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Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA

Lubrificantes e Lubrificação Industrial

KELPEN OIL BRASIL LTDA

Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Lubrificantes e Lubrificação Industrial KELPEN OIL BRASIL LTDA
Origem
Origem
Origem Lubrificantes e Lubrificação Não é conhecida com absoluta certeza o origem do petróleo . Acredita-se
Origem Lubrificantes e Lubrificação Não é conhecida com absoluta certeza o origem do petróleo . Acredita-se

Lubrificantes e Lubrificação

Origem Lubrificantes e Lubrificação Não é conhecida com absoluta certeza o origem do petróleo . Acredita-se
Origem Lubrificantes e Lubrificação Não é conhecida com absoluta certeza o origem do petróleo . Acredita-se

Não é conhecida com absoluta certeza o origem do petróleo. Acredita-se que restos de animais e vegetais se depositaram a milhões de anos e sob o

efeito do calor e pressão se transformou numa substância formada

basicamente de hidrogênio e carbono, denominados hidrocarbonetos.

Refino
Refino

É o processo pelo qual obtemos do petróleo os combustíveis lubrificantes.

Tipos de petróleo: parafínicos, naftênicos e aromáticos.O tipo de petróleo é classificado em função da maior predominância do tipo de hidrocarboneto.

os

e

Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Refino É o processo pelo qual obtemos os combustíveis e os
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Refino É o processo pelo qual obtemos os combustíveis e os
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Refino É o processo pelo qual obtemos os combustíveis e os
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Refino É o processo pelo qual obtemos os combustíveis e os

Lubrificantes e Lubrificação

INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO

Refino É o processo pelo qual obtemos os combustíveis e os óleos básicos.

pelo qual obtemos os combustíveis e os óleos básicos. ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS SPINDLE NEUTRO LEVE NEUTRO
pelo qual obtemos os combustíveis e os óleos básicos. ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS SPINDLE NEUTRO LEVE NEUTRO
pelo qual obtemos os combustíveis e os óleos básicos. ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS SPINDLE NEUTRO LEVE NEUTRO
ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS
ÓLEOS BÁSICOS
REFINADOS
SPINDLE
SPINDLE
NEUTRO LEVE
NEUTRO LEVE
NEUTRO MÉDIO
NEUTRO MÉDIO
NEUTRO PESADO
NEUTRO PESADO
BRIGHT STOCK
BRIGHT STOCK
ÓLEO DE CILINDRO
ÓLEO DE CILINDRO
GÁS
GÁS
MÉDIO NEUTRO PESADO BRIGHT STOCK ÓLEO DE CILINDRO GÁS SPINDLE NEUTRO LEVE NEUTRO MÉDIO NEUTRO PESADO
SPINDLE
SPINDLE
NEUTRO LEVE
NEUTRO LEVE
NEUTRO MÉDIO
NEUTRO MÉDIO
NEUTRO PESADO
NEUTRO PESADO
ESTABILIZAÇÃO (HIDROGENADA)
ESTABILIZAÇÃO
(HIDROGENADA)
GASOLINA
GASOLINA
NAFTA
NAFTA
QUEROSENE
QUEROSENE
ÓLEO DIESEL
ÓLEO DIESEL
RESÍDUO
RESÍDUO
PETRÓLEO
PETRÓLEO
EXTRATO AROMÁTICO
EXTRATO
AROMÁTICO
RESÍDUO
RESÍDUO
BRIGHT STOCK
BRIGHT STOCK
PARAFINA
PARAFINA
DESASFALTIZAÇÃO
DESASFALTIZAÇÃO
ASFALTO
ASFALTO
ÓLEO DE CILINDRO
ÓLEO DE CILINDRO
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades
Lubrificantes e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades

Lubrificantes e Lubrificação

INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos
INTRODUÇÃO
Obtenção de Óleos Básicos
e Lubrificação INTRODUÇÃO Obtenção de Óleos Básicos Os óleos básicos são produzidos em unidades de refino

Os óleos básicos são produzidos em unidades de refino e passam por

processos como: Destilação a Vácuo, Desaromatização, Desparafinação, Hidrogenação.

Os óleos básicos são utilizados na formulação de óleos lubrificantes

através de misturas com aditivos . São componentes na fabricação de artefatos de borracha, oriundos de borracha natural e sintética.Os óleos

devem possuir compatibilidade com as borrachas.

óleos devem possuir compatibilidade com as borrachas. ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS ADITIVOS ÓLEOS LUBRIFICANTES

ÓLEOS BÁSICOS REFINADOS

ADITIVOS
ADITIVOS

ÓLEOS LUBRIFICANTES ACABADOS

Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30
Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações -Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30

Tipos de elastômeros(borrachas) e suas aplicações

-Borracha Natural : ASTM D1418 = NR de -30 a 95 °C = Vedações de esgotos, coxins, buchas. -SBR : ASTM D 1418 = SBR de -35 a 95 °C = vedações dinâmicas e

estáticas , alta tensão de ruptura

-Borracha EP : ASTM D 1418 = EPDM de -45 a 120°C = baixa temperatura, resistência às intempéries, fluidos de silicone e fluidos de freios automotivos. -Neoprene : ASTM D 1418 = CR de -40 a 120°C = resistência a fluidos

refrigerantes, intempéries, baixa temperatura, vedação estática e

dinâmica. -Borracha Nitrílica : ASTM D1418 = NBR de -40 a 130 °C = resistência a

fluidos hidráulicos, GLP, gasolina, óleos minerais, baixa temperatura.

-Fluorelastômero : ASTM D 1418 = FKM = de -25 a 210 °C = resistência

a óleos, alta temperatura, fluidos hidráulicos, solventes fluidos de

silicone. -Silicone : ASTM D 1418 = VMQ = de -50 a 230 °C = resistência a alta temperatura, gases produtos de baixa condutividade, com aplicação

só estática.

de -50 a 230 °C = resistência a alta temperatura, gases produtos de baixa condutividade, com
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Funções dos Lubrificantes A geração do atrito traz como
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Funções dos Lubrificantes A geração do atrito traz como
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Funções dos Lubrificantes A geração do atrito traz como
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Funções dos Lubrificantes A geração do atrito traz como

Lubrificantes e Lubrificação

FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Funções dos Lubrificantes
FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
Funções dos Lubrificantes

A geração do atrito traz como conseqüência:

-

calor

- ruído

- desgaste mecânico

-maior consumo de energia

- ruído - desgaste mecânico - maior consumo de energia Os Lubrificantes dividem-se em: gasosos, sólidos,

Os Lubrificantes dividem-se em: gasosos, sólidos, líquidos e pastosos.

Portanto, introduz-se entre as superfícies uma substância denominada lubrificante cuja função principal é reduzir o atrito. Ele também protege contra corrosão, refrigera, transmite forças, veda e mantêm as superfícies

metálicas limpas.

Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação

Lubrificantes e Lubrificação

FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação a
Lubrificantes e Lubrificação FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação a

Atrito Sempre que uma superfície se mover em relação a outra, haverá uma força resistente à esse movimento. Portanto, atrito é a força contrária ao movimento.

Podemos distinguir dois tipos de atrito:

- Atrito sólido

- Atrito liquído

atrito é a força contrária ao movimento. Podemos distinguir dois tipos de atrito: - Atrito sólido
atrito é a força contrária ao movimento. Podemos distinguir dois tipos de atrito: - Atrito sólido
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Viscosidade
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Viscosidade É a principal característica de um lubrificante. Trata-se

É a principal característica de um

lubrificante. Trata-se de uma medida de resistência que os fluidos apresentam

ao escoamento.

de resistência que os fluidos apresentam ao escoamento. A viscosidade varia inversamente com a temperatura, ou

A viscosidade varia inversamente com a temperatura, ou seja, quando se aumenta a temperatura de um líquido a sua viscosidade diminui, e vice-versa.

quando se aumenta a temperatura de um líquido a sua viscosidade diminui, e vice-versa. Em intervalos
Em intervalos de tempos iguais.
Em intervalos de
tempos iguais.
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
O viscosímetro cinemático
DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T = Tempo de escoamento entre
DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T = Tempo de escoamento entre
DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T = Tempo de escoamento entre
DOS LUBRIFICANTES O viscosímetro cinemático V = K x T T = Tempo de escoamento entre

V

= K x T

T

= Tempo de escoamento

entre as duas marcas.

No viscosímetro existe o que chamamos de tubo capilar onde se dá o escoamento do óleo. Esta viscosidade é medida a 40ºC e a 100ºC. A unidade de medida é o cSt (mm 2 /s).

MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE
MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE
MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -
MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -
MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -

Tipos de viscosímetros :

- Cinemático

- Saybolt Universal

MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -

- Redwood

MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -
MEDIÇÃO DA VISCOSIDADE  Tipos de viscosímetros : - Cinemático - Saybolt Universal - Redwood -

- Engler

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Índice de Viscosidade
1º Exemplo
DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade 1º Exemplo É um número que indica a variação da viscosidade

É um número que indica a variação da viscosidade de um óleo quando se varia a temperatura.

Um alto IV indica que esta variação é pequena. Um óleo multiviscoso (alto IV) tem um melhor comportamento na lubrificação do motor.

20 °C 50 °C 100 °C 2º Exemplo 20 °C 50 °C 100 °C
20 °C
50 °C
100 °C
2º Exemplo
20 °C
50 °C
100 °C

Permite viscosidade adequada na partida do motor (maior fluidez) e melhor lubrificação em altas temperaturas de operação.

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W 40 100
Índice de Viscosidade SAE 15W-40 SAE 40 SAE 15W 40 100 T (ºC) Viscosidade (cSt)
Índice de Viscosidade
SAE 15W-40
SAE 40
SAE 15W
40
100
T (ºC)
Viscosidade
(cSt)
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Densidade
Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Densidade DENSÍMETRO É o peso de um certo volume de uma substância
DENSÍMETRO
DENSÍMETRO

É o peso de um certo volume de uma substância quando estiver submetida a uma determinada temperatura. Assim, se um óleo possui densidade de 0,8 g/cm 3 a 25ºC, significa que nesta temperatura, 1 cm 3 do óleo pesa 0,8 g.

TERMÔMETRO ÓLEO
TERMÔMETRO
ÓLEO

Para determinar mergulha-se no óleo um densímetro e lê-se o valor encontrado.

Utiliza-se a densidade em óleos lubrificantes para

converter peso em volume ou vice-versa.

A

temperatura

padrão

utilizada

no

Brasil

para

determinação é de 20°C.(20 / 4°C).

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Cor
e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Cor - os produtos de petróleo apresentam grande variedade de

-os produtos de petróleo apresentam grande variedade de coloração,

-a variação de cor é influenciada pela natureza dos crus de petróleo, métodos de tratamento utilizados no refino e aditivos/corantes,

-a cor de um óleo lubrificante não tem nenhuma relação com sua performance em operação, ou seja com a sua qualidade.

-A cor dos lubrificantes é verificada por um colorímetro, padronizada

pela ASTM (D-1500), e vai de 0,5 até 8,0

ASTM=AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT)
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Ponto de Fulgor (FLASH POINT)
DOS LUBRIFICANTES Ponto de Fulgor (FLASH POINT) É a temperatura em que o óleo, quando aquecido

É a temperatura em que o óleo, quando aquecido desprende os primeiros vapores que se inflamam

Termômetro
Termômetro
Chama de Teste Gás
Chama de Teste
Gás

momentaneamente (flash) ao contato com uma

chama piloto.

As frações mais leves sobem e cria-se um flash na

presença da chama.

Amostra de Óleo
Amostra de
Óleo
Zona de Aquecimento
Zona de
Aquecimento

Um ponto de fulgor abaixo do esperado, pode significar uma contaminação com outro produto de menor ponto de fulgor(contaminação com diesel)

Segurança: é claro que não devemos utilizar um óleo cujo ponto de fulgor seja inferior a operação.

Vaso Aberto Cleveland
Vaso Aberto Cleveland
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT)
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT)
DOS LUBRIFICANTES Ponto de Mínima Fluidez (POUR POINT) É a menor temperatura na qual o lubrificante

É a menor temperatura na qual o lubrificante ainda flui, nas condições do teste.

Neste teste, resfria-se a amostra dentro de um tubo e a cada decréscimo de 3ºC na temperatura o tubo é colocado na posição horizontal, verificando-se a movimentação do óleo.

horizontal, verificando-se a movimentação do óleo. Por exemplo, se um óleo apresentar um ponto de congelamento

Por exemplo, se um óleo apresentar

um ponto de congelamento de -20ºC

(durante 5 segundos), seu ponto de mínima fluidez será de -17ºC.

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre contido
Acidez e Alcalinidade
Acidez e Alcalinidade
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Acidez e Alcalinidade Nos Motores Diesel, o enxofre contido no óleo diesel

Nos Motores Diesel, o enxofre contido no óleo diesel combina-se com a água durante o processo

Bureta
Bureta
Solução titulante
Solução
titulante

de combustão formando o ácido sulfúrico que por

sua vez podem corroer as partes metálicas.

Existem nos óleos para motores uma reserva alcalina, conhecido por TBN, para combater esses

ácidos.

Um decréscimo no TBN significa a degradação do aditivo e quanto ainda resta de reserva alcalina.

Ponto inicial da titulação
Ponto
inicial da
titulação

Para os óleos industriais há o controle do TAN. Estas leituras são em mg de KOH por grama de óleo. TBN=TOTAL BASE NUMBER

TAN=TOTAL ACID NUMBER

Ponto final da titulação
Ponto final
da
titulação
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Espuma
e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Espuma A formação de espuma é uma característica indesejável

A formação de espuma é uma característica indesejável aos lubrificantes, pois resulta em lubrificação ineficiente.

Entrada de ar
Entrada de ar
Banho aquecido
Banho
aquecido
Amostra de Óleo
Amostra de
Óleo

O problema pode ser minimizado pela presença de aditivo antiespumante no óleo. Esta característica é importante nos óleos chamados de hidráulicos.

Esta espuma é formada pela agitação das partes em movimento.

Formação de

espuma
espuma
Pedra de aeração
Pedra de
aeração

Neste ensaio, a amostra é mantida a 25ºC e sofre uma

injeção de ar durante 5 minutos. Mede-se então o

volume de espuma formado nesse tempo. Em repouso por 10 minutos é anotado o volume de espuma restante.

FOUR BALLS Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que
FOUR BALLS Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que
FOUR BALLS Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que
FOUR BALLS Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que
FOUR BALLS Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que

FOUR BALLS

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP)
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Extrema Pressão (EP)
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Extrema Pressão (EP) É a propriedade que um lubrificante tem de evitar que

É a propriedade que um lubrificante tem de evitar que as superfícies em movimento

entrem em contato, mesmo quando a

película de óleo for rompida pela ação de elevadas pressões.

Utilizado nas transmissões (caixa de

câmbio, diferenciais e redutores)

Esfera superior gira a 1800 rpm. Amostra do Carga lubrificante.
Esfera superior gira a 1800 rpm.
Amostra do
Carga
lubrificante.

Sob altas cargas e alta temperatura o aditivo EP reage com as superfícies

metálicas formando uma camada e

impedindo o desgaste.

Nele, três esferas são dispostas juntas e uma outra presa a um eixo, girando a uma velocidade de 1800 rpm. Quando acontece a solda é então anotada a capacidade de carga suportada pelo lubrificante.

Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um
Lubrificantes e Lubrificação CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um

Lubrificantes e Lubrificação

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
Detergência / Dispersância
DOS LUBRIFICANTES Detergência / Dispersância É a capacidade que um óleo tem de prevenir a formação

É a capacidade que um óleo tem de prevenir a formação de lacas, vernizes e depósitos carbonosos durante o funcionamento do motor. Ou seja, eles não

limpam mas minimizam a formação dos depósitos, mantendo as superfícies

livres ou limpas.

A dispersância é a capacidade de manter em suspensão, nas mínimas

dimensões, as impurezas presentes no óleo lubrificante.

é a capacidade de manter em suspensão, nas mínimas dimensões, as impurezas presentes no óleo lubrificante.
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes Os aditivos são substâncias
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes Os aditivos são substâncias
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes Os aditivos são substâncias
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes Os aditivos são substâncias

Lubrificantes e Lubrificação

ADITIVOS
ADITIVOS
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes Os aditivos são substâncias
Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes
Aditivos para Formulação de Óleos Lubrificantes

Os aditivos são substâncias que são adicionados aos lubrificantes para melhorar as características dos mesmos ou conferir novas propriedades.

Os aditivos devem ser quimicamente compatíveis entre si e resultar em um produto final perfeitamente balanceado.

Cada aditivo desempenha um papel importante, mas são fornecidos como

“pacote” na formulação dos óleos lubrificantes, principalmente os automotivos.

A quantidade de aditivos em óleos de motor é muito superior aos industriais,

pois as exigências são mais rigorosas.

Lubrificantes e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante

Lubrificantes e Lubrificação

Principais Tipos de Aditivos Utilizados
Principais Tipos de Aditivos Utilizados
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 
e Lubrificação Principais Tipos de Aditivos Utilizados  Detergente – Dispersante  Antioxidante 

Detergente Dispersante

Antioxidante

Anticorrosivo

Antiferrugem

Antiespumante

Extrema Pressão

Antidesgaste

Modificador de Atrito

Abaixadores do Ponto de Fluidez

Aumentador do Índice de Viscosidade

Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em

Lubrificantes e Lubrificação

ADITIVOS
ADITIVOS
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em
Melhoradores do Índice de Viscosidade Reduz a variação da viscosidade em função da temperatura.
Melhoradores do Índice de Viscosidade
Reduz a variação da viscosidade em função da temperatura.

São compostos por polímeros de elevado peso molecular. Quando o óleo está frio, os polímeros assumem uma forma compacta não interferindo na viscosidade e a medida que a temperatura do lubrificante se eleva os polímeros se expandem e assim dificultam o escoamento do óleo.

Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura

Lubrificantes e Lubrificação

ADITIVOS
ADITIVOS
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura diminui,
Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez
Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez
ADITIVOS Abaixadores do Ponto de Mínima Fluidez À medida que a temperatura diminui, as moléculas do

À medida que a temperatura diminui, as moléculas do óleo lubrificante tendem a se cristalizar. O aditivo forma uma película nas superfícies dos

cristas impedindo sua aglomeração, podendo fluir livremente.

Anti-Oxidantes
Anti-Oxidantes
sua aglomeração, podendo fluir livremente. Anti-Oxidantes A oxidação é um processo de degradação do óleo

A oxidação é um processo de degradação do óleo lubrificante, quando da

presença do oxigênio sob alta temperatura. Temos a formação de ácidos, borras e vernizes, além do aumento da viscosidade. Para tentar reduzir essa velocidade de oxidação ou envelhecimento, é utilizado o aditivo anti-oxidante.

Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Detergentes / Dispersantes Os detergentes auxiliam em manter limpas as
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Detergentes / Dispersantes Os detergentes auxiliam em manter limpas as
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Detergentes / Dispersantes Os detergentes auxiliam em manter limpas as
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Detergentes / Dispersantes Os detergentes auxiliam em manter limpas as

Lubrificantes e Lubrificação

ADITIVOS
ADITIVOS
Detergentes / Dispersantes
Detergentes / Dispersantes
e Lubrificação ADITIVOS Detergentes / Dispersantes Os detergentes auxiliam em manter limpas as superfícies

Os

detergentes auxiliam em manter limpas as superfícies metálicas.

auxiliam em manter limpas as superfícies metálicas. Já os dispersantes tem função de manter em suspensão,

Já os dispersantes tem função de manter em suspensão, nas menores

dimensões possíveis, os produtos contaminantes.

Anti-Corrosivos
Anti-Corrosivos
possíveis, os produtos contaminantes. Anti-Corrosivos Servem para combater os agentes corrosivos provenientes da

Servem para combater os agentes corrosivos provenientes da oxidação do

óleo e dos produtos da queima incompleta do combustível (no caso dos motores de combustão interna) e da umidade.

O aditivo fixa-se nas superfícies metálicas protegendo dos agentes

corrosivos.

Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película

Lubrificantes e Lubrificação

ADITIVOS
ADITIVOS
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película lubrificante
Anti-desgaste e EP
Anti-desgaste e EP
Lubrificantes e Lubrificação ADITIVOS Anti-desgaste e EP Sob a ação de altas cargas a película lubrificante

Sob a ação de altas cargas a película lubrificante se rompe, fazendo com as partes se toquem. Os aditivos anti-desgaste e EP reagem quimicamente com

o metal, produzindo uma camada, que minimiza o contato e diminui o atrito. A

diferença dos dois aditivos está na temperatura para o início da reação.

Anti-Espuma
Anti-Espuma
está na temperatura para o início da reação. Anti-Espuma O óleo com espuma causa o rompimento

O óleo com espuma causa o rompimento da película lubrificante. Este aditivo desmancha as bolhas minimizando problema.

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais Os óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais Os óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais Os óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais Os óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais Os óleos

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES
Óleos Lubrificantes Automotivos e Industriais

Os óleos são classificados segundo dois critérios:

Pela

Engineers)

viscosidade

Classificação

SAE

(Society

of

Automotive

Classifica a viscosidade dos óleos de MOTORES E TRANSMISSÕES

Adota-se a viscosidade cinemática a 100°C.

A classificação de viscosidade ISO é adotada para ÓLEOS

INDUSTRIAIS Utiliza-se a viscosidade cinemática a 40°C.

Pelo tipo de serviço Classificação API(para óleos automotivos)

API (American Petroleum Institute)= classifica os óleos para motores

e transmissões segundo as características de desempenho e no tipo

de serviço a que se destinam.

Sistema SAE de Classificação de viscosidade • Óleos multiviscosos: O que são ? Exemplo: 10W
Sistema SAE de Classificação de viscosidade
Sistema SAE de Classificação de viscosidade
Sistema SAE de Classificação de viscosidade • Óleos multiviscosos: O que são ? Exemplo: 10W -
Sistema SAE de Classificação de viscosidade • Óleos multiviscosos: O que são ? Exemplo: 10W -
Sistema SAE de Classificação de viscosidade • Óleos multiviscosos: O que são ? Exemplo: 10W -

Óleos multiviscosos: O que são ?

Exemplo:

10W - 30 10W - 40 10W - 50

O que são ? Exemplo: 10W - 30 10W - 40 10W - 50 • Vantagens:

Vantagens:

15W - 30 15W - 40

20W - 30

20W - 40

15W - 50

20W - 50

15W - 30 15W - 40 20W - 30 20W - 40 15W - 50 20W

Partidas a frio mais fáceis.

-

- Lubrificação adequada numa faixa mais ampla de

temperatura.

- Menor desgaste do motor.

- Proporciona melhor película lubrificante em altas

temperaturas.

- Menor consumo de combustível.

- Menor consumo de óleo lubrificante.

- Maior durabilidade da bateria.

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação SAE
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação SAE
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação SAE
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação SAE

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES
Óleos Lubrificantes Automotivos
DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação SAE para Transmissões Grau SAE 75W

Classificação SAE para Transmissões

Grau SAE

75W

Viscosidade

máxima (cP)

150.000

Temperatura

(°C)

- 40

Viscosidade

Cinemática (cSt)

mín. a 100 °C

4,1

Viscosidade

Cinemática (cSt)

máx. a 100 °C

- x -

80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W 150.000 - 26 7,0 - x - 85W 150.000 - 12 11,0 - x
80W
150.000
- 26
7,0
- x -
85W
150.000
- 12
11,0
- x -
90
- x -
- x -
13,5
< 24
140
- x -
- x -
24,0
< 41
250
- x -
- x -
41,0
- x -

Obs.: Os graus de viscosidade SAE para motores não devem ser confundidos com graus SAE para transmissões, pois pertencem a classificações distintas.

CLASSIFICAÇÃO API PARA ÓLEOS DE TRANSMISSÃO • GL-4 Para condições típicas de engrenagens do tipo
CLASSIFICAÇÃO API PARA
ÓLEOS DE TRANSMISSÃO
• GL-4
Para condições típicas de engrenagens do tipo hipóide,
operando com alta velocidade e baixo torque. Contém
aditivo de extrema pressão.
GL-5
Idem a classificação GL-4, resistindo ainda a Cargas de
choque.

GL-6 Idem a classificação GL-5, sendo recomendada para

operações com engrenagens hipóides de alta

excentricidade, em altas velocidades e alto desempenho. Classificação obsoleta, usada apenas

como referência.

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Multigrau ou Multiviscoso (SAE 20W50)(SAE 15W40)(SAE
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES
Óleos Lubrificantes Automotivos
Multigrau ou Multiviscoso (SAE 20W50)(SAE 15W40)(SAE 85W140)
Multigrau ou Multiviscoso (SAE 20W50)(SAE 15W40)(SAE 85W140) Os óleos monograu, possuem um índice de viscosidade (IV)

Os óleos monograu, possuem um índice de viscosidade (IV) menores que 100, possibilitando que eles sejam classificados em apenas uma das faixas de viscosidades da tabela SAE: na escala de baixa temperatura, ou na escala de alta temperatura.

Ou seja, um óleo para climas frios, por exemplo um SAE 20W, não permite que se enquadre na de alta temperatura por estarem com viscosidade muito baixa. E um óleo para climas quentes, por exemplo um SAE 50, não permite que atenda a baixa temperatura por apresentar viscosidade muito alta.

No entanto, com a introdução de óleos básicos de elevado IV e/ou com adição de aditivos melhoradores do índice de viscosidade, é possível enquadrar um óleo dentro dos limites de viscosidade a baixas e altas temperaturas.

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão: Óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão: Óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão: Óleos
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão: Óleos

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão:
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES
Óleos Lubrificantes Automotivos
Conclusão:
LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Automotivos Conclusão: Óleos monoviscosos (SAE 40, por exemplo): Atualmente, não

Óleos monoviscosos (SAE 40, por exemplo):

Conclusão: Óleos monoviscosos (SAE 40, por exemplo): Atualmente, não são recomendados pelas montadoras, pelo

Atualmente, não são recomendados pelas montadoras, pelo fato de sua limitação ao uso em grandes variações de temperatura e também da possibilidade da maior formação de depósitos.

Óleos multiviscosos (SAE 15W40, por exemplo):

Face aos modernos motores de hoje que trabalham com rotações e temperaturas elevadas, bem como folgas que necessitam de filmes menos viscosos, os óleos multiviscosos permitem um fluxo mais rápido, principalmente em baixas temperaturas, suportam maiores variações de temperatura e oxidação e fornecem maior proteção contra o desgaste.

Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Óleos Lubrificantes Automotivos Classificação API para Motores

Lubrificantes e Lubrificação

NÍVEIS DE DESEMPENHO
NÍVEIS DE DESEMPENHO
Óleos Lubrificantes Automotivos
Óleos Lubrificantes Automotivos

Classificação API para Motores Gasolina / Álcool / GNV A partir do final de 2005 entrou em vigor a classificação SM

SL

SJ SH SG SF SE SD SC SB SA < 1930 >1930 1959 1968 1971
SJ
SH
SG
SF
SE
SD
SC
SB
SA
< 1930
>1930
1959
1968
1971
1980
1989
1994
1996
2001
Desempenho

Ano de Fabricação do Motor

Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro
Lubrificantes e Lubrificação NÍVEIS DE DESEMPENHO Classificação API para motores diesel A partir de janeiro

Lubrificantes e Lubrificação

NÍVEIS DE DESEMPENHO
NÍVEIS DE DESEMPENHO
Classificação API para motores diesel
Classificação API para motores diesel

A partir de janeiro de janeiro de 2007 entrou em vigor o nível CJ-4

CI-4

CH-4 CG-4 CF-4 CF-2 CF CE CD-2 CD CC CB CA < 1949 1949 1961
CH-4
CG-4
CF-4
CF-2
CF
CE
CD-2
CD
CC
CB
CA
< 1949
1949
1961
1965
1967
1983
1988
1989
1990
1997
1999
2002
Desempenho

Ano de fabricação do motor

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS

(GASOLINA / TRANSMISSÃO)

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS (GASOLINA / TRANSMISSÃO )  MOTOR OIL SUPER  SUPER VITA  SUPER VITA

MOTOR OIL SUPER

SUPER VITA

SUPER VITA PREMIUM

SUPER MOTO 4T

API SF API SJ API SL

API SF

SAE 20W50 SAE 20W50 SAE 20W50

SAE 20W50

GEAR EP

EXTRA GEAR EP

85W140,90,140)

API GL-4(SAE 80W90,90,140)

API GL-5 (SAE

SUPRAMATIC A

TRATOR MF

DX-II (Dexron I e Dexron II).

freio úmido de tratores / transm /

e

hidr.

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL 
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL 
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL 
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL 
LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL 

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS

Linha diesel

MOTOR HD

LUBRIFICANTES AUTOMOTIVOS Linha diesel  MOTOR HD  DIESEL SERIE 3  SUPER DIESEL  SUPER

DIESEL SERIE 3

SUPER DIESEL

SUPER TRUCK

TRUCK TURBO

SUPER TRUCK PREMIUM

API CC

API CF API CF-4

API CG-4

API CH-4 API CI-4

Todos os óleos acima são formulados na viscosidade SAE 15W40, a mais recomendada pelos principais

fabricantes de motores.

Lubrificantes e Lubrificação COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais
Lubrificantes e Lubrificação COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais
Lubrificantes e Lubrificação COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais
Lubrificantes e Lubrificação COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais
Lubrificantes e Lubrificação COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais

Lubrificantes e Lubrificação

COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS Os óleos para compressores utilizados são minerais e sintéticos.
COMPRESSORES ALTERNATIVOS E ROTATIVOS
Os óleos para compressores utilizados são minerais e sintéticos.
para compressores utilizados são minerais e sintéticos. São máquinas que aumentam a pressão na qual o

São máquinas que aumentam a pressão na qual o ar está sujeito, possibilitando desta forma obter ar comprimido. Podem ser por redução de volume ou aumento de velocidade (turbocompressores).

de volume ou aumento de velocidade (turbocompressores). Compressor Alternativo de Pistão Compressor Rotativo de

Compressor Alternativo de Pistão

de volume ou aumento de velocidade (turbocompressores). Compressor Alternativo de Pistão Compressor Rotativo de Parafuso

Compressor Rotativo de Parafuso

Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais Lei de Pascal : A pressão exercida
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais Lei de Pascal : A pressão exercida
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais Lei de Pascal : A pressão exercida
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais Lei de Pascal : A pressão exercida
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais Lei de Pascal : A pressão exercida

Lubrificantes e Lubrificação

SISTEMAS HIDRÁULICOS Óleos Lubrificantes Industriais
SISTEMAS HIDRÁULICOS
Óleos Lubrificantes Industriais

Lei de Pascal : A pressão exercida em um ponto qualquer será igual em todas as direções e sentidos.

qualquer será igual em todas as direções e sentidos. Os sistemas Hidráulicos dividem-se em sistemas
qualquer será igual em todas as direções e sentidos. Os sistemas Hidráulicos dividem-se em sistemas

Os sistemas Hidráulicos dividem-se em sistemas hidrostáticos, onde o fluido é o

empurrado para transmitir força e energia / sistemas hidrodinâmicos onde

utilizam o impacto do fluido para acionar suas partes móveis.

SISTEMA HIDRÁULICO
SISTEMA HIDRÁULICO
SISTEMA HIDRÁULICO
SISTEMA HIDRÁULICO
SISTEMA HIDRÁULICO
PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP
PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP
PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP
PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP
PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP

PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS

PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP (AGMA

SUPRA (DIN-HL)

PRINCIPAIS LUBRIFICANTES INDUSTRIAIS  SUPRA (DIN-HL)  SUPRA AW (DIN - HLP)  TURAN EP (AGMA

SUPRA AW (DIN - HLP)

TURAN EP (AGMA EP)

SLIDE (GUIAS E BARRAMENTOS)

BEARING (LUB.PERDA TOTAL)(DIN-H)

SIBERIAN (LUB.COMPRESSORES)

KOMPRESSOR N (COMPRESSORES DE FRIO)

KEEN TEX ( AGULHAS / TEARES CIRCULARES)

AUSTENITY (ÓLEO PARA TÊMPERA)

THERMMO (ÓLEO PARA TRANSFERENCIA DE CALOR)

ÓLEOS BÁSICOS - HBP e HBN(industrias de

artefatos de borracha e plásticos)

Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos
Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos

Lubrificantes e Lubrificação

Lubrificantes e Lubrificação SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos

SISTEMAS HIDRÁULICOS Há uma classificação universal da DIN e ASTM para óleos industriais, que leva em consideração os tipos de aditivos colocados nos mesmos.

consideração os tipos de aditivos colocados nos mesmos . Classificação   Aditivos DIN ASTM
consideração os tipos de aditivos colocados nos mesmos . Classificação   Aditivos DIN ASTM
consideração os tipos de aditivos colocados nos mesmos . Classificação   Aditivos DIN ASTM

Classificação

 

Aditivos

DIN

ASTM

Antiespum

Antioxidante

Anticorros.

Antidesgaste

Detergente

Dispersan.

H

HH

Sim

Não

Não

Não

Não

HL

HL

Sim

Sim

Sim

Não

Não

HLP

HM

Sim

Sim

Sim

Sim

Não

HLP D

--

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Lubrificantes e Lubrificação ENGRENAGENS (GEARS) As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir
Lubrificantes e Lubrificação ENGRENAGENS (GEARS) As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir
Lubrificantes e Lubrificação ENGRENAGENS (GEARS) As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir
Lubrificantes e Lubrificação ENGRENAGENS (GEARS) As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir

Lubrificantes e Lubrificação

ENGRENAGENS (GEARS)
ENGRENAGENS (GEARS)
Lubrificantes e Lubrificação ENGRENAGENS (GEARS) As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir

As engrenagens são elementos de máquinas que possibilitam transmitir

movimentos e força, ou seja, com elas é possível reduzir ou multiplicar

velocidades, mudar o sentido e a direção do movimento.

com elas é possível reduzir ou multiplicar velocidades, mudar o sentido e a direção do movimento.
com elas é possível reduzir ou multiplicar velocidades, mudar o sentido e a direção do movimento.

Pórtico Rolante

Lubrificantes e Lubrificação MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS) Os mancais são elementos de máquinas
Lubrificantes e Lubrificação MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS) Os mancais são elementos de máquinas
Lubrificantes e Lubrificação MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS) Os mancais são elementos de máquinas
Lubrificantes e Lubrificação MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS) Os mancais são elementos de máquinas
Lubrificantes e Lubrificação MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS) Os mancais são elementos de máquinas

Lubrificantes e Lubrificação

MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS)
MANCAIS DE DESLIZAMENTO E ROLAMENTO (BEARINGS)

Os mancais são elementos de máquinas que funcionam como suportes ou

guias das partes móveis das máquinas.

como suportes ou guias das partes móveis das máquinas. Mancais de Deslizamento Mancais de Rolamento Os

Mancais de Deslizamento

das partes móveis das máquinas. Mancais de Deslizamento Mancais de Rolamento Os rolamentos devem ser lubrificados

Mancais de Rolamento

Os rolamentos devem ser lubrificados com graxa, não mais do que 2/3

do espaço vazio entre os elementos rolantes.

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais Os graus de viscosidade
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais Os graus de viscosidade
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais Os graus de viscosidade
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais Os graus de viscosidade

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES
Óleos Lubrificantes Industriais
DOS LUBRIFICANTES Óleos Lubrificantes Industriais Os graus de viscosidade dos óleos industriais passaram a

Os graus de viscosidade dos óleos industriais passaram a ser designados conforme estabelece o sistema ISO (International Standards Organization)

O sistema ISO está baseado na viscosidade cinemática a 40ºC. Cada grau ISO representa a média 10% abaixo e 10% acima.(Ponto médio da faixa de fabricação do óleo).

Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes
Lubrificantes e Lubrificação CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes

Lubrificantes e Lubrificação

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes Industriais
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES QUANTO A VISCOSIDADE- ISO 3448
Óleos Lubrificantes Industriais
A VISCOSIDADE- ISO 3448 Óleos Lubrificantes Industriais Grau ISO 5 Viscosidade Média 40 °C (cSt) 5

Grau ISO

5

Viscosidade Média

40 °C (cSt)

5

Limite Inferior

Viscosidade (cSt)

4,5

Limite Superior

Viscosidade (cSt)

5,5

10

10

15

15

22

22

32

36

46

46

68

68

100

100

150

150

220

220

320

320

460

460

680

680

1000

1000

1500

1500

9,0

11,0

13,5

16,5

19,8

24,2

32,4

39,6

41,4

50,6

61,2

74,8

90,0

110,0

135,0

165,0

198,0

242,0

288,0

352,0

414,0

506,0

612,0

748,0

900,0

1100,0

1350,0

1650,0

Lubrificantes e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre
Lubrificantes e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre
Lubrificantes e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre

Lubrificantes e Lubrificação

Lubrificantes e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre as
Lubrificantes e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre as

ISO VG

AGMA

SAE MOTOR

SAE GEAR

e Lubrificação ISO VG A G M A SAE MOTOR SAE GEAR Comparativo entre as classificações
Comparativo entre as classificações de viscosidades ISO,AGMA,SAE
Comparativo entre as
classificações de
viscosidades
ISO,AGMA,SAE
Lubrificantes e Lubrificação RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN A) Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina
Lubrificantes e Lubrificação RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN A) Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina
Lubrificantes e Lubrificação RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN A) Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina
Lubrificantes e Lubrificação RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN A) Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina

Lubrificantes e Lubrificação

RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN
RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN
e Lubrificação RESUMO DE TIPOS DE PRODUTOS KELPEN A) Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina / Álcool

A)

Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina / Álcool / GNV

Óleos Lubrificantes para Motores Gasolina / Álcool / GNV B) Óleos Lubrificantes para Motores Diesel C)

B) Óleos Lubrificantes para Motores Diesel

C) Óleos Lubrificantes para transmissões automotivas

D)Óleos para Sistemas Hidráulicos Industriais e óleos de manutenção(redutores, barramentos, têxtil, compressores)

E) Lubrificantes e fluidos para conformação de metais

F)Fluidos protetivos temporários

G)Fluidos para usinagem de metais (emulsionáveis, integrais)

H)Desengraxantes

I) Graxas

Lubrificação e Lubrificantes GRAXAS (GREASES) Composição A graxa também é um lubrificante . Sua composição
Lubrificação e Lubrificantes GRAXAS (GREASES) Composição A graxa também é um lubrificante . Sua composição
Lubrificação e Lubrificantes GRAXAS (GREASES) Composição A graxa também é um lubrificante . Sua composição
Lubrificação e Lubrificantes GRAXAS (GREASES) Composição A graxa também é um lubrificante . Sua composição

Lubrificação e Lubrificantes

GRAXAS (GREASES) Composição
GRAXAS (GREASES)
Composição
Lubrificação e Lubrificantes GRAXAS (GREASES) Composição A graxa também é um lubrificante . Sua composição

A graxa também é um lubrificante. Sua composição consiste em um óleo lubrificante (mineral ou sintético), mais um espessante e os aditivos.

Comparando-se com uma esponja de cozinha a graxa ao receber

uma carga libera o óleo para lubrificar.

O espessante é responsável pela consistência, pelo ponto de

gota e seu comportamento a resistência a água e às altas

temperaturas.

Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)

Lubrificantes e Lubrificação

GRAXAS (GREASES)
GRAXAS (GREASES)
Tipos de Graxas
Tipos de Graxas
e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Tipos de Graxas A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva) •

A) Sabão de Cálcio : (aplicação automotiva)

resistentes à ação da Água,

faixa de trabalho: de 20ºC até 70ºC,

utilizadas para chassis.

B) Sabão de Lítio: (aplicação automotiva e industrial)

múltipla aplicação, pois têm boa resistência a água e a temperatura,

ponto de gota próximo dos 180ºC,

excelente para mancais de rolamento.

Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas Consistência É oferecida uma medida por de
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas Consistência É oferecida uma medida por de
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas Consistência É oferecida uma medida por de
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas Consistência É oferecida uma medida por de
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas Consistência É oferecida uma medida por de

Lubrificantes e Lubrificação

GRAXAS( GREASES) Propriedades das Graxas
GRAXAS( GREASES)
Propriedades das Graxas
Consistência
Consistência

É

oferecida

uma

medida

por

de

resistência

à

sua

penetração.

O aparelho que mede a consistência é chamado de Penetrômetro.

Consiste em colocar um cone sobre

uma amostra durante 5 segundos a

temperatura de 25ºC. A medida se dá em décimos de milímetros.

uma

graxa

O medidor indica penetração em décimos de milímetros Cone Standard Espelho para ajuste do cone
O medidor indica
penetração em
décimos de
milímetros
Cone Standard
Espelho para
ajuste do cone
Posição do cone
antes da queda
A penetração é medida após 5 segundos
A penetração é
medida após 5
segundos
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National

Lubrificantes e Lubrificação

GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Quem padronizou a consistência é a National Lubricating Grease Institute
GRAXAS (GREASES)
Propriedades das Graxas
Quem padronizou a consistência é a National Lubricating Grease
Institute (NLGI).
 

Penetração

   

Classe NLGI

Trabalhada

Estrutura

Aplicação

(0,1 mm)

000

445

- 475

Extremamente flúida

 
     

Principalmente para

00

400

- 430

Flúida

 

engrenagens

     

0

355

- 385

Quase flúida

 

1

310

- 340

Muito macia

 
 

Mancais de rolamento

     

2

265

- 295

Macia

e deslizamento

3

220

- 250

Média

4

175

- 205

Dura

 

5

130

- 160

Muito dura

Vedação de labirintos

6

85 - 115

Extremamente Dura

Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro
Lubrificantes e Lubrificação GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro

Lubrificantes e Lubrificação

GRAXAS (GREASES) Propriedades das Graxas Termômetro do teste
GRAXAS (GREASES)
Propriedades das Graxas
Termômetro
do teste
Ponto de Gota
Ponto de Gota
Propriedades das Graxas Termômetro do teste Ponto de Gota Termômetro do banho Termômetro não toca a
Termômetro do banho Termômetro não toca a graxa Agitador Amostra de graxa somente aplicada às
Termômetro
do banho
Termômetro não
toca a graxa
Agitador
Amostra de
graxa somente
aplicada às
Banho de
paredes do
CALOR
óleo
recipiente
aquecido
Amostra de
teste no
copo

É a temperatura em que o óleo lubrificante começa a se separar do espessante (mudança do estado pastoso para o líquido).

Nesse ensaio a graxa é colocada num

recipiente com um orifício padronizado. E mergulhado em banho de óleo, o qual vai sendo aquecido. A temperatura em que ocorre o primeiro

gotejamento é o ponto de gota.

Na

como

temperatura de aplicação cerca de 40°C abaixo do ponto de gota.

prática

adota-se

Lubrificantes e Lubrificação LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP(
Lubrificantes e Lubrificação LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP(
Lubrificantes e Lubrificação LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP(
Lubrificantes e Lubrificação LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP(
Lubrificantes e Lubrificação LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP(

Lubrificantes e Lubrificação

LINHA DE GRAXAS TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO TORINA EP( 00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO
LINHA DE GRAXAS
TORINA MP (00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO
TORINA EP( 00,1,2,3)- SABÃO METÁLICO DE LÍTIO+ADITIVO EP
TORINA PLEX 2- (COMPLEXO DE LÍTIO)
COREMA 2 - SABÃO METÁLICO DE CÁLCIO
AS TORINA MP e TORINA EP SÃO PARA APLICAÇÕES EM MANCAIS DE
ROLAMENTO E DESLIZAMENTO.TEMPERATURAS DE APLICA
ÇÃO NA PRÁTICA ATÉ 150°C. A TORINAPLEX 2 É RECOMENDADA
PARA TEMPERATURAS DE ATÉ 220°C.
A COREMA 2, É DESTINADA PARA PINOS DE VEÍCULOS E MANCAIS DE
DESLIZAMENTO ATÉ 70°C.
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição

Lubrificantes e Lubrificação

Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição de
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição de
ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO - É de suma importância a condição de armazenamento de
ARMAZENAGEM / CONTAMINAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO
- É de suma importância a condição de armazenamento de
tambores.
- É de grande importância a manutenção da identificação das embalagens(baldes/tambores),para evitar erros de
- É de grande importância a manutenção da identificação das
embalagens(baldes/tambores),para evitar erros de lubrificação.
- A contaminação prematura e durante o trabalho das máquinas deve ser evitada ao máximo,
- A contaminação prematura e durante o trabalho das máquinas
deve ser evitada ao máximo, afim de prolongar a vida útil dos
óleos e equipamentos.
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM Contaminantes mais comuns Água Impurezas Sólidas Produtos Contaminantes
Lubrificantes e Lubrificação
ARMAZENAGEM
Contaminantes mais comuns
Água
Impurezas Sólidas
Produtos
Contaminantes
Lubrificantes e Lubrificação ARMAZENAGEM Contaminantes mais comuns Água Impurezas Sólidas Produtos Contaminantes
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM
O QUE É A MONTAGEM DE UM
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
O QUE É A MONTAGEM DE UM PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Benefícios gerados por um plano - Redução de Manutenções Corretivas - Menor
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Benefícios gerados por um plano - Redução de Manutenções Corretivas - Menor
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Benefícios gerados por um plano - Redução de Manutenções Corretivas - Menor Reposição

Benefícios gerados por um plano

- Redução de Manutenções Corretivas

- Menor Reposição de Peças

- Aumento da produtividade

- Minimizar linha de lubrificantes

Como poderá gerar os benefícios:

Com a utilização de lubrificantes apropriados, na quantidade

correta, no local correto e dentro de períodos permissíveis.

PLANO DE LUBRIFICAÇÃO O plano é um planejamento da lubrificação dos equipamentos de uma indústria
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO O plano é um planejamento da lubrificação dos equipamentos de uma indústria
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO O plano é um planejamento da lubrificação dos equipamentos de uma indústria que

O plano é um planejamento da lubrificação dos equipamentos

de uma indústria que engloba a recomendação do produto, a

freqüência de lubrificação, a periodicidade de troca das cargas de lubrificantes e as partes a lubrificar.

de troca das cargas de lubrificantes e as partes a lubrificar. O plano de lubrificação não
de troca das cargas de lubrificantes e as partes a lubrificar. O plano de lubrificação não

O plano de lubrificação não é um software.

PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO A empresa ou a planta industrial é distribuída em: - Áreas -
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO

A empresa ou a planta industrial é distribuída em:

- Áreas

- Equipamentos

- Conjuntos

- Subconjuntos

em: - Áreas - Equipamentos - Conjuntos - Subconjuntos O plano é feito, preferencialmente , seguindo

O plano é feito, preferencialmente , seguindo o processo de produção da empresa.

Por exemplo: Uma empresa que produz alimento em conserva, catchup. O Início da produção começa no descarregamento dos

) e

por último empacotamento. Sugestão: Deixar a última área para

Utilidades (Compressores, Torres de Resfriamento, Pontes Rolantes).

tomates, passando por um processo de limpeza, tempêro (

PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Pórtico Rolante Ponte Rolante
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Pórtico Rolante Ponte Rolante
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Pórtico Rolante Ponte Rolante
PLANO DE LUBRIFICAÇÃO Pórtico Rolante Ponte Rolante

Pórtico Rolante

Ponte Rolante

Lubrificantes e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a
Lubrificantes e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a
Lubrificantes e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a

Lubrificantes e Lubrificação

Lubrificantes e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a complexidade
Lubrificantes e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a complexidade

FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS

e Lubrificação  FLUIDOS PARA USINAGEM DE METAIS  (METALWORKING FLUIDS) - Face a complexidade de

(METALWORKING FLUIDS)

- Face a complexidade de algumas operações de corte e

conformação de metais,é necessário um conhecimento teórico

dos processos de usinagem.

- Atualmente são utillizados óleos minerais integrais, óleos minerais solúveis,fluidos solúveis semisintéticos, fluidos solúveis sintéticos.

-Devido a algumas exigências ambientais, a escolha deve ser

efetuada criteriosamente.

Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal
Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal
Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal

Serramento

Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal
Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal
Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal

Alternativa horizontal

Serramento Alternativa horizontal Fita circular horizontal

Fita circular horizontal

Furação
Furação
Furação

Furação

Furação
Furação
Furação
Furação
Conformação Laminação Extrusão Trefilação
Conformação Laminação Extrusão Trefilação
Conformação Laminação Extrusão Trefilação

Conformação

Laminação

Conformação Laminação Extrusão Trefilação

Extrusão

Trefilação

Conformação Laminação Extrusão Trefilação
Brochamento Mandrilamento
Brochamento Mandrilamento
Brochamento Mandrilamento

Brochamento

Brochamento Mandrilamento
Brochamento Mandrilamento
Brochamento Mandrilamento

Mandrilamento

Brochamento Mandrilamento
Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.
Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.
Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.

Aplainamento

Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.
Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.
Aplainamento Plaina limadora 1. Corpo 2. Base 3. Cabeçote móvel 4. Porta ferramenta 5.

Plaina limadora

1.

Corpo

2.

Base

3.

Cabeçote móvel

4.

Porta ferramenta

5.

Mesa

cilíndrica Retificação plana
cilíndrica Retificação plana

cilíndrica

cilíndrica Retificação plana

Retificação

cilíndrica Retificação plana
cilíndrica Retificação plana
cilíndrica Retificação plana

plana

cilíndrica Retificação plana
Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica
Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica
Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica

Estampagem

Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica
Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica
Estampagem • Corte • Dobramento • Estampagem profunda ou Repuxo Prensa Excêntrica

Corte

Dobramento

Estampagem profunda

ou Repuxo

Prensa Excêntrica

Estampagem profunda ou repuxo
Estampagem profunda ou repuxo
Estampagem profunda ou repuxo
Estampagem profunda ou repuxo

Estampagem profunda ou

repuxo

Estampagem profunda ou repuxo
Estampagem profunda ou repuxo
Torneamento 1. 2. 3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar
Torneamento 1. 2. 3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar
Torneamento 1. 2. 3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar

Torneamento

Torneamento 1. 2. 3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar Recartilhar
Torneamento 1. 2. 3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar Recartilhar
1. 2. 3.
1.
2.
3.

Movimento de corte Movimento de avanço

Movimento de penetração

3. Movimento de corte Movimento de avanço Movimento de penetração Furar Alargar Recartilhar Roscar c/ Macho

Furar

Alargar

Recartilhar

Roscar c/ Macho e Cossinete

Torno convencional Torno Torno automático
Torno convencional Torno Torno automático

Torno

convencional

Torno convencional Torno Torno automático

Torno

Torno automático

Torno convencional Torno Torno automático
Máquinas sofisticadas Centro de Usinagem Torno CNC
Máquinas sofisticadas Centro de Usinagem Torno CNC
Máquinas sofisticadas Centro de Usinagem Torno CNC

Máquinas sofisticadas

Máquinas sofisticadas Centro de Usinagem Torno CNC

Centro de Usinagem

Torno CNC

Máquinas sofisticadas Centro de Usinagem Torno CNC
Corte
Corte
Corte Corte de chapas

Corte de chapas

Corte Corte de chapas
Dobramento/curvamento
Dobramento/curvamento

Formas de dobramento

Dobramento/curvamento Formas de dobramento
Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração
Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração
Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração
Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração

Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas)

Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração
Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração

Penetração

Eletroerosão (arrancamento de material por descargas elétricas) Penetração
Eletroerosão
Eletroerosão
Eletroerosão

Eletroerosão

Eletroerosão
Eletroerosão
Eletroerosão
Forjamento
Forjamento
Forjamento

Forjamento

Forjamento
Forjamento
Forjamento
Fresagem Tipos de fresa
Fresagem Tipos de fresa
Fresagem Tipos de fresa
Fresagem Tipos de fresa
Fresagem Tipos de fresa
Fresagem Tipos de fresa

Fresagem

Tipos de fresa

Fresagem Tipos de fresa
Fluidos de corte (Metalworking fluids) • Refrigerar • Lubrificar • Melhorar o acabamento da superfície
Fluidos de corte (Metalworking fluids) • Refrigerar • Lubrificar • Melhorar o acabamento da superfície
Fluidos de corte (Metalworking fluids) • Refrigerar • Lubrificar • Melhorar o acabamento da superfície
Fluidos de corte (Metalworking fluids) • Refrigerar • Lubrificar • Melhorar o acabamento da superfície

Fluidos de corte

(Metalworking fluids)

Fluidos de corte (Metalworking fluids) • Refrigerar • Lubrificar • Melhorar o acabamento da superfície •

Refrigerar

Lubrificar

Melhorar o acabamento da superfície

Reduzir o desgaste das ferramentas

Proteger contra a corrosão

Lubrificar a guia e barramentos

Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta
Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta
Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta
Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta

Refrigeração e Lubrificação

Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta
Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta

Avarias e desgaste da ferramenta

Refrigeração e Lubrificação Avarias e desgaste da ferramenta
Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos
Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos
Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos
Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos
Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos

Fluidos de corte emulsionáveis

Fluidos de corte emulsionáveis • Óleos solúveis minerais • Óleos solúveis semi sintéticos • Óleos soluveis

Óleos solúveis minerais

Óleos solúveis semi sintéticos

Óleos soluveis sintéticos

Como preparar emulsões (misturar óleo na

água)

Índice de refração-concentração

final.

Ph

Fatores que influenciam nas

emulsões.

Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina
Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina
Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina
Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina

Bactérias

Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina
Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina

RESERVATÓRIO

BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS
BACTÉRIAS AERÓBICAS
BACTÉRIASANAERÓBICAS

Controle de bactériasBactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Limpeza da máquina

Bactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias Limpeza da máquina

Limpeza da máquinaBactérias RESERVATÓRIO BACTÉRIAS AERÓBICAS BACTÉRIASANAERÓBICAS Controle de bactérias

VALOR pH (potencial hidrogenionico)
VALOR pH (potencial hidrogenionico)
VALOR pH (potencial hidrogenionico)

VALOR pH (potencial hidrogenionico)

VALOR pH (potencial hidrogenionico)
VALOR pH (potencial hidrogenionico)
VALOR pH (potencial hidrogenionico)
Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )
Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )
Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )
Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )

Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis)

Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )
Problemas que ocorrem em fluidos emulsionáveis (solúveis )
Fluidos protetivos temporários -Keen Prot Aplicações Óleos protetivos para peças metálicas em geral.  Usinadas
Fluidos protetivos temporários -Keen Prot Aplicações Óleos protetivos para peças metálicas em geral.  Usinadas
Fluidos protetivos temporários -Keen Prot Aplicações Óleos protetivos para peças metálicas em geral.  Usinadas
Fluidos protetivos temporários -Keen Prot Aplicações Óleos protetivos para peças metálicas em geral.  Usinadas

Fluidos protetivos

temporários -Keen Prot

Fluidos protetivos temporários -Keen Prot Aplicações Óleos protetivos para peças metálicas em geral.  Usinadas e

Aplicações

Óleos protetivos para peças metálicas

em geral.

Usinadas e Estocadas

Expostas

Transportadas

 Usinadas e Estocadas  Expostas  Transportadas • Benefícios  Protegem contra corrosão  Boa
• Benefícios  Protegem contra corrosão  Boa resistência da película  Fácil aplicação (imersão,
• Benefícios
 Protegem contra corrosão
 Boa resistência da película
 Fácil aplicação (imersão, pincel ou
pulverização)
 Película oleosa não secativa
 Película oleosa semi secativa e desaguante
 Película cerosa semi secativa/secativa
Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que
Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que
Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que
Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que

Linha KEEN CUT (300)

Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que atendem
Linha KEEN CUT (300) • Aplicações  Óleos de corte integralis com enxofre inativo, que atendem

Aplicações

Óleos de corte integralis com

enxofre inativo, que atendem a todas as

operações de corte

Atende a maioria dos metais,

incluindo os não-ferrosos.

Atende a maioria dos metais, incluindo os não-ferrosos. • Benefícios  Permitem a total visualização da

Benefícios

Permitem a total visualização da operação

Não são agressivos aos metais não-ferrosos

Dissipam bem o calor na operação

Longa vida útil do óleo

Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para
Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para
Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para

Linha KEEN CUT (200)

Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para usinagem
Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para usinagem
Linha KEEN CUT (200) • Aplicações  Óleos de corte integrais com enxofre ativo para usinagem

Aplicações

Óleos de corte integrais com

enxofre ativo para usinagem em

serviços severos

Utilizados em operações de aços

com alto teor de carbono e aços-liga

Benefícios

Alto poder lubrificante

Prolongada vida útil do óleo

Alto poder refrigerante

Prolongam a vida útil da ferramenta

e melhora o acabamento das peças

Linha KEEN FORM • Aplicações  Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e processos de
Linha KEEN FORM • Aplicações  Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e processos de
Linha KEEN FORM • Aplicações  Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e processos de
Linha KEEN FORM • Aplicações  Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e processos de

Linha KEEN FORM

Aplicações

Linha KEEN FORM • Aplicações  Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e processos de conformações

Óleos para estampagem de repuxo, estiragem e

processos de conformações metálicas

repuxo, estiragem e processos de conformações metálicas • Benefícios  Fácil aplicação  Protegem e

Benefícios

Fácil aplicação

Protegem e reduz o desgaste da

ferramenta

Protegem as peças na estocagem

Resistem a altas temp. e pressões

Proporcionam melhor penetração da

ferramenta nas chapas, resultando em

melhor acabamento

São econômicos

Linha KEEN SOL • Aplicações  Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis que atendem
Linha KEEN SOL • Aplicações  Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis que atendem
Linha KEEN SOL • Aplicações  Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis que atendem

Linha KEEN SOL

Aplicações

Linha KEEN SOL • Aplicações  Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis que atendem a
Linha KEEN SOL • Aplicações  Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis que atendem a

Óleos de corte solúveis minerais e emulsionáveis

que atendem a maioria dos tipos de metais e operações de corte e de retífica. Precisam constante agitação, não pode ficar parada.

Benefícios

Emulsões instantâneas e estáveis devido

ao seu poderoso agente bactericida

Não são agressivos aos metais não-ferrosos

Excelente capacidade de dissipar o calor

Alta proteção contra a corrosão

• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações
• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações
• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações

• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações de
• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações de
• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações de
• Linha KEEN SOL SS MAIS BIODEGRADÁVEL Aplicações  Semi-sintético  Atendem a todas operações de

Linha KEEN SOL SS

MAIS BIODEGRADÁVEL

Aplicações

Semi-sintético

Atendem a todas

operações de usinagem

Benefícios

 Atendem a todas operações de usinagem • Benefícios  Ótimo rendimento e acabamento das peças

Ótimo rendimento e acabamento das peças

Excelente proteção às máquinas CNC

(especialmente ROMI)

Super econômicos (alta diluição)

Inofensivos à pele

Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das
Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das
Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das
Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das
Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das
Linha KEEN SOL S BIODEGRADÁVEL • Aplicações  100% Sintéticos  Atendem a maioria das

Linha KEEN SOL S

BIODEGRADÁVEL

Aplicações

100% Sintéticos

Atendem a maioria das

operações de usinagem

Benefícios

a maioria das operações de usinagem • Benefícios  Ótimo acabamento das peças e proteção às

Ótimo acabamento das peças e

proteção às máquinas

Durabilidade da solução

Inofensivos à pele

Econômicos (alta diluição)

• KEEN SOL S 10 EP BIODEGRADÁVEL Aplicações  100% Sintéticos  Atendem à todos
• KEEN SOL S 10 EP BIODEGRADÁVEL Aplicações  100% Sintéticos  Atendem à todos

• KEEN SOL S 10 EP BIODEGRADÁVEL Aplicações  100% Sintéticos  Atendem à todos os
• KEEN SOL S 10 EP BIODEGRADÁVEL Aplicações  100% Sintéticos  Atendem à todos os
• KEEN SOL S 10 EP BIODEGRADÁVEL Aplicações  100% Sintéticos  Atendem à todos os

KEEN SOL S 10 EP

BIODEGRADÁVEL

Aplicações

100% Sintéticos

Atendem à todos os tipos de metais e

operações de usinagem

Benefícios

Possuem características de extrema

pressão (EP) proporcionando

útil à ferramenta

Inofensivo à pele e ao meio-ambiente

Boa visualização da operação

Possuem agentes bactericidas que

aumentam a vida útil

maior vida

da solução

Proteção contra corrosão

Maior vida útil da ferramenta

•  KEEN SOL S 10 Aplicações Óleo solúvel sintético destinado às operações de retíficas
•

•  KEEN SOL S 10 Aplicações Óleo solúvel sintético destinado às operações de retíficas •
•  KEEN SOL S 10 Aplicações Óleo solúvel sintético destinado às operações de retíficas •
•  KEEN SOL S 10 Aplicações Óleo solúvel sintético destinado às operações de retíficas •

KEEN SOL S 10

Aplicações

Óleo solúvel sintético destinado às operações de retíficas

solúvel sintético destinado às operações de retíficas • Benefícios  Melhor refrigeração da ferramenta e
•

Benefícios

Melhor refrigeração da ferramenta e das

peças

Proteção contra corrosão

Evita problemas de empastamento dos

grânulos e dos cavacos

Permite visualização da operação

É econômico

• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á
• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á

• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á todos

Aplicações

• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á todos

KEEN SOL S 91

• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á todos
• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á todos
• Aplicações KEEN SOL S 91  Óleo de corte solúvel sintético que atende á todos

Óleo de corte solúvel sintético

que atende á todos os tipos de

metais e operações de corte e retífica. Ecológicamente correto e isento de boro.

Benefícios

Ecológicamente correto e isento de boro. • Benefícios  Não forma espuma  Alta estabilidade da

Não forma espuma

Alta estabilidade da solução

Solução translúcida e de odor agradável

Perfeita proteção à corrosão

Excelente acabamento das peças

Não é agressivo a pele