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11/19/2010

NOÇÕES BÁSICAS DE FÍSICA
NOÇÕES BÁSICAS DE FÍSICA

NOÇÕES BÁSICAS DE FÍSICA

NOÇÕES BÁSICAS DE FÍSICA

Como se medem as grandezas físicas

Muitos fenômenos que ocorrem na natureza são captados pelos sentidos:

Vemos um automóvel correr;

Sentimos com as mãos que um objeto é mais quente ou frio que outro.

Mas estas informações são de carater pessoal e qualitativo e em física temos que ter os conceitos e medi-los quantitativamente.

UNIDADES ANTERIORES AO SISTEMA MÉTRICO

Antes da instituição do sistema métrico decimal (no final do século XVIII) as unidades de medida eram definidas de forma bastante arbitrária.

As unidades de comprimento, por exemplo, eram derivadas das partes do corpo do rei de cada país.

O que é a física?

 

Vem do grego physis que quer dizer “natureza”

Portanto

a física

é

a ciência

que se

propõe a

dsecrever e estudar os fenômenos que se

desenvolvem na natureza.

 
Como se medem as grandezas físicas UNIDADES DE MEDIDAS A primeira coisa a fazer quando
Como se medem as grandezas físicas UNIDADES DE MEDIDAS A primeira coisa a fazer quando

Como se medem as grandezas físicas

Como se medem as grandezas físicas UNIDADES DE MEDIDAS A primeira coisa a fazer quando se

UNIDADES DE MEDIDAS A primeira coisa a fazer quando se quer medir uma grandeza é selecionar a unidade de medida, somente depois de ter feito a escolha é que poderemos estabelecer quantas vezes esta medida está contida na grandeza a ser medida

UNIDADES ANTERIORES AO SISTEMA MÉTRICO 1 jarda = 91,44cm
UNIDADES ANTERIORES AO
SISTEMA MÉTRICO
1 jarda = 91,44cm

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UNIDADES ANTERIORES AO SISTEMA MÉTRICO 1 pé = 30,48cm
UNIDADES ANTERIORES AO
SISTEMA MÉTRICO
1 pé = 30,48cm

O SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES DE MEDIDA

UNIDADES SI

EM 1875 NA FRANÇA REALIZOU-SE UM CONGRESSO INTERNACIONAL QUE ASSINARAM UM TRATADO INTERNACIONAL, A “CONVENÇÃO DO METRO” QUE DEFINIU

OS PADRÕES MÉTRICOS INTERNACIONAIS E EM 1960 COM

A ADOÇÃO DO SISTEMA INTERNACIONAL COM AS

UNIDADES SI, E POR PRATICIDADE AS UNIDADES SI DIVIDEM-

SE

EM TRES CLASSES: AS FUNDAMENTAIS, AS DERIVADAS E

AS

SUPLEMENTARES.

 

UNIDADES DERIVADAS

 
 

GRANDEZA

NOME

SÍMBOLO

EXPRESSÃO

Força

Newton

N

F=m.a(m.kg/s 2 )

Pressão

Pascal

Pa

P=F/A(kg/(m. s 2 )

Frequência

Hertz

Hz

1/s

Energia, trabalho,calor

Joule

J

=F.d(m 2 .kg/ s 2 )

Potência

Watt

W

P= /t (m 2 .kg/ s 2 )

Potencial elétrico

Volt

V

m 2 .kg/ ( s 3 . A 2 )

Resistência elétrica

ohm

m 2 .kg/ ( s 3 . A 2 )

UNIDADES ANTERIORES AO SISTEMA MÉTRICO 1 polegada = 2,54cm
UNIDADES ANTERIORES AO
SISTEMA MÉTRICO
1 polegada = 2,54cm
 

DEFINIÇÕES DAS UNIDADES FUNDAMENTAIS

 

GRANDEZA

NOME DA

SÍMBOLO

 

UNIDADE

Comprimento

metro

m

Tempo

segundo

s

Massa

Quilograma

Kg

Intensidade de corrente elétrica

Ampère

A

Temperatura

Kelvin

K

Intensidade luminosa

Candela

Cd

Massa de substâncias

mol

mol

 

Essas sete unidades são suficientes para medir qualquer outra grandeza

Força
Força

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LEIS DE NEWTON 1 a LEI – PRINCÍPIO DA INÉRCIA Um corpo por si mesmo
LEIS DE NEWTON
1 a LEI – PRINCÍPIO DA INÉRCIA
Um corpo por si mesmo não pode produzir
ou modificar o seu estado de repouso ou
de movimento
(1642-1727)
2 a LEI – PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE
Uma partícula ou um corpo, quando
sujeitos à ação de uma força,
adquirem uma aceleração
proporcional ao módulo da força, na
mesma direção e sentido ( F = m.a)

FORÇA PESO

F = m.a P = m.g
F
= m.a
P
= m.g

a =g= 9,8m/s 2

A Terra exerce sobre todos os corpos uma atração direcionada para seu próprio centro. Esta atração é chamada de força gravitacional ou gravidade. Agindo nos corpos , a força gravitacional nos dá aquilo que chamamos de PESO.

de força gravitacional ou gravidade . Agindo nos corpos , a força gravitacional nos dá aquilo
Pressão
Pressão
LEIS DE NEWTON 3 a LEI – PRINCÍPIO DA AÇÃO E REAÇÃO A toda força
LEIS DE NEWTON
3 a LEI – PRINCÍPIO DA AÇÃO E REAÇÃO
A toda força de ação
corresponde uma força de
reação de mesma
intensidade, mesma
direção e sentido oposto.
Isto quer dizer que não
existem forças isoladas
estão aos pares. E
importante ressaltar que as
forças de ação e reação
são aplicadas em corpos
diferentes

FORÇA

1 quilograma-força(1kgf) é o peso do quilograma-padrão,

ao nível do mar e a 45 o de

latitude

1 quilograma-força(1kgf) = 9,8 N

DE 100
DE
100

A FORÇA DE 1 N EQUIVALE, APROXIMADAMENTE,

AO PESO

GRAMAS(0,1KGF)

DE

UM

PACOTE

PRESSÃO

AO PESO GRAMAS(0,1KGF) DE UM PACOTE PRESSÃO A FORÇA POR UNIDADE DE ÁREA RECEBE O NOME
AO PESO GRAMAS(0,1KGF) DE UM PACOTE PRESSÃO A FORÇA POR UNIDADE DE ÁREA RECEBE O NOME

A FORÇA POR UNIDADE DE ÁREA RECEBE O NOME DE

PRESSÃO

AO PESO GRAMAS(0,1KGF) DE UM PACOTE PRESSÃO A FORÇA POR UNIDADE DE ÁREA RECEBE O NOME

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11/19/2010 PRESSÃO ATMOSFÉRICA A camada de ar que existe em volta da terra provoca uma pressão
PRESSÃO ATMOSFÉRICA A camada de ar que existe em volta da terra provoca uma pressão
PRESSÃO ATMOSFÉRICA
A camada de ar que existe em volta da terra provoca
uma pressão sobre todos os corpos na superfície e varia
de acordo com a altitude

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

 

VARIAÇÃODA PRESSÃO ATMOSFÉRICA COM A ALTITUDE

Altitude(m)

P(cmHg)

0

76

500

72

1.000

67

2.000

60

3.000

53

4.000

47

5.000

41

6.000

36

7.000

31

8.000

27

9.000

24

10.000

21

PRESSÃO Os saltos altos podem danificar o piso pois aplicam pressão elevada, e para caminhar
PRESSÃO
Os saltos altos podem
danificar o piso pois aplicam
pressão elevada, e para
caminhar em piso como areia
se torna bastante difícil
MEDINDO A PRESSÃO ATMOSFÉRICA O barômetro de mercúrio permite determinar o valor da pressão atmosférica
MEDINDO A PRESSÃO
ATMOSFÉRICA
O barômetro de mercúrio
permite determinar o valor da
pressão atmosférica através da
altura da coluna de mercúrio
contida no tubo encurvado e
fechado na extremidades. É
usado até os dias de hoje.

A PRESSÃO DOS LÍQUIDOS

A LEI DE PASCAL

A PRESSÃO DOS LÍQUIDOS A LEI DE PASCAL A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE O LÍQUIDO É IGUAL

A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE O LÍQUIDO É IGUAL EM TODA A SUPERFÍCIE DO RECIPIENTE

A PRESSÃO DOS LÍQUIDOS A LEI DE PASCAL A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE O LÍQUIDO É IGUAL

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A APLICAÇÃO PRÁTICA DA LEI DE PASCAL P 1 = F 1 /A 1 P
A APLICAÇÃO PRÁTICA DA LEI
DE PASCAL
P 1 = F 1 /A 1
P 2 = F 2 /A 2
P 1 = P 2
F 1 /A 1 = F 2 /A 2
F 1 / F 2 = A 1 /A 2
A PRENSA HIDRAULICA

PRESSÃO DEVIDO AO PESO E VARIAÇÃO COM A PROFUNDIDADE

PRESSÃO DEVIDO AO PESO E VARIAÇÃO COM A PROFUNDIDADE P=Pa +  gh

P=Pa + gh

PRESSÃO DEVIDO AO PESO E VARIAÇÃO COM A PROFUNDIDADE P=Pa +  gh
PRESSÃO DEVIDO AO PESO E VARIAÇÃO COM A PROFUNDIDADE P=Pa +  gh
AO PESO E VARIAÇÃO COM A PROFUNDIDADE P=Pa +  gh O FREIO A DISCO E
O FREIO A DISCO E A TAMBOR
O FREIO A DISCO E A TAMBOR
MEDIDAS DE PRESSÃO
MEDIDAS DE PRESSÃO

MEDIDAS DE PRESSÃO

Pressão absoluta = Pressão manométrica + Pressão atmosférica

 

1 [atm] = 1,03323 [kgf/cm2] = 101325 [Pa] = 10,33 [mH2O] 760 [mmHg]

= 1,01325 [bar]

= 14,70 [psi]

 

Pressão

ba(dyn/cm 2

Pa(N/m 2 )

atm

bar

ata(kgf/cm 2 )

Torr(mm

m

de

psi

)

de Hg)

coluna de

 

H

2 O

ba(dyn/cm 2 )

1

0,1

0,987x10 6

10 -6

0,102x10 -5

7,5x10 -4

10,2x10 -6

1,45x10 -6

Pa(N/m 2 )

10

1

9,87x10 -5

10 -5

0,102x10 -4

7,5x10 -3

10,2x10 -5

1,45x10 -4

atm

1,013x10 6

1,013x10 5

1

1,013

1,033

760

10,33

14,69

bar

10 6

10 5

0,987

1

1,02

750

10,2

14,5

ata(kgf/cm 2 )

9,81x10 5

9,81x10 4

0,968

0,981

1

736

10

14,22

Torr(mm de

1,33x10 3

133

1,31x10 -3

1,33x10 -3

1,36x10 -3

1

1,36x10 -3

0,01934

Hg)

m de coluna de H 2 O

9,81x10 4

9,81x10 3

9,68x10 -2

9,81x10 -2

0,1

73,6

1

1,425

psi

68,96x10 2

6,895

6,807x10 -2

6,869x10

0,0703

51,7

70,17x10 -2

1

 

-2

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Manômetro de Coluna  P   g h P 1 2
Manômetro de Coluna
P
 
g
h
P 1
2
Manômetro de Bourdon
Manômetro de Bourdon
Temperatura
Temperatura
 g h P 1 2 Manômetro de Bourdon Temperatura MANÔMETROS Escalas termométricas EQUILÍBRIO TÉRMICO T
MANÔMETROS
MANÔMETROS
Escalas termométricas EQUILÍBRIO TÉRMICO T A = T B T B = T C C
Escalas termométricas
EQUILÍBRIO TÉRMICO
T
A = T B
T
B = T C
C
T
A = T C
T
A = T B = T C
A
B
LEI ZERO DA TERMODINÂMICA= QUANDO USAMOS UM
TERMÔMETRO ESTAMOS SEMPRE USANDO ESTA LEI

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Termômetros Os termômetros usam a lei zero para medir a temperatura Compara-se a temperatura de
Termômetros
Os termômetros usam a lei zero para
medir a temperatura
Compara-se a temperatura de um corpo com a de
outro cujas propriedades térmicas são conhecidas
(álcool, mercúrio, etc.)
Usam-se pontos de calibração. Por exemplo:
Transição de fase
• Ponto de fusão do gelo
• Ponto de ebulição da água
Limitação das substâncias usadas
Problemas:
Dificuldade de comparação para diferentes substâncias
   273,15   32   491,7 C K F R 
 273,15
 32
 491,7
C
K
F
R
 Ra
5
5
9
4
9
491,7 C K F R  Ra     5 5 9 4 9

TERMÔMETROS

TERMÔMETROS
Termômetros de Radiação e Ópticos Pirômetros de radiação  A radiação sensibiliza um elemento sensor.
Termômetros de Radiação e Ópticos
Pirômetros de radiação
 A radiação sensibiliza
um elemento sensor.
Pirômetros ópticos
 A luminosidade emitida
é comparada com a
emitida por um corpo
padrão, ajustável pelo
operador.
TERMOGRAMA DAS MÃOS
TERMOGRAMA DAS MÃOS

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Calor
Calor

TRANSFERÊNCIA DE CALOR - CONDUÇÃO

CONDUÇÃO–O CALOR SE TRANSFERE, POR CONDUÇAO AO LONGO DE UM SÓLIDO, ATRAVÉS DA AGITAÇÃO DOS ÁTOMOS E MOLÉCULAS DESTE SÓLIDO

CALOR SE TRANSFERE, POR CONDUÇAO AO LONGO DE UM SÓLIDO, ATRAVÉS DA AGITAÇÃO DOS ÁTOMOS E

TRANSFERÊNCIA DE CALOR - RADIAÇÃO

O CALOR DO SOL CHEGA ATÉ NÓS NA TERRA POR RADIAÇÃO

TRANSFERÊNCIA DE CALOR - RADIAÇÃO O CALOR DO SOL CHEGA ATÉ NÓS NA TERRA POR RADIAÇÃO
TRANSFERÊNCIA DE CALOR - RADIAÇÃO O CALOR DO SOL CHEGA ATÉ NÓS NA TERRA POR RADIAÇÃO
Equivalência entre Trabalho e Calor E T mec água 1cal = 4.186 J JouleJoule
Equivalência entre Trabalho e Calor
E
T
mec
água
1cal = 4.186 J
JouleJoule

TRANSFERÊNCIA DE CALOR - CONVECÇÃO

CONVECÇÃO – O CALOR SE TRANSFERE, POR CONVECÇÃO EM FLUIDOS COMO LÍQUIDOS OU GASES COMO POR EXEMPLO O AR

CONVECÇÃO CONVECÇÃO – O CALOR SE TRANSFERE, POR CONVECÇÃO EM FLUIDOS COMO LÍQUIDOS OU GASES COMO
CONVECÇÃO CONVECÇÃO – O CALOR SE TRANSFERE, POR CONVECÇÃO EM FLUIDOS COMO LÍQUIDOS OU GASES COMO

MÁQUINAS TÉRMICAS – EQUIPAMENTOS QUE TRANSFORMAM CALOR EM TRABALHO MECÂNICO

MÁQUINAS TÉRMICAS – EQUIPAMENTOS QUE TRANSFORMAM CALOR EM TRABALHO MECÂNICO
MÁQUINAS TÉRMICAS – EQUIPAMENTOS QUE TRANSFORMAM CALOR EM TRABALHO MECÂNICO

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ESQUEMA DA MÁQUINA A VAPOR DE WATT

ESQUEMA DA MÁQUINA A VAPOR DE WATT
11/19/2010 ESQUEMA DA MÁQUINA A VAPOR DE WATT Fases PRINCÍPIOS TECNOLÓGICOS DA LOCOMOTIVA A VAPOR TRANSFORMAÇÃO
Fases
Fases

PRINCÍPIOS TECNOLÓGICOS DA LOCOMOTIVA A VAPOR

TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA

PRINCÍPIOS TECNOLÓGICOS DA LOCOMOTIVA A VAPOR TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA

TURBINA A VAPOR

TURBINA A VAPOR

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA

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MUDANÇAS DE ESTADO

MUDANÇAS DE ESTADO

VAPORIZAÇÃO

VAPORIZAÇÃO
EBULIÇÃO É A PASSAGEM TUMULTUOSA DO ESTADO LÍQUIDO PARA O DE VAPOR, MEDIANTE A CRIAÇÃO
EBULIÇÃO
É A PASSAGEM TUMULTUOSA
DO ESTADO LÍQUIDO PARA O
DE VAPOR, MEDIANTE A
CRIAÇÃO DE BOLHAS NO
LÍQUIDO, AO CONTRÁRIO DA
EVAPORAÇÃO, A EBULIÇÃO SE
EFETUA EM QUALQUER PARTE
DA MASSA DO LÍQUIDO

FUSÃO E SOLIDIFICAÇÃO

FUSÃO E SOLIDIFICAÇÃO
EVAPORAÇÃO É A PASSAGEM LENTA DO ESTADO LÍQUIDO PARA O DE VAPOR, QUE SE EFETUA
EVAPORAÇÃO
É A PASSAGEM LENTA DO
ESTADO LÍQUIDO PARA O DE
VAPOR, QUE SE EFETUA
EXCLUSIVAMENTE NA
SUPERFÍCIE LIVRE DO LÍQUIDO,
COM ABSORÇÃO DE CALOR
CALEFAÇÃO É O FENÔMENO MEDIANTE O QUAL UM LÍQUIDO PASSA PARA VAPOR PELO CONTATO DE
CALEFAÇÃO
É O FENÔMENO MEDIANTE O
QUAL UM LÍQUIDO PASSA
PARA VAPOR PELO CONTATO
DE UM CORPO SÓLIDO CUJA
TEMPERATURA É MUITO
SUPERIOR À DE EBULIÇÃO
DO LÍQUIDO, HÁ UMA
VAPORIZAÇÃO BRUSCA E
VIOLENTA COM CHOQUE
TÉRMICO, NÃO HÁ CONTATO
DO LÍQUIDO COM O SÓLIDO

11/19/2010

Curiosidades
Curiosidades
11/19/2010 Curiosidades 11
11/19/2010 Curiosidades 11
11/19/2010 Curiosidades 11
11/19/2010 Curiosidades 11
11/19/2010 Curiosidades 11

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CONDENSAÇÃO RETIRANDO-SE CALOR DO VAPOR DE UMA SUBSTÃNCIA QUE ESTEJA A UMA TEMPERATURA SUPERIOR AO
CONDENSAÇÃO
RETIRANDO-SE CALOR DO
VAPOR DE UMA SUBSTÃNCIA
QUE ESTEJA A UMA
TEMPERATURA SUPERIOR AO
SEU PONTO DE EBULIÇÃO, A
TEMPERATURA DIMINUIRÁ , E
QUANDO ATINGIR O VALOR
QUE OCORREU A EBULIÇÃO, O
VAPOR COMEÇARÁ A SE
CONDENSAR(LIQUEFAZER)
1 kg de vapor d’água, que se encontra a
100 o C, condensa-se liberando:
540 cal

TEMPERATURA CRÍTICA

É AQUELA ACIMA DA QUAL É IMPOSSÍVEL LIQUEFAZER UM GÁS, POR MAIOR QUE SEJA A PRESSÃO EXERCIDA SOBRE O MESMO.

TODO E QUALQUER GÁS OU VAPOR TEM UMA TEMPERATURA CRÍTICA ESPECÍFICA.

POR EXEMPLO:

O VAPOR DE ÁGUA TEM POR TEMPERATURA CRÍTICA 375 O C, O ACETILENO 35,5 O C , O OXIGÊNIO A -120 O C , O HÉLIO A –268,1 O C

ISTO IMPLICA QUE SE O VAPOR DE ÁGUA ESTIVER A 380 O C, PODEMOS APLICAR AS MAIORES PRESSÕES QUE QUISERMOS QUE ELE NÃO MUDA DE ESTADO PERMANECENDO GÁS.

Vapor Saturado

Um vapor à temperatura e pressão nas quais ele pode coexistir em equilíbrio com o líquido que o formou, é chamado de “VAPOR SATURADO”.

OBSERVANDO-SE A FIGURA DA SUPERFÍCIE PVT , VERIFICA-SE QUE AS FASES LÍQUIDA E GASOSA(OU VAPOR) PODEM COEXISTIR SOMENTE SE A TEMPERATURA E A PRESSÃO FOREM MENORES QUE OS VALORES CORRESPONDENTES AO PONTO SITUADO NO TOPO DA SUPERFÍCIE LÍQUIDO-VAPOR.

ESTE É O CHAMADO PONTO CRÍTICO

LÍQUIDO-VAPOR. ESTE É O CHAMADO PONTO CRÍTICO Os valores correspondentes de temperatura, volume e pressão

Os valores correspondentes de temperatura, volume e pressão são chamados de críticos.

Para a água a temperatura crítica é de 374,4 o C, o volume crítico é de 56 cm 3 /mol e a pressão crítica de 222 kgf/cm 2 .

LIQUEFAÇÃO

A PASSAGEM DO ESTADO GASOSO PARA O ESTADO LÍQUIDO

QUAL A DIFERENÇA DE UM GÁS PARA VAPOR?

DIFERE APENAS POR ESTAR MAIS LONGE DE SEU PONTO DE SATURAÇÃO

SE DIZ QUE UM FLUIDO É GÁS PERMANENTE ACIMA DE SUA TEMPERATURA CRÍTICA E VAPOR QUANDO SE , ENCONTRA ABAIXO DESSA MESMA TEMPERATURA.

PARA PODERMOS ENTENDER ESSA CLASSIFICAÇÃO, VEJAMOS OS CONCEITOS DE TEMPERATURA CRÍTICA E PRESSÃO CRÍTICA.

PRESSÃO CRÍTICA

QUANDO SE LEVA UM GÁS À TEMPERATURA CRÍTICA NÃO IMPLICA EM MUDANÇA DE FASE, DEVEMOS APLICAR UMA PRESSÃO ESPECÍFICA PARA CADA GÁS CHAMADA “PRESSÃO CRÍTICA”.

NO CASO DO VAPOR DE ÁGUA, ESTANDO NA TEMPERATURA CRÍTICA DE 375 O C TORNA-SE NECESSÁRIO A ELEVADA PRESSÃO DE 222 atm.

PRESSÃO CRÍTICA É AQUELA QUE SE DEVE SUBMETER O GÁS, QUE SE ENCONTRA EM TEMPERATURA CRÍTICA, PARA QUE O MESMO SE LIQUEFAÇA.

Vapor Superaquecido

OO VAPORVAPOR SATURADOSATURADO QUANDOQUANDO RECEBERECEBE UMUM ACRESCIMOACRESCIMO DEDE CALORCALOR ÉÉ LEVADOLEVADO AA TEMPERATURASTEMPERATURAS ACIMAACIMA DADA TEMPERATURATEMPERATURA CORRESPONDENTECORRESPONDENTE NANA PRESSÃOPRESSÃO ÉÉ LEVADOLEVADO PARAPARA AA CONDIÇÃOCONDIÇÃO DEDE VAPORVAPOR

ISTOISTO ÉÉ POSSÍVELPOSSÍVEL

EMEM DISPOSITIVOSDISPOSITIVOS CHAMADOSCHAMADOS

SUPERAQUECEDORESSUPERAQUECEDORES

SUPERAQUECIDOSUPERAQUECIDO

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FIM
FIM