Apostila - Louvor e Adoração 2019
Apostila - Louvor e Adoração 2019
1. A Origem 05
2. O Desvio 05
3. Jesus O Restaurador 06
4. A Origem do Levita 07
13. Santidade 36
➢ Andar em amor, amor pelas vidas e acreditar que Deus está operando através da
música.
➢ Que Deus realmente habita nos louvores, onde é possível haver curas, libertações,
perdão, edificação, arrependimento e salvação.
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INTRODUÇÃO
O que é Identidade?
Nossa identidade também está atrelada ao nosso propósito. Não tem como
falar de um, sem falar do outro. Temos características únicas, porque Deus
nos fez para algo único.
Não permita que as pessoas definam sua identidade pelo que você faz, por
suas características físicas ou por coisas que aconteceram no seu passado.
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1. A ORIGEM
(Texto base: Ef 1:4-6); (Leitura Bíblica: Jo 4:1-26);
Ao ler os textos acima, principalmente o de Efésios, onde diz que Deus nos escolheu
antes mesmo da criação do mundo, da música, dos instrumentos, da dança, entendemos
em profundidade o grande anseio de Deus para a sua criação. Deus nos criou para que
pudéssemos adorá-Lo em espírito e verdade, assim como fala na leitura de João.
Deus do seu alto e sublime trono, um ser único e soberano, desejou aumentar sua família.
Qaundo isso aconteceu, Ele disse: “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa
semelhança” (Gn 1:26 a).
Precisamos entender que devemos adorar a Deus, simplesmente pelo que Ele é, DEUS!
2. O DESVIO
Após a criação do homem, segue-se a história que já conhecemos muito bem.
O homem, por um ato de desobediência, acaba por separar-se da intimidade que antes
desfrutava com seu Criador e Pai. Não temos relatos de que Adão e Eva tenham se
arrependido de sua decisão tão desastrosa, o qual trouxe consequências incalculáveis, mas
temos sim, toda a mensagem bíblica de restauração do homem à intimidade do Pai.
Nossa redenção foi estabelecida na vida de JESUS CRISTO, nosso Salvador (Hb 9:28).
É certo que esse seria um motivo suficiente para vivermos continuamente na presença de
nosso Deus, adorando-O e louvando-O. Mas como não bastasse, temos vivido coisas
maravilhosas com o Senhor. Temos recebido tantas coisas boas que não merecíamos. Isto
tem nome: “GRAÇA” (Ef 1:4-6)
“Pois nos elegeu nEle antes da fundação do mundo, para sermos santos e
irrepreensíveis diante dEle. Em amor nos predestinou para sermos filhos de adoção
por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade, para louvor e
glória da sua graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado”
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3. JESUS O RESTAURADOR
No antigo testamento, a primeira referência bíblica que diz respeito à adoração, está em
Gn 22:5. Relata onde Abraão estaria talvez, no momento mais difícil de sua vida. Teria que
obedecer a Deus e provar seu amor a Ele, sacrificando seu filho Isaque. Adoração também
é sacrifício. Abraão disse aos seus servos que depois de haverem adorado, voltariam. Ao
longo de todo o Antigo Testamento, vemos vários relatos, assim como este, indicando que
alguém estava adorando a Deus. Principalmente quando Deus instituiu o tabernáculo e
ordena toda uma tribo, a tribo de Levi, que assumisse as funções sacerdotais diante de
todo o povo de Israel. Essa adoração constituía em um ritual muito cuidadoso e muito bem
planejado, onde apenas o sumo sacerdote, uma vez ao ano, adentrava o Santo dos Santos,
local este onde permanecia a Arca da Aliança, símbolo da presença de Deus, e ali concluía
seu ritual de adoração com ofertas e sacrifícios de animais por todo o povo de Israel (Hb
9:1-10). Na era “Davídica”, a música passou a ser parte quase que indispensável para o
serviço no templo diante da Arca da Aliança, não que antes não houvesse música, mas
Davi fortaleceu o laço da música com a adoração feita a Deus. Foi realmente o período
áureo da adoração a Deus em Israel. Deus tinha no comando do seu povo um homem
segundo o seu coração, que levava o povo a adorar a Ele. Por isso podemos ler a promessa
feita em Amós [Link]
“Naquele dia tornarei a levantar a tenda de Davi, que está caída, repararei as suas
ruínas, e a edificarei como nos dias da antiguidade”
Após a era de Davi muita coisa aconteceu ao povo que Deus escolhera para ser seu, para
ser sua testemunha perante os povos da terra. Vieram reis insensatos que corromperam o
povo para adorar a falsos deuses, e assim distanciando-os de Deus, até chegar ao período
mais triste da história de Israel. “Os quatrocentos anos de silêncio”. Esta sequência de
silêncio da parte de Deus, foi interrompida com a chegada do Messias, Jesus O Salvador,
O Restaurardor de todas as coisas. (Hb 9:11-15).
Jesus na conversa com a mulher samaritana, mostra a restauração que está por vir, da
adoração dos homens à Deus. Na verdade Ele diz que este tempo já era chegado, porque
quem faria esta união com o Pai novamente, seria Ele por meio do sacrifício único de
expiação.
Em Hb 10:19-22, com o seu sacrifício único na cruz, Jesus nos autoriza a entrar no Santo
dos Santos, isto é, na presença de Deus, onde antes era permitido apenas ao sumo
sacerdote. Agora, tendo um único Sumo Sacerdote, JESUS, temos liberdade para entrar e
permanecer na presença de Deus, como antes, no jardim do Éden. Ali Deus sempre
chamava Adão pelo nome em intimidade e comunhão. Lemos em Atos 15:16-17, a
promessa de Deus através de Amós, sendo cumprida na Igreja estabelecida por Cristo.
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4. A Origem do Levita
Quando estudamos a palavra de Deus e como Ele enxergava a obediência, organização
e a “Arte” dentro do santuário, podemos compreender o quão específico Ele foi na
constituição sacerdotal, e também dos levitas os quais davam suporte e sustentação ao
ministério sacerdotal e ao povo. Sendo assim, os levitas a via de acesso ao lugar Santo
através das ofertas, em reverência e adoração a Deus.
✓ Levi – Origem da tribo de Jacó ( sua mãe - Lia) - (Gn 29:31, 34)
✓ Linhagem de Levi :
- Gérson;
- Coate (pai de Anrão, este o pai de Moisés e Arão (Sacerdote e Levita) (Ex 4:14 - 6:27)
- Merari;
Levita: Separado por Deus para orientar e cuidar dos ofícios na tenda sagrada.
-v52: Os filhos de Israel se acamparão, cada um no seu arraial e cada um junto ao seu
estandarte, segundo as suas turmas.
-v53: Mas os levitas se acamparão ao redor do tabernáculo do testemunho, para que não
haja ira sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas tomarão para si o
cuidar do tabernáculo do testemunho.
-v54: Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o Senhor ordenara a Moisés,
assim o fizeram.
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No capítulo de Nm 8 inteiro Deus ordena a Moisés como Ele queria, e quem queria que
fosse consagrado ao “ofício levítico”, também como essas pessoas deveriam se portar e
“servi-lo continuamente no altar”
Deus expressamente “separa” os levitas como sacerdócio santo para a adoração, louvor
e celebração como sacerdotes para além de servir ao Senhor com unção e santidade, cobrir
espiritualmente todo o povo e a casa de Deus, segundo a ordem do Senhor.
Como “separados” por Deus, através do sacrifício de Jesus, hoje somos herdeiros da
promessa e temos o sacerdócio real (I Pe 2:9); Não por meio de convenções humanas,
mas segundo a linhagem de Melquisedeque (Hb 5:10), adquirimos a benção e liberdade
de ministrar diante do altar com autoridade constituída por Deus, hoje renascidos
como nova criatura, para pregar o evangelho que liberta, traz cura e libertação, onde
tudo isso “podemos realizar através do nosso louvor e nossa adoração”
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5. LOUVOR E ADORAÇÃO I
(O QUE É LOUVOR?)
I. Louvor
Quando elogiamos uma pessoa, estamos lhe dizendo que a consideramos como
uma pessoa tremendamente maravilhosa, ou que suas realizações são realmente
grandiosas.
São as mesmas coisas com o Senhor, o louvor tem haver com o reconhecimento do
caráter e do poder de Deus. Sl 63:3-4
Em seu sentindo mais amplo, também inclui uma expressão de gratidão e ações de
graças por favores recebidos.
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4. Onde devemos louvar a Deus
II. Adoração
1. Significado
E não por nada que ele tenha feito e que tenha sido para o nosso beneficio.
Em espírito e em verdade.
2. Em Espírito
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Assim sendo somente os filhos podem adorar. Jo 3:5-8
3. Em Verdade
Conforme a Palavra.
a) A atitude de Cão foi de expor o Pai, mas a atitude de Sem e Jafé foi de encobrir a
nudez do Pai. A falha de Noé tornou-se um teste para Sem, Cão e Jafé.
c) Noé mesmo estando errado se posicionou para zelar pelo princípio da autoridade.
1. Nadabe Abiú
Lv. 10:1-2
Deus não aceita fogo estranho. Fogo estranho é aquele que tem origem em nossa
presunção humana.
2. Arão e Miriã
Nm. 12:1-15
Arão e Miriã eram mais velhos que Moisés. Na família Moisés deveria estar
submisso a eles, mas na obra de Deus Moisés era o cabeça. Moisés tomou
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uma mulher etíope. Era correto que eles tratassem da questão no âmbito da
família, mas falharam quando tocaram na autoridade de Deus.
Observe que a terra se abriu e devorou a todos eles vivos. Deus havia
tolerado a dúvida e a tentação, mas não pode suportar a rebelião.
b. A rebelião é contagiosa
6. LOUVOR E ADORAÇÃO II
(ENTENDENDO A SUBMISSÃO)
Devemos nos submeter sempre à autoridades, mas nem sempre temos de obedecê-
las.
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• A autoridade soberana de Deus.
• A autoridade da Bíblia.
Qualquer autoridade deve ser submissa a esses três níveis mais elevados de
autoridade.
O chefe somente pode dar ordens com respeito ao trabalho. Ele não pode
determinar nada na minha casa. O mesmo se aplica na igreja. O pastor, o
líder ou qualquer outra autoridade está limitado a aquilo para o que foi
delegado ou designado. Um pastor não pode escolher com quem devo me
casar ou interferir na minha vida profissional ou doméstica.
Dentro dos limites da Palavra de Deus devemos nos sujeitar aos costumes e
às tradições do lugar e da igreja onde vivemos.
Aptidão natural. Nos sujeitamos porque ele tem um dom natural. (Música, por
exemplo).
Treinamento ou instrução. Nos sujeitamos porque ele sabe mais que nós.
Experiência. Nos submetemos porque ele fez antes de nós várias vezes.
Não estou sugerindo que alguém deva ser rebelde, porque a rebeldia é como
o pecado de feitiçaria (I Sm. 15:23). Mas desejo enfatizar que na Palavra de
Deus a obediência é sempre relativa.
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Com base nisso podemos dizer que um pai que proíbe um filho de ir à igreja
não deve ser obedecido, nem tão pouco o marido que proíbe a esposa.
Naturalmente não com desafio discussões ou gritarias, mas com astúcia
fazendo a vontade de Deus.
2) Raabe a prostituta
Raabe cometeu alta traição contra o seu país. Além disso, ela mentiu para
proteger os espias. Mas por tudo isso ela foi honrada por Deus e entrou na
genealogia do próprio messias. (Hb. 11:3)
3) Samuel
Saul ainda era o rei, mas Samuel foi enviado para ungir outro rei no lugar dele
(I Sm. 16:1-2). Tal atitude poderia ser vista por Saul como crime contra o
estado, contra o rei.
4) Jônatas
Saul ordenou a Jônatas que matasse a Davi. Todos sabem que os filhos
devem obedecer aos pais, mas Jônatas não obedeceu a Saul.
6) Os apóstolos
A ordem das autoridades era para que não se pregasse o evangelho de Jesus, mas
os Apóstolos responderam: importa primeiro obedecer a Deus que ao homem (At.
5:29)
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Mas se não temos palavras erradas e reclamação, a crítica ou a sugestão podem
ser dadas sem incorrer em pecado.
O maior exemplo disso foi a forma como os Apóstolos trataram a questão das viúvas
helenistas que estavam sendo esquecidas na distribuição da sexta. (At. 6:1-4).
Outro exemplo é Marta. Por várias vezes ela reclamou a Jesus, mas em nenhuma o
Senhor a repreendeu. Ela reclamou porque o Senhor não veio mais cedo para curar
a Lázaro e também reclamou que ela trabalhava e Maria ficava aos pés do Senhor.
(Jo. 11:20-24, L[Link]-40).
b) Cuidado com atitudes do tipo: os outros estão dizendo, estão todos falando,
etc.
c) Cuidado com a atitude: alguém me disse, mas não posso dizer quem...
Como sabemos se uma pessoa é alguém que se submete à autoridade? Vamos dar
alguns sinais.
Quem tem revelação da importância da autoridade não vive solta e sem restrição.
Ela busca se submeter de coração e não apenas por obrigação.
2) Uma vez que alguém conhece a autoridade ele se tornará mais brando e
mais dependente.
• O louvor como conhecemos hoje surgiu com Lutero. Antes de Lutero somente
existiam os cânticos gregorianos.
• Normalmente uma reunião tem três fases. Isso pode ser melhor ilustrado pelo
Tabernáculo de Moisés.
• O alvo é ter o controle para depois perder o controle. O dirigente aguarda que o
Espírito Santo tome a direção da reunião. Você a dirige para entregá-la ao Espírito
Santo. Só quem tem o controle pode entregá-lo.
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• A nossa prática é conduzir os irmãos para depois entregá-los.
• Não comece com cânticos profundos de adoração porque isso vai estimular a
religiosidade exterior.
• Não use você como parâmetro, mas a congregação. As vezes você já estava orando
a uma hora e está pronto. Observe os irmãos e se envolva no ambiente da igreja.
• LUGAR SANTO – Cânticos de louvor, de exaltação a Deus por aquilo que Ele é.
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A Direção Do Louvor
• A direção do Louvor tem a ver com percepção, com o preparar-se antes, com o
ambiente no momento que começa a reunião, com a música. Tem a ver com o
momento em que a igreja está vivendo.
• Ter tirado tempo com Deus servindo como sacerdote ou guerreiro ministrando na
Presença de Deus com tempo de qualidade antes de a reunião começar, é chave
para que no momento em que a reunião começa já haja a manifestação de Deus no
ambiente.
• Não basta ser sensível tem que fazer da maneira certa, com sabedoria. Levantar a
fé dos irmãos com encorajamento ou com uma atitude de guerra espiritual pode fazer
toda a diferença. As pessoas respondem a um dirigente sensível e ungido.
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• O dirigente pode ser sensível, porém tolo. Ao perceber o ambiente de
arrependimento o pastor ou dirigente pode bater na igreja, sendo desamoroso com
o rebanho e as pessoas.
• Pode criticar as pessoas por não estarem sendo intensas na reunião, sem perceber
que aquela reação é apenas o sintoma da falta de um “Romper em Fé” para que o
ambiente seja aberto.
• O dirigente tem que perceber quando o ambiente é liberado. Você vai para a reunião
com esse propósito.
• O alvo é chegar ao Santo dos Santos. Precisamos remover os entulhos para atingir
esse alvo.
• Se a reunião está “amarrada” nunca destaque isso dizendo o que percebeu aos
irmãos. Assim, até quem flui também fica influenciado por isso. Simplesmente
conduza a reunião à músicas de fé, confiança e arrependimento a fim de liberar a
reunião.
• Devemos evitar toda distração possível. Não chamarmos a atenção para nós
mesmos.
• Existem muitos motivos para que a reunião esteja pesada: muitos visitantes ímpios,
pecado, pura resistência espiritual. Temos que ministrar até romper e quando isso
acontece mudar a direção para a adoração ou como Deus dirigir.
• A regra geral é: faça tudo o mais suavemente possível. O ideal é que deveríamos
cantar blocos de música no mesmo tom para que as músicas tenham uma
continuidade.
3. Deve trazer a igreja diante de Deus e liberar sobre ela, vida, sede do Senhor,
compungimento e liberação de espíritos malignos.
4. O líder deve preparar-se nas músicas que vão ser cantadas. Ele deve conhecer com
segurança a letra delas, as entradas e o rítimo.
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5. 4. Se não souber tocar um instrumento musical e não houver na igreja quem o faça,
pode preparar CDs de cânticos e usá-los na reunião da igreja. Mas de modo algum
deve deixar de se preparar escolhendo as músicas certas, ministrando na presença
de Deus e sabendo cantar cada música escolhida.
9. Deve ter uma atitude correta para com a igreja, o pastor a visão.
1. O COMEÇO DA REUNIÃO:
• Comece com músicas leves porque nem todos os irmãos estão envolvidos no
mesmo espírito.
• Use o tom musical adequado à média das pessoas ou do horário (reunião de oração
no período da manhã)
• Não seja místico com relação ao inicio da reunião em relação a que música tocar.
2. O CLÍMAX DA REUNIÃO:
• Ainda que nunca seja errado louvar ao Senhor, não tente entrar em um cântico
espiritual depois de todo corinho. Dirija o povo ao clímax de um louvor mais elevado,
um nível de fé mais elevado onde eles estejam mais cientes da presença de Deus.
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• Cânticos espirituais são iguais a tempero de comida, quando tem demais fica
insuportável.
• Não tenha receio de cantar um cântico espiritual. É aquilo que flui naturalmente no
seu espírito. O momento de ministrar esse cântico é chave. Aprenda a forçar um
pouco, insista um pouco mais até chegar o nível do cântico profético.
• Intensifique o estribilho, isto é uma frase forte que leve o povo a cantar de uma
maneira intensa. Aproveite o coro da música.
• O cântico profético é dizer aqui aquilo que está sendo dito nos céus. Isso pode ser
preparado, ensaiado.
Crise é a explosão que te leva a lugares novos. Louvor fluente é fruto de preço
pago em oração antes da reunião.
O líder é aquele que se dispõe a pagar o preço para que o louvor seja bom.
Decidir que terá uma reunião liberada e abençoada.
A escolha de cânticos adequados libera o fluir. Devemos optar por músicas ricas,
que atraem que envolvem. A letra deve casar com a melodia.
Precisamos gastar tempo com Deus até romper o fluir. Intensidade é chave!!!
O envolvimento da equipe tem que ser mais do que da garganta para fora, mas
uma atitude de coração, motivação e intensidade. Isso vale para quem canta e
para quem toca.
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O temor humano não pode ser maior do que o temor a Deus.
Cuidado para não estar sempre fazendo solos e modificando a melodia enquanto
dirige o louvor.
• Se acontecer de começar uma canção fora do tom não insista no erro, mas pare a
música e recomece-a com tranqüilidade.
• Não fique acusado por usar os recursos da música ou da voz. Isso não é
manipulação, mas técnica. Não há nada mais enfadonho do que um pregador que
fala no mesmo tom o tempo inteiro.
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IV. A preparação do ministro de louvor
• Guie o povo e não anuncie simplesmente o cântico para que eles o cantem. Dirija o
louvor, conduza o povo.
• Evite cânticos que obriguem uma resposta externa quando ainda não houver um
ambiente apropriado. (cânticos de comunhão)
• Use o silêncio.
• Não ensine mais de um cântico por reunião e nem ensine em toda reunião um
cântico novo.
• Não pregue sermões entre cada cântico, fazendo comentários sobre cada um deles.
Você percebeu que existe passividade você tem opção de exortar. Quem pode
exortar? Quem tem crédito!!! Instruir é a melhor maneira de exortar os irmãos.
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• Esteja pronto. O dirigente deve estar bem preparado: corpo, alma e espírito.
• Seja natural sobrenaturalmente. Não tente ser quem você não é imitando outro
ministro de louvor ou o estilo do pastor.
• Seja sensível para não cantar corinhos em demasia. Todavia não termine o louvor
justamente no meio do fluir da adoração.
• Lidere o louvor e não controle o povo. Evite dizer o tempo todo o que eles devem
fazer: erguer as mãos, colocar a mão no coração. Quanto mais maduro for a igreja
mais responsiva ela será. Estimule a espontaneidade.
“... eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós”. (Gn.22:5)
Adoração
Apreciar o Valor de Alguma pessoas ou coisa. Dar uma resposta apropriada deste
Valor.
Conceito
■ Adora - Proskeneu
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■ 2) entre os orientais, esp. persas, cair de joelhos e tocar o chão com a testa como
uma expressão de profunda reverência
■ Precisamos compreender, que Deus nos chamou para sermos sacerdotes – IPe.2:9,
Ex.19:6e7, Ap.1:6.
■ O Salmista diz e conclama: “Entrai pelas Suas portas...” – Sl. 100:4; “Adorai-O na
beleza da Sua Santidade...” (Salmos 29:2 e Salmos 96:9)
■ Sabe-se que não se entra na Presença do Rei, sem algumas prescrições. Deve ser
alguém que foi escolhido, o escolhido deve ser alguém que se prepara para estar na
presença do Rei. Podemos ver claramente este princípio ilustrado no Livro de Ester.
O Exemplo de Ester
■ Assim como Ester, nós como igreja, a cada vez que vamos ministrar ao senhor,
devemos ter a consciência que estamos entrando na Presença do Rei como Noiva,
de modo que lhe sejamos agradáveis.
■ A diferença entre nós e Ester, é que enquanto o Rei Assuero, se fascinava com
aromas de unguento e mirra o nosso Rei ama o aroma da santidade, dos Louvores
e da perfeita Adoração em espírito e em Verdade.
■ De Moises – o sacerdócio;
Como Adoram
■ Deus não habita mais em tendas nem em templos feitos por mãos humanas;
Os Verdadeiros Adoradores
■ Aqueles que valorizam as aparências exteriores da vida e das coisas. Honram com
os lábios, mas estão longe com o coração – Mt. 15:8.
Os Falsos Adoradores
■ Exemplos:
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■ Aqueles que adoram as riquezas – Lc. 16:13(Mamom!)
■ Jesus Definiu Que os verdadeiros adoradores são aqueles que adoram em espírito
e em verdade.
a) Em espírito:
b) Em verdade:
■ Fala-nos de adorar, fazendo a Sua vontade. A Verdade é a Sua Palavra (Jo 17),
Nela está a Vontade de Deus (Mandamentos).
■ Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele
que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a
ele. João 14:21
■ Santidade e Consagração;
■ Em espírito e em verdade:
II) Exemplo de Moises e Sua Presença (armando a tenda e ‘brigando pela Glória’);
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■ Em espírito e em verdade;
■ Em espírito e em Verdade
■ Em espírito e em verdade:
■ “E tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras”... Mateus 26:30;
■ Passou a noite inteira orando e depois saia para curar enfermos, expulsar demônios,
ensinando e fazendo a vontade do Pai – Gerando discípulos e edificando a igreja;
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Um texto bíblico que nos erve como exemplo, é o clássico texto de Paulo e Silas na prisão,
registrado no livro de Atos 16:16-31, onde enquanto encarcerados, cantavam louvores ao
nome do Senhor, o qual resultou em um terremoto, quebrando todos os grilhões abrindo
todos os portões, deixando-os livres para ir embora.
A adoração que agrada a Deus não está relacionada unicamente a música, fala de
nós, enquanto adoradores do Deus verdadeiro, oferecendo a Ele nossas habilidades e
talentos, para que por nosso esforço e dedicação, Ele seja entronizado, glorificado e
reconhecido no meio do seu povo e nações.
Conseguir o casamento entre música e profecia não é tarefa fácil, pois fala de um
desenvolvimento interior, nossa espiritualidade, oração, relacionamento com Deus e
comprometimento com a verdade eterna; fala também de nosso desenvolvimento
exterior, das nossas habilidades humanas, desenvolvidas por treinamento dos músicos,
ministros e também da congregação.
“Nossas canções devem ser extamente assim como é o nosso relacionamento com
Deus. Cantamos a Ele aquilo que d’Ele ouvimos, e em resposta, cantamos o nosso
desejo de cumprir aquilo que Ele quer de nós”.
Relacionar-se com Deus é vital, e como ministros temos o encargo de comunicar a
congregação aquilo que o Senhor está dizendo e convidá-los a responder com amor
ao que Ele requer de nós. Ao som de instrumentos. É como descreve o texto no livro de
Mateus 11:16-17, ou seja, Deus nos desafia a ouvi-Lo e a cumprir Sua ordenança.
Temos experimentado um renovo por parte de Deus nso últimos anos, no que diz respeito
a música em nossas congregações: o uso de instrumentos de percussão, bateria, das
guitarras, dos teclados e sintetizadores, até mesmo nas letras dos nossos cânticos, que
antes contemplavam um Deus inalcançável e inatingível, passaram a ser sobre um Deus
próximo, que é amoroso, belo, poderoso, fonte de toda alegria e prazer que o homem possa
experimentar. Mas como podemos discernir nas nossa reuniões, O que constiui um
ambiente profético?
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exatamente da música que Deus se agrada, mas das pessoas, do que está sendo
ofertado em seu coração, de vê-las se rendendo a Ele de modo intenso, e em completo
abandono a sua pessoa como adorador. Todas essas coisas saõ importantes e refletem o
momento em que nós músicos, levitas, adoradores, temos vivido enquanto servimos nossa
congregação.
Observando as Escrituras Sagradas, podemos identificar uma única coisa que talvez nos
ajude a discernir o profético em meio as nossas canções: A TRANSFORMAÇÃO.
Em I Samuel 10:6-13, vemos Saul ungido rei sobre Israel, profetizando empoderado pelo
Espírito de Deus. A transformação em Saul e no ambiente foi tão nítida que os que o viram
se perguntavam se ele também era profeta.
Vale ressaltar que falamos de algo que é corporativo, não uma simples apresentação as
pessoas. Nosso desafio é construir um ambiente propício de cooperação e estímulo
mútuo onde “Todos” a uma só voz, engrandeçam seu Santo Nome – Sl 34:03. A
cooperação da congregação é o que vai gerar a TRANSFORMAÇÃO que desejamos no
ambiente, onde Deus se manifestará profeticamente.
“Danças, palmas, risos, lágrimas, tudo o que somos e temos é entregue a Deus
intensamente, em louvor e adoração, como expressão do que Sua presença gera em
nosso interior. Por esse motivo, não é difícil “fingir” os movimentos e expressões que
compõem a dita “Adoração Profética”. Cantores e músicos bem treinados, conseguem
basicamente criar canções e linhas melódicas sem problema algum, gerando um
ambiente carregado de emoção, mas não transformado por Deus, para que Ele possa
agir livremente entre as pessoas, e também para que as pessoas se juntem ao que Ele
está fazendo”
Paulo esclarece bem no livro aos Coríntios, que o propósito de profetizar é a edificação
da Igreja, e que a profecia deve ser para edificação, exortação e consolação – I Co 14:3.
Por isso, o músico que ministra na igreja precisa observar os frutos de seu ministério. O
que acontece enquanto estamos tangendo nossos intrumentos e cantando? Estamos
observando a congregação que servimos ser edificada? O que liberamos em nossas
canções tem gerado desejo por estar perto de Deus? O que Deus está pedindo a nós? Ele
quer palmas? Lágrimas? Que paremos de tocar / ministrar? Qual é o desejo de Deus para
nós, neste momento?
Como filhos de Deus, não somente como músicos, levitas e adoradores, mas como
“separados no seu altar” temos o dever de habitar e viver no ambiente profético, ser
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cheios com o Espírito Santo, profetizando a respeito do verdadeiro testemunho de Cristo
Jesus Àquele a quem adoramos.
Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes concedam poder sobre outros indivíduos,
mas poucas sabem exercer esse “encargo com autoridade”
Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto as pessoas, é porque você não
é. Mas se você não está no poder e mesmo assim as pessoas buscam suas orientações,
é porque você tem autoridade.
Liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao mesmo tempo em
que constrói bons e duradouros relacionamentos.
O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade, inspira os seus colaboradores e os eleva
a condição de amigos.
Relacionamentos
Para executar uma liderança saudável é preciso sem dúvida alguma desenvolver
relacionamentos saudáveis de parceria e amizade.
Costumamos dizer que, onde o relacionamento é fraco, as regras são fortes, ou seja,
se não tivermos relacionamento, vamos ter de nos respaldar em regras para que os nossos
liderados saibam o que fazer e o que não fazer. Porém, se tivermos um relacionamento
mais estreito como líderes e pastores, vamos poder através da convivência transferir
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o coração e com a nossa vida comunicar princípios que serão certamente levados
em consideração no dia a dia.
➢ COMUNICAR – Informar de maneira clara, direta e simples o que precisa ser feito
e de que forma ser feito.
➢ PLANEJAR – Ter uma visão macro (ampla), com objetivos a longo prazo, definindo
prioridades.
Pastoreio
Pastor(a) – (Termo de ternura): Sugere cuidado, homem ou mulher, zeloso que “cuida
do rebanho de Deus” e sempre tem uma palavra de ânimo e encorajamento (pastagens
verdejantes), proporciona um “ambiente espiritual agradável e alegre” (guiando-o as águas
tranquilas).
Por conta do “estarem no altar”, as pessoas escondem os seus erros para que não sejam
“convidadas” a se retirar (em algumas situações devem ser removidas com autoridade),
mas se esquecem de que o verdadeiro altar são elas mesmo, somos Nós.
Somos a casa de Deus, templo da morada do seu santo Espírito porém, Ele não
habita em templos “feitos por mãos humanas”
Levítico 10 relata a história de dois homens – Nadabe e Abiú – que levaram diante do
Senhor fogo estranho e foram consumidos por isso. Sabemos que o Velho Testamento
é uma sombra das coisas futuras. O que aconteceu com aqueles homens, talvez não
aconteça literalmente nos dias de hoje, mas com certeza espiritualmente acontece. Então,
como pastores, precisamos nos ater a “guardar o altar” para que não se apresente fogo
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estranho ao Senhor, e “guardar os nossos liderados” para que eles não entrem nesse
lugar de negligência e irresponsabilidade com o chamado que lhes foi confiado.
- I Pe 2:9
“Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de
Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz”
“Todos nós fomos chamados para servir no ministério de louvor”. Não se assute, esta é a
verdade contida no versículo em destaque. Todos, através do sacrifício único de Jesus,
tornamo-nos sacerdotes do Deus altíssimo. Portanto, todos nós devemos ministrar o louvor
diante de Deus – Hb 4:14-16 / 10:19. Um sacerdote é aquele que ministra diante de Deus.
No Antigo Testamento, era aquele que representava os homens diante de Deus. Um
sacerdote se põe na presença de Deus para oferecer a Ele, como já estudamos, ofertas de
sacrifício, louvor e adoração.
Portanto, é explícito e sadio compreender, que essas não são funções específicas, apenas
daqueles que ministram no altar das igrejas.
O que é preciso diferenciar, é que Deus tem “um chamado ministerial para cada um”.
A Bíblia diz: “Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo”. (I Co 12:5)
“Deus sempre nos separa para algo. Ele nos deu dons e talentos”
Ministério é Serviço
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Esta palavra que ouvimos com tanta frequência (ministério), significa nada mais que
serviço.
E não somente os que ministram no altar são os que possuem ministério (Pastores,
Músicos e Adoradores, Diáconos).
Há alguns dentre nós, que foram “separados por Deus” para servir no ministério de música
em nossa igreja. Porém, isso “não os torna melhores ou piores do que ninguém”.
Já que entendemos, que o ministério é serviço, assim como alguém foi chamado,
separado por Deus para servir na recepção da igreja, outro foi chamado, separado para
servir no ministério que trabalha com o ofício da música.
Mas, como diz o versículo em I Co 12:5”...o Senhor é o mesmo”. Nossa motivação então
deve ser a mesma, pois “tudo o que o fazemos e entregamos em serviço” é para o louvor
da Sua glória!
- Ef 4:11-13
“E Ele mesmo designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para
evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para
a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos
alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos a
maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo”
Para quem devemos focar os ministérios que Deus tem nos dado?
A resposta é, para a igreja. Para o Corpo de Cristo, assim como foi lido no texto aos
Efésios destacado acima.
Nossa motivação deve ser única e exclusiva ao Senhor, servir a Deus com todo o nosso
coração. Jesus é a cabeça do corpo que é a igreja – Cl 1:18.
O apóstolo Paulo suportou as aflições do seu chamado, e o fez com alegria. Você já se
perguntou o porquê? Pois bem, ele sabia que através de seu ministério, a igreja seria
favorecida, era necessário (e não o seria em vão), o seu trabalho para o Corpo de Cristo.
Foi tão necessário o ministério do apóstolo Paulo, que seus frutos chegaram aos dias
atuais até nós.
“Agora me alegro em meus sofrimentos por vocês, e completo no meu corpo o que
resta das aflições de Cristo, em favor do Seu Corpo, que é a Igreja. Dela me tornei
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ministro de acordo com a responsabilidade por Deus a mim atribuída, de apresentar-
lhes a palavara de Deus” – (Cl 1:24-25)
Quando entendemos isso, nossa primeira postura e ter a preocupação, o temor de tomar
decisões, e em segundo, direcionar nosso ministério em favor da igrja e não para nós
mesmo.
Muitos usam a palavra ministério para dar nome a sua “auto-promoção”. Quem assume
este pensamento e postura, não serve ao ministério, a noiva de Cristo, pois assim estará
aplicando seus dons em favor próprio.
O ministério é algo sério, para os “chamados e obedientes”, aos que possuem convicções
firmes na palavra e ordenanças de Deus, que independem dos problemas externos e do
que dizem os incrédulos a Santa Palavra de Deus. Ele segue firme, convicto em seu
chamado, seu propósito e fé em Deus.
O mais importante de tudo é que “não há ministério fora do Corpo de Cristo”. O serviço é
gerado para abastecer, edificar a igeja, e “fazê-lo com o poder constituído por Deus”.
Quem não está ligado a este Corpo, “não possui ministério algum”. O dom e o ministério
que não o é direcionado para o Corpo de Cristo, é sem dúvida alguma direcionado para si
mesmo. É neste engodo que muitos tem caído no caminho, pois da porção que receberam
de Deus, não “ministraram” ao seu Corpo, sua Igreja.
“Contudo, quando seu coração se tornou cobiçoso, arrogante e endurecido por causa
do extremo orgulho e vaidade, ele foi deposto do seu trono real e totalmente despojado
da sua glória”.
[Link]
Estamos debaixo de uma unção, chamados por Deus para tanger diante da igreja e
sermos exemplo em nosso estilo de vida. – (Mt 5:13-16)
Deus é Santo e para me aproximar do seu altar e alcançar os seus ouvidos e coração,
tenho que viver uma vida de consagração a Ele.
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“Sou Eu, Yahweh, que vos fiz subir da terra do Egito para ser o vosso Deus: sereis,
portanto, santos. Porque Eu Sou Santo!” – Lv 11:45 / (Lv 19:2)
É possível alguém ter intimidade com Deus?
É permitido?
Estas são algumas das perguntas que podem surgir, indagando a nossa mente e coração.
Deus mais do que nós, tem interesse em ter um relacionamento de comunhão e intimidade
conosco. Ele assim o deseja muito mais do que imaginamos. Foi para isto que nos criou.
Por isso nos deu poder de sermos chamados filhos, e não criaturas (Jo 1:12). Porque filhos
têm intimidade com o Pai.
Deus está nos esperando. A decisão de termos uma vida de intimidade com Deus, deve
partir de nós.
O que infelizmente tem acontecido nas igrejas, é que muitos tem “servido” ao Senhor, sem
realmente conhecê-lo. Para se ter intimidade com alguém, é necessário andar junto. Investir
tempo juntos. Assim como o é em um casamento.
Temos que priorizar a Santa presença de Deus,e o tempo a sós com Ele, em nossas vidas.
Isso, através de disciplinas e alimentos espirituais.
Porque não conseguimos estabelecer metas de disciplinas espirituais? Tais como: jejum,
leitura da palavra, silêncio e quietude na presença de Deus (estar sensível para ouvir sua
voz). São tantas, mas, parece ser tão difícil começar a praticar ao menos uma delas, e
assim dominar as demais?
“Quem prioriza o fazer, busca o louvor dos homens, ou seja quer visibilidade, aparecer”.
“Aquele que quer servir no altar e aproximar-se do coração de Deus, tem que buscar
santificar-se, humilhar-se e pagar o preço para chamar atenção e a presença da Sua glória”
Que possamos esquadrinhar nosso coração, e ver a real motivação daquilo que estamos
fazendo.
Quando nossa comunhão com Deus é superficial, nosso ministério também o será!
Como poderemos servir a Deus, sem ao menos nso relacionar em profundidade com Ele?
Que possamos estar com o coração puro, vivendo um relacionamento sadio com o nosso
Deus. (Sl 15:1-2).
• Dízimos e Ofertas
- Ml 3:6-10
- v6, “De fato, Eu, O Senhor, não mudo. Por isso, vocês descendentes de Jacó, não
foram destruídos”.
- v7, “desde o temppo dos seus antepassados vocês se desviaram dos meus decretos
e não lhes obedeceram. Voltem para mim e Eu voltarei para vocês”, diz O Senhor dos
Exércitos”. “Mas vocês perguntam; ‘Como voltaremos?’
- v8, “Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda
perguntam: ‘Como é que te rubamos?’ “Nos dízimos e nas ofertas”
- v9, Vocês estão debaixo de grande maldição, porque estão me roubando; a nação
toda está mme roubando.
- v10, Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em
minha casa. “Ponham-me a prova”,diz O Senhor dos Exércitos, “e vejam se não vou
abrir as comportas dos céus e derramarei sobre vocês tantas bênçãos que nem terão
onde guarda-las.
- I Co 9:1-14
- v1, Não sou livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor? Não são vocês
resultado do meu trabalho no Senhor?
- v2, ainda que eu não seja apóstolo para outros, certamente o sou para vocês! Pois
vocês são o selo do meu apostolado no Senhor.
- v4, - v5, v6, v7, v8, v9, v10, v11, v12, v13, v14.
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• Fidelidade
- I Co 6:19, 20 diz: “Acaso não sabeis que o vosso corpo é o santuário do Espírito
Santo...e que não sois de nós mesmos?”
Nosso corpo, nossos talentos, nosso tempo, nossas posses e bens pertencem a Deus.
O que somos então? Segundo a Bílblia, mordomos. Deus nos deu a sagrada
responsabilidade de administrarmos o que pertence a Ele. Em sentido amplo, a mordomia
envolve o uso sábio, fiel e abnegado da vida.
A fim de lembrar ao ser humano que Ele é a fonte de todas as bênçãos, Deus instituiu o
sistema de dízimos e ofertas. Esse é um meio portanto, de louvor e adoração a Deus, em
resposta ao que ele fez e faz por nós.
O dízimo é sagrado, santo. Ele pertence a Deus – Lv 27:30, 32. Por isso, não “damos” o
dízimo, mas sim, devolvemos o que é de Deus.
Qual o papel dos dízimos? - O dízimo deve ser entregue a Igreja – Ml 3:10, que
estabelece uma base salarial única e remunera seus pastores de modo equitativo.
Qual o papel das ofertas? - As ofertas são necessárias para construir, manter e operar
as igrejas (pagando contas de limpeza,luz, água), e para empreender a obra médico
missionária, demonstrando o significado prático do evangelho.
Porque Deus os instituiu? – Os dízimos e ofertas, servem para tirar o egoísmo do nosso
coração e nos ajudam a colocar nossa confiança não no dinheiro, mas em Deus – Lc 12:15.
Como resultado desse relacionamento de confiança, teremos mais sabedoria para gastar
o dinheiro, pois adquirimos uma perspectiva correta da nossa escala de valores, sabendo
assim, diferenciar o que é realmente essencial daquilo o que é supérfulo.
- Pv 3:9, “Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas
as suas plantações;
A nossa motivação ao devolver o dízimo não é conseguir bênçãos materiais de Deus, mas
expressar gratidão e adoração pelas dádivas recebidas. Deus não faz trocas com ninguém.
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O Senhor nos ensina a ofertarmos humildemente e em sinceridade, não por ostentação
ou interesse – Lc 21:1-4.
Porque não entregar o dízimo é roubar a Deus? – Por causa do propósito – Ml 3:10.
Quando entendemos este ponto, tudo fica muito mais claro. O propósito de Deus nos
dízimos é que sua obra seja mantida, como um todo. Ele queria que sua obra fosse mantida
no Antigo Testamento e continua querendo que ela seja mantida hoje, no Novo Testamento.
Aquele que não tem “devolvido o dízimo”, ainda ha tempo em se arrepender e tornar a
prática, a bondade, a generosidade, ao cumrpimento dos seus mandamentos!
Estamos debaixo da cobertura sacerdotal (pastoreio), chamados por Deus para tanger
diante da igreja e assim ser exemplar em tudo o que fizer.
- Lv 11:45
“Sou Eu, Yahweh, que voz fez subir da terra do Egito para ser o vosso Deus: sereis,
portanto, santos. Porque Eu Sou Santo!”
Deus é Santo! Por isto, tenho que me consagrar por inteiro, com tudo o que tenho, tudo o
que sou ao Senhor Deus, para o servir na sua obra.
Obediência gera Ordem, pois onde há ordem, há submissão e respeito. Quem governa é
a Autoridade.
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O Levita, tem que adaptar o seu louvor e a palavra ao público (igreja), com discernimento
(humano e espiritual), para que todos compreendam a mensagem cantada.
Aquilo o que é ministrado no altar, deve ser uma prática constante em minha vida.
- Jo 4:21-23, Não importa o local onde possa adorar a Deus, mas sim importa viver uma
vida de adoração e santidade em todo o tempo.
‘Aquele que vive para adorar a Deus, não preocupa-se com sua reputação. O ide deve ser
trabalhado em favor de alcançar as vidas e almas abatidas’
Sl. 100:4 “Entrai por suas portas com ações de graças, e em seus átrios com louvor;
agradecei-o e bendizei o seu nome”
Deus tem um tema ou mensagem para cada culto ou reunião. Em geral, os cânticos
apropriados preparam o caminho para o tema ou mensagem.
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Ou ainda, uma parte especifica deles por parecer especialmente ungida ou
abençoada.
Os cânticos são muitas vezes cantados porque é a nossa tradição e costume cantá-
los. Temos, porém, um propósito muito mais valioso que este, ou seja, cantar ao
Senhor, ou dirigir a nossa atenção para o céu através de cânticos.
São meros veículos através dos quais podemos expressar o nosso louvor.
Muitos pastores consideram esta parte do culto como uma “preliminar”, uma
necessidade maçante, porém tradicional.
Alguém pode dirigir a congregação em oração, o que poderá resultar na direção para
a reunião.
Talvez alguém mais profetize e a exortação venha a fornecer o tema para o resto do
culto.
Todas as manifestações bíblicas são legítimas e apropriadas, mas tudo que é feito
e a maneira com que é feito tem que ser para a edificação de toda a congregação,
(I Co 14:26).
Use situações assim para ensinar a maneira certa e errada de se fazer as coisas.
2. Projete de alguma maneira as letras dos cânticos para que as pessoas possam
participar.
● Não tenha medo de, num dado momento, colocar de lado a letra dos cânticos e
simplesmente adorar ao Senhor com o coração.
3. Você precisa evitar, com todo o cuidado, tornar-se muito mecânico ou formal.
● Seja flexível.
● Para uma boa direção de louvor e cânticos é necessário muito mais do que a
movimentação dos braços, ainda que isto possa ser feito corretamente.
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● A liberdade do Espírito e a espontaneidade são mais importantes que a precisão
técnica.
4. Procure ficar escondido, para que as pessoas possam “ver a ninguém, senão
unicamente Jesus” (Mt. 17:8).
● Existe uma igreja em Brisbane, Austrália, que quando você sobe ao púlpito, você ver
algumas palavras entalhadas nele.
● Elas confrontam a todos que sobem naquele púlpito para falarem ou ministrarem.
● “A nossa tarefa com a ajuda do Espírito Santo é abrir o véu, para que todos os
olhos possam ver ao Senhor e adorar diante d’Ele”.
● Este deveria ser o objetivo mais importante de todos os servos de Cristo que dirigem
cultos de louvor.
Barreiras ao louvor
● Até mesmo quando algumas pessoas estão convencidas de que o louvor e bíblico,
correto e apropriado, ainda assim nem sempre é fácil para elas começarem a louvar
a Deus.
● A verdade é que a bíblia não isenta ninguém por nenhum destes motivos. Davi diz:
Tudo quanto tem fôlego, então você deve louvar a Deus.
1. Pecado
● Esta é a razão básica pela qual os não convertidos não louvam a Deus.
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‘Se eu atender à iniquidade no meu coração, O SENHOR não me ouvirá. Sl. 66:18’
2. Condenação
3. Mundanismo
● Mundanismo é tudo aquilo que esfria nossa afeição por Jesus Cristo.
Quem é
O que faz
O que fez
O que fará
Seu caráter
1. Tradições religiosas
2. Orgulho
2. Maturidade espiritual
3. Sensibilidade espiritual
4. Humildade genuína
5. Preparação em oração
● Deve pensar previamente como começar, tendo em vista que o inicio é muito
importante.
O QUE É LOUVOR?
■Quero Tomar a vida de Davi como uma referencia para ilustrar e ensinar estes
princípios. Sendo Davi uma figura muito usada no Novo Testamento, para ilustrar
alguns princípios elevados de Deus – At.13.22. Sua relação com Jesus, sendo o
Filho de Deus e a Raiz de Davi
■ Existem dois instrumentos na vida de Davi que ira acompanhar toda a sua história
com Deus. Estes dois instrumentos falam-nos de dois princípios:
I – Tangendo a Harpa
■ Com este combustível os Cristãos primitivos tocaram fogo no mundo de sua época.
Com este, nos poderemos nos gastar e nos deixarmos sermos gastos para edificar
a Sua causa e Sua Obra.
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■ Vivemos em um mundo superficial, motivo pelo qual as pessoas ainda estão
aceitando, pratos e comidas de porcos, coisas superficiais. Não experimentaram
ainda, algo melhor, mais delicioso, fascinante...
■ Existe algo mais excelente do que tudo neste Universo... Esse excelente é uma
Pessoa... o Nosso Deus...
■ Cristianismo é a única religião que nos ensina a amar a Deus... diferente do islã,
das seitas, religiões...
■ De Todo o Entendimento
■ 1Jo. 2.15
■ Ilustração da criança que aprendeu a andar agora e alcançou a faca, o que fazer...
gritar ou liberar. Precisamos pegar um chocolate ele ira largar tudo par pegar o
melhor...
■ Rm. 8.28
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■ É uma segurança amarmos a Deus. Quando o amamos, seremos respaldados,
guardados. Aqueles que habitam no esconderijo de Deus, no lugar secreto, este
será guardado, respaldado, livrado e confirmado...
■ Deus não deseja que o amemos por medo... ou por desejo de proteção, mas
certamente há uma recompensa para aqueles que caem na graça do Rei...
■ Tg.1.12
■ Aqueles que recebem autoridade de Deus para regerem com os céus e na terra
são aqueles que amam a Deus
■ A salvação e vida eterna serão para todo aquele que crê. Mas não se iluda, a
coroa, a honra no Reino, Sua Recompensa será para aqueles que o amam.
■ Ilustração do adolescente Davi e sua Paixão pelo seu Deus, ao lidar com a
rejeição, as frustrações as aparentes derrotas, vale da sombra da morte,
cobiças e soberba da vida... - 1 Sm.16. e Sl.23.
■ Lc. 7.37
■ Aqueles que se conhece na luz de Deus amarao mais e receberão mais amor –
Rm. 5.20
■ 1 Co.16:22
■ Este mundo está destinado ao juízo, à ruína, aqueles que estão apaixonados Nele,
não terão o amor de Deus em si. Por isso se tornarão malditos por ocasião da volta
do Senhor Jesus... Maranata!
6. A graça seja com aqueles que amam sinceramente o Senhor Jesus Cristo
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II - Alçando A Espada
■ 1Jo. 4.20
■ Amando a Deus, e perceber este amor de tal maneira em Deus que não consegue
liberar nada de diferente senão o amor de Deus.
■ A garota que fora estuprada pelo pai por anos seguidos e ainda assim perdoou...
■ 1 Jo.5.2,3
■ E uma decisão. Uma atitude que devemos ter de se unir ao que Deus fala... se
amamos a Deus deveríamos guardar o que vai no seu coração. Seus
mandamentos traduzem a sua vontade.
■ Se você ama a sua esposa, você não gostaria de fazer o que ela não gosta. Pelo
contrario, vai deixar de fazer na hora.
■ Jo. 14.21 – 23
■ b) Quem obedece tem algo sendo manifestado a Ele será cheio de revelaçao e
luz de Deus, conhece e é conhecido... tem algo para dizer porque Deus dar-se a
conhecer a estes
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■ Jo. 21.15
■ Muitos de nos na nossa obra, dizem que amam a Deus, e muitas vezes deixam os
cordeiros de Deus abandonados, não investem na consolidação, são relapsos, no
cuidado de Deus dos cordeiros. Porque na verdade não amam a Deus. Quem ama
a Deus cuida da igreja...
4. O Amor de um discípulo
■ Mt.10.37
■ Amar mais do que filhos, mulher, pais e família, dinheiro e bens. Amar mais do que
a própria vida – Ap.12.11
REFERÊNCIAS
Bibliografia
- Jesus O Restaurador
- A Origem do Levita
- Louvor e Adoração I e II
- Adoração Profética
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26/05/19 09:00 as 10:20 hs - Chamado Ministerial - (Equipe Minist
Intercessores)
- Aula III - Santidade
- O Evangelismo e Intercessão
Através e Durante o Louvor
- Henrique
- Foto Turma
52









