 GMG Falha no Pick-Up X X
7 GMG Diferença de Pick-Up X X
8 GMG Falhou em Paralelo com a REDE X X
9 GMG Não Assumiu Carga X X X
10 GMG Não Descarregou Carga X X X
11 Falha de Sincronismo X X X
Corrente Seqüência Negativa Tempo
12 X X X X
Definido GMG
Tempo Reset Sobrecorrente Temp. GMG
13 X X X X
Acionada
Tempo Reset Corrente Seqüência Negativa
14 X X X X
Temp. GMG
15 GMG Não Magnetizou X
3x0004 Alarme 4 - GMG / REDE
0 Número de GMGs Insuficiente X X
1 Falha no Sensor da Entrada Analógica X X X X
2 Falha no ECU-J1939 Shutdown X X X
3 Falha no ECU-J1939 Warning X X X
4 --- Reserva Código 53 ---
5 --- Reserva Código 54 ---
6 --- Reserva Código 55 ---
7 Sobretensão na REDE - Limite 1 X X X
8 Sobretensão na REDE - Limite 2 X X X
9 Subtensão na REDE - Limite 1 X X X
10 Subtensão na REDE - Limite 2 X X X
11 Sobrefreqüência na REDE - Limite 1 X X X
12 Sobrefreqüência na REDE - Limite 2 X X X
13 Subfreqüência na REDE - Limite 1 X X X
14 Subfreqüência na REDE - Limite 2 X X X
15 CRD não Abriu X X X
3x0005 Alarme 5 - REDE
0 CRD não Fechou X X X
1 CRD Abriu Indevidamente X X X
2 CRD Fechou Indevidamente X X X
3 Sobrecarga na REDE - Limite 1 X X
4 Sobrecarga na REDE - Limite 2 X X
5 Sobrecorrente Instantânea na REDE X X
6 Sobrecorrente Temporizada na REDE X X
7 Seqüência de Fase na REDE X X
8 Potência Inversa na REDE X X
Tempo de Reset da Sobrecorrente
9 X X
Temporizada REDE
10 --- Reserva Código 75 ---
11 --- Reserva Código 76 ---
12 --- Reserva Código 77 ---
13 --- Reserva Código 78 ---
14 --- Reserva Código 79 ---
15 --- Reserva Código 80 ---
3x0006 Alarme 6 - USCA
0 Falha de Comunicação COM X X X X

48
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


1 Defeito Retificador Carregador de Baterias X X X X
2 Defeito no Controlador X X X X
3 Falha na Aquisição X X X X
4 Falha nos Históricos X X X X
5 Falha na Memória X X X X
6 Relógio Desconfigurado X X X X
7 Falha na Placa Auxiliar X X X X
8 Falha de Comunicação RS485 X X X
9 Falha na BARRA_GMG X
10 Falha de Comunicação CAN GenBus X X
11 Falha de Comunicação J1939 X X X
12 --- Reserva Código 93 ---
13 --- Reserva Código 94 ---
14 --- Reserva Código 95 ---
15 --- Reserva Código 96 ---
3x0007 Alarme 7 - USCA / Dispositivos Externos
0 --- Reserva Código 97 ---
1 --- Reserva Código 98 ---
2 --- Reserva Código 99 ---
3 --- Reserva Código 100 ---
4 --- Reserva Código 101 ---
5 --- Reserva Código 102 ---
6 --- Reserva Código 103 ---
7 --- Reserva Código 104 ---
8 --- Reserva Código 105 ---
9 Nível Alto Combustível X X X
10 Nível Baixo Combustível X X X
11 Nível Super Baixo Combustível X X X
12 Nível Anormal de Combustível X X X
13 Trip Relé Função 46 X X X X
14 Defeito Relé Função 46 X X X X
15 Trip Relé Função 51G X X X X
3x0008 Alarme 8 - USCA / Dispositivos Externos
0 Defeito Relé Função 51G X X X X
1 Trip Relé Função 50/51 X X X X
2 Defeito Relé Função 50/51 X X X X
3 Disjuntor CGR Extraído X X X X
4 Disjuntor CRD Extraído X X X X
5 Alta Temperatura Mancal do GMG X X X
6 Alta Temperatura Enrolamento GMG X X X
7 Falha Fluxo Água Circuito Externo X X X
8 Falha Fluxo Água Circuito Interno X X X
9 Nível Água Tanque Expansão X X X
10 Defeito Relé Térmico X X X X
11 Falha Status Contator Principal X X X
12 Nível Água do Radiador X X X
13 Nível Água do Radiador Remoto X X X
14 Sensor Ruptura de Correia X X X
15 Sobrevelocidade X X X

49
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0009 Alarme 9 - Dispositivos Externos
0 Alta Temperatura Óleo Lubrificante X X X
1 Pressão Baixa de Óleo - Externo X X X
2 Temp. Alta Água Arrefecimento - Externo X X X
3 Temp. Bx Água Arrefecimento- Externo X X X
4 Falha no Sistema de Arrefecimento X X X
5 Alta Temperatura do Gerador X X X
6 Defeito Geral do Trafo do GMG X X X X
7 Falha de REDE Externa X X X
8 Trip Relé Externo REDE X X
9 Trip Relé Externo GMG X X X
10 --- Reserva Código 139 ---
11 --- Reserva Código 140 ---
12 --- Reserva Código 141 ---
13 --- Reserva Código 142 ---
14 --- Reserva Código 143 ---
15 --- Reserva Código 144 ---
3x0010 Alarme 10 - Dispositivos Externos
0 --- Reserva Código 145 ---
1 --- Reserva Código 146 ---
2 --- Reserva Código 147 ---
3 --- Reserva Código 148 ---
4 --- Reserva Código 149 ---
5 --- Reserva Código 150 ---
6 --- Reserva Código 151 ---
7 --- Reserva Código 152 ---
8 --- Reserva Código 153 ---
9 --- Reserva Código 154 ---
10 --- Reserva Código 155 ---
11 --- Reserva Código 156 ---
12 --- Reserva Código 157 ---
13 --- Reserva Código 158 ---
14 --- Reserva Código 159 ---
15 --- Reserva Código 160 ---

Tabela 4–11: Alarmes

Sinalizações Externas Configuráveis / Status Dispositivos Externos Sistema – Entradas

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Sinalizações Externas / Staus Disp. Ext. Sist.
3x0011
- Entrada
0 Sinalização Externa Configurável 01 X X X X
1 Sinalização Externa Configurável 02 X X X X
2 Sinalização Externa Configurável 03 X X X X
3 Sinalização Externa Configurável 04 X X X X
4 Sinalização Externa Configurável 05 X X X X
5 Sinalização Externa Configurável 06 X X X X
6 Sinalização Externa Configurável 07 X X X X

50
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


7 Sinalização Externa Configurável 08 X X X X
8 Status da Pressão do Óleo X X X
9 Status da Temperatura da Água X X X
10 Status de Defeito no Retificador X X X X
11 Status da Parada Remota X X X X
12 Status de Emergência Acionada X X X X
13 Status de CGR X X X X
14 Status de CRD X X X X
15 --- Reserva Código 176 ---
3x0012 Status Disp. Ext. Sist. - Entrada
0 Telecomando Modo Remoto X X X X
1 Telecomando Quitação de Falha X X X X
2 Telecomando Partida X X X X
3 Telecomando Fechamento CGR X X X X
4 Telecomando Fechamento CRD X X X
5 Telecomando Modo Automático X X X
6 Telecomando Modo Manual X X X
7 Telecomando Modo Teste X X X
8 Status Corte do Motor de Partida X X
9 --- Reserva Código 186 ---
10 --- Reserva Código 187 ---
11 --- Reserva Código 188 ---
12 --- Reserva Código 189 ---
13 --- Reserva Código 190 ---
14 --- Reserva Código 191 ---
15 --- Reserva Código 192 ---

Tabela 4–12: Sinalizações

Eventos

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0013 Eventos 1 - Dispositivos Externos - Entradas
0 Disjuntor CGR Inserido X X X X
1 Disjuntor CRD Inserido X X X
2 Partida Remota X X X X
3 Pulso de Sincronismo do Relógio X X X X
4 Inibição da Chave de REDE X X X
5 Retransferência Autorizada X X
6 GMG em STAND-BY X
7 GMG em HOT STAND-BY X
8 Inibe Controle de Demanda do GMG X
9 Inibição da CGR (60/90) / CCG (80) X X X
10 Base Load Ativo X
11 Set Point Freqüência Fixo 1 X
12 Set Point Freqüência Fixo 2 X
13 --- Reserva Código 206 ---
14 --- Reserva Código 207 ---
15 --- Reserva Código 208 ---

51
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0014 Eventos 2 - Dispositivos Externos - Entradas
0 --- Reserva Código 209 ---
1 --- Reserva Código 210 ---
2 --- Reserva Código 211 ---
3 --- Reserva Código 212 ---
4 --- Reserva Código 213 ---
5 --- Reserva Código 214 ---
6 --- Reserva Código 215 ---
7 --- Reserva Código 216 ---
8 --- Reserva Código 217 ---
9 --- Reserva Código 218 ---
10 --- Reserva Código 219 ---
11 --- Reserva Código 220 ---
12 --- Reserva Código 221 ---
13 --- Reserva Código 222 ---
14 --- Reserva Código 223 ---
15 --- Reserva Código 224 ---
3x0015 Eventos 3 - Dispositivos Externos - Saídas
0 Bloqueio RF 46 X X X X
1 Reset RF 46 X X X X
2 Bloqueio RF 51G X X X X
3 Reset RF 51 G X X X X
4 Bloqueio RF 50/51 X X X X
5 Reset RF 50/51 X X X X
6 Resistência de Desumidificação X X X X
7 Ventilador da Torre Não Silenciada X X X
8 Ventilador da Torre Silenciada X X X
9 Ventilador Radiador Remoto X X X
10 Bomba Externa Acionada Motor Externo X X X
Motor do Ventilador do Exaustor do Ar da
11 X X X
Sala
12 BY-PASS X X
13 Reset Relé Externo REDE X X X
14 Reset Relé Externo GMG X X X X
Potência Mínima de Abertura CGR (60/90) /
15 X X X
CCG (80)
3x0016 Eventos 4 - Dispositivos Externos - Saídas
0 Potência Mínima de Abertura da CRD X X
1 Número de GMGs Suficiente X
2 --- Reserva Código 243 ---
3 --- Reserva Código 244 ---
4 --- Reserva Código 245 ---
5 --- Reserva Código 246 ---
6 --- Reserva Código 247 ---
7 --- Reserva Código 248 ---
8 --- Reserva Código 249 ---
9 --- Reserva Código 250 ---
10 --- Reserva Código 251 ---
11 --- Reserva Código 252 ---

52
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


12 --- Reserva Código 253 ---
13 --- Reserva Código 254 ---
14 --- Reserva Código 255 ---
15 --- Reserva Código 256 ---
3x0017 Eventos 5 - Dispositivos Externos - Saídas
0 --- Reserva Código 257 ---
1 --- Reserva Código 258 ---
2 --- Reserva Código 259 ---
3 --- Reserva Código 260 ---
4 --- Reserva Código 261 ---
5 --- Reserva Código 262 ---
6 --- Reserva Código 263 ---
7 --- Reserva Código 264 ---
8 --- Reserva Código 265 ---
9 --- Reserva Código 266 ---
10 --- Reserva Código 267 ---
11 --- Reserva Código 268 ---
12 --- Reserva Código 269 ---
13 --- Reserva Código 270 ---
14 --- Reserva Código 271 ---
15 --- Reserva Código 272 ---
3x0018 Eventos 6 - Eventos da USCA
0 Modo Manual X X X X
1 Modo Automático X X X X
2 Modo Remoto X X X X
3 Modo Teste X X X X
4 GMG Partindo X X X
5 GMG Parando X X X
6 REDE Anormal X X X
7 REDE Normal X X X
8 CRD Fechou X X X
9 CRD Abriu X X X
10 CGR Fechou X X X X
11 CGR Abriu X X X X
12 ---Reserva Código 285---
13 ---Reserva Código 286---
14 ---Reserva Código 287---
15 Confirmação de Acesso Nível 2 X X X X
3x0019 Eventos 7 - Eventos da USCA
0 ---Reserva Código 289---
1 Confirmação de Acesso Nível 4 X X X X
2 Confirmação de Acesso Nível 5 X X X X
3 ---Reserva Código 292---
4 ---Reserva Código 293---
5 GMG Funcionando X X X X
Comando Serial GMG Assumindo Carga
6 X X X X
Ativo
7 Supervisão de Comunicação Ativa X X X X
8 Parada Remota X X X X

53
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


9 Controlador Ligado X X X X
10 Partida por Relógio X X X X
11 Partida Programada 01 X X X X
12 Partida Programada 02 X X X X
13 Parada Programada 01 X X X X
14 Parada Programada 02 X X X X
15 Modo Semi X X X
3x0020 Eventos 8 - Eventos da USCA
0 PPR por Relógio X X
1 Sincronismo para Retransferência X X
Sincronismo para Transferência (60/90) /
2 X X X
Sincronismo GMG - B_GMG (80)
3 BARRA_GMG Morta X X X
4 Controle de Demanda da REDE X X X
5 Controle de Demanda X X X
6 Magnetização de Trafo X
7 --- Reserva Código 312 --- X X X
8 --- Reserva Código 313 --- X X X
9 --- Reserva Código 314 --- X X X
10 --- Reserva Código 315 --- X X X
11 --- Reserva Código 316 --- X X X
12 --- Reserva Código 317 --- X X X
13 --- Reserva Código 318 --- X X X
14 --- Reserva Código 319 --- X X X
15 --- Reserva Código 320 --- X X X

Tabela 4–13: Eventos


Comandos Remotos

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0021 Comandos Remotos
0 Comando Remoto 01 X X X X
1 Comando Remoto 02 X X X X
2 Comando Remoto 03 X X X X
3 Comando Remoto 04 X X X X
4 Comando Remoto 05 X X X X
5 Comando Remoto 06 X X X X
6 Comando Remoto 07 X X X X
7 Comando Remoto 08 X X X X
8 --- Reserva Código 329 ---
9 --- Reserva Código 330 ---
10 --- Reserva Código 331 ---
11 --- Reserva Código 332 ---
12 --- Reserva Código 333 ---
13 --- Reserva Código 334 ---
14 --- Reserva Código 335 ---
15 --- Reserva Código 336 ---

54
4. Operação

Tabela 4–14: Comandos Remotos

Status

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0022 STATUS Gerais
0 Falha Nível 0 X X X X
1 Falha Nível 1 X X X X
2 Falha Nível 2 X X X X
3 Falha Nível 3 X X X X
4 Falha Nível 4 X X X X
5 Alarme Ativo X X X X
6 GMG Resfriando X X X
7 GMG Parado X X X X
8 GMG Indisponível X X X X
9 REDE Estabilizando X X X
10 Retardo na Partida X X X
11 Intervalo entre Partidas X X X
12 Pré-Aquecimento X X X
13 Sincronismo OK X X X
14 --- Reserva Código 351 ---
15 --- Reserva Código 352 ---
3x0023 STATUS dos Temporizadores e Contadores
0 Temporizador 01 X X X X
1 Temporizador 02 X X X X
2 Temporizador 03 X X X X
3 Temporizador 04 X X X X
4 Temporizador 05 X X X X
5 --- Reserva Código 358 ---
6 --- Reserva Código 359 ---
7 --- Reserva Código 360 ---
8 Contador 01 X X X X
9 Contador 02 X X X X
10 Contador 03 X X X X
11 Contador 04 X X X X
12 Contador 05 X X X X
13 --- Reserva Código 366 ---
14 --- Reserva Código 367 ---
15 --- Reserva Código 368 ---
3x0024 STATUS das Lógicas
0 Expressão 01 X X X X
1 Expressão 02 X X X X
2 Expressão 03 X X X X
3 Expressão 04 X X X X
4 Expressão 05 X X X X
5 Expressão 06 X X X X
6 Expressão 07 X X X X
7 Expressão 08 X X X X
8 Expressão 09 X X X X

55
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


9 --- Reserva Código 378 ---
10 --- Reserva Código 379 ---
11 Comparador Analógico 01 X X X X
12 Comparador Analógico 02 X X X X
13 Comparador Analógico 03 X X X X
14 Comparador Analógico 04 X X X X
15 Comparador Analógico 05 X X X X

Tabela 4–15: Status

Comandos dos Dispositivos Externos do Sistema – Saídas

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


Comandos dos Dispositivos Externos do
3x0025
Sistema
0 Comando Manual X X X X
1 Comando do Solenóide de Combustível X X X
2 Comando de Partida X X X
3 Comando de Pré-Aquecimento X X X
4 Comando do Alarme Sonoro X X X X
5 Comando de Fechamento CGR - Continuo X X X X
6 Comando de Abertura CRD - Continuo X X X
7 Comando de Fechamento CGR - Pulso X X X
8 Comando de Abertura CGR - Pulso X X X
9 Comando de Fechamento CRD - Pulso X X
10 Comando de Abertura CRD - Pulso X X
11 Comando GMG em STAND-BY X
Comando Forçamento de Status para GMG
12 X
Singelo
13 Comando de Ativação do ECU J1939 X X X
14 --- Reserva Código 399 ---
15 --- Reserva Código 400 ---

Tabela 4–16: Comandos

Acesso Indireto

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0026 Acesso Indireto CAN GenBus
0 Acesso Indireto 01 X X
1 Acesso Indireto 02 X X
2 Acesso Indireto 03 X X
3 Acesso Indireto 04 X X
4 Acesso Indireto 05 X X
5 Acesso Indireto 06 X X
6 Acesso Indireto 07 X X
7 Acesso Indireto 08 X X
8 Acesso Indireto 09 X X
9 Acesso Indireto 10 X X

56
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


10 Acesso Indireto 11 X X
11 Acesso Indireto 12 x X
12 Acesso Indireto 13 X X
13 Acesso Indireto 14 X X
14 Acesso Indireto 15 X X
15 Acesso Indireto 16 X X

Tabela 4–17: Acesso Indireto

Medições

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0027 --- Reserva ---
3x0028 --- Reserva ---
3x0029 --- Reserva ---
3x0030 --- Reserva ---
3x0031 Expoente das Tensões do GMG ExpoTG X X X X
V x 10-
3x0032 Tensão Fase AB GMG ExpTG X X X X
-
V x 10
3x0033 Tensão Fase BC GMG ExpTG X X X X

V x 10-
3x0034 Tensão Fase CA GMG ExpTG X X X X
-
V x 10
3x0035 Tensão Fase A do GMG ExpTG X X X X

V x 10-
3x0036 Tensão Fase B do GMG ExpTG X X X X
-
V x 10
3x0037 Tensão Fase C do GMG ExpTG X X X X

3x0038 Expoente das Correntes do GMG ExpoCG X X X X


I x 10-
3x0039 Corrente Fase A do GMG ExpCG X X X X

I x 10-
3x0040 Corrente Fase B do GMG ExpCG X X X X
-
I x 10
3x0041 Corrente Fase C do GMG ExpCG X X X X

3x0042 Expoente das Potências do GMG ExpoPG X X X X


kW x10-
3x0043 Potência Ativa do GMG ExpPG X X X X

kVA x10-
3x0044 Potência Aparente do GMG ExpPG X X X X

kVAr
3x0045 Potência Reativa do GMG X X X X
x10-ExpPG
Ver
3x0046 Tipo de Fator de Potência do GMG X X X X
Tabela
3x0047 Fator de Potência do GMG x100 X X X X
3x0048 Freqüência do GMG Hz x 100 X X X X
3x0049 Energia Ativa Positiva do GMG kWh X X X X
3x0050 Energia Ativa Positiva do GMG kWh X X X X
3x0051 Energia Ativa Negativa do GMG kWh X X X
3x0052 Energia Ativa Negativa do GMG kWh X X X
3x0053 Energia Reativa Positiva do GMG kVArh X X X
3x0054 Energia Reativa Positiva do GMG kVArh X X X
3x0055 Energia Reativa Negativa do GMG kVArh X X X

57
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0056 Energia Reativa Negativa do GMG kVArh X X X
3x0057 Tempo de Funcionamento do GMG h X X X
Temperatura Água do GMG (Ent.
3x0058 °C X X X
Resistiva01 ou ECU-J1939)
3x0059 Tensão na Bateria V x 10 X X X X
3x0060 Número de partidas do GMG X X X
3x0061 Hora próxima manutenção do GMG h X X X
3x0062 Entrada Analógica Resistiva Configurável X X X
3x0063 Rotação do Motor RPM X X
3x0064 Entrada Analógica CC Configurável X X
3x0065 Saída Analógica de Velocidade % x 100 X X
3x0066 Saída Analógica de Tensão % x 100 X X
3x0067 --- Reserva ---
3x0068 --- Reserva ---
3x0069 --- Reserva ---
3x0070 --- Reserva ---
3x0071 Expoente das Tensões da REDE ExpoTR X X X X
V x 10-
3x0072 Tensão Fase AB REDE ExpoTR X X X X

V x 10-
3x0073 Tensão Fase BC REDE ExpoTR X X X
-
V x 10
3x0074 Tensão Fase CA REDE ExpoTR X X X
-
V x 10
3x0075 Tensão Fase A da REDE ExpoTR X X X X
-
V x 10
3x0076 Tensão Fase B da REDE ExpoTR X X X X
-
V x 10
3x0077 Tensão Fase C da REDE ExpoTR X X X

3x0078 Expoente das Correntes da REDE ExpoCR X X


3x0079 Corrente Fase A da REDE I.10-ExpCR X X
3x0080 Corrente Fase B da REDE I.10-ExpCR X X
3x0081 Corrente Fase C da REDE I.10-ExpCR X X
3x0082 Expoente das Potências da REDE ExpoCR X X
kW x 10-
3x0083 Potência Ativa da REDE ExpoPR X X

kVA x 10-
3x0084 Potência Aparente da REDE ExpoPR X X

kVAr x
3x0085 Potência Reativa da REDE X X
10-ExpoPR
3x0086 Tipo de Fator de Potência da REDE X X
3x0087 Fator de Potência da REDE x100 X X
3x0088 Freqüência da REDE Hz x 100 X X X X
3x0089 Energia Ativa Positiva da REDE (low) kWh X X
3x0090 Energia Ativa Positiva da REDE (high) kWh X X
3x0091 Energia Ativa Negativa da REDE (low) kWh X X
3x0092 Energia Ativa Negativa da REDE (high) kWh X X
3x0093 Energia Reativa Positiva da REDE (low) kVArh X X
3x0094 Energia Reativa Positiva da REDE (high) kVArh X X
3x0095 Energia Reativa Negativa da REDE (low) kVArh X X
3x0096 Energia Reativa Negativa da REDE (high) kVArh X X
3x0097 Diferença Angular ° X X X
3x0098 Diferença de Freqüência Hz x 100 X X X

58
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0099 Diferença de Tensão % X X X
3x0100 --- Reserva ---
3x0101 --- Reserva ---
3x0102 --- Reserva ---
3x0103 --- Reserva ---
3x0104 --- Reserva ---
3x0105 --- Reserva ---
3x0106 --- Reserva ---
3x0107 --- Reserva ---
3x0108 --- Reserva ---
3x0109 --- Reserva ---

Tabela 4–18: Medições

Registro de Máximos e Mínimos


Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
-
V x 10
3x0110 Registro Va Máximo do GMG ExpoTG X
-
V x 10
3x0111 Registro Va Mínimo do GMG ExpoTG X

V x 10-
3x0112 Registro Vab Máximo do GMG ExpoTG X X X X
-
V x 10
3x0113 Registro Vab Mínimo do GMG ExpoTG X X X X

V x 10-
3x0114 Registro Vbc Máximo do GMG ExpoTG X X X X
-
V x 10
3x0115 Registro Vbc Mínimo do GMG ExpoTG X X X X

V x 10-
3x0116 Registro Vca Máximo do GMG ExpoTG X X X X
-
V x 10
3x0117 Registro Vca Mínimo do GMG ExpoTG X X X X

I x 10-
3x0118 Registro Ia Máximo do GMG ExpoCG X X X X
-
V x 10
3x0119 Registro Ia Mínimo do GMG ExpoTG X X X X
-
I x 10
3x0120 Registro Ib Máximo do GMG ExpoCG X X X X
-
V x 10
3x0121 Registro Ib Mínimo do GMG ExpoTG X X X X
-
I x 10
3x0122 Registro Ic Máximo do GMG ExpoCG X X X X

V x 10-
3x0123 Registro Ic Mínimo do GMG ExpoTG X X X X

3x0124 Registro Hz Máximo do GMG Hz x 100 X X X X


3x0125 Registro Hz Mínimo do GMG Hz x 100 X X X X
kW x 10-
3x0126 Registro kW Máximo do GMG ExpoPG X X X X

kW x 10-
3x0127 Registro kW Mínimo do GMG ExpoPG X X X X
-
kVA x 10
3x0128 Registro kVA Máximo do GMG ExpoPG X X X X

kVA x 10-
3x0129 Registro kVA Mínimo do GMG ExpoPG X X X X

kVAr x
3x0130 Registro kVAr Máximo do GMG X X X X
10-ExpoPG
3x0131 Registro kVAr Mínimo do GMG kVAr x X X X X

59
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


10-ExpoPG

3x0132 Tipo de Fator de Potência Máximo do GMG X X X X


3x0133 Tipo de Fator de Potência Mínimo do GMG X X X X
3x0134 Registro Fator de Potência Máximo do GMG X X X X
3x0135 Registro Fator de Potência Mínimo do GMG X X X X
3x0136 Registro Tensão Bateria Máximo V x 10 X X X X
3x0137 Registro Tensão Bateria Mínimo Vx10 X X X X
3x0138 Registro Temperatura Máximo do GMG ° X X X
3x0139 Registro Temperatura Mínimo do GMG ° X X X
Registro Entrada Analógica Configurável
3x0140 X
Máximo
Registro Entrada Analógica configurável
3x0141 X
Mínimo
3x0142 Registro RPM Máximo do GMG RPM X X
3x0143 Registro RPM Mínimo do GMG RPM X X
3x0144 --- Reserva ---
3x0145 --- Reserva ---
3x0146 --- Reserva ---
3x0147 --- Reserva ---
V x 10-
3x0148 Registro Vab Máximo da REDE ExpoTR X X
-
V x 10
3x0149 Registro Vab Mínimo da REDE ExpoTR X X
-
V x 10
3x0150 Registro Vbc Máximo da REDE ExpoTR X X
-
V x 10
3x0151 Registro Vbc Mínimo da REDE ExpoTR X X
-
V x 10
3x0152 Registro Vca Máximo da REDE ExpoTR X X

V x 10-
3x0153 Registro Vca Mínimo da REDE ExpoTR X X
-
I x 10
3x0154 Registro Ia Máximo da REDE ExpoCR X X

I x 10-
3x0155 Registro Ia Mínimo da REDE ExpoCR X X
-
I x 10
3x0156 Registro Ib Máximo da REDE ExpoCR X X

I x 10-
3x0157 Registro Ib Mínimo da REDE ExpoCR X X
-
I x 10
3x0158 Registro Ic Máximo da REDE ExpoCR X X

I x 10-
3x0159 Registro Ic Mínimo da REDE ExpoCR X X

3x0160 Registro Hz Máximo da REDE Hz X X


3x0161 Registro Hz Mínimo da REDE Hz X X
kw x 10-
3x0162 Registro kW Máximo da REDE ExpoTR X X

kw x 10-
3x0163 Registro kW Mínimo da REDE ExpoTR X X
-
kVa x 10
3x0164 Registro kVA Máximo da REDE ExpoTR X X
-
kVa x 10
3x0165 Registro kVA Mínimo da REDE ExpoTR X X

kVAr x
3x0166 Registro kVAr Máximo da REDE X X
10-ExpoTR
kVAr x
3x0167 Registro kVAr Mínimo da REDE X X
10-ExpoTR

60
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0168 Tipo de Fator de Potência Máximo da REDE X X
3x0169 Tipo de Fator de Potência Mínimo da REDE X X
3x0170 Registro Fator de Potência Máximo da REDE X X
3x0171 Registro Fator de Potência Mínimo da REDE X X
3x0172 --- Reserva ---
3x0173 --- Reserva ---
3x0174 --- Reserva ---
3x0175 --- Reserva ---
3x0176 --- Reserva ---
3x0177 --- Reserva ---
3x0178 --- Reserva ---
3x0179 --- Reserva ---
3x0180 --- Reserva ---
3x0181 --- Reserva ---
3x0182 --- Reserva ---
3x0183 --- Reserva ---

Tabela 4–19: Registro de Máximos e Mínimos

Dados do Relógio

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0184 Horário - Segundos X X X X
3x0185 Horário - Minutos X X X X
3x0186 Horário - Horas X X X X
3x0187 Data - Dia X X X X
3x0188 Data - Mês X X X X
3x0189 Data - Ano X X X X
3x0190 Dia da Semana X X X X

Tabela 4–20: Dados do Relógio

Tipo Descrição
1 Domingo
2 Segunda
3 Terça
4 Quarta
5 Quinta
6 Sexta
7 Sábado

Tabela 4–21: Codificação dos Dias da Semana

Histórico de Alarmes

Esta área poderá ser lida e através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita. Para acessar a área
desejada do histórico de alarmes é necessário indicar a posição de leitura através da memória que se
encontra na área de comando onde seus valores de escrita serão na faixa de 1 a 100.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90

61
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0191 Código do Alarme X X X X
3x0192 Alarme Tempo (Low) X X X X
3x0193 Alarme Tempo (High) X X X X

Tabela 4–22: Histórico de Alarmes

Codificação do Registro de Alarme Tempo

Tipo Descrição
Hora Alarme Tempo (High) bit15 – bit10
Dia Alarme Tempo (High) bit09 – bit05
Ano Alarme Tempo (High) bit04 – bit00
Mês Alarme Tempo (Low) bit15 – bit12
Minuto Alarme Tempo (Low) bit11 – bit06
Segundo Alarme Tempo (Low) bit05 – bit00

Tabela 4–23: Codificação do Registro de Alarme Tempo

Histórico de Eventos

Esta área poderá ser lida e através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita. Para acessar a área
desejada do histórico de eventos é necessário indicar a posição de leitura através da memória que se
encontra na área de comando onde seus valores de escrita serão da faixa de 1 a 50.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
3x0194 Código do Evento X X X X
3x0195 Evento Tempo (Low) X X X X
3x0196 Evento Tempo (High) X X X X

Tabela 4–24: Histórico de Eventos

Codificação do Registro de Alarme Tempo

Tipo Descrição
Hora Evento Tempo (High) bit15 – bit10
Dia Evento Tempo (High) bit09 – bit05
Ano Evento Tempo (High) bit04 – bit00
Mês Evento Tempo (Low) bit15 – bit12
Minuto Evento Tempo (Low) bit11 – bit06
Segundo Evento Tempo (Low) bit05 – bit00

Tabela 4–25: Codificação do Registro de Evento Tempo

Histórico de Medições

Esta área poderá ser lida e através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
3x0197 Configuração da Medição 1 X X
3x0198 Medição 1 Tempo (Low) X X
3x0199 Medição 1 Tempo (High) X X
3x0200 Configuração da Medição 2 X X

62
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x0201 Medição 2 Tempo (Low) X X
3x0202 Medição 2 Tempo (High) X X
3x0203 Configuração da Medição 3 X X
3x0204 Medição 3 Tempo (Low) X X
3x0205 Medição 3 Tempo (High) X X

Tabela 4–26: Histórico de Medições

Tipo Descrição
Número de Reg Antes do Trigger Medição Configuração (High) bit15 – bit08
Código Medição Configuração (Low) bit07 – bit00

Tabela 4–27: Codificação do Registro de Medição Configuração

Tipo Descrição
Hora Medição Tempo (High) bit15 – bit10
Reserva Medição Tempo (High) bit09 – bit05
Reserva Medição Tempo (High) bit04 – bit00
Reserva Medição Tempo (Low) bit15 – bit12
Minuto Medição Tempo (Low) bit11 – bit06
Segundo Medição Tempo (Low) bit05 – bit00

Tabela 4–28: Codificação do Registro de Medição Tempo

Histórico de Medições Leitura Indexada


Para acessar a área desejada do histórico de medições é necessário indicar a posição de leitura através
da memória que se encontra na área de comando onde seus valores de escrita serão da faixa de 1 a
256.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
3x0206 Medição 1 X X X
3x0207 Medição 2 X X X
3x0208 Medição 3 X X X

Tabela 4–29: Histórico de Medições Leitura Indexada


Controle
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
3x1000 Palavra de controle 01
0 ID de usuário Inválido X X X X
1 Senha Inválida X X X X
Diagnóstico do Hardware Verificado na
2 X X X X
Energização
3 Diagnóstico de Operação do Controlador X X X X
4 Inconsistência na Data e Hora X X X X
5 Alguma Escrita de SETUP Inválida X X X X
Inconsistência na Parâmetrização da Entrada
6 X X X
Resistiva 01
Inconsistência na Parâmetrização da Entrada
7 X X X
Resistiva 02
8 --- Reserva ---
9 --- Reserva ---
10 --- Reserva ---

63
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


11 --- Reserva ---
12 --- Reserva ---
13 --- Reserva ---
14 --- Reserva ---
15 --- Reserva ---
3x1001 Contra senha para acesso a escrita X X X X
3x1002 Versão do Controlador X X X X
3x1003 Modelo do Controlador X X X X
Diagnóstico das Entradas Digitais Módulo 01
(Byte 0)
3x1004 X X X X
Diagnóstico das Entradas Digitais Módulo 02
(Byte 1)
Diagnóstico das Saídas Digitais Módulo 01
(Byte 0)
3x1005 X X X X
Diagnóstico das Saídas Digitais Módulo 02
(Byte 1)
3x1006 Controle Altus X X X X
3x1007 Versão de EEPROM X X X X
3x1008 Versão Giga de Teste X X X X
3x1009 Número de Serie (High) X X X X
3x1010 Número de Serie (Low) X X X X

Tabela 4–30: Controle


Montagem do Número de Série do Controlador
A montagem do número de série do controlador segue a seguinte equação:
Número de Série = (Número de Série (High) * 10000) + Número de Série (Low)
Leitura J1939
Esta área poderá ser lida e através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
Leitura ECU - J1939 - Med. Temperatura do
3x1500 X X X
Oleo °C
Leitura ECU - J1939 - Med. Temperatura do
3x1501 X X X
Combustivel °C
Leitura ECU - J1939 - Med. Temperatura da
3x1502 X X X
Ent. do Ar de Adm. °C
3x1503 Leitura ECU - J1939 - Med. Pressão de Oleo kPA X X X
Leitura ECU - J1939 - Med. Pressão de
3x1504 X X X
Saída do Turbo kPA
Leitura ECU - J1939 - Med. Rotação do
3x1505 X X X
Motor rpm
Leitura ECU - J1939 - Med. Taxa de
3x1506 X X X
Consumo de Combustível l/h
Leitura ECU - J1939 - Med. Total de
3x1507 X X X
Combustível Consumido l
Leitura ECU - J1939 - Med. Percentual de
3x1508 X X X
Torque Atual do Motor %
Leitura ECU - J1939 - Med. Horas de
3x1509 X X X
Funcionamento do ECU h
3x1510 Leitura J1939 - Medição 11 X X X
3x1511 Leitura J1939 - Medição 12 X X X
Leitura ECU - J1939 - Med. Temperatura da
3x1512 X X X
Água °C
3x1513 Leitura J1939 - Medição 14 X X X
3x1514 Leitura J1939 - Medição 15 X X X

64
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


3x1515 Leitura J1939 - Medição 16 X X X
3x1516 Leitura J1939 - Medição 17 X X X
3x1517 Leitura J1939 - Medição 18 X X X
3x1518 Leitura J1939 - Medição 19 X X X
3x1519 Leitura J1939 - Medição 20 X X X
3x1520 Leitura J1939 - Medição do TEC X X X
3x1521 Leitura J1939 - Medição do TEC Máximo X X X
3x1522 Leitura J1939 - Medição REC X X X
3x1523 Leitura J1939 - Medição REC Máximo X X X
Leitura J1939 - Diagnósticos do ECU e CAN-
3x1524 X X X
J1939
0 Barramento CAN-J1939 ONLINE/OFFLINE X X X
Barramento CAN-J1939 Error Passive/BUS
1 X X X
OFF
2 Timeout no Parâmetro DLN2 X X X
3 Timeout no Parametro DM1 X X X
4 Falha no Byte Lamp Status do DM1 X X X
5 ---Reserva---
6 ---Reserva---
7 ---Reserva---
8 ---Reserva---
9 ---Reserva---
10 ---Reserva---
11 ---Reserva---
12 ---Reserva---
13 ---Reserva---
14 ---Reserva---
15 ---Reserva---
Leitura J1939 - Status das Lâmpadas do
3x1525 X X X
DM1
Diagnóstico 00 de Falha nas Medições do
3x1526 X X X
ECU-J1939
0 Falha na Méd. Temperatura do Óleo. X X X
1 Falha na Med. Temperatura do Combustível X X X
Falha na Med. Temperatura da Ent. do Ar de
2 X X X
Adm.
3 Falha na Med. Pressão de Óleo X X X
4 Falha na Med. Pressão de Saída do Turbo X X X
5 Falha na Med. Rotação do Motor X X X
Falha na Med. Taxa de Consumo de
6 X X X
Combustível
Falha na Med. Total de Combustível
7 X X X
Consumido (Low)
Falha na Med. Total de Combustível
8 X X X
Consumido (High)
Falha na Med. Percentual de Torque Atual
9 X X X
do Motor
Falha na Med. Horas de Funcionamento do
10 X X X
ECU (Low)
Falha na Med. Horas de Funcionamento do
11 X X X
ECU (High)
12 Falha na Med. Temperatura da Água X X X
13 Falha na Medição 14 X X X

65
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


14 Falha na Medição 15 X X X
15 Falha na Medição 16 X X X
Diagnóstico de Falha nas Medições do ECU-
3x1527 X X X
J1939
0 Falha na Medição 17 X X X
1 Falha na Medição 18 X X X
2 Falha na Medição 19 X X X
3 Falha na Medição 20 X X X
4 ---Reserva---
5 ---Reserva---
6 ---Reserva---
7 ---Reserva---
8 ---Reserva---
9 ---Reserva---
10 ---Reserva---
11 ---Reserva---
12 ---Reserva---
13 ---Reserva---
14 ---Reserva---
15 ---Reserva---
Diagnóstico 00 de Timeout das Medições do
3x1528 X X X
ECU-J1939
0 Timeout na Méd. Temperatura do Óleo. X X X
Timeout na Med. Temperatura do
1 X X X
Combustível
Timeout na Med. Temperatura da Ent. do Ar
2 X X X
de Adm.
3 Timeout na Med. Pressão de Óleo X X X
4 Timeout na Med. Pressão de Saída do Turbo X X X
5 Timeout na Med. Rotação do Motor X X X
Timeout na Med. Taxa de Consumo de
6 X X X
Combustível
Timeout na Med. Total de Combustível
7 X X X
Consumido (Low)
Timeout na Med. Total de Combustível
8 X X X
Consumido (High)
Timeout na Med. Percentual de Torque Atual
9 X X X
do Motor
Timeout na Med. Horas de Funcionamento
10 X X X
do ECU (Low)
Timeout na Med. Horas de Funcionamento
11 X X X
do ECU (High)
12 Timeout na Med. Temperatura da Água X X X
13 Timeout na Medição 14 X X X
14 Timeout na Medição 15 X X X
15 Timeout na Medição 16 X X X
Diagnóstico 01 de Timeout das Medições do
3x1529 X X X
ECU-J1939
0 Timeout na Medição 17 X X X
1 Timeout na Medição 18 X X X
2 Timeout na Medição 19 X X X
3 Timeout na Medição 20 X X X
4 ---Reserva--- X X X

66
4. Operação

Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90


5 ---Reserva--- X X X
6 ---Reserva--- X X X
7 ---Reserva--- X X X
8 ---Reserva--- X X X
9 ---Reserva--- X X X
10 ---Reserva--- X X X
11 ---Reserva--- X X X
12 ---Reserva--- X X X
13 ---Reserva--- X X X
14 ---Reserva--- X X X
15 ---Reserva--- X X X
3x1530 Grupo de Alarmes 01 e 02 do DLN2 X X X
3x1531 Grupo de Alarmes 03 e 04 do DLN2 X X X
3x1532 Grupo de Alarmes 05 e 06 do DLN2 X X X
3x1533 Grupo de Alarmes 07 e 08 do DLN2 X X X
3x1534 Diagnóstico DM1 SPN (High) X X X
3x1535 Diagnóstico DM1 SPN (Low) X X X
Diagnóstico DM1 FMI (Byte 01) e OC (Byte
3x1536 X X X
02)

Tabela 4–31: Leitura J1939


Leitura Acesso Indireto
Esta área poderá ser lida e através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita.
Memória Bit Descrição Unidade 40 60 80 90
3x3000 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 00 X X X
3x3001 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 01 X X X
3x3002 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 02 X X X
3x3003 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 03 X X X
3x3004 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 04 X X X
3x3005 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 05 X X X
3x3006 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 06 X X X
3x3007 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 07 X X X
3x3008 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 08 X X X
3x3009 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 09 X X X
3x3010 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 10 X X X
3x3011 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 11 X X X
3x3012 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 12 X X X
3x3013 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 13 X X X
3x3014 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 14 X X X
3x3015 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 15 X X X
3x3016 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 16 X X X
3x3017 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 17 X X X
3x3018 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 18 X X X
3x3019 Diagnóstico Leitura Acesso Indireto 19 X X X

67
4. Operação

Tabela 4–32: Área Leitura dos Acessos Indiretos

Alarmes, Eventos e Status


O controlador monitora e registra a ocorrência de alarmes e eventos. Os alarmes são descritos no
Capítulo 8 - Funções de Proteção. Os eventos são gerados em função das entradas e da lógica de
funcionamento. A descrição do significado de cada um deles é apresentada a seguir.
Evento Código
Disjuntor CGR Inserido 193
Disjuntor CRD Inserido 194
Partida Remota 195
Pulso de Sincronismo do Relógio 196
Inibição da Chave de REDE 197

Tabela 4–33: Eventos Externos das Entradas


Evento Código
Bloqueio RF 46 225
Reset RF 46 226
Bloqueio RF 51G 227
Reset RF 51 G 228
Bloqueio RF 50/51 229
Reset RF 50/51 230
Resistência de Desumidificação 231
Ventilador da Torre Não Silenciada 232
Ventilador da Torre Silenciada 233
Ventilador Radiador Remoto 234
Bomba Externa Acionada Motor Externo 235
Motor do Ventilador do Exaustor do Ar da Sala 236

Tabela 4–34: Eventos Externos das Saídas

Evento Descrição Código


Modo Manual USCA em Modo de Operação Manual. 273
Modo Auto USCA em Modo de Operação Automático. 274
Modo Remoto USCA em Modo de Operação Remoto. 275
Modo Teste USCA em Modo de Operação Teste. 276
Partindo GMG Indica o procedimento de partida do GMG, que se inicia no 277
momento em que o motor de partida é acionado e dura até o fim
do Retardo para Supervisão do GMG.
Parando GMG Indica o procedimento de parada do GMG, que se inicia no 278
momento em que há um comando de parada do GMG e dura até
o fim do Tempo de Motor Parando.
Rede Anormal Ativo quando a Rede estiver Anormal. A Rede é considerada 279
Anormal se houver algum alarme de falha de tensão ou
freqüência da Rede do tipo TRIP ativo ou se a Rede estiver
estabilizando indicado pelo status Rede Estabilizando.
Rede Normal Ativo quando a Rede estiver Normal. A Rede é considerada 280
Normal se não houver nenhum alarme de falha de tensão ou
freqüência da Rede do tipo TRIP ativo e o status Rede
Estabilizando não esteja ativo. É o oposto do evento Rede
Anormal.
CRD Fechou Ativo se a CRD estiver fechada. A CRD é considerada fechada se 281
o status da CRD da entrada digital indica CRD Fechada.

68
4. Operação

CRD Abriu Ativo se a CRD estiver aberta. A CRD é considerada aberta se o 282
status da CRD da entrada digital indica CRD Aberta.
CGR Fechou Ativo se a CGR estiver fechada. A CGR é considerada fechada se 283
o status da CGR da entrada digital indica CGR Fechada.
CGR Abriu Ativo se a CGR estiver aberta. A CGR é considerada aberta se o 284
status da CGR da entrada digital indica CGR Aberta.
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 2. 288
Nível 2
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 4. 290
Nível 4
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 5. 291
Nível 5
GMG Funcionando Ativo quando o GMG está em funcionamento e pode assumir a 294
carga. É considerado que o GMG pode assumir a carga quando
ele estiver ligado e o retardo para supervisão estiver concluído.
Comando GMG Ativo quando é dado o comando Remoto GMG Assume Carga. 295
Assumindo Carga Permanece ativo até que receba o comando Remoto Rede
Assume Carga ou se houver falha na comunicação e o parâmetro
Ação Falha Comunicação for configurado como AUTO.
Supervisão de Ativo quando habilitada Supervisão de Comunicação. 296
Comunicação
Parada Remota Ativo enquanto houver o Comando de Parada Remota. 297
Controlador Ligado Controlador energizado e em operação. 298
Partida por Relógio Ativo enquanto houver uma Partida por Relógio. 299
Partida Programada 01 Ativo enquanto houver a Partida Programada 01. 300
Partida Programada 02 Ativo enquanto houver a Partida Programada 02. 301
Parada Programada 01 Ativo enquanto houver a Parada Programada 01. 302
Parada Programada 02 Ativo enquanto houver a Parada Programada 02. 303

Tabela 4–35: Descrição dos Eventos da USCA

69
4. Operação

Os status do controlador representam as variáveis usadas na lógica, indicando a situação em que se


encontram. A tabela a seguir descreve os status do controlador.

Status Descrição
Falha Nível 0 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 0, permanecendo
assim enquanto houver pelo menos um alarme com este nível de falha
ativo. A falha também pode ser a ativação da sinalização externa quando
esta for configurada para este nível.
Falha Nível 1 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 1, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 2 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 2, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 3 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 3, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 4 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 4, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação e para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Alarme Ativo Ativado sempre que algum dos status Falha nível 1, 2, 3 ou 4 descritos
acima estiverem ativos.
GMG Resfriando Indica que o GMG está em regime de resfriamento.
GMG Parado Indica que o GMG não está funcionando e não está em procedimento de
partida ou parada.
GMG Indisponível Ativo sempre que houver alguma falha do nível 2, 3 ou 4 presente.
Rede Estabilizando Ativo enquanto a Rede estiver estabilizando. No momento em que os todos
os alarmes ativos de tensão ou freqüência da Rede do tipo TRIP são auto-
reconhecidos é iniciado o Retardo para Rede Normal. Durante este Retardo
é considerado que a Rede está estabilizando. Se algum alarme mencionado
entrar o retardo é cancelado e a Rede permanece Anormal. Ao término do
retardo é considerada Rede Normal caso não haja nenhum alarme dos
mencionados.
Retardo na Partida Ativo durante o retardo para partida do GMG.
Intervalo entre Partida Ativo durante o intervalo entre partida. O tempo de intervalo entre partida
ocorre ao término de uma tentativa de partida sem sucesso. Durante este
tempo não é permitida nova partida. Um comando manual ou remoto de
parada do GMG fará com que este tempo seja finalizado.

Tabela 4–36: Descrição dos Status

Entradas Resistivas
Os controladores ST21XX possuem duas entradas analógicas configuráveis. Uma destas entradas
(entrada resistiva 0) é utilizada para medição de Temperatura da água do Motor, a outra (entrada
resistiva 1) pode ser configurada como medição das seguintes grandezas:
• Nível Combustível em %;
• Nível Combustível em Litros;
• Temperatura Entrada Analógica;
• Pressão de Óleo;
• Medição Analógica Genérica.

As entradas podem ter suas entradas convertidas de resistência para as grandezas medidas utilizando
diferentes métodos de conversão. Existem dois tipos de métodos possíveis: Equação e Tabela.
O método de codificação do sensor da Entrada Resistiva por equação deve ser utilizado para os casos
onde a curva do sensor se enquadre como linear ou exponencial garantindo maior precisão nos

70
4. Operação

valores convertidos. Caso a curva do sensor não se enquadre em uma das duas equações, é possível
definir o método de codificação do sinal gerado pelo sensor da Entrada Resistiva como tabela. Desta
maneira o controlador passa a interpolar os pontos informados na tabela de pontos do sensor.
O gráfico a seguir mostra a relação entre a escala de medição configurada e a escala de resistência e,
ainda alguns exemplos de configuração das curvas do sensor.

Figura 4–1 – Curvas da Entrada Resistiva

Curva Coeficiente A Coeficiente A Coeficiente C


A 0,2 0 -
B - 0,2 0 -
C 1 0,0093 -1
D 101 - 0,0093 -1
E -1 0,0093 101
F - 101 - 0,0093 101

Tabela 4–37: Tipos de Curva Entrada Resistiva

Neste gráfico encontram-se seis exemplos que mostram os seis tipos básicos de curvas dos sensores
de medição.

Método de Equação
Quando selecionado o método de codificação por Equação o controlador passa a considerar o tipo de
equação selecionado no parâmetro Tipo de Curva do Sensor da Entrada Resistiva e ignora os pontos
declarados na tabela da curva da entrada resistiva. A determinação do valor da curva segue conforme
descrito no parâmetro tipo de curva do sensor da entrada Resistiva e nos parâmetros dos coeficientes
da curva. Existem dois tipos de curva possíveis: Linear e Exponencial.
Os coeficientes descritos a seguir são configurados pela através da interface MODBUS, utilizando o
formato IntFrac, já descrito neste Manual.

71
4. Operação

Tipo de Curva Linear


Define que a curva típica para o sensor é linear. Neste caso o Coeficiente C não será aplicado.

Medição = a.x + b

onde:
a = Coeficiente A
b = Coeficiente B
Tipo de Curva Exponencial
Define que a curva típica para o sensor é exponencial.

Medição = a.e b. x + c

onde:
a = Coeficiente A
b = Coeficiente B
c = Coeficiente C

Método de Tabela
Quando selecionado o método de codificação por Tabela o controlador passa a desconsiderar o tipo
de equação selecionado no parâmetro Tipo de Curva do Sensor da Entrada Resistiva e os coeficientes
da curva. Serão considerados os pontos declarados na tabela da curva da entrada resistiva. A
determinação do valor da curva segue conforme descrito a seguir.
O método de codificação por Tabela define a curva do sensor da Entrada Resistiva através de 10
pontos. Esses pontos determinam as coordenadas (X,Y), sendo que os valores de (Y) serão os valores
mostrados no display do controlador.
Os valores de X, que representam a resistência ôhmica do sensor, não devem ser iguais entre si e o
valor de X para o próximo ponto não deve ser menor que o anterior. Caso o valor de X seja igual ou
menor que o valor anterior, será acionada a sinalização de inconsistência na parametrização da
analógica resistiva forçando o resultado do valor codificado (Y) para 0 (zero) para todo e qualquer
valor de X valido ou não.
Para a determinação dos pontos extremos, pontos 1 e 10, é considerado uma projeção de cálculo
constante, conforme a equação definida entre os pontos X[1] e X[2] , [X9] e [X10] possibilitando a
medição de valores menores, para o extremo inferior, e valores maiores, para o extremo superior, do
valor de X1 e X10 informado respectivamente.

72
5. Lógica de Funcionamento

5. Lógica de Funcionamento
Neste Capítulo é descrita toda a lógica de funcionamento feita pelo controlador. Inicialmente, são
apresentados os estados do controlador. Na seqüência, são apresentados os modos de operação, com
descrição detalhada de cada um. Por fim, são apresentadas as lógicas específicas relacionadas à
partida do GMG e do comando das chaves de transferência.

Estados do Controlador

O controlador pode estar em um dos três estados descritos a seguir:

Estado de Energização
Este estado ocorre após a alimentação e permanece até que este entre em funcionamento. Durante a
energização é apresentada a mensagem Inicializando, o modelo do controlador e a versão deste
controlador. Neste período, qualquer operação está desabilitada, com exceção da lógica de aquisição
de dados. As saídas digitais do controlador permanecem todas desligadas.
Ao término deste período o controlador registra o evento Controlador Ligado e entra no Estado de
Operação.

Estado de Reset
Este estado ocorre após uma falha de software ou hardware do controlador que faz com que este
entre em reset. O reset do controlador desliga as saídas digitais e reinicializa a memória do
controlador, com exceção aos operandos retentivos.
Ao término das operações acima, o controlador registra o alarme de Defeito no Controlador e entra
no Estado de Energização.

Estado de Operação
Este estado ocorre após o término do Estado de Energização. Ao entrar no modo de operação, o
controlador assume o modo de operação da USCA como Manual e executa a lógica de parada do
GMG independente deste estar em funcionamento ou não.
Todas as operações do controlador funcionam neste estado. As saídas digitais serão ligadas ou
desligadas conforme as lógicas de funcionamento descritas a seguir.

73
5. Lógica de Funcionamento

Relacionamento entre os Modos de Operação


Existem condições que permitem ou impedem a passagem do controlador de um modo de operação
para outro. Tais condições são apresentadas na figura abaixo.

Modos de Operação ST2140


Ligado
TECLADO, SETUP

TECLADO, SETUP Manual


Automático SETUP
Se GMG Parado
SETUP
SETUP, TECLADO, SETUP,
SERIAL ou TECLADO, Se GMG Parado
SERIAL ou SETUP -
ENTRADA Ação em Caso de SETUP, Confirm.
DIGITAL Falha de Comunicação Retardo REDE
em AUTO e Falha ou Normal, Confirm.
ENTRADA DIGITAL. Retardo Emerg.
de REDE
Remoto
TECLADO, SETUP
Teste
SETUP

SETUP

TECLADO

Figura 5–1: Diagrama de Mudança de Modos de Operação

74
5. Lógica de Funcionamento

Modos de Operação ST2160


Existem condições que permitem ou impedem a passagem do controlador de um modo de operação
para outro. Tais condições são apresentadas na figura abaixo.
Ligado

TECLADO, SETUP, Telecomando

Automático TECLADO, SETUP, Telecomando


Manual

SETUP TECLADO, TECLADO,


ou SERIAL SETUP, SETUP,
Telecomando, Telecomando, TECLADO,
SERIAL ou SETUP - Confirm. Retardo SETUP. Se não
Ação em Caso de REDE Normal, GMG
Falha de Confirm. Retardo Indisponível
Comunicação em Emerg. de REDE
TECLADO,
AUTO e Falha SETUP. Se TECLADO,
GMG Parado SETUP,
TECLADO, SETUP. Se Telecomando
Remoto GMG Parado
TECLADO,
SETUP,
Telecomando
SETUP
TECLADO,
SETUP. Se
GMG Parado

TECLADO, SETUP. Se não


GMG Indisponível

Teste TECLADO, SETUP. Se GMG Parado Semi

TECLADO, SETUP. Se não


GMG Indisponível

SETUP
TECLADO, SETUP. Se não
GMG Indisponível
TECLADO, SETUP, Telecomando,
GMG Indisponível

TECLADO, SETUP, Telecomando

SETUP

Figura 5–2: Diagrama de Mudança de Modos de Operação

Modo de Operação Manual

Quando selecionado para o Modo de Operação Manual, o sistema passa a ser comandado pelo
operador que torna-se responsável pelo acionamento do GMG e comando das chaves de conexão.

Seleção do Modo de Operação Manual


O controlador é passado para o Modo de Operação Manual se uma ou mais condições abaixo forem
atendidas:
• Ao ligar o controlador;
• Na atuação da tecla “MANUAL”;
• Na chamada do Modo de Operação Manual pelo SETUP do controlador;
• Telecomando Modo Manual ativo.

75
5. Lógica de Funcionamento

Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR


A chave do GMG pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo;
2. GMG em funcionamento;
3. Sem comando de fechamento da CRD;
4. Chave CRD aberta sinalizada pelo LED “CRD” desligado;
5. Sem alarme de “CGR Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CRD Não Abriu”;
7. Comando de fechamento de CGR acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” pressionada.

Após condições acima atendidas, é ligada a saída “Comando de Fechamento CGR”.

Código do Alarme 26

Abertura
A abertura ocorre se as seguintes condições forem atendidas:

• Falha ativa de classe nível 2, 3 e/ou 4, ou;


• GMG em Funcionamento e tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada quando em Modo de
Operação Manual ativo, e;
• Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
• Comando de abertura de CGR acionado pela Tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” pressionada, ou;
• Comando de parada do GMG.

Após as condições atendidas é desligada a saída com a função Comando de Fechamento CGR que
através dessa saída é comandada a abertura da mesma.
Quando a CGR abrir é sinalizado para o controlador o STATUS da chave e se esse STATUS não
confirmar a abertura durante o tempo de confirmação configurado no SETUP, será acionado o alarme
CGR Não Abriu.

Código do Alarme 25
Quando em Modo de Operação Manual o acionamento da tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” é com
lógica flip-flop. O comando de abertura é resetado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS de CGR.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD


A chave da REDE pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo
2. REDE Normal;
3. Sem comando de fechamento da CGR;
4. Chave CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado;
5. Sem alarme de “CRD Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
7. Comando de fechamento de CRD acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CRD” pressionada.

76
5. Lógica de Funcionamento

Após as condições atendidas, é desligada a saída “Comando de Abertura CRD”.

Código do Alarme 65

Abertura
A abertura ocorre se as seguintes condições forem atendidas:
o Sem alarme de “CRD Não Abriu”, e;
o Comando de abertura de CRD acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CRD”
pressionada quando em Modo de Operação Manual ativo, ou;
o REDE Anormal.

Após as condições atendidas é ligada a saída com a função Comando de Abertura CRD que através
dessa saída é comandada a abertura da mesma.
Quando a CRD abrir é sinalizado para o controlador o STATUS da chave e se esse STATUS não
confirmar a abertura durante o tempo de confirmação configurado no SETUP, será acionado o alarme
CRD Não Abriu.

Código do Alarme 64

Quando em Modo de Operação Manual o acionamento da tecla “ABRIR/FECHAR - CRD” é com


lógica flip-flop. O comando de abertura é resetado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS de CRD.

Ativação do GMG
A ativação do GMG pode executar as operações de partida e parada.
Partida
A partida em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo;
2. GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” desligado;
3. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
4. Comando de partida acionado pela tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada;
5. GMG não em tempo de motor parando;
6. Sem comando da função Parada Remota;
7. Com sinal na entrada com a função Pressão do Óleo.

Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida é descrito


na seqüência deste capítulo.
Parada
A parada em Modo Manual ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
• Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e confirmação da abertura de CGR;
• Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida, sem confirmação da abertura de CGR e ao término do
tempo de retorno do sinal de CGR;
• Comando de parada acionado pela tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada quando em
Modo de Operação Manual ativo e sem alarme CGR não Abriu;
• Com o comando da função Parada Remota.

77
5. Lógica de Funcionamento

Após as condições atendidas, é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada é descrito


ainda neste Capítulo.
Quando em Modo de Operação Manual, o acionamento da tecla “PARTIR/PARAR - GMG” é com
lógica flip-flop. O comando de partida é apagado pelo comando de parada, não importando o
STATUS de GMG.

Modo de Operação Automático


Quando selecionado para o Modo de Operação Automático, o sistema passa a ser comandado e
supervisionado pelo controlador ST2160 podendo ocorrer as operações de Emergência – Falha de
REDE, Retorno da REDE e Comando Externo de Partida do GMG.

Seleção do Modo de Operação Automático


Se o parâmetro "Telecomando Modo Remoto" não estiver configurado em nenhuma entrada digital, o
controlador é passado para o Modo de Operação Automático se uma ou mais das condições listadas a
seguir ocorrer:
• Na atuação da tecla “AUTO”;
• Na chamada do Modo de Operação Automático pelo SETUP do controlador ST2160;
• Retirada do comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” via canal serial;
• Alarme “Falha de Comunicação MODBUS” ativo ou reconhecido se SETUP “Ação Caso Falha
de Comunicação MODBUS” em AUTO;
• Quando em Modo de Operação Teste e houver confirmado o Retardo de Emergência da REDE;
• Na atuação do “telecomando Modo Auto”

Se estiver com o parâmetro "Telecomando Modo Remoto" configurado em alguma entrada digital. O
controlador é passado para o Modo de Operação Automático nas seguintes condições:

• Retirado o sinal da entrada digital configurada para "Telecomando Modo Remoto".


• Quando em Modo de Operação Teste e houver confirmado o Retardo de Emergência da REDE e
lógica do "Telecomando Modo Remoto" em "0".
• Na atuação do telecomando “Modo Auto”.

Emergência – Falha de REDE


Esta função tem por finalidade o fornecimento de energia à carga em caso de falha na REDE. A
Emergência – Falha REDE atua se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Automático ativo;
2. SETUP “Operação em Emergência” habilitado;
3. Retardo para Emergência da REDE concluído;
4. Sem falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida.

Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:


1. Comanda a partida do GMG;
2. Confirmação de chave de REDE – CRD aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de Grupo – CGR;
5. Confirmação de chave de Grupo – CGR fechada.

Retorno da REDE
A operação de Retorno da REDE é iniciada quando as condições abaixo forem atendidas, sem
exceção

78
5. Lógica de Funcionamento

1. Modo de Operação Automático ativo;


2. Sinal de “REDE Normal” acionado.

Após as condições acima atendidas é iniciado o processo de transferência de carga do GMG para a
REDE conforme a seqüência abaixo:
1. Comando de abertura da chave de Grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de Grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.

Nas lógicas de resfriamento e parada do GMG é especificado detalhadamente como tal processo
funciona.

Comando Externo de Partida do GMG


O comando externo de partida do GMG pode comandar a partida e parada do GMG, bem como a
comutação das chaves CRD e CGR. Estes comandos visam o funcionamento do controlador quando
ocorre interferência do operador diretamente no grupo gerador.
Partida
A abertura ocorre se as condições dos itens 1 a 6, apresentados a seguir, forem atendidas sem
exceção:
1. Comando Externo de Partida. Ocorre se atendidas pelo menos uma das condições abaixo:
• Partida Remota pela Entrada Digital Configurável.
• Comando “Partida do GMG em AUTO Assumindo Carga” via comunicação serial;
2. Modo de Operação Automático ativo;
3. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
4. GMG não em tempo de motor parando;
5. Com sinal na entrada com a função Pressão do Óleo;
6. Sem sinal na entrada com a função Parada Remota.
Após as condições atendidas, é comandada a partida do GMG seguida da transferência de carga da
REDE para o GMG, conforme a seqüência abaixo:
1. Comanda a partida do GMG;
2. Comanda abertura de chave de REDE – CRD ;
3. Confirmação de chave de REDE – CRD aberta;
4. Confirmação de tempo de comutação;
5. Comanda o fechamento da chave de Grupo – CGR;
6. Confirmação de chave de Grupo – CGR fechada.

OBS: Ver transferência de carga com sincronismo entre GMG e REDE.

Parada
A parada ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
• Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e falha 2 respeitando o tempo de resfriamento;
• Sem sinal em alguma Entrada Configurável quando configurada para Partida Remota quando em
Modo de Operação Automático;
• Retirada do comando serial “Partida do GMG em AUTO Assumindo Carga” quando em Modo
de Operação Automático e sem alarme CGR não Abriu;
• Com sinal na entrada com a função Parada Remota e já decorrido o tempo de retardo.

79
5. Lógica de Funcionamento

Segue a seqüência de operações, caso a parada não seja por falha nível 3 e/ou 4 ou por haver sinal na
entrada com a função Parada Remota.
1. Comando de abertura da chave de grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG se a parada for causada por falha nível 2;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.
Nas lógicas de resfriamento e parada do GMG, é especificado detalhadamente como tal processo
funciona.
OBS: Ver transferência de carga com sincronismo entre GMG e REDE

Partida por Relógio


A partida por relógio é habilitada e configurada no SETUP através dos parâmetros de hora de início,
hora de fim e dia de ativação.
Início da Partida por Relógio
Haverá Partida por relógio quando as seguintes condições forem satisfeitas:
1. Modo de Operação Automático ativo;
2. O parâmetro Partida por Relógio habilitado;
3. O horário do relógio for maior ou igual ao parâmetro Partida por Relógio Hora de Início;
4. O dia da semana que o relógio estiver marcando for igual a algum dos dias que estejam
habilitados na tela Dias de Ativação.
Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:
1. Comando de partida do GMG;
2. Confirmação de GMG pronto para carga;
3. Comando de abertura da chave de REDE – CRD;
4. Confirmação de chave de REDE - CRD aberta;
5. Confirmação de tempo de comutação;
6. Comando de fechamento da chave de grupo – CGR;
7. Confirmação de chave de grupo – CGR fechada.

Fim da Partida por Relógio


Será desativada a Partida por Relógio quando em Modo de Operação Automático, e as seguintes
condições forem satisfeitas:
1. O horário do relógio for maior do que o parâmetro Partida por Relógio Hora de Fim;
2. O dia da semana que o relógio estiver marcando não for igual a algum dos dias que estejam
habilitados na tela Dias de Ativação.
Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:
1. Comanda a abertura da chave de grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.

80
5. Lógica de Funcionamento

Em caso de falha com classe nível 2, 3 e/ou 4 quando GMG em funcionamento, a carga poderá
retornar para REDE. Isso acontece se estiver habilitado o parâmetro Falha no GMG Carga para
REDE no SETUP de parâmetros do relógio.

Transferência de Carga do GMG para Rede quando GMG com defeito


Existem dois parâmetros capazes de habilitar esta característica mas com funções distintas:
• O parâmetro GMG Indisponível, Carga para REDE tem prioridade sempre quando o controlador
estiver fora do intervalo de partida por relógio;
• O parâmetro Falha no GMG, Carga para REDE tem prioridade sempre quando o controlador
estiver dentro do intervalo de partida por relógio.

Quando o parâmetro prioritário estiver desabilitado o controlador não devolve a carga para a REDE e
quando estiver habilitado o controlador devolve a carga para REDE.
Quando houver partida programada, o controlador assume a condição imposta pelo parâmetro GMG
Indisponível, Carga para REDE. Esta condição não é verdadeira somente se houver interseção do
intervalo de partida programada e o intervalo de partida por relógio, quando o controlador assumirá
como parâmetro prioritário o parâmetro Falha no GMG, Carga para REDE.

Modo de Operação Remoto


Quando selecionado para o Modo de Operação Remoto, o sistema passa a ser supervisionado e
comandado via software de supervisão. Através deste, um operador executará comandos de
partida/parada, abertura/fechamento de chaves de REDE e Grupo e ativação de supervisão de
comunicação. Este modo é habilitado no SETUP de comunicação.
No controlador, enquanto estiver em Modo de Operação Remoto, as teclas de comando estarão
desabilitadas.
Quando o controlador estiver em Modo de Operação Remoto, este, está operando conforme os
acionamentos dos comandos via canal serial ou entrada digital telecomandada.
Caso seja habilitado o Modo Remoto pela entrada digital e pela Serial no mesmo momento, a entrada
digital "Telecomando Modo Remoto" tem prioridade sobre os comandos do "Modo de Operação
Remoto via Serial", exceto o comando de quitação de falhas, neste caso ambas tem a mesma
prioridade.

Seleção do Modo de Operação Remoto


Se o parâmetro "Telecomando Modo Remoto" não estiver configurado em nenhuma entrada digital.
O controlador é passado para o Modo de Operação Remoto nas seguintes operações:
• Na chamada do Modo de Operação Remoto pelo SETUP do controlador;
• Através do comando serial “Chamada do Modo de Operação Remoto” quando o em Modo de
Operação Automático.

Se estiver com o parâmetro "Telecomando Modo Remoto" configurado em alguma entrada digital. O
controlador é passado para o Modo de Operação Remoto nas seguintes operações:
• Através da entrada Digital "Telecomando Modo Remoto" quando o controlador estiver em Modo
de Operação Automático;
• Se em manual e lógica " Telecomando Modo Remoto" em "1", na chamada do Modo de
Operação Remoto pelo SETUP do controlador ( ver parâmetros da USCA, Seleção do Modo de
Operação).

Se o parâmetro "Telecomando Modo Remoto" não estiver configurado em nenhuma entrada digital.,
o controlador é retirado do Modo de Operação Remoto nas seguintes operações:

81
5. Lógica de Funcionamento

• Na atuação da tecla “MANUAL”;


• Na atuação da tecla “AUTO”;
• Na atuação da tecla “TESTE”;
• Na atuação da tecla “SEMI”;
• Na atuação da tecla “telecomando Modo Auto”;
• Na atuação da tecla “telecomando Modo Manual”;
• Na retirada do comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” via canal serial sendo
selecionado automaticamente o Modo de Operação Automático;
• Alarme “Falha de Comunicação Modbus” ativo ou reconhecido se SETUP “Ação Caso Falha de
Comunicação Modbus” em AUTO sendo selecionado automaticamente o Modo de Operação
Automático.

Se o controlador for colocado em Modo Remoto através da Entrada Digital " Telecomando Modo
Remoto", o controlador é retirado do Modo de Operação Remoto somente nas seguintes operações:
• Na retirada do sinal de “Telecomando Modo Remoto” via Entrada Digital, sendo selecionado
automaticamente o Modo de Operação Automático;
• Pressionando a tecla manual no frontal do controlador;
• Na atuação do “telecomando Modo Auto”;
• Na atuação do “telecomando Modo Manual”.

O comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” somente pode ser acionado em Modo de
Operação Remoto ou Automático.
Os telecomandos só influenciam na lógica do controlador se a entrada de "Telecomando Modo
Remoto" estiver ativa, exceto a entrada de quitação de falha.

Lógica de LOGIN
Para que seja efetuado o LOGIN em Modo de Operação Remoto é necessário enviar para o
controlador as informações de senha e ID. No momento que a senha e o ID forem validados, o
controlador fornecerá uma contra-senha que será utilizada para o cálculo para a obtenção da senha.
Para que as senhas possam ser calculadas pelo operador, são fornecidos os seguintes dados:
• Tabela de Leitura MODBUS – Medição: Tempo de Funcionamento do GMG, Número de
Partidas do GMG e Hora Próxima Manutenção do GMG;
• Tabela de Leitura MODBUS – Controle: Contra Senha para Acesso a Escrita e Versão do
Controlador.
Na entrada desta senha pelo usuário, é realizado o LOGIN remoto e diferentemente do LOGIN em
outros modos de operação, o mesmo nunca espira por tempo de inatividade. Sempre que for efetuado
um LOGIN remoto, o mesmo é fechado quando o controlador for passado para um modo de operação
diferente de remoto.
Em caso de erro de ID e/ou senha de operador, o controlador retorna bits da Tabela de Leitura
MODBUS - Controle, “ID de Usuário Inválido” e/ou “Senha Inválida”.
Quando o controlador estiver em Modo de Operação Remoto, não é permitido efetuar o LOGIN
local.
Quando o LOGIN for aberto localmente e o usuário estiver no SETUP e for passado para Modo de
Operação Remoto, o controlador força a navegação para fora do SETUP mostrando a tela básica com
a linha AUTO-SCROLL. Se algum parâmetro estiver em edição, o mesmo será cancelado.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR


A chave do GMG pode executar as operações de fechamento e abertura.

82
5. Lógica de Funcionamento

Fechamento
O fechamento em Modo Remoto ocorre quando é recebido pelo controlador um comando
“Acionamento de CGR” via canal serial, ou pela entrada Digital de "Telecomando Abre/Fecha
CGR”, e se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Remoto ativo;
2. GMG em funcionamento;
3. Sem comando de fechamento da CRD;
4. Chave CRD aberta sinalizada pelo LED “CRD” desligado;
5. Sem alarme de “CGR Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CRD Não Abriu”
7. Ou Comando de fechamento de CGR acionado pelo comando “Acionamento de CGR” via canal
serial.
8. Ou comando de fechamento de CGR acionado pela entrada Digital de “telecomando Abre/Fecha
CGR”.

Após condições acima atendidas é ligada a saída “Comando de Fechamento CGR” que através dessa
saída é comandado o fechamento da mesma.

Código do Alarme 26
Abertura
Se o Comando Remoto ativo via comunicação serial, a abertura em Modo Remoto ocorre se as
condições a seguir forem atendidas, sem exceção:
• ou Falha ativa de classe nível 2, 3 e/ou 4;
• ou GMG em Funcionamento e acionado o comando parada do GMG através do comando
“Partida GMG” via canal serial quando Modo de Operação Remoto ativo;
• e Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
• ou Comando de abertura de CGR acionado pelo comando “Acionamento CGR” via canal serial;
• ou Comando de parada do GMG.

Se o Comando Remoto ativo via Telecomando, a abertura em Modo Remoto ocorre se as condições a
seguir forem atendidas, sem exceção:
• ou Falha ativa de classe nível 2, 3 e/ou 4;
• e Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
• ou Comando de abertura de CGR acionado pelo "Telecomando Abre/Fecha CGR” via Entrada
Digital;

Após as condições atendidas é desligada a saída com a função Comando de Fechamento CGR que
através dessa saída é comandada a abertura da mesma.
Quando a CGR abrir é sinalizado para o controlador o STATUS da chave e se esse STATUS não
confirmar a abertura durante o tempo de confirmação configurado no SETUP, será acionado o alarme
CGR Não Abriu.

Código do Alarme 25

O comando da CGR somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.


Lógica via Serial:
Quando em Modo de Operação Remoto o comando “Acionamento CGR” é com lógica flip-flop. O
comando de abertura é resetado pelo comando de fechamento e vice-versa, não importando o
STATUS de CGR.

83
5. Lógica de Funcionamento

Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando pois o controlador, após receber o comando, automaticamente irá resetar o bit de comando,
desta forma, permitindo um novo comando.

Lógica via Telecomando:


Quando em Modo de Operação Remoto o Telecomando da CGR é feito por nível. De acordo com a
configuração da entrada digital.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD


A chave da REDE pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Remoto ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Remoto Ativo;
2. REDE Normal;
3. Sem comando de fechamento da CGR;
4. Chave CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado;
5. Sem alarme de “CRD Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
7. ou Comando de fechamento de CRD acionado pelo comando “Acionamento CRD” via canal
serial ou entrada digital de telecomando “Abre/Fecha CRD”;
8. ou Comando de fechamento de CRD acionado pela entrada Digital de “telecomando Abre/Fecha
CRD”.

Após condições atendidas é desligada a saída “Comando de Abertura CRD” que através dessa saída é
comandado o fechamento da mesma.

Código do Alarme 65

Abertura
A abertura em Modo Remoto ocorre se as condições dos itens 1 e 2 dadas a seguir forem atendidas,
sem exceção:
1. Comando de Abertura. Ocorre se atendidas um ou mais das duas condições relacionadas abaixo:
• Comando de abertura de CRD acionado pelo comando “Acionamento CRD” via canal serial
ou entrada digital de Telecomando “Abre/Fecha CRD”;
• REDE anormal.
2. Sem alarme de “CRD Não Abriu”.
Após as condições atendidas é ligada a saída com a função Comando de Abertura CRD que através
dessa saída é comandada a abertura da mesma. Quando a CRD abrir é sinalizado para o controlador o
STATUS da chave e se esse STATUS não confirmar a abertura durante o tempo de confirmação
configurado no SETUP, será acionado o alarme CRD Não Abriu.

Código do Alarme 64

O comando da CRD somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.

84
5. Lógica de Funcionamento

Lógica via Serial:


Quando em Modo de Operação Remoto o acionamento do comando “Acionamento CRD” é com
lógica flip-flop. O comando de abertura é resetado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS de CRD.
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando pois o controlador após receber o comando automaticamente irá resetar o bit de comando
permitindo um novo comando.
Lógica via Telecomando:
Quando em Modo de Operação Remoto o Telecomando da CRD é feito por nível. De acordo com a
configuração da entrada digital.

Ativação do GMG
A ativação do GMG pode executar as operações de partida e parada.
Partida
A partida em Modo Remoto ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” Desligado;
2. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
3. Comando de partida acionado pelo comando “Partida do GMG” via canal serial ou via entrada
digital “Telecomando Partida/Parada”;
4. GMG não em tempo de motor parando;
5. Com sinal na entrada com função Pressão do Óleo;
6. Sem sinal na entrada com a função Parada Remota.

Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida é descrito a


seguir.
Parada
A parada em Modo Remoto ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
• Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e confirmação da abertura de CGR;
• Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida, sem confirmação da abertura de CGR e ao término do
tempo de retorno do sinal de CGR;
• Comando de parada acionado pelo comando “Partida do GMG” via canal serial quando em
Modo de Operação Remoto ativo e sem alarme CGR não Abriu;
• Comando de parada acionado pelo "Telecomando Partida/Parada" quando em Modo de Operação
Remoto ativo e sem alarme CGR não Abriu;
• Com sinal na entrada com a função Parada Remota e já decorrido o tempo de retardo.

Após as condições atendidas é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada é descrito a


seguir.
O comando “Partida do GMG” somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.
Lógica via serial:
Quando em Modo de Operação Remoto o acionamento do comando “Partida do GMG” via canal
serial é com lógica flip-flop. O comando de partida é resetado pelo comando de parada, não
importando o STATUS do GMG.
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando pois o controlador após receber o comando automaticamente irá resetar o bit de comando
permitindo um novo comando.

85
5. Lógica de Funcionamento

Lógica via Telecomando:


Quando em Modo de Operação Remoto o Telecomando Partida/Parada é feito por nível. De acordo
com a configuração da entrada digital.

Comando de Reconhecimento e Quitação de Falhas


Lógica via Serial:
O comando de reconhecimento e quitação será acionado com o comando “Reconhecimento dos
Alarmes e Quitação Seletiva” via canal serial.
A quitação de falhas é executada assim que for escrito 1 (um) no bit de comando respectivo. Em
Modo de Operação Remoto haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha 1, 2 e
3,. Os alarmes com classe de falha 4 podem ou não ser quitados via canal serial dependendo se este
procedimento está ou não habilitado no SETUP (ver parâmetro Habilita Quitação Remota dos
Alarmes com Classe de Falha 4 no SETUP da Porta Serial RS232 ou RS485).
Nos demais Modos de Operação, haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha
1 e somente reconhecimento para os alarmes com classe de falha 2, 3 e 4.
A quitação ocorrerá apenas se o respectivo alarme não estiver mais ativo, se este estiver ativo, apenas
será dado o comando de reconhecimento
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando pois o controlador após receber o comando automaticamente irá resetar o bit de comando
permitindo um novo comando.

Lógica via Telecomando:


Quando em Modo de Operação Remoto o Telecomando Quitação de Falha é feito por nível. De
acordo com a configuração da entrada digital.
Em Modo de Operação Remoto haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha 1,
2 e 3. Os alarmes com classe de falha 4 não podem ser quitados via Telecomando.
Nos demais Modos de Operação, haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha
1 reconhecimento para os alarmes com classe de falha 2, 3 e 4.
A quitação ocorrerá apenas se o respectivo alarme não estiver mais ativo, se este estiver ativo, apenas
será dado o comando de reconhecimento
A quitação das falhas deve ser feito com um pulso na entrada digital configurada como
"Telecomando Quitação de Falha" se manter o sinal fixo na entrada não quitará novos alarmes.

Configuração dos Parâmetros do SETUP


O SETUP do controlador pode ser configurado pelo canal serial seguindo a mesma filosofia de ID e
senhas para acesso local ao SETUP. O SETUP da Tabela Modbus é dividido em dois grupos,
CLIENTE e STEMAC.
Para o grupo CLIENTE a senha para acesso é definida como senha de nível 5. Esta senha permite
somente acesso a leitura e a escrita na área deste grupo.
Para o grupo STEMAC as senhas para acesso são definidas como senhas de níveis menores que 5.
Estas senhas permitem acesso a leitura e a escrita nos dois grupos.
Para se obter um acesso ao SETUP via canal serial, o Modo de Operação Remoto deve estar ativo, e
alguma das seguintes condições devem ser satisfeitas:
• Informação de ID e senha válidos para acesso nível 5;
• Informação de ID e senha válidos para acessos de níveis menores que 5.

86
5. Lógica de Funcionamento

• Informação de senha de Desbloqueio do S30GT se acesso nível menor que 5 e SETUP bloqueado
( ver SETUP, Acesso ao SETUP ).

Em caso de erro de ID e/ou senha de operador, o controlador retorna bits da Tabela de Leitura
Modbus - Controle, “ID de Usuário Inválido” e/ou “Senha Inválida”.
Quando o LOGIN é aberto em REMOTO o mesmo deverá ser fechado quando sair de REMOTO.
Para que as senhas possam ser calculadas pelo operador, são fornecidos os seguintes dados:

Tabela de Leitura Modbus - Medição Tempo de Funcionamento do GMG, Número de Partidas


do GMG e Hora Próxima Manutenção do GMG;
Tabela de Leitura Modbus - Controle Contra Senha para Acesso a Escrita e Versão do
Controlador.

Comandos de Manutenção e Acesso aos Históricos


Quando em Modo de Operação Remoto as áreas de Histórico de Alarmes e Histórico de Eventos e
Histórico de Medições poderão ser apagadas respectivamente pelos seguintes comandos na Tabela de
Escrita ModBus - Comandos STEMAC:
• Apaga histórico de alarmes;
• Apaga histórico de eventos;
• Apaga histórico de medições.

Em qualquer Modo de Operação é possível acessar o Histórico de Alarmes, Histórico de Eventos e


Histórico de Medições via canal serial. O operador deve informar ao controlador o índice que
identifica a posição do alarme, evento ou medição em seu respectivo histórico através do comando
“Posição de Leitura Histórico de Alarmes”, “Posição de Leitura Histórico de Eventos” ou "Posição
de Leitura Histórico de Medições" na Tabela de Escrita Modbus Comandos CLIENTE. Para
Histórico de Alarmes e Histórico de Eventos o índice pode variar de 1 a 100 e para Histórico de
Medições de 1 a 256.
Indicada a posição no Histórico de Alarmes, Histórico de Eventos ou Histórico de Medições, o
controlador retorna dados descritos abaixo de alarmes, eventos ou medições na Tabela de Leitura
Modbus - Histórico de Alarmes, na Tabela de Leitura Modbus - Eventos ou na Tabela de Leitura
Modbus - Histórico de Medições.

Histórico de Alarmes “Código do Alarme”, “Alarme Tempo (low)” e “Alarme


Tempo (high)”.

Histórico de Eventos “Código do Evento”, “Evento Tempo (low)” e “Evento


Tempo (high)”.

Histórico de Medições “Configuração da Medição 1”, “Medição 1 Tempo


(low)”, “Medição 1 Tempo (high), “Configuração da
Medição 2”, “Medição 2 Tempo (low)”, “Medição 2
Tempo (high), “Configuração da Medição 3” e
“Medição 3 Tempo (low)”, “Medição 3 Tempo (high).

87
5. Lógica de Funcionamento

Modo de Operação Teste


Quando selecionado para o Modo de Operação Teste, o sistema executa o mando de partida do GMG
mas não comanda o fechamento da chave de Grupo. É importante salientar que se durante o Modo de
Operação Teste ocorrer uma falta de REDE e se esgotar o retardo para emergência, o controlador
passa automaticamente para o Modo de Operação Automático, permanecendo nesse modo até uma
nova configuração.

Seleção do Modo de Operação Teste


O controlador é passado para o Modo de Operação Teste se todas as seguintes condições forem
válidas:
• GMG parado;
• Na chamada do modo de operação Teste pelo SETUP do controlador;
• Na atuação da tecla “TESTE”.

O controlador é retirado do Modo de Operação Teste caso ocorra uma das seguintes condições:
• Na atuação da tecla “AUTO”;
• Na atuação da tecla “MANUAL”;
• Na atuação da tecla “SEMI”;
• Na atuação do telecomando “Modo Auto”;
• Na atuação do telecomando “Modo Manual”;
• Na troca do modo de operação Teste pelo SETUP do controlador;
• Confirmação do Retardo de Emergência da REDE, o controlador passa automaticamente para
Modo de Operação Automático;
• Confirmação do Retardo de REDE Normal, o controlador passa automaticamente para o Modo
de Operação Automático.

Ativação do GMG
Partida
A partida ocorre se todas as seguintes condições forem atendidas:
• Modo de Operação Teste ativo;
• GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” Desligado;
• Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
• GMG não em tempo de motor parando;
• Com sinal na entrada com função Pressão do Óleo;
• REDE Normal.

Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida é executado


conforme configurado no SETUP de motor
Parada
A parada ocorre se a seguinte condição for atendida:
• Quando em Modo de Operação Teste, falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida.

Após esta condição atendida é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada será
executado conforme configurado no SETUP de motor.

Modo de Operação SEMI


Quando selecionado para o Modo de Operação Semi, o sistema executará comando de partida do
GMG e conexão da CGR na BARRA de carga.

88
5. Lógica de Funcionamento

Seleção do Modo de Operação Semi


O Controlador é passado para o Modo de Operação Semi-automático nas seguintes operações:

• Na atuação da tecla “SEMI”;


• Na troca do Modo de Operação Semi pelo SETUP do controlador (ver parâmetros da USCA,
Seleção do Modo de Operação).

O Controlador é retirado do Modo de Operação Semi nas seguintes operações:

• Na atuação da tecla “AUTO”;


• Na atuação da tecla “MANUAL”;
• Na atuação do telecomando “Modo Auto”.
• Na atuação do telecomando “Modo Manual”.
• Na troca do Modo de Operação Semi pelo SETUP do controlador (ver parâmetros da USCA,
Seleção do Modo de Operação);
• É passado para Modo de Operação Automático na ocorrência do status GMG Indisponível.

Comando de Fechamento e Abertura da Chave de Grupo – CGR


A chave do GMG pode executar as operações de fechamento e abertura.
FECHAMENTO
O fechamento interrupto ocorre se as seguintes condições forem atendidas:

• Modo de Operação Semi ativo;


• GMG funcionando;
• Sem alarme de “CGR Não Fechou”;
• Parâmetro de SETUP Desabilita Comando da Chave de GMG desabilitado;
• Sem alarme de “CRD Não Abriu”.

Após condições acima atendidas é ligado o Comando de Fechamento da CGR. (ver fechamento com
sincronismo em Lógicas de Funcionamento, Lógicas Diversas):
Quando a CGR fechar é sinalizado para o controlador o STATUS da chave (Ver em SETUP,
Configuração da Chave).

ABERTURA
A abertura ocorre se a seguinte condição for atendida:

• Comando da função “Parada Remota”.


• Falha ativa de classe nível 2, 3 ou 4.

Após as condições atendidas é ligado o Comando de Abertura CGR.


Quando a CGR abrir é sinalizado para o controlador o STATUS da chave (ver em SETUP,
Configuração da Chave).

Comando de Fechamento e Abertura da Chave de REDE – CRD


A chave da REDE pode executar somente a operação de abertura.
ABERTURA
A abertura ocorre se a seguinte condição for atendida (ver abertura com sincronismo em Lógicas de
Funcionamento, Lógicas Diversas):

• GMG em funcionamento.
89
5. Lógica de Funcionamento

Após a condição atendida é ligado o Comando de Abertura CRD.


Quando a CRD abrir é sinalizado para o controlador o STATUS da chave (ver em SETUP,
Configuração das Chaves).

Ativação do GMG
PARTIDA
A partida ocorre se as seguintes condições forem atendidas:

• Modo de Operação Semi ativo;


• GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” Desligado;
• Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
• GMG não em tempo de motor parando;
• Com sinal na entrada com função Pressão do Óleo;
• REDE Normal.

Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida será


executado conforme configurado no SETUP de motor.

PARADA
A parada ocorre se a seguinte condição for atendida:

• Quando em Modo de Operação Semi, falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;

Após esta condição atendida é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada será
executado conforme configurado no SETUP de motor.

Procedimento de Partida do GMG


Após ser dado o comando de partida o controlador iniciará o procedimento de partida, que pode ser
interrompido a qualquer momento com um comando de parada do GMG.
A partida segue os procedimentos descritos a seguir.

Retardo na Partida do GMG


É possível configurar um tempo de retardo antes do inicio do procedimento de partida do GMG. Este
tempo é configurado no parâmetro Retardo de Partida do Grupo, expresso em segundos. Pode ser
configurado com um tempo entre 0 até 999 segundos.
Este retardo é aplicado nos sistemas onde exista a necessidade de acionamentos externos antes do
inicio do procedimento de partida. Para o possível acionamento externo, é configurado nas saídas
programáveis o parâmetro respectivo, conforme informado na tabela de parâmetros das saídas
programáveis.
Em qualquer modo de operação, quando há o comando de parada do GMG durante o retardo para
partida, este retardo e o comando de partida são cancelados.
Quando iniciada a contagem do tempo de Retardo na Partida do GMG e o status de Rede
Estabilizando acionar, a contagem do retardo na partida é congelada. Se enquanto a rede estiver
estabilizando, e voltar a ocorrer uma falha, é dada continuidade à contagem do retardo na partida. Se
confirmado o evento de Rede Normal, é cancelada a contagem do retardo na partida e o processo de
partida.

90
5. Lógica de Funcionamento

Solenóide de Combustível
Nesta etapa o controlador aciona o solenóide de combustível do GMG conforme o tipo do solenóide
configurado nos parâmetros do GMG.
Se for configurado como Funcionamento o tipo do solenóide no parâmetro Lógica do Solenóide, o
controlador aciona a saída do solenóide de combustível.
Se for configurado como Parada o tipo do solenóide o controlador mantém desacionada a saída do
solenóide de combustível.

Acionamento do Motor de Partida


Após acionar o solenóide de combustível o controlador irá acionar a saída digital correspondente ao
motor de partida do GMG.
O motor de partida ficará acionado por um tempo máximo definido no parâmetro Tempo de Atuação
do Motor de Partida. Ao término deste tempo o motor de partida é desenergizado. Durante este
tempo o motor de partida pode ser desenergizado se ocorrerem alguma das seguintes condições:
• A freqüência medida do GMG atingir o nível configurado no parâmetro Corte do Motor de
Partida por Freqüência. É comandado o corte do motor de partida e considerado que o motor
entrou em funcionamento, entrando assim para a etapa de Retardo para Supervisão do GM;
• A pressão do óleo medido no pressostato da entrada digital do controlador indicar normal por um
período maior que o retardo definido no parâmetro Retardo Corte do Motor de Partida por
Pressão. É comandado o corte do motor de partida e considerado que o motor entrou em
funcionamento, entrando assim para a etapa de Retardo para Supervisão do GMG;
• Comando de parada do GMG ativo. São comandados o corte no motor de partida, o corte do
solenóide de combustível e o cancelamento do procedimento de partida.
Se o tempo de atuação do motor de partida acabar e nenhuma das condições forem atendidas é
comandado o corte no motor de partida e o controlador entra para a etapa de Intervalo entre Partidas.

Intervalo entre Partidas


Se o controlador entrar nesta etapa, significa que a tentativa de partida do GMG não teve sucesso.
Durante este tempo, o controlador não permite nova partida do GMG.
Em modo de operação manual, remoto ou teste o controlador irá disparar o alarme de Falha na
Partida do GMG quando entrar nesta etapa. Após a conclusão do tempo de intervalo entre partidas, o
procedimento de partida é finalizado sem sucesso.
Em modo de operação Automático, o controlador verifica se pode realizar um novo procedimento de
partida. Para isso verifica se o número de tentativas de partidas já realizada neste ciclo é menor que o
parâmetro Número de Tentativas de Partida do Grupo. Se for o grupo, fará uma nova tentativa de
partida, passando para a etapa de Solenóide de Combustível após o término do tempo de intervalo
entre partidas. Se não for permitida uma nova tentativa de partida, o controlador irá disparar o alarme
de Falha na Partida do GMG e após a conclusão do tempo de intervalo entre partidas o
procedimento de partida é finalizado sem sucesso.
Se o solenóide de combustível for do tipo funcionamento, este é desligado na entrada desta etapa. Se
for do tipo parada este será acionado e permanecerá durante o tempo de intervalo entre partidas.
O tempo de intervalo entre partidas é configurado no parâmetro Tempo Intervalo entre Partidas do
Grupo, expresso em segundos, podendo variar de 2 a 30 s.
Se houver um comando de parada do GMG durante esta etapa, o solenóide de combustível é
acertado e o procedimento de partida cancelado, sendo que o alarme de falha na partida só não será
gerado se o controlador estiver em modo Automático e tinha permissão para nova tentativa de
partida.

91
5. Lógica de Funcionamento

Retardo para Supervisão do GMG


Ao entrar nesta etapa é iniciado o Retardo para Supervisão do GMG. Este só pode ser cancelado pelo
comando de parada do GMG.
Durante este período o controlador inicia a supervisão das proteções de Subtensão e Subfreqüência
do grupo. Ver Capítulo 8 - Funções de Proteção para mais detalhes sobre a supervisão destas
proteções.
Ao término deste retardo o controlador verifica a tensão e a freqüência do grupo e, se ambas
estiverem acima do limite 2 da proteção de Subtensão e Subfreqüência, o controlador gera o evento
GMG Funcionando.
A entrada deste evento o fechamento marca a finalização do procedimento de partida do GMG e
permite o fechamento da CGR e a passagem da carga para este.
O tempo do retardo é configurado através do parâmetro Retardo para Supervisão do Grupo, expresso
em segundos. Pode assumir valores entre 0 e 99 segundos.

Procedimento de Parada do GMG


O comando de parada do GMG faz com que o controlador desenergize a saída do solenóide de
combustível se esta for configurada como Funcionamento ou energize esta, caso for do tipo Parada.
Este procedimento fará com que o motor seja desligado.
Após comandar o solenóide, o controlador inicia a contagem do tempo de motor parando,
configurável no parâmetro Tempo do Motor Parando. Ao término deste tempo, o controlador irá
verificar se o motor realmente parou, ou seja, se a freqüência medida neste é igual a zero e a pressão
do motor indicada na entrada digital indique pressão baixa, alarmando se uma ou ambas condições
não forem atendidas.
Se o solenóide de combustível estiver configurado como Parada, este é desenergizado após o
término do Tempo de Motor Parando e sem falha na parada. Ocorrendo a falha na parada o solenóide
permanecerá energizado até que ocorra a parada.
Durante este tempo o controlador não aceita nenhum comando de partida, garantindo que não haja
nova partida com o motor ainda em rotação.

Resfriamento do GMG
A etapa de Resfriamento ocorre somente no modo de operação Automático. Neste modo o motor
ficará operando sem carga durante um período definido no SETUP do controlador, sendo desligado
após.
A contagem é inicializada quando todas as condições abaixo forem verdadeiras, sendo reinicializada
se alguma destas não for verdadeira:
1. Comando de Parada do Motor: Ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas.
• Sem Comando Externo de Partida do GMG e sem Comando de Emergência – Falha de
Rede;
• Falha Nível 2 ativa ou reconhecida.
2. Sem falha nível 3 e/ou 4;
3. CGR fechada por mais de 10 segundos;
4. GMG ligado;
5. CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado.
Ao término do tempo de resfriamento é dado o comando de parada do grupo. Se a condição 3 não
for verdadeira o controlador dá o imediato comando de parada, suspendendo o Resfriamento.

92
5. Lógica de Funcionamento

Alarme de Falha na Parada ou Partida do GMG


O Alarme de Falha na Partida do GMG ocorre, com exceção ao modo Automático, quando há um
comando de partida do GMG e este não entra em funcionamento.
Em modo Automático quando o GMG não entra em funcionamento após o procedimento de partida,
é realizado um novo procedimento de partida. O número de partidas permitidas no mesmo ciclo é
configurável. Se após todas as tentativas de partidas permitidas o GMG não entrou em
funcionamento o alarme de Falha na Partida do GMG atua.
Os sintomas que definem que o motor entrou em funcionamento estão listados abaixo:
• Freqüência do GMG maior o que parâmetro Corte do Motor de Partida por Freqüência;
• Pressão Normal do óleo do motor.
Se o motor de partida do GMG é desenergizado pelo término do tempo de atuação deste e nenhuma
das condições acima for atendida significa que o motor não entrou em funcionamento.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e seu código 23.
O Alarme de Falha na Parada do GMG ocorre se, em um comando de parada do GMG, o Tempo de
Motor Parando já decorreu e alguma das condições abaixo não for atendida:
• Freqüência do GMG igual a zero;
• Pressão Baixa do óleo do motor.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e seu código 24.

Alarmes das Chaves de Transferência


Cada chave de transferência possui quatro diferentes alarmes que são supervisionados pelo
controlador.
Os alarmes CRD Abriu Indevidamente e CGR Abriu Indevidamente são sempre supervisionados e
atuam se o status da chave indicar chave aberta sem que seja dado o comando de abertura desta.
Os alarmes CRD Fechou Indevidamente e CGR Fechou Indevidamente são sempre supervisionados e
atuam se o status da chave indicar chave fechada sem que seja dado o comando de fechamento desta.
Para os alarmes CRD Não Abriu, CGR Não Abriu, CRD Não Fechou e CGR Não Fechou são
supervisionados somente se o parâmetro Habilita Falha nas Chaves estiver configurado como LIGA.
Se há o comando de abertura da chave (CRD ou CGR) e o status da chave relacionada indica chave
fechada é disparado um retardo. Ao término deste retardo o alarme CRD Não Abriu ou CGR Não
Abriu atua. Se o status da chave indicar chave aberta antes do término deste retardo, este é
reinicializado e o alarme não atua.
Se há o comando de fechamento da chave (CRD ou CGR) e o status da chave relacionada indica
chave aberta é disparado um retardo. Ao término deste retardo o alarme CRD Não Fechou ou CGR
Não Fechou atua. Se o status da chave indicar chave fechada antes do término deste retardo, este é
reinicializado e o alarme não atua.
Em modo Automático é realizada a lógica de retentativas das chaves antes de ocorrerem os alarmes
CRD Não Abriu, CGR Não Abriu, CRD Não Fechou e CGR Não Fechou.
O número de retentativas de fechamento é configurado no SETUP do controlador.
Se ao fim do tempo de retorno da chave em um comando de fechamento esta permaneça aberta, o
controlador retoma o comando de abertura, aguarda três segundos e dá um novo comando de
fechamento desta. Isto é feito até que a chave feche ou que se esgotam as retentativas das chaves. A
retentativa para a abertura é feita de forma análoga à retentativa de fechamento.

93
5. Lógica de Funcionamento

O retardo é configurável para os alarmes Não Abriu e Não Fechou CRD/CGR é dado através do
parâmetro Tempo de Retorno do Sinal da Chave expresso em segundos. Pode ser configurado com
um valor de 0 até 9,99 segundos.
Para os alarmes Fechou Indevidamente CRD/CGR é dado o comando de abertura da chave oposta
para garantir que ambas não fiquem fechadas no mesmo período.
A tabela abaixo indica a especificação de cada alarme.
Alarme Atuação Classe de Falha Código
CRD Não Abriu TRIP F2 64
CGR Não Abriu ALARME F1 25
CRD Não Fechou ALARME F1 65
CGR Não Fechou TRIP F2 26
CRD Abriu Indevidamente ALARME F1 66
CGR Abriu Indevidamente ALARME F1 27
CRD Fechou Indevidamente ALARME F1 67
CGR Fechou Indevidamente ALARME F1 28

Tabela 5–1: Alarmes das Chaves

94
6. Lógica de Funcionamento

6. Lógicas Diversas

Sincronismo
O sincronismo é habilitado e configurado no SETUP através de seus parâmetros.

Sincronismo REDE -> GMG


Haverá sincronismo quando as seguintes condições forem satisfeitas:

• O parâmetro Habilita Sincronismo ativado;


• Chave CRD fechada sinalizado pelo LED "CRD" ligado;
• GMG Funcionando;
• Comando de fechamento da CGR.

Quando ativado sincronismo executará as seguintes operações;

• Habilitará a chamada de função de sincronismo;


• Ativa PIDs de controle de tensão e velocidade;
• Se as condições dos parâmetro da função de sincronismo forem satisfeitas ativará um sinal de
“Sincronismo OK” habilitando o fechamento da chave de grupo - CGR.

Se após o tempo programado no SETUP para sincronismo não for habilitado o fechamento da chave
será ativado o alarme de “Falha de Sincronismo” e cancelado o sincronismo até que o alarme seja
quitado.
Segue processo completo de transferência com sincronismo REDE-GMG nos modos de operação
automático e semi:

• Comando de Partida do GMG;


• Confirmação de GMG funcionando;
• Comanda o fechamento da chave do GMG – CGR;
• Sincronismo OK;
• Confirmação de chave do GMG – CGR fechada;
• Comanda a abertura da chave de REDE - CRD;
• Confirmação de chave de REDE – CRD aberta.

Sincronismo GMG -> REDE


Haverá sincronismo quando as seguintes condições forem satisfeitas:

• O parâmetro Habilita Sincronismo ativado;


• Chave CGR fechada sinalizado pelo LED "CGR" ligado;

95
6. Lógica de Funcionamento

• REDE Normal;
• Comando de fechamento da CRD.

Quando ativado sincronismo executará as seguintes operações;

• Habilitará a chamada de função de sincronismo;


• Ativação dos PIDs de controle de tensão e velocidade;
• Se as condições dos parâmetro da função de sincronismo forem satisfeitas ativará um sinal de
“Sincronismo OK” habilitando o fechamento da chave de REDE - CRD;

Se após o tempo programado no SETUP para sincronismo não for habilitado o fechamento da chave
será ativado o alarme de “Falha de Sincronismo” e cancelado o sincronismo até que o alarme seja
quitado.
Segue processo completo de transferência com sincronismo GMG-REDE no Modo de Operação
Automático:

• Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;


• Sincronismo OK;
• Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
• Comanda a abertura da chave do GMG - CGR;
• Confirmação da chave do GMG – CGR aberta;
• Comando de Parada do GMG;
• GMG resfriando;
• GMG parado.

Transferência em Rampa – STR


O STR é habilitado e configurado no SETUP através dos parâmetros de transferência em rampa. Para
que haja STR, obrigatoriamente é necessário que tenha havido um processo de sincronismo que
colocou as duas fontes em paralelo.

Transferência REDE -> GMG


Haverá transferência em rampa quando as seguintes condições forem satisfeitas:

• O parâmetro Habilita Transferência em Rampa habilitado;


• Chave CGR fechada sinalizado pelo LED "CGR" ligado;
• Chave CRD fechada sinalizado pelo LED "CRD" ligado;
• Comando de fechamento de CGR indicando rampa ascendente;
• Potência ativa da REDE maior que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa do
GMG para Abertura de CRD.
Quando ativada a transferência em rampa, o controlador executará as seguintes operações:

96
6. Lógica de Funcionamento

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;


• Transferência em Rampa REDE - GMG;
• Se potência ativa da REDE menor que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa
do GMG para Abertura de CRD comanda a abertura da chave de REDE – CRD;
• Chave CRD aberta sinalizado pelo LED "CRD" desligado.

Se ocorrer falha na abertura da CRD no final da rampa, o controlador executará as seguintes


operações:
• Alarme “CRD Não Abriu”;
• O GMG devolverá a carga em rampa para REDE e abrirá a CGR.

Transferência GMG -> REDE


Haverá transferência em rampa quando as seguintes condições forem satisfeitas:

• O parâmetro Habilita Transferência em Rampa habilitado;


• Chave CGR fechada sinalizado pelo LED "CGR" ligado;
• Chave CRD fechada sinalizado pelo LED "CRD" ligado;
• Comando de fechamento de CRD indicando rampa descendente;
• Potência ativa do GMG maior que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa do
GMG para Abertura de CGR.

Quando ativada a transferência em rampa, o controlador executará as seguintes operações:

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;


• Transferência em Rampa GMG – REDE;
• Se potência ativa do GMG menor que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa
do GMG para Abertura de CGR comanda a abertura da chave de GMG – CGR;
• Chave CGR aberta sinalizado pelo LED "CGR" desligado.

Se ocorrer falha na abertura da CGR no final da rampa, o controlador executará as seguintes


operações:

• Alarme “CGR Não Abriu”;


• O GMG assumirá a carga em rampa da REDE e abrirá a CRD.

Análise das Rampas de Carga na Transferência com Variação da Carga


A REDE, por ser considerada uma barra com impedância muito menor que a dos GMGs, absorve a
variação de carga durante a rampa.

97
6. Lógica de Funcionamento

Analisando os gráficos podemos verificar que conforme for a variação de carga DkW, de mesma
proporção será a variação do tempo final da rampa Dt = tf' - tf, desta forma, aumentando ou
reduzindo o tempo total da rampa.

Rampa ideal para transferência de carga com acréscimo de carga durante a rampa

Rampa ideal para transferência de carga com decréscimo de carga durante a rampa

98
6. Lógica de Funcionamento

Análise das Rampas de Carga na Retransferência com Variação da Carga


A REDE, por ser considerada uma barra com impedância muito menor que a dos GMGs, absorve a
variação de carga durante a rampa.
Analisando os gráficos podemos verificar que independentemente da variação de carga DkW, não há
variação do tempo final de rampa.

Rampa ideal para retransferência de carga com decréscimo de carga durante a rampa

Rampa ideal para retransferência de carga com decréscimo de carga durante a rampa

Paralelo Permanente com a REDE


O PPR é habilitado e configurado no SETUP através dos parâmetros sistema em PPR. Para que haja
PPR, obrigatoriamente é necessário que tenha havido um processo de sincronismo que colocou as
duas fontes em paralelo.

99
6. Lógica de Funcionamento

PPR REDE -> GMG

Ativação
Será ativado o PPR se as seguintes condições forem satisfeitas;

• O parâmetro Habilita PPR habilitado;


• Chave CGR fechada sinalizado pelo LED "CGR" ligado;
• Chave CRD fechada sinalizado pelo LED "CRD" ligado;
• Comando de fechamento de CGR indicando rampa ascendente.

Quando ativado o PPR executará as seguintes operações;

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;


• Transferência em Rampa REDE – GMG conforme os parâmetros ajustados no SETUP de
PPR;
• Divisão da carga entre GMG e REDE conforme parâmetros ajustados no SETUP de PPR.

Desativação
Será desativado o PPR quando a seguinte condição for satisfeita:

• Comando de abertura da chave de GMG - CGR.

Quando desativado o PPR executará as seguintes operações;

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;


• Transferência em Rampa GMG - REDE;
• Se potência ativa do GMG menor que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa
do GMG para Abertura de CGR comanda a abertura da chave de GMG – CGR;
• Chave CGR aberta sinalizado pelo LED "CGR" desligado.

PPR GMG -> REDE

Ativação
Será ativado o PPR se as seguintes condições forem satisfeitas;

• O parâmetro Habilita PPR habilitado;


• Chave CGR fechada sinalizado pelo LED "CGR" ligado;
• Chave CRD fechada sinalizado pelo LED "CRD" ligado;
• Comando de fechamento de CRD indicando rampa descendente.

Quando ativado o PPR executará as seguintes operações;

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;

100
6. Lógica de Funcionamento

• Transferência em Rampa GMG - REDE conforme os parâmetros ajustados no SETUP de


PPR;
• Divisão de carga conforme parâmetros ajustados no SETUP de PPR.

Desativação
Será desativado o PPR quando a seguinte condição for satisfeita:

• Comando de abertura da chave de REDE - CRD.

Quando desativado o PPR executará as seguintes operações;

• Ativação dos PIDs de controle de potência ativa e de fator de potência;


• Transferência em Rampa REDE - GMG;
• Se potência ativa da REDE menor que o valor configurado em Percentual de Potência Ativa
do GMG para Abertura de CRD comanda a abertura da chave de REDE – CRD;
• Chave CRD aberta sinalizado pelo LED "CRD" desligado.

Análise das Curvas de Carga em PPR


O gráfico abaixo exemplifica uma situação ideal de variação de carga em PPR. A situação real
diferencia da ideal devido às questões dinâmicas envolvidas no sistema como oscilações e tempos de
resposta do motor.
No início temos o GMG assumindo a carga total do sistema, que, conforme o exemplo, é igual a
potência máxima do GMG, em seguida temos o instante t1 no qual é iniciada a rampa para PPR, esta,
que tem confirmação em t2.
No instante t3 ocorre uma variação súbita de potência ativa total DkW, esta variação é absorvida
instantaneamente pela REDE e na seqüência ocorre a atuação dos PIDs de controle para devolução
desta parcela para o GMG pois, conforme configuração em SETUP, a REDE deve assumir somente a
potência configurada kW REDE PPR. No entanto, como a atuação do GMG está limitada em
kWNom, este assume até o limite e deixam para a REDE o excesso de carga.
Em t4 é dado o comando de abertura da CRD, o GMG incapacitado de assumir a parcela da REDE
permanece assumindo a mesma potência. É iniciada a contagem do tempo máximo do GMG em
paralelo com a REDE, este tempo que expira no instante t5. Neste momento, é acionado o alarme
GMG Não Assumiu ocasionando trip imediato na CRD. A partir daí, o GMG assume toda a carga
ficando a abertura da CGR e parada do GMG a cargo das proteções de sobrecarga.

101
6. Lógica de Funcionamento

Divisão de Carga entre GMG e REDE

Lógica de STAND-BY
A lógica de STAND-BY é utilizada em casos em que o abastecimento de energia elétrica seja
indispensável e que necessite de um GMG sobressalente pronto para substituição imediata. Nestes
sistemas deve ser adotada uma lógica de equalização de horas de funcionamento para evitar um maior
desgaste de um GMG em relação ao outro. Para que isto seja possível, deve ser verificada uma
alternabilidade entre máquinas conforme o parâmetro Tempo de Funcionamento do GMG Prioritário.
Nestes sistemas, são utilizados dois GMGs, um com o estado de “GMG Prioritário” e o outro com o
estado de “GMG em STAND-BY”.

Definição Básica
A lógica de GMG STAND-BY ou de GMG HOT STAND-BY é basicamente definida pela utilização
de dois controladores no qual é estabelecida uma comunicação entre eles por dois fios através de
entradas e saídas digitais configuradas com as funções adequadas.
A saída digital de um controlador configurada com a função Cmd STAND-BY é ligada a entrada
digital do outro controlador configurada para GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY) e
vice-versa.
De acordo com as lógicas definidas a seguir poderemos verificar a definição dos status dos
controladores considerando que os status de GMG Prioritário e de GMG STAND-BY (ou GMG HOT
STAND-BY) são mutuamente exclusivos.

102
6. Lógica de Funcionamento

 Status de GMG prioritário.


 Este retardo é fixo em 1s e serve para temporizar o intervalo de tempo entre o desligamento
da saída digital e o retorno na entrada configurada com o código 199 ou 200, sendo ativada a
contagem do tempo sempre que desligada a saída digital, e cancelada quando receber sinal na
entrada digital, sendo resetado quando a entrada digital configurada com um destes códigos
retornar para zero. Se estourar este tempo, a entrada é resetada o controlador mantém o seu
status de prioritário.
 Sempre que uma saída for configurada com o código 396, esta controlará a lógica de
STAND-BY ou HOT STAND-BY.
 Sempre que uma entrada for configurada com o código 199 ou 200, esta definirá se o
controlador é PRIORITÁRIO, STAND-BY ou HOT STAND-BY.
 Este comando é amarrado ao código 396, pois este código pode ser influenciado pelo setup,
tempo de funcionamento GMG Prioritário e Alarme classe de falha 2, 3 ou 4.
 Alarme nível 2, 3 ou 4. Estas classes de falha atuam diretamente na lógica STAND-BY.

A Resete manual via IHM do controlador.

B Retardo para retorno na entrada digital.

103
6. Lógica de Funcionamento

Lógica GMG Prioritário


O controlador tentará a passagem para GMG Prioritário e a saída configurada para Comando
STAND-BY será acionada quando a seguinte lógica for atendida:
Somente o GMG Prioritário aceita seleção via setup, ou seja, via setup só poderá passar o GMG para
STAND-BY. Nunca de STAND-BY para Prioritário.

• Nenhuma falha no GMG nível 2,3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;


• Lógica STAND-BY habilitado em SETUP;
• Sem sinal na entrada configurada para GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY);
• Na inicialização do controlador se não houver sinal na entrada de GMG STAND-BY (ou
GMG HOT STAND-BY).

O controle do sistema sempre será comandado pelo GMG Prioritário, até mesmo a troca de
prioridade, passando a prioridade e o controle do sistema para o outro controlador.
Se for comandado via lógica para GMG Prioritário, o controlador que passou a prioridade inicia a
contagem de um tempo de 1s para a receber o Cmd STAND-BY na sua entrada de GMG STAND-BY
(ou GMG HOT STAND-BY). Se durante este tempo não receber o sinal, deve ser cancelado o
comando e o controlador permanece com a prioridade.
Quando o controlador estiver com o status de GMG Prioritário, este mantém a sua funcionalidade
normal, executando comandos e verificando proteções.
Em caso de os dois controladores ficarem com o status GMG Indisponível ativo, os controladores
deverão manter seus estados de prioritário e STAND-BY para evitar que ambos assumam ou não
assumam o controle do sistema

Lógica GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY)


O controlador acionará o evento de GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY) quando as
seguintes condições forem atendidas:

• CGR Aberta;
• Lógica STAND-BY habilitado em SETUP;
• Ativa a entrada configurada para a função GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY);
• Quando ativo o status GMG Indisponível é ativado um retardo de 1s para confirmar a
ativação do evento, caso este não esteja ativo. Isso para evitar que durante a tentativa de
passagem de prioridade ambos os controladores assumam o controle do sistema.

O controlador desligará a saída de Cmd STAND-BY quando as seguintes condições forem atendidas:

• CGR Aberta;
• Comando para não GMG Prioritário através do SETUP;
• Ativação do sinal GMG Prioritário via serial quando estiver ativo o status GMG Prioritário
através do registro Comando para GMG Prioritário na tabela de comandos cliente;
• Com sinal na entrada configurada para GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY).
• A diferença entre a medição de tempo de funcionamento e o tempo de funcionamento
capturado no momento do cálculo (verificar condições para cálculo descritas abaixo) for

104
6. Lógica de Funcionamento

maior ou igual ao parâmetro Tempo de Funcionamento do GMG Prioritário quando na borda


de subida do evento GMG Parando.

Se o controlador que estiver nesta condição for comandado via operador ou lógica para não GMG
Prioritário, e este não puder ser passado para este estado por estar com a CGR fechada, deve ser
cancelado o comando e o parâmetro de SETUP deve voltar para a condição anterior.
Se for comandado via operador ou lógica para não GMG Prioritário e estiver com a CGR aberta, deve
ser iniciada a contagem de um tempo de 1s para a chegada do Cmd STAND-BY na sua entrada de
GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY). Se durante este tempo não chegar o sinal, deve ser
cancelado o comando e o parâmetro de SETUP deve voltar para a condição anterior.
Quando o controlador estiver na condição de GMG STAND-BY (ou GMG HOT STAND-BY), este
não deve executar comandos de REDE bastando a ele somente a verificação do status da chave, cópia
interna dos comandos e verificação das proteções.
Nos modos de operação diferente de automático deve ser permitida a partida e parada do GMG
porém deve desabilitar a chave CGR, desta forma, não permitindo comandos.
A lógica de GMG HOT STAND-BY é muito parecida com a de GMG STAND-BY e respeita as
condições descritas anteriormente mas agrega algumas outras funcionalidades.
Quando o controlador que estiver na condição de HOT STAND-BY estiver em Modo de Operação
Automático e for verificada uma situação de partida, este deverá comandar a partida do GMG porém
não assumirá a carga. A lógica de GMG HOT STAND-BY é considerada uma lógica mais segura que
a de GMG STAND-BY pois no caso de uma alteração para GMG Prioritário durante a partida ou
enquanto o GMG estiver funcionando, ele já estaria pronto para assumir a carga o mais rápido
possível.
Enquanto houver o status de GMG Prioritário e assim que sinalizar GMG funcionando será iniciada a
contagem do tempo de supervisão HOT STAND-BY. Assim que esgotar o tempo será comandada a
parada do GMG.

105
6. Lógica de Funcionamento

106
7. Métodos de Medição

7. Métodos de Medição
As medições em corrente alternada (CA) feitas pelo controlador servem para monitorar as grandezas
elétricas do sistema. São medidos 9 canais de sinais CA, sendo três de tensão de fase do GMG, três
correntes de fase do GMG e três tensões de fase da Rede. A partir destes sinais básicos, são medidas
também a potência e energia do GMG.

Medições de Freqüência
A medição de freqüência é feita de forma diferente para a Rede e para o GMG, pelas características
dos sinais. A Rede possui pouca variação em relação à freqüência nominal. O GMG possui
freqüência variável, iniciando parado, passando pela aceleração até a freqüência nominal.
O sinais adquiridos são filtrados digitalmente com alto desempenho para eliminar harmônicas e
ruídos. Após esta etapa, obtém-se o sinal na freqüência fundamental a ser medida.
Para medição da freqüência, determina-se primeiramente o período da onda por técnicas de
identificação de passagens pela origem, interpolação e médias.
A medição da freqüência da Rede é atualizada aproximadamente a cada 100 ms.
Com a finalidade de ter uma resposta otimizada em relação à variação da freqüência do GMG, o
número de períodos considerados para a medida de período é variável. Com isto, o tempo de
atualização sofre pouca variação, mas a precisão é maior em freqüências próximas à nominal. A
precisão máxima é obtida acima de 45 Hz. Para freqüências abaixo de 20 Hz o tempo de atualização
pode ser de até 250 ms. Para freqüências maiores, o tempo será inferior a 100 ms.

Medições de Tensões e Correntes do GMG

Tensão de Fase
O cálculo das tensões é feito diretamente com os sinais fornecidos ao controlador. Não é aplicado
nenhum tipo de filtro para considerar o efeito das harmônicas amostradas. As medições são
atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Corrente de Fase
O cálculo das correntes é feito diretamente com os sinais fornecidos ao controlador. Não são
aplicados filtros para permitir a medição da influência de harmônicas. Assim como as tensões, as
medições de corrente são atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Medições de Tensões da Rede


A medição das tensões de fase é feita diretamente com os sinais fornecidos ao controlador. As
medições são atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Medições de Potência e Energia

Potência Ativa
A potência ativa em cada fase é medida através do produto instantâneo entre tensão e corrente. A
potência ativa total é a soma das potências das fases. A medida é atualizada aproximadamente a cada
100 ms.

107
7. Métodos de Medição

Potência Aparente
A potência aparente é calculada a partir das medições de tensão e corrente. A potência aparente do
gerador é soma das potências das fases. A medida é atualizada aproximadamente a cada 100 ms.

Potência Reativa
A potência reativa é calculada a partir do triângulo de potências, a partir das medidas de potência
ativa e potência aparente.

Fator de Potência
O fator de potência é calculado pela divisão da potência ativa pela potência aparente. Este cálculo
permite a consideração da influência das harmônicas, o que não ocorre quando é observado apenas
defasagem entre ondas.
A indicação de fator de potência indutivo ou capacitivo é determinada pela defasagem entre a tensão
e a corrente nas três fases.

A indicação de fator de potência indutivo ou capacitivo não possui significado teórico quando o fator
de potência menor que a unidade é causado pela presença de harmônicas no sistema. Esta indicação
considera apenas defasagem, desconsiderando as harmônicas.

Energia
A energia é obtida a partir do somatório temporal da potência ativa. É atualizada aproximadamente a
cada 100 ms. A energia é atualizada em memória retentiva aproximadamente a cada 15 minutos.

Apesar de algumas medições possuírem tempo de atualização na ordem de milisegundos, a taxa de


atualização do visor é de aproximadamente 1 s. As medidas atualizadas mais rapidamente são
utilizadas nas funções de proteção e de lógica. Pela interface serial MODBUS também podem ser
vistos os valores atualizados.

108
8. Funções de Proteção

8. Funções de Proteção

Classes de Falha
As funções de supervisão estão divididas em quatro classes de falha:

Alerta (F0)
Esta falha pode levar ou não a interrupção da operação. Os alarmes relacionados a esta classe de
falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de alarmes ativos/reconhecidos e não atuam
a saída do alarme sonoro sendo possível o auto - reconhecimento destes alarmes independente do
modo de operação.
A falha nível 0 só será quitada se a condição para auto - reconhecimento for atendida. Caso a lógica
que ativa o alarme for desabilitada, o mesmo deverá ser forçado para 0 (zero) retirando o alarme da
pilha de alarmes correntes. Não será permitida quitação desta classe de falha pela tecla ESC.

Alarme (F1)
Esta falha pode levar ou não a interrupção da operação. Os alarmes relacionados a esta classe de
falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de alarmes ativos/reconhecidos e atuam a
saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos e quitados localmente pelo painel frontal
pressionando a tecla ESC e/ou remotamente pelo canal serial independente do modo de operação.

Atuante (F2)
Quando em Modo de Operação Automático esta classe de falha comanda a abertura da CGR seguida
de uma operação de resfriamento ( ver parâmetros do motor, tempo de resfriamento ) e a parada do
motor. Caso a CGR não abra, o GMG não será colocado em resfriamento e não será comandada a sua
parada. Nos demais modos de operação é comandada somente a abertura da CGR não sendo
comandado o resfriamento e nem a parada do motor.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Porém, somente são quitados pela tecla ESC em modo
de operação Manual e remotamente pelo canal serial quando estiver em modo de operação Remoto.

Atuante (F3)
Esta classe de falha leva à imediata abertura da CGR e ao desligamento do GMG sem resfriamento
independente do modo de operação. Quando o GMG estiver em funcionamento e a chave CGR
fechada e, ocorrer esta falha, o controlador deve aguardar a confirmação de abertura da chave para
comandar a parada do GMG. Se não houver confirmação, o controlador aguarda até o final do tempo
de retorno do sinal de CGR e comanda a parada do GMG independente se a chave abriu ou não. A
lógica de falha nas chaves ocorre em paralelo não tendo qualquer relação com a lógica de abertura /
parada descrita acima.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Porém, somente são quitados pela tecla ESC em modo
de operação Manual e remotamente pelo canal serial quando estiver em modo de operação Remoto.

109
8. Funções de Proteção

Atuante (F4)
Esta classe de falha leva à imediata abertura da CGR e ao desligamento do GMG sem resfriamento
em qualquer modo de operação. Quando o GMG estiver em funcionamento e a chave CGR fechada
e, ocorrer esta falha, o controlador aguarda a confirmação de abertura da chave para comandar a
parada do GMG. Se não houver confirmação, o controlador aguarda até o final do tempo de retorno
do sinal de CGR e comanda a parada do GMG independente se a chave abriu ou não. A lógica de
falha nas chaves ocorre em paralelo não tendo qualquer relação com a lógica de abertura / parada
descrita acima.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Podem ser quitados pela tecla ESC em Modo de
Operação Manual. Também podem ser quitados pelo canal serial desde que o controlador esteja em
Modo de Operação Remoto e o parâmetro Habilita Quitação Remota dos Alarmes com Classe de
Falha 4 no SETUP da Porta Serial esteja habilitado. Caso contrário será permitido somente o
reconhecimento em modo de operação Remoto.

Proteção de Tensão da Rede


Quando habilitada a proteção de tensão da Rede, o controlador irá supervisionar as proteções de
Subtensão (ANSI 27) e Sobretensão (ANSI 59) na Rede.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Tensão da Rede deve estar configurado
como LIGA.
Para Redes Trifásicas a proteção monitora as três fases do sistema. Se for Bifásica a proteção
monitora a Fase A e B do sistema e em Monofásica é monitorado apenas a fase A.

Subtensão na Rede Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa da Rede Limite 1 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para
fase.
Tensão Baixa Rede Limite1 × Tensão Nominal Rede
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 70 até 99 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta da Rede Limite 1, expresso
em centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Tensão Baixa da Rede Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
A classe de falha deste alarme é do tipo F0 e seu código é 58.

Subtensão na Rede Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa da Rede Limite 2 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a

110
8. Funções de Proteção

seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para
fase.
Tensão Baixa Rede Limite2 × Tensão Nominal Rede
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 70 até 99 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Baixa da Rede Limite 2,
expresso em centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99
segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 59.

Sobretensão na Rede Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta da Rede Limite 1 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para
fase.
Tensão Alta Rede Limite1 × Tensão Nominal Rede
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 101 até 120 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta da Rede Limite 1, expresso
em centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Tensão Alta da Rede Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
A classe de falha deste alarme é do tipo F0 e seu código é 56.

Sobretensão na Rede Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta da Rede Limite 2 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para
fase.
Tensão Alta Rede Limite2 × Tensão Nominal Rede
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 101 até 130 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta da Rede Limite2, expresso
em centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 57.

111
8. Funções de Proteção

Proteção de Freqüência da REDE


Quando habilitada a proteção de freqüência da Rede, o controlador irá supervisionar as proteções de
Subfreqüência e Sobrefreqüência (ANSI 81) na Rede.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Freqüência da Rede deve estar
configurado como LIGA.

Subfreqüência na Rede Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa da Rede Limite 1 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa da Rede Limite 1,
expresso em centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa da Rede Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
A classe de falha deste alarme é do tipo F0 e seu código é 62.

Subfreqüência na Rede Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa da Rede Limite 2 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa da Rede Limite 2,
expresso em centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 63.

Sobrefreqüência na Rede Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta da Rede Limite 1 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta da Rede Limite 1,
expresso em centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Freqüência Alta da Rede Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
A classe de falha deste alarme é do tipo F0 e seu código é 60.

Sobrefreqüência na Rede Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta da Rede Limite 2 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.

112
8. Funções de Proteção

O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta da Rede Limite 2,
expresso em centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 61.

Proteção de Tensão no GMG


Quando habilitada a proteção de tensão do GMG, o controlador irá supervisionar as proteções de
Subtensão (ANSI 27) e Sobretensão (ANSI 59) no GMG.
A proteção de Subtensão é supervisionada após o grupo atingir o limite 2 configurado na proteção de
Subtensão ou Subfreqüência durante o retardo para supervisão do GMG ou após o término deste
tempo, permanecendo até que haja um comando de desligamento do grupo.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Tensão do Grupo deve estar configurado
como LIGA.
Para Redes Trifásicas a proteção monitora as três fases do sistema. Se for Bifásica a proteção
monitora a Fase A e B do sistema e em Monofásica é monitorada apenas a fase A.

Subtensão no GMG Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa do Grupo Limite 1 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para
fase.
Tensão Baixa do Grupo Limite 1 × Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 75 até 90 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Baixa do Grupo Limite 1,
expresso em centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 15,00
segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Tensão Baixa do Grupo Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F2.
O código deste alarme é 7.

Subtensão no GMG Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa do Grupo Limite 2 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para
fase.
Tensão Baixa do Grupo Limite 2 × Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 × 3

113
8. Funções de Proteção

O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 75 até 90 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Baixa do Grupo Limite 2,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 15,00 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e seu código 6.

Sobretensão no GMG Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta do Grupo Limite 1 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para
fase.
Tensão Alta do Grupo Limite 1 × Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 101 até 120 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta do Grupo Limite 1,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Tensão Alta do Grupo Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F3.
O código deste alarme é 5.

Sobretensão no GMG Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta do Grupo Limite 2 em
relação à tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir. A divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para
fase.
Tensão Alta do Grupo Limite 2 × Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 × 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 111 até 125 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta do Grupo Limite 2,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 15,00 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e seu código 6.

Proteção de Freqüência no GMG


Quando habilitada a proteção de freqüência do GMG, o controlador irá supervisionar as proteções de
Subfreqüência e Sobrefreqüência (ANSI 81) no GMG.

114
8. Funções de Proteção

A proteção de Subfreqüência é supervisionada após o grupo atingir o limite 2 configurado na


proteção de Subtensão ou Subfreqüência durante o retardo para supervisão do GMG ou após o
término deste tempo, permanecendo até que haja um comando de desligamento do grupo.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Freqüência do Grupo deve estar
configurado como LIGA.

Subfreqüência no GMG Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa do Grupo Limite 1 , expresso
em centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa do Grupo Limite 1,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa do Grupo Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F2.
O código deste alarme é 3.

Subfreqüência no GMG Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa do Grupo Limite 2 , expresso
em centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa do Grupo Limite 2,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e o código de alarme 4.

Sobrefreqüência no GMG Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta do Grupo Limite 1 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta do Grupo Limite 1,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Freqüência Alta do Grupo Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F3.
O código deste alarme é 1.

Sobrefreqüência no GMG Limite 2


Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.

115
8. Funções de Proteção

O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta do Grupo Limite2 , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta do Grupo Limite 2,
expresso em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 2.

Proteção de Sobrecarga no GMG


Quando habilitada a proteção de sobrecarga do GMG, o controlador irá supervisionar a proteção de
Sobrecarga (ANSI 32) no GMG.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Sobrecarga do Grupo deve estar
configurado como LIGA.

Sobrecarga no GMG Limite 1


Esta proteção atua quando o valor calculado da carga (potência) do GMG for maior que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Sobrecarga do Grupo Limite 1 em
relação à potência nominal configurada no parâmetro Potência Nominal do Grupo, definido no
cálculo a seguir.
Sobrecarga do Grupo Limite 1 × Potência Nominal doGrupo
Limite =
100
O limite é expresso kW, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O limite
pode ser configurado com um valor de 101 até 110 % da corrente nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Sobrecarga do Grupo Limite 1, expresso em
de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 999 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Sobrecarga do Grupo Limite 1 –
Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F2.
O código deste alarme é 11.

Sobrecarga no GMG Limite 2


Esta proteção atua quando o valor calculado da carga (potência) do GMG for maior que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Sobrecarga do Grupo Limite 2 em
relação à potência nominal configurada no parâmetro Potência Nominal do Grupo, definido no
cálculo a seguir.
Sobrecarga do Grupo Limite 2 × Potência Nominal doGrupo
Limite =
100
O limite é expresso kW, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O limite
pode ser configurado com um valor de 101 até 150 % da corrente nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Sobrecarga do Grupo Limite 2, expresso em
de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 999 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e o código de alarme 12.

116
8. Funções de Proteção

Proteção de Subcarga no GMG


Quando habilitada a proteção de subcarga do GMG, o controlador irá supervisionar a proteção de
Subcarga (ANSI 37) no GMG.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Subcarga do Grupo deve estar
configurado como LIGA.
A atuação desta proteção é descrita pela figura a seguir.

Figura 8–1: Proteção de Subcarga do GMG


Esta proteção atua quando o valor calculado da carga (potência) do GMG for menor que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção, seguindo a
lógica descrita na figura acima.
O kW Mínimo é resultante do percentual configurado no parâmetro Subcarga do Grupo em relação à
potência nominal configurada no parâmetro Potência Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir.
Subcarga do Grupo* Potência Nominal doGrupo
kWMínimo =
100
O limite é expresso kW, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O limite
pode ser configurado com um valor de 0 até 99 % da potência nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Sobrecarga do Grupo, expresso em de
segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 999 minutos.
A histerese é configurada em percentual da potência nominal, e pode assumir valores de 0 a 99 %.
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 29.

Proteção de Temperatura do GMG


Quando habilitada a proteção de temperatura do GMG, o controlador irá supervisionar as proteções
de Alta e Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do GMG (ANSI 26) e Falha do Sensor de
temperatura.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Medição e Proteção de Temperatura da Água do
Motor deve estar configurado como LIGA.

117
8. Funções de Proteção

Falha no Sensor de Temperatura


Esta proteção atua quando houver uma falha no sensor de temperatura. A falha do sensor de
temperatura é detectada quando habilitado pelo menos um dos seguintes parâmetros:
• Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Curto ( Resistência < 5Ω);
• Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Circuito aberto ( Resistência > 505Ω).
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 17.

Baixa Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor


Esta proteção atua quando o valor medido da temperatura da água for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor de Temperatura impede que esta proteção atue. Isto faz com
que o alarme de Baixa Temperatura não atue quando a temperatura está normal, mas houve uma
falha no sensor de temperatura.
O valor limite é configurável através do parâmetro Baixa Temperatura da Água , expresso em °C,
podendo ser configurado com um valor de 10 até 99 °C.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Baixa Temperatura da Água de
Arrefecimento do Motor, expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99
segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Baixa Temperatura da Água do Motor
– Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F3.
O código deste alarme é 20.

Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da temperatura da água for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção (ANSI 26).
A atuação do alarme Falha no Sensor de Temperatura impede que esta proteção atue. Isto faz com
que o alarme de Alta Temperatura não atue quando a temperatura está normal, mas houve uma falha
no sensor de temperatura.
O valor limite é configurável através do parâmetro Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do
Motor Limite 1 , expresso em °C, podendo ser configurado com um valor de 0 até 120 °C.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Alta Temperatura da Água de Arrefecimento
do Motor Limite 1, expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Alta Temperatura da Água de
Arrefecimento do Motor Limite 1 - Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F2.
O código deste alarme é 18.

Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Limite 1


Esta proteção atua quando o valor medido da temperatura da água for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção (ANSI 26).

118
8. Funções de Proteção

A atuação do alarme Falha no Sensor de Temperatura impede que esta proteção atue. Isto faz com
que o alarme de Alta Temperatura não atue quando a temperatura está normal, mas houve uma falha
no sensor de temperatura.
O valor limite é configurável através do parâmetro Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do
Motor Limite 2 , expresso em °C, podendo ser configurado com um valor de 0 até 120 °C.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Alta Temperatura da Água de Arrefecimento
do Motor Limite 2, expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 19.

Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Entrada Digital


Esta proteção atua quando a Entrada Digital Configurável for configurada como Temperatura da
Água, e indicar Alta Temperatura por um período maior ou igual ao tempo de retardo indicado por
esta proteção.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Entrada Digital Configurável, expresso em
décimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99,9 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 19.

Proteção da Entrada Analógica Configurável


Quando habilitada a proteção da Entrada Analógica Configurável, o controlador irá supervisionar as
proteções de Limite Superior e Inferior da Entrada Analógica Configurável e Falha do Sensor da
Entrada Analógica Configurável.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita a Medição e Supervisão da Entrada Analógica
Configurável deve estar configurado como LIGA.

Falha no Sensor da Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando houver uma falha no sensor da Entrada Analógica Configurável. A falha
do sensor é detectada quando habilitado pelo menos um dos seguintes parâmetros:
• Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Curto (Resistência < 5Ω);
• Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Circuito Aberto (Resistência > 505Ω).
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 50.

Limite Inferior Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando o valor medido da Entrada Analógica Configurável for menor que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor da Entrada Analógica impede que esta proteção atue. Isto faz
com que o alarme de Limite Inferir não atue quando a Entrada Configurável está normal, mas houve
uma falha no sensor.
O valor limite é configurável através do parâmetro Limite Inferior para Ativação do Alarme
Configurado, podendo ser configurado com um valor de 0 até 9999.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Atuação do Alarme Inferior e Superior,
expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
Esta proteção possui uma histerese para atuação, que pode ser configurada pelo parâmetro Histerese
Atuação do Alarme Inferior e Superior¸ podendo receber valores de 0 a 9999.
Assim como na Entrada Digital Configurável, na Entrada Analógica Configurável é possível
configurar o código do alarme de será acionado pela atuação do Limite Inferior. O código do alarme

119
8. Funções de Proteção

acionado é determinado pelo parâmetro Código para Ativação do Alarme de Limite Inferior, que
pode receber valores de 106 a 224. Conforme o alarme configurado será atribuída uma lógica de
TRIP ou ALARME e um nível de falha.

Limite Superior Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando o valor medido da Entrada Analógica Configurável for maior que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor da Entrada Analógica impede que esta proteção atue. Isto faz
com que o alarme de Limite Superior não atue quando a Entrada Configurável está normal, mas
houve uma falha no sensor.
O valor limite é configurável através do parâmetro Limite Superior para Ativação do Alarme
Configurado, podendo ser configurado com um valor de 0 até 9999.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Atuação do Alarme Inferior e Superior,
expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
Esta proteção possui uma histerese para atuação, que pode ser configurada pelo parâmetro Histerese
Atuação do Alarme Inferior e Superior¸ podendo receber valores de 0 a 9999.
Assim como na Entrada Digital Configurável, na Entrada Analógica Configurável é possível
configurar o código do alarme de será acionado pela atuação do Limite Superior. O código do alarme
acionado é determinado pelo parâmetro Código para Ativação do Alarme de Limite Superior, que
pode receber valores de 106 a 224. Conforme o alarme configurado será atribuída uma lógica de
TRIP ou ALARME e um nível de falha.

Proteção de Baixa Pressão do Óleo do GMG


Quando o GMG estiver em funcionamento será monitorado o sinal de pressão do óleo do motor. Se
em algum momento o sinal de pressão indicar baixa pressão será iniciado o tempo de retardo de
baixa pressão que após seu termino será atuado o alarme de baixa pressão de óleo. Se durante a
contagem do tempo o sinal de pressão normalizar será cancelado a contagem do tempo não
acionando o alarme.
O tempo de retardo é definido através do parâmetro Retardo de baixa Pressão, expresso em
segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 2 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 21.

Proteção de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo


Quando o GMG estiver parado será monitorado o sinal de pressão do óleo do motor. Se em algum
momento o sinal de pressão indicar alta pressão por um período maior que 1 minuto e não houver
tensão e freqüência no grupo será atuado o alarme de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo. Se
durante a contagem do tempo o sinal de pressão normalizar será cancelado a contagem do tempo não
acionando o alarme.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 30.

Alarmes de Dispositivos Externos


A entrada digital programável do controlador pode ser configurada como um alarme. Com isso,
quando esta entrada ficar ativa por um período maior ou igual ao tempo de retardo desta, o alarme de
dispositivo externo atua.
Para configurar o alarme o parâmetro Habilita Entrada Digital Configurável deve estar configurado
como LIGA.

120
8. Funções de Proteção

O tempo de retardo é definido através do parâmetro Retardo Entrada Digital Configurável, expresso
em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
No parâmetro Entrada Digital Configurável Função é configurado o alarme que esta entrada irá
gerar. A mensagem que aparecerá e a atuação realizada quando o alarme estiver ativo corresponde ao
código configurado neste parâmetro de acordo com a tabela a seguir.
Alarme Atuação Classe de Falha Código
Nível Alto Combustível ALARME F1 106
Nível Baixo Combustível ALARME F1 107
Nível Super Baixo Combustível TRIP F4 108
Nível Anormal de Combustível ALARME F1 109
Trip Rele Função 46 TRIP F2 110
Defeito Rele Função 46 ALARME F1 111
Trip Rele Função 51G TRIP F2 112
Defeito Rele Função 51G ALARME F1 113
Trip Rele Função 50/51 TRIP F2 114
Defeito Rele Função 50/51 ALARME F1 115
Disjuntor CGR Extraído TRIP F3 116
Disjuntor CRD Extraído ALARME F1 117
Alta Temperatura Mancal do GMG TRIP F4 118
Alta Temperatura Enrolamento GMG TRIP F4 119
Fluxo Água Circuito Externo TRIP F4 120
Fluxo Água Circuito Interno TRIP F4 121
Nível Água Tanque Expansão TRIP F4 122
Defeito Rele Térmico ALARME F1 123
Status Contator Principal TRIP F2 124
Nível Água do Radiador TRIP F4 125
Nível Água do Radiador Remoto TRIP F4 126
Sensor Ruptura de Correia TRIP F4 127
Sobrevelocidade TRIP F4 128
Alta Temperatura Óleo Lubrificante TRIP F4 129
Pressão Baixa de Óleo – Externo TRIP F4 130
Temp. Alta Água Arrefecimento - Externo TRIP F4 131
Temp. Bx Água Arrefecimento- Externo ALARME F1 132
Falha no Sistema de Arrefecimento TRIP F4 133
Alta Temperatura do Gerador TRIP F4 134
Defeito Geral do Trafo do GMG TRIP F4 135
Falha de Rede Externa TRIP F0 136

Tabela 8–1: Alarmes de Dispositivos Externos

Alarmes de Emergência Acionada


Atua após a ativação da entrada digital de Emergência Acionada, normalmente ligada a uma botoeira
de emergência.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 22.

121
8. Funções de Proteção

Alarmes de Chamada para Manutenção do GMG


Atua após o término do número de horas para manutenção do GMG.
O contador de número de horas para manutenção do GMG é ajustado através da confirmação do
parâmetro Horas para Manutenção do GMG. Após o controlador irá decrementar o contador a cada
hora de funcionamento do GMG, com precisão de segundos.
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 16.

122
9. Software de Configuração

9. Software de Configuração
O controlador ST2140 pode ser configurado, parametrizado ou supervisionado pelo software
GenTool - OM9500, integrante da Série OEM-S. Este software é dedicado para simples operações
com o controlador, como parametrização de fábrica ou supervisão em campo.

Instalação
O software deve ser instalado através do arquivo setup.exe. Após a execução do mesmo, um
assistente de instalação irá conduzir o processo. O assistente irá solicitar a indicação do diretório de
destino para instalação do software. A instalação é finalizada automaticamente e o software poderá
ser acessado por meio do Menu Iniciar.
O software GenTool apresenta como requisitos mínimos para sua instalação e utilização as seguintes
características:
GenTool
Plataforma PC com Windows 98, 2000 ou XP
Processador Pentium III 800MHz
Espaço em disco 20 Mb
Memória RAM 128 Mb
Resolução 1024x768

Tabela 9–1: Requisitos Mínimos

Apresentação
O software possui uma interface gráfica que disponibiliza algumas funções para o usuário. A Figura
9–1 apresenta o software após sua execução.

3
2

1 Figura 9–1: Apresentação do Software GenTool

123
9. Software de Configuração

A interface principal é composta por três áreas, sendo uma controlada pelas abas superiores e as
demais fixas para auxiliar na supervisão do sistema.

Painel de Alarmes Ativos (1)


Este painel apresenta todos os alarmes ativos do controlador ST2140. Os alarmes são listados nesta
caixa de texto e permanecem ali somente se estiverem ativos.

Painel de Supervisão (2)


Este painel apresenta todos os estados do controlador ST2140. Nesta área são mostrados os seguintes
parâmetros do controlador: o status, o relógio e as estatísticas relativas a comunicação serial com o
controlador. Além disso, há o botão de Login para efetuar o login do controlador e o botão para
reiniciar os contadores de comunicação serial Reiniciar Contadores. O botão Sair encerra a execução
do software.

Painel Geral (3)


Este painel é controlado pelas abas de navegação no menu do software. Cada aba possui uma tela
especial de acordo com sua funcionalidade. As mesmas são mostradas a seguir.
Configuração
A tela mostrada na Figura 9–1 contém a árvores de configuração do controlador. Esta tela é
responsável pela parametrização do mesmo. A árvore é baseada na tabela MODBUS do controlador
ST2140. Os botões Enviar e Receber são responsáveis pela comunicação com o controlador,
enviando ou lendo a parametrização do controlador. Em ambas as operações, todos os parâmetros são
atualizados. Estes botões só estão habilitados, quando o usuário estiver com o login aberto no
controlador. Os botões Abrir Modelo e Salvar Modelo são utilizados para se abrir e gravar modelos
de listas de parâmetros no disco rígido do microcomputador. O estado Atividade identifica quando há
uma troca de informações com o controlador em progresso.
Configurações Gerais
A tela mostrada na Figura 9–2 mostra as configurações gerais do sistema. Nesta tela é possível
configurar a serial de comunicação utilizada pelo software para se conectar ao controlador ST2140 e
configurar o relógio do controlador. Os botões Conectar e Desconectar. O botão Hora Atual serve
para copiar o horário do microcomputador para a área de configuração e o botão Configurar Relógio
envia os dados para o controlador.

Figura 9–2: Configurações Gerais do Software

124
9. Software de Configuração

Histórico
Esta tela é responsável por registrar todos os eventos e alarmes monitorados e comandos de usuário
enviados para o controlador ST2140. Nesta tela, são armazenados os eventos com a data e hora de
ocorrência do mesmo. Na tela, existem dois botões de comando: o botão Salvar armazena o conteúdo
da janela de histórico em formato texto, enquanto que o botão Limpar é responsável por apagar todas
as mensagens de histórico armazenadas na tela. A caixa de seleção Auto-Scroll deve ser utilizada
para manter na janela de visualização o última mensagem registrada.
Medições
Esta tela é responsável pela visualização das medições do controlador ST2140. É possível visualizar
a tabela de medições em formato de tabela, agrupados por medições da Rede e do GMG. Na parte
inferior, existem medidores que podem ser configurados para visualização de até quatro variáveis. As
escalas dos medidores são ajustáveis. Para mudar os limites de escala, deve-se clicar sobre o número
desejado e digitar o novo valor. A Figura 9–3 ilustra esta tela.

Figura 9–3: Medições

Gráficos
Esta tela é responsável pela supervisão de gráficos de medições que o controlador ST2140 pode
realizar. A área com o fundo preto é reservada para o gráfico. O eixo horizontal corresponde ao
tempo decorrido de monitoração desde a ativação da aquisição. O eixo vertical é um valor percentual
da medida com relação ao fundo de escala. Este é o único modo de se ter vários gráficos superpostos
e com fundos de escala diferentes. As escalas são configuradas pelo botão Configurar Escalas. O
botão Iniciar é utilizado para se iniciar uma nova aquisição. Apenas as variáveis selecionadas nas
caixas de seleção serão adquiridas após o disparo. Para mudar as variáveis em processo de aquisição,
deve-se parar a aquisição em progresso, através do botão Parar e re-iniciar o processo. As escalas
devem sempre ser ajustadas antes de se iniciar uma aquisição. O controle Rolagem Automática
mantém a exibição de uma janela de tempo constante. O tempo de amostragem é configurado na
caixa de texto Taxa de Amostragem. O tempo mínimo de aquisição é de 200 ms (0,2 s). Quando a
aquisição de gráficos é iniciada, há uma latência maior para a atualização das outras informações do
sistema, visto a prioridade e o alto volume de dados que são transferidos durante este processo.
A Figura 9–4 ilustra a tela de exibição dos gráficos de supervisão.

125
9. Software de Configuração

Figura 9–4: Gráficos de Supervisão

IHM
A tela IHM é responsável pelo controle remoto do controlador. Esta tela pode ser vista na Figura 9–5.
Na janela do visor do controlador, é possível visualizar as mensagens de estados que estão sendo
mostradas no controlador. A medição de tensão e freqüência do GMG é fixa nesta tela. Todas as
teclas são funcionais, com exceção das setas de navegação UP e DOWN, da tecla MENU e da tecla
MANUAL. As demais teclas estão habilitadas para controle. As teclas possuem as mesmas funções
da IHM do controlador, com exceção das seguintes teclas: AUTO que seleciona entre o Modo
Automático e Modo Remoto, trocando entre estes estados em uma lógica flip-flop e ESC que possui
a função exclusiva de quitar uma falha através da lógica de quitação remota.
Alguns comandos especiais de cliente foram adicionados como forma de botões. São eles: GMG em
Auto (dispara o comando GMG em AUTO Assumindo Carga), Habilita Supervisão (dispara o
comando Habilita Supervisão de Comunicação) e Discagem Reconhecida.

Figura 9–5: Controle Remoto do Controlador ST2140

126
9. Software de Configuração

Sobre
Esta tela contém a identificação do fabricante do software, da versão atual e do usuário licenciado
para sua utilização.

127
10. Componentes Externos

10. Componentes Externos

Interface Serial Isolada RS-232C/RS-485 - OM9100


O módulo acessório OM9100, integrante da Série OEM-S, é uma interface serial isolada para
utilização em aplicações com a família de controladores ST21XX (ST2130, ST2140, ST2160,
ST2180 e ST2190) que necessite de supervisão remota via modem, gateway ou microcomputador
IBM-PC. Este módulo possui isolação galvânica entre os sinais do canal serial local do controlador
com o equipamento ao qual o controlador será conectado. Deste modo, esta barreira de isolação
protege o controlador e o equipamento de supervisão de problemas de campo, como ruídos elétricos
ou queimas que podem ocorrer pela formação de laços de terra, do uso de aterramento inadequado ou
de falhas em outros dispositivos da aplicação que provoquem o aparecimento de tensões de modo
comum.
Para maiores informações o documento de Características Técnicas do produto deve ser consultado.

Figura 10–1: Interface Serial OM9100

128
11. Manutenção

11. Manutenção

Manutenção Preventiva
• Deve-se verificar, a cada ano, se os cabos de interligação estão com as conexões firmes, sem
depósitos de poeira, principalmente os dispositivos de proteção.
• Em ambientes sujeitos a contaminação excessiva, deve-se limpar periodicamente o equipamento,
retirando resíduos, poeira, etc.

129
12. Apêndice 1 – Telas e Parâmetros ST2140

Estrutura de Telas de Navegação


O controlador ST2140 possui uma estrutura de telas simples, que permite visualização de todas as
medições e a parametrização parcial do equipamento. As telas estão organizadas em forma de árvore,
com 5 níveis de profundidade. A transição entre os diferentes níveis do menu é feito pelas teclas
MENU e ESC. A tecla MENU entra em um nível mais profundo de menu. A ESC volta para um
nível superior. A troca de telas em um mesmo nível é feita pelas teclas UP e DOWN.
As telas estão divididas da seguinte forma:

Tela de Inicialização
Esta tela tem por finalidade indicar que o controlador foi alimentado e entrará em funcionamento.
Neste momento é informado o nome do controlador, a versão do software e o texto indicando que o
controlador está inicializando.
Tela 0.0.00.00.01

ST2140 Ver.X.XX
Inicializando...

Esta tela é apresentada somente durante a inicialização do controlador, não sendo exibida
posteriormente.

Telas Básicas
Estas telas são a raiz da estrutura de menus. Elas são mostradas no Visor LCD quando não se está
operando a IHM. Indicam estados e medições. Pressionando a tecla ENTER, entra-se no menu, onde
estão os outros três grupos apresentados posteriormente.
Esta tela informa a tensão do GMG e sua freqüência instantânea. A linha inferior mostra a situação
atual do sistema conforme descrito na tabela de status.
Tela 1.0.00.00.01

GMG 0000V 00,0Hz


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela é chamada quando:


• Houver operações básicas de navegação no teclado para este fim;
• O controlador for inicializado;
• O SETUP estiver inativo durante 3 minutos;
• Ocorrer um evento de quitação de falhas estando em qualquer tela com exceção das telas de
SETUP onde não serão permitidos eventos de reconhecimento e/ou quitação de alarmes;
• Ocorrer qualquer um dos itens da tabela de status, estando fora do SETUP ou estando na tela de
alarme(s) ativo(s) e nenhum dos alarmes estiver ativo ou estando nas demais telas.
Para o campo tensão, é mostrada a tensão de fase monofásica se o controlador estiver configurado
como monofásico. E é apresentada a tensão de linha (Vab) se o controlador estiver configurado com
bifásico ou trifásico. É aplicada uma rolagem automática para a linha de status. Esta rolagem mostra
os status que estarão ativos e os demais serão suprimidos da rolagem. O intervalo de rolagem entre as
mensagens da linha de status é de 1,3 segundos.
Quando houver uma chamada da tela por algum status da tabela o controlador mostrará a mensagem
de status que ativou e após 3 segundos o controlador retornará para a tela anterior que efetuou a
chamada. Para os outros eventos que chamam esta tela, não é aplicado um retorno automático,
permanecendo então esta tela no visor.
Item Descrição
1 Alarme Ativo
2 GMG Partindo
3 GMG Funcionando
4 GMG Resfriando
5 GMG Parando
6 GMG Parado
7 GMG Indisponível
8 REDE Normal
9 REDE Anormal
10 REDE Estabilizando
11 Retardo na Partida
12 Intervalo entre Partidas
13 Modo Teste
14 Comando de Fechamento de CGR
15 Comando de Fechamento de CRD
16 Comando de Abertura de CGR
17 Comando de Abertura de CRD
18 Parada Remota
19 Partida por Relógio
20 Partida por Relógio
21 Partida por Relógio

Tabela 12–1: Tabela de Status

Medições Básicas
As telas a seguir são apresentadas a partir da tela básica, quando são pressionadas as teclas UP, ou
DOWN.
• Tela 1.0.00.00.02
Dia, mês, ano e dia da semana do relógio interno.
Tela 1.0.00.00.02
GMG 0000V 00,0Hz
DD/MM/AA LLLLLLL

• Tela 1.0.00.00.03
Hora, minuto e segundo do relógio interno.
Tela 1.0.00.00.03

GMG 0000V 00,0Hz


HH:MM:SS

• Tela 1.0.00.00.04
Potência ativa e reativa do GMG.

Tela 1.0.00.00.04
GMG 0000V 00,0Hz
GMG 0000kW 0000kVAr

• Tela 1.0.00.00.05
Fator de potência e potência aparente do GMG.
Tela 1.0.00.00.05
GMG 0000V 00,0Hz
x0,00 0000kVA

• Tela 1.0.00.00.06
Temperatura d’água de arrefecimento do motor.

Tela 1.0.00.00.06
GMG 0000V 00,0Hz
Temp.Agua: 000°C

• Tela 1.0.00.00.07
Visualização da medição da entrada analógica configurável conforme configurada no SETUP
respectivo.
Tela 1.0.00.00.07

GMG 0000V 00,0Hz


LLLLLLLLLLLLL0000LLL

• Tela 1.0.00.00.08
Tensão e freqüência da REDE.
Tela 1.0.00.00.08
GMG 0000V 00,0Hz
REDE 0000V 00,0Hz

Para acessar a navegação entre as telas de menu do controlador deve-se pressionar a tecla MENU, a
partir de qualquer uma das telas básicas.
Ao pressionar a tecla MENU em qualquer uma das telas básicas, será mostrado o menu de acesso que
possibilitará entrar nos grupos de MEDIÇÕES, ALARMES/EVENTOS e SETUP. Para retornar a
tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC.

Telas de Medição
Nestas telas são mostradas todas as informações medidas e calculadas pelo controlador. São
informações sobre o GMG e sobre a REDE. Também estão disponíveis dados sobre a USCA e telas
de diagnóstico.
Tela 1.1.00.00.01
MEDICOES
>

Este grupo contém as medições gerais e detalhadas do sistema. Para acessar o próximo nível deve ser
pressionada a tecla MENU. Neste caso, uma nova tela da respectiva opção será aberta.
Medições de Rede
Este grupo contém os valores medidos da Rede. Para acessar o subgrupo deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.1.00.00.00
MEDICOES
REDE >
Medições das Tensões e Freqüência da REDE
Este subgrupo das medições da REDE contém os valores de tensão e freqüência. Para retornar a tela
anterior deve-se pressionar a tecla ESC.
O controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para monofásico será aplicada a tela a seguir:
o Com Neutro
Tela 2.1.00.00.01
Va 0000V 00,0Hz

o Sem Neutro
A configuração monofásica e sem neutro não é aplicada. O SETUP do controlador valida
esta situação não permitindo a sua configuração.
• Bifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para bifásico será aplicada a tela a seguir:
o Com Neutro
Tela 2.1.00.00.02

Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vab 0000V
o Sem Neutro
Tela 2.1.00.00.03
Vab 0000V 00,0Hz

• Trifásica
Todas as medições serão mostradas. O controlador assumirá as telas respectivas para o tipo de
medição selecionado. Conforme configurado para trifásico será aplicada a tela a seguir:
o Com Neutro
Tela 2.1.00.00.04
Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vc 0000V

o Sem Neutro
Esta configuração não possui tela especial.
As telas abaixo serão mostradas sempre que for sistema trifásico independente se a medição foi
configurada com neutro ou sem neutro.

Tela 2.1.00.00.05

Vab 0000V 00,0Hz


Vbc 0000V

Tela 2.1.00.00.06

Vca 0000V 00,0Hz

Medições do GMG
Este grupo contém os valores medidos do GMG. Para acessar o subgrupo deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.

Tela 2.2.00.00.00
MEDICOES
GMG >

Medições Gerais do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores de tensão, freqüência, corrente e potência.
Para acessar deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior
deve-se pressionar a tecla ESC.
Tela 2.2.01.00.00
MEDICOES DO GMG
Geral >

O controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em telas especiais que dependerão da configuração
do SETUP. Conforme configurado para monofásico serão aplicadas as telas a seguir:
Tela 2.2.01.00.01
Va 0000V 00,0Hz
0000kW 0000kVA
Tela 2.2.01.00.02
Va 0000V 00,0Hz
Ia 000A

• Bifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em telas especiais que dependerão da configuração
do SETUP. Conforme configurado para bifásico serão aplicadas as telas a seguir:
Tela 2.2.01.00.03
Vab 0000V 00,0Hz
0000kW 0000kVA

Tela 2.2.01.00.04
Vab 0000V 00,0Hz
Ia0000A Ib0000A

• Trifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em telas especiais que dependerão da configuração
do SETUP. Conforme configurado para trifásico serão aplicadas as telas a seguir:

Tela 2.2.01.00.05

Vab 0000V 00,0Hz


0000kW 0000kVA

Tela 2.2.01.00.06
Ia 0000A Ic 0000A
Ib 0000A

A tela abaixo é aplicada independente do tipo de medição.


Tela 2.2.01.00.07
x0,00 00000kVAr

Para os valores de kW, kVA e KVAr será atribuído um ajuste automático das unidades de potência.
O campo que identifica o tipo de fator de potência (“x”) na medição mostrará:
• o caracter “i” quando sinalizando que o fator de potência é indutivo;
• o caracter “k” sinalizando que o fator de potência é capacitivo;
• o caracter “ “ (branco) seguido da medição “0,00” sinalizando que o fator de potência é
indefinido;
• o caracter “ “(branco) seguido da medição 1,00 sinalizando que o fator de potência é resistivo.

Medições das Tensões e Freqüência do GMG


Este subgrupo da medições de GMG contém os valores de tensão e freqüência. Para acessar deve-se
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a
tecla ESC.

Tela 2.2.02.00.00
MEDICOES DO GMG
Tensao/Frequencia >

O controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para monofásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.2.02.00.01
Va 0000V 00,0Hz

• Bifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para bifásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.2.02.00.02
Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vab 0000V

• Trifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em telas especiais que dependerão da configuração
do SETUP. Conforme configurado para trifásico serão aplicadas às telas a seguir:
Tela 2.2.02.00.03
Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vc 0000V

Tela 2.2.02.00.04

Vab 0000V 00,0Hz


Vbc 0000V

Tela 2.2.02.00.05
Vca 0000V 00,0Hz

Medições de Correntes e Potências do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores de correntes e potências. Para acessar deve-
se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a
tecla ESC.
Tela 2.2.03.00.00
MEDICOES DO GMG
Corrente/Potencia >

O controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para monofásico será aplicada a tela a seguir:

Tela 2.2.03.00.01
Ia 0000A

• Bifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para bifásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.2.03.00.02
Ia 0000A
Ib 0000A

• Trifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para trifásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.2.03.00.03
Ia 0000A Ic 0000A
Ib 0000A

A tela com as medições de potência ativa, potência aparente, potência reativa e fator de potência será
mostrada independente do tipo de medição. Para os valores de kW, kVA e kVAr será atribuído um
ajuste automático das unidades de potência.
O campo que identifica o tipo de fator de potência (“x”) na medição mostrará:
• o caracter “i” quando sinalizando que o fator de potência é indutivo;
• o caracter “k” sinalizando que o fator de potência é capacitivo;
• o caracter “ “ (branco) seguido da medição “0,00” sinalizando que o fator de potência é
indefinido;
• o caracter “ “(branco) seguido da medição 1,00 sinalizando que o fator de potência é resistivo.

Tela 2.2.03.00.04

00000kW 0000kVA
x0,00 00000kVAr

Medições das Energias do GMG


Este subgrupo das medições de GMG contém o valor de Energia. Para acessar deve-se pressionar a
tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve ser pressionada a tecla ESC.

Tela 2.2.04.00.00
MEDICOES DO GMG
Energias >

Tela 2.2.04.00.01
KWh +0000000

Medições Auxiliares do GMG


Este subgrupo contém informações específicas do GMG. Para acessar deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve ser pressionada a tecla ESC.
Tela 2.2.05.00.00
MEDICOES DO GMG
Auxiliares >
Tela 2.2.05.00.01

Num. Partidas 0000


Funcionamento 00000h
Tela 2.2.05.00.02
Manutencao 000h
Tensao Bateria 00,0V
Tela 2.2.05.00.03
Temp. Agua 000°C
LLLLLLLLLLLLL0000LLL

O string LLLLLLLLL0000LLL é a máscara de medição da entrada analógica configurável. A


visualização da medição da entrada analógica configurável é selecionada no SETUP respectivo.
Medições do ECU – J1939
Este subgrupo contém informações do motor que são lidos do ECU através da comunicação J1939.
Para acessar deve ser pressionada a tecla MENU que uma nova tela será aberta.
Tela 2.2.06.00.00

MEDICOES DO GMG
ECU – J1939 >

• Temperatura do Óleo
Tela 2.2.06.00.01
Temperatura do Oleo
000°C

• Temperatura do Combustível
Tela 2.2.06.00.02
Temperatura do
Combustivel 000°C

• Temperatura da Entrada do Ar de Admissão


Tela 2.2.06.00.03

Temperatura da Ent.
do Ar de Adm. 000°C

• Pressão de Óleo
Tela 2.2.06.00.04
Pressao de Oleo
0000kPA

• Pressão de Saída do Turbo


Tela 2.2.06.00.05
Pressao de Saida do
Turbo 000kPA

• Rotação do Motor
Tela 2.2.06.00.06
Rotacao do Motor
0000RPM

• Taxa de Consumo de Combustível


Tela 2.2.06.00.07
Taxa de Consumo de
Combustivel 00000l/h
• Total de Combustível Consumido
Tela 2.2.06.00.08
Total de Combustível
Consumido 0000000l

• Percentual de Torque Atual do Motor


Tela 2.2.06.00.09
Percentual de Torque
Atual do Motor 000%

• Horas de Funcionamento do ECU


Tela 2.2.06.00.10
Horas de Func. do
ECU 0000000h

Medições dos Registros Máx / Min do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores dos registros máximo / mínimo. Para
acessar deve ser pressionada a tecla MENU que uma nova tela será aberta. Para retornar a tela
anterior deve ser pressionada a tecla ESC.
O controlador registra os valores de máximos e mínimos das medições contidas nas telas deste grupo.
As medições de tensão e freqüência só são registradas a partir do estado ativo de GMG em
funcionamento e no momento que o sinal GMG funcionando desligar os valores são congelados.
Voltando o GMG a entrar em funcionamento, são reiniciados os registros de máximos e mínimos. As
medições de correntes e potências do GMG só são registradas quando o GMG estiver conectado na
carga. Quando a CGR abrir, os valores são congelados até o próximo fechamento da CGR. Quando a
CGR fechar, os registros de máximo e mínimo são reiniciados.
Sempre que for pressionada a tecla MENU e estando nesta tela, todos os registros de máx / mín que
estão sendo medidos no momento são inicializados e os que estiverem congelados não sofrem
alteração.
Os registros máx / mín podem ser inicializados, além dos eventos descritos acima, pelo comando
serial quando em Modo de Operação Remoto através do registro MODBUS 4x0500:Bit04 –
“Inicializa as Medições Auxiliares Máximo / Mínimo”, localizado na Tabela de Escrita – Comandos
STEMAC. Todos os registros de máx / mín que estão sendo medidos no momento são inicializados e
os que estiverem congelados não sofrem alteração.
Na tela com os registros de potência reativa e fator de potência, campo “x” na medição de fator de
potência representa o tipo de fator de potência que está sendo medido. Esta medição tem como
medida desde 0,00 indutivo (valor mínimo possível) até 0,00 capacitivo (valor máximo possível).
O controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Quando o tipo de medição configurado no SETUP da USCA for monofásica:
Tela 2.2.07.00.01

Va 0000/0000V
Ia 0000/0000A

Tela 2.2.07.00.02
0000/0000kW
0000/0000kVA

Tela 2.2.07.00.03
0000/0000kVAr
x0,00/x0,00
Tela 2.2.07.00.04
00,0/00,0Hz

• Bifásica
Quando o tipo de medição configurado no SETUP da USCA for bifásica:
Tela 2.2.07.00.05
Vab 0000/0000V
Ia 0000/0000A

Tela 2.2.07.00.06
Ib 0000/0000A
0000/0000kW

Tela 2.2.07.00.07
0000/0000kVAr
x0,00/x0,00

Tela 2.2.07.00.08
0000/0000kVA
00,0/00,0Hz

• Trifásica
Quando o tipo de medição configurado no SETUP da USCA for trifásica:
Tela 2.2.07.00.09
Vab 0000/0000V
Vbc 0000/0000V

Tela 2.2.07.00.10
Vca 0000/0000V
Ia 0000/0000A

Tela 2.2.07.00.11
Ib 0000/0000A
Ic 0000/0000A

Tela 2.2.07.00.12

0000/0000kW
0000/0000kVA

Tela 2.2.07.00.13
0000/0000kVAr
x0,00/x0,00

Tela 2.2.07.00.14
00,0/00,0Hz

• Medições Auxiliares
Estas medições de máximos e mínimos são sempre registradas independentemente do modo de
operação e das condições de funcionamento do GMG. Sempre que for pressionado a tecla MENU e
estando nesta tela, serão reinicializadas as medições de máximos e mínimos para estes valores.
Quando o parâmetro “Habilita a Proteção e Medição da Temperatura da Água do Motor” for
configurado como desligado os registros de máximos e mínimos de temperatura da água de
arrefecimento do motor permanecerão em zero.
Tela 2.2.07.00.15
Bat. 00,0/00,0V
Temp. Agua 000/000°C

Quando o parâmetro “Habilita a Medição e Supervisão da entrada analógica configurável” for


configurado no SETUP como desligado os registros de máximos e mínimos da respectiva entrada
permanecerão com último valor medido ou reinicializado.
Tela 2.2.07.00.16
Ent. Analog.
0000/0000LLL

O campo LLL representa a unidade configurada para a entrada analógica.


Medições de Diagnóstico
Este grupo contém os valores para diagnóstico básico do controlador, ECU-J1939 e CAN-J1939
possibilitando análise inicial em instalações e caso de falhas no sistema.
Tela 2.3.00.00.00

MEDICOES
Diagnosticos >

Medições do Controlador
Este subgrupo contém os valores para diagnóstico básico do controlador possibilitando análise inicial
em instalações e caso de falhas no sistema.
Tela 2.3.01.00.00
DIAGNOSTICOS
Controlador >

• Diagnóstico das Entradas Digitais Módulo 01 e Módulo 02


Através desta máscara é possível monitorar o estado das 8 entradas digitais do módulo 1 e 2 do
controlador. Seu estado reflete o acionamento direto da entrada digital, não executando nenhum
retardo possível ou lógica definida para a respectiva entrada.
São 8 bits para cada módulo que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva entrada digital
não está acionada e 1 identifica que a entrada esta acionada. As entradas são identificadas da direita
para esquerda onde a primeira, a menos significativa, é a entrada digital E0 e a mais significativa é a
entrada digital E7 do respectivo módulo.
Tela 2.3.01.00.01

EDM01: 00000000
SDM01: 00000000

• Diagnóstico das Saídas Digitais Módulo 01 e Módulo 02


Através desta máscara é possível monitorar o estado das 8 saídas digitais do módulo 01 e 02 do
controlador. Seu estado reflete o acionamento da saída digital já com todos os seus retardos e lógicas
de acionamento concluídos.
São 8 bits para cada módulo que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva saída digital
não está acionada e 1 identifica que a saída esta acionada. As saídas são identificadas da direita para
esquerda onde a primeira, a menos significativa, é a saída digital S0 e a mais significativa é a saída
digital S7 do respectivo módulo.
Tela 2.3.01.00.02
EDM02: 00000000
SDM02: 00000000

• Diagnóstico do Hardware e Software do Controlador Verificado na Energização


Através desta máscara é possível verificar o estado do hardware na inicialização do controlador.
o OK- Indica que as placas eletrônicas foram inicializadas e configuradas sem falhas e
estão operando sem problemas.
o FALHA - Existe alguma placa interna que não está funcionando corretamente ou
possui alguma falha na inicialização ou configuração.
Através desta máscara é possível verificar o estado do software na inicialização do controlador.
o RUN - Indica que o software esta executando sem problemas.
o RESET - Caso ocorra alguma reinicialização involuntária do controlador, a máscara
sinalizará com esta opção.
Tela 2.3.01.00.03
Hardware LLLLL
Software LLLLL

• Versão Interna de Projeto do ST2140


Através desta máscara é possível verificar a versão interna do projeto do ST2140.
As informações contidas nesta tela são referentes as versões internas de software, dados de
inicialização e procedimentos de testes.
o 0,00 - Versão do software aplicativo do controlador.
o E000 - Versão da tabela de parametrização dos parâmetros de fábrica.
o J000 - Versão do software aplicativo da jiga de testes e calibração do controlador

Diagnósticos do ECU – J1939


Este subgrupo contém informações para diagnóstico básico do ECU-J1939, possibilitando uma
análise inicial nos motores eletrônicos. No caso de uma falha em algum sistema ou componente do
motor, é sinalizado através de códigos, indicando o sistema e o tipo de falha. Estes códigos são
baseados no padrão J1939. Para acessar deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.3.02.00.00

DIAGNOSTICOS
ECU–J1939 >

• Diagnóstico do ECU-J1939 Padrão

Esta tela sé mostrada quando o parâmetro seleção do ECU-J1939 estiver configurado para o
“Padrão”.
Através desta máscara é possível monitorar o ECU-J1939 que mostrará as mensagens de diagnósticos
para o padrão J1939 através dos códigos SPN – Suspect parameter Number, FMI – Failure Mode
Identifier e OC – Occurrence Counter.
O controlador pode armazenar até 16 eventos neste grupo Diagnósticos de Mensagens.
Número do Alarme na Pilha
Dados da Memória

ECU–J1939 00)DM01
Numero de Ocorrências
SPN 0100-FMI01 OC02
XX
Código de falha SPN Código do Tipo de Falha
o DMXX - Indica qual memória de dados está sendo lida, neste caso DM01.
o SPN XXXX - A primeira parte dos quatro dígitos forma o código SPN que é
responsável pela indicação de falha em algum sistema ou componente do motor.
o FMIXX - A segunda parte referente aos dois dígitos, forma o código FMI que é
responsável pela indicação do tipo de falha que ocorreu.
o OCXX - Os dígitos do código OC são responsáveis pela indicação do número de
vezes que este alarme ocorreu.
Quando ocorre um novo evento o controlador desloca a fila de mensagens de códigos para baixo
incluindo o novo no topo. A informação da posição do evento é indicada pelo número do alarme na
pilha. Estes eventos não são retentivos.
É possível navegar para consultar os demais registros de eventos, para isso deve-se navegar na fila
usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não tem aplicação e
quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não tem aplicação.
Ao entrar na tela de alarmes pelo teclado e, caso não exista nenhum evento de diagnóstico de
mensagens do ECU-J1939, o controlador mostra os campos preenchidos com 0 (zero).
As tabelas abaixo mostram as mensagens de diagnósticos para o padrão J1939 através dos códigos
SPN/FMI – Suspect parameter Number/Failure Mode Identifier. A primeira parte dos quatro dígitos
forma o código SPN que é responsável pela indicação de falha em algum sistema ou componente do
motor, por exemplo, o “SPN 000100” indica uma falha no motor de Pressão de Óleo. E a segunda
parte referente aos dois dígitos forma o código FMI que é responsável pela indicação do tipo de falha
que ocorreu, por exemplo, FMI 01 indica valor abaixo da faixa de operação normal. Logo, teremos o
código SPN 000100-FMI01 que indica a falha de baixa pressão do óleo.
SPN Descrição
J0091 Sensor de Posição do Acelerador
J0100 Pressão do Óleo do Motor
J0102 Pressão do Turbo do Motor
J0105 Temperatura de Ar de Admissão
J0108 Pressão Atmosférica
J0110 Temperatura da Água do Motor
J0172 Temperatura do Ar no Coletor de Admissão
J0174 Temperatura do Combustível
J0175 Temperatura do Óleo
J0190 Sobrevelocidade
J0234 Software ECU Incorreto
J0620 Tensão de Alimentação dos Sensores
J0636 Sensor de Posição
J0637 Sensor de Timing
J0651 Injetor do Cilindro 01
J0652 Injetor do Cilindro 02
J0653 Injetor do Cilindro 03
J0654 Injetor do Cilindro 04
J0655 Injetor do Cilindro 05
J0656 Injetor do Cilindro 06
J0678 Tensão no ECU
J1108-31 Critical Override Enabled

Tabela 12–2: Tabelas dos Códigos de Eventos DM1 – SPN


SPN Descrição
0 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação
1 Dado válido, mas abaixo da faixa de operação
2 Dado irregular, intermitente ou incorreto
3 Tensão acima do normal ou curto para VCC
4 Tensão abaixo do normal ou curto para GND
5 Corrente abaixo do normal ou circuito aberto
6 Corrente acima do normal ou circuito em curto
7 Sistema Mecânico Não está respondendo adequadamente
8 Freqüência, largura de pulso ou período anormal
9 Taxa anormal atualizada
10 Taxa anormal alterada
11 Falha não identificada
12 Sistema ou dispositivo com problema
13 Falha de calibração
14 Instruções especiais
15 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação (severo).
16 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação (moderado).
17 Dado válido, mas abaixo da faixa normal de operação (severo).
18 Dado válido, mas abaixo da faixa normal de operação (moderado).
19 Dado recebido com Erro
20 - 30 Reserva
31 Não Disponível

Tabela 12–3: Tabelas dos Códigos de Eventos DM1 – FMI


• Diagnóstico do ECU-J1939 Scania-S6

Esta tela será mostrada quando o parâmetro seleção do ECU-J1939 estiver configurado para “Scania
– S6”. Através desta máscara é possível monitorar o ECU-J1939 que mostrará as mensagens de
diagnósticos do PGN-DLN2 através dos códigos em hexadecimal ou binário.
Número do Grupo de Alarmes do ECU
Dados do PGN

ECU–J1939 01)DLN2
H: 0x00 B: 00000000
XX
Sinalização Hexadecimal dos Alarmes Sinalização Binária dos Alarmes

O grupo número do grupo de alarmes do ECU mostrará o numero referente ao grupo de alarmes lido
através do PGN-DLN2, sendo que serão mostrados até 8 grupos:
Grupo de Alarmes Descrição
1 Indica a versão do DLN2
2 Não Aplicado
3 Nível e Pressão de Óleo do Motor
4 Alta Temperatura da Água do Motor
5 Carga do Alternador do Motor
6 Teste de Lâmpadas do Motor, Status Diagnóstico e Novo DTC – Código de
Erro para Diagnóstico
7 Valor de Droop para Velocidade Única
8 Não Aplicado

Tabela 12–4: Grupos de Alarmes DLN2


Grupo de Alarmes Posição Descrição
Nível baixo de Óleo do Motor.
00 – Nível Normal
3 xx xx xx 00 01 – Nível baixo
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Nível Alto de Óleo do Motor.
00 – Nível Normal
3 xx xx 00 xx 01 – Nível alto
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Pressão Baixa do Óleo no Motor.
00 – Pressão Normal
3 xx 00 xx xx 01 – Baixa Pressão
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Alta temperatura da Água do Motor.
00 – Temperatura da Água do Motor Normal
4 xx xx xx 00 01 – Alta temperatura da Água do Motor
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Perda de Potência devido a Alta Temperatura.
00 – Temperatura Normal
01 – Perda de Potência devido a Alta
4 xx xx 00 xx
Temperatura
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Parada do Motor por Limite Excedido.
00 – Limite Não Excedido
4 xx 00 xx xx 01 – Limite Excedido
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Carga do Alternador do Motor.
00 – Alternador Não esta Carregando
5 xx xx xx 00 01 – Alternador Carregando
10 – Reserva
11 – Não Aplicado
Teste de Lâmpadas do Motor.
00 – Não Ativado
6 xx xx xx 00 01 – Ativado
10 – Erro
11 – Não Aplicado
Status Diagnóstico
00 – Não Ativado
6 xx xx 00 xx 01 – Códigos de Piscadas Ativado
10 – Botão de Diagnostico Pressionado.
11 – Não Aplicado
Novo DTC
00 – Não Ativado
6 xx 00 xx xx 01 – Ativado
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Grupo de Alarmes Posição Descrição
Valor de Droop para Velocidade Única. (0 -25%)
7 00 00 00 00 FE – Erro
FF – Não Aplicado

Tabela 12–5: Codificação de Alarmes DLN2


Medições de Diagnósticos da CAN – J1939
Este subgrupo do diagnóstico contém os STATUS da CAN. Para acessar deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior, deve ser pressionada a tecla ESC.
Tela 2.3.03.00.00
DIAGNOSTICOS
CAN – J1939 >

• Diagnose CAN – J1939


Esta tela traz informações sobre a comunicação entre controlador e o ECU, indicando se está pronto
para comunicar ou não. Também possibilita ativação do ECU para medições gerais do motor.
o ONLINE - Indica que o comando de ativação do ECU (código 398) está ligado.
o OFFLINE - Indica que o comando de ativação do ECU (código 398) está desligado.
Pressionando a tecla MENU quando a navegação estiver nesta tela é possível reiniciar os registros de
máximos de TEC e REC.
Tela 2.3.03.00.01

LLLLLLL TEC000 Mx000


REC000 Mx000

• Teste e Leitura da ECU


Quando a navegação estiver nesta tela é possível ativar o ECU através do código 398 – Ativação do
ECU-J1939, se todas as condições abaixo forem atendidas:
o Controlador em Modo de Operação Manual;
o Motor Parado
o Estar na Tela 2.3.03.00.01
o Pressionar a tecla MENU
OBS: Este código deverá ser configurado em uma saída do controlador que comandará ativação do
ECU permitindo a comunicação através da CAN-J1939.
Ocorre a desativação do comando de ativação do ECU se todas as condições abaixo forem atendidas:
o Controlador em Modo de Operação Manual;
o Visualização da Tela 2.3.03.00.01
o Pressionar a tecla MENU

Telas de Alarmes
Este grupo contém as informações de alarmes, históricos e eventos do sistema.

Tela 1.1.00.00.02
ALARMES/EVENTOS
>

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, a qual abrirá a nova tela da
respectiva opção.
Alarmes Ativos e Reconhecidos
Este grupo contém os alarmes ativos e reconhecidos do sistema.
Tela 3.1.00.00.00
Grupo Alarmes
Ativos >
O controlador pode armazenar até 20 alarmes ativos ou reconhecidos neste grupo de alarmes.
Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela dos alarmes.
Tela 3.1.00.01.00
Alarme 000)000 A
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela informa os alarmes ativos e/ou reconhecidos do sistema. Contém a informação do número
localizando o alarme na fila, o código do alarme, a situação do alarme “A” Ativo ou “R”
Reconhecido e o texto do alarme.
Código do Alarme Sinalização do Estado do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Alarme 001)161 R
Nivel Alto Combust. Texto do Alarme

Quando ocorre um alarme o controlador desloca a fila de alarmes uma posição para baixo incluindo o
novo no topo. A informação da posição do alarme na fila, indica para o operador a posição atual do
alarme que está sendo consultado no momento.
Na ocorrência de um alarme ativo o controlador chama automaticamente esta tela de alarmes ativos
independente do modo de operação e da tela corrente e aguarda o reconhecimento ou a quitação do
alarme para liberar a navegação entre outras telas. Não é permitido quitar o(s) alarme(s) quando se
estiver nas telas de SETUP. Somente o reconhecimento será aceito.
É possível navegar para consultar os demais registros de alarmes independente do comando de
reconhecimento, para isso deve-se navegar na fila usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que
estiver no inicio da fila a tecla UP não terá aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN
não terá aplicação.
Quando quitado ou alarme auto-reconhecido, o controlador chama a primeira tela de medições
básicas.
Quando pressionada a tecla ESC (evento de reconhecimento) estando na tela de alarmes ativos e
nenhum alarme estiver ativo, indicado pelo alarme sonoro desligado, é executado um retorno para a
tela Alarmes Ativos e Reconhecidos.
Ao tentar entrar na tela de alarmes pelo teclado e, caso não exista nenhum alarme ativo ou
reconhecido é apresentada a mensagem “SEM ALARMES” centrada na tela e os campos
preenchidos com 0 ( zero ).

Alarme 000)000
SEM ALARMES

A operação de reconhecimento e quitação dos alarmes é feita em alguns níveis:


• AUTO-RECONHECIMENTO - Existem casos onde o alarme poderá sair da fila sem a
intervenção do operador, classificadas como falhas com classe de nível 0 como por exemplo a
falha de Sobretensão na REDE – Limite 1 que após sua normalidade o alarme seria retirado da
fila automaticamente.
• RECONHECIMENTO - Pressionando a tecla ESC por um tempo indeterminado, fará com que
seja(m) reconhecido(s) o(s) alarme(s) e desligado o alarme sonoro. Esta operação é executada
para todos os alarmes independentemente do nível de falha e do modo de operação selecionado.
• QUITAÇÃO - Pressionando a tecla ESC por um tempo maior que 5 segundos fará com que
seja(m) quitado(s) o(s) alarme(s) do sistema diferentes de nível de falha 0. Enquanto a tecla ESC
estiver sendo pressionada, se houver alarmes em condições de ativação, eles serão ativados
entrando novamente no grupo de alarmes ativos independente da tecla de ESC continuar
pressionada. Se a tecla permanecer pressionada continuamente por um longo tempo, tempo que
atenda dois ciclos de quitação por exemplo, será executada a quitação duas vezes sem a
necessidade de soltar e pressionar novamente a tecla. Para alarmes com classe de falha 1, a
operação de quitação é aceita independente do modo de operação selecionado. Para alarmes com
classe de falha 2 e 3, esta operação é aceita somente em Modo de Operação Manual ou Remoto e
para classe de falha 4, esta operação é aceita somente em Modo de Operação Manual ou em
Modo de Operação Remoto quando o parâmetro Habilita Quitação Remota F4 estiver habilitado.

Grupo de Histórico de Alarmes


Este grupo contém o histórico de alarmes registrados pelo sistema.
O controlador pode armazenar até 100 registros no histórico de alarmes. Estes registros são efetuados
no instante que o alarme foi ativo.
Tela 3.2.00.00.00
Grupo Historico
de Alarmes >

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, a qual abrirá a nova tela de histórico
de alarmes
Esta tela informa o histórico dos alarmes registrados pelo controlador. As informações são
apresentadas em duas etapas, a primeira linha desta tela sempre mantém as mesmas informações,
porém a segunda linha alterna entre texto de descrição do alarme e data e horário da ocorrência do
alarme
Tela 3.2.00.01.00
Hist Alm 000)000
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Hist Alm 000)000


DD/MM/AA HH:MM:SS

A primeira informação contém o número localizando o alarme na fila, o código do alarme e o texto
do alarme respectivamente. Esta informação é a primeira apresentada no momento da consulta ao
histórico, seja pela navegação pelo teclado ou na ocorrência de algum alarme.
Código do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Hist Alm 021)116


Disj.CGR Extraido

Texto do Alarme

A segunda informação é facilmente acessada deve-sendo apenas pressionar a tecla MENU. Esta
informação contém um número que permite localizar o alarme na fila, o código do alarme, o horário
e a data da ocorrência.
Código do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Hist Alm 021)116


20/03/03 12:14:00

Data da Ocorrência Horário da Ocorrência


Se necessário voltar a acessar a primeira informação, deve ser pressionada a tecla ESC que voltará a
aparecer na tela a informação do texto de descrição do alarme.
Quando ocorre um novo registro o controlador desloca a fila de alarmes uma posição para baixo
incluindo o novo no topo. O número indicando a posição dos alarmes na fila é atualizado para todos
os alarmes existentes na fila devido a entrada do novo.
É possível navegar para consultar os demais registros de históricos de alarmes. Para tanto, devem ser
utilizadas as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não terá
aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não terá aplicação.
Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC quando a navegação estiver na primeira
informação.
Ao tentar entrar nas telas de histórico de alarmes pelo teclado, caso não exista nenhum alarme no
histórico será apresentada a mensagem “SEM ALARMES” centrada na tela e os campos preenchidos
com 0 (zero).

Hist Alm 000)000


SEM ALARMES

Grupo de Histórico de Eventos


Este grupo contém o histórico de eventos registrados pelo sistema.
O controlador pode armazenar até 50 registros no histórico de eventos.
Tela 3.3.00.00.00
Grupo Historico
de Eventos >

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, abrirá a nova tela de histórico de
eventos.
Esta tela informa o histórico dos eventos registrados pelo controlador. As informações são
apresentadas em duas etapas, a primeira linha desta tela sempre mantém as mesmas informações,
porém a segunda linha alterna entre texto de descrição do evento e data e horário da ocorrência do
evento.
Tela 3.3.00.01.00
Hist Evt 000)000
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Hist Evt 000)000


DD/MM/AA HH:MM:SS

A primeira informação contém o número localizando o evento na fila, o código do evento e o texto
do evento respectivamente. Esta informação é a primeira apresentada no momento da consulta ao
histórico.
Código do Evento
Número do Evento na Pilha

Hist Evt 005)273


Modo Manual

Texto do Evento
A segunda informação é acessada pressionando-se a tecla MENU. Esta informação contém o número
localizando o evento na fila, o código do evento, o horário e a data da ocorrência.

Número do Evento na Pilha Código do Evento

Hist Evt 005)273


01/12/03 17:44:00

Data da Ocorrência Horário da Ocorrência

Se necessário voltar a acessar a primeira informação deve-se pressionar a tecla ESC que voltará a
aparecer na tela a informação do texto de descrição do evento.
Quando ocorre um evento o controlador desloca a fila de eventos uma posição para baixo incluindo o
novo no topo. O número indicando a posição dos eventos na fila é atualizado para todos os outros
existentes na fila devido a entrada do novo.
A informação da posição do evento na fila, indica para o operador a posição atual do evento que está
sendo consultado no momento.
É possível navegar para consultar os demais registros de históricos de eventos, desta forma, deve-se
navegar na fila usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não
terá aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não terá aplicação.
Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC quando a navegação estiver na primeira
informação.
Ao tentar entrar nas telas de histórico de eventos pelo teclado, caso não exista nenhum alarme no
histórico será apresentado a mensagem “SEM EVENTOS” centrada na tela e os campos preenchidos
com 0 (zero).

Hist Evt 000)000


SEM EVENTOS

Telas de Configuração (SETUP)


Este grupo contém o SETUP do sistema.
Tela 1.1.00.00.03
SETUP
>

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, abrirá a nova tela da respectiva
opção.
Tela de Apresentação do SETUP
Ao entrar no SETUP é apresentada uma tela contendo a informação do modelo do controlador
seguida de sua versão.
Tela 4.0.00.00.01
Controlador ST2140
SETUP VER. 0.00

Todas as telas de SETUP possuem uma tela de ajuda que contém informações básicas da tela e um
número (índice da tela) que informa qual a posição atual do SETUP que o usuário se encontra. Para
ativar esta tela deve-se pressionar as teclas UP e DOWN simultaneamente. Será mostrada uma tela de
ajuda e, após 3 segundos, retornará para a tela anterior automaticamente.
Sempre que o usuário permanecer dentro do SETUP e nenhuma operação for efetuada por 3
minutos, será comandado o salto para tela básica.
ID e Senha do Operador
Ao entrar no SETUP é requerida a entrada do ID, registro de identificação do operador, e a senha de
acesso aos grupos do SETUP.
Tela 4.0.00.00.02
ID: 00000-00
SENHA: 0000

Caso o controlador esteja em Modo de Operação Remoto indicado pelo LED MANUAL piscando,
não é permitido o acesso ao grupo de parâmetros do SETUP. A edição dos campos ID e Senha só é
liberada quando o usuário passar o controlador para algum modo de operação diferente de Remoto.
Quando o operador entrar na tela de ID e Senha do Operador, o controlador fornece o ID com dígitos
0 (zero).
Cada operador tem um ID exclusivo. Este ID contém as informações do número de matrícula do
usuário STEMAC de cinco dígitos e mais dois dígitos verificadores que validam a matrícula e
identificam o nível do operador.
Após informado pelo usuário o ID e a senha, o controlador valida as informações. Caso ocorra um
erro na validação o controlador inicia novamente o procedimento de identificação do usuário,
permanecendo na mesma tela, fornecendo um novo número aleatório e apagando o ID do usuário.
Caso o SETUP já esteja aberto o mesmo é fechado independente do resultado da validação do ID e
Senha e só é aberto se a validação for concluída com sucesso.
Após a senha validada é contado um tempo de 10 minutos para cancelar a senha. Este tempo é
contado a partir da saída do usuário do SETUP e resetado sempre que retornar para o SETUP sem
ter decorrido o tempo total. O controlador permite o operador passar pela tela de senha sem a
necessidade de informar a senha. Caso decorrido todo o tempo é requisitada a entrada da senha na
próxima vez que o operador tentar entrar no SETUP.
Quando LOGIN é aberto localmente e o usuário estiver no SETUP editando ou não um parâmetro, e
for passado para modo Remoto, o controlador força a saída do SETUP mostrando a tela básica. Se
estiver em edição de um valor o mesmo será cancelado.
O ID serve para identificar o nível de acesso que deverá ser permitido pelo controlador para
alterações do SETUP.
Após informado pelo usuário o ID, o controlador valida os dígitos verificadores através de
comparações até determinar o nível de acesso do operador. Através do nível de acesso identificado o
controlador executa uma expressão correspondente ao seu nível aguardado a digitação da senha do
operador para realizar uma comparação efetuando ou não a liberação do SETUP.
Nível de Senha 5 - Cliente
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 5 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 5 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o controlador testa a senha informada com o nível de senha
4.
Nível de Senha 4 - Técnico Básico
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 4 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 4 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o controlador executa a lógica descrita no tópico anterior ID
e Senha do Operador que define o que ocorre quando a senha é incorreta.
Nível de Senha 2 - Diagnose e Indústria
Para este nível de senha , o controlador calculará o ID do operador sempre que for diferente de 0
(zero). Quando o ID informado resultar o nível de senha 2, o controlador validará a senha através de
uma expressão própria.
Grupo dos Parâmetros da Rede
Este grupo contém os parâmetros de configuração da Rede com valores nominais de tensão. Para
acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da respectiva opção.

Tela 4.1.00.00.00
Grupo dos Parametros
da REDE >

Nível de Senha Mínimo: 4


Parâmetros Nominais da Rede
Este subgrupo das configurações da Rede contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência. Para
acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.01.00.00

Parametros Nominais
da REDE >

Nível de Senha Mínimo: 4


• Tensão Nominal de Linha da REDE
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal de linha da REDE para
operação normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as
supervisões de tensão da REDE.
Tela 4.1.01.00.01

Tensao Nominal de
Linha da REDE 0000V

Máximo: 7500V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Fase da REDE
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal de fase da REDE para
operação normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as
supervisões de tensão da REDE.
Quando for selecionado no parâmetro “Sistema de Medição de Tensão da REDE” a opção sem
neutro, os valores desta máscara são ignorados.
Tela 4.1.01.00.02
Tensao Nominal de
Fase da REDE 0000V

Máximo: 7500V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Relação de TP da REDE
Através deste parâmetro é possível configurar a relação de Transformação do TP da REDE. Este
valor será utilizado como ganho na tensão nas telas de medições.
Tela 4.1.01.00.03
Relacao de TP da
REDE 000,00
Máximo: 650,00V
Mínimo: 000,01V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Sistema de Medição de Tensão da REDE
Através deste parâmetro é possível configurar a medição de tensão da REDE como medição sem
neutro ou com neutro. Informa para o controlador o tipo de ligação elétrica aplicada no
condicionador de sinal.
o COM NEUTRO - Para medição com neutro são medidas e mostradas as tensões de
fase e de linha.
o SEM NEUTRO - Para medição sem neutro são medidas e mostradas somente as
tensões de linha.
Somente é permitido pelo controlador a configuração “SEM NEUTRO” caso o parâmetro “Tipo de
Medição” em configuração geral da USCA for diferente de monofásico.
Tela 4.1.01.00.05
Medicao Tensao
REDE LLLLLLLLLL

Opções: “Com Neutro / 1”, “Sem Neutro/ 0”


Nível de Senha Mínimo: 4
Parâmetros de Proteção da Rede
Este subgrupo das proteções da Rede contém os parâmetros de proteções de tensão e freqüência. Para
acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.1.02.00.00
Parametros Protecao
da REDE >

As proteções de Rede estarão sempre ativas, dependendo somente da sua habilitação pelo SETUP.
Nível de Senha Mínimo 4
Menu de Acesso aos Parâmetros de Operação de Emergência da Rede
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da operação em emergência. Para acessar os
parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.02.01.00
Operacao Emergencia
>

Nível de Senha Mínimo: 4


• Habilita a Operação de Emergência da Rede
Através desta máscara é possível habilitar o modo de operação de Rede em Emergência:
Tela 4.1.02.01.01
Operacao Emergencia
LLL

o LIGADO - Habilita o modo em emergência da Rede. Quando em Modo de


Operação Automático e decorrido o tempo de retardo de emergência da Rede é
acionada a lógica de emergência da Rede. Para os demais modos de operação o
controlador não supervisiona o modo em emergência.
o DESLIGADO - O controlador não supervisiona o modo em emergência.
Opções: “LIG “DES”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Dias para Ativação para Rede Emergência
Através desta máscara é possível habilitar os dias da semana que permitirá a ativação da lógica de
Emergência da Rede.

Tela 4.1.02.01.02

Emergencia DSTQQSS
Dia Ativacao LLLLLLL

Os parâmetros deste campo são configurados conforme os dias da semana, cabendo ao primeiro
campo da esquerda a habilitação do dia de domingo e assim sucessivamente, passando por segunda-
feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira até chegar ao último que corresponde ao
sábado.
o S - Esta opção corresponde a “SIM” habilitando a lógica de emergência da REDE
para o respectivo dia da semana.
o N - Esta opção corresponde a “NÃO” desabilitando a lógica de emergência da REDE
para o respectivo dia da semana.
Caso o alarme de relógio desconfigurado esteja ativo a lógica de Dias de Ativação para Rede
Emergência não atua até que o alarme seja quitado conforme condições para seu reconhecimento.
Opções: “S / 1”, “N / 0” (para cada campo da máscara LLLLLLL)
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo para Rede Emergência
Através desta máscara é possível configurar o tempo para confirmação da emergência da Rede em
caso de falha da Rede.
Tela 4.1.02.01.03

Retardo para REDE


Emergencia 0000s

Estando ligado o parâmetro Operação Emergência e independente do modo de operação for


sinalizado Rede anormal, é iniciada a contagem do tempo de retardo de emergência da Rede. A
contagem do tempo de retardo é cancelado sempre que for sinalizado Rede normal ou desligado o
parâmetro Operação Emergência. Após a confirmação deste tempo, a lógica de operação em
emergência da Rede é liberada para ser executada desde que suas condições sejam atendidas.
O final da operação de emergência da Rede ocorre quando o sinal de REDE Normal for ligado ou for
desligado o parâmetro de habilitação da operação de emergência.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo para Confirmação de Rede Normal
Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo para confirmação de retorno da Rede.

Tela 4.1.02.02.00

Retardo REDE
Normal 0000s
Após o auto-reconhecimento das falhas da Rede com TRIP é iniciada a contagem do tempo de
retardo de Rede normal e acionado o sinal de Rede Estabilizando. No término deste tempo é
acionado o sinal de Rede Normal e desligado o sinal de Rede Estabilizando.
Caso ocorra uma falha da Rede com TRIP no momento da contagem do tempo de retardo de Rede
normal, a contagem do tempo é cancelada permanecendo desligado o sinal de Rede Normal
indicando Rede Anormal”.
O tempo de retardo de Rede normal é iniciado sempre que as falhas de Rede saírem do sistema.
Quando as proteções de tensão e freqüência estão desligadas, o controlador considera internamente o
estado da Rede como normal para fins de lógica e não sinaliza o estado da Rede no display e nem via
MODBUS. Não é indicado pelo controlador o estado da Rede nesta condição não mostrando Rede
Normal e nem Anormal.
Na inicialização do controlador, estando as proteções da Rede desligadas não é considerado o tempo
de Rede Estabilizando. As sinalizações Rede Estabilizando, Rede Normal e Rede Anormal estarão
sempre desligadas.
Os comandos da chave de rede permanecem com sua operação normal como se a rede estivesse
sempre normal. Caso a tensão da REDE não exista o controlador interpreta como Rede Normal
permitindo comandar o fechamento da chave e atuar os alarmes de chave normalmente.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4
Grupo dos Parâmetros do GMG
Este grupo contém os parâmetros de configuração do GMG como valores nominais de tensão,
freqüência, potência, valores de proteções e supervisões.
Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.2.00.00.00

Grupo dos Parametros


do GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4


Parâmetros Nominais do GMG
Este subgrupo das configurações do GMG contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência,
corrente e potência. Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova
tela da opção.
Tela 4.2.01.00.00
Parametros Nominais
do GMG >

As proteções por sobretensão, sobrefreqüência, sobrecarga e sobrecorrente estão sempre sendo


supervisionadas desde que estejam habilitadas no SETUP não dependendo da ativação do sinal GMG
Funcionando.
As proteções por subtensão e subfreqüência do GMG serão ativas sempre que o valor supervisionado
ultrapassar o valor de subtensão, ou subfreqüência configurado e as mesmas estejam habilitadas no
SETUP. Caso o valor supervisionado não ultrapasse o valor configurado, as proteções serão ativas
assim que for concluído o retardo para supervisão do GMG.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Linha do GMG
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal do GMG para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão do GMG.
Tela 4.2.01.00.01
Tensao Nominal de
Linha do GMG 0000V

Máximo: 7500V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Fase do GMG
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal do GMG para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão do GMG.
Tela 4.2.01.00.02
Tensao Nominal de
Fase do GMG 0000V

Máximo: 7500V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Relação de TP do GMG
Através desta máscara é possível configurar a relação de Transformação do TP do GMG.
Tela 4.2.01.00.03

Relacao de TP GMG
000,00

Máximo: 650,00V
Mínimo: 000,01V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Corrente Nominal do GMG
Através desta máscara é possível configurar a corrente nominal do GMG.
Tela 4.2.01.00.04
Corrente Nominal do
GMG 0000A

Máximo: 9999V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
Parâmetros do Motor
Este subgrupo contém os parâmetros referentes a configuração do motor como tempo de motor
parando, retardo de baixa pressão, número de tentativas de partidas entre outros.
Para acessar este grupo de parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela
contendo o primeiro parâmetro do grupo em questão.
Tela 4.2.03.00.00
Parametros do Motor
do GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4


• Horas para Manutenção do GMG - Atualiza
Caso a manutenção deva ocorrer antes do período planejado é possível reiniciar o contador
decrescente de horas para manutenção. Para reiniciar o contador o usuário deve confirmar a
atualização das horas para manutenção selecionando a opção SIM da tela respectiva. Ao confirmar, o
controlador atribui para a medição das horas de manutenção o valor configurado no SETUP.,

Tela 4.2.03.00.02
Horas Manutencao do
GMG Atualiza LLL

o SIM - Sempre que confirmada esta opção será atribuído à tela de medições o valor
configurado no SETUP. Após confirmação, o valor da opção volta para NÃO
permitindo uma nova atualização.
o NÃO - Estado normal do comando de atualização das horas de manutenção.
Opções: “SIM”, “NAO”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo de Partida do GMG
Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo antes do início do procedimento de
partida do GMG. Este retardo é aplicado nos sistemas onde existe a necessidade de acionamentos
externos antes do início do procedimento de partida.

Tela 4.2.03.00.08

Retardo de Partida
do GMG 000s

Quando comandada a partida, antes de iniciar o procedimento de partida é iniciada a contagem do


retardo de partida do GMG e acionado o sinal Retardo na Partida. No término deste tempo, é liberado
o procedimento de partida e desligado o sinal de Retardo na Partida.
A contagem do retardo de partida é cancelada sempre que for cancelado o comando de partida, com
exceção da lógica de emergência da Rede que congela esta contagem em função do Status Rede
Estabilizando.
Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: 4
Grupo de Parâmetros da USCA
Este grupo contém os parâmetros de configuração da USCA. Para acessar os parâmetros deve-se
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.00.00.00
Grupo dos Parametros
da USCA >

Nível de Senha Mínimo: 5


Configuração Geral
Este grupo contém os parâmetros de configuração, como níveis de senha, energia, programação da
entrada e saída digital, configuração de medição entre outros.
Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.01.00.00
Configuracao da USCA
>

Nível de Senha Mínimo: 5


• Seleção de Modo de Operação
Através desta máscara é possível selecionar o Modo de Operação que será ativado. Para qualquer das
opções selecionadas é validado conforme o relacionamento dos modos de operação descrito nas
lógicas de funcionamento.

Tela 4.3.01.00.02
Selecao Modo de
Operacao LLLLLL

o MANUAL - Seleciona o Modo de Operação Manual. Executa a mesma função que o


botão MANUAL. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Manual,
consulte a seção de lógicas de funcionamento.
o AUTO - Seleciona o Modo de Operação Automático. Executa a mesma função que o
botão AUTO. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Automático,
consulte a seção de lógicas de funcionamento.
o REMOTO - Este modo permite que seja aceito comandos e parametrização através
do canal serial. Para supervisão, não é necessário que o Modo de Operação Remoto
seja selecionado. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Remoto, consulte
a seção de lógicas de funcionamento.
o TESTE - Este modo quando selecionado parte o GMG colocando-o em
funcionamento para eventuais testes sem carga. Para maiores detalhes consulte
lógicas de funcionamento.
Opções: “MANUAL” , “AUTO”, “REMOTO”, “TESTE”
Nível de Senha Mínimo: 5
• Senha Nível 04
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 04.
Tela 4.3.01.00.10
Senha Nivel 04
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 4
• Senha Nível 05
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 05.
Tela 4.3.01.00.11
Senha Nivel 05
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 5
Configuração da Porta Serial
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da porta serial. Para acessar os parâmetros
deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.10.00.00
Configuracao da
Porta Serial >

Nível de Senha Mínimo: 4


• Seleção do Tipo de Adaptador da Porta Serial
Através desta máscara é possível selecionar o tipo de adaptador conectado na porta serial para
supervisão, comando e parametrização do controlador através do protocolo MODBUS RTU SLAVE.

Tela 4.3.10.00.01
Adaptador Porta
Serial LLLLLLLLL

Neste grupo de parâmetros também é possível configurar as características da comunicação serial e


configurar as lógicas de controle aplicadas ao canal serial.
o RS232/USB - Habilita a porta serial identificando que o adaptador é um RS232 ou
um USB.
o RS485 - Habilita a porta serial identificando que o adaptador é um RS485. Para esta
seleção o parâmetro de controle de fluxo não possui aplicação.
Opções: “RS232/USB”, “RS485”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Endereço do Slave
Através desta máscara é possível configurar o endereço SLAVE para o protocolo MODBUS RTU.

Tela 4.3.10.00.03
Endereco Slave
000

Máximo: 255
Mínimo: 001
Nível de Senha Mínimo: 4
• Velocidade de Comunicação
Através desta máscara é possível configurar a velocidade de comunicação do canal serial.

Tela 4.3.10.04.04
Velocidade Comunic.
00000bps

Opções: “9600”, “19200”.


Nível de Senha Mínimo: 4
• Paridade
Através desta máscara é possível configurar o bit de paridade do canal serial.

Tela 4.3.10.00.05
Paridade
LLLLLLL
Opções: “Par”, “Impar”, “Nenhuma”.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Bit de Parada
Através desta máscara é possível configurar o número de bits de parada do canal serial.
Tela 4.3.10.00.06
Bit de Parada
0

Opções: “1”, “2”.


Nível de Senha Mínimo: 4
• Habilita Controle de Fluxo por Hardware
Através desta máscara é possível habilitar o controle de fluxo por hardware do canal serial, ou seja,
habilitar os pinos de controle.
Tela 4.3.10.00.07
Habilita Controle de
Fluxo RS232 LLL

Quando este parâmetro estiver desligado será permitida a comunicação a três fios, TX, RX e GND.
Opções: “SIM”, “NÃO”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Habilita Modem para Porta Serial RS232
Através desta máscara é possível habilitar o uso de modem externo padrão, que poderá ser
configurado e comandado para efetuar discagens conforme configurado neste grupo.
Tela 4.3.10.00.08
Habilita Modem Porta
Local LLL

Opções: “SIM”, “NÃO”


Nível de Senha Mínimo: 4
Configuração do Relógio
Este subgrupo contém os parâmetros relativos a configuração do relógio interno do controlador. Para
acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.3.14.00.00
Configuracao do
Relogio >

Sempre que o controlador perder a capacidade de manter o funcionamento correto do relógio interno
será acionado o alarme Relógio Desconfigurado.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Horário
Através desta máscara é possível configurar o horário do controlador.
Tela 4.3.14.00.01
Horario
HH:MM:SS

Máximo: 23:59:59
Mínimo: 00:00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Data
Através desta máscara é possível configurar a data do controlador.
Tela 4.3.14.00.02
Data
DD/MM/AA

Máximo: 31/12/31
Mínimo: 01/01/00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Dia da Semana
Através desta máscara é possível configurar o dia da semana atual.
Tela 4.3.14.00.03
Dia da Semana
LLLLLLL

Opções: “Domingo”, “Segunda”, “Terça”, “Quarta”, “Quinta”, “Sexta”, “Sábado”.


Nível de Senha Mínimo: 5
• Atualiza Relógio
Através desta máscara é possível comandar a atualização do Relógio do controlador.
Tela 4.3.14.00.04

Atualiza Relogio
LLL

o SIM - Sempre que confirmado esta opção o controlador irá acertar o relógio
transferindo os dados dos parâmetros do Relógio para o relógio do controlador.
o NÃO - Estado normal, onde o relógio não é atualizado pelo controlador.
Opções: “SIM”, “NAO”
Nível de Senha Mínimo: 5
• Sincronismo do Relógio
Através desta máscara é possível configurar o horário em que o relógio interno será atualizado
quando houver o Pulso de Sincronismo.
Tela 4.3.14.00.05
Sincronismo do
Relogio HH:MM:SS

O Pulso de Sincronismo do Relógio é efetuado por dispositivo externo conectado a uma entrada
digital configurada para esta função. Este pulso faz o acerto do relógio, desta forma, movendo o
conteúdo parametrizado neste parâmetro para o horário atual do relógio interno.
Máximo: 23:59:59
Mínimo: 00:00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
Partida por Relógio
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de partida por relógio. Para acessar os
parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.15.00.00
Partida por Relogio
>

Nível de Senha Mínimo: 5


• Habilita Partida por Relógio
Através desta máscara é possível habilitar a partida por relógio.
Tela 4.3.15.00.01
Habilita Partida por
Relogio LLL

o LIGA - Habilita a partida por relógio. Habilitado este parâmetro o controlador passa
a executar a lógica de partida por relógio conforme os parâmetros configurados no
SETUP.
o DESLIGA - Desabilita a partida por relógio. Desabilitado este parâmetro o
controlador não executa a lógica de partida por relógio ignorando sua programação.
Opções: “LIG”, “DES”.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Partida por Relógio Hora de Início
Através desta máscara é possível configurar o horário de início da partida por relógio.

Tela 4.3.15.00.02
Partida por Relogio
Hora Inicio 00:00

Para satisfazer a ativação da Partida Por Relógio o valor de hora e minuto inicial configurado no
SETUP deve ser menor ou igual que a hora e minuto do relógio corrente do controlador.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida por Relógio Hora de Fim
Através desta máscara é possível configurar o horário fim da partida por relógio.
Tela 4.3.15.00.03
Partida por Relogio
Hora Fim 00:00

Para satisfazer a ativação da Partida Por Relógio o valor de hora e minuto final configurado no
SETUP deve ser maior que a hora e minuto do relógio corrente do controlador. É permitido
configurar um horário de fim menor que o horário de início, caracterizando uma operação que
ultrapassa as 24 horas do dia da semana de Ativação. Isto é permitido desde que o próximo dia da
semana esteja habilitado, caso contrário, é cancelada a partida por relógio.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida por Relógio Dias de Ativação
Através desta máscara é possível configurar os dias da semana de partida por relógio.
Tela 4.3.15.00.04
Part.Relogio DSTQQSS
Dia Ativacao LLLLLLL

Os parâmetros deste campo podem ser configurados conforme os dias da semana cabendo ao
primeiro campo da esquerda a habilitação no dia de domingo e assim sucessivamente, passando por
segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira até chegar ao último campo que
corresponde ao sábado.
o S - Esta opção corresponde a SIM habilitando a lógica de partida por relógio para o
respectivo dia da semana.
o N - Esta opção corresponde a NÃO desabilitando a lógica de partida por relógio para
o respectivo dia da semana.
Para satisfazer a ativação da Partida Por Relógio o valor do dia da semana configurado no SETUP
deve ser igual ao do relógio corrente do controlador e o alarme de Relógio Desconfigurado não deve
estar ativo. Este parâmetro tem prioridade sobre a configuração de hora e minuto de início e fim. Se o
dia da semana estiver desabilitado é cancelada a partida por relógio independente do intervalo de
hora início e fim configurado.
Opções: “S”, “N” (para cada campo da máscara LLLLLLL)
Nível de Senha Mínimo: 5
• Falha no GMG, Carga para Rede
Através desta máscara é possível configurar se a carga retorna para Rede em caso de falha do GMG
durante o tempo de partida por relógio.
Tela 4.3.15.00.05

Falha no GMG Retorna


Carga para REDE LLL

Opções: “SIM”, “NAO”.


Nível de Senha Mínimo: 5
Partidas Programadas
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de partidas programadas. Para acessar os
parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.3.16.00.00
Partidas Programadas
>

Nível de Senha Mínimo: 5


• Configuração da Partida Programável
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração específicos da partida programável indicada
pelo índice para programação 01 e programação 02.

Tela 4.3.16.01.00
Partida Prog. 01
>
Tela 4.3.16.02.00
Partida Prog. 02
>

Quando entrar na tela o campo índice 01 estará referenciado à primeira partida programável. As
demais partidas poderão ser selecionadas pressionando UP ou DOWN. Para acessar os parâmetros
deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela respectiva a partida programável indicada
pelo índice 01 ou 02.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Habilita Partida Programada
Através desta máscara é possível habilitar a partida programada. É possível habilitar até 2
programações que são indicadas pelo índice 01 ou 02 e são selecionadas através das teclas UP e
DOWN.
Tela 4.3.16.01.01
Partida Prog. 01
LLL
Tela 4.3.16.02.01
Partida Prog. 02
LLL

o LIGA - Habilita a partida programada selecionada. Habilitado este parâmetro o


controlador passa a executar a partida programada em questão conforme os
parâmetros configurados.
o DESLIGA - Desabilita a partida programada selecionada. Desabilitado este
parâmetro o controlador não executa a partida programada em questão.
Para navegar entre os parâmetros desta partida programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das partidas deve-se pressionar a tecla ESC.
Opções: “LIG”, “DES”.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida Programada Dia
Através desta máscara é possível configurar o dia e mês da partida programada em questão que é
indicada no índice 01 ou 02.
Tela 4.3.16.01.02

Partida Prog. 01
Dia DD/MM

Tela 4.3.16.02.02
Partida Prog. 02
Dia DD/MM

Para navegar entre os parâmetros desta partida programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das partidas deve-se pressionar a tecla ESC.
Máximo: 31/12
Mínimo: 01/01
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida Programada Hora de Início
Através desta máscara é possível configurar o horário de inicio da partida programada.
Para navegar entre os parâmetros desta partida programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das partidas deve-se pressionar a tecla ESC.
Tela 4.3.16.01.03
Partida Prog. 01
Hora Inicio 00:00

Tela 4.3.16.02.03
Partida Prog. 02
Hora Inicio 00:00
Para satisfazer a ativação da Partida programada o valor de hora e minuto inicial configurado no
SETUP deve ser menor ou igual que a hora e minuto do relógio corrente do controlador.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida Programada Hora de Fim
Através desta máscara é possível configurar o horário de fim da partida programada.
Para navegar entre os parâmetros desta partida programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das partidas deve-se pressionar a tecla ESC.

Tela 4.3.16.01.04
Partida Prog. 01
Hora Fim 00:00

Tela 4.3.16.02.04
Partida Prog. 02
Hora Fim 00:00

Para satisfazer a ativação da Partida Programada o valor de hora e minuto final configurado no
SETUP deve ser maior ou igual que a hora e minuto do relógio corrente do controlador. Caso a hora
e minuto configurado como final seja menor que a hora e minuto inicial, não será interpretado como
condição satisfatória para partida programada. A hora e minuto final deve sempre ser um horário
maior que o horário inicial configurado.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
Paradas Programadas
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de paradas programadas. Para acessar os
parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.17.00.00
Paradas Programadas
>

Nível de Senha Mínimo: 5


• Configuração da Parada Programável
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração específicos da parada programável indicada
pelo índice 01 ou 02.
Tela 4.3. 17.1.00
Parada Programada 01
>
Tela 4.3.17.02.00
Parada Programada 02
>

Quando entrar na tela o índice 01 estará referenciado à primeira parada programável. As demais
paradas poderão ser selecionadas pressionando UP ou DOWN. Para acessar os parâmetros deve-se
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela respectiva a parada programável indicada pelo índice
01 ou 02.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Habilita Parada Programada
Através desta máscara é possível habilitar a parada programada. É possível habilitar até 2
programações que são indicadas pelo índice 01 ou 02 e são selecionadas através das teclas UP e
DOWN.
Tela 4.3.17.01.01
Parada Programada 01
LLL
Tela 4.3.17.02.01
Parada Programada 02
LLL

o LIGA - Habilita a parada programada selecionada. Habilitado este parâmetro o


controlador passa a executar a parada programada em questão conforme os
parâmetros configurados.
o DESLIGA - Desabilita a parada programada selecionada. Desabilitado este
parâmetro o controlador não executa a parada programada em questão.
Para navegar entre os parâmetros desta parada programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das paradas deve-se pressionar a tecla ESC.
Opções: “LIG”, “DES”.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Parada Programada Dia
Através desta máscara é possível configurar o dia e mês da parada programada em questão que é
indicada pelo índice 01 ou 02 e é selecionada através das teclas UP e DOWN.
Tela 4.3.17.01.02

Parada Programada 01
Dia DD/MM
Tela 4.3.17.02.02
Parada Programada 02
Dia DD/MM

Para navegar entre os parâmetros desta parada programável deve-se usar as teclas UP ou DOWN.
Para voltar ao menu de seleção das paradas deve-se pressionar a tecla ESC.
Máximo: 31/12
Mínimo: 01/01
Nível de Senha Mínimo: 5
Calibração das Entradas Analógicas
Através desta máscara é possível acessar as máscaras de configuração para calibração das entradas
analógicas. Para acessar este grupo de parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a
nova tela contendo o primeiro parâmetro do Grupo em questão.
Tela 4.3.19.00.00

Calibracao das
Entradas Analogicas>

Estando na tela de calibração, é mostrado o valor atual da medição em questão, que é atualizado
conforme a variação do valor medido. Ao ser pressionada a tecla MENU colocará o campo em
edição, congelando o valor, desta forma, perdendo a relação direta com o valor medido. Este valor
congelado será utilizado como referência inicial para edição do valor a ser calibrado.
Estando o campo em edição, o operador incrementa ou decrementa o valor conforme a edição para
campos numéricos. Ao confirmar a edição o controlador calcula o fator de correção e aplicará o
mesmo na relação de transformação do sinal analógico medido. Após a confirmação será permitida a
navegação para a próxima tela ou tela anterior.
O ajuste máximo permitido é de +/-5,0% com referência ao fator de multiplicação para correção do
erro na medição que pode refletir um erro máximo de 5% na medição. Caso seja ultrapassado este
percentual, o campo permanece em edição, podendo ser cancelado pressionando a tecla ESC.
A calibração se dá com referência as tensões fase-neutro onde o fator de correção é aplicado na etapa
de aquisição de dado (conversor A/D) refletindo a calibração tanto para fase-neutro quanto para fase-
fase independente do tipo de ligação (estrela ou triângulo) com exceção da configuração monofásica,
onde a calibração é feita com referência somente na fase A.
Poderá ser calibrado também através do canal serial.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Calibra Tensão da REDE
Através deste parâmetro é possível calibrar a tensão de REDE e tem como objetivo evitar medições
erradas causadas por falta de precisão dos módulos de conexão e do próprio controlador.
A calibração da tensão da REDE será efetuada em relação ao tipo de medição selecionada no
SETUP. As telas de calibração serão aplicadas da seguinte forma:
o Monofásico, Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.01
Calibra Tensao da
REDE Va 0000V

o Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.02
Calibra Tensao da
REDE Vb 0000V

o Trifásico
Tela 4.3.19.00.03
Calibra Tensao da
REDE Vc 0000V

Máximo: 9000V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Calibra Tensão do GMG
Através deste parâmetro é possível calibrar a tensão do GMG e tem como objetivo evitar medições
erradas causadas por falta de precisão dos módulos de conexão e do próprio controlador.
A calibração da tensão do GMG será efetuada em relação ao tipo de medição selecionada no SETUP.
As telas de calibração serão aplicadas da seguinte forma:
o Monofásico, Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.04
Calibra Tensao do
GMG Va 0000V

o Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.05
Calibra Tensao do
GMG Vb 0000V

o Trifásico
Tela 4.3.19.00.06
Calibra Tensao do
GMG Vc 0000V

Máximo: 9000V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Calibra Corrente do GMG
Através deste parâmetro é possível calibrar a corrente do GMG e tem como objetivo evitar medições
erradas causadas por falta de precisão dos módulos de conexão e do próprio controlador.
A calibração da corrente do GMG será efetuada em relação ao tipo de medição selecionada no
SETUP. As telas de calibração serão aplicadas da seguinte forma:
o Monofásico, Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.07
Calibra Corrente do
GMG Ia 0000A

o Bifásico ou Trifásico
Tela 4.3.19.00.08
Calibra Corrente do
GMG Ib 0000A

o Trifásico
Tela 4.3.19.00.09
Calibra Corrente do
GMG Ic 0000A

Máximo: 9999V
Mínimo: 0000V
Nível de Senha Mínimo: 4
13. Apêndice 2 – Telas e Parâmetros ST2160

Estrutura de Telas de Navegação


O controladores ST2140, ST2160, ST2180 e ST2190 possuem uma estrutura de telas simples, que
permite a visualização de todas as medições e a parametrização parcial do equipamento. As telas
estão organizadas em forma de árvore, com 5 níveis de profundidade. A transição entre os diferentes
níveis do menu é feito pelas teclas MENU e ESC. A tecla MENU entra em um nível mais profundo
de menu. A ESC volta para um nível superior. A troca de telas em um mesmo nível é feita pelas
teclas UP e DOWN.
As telas estão divididas da seguinte forma:

Tela de Inicialização
Esta tela tem por finalidade indicar que o controlador foi alimentado e entrará em funcionamento.
Neste momento é informado o nome do controlador, a versão do software e o texto indicando que o
controlador está inicializando.
Tela 0.0.00.00.01
ST21XX Ver.X.XX
Inicializando...

Esta tela é apresentada somente durante a inicialização do controlador, não sendo exibida
posteriormente.

Telas Básicas
Estas telas são a raiz da estrutura de menus. Elas são mostradas no Visor LCD quando não se está
operando a IHM. Indicam estados e medições. Pressionando a tecla ENTER, entra-se no menu, onde
estão os outros três grupos apresentados posteriormente.
Esta tela informa a tensão do GMG e sua freqüência instantânea. A linha inferior mostra a situação
atual do sistema conforme descrito na tabela de status.
Tela 1.0.00.00.01
GMG 0000V 00,0Hz
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela é chamada quando:


• Houver operações básicas de navegação no teclado para este fim;
• O controlador for inicializado;
• O SETUP estiver inativo durante 3 minutos;
• Ocorrer um evento de quitação de falhas estando em qualquer tela com exceção das telas de
SETUP onde não serão permitidos eventos de reconhecimento e/ou quitação de alarmes;
• Ocorrer qualquer um dos itens da tabela de status, estando fora do SETUP ou estando na tela de
alarme(s) ativo(s) e nenhum dos alarmes estiver ativo ou estando nas demais telas.
Para o campo tensão, é mostrada a tensão de fase monofásica se o controlador estiver configurado
como monofásico. E é apresentada a tensão de linha (Vab) se o controlador estiver configurado com
bifásico ou trifásico. É aplicada uma rolagem automática para a linha de status. Esta rolagem mostra
os status que estarão ativos e os demais serão suprimidos da rolagem. O intervalo de rolagem entre as
mensagens da linha de status é de 1,3 segundos.
Quando houver uma chamada da tela por algum status da tabela o controlador mostrará a mensagem
de status que ativou e após 3 segundos o controlador retornará para a tela anterior que efetuou a
chamada. Para os outros eventos que chamam esta tela, não é aplicado um retorno automático,
permanecendo então esta tela no visor.
Item Descrição ST2140 Descrição ST2160 Descrição ST2180 Descrição ST2190
1 Alarme Ativo Alarme Ativo Alarme Ativo Alarme Ativo
2 GMG Partindo GMG Partindo GMG Partindo REDE Normal
3 GMG Funcionando GMG Funcionando GMG Funcionando REDE Anormal
4 GMG Resfriando GMG Resfriando GMG Resfriando REDE Estabilizando
5 GMG Parando GMG Parando GMG Parando Fechamento CGR
6 GMG Parado GMG Parado GMG Parado Fechamento CRD
7 GMG Indisponível GMG Indisponível GMG Indisponível Abertura CGR
8 REDE Normal REDE Normal Retardo Partida Abertura CRD
9 REDE Anormal REDE Anormal Intervalo Partidas Parada Remota
10 REDE Estabilizando REDE Estabilizando Pre-Aquecimento Lig. Partida por Relogio
11 Retardo na Partida Retardo na Partida Fechamento CCG Partida Programada
12 Intervalo entre Partidas Intervalo entre Partidas Abertura CCG Parada Programada
13 Modo Teste Pre-Aquecimento Lig. Parada Remota B_GMG Assumindo
14 Comando de Comando de Partida por Relógio B_GMG
Fechamento da CGR Fechamento da CGR Descarregando
15 Comando de Comando de Partida Programada PPR por Relogio
Fechamento da CRD Fechamento da CRD
16 Comando de Abertura Comando de Abertura Parada Programada Sinc. Retransferencia
de CGR da CGR
17 Comando de Abertura Comando de Abertura GMG Assumindo Sinc. Transferencia
de CRD da CRD
18 Parada Remota Parada Remota GMG Descarregando Aguardando Retransf.
19 Sinc. GMG-B_GMG Retransferencia
Partida por Relógio Partida por Relógio
Autorizada
20 Partida Programada Partida Programada B_GMG Morta Sistema Livre
21 Parada Programada Parada Programada Controle de Demanda Sistema Ocupado
22 GMG Assumindo Magnetização Trafo Controlando Sistema
23 GMG Descarregando
24 PPR por Relógio
25 Sinc. Retransferência
26 Sinc. Transferência
27
28 Aguardando Retransf.
29 Retransf. Autorizada
30 GMG STAND-BY
31 GMG Prioritário

Tabela 13–1: Tabela de Status

Medições Básicas
As telas a seguir são apresentadas a partir da tela básica, quando são pressionadas as teclas UP, ou
DOWN.
• Tela 1.0.00.00.02
Dia, mês, ano e dia da semana do relógio interno.
Tela 1.0.00.00.02
GMG 0000V 00,0Hz
DD/MM/AA LLLLLLL
• Tela 1.0.00.00.03
Hora, minuto e segundo do relógio interno.
Tela 1.0.00.00.03
GMG 0000V 00,0Hz
HH:MM:SS

• Tela 1.0.00.00.04
Potência ativa e reativa do GMG.

Tela 1.0.00.00.04

GMG 0000V 00,0Hz


GMG 0000kW 0000kVAr

• Tela 1.0.00.00.05
Fator de potência e potência aparente do GMG.
Tela 1.0.00.00.05
GMG 0000V 00,0Hz
x0,00 0000kVA

• Tela 1.0.00.00.06
Rotações por minuto do motor.

Tela 1.0.00.00.06
GMG 0000V 00,0Hz
Rotacao x0000RPM

• Tela 1.0.00.00.07
Temperatura d’água de arrefecimento do motor.

Tela 1.0.00.00.07
GMG 0000V 00,0Hz
Temp.Agua: 000°C

• Tela 1.0.00.00.08
Visualização da medição da entrada analógica resistiva configurável conforme configurada no
SETUP respectivo.
Tela 1.0.00.00.08
GMG 0000V 00,0Hz
LLLLLLLLLLLLL0000LLL

• Tela 1.0.00.00.09
Visualização da medição da entrada analógica configurável universal conforme configurada no
SETUP respectivo.
Tela 1.0.00.00.09
GMG 0000V 00,0Hz
AAAAAAAAAAAAAA000000
• Tela 1.0.00.00.10
Tensão e freqüência da REDE.
Tela 1.0.00.00.10
GMG 0000V 00,0Hz
REDE 0000V 00,0Hz

Para acessar a navegação entre as telas de menu do controlador deve-se pressionar a tecla MENU, a
partir de qualquer uma das telas básicas.
Ao pressionar a tecla MENU em qualquer uma das telas básicas, será mostrado o menu de acesso que
possibilitará entrar nos grupos de MEDIÇÕES, ALARMES/EVENTOS e SETUP. Para retornar a
tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC.

Telas de Medição
Nestas telas são mostradas todas as informações medidas e calculadas pelo controlador. São
informações sobre o GMG (ST2140, ST2160, ST2180), B_GMG (ST2180 e ST2190) e sobre a
REDE (ST2140, ST2160 e ST2190). Também estão disponíveis dados sobre a USCA e telas de
diagnóstico.
Tela 2.0.00.00.00

MEDICOES
REDE >

Este grupo contém as medições gerais e detalhadas do sistema. Para acessar o próximo nível deve ser
pressionada a tecla MENU. Neste caso, uma nova tela da respectiva opção será aberta.

Medições Gerais de Rede


Este grupo contém os valores medidos da Rede. Para acessar o subgrupo deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.1.01.00.00
MEDICOES DE REDE
Geral >

Este subgrupo das medições da REDE contém os valores de tensão e freqüência. Para retornar a tela
anterior deve-se pressionar a tecla ESC.
O campo “x” na medição de potência ativa representa a potência positiva ou negativa. Quando este
campo for preenchido pelo algarismo “+” significa que a potencia ativa é positiva e quando for
preenchido “-” significa que a potencia ativa é negativa.
Tela 2.1.01.00.01
Vab 0000V 00,0Hz
x0000kW 0000kVA

Para os valores de potências e tensões serão atribuídas às trocas de unidades conforme definido na
seção de medição em ajuste automático das unidades de potência.
O campo “x” na medição de fator de potência representa o tipo de fator de potência que está sendo
medido. Quando este campo for preenchido pelo algarismo “i”, significa que o fator de potência é
indutivo e quando for preenchido pelo algarismo “k”, significa que o fator de potência é capacitivo.

Tela 2.1.01.00.02

Vab 0000V 00,0Hz


X0,00 x0000kVAr

O campo “x” na medição de potência reativa representa a potência positiva ou negativa. Quando este
campo for preenchido pelo algarismo “+” significa que a potencia reativa é positiva e quando for
preenchido “-” significa que a potencia reativa é negativa.
Tela 2.1.01.00.02
Vab 0000V 00,0Hz
X0,00 x0000kVAr

• Entrada Analógica Configurável


Esta tela será visualizada se no SETUP da Entrada analógica configurável for selecionado para
medição de REDE (REDE).
Tela 2.1.01.00.03
AAAAAAAAAAAAAA 00000

Medições das Tensões e Freqüência da REDE


Este subgrupo das medições de REDE contém os valores de tensão e freqüência. Para acessar basta
pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a
tecla “ESC”.
Será mostrado pelo controlador o grupo de tela(s) conforme o tipo de medição configurado no
SETUP dos Parâmetros da USCA.
Todas as medições serão mostradas. O controlador assumira as telas respectivas para o tipo de
medição selecionado:

ESTRELA TRIÂNGULO
Tela 2.1.02.00.01
Não possui tela especial.
Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vc 0000V

As telas abaixo serão sempre mostradas, independente se a medição for configurada com neutro ou
sem neutro.

Tela 2.1.02.00.02 Tela 2.1.02.00.03


Vab 0000V 00,0Hz Vca 0000V 00,0Hz
Vbc 0000V

Medições de Correntes e Potências da REDE

Tela 2.1.03.00.00
MEDICOES DE REDE
Corrente/Potencia >
Este subgrupo das medições de REDE contém os valores de correntes e potências. Para acessar, basta
pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a
tecla “ESC”.
Tela 2.1.03.00.01
Ia 0000A Ic 0000A
Ib 0000A

A tela com as medições de potência ativa, potência aparente, potência reativa e fator de potência será
mostrada independente do tipo de medição. Para os valores de kW, kVA e kVAr serão atribuídas as
trocas de unidades conforme definido na seção de medição em ajuste automático das unidades de
potência.
O campo “x” na medição de fator de potência representa o tipo de fator de potência que está sendo
medido. Quando este campo for preenchido pelo algarismo “i”, significa que o fator de potência é
indutivo e quando for preenchido pelo algarismo “k”, significa que o fator de potência é capacitivo.

Tela 2.1.03.00.02

x0000kW 0000kVA
x0,00 x0000kVAr

Medições das Energias da REDE


Este subgrupo das medições da REDE contém os valores das Energias. Para acessar basta pressionar
a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a tecla “ESC”.

Tela 2.1.04.00.00

MEDICOES DE REDE
Energias >

Tela 2.1.04.00.01
kWh +0000000
-0000000

Tela 2.1.04.00.02
kVArh +0000000
-0000000

Medições dos Registros Máx / Min de REDE


Este subgrupo das medições de REDE contém os valores dos Registros Máximo / Mínimo. Para
acessar basta pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta
pressionar a tecla “ESC”.

Tela 2.1.05.00.00
MEDICOES DE REDE
Reg. Max/Min >

Serão registrados pelo controlador os valores de máximos e mínimos das medições contidas nas telas
deste grupo. As medições de correntes e potências só são registradas quando a REDE estiver
conectada na carga. Quando a CRD abrir, os valores serão congelados até o próximo fechamento da
CRD.
As medições de freqüência e tensões somente serão registradas quando a REDE estiver normal. No
momento de ausência da REDE os valores serão congelados.
Para os valores de potências e tensões, serão atribuídas as trocas de unidades conforme definido na
seção de medição em ajuste automático das unidades de potência.
Os Registros Máx / Mín podem ser inicializados, além dos eventos descritos acima, pelo parâmetro
de inicialização dos Registros Máx / Mín no SETUP de Manutenção de Históricos e Máx / Mín.
Também pode ser inicializado pelo comando serial da Tabela de Escrita Modbus – Comandos
STEMAC. Todos os Registros de Máx / Mín que estão sendo medidos no momento serão
inicializados e os que estiverem congelados não sofrem alteração.
Na tela com os registros de potência reativa e fator de potência será utilizada conforme a lógica
seguinte. O campo “x” na medição de fator de potência representa o tipo de fator de potência que está
sendo medido. Quando este campo for preenchido pelo algarismo “i”, significa que o fator de
potência é indutivo e quando for preenchido pelo algarismo “k”, significa que o fator de potência é
capacitivo. Esta medição tem como medida desde 0,00 indutivo (valor mínimo possível) até 0,00
capacitivo (valor máximo possível).

Tela 2.1.05.00.01 Tela 2.1.05.00.02


Vab 0000/0000V Vca 0000/0000V
Vbc 0000/0000V Ia 0000/0000A

Tela 2.1.05.00.03 Tela 2.1.05.00.04


Ib 0000/0000A x0000/x0000kW
Ic 0000/0000A 0000/0000kVA

Tela 2.1.05.00.05 Tela 2.1.05.00.06

x0000/x0000kVAr 00,0/00,0Hz
x0,00/x0,00

Medições do GMG
Este grupo contém os valores medidos do GMG. Para acessar o subgrupo deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.2.00.00.00
MEDICOES
GMG >

Medições Gerais do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores de tensão, freqüência, corrente e potência.
Para acessar deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior
deve-se pressionar a tecla ESC.
Tela 2.2.01.00.00
MEDICOES DO GMG
Geral >

Este subgrupo das medições da GMG contém os valores gerais de tensão, freqüência, potência ativa e
reativa. Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC.
Para os valores de kW, kVA e KVAr será atribuído um ajuste automático das unidades de potência.
O campo “x” na indicação das potências ativas e reativas determina se a potência é negativa “-” ou
positiva “ ”.
O campo de identificação do tipo de fator de potência (“x”) na medição mostrará:
• o caracter “i” quando sinalizando que o fator de potência é indutivo;
• o caracter “k” sinalizando que o fator de potência é capacitivo;
• o caracter “ “ (branco) seguido da medição “0,00” sinalizando que o fator de potência é
indefinido;
• o caracter “ “(branco) seguido da medição 1,00 sinalizando que o fator de potência é resistivo.

Tela 2.2.01.00.01
Vab 0000V 00,0Hz
x0000kW 0000kVA

Tela 2.2.01.00.02
Vab 0000V 00,0Hz
x0,00 x0000kVAr

Medições das Tensões e Freqüência do GMG


Este subgrupo da medições de GMG contém os valores de tensão e freqüência. Para acessar deve-se
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a
tecla ESC.
Tela 2.2.02.00.00
MEDICOES DO GMG
Tensao/Frequencia >

Tela 2.2.02.00.01
Va 0000V 00,0Hz
Vb 0000V Vc 0000V

Tela 2.2.02.00.02
Vab 0000V 00,0Hz
Vbc 0000V

Tela 2.2.02.00.03
Vca 0000V 00,0Hz

Medições de Correntes e Potências do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores de correntes e potências. Para acessar deve-
se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a
tecla ESC.

Tela 2.2.03.00.00
MEDICOES DO GMG
Corrente/Potencia >

Tela 2.2.03.00.01

Ia 0000A Ic 0000A
Ib 0000A
Na tela com as medições de potência ativa, potência aparente, potência reativa e fator de potência,
as unidades kW, kVA e kVAr será atribuído um ajuste automático das unidades de potência.
O campo “x” na identificação da potência ativa e reativa significa se a potência é negativa “-” ou
positiva “ ”.
O campo que identifica o tipo de fator de potência (“x”) na medição mostrará:
• o caracter “i” quando sinalizando que o fator de potência é indutivo;
• o caracter “k” sinalizando que o fator de potência é capacitivo;
• o caracter “ “ (branco) seguido da medição “0,00” sinalizando que o fator de potência é
indefinido;
• o caracter “ “(branco) seguido da medição 1,00 sinalizando que o fator de potência é resistivo.

Tela 2.2.03.00.02
x0000kW 0000kVA
x0,00 x0000kVAr

Medições das Energias do GMG


Este subgrupo das medições de GMG contém o valor de Energia. Para acessar deve-se pressionar a
tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve ser pressionada a tecla ESC.
Tela 2.2.04.00.00
MEDICOES DO GMG
Energias >

Tela 2.2.04.00.01
KWh +0000000
-0000000

Tela 2.2.04.00.02
kVArh +0000000
-0000000

Medições Auxiliares do GMG


Este subgrupo contém informações específicas do GMG. Para acessar deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior deve ser pressionada a tecla ESC.

Tela 2.2.05.00.00
MEDICOES DO GMG
Auxiliares >

Esta tela apresenta o número de partidas e as horas de funcionamento do GMG e a tensão da bateria.
Tela 2.2.05.00.02

Manutencao 000h
Tensao Bateria 00,0V
Esta tela apresenta a rotação e a temperatura da água de arrefecimento do motor.
A visualização da medição de temperatura mostrada nesta tela depende da configuração do SETUP.
Que poderá ser através da entrada analógica resistiva de temperatura ou pela leitura do ECU-J1939.
Quando estiver desabilitado o parâmetro Habilita Medição e Proteção de Temperatura o valor
atribuído a está tela de medição de temperatura da água deverá ser zero. O campo “x” mostrado na
tela 2.2.05.00.03 representa se a medição esta ou não disponível pelo ECU-J1939:

Características do campo “x”:

• “ ” Este campo ficará em branco quando estiver desligada a medição através do ECU-J1939
ou se estiver habilitada a medição através do ECU-J1939 e a respectiva medição estiver
disponível no ECU-J1939.

• “*” Este campo mostrará um asterisco quando estiver habilitada a medição através do ECU-
J1939 e esta não estiver disponível pelo ECU-J1939.

Tela 2.2.05.00.03
Rotacao x0000RPM
Temp. Agua x000°C

A tela 2.2.05.00.04 será visualizada se no SETUP da entrada analógica resistiva configurável for
selecionado para medição GMG (GMG).
• LLLLLLLLLLLLL0000LLL é máscara de medição da entrada analógica resistiva
configurável.
Tela 2.2.05.00.04
LLLLLLLLLLLLL0000LLL

A tela 2.2.05.00.05 será visualizada se no SETUP da entrada analógica configurável for selecionado
para medição GMG (GMG).
• AAAAAAAAAAAAAA000000 é máscara de medição da entrada analógica configurável
universal.
Tela 2.2.05.00.05
AAAAAAAAAAAAA 000000

Medições do ECU – J1939


Este subgrupo contém informações do motor que são lidos do ECU através da comunicação J1939.
Para acessar deve ser pressionada a tecla MENU que uma nova tela será aberta.
Tela 2.2.06.00.00
MEDICOES DO GMG
ECU – J1939 >

O campo “x” mostrado nas telas abaixo representa se a medição esta disponível pelo ECU-J1939,
conforme descrito nas características:
Características do campo “x”:
o “ ” Este campo ficará em branco quando a respectiva medição estiver disponível
através do ECU-J1939.
o “*” Este campo mostrará um asterisco quando a medição não estiver disponível pelo
ECU-J1939.

• Temperatura do Óleo
Tela 2.2.06.00.01
Temperatura do Oleo
x000°C

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

• Temperatura do Combustível
Tela 2.2.06.00.02

Temperatura do
Combustivel x000°C

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível  

• Temperatura da Entrada do Ar de Admissão


Tela 2.2.06.00.03

Temperatura da Ent.
do Ar de Adm. x000°C

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

• Pressão de Óleo
Tela 2.2.06.00.04
Pressao de Oleo
x0000kPA

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

• Pressão de Saída do Turbo


Tela 2.2.06.00.05
Pressao de Saida do
Turbo x000kPA

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

• Taxa de Combustível
Tela 2.2.06.00.06

Taxa de Combustível
x00000l/h
Motores SCANIA PERKINS VOLVO
Medição Disponível   

• Total de Combustível Consumido


Tela 2.2.06.00.08

Total de Combustível
Consumido x0000000l

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível  

• Percentual de Torque Atual do Motor


Tela 2.2.06.00.09

Percentual de Torque
Atual do Motor x000%

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

• Horas de Funcionamento do ECU


Tela 2.2.06.00.10
Horas de Func. do
ECU x0000000h

Motores SCANIA PERKINS VOLVO


Medição Disponível   

Medições dos Registros Máx / Min do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores dos registros máximo / mínimo. Para
acessar deve ser pressionada a tecla MENU que uma nova tela será aberta. Para retornar a tela
anterior deve ser pressionada a tecla ESC.
Tela 2.2.07.00.00
MEDICOES DO GMG
Reg. Max/Min >

O controlador registra os valores de máximos e mínimos das medições contidas nas telas deste grupo.
As medições de tensão e freqüência só são registradas a partir do estado ativo de GMG em
funcionamento e no momento que o sinal GMG funcionando desligar os valores são congelados.
Voltando o GMG a entrar em funcionamento, são reiniciados os registros de máximos e mínimos. As
medições de correntes e potências do GMG só são registradas quando o GMG estiver conectado na
carga. Quando a CGR abrir, os valores são congelados até o próximo fechamento da CGR. Quando a
CGR fechar, os registros de máximo e mínimo são reiniciados.
Sempre que for pressionada a tecla MENU e estando nesta tela, todos os registros de máx / mín que
estão sendo medidos no momento são inicializados e os que estiverem congelados não sofrem
alteração.
Os registros máx / mín podem ser inicializados, além dos eventos descritos acima, pelo comando
serial quando em Modo de Operação Remoto através do registro MODBUS 4x0500:Bit04 –
“Inicializa as Medições Auxiliares Máximo / Mínimo”, localizado na Tabela de Escrita – Comandos
STEMAC. Todos os registros de máx / mín que estão sendo medidos no momento são inicializados e
os que estiverem congelados não sofrem alteração.
Na tela com os registros de potência reativa e fator de potência, campo “x” na medição de fator de
potência representa o tipo de fator de potência que está sendo medido. Esta medição tem como
medida desde 0,00 indutivo (valor mínimo possível) até 0,00 capacitivo (valor máximo possível).

Tela 2.2.07.00.01 Tela 2.2.07.00.02

Vab 0000/0000V Vca 0000/0000V


Vbc 0000/0000V Ia 0000/0000A

Tela 2.2.07.00.03 Tela 2.2.07.00.04


Ib 0000/0000A x0000/x0000kW
Ic 0000/0000A 0000/0000kVA

Tela 2.2.07.00.05 Tela 2.2.07.00.06

x0000/x0000kVAr 00,0/00,0Hz
x0,00/x0,00 Bat. 00,0/00,0V

As medições de máximos e mínimos da tensão de bateria, temperatura e rotação estão sempre sendo
registradas independentemente do modo de operação e das condições de funcionamento do GMG.
Quando o parâmetro “Habilita a Proteção e Medição da Temperatura da Água do Motor” for
configurado como desligado os registros de máximos e mínimos de temperatura da água de
arrefecimento do motor permanecerão em zero.

Tela 2.2.07.00.07
Temp. Agua 000/000°C
Rotacao 0000/0000RPM

Medições de GMG // REDE


Este grupo contém as medições de sincronismo dos valores de tensão, freqüência, ângulo de
defasagem, dV e dF entre GMG e referência. Para acessar basta pressionar a tecla “ENTER” que
abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a tecla “ESC”.
Tela 2.3.00.00.00
MEDICOES
GMG//REDE >

Esta tela apresenta na linha superior, a medição de tensão e freqüência do GMG. Na linha inferior, a
medição de tensão e freqüência da REDE.
Tela 2.3.00.00.01
GMG 0000V 00,0Hz
REDE 0000V 00,0Hz

Esta tela apresenta na linha superior, a medição de potência ativa e aparente do GMG. Na linha
inferior, a medição de potência ativa e reativa da REDE. O campo “x” na indicação da potência ativa
identifica se a potência é positiva “ ” ou negativa “-”.
Tela 2.3.00.00.02
GMG x0000kW 0000kVA
REDE x0000kW 0000kVA

Esta tela apresenta na linha superior, a medição de potência reativa e fator de potência do GMG. Na
linha inferior, a potência reativa e fator de potência da REDE. O campo “x” na indicação da potência
reativa identifica se a potência é positiva “ ” ou negativa “-”.

Tela 2.3.00.00.03

GMG x0000kVAr x0,00


REDE x0000kVAr x0,00

Esta tela apresenta na linha superior a diferença de freqüência (dF) e o ângulo de defasagem. Na
linha inferior, é apresentada a diferença de tensão (dV) e o campo LLLLLLL possuí as seguintes
opções:

• “ ” Quando nenhuma das condições abaixo estiverem ativas.

• “SINC...” Quando o evento 306 - Sincronismo para Retransferência ou 307 - Sincronismo


para Transferência estiverem ativos.

• “SINC OK” Quando o status 350 - Sincronismo OK estiver ativo. Terá prioridade sobre as
opções acima.

Características:

• 00,00Hz Este campo informará a diferença de freqüência entre a fonte de referência e o


GMG.

• 000% Este campo informará a diferença de tensão em “PU” entre a fonte de referência
e o GMG.

• x000° Este campo informará a diferença angular entre a fonte de referência e o GMG.
O campo “x” determina se o Grupo esta adiantado ou atrasado em relação a
fonte de referência, sendo que o sinal “-“, indica que o grupo está atrasado em
relação a fonte e “ “, indica que o grupo está adiantado em relação a fonte.

Tela 2.3.00.00.04
dF 00,00Hz dA x000º
dV 000% LLLLLLL

Medições de Diagnóstico
Este grupo contém os valores para diagnóstico básico do controlador, ECU-J1939 e CAN-J1939
possibilitando análise inicial em instalações e caso de falhas no sistema.
Tela 2.3.00.00.00
MEDICOES
Diagnosticos >
Medições do Controlador
Este subgrupo contém os valores para diagnóstico básico do controlador possibilitando análise inicial
em instalações e caso de falhas no sistema.
Tela 2.3.01.00.00
DIAGNOSTICOS
Controlador >

• Diagnóstico das Entradas Digitais Módulo 01 e Módulo 02


Através desta máscara é possível monitorar o estado das 8 entradas digitais do módulo 1 e 2 do
controlador. Seu estado reflete o acionamento direto da entrada digital, não executando nenhum
retardo possível ou lógica definida para a respectiva entrada.
São 8 bits para cada módulo que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva entrada digital
não está acionada e 1 identifica que a entrada esta acionada. As entradas são identificadas da direita
para esquerda onde a primeira, a menos significativa, é a entrada digital E0 e a mais significativa é a
entrada digital E7 do respectivo módulo.
Tela 2.3.01.00.01
EDM01: 00000000
SDM01: 00000000

• Diagnóstico das Saídas Digitais Módulo 01 e Módulo 02


Através desta máscara é possível monitorar o estado das 8 saídas digitais do módulo 01 e 02 do
controlador. Seu estado reflete o acionamento da saída digital já com todos os seus retardos e lógicas
de acionamento concluídos.
São 8 bits para cada módulo que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva saída digital
não está acionada e 1 identifica que a saída esta acionada. As saídas são identificadas da direita para
esquerda onde a primeira, a menos significativa, é a saída digital S0 e a mais significativa é a saída
digital S7 do respectivo módulo.
Tela 2.3.01.00.02
EDM02: 00000000
SDM02: 00000000

• Diagnóstico do Hardware e Software do Controlador Verificado na Energização


Através desta máscara é possível verificar o estado do hardware na inicialização do controlador.
o OK- Indica que as placas eletrônicas foram inicializadas e configuradas sem falhas e
estão operando sem problemas.
o FALHA - Existe alguma placa interna que não está funcionando corretamente ou
possui alguma falha na inicialização ou configuração.
Através desta máscara é possível verificar o estado do software na inicialização do controlador.
o RUN - Indica que o software esta executando sem problemas.
o RESET - Caso ocorra alguma reinicialização involuntária do controlador, a máscara
sinalizará com esta opção.
Tela 2.3.01.00.03

Hardware LLLLL
Software LLLLL

• Versão Interna de Projeto do ST2160


Através desta máscara é possível verificar a versão interna do projeto do ST2160.
As informações contidas nesta tela são referentes as versões internas de software, dados de
inicialização e procedimentos de testes.
o 0,00 - Versão do software aplicativo do controlador.
o E000 - Versão da tabela de parametrização dos parâmetros de fábrica.
o J000 - Versão do software aplicativo da jiga de testes e calibração do controlador

Diagnósticos das Saídas Analógicas


Este subgrupo do diagnóstico contém os STATUS das saídas analógicas de controle do controlador.
Para acessar basta pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior
basta pressionar a tecla “ESC”.

Tela 2.4.02.00.00
DIAGNOSTICOS
Saidas Analogicas >

Quando a navegação estiver em alguma destas telas e o controlador em Modo de Operação Teste será
possível editar o campo com o percentual de atuação da saída analógica.

o 00,00Hz Este campo indica a medição instantânea de freqüência do GMG.

o 000,00% Este campo é a cópia do valor configurado no meio de escala da saída


analógica em questão e pode ser editado se o controlador estiver em modo teste e
dentro desta tela de medições, ou seja, o valor configurado neste campo não altera os
valores de SETUP, retornando ao valor default, assim que sair desta tela, servindo
apenas para ajuste da saída analógica.

O valor instantâneo da saída analógica pode ser lido através do registro modbus 3x0065.
Características:
Campo 000,00%
• Máximo 100,00%
• Mínimo 000,00%

Tela 2.4.02.00.01
5
Saida Velocidade
00,00Hz 000,00%
Tensao 000%

Quando a navegação sair desta tela ou o controlador sair de Modo de Operação Teste, os ajustes
voltam a ser os alimentados pelo controlador.

o 0000V Este campo indica a medição instantânea de Tensão da fase “A e B” do


GMG.

o 000,00% Este campo é a cópia do valor configurado no meio de escala da saída


analógica em questão e pode ser editado se o controlador estiver em modo teste e
dentro desta tela de medições, ou seja, o valor configurado neste campo não altera os
valores de SETUP, retornando ao valor default, assim que sair desta tela, servindo
apenas para ajuste da saída analógica.
O valor instantâneo da saída analógica pode ser lido através do registro modbus 3x0066.
Características:
Campo 000,00%
• Máximo 100,00%
• Mínimo 000,00%

Tela 2.4.02.00.02

Saida Tensao
0000V 000,00%

Diagnósticos do ECU – J1939


Este subgrupo contém informações para diagnóstico básico do ECU-J1939, possibilitando uma
análise inicial nos motores eletrônicos. No caso de uma falha em algum sistema ou componente do
motor, é sinalizado através de códigos, indicando o sistema e o tipo de falha. Estes códigos são
baseados no padrão J1939. Para acessar deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.3.02.00.00

DIAGNOSTICOS
ECU–J1939 >

• Diagnóstico do ECU-J1939 Padrão, Motor PERKINS ou VOLVO

Esta tela sé mostrada quando o parâmetro seleção do ECU-J1939 estiver configurado para o
“Padrão”, “PERKINS” ou “VOLVO”.
Através desta máscara é possível monitorar o ECU-J1939 que mostrará as mensagens de diagnósticos
para o padrão J1939 através dos códigos SPN – Suspect parameter Number, FMI – Failure Mode
Identifier e OC – Occurrence Counter.
O controlador pode armazenar até 16 eventos neste grupo Diagnósticos de Mensagens.
Número do Alarme na Pilha
Dados da Memória

ECU–J1939 00)DM01
Numero de Ocorrências
SPN 0100-FMI01 OC02
XX
Código de falha SPN Código do Tipo de Falha

o DMXX - Indica qual memória de dados está sendo lida, neste caso DM01.
o SPN XXXX - A primeira parte dos quatro dígitos forma o código SPN que é
responsável pela indicação de falha em algum sistema ou componente do motor.
o FMIXX - A segunda parte referente aos dois dígitos, forma o código FMI que é
responsável pela indicação do tipo de falha que ocorreu.
o OCXX - Os dígitos do código OC são responsáveis pela indicação do número de
vezes que este alarme ocorreu.
Quando ocorre um novo evento o controlador desloca a fila de mensagens de códigos para baixo
incluindo o novo no topo. A informação da posição do evento é indicada pelo número do alarme na
pilha. Estes eventos não são retentivos.
É possível navegar para consultar os demais registros de eventos, para isso deve-se navegar na fila
usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não tem aplicação e
quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não tem aplicação.
Ao entrar na tela de alarmes pelo teclado e, caso não exista nenhum evento de diagnóstico de
mensagens do ECU-J1939, o controlador mostra os campos preenchidos com 0 (zero).
As tabelas abaixo mostram as mensagens de diagnósticos para o padrão J1939 através dos códigos
SPN/FMI – Suspect parameter Number/Failure Mode Identifier. A primeira parte dos quatro dígitos
forma o código SPN que é responsável pela indicação de falha em algum sistema ou componente do
motor, por exemplo, o “SPN 000100” indica uma falha no motor de Pressão de Óleo. E a segunda
parte referente aos dois dígitos forma o código FMI que é responsável pela indicação do tipo de falha
que ocorreu, por exemplo, FMI 01 indica valor abaixo da faixa de operação normal. Logo, teremos o
código SPN 000100-FMI01 que indica a falha de baixa pressão do óleo.

ECU “Padrão” e “PERKINS”


SPN Descrição
J0091 Sensor de Posição do Acelerador
J0100 Pressão do Óleo do Motor
J0102 Pressão do Turbo do Motor
J0105 Temperatura de Ar de Admissão
J0108 Pressão Atmosférica
J0110 Temperatura da Água do Motor
J0172 Temperatura do Ar no Coletor de Admissão
J0174 Temperatura do Combustível
J0175 Temperatura do Óleo
J0190 Sobrevelocidade
J0234 Software ECU Incorreto
J0620 Tensão de Alimentação dos Sensores
J0636 Sensor de Posição
J0637 Sensor de Timing
J0651 Injetor do Cilindro 01
J0652 Injetor do Cilindro 02
J0653 Injetor do Cilindro 03
J0654 Injetor do Cilindro 04
J0655 Injetor do Cilindro 05
J0656 Injetor do Cilindro 06
J0678 Tensão no ECU
J1108-31 Critical Override Enabled

ECU “VOLVO”

SPN Descrição
J0094
J0097
J0098 Nível de óleo do Motor
J0100 Pressão do Óleo do Motor
J0105 Sensor de Temperatura do Turbo
J0106 Sensor de Pressã do Turbo
J0107 Pressão Diferencial do Filtro de Ar
J0108 Pressão Atmosférica
J0110 Temperatura da Água do Motor
J0111 Chave de Nível da Água
J0153 Pressão do Compartimento do Motor de Arranque (Cárter ?)
J0158 Sensor de Tensão da Bateria
J0164 Pressão do Controle de Injeção
J0172 Temperatura do Ar no Coletor de Admissão
J1184 Sensor de Temperatura do Gás de Exaustão
J0175 Temperatura do Óleo
J0190 Sobrevelocidade
J0677 Atuador do Motor de Partida
J510194 Sensor de Partida
J520195 Sensor de Parada
J520192 Chave de Resfriamento do Pistão
J1136 Temeperatura da ECU
J0608 Redundância de Partida/Parada
Redundância do Acelerador
J0651 Injetor do Cilindro 01
J0652 Injetor do Cilindro 02
J0653 Injetor do Cilindro 03
J0654 Injetor do Cilindro 04
J0655 Injetor do Cilindro 05
J0656 Injetor do Cilindro 06
J0636 Sensor de Velocidade CAM
J0637 Sensor de Velocidade do Volante
J1188
J0729 Sensor de Pré-aquecimento
J1080 Sensor da Segunda Fonte de 5V
J0639 Falha de Comunicação J1939 (CIU) / Memória de Programa
J6201079 Sensor da Fonte de 5V
J0608 Falha de Comunicação J1587
J0630 EEPROM
J0629 Erro no Controlador

Tabela 13–2: Tabelas dos Códigos de Eventos DM1 – SPN

FMI Descrição
0 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação
1 Dado válido, mas abaixo da faixa de operação
2 Dado irregular, intermitente ou incorreto
3 Tensão acima do normal ou curto para VCC
4 Tensão abaixo do normal ou curto para GND
5 Corrente abaixo do normal ou circuito aberto
6 Corrente acima do normal ou circuito em curto
7 Sistema Mecânico Não está respondendo adequadamente
8 Freqüência, largura de pulso ou período anormal
9 Taxa anormal atualizada
10 Taxa anormal alterada
11 Falha não identificada
12 Sistema ou dispositivo com problema
13 Falha de calibração
14 Instruções especiais
15 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação (severo).
16 Dado válido, mas acima da faixa normal de operação (moderado).
17 Dado válido, mas abaixo da faixa normal de operação (severo).
18 Dado válido, mas abaixo da faixa normal de operação (moderado).
19 Dado recebido com Erro
20 - 30 Reserva
31 Não Disponível
Tabela 13–3: Tabelas dos Códigos de Eventos DM1 – FMI
• Diagnóstico do ECU-J1939 Scania-S6

Esta tela será mostrada quando o parâmetro seleção do ECU-J1939 estiver configurado para “Scania
– S6”. Através desta máscara é possível monitorar o ECU-J1939 que mostrará as mensagens de
diagnósticos do PGN-DLN2 através dos códigos em hexadecimal ou binário.
Número do Grupo de Alarmes do ECU
Dados do PGN

ECU–J1939 01)DLN2
H: 0x00 B: 00000000
XX
Sinalização Hexadecimal dos Alarmes Sinalização Binária dos Alarmes

O grupo número do grupo de alarmes do ECU mostrará o numero referente ao grupo de alarmes lido
através do PGN-DLN2, sendo que serão mostrados até 8 grupos:
Grupo de Alarmes Descrição
1 Indica a versão do DLN2
2 Não Aplicado
3 Nível e Pressão de Óleo do Motor
4 Alta Temperatura da Água do Motor
5 Carga do Alternador do Motor
6 Teste de Lâmpadas do Motor, Status Diagnóstico e Novo DTC – Código de
Erro para Diagnóstico
7 Valor de Droop para Velocidade Única
8 Não Aplicado

Tabela 13–4: Grupos de Alarmes DLN2


Grupo de Alarmes Posição Descrição
Nível baixo de Óleo do Motor.
00 – Nível Normal
3 xx xx xx 00 01 – Nível baixo
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Nível Alto de Óleo do Motor.
00 – Nível Normal
3 xx xx 00 xx 01 – Nível alto
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Pressão Baixa do Óleo no Motor.
00 – Pressão Normal
3 xx 00 xx xx 01 – Baixa Pressão
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Alta temperatura da Água do Motor.
00 – Temperatura da Água do Motor Normal
4 xx xx xx 00 01 – Alta temperatura da Água do Motor
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Perda de Potência devido a Alta Temperatura.
00 – Temperatura Normal
01 – Perda de Potência devido a Alta
4 xx xx 00 xx
Temperatura
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Parada do Motor por Limite Excedido.
00 – Limite Não Excedido
4 xx 00 xx xx 01 – Limite Excedido
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Carga do Alternador do Motor.
00 – Alternador Não esta Carregando
5 xx xx xx 00 01 – Alternador Carregando
10 – Reserva
11 – Não Aplicado
Teste de Lâmpadas do Motor.
00 – Não Ativado
6 xx xx xx 00 01 – Ativado
10 – Erro
11 – Não Aplicado
Status Diagnóstico
00 – Não Ativado
6 xx xx 00 xx 01 – Códigos de Piscadas Ativado
10 – Botão de Diagnostico Pressionado.
11 – Não Aplicado
Novo DTC
00 – Não Ativado
6 xx 00 xx xx 01 – Ativado
10 – Erro no Sensor
11 – Não Aplicado
Grupo de Alarmes Posição Descrição
Valor de Droop para Velocidade Única. (0 -25%)
7 00 00 00 00 FE – Erro
FF – Não Aplicado

Tabela 13–5: Codificação de Alarmes DLN2

Medições de Diagnósticos da CAN – J1939


Este subgrupo do diagnóstico contém os STATUS da CAN. Para acessar deve-se pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior, deve ser pressionada a tecla ESC.
Tela 2.3.03.00.00
DIAGNOSTICOS
CAN – J1939 >

• Diagnose CAN – J1939


Esta tela traz informações sobre a comunicação entre controlador e o ECU, indicando se está pronto
para comunicar ou não. Também possibilita ativação do ECU para medições gerais do motor.
o ONLINE - Indica que o comando de ativação do ECU (código 398) está ligado.
o OFFLINE - Indica que o comando de ativação do ECU (código 398) está desligado.
Pressionando a tecla MENU quando a navegação estiver nesta tela é possível reiniciar os registros de
máximos de TEC e REC.
Tela 2.3.03.00.01

LLLLLLL TEC000 Mx000


REC000 Mx000

• Teste e Leitura da ECU


Quando a navegação estiver nesta tela é possível ativar o ECU através do código 398 – Ativação do
ECU-J1939, se todas as condições abaixo forem atendidas:
o Controlador em Modo de Operação Manual;
o Motor Parado
o Estar na Tela 2.3.03.00.01
o Pressionar a tecla MENU
OBS: Este código deverá ser configurado em uma saída do controlador que comandará ativação do
ECU permitindo a comunicação através da CAN-J1939.
Ocorre a desativação do comando de ativação do ECU se todas as condições abaixo forem atendidas:
o Controlador em Modo de Operação Manual;
o Visualização da Tela 2.3.03.00.01
o Pressionar a tecla MENU

Telas de Alarmes
Este grupo contém as informações de alarmes, históricos e eventos do sistema.

Tela 1.1.00.00.02
ALARMES/EVENTOS
>

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, a qual abrirá a nova tela da
respectiva opção.
Alarmes Ativos e Reconhecidos
Este grupo contém os alarmes ativos e reconhecidos do sistema.
Tela 3.1.00.00.00
Grupo Alarmes
Ativos >
O controlador pode armazenar até 20 alarmes ativos ou reconhecidos neste grupo de alarmes.
Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela dos alarmes.
Tela 3.1.00.01.00
Alarme 000)000 A
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela informa os alarmes ativos e/ou reconhecidos do sistema. Contém a informação do número
localizando o alarme na fila, o código do alarme, a situação do alarme “A” Ativo ou “R”
Reconhecido e o texto do alarme.
Código do Alarme Sinalização do Estado do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Alarme 001)161 R
Nivel Alto Combust. Texto do Alarme

Quando ocorre um alarme o controlador desloca a fila de alarmes uma posição para baixo incluindo o
novo no topo. A informação da posição do alarme na fila, indica para o operador a posição atual do
alarme que está sendo consultado no momento.
Na ocorrência de um alarme ativo o controlador chama automaticamente esta tela de alarmes ativos
independente do modo de operação e da tela corrente e aguarda o reconhecimento ou a quitação do
alarme para liberar a navegação entre outras telas. Não é permitido quitar o(s) alarme(s) quando se
estiver nas telas de SETUP. Somente o reconhecimento será aceito.
É possível navegar para consultar os demais registros de alarmes independente do comando de
reconhecimento, para isso deve-se navegar na fila usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que
estiver no inicio da fila a tecla UP não terá aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN
não terá aplicação.
Quando quitado ou alarme auto-reconhecido, o controlador chama a primeira tela de medições
básicas.
Quando pressionada a tecla ESC (evento de reconhecimento) estando na tela de alarmes ativos e
nenhum alarme estiver ativo, indicado pelo alarme sonoro desligado, é executado um retorno para a
tela Alarmes Ativos e Reconhecidos.
Ao tentar entrar na tela de alarmes pelo teclado e, caso não exista nenhum alarme ativo ou
reconhecido é apresentada a mensagem “SEM ALARMES” centrada na tela e os campos
preenchidos com 0 ( zero ).

Alarme 000)000
SEM ALARMES

A operação de reconhecimento e quitação dos alarmes é feita em alguns níveis:


• AUTO-RECONHECIMENTO - Existem casos onde o alarme poderá sair da fila sem a
intervenção do operador, classificadas como falhas com classe de nível 0 como por exemplo a
falha de Sobretensão na REDE – Limite 1 que após sua normalidade o alarme seria retirado da
fila automaticamente.
• RECONHECIMENTO - Pressionando a tecla ESC por um tempo indeterminado, fará com que
seja(m) reconhecido(s) o(s) alarme(s) e desligado o alarme sonoro. Esta operação é executada
para todos os alarmes independentemente do nível de falha e do modo de operação selecionado.
• QUITAÇÃO - Pressionando a tecla ESC por um tempo maior que 5 segundos fará com que
seja(m) quitado(s) o(s) alarme(s) do sistema diferentes de nível de falha 0. Enquanto a tecla ESC
estiver sendo pressionada, se houver alarmes em condições de ativação, eles serão ativados
entrando novamente no grupo de alarmes ativos independente da tecla de ESC continuar
pressionada. Se a tecla permanecer pressionada continuamente por um longo tempo, tempo que
atenda dois ciclos de quitação por exemplo, será executada a quitação duas vezes sem a
necessidade de soltar e pressionar novamente a tecla. Para alarmes com classe de falha 1, a
operação de quitação é aceita independente do modo de operação selecionado. Para alarmes com
classe de falha 2 e 3, esta operação é aceita somente em Modo de Operação Manual ou Remoto e
para classe de falha 4, esta operação é aceita somente em Modo de Operação Manual ou em
Modo de Operação Remoto quando o parâmetro Habilita Quitação Remota F4 estiver habilitado.

Grupo de Histórico de Alarmes


Este grupo contém o histórico de alarmes registrados pelo sistema.
O controlador pode armazenar até 100 registros no histórico de alarmes. Estes registros são efetuados
no instante que o alarme foi ativo.
Tela 3.2.00.00.00

Grupo Historico
de Alarmes >

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, a qual abrirá a nova tela de histórico
de alarmes
Esta tela informa o histórico dos alarmes registrados pelo controlador. As informações são
apresentadas em duas etapas, a primeira linha desta tela sempre mantém as mesmas informações,
porém a segunda linha alterna entre texto de descrição do alarme e data e horário da ocorrência do
alarme
Tela 3.2.00.01.00

Hist Alm 000)000


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Hist Alm 000)000


DD/MM/AA HH:MM:SS

A primeira informação contém o número localizando o alarme na fila, o código do alarme e o texto
do alarme respectivamente. Esta informação é a primeira apresentada no momento da consulta ao
histórico, seja pela navegação pelo teclado ou na ocorrência de algum alarme.
Código do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Hist Alm 021)116


Disj.CGR Extraido

Texto do Alarme

A segunda informação é facilmente acessada deve-sendo apenas pressionar a tecla MENU. Esta
informação contém um número que permite localizar o alarme na fila, o código do alarme, o horário
e a data da ocorrência.
Código do Alarme

Número do Alarme na Pilha

Hist Alm 021)116


20/03/03 12:14:00

Data da Ocorrência Horário da Ocorrência


Se necessário voltar a acessar a primeira informação, deve ser pressionada a tecla ESC que voltará a
aparecer na tela a informação do texto de descrição do alarme.
Quando ocorre um novo registro o controlador desloca a fila de alarmes uma posição para baixo
incluindo o novo no topo. O número indicando a posição dos alarmes na fila é atualizado para todos
os alarmes existentes na fila devido a entrada do novo.
É possível navegar para consultar os demais registros de históricos de alarmes. Para tanto, devem ser
utilizadas as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não terá
aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não terá aplicação.
Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC quando a navegação estiver na primeira
informação.
Ao tentar entrar nas telas de histórico de alarmes pelo teclado, caso não exista nenhum alarme no
histórico será apresentada a mensagem “SEM ALARMES” centrada na tela e os campos preenchidos
com 0 (zero).

Hist Alm 000)000


SEM ALARMES

Grupo de Histórico de Eventos


Este grupo contém o histórico de eventos registrados pelo sistema.
O controlador pode armazenar até 50 registros no histórico de eventos.
Tela 3.3.00.00.00
Grupo Historico
de Eventos >

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, abrirá a nova tela de histórico de
eventos.
Esta tela informa o histórico dos eventos registrados pelo controlador. As informações são
apresentadas em duas etapas, a primeira linha desta tela sempre mantém as mesmas informações,
porém a segunda linha alterna entre texto de descrição do evento e data e horário da ocorrência do
evento.
Tela 3.3.00.01.00
Hist Evt 000)000
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Tela 3.3.00.02.00
Hist Evt 000)000
DD/MM/AA HH:MM:SS

A primeira informação contém o número localizando o evento na fila, o código do evento e o texto
do evento respectivamente. Esta informação é a primeira apresentada no momento da consulta ao
histórico.
Código do Evento
Número do Evento na Pilha

Hist Evt 005)273


Modo Manual

Texto do Evento
A segunda informação é acessada pressionando-se a tecla MENU. Esta informação contém o número
localizando o evento na fila, o código do evento, o horário e a data da ocorrência.

Número do Evento na Pilha Código do Evento

Hist Evt 005)273


01/12/03 17:44:00

Data da Ocorrência Horário da Ocorrência

Se necessário voltar a acessar a primeira informação deve-se pressionar a tecla ESC que voltará a
aparecer na tela a informação do texto de descrição do evento.
Quando ocorre um evento o controlador desloca a fila de eventos uma posição para baixo incluindo o
novo no topo. O número indicando a posição dos eventos na fila é atualizado para todos os outros
existentes na fila devido a entrada do novo.
A informação da posição do evento na fila, indica para o operador a posição atual do evento que está
sendo consultado no momento.
É possível navegar para consultar os demais registros de históricos de eventos, desta forma, deve-se
navegar na fila usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver no inicio da fila a tecla UP não
terá aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não terá aplicação.
Para retornar a tela anterior deve-se pressionar a tecla ESC quando a navegação estiver na primeira
informação.
Ao tentar entrar nas telas de histórico de eventos pelo teclado, caso não exista nenhum alarme no
histórico será apresentado a mensagem “SEM EVENTOS” centrada na tela e os campos preenchidos
com 0 (zero).

Hist Evt 000)000


SEM EVENTOS

Telas de Configuração (SETUP)


Este grupo contém o SETUP do sistema.
Tela 1.1.00.00.03

SETUP
>

Para acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU, abrirá a nova tela da respectiva
opção.
Tela de Apresentação do SETUP
Ao entrar no SETUP é apresentada uma tela contendo a informação do modelo do controlador
seguida de sua versão.
Tela 4.0.00.00.01
Controlador ST2160
SETUP VER. 0.00

Todas as telas de SETUP possuem uma tela de ajuda que contém informações básicas da tela e um
número (índice da tela) que informa qual a posição atual do SETUP que o usuário se encontra. Para
ativar esta tela deve-se pressionar as teclas UP e DOWN simultaneamente. Será mostrada uma tela de
ajuda e, após 3 segundos, retornará para a tela anterior automaticamente.
Sempre que o usuário permanecer dentro do SETUP e nenhuma operação for efetuada por 3
minutos, será comandado o salto para tela básica.
ID e Senha do Operador
Ao entrar no SETUP é requerida a entrada do ID, registro de identificação do operador, e a senha de
acesso aos grupos do SETUP.
Tela 4.0.00.00.02

ID: 00000-00
SENHA: 0000

Caso o controlador esteja em Modo de Operação Remoto indicado pelo LED MANUAL piscando,
não é permitido o acesso ao grupo de parâmetros do SETUP. A edição dos campos ID e Senha só é
liberada quando o usuário passar o controlador para algum modo de operação diferente de Remoto.
Quando o operador entrar na tela de ID e Senha do Operador, o controlador fornece o ID com dígitos
0 (zero).
Cada operador tem um ID exclusivo. Este ID contém as informações do número de matrícula do
usuário STEMAC de cinco dígitos e mais dois dígitos verificadores que validam a matrícula e
identificam o nível do operador.
Após informado pelo usuário o ID e a senha, o controlador valida as informações. Caso ocorra um
erro na validação o controlador inicia novamente o procedimento de identificação do usuário,
permanecendo na mesma tela, fornecendo um novo número aleatório e apagando o ID do usuário.
Caso o SETUP já esteja aberto o mesmo é fechado independente do resultado da validação do ID e
Senha e só é aberto se a validação for concluída com sucesso.
Após a senha validada é contado um tempo de 10 minutos para cancelar a senha. Este tempo é
contado a partir da saída do usuário do SETUP e resetado sempre que retornar para o SETUP sem
ter decorrido o tempo total. O controlador permite o operador passar pela tela de senha sem a
necessidade de informar a senha. Caso decorrido todo o tempo é requisitada a entrada da senha na
próxima vez que o operador tentar entrar no SETUP.
Quando LOGIN é aberto localmente e o usuário estiver no SETUP editando ou não um parâmetro, e
for passado para modo Remoto, o controlador força a saída do SETUP mostrando a tela básica. Se
estiver em edição de um valor o mesmo será cancelado.
O ID serve para identificar o nível de acesso que deverá ser permitido pelo controlador para
alterações do SETUP.
Após informado pelo usuário o ID, o controlador valida os dígitos verificadores através de
comparações até determinar o nível de acesso do operador. Através do nível de acesso identificado o
controlador executa uma expressão correspondente ao seu nível aguardado a digitação da senha do
operador para realizar uma comparação efetuando ou não a liberação do SETUP.
Nível de Senha 5 - Cliente
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 5 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 5 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o controlador testa a senha informada com o nível de senha
4.
Nível de Senha 4 - Técnico Básico
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 4 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 4 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o controlador executa a lógica descrita no tópico anterior ID
e Senha do Operador que define o que ocorre quando a senha é incorreta.
Nível de Senha 2 - Diagnose e Indústria
Para este nível de senha , o controlador calculará o ID do operador sempre que for diferente de 0
(zero). Quando o ID informado resultar o nível de senha 2, o controlador validará a senha através de
uma expressão própria.
Grupo dos Parâmetros da Rede
Este grupo contém os parâmetros de configuração da Rede com valores nominais de tensão. Para
acessar o próximo nível deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da respectiva opção.

Tela 4.1.00.00.00
Grupo dos Parametros
da REDE >

Nível de Senha Mínimo: 4


Parâmetros Nominais da Rede
Este subgrupo das configurações da Rede contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência. Para
acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.01.00.00

Parametros Nominais
da REDE >

Nível de Senha Mínimo: 4


• Tensão Nominal de Linha da REDE
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal de linha da REDE para
operação normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as
supervisões de tensão da REDE.
Tela 4.1.01.00.01

Tensao Nominal de
Linha da REDE 0000V

Máximo: 52000V
Mínimo: 00000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Fase da REDE
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal de fase da REDE para
operação normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as
supervisões de tensão da REDE.
Quando for selecionado no parâmetro “Sistema de Medição de Tensão da REDE” a opção sem
neutro, os valores desta máscara são ignorados.
Tela 4.1.01.00.02
Tensao Nominal de
Fase da REDE 0000V

Máximo: 52000V
Mínimo: 00000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Relação de TP da REDE
Através deste parâmetro é possível configurar a relação de Transformação do TP da REDE. Este
valor será utilizado como ganho na tensão nas telas de medições.
Tela 4.1.01.00.03
Relacao de TP da
REDE 000,00
Máximo: 650,00V
Mínimo: 000,01V
Nível de Senha Mínimo: 4

• Sistema de Medição de Tensão da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar a medição de tensão da REDE como medição sem
neutro ou com neutro. Informa para o controlador o tipo de ligação elétrica aplicada no
condicionador de sinal.
o ESTRELA Para medição Estrela são medidas e mostradas as tensões de fase
e de linha.
o TRIÂNGULO Para medição Triângulo são medidas e mostradas somente as
tensões de linha.

Tela 4.1.01.00.05
Medicao Tensao
REDE LLLLLLLLLL

Opções: “Estrela / 1”, “Triângulo/ 0”


Nível de Senha Mínimo: 4

• Corrente Nominal da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar a corrente nominal da REDE.

Tela 4.1.01.00.05
Corrente Nominal da
REDE 0000A

Máximo: 9999A
Mínimo: 0000A
Nível de Senha Mínimo: 4

• Corrente do Primário do TC da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar o valor de corrente do primário do transformador (TC)
da REDE usado para estabelecer a relação de transformação para medição de corrente.

Máximo: 9999/5A
Mínimo: 0005/5A
Nível de Senha Mínimo: 4

• Potência Nominal da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar a potência nominal ativa da REDE.
Tela 4.1.01.00.06

Potencia Nominal da
REDE 0000kW
Máximo: 9999kW
Mínimo: 0000kW
Nível de Senha Mínimo: 4

• Filtro para medição da REDE

Através deste parâmetro é possível configurar o nível do filtro para as medições da REDE. Este filtro
gera um amortecimento ou retardo nas medições. Assim, as proteções referentes às medições da rede
devem considerar este retardo gerado pelo filtro em sua parametrização. Se for configurado neste
parâmetro o valor “0”, o efeito do filtro será desligado, quanto maior for o número de 1 a 9, maior
será o efeito do filtro. Ou seja, as variações serão mais atenuadas.

Máximo: 9
Mínimo: 0
Nível de Senha Mínimo: “ Login pelo Canal Serial”

Parâmetros de Proteção da Rede


Este subgrupo das proteções da Rede contém os parâmetros de proteções de tensão e freqüência. Para
acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.1.02.00.00
Parametros Protecao
da REDE >

As proteções de Rede estarão sempre ativas, dependendo somente da sua habilitação pelo SETUP.
Nível de Senha Mínimo 4
Menu de Acesso aos Parâmetros de Operação de Emergência da Rede
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da operação em emergência. Para acessar os
parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.02.01.00
Operacao Emergencia
>

Nível de Senha Mínimo: 4


• Habilita a Operação de Emergência da Rede
Através desta máscara é possível habilitar o modo de operação de Rede em Emergência:
Tela 4.1.02.01.01
Operacao Emergencia
LLL

o LIGADO - Habilita o modo em emergência da Rede. Quando em Modo de


Operação Automático e decorrido o tempo de retardo de emergência da Rede é
acionada a lógica de emergência da Rede. Para os demais modos de operação o
controlador não supervisiona o modo em emergência.
o DESLIGADO - O controlador não supervisiona o modo em emergência.
Opções: “LIG “DES”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Dias para Ativação para Rede Emergência
Através desta máscara é possível habilitar os dias da semana que permitirá a ativação da lógica de
Emergência da Rede.

Tela 4.1.02.01.02
Emergencia DSTQQSS
Dia Ativacao LLLLLLL

Os parâmetros deste campo são configurados conforme os dias da semana, cabendo ao primeiro
campo da esquerda a habilitação do dia de domingo e assim sucessivamente, passando por segunda-
feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira até chegar ao último que corresponde ao
sábado.
o S - Esta opção corresponde a “SIM” habilitando a lógica de emergência da REDE
para o respectivo dia da semana.
o N - Esta opção corresponde a “NÃO” desabilitando a lógica de emergência da REDE
para o respectivo dia da semana.
Caso o alarme de relógio desconfigurado esteja ativo a lógica de Dias de Ativação para Rede
Emergência não atua até que o alarme seja quitado conforme condições para seu reconhecimento.
Opções: “S / 1”, “N / 0” (para cada campo da máscara LLLLLLL)
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo para Rede Emergência
Através desta máscara é possível configurar o tempo para confirmação da emergência da Rede em
caso de falha da Rede.
Tela 4.1.02.01.03

Retardo para REDE


Emergencia 0000s

Estando ligado o parâmetro Operação Emergência e independente do modo de operação for


sinalizado Rede anormal, é iniciada a contagem do tempo de retardo de emergência da Rede. A
contagem do tempo de retardo é cancelado sempre que for sinalizado Rede normal ou desligado o
parâmetro Operação Emergência. Após a confirmação deste tempo, a lógica de operação em
emergência da Rede é liberada para ser executada desde que suas condições sejam atendidas.
O final da operação de emergência da Rede ocorre quando o sinal de REDE Normal for ligado ou for
desligado o parâmetro de habilitação da operação de emergência.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo para Confirmação de Rede Normal
Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo para confirmação de retorno da Rede.

Tela 4.1.02.02.00
Retardo REDE
Normal 0000s

Após o auto-reconhecimento das falhas da Rede com TRIP é iniciada a contagem do tempo de
retardo de Rede normal e acionado o sinal de Rede Estabilizando. No término deste tempo é
acionado o sinal de Rede Normal e desligado o sinal de Rede Estabilizando.
Caso ocorra uma falha da Rede com TRIP no momento da contagem do tempo de retardo de Rede
normal, a contagem do tempo é cancelada permanecendo desligado o sinal de Rede Normal
indicando Rede Anormal”.
O tempo de retardo de Rede normal é iniciado sempre que as falhas de Rede saírem do sistema.
Quando as proteções de tensão e freqüência estão desligadas, o controlador considera internamente o
estado da Rede como normal para fins de lógica e não sinaliza o estado da Rede no display e nem via
MODBUS. Não é indicado pelo controlador o estado da Rede nesta condição não mostrando Rede
Normal e nem Anormal.
Na inicialização do controlador, estando as proteções da Rede desligadas não é considerado o tempo
de Rede Estabilizando. As sinalizações Rede Estabilizando, Rede Normal e Rede Anormal estarão
sempre desligadas.
Os comandos da chave de rede permanecem com sua operação normal como se a rede estivesse
sempre normal. Caso a tensão da REDE não exista o controlador interpreta como Rede Normal
permitindo comandar o fechamento da chave e atuar os alarmes de chave normalmente.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4
Grupo dos Parâmetros do GMG
Este grupo contém os parâmetros de configuração do GMG como valores nominais de tensão,
freqüência, potência, valores de proteções e supervisões.
Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.2.00.00.00
Grupo dos Parametros
do GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4

Proteções da REDE por Subtensão (Função ANSI27) e Sobretensão (ANSI 59)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção por subtensão e sobretensão da
rede.

• Habilita Proteção de Tensão da REDE

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de REDE. Ao habilitar esta proteção a mesma
deverá atuar conforme os percentuais de tensão alta e baixa configurado nos Limites 1 e 2. Caso o
parâmetro seja desabilitado, não será supervisionada a tensão da REDE e será forçado a quitação dos
alarmes de tensão da REDE.

Opções: “LIG”, “DES”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Alta da REDE Limite 1

Através deste parâmetro é possível configurar o percentual de tensão alta limite 01 da REDE
referente ao valor de tensão nominal informado nos parâmetros nominais da REDE.

Máximo: 120%
Mínimo: 000%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 57

• Retardo para Tensão Alta da REDE Limite 1

Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de tensão
alta limite 01 da REDE.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Alta da REDE Limite 1 - Atuação

Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip). Existem dois tipos de
configurações possíveis para atuação:

o “ALERTA” Configura a falha de sobretensão limite 1 como falha de classe nível


0, não abrindo a chave de REDE. É considerado como um aviso e não uma falha.

o “TRIP” Configura a falha de sobretensão limite 1 como falha de classe nível


0, comandando a abertura da chave de REDE conforme descrito nas lógicas de
funcionamento do controlador.

Opções “ALERTA”, “TRIP”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Alta da REDE Limite 2

Através deste parâmetro é possível configurar o percentual de tensão alta limite 2 da REDE referente
ao valor de tensão nominal informado nos parâmetros nominais da REDE.

Máximo: 120%
Mínimo: 000%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 58

• Retardo para Tensão Alta da REDE Limite 2

Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de tensão
alta limite 02 da REDE.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Baixa da REDE Limite 1

Através deste parâmetro é possível configurar o percentual de tensão baixa limite 01 da REDE
referente ao valor de tensão nominal informado nos parâmetros nominais da REDE.

Máximo: 99%
Mínimo: 00%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 59

• Retardo para Tensão Baixa da REDE Limite 1

Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de tensão
baixa limite 01 da REDE.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Baixa da REDE Limite 1 - Atuação

Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip). Existem dois tipos de
configurações possíveis para atuação:

o “ALERTA” Configura a falha de subtensão limite 1 como falha de classe nível 0,


não abrindo a chave de REDE. É considerado como um aviso e não uma falha.

o “TRIP” Configura a falha de subtensão limite 1 como falha de classe nível 0,


comandando a abertura da chave de REDE conforme descrito nas lógicas de
funcionamento do controlador.

Opções “ALERTA”, “TRIP”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Baixa da REDE Limite 2

Através deste parâmetro é possível configurar o percentual de tensão baixa limite 2 da REDE
referente ao valor de tensão nominal informado nos parâmetros nominais da REDE.

Máximo: 99%
Mínimo: 00%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 60

• Retardo para Tensão Alta da REDE Limite 2

Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de tensão
baixa limite 02 da REDE.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção da REDE por Subfreqüência e Sobrefreqüência (Função ANSI 81)


Este grupo contém os parâmetros de configuração da proteção por subfreqüência e sobrefreqüência
da REDE.
• Habilita proteção de freqüência da REDE

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de freqüência da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de freqüência da REDE. Está proteção atua


conforme os percentuais de sobrefreqüência e subfreqüência configurados nos
limites 1 e 2.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de freqüência da REDE. Não será


supervisionado a freqüência da REDE e será forçado a quitação dos alarmes de
freqüência da REDE caso os mesmos estejam ativos.

Opções “LIGA”, “DESLIGA”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrefreqüência da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de sobrefreqüência limite 01 da REDE.

Máximo: 99,99Hz
Mínimo: 0,00Hz
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 61

• Retardo para Sobrefreqüência da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
sobrefreqüência limite 01 da REDE.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrefreqüência da REDE Limite 1 – Atuação


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o “ALERTA” Configura a falha de sobrefreqüência limite 1 como falha de classe


nível 0, não abrindo a chave de REDE. É considerado como um aviso e não uma
falha.

o “TRIP” Configura a falha de sobrefreqüência limite 1 como falha de classe


nível 0, comandando a abertura da chave de REDE conforme descrito nas lógicas de
funcionamento do controlador.

Opções “ALERTA”, “TRIP”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrefreqüência da REDE Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de sobrefreqüência limite 02 da REDE.

Máximo: 99,99Hz
Mínimo: 00,00Hz
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 62

• Retardo para Sobrefreqüência da REDE Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
sobrefreqüência limite 02 da REDE.

Máximo: 9,99s
Mínimo: 0,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Subfreqüência da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de subfreqüência limite 01 da REDE.

Máximo: 99,99Hz
Mínimo: 00,00Hz
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 63

• Retardo para Soubfreqüência da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
subfreqüência limite 01 da REDE.

Máximo: 9,99s
Mínimo: 0,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrefreqüência da REDE Limite 1 – Atuação


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o “ALERTA” Configura a falha de subfreqüência limite 1 como falha de classe


nível 0, não abrindo a chave de REDE. É considerado como um aviso e não uma
falha.

o “TRIP” Configura a falha de subfreqüência limite 1 como falha de classe


nível 0, comandando a abertura da chave de REDE conforme descrito nas lógicas de
funcionamento do controlador.

Opções “ALERTA”, “TRIP”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Subfreqüência da REDE Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de subfreqüência limite 02 da REDE.

Máximo: 99,99Hz
Mínimo: 00,00Hz
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme: 64
• Retardo para Subfreqüência da REDE Limite 2
Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
subfreqüência limite 02 da REDE.

Máximo: 9,99s
Mínimo: 0,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção de Seqüência de Fase da REDE (Função ANSI 47)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção por seqüência de fase da REDE.

• Habilita proteção de seqüência de fase da REDE

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de seqüência de fase da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de seqüência de fase da REDE.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de seqüência de fase da REDE.

Opções “LIGA”, “DESLIGA”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Falha de Seqüência de Fase da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de seqüência de fase da REDE.

Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção de REDE por Sobrecarga (Função ANSI 32)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção de sobrecarga da REDE.

• Habilita proteção de seqüência de fase da REDE

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de sobrecarga da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de sobrecarga da REDE.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de sobrecarga da REDE.

Opções “LIGA”, “DESLIGA”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrecarga da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de sobrecarga limite 01 da REDE.

Máximo: 150%
Mínimo: 0%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Sobrecarga da REDE Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
sobrecarga limite 01 da REDE.
Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrecarga da REDE Limite 1 – Atuação


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o “ALERTA” Configura a falha de sobrecarga limite 1 como falha de classe nível 0,


não abrindo a chave de REDE. É considerado como um aviso e não uma falha.

o “TRIP” Configura a falha de sobrecarga limite 1 como falha de classe nível 0,


comandando a abertura da chave de REDE conforme descrito nas lógicas de
funcionamento do controlador.

Opções “ALERTA”, “TRIP”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrecarga da REDE Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar a proteção de sobrecarga limite 02 da REDE.

Máximo: 150%
Mínimo: 0%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Sobrecarga da REDE Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para atuação da proteção de
sobrecarga limite 02 da REDE.

Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção de Potência Inversa da REDE (Função ANSI 32)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção de potência inversa da REDE.

• Habilita proteção de potência inversa da REDE

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de potência inversa da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de potência inversa da REDE.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de potência inversa da REDE.

Opções “LIGA”, “DESLIGA”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Limite de Potência Inversa da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar o limite de potência inversa da REDE.
Máximo: 99%
Mínimo: 01%
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Falha de Potência Inversa da REDE


Através deste parâmetro é possível configurar o retardo da proteção de potência inversa da REDE.

Máximo: 9,9s
Mínimo: 0,0s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção Sobrecorrente da REDE (Função ANSI 50)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção de sobrecorrente instantânea da
REDE.

• Habilita Proteção por Sobrecorrente CA Instantânea.

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de sobrecorrente CA da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de sobrecorrente CA instantânea da REDE. Esta


proteão atua conforme os parâmetros configurados no SETUP do controlador.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de sobrecorrente CA instantânea da REDE.

Opções “LIGA”, “DESLIGA”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Sobrecorrente CA Instantânea Atuação


Através deste parâmetro é possível definir o valor de atuação desta proteção.

Máximo: 3,00
Mínimo: 1,00
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Atuação Tempo Definido


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo definido da proteção.

Máximo: 9,99
Mínimo: 0,20
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Proteção Sobrecorrente da REDE (Função ANSI 51)


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da proteção de sobrecorrente temporizada da
REDE.

• Habilita Proteção por Sobrecorrente CA Temporizada.

Através deste parâmetro é possível habilitar a proteção de sobrecorrente CA temporizada da REDE.

o “LIGA” Habilita a proteção de sobrecorrente CA instantânea da REDE. Esta


proteão atua conforme os parâmetros configurados no SETUP do controlador.

o “DESLIGA” Desabilita a proteção de sobrecorrente CA instantânea da REDE.


Opções “LIGA”, “DESLIGA”
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Seleciona Tipo de Curvas de Proteção

Através deste parâmetro é possível habilitar o tipo de curva de proteção que será utilizada no gerador.

Comentário Mensagem Display


ANSI Inversa ANSI Inversa
ANSI Muito Inversa ANSI Muito Inversa
ANSI Extremamente Inversa ANSI Ext. Inversa
IEC Pouco Inversa IEC Pouco Inversa
IEC Normalmente Inversa IEC Normal Inversa
IEC Muito Inversa IEC Muito Inversa
IEC Extremamente Inversa IEC Ext. Inversa

Opções “ANSI Inversa”, “ANSI M. Inversa”, “ANSI E. Inversa”, “IEC P.


Inversa”, “IEC N. Inversa”, “IEC M. Inversa”, “IEC E. Inversa”.

Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Início da Curva

Através deste parâmetro é possível configurar o início da curva para atuação da proteção de
sobrecorrente temporizada.
Este parâmetro não deve ser maior que o configurado no parâmetro Sobrecorrente CA Instantânea
Atuação será o que determinará o final da curva.

Máximo: 3,00
Mínimo: 1,00
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Fator de Multiplicação N

Através deste parâmetro é possível configurar o fator de multiplicação.

Máximo: 99,99
Mínimo: 00,01
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Reset

Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para reset da função ANSI 51.

Máximo: 99,99s
Mínimo: 00,00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Parâmetros de Energias da REDE


Este subgrupo de configurações da REDE contém os parâmetros de energias. O acesso a estes
parâmetro é realizado através do canal serial.

• Energia Ativa Positiva da REDE


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia ativa positiva acumulada da
REDE. Esta configuração possibilita o ajuste do registro da energia em instalações onde a REDE
utilizada já tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia da REDE basta entrar com o novo número de energia e pressionar a tecla
“ENTER” que automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa positiva chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa positiva da REDE.

Máximo: 9999999 kW/H


Mínimo: 0000000 kW/H
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Ativa Negativa da REDE

Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia ativa negativa acumulada
da REDE. Esta configuração possibilita o ajuste do registro da energia em instalações onde a REDE
utilizada já tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia da REDE basta entrar com o novo número de energia e pressionar a tecla
“ENTER” que automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa negativa chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa negativa da REDE.

Máximo: 9999999 kW/H


Mínimo: 0000000 kW/H
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Reativa Positiva da REDE

Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia reativa positiva acumulada
da REDE. Esta configuração possibilita o ajuste do registro da energia em instalações onde a REDE
utilizada já tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia da REDE basta entrar com o novo número de energia e pressionar a tecla
“ENTER” que automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa positiva chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa positiva da REDE.

Máximo: 9999999 kVAr/H


Mínimo: 0000000 kVAr/H
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Reativa Negativa da REDE

Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia reativa negativa acumulada
da REDE. Esta configuração possibilita o ajuste do registro da energia em instalações onde a REDE
utilizada já tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia da REDE basta entrar com o novo número de energia e pressionar a tecla
“ENTER” que automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa negativa chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa negativa da REDE.

Máximo: 9999999 kVAr/H


Mínimo: 0000000 kVAr/H
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Grupo de Parâmetros do GMG


Através deste grupo é possível acessar de parâmetros de configuração do GMG.
Tela 4.2.00.00.00
Grupo dos Parametros
do GMG >

Este subgrupo das configurações do GMG contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência,
corrente e potência. Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova
tela da opção.
Tela 4.2.01.00.00
Parametros Nominais
do GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4

As proteções por sobretensão, sobrefreqüência, sobrecarga e sobrecorrente estão sempre sendo


supervisionadas desde que estejam habilitadas no SETUP não dependendo da ativação do sinal GMG
Funcionando.
As proteções por subtensão e subfreqüência do GMG serão ativas sempre que o valor supervisionado
ultrapassar o valor de subtensão, ou subfreqüência configurado e as mesmas estejam habilitadas no
SETUP. Caso o valor supervisionado não ultrapasse o valor configurado, as proteções serão ativas
assim que for concluído o retardo para supervisão do GMG.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Linha do GMG
Através deste parâmetro é possível configurar o valor de tensão nominal do GMG para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão do GMG.
Tela 4.2.01.00.01
Tensao Nominal de
Linha do GMG 0000V

Máximo: 52000V
Mínimo: 00000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal de Fase do GMG
Através deste parâmetro é possível configurar o valor de tensão nominal do GMG para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão do GMG.
Tela 4.2.01.00.02
Tensao Nominal de
Fase do GMG 0000V

Máximo: 52000V
Mínimo: 00000V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Relação de TP do GMG
Através deste parâmetro é possível configurar a relação de Transformação do TP do GMG.
Tela 4.2.01.00.03
Relacao de TP GMG
000,00

Máximo: 650,00V
Mínimo: 000,01V
Nível de Senha Mínimo: 4

• Freqüência Nominal do GMG


Através deste parâmetro é possível configurar a freqüência nominal do GMG conforme o sistema do
gerador.
Opções: “50Hz”, “60Hz”
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Corrente Nominal do GMG


Através desta máscara é possível configurar a corrente nominal do GMG.

Tela 4.2.01.00.04

Corrente Nominal do
GMG 0000A

Máximo: 9999A
Mínimo: 0000A
Nível de Senha Mínimo: 4

• Corrente do Primário do TC do GMG


Através deste parâmetro é possível configurar o valor de corrente do primário do transformador de
corrente (TC) do GMG usado para estabelecer a relação de transformação para medição de corrente.

Máximo: 9999/5A
Mínimo: 0005/5A
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Potência Nominal do GMG


Através deste parâmetro é possível configurar a potência nominal ativa do GMG.

Máximo: 9999kW
Mínimo: 0000kW
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Potência Nominal do Gerador


Através deste parâmetro é possível configurar a potência nominal aparente do gerador.
Este parâmetro serve como referência para verificar a curva de capabilidade e proteção do gerador,
desta forma acionar suas devidas proteções (ver especificação das Funções de Proteção).

Máximo: 9999kVA
Mínimo: 0000kVA
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tensão Nominal CC da Bateria do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar a tensão nominal da bateria do motor.

Opções: “12V”, “24V”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Falha no Contador Principal


Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para acionamento da falha de contator
principal. Este retardo iniciara após atendido as condições abaixo:
o Ventilador Torre Não Silenciada acionado através de alguma Saída Configurável, ou;
o Ventilador Torre Silenciada acionado através de alguma Saída Configurável, ou;
o Ventilador Radiador Remoto acionado através de alguma Saída Configurável, ou;
o Bomba Externa Acionada Motor Elétrico acionado através de alguma Saída Configurável,
ou;
o Ventilador para Exaustão do Ar da Sala acionado através de alguma Saída Configurável, e;
o Entrada Digital Configurada com a Falha no Contator Principal e acionada;

Máximo: 99,0s
Mínimo: 00,0s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Filtro para medição do Grupo


Através desta máscara é possível configurar o nível do filtro para as medições do grupo.
Este filtro gera um amortecimento ou retardo nas medições. Logo todas as proteções referentes às
medições da rede devem considerar este retardo gerado pelo filtro em sua parametrização.
Configurando "0" neste parâmetro, o filtro das medições da rede estará desligado, e quanto maior for
o número de 1 a 9, maior será o filtro. Ou seja, as variações serão mais atenuadas
Máximo: 9
Mínimo: 0
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

Parâmetros do Motor
Este subgrupo contém os parâmetros referentes a configuração do motor como tempo de motor
parando, retardo de baixa pressão, número de tentativas de partidas entre outros.
Para acessar este grupo de parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela
contendo o primeiro parâmetro do grupo em questão.

Tela 4.2.03.00.00
Parametros do Motor
do GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4

• Horas para Manutenção do GMG


Através deste parâmetro é possível estabelecer um intervalo de tempo para chamada de manutenção
do GMG. Quando o contador de horas para manutenção que está localizado no grupo de medições
auxiliares do GMG chegar a 0 (zero) será emitido um alarme indicando manutenção do GMG. Este
alarme ao ser ativado, o controlador atribuirá para a medição de horas de manutenção o valor
configurado no SETUP iniciando um novo decremento de horas para uma próxima manutenção.

Máximo: 999h
Mínimo: 000h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme 16

• Horas para Manutenção do GMG - Atualiza


Caso a manutenção deva ocorrer antes do período planejado é possível reiniciar o contador
decrescente de horas para manutenção. Para reiniciar o contador o usuário deve confirmar a
atualização das horas para manutenção selecionando a opção SIM da tela respectiva. Ao confirmar, o
controlador atribui para a medição das horas de manutenção o valor configurado no SETUP.,

Tela 4.2.02.00.01
Horas Manutencao do
GMG Atualiza LLL

o SIM - Sempre que confirmada esta opção será atribuído à tela de medições o valor
configurado no SETUP. Após confirmação, o valor da opção volta para NÃO
permitindo uma nova atualização.
o NÃO - Estado normal do comando de atualização das horas de manutenção.
Opções: “SIM”, “NAO”
Nível de Senha Mínimo: 4

• Tempo de Funcionamento do GMG


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador o número de horas de funcionamento
já utilizadas pelo GMG. Esta configuração possibilita o registro das horas de funcionamento em
instalações onde o GMG já possua um número qualquer de horas de funcionamento.
Para atualizar as horas de funcionamento do GMG basta entrar com o novo número de horas de
funcionamento do GMG e pressionar a tecla “ENTER/MENU” que automaticamente o controlador
atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de horas chegar a 500001, será reiniciado em 0 (zero) permitindo a contagem sem
interrupção das horas de funcionamento do GMG.
O limite de 5 casas para armazenamento do número de horas de funcionamento foi definido com base
no tempo de garantia do GMG que é estimado em 2 anos. Como o GMG poderá trabalhar 720hs por
mês o contador de horas registrara durante 2 anos sem virar o contador.

Máximo: 50000h
Mínimo: 00000h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Ativa Positiva do GMG


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia ativa positiva acumulada do
GMG. Esta configuração possibilita o registro da energia em instalações onde o GMG utilizado já
tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia do GMG basta entrar com o novo número de energia e escrever o setup que
automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa positiva chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa positiva do GMG.
O limite de 7 casas para armazenamento de energia ativa acumulada é determinado pela potência
padrão de um GMG de 1500kW rodando num período estimado de 330 horas por ano durante 20
anos.

Máximo: 9999999 kW/h


Mínimo: 0000000 kW/h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Ativa Negativa do GMG


Através deste parãmetro é possível informar para o controlador a energia ativa negativa acumulada
do GMG. Esta configuração possibilita o registro da energia em instalações onde o GMG utilizado já
tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia do GMG basta entrar com o novo número de energia e escrever o setup que
automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa negativa chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa negativa do GMG.
O limite de 7 casas para armazenamento de energia ativa acumulada é determinado pela potência
padrão de um GMG de 1500kW rodando num período estimado de 330 horas por ano durante 20
anos.
Máximo: 9999999 kW/h
Mínimo: 0000000 kW/h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Reativa Positiva do GMG


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia reativa positiva acumulada
do GMG. Esta configuração possibilita o registro da energia em instalações onde o GMG utilizado já
tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia do GMG basta entrar com o novo número de energia e escrever o setup que
automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia reativa positiva chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa positiva do GMG.
O limite de 7 casas para armazenamento de energia reativa acumulada é determinado pela potência
padrão de um GMG de 1500kW rodando num período estimado de 330 horas por ano durante 20
anos.

Máximo: 9999999 kVAr/h


Mínimo: 0000000 kVAr/h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Energia Reativa Negativa do GMG


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador a energia ativa negativa acumulada
do GMG. Esta configuração possibilita o registro da energia em instalações onde o GMG utilizado já
tenha gerado um número qualquer de energia.
Para atualizar a energia do GMG basta entrar com o novo número de energia e escrever o setup que
automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na tela de medição.
Quando o contador de energia ativa negativa chegar a 10000000, será reiniciado em 0 (zero)
permitindo a contagem sem interrupção do acumulador de energia ativa negativa do GMG.
O limite de 7 casas para armazenamento de energia ativa acumulada é determinado pela potência
padrão de um GMG de 1500kW rodando num período estimado de 330 horas por ano durante 20
anos.

Máximo: 9999999 kW/h


Mínimo: 0000000 kW/h
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Número de Partidas do GMG


Através deste parâmetro é possível informar para o controlador o número de partidas já efetuadas
pelo GMG. Esta configuração possibilita o registro das partidas em instalações onde o GMG
utilizado já possua um número qualquer de partidas do motor.
Para atualizar o número de partidas do GMG basta entrar com o novo número de partidas e
pressionar a tecla “ENTER/MENU” que automaticamente o controlador atribuirá o novo valor na
tela de medição.
Para cada comando de partida é incrementado o contador de número de partidas localizado no grupo
de medições auxiliares do GMG.

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Lógica do Solenóide
Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de solenóide aplicado no procedimento de
partida e funcionamento do GMG.
Existem dois tipos de configurações possíveis para o solenóide:
o Funcionamento O solenóide de funcionamento é operado no instante inicial de
cada procedimento de partida liberando a passagem do combustível para o motor
permanecendo atuado até o momento da parada do GMG. No intervalo entre partidas
o solenóide de funcionamento permanece desoperada até houver uma outra intenção
de partida. Para o desligamento do GMG o solenóide de funcionamento é
desoperado estrangulando a passagem do combustível para o motor.

o Parada O solenóide de parada é operado no instante da parada do GMG


ou no intervalo entre partida e permanece operado até o final do tempo de motor
parando ou tempo de intervalo entre partida. Após este tempo o solenóide desopera
permanecendo assim até uma próxima parada.

Opções: “Funcionamento”, “Parada”


Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Número de Tentativas de Partida do GMG


Através deste parâmetro é possível configurar o número de tentativas de partidas permitidas no
mesmo ciclo sem falha. Caso a partida do GMG não ocorra dentro do número de tentativas de
partidas configurado é gerado um alarme de falha na partida do GMG com classe de falha nível 3.
Esta lógica é válida somente para o modo de operação automático, sendo para os demais, o
acionamento da falha ocorre no término da primeira tentativa.
A contagem ocorre a cada inicio de partida do mesmo ciclo e é reinicializada quando o procedimento
de partida for cancelado ou concluído com sucesso.

Máximo: 9
Mínimo: 1
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”
Código do Alarme 23

• Retardo de Partida do GMG


Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo antes do início do procedimento de
partida do GMG. Este retardo é aplicado nos sistemas onde existe a necessidade de acionamentos
externos antes do início do procedimento de partida.
Tela 4.2.02.00.02

Retardo de Partida
do GMG 000s

Quando comandada a partida, antes de iniciar o procedimento de partida é iniciada a contagem do


retardo de partida do GMG e acionado o sinal Retardo na Partida. No término deste tempo, é liberado
o procedimento de partida e desligado o sinal de Retardo na Partida.
A contagem do retardo de partida é cancelada sempre que for cancelado o comando de partida, com
exceção da lógica de emergência da Rede que congela esta contagem em função do Status Rede
Estabilizando.
Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: 4

• Tempo de Motor Parando


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para uma nova partida assegurando
que o GMG esteja devidamente parado evitando que o motor de partida entre com o GMG ainda em
rotação. Nenhum comando de partida é aceito enquanto este tempo não estiver concluído.
Para os comandos de parada do GMG ocorridos enquanto o corte do motor de partida por pressão do
óleo ou freqüência não foi atuado, não será permitida a contagem do tempo de motor parando.
No primeiro instante quando o controlador é alimentado este tempo é ativado impedindo uma partida
do GMG na inicialização do sistema.

Máximo: 99s
Mínimo: 10s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Intervalo entre Partidas


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo entre as partidas do mesmo ciclo.
Quando o relé de partida é acionado, o tempo de acionamento do motor de partida é iniciado e caso a
partida do motor não tenha sucesso após o fim do tempo de acionamento do motor de partida por
causa da freqüência gerada não estar acima do nível configurado no parâmetro de corte do motor de
partida por freqüência é iniciada a contagem do “Tempo de Intervalo entre Partidas” e acionado o
sinal de “Intervalo entre Partidas”. Terminado este tempo, é iniciada uma nova tentativa. Isto ocorre
até o fim do número de tentativas de partidas configurado no grupo de parâmetros do motor.
Gráfico de Estado – Tempo de Intervalo entre Partidas

Comando de 1
Partida
0

Comando de 1
Func.
0

E0-Pressão 1
do Óleo
0

Hz SETUP

Tempo 1
Atuação
Motor Part. 0

Tempo 1
Intervalo
Entre Part. 0

Esta lógica é válida somente para modo de operação automático, sendo para os demais, o
acionamento da falha no término da primeira tentativa de partida.

Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Confirmação de GMG Funcionando


Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para confirmação do GMG Funcionando que
define o retardo de acionamento de alguns alarmes e sinais que dependem da condição do GMG
Funcionando.

Máximo: 99,0s
Mínimo: 00,0s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Retardo para Supervisão do GMG


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para que o motor seja
supervisionado. Este tempo garante que antes de habilitar as supervisões de falhas decorrentes o
GMG esteja pronto para carga. O GMG só será supervisionado após a conclusão deste tempo.
O retardo para supervisão é iniciado após o corte do motor de partida. Caso ocorra uma retentativa de
partida é cancelada contagem deste tempo ocorrendo uma nova contagem na próxima tentativa de
partida.
No momento da partida o LED de indicação GMG fica piscando até o término do tempo de
supervisão. Após o término deste tempo o LED de indicação GMG fica continuamente ligado até o
momento da parada onde o mesmo será desligado..

Máximo: 99s
Mínimo: 00s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Resfriamento
Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de resfriamento do GMG. Em um
procedimento de parada normal ou por uma parada por falha de classe nível 2 é efetuado, com a
chave CGR aberta a operação de resfriamento do GMG. Após este tempo é comandada a parada do
GMG.
Caso o GMG seja requisitado para assumir a carga e o tempo de resfriamento esteja em andamento, o
mesmo é cancelado e o GMG inicia o procedimento de fechamento da CGR.
A operação de resfriamento só é acionada se o controlador no momento do comando de resfriamento
estiver operando em modo automático e se a CGR esteve fechada por no mínimo 10 segundos neste
ciclo. Em modo manual a partida e parada é efetuada manualmente pelo teclado sem acionamento do
tempo de resfriamento..

Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Atuação do Motor de Partida


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de atuação do motor de partida.
Caso o GMG não tenha recebido as informações descritas abaixo até o término do tempo, será
comandada a parada do motor de partida e se estiver em Modo de Operação Automático será iniciada
uma nova tentativa de partida conforme os parâmetros configurados de intervalo e número de
partidas.
Haverá corte do motor de partida antes de esgotar o tempo de atuação quando:
o O GMG atingir o valor de freqüência configurado no parâmetro corte do motor de
partida por freqüência, ou;

o For retirado o sinal digital de pressão de óleo e decorrido todo o tempo de retardo da
entrada digital que a função esta configurada. Quando houver o corte por pressão e a
freqüência gerada não atingir o valor configurado no parâmetro corte do motor de
partida por pressão, o tempo de atuação do motor de partida permanece
incrementando para dar continuidade a lógica de Intervalo de Partidas.
Gráfico de Estado - Partida Normal

Corte por Pressão Corte por Freqüência


Comando de 1
Partida
0

Comando de 1
Func.
0

E0-Pressão 1
do Óleo
0

Hz SETUP

Alarme de 1
Bx Pressão 0

Ret. Entrada Dig. Retardo de Baixa


Configuravel Pressão

Máximo: 30s
Mínimo: 02s
Nível de Senha Mínimo: “Login pelo Canal Serial”

• Corte do Motor de Partida por Freqüência


Através deste parâmetro é possível configurar o valor da freqüência do GMG para corte do motor de
partida.
Quando a freqüência gerada atingir o nível configurado será comandado o corte do motor de partida.
Veja também Lógicas de Funcionamento, Status dos Dispositivos do Sistema, Status de Pressão do
Óleo.

Máximo 40,00Hz
Mínimo 00,00Hz
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Corte do Motor de Partida por RPM


Através desta máscara é possível configurar o corte de motor de partida por RPM do GMG.

Máximo 999RPM
Mínimo 000RPM
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Retardo de Baixa Pressão


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo de baixa pressão do óleo. Pode
ocorrer este defeito através da confirmação do sinal digital proveniente do pressostato de óleo. Este
defeito será supervisionado durante o período que se inicia quando a freqüência gerada atingir o nível
configurado no parâmetro de corte do motor de partida por freqüência até o inicio do tempo de motor
parando.
Se existir o sinal de pressão após o corte do motor de partida será iniciado o tempo de retardo de
baixa pressão que após o seu término será atuado o alarme de baixa pressão de óleo. Se durante a
contagem do tempo o sinal de pressão for retirado será cancelada a contagem do tempo não
acionando o alarme. O alarme de baixa pressão de óleo é supervisionado independente do modo de
operação selecionado.

Gráfico de Estado – Alarme de Baixa Pressão Durante o Funcionamento


Habilita Supervisão do Alarme
de Bx Pressão

Comando de 1
Partida
0

Comando de 1
Func.
0

E0-Pressão 1
do Óleo
0

Hz SETUP

Alarme de 1
Bx Pressão
0

Ret. Entrada Dig. Retardo de Baixa


Configuravel Pressão

Gráfico de Estado - Alarme de Baixa Pressão Durante a Partida

Comando de 1 Corte por Tempo de Atuação Interv.entre Corte por


Partida Freqüência do Motor de Part. Partidas Freqüência
0

Comando de 1
Func.
0

Pressão 1
do Óleo
0

Hz SETUP

Alarme de 1 Reconhecimento
Bx Pressão 0 do Alarme

Retardo de Baixa Retardo de Baixa


Pressão Pressão

Características
Máximo 10s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 21
Medição e Proteção da Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor

• Habilita a Medição e Proteção de Temperatura da Água do Motor


Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a proteção e medição de temperatura da água de
arrefecimento do motor.
o LIGA Passa a ser supervisionada e medida a temperatura da água do motor
conforme os parâmetros configurados neste grupo independente do modo de
operação selecionado e das falhas ativas. O valor medido será mostrado na tela de
medições auxiliares do GMG e na tela de medições básicas.

o DESLIGA Não é supervisionado e nem medido o valor de temperatura da água do


gerador sendo atribuído zero a tela de medições auxiliares do GMG, a tela de
medição de temperatura nas telas básicas e aos registros de máximos e mínimos.

Esta medição será realizada através da Entrada Analógica de temperatura ou do ECU - J1939,
conforme configuração no SETUP, Habilita Leitura e Proteção de temperatura do ECU .

Opções “LIG / 1”, “DES /0”


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Habilita Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Curto


Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a supervisão de falha no sensor de temperatura
por curto.
o SIM Passa a ser supervisionada a falha no sensor de temperatura por curto.
Sempre que a medição do canal analógico for igual a 0 (zero) ohms será acionada a
falha 17 – Falha no Sensor de Temperatura. Atuando este alarme não deve ser
permitida a entrada dos alarmes de limite inferior e superior. Caso a medição e
proteção de temperatura esteja desligada a falha no sensor não será monitorada
mesmo estando habilitada.

o NAO Não é supervisionado a falha no sensor de temperatura por curto.

Opções “SIM / 1”, “NAO / 0”


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Habilita Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Circuito Aberto


Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a supervisão de falha no sensor de temperatura
por circuito aberto.
o SIM Passa a ser supervisionada a falha no sensor de temperatura por circuito
aberto. Sempre que a medição do canal analógico for igual ou maior que 500 ohms
será acionada a falha 17 – Falha no Sensor de Temperatura. Atuando este alarme não
deve ser permitida a entrada dos alarmes de limite inferior e superior. Caso a
medição e proteção de temperatura esteja desligada a falha no sensor não será
monitorada mesmo estando habilitada.

o NAO Não é supervisionado a falha no sensor de temperatura por circuito


aberto.

Opções “SIM / 1”, “NAO / 0”


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar o limite mínimo de temperatura para o acionamento da
falha de baixa temperatura da água com classe de falha nível 1. Atua no sistema como um alarme de
baixa temperatura.
É importante diferenciar o defeito de baixa temperatura da falha no sensor de temperatura.
A falha no sensor de temperatura é identificada pelo hardware do controlador. Quando a impedância
for infinita (rompimento de fio ou sem sensor conectado) e curto do cabo, o controlador deve
entender como temperatura 0°C.
A baixa temperatura não atua caso exista indicação de falha no Sensor Temperatura, já se existir a
falha de baixa temperatura, poderá ocorrer a falha do sensor de Temperatura.

Máximo 99°C
Mínimo 00°C
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 20
Código do Alarme 17

• Retardo para Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para confirmação da falha baixa temperatura
da água.

Máximo 99s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor - Atuação


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o ALERTA Configura a falha de baixa temperatura da água como falha de classe


nível 0. É considerado como um aviso como uma falha.

o TRIP Configura a falha de baixa temperatura como falha de classe nível 3.

Opções “ALERTA/ 0”, “TRIP/ 1”.


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Habilita Conexão do GMG com Baixa Temperatura


Através deste parâmetro é possível habilitar a conexão do GMG a carga quando a água de
arrefecimento do motor estiver em baixa temperatura.
Quando o parâmetro “Hab. Conexao GMG c/ Bx. Temp.” estiver desligado, e o alarme de baixa
temperatura estiver ativo (somente quando configurado como classe de falha 0), e o GMG
funcionando, será mantido o seu funcionamento sem permitir o fechamento da Chave CGR. Com o
GMG em funcionamento a temperatura aumentara gradualmente. Quando o alarme de baixa
temperatura sair será liberado a conexão do GMG na carga.

Caso o alarme de baixa temperatura estando configurado como F0 ocorra após a conexão do GMG na
carga, a lógica de hablitação de conexão do GMG c/ baixa temperatura será ignorada porque o GMG
já estava conectado na carga caracterizando um problema na medição de temperatura porque a
temperatura do GMG tendera sempre a subir quando em carga impossibilitando de ocorrer uma falha
de baixa temperatura.

Será sinalizado pelo LED do GMG que o gerador esta aguardando o aumento da temperatura para
conectar na carga. Esta sinalização manterá o LED piscando mesmo após o tempo de supervisão do
GMG até que seja atendida a condição satisfatória de temperatura.

Quando o parâmetro “Hab. Conexao GMG c/ Bx. Temp.” estiver ligado o GMG assume a carga
independente do alarme de baixa temperatura (somente quando configurado como classe de falha 0).
A sinalização do LED do GMG não é alterada.

Está lógica atuará somente no modo de operação automático. Para os demais modos de operação esta
lógica não terá nenhuma ação sobre o comando de fechamento da CGR onde a conexão do GMG na
carga não será afetada.

Se o parâmetro de Medição de Temperatura da Água estiver desligado a função de conexão com


baixa temperatura será ignorada.

Na condição do GMG estar aguardando a temperatura aumentar e for trocado o modo de operação
automático para qualquer outro, será cancelado esta lógica de conexão com baixa temperatura e
também o comando de fechamento da CGR forçando operador, ou o sistema remoto, a comandar o
fechamento da CGR.

Opções “SIM/ 1”, “NÃO/ 0”.


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Alta Temperatura ( Função ANSI 26 )da Água de Arrefecimento do Motor Limite 1


Através deste parâmetro é possível configurar o limite máximo de temperatura para acionamento da
falha alta temperatura da água limite 1. Atua no sistema como um pré – alarme de alta temperatura.

Máximo 120°C
Mínimo 000°C
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 18
• Retardo Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor Limite 1
Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para confirmação da falha alta temperatura da
água limite 1.

Máximo 99s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor Limite 1 - Atuação


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente
alarmar ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o ALERTA Configura a falha de alta temperatura da água limite 1 como falha de


classe nível 0. É considerado como um aviso como uma falha.

o TRIP Configura a falha de alta temperatura da água limite 1 como falha de


classe nível 2.

Opções “ALERTA/ 0”, “TRIP/ 1”.


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Alta Temperatura (Função ANSI 26) da Água de Arrefecimento do Motor Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar o limite máximo de temperatura para acionamento da
falha alta temperatura da água limite 2 com classe de falha nível 3.

Máximo 120°C
Mínimo 000°C
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 19

• Retardo Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor Limite 2


Através deste parâmetro é possível configurar o retardo para confirmação da falha alta temperatura da
água limite 2.

Máximo 99s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 19

• Tipo de Curva do Sensor de Temperatura


Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de curva do sensor de temperatura aplicado.
Existem dois tipos de curva possíveis:

o LINEAR Define que a curva típica para o sensor é linear. Neste caso o Coeficiente
C não será aplicado.
Medição = a.x + b

onde:
a = Coeficiente A
b = Coeficiente B

o EXPONENCIAL Define que a curva típica para o sensor é exponencial.

Medição = a.e b. x + c
onde:
a = Coeficiente A
b = Coeficiente B
c = Coeficiente C

Opções “LINEAR / 0”, “EXPONENCIAL / 1”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Coeficiente A da Curva do Sensor de Temperatura


Através deste parâmetro é possível configurar o coeficiente A da curva do sensor de temperatura
aplicado. São necessários dois parâmetros para configuração do coeficiente pois é utilizado o formato
IntFrac.

Características A (int)
Máximo 65535
Mínimo 0
Características A (frac)
Máximo 65535
Mínimo 0

Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Coeficiente B da Curva do Sensor de Temperatura


Através deste parâmetro é possível configurar o coeficiente B da curva do sensor de temperatura
aplicado. São necessários dois parâmetros para configuração do coeficiente pois é utilizado o formato
IntFrac.

Características B (int)
Máximo 65535
Mínimo 0
Características B (frac)
Máximo 65535
Mínimo 0
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Coeficiente C da Curva do Sensor de Temperatura


Através deste parâmetro é possível configurar o coeficiente C da curva do sensor de temperatura
aplicado. São necessários dois parâmetros para configuração do coeficiente pois é utilizado o formato
IntFrac.

Características C (int)
Máximo 65535
Mínimo 0
Características C (frac)
Máximo 65535
Mínimo 0
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Método de Codificação do Sensor de Temperatura


Através deste parâmetro é possível configurar o método de codificação da curva do sensor de
temperatura aplicado.

Existem dois tipos de métodos possíveis:

o EQUAÇÃO Quando selecionado o método de codificação por Equação o


controlador passa a considerar o tipo de equação selecionado no parâmetro Tipo de
Curva do Sensor de Temperatura. Ignorando os pontos declarados na tabela da curva
da entrada resistiva 1 localizada na área ModBus 4x2500 a 4x2519. A determinação
do valor da curva segue conforme descrito no parâmetro tipo de curva do sensor de
temperatura e nos parâmetros dos coeficientes da curva.

o TABELA Quando selecionado o método de codificação por Tabela o


controlador passa a desconsiderar o tipo de equação selecionado no parâmetro Tipo
de Curva do Sensor de Temperatura e os coeficientes da curva. Serão considerados
os pontos declarados na tabela da curva da entrada resistiva 1 localizada na área
ModBus 4x2500 a 4x2519. A determinação do valor da curva segue conforme
descrito abaixo.

O método de codificação do sensor de temperatura por equação deve ser utilizado para os casos onde
a curva do sensor se enquadre como linear ou exponencial garantindo maior precisão nos valores
convertidos. Caso a curva do sensor de temperatura não se enquadre em uma das duas equações, é
possível definir o método de codificação do sinal gerado pelo sensor de temperatura como tabela.
Desta maneira o controlador passa a interpolar os pontos informados na tabela de pontos do sensor de
temperatura.

O método de codificação por tabela define a curva do sensor de temperatura através de 10 pontos.
Esses pontos determinam as coordenadas (X,Y), sendo que os valores de (Y) serão os valores
mostrados no display do controlador, neste caso temperatura.
Os valores de X, que representam a resistência ôhmica do sensor, não devem ser iguais entre si e o
valor de X para o próximo ponto não deve ser menor que o anterior.
Caso o valor de X seja igual ou menor que o valor anterior, será acionada a sinalização de
inconsistência na parametrização da analógica resistiva forçando o resultado do valor codificado (Y)
para 0 (zero) para todo e qualquer valor de X valido ou não.

As tabelas abaixo mostram como o controlador enquadra um sensor que não possibilita a
configuração Linear ou Exponencial.

Curva Configurada no
Curva do Sensor P-1940
Controlador
Ponto °C (Y) Ohms (X) Ponto °C (Y) Ohms (X)
1 0 221,6 1 130 4
2 10 181,6 2 110 12
3 20 155,33 3 86 14
4 30 131,16 4 68 24
5 40 88,05 5 52 43
6 50 61,19 6 36 85
7 60 39,89 7 26 127
8 70 30,53 8 17 152
9 80 21,62 9 6 181
10 90 17,91 10 0 219
11 110 16,6 Tabela 2
12 120 14,82
13 130 11,15
Tabela 1

Na Tabela 1 os pontos foram levantados do sensor P-1940 original dos motores MWM e a Tabela 2
temos os pontos configurados para enquadrar o sensor em questão.

O gráfico abaixo mostra o resultado do enquadramento.

°C 150

135

120
105

90
75

60
45

30

15

0
0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 250
R(Ohm)

Note que o método por tabela para este caso possibilita uma aproximação bastante grande da curva
configurada com a real do sensor o que não seria possível utilizando o método por equação linear ou
exponencial.

O próximo gráfico mostra um erro de determinação do valor de X na área indicada, os pontos em X


repetem-se causando inconsistência na parametrização da analógica resistiva, neste caso o
controlador força o resultado da curva igual a 0 (zero), gerando a sinalização de Inconsistência na
Parametrização da Entrada Resistiva 01. Esta sinalização só é visualizada pelo canal serial no grupo
de registros de controle.

°C 150

135
X1
120
X2
105
Área de indeterm inação
90

75
60

45
30
15 X9
X10
0
0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 250
R(Ohm)

Para a determinação dos pontos extremos, pontos 1 e 10, será considerado uma projeção de cálculo
constante, conforme a equação definida entre os pontos X[1] e X[2] , [X9] e [X10] possibilitando a
medição de valores menores, para o extremo inferior, e valores maiores, para o extremo superior, do
valor de X1 e X10 informado respectivamente.

Opções “EQUAÇÃO / 0”, “TABELA / 1”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Atuação do Pré–Aquecimento
Através deste parâmetro é possível configurar a temperatura limite para acionamento do sinal de Pré–
Aquecimento código 388 – Comando de Pré-Aquecimento.

A atuação do sinal de Pré–Aquecimento ocorre se as seguintes condições forem atendidas:

o Temperatura da água de arrefecimento do motor menor que o valor configurado


neste parâmetro, e;
o GMG parado.

Através da saída digital, configurada com o código 388, será acionada uma resistência de pré–
aquecimento que atuará diretamente na água de arrefecimento do motor, desta forma, provocando o
aumento da temperatura da mesma.

Caso ocorra falha no Sensor de Temperatura, o pré-aquecimento deverá estar sempre ligado, desde
que o motor esteja parado.

Máximo 60°C
Mínimo 01°C
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
• Histerese do Pré–Aquecimento
Através deste parâmetro é possível configurar o histerese da temperatura para desligamento do sinal
de Pré–Aquecimento.

O desligamento do sinal de Pré–Aquecimento ocorre se a condição abaixo for atendida:

o Temperatura da água de arrefecimento do motor maior ou igual a soma da atuação e


do histerese configurado;

O Gráfico abaixo ilustra o acionamento e o desligamento do pré – aquecimento por temperatura em


função do tempo.

Se for configurado o código 388 em alguma saída digital e o sinal de “Pré-Aquecimento” estiver
ligado sinalizará “Pré–Aquecimento” em:

- Tabela de STATUS – Textos Aplicados na Linha AUTO – SCROLL na seção de


telas básicas, item medições básicas.
- STATUS na seção de alarmes e eventos.
- Tabela de leitura ModBus - STATUS no Anexo I.

Máximo 20°C
Mínimo 05°C
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

Proteção da Tensão da Bateria do Motor


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de proteção da tensão da bateria do motor. O
acesso a estes parâmetros é efetuado através do canal serial.
• Habilita a Proteção de Tensão da Bateria do Motor
Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a proteção da tensão da bateria do motor.

o LIGA Passa a ser executada a proteção da tensão da bateria do motor conforme


os parâmetros configurados neste grupo independente do modo de operação
selecionado e das falhas ativas. O valor medido será mostrado na tela de medições
auxiliares do GMG.
o DESLIGA Não será executada a proteção da tensão da bateria do motor. O valor
medido será mostrado na tela de medições auxiliares do GMG.

Opções “LIG/ 1”, “DES/ 0”


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Sobretensão de Bateria do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar a supervisão de sobretensão de bateria informando o
percentual da tensão de bateria nominal configurada no grupo de parâmetros nominais do GMG.
Caso a tensão de bateria seja maior que este limite é iniciada a contagem do tempo de retardo para
ativação do alarme de sobretensão de bateria com classe de falha nível 1. Se a tensão for menor que o
valor especificado, o tempo de retardo é reiniciado.

Máximo 150%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 10

• Retardo para Sobretensão de Bateria do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para confirmação de sobretensão de
bateria.

Máximo 99s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Subtensão de Bateria do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar a supervisão de subtensão de bateria informando o
percentual da tensão de bateria nominal configurada no grupo de parâmetros nominais do GMG.
Caso a tensão de bateria seja menor que este limite é iniciada a contagem do tempo de retardo para
ativação do alarme de subtensão de bateria com classe de falha nível 1. Se a tensão for maior que o
valor especificado o tempo de retardo é reiniciado.

Máximo 99%
Mínimo 00%
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Código do Alarme 9

• Retardo da Subtensão de Bateria do Motor


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para confirmação de subtensão de
bateria.
Máximo 99s
Mínimo 00s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

Entrada de Pick-Up ( Função ANSI 12 )


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da entrada de pick-up do GMG. O acesso a
estes parâmetros é efetuado através do canal serial.

• Habilita a Entrada de PICK-UP


Através desta máscara é possível habilitar a entrada de pick-up.
o LIGA Habilita a entrada de pick-up. Habilitado este parâmetro o controlador
passa a executar a medição e proteção de rotação conforme os parâmetros
configurados.

o DESLIGA Desabilita a entrada de pick-up. Desabilitado este parâmetro o


controlador não executa a medição e proteção de rotação do motor.

Esta medição será realizada através da Entrada de Pick-up ou do ECU - J1939, conforme
configuração no SETUP, Habilita Leitura e Proteção de RPM do ECU .

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Rotação Nominal
Através desta máscara é possível configurar a rotação nominal do GMG.

Máximo 9999RPM
Mínimo 0000RPM
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Número de Dentes da Cremalheira


Através desta máscara é possível configurar o número de dentes da cremalheira do GMG.

Máximo 999
Mínimo 000
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Sobrevelocidade ( Função ANSI 12 ) do GMG Limite 1


Através desta máscara é possível configurar o percentual máximo de sobrevelocidade para
acionamento da falha do alarme de sobrevelocidade com classe de falha nível 1. Atua no sistema
como um pré – alarme de sobrevelocidade.
Máximo 150%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Retardo Sobrevelocidade do GMG Limite 1


Através desta máscara é possível configurar o retardo para confirmação da falha de alerta de
sobrevelocidade.

Máximo 99,9s
Mínimo 00,0s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Sobrevelocidade do GMG Limite 1 - Atuação


Através desta máscara é possível configurar o tipo de atuação no sistema que poderá somente alarmar
ou comandar a abertura da chave quando a proteção atuar (Trip).
Existem dois tipos de configurações possíveis para atuação:

o ALERTA Configura a falha de sobrevelocidade limite 1 como falha de classe nível


1. É considerado como um aviso e não como uma falha.

o TRIP Configura a falha de sobrevelocidade limite 1 como falha de classe nível


4.

Opções “ALERTA”, “TRIP”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Sobrevelocidade (Função ANSI 12) do GMG Limite 2


Através desta máscara é possível configurar o limite máximo de sobrevelocidade para acionamento
da falha de desligamento por sobrevelocidade com classe de falha nível 3. Quando esta falha ocorrer
é comandado imediatamente a desconexão do GMG da carga e a sua parada sem resfriamento
respectivamente.

Máximo 150%
Mínimo 0%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Retardo de Sobrevelocidade do GMG Limite 2


Através desta máscara é possível configurar o retardo para confirmação da falha de desligamento por
sobrevelocidade.

Máximo 99,9s
Mínimo 00,0s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”
Grupo dos Parâmetros de Controle do GMG
Este grupo de controladores contém os parâmetros de configurações para ajuste dos controladores de
tensão, velocidade, potência, entre outros. Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla
“ENTER” que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.2.03.00.00
Grupo dos Parametros
de Controle >

Nível de Senha Mínimo 4

Controle de Potência do GMG


• Habilita o Controle de Potência do GMG
Através desta máscara é possível habilitar o controle de potência do GMG.

o LIGA Habilita o controle de potência do GMG. Habilitado este parâmetro o


controlador passa a controlar a potência do GMG conforme os parâmetros
configurados.

o DESLIGA Desabilita o controle de potência do GMG. Desabilitado este parâmetro


o controlador não controla a potência do GMG.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Potência – kW Máximo


Através desta máscara é possível configurar o controle de potência – kW máximo.

Máximo 120%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Potência – PID


Através desta máscara é possível configurar o controle de potência – K (ganho proporcional), Ti
(constante de tempo integral), Td (constante de tempo derivativo).

Tela 4.2.03.00.01
CTRL Potencia GMG
K000,0 Ti00,0 Td0,00

Características – K
Máximo 999,9
Mínimo 000,0
Características – Ti
Máximo 99,9
Mínimo 00,0
Características – Td
Máximo 9,99
Mínimo 0,00

Nível de Senha Mínimo 4

Controle de Fator de Potência do GMG


• Habilita o Controle de Fator de Potência do GMG
Através desta máscara é possível habilitar o controle de fator de potência do GMG.

o LIGA Habilita o controle de fator de potência do GMG. Habilitado este


parâmetro o controlador passa a controlar o fator de potência do GMG conforme os
parâmetros configurados.

o DESLIGA Desabilita o controle de fator de potência do GMG. Desabilitado este


parâmetro o controlador não controla o fator de potência do GMG.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Fator de Potência – PID


Através desta máscara é possível configurar o controle de Fator de Potência – K (ganho
proporcional), Ti (constante de tempo integral), Td (constante de tempo derivativo).

Tela 4.2.03.00.02
CTRL FP GMG
K000,0 Ti00,0 Td0,00

Características – K
Máximo 999,9
Mínimo 000,0
Características – Ti
Máximo 99,9
Mínimo 00,0
Características – Td
Máximo 9,99
Mínimo 0,00

Nível de Senha Mínimo 4

• Set Point de Freqüência Fixo 1


Através desta máscara é possível configurar o set point de freqüência que o GMG deverá respeitar
caso esteja acionado o evento Set Point Hz Fixo 1.
Máximo 99,99
Mínimo 00,00
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”
• Set Point de Freqüência Fixo 2
Através desta máscara é possível configurar o set point de freqüência que o GMG deverá respeitar
caso esteja acionado o evento Set Point Hz Fixo 2.

Máximo 99,99
Mínimo 00,00
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

Grupo de Parâmetros da USCA


Este grupo contém os parâmetros de configuração da USCA. Para acessar os parâmetros deve-se
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.00.00.00
Grupo dos Parametros
da USCA >

Nível de Senha Mínimo: 5


Configuração Geral
Este grupo contém os parâmetros de configuração, como níveis de senha, energia, programação da
entrada e saída digital, configuração de medição entre outros.
Para acessar os parâmetros deve-se pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.01.00.00
Configuracao da USCA
>

Nível de Senha Mínimo: 5


• Seleção de Modo de Operação
Através desta máscara é possível selecionar o Modo de Operação que será ativado. Para qualquer das
opções selecionadas é validado conforme o relacionamento dos modos de operação descrito nas
lógicas de funcionamento.

Tela 4.3.01.00.02
Selecao Modo de
Operacao LLLLLL

o MANUAL - Seleciona o Modo de Operação Manual. Executa a mesma função que o


botão MANUAL. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Manual,
consulte a seção de lógicas de funcionamento.
o AUTO - Seleciona o Modo de Operação Automático. Executa a mesma função que o
botão AUTO. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Automático,
consulte a seção de lógicas de funcionamento.
o REMOTO - Este modo permite que seja aceito comandos e parametrização através
do canal serial. Para supervisão, não é necessário que o Modo de Operação Remoto
seja selecionado. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Remoto, consulte
a seção de lógicas de funcionamento.
o TESTE - Este modo quando selecionado parte o GMG colocando-o em
funcionamento para eventuais testes sem carga. Para maiores detalhes consulte
lógicas de funcionamento.

o SEMI - Seleciona o modo de operação semi. Executa a mesma função que o botão
“SEMI”. Para maiores detalhes sobre o Modo de Operação Semi Automático,
consulte a seção de lógicas de funcionamento.

Opções: “MANUAL” , “AUTO”, “REMOTO”, “TESTE”


Nível de Senha Mínimo: 5

• Tempo de Retardo para Comutação


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo de retardo para comutação das chaves de
REDE – CRD e GMG – CGR. Após uma abertura de qualquer uma das chaves, só será permitido o
fechamento após o tempo de retardo para comutação independente da chave que abriu e da que
fechou.

Máximo 99,9s
Mínimo 00,0s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Desabilita Comando da Chave de REDE


Através deste parâmetro é possível desabilitar o comando da chave de REDE CRD.
Estando ligado este parâmetro o controlador desabilitará a tecla “Abrir/Fechar CRD” do painel
frontal e todas as condições onde as lógicas dependeriam do sinal de comando de fechamento ou
abertura da CRD. Também será desabilitado os alarmes de chave respectivos a REDE (abriu/fechou
indevidamente, não abriu/fechou). O status da chave de REDE não sofre influência pelo parâmetro
em questão, tendo sua sinalização normal indicada no LED da CRD assim podendo manter o
intertravamento por software dos comandos da chave CGR com a CRD.
Sempre que este comando estiver habilitado, permanecerá acionado o comandado de abertura da
chave de CRD.
Se a CRD estiver fechada, não é possível fechar a chave de grupo pois o controlador continua com o
intertravamento se a chave de grupo fechar indevidamente o controlador não comandará a abertura da
CRD. Pois os comandos da CRD estão desabilitados. Uma vez que esta lógica for habilitada, é
necessário que exista uma lógica externa para proteção das chaves.
Se a chave de grupo estiver fechada e a CRD fechar, não será comandado a abertura da CGR, pois
não existe falha de "CRD fechou indevidamente" para comandar a abertura da outra chave.
A configuração de TRIP para os alarmes de REDE dependerá da configuração do parâmetro de
desabilitação do comando da chave de REDE. Quando desabilitado o comando da CRD deverá ser
desconsiderado o comando de abertura da chave. A configuração TRIP fica para que o alarme de
REDE gerado seja classificado como alarme de TRIP, característica necessária por exemplo na lógica
de emergência da REDE.
O parâmetro de “GMG indisponível REDE assume carga LLL” é desconsiderado quando a condição
do parâmetro de desabilita o comando da chave de Rede estiver ligado ocorrendo somente o TRIP da
CGR se necessário.
Esta lógica atua em qualquer modo de operação. Ao desligar este parâmetro a lógica do controlador é
liberada para atuar os comandos da REDE normalmente conforme o modo de operação selecionado.
Opções “SIM / 1”, “NÃO/ 0”.
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Desabilita Comando da Chave do GMG


Através deste parâmetro é possível desabilitar o comando da chave do GMG. Estando ligado este
parâmetro o controlador desabilitará a tecla “Abrir/Fechar CGR” do painel frontal e todas as
condições onde as lógicas dependeriam do sinal de comando de fechamento ou abertura da CGR.
Também será desabilitado os alarmes de chave (abriu/fechou indevidamente, não abriu/fechou). O
status da chave do GMG não sofre influência pelo parâmetro em questão, tendo sua sinalização
normal indicada no LED da CGR assim podendo manter o intertravamento por software dos
comandos da chave CGR com a CRD. Sempre que este comando estiver habilitado, permanecerá
acionado o comandado de abertura da chave de CGR. Se a CGR estiver fechada, não é possível
fechar a chave de Rede pois o controlador continua com o intertravamento se a chave de Rede fechar
indevidamente o controlador não comandará a abertura da CGR. Pois os comandos da CGR estão
desabilitados. Uma vez que esta lógica for habilitada, é necessário que exista uma lógica externa para
proteção das chaves. Se a chave de Rede estiver fechada e a CGR fechar, não será comandado a
abertura da CRD, pois não existe falha de "CGR fechou indevidamente" para comandar a abertura da
outra chave. Se o comando da CGR estiver inibida, os alarmes de GMG que acionam o TRIP não
influenciam na abertura da chave, mas poderão comandar a parada do GMG conforme o tipo de
alarme, Alarmes com classe falha 2, o controlador só coloca o GMG em resfriamento se sair o status
de chave fechada. Se for alarme com classe de falha 3 ou 4, o controlador comanda a parada do
GMG mesmo com a chave fechada. Se o controlador estiver em modo de operação manual, em
funcionamento com a chave fechada e for comandada a parada do motor, o controlador memoriza o
comando e mantém o motor em funcionamento até que a chave de grupo abra.

Opções “SIM/ 1”, “NAO/ 0”.


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• GMG Indisponível, REDE Assume Carga


Através deste parâmetro é possível habilitar que a carga seja devolvida para REDE caso o GMG
estiver com falha e/ou haja sinal na entrada com a função Parada Remota. Este parâmetro tem
importância em caso de haver algum destes eventos em Modo de Operação Automático: Partida
Remota via entrada digital, Partida do GMG em AUTO Assumindo Carga via canal serial ou Parada
Remota. Quando o parâmetro GMG Indisponível REDE Assume Carga estiver habilitado, deverá ser
executada a seguinte lógica: Quando ocorrer um defeito no GMG (F2, F3 ou F4) ou for acionada a
entrada configurada para Parada Remota e o controlador estiver em Modo de Operação Automático,
será comandado o fechamento da chave de REDE caso a mesma encontra-se em condições normais.
Em Modo de Operação Manual o comando fica a critério do operador pelo teclado do controlador.
Quando este parâmetro estiver desabilitado, deverá ser executada a seguinte lógica: Quando ocorrer
um defeito no GMG (F2, F3 ou F4) ou for acionada a entrada configurada para Parada Remota e
estiver em Modo de Operação Automático, não será comandado o fechamento da chave de REDE
caso a mesma encontra-se em condições normais e se a chave de REDE estiver fechada deverá ser
comandada sua abertura. Em Modo de Operação Manual o comando fica a critério do operador pelo
teclado do controlador. Para maiores detalhes consultar Lógicas de Funcionamento, Transferência de
Carga do GMG para REDE Quando GMG com Defeito.

Opções “SIM/ 1”, “NÃO/ 0”


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Senha Nível 04
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 04.
Tela 4.3.01.00.02
Senha Nivel 04
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 4
• Senha Nível 05
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 05.
Tela 4.3.01.00.03
Senha Nivel 05
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 5

Falha de Chaves
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de falha de chaves. O acesso a estes
parâmetros é efetuado através do canal serial.
• Habilita Falha da CRD
Através deste parâmetro é possível habilitar a função de falha de chave (CRD). Este grupo contém os
parâmetros de configuração relativo a falha de chave (CRD).
Caso a habilitação de falha de chaves esteja desligada. Não será executada a lógica de retentativas de
fechamento/abertura da chave sendo ignorado o tempo de retorno do sinal da chave e o número de
retentativas ficando retido o comando de fechamento/abertura da chave e mantendo o comando
independente do retorno do sinal da chave sem executar as falhas de “CRD Não Abriu” ou “CRD
Não Fechou”, “CRD Abriu Indevidamente” e “CRD Fechou Indevidamente”.
Estando o controlador em Modo de Operação Automático e ocorrer a falha CRD Não Fechou, deverá
ser comandada a partida do GMG seguida de sua conexão na carga, desde que o parâmetro Habilita
Operação em Emergência da REDE esteja ligado, desta forma, permanecendo até que a falha seja
quitada. Após a quitação da falha CRD Não Fechou, o GMG retorna a carga para a REDE desde que
não exista nenhum evento que mantenha o GMG funcionando.

Opções “LIG/ 1”, “DES/ 0”


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Habilita Falha da CGR


Através deste parâmetro é possível habilitar a função de falha de chave (CGR). Este grupo contém os
parâmetros de configuração relativo a falha de chave (CGR).
Caso a habilitação de falha de chaves esteja desligada. Não será executada a lógica de retentativas de
fechamento/abertura da chave sendo ignorado o tempo de retorno do sinal da chave e o número de
retentativas ficando retido o comando de fechamento/abertura da chave e mantendo o comando
independente do retorno do sinal da chave sem executar as falhas de “CGR Não Abriu” ou “CGR
Não Fechou”, “CGR Abriu Indevidamente” e “CGR Fechou Indevidamente”.
Opções “LIG/ 1”, “DES/ 0”
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Tempo de Retorno do Sinal da Chave


Através deste parâmetro é possível configurar o tempo limite para retorno do sinal (status) da chave.
Quando o controlador comandar o fechamento ou abertura da chave CRD ou CGR, é iniciada a
contagem do tempo de retorno do status da respectiva chave.
Quando o status de retorno de CRD ou CGR passar a indicar que a chave abriu ou fechou e não tenha
sido dado comando para que isso ocorresse, será acionada a falha de fechou ou abriu indevidamente
quando em modo de operação diferente de automático.
Se isso ocorrer em Modo de Operação Automático, o controlador comandará tentativas para abrir
quando a falha for fechou indevidamente ou para fechar quando a falha for abriu indevidamente
conforme o parâmetro “Número Máximo de Tentativas” configurado no SETUP. Se mesmo assim a
chave não voltar, será acionada a falha no fechamento ou abertura da chave correspondente.

As falhas de abriu/fechou indevidamente atuam conforme a lógica dos estados das chaves ignorando
o parâmetro de tempo de retorno do sinal da chave.
No caso da falha de abriu indevidamente, deve ser monitorada a tensão do GMG ou da REDE
correspondente a chave que ocasionou a falha, tendo em vista que as chaves poderão ser tipo contator
e poderão abrir por falta de tensão em sua bobina. Logo deverá ser verificado antes do acionamento
da falha de abriu indevidamente se a chave não abriu por baixa tensão, condição que não será ativo o
alarme. Esta verificação poderá ocasionar um atraso na ativação do alarme em torno de no máximo
um segundo devido aos tempos de conversão do sinal CA o que não é problema para os alarmes de
abertura/fechamento indevido.
Características
Máximo 9,99s
Mínimo 0,10s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Número Máximo de Tentativas


Através deste parâmetro é possível configurar o número máximo de tentativas de fechamento e
abertura da chave. Esta configuração só é executada em Modo de Operação Automático.
Quando for comandado o fechamento ou a abertura da chave CRD ou CGR, e o STATUS da
respectiva chave não retornar dentro do tempo configurado, será cancelado o comando e iniciado o
tempo de intervalo entre tentativas. Este tempo é fixo em 3 segundos. Quando ocorrer o término do
tempo de intervalo, é comandada uma nova tentativa. Este ciclo de tentativas se repete até o número
máximo de tentativas configurado. Se o número de tentativas chegar ao limite máximo e o
controlador não obtiver sucesso nesta última, a falha no fechamento ou abertura da respectiva chave
será acionada. Quando acionada a falha de fechamento ou abertura da respectiva chave, será
cancelado o comando em questão mantendo o comando anterior.
Toda vez que uma chave (CRD ou CGR) for desconectada sem o comando do controlador, deverá ser
verificado antes da tentativa de fechamento se a chave não abriu por falta de tensão. Para isso, deverá
ser levado em consideração o tempo de amostragem máximo que o controlador leva para atualizar os
valores de tensão e freqüência e o tempo de retardo para comutação.
O controlador só poderá retentar o fechamento da chave se estiver dentro da faixa de Limite 2 de
tensão e freqüência e se o tempo de comutação for concluído garantindo que as tensões e freqüências
estarão atualizadas.

Máximo 9
Mínimo 1
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

Back Light
• Habilita Controle Automático do Back Light
Através desta máscara é possível habilitar o controle automático do back light. Este grupo contém os
parâmetros de configuração do controle automático do back light.

o LIGA Com o controle habilitado o back light será ativado após o acionamento
de qualquer alarme ou se qualquer tecla do frontal for pressionada.

o DESLIGA Com o controle desabilitado o back light não será ativo em nenhuma
situação.

Opções “LIG/ 1”, “DES/ 0”


Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Retardo para Desligamento do Back Light


Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo de desligamento do back light.

Máximo 999s
Mínimo 1
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

• Controle de Contraste
Através desta máscara é possível configurar o contraste do display do controlador.

Máximo 100%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Sincronismo
• Menu de Acesso aos Parâmetros de Sincronismo
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de sincronismo.
Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.02.00.00
Sincronismo
>

Nível de Senha Mínimo 4

• Habilita Sincronismo
Através desta máscara é possível habilitar o sincronismo para transferência ou retransferência de
carga.
o LIGA Habilita o sincronismo. O sincronismo é ativado independentemente se o
STR e o PPR estiverem ou não habilitados, desta forma, possibilitando o
sincronismo com transferência ininterrupta.

o DESLIGA Desabilita sincronismo.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tipo de Sincronismo
Através desta máscara é possível configurar o tipo de sincronismo que será empregado no sistema.

o JANELA Esta configuração é normalmente utilizada em sistemas em que


as cargas alimentadas tenham um comportamento estável, não oscilante
possibilitando que o sincronismo seja realizado mais rápido.

o PASSAGEM Esta configuração é normalmente utilizada em sistemas em que


as cargas alimentadas tenham um comportamento instável, oscilantes possibilitando
que o sincronismo seja realizado mais rápido.

Opções “JANELA”, “PASSAGEM”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Correção Angular entre as Fontes


Através desta máscara é possível configurar a correção angular das fases de tensão entre REDE e o
GRUPO. Este parâmetro é fundamental para as tentativas de sincronismo.

o 0º Esta opção é utilizada em sistemas em que não necessite correção de


ângulo de fases de tensão entre REDE e GRUPO.

o 30º Esta opção é utilizada quando houver algum transformador que possa
defasar as fases de tensão entre REDE e GRUPO em 30º. Esta configuração pode ser
utilizada em sistemas em que tenha um transformador com o tipo de ligação estrela
triângulo. Veja maiores detalhes a seguir.
o -30º Esta opção é utilizada quando houver algum transformador que possa
defasar as fases de tensão entre REDE e GRUPO em -30º. Esta configuração pode
ser utilizada em sistemas em que tenha um transformador com o tipo de ligação
estrela triângulo. Veja maiores detalhes a seguir.

Descrição da lógica de defasagem angular.

o Dd0, Yy0, Dz0 Estas três opções de ligações de transformadores não provocam
defasagem angular entre as fontes. Ou seja, configurando uma destas três opções no
campo de correção angular do controlador, este mantém a diferença medida.

o Dy1, Yd1, Yz1 Estas três opções de ligações de transformadores provocam


defasagem angular de +30° entre a fonte de referência (REDE) e o grupo. Ou seja,
configurando uma destas três opções no campo de correção angular do controlador,
este subtrai 30° na diferença medida.

o Dy11, Yd11, Yz11 Estas três opções de ligações de transformadores provocam


defasagem angular de -30° entre a fonte de referência (REDE) e o grupo. Ou seja,
configurando uma destas três opções no campo de correção angular do controlador,
este soma 30° na diferença medida.

Opções “Dd0, Yy0, Dz0”, “Dy1, Yd1, Yz1” , “Dy11, Yd11, Yz11”.
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Janela de Confirmação de Sincronismo


Através desta máscara é possível configurar o ângulo de confirmação de sincronismo que será
utilizado para qualquer um dos tipos de sincronismo.

Máximo 30°
Mínimo 00°
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Diferença de Tensão Máxima


Através desta máscara é possível configurar o percentual de tensão máximo do sincronizador.

Máximo 100%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Diferença de Freqüência Máxima


Através desta máscara é possível configurar a diferença de freqüência máxima do sincronizador para
sincronismo por passagem.

Máximo 0,50Hz
Mínimo 0,00Hz
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Atuação da CGR


Através desta máscara é possível configurar o tempo de atuação da CGR.

Máximo 0,99s
Mínimo 0,00s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Atuação da CRD


Através desta máscara é possível configurar o tempo de atuação da CRD.

Máximo 0,99s
Mínimo 0,00s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tempo de Confirmação de Sincronismo


Através desta máscara é possível configurar o tempo de confirmação de sincronismo quando
empregado o tipo de sincronismo por janela.

Máximo 999s
Mínimo 000s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tempo Máximo para Sincronismo


Através desta máscara é possível configurar o tempo máximo de sincronização permitida para tentar
sincronizar na transferência ou na retransferência.
Após o termino do tempo configurado e não existir a confirmação de “Sincronismo OK” será
acionada a “Falha de Sincronismo” ocasionando o cancelamento da tentativa sincronismo.

Máximo 999s
Mínimo 000s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Falha no Sincronismo para Transferência Carga para GMG


Através desta máscara é possível configurar se o GMG assumirá a carga no caso de falha no
sincronismo para transferência

Opções "SIM", "NAO"


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”
• Falha no Sincronismo para Retransferência Carga para REDE
Através desta máscara é possível configurar se a REDE assumirá a carga no caso de falha no
sincronismo retransferência.

Opções "SIM", "NAO"


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Freqüência de Sincronismo – PID


Através desta máscara é possível configurar o controle de freqüência de sincronismo – K (ganho
proporcional), Ti (constante de tempo integral), Td (constante de tempo derivativo).

Tela 4.3.02.00.01
CTRL Frequencia
K000,0 Ti00,0 Td0,00

Características – K
Máximo 999,9
Mínimo 000,0
Características – Ti
Máximo 99,9
Mínimo 00,0
Características – Td
Máximo 9,99
Mínimo 0,00

Nível de Senha Mínimo 4

• Controle de Tensão de Sincronismo – PID


Através desta máscara é possível configurar o controle de Tensão de sincronismo – K (ganho
proporcional), Ti (constante de tempo integral), Td (constante de tempo derivativo).

Tela 4.3.02.00.02

CTRL Tensão
K000,0 Ti00,0 Td0,00

Características – K
Máximo 999,9
Mínimo 000,0
Características – Ti
Máximo 99,9
Mínimo 00,0
Características – Td
Máximo 9,99
Mínimo 0,00

Nível de Senha Mínimo 4

• Controle de Ângulo de Sincronismo – PID


Através desta máscara é possível configurar o controle de Ângulo – K (ganho proporcional), Ti
(constante de tempo integral), Td (constante de tempo derivativo).

Tela 4.3.02.00.03
CTRL Angulo
K000,0 Ti00,0 Td0,00

Características – K
Máximo 999,9
Mínimo 000,0
Características – Ti
Máximo 99,9
Mínimo 00,0
Características – Td
Máximo 9,99
Mínimo 0,00

Nível de Senha Mínimo 4

• Habilita Teste de Sincronismo


Através desta máscara é possível habilitar o teste de sincronismo.
Tela 4.3.02.00.04
Habilita Teste de
Sincronismo LLL

o LIGA Habilita o teste de sincronismo. Habilitado este parâmetro o controlador


passa a realizar o teste de sincronismo conforme os parâmetros configurados.
Estando com o teste de sincronismo ligado não será permitido o comando das chaves
quando o sincronismo sinalizar “SINC – OK”. Se o controlador estiver com um
comando de sincronismo e antes de concluir for habilitado o teste de sincronismo,
será cancelado o comando de sincronismo, permanecendo habilitado o teste de
sincromismo.

o DESLIGA Desabilita o teste de sincronismo. Desabilitado este parâmetro o


controlador não realizará o teste de sincronismo. Este parâmetro poderá ser desligado
automaticamente estando o mesmo ligado e a navegação das telas não estiver dentro
do grupo de Sincronismo.
O teste de Sincronismo será ligado quando:

o Modo de operação Manual, e;


o Usuário dentro das telas do grupo de Sincronismo (4.3.02.00.xx), e;
o Evento de GMG funcionando ativo, e;
o Selecionada a opção “LIG” no parâmetro habilita teste de Sincronismo.

O teste de sincronismo será desligado quando:

o Não em modo de operação Manual, ou;


o Usuário fora do grupo de telas de Sincronismo (4.3.02.00.xx), ou;
o Evento de GMG funcionando Desligado, ou;
o Selecionada a opção “DES” no parâmetro habilita teste de Sincronismo.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo 4

• Medições do Sincronismo
Através desta máscara é possível monitorar os valores medidos dos parâmetros utilizados no
sincronismo.
Tela 4.3.02.00.05

dF 00,00Hz dA x000º
dV 000% LLLLLLL

o 00,00Hz Este campo informará a diferença de freqüência entre a fonte de


referência e o GMG.

o 000% Este campo informará a diferença de tensão em “PU” entre a fonte de


referência e o GMG.

o x000° Este campo informará a diferença angular entre a fonte de referência e o


GMG.

O campo “x” determina se o Grupo esta adiantado ou atrasado em relação a fonte de referência,
sendo que o sinal “-“, indica que o grupo está atrasado em relação a fonte e “ “, indica que o grupo
está adiantado em relação a fonte.

Características do campo LLLLLLL


o “ “ Quando nenhuma das condições abaixo estiverem ativas.

o “SINC...” Quando o evento 306 - Sincronismo para Retransferência ou 307


- Sincronismo para Transferência estiverem ativos.

o “SINC OK” Quando o status 350 - Sincronismo OK estiver ativo. Terá


prioridade sobre as opções acima.

Nível de Senha Mínimo 4


Transferência em Rampa
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da transferência em rampa. Para acessar os
parâmetros basta pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela da opção.

Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Habilita Transferência em Rampa


Através desta máscara é possível habilitar a transferência em rampa.

o LIGA Habilita transferência em rampa. Habilitado este parâmetro o


controlador passa a executar a lógica de transferência em rampa conforme os
parâmetros configurados. Quando este parâmetro estiver habilitado e o parâmetro de
habilita PPR também, deve ser levado em consideração como prioritário o sistema de
PPR.

o DESLIGA Desabilita transferência em rampa. Desabilitado este parâmetro o


controlador não executa a lógica de transferência em rampa.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Potência - Rampa


Através desta máscara é possível configurar o controle de potência – rampa.

Máximo 99%
Mínimo 00%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Fator de Potência na transferência


Através desta máscara é possível configurar o controle de fator de potência durante a rampa
REDE/GMG.

Opções “ ”, “i ” e “k”
Máximo 1,00
Mínimo 0,01
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Fator de Potência na retransferência


Através desta máscara é possível configurar o controle de fator de potência durante a rampa
GMG/REDE.

Opções “ ”, “i ” e “k”
Máximo 1,00
Mínimo 0,01
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Tempo Máximo Para Falha de Rampa


Através desta máscara é possível configurar o tempo máximo de paralelismo entre grupo e REDE.
Sempre quando for confirmado o fechamento de ambas as chaves, é iniciada a contagem do tempo de
paralelismo do GMG com a REDE. Se ao término deste tempo a chave de REDE não desconectar, é
ativado o alarme GMG Não Assumiu e, se ao término deste tempo a chave do GMG não desconectar,
é ativado o alarme GMG Não Descarregou.

Máximo 999s
Mínimo 000s
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Percentual de Potência Ativa do GMG para Abertura de CRD


Através desta máscara é possível configurar o quanto de potência ativa da REDE a CRD abrirá no
momento da retransferência. Este parâmetro é em percentual e terá como referência a potência ativa
nominal do GMG. A abertura será efetuada somente se a potência ativa da REDE for menor ou igual
a este parâmetro juntamente com a confirmação do percentual mínimo de potência reativa
configurado no parâmetro "Percentual de Potência Reativa do GMG para Abertura de CRD".

Máximo 99%
Mínimo 00%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Percentual de Potência Ativa do GMG para Abertura de CGR


Através desta máscara é possível configurar o quanto de potência ativa do GMG a CGR abrirá no
momento da transferência. Este parâmetro é em percentual e terá como referência a potência ativa
nominal do GMG. A abertura será efetuada somente se a potência ativa do GMG for menor ou igual a
este parâmetro juntamente com a confirmação do percentual mínimo de potência reativa configurado
no parâmetro "Percentual de Potência Reativa do GMG para Abertura de CGR".

Máximo 99%
Mínimo 00%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

Sistema em PPR
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração do sistema em PPR (Paralelismo Permanente
com a REDE).Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla “ENTER” que abrirá a nova tela da
opção.
Tela 4.3.03.00.00

Sistema em PPR
>
Nível de Senha Mínimo 4

• Habilita PPR
Através desta máscara é possível habilitar sistema em PPR.

o LIGA Habilita modo em PPR. Habilitado este parâmetro o controlador passa a


executar a lógica de modo em PPR (paralelismo permanente com a REDE) conforme
os parâmetros configurados.

o DESLIGA Desabilita modo em PPR. Desabilitado este parâmetro o controlador não


executa a lógica de modo em PPR (paralelismo permanente com a REDE) ignorando
sua programação.

Opções “LIG”, “DES”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Potência Ativa Mínima da REDE em PPR


Através desta máscara é possível configurar o percentual de potência ativa mínima da REDE em
PPR. Quando o GMG estiver em PPR deve ser considerado este parâmetro para que seja mantida uma
potência fixa na REDE. Se a potência ativa assumida pelo GMG for maior que a sua nominal, a
REDE assumirá o valor em excesso. Este percentual tem como referência a potência nominal do
GMG.

Características do Campo L
Opções “-”, “+”.
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”
Características do Campo 000
Máximo 100%
Mínimo 000%
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Controle de Fator de Potência – PPR


Através desta máscara é possível configurar o fator de potência do GMG durante o PPR.

Opções “ ”, “i ” e “k”
Máximo 1,00
Mínimo 0,01
Nível de Senha Mínimo 4

• Horário de Inicio da Ativação do PPR


Através desta máscara é possível configurar o horário de inicio da ativação do PPR por relógio.

Será ativado o PPR por relógio em Modo de Operação Automático quando o valor do horário do
relógio for maior ou igual ao valor configurado neste parâmetro.
Tela 4.3.03.00.01

Horario de Inicio da
Ativacao PPR 00:00

Máximo 23:59
Mínimo 00:00
Nível de Senha Mínimo 4

• Horário para Fim da Ativação do PPR


Através desta máscara é possível configurar o horário para fim da ativação do PPR.

Tela 4.3.03.00.02
Horario para Fim da
Ativacao PPR 00:00

Será desativado o PPR por relógio em Modo de Operação Automático quando o valor do relógio for
maior que o valor configurado neste parâmetro. Caso o horário de início seja igual ao horário de fim
não será ativado o PPR por relógio. Se o horário de início for maior que o horário de fim, o PPR por
relógio será desativado apenas no dia seguinte quando o horário do relógio for maior que o parâmetro
de fim e se o dia da semana respectivo estiver ativado através do parâmetro Dia de Ativação. Caso
este dia não esteja habilitado, o PPR por relógio ocorrerá somente até o final do dia no qual ele foi
ativado.

Máximo 23:59
Mínimo 00:00
Nível de Senha Mínimo 4

• Dia de Ativação
Através desta máscara é possível configurar os dias da semana do PPR por relógio.
Tela 4.3.03.00.03
PPR DSTQQSS
Dia Ativacao LLLLLLL

Os parâmetros deste campo serão configurados conforme os dias da semana, cabendo ao primeiro
campo da esquerda a habilitação do dia de domingo e assim sucessivamente, passando por segunda-
feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira até chegar ao último que corresponde ao
sábado.

o S Esta opção corresponde a “SIM” habilitando a lógica de emergência da REDE


para o respectivo dia da semana.
o N Esta opção corresponde a “NÃO” desabilitando a lógica de emergência da
REDE para o respectivo dia da semana.

Opções “S”, “N”.


Nível de Senha Mínimo 4

• Falha no GMG em PPR Carga para REDE


Através desta máscara é possível habilitar a REDE para assumir a carga em caso de estiver ativo o
sinal GMG Indisponível quando estiver ativo o PPR por relógio.

Opções “SIM”, “NAO”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Falha na REDE em PPR Carga para GMG


Através desta máscara é possível habilitar o GMG para assumir a carga no caso de haver uma falha
na REDE que caracterize trip da CRD quando estiver ativo o PPR por relógio.

Opções “SIM”, “NAO”.


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

Sinalizações Externas Configuráveis


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração das sinalizações externas configuráveis. O
acesso a estes parâmetros é efetuado através do canal serial. Neste subgrupo poderá ser personalizado
um sinal que atuará no sistema conforme os parâmetros configurados. Este sinal poderá ser atribuído
a uma entrada digital configurável através do seu código especificado na tabela de configuração da
entrada. Quando a entrada é acionada ou não, conforme o parâmetro tipo de lógica é executada a
atuação deste sinal externo. A configuração desta função deve ser feita sem a mesma estar acionada.
Existem 8 sinalizações configuráveis disponíveis no controlador.

• Parâmetros da Sinalização Externa Configurável


Através deste parâmetro é possível configurar a ação a ser executada e o texto a ser mostrado quando
acionada a sinalização externa configurável.
O acesso a estes parâmetros é efetuado através do canal serial.

Campos Variáveis
o "Nível de Falha" Para maiores informações sobre os níveis de falha, consulte em
indicadores de operação a descrição de cada classe de falha.

o "Mensagem" Neste campo deve ser inserida a mensagem da sinalização


externa

Características do Campo "Nível de Falha"


Opções “F0” “F1”, “F2”, “F3”, “F4”.
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Características do Campo "Mensagem"
Opções “A...20x...A”.
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

Entrada Digital Configurável


Este grupo contém os parâmetros de configuração das entradas digitais configuráveis.
O acesso a estes parâmetros é feito através do canal serial.
Existem 14 entradas digitais configuráveis no controlador

Configuração das Entradas Digitais Configuráveis


• Parâmetros da Entrada Digital Configurável
Através deste parâmetro é possível habilitar e configurar a entrada digital.

Campos Variáveis
o "Habilita" Este campo serve para habilitar a entrada digital.

o "Lógica" Através deste parâmetro é possível configurar o tipo de lógica para


ativação da sinalização externa configurável. Quando este parâmetro estiver
configurado para lógica positiva (“ “), a função será acionada quando a entrada
digital receber o sinal e permanecer neste estado até estourar o tempo de retardo.
Quando este parâmetro estiver configurado para lógica negativa (“-“), a função será
acionada quando o sinal for retirado da entrada digital e permanecer neste estado até
estourar o tempo de retardo.

o "Função" Através deste parâmetro é possível configurar a função padrão que a


entrada digital configurável assumirá. Os códigos de função estão descritos na seção
Alarmes e Eventos e as lógicas de acionamento na seção Lógicas de Funcionamento
– Operação de Funcionamento da Entrada e Saída configurável.

o “Retardo” Através deste parâmetro é possível configurar o retardo da ativação da


entrada digital configurável.

Características do Campo "Habilita"


Opções “LIG/ 1”, “DES/ 0”.
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Características do Campo "Lógica"
Opções “ ”, “-”.
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Características do Campo "Função"
Máximo 224
Mínimo 106
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"
Características do Campo "Retardo"
Máximo 99,9s
Mínimo 00,0s
Nível de Senha Mínimo "Login pelo Canal Serial"

Entrada Analógica Resistiva Configurável


Este grupo contém os parâmetros de configuração da entrada analógica resistiva configurável. O
acesso a estes parâmetros é feito através do canal serial.

Configuração da Entrada Analógica Configurável


• Habilita a Medição e Supervisão da Entrada Analógica Configurável
Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a medição e supervisão da entrada analógica
configurável.

o LIGA Passa a ser supervisionada e medida a entrada analógica conforme os


parâmetros configurados neste grupo independente do modo de operação
selecionado e das falhas ativas. O valor medido será mostrado na tela de medições
auxiliares do GMG e na tela de medições básicas.

o DESLIGA Não é supervisionado e nem medido o valor da entrada analógica


configurável sendo atribuído zero a medição da analógica configurável em medições
auxiliares do GMG e nas telas básicas.

Opções “LIGADO / 1”, “DESLIGADO / 0”


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Seleção da Máscara de Medição da Entrada Analógica Configurável


Através deste parâmetro é possível selecionar a máscara da medição que será utilizada nas telas de
medição da entrada analógica.
Abaixo as opções das máscaras:

Código Descrição Marcara


00 Nível Combustível em % N i v e l C o m b . 0 0 0 0 %
01 Nível Combustível em Litros N i v e l C o m b . 0 0 0 0 L
02 Temperatura Entrada Analógica T e m p . E n t . 0 0 0 0 °C
03 Pressão de Óleo P r e s s a o O l e o 0 0 , 0 ba r
04 Medição Analógica Genérica E . A n a l o g i c a 0 0 0 0

Máximo 04
Mínimo 00
Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Habilita Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Curto


Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a supervisão de falha no sensor da entrada
analógica por curto.

o SIM Passa a ser supervisionada a falha no sensor da analógica por curto.


Sempre que a medição do canal analógico for igual a 0 (zero) ohms será acionada a
falha 50 – Falha no Sensor da Entrada Analógica. Atuando este alarme não deve ser
permitida a entrada dos alarmes de limite inferior e superior. Caso a medição e
supervisão da analógica esteja desligada, a falha no sensor não será monitorada
mesmo estando habilitada.

o NAO Não é supervisionado a falha no sensor da analógica por curto.

Opções “SIM / 1”, “NAO / 0”


Nível de Senha Mínimo “Login pelo Canal Serial”

• Habilita Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Circuito Aberto


Através deste parâmetro é possível habilitar ou não a supervisão de falha no sensor da Entrada
Analógica por circuito aberto.