Desenho e Mecânica

Elementos de uma Máquina, Mecânica e Desenho

PDF gerado usando o pacote de ferramentas em código aberto mwlib. Veja http://code.pediapress.com/ para mais informações. PDF generated at: Mon, 06 Jun 2011 22:33:22 UTC

Conteúdo
Páginas
Tipos de Desenho
Desenho técnico Desenho mecânico Perspectiva (gráfica) Geometria descritiva Geometria projetiva 1 1 3 4 10 11 13 13 16 20 22 24 24 25 26 27 30 31 32 35 37 39 40 41 41 47 51 55 56 57 58

Elementos de uma Máquina
Máquina Motor Alavanca Amortecedor Chaveta (mecânica) Correia (mecânica) Corrente metálica Embraiagem Engrenagem Mancal Mola Parafuso Polia Rebite Roda Eixo de rotação

Outros Elementos
Hélice Atrito Força Pêndulo Torque Porca

Matemática

Matemática

58 66 66 69 71 71

Modelos Físicos
Planador Modelos físicos

Robô
Robô

Referências
Fontes e Editores da Página Fontes, Licenças e Editores da Imagem 78 80

Licenças das páginas
Licença 83

1

Tipos de Desenho
Desenho técnico
O desenho técnico é um ramo especializado do desenho, caracterizado pela sua normatização e pela apropriação que faz das regras da geometria descritiva. Tal forma de desenho é utilizada como base para a atividade projetual em disciplinas como a arquitetura, o design e a engenharia. O desenho técnico, é a ferramenta mais importante num projeto, por ser o meio de comunicação entre quem projeta e quem fabrica. Nele constam todas as informações referentes ao projeto. Existem dois modelos de representação: pelo método europeu (ou do primeiro diedro) e pelo método americano (ou do terceiro diedro).

Desenho de uma peça mecânica segundo as convenções do desenho técnico

Usualmente são utilizados papéis especiais de dimensionamentos normalizados para a confecção do desenho, dentre eles os mais usados são os da séries A que tem suas medidas em milímetros, veja suas principais dimensões : A0 - 841 x 1189 = 999949 milímetros² A1 - 594 x 841 = 499554 milímetros² A2 - 420 x 594 = 149480 milímetros² Desenho Técnico A3 - 297 x 420 = 124740 milímetros² A4 - 210 x 297 = 62370 milímetros² A5 - 148 x 210 = 31080 milímetros² (sendo milímetros² uma unidade de medida de área usada pelas normas técnicas.)
Papéis especiais do desenho técnico

No seu contexto mais geral, o Desenho Técnico engloba um conjunto de metodologias e procedimentos necessários ao desenvolvimento e comunicação de projetos, conceitos e ideias e, no seu contexto mais restrito, refere-se à especificação técnica de produtos e sistemas. Não é de estranhar que com o desenvolvimento das tecnologias informáticas e dos sistemas de informação a que se assistiu nas duas últimas décadas os processos e métodos de representação gráfica, utilizados pelo Desenho Técnico no contexto industrial, tenham também visto uma profunda mudança. Passou-se rapidamente da régua T e esquadro às máquinas de desenhar, aos programas comerciais de desenho 2D assistido por computador e mais recentemente a uma tendência para a utilização generalizada de sistemas de modelação geométrica 3D.

toleranciamento e anotações diversas. A produção de desenhos de detalhe e de fabrico. • Desenho técnico de moda . por um lado. As estruturas de dados associadas a estes modelos geométricos são facilmente convertidas para outras aplicações de engenharia e os projetos desenvolvidos podem ser verificados em termos de folgas. normalmente envolvendo normatização específica. é necessário conhecer bem as características de cada um. na marcenaria. Para conseguir isso. interferências e atravancamentos em situações de movimento relativo entre componentes e analisados do ponto de vista estrutural. por exemplo. ou seja. como. por outro lado. o desenhista deve seguir regras estabelecidas previamente. Assim. etc. O desenho artístico reflete o gosto e a sensibilidade do artista que o criou. paisagismo. o suporte legal e comercial nas relações com fornecedores. na mecânica. peças mecânicas. 2 Modalidades Para cada área da tecnologia existe uma especialização diferente do desenho técnico. o desenvolvimento de capacidades de expressão e representação gráfica e a sua utilização em atividades criativas e. deve transmitir com exatidão todas as características do objeto que representa.voltado ao projeto de arquitetura. cortes. Para isso. desenho urbano. escoamento de fluidos e transferência de calor. No segundo caso trata-se do uso das técnicas emergentes de representação geométrica associadas aos temas mais clássicos da descrição técnica de produtos e sistemas e suportadas num corpo estabilizado de normalização técnica internacionalmente aceita. etc. todos os elementos do desenho técnico obedecem a normas técnicas. na organização do ensino e na elaboração de textos de apoio na área de Desenho Técnico põem-se particulares desafios na forma de conciliar. Os artistas transmitiram suas idéias e seus sentimentos de maneira pessoal. Esta capacidade constitui uma qualificação de reconhecida importância no exercício da atividade profissional do engenheiro. motores. No primeiro caso procura-se o desenvolvimento do pensamento criativo e de capacidades de visualização espacial. • Desenho arquitetônico .Desenho técnico Nestas circunstâncias. Maiores detalhes sobre o desenho técnico você aprenderá no decorrer deste curso. Quais as diferenças entre o desenho técnico e o desenho artístico? O desenho técnico é um tipo de representação gráfica utilizado por profissionais de uma mesma área. na eletricidade. . Importa reconhecer aqui as enormes potencialidades das tecnologias de modelação geométrica atualmente disponíveis em diversos programas comerciais. é ainda uma atividade incontornável na produção de documentação técnica de produtos e do seu fabrico e constituem. Um artista não tem o compromisso de retratar fielmente a realidade.voltado ao projeto de máquinas. é importante que você saiba as diferenças que existem entre o desenho técnico e o desenho artístico. formas e conceitos através de gráficos muitas vezes executados à mão livre.voltado para desenhar a estrutura técnica das roupas sobre a numerologia do peso. de transmitir ideias. ao contrário do artístico. são normalizados. Protótipos virtuais são facilmente construídos e visualizados. incluindo as práticas clássicas de projeções. Por enquanto. de acordo com normas específicas. a aquisição de conhecimentos de natureza tecnológica na área do Desenho Técnico. Cada área ocupacional tem seu próprio desenho técnico. Alguns exemplos são os que seguem: • Desenho mecânico . chamadas de normas técnicas. em muitos casos. dimensionamento. Já o desenho técnico.

superior e inferior e 25mm na esquerda A4 .Margens de 10mm na direita. utiliza-se escala de redução. As vistas adotadas no Brasil sao em projeçao de 1º diedro (também utilizado em toda a Europa). de acordo com as normas técnicas ABNT. meio corte. superior e inferior e 25mm na esquerda A2 . ou em casos de peças muito pequenas podem ser adotadas escalas de ampliaçao. Detalhes ocultos (furos. deve-se supor que todas as medidas estão em milímetros.Desenho Técnico CEFET/RJ • Caad Designs . motores. superior e inferior e 25mm na esquerda A1 . Se possível um desenho pode conter apenas uma vista. superior. caad-designs. ~ Em casos de peças de grande porte que não caibam nestes formatos de folha. projeções e cortes utilizando principalmente meios eletrônicos. com Desenho mecânico Desenho mecânico é a representação gráfica voltada ao projeto de máquinas. rasgos) podem ser demonstrados através de linhas tracejadas. rebaixos. Sendo as escalas de redução adotadas da . lateral esquerda e lateral direita. ISO ou DIN. prepara folhas de trabalho e Desenho mecânico diagramas detalhados de máquinas e peças e de projetos mecânicos contendo as informações necessárias para a sua produção e documentação e elabora relatórios e outras formas de documentação textual.Desenho técnico 3 Ligações externas • http://sites. superior e inferior e 25mm na esquerda Podem ser usadas tanto tipo retrato como tipo paisagem.Margens de 10mm na direita. trazoide. que contém 4 vistas: vista frontal. pois quando se cria um desenho deve-se convencionar que o máximo de detalhes possa ser demontrado nesta vista.Margens de 7mm na direita. As folhas adotadas em desenho técnico mecânico são no formato A devendo-se usar margem adequada para cada tipo de folha. Podem ser: • • • • • A0 . O profissional que atua no desenho mecânico realiza desenhos. Desenho Técnico [2] Referências [1] http:/ / www. segurança e preservação ambiental.com/site/cefetrjalunos/Home/destec1 . Um desenho técnico deve conter vistas que demonstrem todos os detalhes necessários para a execuçãao do projeto.Margens de 7mm na direita. Normalmente. com [2] http:/ / www. desde que seja adotada apenas a frontal. se o desenho não contiver nenhuma indicação. cortes parciais ou em outras vistas. em condições de qualidade.Desenho Técnico [1] • Trazoide.google. superior e inferior e 25mm na esquerda A3 . peças mecânicas.Margens de 7mm na direita.

é possível descrever graficamente qualquer peça que se queira produzir. Linha para arestas e contornos não visíveis É um traço interrompido (0. formada por traços e pontos alternados. auxiliar para linha de cota. Linha de cota Trata-se de uma linha estreita e contínua limitada por flechas agudas.Desenho mecânico seguinte maneira 1:2 (lê-se um por dois) que siginifica: 1 mm (unidade padrão da mecânica) no desenho equivale a 2mm na peça.7)e indica todas as partes visíveis do projeto. Podendo ser adotadas as escalas de 1:5 e 1:10. Combinando-se linhas de diferentes tipos e espessuras. 4 Perspectiva (gráfica) . Nas escalas de ampliaçao adotamos como 2:1 5:1 10:1. com clareza e riqueza de detalhes.5) indica todas as partes não visíveis de um desenho. Linha de centro e eixo de simetria Trata-se de uma linha estreita (0. são as seguintes as linhas basicas recomentadas para o desenho técnico: Linha para arestas e contornos visíveis É continua larga (0. Linhas As linhas são a base do desenho. As pontas das flechas devem tocar as linhas auxiliares. Linha auxiliar Uma linha contínua e estreita. Em casos especiais. usam-se pontos ou traços no lugar das flechas.35). determinando-lhe o contorno. De acordo com a ABNT. indicanto limites de uma medida.

tal preocupação. os quais permitem uma reprodução precisa ou analítica da realidade tridimensional. Foi durante o período do Renascimento que a perspectiva foi profundamente estudada e desvendada. tratou-se de uma questão essencialmente ocidental a busca de uma reprodução fiel da visão humana no plano bidimensional: nota-se que na arte oriental (e com especial atenção para o sumi-e japonês). Em meados do século XIX. Ainda que a perspectiva seja um dos principais campos de estudo da Geometria Descritiva. pós-impressionismo e ao art nouveau sentir-se-ão bastante influenciados por aquilo que se chamou japonismo e . por exemplo. Gravura por Henricus Hondius História A percepção pelo homem de que seria possível representar em planos bidimensionais (como em uma parede. Ao longo de sua história. não só a técnica representativa da perspectiva se perdeu. Para ser representada na forma de um desenho (conjunto de linhas. formas e superfícies) devem ser aplicados mecanismos gráficos estudados pela Geometria descritiva. Construção geométrica de uma perspectiva. Nas tradições artísticas não-ocidentais. Os povos gregos já possuíam alguma noção do fenômeno perspéctivo. duas linhas paralelas como retas concorrentes. denominando-o como "escorço". praticamente inexiste.Perspectiva (gráfica) 5 Define-se a perspectiva como a projeção em uma superfície bidimensional de um determinado fenômeno tridimensional. manifesta-se com outras intenções. ou em uma folha de papel ou em uma tela) realidades tridimensionais ocorre paralelamente á própria História da Arte ocidental e a história do desenho. não percebidas pelo ser humano. visto que a visão de mundo e estética daquelas é diferente e eventualmente menosprezada pelo Ocidente. mas também a visão de mundo dos indivíduos alterou-se. como no caso das vanguardas abstratas). quando de um afresco. seu estudo é bastante anterior a ela. enquanto manifestação gráfica. pode ocorrer (a retina humana é considerada uma superfície tridimensional na qual a perspectiva é projetada): matematicamente existem outras formas. ainda que não desapareça. quando ocorre um contato maior entre Ocidente e Oriente. o homem sempre procurou utilizar-se dos suportes artísticos como meio de expressão (mesmo quando os movimentos artísticos de vanguarda procurassem dizer o contrário. o diálogo entre a arte oriental e aquela praticada no ocidente (até então baseada em cânones que remontam ao Renascimento italiano) cria condições para que a própria visualidade ocidental venha a revolucionar-se: pintores ligados ao impressionismo. Porém. que a sistematizou. pelo menos entendida em sua evolução ocidental. de forma que grande parte do conhecimento teórico a respeito do assunto se perdeu. Esta é apenas uma das formas que a perspectiva. de objetos tridimensionais serem representados. Durante o período medieval. a perspectiva. O fenômeno perspéctico manifesta-se especialmente na percepção visual do ser humano — o qual é tratado no artigo perspectiva (visão)— Tal fenômeno faz com que o indivíduo perceba. abrindo o caminho para o seu estudo matemático através da Geometria Descritiva.

mas o escorço produzia resultados próximos do da perspectiva e com razoável ilusão de profundidade. já em um contexto que se aproximava do Renascimento naquele país. e com a geometria descritiva no século XVIII. Especialmente na arte medieval. nestas representações. teoricamente. suficiente para traduzir objetos de modo convincente em uma pintura. Entre todos os povos cujas manifestações artísticas podem ser consideradas pré-perspécticas. tal Guillaume de Tyr. de forma que a construção de um desenho utilizando-se delas seria bastante demorado. No entanto. ou perspectiva a espinha-de-peixe. pela primeira vez demonstrou que a luz projeta-se em forma cônica no olho humano. em evolução à arte grega) são aqueles que mais próximo chegaram da perspectiva: em suas pinturas eles adotavam um método conhecido como escorço (que poderia ser definido como uma falsa perspectiva). da própria forma de ver do homem). como um emaranhado de linhas em todas as direções e de forma incoerente. Cabe notar. as pinturas e desenhos normalmente utilizavam uma escala para objetos e personagens de acordo com seu valor espiritual ou temático: em uma pintura egípcia. consequentemente. por exemplo. fielmente uma seqüência de linhas em um determinado campo visual. possuía deficiências e não retratava fazem. de tal forma que o desenho de cidades medievais constituía-se. encontrar-se em algum ponto. que se por um lado a perspectiva foi apenas plenamente desenvolvida com os estudos do Renascimento. Isto era. 1200-1300. por outro lado já na arte grega encontram-se esforços de aproximação à sua problemática. Embora esta obra não se encaixe nos métodos modernos. quando paralelas. geométricos de determinação da perspectiva. O único método utilizado para se representar a distância entre objetos era pela sobreposição de personagens. criava desenhos pobres de temas arquitetônicos. o faraó fatalmente era representado em tamanho várias vezes maior que o de seus súditos. Traduções cônicas são matematicamente difíceis. apenas. quando o matemático e filósofo árabe Alhazen. Os gregos não conheciam o ponto de fuga. Esta sobreposição. na sua obra Perspectiva. mas Alhalzen estava preocupado apenas com a óptica. em um primeiro momento.Perspectiva (gráfica) abriram caminho para o desmonte da perspectiva clássica (e. As linhas em cada lado do templo método (que mais tarde seria desenvolvido plenamente deveriam. a utilizar-se de métodos algébricos para Ilustração da tradução em Francês antigo da Histoire d'Outremer de determinar a distância entre linhas. não com representação. os gregos (e os romanos. c. ela fornece uma ilusão crível de profundidade e pode ser considerada como um passo importante na arte ocidental. Giotto foi um dos primeiros artistas italianos. . Elas não o por Bruneleschi). mais do que como um conjunto coerente. Uma das primeiras obras de Giotto no qual ele se utiliza deste método foi Jesus ante Caifás [1] . também. A base óptica da perspectiva foi definida no ano 1000. a arte era entendida como um conjunto de símbolos. 6 Primórdios Antes do surgimento da perspectiva.

A perspectiva ocorrerá quando todos os pontos do objeto estiverem projetados em uma superfície (chamado de plano do quadro ou PQ) situado em uma posição qualquer. Desta forma. Exemplo do funcionamento de uma projeção que resulta em uma perspectiva (o ponto O indica o observador) Dependendo da posição do observador (que pode estar localizada em um ponto no espaço ou no infinito). quanto nas projeções cônicas (resutando em perspectivas cônicas com um ou vários pontos de fuga). etc). do objeto (entre o quadro e o observador. a qual se encontra no observador (simplificado aqui como sendo apenas um ponto localizado no espaço). na qual são possíveis de se medir três eixos dimensionais em um espaço bi-dimensional. ocupando o mesmo local no plano bidimensional. a serem resumidas nas seções seguintes. Entre todas as perspectivas paralelas (não-cônicas). um observador e um objeto observado. engenharia. Perspectivas em projeção cilíndrica ortogonal Perspectiva isométrica A perspectiva do tipo isométrica é um caso particular de projeção cilíndrica ortogonal. a projeção resultante será diferente. não podendo simular os efeitos de uma perspectiva cônica devido às limitações tecnológicas. ou antes ou depois) e do quadro. de forma equi-angular (em ângulos de 120º). O sistema de eixos da situação a ser projetada ocorrerá na perspectiva. A linha que liga os pontos no objeto até seus respectivos pontos projetados no quadro (chamada de projetante) deve possuir uma origem. quando eles têm localizações efetivamente diversas no espaço. gerando as diversas categorias de perspectiva supracitadas. quando vistos no plano. Ou seja. devido à sua versatilidade e facilidade de montagem (é possível desenhar uma isométrica relativamente precisa utilizando-se apenas um par de esquadros). design. . Ela. A ideia básica por trás de qualquer projeção é a de que existem. apresenta desvantagens. a forma de se projetar um ponto qualquer segunda a visão de um observador em um determinado quadro é ligando o observador até o ponto com uma linha reta e estendendo-a até o quadro. A perspectiva isométrica foi bastante utilizada em jogos de computador que. como conjunto de elementos que possibilitam a perspectiva. é possível traçar uma perspectiva isométrica através de uma grelha de retas desenhadas a partir de ângulos de 30º. Os jogos eletrônicos da série SimCity (em suas versões 2000 e 3000) ficaram célebres com a representação das cidades utilizando-se desta perspectiva.Perspectiva (gráfica) 7 Projeções em perspectiva A Geometria Descritiva define a perspectiva como um tipo especial de projeção. Ela ocorre quando o observador está situado no infinito (e portanto. pretendia simular uma realidade tridimensional. as isométricas são as mais comuns de serem utilizadas no dia-a-dia de escritórios de Exemplo de uma perspectiva isométrica projeto (de arquitetura. Desta forma. as retas projetantes são paralelas umas às outras) e incidem perpendicularmente ao Plano de Quadro. ou em cavaleiras quando oblíquas). no entanto. dado que vários pontos nos objetos representados criam ilusões de óptica. a perspectiva se manifesta tanto nas projeções cilíndricas (resultando na perspectiva isométrica quando ortogonal.

quando se colocava a face paralela ao PQ correspondente ao plano do solo. passou-se a utilizar cada vez mais a perspectiva isométrica no lugar da militar. É. caso as retas projetantes incidam no PQ com ângulos de 45º.Perspectiva (gráfica) 8 Perspectivas em projeção cilíndrica oblíqua Perspectivas paralelas oblíquas As perspectivas paralelas oblíquas (eventualmente chamadas de cavaleiras ou militares) ocorrem quando o observador. portanto. gera retas projetantes (paralelas. A dimetria dá-se quando temos dois ângulos iguais. podemos dizer tecnicamente que uma perspectiva cavaleira é uma perspectiva axonométrica dimétrica. quem via a perspectiva tinha a sensação de possuir uma visão de "olho-de-pássaro" sobre o terreno representado. esta face estará desenhada em verdadeira grandeza (suas medidas serão exatamente iguais às da realidade) enquanto as demais sofrerão uma distorção perspéctica. fundamental não confundir desenho isométrico com perspectiva isométrica. Exemplo de uma perspectiva cavaleira Exemplo de uma cavaleira vista a "olho de pássaro". E a trimetria. Alguns autores dividem as axonometrias ou perspectivas axonométricas em três categorias: isometria. Ainda. as faces a sofrerem distorção terão suas medidas. portanto) que incidem de forma não-perpendicular no Plano do Quadro. também chamada "perspectiva militar". Dependendo do ângulo de incidência das projetantes. caso uma das faces do objeto a ser projetado seja paralela ao PQ. Desta forma. o que oferecia uma maior sensação de tridimensionalidade. Por exemplo. Recebeu o nome de militar pois foi uma perspectiva bastante utilizada para simular situações de topografia de terreno em mapas destinados a fins de estratégia militar. . no quadro. A trimetria também é conhecida como anisometria. como a primeira versão do SimCity (com a evolução tecnológica. dimetria ou trimetria. situado no infinito. o fator de correção a ser utilizado na mensuração das arestas será diferente. A isometria é a situação onde os três eixos (xyz) estão separados por 120 graus. dá-se quando as distâncias entre os eixos possuem ângulos distintos. por sua vez. adotou-se de vez a perspectiva cônica). e posteriormente. pois as medidas das unidades dos três eixos possuem diferentes escalas entre si. segundo esta classificação. reduzidas à metade do valor real. Tal idéia foi aproveitada durante a fabricação dos primeiros jogos eletrônicos de estratégia e simulação. Desta forma.

ainda que elas sejam bastante relacionadas umas com as outras.em português Brunelleschi's peepshow and the origins of perspective [6] . com. largura e comprimento) em uma superfície plana. Lateral e angular.em português Como desenhar uma perspectiva isométrica [3] . ponto de vista (PV) é o ponto onde se supõe estar o olho do observador. htm . abra. É um aspecto da percepção visual do espaço e dos objetos nele contido. pt/ apm/ geometria/ inoveg/ egtext1. Perspectiva de um ponto de fuga Perspectiva de dois pontos de fuga Perspectiva de três pontos de fuga ("vista de pássaro") Perspectiva de três pontos de fuga Perspectiva é um termo de significado amplo que possui as seguintes acepções.em português perpectiva cavaleira [5] . e portanto todas as retas projetantes divergem dele. htm http:/ / diegovelazquez. vg/ fuga. em português Perspectiva Quadrilatera [4] . about. perspectivaquadrilatera.Perspectiva (gráfica) 9 O que é Perspectiva É a forma encontrada pelo homem para representar figuras tridimensionais (altura. geometry/ unit11/ unit11. myweb. bibvirt. br/ textos/ tem_outros/ cursprofissionalizante/ tc2000/ des_tecnico/ aula3. edu/ ~matc/ math5. apm. io/ perspectiva. br/ index. html http:/ / nacho. Quando uma figura é representada de forma que todas as suas linhas paralelas convergem num ponto do infinito.em inglês Perspectiva de Las Meninas [7] El punto de fuga de la Puerta de cuarterones de Las Meninas [8] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] A obra pode ser vista em (http:/ / www. jpg) http:/ / www. dartmouth. net http:/ / www. Elas ocorrem quando o observador não está situado no infinito. html http:/ / www. pdf http:/ / www. futuro. Perspectivas cônicas As perspectivas cônicas são as mais comumente associadas à idéia de perspectiva. Portanto. Perspectiva (visão). law. Outro elemento importante na perspectiva é o ponto de fuga (PF). pois são aquelas que mais se assemelham ao fenômeno perspéctico assimilado pelo olho humano. php?p=ofiver& id=87 http:/ / www. estamos determinando um ponto de vista. Ligações externas • • • • • • • "Como entender a Perspectiva" [2] .Arquivo formato PDF. umkc. Ao olharmos para um objeto. A perspectiva pode ser: Central. usp. edu/ faculty/ projects/ ftrials/ jesus/ beforecaiph.

permitindo a percepção de sua posição relativa (Cf. permitindo a construção de vistas auxiliares. Posteriormente Gino Loria implementou o terceiro plano de projeção (que deu origem à vista lateral esquerda. . Por outro lado. dentro dos cursos de Artes Visuais. É insuficiente o entendimento. Ensino O Ensino de Geometria Descritiva. Percebida sua importância. têm eliminado a Geometria Descritiva. exercitar o hemisfério direito do cérebro[3] . como segredo de Estado. 1). As vistas são alinhadas entre si. para gerar maquetes virtuais de qualidade. quanto maior for o seu conhecimento. curvaturas e ângulos exatos. Figura 1 . bem como o cálculo de volumes a partir dos dados extraídos das projecções ortogonais[2] .Geometria descritiva 10 Geometria descritiva A Geometria Descritiva (também chamada de geometria mongeana ou método de monge) é um ramo da geometria que tem como objetivo representar objetos de três dimensões em um plano bidimensional. substituindo-a por disciplinas mais condizentes com outras funções específicas. quando vista do 1º diedro)[1] . determinação de verdadeiras grandezas (V. ângulos e superfícies. cortes. os quais dividem o espaço em quatro diedros ou quadrantes. como por exemplo. os quais determinam direções de retas projectantes. Esse método foi desenvolvido por Gaspard Monge e teve grande impacto no desenvolvimento tecnológico desde sua sistematização. como ilustrações digitais e softwares artísticos de modelagem tridimensional. A modelagem tridimensional comporta em seu entendimento e construção os conceitos da Geometria Descritiva. Muitos cursos superiores de Design Gráfico. mudança de plano(s) de projeção. A épura de Monge é a planificação do que foi projectado ortogonalmente nos planos de projeção. ocorre o desenvolvimento do projeto. têm o intuito de desenvolver a habilidade espacial dos alunos e. através de linhas de chamada. uma vez que estes podem não requerer precisão geométrica. fig. a localização de pontos através de coordenadas (X.Representação de sólido composto pela união entre uma esfera e um cone. rotações. Metodologia A Geometria Descritiva utiliza-se da épura para representar objetos. também ortogonais entre si. que pode ser ilustrada como a prancheta de desenho. o conhecimento da Geometria Descritiva é fundamental para a Arquitetura. a partir de observadores que se encontram situados no infinito (pontos impróprios). no início. mais poderá ser extraído do potencial dos programas de CAD e das modelagens em 3D. que demonstra em épura o traçado da Geometria Descritiva A Linha de Terra (LT) é a recta de intereseção entre os planos de projeção propostos por Monge. rebatimentos. chamados de Vertical e Horizontal. Engenharia e o Design de Produtos. Y. que exigem o domínio de medidas.G. ao reformarem suas grades (estruturas curriculares). a Geometria Descritiva foi tratada com atenção e considerada. sem o conhecimento de conteúdos específicos da mesma. A Geometria Descritiva serve de base teórica para o Desenho técnico. Na épura. Z) em suas formas absolutas ou relativas. secções. consequentemente. interseções de planos e sólidos.) de distâncias.

São Paulo: Ed. eba. em face das dificuldades encontradas pelos artistas do Renascimento. consolida-se a partir de uma publicação de Jean Victor Poncelet. br/ gd Desenho visionário de Durer. Ampliando a linguagem da "Simples Geometria"[2] aproximando-a da Geometria analítica e. São Paulo: Ed. é o estudo das propriedades descritivas das figuras geométricas. intitulada Tratado das Propriedades Projetivas das Figuras no ano de 1822. br/ gd [5] http:/ / www. fau. 1996. Atual. Betty . mas não se aprofundou em nenhum dos dois temas[4] .Geometria Descritiva. A Geometria Projetiva[1] . Plano projectivo. ISBN 8500007486. História A necessidade da criação da Geometria Projetiva começa a se fazer presente no século XV. [4] http:/ / www. Capítulo VI. . 1985. Contudo até o século XVII os matemáticos não haviam se interessado por tais estudos ligados à perspectiva. sobretudo oferecendo meios próprios para demonstrar e fazer descobrir as propriedades de que gozam as figuras. uma aparência naturalista. que pretendiam dar aos seus quadros. ufrj. [2] MACHADO. Plêiade. ufrj. produzido quase 3 séculos antes do surgimento da linguagem da geometria descritiva de Gaspar Monge Albrecht Dürer Geometria projetiva Geometria projetiva ou projectiva. tal qual a visão humana.Desenhando com o lado direito do cérebro. Kepler compreendeu a importância do estudo unificado das cônicas e da conceituação de elementos infinitos.GD II [5] [1] MANDARINO.Geometria descritiva 11 Antecedentes Ligações externas • Espaço GD [4] • FAU/UFRJ . [3] EDWARDS. Ardevan . quando se as considera de uma maneira abstrata e independente de qualquer grandeza absoluta e determinada[3] .Desenho Projetivo e Geometria Descritiva. Denis .

A perspectiva. Denis. Para exemplificar. Rene e FLOCON. que intervêm nas medias das distâncias e dos ângulos • 2. única e elegantemente desenvolvida. no seu livro intitulado Elèments de Gèometrie Projective. discípulo de Desargues. São Paulo: Ed. A obra incentivou o chamado “grande período da história da geometria projetiva”. por exemplo. um antigo aluno da Escola Politécnica e discípulo de Gaspar Monge. aproveitando ideias de projeção. O início da Geometria projetiva vem com o tratado de Victor Poncelet. Desargues publicou um tratado original sobre seções cônicas. Plêiade. 12 “ [1] [2] [3] [4] [5] A Projetiva criou uma grande área na geometria. Difusão Européia do Livro. Os estudos de Desargues (precursor) e Poncelet (criador) levaram os geômetras a classificar a geometria em duas categorias: • 1.o qual é conhecido como Ponto de fuga. quando foi devidamente valorizado.Geometria projetiva Os processos empíricos se sucederam. escrito em (1875) Nas palavras do próprio Poncelet na p. 1967. Além disso. São Paulo. ” Termo usado pela primeira vez por Luigi Cremona. que tratam das relações e posições dos elementos geométricos entre si. Capítulo IV. sem sucesso. propriedades métricas. Albert .. que abriu espaço a grandes matemáticos. que rapidamente se esgotou e o estilo bastante difícil.[5] . 1996. mas esse trabalho foi ignorado pela maioria dos matemáticos da época. até que no século XVII Gerard Desargues mostrou que as retas paralelas e concorrentes são de mesma natureza. cujos postulados transcendem os limites do espaço euclidiano. da 2ª ed. tem-se a propriedade métrica no teorema de Pitágoras e a propriedade descritiva no teorema de Blaise Pascal. originará um ponto na Linha do horizonte. . de Traitè des Propriétés Projectives des Figures MANDARINO. compreendeu as teorias do mestre e também tentou inserir a projeção central na geometria. propriedades descritivas. Blaise Pascal. Um exemplar manuscrito foi encontrado por Michel Chasles no século XIX. O ponto de fuga é a representação de um ponto impróprio no plano de projeção. TATON. Desenho Projetivo e Geometria Descritiva. apesar de ter chamado a atenção de Fermat e Descartes. 22. O que pode ter causado tal falta de interesse por esse trabalho foi a pequena tiragem. a observação dos trilhos de um trem.

A ineficiência de uma máquina é o grau ou a porcentagem a que uma máquina não realiza o trabalho que poderia fazer sem as limitações da fricção (atrito). como energia elétrica. Uma furadeira elétrica em que o operador tem que somente apertar um botão para que a mesma execute o trabalho é uma máquina automática. Um bom exemplo disso é uma furadeira manual. Com isso. . dependendo para isto de uma fonte de energia. A máquina automática programável tem como característica o fato de que o seu trabalho depende de instruções dadas pelo operador. Geralmente estes dispositivos diminuem a intensidade de uma força aplicada. é todo e qualquer dispositivo que muda o sentido ou a intensidade de uma força. Um motor. São todas as máquinas que precisam da energia permanente do operador para executar o trabalho. em que o operador tem que girar continuamente uma manivela para que ela execute o trabalho. O termo máquina aplica-se geralmente a um conjunto de peças que operam juntas para executar o trabalho. como um microcontrolador ligado a um teclado matricial. que no caso da furadeira é apertar um botão. As máquinas automáticas podem ainda ser dividas entre máquinas automáticas programáveis e máquinas automáticas não programáveis: A máquina automática não programável executa sempre o mesmo trabalho ao receber energia. Pode-se citar como exemplo de máquina automática programável uma máquina que realiza seu trabalho conforme a posição de chaves. Máquinas automáticas São aquelas onde a energia provém de uma fonte externa. entre outras. térmica. Pode-se ainda introduzir instruções em uma máquina automática programável por meio de um computador ou outro tipo de processador eletrônico. mas podem precisar do controle permanente do operador. alterando o sentido da força ou transformando um tipo de movimento ou de energia em outro.13 Elementos de uma Máquina Máquina Máquina é todo dispositivo mecânico ou orgânico que executa ou ajuda no desempenho das tarefas. A diferença preliminar entre ferramentas simples e mecanismos ou máquinas simples é uma fonte de energia e uma operação um tanto independente. As máquinas podem ser divididas em automáticas e não-automáticas (ou manuais): Máquinas não automáticas Estas máquinas também são chamadas de manuais. pode-se dizer também que as máquinas automáticas não precisam da energia permanente do operador. Na física.

uma máquina térmica que transforma energia térmica em energia mecânica. 14 Exemplos de máquinas Máquinas simples ou componentes mecânicos • • • • • • • • • • • • • • • • Alavanca Amortecedor Chaveta Correia Corrente Cunha Embreagem Engrenagem Estria Mancal Mola Parafuso Pino Polia Rebite Roda e eixo Pulso de disparo • • • • Pulso de disparo atômico Cronómetro Pulso de disparo do pêndulo Pulso de disparo de quartzo Compressores e bombas • • • • Parafuso de Arquimedes Bomba do eductor-jato Bomba de vácuo Máquina de Newcomen Um motor de quatro tempos é um motor de combustão interna.Máquina Uma máquina automática com um controle de tempo por meio de um temporizador não pode ser considerada uma máquina automática programável. pois ela não muda seu trabalho conforme o ajuste do temporizador. muda apenas o período em que executa o trabalho. Também não pode ser considerada uma máquina automática programável uma máquina automática que possua um controle de intensidade que o usuário pode ajustar. . pois assim ela também continua executando o mesmo trabalho apenas com uma intensidade diferente e seu trabalho não depende de programa algum.

Máquina 15 Motor de combustão interna • • • • Motor a gasolina Motor diesel Motor a álcool Motor bicombustível Motor de combustão externa • Motor a vapor Turbina • • • • • Turbina a gás Motor a jato Turbina a vapor Turbina hidráulica Turbina eólica. moinho de vento (turbina de ar) Superfície de sustentação • • • • • Sail Asa Leme Aleta Hélice Máquinas computação • • • • Calculadora Computador análogo Túnel de vento Computador digital Máquinas automatizadas • CNC • Ponte rolante • Robô .

no contexto da fisiologia. camelo. A partir destes dispositivos surgiram os primeiros guindastes e moinhos de produtos rurais. "motor de jogos". Cavalos e bois são os animais mais comuns neste método. etc). tração animal. tornou-se imperiosa a busca por novas fontes motoras. o termo motor é muito utilizado em denominações de várias tecnologias computacionais – como em "motor de busca". entre outros. Desde os primórdios. como em Coordenação Motora. cavalo. o vento. Os primeiros motores utilizavam força humana. Com o desenvolvimento das sociedades. A tração animal foi muito utilizada em engenhos e em veículos para o transporte de cargas mais pesadas. pode se referir aos músculos e a habilidade de movimento muscular. gado. O termo motor. existem os chamados geradores. esteiras. A força humana foi utilizada pelas primeiras máquinas simples criadas pelo homem. em Portugal. No contexto da informática. cães. Em contraste. e o vapor. correntes de água. tais como alavancas. Tração animal Por muitos séculos a tração animal foi a única fonte de força utilizada para realizar trabalho (o próprio homem. de forma a impelir movimento a uma máquina ou veículo. cordas e polias.Motor 16 Motor Um motor é um dispositivo que converte outras formas de energia em energia mecânica. a humanidade utiliza fontes motoras para obter trabalho. Turbinas Turbinas hidráulicas . Um motor.

Turbinas eólicas Historicamente. o vapor de água em ebulição era retido numa caldeira até adquirir uma pressão superior a atmosférica e a seguir transferido para uma câmara de distribuição na cabeça dos motores para ser injetado nos cilindros gerando assim uma reação suficiente para mover a árvore de manivelas e produzir movimentos. O emprego de turbinas a gás varia principalmente entre a propulsão naval. o motor a vapor de pistões foi substituído pela turbina a vapor mais rápida. Existem basicamente quatro concepções de turbinas hidráulicas: Pelton. A tecnologia das turbinas a gás está associada a sistemas de combustão e materiais especialmente desenvolvidos. já que são máquinas que aceleram um fluido a altas velocidades para gerar empuxo. Os antigos moinhos de água já utilizavam o potencial de reservatórios e a cinética de correntezas para impelir força a engenhos e bombas de água. tecnologias de uso da energia eólica. as turbinas eólicas receberam nova utilidade. propelindo geradores elétricos. significativas transformações em processos de manufatura. como fonte de energia. Motor de foguete Motor de foguete é o motor que impulsiona um veículo expelindo gases de combustão em alta pressão por tubeiras situadas em sua parte traseira. Máquina a vapor Na idade moderna um novo salto tecnológico impulsionou a revolução industrial. No século XX. das turbinas aeronáuticas. Com o surgimento da tecnologia de geração de energia elétrica. geração de energia elétrica e propulsão de aeronaves. ou vento. Neste último caso.Motor 17 A água é amplamente usada como fonte de energia em máquinas chamadas turbinas hidráulicas. econômica a medida em que povos passaram a dominar Estados Unidos. com a expansão do uso da energia elétrica e a busca por fontes de energia renovável. trata-se de um tipo de motor a jato. Esse primitivo processo aplicado primeiramente em motores a pistão. houve grande transformação cultural e Turbina hidráulica Francis na represa de Grand Coulee. Com o tempo. Turbinas a gás As turbinas a gás são recentes comparadas às máquinas movidas por correntes naturais de água ou ar. Em diferentes momentos. os (moinhos de vento). Francis. Kaplan e bulbo. O advento da máquina a vapor utilizada primeiramente em minas para bombeamento de água e posteriormente no transporte marcou definitivamente o modo de vida e delineou a sociedade moderna. Esta tecnologia só se tornou viável com os avanços tecnológicos ocorridos na época da segunda guerra mundial. . as turbinas hidráulicas receberam um novo papel fundamental. a invenção da vela propiciou um grande avanço nos transportes.

1824). Máquinas inspiradas no ciclo de Otto são chamadas motores de ignição por faísca. o que se refere a forma como ocorre cada fase de funcionamento do motor. Os motores à combustão interna foram convencionados a serem utilizados em automóveis devido as suas ótimas características.Motor 18 Motor de combustão interna A invenção dos motores a explosão marcam o maior avanço no setor de transportes. Um motor de quatro tempos é um motor de combustão interna. Logo surgiram motores de 4 a 12 cilindros (ou até mais). as inspiradas em ciclo Diesel são motores de ignição por compressão. Nicolaus Otto desenvolveu o primeiro motor atmosférico. sendo motores com cilindros em linha ou em V. Na primeira metade do século XX. enquanto a patente pelo primeiro motor à combustão interna foi desenvolvida por Samuel Morey (Estados Unidos. e poderia ter seus custos reduzidos para produção em massa. uma máquina térmica que transforma energia térmica em energia mecânica. História A teoria fundamental do motor de dois tempos foi estabelecida por Nicolas Diogo Léonard Sadi Carnot (França. mas. cuja tecnologia leva seu nome até hoje. houve muitos aprimoramentos em relação ao desenho. Em 1896. o motor diesel. potência satisfatória para propulsão de diversos tipos de veículos. de diferentes capacidades. como ciclo de Otto ou ciclo Diesel. como forma de elevar a potência e a performance dos veículos. Logo após. Era um motor movido a óleo de amendoim. Existem muitos tipos de motor a explosão que utilizam combustíveis diversos. Princípios de funcionamento Motores de combustão interna se baseiam em modelos termodinâmicos ideais. Ambos os tipos podem ser construídos para operar em dois ou quatro tempos. demonstrando em 1900. número e disposição dos cilindros. Karl Benz patenteara o primeiro motor boxer actualmente utilizado nos porsche e subaru. com cilindros opostos horizontalmente. 1826). sim aos processos pelos quais passam os gases no interior do motor. unindo esforços com Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach. O engenheiro alemão Rudolf Diesel patenteou um motor à combustão de elevada eficiência. desenvolveram o primeiro motor quatro tempos. o que significa que cada ciclo de funcionamento pode ocorrer em uma ou duas voltas do eixo de manivelas. operam sob diferentes ciclos termodinâmicos e possuem diferentes mecanismos de funcionamento. Estas denominações não se referem ao combustível ou mecanismo do motor. como a flexibilidade para rodar em diversas velocidades. . Em 1867. líquidos ou gasosos.

e muito mais silencioso. . o que seria capaz de gerar uma expansão muito maior. Desde motores de motos aos maiores motores de propulsão naval fazem deste tipo o mais comum. • Motor em V: se constitui de duas fileiras de pistões. fazer o ar comprimido se expandir dentro do pistão. • Quasiturbine: também é um motor rotativo. foi muito utilizado para mover hélices de aviões. tem índices de poluição quase zero e a produção de energia é simples e eficaz. É mais aperfeiçoado que o motor Wankel. • Motor boxer: utiliza duas fileiras de pistões horizontais e contrapostas. Motores deste tipo são conhecidos pelo som característico que emitem e por equiparem automóveis esportivos. Motor de combustão externa O Motor Stirling funciona usando a diferença de temperatura dos gases. ficou popularmente conhecido por equipar o modelo Fusca da marca Volkswagen. teria fins específicos. • Motor Wankel: (motor rotativo) utiliza rotores de movimento rotativo em vez de pistões. então ocorre a inserção na câmara de compressão de ar comprimido proveniente de cilindros. produzindo trabalho. Este motor. No caso do Toyota Prius o motor a combustão é desligado quando o carro anda a uma velocidade baixa mas constante e quando a bateria tiver descarregada é ligado o motor a combustão para a recarregar. Nesse fenomenal processo. Outra opção seria usar nitrogênio líquido. É livre de poluição e combustível barato. Motor híbrido O automóvel híbrido é aquele que utiliza mais de um motor. Motor a ar comprimido Motor que obtém trabalho a partir da energia interna de um gás. A configuração mais utilizada é um motor a combustão e outro eléctrico assim o consumo de combustível é menor.Motor 19 Configurações • Motor em linha: tem pistões dispostos lado a lado. dispostas em V. Funcionamento do motor radial. ou seja. • Motor radial: possui uma configuração onde os pistões estão dispostos em torno de uma única manivela do Cambota. Motor elétrico Paralelo ao motor a explosão. o oxigênio é comprimido a uma pressão de 20 bar. gerando uma reação que move o pistão. de trajetórias paralelas. o grande avanço na indústria deve-se ao motor elétrico. ligadas a um eixo de manivelas. Que veio acelerar a mobilidade pois tem forma de tração mais simples e eficaz não necessitando de caixas de velocidades.

. o produto do braço pela força resultante deve ser igual em ambas as extremidades. Isto é denominado também vantagem mecânica. e BR é o braço resistente. O princípio da força de alavanca pode também ser analisado usando as leis de Newton. Fr é a força resistente. e é um exemplo do princípio dos momentos. Alavancas Princípio do funcionamento de uma alavanca. . em uma alavanca. BP é o braço potente. tal como Para que. ocorra equilíbrio entre os lados. A balança de dois pratos A balança de dois pratos é uma alavanca interfixa.Motor 20 Componentes do automóvel Motor cabeça – cambota – junta da cabeça – cilindro – pistão – injector — válvula – distribuidor – árvore de cames – balanceiro – vela – volante – colector embraiagem – caixa de velocidades – sincronizador – diferencial – eixo – semi-eixo pneu – amortecedor – barra de torção travão ou freio (de pé) – travão ou freio de mão – ABS pára-brisas – volante – chassis Transmissão Suspensão Travagem/Frenagem Carroçaria Alavanca | Na física. em uma alavanca. A força aplicada em pontos de extremidade da alavanca é proporcional à relação do comprimento do braço de alavanca medido entre o fulcro e o ponto da aplicação da força aplicada em cada extremidade da alavanca. o produto do braço pela força resultante deve ser igual em ambas extremidades. pois seu ponto fixo fica entre as duas forças que atuam sobre esta máquina. Para que. ocorra equilíbrio entre os lados. A equação fundamental das alavancas é: onde: • • • • Fp é a força potente. a alavanca ou lavanca é um objeto rígido que é usado com um ponto fixo apropriado (fulcro) para multiplicar a força mecânica que pode ser aplicada a um outro objeto (resistência).

tornozelo e tesoura • inter-resistente ou de segunda classe ponto fixo: onde a força resistente ( ) está entre a força potente ( )eo Exemplo: Carrinho-de-mão. Podem ser classificadas em: • inter-fixa ou de primeira classe ): onde o ponto fixo fica entre a força resistente ( ) e a força potente ( Exemplo: Gangorra. articulação. ombro e tronco .Alavanca 21 As alavancas • O peso P representa a resistência aplicada no ponto B. o ponto O é o ponto de apoio (fulcro) e a força representa a potência aplicada no ponto A. cotovelo. • interpotente ou de terceira classe fixo: onde a força potente ( ) está entre a força resistente ( ) e o ponto Exemplo: Pinça. o sistema não gira. • O torque da força com relação ao ponto O é tal que faz girar o sistema no sentido anti-horário e depende do módulo da força peso e da distância . está em equilíbrio. • Quando os dois torques forem iguais. cabeça. atlanto axial. quebra nozes e pé. • O torque da força com relação ao ponto O é tal que faz girar o sistema no sentido horário e depende do módulo da força peso e da distância .

Amortecedor

22

Amortecedor
Amortecedor é uma peça do veículo automotivo que é destinada ao controle das oscilações da mola e também visa manter a roda em contato contínuo com o chão.

Histórico
No passado, quando a indústria automobilística dava os primeiros passos, os eixos eram fixados diretamente à estrutura do veículo fazendo com que o carro não fosse muito confortável pelas condições das estradas que na época não eram as melhores. A introdução de molas separou o eixo da carroceria, permitindo que o movimento das rodas fosse independente melhorando o conforto ao dirigir. Com o desenvolvimento de carros mais velozes, as molas começaram a causar problemas, pois ao passar por um buraco na pista, a mola era comprimida e a energia acumulada produzia vários movimentos de extensão e compressão fazendo o veículo oscilar e comprometendo a estabilidade e tornando dirigir algo difícil e perigoso. Para resolver este problema foi criado o amortecedor. O primeiro tipo produzido foi o amortecedor de fricção que controlava o movimento da mola com a ação mecânica de um cinto. Com o passar do tempo foram criados amortecedores baseados em princípios hidráulicos que controlavam as molas somente no movimento de extensão. Nesse processo evolutivo foi criado o amortecedor tubular de ação direta que é utilizado atualmente. Hoje os amortecedores são partes fundamentais das suspensões dos veículos propiciando conforto e segurança tanto nas suspensões tradicionais quanto nas suspensões McPherson (estruturais). Os amortecedores têm como função, controlar as oscilações da suspensão, mantendo as rodas do veículo em contato permanente com o solo estabilizando a carroceria do veiculo, propiciando conforto, segurança, estabilidade e previnindo o desgaste excessivo dos componentes da suspensão e pneus. O amortecedor abre e fecha aproximadamente 2.600 vezes por quilômetro rodado, o que equivale dizer que aos 30.000 km completa 78.000.000 desses movimentos, produzindo desgastes em seus componentes internos.

Componentes
O amortecedor é composto, em média, de 50 itens, entre eles um fluido denominado óleo hidráulico de características especiais para suportar as mais baixas e mais altas temperaturas. Seus principais componentes são: • Tubo reservatório; • Tubo de pressão; • Fixações e suportes: olhal, suporte de mola, suporte para fixar diretamente à bandeja da suspensão, suporte para prender tubulações de freio, etc; • Haste; • Pistão; • Válvula do pistão; • Válvula da base.

Amortecedor

23

Princípio de funcionamento
O amortecedor funciona por princípios hidráulicos. Tanto o tubo de pressão quanto o tubo reservatório estão com óleo restando uma pequena parte sem óleo que é preenchida com ar ou com gás nitrogênio quando o amortecedor é pressurizado. O que gera o amortecimento é a dificuldade de passagem do óleo através dos furos do pistão, onde se encontram válvulas responsáveis por controlar o movimento e pela própria válvula da base que controla a passagem de óleo do tubo de pressão para o tubo reservatório. Note que não há necessidade de passar óleo lubrificante ou completar com graxa sintética, o óleo do sistema já faz o papel de lubrificar. Movimentos de extensão: quando o amortecedor é distendido, o óleo da câmara de tração é forçado para baixo através dos furos existentes no pistão após a abertura das válvulas de controle de tração e passa para a câmara de compressão. Ao mesmo tempo a haste sendo retirada para fora do tubo, cria um espaço que deve ser preenchido pelo óleo existente na câmara reservatória. Esse óleo é admitido através da válvula de admissão para dentro do tubo de pressão. A medida de resistência que o amortecedor deve fornecer ao sistema, no movimento de extensão, é determinada pela regulagem da válvula de tração: 1°- Os movimentos lentos são controlados pela passagem de óleo por entalhes feitos na sede da válvula, no pistão. 2°- A resistência aos movimentos mais rápidos ou de velocidades médias é regulada pela pressão e grau de deflexão das molas da válvula de tração. 3°- O controle para os movimentos amplos é obtido pela restrição da passagem de óleo no pistão. Movimentos de compressão: quando o amortecedor é comprimido o óleo da câmara de compressão deve ser forçado para a câmara de tração por outra série de passagens após abrir a válvula do pistão. Nota-se que nessa ação a haste está sendo introduzida no tubo de pressão, ocupando um espaço na câmara de tração. Portanto um volume de óleo correspondente ao volume ocupado pela haste deve ser expelido de volta para o reservatório pela válvula de compressão. O controle de válvulas funciona como na extensão. A extensão serve para limitar o curso do amortecedor.

Ligações Externas
• Catálogo de Amortecedores [1] • Sobre o amortecedor [2] • ||| oleoparacarros.com.br||| Site especializado em Óleos para carros [3]

Referências
[1] http:/ / www. qualpeca. com/ produto/ Amortecedor/ [2] http:/ / www. carroantigo. com/ portugues/ conteudo/ curio_amortecedor. htm [3] http:/ / www. oleoparacarros. com. br

Chaveta (mecânica)

24

Chaveta (mecânica)
A chaveta é uma peça de um mecanismo que serve de trava de outras peças. Entre eixos e polias, ou entre eixos e engrenagem para que estes tenham rotação síncrona. É feita de material condizente as sistema que travará (aço para sistemas de aço, madeira, ou outros). Tem a forma de um prisma de base retangular ou trapezoidal condizente à ranhura feita nos outros componentes. Também se chama cunha ou cavilha.

Ligações externas
• Dicionário Priberam - chaveta [1]

Referências
[1] http:/ / www. priberam. pt/ dlpo/ definir_resultados. aspx?pal=chaveta

Correia (mecânica)
Correia na mecânica, é uma cinta de material flexível, normalmente feita de camadas de lonas e borracha vulcanizada, que serve para transmitir a força e movimento de uma polia a outras.

Um sistema de correias em V

Tipos de correias
Correias lisas
São utilizada geralmente para transmitir força em maquinas grandes, é o modelo mais simples de correias.[1] Trabalham com grandes unidades de força e rotações até (500 hp com 10.000 rpm. Nescessitam de alinhamento preciso das polias para que o sistema não se desencaixe, pois não possui bordas que a mantenha em seu local em casos de desalinhamento, além de polias especiais com centralizadores.[2]

Correias dentada
São modelos utilizado geralmente por motores de quatro tempos, onde não pode haver alteração na relação, o que ocasionaria falha nos Correias em um motor marítmo a diesel. tempos. O sincronismo ocorre entre o pistão e as válvulas para que a explosão e a exaustão ocorram no tempo certo.

Correia (mecânica)

25

Correias em 'V'
Foram desenvolvidas em 1917 por John Gates da Gates Rubber Company. Utilizadas por motores que nescessitavam girar mais de duas polias (as vezes quatro), são construídas com materia mais resistente devido o maior esforço. Trabalhava com rotações entre 1.000 e 7.000 rpms

Veja também
• Rotações por minuto • Movimento periódico

Referências
[1] By Rhys Jenkins, Newcomen Society, (1971). Links in the History of Engineering and Technology from Tudor Times, Ayer Publishing. Page 34, ISBN 0836921674 [2] http:/ / www. ag. ndsu. nodak. edu/ abeng/ plans/ nd4041-1. pdf Padrão de desenvolvimento de correias

Corrente metálica
Uma corrente metálica ou cadeia metálica (também chamada cadeado em algumas zonas de Portugal, diferente de cadeado) consiste numa série de elos ligados, feitos normalmente de metal.

Tipos de corrente
• As correntes flexíveis em duas dimensões podem ser utilizadas para delimitar acesso a certos locais ou para levantar objectos.
Uma corrente metálica

• Em mecânica, a corrente é constituída por elos metálicos que se acoplam a uma engrenagem, como é o caso das correntes de bicicleta.

exemplo de uma corrente mecânica

consequentemente. e a caixa de velocidades dá-se através da pressão do disco de embreagem. Por vezes. Disco de embreagem. Desmontagem da embreagem para compreensão: o volante (ciano). é apertado contra o volante através do prato de pressão. Por vezes os condutores optam por mandar reforçar a embreagem de forma a suportar binários maiores e dessa forma aumentar a sua longevidade. Tipicamente uma embreagem é mudada entre os 120. irá desmultiplicar essa rotação (consoante a engrenagem . um disco delgado de aço de elevada tenacidade cujas faces estão revestidas com um material de fricção. neste momento. prato de pressão (castanho e branco) forquilha de embreagem (cinzento). como a embreagem de diafragma) aliviam a pressão do prato. É de salientar que.000km e 180. O disco. A transmissão entre o volante. suprimindo o contrato do disco com o volante e. o disco de embreagem (laranja e verde). por sua vez. anel de impulso (azul escuro). as molas (ou outro sistema de pressão.patinagem. Com a pressão do pedal da embreagem. ocorre uma gradual dessincronização entre a rotação da cambota e o veio primário da caixa de velocidades.ou mudança .Biblia do Carro [1] • Revestir Embreagens [2] . O centro estriado permite o acoplamento perfeito ao veio primário da caixa de velocidades. a força de aperto deverá ser suficientemente grande para não permitir deslizamentos entre as duas superfícies . também é necessário substituir o volante motor. contra o volante do motor. na sua posição natural.000km. Este reforço pode ser em cerâmica ou kevlar e é muito utilizado em carros alterados (tuning).seleccionada) e transferi-la para o diferencial através do eixo. fixado por meio de parafusos à cambota. Quando o disco está fixado contra o volante. interrompendo a transmissão de força motriz para a caixa de velocidades.Embraiagem 26 Embraiagem A embraiagem (português europeu) ou embreagem (português brasileiro) é o mecanismo utilizado nos automóveis para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades que.000km. Ligações externas • Oficina e Cia . mas dependendo do estilo de condução poderá gastar-se ao fim de apenas 40.

as superfícies de contato da engrenagem devem ser cuidadosamente moldadas. acordo com um perfil específico. o trem de engrenagem atua de maneira a reduzir a velocidade e aumentar o torque. os dentes de uma encaixando nos espaços entre os dentes de outra.Embraiagem 27 Referências [1] http:/ / www. php Engrenagem A engrenagem é um elemento mecânico composto de rodas dentadas que se ligam a um eixo. o trem atua como um acelerador da velocidade e redutor do torque. Engrenagens num equipamento de fazenda. Se os dentes de um par de engrenagens se dispõem em círculo. a razão entre as velocidades angulares e os torques do eixo será constante. Se o arranjo dos dentes não for circular. com. . o qual imprimem movimentos. variará a razão de velocidade. se a roda maior está no eixo motor. oficinaecia. A maioria das engrenagens é de forma circular. Para transmitir movimento uniforme e contínuo. br/ bibliadocarro/ biblia. de Animação de uma engrenagem simples. asp?status=visualizar& cod=87 [2] http:/ / www. Considerações iniciais As engrenagens operam aos pares. com. Se a roda menor do par (o pinhão) está no eixo motor. br/ home/ index. revestirembreagens.

São empregadas para transmitir movimento e cargas elevadas entre eixos que não se cruzam.Engrenagem 28 Tipos de engrenagens As engrenagens não só apresentam tamanhos variados. É mais empregada na transmissão de baixa rotação do que na de alta rotação. por ser silenciosa devido a seus dentes estarem em componente axial de força que deve ser compensada por mancal ou rolamento. podemos classificar as engrenagens empregadas normalmente dentro dos seguintes tipos: Cônicas É empregada quando as árvores se cruzam. Helicoidais Os dentes são dispostos transversalmente em forma de hélice em relação ao eixo. Engrenagens helicoidais. engrenagens cônicas. Serve para transmissão de eixos paralelos entre si e também para eixos que formam um ângulo qualquer entre si (normalmente 60 ou 90°). o ângulo de intersecção é geralmente 90°. Retas Os dentes são dispostos paralelamente entre si em relação ao eixo. Podem ser de diversos tipos de dentados espirais. É usada em transmissão fixa de rotações elevadas. diminui a precisão e requer uma montagem precisa para o funcionamento adequado. o que dificulta a sua fabricação. em baixas velocidades. por causa do ruído que produz. ao contrário das cónicas. É o tipo mais comum de engrenagem e o de mais baixo custo. Hipóides As engrenagens hipóides são uma variedade de engrenagens que. podendo ser menor ou maior. os seus eixos não se cruzam. A engrenagem cônica é usada para mudar a rotação e a direção da força. . É usada em transmissão que requer mudança de posição das engrenagem em serviço. Os dentes das rodas cônicas tem formato também cônico. pois é fácil de engatar. mas também se diferenciam em formato e tipo de transmissão de movimento. Dessa forma.

Assim pode se transformar um movimento de rotação em movimento retilineo ou vice-versa. A velocidade angular do eixo do motor do carro de Fórmula 1 é muito maior. o torque da engrenagem é duas vezes maior que o do pinhão. Digamos que os dois possuam a mesma potência. se a coroa (a roda maior) tem o dobro de dentes do pinhão.Engrenagem 29 Cremalheira É uma barra de dentes destinada a engrenagens em que uma roda dentada. Parafuso sem fim Engrenagens sem-fim são usadas quando grandes reduções de transmissão são necessárias. Muitas engrenagens sem-fim têm uma propriedade interessante que nenhuma outra engrenagem tem: o eixo gira a engrenagem facilmente. Em um par de engrenagens no qual: z1= número de dentes da engrenagem 1 z2= número de dentes da engrenagem 2 n1= número de rotações por minuto da engrenagem 1 (rpm) n2= número de rotações por minuto da engrenagem 2 (rpm) Temos a seguinte equação: Comparamos um caminhão e um carro de Fórmula 1. Engrenagem Cremalheira. Cálculo Engrenagens de parafuso sem fim. nos quais a função de travamento pode agir como um freio para a esteira quando o motor não estiver funcionando. ao passo que a velocidade deste é duas vezes maior que a da coroa. o atrito entre a engrenagem e o eixo não deixa que ele saia do lugar. A razão entre o número de dentes nas rodas é diretamente proporcional à razão de torque e inversamente proporcional à razão das velocidades de rotação. chegando até a números maiores do que 300:1. Isso se deve ao fato de que o ângulo do eixo é tão pequeno que quando a engrenagem tenta girá-lo. No entanto a velocidade . mas o torque é muito baixo. mas a engrenagem não consegue girar o eixo. Esse tipo de engrenagem costuma ter reduções de 20:1. Por exemplo. Essa característica é útil para máquinas como transportadores.

php [3] http:/ / www. shtml Mancal Dispositivo fixo fechado. Os mancais que seguram eixos móveis são dotados de partes móveis que ajuda este realizar sua tarefa. tais como (o objetivo destas é diminuir o atrito entre o mancal e eixo girante): • Rolamento de esfera ou cone (Mancal de Rolamento) • Camada de fluido a qual vai criar uma pequena camada entre o mancal e o eixo (Mancal Hidrodinâmico) • Campo magnético este vai permitir que o eixo e o mancal não entre em contato (Mancal Magnético): este é feito por dois elementos. • Os mancais rotativos podem ser definidos como sendo todos os elementos onde o movimento de translação em qualquer direção deve ser minimizado. php [2] http:/ / kmoddl. da Cornell University. • Animações de Mecanismos [3] (em inglês) Referências [1] http:/ / kmoddl. Inclui ainda uma biblioteca eletrónica [2] com livros de projecto mecânico . 30 Ligações externas • Kinematic Models for Design Digital Library (KMODDL) [1] (em ingles) Filmes e fotos de centenas modelos mecânicos em funcionamento. Da mesma forma. contudo. um grudado no eixo e ou outro grudado no mancal. library. mekanizmalar. cornell. Mancal é uma parte da estrutura mecânica destinada a comportar um eixo (móvel ou fixo). deixando livre somente a rotação em torno de um único eixo. mas seu torque é muito alto. com/ involute1. tornam-se muito limitadas quando comparadas com o amplo espectro de utilização dos mancais. deslizante ou oscilante. com restrições ao movimento de rotação. podendo então deslocar um maior peso. em geral de ferro ou de bronze. mas desempenhar uma menor velocidade. cornell. se não proibido. edu/ index.Engrenagem angular do eixo do motor de um caminhão é muito baixa. Tais definições. é usado muito no girabrequinho (árvore de manivelas ou virabrequim no BR) de motores de combustão. . edu/ e-books. o termo guia passa a definir todos os elementos onde um movimento de translação é desejado. sobre o qual se apóia um eixo girante. que vão criar campo magnético de mesma polaridade de tal forma que vão se repelir permitinndo desta forma que o eixo sempre fique afastado do mancal • Munhão onde entre o eixo e o mancal vai ter um material menos resistênte que os dois elementos situados de tal forma que o munhão que quando o eixo girar o munhão se desgaste e não o eixo e ou mancal (Mancal de Munhão). library.

Mola utilizada como brinquedo. reboques e semi-reboques também vem aumentando. Suspensões a ar com molas FIRESTONE foram apresentadas pela primeira vez em automóveis experimentais em 1935. • Lâmina: quando montada em feixes é usada na suspensão traseira de veículos pesados de veículo . • Faixa de borracha: uma mola de tensão onde a energia é armazenada esticando o material. especialmente no transporte urbano. principalmente como auxiliares das molas de aço do eixo traseiro. A preferência por este tipo de suspensão entre os caminhões. a FIRESTONE desenvolveu molas pneumáticas de duas convoluções que foram incorporadas ao projeto desse ônibus cuja produção iniciou-se em 1953. • Torção: alguma mola projetada ser torcido melhor que comprimido ou estendido. ao aumento da vida útil do equipamento. Mais recentemente. os controles eletrônicos também registraram grande aperfeiçoamento. apenas uma lâmina interruptores elétricos. redução dos custos e dos tempos de manutenção. cilindro. • Pneumática: As primeiras molas pneumáticas foram desenvolvidas pela FIRESTONE na década de 30. . As molas são feitas de arame geralmente tendo como matéria prima mais utilizada o aço temperado. devido à maior proteção oferecida à carga. Tipos • Helicoidal (ou bobina): feita enrolando um fio em torno de um Mola. a suspensão a ar é muito utilizada na montagem de ônibus. porque o fio próprio é torcido quando a mola é comprimida ou esticada. Pela mesma razão.Mola 31 Mola Uma mola é um objeto elástico flexível usado para armazenar a energia mecânica. e cónica: molas helicodais e cónias são tipos de molas de torção. é empregada também em vagões ferroviários e de metrô. • Espiral: usada nos pulsos de disparo e nos galvanômetros. Atualmente. Os materiais dos foles e as válvulas niveladoras tiveram um desenvolvimento significativo a partir dos anos 60. para assegurar um rodar mais suave. Bolsões pneumáticos ou foles também são usados em automóveis e utilitários. Em 1944 para atender a solicitação de desenvolvimento de um novo modelo de ônibus que necessitava de uma suspensão que reduzisse os choques e vibrações transmitidas ao veículo e passageiros. • Gás: um volume do gás que é comprimido. • Belleville: um disco usado geralmente para aplicar a tensão a um parafuso. para compensar a inclinação do veículo causada pela carga do porta malas ou pelo reboque.

A lei de Hooke da elasticidade indica que a extensão de uma haste elástica (seu comprimento distendido menos seu comprimento relaxado) é linearmente proporcional à sua tensão e à força usada para esticá-la. e a lei de Hooke não pode ser significativamente aplicada a estes materiais. Parafuso para madeira . Parafuso O parafuso é um eixo com um sulco ou uma linha helicoidal dado forma em sua superfície. A lei de Hooke é realmente uma conseqüência matemática do fato que a energia potencial da haste está no estado relaxado. a contração (extensão negativa) é proporcional à compressão (tensão negativa). Para deformações além do limite elástico . Esta lei relaciona-se somente quando ha deformação (extensão ou contração). uma mola pode ser vista como um dispositivo que armazene a energia potencial esticando as ligações entre os átomos de um material elástico. rompe-se a sua constante elástica K. Seus usos principais são como elemento de fixação que engata os objetos. Similarmente. pode também ser definida como um plano inclinado envolvido em torno de um eixo. as ligações atômicas começam a serem rompidas. Muitos materiais não têm nenhum limite elástico claramente definido. ou seja. e uma mola pode formar ondas. ou deformar-se permanentemente.Mola 32 Teoria Na física clássica.

Para aplicações críticas de elevada tensã/força. tais como o nylon ou Teflon. (i) chave de boca . ' Quando os parafusos não podem ser usados. Também para o parafuso passar a direita através do material que está sendo prendido e fornece a compressão. Os parafusos podem normalmente ser removidos e reintroduzidos sem reduzir sua eficácia. Nos parafusos SAE. ou o parafuso pode criá-la quando dirigido primeiramente dentro (um parafuso self-tapping). o bronze são os materiais mais utilizados. pinos de mola . com muitas variedades de aço que são talvez os mais comuns. (h) Torq-Ajustou-se.Parafuso 33 Parafuso Um parafuso usado como um prendedor consiste em um eixo. Modernos parafusos empregam uma variedade larga movimentação. (b) Phillips. automóveis. soldando . Onde é necessário resistência ao tempo e a corrosão . pregar . Materiais e força Os parafusos são feitos em uma larga gama de materiais. podem ser aplicados para uma sustentação que requer uma força moderada e grande resistência à corrosão ou isolação elétrica. À cabeça é dada uma forma especial para permitir que uma chave de fenda ou philips prenda o parafuso ao dirigi-lo para dentro do material. e em uma cabeça. cada uma que requer um tipo diferente da ferramenta para apertá-los ou extrai-los. Têm um poder Tipico parafuso phillips usado em computadores de fixação maior do que pregos e permitem a desmontagem e reutilização. tendo por resultado danos ou ferimento. Mesmo a porcelana e o vidro podem ser moldados as linhas de parafusos que são usadas nas aplicações tais como isoladores elétricos. rebitar . e aplicações críticas similares. Os parafusos com linhas da mão esquerda são usados em casos excepcionais. (d) torx. Um parafuso que seja apertado girando-o no sentido horário é dito ter uma linha right-hand . (g) a Tri-Asa. o titânio . (e) hex. (f) Robertson. (c) Pozidriv. A linha acopla-se com uma hélice complementar no material. Tais parafusos inferiores são um perigo à vida e à propriedade quando usados em aviões. onde os parafusos de baixa qualidade podem falhar. Alguns tipos de plástico. caminhões pesados. que possa ser cilíndrico ou cónico. e colando são algumas as alternativas. um teste padrão distintivo do funcionamento é imprimido nas cabeças para permitir a inspeção e o validação da força do parafuso. O material pode ser manufaturado com a hélice de acoplamento (batida). o aço inoxidável. (a) Fenda. O eixo tem um cume ou uma linha helicoidal dado a forma nele. O mesmo tipo de parafuso pode ser feito em muitas classes diferentes do material.

Historia do parafuso Na antiguidade. Existem também outros padrões de parafusos empregados.Parafuso 34 Ferramentas de parafusos A ferramenta de mão usada para apertar a maioria dos parafusos são chamadas de chave de fenda. o matemático grego Archytas of Tarentum (428 . os parafusos de madeira foram usados em todo o mundo Mediterrâneo em dispositivos como prensas de óleo e de vinho. 1952 • Tipos de parafusos [1] • (em inglês) Tipos de cabeças de parafusos [2] • (em inglês) Thread repair kit [3] Referências [1] http:/ / www.. No 1o século aC. br/ destec/ DESTEC-LIVRO/ paginas/ 10. chave allen entre outros. htm [2] http:/ / www. Ligações Externas Cilindro de 87 quilogramas. com/ reviews/ screwtypes. uni-coil. Os parafusos de metal só apareceram na Europa a partir do ano de 1400. Na atualidade o parafuso está presente em praticamente todos os aparelhos e estruturas construídos pelo homem. O britânico Rudolf Jours (Rodolfo Dias. ufrgs. com/ kit/ . htm [3] http:/ / www.) foi responsável pela invenção do parafuso. . A ferramenta da mão para apertar os parafusos de cabeça sextavada é chamada uma chave de boca (tamanho fixo para cada parafuso) ou chave inglesa (tamanho variável conforme o parafuso). lara. no Brasil) patenteou o parafuso de fenda em 1797. um dispositivo similar foi patenteado por David Wilkinson nos Estados Unidos no ano seguinte.350 aC. cujas chaves herdam os nomes: chave philips. torquímetro.

transferindo movimento e energia a outro objeto. (mesmo sentido da referência adotada). a polia realiza trabalho equivalente ao de uma engrenagem. normalmente metal. tamanho) e massa desprezível. Nessa configuração com duas polias. a força de tração T necessária para segurar um objeto de peso P é igual à metade P: . corda ou corrente metálica a polia gira em um eixo. Uma polia é constituída por uma roda de material rígido. pode-se deduzir alguns resultados. A figura 2 logo abaixo mostra uma aplicação de polias para reduzir a força necessária para levantar um objeto. o movimento do corpo A será para baixo. Quando associada a outra polia de diâmetro igual ou não. lisa ou sulcada em sua periferia. utilizada para transferir força e movimento. Considerando que o corpo A tem uma massa mA > mB (massa de B). Acionada por uma correia. mas outrora comum em madeira. Funcionamento Uma polia presa a um suporte mantém dois corpos A e B suspensos e unidos por um fio inextensível (não muda de Uma roldana / polia. Após liberarmos o sistema do repouso.Polia 35 Polia Uma roldana (também chamada de polia no Brasil) é uma peça mecânica muito comum a diversas máquinas.

se a corda estiver tangenciando a roldana. Se for usada uma polia móvel juntamente com outra fixa. é exatamente igual em módulo. que influenciam na razão entre a força potente e força resistente. Se a polia tiver um diâmetro pequeno ou grande. supondo que a polia esteja sem atritos. o objeto ganha energia potencial.Logo. Fr = Força resistente. • Cadernal: configuração de várias roldanas móveis e o mesmo número de roldanas fixas. Nesta nova posição. • Polia fixa: somente altera a direção e o sentido da força. n = Número de roldanas móveis. isso afetará o torque mas não a força envolvida. • • • • • Fp = Força potente. A velocidade de elevação da massa será a metade da obtida no caso anterior. = = igual. • Polia móvel: divide a força resistente entre o ponto de fixação da corda e a força potente. a força F realizada para elevar um peso P. / = dividido. quatro ou mais polias para se obter situações adequadas a algum caso específico. Pode-se associar três. F=P O trabalho realizado para elevar o objeto de uma certa distância d é exatamente o trabalho realizado pela força peso. . Diferentes tipos de polias As polias podem ser utilizadas em distintas configurações. mas o deslocamento da mão será o dobro do deslocamento da massa M. a força necessária será a metade. • Talha: configuração de várias roldanas móveis e uma roldana fixa.Polia 36 Relações de força Numa polia fixa.

Uma vez instalado. prendendo o rebite. consiste num cilindro com uma cabeça em uma das extremidades. na África do Sul. são usados tipos de parafusos especiais. que o pressionam até deformar. o rebite apresenta uma cabeça em cada extremidade. prendendo-o de forma definitiva. Rebites pequenos e mais maleáveis são os de uso mais comum. que pode segurar a tensão de carga. A barra de resistência é Uma ponte rebitada sobre o Rio Orange. Nestes casos o instalador coloca o afixador de rebites (em geral um martelo) contra a cabeça e segura uma barra de resistência contra a ponta. Uso Há várias formas de se fixar o rebite.5 vezes o seu diâmetro original.Rebite 37 Rebite O rebite ou arrebite é um fixador mecânico metálico. expandindo-se até 1. paralela ao eixo da espiga. Sua instalação é feita num orifício pré-perfurado. através do achatamento (deformação por golpes) da ponta. similar a um prego ou pino. Rebites grandes e duros podem ser instalados com maior facilidade com uma ferramenta de contato em suas extremidades. Uma chapa rebitada de uma locomotiva a vapor. Para resistir a tensões de carga perpendiculares ao eixo. Antes de sua instalação. especialmente amoldado para o trabalho. . semipermanente. quando a espiga preenche o orifício. um bloco metálico sólido.

e que vem a ser deformada. antes de seu achatamento na ponta.Rebite 38 Terminologia • • • • Cabeça . Entretanto. Ponta . Puxador ou puxadeira é a ferramenta utilizado por serralheiros para a retirada de rebites. Esses rebites são de uso relativamente fácil e exigem pouco trabalho para sua instalação. são mais propensos à corrosão e maior folga. Espiga . quando da instalação. 3/32".extremidade oposta à cabeça. Veja também • Martelo Três rebites ocos em alumínio: 1/8". por causa do eixo. Além disso. . uma vez que não possuem a mesma resistência daqueles de estrutura maciça. o rebite oco não tem grande utilidade quando visa a união de superfícies sob cargas maiores. e 1/16". razão pela qual são populares.o "corpo" do rebite.parte saliente e achatada do rebite. e são afixados com o uso de um eixo no centro. Rebites ocos Rebites ocos são tubulares.

este rolo se transformou em disco. acerca de 5. porém seu uso no neolítico era meramente pelos oleiros para fazer instrumentos de barro a exemplo da ceramica. História da Roda Para muitos cientistas. pouco a norte de Elam. atual Iraque. os tempos. o objetivo dela é diminuir a fricção total de arrasto de um objeto entre dois (ou mais) pontos em uma superfície. não se sabe porem se antes de surgirem as rodas. porem grandiosos e altos. as formas de vida usam-na de maneira muito limitada nesse sentido. Similarmente. amplificando a transmissão tanto da velocidade quanto da distância que foram aplicadas. . A roda não é muito útil para o transporte sem a presença de estradas. É uma mera sintetização/otimização dos rolos/troncos de arvores que inicialmente eram usados pra boiar na agua como proto-canoas que tambem foram logo melhoradas com o tempo. É interessante notar que a superfície por onde a borda da roda se desloca deve ser preparada a priori para aumentar a eficiência da roda.Roda 39 Roda A roda é uma das seis máquinas simples com vastas aplicações no transporte e em máquinas mecânicas. a princípio. a roda transmite de maneira reduzida para a borda qualquer força aplicada no seu eixo de rotação. Mais tarde. às quais eram. colocado no seu eixo. possivelmente pertencente a povos proto-arianos em expansão pela região. caracterizada pelo movimento rotativo no seu interior. A roda transmite de maneira amplificada para o eixo de rotação qualquer força aplicada na sua borda. a roda é o maior invento de todos Uma roda. Foi originada do rolo (um tronco de árvore). os proprios troncos eram usados como rodas. A roda é também o princípio básico de todos os dispositivos mecânicos. É também interessante notar que embora a roda seja uma maneira eficiente de transporte. mas possivelmente era assim que os egipcios conseguiam deslocar suas pedras na construção das piramides posteriormente usando rampas e planos inclinados simples. Aplicações Transporte No transporte de objetos. velocidade e distância é a relação entre o diâmetro da borda da roda e o diâmetro do eixo. A evolução das rodas dos automóveis se originou diretamente das rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos. Acredita-se que seus inventores foram os povos que habitavam a antiga Mesopotâmia. reduzindo a transmissão tanto da velocidade quanto da distância que foram aplicadas. a primeira roda para uso vertical num veículo de tração animal foi encontrada nos Montes Zagros centrais. idênticas. porque o eixo sempre reduz a transmissão da distância percorrida pela borda da roda.500 anos atrás. O objeto sendo transportado. O fator importante para determinar a transmissão de força. necessita se arrastar por uma distância menor do que a distância percorrida pela borda da roda em contato com a superfície.

Roda 40 Máquinas Em máquinas. a roda age principalmente acoplando-se a outras rodas. de modo a transmitir velocidade e torque através do seu típico movimento circular. o qual tem em cada ponto seu a mesma velocidade angular. Eixo de rotação Eixo de rotação é o eixo (material ou não) em volta do qual se realiza um movimento de um corpo. Esquema denotando um eixo de rotação de uma esfera. . O eixo é geralmente representado por uma reta espacial. Exemplos de rodas especializadas usadas em máquinas são a engrenagem e a polia.

Leonardo da Vinci desenhou planos para um helicóptero primitivo que fazia uso de uma hélice sólida.C. helicópteros) ou o fluido à sua volta (exemplo: ventoinha). sem pás. A primeira hélice movida por um motor de combustão interna. Também descobriram que o ângulo de ataque em relação ao movimento variava de ponto para ponto nas pás e portanto seria A hélice de um avião comercial Q400 (Dash 8) . o filósofo grego Arquimedes desenvolveu o parafuso de Arquimedes com o objectivo de transportar água até à superfície e por volta de 1090 Cruzados Europeus encontraram moinhos de vento no médio oriente. Eles descobriram que uma hélice funciona como uma asa e usaram dados por eles conseguidos nas suas experiências com asas no túnel de vento. foi instalada pelo engenheiro escocês James Watt em Birmingham na Inglaterra. Este instrumento de propulsão ou tração está geralmente acoplado a algum tipo de motor que empurra o que está em redor (geralmente ar ou a água) convertendo energia rotacional em translaccional e deslocando o objeto a que se encontra acoplado (exemplos: aviões. que a usou no seu motor a vapor. No século III a. História Estima-se que a origem da hélice remonte aos tempos do Antigo Egipto mas sabe-se que na Antiga China as hélices já eram usadas para propulsionar embarcações. As pás de hélice agem como asas e produzem força obedecendo ao princípio de Bernoulli e à 3ª lei de Newton. No entanto a hélice só se tornou popular quando Isambard Kingdom Brunel decidiu aplica-la em vez de uma roda de água (paddle wheel em inglês) para mover o navio SS Great Britain. foi instalada num pequeno barco (hoje conhecido como lancha) por Frederick William Lanchester também em Birmingham e foi testada em Oxford. uma hélice geométrica. A primeira hélice montada num motor. criando uma diferença de pressões entre ambas as superfícies das pás. que ao ser girado segundo o seu eixo causa propulsão e cada pá descreve no espaço uma trajectória que é. A forma de aerofólio torcido nas hélices dos aviões modernos foi Hélice do navio USS Churchill introduzida pelos irmãos Wright quando descobriram que o conhecimento que havia de hélices (sobretudo naval) era obtido por tentativa e erro e que ninguém sabia ao certo como funcionavam. de facto.41 Outros Elementos Hélice Hélice é um termo andrógino (ver secção de Curiosidade Linguística) que designa um conjunto de pás com um mesmo centro.

42 Aviação Hélices de Aviões Eficiência A eficiência mecânica de uma hélice é dada por Um operário a rodar uma hélice Hamilton Standard 54H60 da Marinha dos EUA no motor nº 4 do EP-3E Orion como parte dos testes pré-vôo. Uma hélice bem projectada tem uma eficiência de cerca de 80% quando está a trabalhar no melhor regime.Hélice necessário introduzir nas pás da hélice uma curvatura. . tendo projectado hélices antes dos irmãos Wright apesar de não serem tão eficientes. ao longo da envergadura de cada pá. criando um aerofólio. O melhor ângulo de ataque das pás é quando estas actuam como pequenas asas. ou o ângulo entre a direcção da velocidade resultante do escoamento e a direcção de rotação das pás. O Orion é um avião anti-submarino. . Estas tinham pouca curvatura e não tinham qualquer torção ao longo da envergadura. o que fez com que fossem menos eficientes que as dos irmãos Wright.cerca de um século depois. ou torção. São necessários sistemas de controlo para sincronizar com precisão o ângulo de ataque das pás com a velocidade de vôo e com a velocidade do motor. Alberto Santos Dumont foi outro pioneiro. gerando mais sustentação do que resistência. Há vários factores que contribuem para a eficiência de uma hélice como o ângulo de ataque das pás. Um ângulo de ataque das pás pequeno tem um bom desempenho em relação à resistência mas gera pouco impulso enquanto que ângulos grandes têm o efeito contrário. Alguns dos seus projectos usam uma folha de alumínio dobrado como pás. As hélices são semelhantes em secção de perfil alar a asas de baixa resistência e como tal não são eficientes quando operam em ângulos de ataque que não o óptimo. As suas pás de hélice originais são apenas menos 5% eficientes que as suas equivalentes actuais . Ele aplicou o conhecimento adquirido de experiências com aeronaves para fazer uma hélice com veio de aço e pás de alumínio no seu biplanador 14 bis. Esta foi a primeira vez que o alumínio foi usado na construção de hélices.

Isto é usado para desacelerar o avião após a aterragem para evitar o desgaste de travões e pneus e nalguns casos o avião pode mesmo andar de marcha-a-trás na pista. dando impulso no sentido oposto ao original. o piloto pode ter que accionar um interruptor para anular os pinos de paragem e completar o processo de "feathering". Estas hélices permitiam ao piloto escolher uma velocidade angular para obter potência máxima no motor ou máxima eficiência. o piloto pode cancelar manualmente o mecanismo de velocidade constante para inverter o ângulo de ataque das pás manualmente. mas a área das pás terá que ser suficiente para transmitir a potência disponível dentro de um determinado diâmetro. Este tipo de controlo que era no início feito manualmente pelo piloto. As hélices com "feathering" foram desenvolvidas para caças militares antes da Segunda Guerra por estarem mais sujeitos a falhas e avarias nos combates. Dependendo do design.4 da RAF britânica em posição "feather". Existem hélices de passo variável em que as pás podem ser rodadas paralelamente ao escoamento para reduzir a resistência e aumentar a distância a planar em caso de avaria do motor. As hélices controladas electricamente foram desenvolvidas durante a Segunda Guerra Mundial e foram usadas extensivamente em aviões militares. Nalguns aviões (por exemplo. A maioria destes sistemas detectam uma queda na pressão do óleo e movem as hélices para a posição em feather. Aumentando o aspect ratio (relação entre o comprimento e a largura) das pás reduz a resistência mas o impulso produzido depende da área da pá. o que significa que terá de haver um compromisso. Os sistemas de controlo dos turbopropulsores possuem um sensor de torque negativo nas engrenagens que move as pás para a posição em feather quando o motor deixa de fornecer potência às hélices. Aspect Ratio O número e a forma das pás influenciam a experiência de vôo e o desempenho. Um avanço nesta tecnologia foi a criação da hélice a velocidade constante. mantendo as RPM (rotações por minuto) selecionadas pelo piloto. o C-130 Hercules).Hélice 43 Passo da hélice & feathering O objectivo de variar o ângulo da pá com uma hélice de passo variável. No entanto Hélices de um Hercules C. tendo o piloto que puxar o controlo das hélices para trás de modo a desactivar os pinos de paragem de ângulo elevado antes de o motor parar. com óleo do motor a actuar como fluido hidráulico. e um dispositivo de controlo (governor device em inglês) actuava em ciclo fechado para variar o ângulo da pá. significa tornar o avião mais "leve" ou aerodinâmico. Isto denomina-se "feathering" (terminologia inglesa . limitando o . é manter um ângulo óptimo (maximizando o rácio de sustentação sobre resistência) nas pás da hélice enquanto a velocidade do avião varia.de "feather" ou pena. Estes sistemas tinham a vantagem de serem simples e não necessitarem de controlo externo. passou a ser feito por sistemas automáticos que compensam o momento torçor provocado pela centrifugação nas pás com contrapesos numa mola e com as forças aerodinâmicas nas pás. que os bombardeiros por exemplo. Usar menos pás numa hélice causa menos efeitos de interferência entre as pás. Aumentando o número de pás diminui o trabalho que cada pá terá que realizar. oferecendo menos resistência aerodinâmica de modo a poder planar a uma maior distância). noutros casos o processo pode ser totalmente automático. Portanto usar pás com aspect ratio elevado pode levar à necessidade de se usar hélices com diâmetro inaplicável. Na maioria dos aviões este sistema é hidráulico. mas era dificil associar um desempenho particular da hélice às condições do avião. as hélices com "feathering" actuais são apenas usadas em aviões com mais do que um motor com o objectivo de melhorar a velocidade mínima de controlo em ar do avião (Vmc). que tinham mais que um motor.

que no caso das hélices se trata de um limite de desempenho considerável. A velocidade máxima relativa é mantida tão baixa quanto possível através de um controlo cuidado do ângulo de ataque para permitir que a hélice tenha um passo elevado. em geral. São usadas pás com uma secção fina.6. Como a velocidade do ar em relação às pás é igual à velocidade rotacional destas mais a velocidade axial do avião. uma caixa de velocidades mas em aviões maiores e/ou com turbopropulsores é essencial. uma fã produz muito impulso para um determinado diâmetro. sobretudo militares.7–0. Portanto. Estas hélices são mais eficientes que as turbo-fans e permitem alcançar velocidades de cruzeiro (Mach 0. nesse caso uma delas é fixada na carcaça do estator e a outra no eixo do indutor. a velocidades superiores a Mach 0. o que faz com que as pás se dobrem para trás durante o vôo.8 ou mais apesar de haver um decréscimo significativo na eficiência. Têm havido esforços no sentido de desenvolver hélices para aviões a velocidades subsónicas altas (perto da velocidade do som). Fans em aviões Uma fã (termo inglês que significa ventoinha) é um tipo de hélice com um número muito grande de pás.7) ao nível do mar. a resistência e o momento torçor aumentam repentinamente e forma-se uma onde de choque ruidosa. que operam a Mach 0. É usado um número elevado de pás para reduzir o trabalho realizado por cada pá que reduz assim a força de circulação sendo também usada contra-rotação. Quando a ponta de uma pá alcança velocidades supersónicas. Como tal. o peso e o ruido do sistema raramente compensam. O design é semelhante ao das asas transónicas. A hélice está normalmente ligada a um veio que ou está ligado directamente ao motor ou se liga a uma caixa de O caça P-51 Mustang dos EUA com duas hélices contra-rotativas velocidades. aviões com hélices convencionais não voam. São exemplos o Antonov An-70 e o Tupolev Tu-95. Pondo a fã numa conduta fechada são criados padrões de escoamento específicos dependendo da velocidade de vôo e do desempenho . Velocidade Supersónica O desempenho de uma hélice é afectado à medida que as pás ultrapassam a velocidade do som. esta interferência pode ser benéfica se esse escoamento puder ser comprimido através de uma série de ondas de choque em vez de apenas uma.85) apropriadas para companhias aéreas. a complexidade. Contudo em aviões de pequeno porte o custo acrescido. A contra-rotação é também uma maneira de aumentar a potência sem aumentar o diâmetro da hélice e anula o efeito de torque nos motores de alta potência assim como os efeitos de precessão giroscópica. Essas hélices de passes invertidos. Se o escoamento for supersónico. 44 Hélices contra-rotativas Hélices contra-rotativas usam uma segunda hélice que roda no sentido contrário à hélice principal para aproveitar a energia cinética perdida no movimento circular do escoamento. embora o ruido gerado seja tremendo. a ponta da pá vai atingir a velocidade do som antes do próprio avião (em teoria um avião a hélice poderia alcançar uma velocidade máxima de 845 km/h (Mach 0. Existem certos aviões a hélice. Os aviões de pequeno porte dispensam com três pás cada. são mais indicadas para turbinas eólicas na geração de energia elétrica.Hélice número de Mach local. mas o valor real é mais baixo). mas a proximidade das pás significa que cada uma afecta o escoamento das outras.

Uma mistura de hélices em parafuso e rodas de água ainda era usada nesta altura (vide a SS Great Easternde 1858). a complexidade e até certo ponto o aumento de resistência aerodinâmica influenciam a escolha deste tipo de sistema. Josef Ressel projectou e patenteou um hélice em parafuso em 1827. A invenção de Bushnell. o preço. Francis Pettit Desenho dos hélices em parafuso Smith testou um semelhante em 1836. Este design era o mais comum. . Hélice com sentido de giro à direita em um navio moderno. À medida que o ar entra na conduta. O design do hélice estabilizou por volta de 1880. O ruido também é reduzido pela conduta e caso uma pá se separasse da hélice. John Ericsson instalou um hélice na Turtle de Bushnell em 1775 em parafuso num navio que mais tarde navegou através do Oceano Atlântico em 40 dias. As rodas de água eram o mecanismo propulsor mais popular nestes primeiros navios. No principio do século XX os navios movidos a rodas de água estavam completamente ultrapassados. ao contrário da aeronáutica. Estes hélices foram introduzidas na segunda metade do século XVIII. 45 Marinha Hélices de navios e submarinos Tanto na Marinha Brasileira como na Marinha Portuguesa. daí o seu nome. reduzida complexidade no sistema de transmissão e o facto de ser menos susceptível a danificar-se. Os projectos iniciais deviam muito ao desenho do parafuso comum. Se o avião estiver a uma velocidade subsónica alta o ar entra na fã a uma velocidade Mach baixa e a alta temperatura aumenta a velocidade do som local. A maior quantidade de ar à entrada faz a fã operar a uma eficiência equivalente a uma hélice maior sem conduta. A propulsão mecânica de navios começou com a máquina a vapor. Enquanto que por uma lado há uma perda na eficiência já que a fã recebe escoamento de uma área mais reduzida e portanto usa menos ar. por exemplo. por outro lado a conduta retém eficiência a velocidades superiores onde hélices convencionais teriam uma eficiência pobre. Mais tarde os hélices consistiam em duas pás que de perfil tinham o tamanho equivalente ao de uma rotação dum parafuso correspondente em diâmetro (daí a designação de passo do hélice). Uma fã ou hélice numa conduta também oferece certos benefícios a velocidades baixas mas a conduta teria que ter formas diferentes para altas e baixas velocidades. No entanto o peso. hélice é tratado como sendo do gênero masculino. a sua velocidade reduz-se e a pressão e a temperatura aumentam.Hélice do motor. Robert Fulton tinha já testado e rejeitado os hélices em parafuso. mas os inventores experimentaram diferentes tamanhos de perfil e várias pás. reduzido tamanho. a conduta iria conter os danos. Em 1839. O hélice em parafuso substituiu a roda de água devido à sua grande eficiência. especialmente se usada em guerra. o (Turtle) em 1775 usava hélices em parafuso movidos à mão para obter propulsão vertical e horizontal.

No entanto. torna o hélice ruidosa devido ao colapsar das bolhas de vapor e erode a superfície das pás devido às ondas de choque localizadas contra a superfície. A grandes velocidades de rotação ou sob grandes cargas (coeficiente de sustentação elevado nas pás). sem no entanto causar qualquer dano à superfície das pás. Um efeito semelhante dá pelo nome de de giro esquerdo ventilação. as pás são inclinadas para trás ao longo do eixo longitudinal. a pressão do lado da entrada de escoamento nas pás pode descer abaixo da pressão de vapor da água criando uma bolsa de vapor. impulso e controlo. Além disso. Flapping flight ainda é mal compreendida e quase não é usada em engenharia devido ao entrelaçar das forças de sustentação. a ventilação é reduzida pois está mais longe das ondas da superfície e de outras bolsas de ar que poderiam ser atraidas para o escoamento. que ocorre quando um hélice que opera perto da superfície da água atrai o ar para as pás formando pequenas bolhas. embora a maioria das tentativas não tenha tido sucesso [2].Hélice 46 Cavitação A cavitação pode ocorrer quando se tenta transmitir demasiada potência ao hélice. causando uma perda de impulso e uma vibração acrescida do veio. tirando partido da borda do aerofólio para encorajar a recirculação necessária à sustentação. dando ao hélice um aspecto de taça. A fanwing é um dos únicos sistemas que voou.[1] Hélices de Eixo Transversal A maioria das hélices possui o seu eixo de rotação paralelo à direcção do escoamento. as pontas das pás de um hélice skewback são torcidas na direcção contrária à da rotação. que deixa de transmitir força à água eficientemente. Pás de hélices que conseguem mudar o seu ângulo de ataque durante a rotação ciclicamente possuem aerodinâmica semelhante a flapping flight [3]. a cavitação pode ser usada como uma vantagem na projecção de hélices de Danos de cavitação evidentes num hélice de um barco alto desempenho. Uma hélice Voith-Schneider. em que a rotação é perpendicular ao escoamento. Este design preserva a eficiência do impulso e reduz a cavitação sendo por isso muito silenciosa. . Hélice Skewback A hélice skewback é um tipo avançado de hélice usado no submarino Type 212 Alemão. Este efeito dissipa a energia. Tal como nas pás de alguns aviões. Ambos os efeitos podem ser amenizados se for aumentada a profundidade a que o hélice está submersa: a cavitação é reduzida porque a pressão hidroestática aumenta a margem da pressão de vapor. no entanto houve já tentativas de propulsionar veículos usando os mesmos princípios das turbinas de vento de eixo vertical.

o atrito é a componente horizontal da força de contato que atua sempre que dois corpos entram em choque e há tendência ao movimento. que a embarcação anule o efeito de ondas.Beer. é representado por . • Coeficiente de atrito estático: determinado quando as superfícies em contato encontram-se em iminência de movimento relativo. como ocorre ao lixar alguma superfície. Comparando-se os módulos dos dois coeficientes. news. apenas da natureza destas superfícies e da força normal que tende a fazer uma superfície "penetrar" na outra. hrs. Ferdinand P. Pode ser diferenciado em coeficiente de atrito dinâmico ou de atrito estático de acordo com a situação na qual se determina tais coeficientes: • Coeficiente de atrito dinâmico ou cinético: presente a partir do momento que as superfícies em contato apresentam movimento relativo. no contato entre superfícies sólidas o coeficiente de atrito dinâmico será sempre menor (mas não necessariamente muito menor) que o coeficiente de atrito estático: . Sixth ed.[2] [3] [4] O atrito resulta da interacção entre dois corpos Apesar de sempre paralelo às superfícies em interação. a componente vertical da força de contato. Para efeito de diferenciação. a força de atrito não depende da área de contato entre as superfícies. mas ainda não se moveram. Relaciona a força de atrito cinético presente nos corpos que se encontram em movimento relativo com o módulo das forças normais que neles atuam. com/ MUSEUM/ TRANSPORT/ cyclogyro/ cyclogyro.</ref>[1] • Lubricated friction is a case of fluid friction where a fluid separates two solid surfaces. 1996. tornando-se absolutamente estável. convertida em energia térmica e/ou quebra de ligações entre moléculas. A força de atrito é sempre paralela às superfícies em interação e contrária ao movimento relativo entre eles. inclusive. Trata-se de uma grandeza adimensional. aqpl43. [S.Hélice 47 Voith-Schneider Mesmo não sendo um hélice. dsl. francehelices. mantidas as demais variáveis constantes. htm) [2] http:/ / www. Sua rapidez na transição de direção e intensidade de empuxo permite. dispensa o leme além de proporcionar imediata resposta ao comando. Entretanto. edu/ releases/ March00/ APS_Wang. quanto maior for a Força Normal maior será o atrito. o atrito aumenta e é mais difícil manter o dedo se movendo pela superfície. o atrito entre estas superfícies depende da força normal. ao contrário do que se poderia imaginar. html Atrito Em física. Passar um dedo pelo tampo de uma mesa pode ser usado como exemplo prático: ao pressionar-se com força o dedo sobre o tampo..l. cornell.[1] A energia dissipada pelo atrito é. htm [3] http:/ / www. Representado por . É gerada pela aspericidade dos corpos (vide figura "ilustrativa"). ou seja. não apresenta unidade. [1] Illustrations of skewback propellers (http:/ / www. fr/ silent-propellers.[5] [6] Coeficiente de atrito Relaciona-se o grau de rugosidade das superfícies e ao "acoplamento" entre os dois corpos. Vector Mechanics for Engineers. geralmente.]: McGraw-Hill. pipex. o Voith-Schneider Propeller é outro exemplo de propulsor de sucesso actualmente muito solicitado em embarcações rebocadoras. Relaciona a máxima força de atrito possível (com as superfícies ainda estáticas uma em relação à outra) com a(s) força(s) normal(is) a elas aplicadas.

medida em Newtons. Da mesma forma. Caso a caixa deslize. de modo que as rodas sejam travadas. o atrito a se considerar é o estático. a força de atrito sobre os pés continua sendo de caráter estático mesmo quando o homem caminha. sendo a força de atrito sobre a caixa contrária à tendência de deslizamento da caixa para frente. a força de atrito sobre o solo. fazendo o cubo escorregar pela caçamba.[6] Para o caso de um homem empurrando uma caixa deve-se considerar que. tende a empurrar o solo para frente. mas nem sempre mostra-se oposta ao movimento observado do corpo. só rola. ou seja. há uma segunda força de atrito atuando na base que o sustenta (no solo). tentando impor movimento ao homem (e à caixa).Atrito No caso de deslizamento sobre fluidos chamados não-newtonianos essa relação pode mudar. A força responsável por colocar o cubo em movimento quando o menino puxa bruscamente o caminhão. .quando observado pela mãe do menino. sendo esta força de atrito sobre os pés em verdade a força responsável pelo movimento do homem (e do caixote) para frente. para o caso dos pés do homem.[7] 48 Atrito dinâmico ou cinético Chama-se de força de atrito dinâmico a força que surge entre as superfícies que apresentam movimento relativo de deslizamento entre si. O carro irá parar por causa da força de atrito que surge sobre os pneus graças ao contato do pneus com o solo. atuando na base. mas nesse caso a força de atrito estático sobre os pés estará apontando para frente. Algo similar ocorre no pneu em rolamento. e conforme esperado atua de forma a contrariar o deslizamento dos pneus sobre a pista e de forma a contrariar o movimento do carro em relação ao solo. em sentido oposto à primeira. a força de atrito sobre a caixa devido ao atrito com a base de apoio será uma força de atrito agora dinâmica.[5] Exemplo clássico também se encontra quando tem-se um carro se movendo em uma estrada e o motorista freia bruscamente. c pode ser d (dinâmico) ou e (estático) e . onde é o coeficiente de é a massa do atrito (dinâmico ou estático) e a força que é normal à direção do movimento (no caso de o corpo estar em um plano horizontal. mas o ponto de contato é estático. Repare que há sempre um par ação-reação de forças de atrito: se há uma força de atrito no caixote aponta para trás. se a caixa ainda está em repouso enquanto o homem aplica a força. Entretanto. enquanto sobre fluidos newtonianos. que neste caso atua na direção do movimento do cubo . contudo mesmo sendo de caráter estático estará aplicada em um corpo que se move. Considere um menino que puxa um pequeno caminhão. A força de atrito cinético pode ser calculada pela seguinte expressão: • . O pneu como um todo se move. a força de atrito entre a caixa e o plano de apoio será de atrito estático. tem a mesma intensidade do peso do corpo. sobre os pés do homem. é a força de atrito. Repare que a reação a esta força. suposta estática ao chamá-lo. A força de atrito dinâmico se opõe sempre a este deslizamento. mas ainda estará se opondo ao deslizamento das superfícies em contato e também ao movimento da caixa. considerando que este não escorrega mesmo quando a caixa entra em movimento. e esta força de reação. objeto e é a aceleração do campo gravitacional no local). aponta para a frente. a força de atrito estará atuando no sentido a impedir o deslizamento dos pés para trás. independe da condição de movimento. Se o pneu não "patina". e atua nos corpos de forma a sempre contrariá-lo (tentar impedí-lo). Ela ainda estará apontando para frente. que tem sobre sua caçamba um pequeno cubo de madeira. maior será o atrito entre os corpos. Quanto maior for a força normal. ainda estará se opondo ao deslizamento dos pés sobre o solo. onde .

nota-se que se pode gradualmente ir aumentado a força sobre a caixa sem que esta entretanto se mova. e. é justamente a força de atrito estático que atua na caixa. para cima. o que é necessário para manter a caixa em repouso. Atrito no plano inclinado Quando um corpo está sobre um plano inclinado e sob ação exclusiva da gravidade. Matematicamente a força de atrito dinâmico relaciona-se com a força normal mediante a seguinte equação: • E a força de atrito estático máxima relaciona-se com a força normal da seguinte forma: • (análogo ao atrito dinâmico) Alguns Casos de Atrito Em alguns casos. A força de atrito estático é em módulo igual ao da componente paralela à superfície da força aplicada pelo homem. Neste caso. pode-se citar o atrito entre o pneu de um carro quando este não está escorregando sobre a superfície (o que não implica que o pneu não possa estar rolando). sendo esta consideravelmente menor do que a força máxima aplicada. rotineiramente chamada de Py. Observe a seguir alguns exemplos: Rolha em garrafa Nesse exemplo. o ângulo formado pelo plano inclinado e a horizontal corresponde ao ângulo formado pelo peso do corpo sobre o plano e a sua componente perpendicular ao plano inclinado. ou ao atrito de rolamento de uma superfície sobre outra. A força que se opõe à força aplicada sobre a caixa. até que o bloco se mova. a componente paralela da força que ele passa a exercer para manter o caixote se movendo iguala-se em módulo à força de atrito dinâmico. Ao entrar em movimento. . precisamos antes achar a área de contato entre a rolha e o bocal. Por exemplo. Nesse circunstância. que pode ser calculada segundo a expressão: onde é o ângulo de inclinação em relação à horizontal.Atrito 49 Atrito estático Chama-se de força de atrito estático a força que se opõe ao início do movimento entre as superfícies. basta utilizar a fórmula para obter a Força de Atrito (e a força que se tem que fazer ) para se abrir tal garrafa. em módulo. e mostra-se relativamente independente da velocidade do caixote (para baixas velocidades). é necessário calcular a força de atrito em situações especiais. é preciso achar também conhecer a pressão exercida pela rolha no bocal. Entretanto. Após obtermos esse dado por contas matemáticas (superfície interna de um cilindro). A pressão da rolha atuando sobre a área de contato irá fornecer a Força Normal entre a rolha e o gargalo de vidro. como exercícios de vestibulares. e portanto estará orientada paralelamente ao plano. Chama-se força de atrito estático máxima à máxima força de atrito estático que pode existir entre duas superfícies sem que estas entretanto deslizem uma sobre a outra. a intensidade da Força Normal que se utiliza para calcular a Força de Atrito corresponde à componente perpendicular ao plano de contato. a força que o homem exerce diminui bem se comparada à necessária para colocar o caixote em movimento. para acharmos a força que o atrito exerce na rolha sobre a boca da garrafa de vidro quando se tenta praticar a soltura da rolha de cortiça. conhecendo-se esta força normal e também os coeficientes de atrito. há uma força limite que o homem pode aplicar na caixa sem que o caixote se mova: a componente desta força paralela à superfície iguala-se à de atrito estático máxima. e que a esta se soma para dar uma resultante nula de forças.Vale ressaltar que quando se trata de um plano inclinado. a força de atrito que atuará sobre o corpo irá se opor ao deslizamento ao longo da superfície do plano. Quando se tenta empurrar uma caixa em repouso em relação ao solo.

com/ books?id=0zk_zI3xACgC& pg=PA10& dq=friction+ leonardo+ da+ vinci+ amontons+ coulomb& hl=en& ei=b8GMTcP6EanE0QG9sKywCw& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=2& ved=0CC8Q6AEwAQ#v=onepage& q=friction leonardo da vinci amontons coulomb& f=false). tem-se: Repare que a velocidade máxima não depende da massa do carro. History of Science Friction (http:/ / www.l. e resolvendo. tribology-abc. [S.l. 10 p. Página visitada em 2011-03-24. Control of machines with friction (http:/ / books. 2002. do raio R da curva.. e do atrito entre as superfícies..]: Pearson. nano-world. pdf). google. L. org/ ) (2002). [3] Hibbeler.]: John Wiley & Sons. Brian. lembrando-se que a normal é igual ao peso (Mg). [S. Nano World website (http:/ / www. Engineering Mechanics.com website. Página visitada em 2011-03-25. [S. Friction Module. e para calcular a velocidade máxima com a qual o carro conseguirá fazer a curva usa-se a seguinte fórmula.l. R. [S. Robert W. nano-world.. USA: Springer. fifth ed. 2002. Eleventh ed.l. 2008. Substituindo-se a expressão para a força de atrito estático máxima. e M a massa do carro. A força de atrito é em verdade a força centrípeta necessária ao movimento. 2007. org/ frictionmodule/ content/ 0200makroreibung/ 0400historisch/ 0300euler/ ?lang=en). e Vmax a máxima velocidade com a qual o carro fará a curva. edu/ Book/ RuinaPratapNoProblems. cornell. O terma ac.]: Oxford University Press. . [5] Armstrong-Hélouvry. tribology-abc. Anton.Atrito 50 Velocidade máxima na curva Para um carro em movimento circular uniforme a direção do atrito é sempre perpendicular à reta tangente à circunferência no ponto em que o carro se encontra. tam. 1991. Engineering Mechanics.]: Thomson. [1] Meriam. apenas da gravidade local. obtida mediante a igualdade entre a expressão para o cálculo da força de atrito estático máxima e a força centrípeta necessária para a manutenção do movimento circular uniforme: . e o sentido aponta para o centro.max é a aceleração centrípeta máxima aplicável ao carro pelo solo. Engineering Mechanics. caracterizado pelo coeficiente de atrito estático máximo. Prentice Hall. Andy. [4] Soutas-Little. C. [7] Leonhard Euler (http:/ / www. com/ abc/ history. [2] Ruina. htm). [6] van Beek. Introduction to Statics and Dynamics (http:/ / ruina. J.

a força resultante sobre ele possui módulo igual ao produto entre massa e aceleração . tirando o corpo do repouso ou do movimento retilíneo uniforme. ou pode haver uma deformação no corpo em que é aplicada a força (e.f. a força (F) é aquilo que pode alterar (num mesmo referencial assumido inercial) o estado de repouso ou de movimento de um corpo. Força no âmbito da mecânica clássica Fórmula da força Para um corpo de massa constante.d. desde que o objeto se mova de forma paralela à força aplicada. As três leis de Newton Isaac Newton. podendo causar sua deformação ou alteração do estado de movimento. estabelecendo ela o módulo e também a unidade desta. Pode-se definir força. a partir de suas reflexões e análises. Segunda Lei de Newton Esta lei pode ser assim enunciada: a força que atua em um corpo é diretamente proporcional à aceleração que ele apresenta. o sentido e a igualdade dos módulos das forças de um par ação-reação). De maneira mais geral temos que força é a derivada temporal total do momento linear ou quantidade de movimento . uma alteração na direcção e sentido do movimento do corpo (no Movimento Circular Uniforme ou no "efeito" no voo de uma bola). Esta definição não pode ser desvinculada da Terceira Lei de Newton (que "afirma" que a força é a expressão física para a interação entre dois entes físicos [ou entre duas partes de um mesmo ente].Força 51 Força Em física clássica. em homenagem. Detectamos uma força através de seus efeitos e suas consequências. A força também pode causar deformação e movimento de uma só vez. A unidade de força deriva de unidades pré-estabelecidas: a unidade de aceleração (m/s²) e a de massa (Kg . As definições de Inércia e de referencial inercial fundamentam-se na ideia de força conforme definido (como a expressão física da interação entre DOIS entes físicos). esta produz trabalho e transfere ou remove energia do objeto sobre o qual atua. e da Segunda Lei de Newton (que define o módulo da força baseando-se na definição de aceleração e do quilograma-padrão [massa]).vide quilograma-padrão). como a causa de qualquer modificação no estado de um corpo. definindo então a direção. Estes podem ser: a variação no módulo da velocidade do corpo (por exemplo. a deformação momentânea da bola quando é chutada).). e remove a ideia aristotélica de que é necessária a presença de uma força para que um corpo permaneça em movimento. Tal equação provém da segunda Lei de Newton ou princípio fundamental da dinâmica (p. enunciou as três leis básicas do movimento que herdaram o seu nome. sucintamente.g. Quando uma força é aplicada. ou de deformá-lo. e a constante de proporcionalidade é a massa do corpo. e assim o conceito de força é primordial dentro das leis da mecânica. quando se dá um chute numa bola que se encontrava em repouso). Primeira Lei de Newton Esta lei responde à pergunta sobre o que é Referencial inercial. . Repare que a Segunda Lei completa (baseada na Terceira Lei e na Primeira Lei) é a definição de força. Para o caso de massa constante. esta mostra-se análoga à primeira.

Sem estas correções.Força As pseudo-forças ou forças inerciais "transformam". Terceira Lei de Newton Esta lei refere-se à força como expressão física da interação entre DOIS objetos. O nome força inercial dado às estas pseudo-forças é portanto bem sugestivo. Newton justificou este fato "definindo" e descrevendo o comportamento de uma força que um corpo massivo exerce sobre outro corpo massivo: a força da gravidade. A força eletromagnética é responsável por todas as interações observadas no dia-a-dia. mas não há uma força (na definição do termo) centrífuga. a física celeste não era necessariamente diferente da física do mundo sublunar. permitindo que as previsões decorrentes do uso das Leis de Newton nas referências não inerciais concordem com o que é observado a partir destes referenciais. Em homenagem. e a Lua ao redor da Terra). enumeradas por sua ordem de grandeza: A força nuclear forte e a força nuclear fraca estão presentes no núcleo atômico e não são observadas no cotidiano. e acharmos que existe uma força sobre um único objeto do universo. e não de uma força em sua definição formal. os objetos celestes são mantidos em suas órbitas uns ao redor dos outros (Por exemplo: a Terra ao redor do Sol.8 N (newtons). A força centrífuga não existe como força real e sim como uma pseudo-força (uma falsa força) observada em referenciais NÃO inerciais. para haver força. A Terceira Lei pode ser assim enunciada: se um corpo "A" aplicar uma força sobre um corpo "B". e com ela Newton "explicou" a atração gravitacional.8m/s²). A força da gravidade constitui-se na quarta espécie de força. então estaremos diante do que se chama em física de pseudo-força (falsa força) ou força inercial. devemos ser capaz de encontrar DOIS físicos em interação. que sofriam alterações no seu movimento). a unidade SI de força é o newton (N). excetuando-se as interações gravitacionais. ou melhor: forças (uma vez que sempre aparecem aos pares). O exemplo mais preciso é o do movimento circular. questionando-se sobre o motivo dos objectos caírem no solo (fábula da maçã caindo junto ao nascer da lua no horizonte). (ou seja. ou seja: 1 kgf (quilograma força) = 9. e mostrou que diferente dos pensamentos herdados da sociedade grega antiga. onde há uma força centrípeta (real). um referencial não inercial em inercial.000 g (1 kg) aproxima-se de 10 N. Os objetos próximos à Terra caem devido à força de atração gravitacional entre a Terra (com sua enorme massa) e o objeto (com massa diminuta). Considerando que a aceleração da gravidade terrestre próxima à superfície é um número próximo de 10 m/s²(embora por vezes apareça como 9. Galileu já tinha descoberto que os objetos aceleravam à medida que caíam. Pelo mesmo motivo. e que os corpos próximos à superfície terrestre caem (em queda livre) com a mesma aceleração: a aceleração da gravidade. mas no sentido contrário. Se não formos capazes de identificar os dois objetos ou entes. este último aplicará sobre "A" outra força da mesma intensidade e mesma direção. A lei da gravidade A lei da gravidade de Newton é conhecida como Lei da Gravitação Universal. . Segundo esta Lei. sobre a qual Newton se debruçou. 52 Forças fundamentais Da interação entre entes físicos Na natureza reconhecemos quatro tipos de forças fundamentais. as previsões e as observações não concordariam. o peso de um corpo de 1. imaginariamente. e que em ambos os casos valia a Lei da Gravitação Universal e as demais leis.

. O quilograma-padrão. Neste contexto. energia e momento guardam íntima relação. o conceito de momento e o conceito de energia. É com base na definição de momento que se estabelece a definição geral de força nas teorias para a dinâmica de entes físicos: .Força 53 Definição avançada de força Os conceitos físicos de força e massa surgem em teorias ou modelos destinados a estabelecer a dinâmica em sistemas compostos ou por entes semelhantes ou por entes de natureza às vezes bem distintas. Há uma componente da força na direção da aceleração. nos informa que. força e aceleração não são necessariamente paralelas. Os conceitos de energia e momento são importantes porque suas definições se dão de forma que energia e momento sempre obedeçam a leis gerais de conservação. um gráfico ou função que explicita a relação existente entre o momento e a energia para este ente. Relação de dispersão para uma partícula clássica. e um ente físico é caracterizado pela sua relação de dispersão. onde o momento relativístico P é definido por: a expressão derivada para a força é: Esta expressão. a definição geral de massa: . leis estas decorrentes da existência de regras naturais de relacionamento entre entes e/ou sistemas que são. A expressão para a força dentro de uma teoria dinâmica mais avançada pode mostrar-se.a massa de um dado ente físico corresponde ao inverso da derivada segunda da energia em relação ao momento. estáveis e muito bem estabelecidas. Na relatividade restrita. Nestes modelos sempre figuram também dois outros conceitos fundamentais. bem mais "complicada". em princípio. Em todos os modelos dinâmicos o momento P e a energia E são definidos de forma a satisfazerem leis gerais de conservação. e iguala-se à conhecida expressão quando a massa é constante. geralmente fugindo da visão de mundo associada à mecânica newtoniana em nível comparável ao da mecânica de Aristóteles quando confrontada com a de Newton. entretanto. em relatividade. de passagem. mas há também uma componente da força na direção da velocidade da partícula. A expressão para a força dentro da mecânica newtoniana decorre diretamente da expressão para o momento .a força que atua em um ente corresponde à derivada de seu momento em relação ao tempo. Na oportunidade cita-se. A compreensão da dinâmica quando se trata de relatividade requer assim uma intuição muito maior. bem diferente da equação fundamental da dinâmica.

Não se consegue estabelecer um par ação-reação para uma força inercial. A força de gravidade é o peso. As forças inerciais são acrescentadas aos cálculos para permitir o emprego das Leis de Newton e a descrição dos movimentos quando são vistos e descritos a partir de referenciais não inerciais. a aceleração da gravidade vale aproximadamente g=9. São (pseudo)forças solitárias. como a derivada temporal do momento: . As forças aparecem aos pares. No escopo da Mecânica Clássica esta definição está derivada das três leis da dinâmica (Leis de Newton).Força 54 Resumo final Força A força é a expressão vetorial e completa da interação entre dois entes físicos.8 m/s² . A força de reação do peso de qualquer objeto em relação à Terra está sempre na própria Terra. e também no universo. e portanto sempre está de acordo com elas. Excetuando-se a força da gravidade. A força da gravidade representa a interação entre dois objetos em virtude de suas massas (de repouso). sempre havendo para cada ação uma reação identificável. e portanto afeta todos os objetos que existem na superfície da Terra. São exemplos a força centrífuga e a força de Coriolis. Pseudo-força As pseudo-forças (ou forças inerciais) são forças fictícias (não reais) utilizadas para "transformar" referenciais não inerciais em inerciais. toda interação observada no dia-a-dia tem natureza eletromagnética (incluindo-se a força de atrito e de contato). e o peso dos objetos pode ser calculado por . Na Terra. É definida. a eletromagnética e a gravitacional. . a nuclear fraca. Forças fundamentais Há quatro formas de interação básicas entre dois entes físicos: a nuclear forte. de forma geral.

Toda a massa. uma vez que o movimento pendular é periódico). Derivada dessa grandeza. A descoberta da periodicidade do movimento pendular foi feita por Galileu Galilei. retornar a sua posição original de lançamento. É fácil ver que a segunda lei de Newton fornece a seguinte equação diferencial ordinária não-linear conhecida como equação do pêndulo: Fórmula do Período para pequenas oscilações Para pequenas oscilações. a aproximação fornece a seguinte expressão para o período do pêndulo: T: período L: comprimento do fio Uma e válida mesmo para amplitudes tão grandes como . um pêndulo simples é um instrumento ou uma montagem que consiste num objecto que oscila em torno de um ponto fixo. do pêndulo está concentrada na ponta do braço a uma distância constante do eixo. e que portanto se caracteriza pelo número de vezes (ciclos) que o objecto percorre a trajectória pendular num intervalo de tempo específico. é dada por: . Não existem outras forças a actuar no sistema senão a gravidade e a força que mantém o eixo do pêndulo fixo. O braço executa movimentos alternados em torno da posição central. Equação do movimento Denota-se por o ângulo formado entre a vertical e o braço de pêndulo. 3. O braço é formado por um fio não flexível que se mantém sempre com o mesmo formato e comprimento. A unidade da frequência no SI é o hertz. equivalente a um ciclo por segundo(1/s). . Uma ilustração de um pêndulo simples. (O movimento é portanto conservativo). Faz-se as seguintes hipóteses: 1. chamada posição de equilíbrio.Pêndulo 55 Pêndulo Em Mecânica. O pêndulo realiza um movimento bidimensional no plano xy. 2. O movimento de um pêndulo simples envolve basicamente uma grandeza chamada período (simbolizada por T): é o intervalo de tempo que o objecto leva para percorrer toda a trajectória (ou seja. numericamente igual ao inverso do período (f = 1 / T). existe a frequência (f). O pêndulo é muito utilizado em estudos da força peso e do movimento oscilatório. 4.

. considerando a distância ao ponto pivô constante. momento de alavanca ou simplesmente momento (deve-se evitar este último termo. ao momento linear ou ao momento de inércia). o comprimento do pêndulo pode ser estimado de forma simples a partir do seu período: Em outras palavras: Na superfície da Terra. na superfície da Terra (g = 9. Em módulo. tem-se é o produto vetorial ou externo. Note que esta distância ‘r’ é também um vector. A distância do ponto pivô ao ponto onde atua uma força ‘F’ é chamada braço do momento e é denotada por ‘r’. . sendo θ o ângulo entre o braço do momento e a força aplicada. torque.80665 m/s²). O torque é definido a partir da componente perpendicular ao eixo de rotação da força aplicada sobre um objeto que é efetivamente utilizada para fazê-lo girar em torno de um eixo ou ponto central. então. é uma grandeza vetorial da física. Numa linguagem mais informal. momento estático. o comprimento de um pêndulo em metros é aproximadamente um quarto do quadrado do seu período em segundos. pois o mesmo pode referir-se também ao momento angular. Torque Binário. comprimento em metros e tempo em segundos). poderá dizer-se que o torque é a medida de quanto uma força que age em um objeto faz com que o mesmo gire. O torque é definido pela relação: Pela segunda lei de Newton então na qual e.Pêndulo 56 Estimando o comprimento do pêndulo pode ser expresso como Se usarmos o Sistema internacional de unidades (isto é. conhecido como ponto pivô ou ponto de rotação.

seja arbitrária. auto travante e de pressão. Tipos Seus tipos variam de acordo com as roscas (que Tipos variados de porcas correspondem a do parafuso) e formato. bipm. Os formatos sextavados existem também com versões retentoradas e de filete deformado. Equilíbrio de rotação Diz-se que uma alavanca está em equilíbrio quando a soma de todos os seus momentos é nula. como por exemplo nos macacos de um carro onde o fuso gira e a porca se movimenta fazendo elevar a estrutura do macaco. html) Porca Porcas são elementos de máquinas de fixação e estão sempre associadas a um fuso ou parafuso.Torque 57 Unidades É definida no Sistema Internacional de Unidades para o torque é o newton metro. bem como as "porcas de mama" para aplicações no topo de roscas (parafusos ou varões roscados) em que se pretende um acabamento em redondo. Elas podem ser usadas na transmissão de movimentos. quadradas. Ainda que matematicamente a ordem destes factores. o BIPM (Bureau International des Poids et Mesures) especifica[1] que a ordem deve ser N·m e não m·N. . recartilhadas (para apertos manuais) e borboleta (também conhecidas por "porcas de orelhas") para apertos manuais. org/ en/ si/ derived_units/ 2-2-2. sendo os mais comuns as porcas sextavadas.Unidades derivadas (http:/ / www1. Referências [1] SI . "newton" e "metros".

o trabalho do matemático consiste em examinar padrões abstratos. Ela evoluiu a partir de contagens. biologia. respectivamente. ao perceberem que as estruturas fornecem uma generalização unificante de vários subcampos ou uma ferramenta útil em cálculos comuns. "ciência"/"conhecimento"/"aprendizagem". . medições. As estruturas específicas geralmente têm sua origem nas ciências naturais. os matemáticos procuram regularidades nos números. da matemática pela matemática. ou para o desenvolvimento de segurança em computadores nos dias de hoje. usando a lógica formal como estrutura comum. Registros arqueológicos mostram que a matemática sempre foi parte da atividade humana.58 Matemática Matemática A matemática (do grego μάθημα. como aconteceu com os estudos das cônicas ou de Teoria dos números feitos pelos gregos. Raciocínios mais abstratos que envolvem argumentação lógica surgiram com os matemáticos gregos aproximadamente em 300 a. O estudo de Matemática pura. estruturas e variações. ramo da matemática que se ocupa de aplicações do conhecimento matemático em outras áreas do conhecimento. "apreciador do conhecimento") é a ciência do raciocínio lógico e abstrato. Um trabalho matemático consiste em procurar por padrões. às vezes leva ao desenvolvimento de um novo ramo. Segundo esta definição. Matemática Aplicada. formular conjecturas e. espaços. estabelecer novos resultados. mas os matemáticos também definem e investigam estruturas por razões puramente internas à matemática (matemática pura). no Egito. A Matemática vem sendo construída ao longo de muitos anos. A Matemática estuda quantidades. mais comumente na física. física. cálculos e do estudo sistemático de formas geométricas e movimentos de objetos físicos. A Matemática se desenvolveu principalmente na Mesopotâmia.C. máthēma. por exemplo. em descobertas sobre astronomia feitas por Kepler no século XVII. na Grécia. A necessidade de maior rigor foi percebida e estabelecida por volta do século XIX. e ciências sociais. química. úteis. A partir da Renascença o desenvolvimento da Matemática intensificou-se na Europa. No entanto. visuais ou mentais. mathēmatikós. transl. notadamente com a obra "Os Elementos" de Euclides. quando novas descobertas científicas levaram a um crescimento acelerado que dura até os dias de hoje. medidas. nas últimas décadas do século XX tomou forma uma definição que tem ampla aceitação entre os matemáticos: matemática é a ciência das regularidades (padrões). Resultados e teorias milenares se mantêm válidos e úteis e ainda assim a matemática continua a desenvolver-se permanentemente. sem a preocupação com sua aplicabilidade. Uma outra definição seria que matemática é a investigação de estruturas abstratas definidas axiomaticamente. Há muito tempo busca-se um consenso quanto à definição do que é a matemática. no Oriente Médio. por meio de deduções rigorosas a partir de axiomas e definições. medicina.. Ou seja. tais como engenharia. e μαθηματικός. como aconteceu com Estatística ou Teoria dos jogos. A Matemática é usada como uma ferramenta essencial em muitas áreas do conhecimento. na Índia. na ciência e na imaginação e formulam teorias com as quais tentam explicar as relações observadas. muitas vezes mostrou-se útil anos ou séculos adiante. transl. tanto reais como imaginários. no espaço. ou seja.

650 a. A aritmética elementar (adição. Os trabalhos Euclides: painel em mármore. o manejo de plantações. quando Babilônios e Egípcios começaram a usar aritmética e geometria em construções. sendo substituídas apenas após a criação de computadores.C. Museu matemáticos desenvolveram-se consideravelmente tanto na trigonometria. que foi extremamente importante para o avanço científico dos séculos XVI a XX. A obra Os Elementos de Euclides é um registro importante do conhecimento matemático na Grécia do século III a. Por volta de 600 a. e por vezes. àquelas do vale dos hindus. A civilização muçulmana permitiu que a herança grega fosse conservada. Já nessa época começou o desenvolvimento dos chamados números complexos. Uma compreensão mais profunda dos números complexos só foi conquistada no século XVIII com Euler. com a introdução das funções trigonométricas. a análise numérica e a álgebra de polinômios. egípcia. Formalizaram-se as generalizações.Matemática 59 História Além de reconhecer quantidades de objetos. registro do tempo. astronomia e alguns cálculos financeiros. .C. A partir de 3000 a. a medição de terra.C. a matemática.C. e as demonstrações. Tais desenvolvimentos são creditados às civilizações acadiana. ou ainda. uma parte dos textos árabes foi estudada e traduzida para o latim. trigonometria. por meio de definições axiomáticas dos objetos de estudo. na civilização grega. estações.[1] Muitos sistemas de numeração existiram. quanto na aritmética. a previsão de eventos astronômicos. e tornou possível o desenvolvimento de aplicações concretas: o comércio. Desenvolveu-se ainda a análise combinatória. Na época do Renascentismo. O primeiro objeto conhecido que atesta a habilidade de cálculo é o osso de Ishango. o homem pré-histórico aprendeu a contar quantidades abstratas como o tempo: dias. Acredita-se que esse conhecimento é anterior à escrita e. Papiro de Rhind do Antigo Egipto. apenas com uma definição e quatro operações. dell'Opera del Duomo. O Papiro de Rhind é um documento que resistiu ao tempo e mostra os numerais escritos no Antigo Egito.. por isso. O estudo de estruturas matemáticas começou com a aritmética dos números naturais. astronomia. O cálculo algébrico desenvolveu-se rapidamente com os trabalhos dos franceses François Viète e René Descartes. A matemática começou a ser desenvolvida motivada pelo comércio. a realização de rituais religiosos. Dois ramos se distinguiram: a aritmética e a geometria. A pesquisa matemática se concentrou então na Europa. resolução de algumas equações polinomiais de grau 2. influenciada por trabalhos anteriores e pela filosofia. cerca de 1. anos. frações. medições de terras para a agricultura. não há registros históricos. notadamente na questão da representação numérica [carece de fontes?]. uma fíbula de babuíno com riscos que indicam uma contagem. Nessa época também foram criadas as tabelas de logaritmos. seguiu com a extração de raízes quadradas e cúbicas. tornou-se mais abstrata. e propiciou seu confronto com as descobertas chinesas e hindus. subtração. A percepção de que os números reais não são suficientes para resolução de certas equações também data do século XVI. que data de 20 000 anos atrás. a matemática começou a se tornar um pouco mais sofisticada.. entre outros tópicos. multiplicação e divisão) também foi conquistada naturalmente. O desenvolvimento da matemática permeou as primeiras civilizações. babilônica. chinesa.

foram desenvolvidos os campos da teoria dos conjuntos. Karl Weierstrass e Cauchy dedicaram-se a criar definições e demonstrações mais rigorosas. O campo das equações diferenciais fornece métodos para resolver problemas que envolvem relações entre uma grandeza e suas variações. entre muitas outras coisas. enquanto na geometria algébrica os objetos geométricos são descritos como conjuntos de solução de equações polinomiais. por volta do século XIX. o rigor foi menos intenso e muitos resultados eram estabelecidos com base na intuição. notadamente os grupos (graças aos trabalhos de Évariste Galois) sobre a resolubilidade de equações polinomiais. constituindo a base para a formulação da mecânica quântica. A teoria dos grupos investiga o conceito de simetria de forma abstrata e fornece uma ligação entre os estudos do espaço e da estrutura. e os anéis definidos nos trabalhos de Richard Dedekind. O ensino da geometria. O rigor em Matemática variou ao longo do tempo: os gregos antigos foram bastante rigorosos em suas argumentações. informação e informação algorítmica. A análise funcional trata de funções definidas em espaços de dimensões tipicamente infinitas. equilíbrio e direção. só poderia ser tratada intuitivamente. [carece de fontes?] 60 Áreas e metodologia As regras que governam as operações aritméticas são as da álgebra elementar e as propriedades mais profundas dos números inteiros são estudadas na teoria dos números. mais tarde foram generalizadas nas geometrias não-euclidianas. alguns matemáticos. que. várias questões teóricas levaram à elaboração das teorias da computabilidade. A descrição da variação de valor de uma grandeza é obtida por meio do conceito de função. abrangendo os números complexos. já no tempo da criação do Cálculo Diferencial e Integral. lógica matemática e teoria dos modelos. A teoria de Galois permitiu resolverem-se várias questões sobre construções geométricas com régua e compasso. pertencendo aos dois ramos da estrutura e do espaço. é generalizado no espaço vetorial e estudado na álgebra linear. primeiro com a geometria euclidiana e a trigonometria. tais como Bolzano. Os números reais são usados para representar as quantidades contínuas e o estudo detalhado das suas propriedades e das propriedades de suas funções consiste na análise real. Quando os computadores foram concebidos. A investigação de métodos para resolver equações leva ao campo da álgebra abstrata. as quais são investigadas na . complexidade computacional. O conceito de vetor. Ao longo dos séculos XVIII e XIX. A topologia conecta o estudo do espaço e o estudo das transformações. A Matemática ainda continua a se desenvolver intensamente por todo o mundo nos dias de hoje. Com isso. a matemática se desenvolveu fortemente com a introdução de novas estruturas abstratas. O estudo do espaço se originou com a geometria. entre outras coisas. como as definições envolviam a noção de limite que. a qual foi generalizada para análise complexa. as quais cumprem importante papel na formulação da teoria da relatividade. Entender e descrever as alterações em quantidades mensuráveis é o tema comum das ciências naturais e o cálculo foi desenvolvido como a ferramenta mais útil para fazer isto. focando-se no conceito de continuidade. Isaac Newton e Leibniz descobriram a noção de cálculo infinitesimal e introduziram a noção de fluxor (vocábulo abandonado posteriormente). Isso levou a contradições e "falsos teoremas". A geometria diferencial e a geometria algébrica generalizam a geometria em diferentes direções: a geometria diferencial enfatiza o conceito de sistemas de coordenadas. pelo conhecimento da época. estuda anéis e corpos — estruturas que generalizam as propriedades possuídas pelos números. Para esclarecer e investigar os fundamentos da matemática.Matemática No início do século XVII. importante para a física.

Isso é extremamente compreensivo : alguns poucos símbolos contém uma grande quantidade de informação. Assim como a notação musical. Matemáticos se referem a essa precisão da linguagem e lógica como "rigor".[2] Antes disso. . conhecido pelo Lorenz Attractor. como o conjunto de Mandelbrot e de Mary. A teoria do caos tem relações estreitas com a geometria dos fractais. que possui atualmente aplicações nos mais diversos campos. A língua matemática pode também ser difícil para os iniciantes. mas os iniciantes normalmente acham isso desencorajador. os matemáticos escreviam tudo em palavras.Matemática ciência da computação Uma teoria importante desenvolvida pelo ganhador do Prémio Nobel. descoberto por Lorenz. A análise numérica investiga os métodos para resolver numericamente e de forma eficiente vários problemas usando computadores e levando em conta os erros de arredondamento. No século XVIII. na prática. um processo trabalhoso que limitava as descobertas matemáticas. A matemática discreta é o nome comum para estes campos da matemática úteis na ciência computacional. Euler foi responsável por muitas das notações em uso atualmente. palavras como aberto e campo têm recebido um significado matemático específico. é a teoria dos jogos. que O conjunto de Mandelbrot. análise e previsão de fenômenos aleatórios e é usada em todas as ciências. 61 Notação. A notação moderna deixou a matemática muito mais fácil para os profissionais. Além disso. John Nash. Os computadores também contribuíram para o desenvolvimento da teoria do caos. tornam seu comportamento imprevisível. Mas há uma razão para a notação especial e o jargão técnico : matemática requer mais precisão do que a fala do dia-a-dia. a notação matemática moderna tem uma sintaxe restrita e informações que seriam difíceis de escrever de outro modo. O jargão matemático inclui termos técnicos como homeomorfismo e integral. que a fala do dia-a-dia. que trata com o fato que muitos sistemas dinâmicos desobedecem a leis dinámicas para obedecerem a leis lineares que. permite a descrição. linguagem e rigor A maior parte da notação matemática em uso atualmente não havia sido inventada até o século XVI. Um importante campo na matemática aplicada é a estatística. como no estudo de disputas comerciais. Palavras como ou e apenas têm significados muito mais precisos do O símbolo do infinito ∞ em várias formas.

dentre eles o popular Último Teorema de Fermat. As propriedades dos números inteiros são estudadas na teoria dos números. Álgebra abstrata Álgebra linear Teoria da ordem Teoria de grafos Teoria dos operadores . Outra área de estudo é o tamanho. que é chamada de aritmética. que formalizam o conceito de contar até o infinito. corpos e outros sistemas abstratos. A teoria dos números também inclui dois grandes problemas que ainda não foram resolvidos: conjectura dos primos gêmeos e conjectura de Goldbach. Números naturais Números inteiros Números racionais Números reais Números complexos Aritmética Constante matemática Número ordinal Número cardinal Estrutura Muitos objetos matemáticos. Este é o campo da álgebra abstrata. primeiro os familiares números naturais. os números inteiros foram considerados como um subconjunto dos números racionais (frações). que levou aos números cardinais e então a outro conceito de infinito : os números Aleph. tais como conjuntos de números e funções matemáticas. As propriedades estruturais desses objetos são investigadas através do estudo de grupos. depois os inteiros. estão contidos dentro dos números reais. que se generaliza quando são estudados os espaço vetorial em álgebra linear. Considerações sobre os números naturais levaram aos números transfinitos. estrutura e espaço. que são usados para representar quantidades contínuas. exibem uma estrutura interna. Conforme o sistema de números foi sendo desenvolvido. Esses são os primeiros passos da hierarquia dos números que segue incluindo quaterniões e octoniões. Números reais são parte dos números complexos.Matemática 62 Matemática como ciência Conceitos e tópicos Quantidades O estudo de quantidades começa com os números. O estudo de vetores combina três das áreas fundamentais da matemática: quantidade. anéis. que são eles mesmos tais objetos. por sua vez. Esses. e as operações aritmética com eles. Um conceito importante é a noção de vetor. que permitem uma comparação entre o tamanho de conjuntos infinitamente largos.

e geometria algébrica. Análise funcional se foca no espaço das funções. uma das mais fundamentais perguntas não respondidas da matemática. Quantidade e espaço juntos fazem a geometria analítica. geometria não-euclidiana (que tem papel central na relatividade geral) e topologia. porém ainda assim determinístico. como um conceito central para descrever uma quantidade que muda com o passar do tempo.em particular. O estudo moderno do espaço generaliza essas ideias para incluir geometria de dimensões maiores. geometria diferencial. 63 Topologia Geometria Trigonometria Geometria diferencial Geometria fractal Transformações Entender e descrever uma transformação é um tema comum na ciência natural e cálculo foi desenvolvido como uma poderosa ferramenta para investigar isso. e contém o famoso teorema de Pitágoras. Matemática lógica Teoria dos conjuntos Teoria das categorias . Trigonometria combina o espaço e os números. Uma das muitas aplicações da análise funcional é a Mecânica quântica. Cálculo Cálculo vetorial Equações diferenciais Sistema dinâmico Teoria do caos Fundações e métodos Para clarificar as fundações da matemática. A hipótese de Riemann. e esses problemas são estudados nas equações diferenciais. campos como a matemática lógica e a teoria dos conjuntos foram desenvolvidos. Muitos problemas levaram naturalmente a relações entre a quantidade e sua taxa de mudança.Matemática Espaço O estudo do espaço se originou com a geometria[3] . assim como a teoria das categorias que ainda está em desenvolvimento. com a geometria euclidiana. e a análise complexa a equivalente para os números complexos. O rigoroso estudo dos números reais e funções reais são conhecidos como análise real. Muitos fenômenos da natureza podem ser descritos pelos sistemas dinâmicos. Então as funções foram criadas. é baseada na análise complexa. a teoria do caos descreve com precisão os modos com que muitos sistemas exibem um padrão imprevisível.

complexidade computacional e teoria da informação. negócios e outras áreas. acompanhamento e observação requerem um uso de estatísticas. incluindo o mais poderoso modelo conhecido . Muitos estudos de experimentação. Física matemática Mecânica dos fluidos Análise numérica Otimização Teoria das probabilidades Estatística Matemática financeira Teoria dos jogos Matemáticos notáveis al-Khwarizmi d’Alembert Boole Cantor Cauchy Dedekind Descartes Euclides Euler Fermat Galois Gauss Grassmann Hilbert Jacobi Klein Lagrange Laplace Leibniz . que usa a teoria das probabilidades como uma ferramenta e permite a descrição. Teoria de números Combinatória Teoria da computação Criptografia Teoria de grafos Matemática aplicada Matemática aplicada considera o uso de ferramentas abstratas de matemática para resolver problemas concretos na ciência.a máquina de Turing. isso inclui estudos de erro de arredondamento ou outras fontes de erros na computação. Isso inclui a computabilidade.Matemática 64 Matemática discreta Matemática discreta é o nome comum para o campo da matemática mais geralmente usado na teoria da computação. Um importante campo na matemática aplicada é a estatística. Computabilidade examina as limitações dos vários modelos teóricos do computador. análise e predição de fenômenos onde as chances tem um papel fundamental. Análise numérica investiga métodos computacionais para resolver eficientemente uma grande variedade de problemas matemáticos que são tipicamente muito grandes para a capacidade numérica humana.

com. html) (em inglês). ISBN 8573930217. Brasil (http://www. 1996.ufg. Carl B.br/) Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (http://www. O que é Matemática?. Direção e dimensão (http:/ / revistaescola.org.mat. The Mathematics Department of The State University of New York at Buffalo. [2] Earliest Uses of Various Mathematical Symbols (http:/ / jeff560. Ligações externas • Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). História da matemática. math. ISBN 8521200234. ROBBINS.br/) .obm. 2000.mat.br/) Olimpíada Paulista de Matemática (http://www.br/) Olimpíada de Matemática do Estado de Goiás (http://www. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.mat. tripod. Página visitada em 21 de dezembro de 2008. buffalo. html) (Contains many further references) [3] NOVA ESCOLA.uc. abril. 2ª Edição. shtml) Bibliografia • BOYER.org.impa. Keith.obmep. com/ mathsym. Ciência Moderna. • DEVLIN.opm. Richard. Editora Porto.Matemática 65 Lebesgue Neumann Omar Khayyām Pascal Peano Pitágoras Poincaré Riemann Russell Steiner [1] An Old Mathematical Object (http:/ / www.pt/~opm/) Olimpíada Brasileira de Matemática (http://www. Matemática: a Ciência dos Padrões. 2003.br/) • Olimpíadas: • • • • • Olimpíadas Portuguesas da Matemática (http://www. ISBN 9720451335. edu/ mad/ Ancient-Africa/ ishango. • COURANT. Herbert. br/ matematica/ pratica-pedagogica/ direcao-dimensao-428166.

. chegando-se pela primeira vez aos 50:1 de razão de planeio.é uma aeronave sem motor. Os primeiros planadores eram construídos de madeira com revestimento em tela. Design e construção São características as belíssimas e delgadas asas de grande alongamento. mais do que outras aeronaves. No final dos anos 1960 apareceram os primeiros planadores construídos em Fibra de vidro (GFRP). As versões posteriores foram construídas com revestimento estrutural de alumínio. 1998). que se mantém voando graças às correntes ascendentes na atmosfera. melhorando assim sua penetração. Desde os anos 1980. material que permite menor peso com maior resistência estrutural e um acabamento superficial polido de baixíssimo atrito. revolucionando a performance dos planadores. (Brain. O lastro deve ser alijado antes do pouso.66 Modelos Físicos Planador Planador . sendo mais leves e esguios. Diferença de alongamento entre a asa de um avião e de um planador. atingido a máxima eficiencia aerodinâmica. são construídos com revestimento externo que ofereça o menor atrito possível com o ar. mais pesada que o ar e com uma configuração aerodinâmica semelhante a de um avião. Os exemplares de maior envergadura (acima de 25m) atingem razão de planeio de 60:1 ou melhor. Possuem reservatórios de água utilizada como lastro. A prática esportiva com planadores se denomina Voo a vela. que visam minimizar o arrasto induzido. todos os planadores de alto-rendimento passaram a ser construídos quase inteiramente de Fibra de carbono (CFRP). Os planadores. objetivando aumentar sua carga alar.

Pode também ser desligado pelo rebocador em casos de emergência. Por essa razão os planadores tem seus cockpits projetados para o máximo conforto do(s) pilotos. Um avião especialmente projetado para essa finalidade. para comprovação de voo) • Computador de planeio final Há também sistemas integrados que realizam várias dessas funções. o motor é desligado e escamoteado em um compartimento próprio de forma que a aerodinâmica do desenho original seja mantida. alem da instrumentação necessária para vôo VFR e rádio VHF aeronáutico. sendo desligado pelo piloto do planador. com o início da subida em térmica. Este é dotado de um motor para a decolagem e para minimizar o pouso fora de pistas. reboca o planador até uma altura adequada para o início vôo. Planador Blanik em reboque por avião Motoplanador Cada vez mais popular vem se tornando o motoplanador. pode vir equipado com vasta eletrônica embarcada. necessária para competitividade. um planador em vôo de distância ou em provas de campeonatos permanece no ar tipicamente por 5 a 7 horas. performance e segurança: • Transponder (para facilitar visibilidade pelo controle de tráfego aéreo e prevenção de colisões) • GPS • Moving Map Display (às vezes na forma de um PDA como o iPaq) • DFDR-GPS (Digital Flight Data Recorder com GPS. . Após a decolagem. mas pode chegar a 10 ou 12 horas em voos de recordes de distância. Painel com sistema integrado via PDA Decolagem Reboque aéreo É a forma mais comum de decolagem no Brasil. normalmente entre 600 e 1000m acima da pista de decolagem. colina. podendo também vir equipado com uma instalação sanitária para uso em vôo. ou onda estacionária. O painel de instrumentos.Planador 67 Cockpit Enquanto um avião de pequeno porte normalmente não voa mais do que 3 ou 4 horas. O reboque é feito através de um cabo de comprimento entre 50 e 70 metros que conecta as aeronaves. ocupando menor espaço no painel.

17 Mar. [1998-2009]. Veja mais detalhes em Voo a vela. Disponível em WWW: <URL:http://viagem. php . . br/ [2] http:/ / www. Marshall. Brian.br/planador1. [Consult. Referências • BRAIN.Como funcionam os planadores [Em linha]. 2009]. org. ADKINS.hsw. O cabo utilizado é equipado com um pára-quedas próximo a sua extremidade.com. planadores. imprimindo velocidade ao planador. com/ duckhawkintro.htm>.uol. Inc. São Paulo: HSW International. Ligações externas • Federação Brasileira de Vôo a Vela [1] • Windward DuckHawk [2] Referências [1] http:/ / www.Planador 68 Guincho Uma forma alternativa de reboque é a utilização de um guincho motorizado instalado na extremidade oposta da pista de decolagem que rapidamente recolhe o cabo de reboque. Decolagem de um Ventus por guincho Voo Os planadores se mantém em vôo e alcançam grandes distâncias utilizando-se de correntes ascendentes. mantido fechado pela tensão durante o reboque. abrindo-se após o desligamento do planador. windward-performance. facilitando assim o recolhimento do mesmo.

portos. Assim no modelo físico podemos estudar . como por exemplo. durante um período de oito anos. Um modelo apresenta "apenas" uma visão ou cenário de um fragmento do todo. vertedouros. como turbinas e bombas. por exemplo. faz-se necessário desprezar certos termos e ainda formular hipóteses sobre a distribuição espacial de certas grandezas (modelos integrais) ou discretizar o espaço e o tempo (modelos numéricos). eclusas . Normalmente este tipo de modelagem física é utilizado para complementar os cálculos dos modelos matemáticos durante um projeto muito grande e complexo. em escalas reduzidas. etc. Também são muitíssimo utilizados a construção de vários modelos físicos específicos para molhes. barragens. portos). de difícil representação e solução. uma usina hidrelétrica. embora tentada anteriormente por Arquimedes. Normalmente. matemáticos e híbridos). eclusas. uma ampliação de praia artificial ou uma usina hidrelétrica. A construção de modelos físicos. Os modelos matemáticos representam os fenômenos da natureza por meio de equações. eclusas de navegação. em escala. por exemplo. prédios sujeitos a ventos ou a terremotos. um avião. que facilitam e norteiam a compreensão e a visualização dos fenômenos naturais intervenientes. por exemplo. quebra-mares. Estas equações matemáticas dos fenômenos físicos são. Em Teoria de modelos um modelo é uma estrutura composta por um conjunto universo e por constantes. Além dos modelos meramente conceituais. nos estudos de jatos (modelos semi-empíricos). tais como. os estudos em modelos reduzidos foram conduzidos no Laboratório Saturnino de Brito. para estudar um determinado fenômeno complexo. utiliza-se a semelhança de Froude. ou uma interpretação de um fragmento de um sistema segundo uma estrutura de conceitos. quebra-mares. diques. em alguns casos. bombas e turbinas hidráulicas. No projeto da Usina hidrelétrica de Tucuruí. relações e funções definidas no conjunto universo. é projetada sem estudos detalhados em vários tipos de modelos matemáticos de diversas categorias e tipos como modelos de hidrologia. no Rio de Janeiro. a qualidade de águas fluviais. casa de força. Como a resolução das equações completas nem sempre é possível. vertedores. hidráulica. O modelo físico pode servir de referência para a calibração do modelo matemático como. nos modelos hidrodinâmicos de escoamentos em condutos forçados. Um modelo é uma representação ou interpretação simplificada da realidade. Nos modelos aerodinâmicos de aviões e automóveis a semelhança aplicada é a de Mach. Praticamente nenhuma grande obra hidráulica. estuariais e costeiras: modelos físicos e modelos matemáticos. diques. dois métodos de simulação podem servir de instrumento para o estudo de fenômenos físicos na natureza. diversos fenômenos físicos. turbinas. reduzida ou aumentada. escada de peixe. necessitam seguidamente do uso de coeficientes desconhecidos que deverão ser medidos na natureza ou em modelos físicos. usinas hidrelétricas. Além disso. engenharia civil . engenharia naval. mecânica dos solos. utiliza-se a chamada semelhança de Reynolds e nos condutos livres ( canais. como molhes. quebra-mares. • Modelos hidráulicos (físicos. um navio. Leonardo Da Vinci e outros estudiosos só foi possível após a descoberta da Teoria da Semelhança Mecânica por Isaac Newton e do Teorema de Bridgman. uma plataforma de petróleo. nuclear e em outros ramos para se projetar um protótipo. um automóvel. diques.Modelos físicos 69 Modelos físicos Modelos físicos ou modelos reduzidos em escalas são ferramentas usadas em diversos ramos da engenharia mecânica. A aplicação de um método (físico ou matemático)não exclui o emprego do outro. criam-se vários modelos. Estes modelos podem ser bidimensionais ou tridimensionais (modelo de conjunto). . molhes.

Lisboa. Os modelos híbridos. A escolha das hipóteses simplificadoras e do tipo de modelo é fundamental para a validade dos resultados obtidos. org. Ligações externas • . 70 Bibliografia • Rios. pois este é continuo e pode ter uma representação geométrica tridimensional sem dificuldades. pt . São basicamente modelos físicos comandados por computadores. bi e tridimensionais.LNEC . L. br [2] http:/ / www.Modelos físicos Estes modelos podem ser uni. J. J. Os modelos físicos têm a vantagem de não apresentarem uma discretização do problema. pois permite a realização de vários ensaios em pouco tempo. L.APRH.SILUBESA .UNIÁGUA Universidade da Água [1] • .ABES. lnec. • Rios. P. se apresentam como uma solução para reduzir os custos de operações devido à sua grande flexibilidade. – Modelos Matemáticos em Hidráulica e no Meio Ambiente no Simpósio Luso-Brasileiro sobre Simulação e Modelação em Hidrâulica. APRH – LNEC.lISBOA [2] Referências [1] http:/ / www.LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL . P. apesar de possuírem custos iniciais elevados. – Modelação Matemática para Operação de Sistemas de Abastecimento de Água no I Simpósio Luso-brasileiro Engenharia Sanitária e Ambiental . Lisboa. uniagua. 1986. 1983.

através de unidades de processamento eletrônicas e de softwares. movendo um braço. Visão geral Ignorando a definição oficial da RIA (Robotics Industries Association). . exploração subaquática e espacial.ainda que com muitas limitações. produzindo sons. ou realizando o seu próprio deslocamento. um robô seria um dispositivo automático que possui conexões de realimentação (feedback) entre seus sensores.). acendendo elementos luminosos ou displays. porém esta situação esta mudando recentemente devido à popularização dos robôs comerciais limpadores de pisos e cortadores de gramas. ou através de controle humano. Os robôs são comumente utilizados na realização de tarefas em locais mal iluminados. Os robôs executam tarefas através de atuadores (elétricos. Por esta definição. Os robôs industriais utilizados nas linhas de produção são a forma mais comum de robôs. que significa "trabalho forçado". ou grupo de dispositivos. dispensando a ação do controle humano direto para realizar determinadas tarefas. atuadores e o ambiente. devido às óbvias dificuldades de simular a realidade em nível computacional. A grande maioria dos robôs seriais existentes está na indústria e lá. O robô presente no imaginário mundial teve origem numa peça do dramaturgo Karel Čapek. as tarefas mais executadas são o deslocamento em um ambiente (locomoção) e a movimentação de objetos ao seu redor (manipulação). ou na realização de tarefas sujas ou perigosas para os seres humanos. capaz de fazer tudo em lugar do homem. pneumáticos.71 Robô Robô Um robô (ou robot) é um dispositivo. Esta distinção por tarefas pode dividir os robôs em duas categorias: robôs móveis e robôs manipuladores. muitos dispositivos automáticos poderiam ser chamados de robôs. sonoros etc. que podem ser desde um circuito eletrônico de controle até mesmo um computador pessoal. O termo robô tem origem na palavra checa robota. Os robôs também aparecem nas áreas do entretenimento e tarefas caseiras. mineração. ainda que alguns executem ambas as funções. O controle é provido por algoritmos que relacionam as entradas e saídas do robô. na qual existia um autômato com forma humana. dependendo dos algoritmos utilizados . busca e resgate. podendo também haver robôs parcial ou totalmente controlados por pessoas. eletromecânicos ou biomecânicos capazes de realizar trabalhos de maneira autônoma. O grau de automatização de um robô pode atingir o nível de aprendizado automático. cirurgias. abrindo ou fechando garra robótica. Robô humanoide da Toyota. e localização de minas terrestres. pré-programada. Outras aplicações incluem o tratamento de lixo tóxico.

foi construído para auxiliar o troll Hrungnir em um duelo com Thor. e do mito do Pigmalião. Dentre as idéias mais antigas que se conhecem sobre dispositivos automáticos. levando ao campo da inteligência artificial. o Younger Edda. num total de 6 gdl. a criada pelo matemático grego Arquitas de Tarento. A busca por robôs autônomos ou robôs cognitivos cada vez mais auto-suficientes. As juntas são elementos mecânicos que conectam os membros (partes) da estrutura dos robôs móveis ou dos manipuladores e podem ser: 1. contadores de voltas). O braço humano não é um corpo rígido pois o mesmo é flexível e pode ser modelado com muito mais do que 6gdl. Já o braço humano pode ser representado por um corpo rígido com sete gdl. tais como os waldoes e os ROVs.. Os manipuladores são geralmente em forma de braço antropomórfico. Alternativamente. Similarmente. O pássaro era propulsionado por vapor e jatos de ar comprimido tendo. para muitos. rotatória (movimento de rotação ao redor de um eixo fixo) 2. por exemplo. da Mitologia escandinava conta que um gigante de argila. A propriocepção é um dos sentidos mais importantes do corpo humano. encenada em 1921. O número de Graus de Liberdade se refere a liberdade de movimento no espaço cartesiano. mais méritos de ter sido a primeira máquina a vapor do que a inventada por James Watt. no conceito moderno. se forem utilizadas câmeras de vídeo transmitindo imagens em tempo real ao controlador do robô. Entretanto. Desta forma. o Deus deformado da metalurgia (Vulcano ou Hefesto) criou serventes mecânicos. é atualmente um dos focos de pesquisas na robótica. O escritor checo Karel Čapek introduziu a palavra "Robô" em sua peça "R. uma estátua de argila animada através de mágica Cabalística. um robô pode ser visto como uma forma de biomímica. Suas articulações podem executar movimentos de rotação e de translação. . registradores de posição angular. O termo "robô" realmente não foi criado por Karel Čapek. O termo "Robô" vem da palavra checa "robota". data de 350 A. mas por seu irmão Josef. Os sensores proprioceptivos recebem sinais dos atuadores do robô (como por exemplo registradores de posição relativa entre dois eixos. o termo robô tem sido utilizado para a designar uma série de máquinas que substituem diretamente o ser humano ou um animal no trabalho ou no lazer. prismática (movimento de translação) 3. Essa classe de robôs proporciona a simulação de presença.Robô As estruturas mecânicas dos robôs são elaboradas de forma a executar determinados movimentos. O termo robô é também muito utilizado para se referir a dispositivos mecânicos sofisticados que são controlados remotamente por pessoas possuindo pouco ou nenhum grau de automação. Na mitologia clássica. Ou combinação das duas. A falta do antropomorfismo é provavelmente a principal causa que nos impede de reconhecer uma lavadora de louças altamente complexa como se fosse um robô. ou autômatos.C. variando de serventes douradas inteligentes a mesas utilitárias de três pernas que poderiam se mover por força própria. que significa "trabalho forçado". Ele criou um pássaro de madeira que batizou de “O Pombo”.R" (Rossum's Universal Robots). (por exemplo: movimento de um parafuso) Um robô paralelo é aquele formado por cadeias cinemáticas fechadas e são geralmente caracterizados por não possuírem atuadores nos membros móveis. este termo implica um certo nível de autonomia que iria impedir que muitas máquinas automáticas fossem chamadas de robôs.U. no qual a estátua de Galatéia se torna viva. outro respeitado escritor checo. amigo de Platão. que semeou os dentes de um dragão que se transformaram em soldados. Um corpo rígido livre no espaço cartesiano pode apresentar 3 rotaçãoes em torno dos eixos XYZ e mais três translações ao longo destes mesmos eixos XYZ. Mökkurkálfi ou Mistcalf. 72 História A idéia de pessoas artificiais data de épocas como a da lenda de Cadmus. As lendas Judias se referem ao Golem. o Deus do Trovão.

segundo as definições modernas. de Luis Senarens (1885). Muitos consideram o primeiro robô.Robô O primeiro projeto documentado de um autômato humanoide foi feito por Leonardo da Vinci por volta do ano de 1495. conhecimentos sobre o tipo de unidade processadora a ser utilizada. 73 Robótica De acordo com a American Heritage Dictionary. teoria e aplicação dos robôs. como sendo o barco teleoperado. Nos anos 30. No século XXI. Porém. mover sua cabeça e o maxilar. Hoffmann traz uma mulher mecânica semelhante a uma boneca.T. Algumas ideias como a relação entre o peso do robô e sua fonte de alimentação primária também são decisivas para o projeto. os sensores e as outras entradas e saídas do robô são conectadas a um dispositivo que tomará as decisões. as respostas literárias ao conceito dos autômatos (robôs) refletiu o medo dos seres humanos. enviando sinais aos atuadores de modo a causar uma ação ou reação. Quando a peça de Čapek RUR (1921) introduziu o conceito de uma linha de montagem que utilizava robôs para tentar construir mais robôs. mecânica e software. . o autor se refere às 'três regras da robótica' que posteriormente se tornaram as "Três Leis da Robótica" na publicação de ficção Eu. O primeiro robô autônomo eletrônico foi criado por Grey Walter na Universidade de Bristol. A história "The Sandman" de E. Frankenstein (1818). (2001) de Spielberg e Eu. e "Steam Man of the Prairies".I. Uma onda de histórias sobre autômatos humanoides culminou com a obra "Electric Man" (Homem Elétrico). fabricação. onde grande parte do temor do domínio das máquinas (mecânicas) foi afastado parcialmente. que fez um andróide que tocava flauta. posteriormente propagada pelo filme clássico de Fritz Lang Metropolis (1927). O primeiro autômato funcional foi criado em 1738 por Jacques de Vaucanson. de Edward S. Robô.A. A palavra robótica foi utilizada primeiramente impressa na história de ficção científica de Isaac Asimov "Liar!" (1941). no ano de 1948. algoritmos e atuadores que serão requeridos para o projeto. O processo padrão de criação de robôs começa pela exploração dos sensores. Após a base mecânica estar montada. continham desenhos detalhados de um cavaleiro mecânico que era aparentemente capaz de sentar-se. sendo mais comum o uso de um microcontrolador como unidade de processamento. A robótica requer conhecimentos sobre eletrônica. pneumática. de Mary Shelley. na Inglaterra. com os robôs se tornando mais reais e perspectiva do surgimento de robôs inteligentes. muitas vezes considerado o primeiro romance de ficção científica. As notas de Da Vinci. Nela. redescobertas nos anos 50. assim como um pato mecânico que comia e defecava. uma melhor compreensão das interações entre os robôs e o homens é abordada em filmes modernos como A. similar a um ROV moderno. Tesla desejava desenvolver o "torpedo sem fio" para se tornar um sistema de armas para a marinha estadunidense. Ellis (1865) expressa a fascinação americana com a industrialização. de serem substituídos por suas próprias criações. Este circuito avalia os sinais de entrada e calcula a resposta apropriada para cada combinação. O projeto foi baseado em sua pesquisa anatômica documentada no Homem Vitruviano. o tema recebeu uma conotação econômica e filosófica. se tornou sinônimo deste tema. Ele foi exibido no World's Fair de 1939 e 1940. a Westinghouse fez um robô humanóide conhecido como Elektro. a robótica é a ciência ou o estudo da tecnologia associado com o projeto. Não é conhecido se ele tentou ou não construir o mecanismo (veja: Robô de Leonardo). na década de 1940. os populares Blade Runner (1982) e The Terminator (1984) são ícones deste temor. o engenheiro químico Isaac Asimov começou a escrever diversas obras sobre robôs domésticos educados e fieis ao ser humano. hidráulica e a parte eletrônica e de programação. Robô (2004) de Proyas. A parte mecânica requer conhecimentos sobre cinemática. inventado por Nikola Tesla e demonstrado em uma exibição no ano de 1898 no Madison Square Garden. Baseado em sua patente 613 809 para o "teleautomation". que podem ser microcontroladores ou CLPs. Uma vez que a tecnologia avançou a ponto de as pessoas preverem o uso das criaturas mecânicas como força de trabalho. Mas. mexer seus braços.

com o sucesso do Aibo. Um ludobot é um exemplo de um robô social dedicado ao entretenimento e companhia. eles descobriram que isto era muito difícil de ser realizado. Estes robôs imitavam os insetos e artrópodes em forma e função. Os robôs industriais nas linhas de produção são a forma mais comum de robôs. entretanto um caminhar bípede robusto ainda não foi atingido. por incentivo de políticas públicas. Electrolux. entretanto. Outra forma de robôs industriais é o AGVs (Veículos Guiados Automaticamente). A iRobot planeja produziu um robô de mapeamento similar no tamanho e forma aos aspiradores robôticos. foi dada ênfase a outras áreas de pesquisa. da Sony e uma série de fabricantes lançando seus aspiradores robóticos.Robô 74 Usos contemporâneos dos robôs Os robôs são utilizados para realizar trabalhos que são muitos pesados. foi fundada uma indústria de robôs denominada ARMTEC Tecnologia em Robótica [2] . Então. busca e regaste e a busca de minas terrestres. o impacto social destes robôs é largamente desconhecido. hospitais. os robôs domésticos começaram a surgir na mídia. Estas técnicas de navegação atualmente se encontram disponíveis nos sistemas de controle de robôs autônomos. Cerca de um milhão de unidades de aspiradores foram vendidas em todo o mundo até o final de 2004 ([1]). estes robôs são estaticamente estáveis. Os AGVs são utilizados em estoques. No momento em que os engenheiros estavam prontos para tentar criar robôs que caminhassem novamente. Desenvolvimentos atuais Quando os roboticistas tentaram imitar os movimentos humanos e de animais em robôs. que desde 2004 vem gerando robôs bombeiros. Os robôs também são comumente utilizados como uma forma de Arte de Alta Tecnologia. sujos ou perigosos para os seres humanos. De mesma forma. Os manipuladores industriais possuem capacidades de movimento similares ao braço humano e são os mais comumente utilizados na indústria. Estes tipos de corpos comumente oferecem alta flexibilidade e adaptatividade a muitos ambientes. Outras aplicações incluem a limpeza de lixo tóxico. o patrulhamento autônomo de e os robôs de segurança estão aparecendo como parte de alguns prédios automatizados. mas também nos lares japoneses. e Karcher. O campo dos robôs sociais está emergindo e investiga as relações entre os robôs e os humanos. porém o custo da complexidade mecânica adicional tem adiado sua adoção pelos consumidores. pintura e carregamento de máquinas. tais como a iRobot. O exemplo mais sofisticado de um sistema de navegação autônomo disponível inclui um sistema de LASER e o sistema VSLAM (Localização e Mapeamento Visual Simultâneos) da ActivMedia Robotics e da Evolution Robotics. cirurgias. laboratórios. portos de contêiners. o que os torna mais fáceis para se trabalhar. exploração subaquática e espacial. e outras aplicações onde o risco. necessitando de muito mais poder computacional do que estava disponível na época. Existem expectativas no Japão de que os cuidados caseiros para a população idosa podem ser melhor realizados através da robótica. A indústria automotiva é um dos campos que mais se utiliza desta tecnologia. porém isto vem mudando recentemente pela entrada de robôs faxineiros e cortadores de grama. . As corporações japonesas foram bem sucedidas em seus desenvolvimentos de protótipos de robôs humanoides e planejam utilizar esta tecnologia não apenas nas linhas de produção. foi atrasada devido à avaliabilidade de funcionários baratos e aos altos requerimentos de capital dos robôs. de avaliação de pavimentos entre outros. confiabilidade e segurança são fatores importantes. instalações de servidores. ele começaram com pequenos hexapodes e outras plataformas com muitas patas. navegação e planejamento de percursos. ROVs. No começo do século XXI. Enquanto a tecnologia robótica obteve um certo grau de maturidade. O objetivo da pesquisa com robôs bípedes é obter uma caminhada utilizado movimento passivo-dinâmico que imite o movimento humano. Robôs simples utilizando rodas foram utilizados para conduzir experimentos sobre comportamento. A adoção generalizada deste tipo de tecnologia. As aplicações incluem soldagem. Os robôs também estão surgindo nas áreas de cuidados de saúde e entretenimento. Com mais de quatro patas. aonde os robôs são programados para substituir a mão-de-obra humana em trabalhos repetitivos ou perigosos. mineração. No Brasil. Temos algum progresso recente na locomoção bípede.

A automação em laboratórios é uma área crescente. ou classe operária. Robôs domésticos capazes de realizar muitos trabalhos caseiros. distribuição e consumo de mercadorias e serviços iria representar uma mudança radical do sistema socio-econômico atual. do Los Alamos National Laboratories. recebendo uma aprovação regulatória na América do Norte. Um dos motivos mais significativos para estes trabalhos é o interesse militar em tecnologias de espionagem. tais como o marcapasso. Mesmo não sendo robótica restrita. estando de acordo com as previsões de Marx. enquanto outros buscam reproduzir o movimento completo dos caranguejos. continuarão a ser aperfeiçoados. que permitiria que os humanos ser preocupassem principalmente com o controle dos meios de produção (tais como os equipamentos de fazendas e indústrias). com duas companhias em particular. A robótica provavelmente continuará sua expansão em escritórios e residências. no qual ele especulou que a tomada de tabalhos humanos pelos robôs pode levar a um aumento no desemprego e problemas sociais a curto prazo. assim aproveitando os frutos dos trabalhos dos robôs. e para evitar a pobreza normalmente causada pelo desemprego e para poder aproveitar os frutos do trabalho robôtico. Aparentemente existe um certo grau de convergência entre humanos e robôs. O pioneiro da cibernética Norbert Wiener discutiu alguns destes temas em seu livro The human use of human beings (1950). se especializou em robôs baratos com patas dobradas porém sem juntas. . com alguma parte do corpo ou mesmo partes do sistema nervoso substituídos por equivalentes artificiais. Outros lugares aonde a robótica poderá substituir o trabalho humano é na exploração do fundo do mar e exploração espacial. 75 Expectativas futuras Alguns cientistas acreditam que os robôs serão capazes de se aproximarem a uma inteligência semelhante à humana na primeira metade do século 21. descritos nas histórias de ficção científica e mostrados ao público nos anos 60. Nesta. a Computer Motion e a Intuitive Surgical. Recentemente. O UJI Online Robot da Universidade Jaume I da Espanha é um bom exemplo de um progresso atual neste campo. grandes progressos tem sido realizados na área da robótica médica. os corpos do tipo artrópode são geralmente preferidos. Mesmo antes destes níveis de inteligência teóricos serem obtidos. Tilden. Tal mudança na produção. especula-se que os robôs podem começar a substituir os humanos em muitas carreiras com trabalho intensivos. acredita-se que o proletariado humano teria que derrubar a classe dominante. Para estes trabalhos. Os "nanomotores" e os "smart wires" podem reduzir drasticamente a quantidade de energia utilizada para realizar os movimentos. existem alguns estudos nesta área pelo professor Kevin Warwick. substituindo aparelhos "não inteligentes" por seus equivalentes robóticos. Alguns seres humanos já são ciborgues. recipientes e leitores. Robôs experimentais com asas e outros modelos explorando a biônica se encontram no princípio de seu desenvolvimento. os robôs são utilizados para transportar amostras químicas ou biológicas entre instrumentos tais como incubadores. Em muitos casos a mesma tecnologia pode ser utilizada tanto na robótica quanto na medicina. Sensores de toque e melhores algoritmos de visão podem resolver este problema. Mark W. Europa e Ásia para que seus robôs sejam utilizados em procedimentos cirúrgicos médicos invasivos.Robô Outro problema técnico que impede uma adoção mais aberta dos robôs é a complexidade de manusear objetos físicos em um ambiente natural caótico. porém que a médio prazo isto pode trazer uma riqueza material às pessoas na maioria das nações. Alguns acreditam que estes robôs coletivamente podem formar um "proletariado robô". enquanto a estabilização em vôo pode ser melhorada por giroscópios extremamente pequenos.

Existem muitas ligas para simulação para humanoides de tamanho real. notavelmente por Alessandro Acquisti construindo um trabalho posterior a John von Neumann. aparentemente na primeira morte relacionada a um robô nos Estados Unidos. Como na RoboCup. Robô. estas leis são: 1. um robô de uma fábrica esmagou um operário contra uma barra de proteção. Ele tentou evitar que ela fosse embora. no estado de Michigan. e programado para simular emoções humanas. permitir que um ser humano se machuque. Desde então as cortinas de laser tem sido requeridas para proteção contra tal tipo de perigo com equipamentos pesados. e é um pouco mais fácil do que a RoboCup normal. A RoboCup Jr. este problema pode não ser tão simples de resolver. o episódio da série Star Trek: Voyager "Prototype" mostra um grupo de robôs conhecidos como Automated Personnel Units (Unidades Pessoais Automatizadas). Em sua série Eu. um robô programado para simular emoções humanas teve um 'ataque obsessivo'. 2. 3. contanto que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis. Reino Unido e Estados Unidos. é uma competição para qualquer pessoa com menos de 18 anos de idade. agiu fora do normal após passar um dia com uma pesquisadora. estas competições incluem o processo de criação do robô. e ficou exigindo abraços. A competição robótica deste grupo é uma competição multinacional onde times profissionais e pessoas jovens resolvem problemas de engenharia de forma intensa e competitiva. ou. criatividade e roupas). por omissão. A RoboCup é uma organização competitiva dedicada ao desenvolvimento de um time de robôs humanoides totalmente autônomos que possa vencer o campeão mundial de futebol por volta do ano 2050. As leis ou regras que podem ou devem ser aplicadas aos robôs ou outro "capital autônomo" em cooperação com competição com os humanos incentivaram a investigação macro-econômica desta competição. em suas escolas e comunidades uma apreciação pela ciência e tecnologia. Estes times vem do Canadá. o que pode levar a acidentes: Em Jackson. não é permitida a compra de outros robôs. Kenji. Brasil. os robôs e os humanos simplesmente não possuem as mesmas tolerâncias e capacidades corporais. inclui três competições: futebol (um campeonato de futebol). Em 2003 a competição atingiu mais de 20. Um robô deve obedecer as ordens recebidas pelos seres humanos. empresa ligada à Toshiba.Robô 76 Possíveis perigos O conceito de que os robôs podem competir ou rivalizar com os humanos é comum. Um robô pode proteger sua própria existência. o fundador da FIRST e da American Society of Mechanical Engineers (ASME) criou um fórum competitivo que visa inspirar nas pessoas jovens. . é similar à RoboCup. Em março de 2009. RoboCup Jr. Um robô não pode machucar um ser humano. bloqueando a porta de passagem. resgate (um curso de obstáculos aonde um item deve ser levado de um local a outro) e dança (os robôs são julgados pela dança. A RoboCup Jr. Ao contrário das competições de sumo que ocorrem regularmente em alguns eventos. O próprio Asimov baseou o enredo de uma série de romances e histórias curtas na análise da aplicabilidade e suficiência das três leis. a não ser no caso de estas ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei.[3] Em outra visão. em 21 de Julho de 1984. Infelizmente. todos os robôs devem ser construídos e programados pelo time que o construiu. que haviam sido construídas para combater em um grupo guerreiro porém matou seus criadores quando a guerra terminou. Competições de robôs Dean Kamen. os as competições Battlebots na televisão. Isaac Asimov cria as Três Leis da Robótica em uma tentativa literária de controlar a competição dos robôs com os seres humanos.000 estudantes em mais de 800 times em 24 competições. um robô projetado pela Robotic Akimu. Mesmo sem uma programação maliciosa.

A maior distância que um participante conseguiu atingir nesse ano foi de apenas 7.000. Assim como ocorreu com as preocupações de Aldous Huxley sobre a clonagem humana.uk/2/hi/technology/3897583. A popularidade dos programas de televisão Robot Wars Robotica e Battlebots. 77 Filmes com robôs • Robots [1] http:/ / www. org/ [5] http:/ / www.moway-robot. html)])"] • The Autonomous Vehicle Team at Virginia Tech (http://www. sobre competições de nível colegial de sumo entre robôs. O worldwide Green Parties em 2002 pediu ao público que aumenta-se sua vigilância contra tal tipo de competição.com) . org/ press/ pr2004/ 04robots_index. com [3] Robô programado para amar tem 'ataque obsessivo' (http:/ / odia.me. [4] http:/ / www. quatro veículos completaram o percurso com sucesso. igvc. br/ tecnologia/ htm/ robo_programado_para_amar_tem_ataque_obsessivo__234868. em menos de 10 horas e de forma autônoma.edu/index. como base em preocupações de biosegurança.avt.net/en/list/robots/) RobotOnline. Nesta corrida. que entre em competição com a vida selvagem não é uma ilusão.mobilerobots.000 não foi atingindo por nenhuma das equipes na primeira edição do evento. org/ Ligações externas • Lista de robôs (http://www. com uma sendo um robô participando de uma conferência e a outra um desafio de interação entre o operador e o robô em um resgate.com) • Robô programável Moway (http://www. armtecbrasil. auvsi. asp).armtecbrasil. Esta competição internacional suportada pela Association for Unmanned Vehicle Systems International (AUVSI [5]).000. terra.net • Robots get bookish in libraries" (http://news. pequenos robôs tentam sair de um labirinto no menor tempo possível. Em competições Micromouse.bbc.vt. O desafio consiste em cumprir um trajeto definido momentos antes da disputa. Os Centennial Challenges são campeonatos da NASA com prêmios visando avanços tecnológicos não financiados pelo governo. htm [2] http:/ / www.html) • The DARPA Grand Challenge Team at Virginia Tech (http://www.vt.me.stm) • Will Robots Take Over the World?(em [[Língua inglesa|inglês (http://www.Robô O DARPA Grand Challenge é uma competição para veículos robóticos completarem um percurso de 200 milhas no deserto de Mojave. O prêmio ficou acumulado para 2005 no valor de $2.robotonline. Os dois AAAI Grand Challenges se foram na Interação entre homem e robô. por cidadãos estadunidenses.000 sendo neste ano então conquistado pela Universidade de Stanford. com. os "gastrobots" comedores de grama na Flórida e a criação dos robôs de alimentação demorada na Inglaterra.edu/grandchallenge/) • ARMTEC Tecnologia em Robótica (http://www. incluindo a robôtica.co. as questões que Karel Čapek levantou anteriormente na ficção científica se tornaram debates reais.4 milhas. é uma competição para veículos terrestres autônomos que devem atravessar obstáculos em ambientes abertos sem nenhuma intervenção humana.com/ethicalRobotics. sugerem que o medo de uma forma de vida artificial nociva. O Intelligent Ground Vehicle Competition (IGVC [4]). Esta é uma das amostras de que a tecnologia robótica e os algoritmos de navegação autônoma estão evoluindo muito rapidamente. unece. em 2004. o sucesso das "bombas inteligentes" e dos UCAVs em conflitos armados. O prêmio de $1. é uma competição de projetos estudantis de nível universitário e tem mantido competições anuais desde 1992.

JT. POcca. Juntas. Cruz. Der kenner. FML. Dpc01. Carla Monteiro. Lijealso. Mschlindwein. Procomp. Tumnus. . Reynaldo. Missionary. Jack O'Neill.wikipedia.php?oldid=25576252  Contribuidores: Al Lemos. Fesaopilger. Nuno Tavares. Barreto.org/w/index. Hmendonca. Ediel Alex. Ramisses. Alexanderps.arq.shiromoto. Leão to chuj. Arges. Agil.php?oldid=25057728  Contribuidores: AntoniusJ.php?oldid=24751978  Contribuidores: Al Lemos. Vanthorn. Manuel Anastácio.org/w/index. Hgfernan.stabile. Faustino.wikipedia. Lucas snuffy. ZuilSerip.arq. Membro. Maañón. Antonio Prates. 57 edições anónimas Geometria descritiva  Fonte: http://pt. Jpc4031. Wikifriend pt001. Eduardoferreira.php?oldid=25560409  Contribuidores: Adailton. Luiz Jr. Cdang.php?oldid=25558980  Contribuidores: Anderson RPFernandes. 129 edições anónimas Eixo de rotação  Fonte: http://pt. AntoniusJ. Tilgon.arq. Joseolgon.Fontes e Editores da Página 78 Fontes e Editores da Página Desenho técnico  Fonte: http://pt. JulioNather. Cícero.org/w/index.org/w/index.roberto. RafaAzevedo. Ramisses. Rui Silva. Macau500. OffsBlink. Ruy Pugliesi. Chico. Manuel Anastácio. Reporter. Manuel Anastácio. Mosca. Pietro Roveri. Jessé Rovira. Adailton. Nishimura. Mestre Juliano. Darwinius. Dpc01. Ramisses. Alchimista. 41 edições anónimas Geometria projetiva  Fonte: http://pt. Gustavo Siqueira. Lulugato. Porantim. I2bdad. Gunnex. E2m.wikipedia. Bisbis. Clara C. Ruy Pugliesi. Academia Brasileira de Arte. MarioM. 34 edições anónimas Torque  Fonte: http://pt. Felipe10sb.org/w/index. 25 edições anónimas Matemática  Fonte: http://pt. João Sousa. 141 edições anónimas Alavanca  Fonte: http://pt. Girino. EuTuga. Adailton. O CoRVo. Eric Duff. Jic. ThiagoRuiz.F. 46 edições anónimas Motor  Fonte: http://pt.. E2mb0t. Thiago R Ramos. Abrivio. OS2Warp. Askopaskopaskop'. Pilha. Reynaldo. OS2Warp. Rossicev. Joaopchagas2. Salgueiro. 18 edições anónimas Polia  Fonte: http://pt. Manuel Anastácio. SandraC. Armagedon. Rei-artur. Jofra. HélioVL. 12 edições anónimas Chaveta (mecânica)  Fonte: http://pt. Indech. Fonadier07. Daimore. SuperKapa. Akhyllez. DougNovaes.php?oldid=25432966  Contribuidores: 333.F. Arges.php?oldid=25415916  Contribuidores: Abmac. Willdre.org/w/index. Nananada. Luz28. Darwinius. João Carvalho. OS2Warp. LeonardoG. Fabiano Tatsch. LipeFontoura. Nelsonpp.org/w/index. Juntas. Giro720. Ts42. Diotti. 38 edições anónimas Porca  Fonte: http://pt. O Mecânico. JMGM. Juntas. J Daglees. Dédi's. André Scaranto.wiki. Arges. GOE. Fonadier. Manuel Anastácio. Gnomovich. Dilermando. Raphael Toledo.org/w/index. EuTuga. Tumnus. E2m. Paulomatsui.org/w/index. Kaktus Kid. Juntas. 9 edições anónimas Mola  Fonte: http://pt. Luizabpr. Sérgio Noriaki Sato. E2m. Luiant. Leslie. Nuno Tavares.org/w/index. HélioVL. Jonathan Malavolta. Vmss. Fasouzafreitas. Vsombra.org/w/index. Mstrey.php?oldid=24668262  Contribuidores: Arges. Rei-artur. Salamat. Salgueiro. Feliciomendes. Carloskleber. Rômulo Penido.wikipedia. Hyju. MarioM. Jancaoliveira. LeonardoRob0t. Gonzalcg. Mschlindwein. Manuel Anastácio. Tilgon. Campani. Nuno m silva.wikipedia. Raijenki. Pseudomoi. Edsantinho. Macau500. Emilio juanatey. Gaf. Bomba Z.org/w/index. 14-BIS. Mareshenrique. JotaCartas. Andregeraldo. 8 edições anónimas Roda  Fonte: http://pt. OS2Warp.org/w/index. N&n's. AndreHahn. JSSX. GOE2. E2mb0t. Eric3000x. Gerbilo. Emilio juanatey. Galgani.php?oldid=25489248  Contribuidores: !Silent.F. Hermógenes Teixeira Pinto Filho. Onjacktallcuca. Bepp. Epinheiro. Lechatjaune. Lucasbrouck.php?oldid=24032882  Contribuidores: Albmont. Jbribeiro1.org/w/index. Eduardo P.org/w/index. Alexanderps.wikipedia. Bisbis. Hyju. Salamat. Nuno Tavares. Jcmo. Lijealso. Lurenai. Leonardo.php?oldid=25229820  Contribuidores: Abmac. Merrill. Glavagnoli. 200.wikipedia. Hgfernan. Lechatjaune. Luckas Blade. Bomba Z. Ncanelas. Angeloleithold. RafaAzevedo. Igor Nunes. Naosei610. Darwinius. Dvulture. Gaf. Onjacktallcuca. Giro720. Ricardo. Luckas Blade. CorreiaPM. Tschulz. Pedrohcoa. Thiago R Ramos. Onjacktallcuca.stabile. Dédi's. Jbribeiro1. Pedromelcop. Mschlindwein. Reynaldo. Lucioturra. Belanidia.wikipedia. Eamaral. Eamaral. Leslie. Jbribeiro1. Ramisses. Belanidia. Girino.mac. Angeloleithold. Esopo. 12 edições anónimas Perspectiva (gráfica)  Fonte: http://pt. Stuckkey. Prof Ricardo Vianna. Rômulo Penido. ChristianH. Lusitana. 333. Albmont.wikipedia. Daimore. Edinhoveio. Nuno Tavares. Eduardoferreira. Ramisses.costa. João Carvalho. Pedroh. Porantim. Quiumen. Epinheiro. Onjacktallcuca. Carla Monteiro. OS2Warp. Ilustrador. Tschulz. GOE.wikipedia. Icarus. Joaopinho. Ammatsun. Stuckkey. Der kenner.. Aline cristina dos santos. Eamaral. 54 edições anónimas Desenho mecânico  Fonte: http://pt. EuTuga. Brenno pm.halfeld. Juntas. Cícero. 9 edições anónimas Atrito  Fonte: http://pt. Luz28. E2mb0t. Alexandrepastre.php?oldid=24268243  Contribuidores: Bisbis. Jack Bauer00.org/w/index. JSSX. Yanguas. Clarix.wikipedia. Wilton Pacheco. Giro720.wikipedia.org/w/index. NH. Damião Sampaio. Lijealso. Joanna Lincoln. Eicuro.249. Francisco Leandro. VictorCR. OS2Warp. Mateus Hidalgo.arq. Mschlindwein.arq. Thiago R Ramos. Tam01.wikipedia. Luiseduardo14. 100 edições anónimas Pêndulo  Fonte: http://pt. Carla Monteiro.xxx. Quiumen. Tumnus. Homologia. Kaktus Kid. Bisbis. Giro720.org/w/index.php?oldid=25448418  Contribuidores: Dédi's. Epinheiro. 1 edições anónimas Correia (mecânica)  Fonte: http://pt. Mosca. GRS73. Daimore. Gustavotcabral. Cralize. ElementoX. Rui Silva.php?oldid=25563423  Contribuidores: André Koehne. Viniciusmc.wikipedia. Coquel. Darwinius. Dédi's.php?oldid=25447638  Contribuidores: 333.wikipedia. JoaoMiranda. OffsBlink. OS2Warp. Onjacktallcuca. Teles. Gaf. Marcelo Reis. Camponez. JoniFili.wikipedia. Cyberpunk. BioPupil. 88 edições anónimas Amortecedor  Fonte: http://pt. Danilo. Pietro Roveri. Rossi pena.wikipedia. Wilson simão. Fala Brasil.org/w/index. Jonex.wikipedia. Timor. Inox. Wjgsp. Daniduc. Willdre. Davemustaine. Leonardob. Ródi. Buenas. Darwinius. ChristianH. Lusitana. 4 edições anónimas Corrente metálica  Fonte: http://pt. Willdre. Nuno Tavares. Neonl. Darwinius. Joseolgon. Robertogilnei. Jic. Macau500. Charlesweitz. Luz28. Rui Silva. Luís Felipe Braga. FredericoBentoMarques. Salgueiro. Gean. Helder Luiz de Oliveira. Nero. Haggen Kennedy. Fortunato1.wikipedia. Dvulture. Nuno Tavares. Kardos.php?oldid=25400728  Contribuidores: Belanidia. Dreispt. Lechatjaune.php?oldid=24808980  Contribuidores: AntoniusJ. 37 edições anónimas Rebite  Fonte: http://pt. Thiago R Ramos. Salgueiro.aa. Joaotg. Joaoantoniodeoliveira. Get It. Belanidia. Jeferson. Mschlindwein. Marcos Elias de Oliveira Júnior. Marcos052. Ruy Pugliesi. OffsBlink. Rui Silva.wikipedia. Alexanderps.56. Esopo. Onjacktallcuca. Gustavob.php?oldid=24861714  Contribuidores: Albmont. Nero. Mareshenrique. Leandromartinez. Faustino. Lijealso. João Sousa. Aleph73. Vigia. Albmont. Whooligan. PatríciaR.php?oldid=25409414  Contribuidores: 555. Leonardo. Eduardo Sellan III. Faustino. Gustavo Siqueira. Laumaia. Will19.org/w/index. Dantadd. 9 edições anónimas Máquina  Fonte: http://pt.wikipedia. Bomba Z. Luiza Teles. Danilo. Deicide. Giro720. Mibaango. OS2Warp. Camponez. AntoniusJ. Bisbis.wikipedia. Eric Duff. Oliveco. Epinheiro. NaBUru38.php?oldid=25545100  Contribuidores: Alchimista. GRS73. Gunnex. Pilha. João Sousa. Kingstone2gb.org/w/index. Humberto. Gerbilo. Winter luso. Vini 175. Blamed. A1a2. OS2Warp. Quiiiz. Robertsouaz. Carla Monteiro. Kleiner. Less. RubensL. Geberta. Inox. Indech. Vigia. Markuz88. Willdre. 152 edições anónimas Força  Fonte: http://pt. MarceloB. Black pearl. Peprovira. Gaf. Robertogilnei. Escriba. Macau500. 41 edições anónimas Parafuso  Fonte: http://pt. Lépton.wikipedia. Jorge. Bonás. GOE2. Papel. OffsBlink. Gbiten.wikipedia. Camponez. Rossi pena. HJS.php?oldid=24883320  Contribuidores: Albmont.org/w/index. GOE.org/w/index. Quiiiz. 7 edições anónimas Engrenagem  Fonte: http://pt. Clara C. Gil Costa. Joaopchagas2. Nuno Tavares. Helder. Onjacktallcuca. Jeferson. Gladstone. Adailton. Peter Horn. Kleiner. Marcosav. Joaopchagas2. Homologia. Gustavotcabral. ISoron. 2 edições anónimas Embraiagem  Fonte: http://pt. Físicos e Matemáticos.wikipedia. OS2Warp. Dantadd. Emilio juanatey.php?oldid=25428818  Contribuidores: Abmac. Jorge.org/w/index. Gaf. Giro720. Gabrielt4e. Cyberpunk. Hyju. Charretons. Arnaldojrbr. Stuckkey. FML. Rômulo Penido. 4you. Mosca. Ramisses. Yblock. Teles. Raafael.php?oldid=22147919  Contribuidores: Fasouzafreitas. GOE. GOE2. Rui Silva. Gustavo. RubensL. Ø. Danilojc. Faustino. Betovisk. MatheuszFelipe. NeusaMZ. RafaAzevedo. Henrique Oliveira mesmo. Jbribeiro1. RubensL. Juntas. Salgueiro.php?oldid=24485878  Contribuidores: Capitão Pirata Bruxo. Alchimista. Rei-artur. Profcardy. Ricvelozo.php?oldid=25526205  Contribuidores: Albmont. Rsevero. Faustino. Sofiabalisa. Leone Melo.wikipedia. OffsBlink. Kaktus Kid. Belanidia. CLI. Beria. Renatops. Alexg. Daimore.php?oldid=25355247  Contribuidores: 555. Armagedon. Rômulo Penido. Ródi. Taliban77. Agil. Quiiiz. Hmy1968. Ian2OO8. OffsBlink. Lauro Chieza de Carvalho.org/w/index. Reynaldo. Carlos Luis M C da Cruz. GOE.org/w/index. Wilson simão. MaskedAce. Dantadd.F. Ramisses.org/w/index. Guillom. Lijealso. Alexandre Kulpel.mac.wikipedia. SallesNeto BR. Blablablaeu.org/w/index. Lechatjaune. Alexandrepastre. Jic. Nice poa. Rui Silva. Giro720. Vsombra. Osias. CommonsDelinker. Jo Lorib. Gunnex. Fogolinos. Mário Henrique. Jo Lorib. Rudak. Juntas. Thiago R Ramos. Ts42. Lusitana. OS2Warp. Arthur Lopes. Vitorvicentevalente. 3 edições anónimas Hélice  Fonte: http://pt. E2m. Aleph73. Money III Month.F. Gean. Darwinius. Glum.php?oldid=25581383  Contribuidores: Ciacchi. Bonás. Roberto de Lyra. Mschlindwein. Guilherme Augusto. Priscasena. MarceloB.wikipedia. CasperBraske. Alexandreanzai. 121 edições anónimas Mancal  Fonte: http://pt. Brauliobezerra. Lucasbrouck.kunst. Caiodnh. Zumg. OS2Warp. Tumnus. Reynaldo. User12345. Campani. E2m. Jo Lorib. DCandido.php?oldid=23663356  Contribuidores: ChristianH. Lauro Chieza de Carvalho. Kleton. Dcolli.

Tilgon. Stinky cat. 49 edições anónimas Modelos físicos  Fonte: http://pt. OS2Warp. Adailton. Nuno Tavares. AntoniusJ. CommonsDelinker. SaraOliveira. João Carvalho. Lgrave. Tiago2325. Wiki fel. LeonardoG. SallesNeto BR. Eduozzy.org/w/index. ChristianH. Dantadd. OffsBlink. João Sousa. Flavialgr. N&n's. Teles. Leslie. Mschlindwein. Arthemius x. Ozzyana. Bonás. Esopo.stabile. Vini 175. Joãosilvaafonso. LIGUI. Reynaldo. Stuckkey. Juntas. Milieh. LeonardoG. Carlos-alberto-teixeira. 118 edições anónimas 79 . Leslie. Al Lemos. Hforesti. Sebastiao. Cassioherculano.wikipedia. Spell checker. Lechatjaune. Lechatjaune. Renato Mello. Vanthorn. Viniciussena.wikipedia. N&n's. Apieper. Flavia Schubert. Almightyon.org/w/index. Manuel Anastácio. Profcardy. Mschlindwein. Maañón. Philostrate. Rafamurad. Tumnus. EuTuga.ig. Jbfqo. Rodrigo Ventura. Gunnex. Mireidas. Lulusilva159. J.php?oldid=22788198  Contribuidores: Alchimista. Missionary. Scott MacLean. Vitor Mazuco. Arnoldpieper. RafaAzevedo. Ligia. Opraco. Elon Hara. Ródi. Sturm. Nice poa. Get It. Marcos Viana "Pinguim". Pomonews. Eduxavier. Reporter. Sturm. Paulolenz. Martha Salerno Monteiro. Oolong. Ciro. 556 edições anónimas Planador  Fonte: http://pt. Litrix Linuxer. Pietro Roveri. Spoladore. Irberguilherme. Get It.com. Hiroshi. Reynaldo. S3o3b3e3l. Nuno Tavares. SHASTA190200. Manuel Anastácio. Matheus-sma. Merrill. Msmatematica. Tijolo Elétrico. Saguix. Rei-artur. Juan Romera. Conedamio. Laobc. Ruy Pugliesi. Mschlindwein. RafaAzevedo. Noah J Revoy. NH. Marcos Elias de Oliveira Júnior. Lechatjaune. Reynaldo.php?oldid=25341014  Contribuidores: Aerofree. Carlos Luis M C da Cruz. Zdtrlik. Alchimista. LeonardoRob0t.php?oldid=25505513  Contribuidores: !Silent. 333. OffsBlink. Eamaral. Xpons. Whooligan. Ruy Pugliesi. Richard Melo da Silva. Vintecano. Mvdiogo. Dpc01. Lijealso.wikipedia. Braz Leme. Rebeca lopes. Lseixas. Denis Rizzoli. GRS73. Edusilva. Pedro00. Kleiner. Roberto A. Pedse. Manuel de Sousa. Aaasaf09. Novycentuz. PBJP. MelM. PG. Lemarlou. Viajantedoar. Luan. João Vítor Vieira. Plataformista. Manuel Anastácio. Osias.org/w/index. Ovídio. Rjclaudio.Fontes e Editores da Página Jorge. RMBeatriz. Luckas Blade. Viniciusmc. MarceloRenard2. Leonardo. 26 edições anónimas Robô  Fonte: http://pt. JoniFili. Nevinho. Aldado.br. Yanguas. MarcosLauro. Dantadd. Mateus Hidalgo. Ricardo Carneiro Pires. Wikibrazilian. Leslie. Ricardo Pereira Pacheco. Pediboi. Xandi.. Ricardofachada. OS2Warp. Vit95. Dvulture. Luís Felipe Braga. Skhola. Pjbgr. Fernando S. Salgueiro. Porantim. Alexandre Skupien. Maurício I.rocha. Ramisses. Nicolebc. Marcelo-Silva. Hyju. 999. GOE. Severino666. Giro720.

php?title=Ficheiro:Engineering_drawing-dessin_de_definition. Mdd.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-Share Alike  Contribuidores: Homologia Imagem:Cobra side.svg  Fonte: http://pt. Audriusa.org/w/index.wikipedia.png  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.png  Fonte: http://pt.wikipedia.php?title=Ficheiro:Gears_animation.gif  Licença: Public Domain  Contribuidores: Garabombo.wikipedia.wikipedia.org/w/index.php?title=Ficheiro:Screw_for_wood.org/w/index.png  Fonte: http://pt. Gaf.org/w/index.wikipedia. NortyNort. Denniss. Markus Schweiss.php?title=Ficheiro:Ressort_de_compression.org/w/index.gif  Fonte: http://pt.svg  Fonte: http://pt. SharkD.php?title=Ficheiro:Clutch_explosion.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Iainf 21:31.svg  Fonte: http://pt.gif  Fonte: http://pt.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Iainf 21:31.org/w/index.PNG  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: DaB.wikipedia.wikipedia.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3. Mdd.svg  Fonte: http://pt.0  Contribuidores: Toni Lozano Ficheiro:Chain.jpg  Fonte: http://pt.JPG  Fonte: http://pt.wikipedia.php?title=Ficheiro:Helical_Gears. Mdd.org/w/index.wikipedia.wikipedia.php?title=Ficheiro:Keilriemen-V-Belt.gif  Fonte: http://pt.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Iainf 21:31.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Curtis Newton. Rocket000.arq.wikipedia.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt. 9 July 2006 (UTC) Imagem:Keilriemen-V-Belt.wikipedia.org/w/index.svg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt. WikipediaMaster Ficheiro:Bevel gear. Guam.wikipedia.arq.0 Unported  Contribuidores: PHGCOM Ficheiro:Broad chain closeup.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: EugeneZelenko.svg  Fonte: http://pt.0 Unported  Contribuidores: Andy Dingley.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Editor at Large.wikipedia. Gaf.svg  Fonte: http://pt. User:Gaf.org/w/index.JPG  Licença: Creative Commons Attribution-Sharealike 2. 9 July 2006 (UTC) Ficheiro:ThirdClassLever.php?title=Ficheiro:Clutchdisc. 5 edições anónimas Ficheiro:Radial engine.wikipedia Ficheiro:Gears large. Tetris L.JPG  Fonte: http://pt.org/w/index.wikipedia. Premkudva.php?title=Ficheiro:Gears_large. WikipediaMaster Imagem:2-punktperspektive.svg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.php?title=Ficheiro:Worm_Gear_and_Pinion.0 Generic  Contribuidores: User:Gaf.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: User:Jean-Jacques MILAN Ficheiro:2006-02-04 Metal spiral.org/w/index. Licenças e Editores da Imagem Ficheiro:Engineering drawing-dessin de definition.wikipedia.wikipedia.php?title=Ficheiro:FrankMotor.gif  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: UtzOnBike (3D-model & animation: Autodesk Inventor) Ficheiro:Water turbine grandcoulee. TomAlt. WikipediaMaster.png  Fonte: http://pt.5  Contribuidores: Haragayato Ficheiro:Cross slot screw. Epolk.php?title=Ficheiro:Radial_engine.php?title=Ficheiro:Cavalier_perspective_45. 9 July 2006 (UTC) Ficheiro:LeverFirstClass.wikipedia.php?title=Ficheiro:Cross_slot_screw.svg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:HondiusPerspective. WikipediaMaster Imagem:3-punktperspektive. G.jpg  Fonte: http://pt. HB.wikipedia.org/w/index.as.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: AnonMoos.php?title=Ficheiro:LeverSecondClass.php?title=Ficheiro:Intersection_cone_sphere. 2 edições anónimas Ficheiro:Worm Gear and Pinion.php?title=Ficheiro:3-punktperspektive.wikipedia.wikipedia.php?title=Ficheiro:Bevel_gear.wikipedia.php?title=Ficheiro:DescriptivegeometryDürer. DuLithgow.svg  Fonte: http://pt.org/w/index.wikipedia Ficheiro:Rack and pinion animation.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt.arq.org/w/index.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Jared C.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Henricus Hondius (1597-1651) Ficheiro:Reconstruction of the temple of Jerusalem. 1 edições anónimas Image:Yanmar 2GM20.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was Arthur Clarke at en.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-Share Alike 2.php?title=Ficheiro:Rack_and_pinion_animation.wikipedia.php?title=Ficheiro:Broad_chain_closeup.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Iainf 21:31. Benedict (user Redjar) Ficheiro:Gears animation.wikipedia.org/w/index.org/w/index. User:Gaf.jpg  Fonte: http://pt.org/w/index.0 Unported  Contribuidores: Darapti.org/w/index.wikipedia.PNG  Fonte: http://pt.gif  Fonte: http://pt. TomAlt.jpg  Licença: Creative Commons Attribution 2.php?title=Ficheiro:4-Stroke-Engine.php?title=Ficheiro:Reconstruction_of_the_temple_of_Jerusalem..png  Fonte: http://pt.0 Unported  Contribuidores: Erwin94 .arq Ficheiro:Isometric-1.org/w/index.arq.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: User:Greudin Ficheiro:Papel tecnico 1.php?title=Ficheiro:2006-02-04_Metal_spiral.gif  Fonte: http://pt.org/w/index. WikipediaMaster Imagem:3-punktperspektive 2.MacInnes at en. WikipediaMaster Ficheiro:HondiusPerspective. Ö.wikipedia.png  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:LeverPrincleple.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: AndreasPraefcke.php?title=Ficheiro:Water_turbine_grandcoulee.org/w/index.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was Arthur Clarke at en.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Jdcollins13. Ma-Lik.org/w/index. Gaf. WikipediaMaster Ficheiro:Intersection cone sphere.JPG  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.php?title=Ficheiro:ThirdClassLever.gif  Licença: Public Domain  Contribuidores: Juiced lemon.wikipedia. Saperaud.org/w/index.wikipedia. Yann.php?title=Ficheiro:Cobra_side.arq. WikipediaMaster Imagem:Zentralperspektive.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Bukk. SharkD.php?title=Ficheiro:Yanmar_2GM20.0 Unported  Contribuidores: Roger McLassus Ficheiro:Screw for wood.wikipedia. Vonvon. 3 edições anónimas Ficheiro:Perspectiva-2.org/w/index.gif  Licença: Public Domain  Contribuidores: BD2412. Friviere. TomAlt.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:LeverFirstClass.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: BLueFiSH.wikipedia.php?title=Ficheiro:Plan_projectif.org/w/index.org/w/index.wikipedia. 1 edições anónimas Ficheiro:4-Stroke-Engine.jpg  Fonte: http://pt.5  Contribuidores: Original uploader was N. TomAlt.jpg  Fonte: http://pt. Qurren.wikipedia.org/w/index. Roland zh.php?title=Ficheiro:Perspectiva-2. GWiyom.Fontes.arq Image:Cavalier perspective 45.php?title=Ficheiro:Militärperspektive.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: User:SharkD Imagem:Militärperspektive.gif  Licença: Public Domain  Contribuidores: BD2412.org/w/index.org/w/index. D-Kuru.wikipedia.org/w/index.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Borowski.wikipedia. 1 edições anónimas Ficheiro:Helical Gears.org/w/index. Licenças e Editores da Imagem 80 Fontes.arq. MKFI. EugeneZelenko. 9 July 2006 (UTC) Ficheiro:LeverSecondClass. Herbythyme. WikipediaMaster. Mschlindwein. Liftarn.gif  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Duk Ficheiro:LeverPrincleple.jpg  Licença: Public domain  Contribuidores: w:User:Sonett72 and originally uploaded to w:Image:Clutchdisc. EugeneZelenko. Wikieditoroftoday.php?title=Ficheiro:Chain.org/w/index. EugeneZelenko.wikipedia.org/w/index.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.gif  Fonte: http://pt.wikipedia.0 Unported  Contribuidores: User:Gaf.wikipedia. 1 edições anónimas Ficheiro:Plan projectif.png  Fonte: http://pt. Sir Isaac Lime.wikipedia Ficheiro:Ressort de compression.org/w/index.svg  Fonte: http://pt. Mdd. Gun Powder Ma.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.jpg Sonett72 (49901 bytes) (clutch disc) Ficheiro:Clutch explosion.png  Fonte: http://pt. Shakko. Wst Ficheiro:Clutchdisc.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3. HB Ficheiro:FrankMotor.php?title=Ficheiro:2-punktperspektive.php?title=Ficheiro:Zentralperspektive.php?title=Ficheiro:3-punktperspektive_2.php?title=Ficheiro:Papel_tecnico_1.org/w/index. Oxag.jpg  Fonte: http://pt. Tano4595.0 Unported  Contribuidores: Christophe Dang Ngoc Chan (cdang) Ficheiro:DescriptivegeometryDürer.dallorto.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-Sharealike 2. Ma-Lik.org/w/index. Gaf.php?title=Ficheiro:Isometric-1. Guam.

org/w/index.wikipedia.org/w/index. Luestling.php?title=Ficheiro:Sin. 6 edições anónimas Ficheiro:Rubik's cube.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia Later versions were uploaded by Fresheneesz.JPG  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Hercules.php?title=Ficheiro:Propeller_EP-3E_1500x2100.org/w/index.png  Fonte: http://pt. Julo.wikipedia. Wst. Marcelloo.jpg  Fonte: http://pt. Korrigan.jpg  Fonte: http://pt.org/w/index.Grand Coulee Dam. W hukriede. Akinom.jpg  Fonte: http://pt. Dubonbacon at en. Rohwedder (User:RokerHRO Ficheiro:Infinity symbol.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Fibonacci.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: This image was created by me.wikipedia.wikipedia.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: en:User:Chmod007 Ficheiro:Torus.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3. Marcelloo. JMCC1.jpg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 1.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: User:Cepheus Ficheiro:Koch curve. 6 edições anónimas Ficheiro:Mandelbrot Set in Complex Plane.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was Knotnic at en.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Anarkman. Marcelloo.svg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.wikipedia.php?title=Ficheiro:Inbus-sruby.org/w/index. Romary.jpg  Fonte: http://pt. Kilom691.wikipedia.svg  Fonte: http://pt.arp.wikipedia Imagem:Cavitation Propeller Damage. Korrigan.php?title=Ficheiro:Cavitation_Propeller_Damage. WikipediaMaster.php?title=Ficheiro:Outsideprop.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Polyparadigm.jpg  Fonte: http://pt.svg  Fonte: http://pt.org/w/index.svg  Fonte: http://pt.svg  Fonte: http://pt.wikipedia. Stunteltje Imagem:ship-propeller.wikipedia.org/w/index.org/w/index.php?title=Ficheiro:Rivets_on_General_Hertzog_Bridge. PatríciaR Imagem:Outsideprop. Hello71.org/w/index.php?title=Ficheiro:Rubik's_cube.org/w/index.wikipedia. Krinkle. Otso Huuska.wikipedia Ficheiro:riveted buffer beam.org/w/index.svg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3. Schlendrian..org/w/index.org/w/index.wikipedia.php?title=Ficheiro:Mandelbrot_Set_in_Complex_Plane. 1 edições anónimas Imagem:Screwpropellor.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Self: Commons user Keytotime Ficheiro:Osculating circle. Mdd.dallorto.0 Unported  Contribuidores: 4C Ficheiro:Vector field.png  Licença: desconhecido  Contribuidores: Bastique. Joshbaumgartner.5  Contribuidores: Gregory David Harington Ficheiro:Blindnieten. + 23:33.0 Generic  Contribuidores: Cobatfor.php?title=Ficheiro:Woman_teaching_geometry.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt. Cobatfor.php?title=Ficheiro:Infinity_symbol. Ficheiro:Airflow-Obstructed-Duct.svg  Fonte: http://pt.org/w/index.php?title=Ficheiro:One-hundred. Korrigan. 2 edições anónimas Ficheiro:Euclid Pisano OPA Florence.php?title=Ficheiro:Contrarotating.propeller. Diligent.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Darapti.wikipedia.wikipedia.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: en:User:Wapcaplet Ficheiro:Sin.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Riveted_buffer_beam.org/w/index.png  Fonte: http://pt.org/w/index. Timak.PNG  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Original uploader was Tarquin at en.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Photographer’s Mate 2nd Class Michael Sandberg Imagem:hercules.php?title=Ficheiro:Egyptian_A'h-mosè_or_Rhind_Papyrus_(1065x1330). 27 May 2005 (UTC) .php?title=Ficheiro:Limitcycle. Threecharlie. Ma-Lik. Martin H.org/w/index. Alureiter.wikipedia.org/w/index.wikipedia.org/w/index. ninty-three pound nut and bolt. Petropoxy (Lithoderm Proxy).wikipedia.png  Fonte: http://pt. Joshbaumgartner.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Lattice_of_the_divisibility_of_60.JPG  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: User Jcmaco on en.php?title=Ficheiro:USS_Churchill_propeller_cropped. Pseudomoi.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Lorenz_attractor.PNG  Fonte: http://pt. Igno2.wikipedia.propeller.wikipedia. Warburg.php?title=Ficheiro:Incommensurabilité_4. Wst.org/w/index.wikipedia.org/w/index. Ezra Katz. Booyabazooka Ficheiro:Matrix multiplication diagram.org/w/index. Tano4595. Tano4595 Ficheiro:Nut2-hardware. Stunteltje Ficheiro:Incommensurabilité 4.svg  Fonte: http://pt.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Cepheus Ficheiro:Commutative diagram for morphism. Hydrargyrum.0 Unported  Contribuidores: Brosen.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: User:Fibonacci.png  Fonte: http://pt.wikipedia.php?title=Ficheiro:Polia_mecanica_2. Pibwl. Roo72.wikipedia.php?title=Ficheiro:Ship-propeller.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Berrucomons.wikipedia. Mattes._ninty-three_pound_nut_and_bolt.wikipedia.php?title=Ficheiro:Polia_mecanica.Fontes.org/w/index.org/w/index.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Dr Juzam.php?title=Ficheiro:Osculating_circle.wikipedia Ficheiro:Wheel Iran. Stannered.wikipedia.org/w/index.000 kW generator .jpg  Licença: Creative Commons Attribution-Sharealike 2. Marcelloo. Mmcannis.php?title=Ficheiro:Matrix_multiplication_diagram.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Adambro.png  Fonte: http://pt.wikipedia Ficheiro:Polia mecanica 2.org/w/index.wikipedia.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was Radoico at pt.php?title=Ficheiro:Pythagorean.php?title=Ficheiro:Venn_A_intersect_B.php?title=Ficheiro:Nut2-hardware.php?title=Ficheiro:Polea-simple-fija.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was Radoico at pt.org/w/index. WikipediaMaster 81 Ficheiro:One-hundred.php?title=Ficheiro:Blindnieten.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.png  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: User:Cepheus Ficheiro:Elliptic curve simple.JPG  Fonte: http://pt. Denniss. Indolences. Jon Harald Søby. Magister Mathematicae.wikipedia. It Is Me Here. 1 edições anónimas Imagem:Propeller EP-3E 1500x2100. 7 edições anónimas Ficheiro:Axis (PSF).wikipedia.php?title=Ficheiro:Commutative_diagram_for_morphism.wikipedia. Pieter Kuiper.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: User Duncharris on en.php?title=Ficheiro:Torus.rocha at pt. 1343-1368) Ficheiro:Woman teaching geometry.JPG  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:6n-graf.org/w/index.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: AnRo0002. JMCC1. Yarl. Stefan-Xp.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Denniss.svg  Fonte: http://pt. User:Solkoll Ficheiro:Integral as region under curve.wikipedia.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Donarreiskoffer.0 Unported  Contribuidores: User:Ed g2s Ficheiro:6n-graf.svg  Licença: Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.JPG  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was SGGH at en. Fabienkhan. Korrigan.png  Fonte: http://pt.wikipedia Ficheiro:Pendulo.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Original uploader was Sebastiao.php?title=Ficheiro:Wheel_Iran.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: User:Jean-Jacques MILAN Ficheiro:Relacao-de-dispersao-eletro. Ficheiro:Lattice of the divisibility of 60.php?title=Ficheiro:Euclid_Pisano_OPA_Florence.jp  Licença: Public Domain  Contribuidores: Alno.svg  Fonte: http://pt.svg  Fonte: http://pt.org/w/index. Roomba.org/w/index.svg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Axis_(PSF).org/w/index.wikipedia.php?title=Ficheiro:Screwpropellor.php?title=Ficheiro:Relacao-de-dispersao-eletro.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Dual Freq.wikipedia (Original text : Erik Axdahl en:User:Axda0002) Imagem:Brosen maja cykloidalne. Wizard191 Ficheiro:Egyptian A'h-mosè or Rhind Papyrus (1065x1330).wikipedia.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Original uploader was User A1 at en.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Dcoetzee. Derbeth.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt.000_kW_generator_-_Grand_Coulee_Dam.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: César Rincón Ficheiro:Polia mecanica. Pibwl. Dsmdgold.org/w/index. Rsteen. Warburg. Arpingstone.php?title=Ficheiro:Integral_as_region_under_curve.org/w/index.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt. 1 edições anónimas Imagem:Contrarotating.jpg  Fonte: http://pt. one of 16 used to join sections of the generator shaft of a 75.svg  Fonte: http://pt. 1 edições anónimas Ficheiro:Pythagorean.org/w/index. Cav.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Anarkman.org/w/index.arp. Leinad-Z.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Nino Pisano (Italian._one_of_16_used_to_join_sections_of_the_generator_shaft_of_a_75.wikipedia. Foroa.svg  Fonte: http://pt. Wst.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Airflow-Obstructed-Duct. active ca.wikipedia.wikipedia Ficheiro:Limitcycle.wikipedia.wikipedia Ficheiro:Rivets on General Hertzog Bridge.wikipedia.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Lars H.org/w/index.org/w/index. Conscious.jpg  Fonte: http://pt. Knutux Ficheiro:Lorenz attractor.png  Fonte: http://pt. Guam. 1942.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Koch_curve. Korrigan.wikipedia.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Created by Sean κ.wikipedia. Kilom691.wikipedia.wikipedia. Ruizo.0 Unported  Contribuidores: User:Dschwen Ficheiro:Venn A intersect B.php?title=Ficheiro:Brosen_maja_cykloidalne.php?title=Ficheiro:Vector_field.wikipedia.wikipedia.wikipedia.php?title=Ficheiro:Pendulo. Profero. Quadell.5  Contribuidores: Original uploader was Axda0002 at en.wikipedia Imagem:USS Churchill propeller cropped. STyx. 2 edições anónimas Ficheiro:Polea-simple-fija._1942.wikipedia.php?title=Ficheiro:Elliptic_curve_simple. Roger McLassus. Infrogmation. G.JPG  Licença: Creative Commons Attribution-Sharealike 2. Licenças e Editores da Imagem Ficheiro:Inbus-sruby.org/w/index.org/w/index.

Ylebru Ficheiro:Glider-comparison.png  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Duesentrieb.wikipedia.wikipedia. Ecummenic.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia. Kilom691. Miniwark. Mattes. Wst. Mdd. Yann. Shakko. 2 edições anónimas Ficheiro:Russell1907-2.jpeg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Bdk.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Stephen Silver Ficheiro:Oldfaithful3.dallorto.jpg  Fonte: http://pt. Kilom691.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Deadstar.php?title=Ficheiro:Georg_Friedrich_Bernhard_Riemann.wikipedia.php?title=Ficheiro:Glider_in_flight.jpg  Fonte: http://pt.org/w/index.org/w/index. Mattes. Mattes.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Docu. Beyond My Ken.jpeg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Denniss.JPG  Fonte: http://pt. 4 edições anónimas Ficheiro:Hgrassmann. Olivier2.jpg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Original uploader was Galilea at de. Harp. Mdd.wikipedia. Liftarn.svg  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: MannyMax (original) Ficheiro:Composite trapezoidal rule illustration small. Original uploader was Vladimir Babishin at ru.org/w/index. Kilom691.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: User Rudolf 1922 on sv.jpg  Fonte: http://pt.svg  Fonte: http://pt. Superborsuk. Kilom691. WikipediaMaster Ficheiro:BernoullisLawDerivationDiagram. 3 edições anónimas Ficheiro:Carl Jacobi2.org/w/index. Kilom691.wikipedia.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: Bcrowell. Davidlud. Elcobbola.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Haks Ficheiro:Matematiker georg cantor.org/w/index. Rovnet.php?title=Ficheiro:Oldfaithful3.wikipedia.php?title=Ficheiro:Glidercockpit. Dedden.svg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:BernoullisLawDerivationDiagram.wikipedia.php?title=Ficheiro:V20001. Vincent Steenberg Ficheiro:Euklid-von-Alexandria 1.php?title=Ficheiro:Dedekind.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Factumquintus.org/w/index. Lyrl.wikipedia.JPG  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: TMakovic Ficheiro:V20001. Schaengel89. Mu. Mcke.php?title=Ficheiro:Arbitrary-gametree-solved. WikipediaMaster. Mschlindwein.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Anarkman.org/w/index.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt. Conscious. Ma-Lik. Rouvix. Müller. Kaganer.php?title=Ficheiro:Toyota_Robot_at_Toyota_Kaikan. Jodo Ficheiro:Arbitrary-gametree-solved.org/w/index. Der Eberswalder.Fontes. Oleg Alexandrov. Kilom691 Ficheiro:JohnvonNeumann-LosAlamos.svg  Licença: Attribution  Contribuidores: derivative work: Pbroks13 (talk) Composite_trapezoidal_rule_illustration_small. TwoWings.wikipedia. Umherirrender Ficheiro:Leonhard Euler by Handmann .php?title=Ficheiro:Hilbert.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Deerstop.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Beria. Mu.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Beria. Mdd.php?title=Ficheiro:Gravitation_space_source.org/w/index.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Carl_Friedrich_Gauss. Jimmy44.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt. Thorvaldsson Ficheiro:George Boole.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Matematiker_georg_cantor. Ecummenic.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: DaTroll. 1 edições anónimas Ficheiro:Georg_Friedrich_Bernhard_Riemann.php?title=Ficheiro:Euklid-von-Alexandria_1.org/w/index. Shakko.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Cepheus Ficheiro:Caesar3.png  Fonte: http://pt.org/w/index.php?title=Ficheiro:Hgrassmann.org/w/index.org/w/index.jpeg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:JohnvonNeumann-LosAlamos.Portret van René Descartes.wikipedia.wikipedia. Licenças e Editores da Imagem Ficheiro:DFAexample.php?title=Ficheiro:Galois.jpg  Fonte: http://pt. Lupo. Ufudu. Joanjoc.png  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.org/w/index.wikipedia. Mu Ficheiro:Hilbert.wikipedia.svg  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt. Mattes. Zwikki. 1 edições anónimas Ficheiro:Kapitolinischer Pythagoras.org/w/index.php?title=Ficheiro:Jean_d'Alembert. Eusebius.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: RMBeatriz Ficheiro:Glidercockpit.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: w:de:Jakob Emanuel HandmannEmanuel Handmann Ficheiro:Pierre de Fermat. Gabor.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Wayiran Ficheiro:Jean d'Alembert. 1 edições anónimas Ficheiro:Carl Friedrich Gauss.png  Fonte: http://pt.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Dodo von den Bergen.jpg  Fonte: http://pt. Kilom691.jpeg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Market_Data_Index_NYA_on_20050726_202628_UTC. Finavon. 9 edições anónimas Ficheiro:Glider in flight.wikipedia.php?title=Ficheiro:Kapitolinischer_Pythagoras. Schaengel89. 6 edições anónimas Ficheiro:Market Data Index NYA on 20050726 202628 UTC. Blösöf. 3 edições anónimas Ficheiro:Blaise Pascal 2. Maksim.php?title=Ficheiro:Two_red_dice_01. Bibi Saint-Pol.svg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Glider-comparison.jpg  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt. Jmcc150.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Darapti.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Freiddy Ficheiro:Two red dice 01. 2 edições anónimas Ficheiro:Toyota Robot at Toyota Kaikan.php?title=Ficheiro:Poincare. Serge Lachinov.php?title=Ficheiro:Carl_Jacobi2.org/w/index.php?title=Ficheiro:Composite_trapezoidal_rule_illustration_small.php?title=Ficheiro:Pierre-Simon_Laplace.wikipedia.wikipedia.org/w/index.wikipedia. Luis Fernández García.php?title=Ficheiro:George_Boole.org/w/index. Shakko.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Bohème.org/w/index.svg  Fonte: http://pt. Tomisti. Polarlys.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia. CarolSpears.wikipedia.wikipedia.wikipedia.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia. Nandhp. Ecummenic.wikipedia Ficheiro:Augustin-Louis Cauchy 1901.jpg  Fonte: http://pt.org/w/index.org/w/index.org/w/index.jpg  Fonte: http://pt. Jastrow.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: El Grafo. Frank C.png  Fonte: http://pt.org/w/index. Bohème.jpg  Fonte: http://pt.org/w/index. Cherry.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Augustin-Louis_Cauchy_1901.jpeg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Beria. Gene. Bohème.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.wikipedia.wikipedia.wikipedia Ficheiro:Poincare. Katpatuka.php?title=Ficheiro:Russell1907-2.org/w/index. Interpretix.php?title=Ficheiro:Felix_Christian_Klein.wikipedia. FalconL.org/w/index.wikipedia.wikipedia. Pieter Kuiper.jpeg  Fonte: http://pt. Oxxo.org/w/index. Darapti.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: неизвестен.JPG  Fonte: http://pt.wikipedia.png: Original uploader was Fieari at en.wikipedia. this is a hand-crafted SVG alternative.JPG  Licença: GNU Free Documentation License  Contribuidores: Avraham.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Fastfission.php?title=Ficheiro:Leonhard_Euler_by_Handmann_.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Cepheus Ficheiro:Gravitation space source.png: en:User:Oleg Alexandrov Ficheiro:Maximum boxed.jpeg  Fonte: http://pt. Ficheiro:Persian Khwarazmi ir.php?title=Ficheiro:JakobSteiner. Red Rooster.php?title=Ficheiro:Frans_Hals_-_Portret_van_René_Descartes. Factumquintus. Maksim.php?title=Ficheiro:Gottfried_Wilhelm_von_Leibniz.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Ashill.php?title=Ficheiro:Maximum_boxed.php?title=Ficheiro:033-Earth-could-not-answer-nor-the-Seas-that-mourn-q75-829x1159.arboit. Schekinov Alexey Victorovich. Harp.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: User:Nyks Ficheiro:JakobSteiner.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Kristof vt Ficheiro:Felix Christian Klein.jpg  Fonte: http://pt.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Anynobody. KTo288.jpg  Fonte: http://pt.php?title=Ficheiro:Pierre_de_Fermat. Ecummenic. MesserWoland.org/w/index.wikipedia Ficheiro:Pierre-Simon Laplace.jpg  Fonte: http://pt. Luestling. Luestling. Kalki. Editor at Large.org/w/index.jpeg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Jean-Luc W Ficheiro:Frans Hals . Glenn. Luestling.png  Licença: Public Domain  Contribuidores: Denniss.wikipedia.arboit.png  Fonte: http://pt.jpg  Fonte: http://pt. 5 edições anónimas Ficheiro:Lebesgue 2.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Public domain Ficheiro:Dedekind.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Ficheiro:Galois. Svencb.wikipedia. Knakts.php?title=Ficheiro:Persian_Khwarazmi_ir.php?title=Ficheiro:Giuseppe_Peano. Gene. Man vyi. 霧木諒二 Ficheiro:Gottfried Wilhelm von Leibniz.jpg  Fonte: http://pt. Ævar Arnfjörð Bjarmason.org/w/index.org/w/index.svg  Fonte: http://pt.org/w/index.php?title=Ficheiro:Лагранж.wikipedia.org/w/index.svg  Licença: Public Domain  Contribuidores: derivative work: Qef (talk) Arbitrary-gametree-solved.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: User:Chris 73 82 .wikipedia.org/w/index.wikipedia. Kilom691.wikipedia. Themightyquill.org/w/index.wikipedia. G.php?title=Ficheiro:Blaise_Pascal_2.org/w/index.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Dstender.org/w/index.php?title=Ficheiro:DFAexample.wikipedia. JoJan. Gabor. Phrood Ficheiro:Giuseppe Peano. Sobi3ch Ficheiro:Лагранж.php?title=Ficheiro:Caesar3.org/w/index.php?title=Ficheiro:Lebesgue_2. Ske. Netoholic.wikipedia. Misibacsi.wikipedia. Saperaud. Shizhao Ficheiro:033-Earth-could-not-answer-nor-the-Seas-that-mourn-q75-829x1159.

0/ .Licença 83 Licença Creative Commons Attribution-Share Alike 3. org/ licenses/ by-sa/ 3.0 Unported http:/ / creativecommons.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful